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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA

CENTRO DE ARTES, HUMANIDADES E LETRAS
CURSO DE BACHARELADO EM ARTES VISUAIS

KELVIN MARINHO DE JESUS

TRANSITORIEDADE:
CORPOREIDADE, MEMÓRIA E(M) REFLEXO

Cachoeira
2014

Fernando Rabelo Prof.KELVIN MARINHO DE JESUS TRANSITORIEDADE: CORPOREIDADE. Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – Centro de Artes Humanidades e Letras. Priscila Lolata Cachoeira 2014 . turma 2011. Ms. MEMÓRIA E(M) REFLEXO Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Colegiado de Artes Visuais como requisito para elaboração de produto técnico-artístico de conclusão do curso de Bacharelado em Artes Visuais.ª Ms. Orientadores: Prof.

............................................... 13 10 RECURSOS NECESSÁRIOS ...................................... 12 9 CRONOGRAMA DO TRABALHO ......................................................................................... 07 5 OBJETIVO GERAL .....................................................................17 .......... 07 4 JUSTIFICATIVA ..................................................................................... 08 7 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ................... 04 2 INTRODUÇÃO ....................... 15 13 LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO ......................................................................................................................................................................... 14 12 REFERÊNCIAS ............... 09 8 PROCESSO DE PRODUÇÃO ..................................................................................................... 16 APÊNDICE A – IMAGENS PRODUZIDAS ........................................................ 08 6 OBJETIVOS ESPECÍFICOS .................................................................................. 05 3 DELIMITAÇÃO DO TEMA E DA SUA ABORDAGEM ...SUMÁRIO 1 RESUMO ...................................................................................................................................... 14 11 PLANO DE CUSTOS .......................................................................

duplica as coisas. por seus reflexos.“Assim a água. não simplesmente como uma vã imagem. mas envolvendo-o numa nova experiência onírica.” (Gaston Bachelard) . duplica o mundo. Duplica também o sonhador.

pensados enquanto lugares nos quais a memória é (des)construída. representada através de texturas mescladas nas imagens. as quais abordam noções de corporeidade. por sua vez. espacialidade e fluidez da memória coletiva e do autor. Palavras chave: Corporeidade.1 RESUMO O produto técnico-artístico será uma instalação a partir de uma série de fotografias de reflexos em poças d’água. ainda. esta. . a relação entre corpo transitório e cidade perene. As fotografias abrangem. Memória. A água é aqui entendida enquanto lugar – fluido – no qual se alocam representações diluídas da existência humana. Reflexo.

promover hibridismos. mais imagens se perderam. II e III (assim como todas as disciplinas de artemídia). Adentrando no curso de Artes Visuais. o HD externo fora uma voltagem superior à suportada pelo aparelho. Os álbuns de família. A perda dos meus registros fotográficos. Em Fotografia I. como aprendizado. uma definição nítida do que pode ter acontecido com tais imagens. Deparei-me com o fascínio da revelação fotográfica: um ato. o próprio entendimento da imagem fotográfica se expandiu consideravelmente. neste processo. quando pude ter em mãos a câmera analógica compacta da família para realizar algumas imagens. encontram-se perdidos e não há. o que fez com que o dispositivo fosse queimado e não mais tive acesso aos dados nele contido. por descuido. armazenava um conjunto considerável de imagens da minha adolescência. físicos e digitais. cuja motivação primeira foi justamente as disciplinas de Fotografia I. desconstruir o lócus restrito de cada área e. as dificuldades para a utilização dos equipamentos da universidade fizeram com que a metodologia da disciplina se seguisse focada 5 . Durante o meu percurso na graduação. Na Bahia. o vislumbre com as múltiplas possibilidades de criação me permitiu a experimentação. Em um HD externo. até então. Em 2011.2 INTRODUÇÃO O primeiro contato com o ato fotográfico se deu aos meus 4 anos de idade. as imagens. um clique e. não havia um curso com essa abordagem com ênfase tecnológica nas artes visuais. Por descuido no manuseio. A limitação do filme fotográfico e o valor para a revelação do mesmo não permitiam que a câmera fosse encarada como mero instrumento de lazer. por parte de membros da família. encontravam-se materializadas. munidos de quantidades significativas de imagens da minha infância. algumas horas de espera. foi um fator determinante na escolha da Fotografia enquanto linguagem artística norteadora do meu processo criativo. como um brinquedo. pois. a abertura ao entendimento da obra de arte construída enquanto processo e não somente um processo maquínico objetivando um produto final. deparei-me com uma série de outras linguagens e com a percepção de que elas poderiam e deveriam se entrelaçar.

