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JORNAL DIÁRIO INSULAR

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FUNDADO EM 1946

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Jornal Diário

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Terceira - Açores

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Ano LXIX

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“Chinfrim” a mais

Segundo Milton Dias, jornalista, o excesso de notícias veiculadas pela comunicação social aquando da passagem do furacão Alex nos Açores, revela alguma ânsia de sensacionalismo que deturpa a realidade. [02 e 03]

N.º 21707

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PREÇO 0,70 EUROS

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DIRECTOR JOSÉ LOURENÇO

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www.diarioinsular.com

EUROS | DIRECTOR JOSÉ LOURENÇO | www.diarioinsular.com DIÁRIO INSULAR qUi | 21.01.16 distribuição de veneno

DIÁRIO INSULAR

JOSÉ LOURENÇO | www.diarioinsular.com DIÁRIO INSULAR qUi | 21.01.16 distribuição de veneno este ano, censos e
JOSÉ LOURENÇO | www.diarioinsular.com DIÁRIO INSULAR qUi | 21.01.16 distribuição de veneno este ano, censos e

qUi | 21.01.16

distribuição de veneno este ano, censos e fiscalização a médio e longo prazo Combate aos
distribuição de veneno este ano, censos e fiscalização a médio e longo prazo
Combate aos ratos
[página 12]

testes revelam problemas

Incineradora não rende

A Central de Valorização Energé- tica não está a ter o rendimen- to esperado. A TERAMB diz que estão a ser feitos ajustes e que “há muito para evoluir”. [09]

PUB.

Álvaro moNJarDINo

Autonomia exige “prata da casa”

Álvaro Monjardino defende que falta na Região quem estude e saiba afirmar a Autonomia, que só será salvaguardada com a “prata da casa”. [04]

turIsmo

História é a resposta

A aposta turística em Angra do Heroísmo deve ir principalmen-

E não para

te para a História

as touradas, defende Pedro Corvelo. [06]

PUB.

em Angra do Heroísmo deve ir principalmen- E não para te para a História as touradas,
em Angra do Heroísmo deve ir principalmen- E não para te para a História as touradas,
em Angra do Heroísmo deve ir principalmen- E não para te para a História as touradas,
| 02 | RegIãO A políticA e As comissões Estamos cientes de que as comis-
| 02 |
RegIãO
A políticA e As comissões
Estamos cientes de que as comis-
sões de inquérito criadas pontu-
almente no seio da nossa Assem-
sidida pelo PSD, das 39 propostas
de conclusões, vinte e nove foram
alteradas pela mesma maioria.
bleia Legislativa não são polícias de
investigação e muito menos tribu-
nais que julgam, condenam ou ab-
solvem. Tiremos, portanto, de cena
A ideia que fica é que quem detém
a maioria nestas comissões apro-
va o que quer, com a redação que
lhe é mais conveniente e quem
a expectativa infundada daqueles
que pensam que os resultados des-
sas comissões servem para conde-
está em minoria terá tendência
em carregar nas cores das conclu-
nar ou absolver (ainda que politica-
mente) quem quer que seja. Mas é
de esperar delas um trabalho sério
sões para, quem sabe, criar factos
políticos. A conclusão que daqui
se poderá retirar é que a política
comanda os trabalhos das comis-
e isento porque invariavelmente
sões de inquérito e o inquérito só
carregam para o seu seio teste-
munhos, pareceres, estudos enco-
mendados que têm por objetivo
esclarecer as circunstâncias em que
os factos objeto de inquérito ocor-
reram. O problema central reside
nas conclusões a que a comissão
chega e aprova, porque dão um si-
nal de serem profundamente mar-
cadas pela orientação política dos
partidos que a integram. Podemos
estar a ser injustos, mas é a ideia
é importante na medida em que
se medem essas forças políticas.
O alegado apuramento da verdade
não será o que verdadeiramente
move o trabalho das comissões,
mas antes a luta político-partidária.
Para dar credibilidade aos trabalhos
até se pedem testemunhos, pare-
ceres que custam muito dinheiro,
opiniões as mais diversas. Só que
as conclusões são outra coisa: se a
responsabilidade da redação final
que fica de dois exemplos recentes:
é de uma cor política, pois as con-
a comissão de inquérito à SATA e,
clusões são umas, se a redação é
agora, a comissão de inquérito aos
transportes marítimos. Na primeira,
presidida pelo PS, as conclusões
aprovadas por maioria foram obje-
de outra, as conclusões são muito
diferentes. Quem vê de fora fica
com uma ideia pouco abonatória
da justeza do trabalho dos nossos
to de declarações de voto de outros
deputados.
partidos que pretendem denunciar
alegados atropelos às conclusões
tiradas ou que não foram tidas em
conta. Na segunda comissão, pre-
A reabilitação da política e dos seus
agentes consegue-se com outra
postura, quiçá menos formatada
pela dependência partidária.

Paulo Mendes [10]

A Presidente

“Eu prefiro uma Presidente da República que zele pela Constituição e que tudo fará para a fazer cumprir ”

Fernando Marta [11]

Escolhas presidenciais

“Para a generalidade dos portugueses, as candidaturas cingem-se a pouco mais de duas. Ou três.”

Margarida B. Martins Machado [11]

Dia das Amigas

“O Dia das Amigas é uma tradição tão boa que é um orgulho ser açoriana para poder festejá-lo.”

Milton Dias, jornalista

21.jan.2016 DIÁRIO INSULAR

Ânsia de dar notícias pode levar ao delírio

A passagem do furacão Alex nos Açores motivou grande algazarra na comunicação social, sobretudo ao nível nacional. Segundo Milton Dias, jornalista, de- nota-se, aqui, alguma ânsia de sensacionalismo.

sobretudo ao nível nacional. Segundo Milton Dias, jornalista, de- nota-se, aqui, alguma ânsia de sensacionalismo.

DIÁRIO INSULAR 21.jan.2016

RegIãO | 03 |

O tempO estava relativamente cal- mO, mas a cOmunicaçãO sOcial dO cOntinente insistia em pintar um cenáriO de quase catástrOfe nOs açOres. Os repórteres nO terrenO eram praticamente ObrigadOs a ir na Onda das desgraças pré-anun- ciadas a partir de lisbOa, mas que teimavam em nãO acOntecer na realidade. nO casO da passagem dO “alex” pelOs açOres, ficOu a sensaçãO de que a realidade já pOucO interessa aO jOrnalismO. qual a sua OpiniãO?

A entrada de novos operadores no mercado audiovisual continental tem obrigado, embora considere que de forma errada, à promoção do sensacionalismo em detrimento daquilo que é a realidade e do que propriamente interessa e é mais relevante. Na verdade, existiu um

alerta por parte de entidades idó- neas e, nestes casos, a informação veiculada foi no sentido das pio- res previsões dentro da amplitude do que poderia vir a acontecer, mais por uns do que por outros. Essa ânsia pelo sensacionalismo deturpa o que realmente se passa

e são os próprios órgãos de co-

municação social a entrarem por caminhos sinuosos e a induzirem

o público em erros. Acresce a esta

falta de bom senso, a repercussão que hoje as notícias têm nas redes sociais, onde cada um acrescenta sempre um pouco àquilo que lhe é transmitido.

mesmO dentrO dOs açOres, talvez pOr mimetismO face aO delíriO naciOnal, hOuve quem alinhasse pela desgraça “quase-quase”,

embOra nO terrenO tudO nãO pas- sasse de um dia de invernO cOmO muitOs OutrOs. cOmO se explica este fenómenO de desfOcagem?

Porventura, pela mesma lógica que referi anteriormente e apro-

da comunicação social, julgo que houve ponderação à medida que as informações indicavam uma diminuição da intensidade da tempestade. No entanto, existe a autodenominada comunicação so-

Trabalho local é menosprezado

veitando-se de uma sociedade pouco interessada em saber o que se passa em seu redor, mas sim ao que é sensacional. Em termos globais, e se é que hoje em dia se pode falar em referências ao nível

cial paralela, não só no facebook, onde, por vezes, vale tudo e mais alguma coisa e dá-se ênfase não à constipação mas à intensidade do maior espirro.

não à constipação mas à intensidade do maior espirro. Os açOres cOntinuam a interessar à cOmunicaçãO

Os açOres cOntinuam a interessar

à cOmunicaçãO sOcial dita naciO-

nal apenas quandO há desgraças, reais Ou inventadas. está nas mãOs dOs jOrnalistas da regiãO resOl- ver este prOblema?

Muito dificilmente se consegue in-

verter esse cenário. Na generalida- de, os jornalistas açorianos estão confinados à realidade da Região

e raramente o seu trabalho tem

eco lá fora. O trabalho que aqui

é feito em matéria de jornalismo

é, muitas vezes, menosprezado

e ai daquele que se tente colocar nos bicos dos pés e mexer com

linhas editoriais pré-definidas pe- las redações no continente. É um problema que persiste e que roça

a falta de respeito por quem aqui

exerce o seu trabalho. É preciso não esquecer que, para a maioria da população continental, nós, aqui, não passamos de “despesa” para os cofres do Estado.

perante tantO chinfrim dO gé-

nerO futurista “vai acOntecer”,

O pOvO assusta-se, O que nãO é

bOm, mesmO que algO acOnteça.

a cOmunicaçãO em casOs cOmO O

“alex”, instituciOnal, mas também aO nível da cOmunicaçãO sOcial, deve mudar Ou O melhOr é deixar andar e depOis lOgO se vê?

Penso que, neste caso concreto, a informação veiculada não foi ex- cessiva, mais concretamente ao nível institucional que acaba por ser a principal fonte da restante comunicação social. É importan- te que as pessoas se mentalizem que, cada vez mais, vivemos num arquipélago sujeito a este tipo de intempéries e é com este tipo de situações, que espero não se re- pitam com muita frequência, que se vai formatando uma sociedade mais responsável.

de situações, que espero não se re- pitam com muita frequência, que se vai formatando uma

| 04 | RegIãO

21.JAN.2016 DIÁRIO INSULAR

DefeNDe álvAro MoNJArDiNo eM ApreseNtAção De obrA sobre o teMA

Autonomia tem de se afirmar com “prata da casa”

o teMA Autonomia tem de se afirmar com “prata da casa” “AutonomiA do futuro” Segunda edição

“AutonomiA do futuro” Segunda edição de obra promovida pelo PSD foi lançada, terça-feira, no auditório do Rádio Clube de Angra

Para Álvaro Monjardino falta na Região quem estude e saiba afirmar a Autonomia, que, para Carlos Ama- ral, pode vir a cair na farsa ou na extinção.

DuArte freitAs quer que estA áreA sAiA DAs Mãos Do GoverNo

Concertação estratégica

O líder do PSD/Açores, Duarte

Freitas, defendeu terça-feira que o

Serviço Regional de Estatística e o conselho de concertação estratégi-

ca devem estar fora da esfera do Governo Regional.

Duarte Freitas falava na sessão de apresentação da segunda edição

da obra “A Autonomia do Futu-

ro”, onde deixou a garantia de que a força partidária está preparada para governar de outra forma. “Temos de ter governo onde ele deve estar, não fechando escolas, postos de saúde, postos de segu- rança social. Aí temos de ter Go- verno Regional. Mas não temos que ter governo onde ele não deve

estar”, defendeu. Para o líder dos social-democratas na Região, não é suficiente ter um executivo que se limita a executar verbas europeias, mas que depois não tem visão para setores como a Educação ou a Saúde. Sobre uma eventual reforma da Autonomia, adiantou que na pró- xima semana desenvolverá esfor- ços para “confirmar a disponibili- dade dos seis líderes partidários da Região” para se sentarem à mesma mesa. O livro “A Autonomia do Futuro”, coordenado por Carlos Amaral, reúne reflexões de várias persona- lidades da Região sobre o tema.

do Futuro”, coordenado por Carlos Amaral, reúne reflexões de várias persona- lidades da Região sobre o

Álvaro Monjardino, primeiro pre-

tonomia. “A Autonomia tem que

sidente do Parlamento Açoriano,

ver com a capacidade das pessoas

defende que o que falta ao desen-

se

governarem por si. Para isso é

volvimento de uma verdadeira

preciso saber”, frisou, ressalvan-

Autonomia regional é a “noção do

do

que o professor da Universida-

que é que com isto se pode e deve

de

dos Açores Carlos Amaral é a

fazer”. Do ponto de vista de Álvaro Mon- jardino, “quando se fala do futuro da Autonomia, temos de pensar que se não nos governarmos com prata da casa em termos da defe- sa das instituições que temos, não vamos a lado nenhum”, mas, po- rém, “é preciso estarmos prepara- dos, estudar e saber, prepararmo- nos”. “Ter um Governo Regional para ser apenas uma providência para dar subsídios, para sustentar coi-

exceção nesta matéria. Álvaro Monjardino lamentou ain- da que se tenham dados passos atrás no percurso da Autonomia, nomeadamente com a extinção da Comissão de Assuntos Internacio- nais no seio da Assembleia Legis- lativa Regional. Esteve presente na sessão Carlos Amaral, que também vê com maus olhos a passagem desta matéria para a esfera da política geral. Carlos Amaral considera que a Au- tonomia está numa encruzilhada:

sas insustentáveis, não tem razão

“Se a Autonomia do futuro não for

de ser”, sustentou, terça-feira à noite, em Angra do Heroísmo, na sessão de lançamento da segun-

pensada, irá aproximar-se perigo- samente de uma de duas circuns- tâncias: A farsa ou a extinção”.

da edição do livro “A Autonomia

O

professor universitário defen-

do Futuro”, que nasce de vários workshops promovidos pelo PSD/ Açores sobre o assunto. De acordo com Álvaro Monjardi- no, falta à Região quem se lance em estudos teóricos sobre a Au-

deu que o Governo Regional não pode ser um “pagatório”, nem um “mestre de obras” de políticas for- jadas lá fora, devendo tentar cata- pultar representantes para junto das instituições europeias.

de políticas for- jadas lá fora, devendo tentar cata- pultar representantes para junto das instituições europeias.

DIÁRIO INSULAR 21.jan.2016

pUbLIcIDADe | 05 |

DIÁRIO INSULAR 21.jan.2016 pUbLIcIDADe | 05 |

fotogrAfiA www.CAdizturisMo.CoM

| 06 | RegIãO

21.JAN.2016 DIÁRIO INSULAR

Pedro Corvelo, do rotAry Clube, defeNde que APostAr NAs tourAdAs será ir em “CoNtrACiClo”

História deve ser cartaz turístico para Angra do Heroísmo

História deve ser cartaz turístico para Angra do Heroísmo ANGRA DO HEROÍSMO Álvaro Monjardino explora, em

ANGRA DO HEROÍSMO Álvaro Monjardino explora, em sessão marcada para o dia 27, o exemplo da cidade de Vigo

“A História estará sempre lá, faça chuva ou faça sol”, defende Pedro Corvelo, do Rotary Clube, que, no dia 27, promove uma sessão sobre turismo.

