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R ELATÓRIO T ÉCNICO

FABRIQUETA DE S OFTWARE - ARA ÇUAI /MG


JANEIRO A M ARÇO
2008

INTRODUÇÃO

A Fa briqueta de Software integra a platafo rma de desenvolvimento do Arassussa e tem


como principal foco o tra balho, a geração de renda e a valorização da cultura. Tem como
parceira a Oi Futuro.

Neste ano, as atividades tiveram in ício em 1 8 de fevereiro, mas no ano passado aconte ceu
uma oficina de educado r social com um grupo de 37 jovens. Durante essa oficina, foram
discutidos temas como empreendedorismo, cooperação, solidariedade, cidadan ia e outros.
Os jovens que mais se identificaram com os objetivos da Fabriqueta foram convidados a
participar do projeto.

O objetivo central do projeto é implantar as bases para a criação de um pólo de


desenvolvimento de sistemas informatizados de baixa complexidade no Vale do
Jequitinhonha, tendo como ponto de partida a cidade de Araçuaí. A proposta é desen volver
um modelo de negócio inovador no campo da produção de softwares e implantar sua
primeira etapa, referente à criação de uma "fabriqueta" de software s de baixa comple xidade.

PERFIL DA E QUIP E

O gru po é formado por 20 jovens com idade entre 16 e 22 anos. To dos são de Araçuaí,
estud am e algun s fazem tra balhos esporádicos. O grupo é também integrado por um

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educador do CPCD e futuramente terá um técnico em informática. São jovens cheios de
energia, que apresentam, no geral, uma postura pró -ativa. Há alguns que são de sanimados,
mas o grupo consegue envolvê-los.

Uma das características mais fortes que o grupo apresenta va no início das atividades e que
está mudando é a falta de concentração e atenção . O horário de funcion amento da
Fabriqueta é de 14h às 17h e de 17h30 às 20h30 .

ATIVIDADES D ESENVO LV IDAS

• MDI - Mane iras Diferentes e Inovadoras

Em um MDI é feita a seguinte pergunta: de quantas man eiras diferente s e inovadoras eu


posso...? Essa pergun ta é respondida com suge stões de atividades que ao longo do tempo
são d esenvolvidas e avaliadas.

De quantas maneiras diferentes e inovadoras pode ser feito o nivelamento técnico dos
jovens?
- Estimular a troca de experiên cias.
- Trabalhos em grupos.
- Pesquisa, confecção e utiliza ção de jogos para estímulo do raciocínio, concentra ção e
criatividade.
- Confecção de cartões, folder, calendários usan do os dados do comércio local.
- Pesquisa sobre os projetos do CPCD e confecção de materiais de divulgação.
- Constru ção do site da Fabriqueta de Software.

Todos os jovens que fazem parte da Fabriqueta já tinham algum conhecimen to de


informática. Aproveitando essa característica, foram levantadas as facilidades e as
dificuldades de cada participante. Assim, h ouve uma troca de conhecimento entre o grupo, e
essas atividades continuam sendo desenvolvidas. No início, foram revisados o Word, o
Excel e o Windows; agora o grupo está vendo HTML, Photo Shop e Draw.

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Todas as atividades são desen volvidas em grupo, com o intuito de fortalecer a tro ca de
conh ecimento e o trabalho em equipe. São pa ssadas para os grupos pequenas simulações
de pedidos (cartões, folder, site s, planilhas etc.), para que ele s comecem a construir uma
rotina de trabalho. O pedido é feito através de uma ficha, depois são feitos projetos
(de senhos) de acordo com o pedido e então os jovens vão para os computadores, onde
passam a idé ia do papel para os prog ramas.
Fo i feita uma pesquisa sobre trê s projetos do CPCD – Sítio Maravilha, Cinema e Fabriqueta
de Software. O grupo agora está criand o o material de divulgação desses projetos.

Com essas atividades, os jovens idealizam como será o dia-a-dia da Fabriqueta de


Software. Nesse período, alguns jovens demonstraram desinteresse, falta de motivação, de
responsabilidade e de compromisso. Na medida em que eram feitas as rodas de avaliação,
entretanto, esses sentimentos foram diminuindo.

Nesse período , trabalhamos não somente com o nivelamento técnico, mas houve também
um fortalecimento do traba lho em equipe e do protagonismo dos jovens. Um tema que não
pode faltar nas roda s é a inclusão digital e como essa inclusão pode trazer melhorias para a
comunidade.

