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O Arrebatamento da Igreja

A Segunda Vinda abrangerá um período de sete anos,
compreendendo três grupos de povos — os judeus, os
gentios e a Igreja de Cristo (I Co 10.32). Para os
judeus, o Senhor virá como o Libertador, o Messias, a
fim de implantar o Milênio. Para os gentios, como Juiz.
Para a Igreja, como seu Noivo, no Arrebatamento, e a
levará para o Céu.

Jesus sabe quando Voltará

Jesus foi categórico: “daquele Dia e hora ninguém sabe,
nem os anjos dos céus, nem o Filho, mas unicamente
meu Pai” (M t 24.36).
Ao se fazer homem, o Senhor Jesus aniquilou-se
(esvaziou-se) a si mesmo; e, conquanto não tenha
deixado de ser Deus (I Tm 3.16; Cl 2.9), abriu mão de
parte de seus atributos divinos e da glória que
desfrutava junto ao Pai (Jo I.I 4; 2 Co 8.9; Fp 2.5-8).
◊ Com a vitória cabal alcançada na cruz (Jo 19.30)
◊ Jesus reassumiu a indizível glória que tinha antes de
o mundo existir (Jo 17.5, Mt 28.18).
◊ Em Apocalipse “venho sem demora”; “presto venho”;
“cedo venho” (Ap 3.11; 22.7,12)
◊ Cabe a nós Igreja não fazermos especulações (At 1.7; I
Ts 5.1). Apenas estejamos, pois, preparados para
aquele grande acontecimento (2 Tm 4.8).

Quando será o arrebatamento?

Jesus prometeu que voltará (Jo 14.3; Ap 22.20), e os
anjos corroboraram as suas palavras (At I.9-I I).
Os profetas dos tempos do Antigo Testamento
também anunciaram a Segunda Vinda, mesmo não
tendo a devida compreensão acerca dela (Dn 7.13; Zc
14.4; Ml 3.2).
E os escritores do Novo Testamento fizeram o
mesmo: Paulo (I Co I5.5I,52);T1ago (5.8); Pedro (2Pe
3.10); João (I Jo 2.28; 3.1-3); Judas (v. 14); e o
desconhecido autor de Hebreus (9.28). Ademais, o
testemunho da Ceia do Senhor, por Ele ordenada, é
mais uma evidência de sua volta (I Co 11.26).
Não podemos estar desapercebidos, pois “fiel é o que
prometeu” (Hb
10.23,37). “Porque ainda um
poucochinho de tempo, e o que há de vir virá e não
tardará”.
E o fato de não sabermos quando Ele voltará (Mt
24.42-44) deve estimular-nos à vigilância (Mt 25.I-I3).

As duas Ressurreições I Ts 4. 16,17; I Co 15. 51,52
Apenas “os que morreram em Cristo” ressuscitarão
antes do Arrebatamento; os que não morrerem “em
Cristo” farão parte de uma “segunda ressurreição”, que
se dará antes do Juízo Final.

Em I Coríntios 15.53, está escrito: “Porque convém que
isto [corpo] que é corruptível se revista da
incorruptibilidade e que isto [corpo] que é mortal se
revista da imortalidade”.
Ao dizer essas palavras, Paulo — que já havia
ressuscitado, espiritualmente, com Cristo (Cl 3.1,2)
— enfatizou a esperança que tinha em “outra
ressurreição” (Fp 3.11), que chamou de redenção do
nosso corpo (Rm 8.23).

A primeira ressurreição Ap 20. 5, 6

A ressurreição de Cristo é nossa garantia no presente (1 Co 15:14).

E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da
vida; e os que fizeram o mal, para a ressurreição da
condenação. Jo 5. 29
Ressurreição da vida (Jo 5.29a) contempla:
Cristo, as primícias dos que dormem (I Co
15.20,23a).
Os santos que saíram dos sepulcros depois da
ressurreição de Cristo (Mt 27.52,53). O
significado deste evento é o prenúncio
profético de que a morte e a ressurreição de
Cristo garantem a nossa ressurreição
gloriosa na sua vinda.
Os que são de Cristo, no momento do
Arrebatamento (I Co 15.23b; I Ts 4.16).
As duas testemunhas, durante a Grande
Tribulação (Ap I I.I I ).
Os mártires da Grande Tribulação, que
ressuscitarão antes do Milênio (Ap 20. 4-6).
Este texto diz: “Esta é a primeira ressurreição. Bemaventurado e santo aquele que tem parte na primeira
ressurreição”. Observe: “primeira”, e não “única”.

A segunda ressurreição
Segundo a Palavra de Deus, as ressurreições de salvos e
perdidos ocorrerão em ocasiões bem diferentes,
embora sejam mencionadas juntamente em algumas
passagens (Dn 12.2; Jo 5.28,29).
O texto de Apocalipse 20.4-6 é suficientemente claro
cerca dessas duas ressurreições, separadas por um
espaço de mil anos:
Leia

Apocalipse 20. 4-6 Pausadamente

Portanto, a “segunda ressurreição” é a da condenação
(Jo 5.29b) e ocorrerá depois do Milênio e antes do
Juízo Final. Os mortos que “não reviveram, até que os
mil anos se acabaram” (Apocalipse 20.5) ressuscitarão
para o julgamento do Trono Branco:
“E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o
inferno deram os mortos que neles havia; e foram
julgados cada um segundo as suas obras” (Ap 20.13).