Pedro Corvelo, do Rotary Clube de Angra do Heroísmo, defende que o turismo na ilha Terceira em geral e em Angra do Heroísmo em parti- cular tem de assentar no desenvol- vimento de conteúdos que saibam explorar a vertente histórica.

“Não basta trazer as low cost e ter-

Não estou a ver Angra

do Heroísmo a vender sol e praia. Já a História estará lá, faça chuva ou faça sol”, defendeu. Do ponto de vista de Pedro Corve- lo, que falava ao DI acerca de uma sessão sobre o tema do Turismo que o clube promove no dia 27, que terá como orador convidado Álvaro Monjardino, o turismo na Terceira também não deve ter como cartaz principal as touradas. “Uma apos- ta nas touradas como argumento principal para trazer turistas iria em contraciclo, sobretudo quando

mos hotéis

grande parte dos turistas que visi- tam a região são nórdicos. Aliás, o movimento cada vez mais é de rejei- ção das touradas a nível mundial”, assinalou. Álvaro Monjardino apresentará, na sessão do dia 27, o exemplo da ci- dade espanhola de Vigo, que criou vários vídeos que retratam a sua evolução ao longo da história, recu- ando ao tempo a construção de uma muralha, pelos romanos, para pro- teção contra as invasões bárbaras. Se no caso de Vigo a muralha é o ponto de partida para melhor com- preender a cidade, Angra do He- roísmo podia apostar em vídeos com simulações computadorizadas sobre temas como as fortalezas, o centro da cidade há séculos atrás, entre outros. Já Pedro Corvelo vê também com bons olhos que a cidade aposte,

como Tavira, Lisboa, ou Cádis, numa câmara obscura, que funcio- na como “uma espécie de periscó- pio que oferece imagens em tempo real de toda a cidade”. A câmara obscura seria uma boa opção para pessoas que têm difi- culdades de locomoção, para dias de chuva ou simplesmente como introdução para depois se realizar uma verdadeira visita pelas ruas da cidade, explicou Pedro Corvelo.

O site do Castelo de São Jorge, em Lisboa, descreve a câmara obscura como “um sistema ótico de lentes e espelhos, que permite observar mi- nuciosamente a cidade em tempo real, os seus monumentos e zonas mais emblemáticas, o rio e a azáfa- ma própria de Lisboa, num olhar que percorre 360º”. Na reunião do dia 27 deverão estar presentes vários representantes do setor do turismo.

estar presentes vários representantes do setor do turismo. CÂMARA OBSCURA Pedro Corvelo coloca hipótese para Angra
estar presentes vários representantes do setor do turismo. CÂMARA OBSCURA Pedro Corvelo coloca hipótese para Angra

CÂMARA OBSCURA Pedro Corvelo coloca hipótese para Angra do Heroísmo

DIÁRIO INSULAR 21.JAN.2016

RegIãO | 07 |

Comissão pArlAmeNtAr de iNquérito termiNA Com grANdes AlterAções às CoNClusões do relAtório fiNAl

Acidente mortal no Pico sem responsabilidades políticas

Relatório foi alvo de 29 alterações por parte do PS, diz Zuraida Soares. O novo documento não atribui responsabilidades políticas pelo acidente mortal no cais do Pico.

Terminou ontem de manhã o tra- balho da Comissão Parlamentar de Inquérito sobre os Transportes Marítimos nos Açores. Ao contrário do que propunha o relatório produ- zido pelos deputados, o documento final aprovado não atribui qualquer responsabilidade política pelo aci- dente que, em novembro de 2014, em São Roque do Pico, vitimou um homem que viajava no navio Gil- berto Mariano. “Não é possível, objetivamente, as- sacar responsabilidades políticas ao Governo Regional, para além da responsabilidade, de resto já assu- mida, de tudo fazer no que estiver ao seu alcance para reduzir no mí- nimo possível os riscos para que si- tuações destas voltem a acontecer”, refere uma das conclusões do rela- tório final, aprovado com os votos favoráveis do PS. Na votação, que decorreu após 21 horas de reunião em Ponta Delgada, o CDS-PP e o PCP abstiveram-se e o BE e o PPM manifestaram-se contra. Recorde-se, a este propósito, que a proposta de relatório que ontem foi votada emitia opinião diferente. “É entendimento da Comissão que as causas do acidente têm origem direta no cabeço que colapsou no cais de S. Roque e que atingiu mor- talmente um passageiro. Tal facto só poderá ser resultado do elevado estado de degradação física do ca- beço, em consequência da falta de manutenção deste ao longo de vá- rios anos. Ou, por outro lado, da utilização de cabos de amarração sobredimensionados, sendo esta matéria, quer num caso quer no ou- tro, da responsabilidade direta de duas empresas públicas (Transma- çor e Portos dos Açores), ambas tu- teladas pelo Governo Regional dos

fotografia Pedro alveS/di

teladas pelo Governo Regional dos fotografia Pedro alveS/di giLbERTo mARiAno PS considera abusivo assacar

giLbERTo mARiAno PS considera abusivo assacar responsabilidades e diz que houve várias circunstâncias em torno do acidente

Açores, em concreto pela secretaria regional de Turismo e Transportes, pelo que deverá ser o titular das áreas referidas, a assumir a respon- sabilidade política por esta ocorrên- cia”, pode ler-se no documento.

29 ALTERAÇÕES

Segundo Zuraida Soares, da repre- sentação parlamentar do BE, das 39 propostas de conclusão apresenta- das pela mesa, 29 foram alteradas ou eliminadas pelo PS. De acordo com a parlamentar, os socialistas limparam, assim, “todo o caminho de audições, de pareceres e de do- cumentos, no sentido de chegar à conclusão que não é possível che- gar a alguma responsabilidade po- lítica”. De acordo com a deputada, “a gran- de conclusão” a que o PS chegou foi

que a vítima mortal “estava no sítio errado à hora errada”. Já os socialistas entendem que é “abusivo” assacar responsabilida- des políticas. José Contente, depu- tado do PS, considerou que não po- dem esquecer-se as circunstâncias que “gravitaram à volta do aciden- te”, nomeadamente a presença de outros navios no cais de São Roque e a agitação marítima. Entretanto, Aníbal Pires, da re- presentação parlamentar do PCP, entendeu que não se apurou “com certeza” os motivos que estiveram na base do acidente mortal. “Não é linear que se possa atribuir aquilo que foi apurado para uma responsabilização política”, disse. Na mesma linha, Ana Espínola, deputada do CDS-PP, considerou que a responsabilização, neste mo-

mento, é prematura, uma vez que os estudos e a investigação crimi- nal ainda não estão concluídos. De qualquer forma, referiu a deputada centrista, a Portos dos Açores e a Transmaçor foram imprudentes na sua conduta. Já Paulo Estêvão, do PPM, subli- nhou que no decorrer dos trabalhos da Comissão de Inquérito ao Trans- porte Marítimo nos Açores foram apuradas “negligências graves”. Para o parlamentar, o Governo Re- gional deveria ter agido e não foi isso que fez. Também Cláudio Lopes, social- democrata, lembrou que em cinco meses quatro cabeços de cais foram arrancados. Segundo o deputado do PSD, tra- ta-se de uma situação “anormal e fatal”.

quatro cabeços de cais foram arrancados. Segundo o deputado do PSD, tra- ta-se de uma situação

| 08 | pUbLIcIDADe

21.jan.2016 DIÁRIO INSULAR

| 08 | pUbLIcIDADe 21.jan.2016 DIÁRIO INSULAR

DIÁRIO INSULAR 21.JAN.2016

RegIãO | 09 |

prodUção de cAlor com Níveis iNFeriores Ao previsto

Valorização energética abaixo dos objetivos

Ao previsto Valorização energética abaixo dos objetivos IncIneradora Testes na Central de Valorização Energética

IncIneradora Testes na Central de Valorização Energética da Terceira permitiram identificar problemas na estrutura

Os resíduos processados na Central de Valorização Energética da Terceira não produzem o valor calorífi- co previsto nos estudos.

Durante a fase de testes, que de- correu no último trimestre do ano passado, a Central de Valorização Energética da Terceira não atingiu algumas das metas previstas nos estudos. De acordo com uma fonte contacta- da pelo DI, a valorização energética dos resíduos ficou “muito abaixo” das estimativas. A mesma fonte assegura que a ra- zão por que os resultados da valo- rização energética foram inferiores ao esperado pode estar relacionada “com a má qualidade dos resíduos da ilha que foram objeto de trata- mento na central”. Assegura que a Central da Valori- zação Energética da Terceira “está sobredimensionada” e não dispõe de quantidade de resíduos suficien- te para poder ter a rentabilidade prevista. Por outro lado, a mesma fonte ga-

rante que a incapacidade da central produzir energia em quantidade suficiente tem levado a um maior consumo de gasóleo (cerca de sete mil litros por dia), para que a infra- estrutura possa funcionar. “Existem vários problemas na Cen- tral da Valorização Energética da Terceira que não serão facilmente resolvidos”, acrescentou a mesma fonte. Num texto remetido ao DI, a TE- RAMB-Empresa Municipal Gestão e Valorização Ambiental Ilha Ter- ceira refere que a Central de Valo- rização Energética da Terceira está em fase de “ajustes” e que “muito há para evoluir” no que se refere ao funcionamento da infraestrutura. “Os problemas estão-se a resolver, pelo que há grande otimismo na forma como irá funcionar num fu- turo muito próximo”, justifica. A TERAMB adianta que os testes

têm sido efetuados com algumas

condicionantes e sem o recurso

a algumas das infraestruturas de

apoio. “Tal opção implicou não poder contar à partida com resíduos de mobiliário, madeiras e os resíduos dos animais, nem proceder à tritu- ração do material proveniente das bolsas”, diz o texto. Refere, ainda, que a central teve de operar com o recurso a gasóleo “para fazer a purga da caldeira e secagem do refratário”, mas que os

custos com o combustível foram as- sumidos pelo empreiteiro.

A TERAMB assumiu este mês a ges-

tão da Central da Valorização Ener- gética da Terceira. Entre 2013 e 2015, a TERAMB re- alizou investimentos de 35,4 mi- lhões de euros, dos quais 29,7 mi- lhões destinaram-se ao projeto da Central de Valorização de Resíduos da Terceira. Para 2016, estão previstos investi- mentos de cerca de um milhão de euros nas infraestruturas destina- das ao tratamento e valorização dos

resíduos que são geridas pela TE-

RAMB.

valorização dos resíduos que são geridas pela TE- RAMB. UNiversidAde de évorA Prémio Vergílio Ferreira atribuído

UNiversidAde de évorA

Prémio Vergílio Ferreira atribuído a João de Melo

O escritor açoriano João de Melo

venceu ontem o Prémio Literário Vergílio Ferreira.

Atribuído pela Universidade de Évo-

ra desde 1997, o galardão distingue,

anualmente, o conjunto da obra lite- rária de um autor de língua portu- guesa relevante no âmbito do roman-

ce

ou do ensaio.

O

júri do prémio, constituído este

ano por António Saéz Delgado (pre- sidente), Elisa Esteves, Gustavo Ru-

bim, Carlos Reis e Lídia Jorge, vence- dora da edição anterior, optou pelo escritor açoriano.

O novo livro de João de Melo, “Os

Navios da Noite”, será publicado em fevereiro pela Dom Quixote.

da Noite”, será publicado em fevereiro pela Dom Quixote. hoJe, A pArtir dAs 10h00 Conselho de

hoJe, A pArtir dAs 10h00

Conselho de Ilha reúne em Angra

O Conselho de Ilha da Terceira re-

úne hoje, a partir das 10h00, no Sa-

lão Nobre dos Paços do Concelho

de Angra do Heroísmo. Na reunião

estarão em debate os Planos Integra- dos de Gestão Urbana Sustentável dos Perímetros Urbanos de Angra

do

Heroísmo e da Praia da Vitória,

as

escalas técnicas no Aeroporto

das Lajes e a economia da Terceira.

O Conselho de Ilha da Terceira é

presidido pelo presidente da Câma-

ra da Praia, Roberto Monteiro.

pelo presidente da Câma- ra da Praia, Roberto Monteiro. FUtebol Diogo Firmino reforça Praiense O médio

FUtebol

Diogo Firmino reforça Praiense

O médio ofensivo madeirense Diogo

Firmino foi emprestado pelo União

da Madeira, equipa da Primeira Liga

Portuguesa de Futebol, ao Praiense, emblema que compete no Campeo-

nato de Portugal (terceiro escalão).

O jovem médio, de apenas 19 anos

e com escasso tempo de utilização

pelo técnico Luís Norton de Matos, tendo apenas 11 minutos de jogo, frente ao FC Porto, que terminou com a derrota da equipa madeiren-

se por 4-0, é, assim, emprestado à

formação que lidera a Série E do

Campeonato de Portugal (virtual vencedora). Sendo um talento promissor, tem

passagens nos escalões de formação

do Marítimo, Sporting, Nacional e

pelos ingleses do Reading, na tem- porada passada.

nos escalões de formação do Marítimo, Sporting, Nacional e pelos ingleses do Reading, na tem- porada

| 10 | OpINIãO

Diário Insular informa os estimados leitores que os artigos de opinião não devem exceder os 3.500 caracteres, incluindo espaços.

21.jan.2016 DIÁRIO INSULAR

Paulo Mendes A Presidente A Presidente

A o longo dos últimos 10 anos tivemos um Presi- dente da República que acompanhou e amparou

políticas que trouxeram mais pobre- za ao país, como se de um destino por cumprir se tratasse. Podia ter sido um reduto de resistência para travar a delapidação dos portugue- ses, mas optou pela passividade e pelo silêncio cúmplice para ajudar quem nos assaltou. Agiu, não como um verdadeiro Presidente da Repú- blica, mas como um líder de fação. Quando não enveredou pela passi- vidade, tomou ações contrárias ao progresso, como quando lançou o alerta geral ao país, devido à des- confiança que cultiva - e ajudou outros a cultivar – relativamente à Autonomia dos Açores, como se de uma pretensa ameaça à integridade do Estado se tratasse. Temos dez candidato(a)s que pro-

curam substituir o atual Presidente

da República. Não me parecem de-

masiados, até porque nunca haverá demasiada democracia. Mas não podemos deixar de ter uma postu-

ra critica quanto às propostas e as

ideias, por eles e elas, defendidas. O que o(a)s distingue? Quais as suas prioridades para o país? Eu prefiro a candidata que não se refugia no discurso e na lógica hege- mónica construída na última déca- da, que culpa os portugueses por te- rem, algum dia, ambicionado viver acima do limiar da pobreza, como

se tivessem vivido acima das suas

possibilidades. Eu prefiro uma Presidente da Repú- blica que zele pela Constituição e que tudo fará para a fazer cumprir, mesmo que para tal se desobedeça ao Tratado Orçamental (que ninguém o cumpre), disfarçado de rigor e disci- plina financeira, mas que, na realida-

de, não é mais do que uma forma re- finada de definhamento dos direitos sociais dos cidadãos para engordar os interesses dos mercados. Quero uma Presidente da República

que não hesite em «mandar às mal- vas» o futuro Tratado Transatlân- tico. Um tratado envolto num total secretismo, ao arrepio dos princí- pios básicos da democracia, e que será mais um aditivo para explorar e empobrecer as economias, princi- palmente, de uma região ultraperi- férica como a nossa. Eu prefiro uma candidata com con-

vicções, em vez de candidatos que, durante a campanha, não escolhem lados, ao estarem em todo o lado, mas que se preparam, para depois da campanha e se forem eleitos, para alinharem pelo mesmo diapa- são do Presidente da República que tivemos nos últimos dez anos. Quero uma Presidente da República

nos últimos dez anos. Quero uma Presidente da República joão bruto da costa O uvimos, na

joão bruto da costa

O uvimos, na passada sema-

na, o Primeiro-Ministro

António Costa a perorar

por causa da existência

de exames para avaliar os conhe- cimentos de alunos, justificando o

propósito do seu governo ter posto o ano lectivo de pernas para o ar.