De quantas maneiras diferentes e inovado ras pode-se estimular o trabalho em equipe?


- Jogos do Bornal.
- Trabalhos em grupos usando textos, planejamento de atividades, reve zamento na
coordenação.
- Brincadeiras, dinâmicas.
- Visitas a o utros projetos.

Na primeira ve z que o grupo brincou com o jogo “Batalha da Amizade”, houve muitos
desentendimen tos, po rque um grupo estava ganhando todo s os po ntos. Nesse jogo, o grupo
é dividido em duas equipes, cada uma recebe cinco cartas, em cada carta há uma tarefa
(ab raço, cafu né, sorriso, aperto de mão e elogio) e cada carta tem uma pontuação (10, 0 8,
04, 02 e 06). A tarefa das equipes é tentar adivinhar qual carta a equipe adversária irá
colocar. Se a equipe acertar a carta que a adversária colocou, ganha os pon tos da carta e a
outra equipe terá que cumprir a tarefa propo sta na carta.

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O grupo que estava ganhando todos os pon tos criou uma maneira de trabalhar: ele se
reu nia e discutia qual carta seria colocada para a outra equipe adivinhar e qual carta a outra
equip e iria colocar. Isso fez com que a e quipe ampliasse mais a visão do jogo.

Na segun da vez que o grupo brincou com o jogo, as equipes tiveram um co mportamento
mais cooperativo: uma equipe ganhou, mas o importante é que ficou um sentimento de
solidariedade nas equipe s.

Cada jovem é responsável por coordenar o dia de atividades. No início, os jovens ficaram
com receio de fazer algo errado, uns fa lavam que estavam com d úvida, outros faltavam no
seu dia de coordena r ou não faziam nada. Com o passar dos dias, os jovens foram
buscando brincadeiras, jogos, d inâmicas e exercícios mais técnicos para tra zer no seu dia.
Agora o grupo está percebendo a evolução de cada um na coordenação das atividades.

O que ajudou os jovens na coordenação foi fazer o planejamento coletivo das atividades.
Nesse planejamento, são discutidos os assuntos que o grupo irá ver durante a semana.
Acredito que, com o passar dos dias, eles vão se apropriar cada vez mais da Fabriqueta.

O grupo da Fabriqueta de Software fez um visita à Coope rativa Dedo de Gente para
conh ecer os jovens e a forma de funcionamento da Cooperativa e de suas fabriquetas. E ssa
visita foi feita para que os jovens tomassem conhecimento da Cooperativa, já que
futuramente esse grupo pode rá fazer parte dela.

De quantas maneira s diferentes e inovadoras pode-se desenvolver a criatividade e estimular


a con centração e o raciocínio lógico d os jovens?
- Jogos, brincadeiras e din âmicas.
- Criação de pequenos desafios.
- Rodas de conversas.
- Leitura de textos, reportagens e livros.
- Exibição de filmes.

Nesse período , foram utilizados 20 jogos, brincadeiras e dinâmicas para estimular o

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raciocínio, a concen tra ção e a criatividade do grupo . No início, os jovens demonstrara m um
pouco de resistência, mas começaram a pesquisar sobre os jogos que iriam tra zer no dia
em que coordenavam. Com o passar dos dias, todo s começaram a gostar dessas
“pe gadinhas”. Com os jogos, o grupo está ficando mais “vivo”, menos bobo, mais esperto,
começou a pensar mais e com isso as atividade s mais práticas estão tendo melhor
ren dimento. Ta mbém com as rodas mais temáticas (cultura, inclusão digital, transformação
social) os jovens estão exercitando a sua participação. Muitos ainda não opinam, mas não
fazem isso por vergonha e não por não ter uma opinião.

Nas rod as de conversa, avaliação e planejamento, os jovens estão tendo uma participação
razoável, ainda tê m “verg onha” de opin ar sobre os assuntos abordados, mas essa vergonha
está desaparecendo na medida em que os jovens vão compre endendo o que é a Fabriqueta
de Software.