entendido como algo que se desloca. criatividade e subversão do aparelho fotográfico disponível em mãos. política. Tal como preconiza Vilém Flusser (1985. do espaço situado. Em Fotografia II. instigaram-me a subverter ainda mais o aparelho fotográfico para além de suas funções técnicas para a obtenção de efeitos surreais na imagem: seria necessário subverter também o olhar. também. como lugar.” Deste modo. O gestual. pelo onirismo. em Fotografia III. Através dos reflexos em poças d’água. As características deste movimento marcado pela manifestação do inconsciente. 6 . a ação. bem como a relação e reação dos outros indivíduos abarcados no enquadramento fotográfico. Como exercício da primeira disciplina de Fotografia. Expande-se o entendimento do que é performance nas artes visuais. as câmeras compactas e celulares com câmera se tornaram também aparelhos importantes no fazer fotográfico. p. entendidos como ferramentas para além de suas funções estritamente técnicas. A cidade.. é o lugar no qual realizo errâncias urbanas como método de observação deste espaço no qual transito e que me é transitório. a problematizar a câmera para além de suas funções técnicas. debruço-me sobre os caminhos da subjetividade da imagem fotográfica e da memória. há a dissolução da autoimagem. aqui histórica. o fotógrafo precisa. que tramita entre os espaços e está. 19) “para fotografar. a própria corporalidade no gesto de fotografar. E fomos convidados a pensar. retomo uma pesquisa previamente desenvolvida em Fotografia I. em constante fluxo. conceber sua intenção estética. A disciplina Técnicas e Processos Artísticos IV surge como um marco nessa percepção do corpo enquanto território de observação. antes de mais nada.na concepção. o fazer também se configuram como processo de criação e também a própria obra de arte. etc. o espaço. porque necessita saber o que está fazendo ao manipular o lado output do aparelho. realizei uma fotografia em um reflexo d’água como forma de representar o Surrealismo na imagem fotográfica. É a partir deste entendimento de corpo enquanto lugar e do lugar enquanto corpo onde as fronteiras entre as próprias definições se diluem para confluir nas fotografias pretendidas para esta instalação.

valendo-se. tem reconfigurado o modus operandi e a percepção do autor da imagem. tanto de seu olhar. destituindo. valendo-se da fotografia enquanto linguagem de expressão cria realidades fictícias ou interpreta as imagens representadas para além de sua função documental. as imagens são aqui evocadas como lugares de questionamento. sobretudo quanto à representação da imagem de si dentro do espaço.3 DELIMITAÇÃO DO TEMA E DA SUA ABORDAGEM O tema abordado dentro da grande área de Artes Visuais será a Fotografia e suas possibilidades de reprodução e expansão no espaço físico. do processo de criação fotográfica com dispositivos móveis cujo suporte e aporte são reflexos em poças d’água. O artista visual. sobretudo aquela produzida através de dispositivos móveis. portanto. quanto de seu corpo neste espaço reconfigurado. Abordando a diluição da autoimagem através de reflexos em poças d’água. para isto. nas quais a segunda realidade fotográfica é colocada em primeiro plano. dando vazão à subjetividade. Ademais. deslocamento espaçotemporal e fluidez da memória. 4 JUSTIFICATIVA O presente trabalho parte de um processo criativo fotográfico já existente e em processo. Materializar estas imagens técnicas em uma instalação artística é uma maneira de amplificar e problematizar o locus da imagem e a necessidade constante de deslocamento do observador. A fotografia digital. seja ele físico ou virtual. como lâminas de representação paralela à realidade da vida cotidiana. 7 . a necessidade de afirmar sua realidade primeira. serão discutidas noções de corporeidade.

.Compor relações poéticas entre autoimagem.Valorizar o uso de dispositivos móveis e câmeras amadoras enquanto ferramentas para a expressão artística. todo o desenvolvimento da pesquisa teórica e laboratorial. sobretudo. a outro espaço. por meio de um memorial técnico.Exercitar técnicas e processos artísticos durante a concepção e montagem da instalação.Registrar.Produzir fotografias na cidade de Cachoeira. 8 . bem como realizar a curadoria de imagens já produzidas.5 OBJETIVO GERAL Criar uma instalação artística intitulada “Transitoriedade”. por escrito. . 6 OBJETIVOS ESPECÍFICOS . . reunindo uma série de fotografias as quais tomam o reflexo em poças d’água na cidade como aporte para a criação artística. . bem como as conclusões do processo de criação. evidenciando o deslocamento da imagem quando submetida a outro olhar e. espaço e reflexo através da Fotografia.