A certa altura, o timoneiro da gerin-

gonça que tomou conta de Portugal,

dizia que, como todos os que tive- ram uma vida académica com exa- mes atrás de exames, fora obrigado

a “empinar” uma data de coisas que

nunca lhe serviriam de nada ao lon- go da vida (!!!). Segundo António Costa, existe uma tremenda frustração de um adulto que passou a vida a estudar coisas que não lhe interessavam e por isso não deveríamos sujeitar as nossas crianças e jovens ao tormento de se prepararem para exames, de “em- pinarem” a matéria que consta do programa até porque, pelos vistos,

aquilo está carregado de inutilida- des que não é necessário aprender

olhar da graciosa

“Empinar” ou conhecer?

nem sequer apreender, seja pelo “empinanço”, seja pelo gosto de sa- ber ou pelo sacrifício de ter de co- nhecer! É absolutamente fantástico o argu- mento de que os exames são para os alunos, e para as pessoas em geral, uma forma inadequada de avaliar

as capacidades e as fraquezas no conhecimento de uma qualquer ma- téria. Ao que parece, por causa dos exames, as pessoas são obrigadas a saber uma data de coisas que, ora

esquecem naturalmente, ora não

lhes servem para nada. A isto acres-

ce o tormento de ter de se preparar

para o exame, que é como quem diz:

ter de estudar. O que, segundo o estranho conceito de António Cos-

ta sobre a avaliação e a exigência, é

uma odisseia de “empinar” desne- cessidades.

O problema desta ordem de valo-

ração de como devemos aceder ou promover o conhecimento é que passamos a ter de intuir o que nos interessa saber, ou o que queremos

saber o que, como facilmente se per- cebe, trata-se de uma equação sem solução pois não podemos saber o que nos interessa saber sem experi- mentar o que não nos interessa. Por aqui somos levados a concluir que António Costa, o Primeiro-Mi- nistro que “empinou” saberes abjec- tos, criou o conceito de avaliação de conhecimentos por via dos conheci- mentos que cada um entende serem úteis apreender. Deste modo, quan- do formos submetidos a um exame ou, já agora, a uma qualquer prova, aquilo que não soubermos podemos

sempre dizer que nunca tivemos in- teressados em aprender, porque sabí- amos à partida que “empinar” aquele saber não se mostrava necessário.

Os tempos são, de facto, estranhos nesta “caldeirada” de “saberes” ab- solutos que tomaram conta dos te-

mas da governação. De acordo com o “fetiche” de cada corrente de pensamento no governo da geringonça que se revela num exercício de poder ressabiado, o

não só sensível ao futuro incerto dos jovens e à dignidade retirada aos menos jovens, como também dis- posta para os defender contra quem confunde a inevitabilidade da insta- bilidade e da precariedade laboral com competitividade, e que vê, nos pensionistas, uma «peste grisalha» que rouba recursos ao país. Eu quero uma Presidente dos opri- midos e não uma Presidente dos opressores. Pronta para quebrar

o status quo do medo de perder o

pouco ou nada que nos resta, e dis- posta a tudo para defender o nosso futuro. Estes são, de acordo com as minhas pretensões, alguns dos principais desígnios de um(a) futuro(a) Presi- dente da República, totalmente in- compatíveis com um upgrade ao es- tilo e imagem do atual Presidente da República. Razão para querer ajudar

à eleição da Marisa Matias.

Razão para querer ajudar à eleição da Marisa Matias. país vê-se a braços com os devaneios

país vê-se a braços com os devaneios

intelectuais e as frustrações recalca- das do percurso de vida dos novos donos dos destinos de todos nós. A vida de “empinanço” de muitos letrados e cursados desta elite de poder, a que se soma a ausência de paciência para o “empinanço” das matérias que constroem saberes especializados daqueles que não chegaram a “empinar” o suficiente, tornou impositivo uma nova forma de olhar para o ensino e a aprendi- zagem. Pena que aqueles que querem fazer da escola pública em Portugal uma reserva de ocupação dos mais caren- ciados da sociedade, esqueçam que

a par destes excessos de intelectu-

alidade barata sobre o prejuízo de estudar para exames, de saber ma- térias que até nem se gosta, ou de treinar para superar uma prova, há todo um mundo que não se distrai com facilitismos e acede ao conhe-

cimento a um preço que não está ao alcance de todos.

um mundo que não se distrai com facilitismos e acede ao conhe- cimento a um preço

DIÁRIO INSULAR 21.jan.2016

Diário Insular informa os estimados leitores que os artigos de opinião não devem exceder os 3.500 caracteres, incluindo espaços.

OpINIãO | 11 |

3.500 caracteres, incluindo espaços. OpINIãO | 11 | FeRnanDO MaRTa (*) O debates têm ajudado pouco

FeRnanDO MaRTa (*)

O debates têm ajudado pouco a quem ainda

tem dúvidas. Confusos

s

e

com pouco conteúdo,

têm servido para conversas biográ- ficas entre uns e outros. Nalguns casos, aproveitando a oportunida- de que a legislação proporciona, a maior parte faz desta campanha e desta eleição, o retrato para afixar lá em casa. Por cima da lareira, figurará para sempre como uma marca que familiares e amigos não deixarão de recordar. Mas para a generalidade dos portugueses, as candidaturas cingem-se a pouco mais de duas. Ou três. No geral, estes candidatos incor- rem num problema comum a quem se candidata a Belém, em particu- lar os propostos por partidos. O

a Belém, em particu- lar os propostos por partidos. O MaRGaRIDa B. MaRTInS MaCHaDO O Dia

MaRGaRIDa B. MaRTInS MaCHaDO

O Dia das Amigas é uma tradição tão boa que é um orgulho ser açoriana para poder festejá-lo.

Este dia é a oportunidade para re- fletirmos sobre este tesouro, que, por ser tão garantido, nem sempre damos o devido valor: a amizade. Tal é a importância que C. S. Lewis evidenciou que a amizade “não tem valor de sobrevivência; ela é, antes, uma das coisas que dão valor à so- brevivência”. Desde criança que, inconsciente- mente, fiz muitas asneiras: já desci,

Escolhas presidenciais

mais importante magistrado da nação não governa nem manda go- vernar. Os poderes presidenciais

sendo importantes, não são execu- tivos, nem o executivo responde ao presidente da República, como acontece em países como França ou Brasil. Mas também não é um papel meramente cerimonial. As- sim queira o seu inquilino. Apesar de serem na maior parte das vezes propostos ou apoiados por partidos políticos, os candi- datos uma vez eleitos devem estar acima dos partidos. Devem pensar para lá das lógicas partidárias, pois o presidente da República Portuguesa representa todos os portugueses, a República e os seus cidadãos, e não apenas os militan- tes e simpatizantes do partido cujo

Dia das Amigas

numa bicicleta sem travar, no meio dos carros numa das muitas inclina- das ruas da cidade, já tentei aguen- tar não sei quantos minutos debaixo de água sem respirar, já dancei até ficar de manhã, já tive um desastre de carro, já pedi boleia a um estra- nho… Mas também já me corrigi, já fiz noitadas porque comecei a estu- dar na véspera, já tive aulas de la- tim, já me converti, já fui a África, já fui pela Europa sem lugar para ficar a dormir, já dormi na praça de São Pedro, já dormi a olhar para as estre- las do outro hemisfério, já defendi

apoio granjeou, ou os eleitores de quem o voto recebeu.

E não tendo programa eleitoral,

aquele que se senta em Belém tem um programa de governo: a Cons- tituição da República Portuguesa,

que jura cumprir e fazer cumprir.

O que nem sempre é fácil, mesmo

quando presidente e governo são da mesma cor política. Recordo- me, por exemplo, da relação entre Jorge Sampaio e António Guter- res no seu segundo governo e das exigências que o primeiro fez ao segundo nos últimos dias de de- zembro de 2000. Pouco depois, Sampaio foi reeleito para o segun- do mandato. Vem este exemplo a propósito do papel da presidência. Que não tem de ser nem deve ser cerimonial,

a tese, já chorei, já chorei de tanto

rir, já conduzi um barco, já fui pro- jetada de uma mota de água, já fui

a Madrid de autocarro, já saltei os

seguranças para falar ao Papa, já me atirei ao mar no cais grande, já fui muitas vezes ao hospital e já passei uma tarde nos cuidados paliativos numa aldeia perdida de Portugal Não fiz tudo isto sozinha, mas sim ao lado de grandes amigas, que não se limitaram a ser apenas companhei- ras nas asneiras, mas amigas que me corrigiram, que me ajudaram a querer ser melhor, que me mostra-

pelo contrário. Um presidente

atento e interventivo, exercendo

a sua influência na defesa do país

– no estrangeiro – e sendo capaz

de influenciar a governação para que esta sirva de facto os portu- gueses, é uma alteração de modo

e de conteúdo que se exige para os próximos tempos no palácio de Belém. Num momento novo da nossa vida democrática, precisamos de um

presidente que respeite e saiba in- terpretar essa nova circunstância. Com exigência, é certo, mas com

a capacidade de perceber que do mesmo já chega o passado que

agora termina.

perceber que do mesmo já chega o passado que agora termina. (*) Professor ferdomarta@gmail.com ram que

(*) Professor ferdomarta@gmail.com

ram que era possível ser feliz, que

me ensinaram a lutar, a não desistir,

a não ter medo, que gostam de mim

com os meus defeitos mas que me ajudam a não ter defeitos, mostra- ram-me o caminho para o Céu. Não se limitam ao Facebook, elas estão sempre lá. Hoje, na nossa ilha, celebra-se o Dia das Amigas e isso fez-me lembrar que tenho boas e grandes amigas, fez-me lembrar que tenho que agra- decer a cada uma delas.

tenho boas e grandes amigas, fez-me lembrar que tenho que agra- decer a cada uma delas.

http://no-teu-coracao.blogspot.pt/

tenho boas e grandes amigas, fez-me lembrar que tenho que agra- decer a cada uma delas.

| 12 | RegIãO

21.jan.2016 DIÁRIO INSULAR

para o presidente da associação de municípios não basta distribuir raticida

Combate aos ratos exige fiscalização do Governo Regional

Em 2016, haverá uma nova desratização nos Açores, mas nos anos seguintes o controle dos ratos deverá passar pela fiscalização, segundo Ro- berto Monteiro.

As autarquias dos Açores vão come- çar já nas próximas semanas a dis-

tribuir raticida para combater a pra- ga de ratos, que nalgumas ilhas está acima dos níveis a que devia estar, mas, segundo Roberto Monteiro, é necessária uma estratégia de médio

e longo prazo do Governo Regional

para controlar a praga com eficácia.

“Estamos a falar de um problema de saúde pública de nível superior,

portanto, obriga a uma articulação e

a uma integração não só dos muni-

cípios com o Governo e com as fre- guesias para atuação, mas também

dentro dos vários níveis de fiscali- zação do Governo Regional”, frisou

o presidente da Câmara Municipal

da Praia da Vitória e da Associação de Municípios da Região Autónoma dos Açores (AMRAA). No final de uma reunião com o di- retor regional da Agricultura e com

a Comissão Executiva de Controlo

Integrado de Roedores, Roberto Monteiro disse que a distribuição de veneno não tem sido eficaz. “Não podíamos continuar a fazer

o que cada entidade estava a fazer,

tendo em conta que o resultado fi-

nal que é visto por tudo e por todos

é um resultado que não interessa

a ninguém, com um aumento sig-

nificativo da população, com uma descoordenação completa ao nível da intervenção e com uma ineficá- cia, inclusivamente com os meios financeiros que todas as entidades aplicam”, frisou. As autarquias vão distribuir raticida ao longo de todo o ano, mas desta vez vão adquirir produtos de acor- do com as recomendações técnicas da Comissão Executiva de Contro- lo Integrado de Roedores, estando prevista também a formação de

corpos técnicos e veterinários dos municípios.

de corpos técnicos e veterinários dos municípios. reunião Associação de Municípios, Governo Regional e

reunião Associação de Municípios, Governo Regional e comissão de controlo de roedores acertaram estratégia para a Região

Para além disso, haverá uma nova modalidade de distribuição de rati-

cida, com uma componente de fisca- lização e coordenação, para garantir que a sua aplicação é cumprida.

Para Roberto Monteiro, as várias

inspeções do Governo Regional, de forma articulada, terão de fiscalizar também o cumprimento dos planos de combate e controle de roedores das estruturas propícias à sua re- produção, como estábulos, pocil- gas, fábricas de rações ou unidades de recolha de lixo, porque a legisla- ção existe, mas não é aplicada. Nos últimos 10 anos, o Governo Regional e as autarquias gastaram “mais de 6 milhões de euros” na aquisição de raticidas, que terão tido “consequências sobre o meio ambiente”, sem os efeitos de com- bate desejados.

“Neste momento, vamos ter que fazer, no fundo, mais uma intoxi- cação química do nosso ambiente para poder reduzir essa população de ratos, mas simultaneamente te- mos de entrar com outro processo

de médio e longo prazo de controlo

equilibrado, de maneira a que a pla-

nificação e a ação não passe por in- toxicar o resto da vida todo o nosso ambiente, com estratégias que não surtem efeito”, salientou Roberto Monteiro.

Já o diretor regional da Agricultu-

ra, Fernando Sousa, anunciou que

o Governo Regional vai avançar,

nas próximas semanas, com a rea-

lização de censos para identificar se existe aumento ou diminuição

da praga de ratos e as áreas que são

mais atingidas.

“É um trabalho contínuo que nunca

está terminado. É necessário para nós sabermos qual é a verdadeira realidade do problema”, salientou, alegando que atualmente não exis- tem dados sobre o número de ratos

na Região.

Segundo Fernando Sousa, está tam- bém a ser desenvolvido um plano

estratégico de combate à praga, que define as competências das entida- des públicas e privadas.

O diretor regional disse que a lep-

tospirose, doença transmitida atra- vés da urina de ratos, é uma “pre- ocupação de todos”, mas garantiu

que a tutela tem divulgado junto dos agricultores informação sobre

os cuidados de prevenção recomen-

dados, acrescentando que os jovens

agricultores têm obrigatoriamente

na sua formação cursos sobre con-

trole de roedores.

acrescentando que os jovens agricultores têm obrigatoriamente na sua formação cursos sobre con- trole de roedores.