Te m sido trabalhado com o grupo o conceito de inclusão digital. Para discutir esse assunto,
estamos usando a revista “A Rede” como fonte de informação. São retiradas das re vistas
rep ortagens (hackers, meta-reciclagem etc.) e e xperiên cias de inclusão digital para serem
discutidas com os jovens em peq ueno s grupos. Dura nte essa atividade, pode-se perceber
que todos nós tínhamos um conceito distorcido sobre a inclusão digital: a maioria achava
que era só ter os computadores e pronto. O grupo utilizava os computadore s somente para
três coisas: jogos, msn e orkut.

Começamos a discutir sobre como utilizar melhor o computador e a Internet, já que com ela
estamos conectados ao mundo, e como podemos utilizar essas ferramenta s para trazer
desenvolvimento, melhorias para nós, para as pessoas e a comunidade.

Os jovens começaram a relata r algumas e xperiên cias: qu e ha via computadores nas escolas,
mas eles não podia m utilizá- los; sobre os celulares que quase todo mundo tem; sobre os
idosos que não sabem utilizar as máquinas de saque automático; que quem tem mais
cond ições financeira s tem mais chances de ser incluído dig italmente.

A partir desses e xemplos, co meçamos a pensar sobre como deveria ser a inclusão digital.
Surgiram algumas idéias, como aproveitar o conhecimen to dos alunos das escolas para que

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eles ensinem aos outros aluno s, criar rádios via Internet, dar um fim mais adequado ao
monitor e a outras peças (velhas) e fa zer uma feira de software em Araçuaí.

O gru po assistiu ao filme “O Homem Bicentenário” no Cinema Meninos de Araçuaí. A partir


desse filme, discutimos na roda sobre os avan ços tecno lógicos, como eles podem interferir
positiva mente ou negativamente nas relações entre as pessoa s.

AVANÇOS O BTIDOS

• Indicadores Quantita tivos

- 20 jovens en volvidos.
- 30 horas de atividades por semana com cada jovem.
- 4 produtos confeccionados (site Cinema Meninos de Araçuaí, folder Sítio Maravilha,
folde r Cooperativa Dedo de Gente e cinema e folder Fabrique ta de Software).
- Reprodução e utilização de 20 jogos e pro blemas.
- Freqüência de 93%
- Média de aprend izagem do grupo: 89%.
- Os cinco jovens que tiraram as notas mais baixas na prova aplicada pela Pc Line já
dominam os conhecimentos básicos
- 01 filme assistido

• Indicadores Qua litativos

- Maior compree nsão do que é uma fabriqueta de software .


- Maior domínio de conhe cimentos sobre Windows, Word e Excel.
- Ampliação da visão dos jovens em rela ção ao uso d a informática.
- Jo vens sensibilizados para a discussão de como a informática (Fabriqueta de Software)
pode tra zer desen volvimento para a comunidade.
- Utilização de outras técnicas e instru mentos para estimular a aprendizagem de
informática, como jogos, dinâmicas e discussão de filme.
- Discussão e conhecimen to sobre inclusão digital.
- Sugestões de atividades para a Fabriqueta de Software.

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- Melhora na concen tração e no raciocínio.

DIFICULDADES ENCONTRADAS

- A aten ção e o raciocínio dos jovens, apesar de maiores, ainda não são ideais para o
gru po.
- Resistência do s jovens em relação ao uso de música e d e jog os durante as atividades.

REFL EXÃO

A princípio, eu tinha que fazer o nivelamento do grupo de jovens d a Fabriqueta de Software.


Tenho algumas facilidades em informática, mas nunca pensei que poderia ensina r. Nesse
período , pude aprender muito com os jovens, além da troca de experiên cias e de saberes
que está acontecendo. Quando um jovem tem uma dúvida na atividade e me pergunta, eu
tenho três ou cinco dúvidas antes de responder com certe za para ele. Mas estou adorando
esse de safio!

Analisando o trabalho, acredito que todos do g rupo já sabe m os conhecimentos básicos em


informática. O que o grupo precisa é praticar esses conh ecimentos, não só em exercícios
copiados de apostilas, pois há uma dificuldade natural em relação ao processo de
aprendizagem. Começamos a fazer folder e sites de algun s projetos do CPCD, para que o
gru po comece a ide alizar como vai ser o trabalho da Fabriqueta.

Uma coisa que me deixa inquieto é saber o que realmente vamos fazer. Até agora, são
possibilidades. Sei que irei saber isso com o tempo, pois estamos aprendendo, mas é uma
curiosidade que me acompanha e, para fazer um trabalho melho r com o grupo, tenho que
saná -la.