cabendo a este o esforço pelo domínio do homem sobre o aparelho. quanto às questões do espaço e do tempo no ato fotográfico. montar esteticamente a imagem capturada. Imagens técnicas e mentais interagem entre si e fluem ininterruptamente num fascinante processo de criação/desconstrução de realidades – e de ficções. p. Em se tratando das pretensas realidades a serem construídas neste processo de criação fotográfica. Philippe Dubois (1993). Sobre corporeidade. A imaginação do fotógrafo. p. por maior que seja. Partindo deste ponto de vista. está inscrita nessa enorme imaginação do aparelho. A imaginação do aparelho é praticamente infinita.147) afirma que: Através da fotografia aprendemos. incursões poéticas de Gaston Bachelard (1989). assim como sua visão de memória na fotografia. construir uma realidade subjetiva. Tudo o que é fotografável pode ser fotografado. 9 . Boris Kossoy (1999). Sobre os reflexos na água.7 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Este projeto tem por fundamentação teórica as abordagens de Vilém Flusser (1985) acerca do aparelho fotográfico e a exploração do mesmo na criação da imagem técnica.” Desta maneira. entende-se que o criador da imagem se circunscreve dentro dos limites do aparelho que detém para o fazer fotográfico.19): As possibilidades fotográficas são praticamente inesgotáveis. assim como (2007) sua concepção acerca dos tempos de representação e memória na Fotografia. Kossoy (2007. Para Flusser (1985. recordamos e sempre criamos novas realidades. quanto às noções de realidades e ficções na trama fotográficas. A imagem resultante é tomada como um recorte finito da imaginação do autor. Esta construção/desconstrução de realidades e ficções se dá de maneira efetiva a partir do entendimento de que. p. segundo Kossoy (1999. entendendo o corpo como veículo do ser no mundo. o fotógrafo é responsável por atribuir sentido. frisa-se a abordagem de Maurice Merleau-Ponty (1999).30): “a fotografia é antes de tudo uma representação a partir do real segundo o olhar e a ideologia de seu autor.

] persiste em sua trajetória na longa duração. da diluição da autoimagem e. fixado numa imagem que hoje me aparece. o da segunda realidade. A perpetuação da memória é. 2007b. Partindo desta premissa. A representado do sujeito – o eu – é pois alocado em um espaço do quadro fotográfico e é apreendido como metáfora da existência. A memória aqui pretendida não é evocada enquanto algo capaz de suscitar lembranças. e tempo da representação. o denominador comum das imagens fotográficas: o espaço recortado. à própria imagem. o tempo paralisado.. (KOSSOY. instala uma espécie de fora-do-tempo [. nem tampouco uma infinidade de relações das quais minha consciência operaria a síntese e em que ela implicaria meu corpo.].A imagem fotográfica vai além do que mostra em sua superfície. não como uma lembrança de corrida [. não estou no 10 . por conseguinte. Seu mistério se acha circunscrito.. Segundo Merleau-Ponty (1999.. onde o elo imagético [. p. p. o corpo próprio é ao mesmo tempo objeto constituído e constituinte em relação aos outros objetos. a imagem fotográfica tende a ser circunscrita no âmbito da perpetuação da mesma.. Uma única fotografia e dois tempos: o tempo da criação. o tema registrado tem sua explicação. 133). p. enregelado.. posto que a segunda realidade pretendida é justamente a da ausência. E como sujeito pego nesse fora-dotempo. uma fatia da vida (re)tirada de seu constante fluir e cristalizada em forma de imagem. seu porquê. no golpe fotográfico e por ele. 2007a. Dubois (1993. p. o da primeira realidade. mas como uma lembraça de parada. Enquanto tenho um corpo e através dele ajo no mundo. Em se tratando de memória.].]. instante único da tomada do registro no passado [.. de congelamento. 164) cita: O ato fotográfico corta. de uma forma geral. o obturador guilhotina a duração. a desconstrução da memória de si e da sua relação com a memória coletiva do lugar representado. de escapada do mundo que continua sem mim.. sua história. fragmentado. no espaço e no tempo.318).60). no tempo da representação. para mim o espaço e o tempo não são uma soma de pontos justapostos. Naquilo que não tem de explícito. pego na tomada.. torno-me como suspenso. (KOSSOY. quando a olho. Esta colocação do autor serve como parâmetro para destacar a importância do tempo de representação na elaboração do trabalho “Transitoriedade”.

Acerca da experiência da autoimagem com o reflexo d’água. meu corpo aplica-se a eles e os abarca.51) pontua que “[. 1999.. eu sou no espaço e no tempo.. tomado em seu caráter duradouro com o qual se relaciona e dele faz parte. A experiência de ser no mundo. duplica o mundo. (MERLEAU-PONTY.espaço e no tempo. o meu corpo é aqui entendido enquanto um espaço que se aplica ao espaço urbano. p. se faz perene através da Fotografia. por seus reflexos. mas envolvendo-o numa nova experiência onírica. p. duplica as coisas. 194) De tal maneira. não simplesmente como uma vã imagem. não penso o espaço e o tempo. Duplica também o sonhador. Bachelard (1989.] a água.” 11 . embora transitória.