DIÁRIO INSULAR 21.jan.2016

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21.jan.2016 DIÁRIO INSULAR

INSOLVÊNCIA DE COTAÇOR - Construções Santos dos Açores, S.A.

VENDA DE BENS

Comarca dos Açores Angra do Heroísmo – Instância Central – 2ª Secção Cível e Criminal – J1 Proc. n.º 547/15.4T8AGH

Pelo presente faz-se saber que nos autos acima iden- tificados foi deliberada a venda na modalidade nego- ciação particular com recurso a propostas em carta fechada, a remeter para Rua Major Leopoldo da Silva, nº 24, 1º Direito, 3510-123 Viseu, e que foi designado o dia 18 de Fevereiro de 2016, pelas 11h00m, para a abertura de propostas para aquisição dos seguintes bens:

BENS IMÓVEIS LOTE N.º 1 Prédio rústico sito em Canada do Pombal, freguesia de S. Mateus da Calheta, concelho e distrito de Angra

do Heroísmo, inscrito na respetiva matriz sob o artigo 1176º e descrito na Conservatória do Registo Predial de Angra do Heroísmo com a ficha nº 1556.

O valor mínimo de venda é de e 119.100,00 (cento

e dezanove mil e cem euros), correspondente a 85% do valor base de venda de e 140.118,00 (cento e quarenta mil e cento e dezoito euros). LOTE N.º 2 Prédio urbano composto por três arrecadações e cin- co armazéns, com logradouro, localizado nos Cinco Picos, freguesia de S. Sebastião, concelho de Angra

de Heroísmo, inscrito na respetiva matriz sob o art.

1873 e descrito na Conservatória do Registo Predial

de Angra do Heroísmo sob o n.º 809.

O valor mínimo de venda é de e399.500,00 (tre-

zentos e noventa e nove mil e quinhentos euros), correspondente a 85% do valor base de venda de e470.000,00 (quatrocentos e setenta mil euros). LOTE N.º 3 Prédio misto, sito no caminho de baixo, freguesia de S. Pedro, concelho de Angra do Heroísmo, composto de 57,80 hectares de terra, um armazém tendo em anexo dependências para arrumos com a superfície coberta de 173 m2, um armazém com a superfície coberta de 485 m2, outro armazém com a superfície coberta de 75m2, um edifício destinado ao fabrico de cimento com a superfície coberta de 64m2, com a área

coberta de 2007m2 e área descoberta de 5780m2, ins- crito na matriz sob o art. 424 rústico e artigos 1038, 1040, 1041, 1042, 1043, 1044 e 1045 urbanos, e des- critos na Conservatória do Registo Predial de Angra do Heroísmo sob o n.º 1524. O valor mínimo de ven- da é de e 297.500,00 (duzentos e noventa e sete mil e quinhentos euros), correspondente a 85% do valor base de venda de e 350.000,00 (trezentos e cinquenta mil euros). VEÍCULOS LOTE N.º 4 Veículo da marca Skoda, modelo Pickup, do ano de 2000, com a matrícula 43-03-QO.Com o valor míni- mo de venda é de e 900,00 (novecentos euros). LOTE N.º 5 Veículo da marca Toyota, modelo Dyna, do ano de

2001 com a matrícula 40-12-RL. Com o valor mínimo

de venda é de e 5.500,00 (cinco mil e quinhentos

euros).

LOTE N.º 6 Veículo da marca Toyota, modelo Yaris, do ano de 2008, com a matrícula 21-HA-66. Com o valor míni- mo de venda é de e 3.000,00 (três mil euros). LOTE N.º 7 Veículo da marca Toyota, modelo Dyna, do ano de 2008 com a matrícula 52-HA-63. Com o valor míni- mo de venda é de e 8.000,00 (oito mil euros). LOTE N.º 8 Veículo da marca Toyota, modelo Hilux, do ano de 2008 com a matrícula 21-HA-09. Com o valor míni- mo de venda é de e 5.000,00 (cinco mil euros). LOTE N.º 9 Veículo da marca Mercedes-Benz, modelo 170022K, do ano de 2003, com a matrícula 12-44-AN. Com o valor mínimo de venda de e 6.000,00 (seis mil eu- ros).

LOTE N.º 10 Veículo da marca Man, modelo F 2000 Tractor, do ano de 1997, com a matrícula 11-25-TB. Com o valor mí- nimo de venda de e 10.000,00 (dez mil euros). LOTE N.º 11 Veículo da marca Mercedes-Benz, modelo 2628 B, do ano de 2002, com a matrícula 06-15-TO. Com o valor mínimo de venda de e 5.000,00 (cinco mil euros). LOTE N.º 12 Veículo da marca Mercedes-Benz, modelo 2635 AK, do ano de 1998, com a matrícula 06-11-AN. Com o valor mínimo de venda de e 4.000,00 (quatro mil euros).

LOTE N.º 13 Veículo da marca Volvo, modelo LN 10, do ano de 1998, com a matrícula 05-82-NA. Com o valor míni- mo de venda de e 8.000,00 (oito mil euros). LOTE N.º 14 Veículo da marca Mitsubishi, modelo L200, do ano de 2001, com a matrícula 53-51-RA. Com o valor míni- mo de venda de e 3.000,00 (três mil euros). LOTE N.º 15 Veículo da marca Isuzu, modelo FTR, do ano de 1994, com a matrícula 61-44-EF. Com o valor mínimo de venda de e 4.000,00 (quatro mil euros). LOTE N.º 16 Veículo da marca Toyota, modelo Dyna 280, do ano de 1996, com a matrícula 65-27-HD. Com o valor mí- nimo de venda de e 4.000,00 (quatro mil euros). LOTE N.º 17 Veículo da marca Mercedes-Benz, modelo 188, do ano de 2002, com a matrícula 66-87-TO. Com o valor mí- nimo de venda de e 5.000,00 (cinco mil euros). LOTE N.º 18 Veículo da marca Mazda, modelo UN8 C32 – B 2800, do ano de 1999, com a matrícula 67-73-OQ. Com o valor mínimo de venda de e 3.000,00 (três mil eu- ros).

LOTE N.º 19 Veículo da marca Volkswagen, modelo Jetta, do ano de 2006, com a matrícula 78-BS-30.Com o valor mí- nimo de venda de e 5.000,00 (cinco mil euros). LOTE N.º 20 Veículo pesado de mercadorias tractor da marca Man, modelo 18.440, do ano de 2009, com a matrí- cula 85-HF-20. Com o valor mínimo de venda de e 35.000,00 (trinta e cinco mil euros). LOTE N.º 21 Veículo da marca Toyota, modelo Dyna 280, do ano de 2001, com a matrícula 96-90-SC. Com o valor mí- nimo de venda de e 5.500,00 (cinco e quinhentos mil euros).

LOTE N.º 22 Veículo da marca Citroen, modelo S, do ano de 2010, com a matrícula 98-LB-01. Com o valor mínimo de

venda de e 5.000,00 (cinco mil euros). LOTE N.º 23 Veículo da marca Volvo, modelo NL 10 46, do ano de 1991, com a matrícula RQ-72-32. Com o valor míni- mo de venda de e 6.000,00 (seis mil euros). LOTE N.º 24 Semi-reboque marca Metalvouga, com a matrícula C- 16190. Com o valor mínimo de venda de e 2.400,00 (dois mil e quatrocentos euros). LOTE N.º 25 Semi-reboque marca Fruehauf, com a matrícu- la L-103937. Com o valor mínimo de venda de e 1.500,00 (mil e quinhentos euros).

BENS MÓVEIS:

LOTE N.º 26 (Na Recepção) Composto por rolos de corrente metálica, rolos de cor- da, remates para azulejo, 1 ventoinha eléctrica, 2 pares de botas de obra, 3 caixas de correio para exterior de habitação em plástico, 2 serrotes, 1 telefone portátil com base de marca SIEMENS, 1 balança electrónica de marca CAS, 1 guilhotina para azulejos e mosaicos, 1 medidor de distâncias analógico, 2 computadores com respectivos monitores, teclados flat de marca SAMSUNG e ratos, 2 caixas de correio para exterior de habitação em plástico, brocas de marca WALT no mostrador, lixas e acessórios para berbequim de mar- ca BLACK & DECKER, 1 estante em alumínio, rolos de lixa, ferramentas pequenas, buchas em plástico, parafusos, ferramentas manuais (alicates, chaves de fendas e tesouras), varões toalheiro metálicos, adap- tadores para torneiras, torneiras diversas, rolos de rede metálica, chaves de bocas de diferentes tama- nhos, 1 impressora de marca SAMSUNG modelo ML 2855ND, parafusos de diferentes calibres, 1 máquina para cópia de chaves de marca BRAVO SUPER com móvel e acessórios, 1 máquina para cópia de chaves de marca TARGA 2000 com móvel e acessórios, cha- ves em bruto para cópias, 1 mostrador metálico com puxadores de portas em metal e em madeira, 1 escada em alumínio, 1 escadote pequeno em alumínio; (No Corredor 1):

Composto por diversas reduções em PVC, puxadores metálicos, fechaduras e respectivos espelhos, tubos, tampas, uniões e vedantes para canalização em PVC, uniões metálicas, acessórios metálicos para dobradi- ças, electrodos para soldadura; (No Corredor 2):

Composto por acessórios para WC (peças para auto- clismos), porcas e esticadores metálicos, uniões em latão, parafusos d e diferentes tamanhos; (No Corredor 3):

Composto por pregos em metal de diferentes tama- nhos, cortinas para chuveiro, dobradiças de marca TUPAI, pregos em aço de diferentes tamanhos, ca- marões metálicos, porcas de aparafusar, metálicas de diferentes tamanhos, fios sisal, esponjas abrasivas, folhas de lixa, brocas de aço, embalagens de cola de marca WEBER COLOR ART, caixas de distribuição em PVC, peças para lixar, fitas de serra, lixas circu- lares, 3 torneiras para banheira, luvas de borracha, abraçadeiras metálicas; (No Corredor 4):

Composto por parafusos, esquadros, marretas sem cabo, brocas de perfurar, cabos em madeira para fer- ramentas, piaçabas, embalagens de cola industrial, embalagens de óleo de linhaça, torneiras; (No Corredor 5):

Composto por discos para rebarbadora, rolos de fita cola, coleiras em pele para cães, alicates de corte, rol- danas e rodas, tampas em plástico, bichas de ligação,

DIÁRIO INSULAR 21.jan.2016

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bombas de água, abraçadeiras em latão, uniões em latão, suportes de fixação em plástico para canaliza- ção, parafusos de diferentes tamanhos, esticadores metálicos;

(No Corredor do fundo):

Composto por capacetes de obra de diferentes cores, diversos pares de calçado de obra, pregos de diferen- tes tamanhos, parafusos, puxadores metálicos, dobra- diças, balança electrónica de marca LIBRA – NETO, escovas de aço, galochas, escovas de plástico, sacos de plástico, 2 caixas de ferramenta em plástico; (Na Parte superior):

Composto por cortinas em plástico para chuveiro, cruzetas, 5 caixas de correio em plástico para exterior de habitação, 6 armários de WC, ratoeiras de uso do- méstico, fatos de água, martelos, botos de uso indus- trial, escopos, misturadores, cintos de obra; (Estantes):

Composto por 1 estante metálica com 6 vãos e 7 pra-

teleiras, 1 estante metálica com 7 vãos e 5 prateleiras,

1

estante metálica com 5 vãos e 6 prateleiras, 1 estan-

te

metálica com 1 vão e 7 prateleiras, 1 estante metá-

lica com 9 vãos e 7 prateleiras, 1 estante metálica com

7 vãos e 7 prateleiras, 77 grades de plástico, cerca de 500 gavetas de plástico. Com o valor mínimo de venda para o lote no seu conjunto é de e 3.500,00 (três mil e quinhentos euros).

LOTE N.º 27 (No Escritório) Composto por 6 secretárias em metal e tampo em fórmica verdes, em estado de conservação muito usa- do, 1 Secretária em metal e tampo em fórmica creme, estado muito usado, 1 Mesa de reuniões rectangular, com tampo em madeira, 3 Armários metálicos de por-

tas, de cor verde clara, diversas estantes em madei- ra de diversos tamanhos, três estantes metálicas, 17 cadeiras de diversas formas em estado muito usado,

1 Bastidor em metal para UPS e servidor, sem mar-

ca, 1 Servidor com UPS, marca HP, 1 Fotocopiadora XEROX, Worcenter M 20 i (avariada), 7 Conjuntos de computadores, compostos por 7 torres da marca HP, 7 monitores HP e teclados, 1 Plotter de marca HP, modelo Design JET 500 Plus, 1 Impressora HP Office JET, Prok 8600, 1 Impressora Samsung ML 1640, 1 Aparelho de Fax marca Samsung 5F360, diverso de escritório, composto por guilhotina, furadores, tele- fones, calculadoras, cestos de papéis, material em es- tado de sucata, como teclados e impressoras. Com o valor mínimo de venda para o lote no seu conjunto é de e 3.050,00 (três mil e cinquenta euros). LOTE N.º 28 (No Armazém I) Composto por estantes metálicas, tipo Handy (9 mó- dulos) em estado muito usado, material diverso com-

posto por pregos e parafusos de diversas medidas e

material, cadeiras em PVC, 16 Serras metálicas ver- melhas, 1 Balança mecânica, em estado muito usado

e sem marca, 1 Balança marca Medines, em estado

muito usado, cordas de nylon diversas, cabos de ma- deira, redes de plástico de cores e tamanhos diversos, louças sanitárias diversas, tubagens metálicas para salamandras. Com o valor mínimo de venda para o lote no seu conjunto é de e 850,00 (oitocentos e cinquenta euros). LOTE N.º 29 (No Armazém II) Composto por estantes industriais em metal azul e laranja, fixadas ao chão para emprateleirar material pesado e de grandes dimensões e 15 módulos de di- mensões variadas. Com o valor mínimo de venda para o lote no seu conjunto é de e 3.500,00 (três mil e quinhentos euros).

LOTE N.º 30 (No Armazém II) Composto por estantes industriais do tipo RAK, azuis e laranjas, para paletes, composto por 5 módu- los montados ao longo do armazém e por 1 módulo mais pequeno junto à parede do topo. Com o valor mínimo de venda para o lote no seu conjunto é dee 2.000,00 (dois mil euros). LOTE N.º 31 (No Armazém II) Um empilhador eléctrico da marca Promec L14 C, com carregador de bateria PBM Matic Point 24/40, serie vc 059100206. Com o valor mínimo de venda é de e 2.500,00 (dois mil e quinhentos euros.) LOTE N.º 32 (No Armazém II) Um empilhador de marca MITSUBISHI 25, a gasóleo, em estado muito usado e sem referência de fabrico. Com o valor mínimo de venda de e 1.000,00 (mil euros.)