O potencial do grupo é muito rico, mas precisa ser direcionado, não só na parte técnica –
essa é uma tendência natural dos jovens. Todos eles visam primeiro o conhecimento
técnico, depois ter um emprego na área de informática e depois ganha r dinheiro. Eles ainda
não estão totalmente sensibilizados para uma transformação social completa.

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ANEXOS

• Gráfico

A média do grupo foi tirad a a partir da soma de todas as notas da primeira prova. No dia
07/03/08, foi aplicada no grupo outra pro va com pergunta s e exercíc ios prático s e depois
tirada a média.

Média do Grupo
100,00%

90,00% 89,00%

80,00%

70,00%
Porcentagem

62,00%
60,00%

50,00% 19/01/08
07/03/08
40,00%

30,00%

20,00%

10,00%

0,00%
Período
Período

Monitoramento

O monitoramento foi feito a partir das o bservações do educador durante o desenvolvimento


das atividades técnicas e ped agógicas no pe ríodo de 18 de fevereiro a 1º de abril de 2008.

Critérios

Técn ica - Ter os conhecimentos básicos em informática e/o u facilidade para aprendê-los.
Cooperação - Disponibilidade para ensina r, ap oiar ou contribuir com o trabalho do g rupo .

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Iniciativa - Perguntar, opin ar, sugerir e participar.
Pontualidade - Compromisso, responsabilidade , execução das atividades no tempo
estipulado. Nível Básico

Período Fevereiro e Março


Nomes / Indicadores Técnica Cooperação Iniciativa Pontualidade Média
Anderson dos Santos Alves 3 3 2 5 3,25
Jânison Soares Santana 3 3 3 4 3,25
Bruno Silva Ribeiro 3 3 2 5 3,25
Eder Alves Farias 2 3 3 5 3,25
João Paulo Rezende 2 3 3 5 3,25 Média
Kênya Maria Pinheiro Ribeiro 3 3 3 5 3,5 Legenda
Pedro Paulo Esteves Pinheiro 4 4 3 3 3,5 De 4 a 5 Ótimo
Luiz Felipe dos Santos 4 3 3 5 3,75 De 3 a 4 Bom
Rafael Martins 3 4 3 5 3,75 De 2 a 3 Regular
Hugo Rodrigues 3 4 3 5 3,75 De 0 a 1 Ruim
Augusto Silva Esteves de Matos 5 3 3 5 4
Tarick Hassis 3 4 4 5 4
Paula Larissa Oliveira Cardoso 3 5 3 5 4
Marton Martins dos Santos 3 5 4 5 4,25
Farlon Santos Coutinho 4 5 4 5 4,5
Eliandro Silva Nascimento 5 4 4 5 4,5
Paulo Rafael dos Santos 4 5 4 5 4,5
Jonathan Gonçalves Pinheiro 4 5 4 5 4,5
Ana Paula Borges Resende 4 5 4 5 4,5
Ana Cristiana Souto Matos 4 5 4 5 4,5

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• Depoimentos

“Gostei muito das trê s primeiras semanas, porque eu relembrei as fórmulas do Excel,
aprendi a mexer com pen-drive, a descarregar máquina digital e a gra var CD e DVD.”
Éde r Elicácio Alves Farias, 22 anos
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“Acho muito interessantes as brincadeiras, os exercícios e as provas, embora na última eu