Uma projeção ocupará uma das paredes. Adobe Lightroom 5. onde a autoimagem e o diálogo da mesma com a cidade são representados em reflexos em poças d’água como suporte para a composição. reproduzindo som binaural de água (4). As imagens serão impressas em papel fotográfico de dimensões 40x60cm e dispostas sob água no chão do espaço expositivo (2). Serão utilizados os softwares Adobe Photoshop CS6.5 e Adobe Premiere para o tratamento das imagens. Caixas de som estéreo serão alocadas no espaço expositivo.8 PROCESSO DE PRODUÇÃO O produto técnico artístico será realizado a partir de uma série de fotografias já realizadas e em processo de criação. Projeto gráfico: vista superior do espaço expositivo 12 . reproduzindo uma sequência de imagens (3).

9 CRONOGRAMA DO TRABALHO Ano – 2015 Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Levantamento bibliográfico Leituras e fichamentos Produção de imagens Curadoria e edição das imagens Captação de materiais necessários para a instalação Montagem e exposição da instalação Desenvolvimento do memorial descritivo Revisão textual Pré-banca Defesa 13 .

00 * Item de empréstimo ** Idem 14 .10 RECURSOS NECESSÁRIOS .Mouse. .00 Projetor 2500 lúmens* 0. . celulares c/ câmera e smartphone.5 e Adobe Premiere CS6.HD externo .Pendrive. Adobe Lightroom 5.00 Lona preta 4x50m 94. 11 PLANO DE CUSTOS Descrição Valor R$ 12 – Impressão fotográfica 40x60cm 420.Caixas de som .00 Total 526.Projetor de 2500 lúmens.Computador com softwares Adobe Photoshop CS6. . .00 03 – Impressão de cartaz A3 12.00 Caixas de som** 0.Câmera fotográfica compacta.

ed. São Paulo: Martins Fontes. São Paulo: Ed. Os Tempos da Fotografia: o efêmero e o perpétuo. Campinas: Papirus. O ato fotográfico e outros ensaios. Hucitec. Filosofia da caixa preta. Tradução de Antonio de Pádua Danesi. Maurice. 2002. A água e os sonhos: Ensaio sobre a imaginação da matéria. 2007. Realidades e Ficções na Trama Fotográfica. Philippe. Boris. Cotia: Ateliê Editorial. Tradução de Carlos Alberto Ribeiro de Moura. 2. 1994. KOSSOY.12 REFERÊNCIAS BACHELARD. – São Paulo: Martins Fontes. Boris. DUBOIS. 1985. KOSSOY. São Paulo: Ateliê Editorial. Fenomenologia da Percepção. MERLEAU-PONTY. Gaston. 1999. 1999. 15 . FLUSSER. Vilém.

238 f. François. São Paulo: Ed. Charlotte. PLAZA. Editora Senac São Paulo. O Fotográfico. Maurice. 16 . O olho e o espírito. COUCHOT. Philippe. 2004.13 LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO BARTHES. Michael. nº21. Tese (Doutorado em Artes Cênicas). Arte: espaço_tempo_imagem. Campinas: Papirus. 2004. Monica. A Câmara Clara. Bahia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 2007. 2012. maio 2004. Imagens de si: processos poéticos entre o corpo do artista e sua própria imagem na mediação tecnológica. A tecnologia na arte: da fotografia à realidade virtual. KRAUSS. Júlio. 1998. Hucitec. 2002. Suzete. 2010. 2006. DUBOIS. Rosalind. 1984. 2003. VENTURELLI. WMF Martins Fontes. Brasília: Editora Universidade de Brasília. Revista Porto Arte. Edmond. O visível e o invisível. il. 1994. BRISSOT. MERLEAU-PONTY. São Paulo: Perspectiva. SOULAGES. TAVARES. Rolland. Ana Valécia Araújo Ribeiro. São Paulo: Ed. COTTON. 2010. São Paulo: Martins Fontes. Porto Alegre: Instituto de Artes/UFRGS. (Tradução Sandra Rey). 2004. Barcelona: Editorial Gustavo Gilli. Nota sobre a fotografia. Maurice. RUSH. MERLEAU-PONTY. Cosac & Naify. Porto Alegre: Ed. O ato fotográfico e outros ensaios. Estética da Fotografia: perda e permanência. V 13. UFBA. UFRGS. A fotografia como arte contemporânea. Novas Mídias na Arte Contemporânea. Processos criativos com os meios eletrônicos: poéticas digitais.

17 . 2014. 2013. “Transitoriedade”. Kelvin Marinho.APÊNDICE A – IMAGENS PRODUZIDAS “(a)Temporal”. 2014. Kelvin Marinho. “2 de novembro”. Kelvin Marinho. Kelvin Marinho. 2014. “(in)existência”.