LOTE N.º 33 (No Armazém II) Um macaco hidráulico de oficina de cor vermelho. Com o valor mínimo de venda de e 75,00 (setenta e cinco euros.) LOTE N.º 34 (No Armazém II) Um porta paletes marca PROMEC TM 2000, de cor amarela. Com o valor mínimo de venda de e 50,00 (cinquenta euros.) LOTE N.º 35 (No Armazém II) Uma serra eléctrica industrial para cerâmica, sem marca ou referência visível. Com o valor mínimo de venda de e 50,00 (cinquenta euros.) LOTE N.º 36 (No Armazém II) Um furador industrial de marca ROCKWELL, n.º de série 997732. Com o valor mínimo de venda de e 150,00 (cento cinquenta euros.) LOTE N.º 37 (No Armazém II) Composto por um posto de Transformação SIEMENS, de 1990 tipo TS 5442N AF, com quadro da marca MERLIN GERIN RN 6 e respectivos cabos.Com o va- lor mínimo de venda para o lote no seu conjunto é de e 2.500,00 (dois mil e quinhentos euros). LOTE N.º 38 (No Armazém II) Composto por um carro de ferramentas da marca BETA, 1 caixa de ferramentas diversas em metal, sem marca, um motor com um esmeril e polidor com pé metálico, marca Black & Decker, uma Serra eléctrica de madeiras, de cor amarela, sem marca, uma broca mecânica, com referencia N39E, com motor, de cor amarela, um aparelho de soldar com botija, de marca CEBORA, um aparelho de soldar, sem marca visível, de cor amarela, um aparelho de soldar, sem marca vi- sível de cor azul, um Gerador de electricidade a gaso- lina, marca PRAMAC FX 5000, 1aspirador industrial eléctrico, marca ELSEA, uma balança de contrapeso, sem marca, de cor verde. Com o valor mínimo de venda para o lote no seu conjunto é de e 470,00 (quatrocentos e setenta euros) LOTE N.º 39 (Nas Estantes) Composto por placas de contraplacados de diversas medidas e de chapas em metal e viroc, tubos flexíveis, de cor cinzenta, material sanitário diverso, composto por banheiras, lavatórios, sanitas, azulejos e bidés, tubos plásticos de cores e tamanhos diversos, tampas diversas de ferro fundido, duas Paletes de grelhas em ferro fundido, uma Palete de tampas de ferro fundi- do, caixas colectoras para esgotos e águas pluviais, de tamanhos diversos, em PVC, caixas de pavimento flutuante e placas de cortiça, latas de produtos para tratamentos e pinturas da marca HEMPELS, 10 rolos de tela asfáltica “IMPERALUM”, sacos e baldes de ar- gamassas e cimento diversos, em estado de provável inutilização, 20 grampos metálicos para a cofragem, vários modelos e feitios de lava-louças em inox, 30

portas em madeira/ contraplacado sem acabamentos,

3 rolos de isolamento para chão, gavetas em PVC de

tamanhos diversos, mosaicos de diferentes fabrican-

tes, cores, tamanhos e motivos (restos de colecções), acessórios (tubagens, chaminés, cotovelos), em inox,

6 Depósitos de água em fibra de vidro, 5 acessórios

em aço para WC de deficientes e 2 urinóis, sancas em esferovite. Com o valor mínimo de venda para o lote no seu conjunto é de e 6.000,00 (seis mil euros) LOTE N.º 40 (No Armazém III) Composto por material de canalização em PVC, de ligações diversas, canalização e acessórios em ferro fundido, materiais diversos em peças, em plástico e ferro, num caixote de madeira, material para sinalé- tica de estradas em dois caixotes de madeira, posta-

letes e peças de plástico reflector, andaimes, novos e usados, rolos de tela de isolamento “FONDALINE”,

1 Depósito para abastecimento de combustíveis, com

bomba e contador sem marca, 1 Grua de oficina, marca CLACA, modelo G1000 - 1000Kg, 4 tampas metálicas (ferro fundido) para caixas de visita de elec- tricidade, 14 tampas em metal galvanizado, tampas em ferro fundido, com aros de diversas formas e ta- manhos, para esgotos e electricidade, prumos ou es- ticadores em metal amarelo, 1 Balde de transporte de betão em metal amarelo, placas e rolos de isolamen- tos diversos, tecido geotextil, lã de vidro e esferovite, diversas tubagens plásticas, flexíveis, 1 Máquina de soldar, avariada, marca Lincoln Idealarc 250, moldes em ferro para produção de manilhas, com diversos tamanhos, tubagem pertencente à bomba de betão, material de sucata diversa, em metal plásticos e ma- deiras, tubos em alumínios, com diferentes secções, cadeiras com grelha de metal, de diversas medidas. Com o valor mínimo de venda para o lote no seu conjunto é de e 8.035,00 (oito mil e trinta e cinco euros).

LOTE N.º 41 (No Armazém III) Um empilhador, marca ANG, a gasóleo, sem n.º de sé- rie. Com o valor mínimo de venda é de e 2.500,00 (dois mil e quinhentos euros) LOTE N.º42 (No Armazém III) Uma pá carregadora, marca CAT 908, com o n.º de série CJS 19902. Com o valor mínimo de venda é de e 10.000,00 (dez mil euros). LOTE N.º 43 (No Armazém III) Uma retroescavadora, marca NEWHOLLAND, com o n.º de série 031036844. Com o valor mínimo de venda de e 15.000,00 (quinze mil euros). LOTE N.º 44 (No Armazém III) Um cilindro vibrador marca BOMAG, BW 100 ADM- 2. O valor mínimo de venda de e 2.500,00 (dois mil e quinhentos euros). LOTE N.º 45 (No Armazém III) Uma mini - carregadora, marca CAT 226B, com o n.º CAT0226BKM, JH05608. Com o valor mínimo de venda de e 4.000,00 (quatro mil euros). LOTE N.º 46 (No Armazém III) Um compressor de marca INGERSOLLAND. Com valor mínimo de venda de e 250,00 (duzentos e cinquenta euros). LOTE N.º 47 (No Armazém III) Um helicóptero sem marca visível. Com o valor míni- mo de venda é de e 750,00 (setecentos e cinquenta euros).

LOTE N.º 48 (No Armazém III) Composto por uma placa vibratória, sem marca visí- vel. O valor mínimo de venda é de e 100,00 (cem euros).

(Conclui na página seguinte)

| 16 | pUbLIcIDADe

21.jan.2016 DIÁRIO INSULAR

INSOLVÊNCIA DE COTAÇOR - Construções Santos dos Açores, S.A.

VENDA DE BENS

Comarca dos Açores Angra do Heroísmo – Instância Central – 2ª Secção Cível e Criminal – J1 Proc. n.º 547/15.4T8AGH

(Conclusão da página anterior)

LOTE N.º 49 (Armazém III)

Um gancho de paletes em ferro de 2000kg. Com o

valor mínimo de venda de e 250,00 (duzentos e cinquenta euros).

LOTE N.º 50 (No Armazém III) Composto por um sistema de produção de blocos semi-artesanal, betoneira, tapete, tabuleiros, formas e máquina. Com o valor mínimo de venda de e 7.500,00 (sete mil e quinhentos euros). LOTE N.º 51 (No Armazém III)

Um compressor de marca BAIMA de 500 litros.Com

o valor mínimo de venda de e 250,00 (duzentos e cinquenta euros). LOTE N.º 52 (No Armazém III)

Um compressor sem marca de 200 litros. Com o va-

lor mínimo de venda de e 150,00 (cento e cinquen- ta euros).

LOTE N.º 53 (No Armazém III) Composto por uma bomba de betão, marca SCHWING, modelo 123 DB, tipo BP, 800 HDR, n.º máquina 105391, de 2002. Com o valor mínimo de venda para o lote no seu conjunto é de e 20.000,00 (vinte mil euros). LOTE N.º 54 (No Armazém IV)

Composto por uma máquina afiadora de tintas, mar- ca HEMPEL, com misturadora e compressor, por su- cata de produtos informáticos (monitores, computa- dores, impressoras e teclados), tintas e vernizes, de referência diversas. Com o valor mínimo de venda para o lote no seu conjunto é de e 600,00 (seiscen- tos euros). LOTE N.º 55 (Na Carpintaria) Composto por uma máquina lixadora de tacos de marca FSR20 Super, uma máquina lixadora de tacos de marca RANDMEISTER, 6 bancadas de marceneiro

em

madeira, uma serra circular, marca DEWALT, de

cor

amarela (imobilizado 1ª), uma máquina ou serra

circular de marca DEWALT, uma lixadora fixa, mar- ca MECÂNICA DE BOAVISTA, com n.º 1749, uma

máquina furadora, marca MILOR, com o n.º 7417, uma máquina furadora, marca MIDA, do ano de

1985, serie n.º 26202, uma tupia “Máquinas Pinhei-

ro” 1982, série n.º 292,uma serra, de marca MIDA

SCE 3.2, 1992, série n.º 35088, uma serra circular, marca “ Fundições Cegonheira”, sem n.º de série, uma máquina, de marca CORAL, modelo Handy 2, n.º 302, do ano de 1996, uma tupia, marca MIDA G5, 1989, série n.º 31641, uma desengrossadora, marca MIDA D5, do ano de 1986, com o n.º de série P7404, uma máquina, marca CORAL, modelo Handy 2, n.º 302, de 1996, um berbequim fixo, marca DEILLING MACHINE, modelo TT13, do ano de 1991, com n.º de série 361151, uma lixadora, marca MIDA, modelo

CL 1100, com o n.º de série MM 30270, do ano de

1996, um compressor, de marca BALMA 200, uma máquina de carpintaria, marca MIDA, modelo M220, do ano de 1996, n.º de série 37270, um torno pantó- grafo (copiador), marca FRAMA, modelo TC 1500,

sem n.º de série, do ano de 1996, uma serra fixa, mar- ca DEWALT, sem n.º de série, uma máquina, marca NOVAMAC, modelo CP 28, um sistema de aspiração central, marca FACIDA, composto por tubos, moto- res e filtros (completo), madeiras diversas e 4 máqui- nas amoladoras de ferramentas, sem marca visível. Com o valor mínimo de venda para o lote no seu conjunto é de e 28.420,00 (vinte oito mil quatro- centos e vinte euros). LOTE N.º 56 (Na Fábrica de Blocos) Um cilindro compactador da marca BITELLI, do ano de 1996. Com o valor mínimo de venda de e 4.000,00 (quatro mil euros). LOTE N.º 57 (Na Fábrica de Blocos) Uma escavadora da marca KOMATSU PC240LC, do ano de 1999. Com o valor mínimo de venda de e4.000,00 (quatro mil euros). LOTE N.º 58 (Na Fábrica de Blocos) Um empilhador marca MANITUR 1432 rotativos, do ano de 2002. Com o valor mínimo de venda de e2.000,00 (dois mil euros). LOTE N.º 59 (Na Fábrica de Blocos) Um compressor da marca INGERSOL RAND 180WD, do ano de 2002. Com o valor mínimo de venda de e 250,00 (duzentos e cinquenta euros). LOTE N.º 60 (Na Fábrica de Blocos) Um Semi-reboque da marca FOZTREILAS, matrícula C-18936, do ano de 2002. Com o valor mínimo de venda de e 1.500,00 (mil e quinhentos euros). LOTE N.º61 (Na Fábrica de Blocos) Uma betoneira de 300 litros do ano de 2002. Com o valor mínimo de venda de e 500,00 (quinhentos euros).

mínimo de venda de e 9.100,00 (nove mil euros).

CONDIÇÕES DE VENDA:

1. As propostas deverão ser remetidas para o escri-

tório do Administrador de Insolvência, sito na Rua Major Leopoldo da Silva, n.º 24, 1.º Dto, 3510 -123 Viseu, impreterivelmente até 15.02.2016, podendo ainda ser aceites propostas entregues em mão no dia, hora e local de realização da abertura de propostas.

2. As propostas devem ser remetidas ou entregues

em envelope fechado, dirigido ao Administrador de Insolvência, devendo ainda constar no envelope a seguinte referência: “Insolvência de Cotaçor, S.A. - Proc. n.º 547/15.4T8AGH - proposta de aquisição”.

3. As propostas terão de conter no seu interior, sob

pena de serem excluídas, os seguintes elementos:

nome do proponente ou denominação social, mora- da, NIF/NIPC, telefone, identificação do processo, o valor oferecido por extenso e deverão ser acompa-

nhadas de cheque visado/bancário à ordem da “mas- sa insolvente de Cotaçor, S.A., no valor de 5% do

valor mínimo anunciado, ou de garantia bancária no mesmo valor (artigo 824º, n.º 1 do C.P.C.).

4. As propostas serão abertas na sede da insolvente

sita no Caminho de Baixo – Angra do Heroísmo no

dia 18.02.2016, pelas 11h00m, podendo estar pre- sentes os proponentes.

5. A adjudicação dos bens será feita à proposta de

maior valor, igual ou superior ao valor mínimo anun-

ciado; No caso de serem feitas propostas para mais do que um lote, as mesmas deverão identificar o valor especificado para cada um dos lotes; Nas propostas conjuntas, o Administrador de Insolvência reserva-se

LOTE N.º 62 (Na Fábrica de Blocos)

Dois geradores do ano de 2003. Com o valor mínimo de venda de e 500,00 (quinhentos euros).

direito de aceitar apenas as propostas para os lotes cujos valores sejam iguais ou superiores aos míni- mos anunciados. Havendo propostas de igual valor,

o

LOTE N.º 63 (Na Fábrica de Blocos)

e

sem prejuízo do disposto no art. 164º, n.º 2, 3 e 4

Uma talocha JEONIZ JIT 36 do ano de 2003. Com o valor mínimo de venda de e 10,00 (dez euros.)

do CIRE, proceder-se-á a uma licitação apenas entre esses proponentes.

LOTE N.º 64 (Na Fábrica de Blocos)

6.

Após a aceitação de qualquer das propostas os bens

Uma grua, marca POTIAN IGO21 do ano de 2005.

moveis, o proponente deverá efectuar o pagamento

Com o valor mínimo de venda de e 1.700,00 (mil e setecentos euros).

do restante preço no prazo de 5 (cinco) dias, por che- que visado/ bancário ou transferência bancária.

LOTE N.º 65 (Na Fábrica de Blocos)

7.

Após a aceitação das propostas para os bens imó-

Um graneleiro da marca FELDBINDER 34.3 com mo-

veis, o proponente deverá reforçar o pagamento com

tor, do ano de 2005. Com o valor mínimo de venda de e 1.000,00 (mil euros). LOTE N.º 66 (Na Fábrica de Blocos)

mais 25% do valor e celebrar contrato-promessa, sen- do o restante do preço pago no ato da escritura de compra e venda. O disposto neste número não afecta

Uma escavadora, marca CATERPILLAR, modelo

o

regime do artigo 164.º, n.º 4 do CIRE.

M316C, com rodas, do ano de 2005. Com o valor

8.

Aos preços dos bens móveis acresce IVA à taxa le-

mínimo de e 15.000,00 (quinze mil euros).

gal aplicável.