não tenha demonstrado muito interesse e por isso não obtive uma nota boa. Por outro lado,
servirá de aprendizagem para eu pode r fazer outros trabalho s com mais seried ade e
responsabilidade.”
Augusto Ma tos, 16 anos
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“Eu estou ap roveitando muito. Apre ndi muito sobre informática e hoje o mercado de trabalho
está exigindo muito isso. Eu já estou me preparando .”
João Paulo Re sendo, 17 anos
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“Não é uma experiência nova para mim, pois já tive relações de grupo s antes, mas eu vejo
que esse ainda é um grupo em andamento. Quando cheguei a esta Fabriqueta, senti um
desconforto de minha pa rte, pois eu havia deixado um o utro grupo. Mas eu de cidi ficar, pois
vi que esse grupo não é desunido, só precisa trabalhar a confian ça. Precisa dizer a verdade,
ser responsável e não se distrair com coisas fúteis. Eu ainda não tenho intimidade com
ninguém, não esp erava isso logo de cara, mas eu vi que não me excluíram ; pelo contrário,
me aceitaram e isso mostra que estou incluído . É bom fazer trab alhos em grupo, assim
vemos em que área a pessoa se potencializa mais. E quem não tem afinidade com outra s
pessoas acaba criando. Assim, podemos ajudar e dar a poio. Em meio ao profissionalismo,
sabe mos a hora de brincar e a hora de tra balhar. Há deslizes, isso sempre há. Claro que no
desenrolar do tempo serão eliminados automaticamente pelo grupo.”
Tarick Haziz, 16 anos
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“Para mim, esse tempo que estou passando aqui foi muito bom, pois com ele eu pude
aprender várias coisas, tipo as fórmulas do Excel, for matação de planilhas, gráficos,
linguagem HTML etc. Pelo que pude aprender e ao mesmo tempo ensinar aos meu s
companheiro s, tenho uma pequena idéia do que iremos fazer quando o curso de software
começar. No caso do grupo, o andamento está bom, só requer mais compree nsão de
alguns em certos ca sos, como dinâmicas, tarefas qu e são postas para o g rupo cumprir. Ma s,
fora isso, está sen do ó timo estar participando da Fabriqueta.”
Rafae l M artin s, 18 anos
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“A minha opinião sobre essas semanas que tivemos é que foram b oas, se não muito boas
ou quase ótimas em re lação ao inicio da Fabriqueta. No grupo, o trabalho de equip e
aumentou bastante, a participação , as opiniões e sugestões. O que eu mais gostei foi que
pude tre inar minhas habilidades com ou tro s programas além do Broffice Writer, Calc o Dra w
- q ue é um programa muito bom e que até então eu desconhecia. Também gostei muito das
visitas que tivemos e que fizemos à Coope rativa Dedo de Gente e ao Cinema Meninos de
Araçuaí. Foram muito proveitosos os trabalho s de equipe, os textos que foram passados e
as dinâmicas de roda . Apesar de algun s ficare m constran gidos, foram muito interessantes.
O que eu não gostei e deveria ser mud ado foram as brincadeira s em excesso e o
individualismo de algumas pessoas. Fo ra isso, o resto foi muito bom e proveitoso para mim,
apesar de algumas pessoas estarem u m pouco distantes do grupo. Deveria mudar alguma
coisa? Acho que nada, mas deveria resgatar uma atividade de padrinho (madrinha) que
usávamos antes, em que cada um tinha que ajudar o seu afilhado em caso de dúvidas no
computador. Também concordo em haver revezamento entre a turma da noite e a da tarde.”
Farlon Santos Coutinho, 17 anos
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“Acho que estamos melho rando pelo fato de estar crescendo uma intimidad e entre nosso
gru po e por estarmos tra balhando em grupo na resolução de algumas atividades. Isso, na
minha opinião, acabou sendo um aquecimento de como será a Fabriqueta de Software.
Houve também algumas divergências. Aliás, se elas não acon tecessem, seria muito
estranho, pois em um ambiente de pessoas tão diferentes é impo ssível não haver
discussões. Espero que mais para frente possamos continuar as atividades em grupo e

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assim termos a tão sonhada experiên cia para desenvolver software .”
Augu sto Ma ttos, 17 anos
Fabriqueta de Software

“O que eu posso dizer sobre este tempo que estou na Fabriqueta de Software ? Posso
resumir em poucas linhas que expressam u ma e xperiên cia inovado ra. Imag inava que seria
muito difícil, mas não foi. Com ajuda de todo s, consegui transpo r minhas limitações. E o que
pode ria dizer? Que foi um maravilhosa e xperiência!”
Eliandro, 17 anos
Fabriqueta de Software

“Nesse dias que passamos juntos, foi muito bom, pois relembre i os programas que não via
há muito tempo, como Word, Excel e Windows. Além disso, aprendi fórmulas e outro s
macetes, aprendi outras coisas que não estavam diretamente ligadas à informática, con heci
um p ouco mais sobre as peças do computador e posso dizer que é melhor do que um curso
de informática comum, pois não só aprendemos, mas também ensinamos.”
Paulo Rafael, 18 anos
Fabriqueta de Software

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