LOTE N.º 67 (Na Fábrica de Blocos)

9.

Aos preços dos bens imóveis acresce por conta do

Um compactador da marca WACKER, do ano de

comprador, os impostos devidos e as despesas com a

2005. Com o valor mínimo de venda de e 500,00

(quinhentos euros). LOTE N.º 68 (Na Fábrica de Blocos) Um trator de rastos da marca KOMATSU, modelo D41E, do ano de 2006. Com o valor mínimo de ven-

da de e 3.000,00 (três mil euros). LOTE N.º 69 (Na Fábrica de Blocos)

Uma grua da marca POTIAN IGO 22, do ano de

2007. Com o valor mínimo de e 10.000,00 (dez mil

euros).

LOTE N.º 70 (Na Fábrica de Blocos)

Uma retro-escavadora CATERPILLAR, do ano de

2008. Com o valor mínimo de venda de e 15.000,00

(quinze mil euros). LOTE N.º 71 (Na Fábrica de Blocos) Um equipamento informático, um equipamento ele- tromecânico, um silo de cimento, uma central de Be- tão e diversos moldes de Blocos e Pavê. Com o valor

venda, incluindo escritura e registos.

10. O Administrador de insolvência reserve-se ainda

o direito de não aceitar qualquer proposta, mesmo

que de valor superior ao mínimo anunciado.

11. Os bens encontram-se na posse do administrador

da insolvência, Dr. Rui Nunes Dias da Silva, e serão mostrados no dia 17.02.2016 a partir das 09h00m, na sede da devedora sita no Caminho de Baixo – An- gra de Heroísmo. 12. Para qualquer informação deverá contactar pelo telefone: 232 431 431/0 Fax: 232 431 435, através do e-mail: silvarui.ai@gmail.com ou do facebook: https://www.facebook.com/profile.

php?id=100011132851080

O Administrador de Insolvência, Rui Nunes Dias da Silva

120

DIÁRIO INSULAR 21.jan.2016

DeSpORtO | 17 |

CaMPEOnaTO DE FUTEBOL DOS aÇORES

Dois em casa e um fora para o trio terceirense

fotografia pedro alves/di

e um fora para o trio terceirense fotografia pedro alves/di BARREIRO E VILANOVENSE procuram tirar dividendos

BARREIRO E VILANOVENSE procuram tirar dividendos do importante fator casa

Vilanovense – Sporting de Guadalupe, Barreiro – Prainha e Vitória – Lusitânia na ementa da 17.ª jor- nada, marcada para sábado, a partir das 15:00.

A

17.ª (penúltima) ronda da pri-

(campo do Vitória do Pico), Spor-

meira fase do Campeonato de Fu- tebol dos Açores/Liga Meo Açores

ting de Guadalupe – Vitória do Pico (campo de jogos do Guadalupe) e

concretiza-se sábado, a partir das 15:00, estando em exibição os pré- lios que aqui deixamos:

Lusitânia – Vale Formoso (estádio João Paulo II).

Marítimo da Graciosa – São Roque (estádio municipal de Santa Cruz

CLASSIFICAÇÃO

Recordamos o ordenamento da ta-

da

Graciosa), Vitória do Pico – Lu-

bela da classificação geral (todas as

sitânia (campo do Vitória do Pico), Vilanovense – Sporting de Guadalu-

equipas com 16 embates concretiza- dos): 1.º Rabo de Peixe 32 pontos, 2.º

pe

(campo de jogos da Vila Nova),

Lusitânia 31, 3.º Prainha 26, 4.º Spor-

Barreiro – Prainha (campo de jogos

ting de Guadalupe 25, 5.º Marítimo

do

Barreiro) e Vale Formoso – Rabo

25, 6.º Barreiro 22, 7.º Vale Formoso

de

Peixe (complexo desportivo das

18, 8.º São Roque 18, 9.º Vitória do

Furnas). Diga-se, a propósito, que a 18.ª (úl- tima) jornada acontece no dia 31 de janeiro, com início às três da tarde, obedecendo ao ramalhete que aqui deixamos:

Pico 16, 10.º Vilanovense 10. Diga-se ainda que o sorteio da se- gunda fase do Campeonato de Fu- tebol dos Açores está agendado para cinco de fevereiro, a partir das 19:30, no auditório da sede da As-

São Roque – Vilanovense (campo de jogos de São Roque), Rabo de Peixe – Barreiro (campo do Bom Jesus), Prainha – Marítimo da Graciosa

sociação de Futebol de Ponta Del- gada – entidade responsável pela organização do referido quadro competitivo.

LIGA 2 REDUZIDA

O presidente da Liga, Pedro Pro- ença, esteve, esta semana, reunido com o presidente da comissão de clubes da Liga 2 (Segunda Liga de Honra), José Godinho, por causa do quadro competitivo da Liga 2, tendo sido analisadas várias mudanças. Assim, avança o diário desportivo “A Bola”, para a próxima época a Liga 2 vai ser reduzida para 22 equipas e dentro de duas épocas para 20, havendo a possibilidade de passarem a existir apenas 18 equi- pas dentro de três anos, mas isso vai depender de um novo diagnós- tico e de um acompanhamento da evolução da competição. Depois, poderá ser criado um play- off entre o terceiro classificado da Liga 2 e o antepenúltimo da Liga, onde iria ser discutido o acesso ao escalão principal, mas ainda não é certo, visto que é preciso o acordo com os clubes da Liga. Em relação ao mínimo de jogadores sub-23 e formados localmente na fi- cha de jogo ainda será preciso ser definido, porque foi aprovado na generalidade, mas terá de ser apro- vado na especialidade em assem- bleia-geral.

de ser apro- vado na especialidade em assem- bleia-geral. CORRIDaS EM PaTInS Campeonato de ilha na

CORRIDaS EM PaTInS

Campeonato de ilha na Zona Verde

A Associação de Patinagem da Ilha

Terceira realiza no próximo sába-

do, dia 23 de janeiro, a partir das 14:30, na designada Zona Verde da Praia da Vitória, a segunda jornada do Campeonato da Ilha Terceira de Patinagem de Velocidade, época desportiva 2016.

O mega acontecimento obedece, en-

tão, ao seguinte calendário de pro- vas de estrada:

Infantis Femininos e Masculinos:

500 metros velocidade e 1000 me- tros linha. Cadetes Femininos e Masculinos: 500 metros velocidade

e 3000 metros linha. Seniores Fe-

mininos e Masculinos: 500 metros velocidade e 5000 metros linha.

e Masculinos: 500 metros velocidade e 5000 metros linha. jUDO treino associativo no próximo sábado A

jUDO

treino associativo no próximo sábado

A Associação de Judo da Ilha Ter-

ceira (AJIT), liderada por Mário Coelho, leva a efeito no próximo sábado, dia 23 de janeiro, na sala de judo do complexo desportivo da escola Tomás de Borba, em São Carlos, entre as 10:00 e as 12:00, um treino associativo, aberto aos escalões etários de juvenis e cade- tes. Trata-se de mais uma iniciativa da AJIT, englobada no plano de de- senvolvimento da prestigiada mo- dalidade.

no plano de de- senvolvimento da prestigiada mo- dalidade. FUTEBOL Angra vence Interassociações A equipa

FUTEBOL

Angra vence Interassociações

A equipa representativa da Associa-

ção de Futebol de Angra do Heroís- mo conquistou, no passado fim de semana, o Torneio Interassociações de sub17, evento que decorreu nas Capelas, ilha de São Miguel. Atendendo à ameaça do furação

Alex, a prova apenas se disputou a uma só volta. Angra do Heroísmo

e Ponta Delgada empataram a zero

bolas. Tudo se decidiu na diferença de golos, com Angra a golear a Hor-

ta por 4-0 e Ponta Delgada a bater

os faialenses por 2-1. Deste modo, Angra do Heroísmo to- talizou quatro pontos (2J1V1E0D, 4-0 em golos). Logo a seguir aparece Ponta Delgada, igualmente com qua-

tro pontos (2J1V1E0D, 2-1 em golos).

A Horta fechou a tabela com zero

pontos (2J0V0E2D, 1-6 em golos).

igualmente com qua- tro pontos (2J1V1E0D, 2-1 em golos). A Horta fechou a tabela com zero

| 18 | DeSpORtO

21.jan.2016 DIÁRIO INSULAR

SEGUnDa DIVISÃO DE FUTSaL – SÉRIE aÇORES

Terceirenses atuam dentro de portas

fotografia pedro alves/di

atuam dentro de portas fotografia pedro alves/di MATRAQUILHOS FC reparte liderança da prova com o Clube

MATRAQUILHOS FC reparte liderança da prova com o Clube Norte Crescente

Materializa-se sábado a 10.ª jornada do Campeonato Nacional da Segun- da Divisão de Futsal Masculino – Sé- rie Açores. As quatro equipas locais presentes neste quadro competitivo atuam todas na ilha Terceira – três na condição de visitadas e uma de visitante. Duelos em cartaz:

CP Porto Judeu – Atalhada FC (16:00, pavilhão do Porto Judeu). Casa da Ribeira – GD Fazendense (16:00, pavilhão da Casa da Ribei- ra). Clube Norte Crescente – CE Vila Franca do Campo (20:00, multiusos de Santo António). Academia dos Biscoitos – Matraquilhos FC (20:00, pavilhão da escola dos Biscoitos). Segunda-feira, a partir das 21:00, no pavilhão do Porto Judeu, efetua-se o prélio em atraso da oitava ronda, entre CP Porto Judeu e GD Fazen- dense. Recuperamos o ordenamento da tabela, cujo comando é repartido por Norte Crescente e Matraquilhos FC com vantagem para os micaelen- ses no confronto direto:

1.º Clube Norte Crescente 24 pon-

tos/9 jogos. 2.º Matraquilhos FC 24/9. 3.º GD Fazendense 15/8. 4.º Casa da Ribeira 12/9. 5.º Atalhada FC 10/9. 6.º CE Vila Franca do Cam- po 7/9. 7.º Academia dos Biscoitos 7/9. 8.º CP Porto Judeu 3/8.

DANÇA DE TREINADORES

Por outro lado, Paulo Brito, ex-trei- nador do GDCP São Brás (entre- tanto rendido no cargo por David Martins, ex-técnico do União Praien- se), passou a integrar esta semana a equipa técnica do plantel sénior do Matraquilhos FC, liderada por Nuno Vieira. Em nota publicada nas redes so- ciais, a direção do grémio da Terra Chã deseja as “boas-vindas” ao novo elemento. Na Casa da Ribeira, conforme demos conta em edições anteriores, Carlos Brasil pediu a demissão, sendo que o seu adjunto, Ernesto Gouveia, ex- treinador do Barbarense, assumiu os destinos da equipa que milita na Se- gunda Divisão – Série Açores.

treinador do Barbarense, assumiu os destinos da equipa que milita na Se- gunda Divisão – Série

publiCidade

treinador do Barbarense, assumiu os destinos da equipa que milita na Se- gunda Divisão – Série

DIÁRIO INSULAR 21.jan.2016

 

ANGRA NATUR

PRAIA NATUR Rua Comendador F. J. Barcelos, BL 1, nº 6 (Em frente aos Bombeiros

PRAIA NATUR

Rua Comendador F. J. Barcelos, BL 1, nº 6 (Em frente aos Bombeiros da Praia) TF: 295 512 319 - TM: 924 128 414 9760 – 587 - Praia da Vitória

Rua do Galo nº 146 (Junto aos Bombeiros de Angra) Tf: 295 218 844 TM: 910 474 376 9700 – 091 - Angra do Heroísmo

Dr. Gonçalves ferreira

   

Manuel ferreira vieira

Licenciado em Medicina e Cirurgia. Diretor de Investigaçãona área da Fitologia - PLantas. Professor na Universidade Lusófona

Homeopatia, naturopatia, Iridologia e Fitologia Osteopatia Estrutural e traumatologia Radiónica

Consultas – 2 e 3 de Fevereiro

Dias 31 de Janeiro e 01 Fevereiro

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Carlos Carvalho

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Os serviços da Vice-Presidência do Governo permanecerão abertos no dia 24 de janeiro a partir das 07h00min e durante todo o desenrolar do ato eleitoral, a fim de prestar às assembleias e secções de voto, às autarquias envolvidas, bem como aos cidadãos em geral todo o apoio que lhes for solicitado. Estarão disponíveis os telefones 295 402 300/ 309/330 Poderão ser colocadas quaisquer questões para o seguinte endereço eletrónico vpgr.droap@azores.gov.pt

(Informação do Governo regional através da vice-Presidência do Governo Direção regional de organização e administração Pública)

121

regional de organização e administração Pública) 121 pUbLIcIDADe | 19 Diário Insular - 21.01.2016 - 1.ª
regional de organização e administração Pública) 121 pUbLIcIDADe | 19 Diário Insular - 21.01.2016 - 1.ª

pUbLIcIDADe | 19

Diário Insular - 21.01.2016 - 1.ª Publicação

tRIbUNAL JUDIcIAL DA cOmARcA DOS AçOReS

ANgRA DO HeROíSmO - I NSt. LOcAL - SecçãO cRI mINAL - J1

processo: 1011/11.6pBaGh processo Comum (tribunal singular) n/referência: 41874989

anúnCio

O Mm° Juiz de Direito Dr. Rafael Gustavo

Resende Lima Azevedo - Angra do Heroís- mo - Inst. Local - Secção Criminal - J1 - Co- marca dos Açores:

Faz saber que no Processo Comum (Tribunal Singular), n.° 1011/11.6PBAGH, pendente neste Tribunal contra o arguido Paulo Henri- que Ferreira da Silva filho de José Juari Fer- reira da Silva e de Maria de Lourdes da Silva, natural de: Brasil; nascido em 10-03-1973, BI - 15925494 domicílio: Barraca - Estaleiro da Tecnovia, Vila de São Sebastião, 9700-000 An- gra do Heroísmo, por se encontrar acusado da prática do crime: 1 crime(s) de Detenção de

arma proibida, p.p. pelo art.° 86°, n° , da Lei 5/2006, de 23 de Fevereiro, praticado em 16-

12-2011;

foi o mesmo declarado contumaz, em 16-12-

2015, nos termos do art.° 335° do C. P. Penal.

A declaração de contumácia, que caducará

com a apresentação do arguido em juízo ou com a sua detenção, tem os seguintes efeitos:

a) a suspensão dos ulteriores termos do

processo,

b) a anulabilidade dos negócios jurídicos

de natureza patrimonial celebrados poste- riormente à mesma, c) a proibição de obtenção, junto de quais- quer serviços da Administração Pública

central, regional ou local, de certidões, re- gistos, passaporte, cartão de cidadão, carta de condução ou outros documentos e

d) a imediata passagem de mandado de de-

tenção do arguido (art. 337°, n° 1 do CPP) Angra do Heroísmo, 12-01-2016.

O Juíz de Direito,

Dr. Rafael Gustavo Resende Lima Azevedo

A Escrivã Adjunta

Maria Augusta Crespo

119

aGraDeCiMento

Eu Soraia Ferreira venho por este meio agradecer ao Dr. Angelo médico Pneumo- logista e a todos os demais senhores en- fermeiros, auxiliares e restante equipa do Serviço T3 de internamento do Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira, pelo ca- rinho e tratamento dispensado a meu pai Sr. Fernando da Silva Lemos. Deus abençôe a todos,

117

Ilha Terceira, pelo ca- rinho e tratamento dispensado a meu pai Sr. Fernando da Silva Lemos.

| 20 | DeSpORtO

21.jan.2016 DIÁRIO INSULAR

GLOBaL DRESSaGE FESTIVaL EM EQUITaÇÃO

Roberto Brasil com nova prestação de qualidade

EQUITaÇÃO Roberto Brasil com nova prestação de qualidade ROBERTO BRASIL com percurso verdadeiramente notável nos

ROBERTO BRASIL com percurso verdadeiramente notável nos Estados Unidos da América

Jovem cavaleiro terceirense, radicado nos Estados Unidos da América, obteve um terceiro e um segun- do lugares na magna prova realizada na Flórida.

O cavaleiro terceirense Roberto

Brasil, radicado nos Estados Uni- dos da América, esteve em plano de destaque na primeira jornada do prestigiado Global Dressage Festi- val, evento que decorreu durante o

passado fim de semana, na Flórida.

No sábado, dia 16, Roberto Brasil

alcançou um meritório terceiro lu-

gar, com o registo de 67.5 pontos, classificação que melhorou no do- mingo, dia 17, na designada small tour, com o segundo posto obtido, então com 66.9 pontos averbados.

“O cavalo utilizado nesta competi-

ção foi o Lomé, ou Avi, como lhe chamamos. A proprietária e patro- cinadora deste projeto é a Karen Blank. É importante referir que, sem ela, nada disto seria possível e, como tal, estou-lhe sobremanei- ra grato”, sublinha, agradecido, em declarações a DI, o jovem cavaleiro

das ilhas de bruma. “Estou muito contente com a mon- tada neste que foi o terceiro concur- so do Lomé comigo, em small tour e numa pista tão exigente como a do global. Isto com um furacão de vi- sita hoje de manhã [domingo] que quase cancelou o concurso. Não podia estar melhor e sei que é pos- sível, muito em breve, pontuar 70 com ele. Creio que, limadas peque- nas arestas, estarei nos 70 pontos”, acrescenta, visivelmente otimista.

CRESCIMENTO

Roberto Brasil não se cansa de elo- giar as qualidades da montada, daí apontar a um futuro cada vez mais risonho. “O cavalo esteve simplesmente ex- traordinário, embora seja verdade que tivemos um pequeno erro nas passagens de mão hoje [domingo]

e isso afastou-nos do primeiro lugar por menos de um ponto de diferen- ça. Porém, como se costuma dizer, por um ponto se ganha e por um ponto se perde. O que importa des- tacar é que estou muito contente com ele. Aliás, é um cavalo que ain- da tem muito para dar”, reconhece.

FORMAÇÃO

Olhando para os projetos a curto prazo, Roberto Brasil vai estar cerca

de um mês em Nova Iorque, voltan- do posteriormente ao quartel-gene- ral instalado na Flórida. “Agora, vou estar em Nova Iorque a dar formação durante quatro sema- nas. Depois, volto novamente para a Flórida com o intuito de preparar as competições que se avizinham. É um desafio bastante exigente, mas, ao mesmo tempo, aliciante”, rema- ta, pleno de expetativas, o nosso interlocutor.

rema- ta, pleno de expetativas, o nosso interlocutor. CAVALEIRO TERCEIRENSE destaca “importante apoio” da
rema- ta, pleno de expetativas, o nosso interlocutor. CAVALEIRO TERCEIRENSE destaca “importante apoio” da

CAVALEIRO TERCEIRENSE destaca “importante apoio” da patrocinadora Karen Blank

DIÁRIO INSULAR 21.jan.2016

pUbLIcIDADe | 21 |

Missa do 7º dia maria teodora meneses machado A família manda rezar uma missa de

Missa do 7º dia maria teodora meneses machado

Missa do 7º dia maria teodora meneses machado A família manda rezar uma missa de sufrágio,

A família manda rezar uma missa de sufrágio, por alma da sua ente querida, no dia 23 de Janeiro, pe- las 18H15, no Santuá- rio de Nossa Senhora da Conceição. Desde já agradecem a todas as pessoas que queiram assistir a esta Celebração Eucarística.

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Missa do 38º aniVersário manuel basílio da costa A filha e netos man- dam rezar

Missa do 38º aniVersário

manuel basílio da costa

Missa do 38º aniVersário manuel basílio da costa A filha e netos man- dam rezar uma

A filha e netos man- dam rezar uma missa de sufrágio, por alma do seu ente querido, no dia 22 de Janeiro, pelas 18H15, no Santuário de Nossa Senhora da Con- ceição. Desde já agradecem a todas as pessoas que queiram participar nesta Celebração Eucarística.

122

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Terceirense | Raúl Martins | Rua do Cota - Fontinhas Missa do 7º dia rosa maria
Missa do 7º dia rosa maria borges almeida rosado Marido e filhos mandam rezar uma

Missa do 7º dia

rosa maria borges almeida rosado

Marido e filhos mandam rezar uma missa de sufrágio, por alma da sua ente querida, no dia 22 de Janeiro, pelas 18H15, no Santuário de Nos- sa Senhora da Con- ceição.

Desde já agrade- cem a todas as pessoas que queiram assis-

tir a esta Celebração Eucarística.

116

da Con- ceição. Desde já agrade- cem a todas as pessoas que queiram assis- tir a

agradeciMento

rosa maria borges almeida rosado

Marido e filhos, vem por este meio mui- to reconhecidamente agradecer a equipa médica, enfermeiros e auxiliares do Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira, por todo o carinho e apoio pres- tado a sua ente querida aquando o seu iternamento naquela unidade hospitalar. De igual modo agradecem a todas as pes- soas que os acompanharam no funeral, en- viaram flores, telefonaram ou que por outra forma lhes manifestaram sentimentos de pe- sar. A todos bem hajam.

116

en- viaram flores, telefonaram ou que por outra forma lhes manifestaram sentimentos de pe- sar. A

oraÇÃo ao diVino esPÍrito santo

Divino Espírito Santo, Vós que me escla- receis em tudo, Vós que iluminais todos os meus caminhos, para que atinja o meu ideal, Vós que me dais o dom divino de perdoar e esquecer o mal que me fazem e que em todos os instantes da minha vida estais comigo, eu quero neste curto diálogo agradecer-Vos por tudo e confirmar mais uma vez que nunca me quero separar de Vós por maior que seja a ilusão material, não será o mínimo de vontade que sinto de um dia estar Convosco e todos os meus irmãos na Glória Perpétua. Obrigado mais uma vez. A pessoa deverá rezar a oração três dias seguidos sem fazer o pedido. Dentro de três dias alcançará a graça por mais difícil que seja. Publicar assim que receber a graça. Peço desculpa pelo atraso. - M.S. 122

Missa do 7º dia maria osvalda bettencourt fagundes Marido, filhos, noras e netos, mandam rezar

Missa do 7º dia

maria osvalda bettencourt fagundes

Marido, filhos, noras e netos, mandam rezar uma missa de sufrágio, por alma da sua ente querida, no dia 22 de Janeiro, pe- las 18H15, no Santuário de Nossa Senhora da Conceição. Desde já agradecem a todas as pessoas que queiram assistir a esta Celebração Eu- carística.

115

agradeciMento

maria osvalda bettencourt fagundes

Marido, filhos, noras e netos, vem por este meio muito reconhecidamente agrade- cer a todas as pessoas que os acompanharam

no funeral, enviaram flores, telefonaram ou que por outra forma lhes manifestaram sen- timentos de pesar.

A todos muito obrigado. 1115

Missa do 7º dia hernani humberto de melo Filho, nora e neto, mandam rezar uma

Missa do 7º dia

hernani humberto de melo

Missa do 7º dia hernani humberto de melo Filho, nora e neto, mandam rezar uma missa

Filho, nora e neto, mandam rezar uma missa de sufrágio, por alma do seu ente que- rido, no dia 23 de Ja- neiro, pelas 18H00, na Igreja da Sé. Desde já agradecem

a todas as pessoas que queiram participar nesta Celebração Euca-

rística.

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agradeciMento

hernani humberto de melo

agradeciMento hernani humberto de melo Filho, nora e neto vem por este meio mui- to reconhecidamente

Filho, nora e neto vem por este meio mui- to reconhecidamente agradecer a todas as pessoas que os acom- panharam no funeral, enviaram flores, telefo- naram ou que por outra forma lhes manifesta-

ram sentimentos de pesar.

A todos muito obrigado.

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| 22 | pUbLIcIDADe

Consultas de 20 a 27 de Janeiro
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21.jan.2016 DIÁRIO INSULAR

FARMACÊUTICA (F/M) (Part-time) FUNÇÕES (principais): - Gerir o circuito do medicamento; - Coordenar o aprovisionamento,

FARMACÊUTICA (F/M) (Part-time)

FUNÇÕES (principais):

- Gerir o circuito do medicamento;

- Coordenar o aprovisionamento, armazenagem

e gestão dos stocks de medicamentos;

- Controlar a conservação e a distribuição de

medicamentos e outros produtos farmacêuticos;

- Garantir a distribuição dos medicamentos nos diferentes serviços de Internamento;

- Garantir o cumprimento dos requisitos legais

inerentes ao circuito do medicamento;

- Assegurar a eficiente utilização dos recursos postos à sua disposição

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- Licenciatura em Ciências Farmacêuticas;

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Os interessados deverão enviar até ao dia 29/01/2016, Carta de Apresentação, Curriculum Vitae resumido, certificado de habilitações, e comprova- tivo do registo na Ordem dos Farmacêuticos, para:

Instituto S. João de Deus - Casa de Saúde S. Rafael Recursos Humanos Rua Dr. Aníbal Bettencourt, s/n 9700 – 068 ANGRA DO HEROÍSMO ou e-mail:cssr.angra@isjd.pt

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DIÁRIO INSULAR - FIchA TécNIcA: Propriedade : Propriedade: Sociedade Terceirense de Publicidade, Lda., nº. Pessoa Coletiva: 512002746 nº. registo título 101105, Jornal diário de manhã, composição e Impressão:

Oficinas gráficas da Sociedade Terceirense de Publicidade, Lda. Sede: Administração e Redação - Avenida Infante D. Henrique, n.º 1, 9701-098 Angra do Heroísmo Terceira - Açores – Portugal. Telefone: 295401050 | Telefax: 295214246. diarioins@mail.telepac.pt | www.diarioinsular.com | dipublicidade@diarioinsular.com Diretor: José Lourenço. chefe de Redação: Armando Mendes. Redação: Hélio Jorge Vieira, Fátima Martins, Helena Fagundes, Carina Barcelos e Oriana Barcelos. Desporto: Mateus Rocha (coordenador), Luís Almeida, Daniel Costa, José Eliseu Costa e Carlos do Carmo. colaboradores: António Bulcão, João Bosco Mota Amaral, Francisco dos Reis Maduro-Dias, Ramiro Carrola, Luiz Fagundes Duarte, Gustavo Moura, José Guilherme Reis Leite, Eduardo Ferraz da Rosa, António Ventura, António Vallacorba, Diniz Borges, Jorge Moreira, Paulo Gomes, Daniel de Sá, Soares de Barcelos, José Eduardo Machado Soares, Fábio Vieira, Arnaldo Ourique, José Decq Mota, Artur Lima, Cláudia Cardoso, Berto Messias, Luís Couto, José Aurélio Almeida, João Bruto da Costa, Aníbal Pires, Mário Cabral e Luís Filipe Miranda Fotografia: António Araújo, João Costa,Fausto Costa e Pedro Alves. Design gráfico: António Araújo. Agência e Serviços: Lusa. Edição Eletrónica: Rui Azevedo. Sócios-Gerentes com mais de 10% de capital: Paula Cristina Lourenço, José Lourenço, Carlos Raulino, Manuel Raulino e Paulo Raulino. Tiragem desta edição: 3.500 exemplares; Tiragem média do mês anterior: 3.500 exemplares; Assinatura mensal: 13 euros.

desta edição: 3.500 exemplares; Tiragem média do mês anterior: 3.500 exemplares; Assinatura mensal: 13 euros.

DIÁrIo InsUlar 21.Jan.2016

agenDa | 23 |

teleVisÃo

DIÁrIo InsUlar 21.Jan.2016 agenDa | 23 | teleVisÃo RTP-A 13:00 Jornal da Tarde 13:30 RTP3/RTP Açores

RTP-A

13:00 Jornal da Tarde 13:30 RTP3/RTP Açores 17:00 Informação Açores 17:20 Açores Hoje 18:33 Prova das 9 19:25 Tech 3 19:37 Mundo Automóvel 19:40 Campanha Eleitoral - Presidenciais 2016 20:00 Tele- jornal Açores Direto 20:43 Musical 21:50 A Cidade na Ponta dos Dedos 22:00 Açores 24 Estreia 22:55 Hora dos Portugueses Diário 23:08 Bem-vindos a Beirais 23:47 Andar por cá 00:00 RTP3/RTP Açores

Fonte: http://www.rtp.pt/acores

RTP1

05:30 Bom Dia Portugal Direto 09:00 A Praça Direto 12:00 Jornal da Tarde Direto 13:18 Os Nossos Dias 14:00 Agora Nós Direto 17:00 Portugal em Direto Direto 18:00 Campanha Eleitoral - Presidenciais 2016 18:22 O Preço Certo 19:00 Telejornal Direto 19:50 As Palavras e os Atos Direto 20:30 Fatura da Sorte 20:41 The Big Picture 22:37 Bem-vindos a Beirais 22:17 Terapia 22:51 5 Para a Meia-Noite Direto 23:57 Dexter 00:51 Central Parque 01:39 Os Nossos Dias 03:03 Televendas 04:33 Hora dos Portugueses (Diário) 04:46 Online 3 04:58 Manchetes 3

Fonte: http://www.rtp.pt/rtp1

RTP2

06:00 Zig Zag 10:06 Kennedy - 7 Dias na Vida do Presidente 11:35 Vida Selvagem 12:30 Caça ao Polvo 13:00 Sociedade Civil 14:05 A Fé dos Homens 14:37 Euronews 14:58 Zig Zag 19:39 A Teoria do Big Bang 20:00

Jornal 2 Direto 20:41 Campanha Eleitoral - Presidenciais 2016 21:05 Trepalium 22:00 Super Diva - Ópera para Todos 22:55 A Traveler´s Guide to the Planets Estreia 23:50 Rockefeller 30 00:12 No Ar 00:41 Universi- dade Aberta 01:04 Um Crime, Um Castigo 02:00 Sociedade Civil 03:04 Euronews 05:32 Repórter África - 2ª Edição

Fonte: http://www.rtp.pt/rtp2

SIC

05:00 Edição Da Manhã 07:30 A Vida Nas Cartas - O Dilema 09:15 Queridas Manhãs 12:00 Primeiro Jornal 13:40 Dancin Days 15:00 Grande Tarde 17:35 Babilónia 18:00 Tempo De Antena 18:30 Babilónia 18:57 Jornal Da Noite 20:40 Coração D´ouro 21:55 Poderosas 23:00 A Regra Do Jogo 00:00 C.s.i. Las Vegas 00:55 Cartaz Cultural 01:45 Podia Acabar O Mundo 02:35 Televenda

Fonte: http://sic.sapo.pt/

TVI

05:30 Diário da Manhã 09:10 Você na TV! 12:00 Jornal da Uma 13:43 Mundo Meu 15:00 A Tarde é Sua 18:00 Campanha Eleitoral -

Presidenciais201618:27AQuinta:ODesafio

18:58 Jornal das 8 20:40 A Única Mulher 21:55 Santa Bárbara 22:55 A Quinta: O Desafio 23:55 Eureka 00:50 Autores 01:46 Fascínios 02:44 Sonhos Traídos 04:00 TV Shop

Fonte: http://www.tvi.iol.pt/

SPORT TV deSTAqueS

00:00 Sport.tv2 Basquetebol Nba Chicago X Golden State Direto 00:30 Sport.tv4

Golfe Golfing World Magazine 01:40 Sport. tv1 Futebol Taça Da Liga Famalicão X Fc Porto 02:00 Sport.tv4 Golfe European Tour Magazine 05:30 Sport.tv1 Futebol Taça Da Liga Rio Ave X Belenenses 08:00 Sport.tv1 Informação Direto 08:10 Sport.tv1 Futebol Taça Da Liga Leixões X Sc Braga 08:30 Sport. tv4 Golfe Golfing World Magazine 09:30 Sport.tv4 Golfe European Tour Magazine

10:10Sport.tv1InformaçãoDireto12:00Sport.

tv5 Desportos Motorizados Camp. Portugal Karting Resumo 2015 12:20 Sport.tv1 In- formação Direto 15:00 Sport.tv3 Desportos Aquáticos Water Sports World Magazine

15:50Sport.tv1InformaçãoDireto16:00Sport.

tv5 Informação Grelha De Partida 16:15 Sport.tv3 Andebol Camp. Da Europa França X Bielorrússia Direto 17:00 Sport.tv1 Infor- mação Fórum Sport Tv Direto 17:30 Sport. tv5 Desportos Motorizados Wrc Antevisão Rali Monte Carlo 17:30 Sport.tv4 Golfe Pga Tour Magazine 18:00 Sport.tv5 Desportos Motorizados Wrc Rali Monte Carlo Se1 Entrevaux Rouaine Direto 18:00 Sport.tv4 Golfe Pga Tour Careerbuilding Challenge Direto 18:00 Sport.tv1 Futebol Taça Do Rei Valência X Las Palmas Direto 18:30 Sport. tv3 Andebol Camp. Da Europa Macedónia X Croácia Direto18:45Sport.tv2Basquetebol Euroliga Real Madrid X Barcelona Direto

18:50Sport.tv1InformaçãoDireto19:00Sport.

tv5 Futebol Taça Do Rei Sevilha X Mirandés

Direto19:10Sport.tv3InformaçãoDireto19:50

Sport.tv5 Informação Direto 21:00 Sport.tv1 Informação Últimas Notícias Direto

Fonte: http://www.sporttv.pt/

informações

Notícias Direto Fonte: http://www.sporttv.pt/ informações teleFones úteIs Nº. de emergência 112 Hospital

teleFones úteIs Nº. de emergência 112

Hospital Angra295 40 32 00/295 24 00 00

Nota: Informações sobre os doentes internados, horá- rios de consultas e de visitas e todos os assuntos res- peitantes ao funcionamento do Hospital, das 09h00 às 17h00

Praia 295 540 970 / 295 545 000

Taxis Alto das Covas 295 212 404 - 295 213 088 Ladeira S. Francisco 295 212 004 - 295 212 005 Praia da Vitória 295 512 654 - 295 512 092 Juncal 295 512 151

Visitas Farol das Contendas Às quartas-feiras » Hora de inverno - 13.30 às 16.30

CInemas Centro Cultural de Angra do Heroísmo

“CREED: O LEGADO DE ROCKY” 2D

22 a 25 de janeiro, 21h00

Auditório do Ramo Grande “NO CORAÇÃO DO MAR”

22 e 23 de janeiro, 21h00

Ambulâncias Angra do Heroísmo 295 204 112 Praia da Vitória295 540 220

Polícia Angra 295212022 / Praia 295545480 Lajes 295512021 / Biscoitos 295908710

Polícia Marítima Angra do Heroísmo e Praia da Vitória 295 542 500 / 912 344 795

Brigada Fiscal da GNR Angra 295 206 970 / Praia 295 545 380 Lajes 295 512 139

Bombeiros Angra 295 204 110 / 295 212 333 Praia da Vitória 295 540 220

FarmÁCIas De serVIÇo Angra do Heroísmo | Bettencourt Nunes Praia da Vitória | Silva

Fonte: (Associação Nacional das Farmácias ) http://www.anf.pt/

taP PortUgal | 295 540 047 Partidas lisboa: 11h55/19h00 - Boston: 11h30 sata aIr-aÇores | 295 540 047 Partidas: 07h30, 12h30, 13h50, 18h10, 19h05 Ponta Delgada; 15h30, 16h20 graciosa; 11h50, 16h05 Hor- ta; 10h30, 17h15 Pico; 08h35, 16h30 s. Jorge.

transPortes terrestres E.V.T. Ldª. 295217001/2/3/4

gaBInete ConsUlta JUríDICa 2ªF, 4ªF e 6ªF | 12h30 > 14h00 3ºF e 5ªF | 17h30 > 18h30 Centro Cultural de Angra 295 215 622

mIssas Durante a Semana Angra 09:00 sé; 18:00 são Pedro; santa luzia

e são Bento; 18:15 santuário da Conceição; 18:00 são gonçalo.

Praia a cada dia 13, às 10H00 ermida santa luzia da Praia; 3ª a 5ª feiras às 10H00 igreja de são José; 2ªF, 3ªF, 4ªF e 5ªF - 10:00 matriz; 09:00 6ªF santo Cristo; 3ªF 11h30 - 5ªF 09h00 igreja do Coração imaculado de maria - Biscoitos; 19h00 4ªF e 6ªF igreja de s. Pedro - Biscoitos.

serVIÇos relIgIosos - igreja evangélica Baptista Angra Domingos - rua Jacinto Cândido, 3. 19:30 Culto Q. - Feira estudo Bíblico e oração. Praia Domingos - rua da estrela, 41 11:30 Culto

-

www.iebpv.org.

meteorologia

da estrela, 41 11:30 Culto - www.iebpv.org. meteorologia grUPo oCIDental   CORVO FLORES   5.5-6

grUPo oCIDental

 
CORVO
CORVO
CORVO
CORVO

CORVO

FLORES  
FLORES  

FLORES

 

5.5-6 METROS

40/65 KM/H

Céu muito nublado, com abertas ao longo da tarde. Períodos de chuva, passando a aguaceiros. Vento sudoeste/oeste FORTE (50/65 km/h) com rajadas até 90 km/h, rodando para oeste e tornando-se fresco (30/40 km/h). Mar ALTEROSO, tornando-se cavado. Ondas sudoeste de 4,5 a 5 metros, passan- do a oeste e aumentando 5,5 a 6 metros.

sta CrUz Das Flores Água do mar 16ºC

sta CrUz Das Flores Água do mar 16ºC 15ºC 17ºC

15ºC

sta CrUz Das Flores Água do mar 16ºC 15ºC 17ºC

17ºC

 

grUPo Central

 
GRACIOSA  
GRACIOSA  
GRACIOSA  
GRACIOSA

GRACIOSA

 

FAIAL

FAIAL
FAIAL
 

PICO

TERCEIRA

S. JORGE
S. JORGE

S. JORGE

 

4-5 METROS

30/50 KM/H

Céu muito nublado, com abertas ao longo da tarde. Períodos de chuva, passando a aguaceiros. Vento sudoeste/oeste muito fresco (40/50 km/h) com rajadas até 90 km/h, rodando para oeste e tornan- do-se gradualmente moderado (20/30 km/h). Mar grosso, tornando-se cavado. Ondas sudoeste de 4 a 5 metros, passando a oeste.

angra Do Heroísmo Água do mar 16ºC

16ºC

16ºC

angra Do Heroísmo Água do mar 16ºC 16ºC 18ºC

18ºC

 

grUPo orIental

 
  S. MIGUEL  
  S. MIGUEL  
 

S. MIGUEL

 
  grUPo orIental     S. MIGUEL     SANTA MARIA   3.5-4.5 METROS 30/50 KM/H
  grUPo orIental     S. MIGUEL     SANTA MARIA   3.5-4.5 METROS 30/50 KM/H
 

SANTA MARIA

 
 

3.5-4.5 METROS

30/50 KM/H

Céu geralmente muito nublado. Neblinas. Períodos de chuva. Vento sudoeste fresco a muito fresco

(30/50 km/h) com rajadas até 75 km/h, tornando-se gradualmente bonançoso (10/20 km/h). Mar cava- do a grosso, tornando-se de pequena vaga. Ondas oeste/sudoeste de 3 a 4 metros, aumentando tem- porariamente para 3,5 a 4,5 metros.

Ponta DelgaDa Água do mar 16ºC

Ponta DelgaDa Água do mar 16ºC 17ºC 18ºC

17ºC

Ponta DelgaDa Água do mar 16ºC 17ºC 18ºC

18ºC

Ponta DelgaDa Água do mar 16ºC 17ºC 18ºC marÉs 05:36 Baixa-mar | 11:39 Preia-mar 17:54 Baixa-mar

marÉs

05:36 Baixa-mar | 11:39 Preia-mar

17:54 Baixa-mar |

-- : -- Preia-mar

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PUB. PUB. Vai ministrar na Próxima semana, na terceira, no institUto Histó- rico, Um cUrso soBre

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PUB. PUB. Vai ministrar na Próxima semana, na terceira, no institUto Histó- rico, Um cUrso soBre
PUB. PUB. Vai ministrar na Próxima semana, na terceira, no institUto Histó- rico, Um cUrso soBre

Vai ministrar na Próxima semana,

na terceira, no institUto Histó- rico, Um cUrso soBre arte sacra. trata-se, aliás, de Uma formação qUe está a decorrer esta semana, tamBém, em são migUel, no insti-

t U to cU lt U ral de Ponta d elgada.

o qUe é qUe se Pretende com esta

Viagem Pelos temPlos setecen- tistas PortUgUeses e Pelos seUs

acerVos?

pretende-se dar a conhecer alguns dos mais importantes templos portugueses do século XViii e a riqueza das suas obras de arte, percorrendo as manifes- tações de talha, escultura, pintura, ou- rivesaria e paramentaria que compõem os seus acervos. acredito que, para mui- tos dos participantes, será a descoberta de peças absolutamente desconhecidas e de pormenores que, à primeira vista, passam desapercebidos ao olhar quan- do se visita muitas das sés, igrejas ou capelas em portugal continental, nas ilhas e no Brasil.

a arte sacra PortUgUesa tem ca-

racterísticas ParticUlares, isto é, características qUe a distingUem da arte sacra ProdUzida noUtros Pontos do mUndo?

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Vasconcelos e sousa, professor uniVersitário

Turismo dá visibilidade à arte sacra

apesar de ser influenciada pelas prin- cipais correntes internacionais do Bar- roco, do rococó e do neoclássico, a arte portuguesa de setecentos assume especificidades regionais e locais dig- nas de nota. essa é um dos desafios do curso.

e tal é visível na talha e na ourivesaria (veja-se o caso do tesouro da sé de an- gra), bem como na arquitetura.

Já defendeU, aliás, qUe o incre- mento tUrístico – e os açores, reVelam as estatísticas, receBem cada Vez mais tUristas – Pode aJUdar a Valorizar este Patrimó- nio. de qUe forma?

o turismo é uma forma de dar visi- bilidade a todos estes tesouros, mas necessita, igualmente, de possuir as devidas infraestruturas para poder su- portar visitantes com interesses cultu- rais, designadamente através dos rotei- ros culturais e de outros instrumentos adequados.

o cUrso qUe Vai ministrar no institUto Histórico da ilHa ter- ceira tem o títUlo lato de “a arte ao serViço da PalaVra”. de qUe forma é qUe estes dois domínios estão relacionados?

a arte religiosa encontra-se particular- mente relacionada com a missão cate- quética; aspetos ligados à liturgia e à iconografia religiosa estarão sempre presentes como pano de fundo das dis- tintas sessões deste curso.

como pano de fundo das dis- tintas sessões deste curso. e o qUe dizer, a este

e o qUe dizer, a este ProPósito, da arte sacra açoriana? trata-se, na sUa oPinião, de Um Património qUe merece ser conHecido?

a açoriana ainda com maior incidência,

“A arte portuguesa de Setecentos assume especificidades regionais e locais dignas de nota”

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opinião joaquim machado
opinião
joaquim machado

Sem bebés

Volto ao assunto. Mesmo sabendo que poucos se importam com ele. Porque não é chique. Porque não rende votos. Porque os seus efeitos

só se sentem a longo prazo. Portanto, porque se desenquadra do imediatis- mo que carateriza o nosso tempo.

Os Açores têm um terrível problema

demográfico para resolver.

O envelhecimento progressivo da

população é patente em quase todos os concelhos e contraria a análise

superficial e a expressão tantas vezes repetida de que somos uma região jovem. Não somos. Atente-se no dramatismo dos nú- meros oficiais que apontam para um decréscimo de 23,3% de nascimen- tos na última década (2005 a 2014); menos 700 crianças por ano. Em 2014, último ano apurado pelo Serviço Regional de Estatística dos Açores, o número de nascimentos superou o número de óbitos apenas nos concelhos de Ponta Delgada, La- goa, Ribeira Grande, Vila Franca do Campo e Praia da Vitória. E mesmo aí, especialmente no concelho de Ponta Delgada, existem enormes dis- paridades entre zonas mais urbanas

e outras profundamente rurais. Nos

restantes concelhos do arquipélago o saldo natural foi negativo. Esta prevalência do número de mor- tes sobre o dos nados-vivos aconte-

ceu pela primeira vez nos Açores em 2013, sendo bom recordar que os censos da população se fazem regu- larmente desde 1864… Custe o que custar, esta problemá- tica tem de ser colocada no centro

do debate político e da análise social, suportada por estudos projetivos e interdisciplinares e fornecedores de orientações, para consequentemente gerar verdadeiras políticas de fomen-

to da natalidade, onde se cruzam os

vetores da fiscalidade, da legislação laboral, das medidas sociais e das in- fraestruturas ligadas à educação e à mobilidade. Sem a renovação do efetivo popula- cional o nosso futuro coletivo é cada vez mais incerto.