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Anuário angola 2015 > 16

Anuário

angola
2015>16

Contactos que geram negócios

anuário angola 2015/16

Novo contexto

novas oportunidades

O

O corrente ano de 2015 está a revelar-se, como seria de prever, um ano extremamente difícil e com muitos desafios para a economia de Angola e para os
agentes económicos, nacionais e estrangeiros: a crise económica vivida desde
há um ano, por força da quebra no preço do crude nos mercados internacionais, tem levado as autoridades angolanas a implementar diversas medidas de
austeridade e políticas protecionistas da economia nacional, ao mesmo tempo
que aumenta o endividamento interno e externo para fazer face às necessidades do país.
Na sequência de uma situação muito semelhante vivida em 2008 – 2009, e
também por força do acordo de financiamento então celebrado com o FMI
(finalizado em maio de 2013), Angola percebeu que urgia diversificar a sua
economia, promovendo a produção não petrolífera e apostando no crescimento
de setores que podem contribuir amplamente para a redução da dependência
do país face ao exterior. É neste âmbito que vemos a participação da economia não petrolífera no PIB angolano a crescer a taxas muito superiores às da
economia petrolífera nos últimos anos. Contudo, é importante ter presente que
a diversificação da economia de um tão grande país como é Angola, com uma
população de 24,3 milhões de habitantes dispersa por 18 Províncias, não se
consegue em meia dúzia de anos.
Os esforços feitos desde 2008 apontam para um novo paradigma nas relações internacionais de Angola: o objetivo das autoridades angolanas tornou-se
preencher as lacunas, suprir as necessidades, criar stocks e desenvolver as
unidades produtivas nacionais por recurso à produção local, contribuindo assim
para o aumento e diversificação da produção nacional, a qualificação da mão-de-obra, a redução da dependência do país e a diminuição do escoamento de
divisas para o exterior.
Portugal vem demonstrando, ao longo dos anos, que os seus empresários
têm condições técnicas, financeiras, humanas, culturais para apoiar Angola
no processo de diversificação da sua economia: as empresas portuguesas
encontram-se dispersas por todas as Províncias, laboram em todas as áreas
Contactos que geram negócios.

Paulo Varela
Presidente da CCIPA

de atividade, principalmente não petrolíferas. E fazem-no, na maior parte dos
casos, em ligação com parceiros locais, com os quais trabalham para assegurar
a implementação e o desenvolvimento das relações e das actividades comerciais
e empresariais. Provaram a sua capacidade e mérito para permanecerem no
mercado de forma competitiva e dinâmica.
Quando a crise (conjuntural) for ultrapassada, persistirá o novo paradigma das
relações bilaterais: substituição de uma parte das exportações portuguesas para
Angola (as relações comerciais entre os dois países não acabarão) por produção
realizada no país pelas empresas portuguesas, o que permitirá a estas, não só
colaborar mais estreitamente no processo de consolidação e crescimento da
economia nacional, como as isentará da aplicação de quotas de importação, do
eventual aumento das imposições aduaneiras sobre os produtos importados, ao
mesmo tempo que resolverá a questão dos pagamentos ao exterior e contribuirá
para o reforço da imagem dos empresários e dos “produtos portugueses made in
Angola” junto dos consumidores deste grande mercado africano.
A edição de 2015 – 2016 do ANUÁRIO ANGOLA visa ilustrar o panorama recente
das relações económicas e empresariais entre Portugal e Angola, que permite,
por seu turno, vislumbrar o futuro próximo. E porque as parcerias luso-angolanas
se tornaram efetivamente bilaterais, com o investimento angolano a ter lugar em
Portugal, o ANUÁRIO ANGOLA aborda, desde a edição de 2014 – 2015, também
o tema COMO INVESTIR EM PORTUGAL, especialmente vocacionado para as
empresas angolanas que pretendam promover a sua internacionalização para o
mercado luso.
Esperamos, pois, que esta edição do ANUÁRIO ANGOLA corresponda às expetativas dos empresários de ambos os países, no que se refere à obtenção de
informação sobre cada um dos mercados de per se, as suas características económicas, fiscais, financeiras, comerciais, laborais, bem como na articulação entre
eles, tendo em vista o crescimento e o desenvolvimento de Angola e de Portugal.

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Relações bilaterais 3. 3º. Como investir em Angola 28 52 95 100 106 4. design e PAGINAÇÃO beCOMM · Fotografia Arquivo beCOMM.. Avenida da República. Empresas Associadas Anuário Angola 2015/16 Director Paulo Varela · DirectorA ExecutivA Isabel Santos · CoordenaDOra Editorial Cristina Casaleiro · Publicidade.becomm. Maria João Martins · Impressão IDG – Imagem DigitaI Gráfica Periodicidade Anual · Distribuição gratuita aos sócios da CCIPA. entidades oficiais e empresariais em Angola e Portugal · Registo ICS n° 120966 · Depósito legal 125691/98 Câmara de Comércio e Indústria Portugal-Angola Portugal: Edíficio Luxor. Lda. Como investir em Portugal 5.anuário angola 2015/16 01 04 06 10 24 Editorial Índice das Empresas Associadas 1. Portugal Tel. 6 .5º.pt · www.: (+351) 213 940 133 · Fax: (+351) 213 950 847 ccipa@cciportugal-angola. Luanda Tel.pt Angola: Edíficio Monumental R.pt Apoio .1º Dto.: (+351) 213 584 460 · M. Major Kanhangulo. Publicidade e Produção Uma marca Editando – Edição e Comunicação. Enquadramento Legal 7.pt · www. Angola em Análise 6.cciportugal-angola. 1150-280 Lisboa. Objectivos da CCIPA 2. 101. Rua Rodrigues SAmpaio. Contactos úteis 8.: (00244) 924 918 149 2 Edição. (+351) 96 237 11 61 info@becomm. 290 . Sala D – 1050-204 Lisboa Tel.

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Sucursal Em Portugal Eurosude . Advisory 118 128 131 120 118 116 116 124 132 120 122 118 131 131 118 112 112 124 126 118 124 112 122 124 122 124 118 118 124 131 118 122 122 118 132 132 120 120 131 124 124 126 134 131 134 115 119 131 . LDA Aquapor .Cerâmica Industrial Griner Engenharia Grupo Portucel Soporcel GRUPO VISABEIRA . Comunicacão E Imagem Expoviagens . Sroc Jorge Alberto Silva Oliveira JOSÉ LUÍS DE CARVALHO. ENERGIA.Comércio Internacional E Representações Babcock & Wilcox Portugal Bai . Trade & Sourcing Cenor .Segurança E Vigilância Ano 2000 .A Gea Westfalia (Sociedade Unipessoal) Sucursal Em Portugal Gresart .A. Garraio & Cª Joaquim Camilo & Associado. Soluções Logísticas Integradas Atec . S. S.Artigos Eléctricos E Electrodomésticos Elpor .B.Projectos E Investimentos Agroindustriais Alberto Couto Alves Alcatel . Castelo Branco & Associados .Sistemas de Alumínio Domografos África Edp .Sociedade Aberta Banco Caixa Totta geral de angola BancO DE FOMENTO ANGOLA.Soc.Empresa Serviços Técnicos Eurico Ferreira (Grupo Proef) Eurolog .Administração do Porto de Lisboa APLEIN ENGENHEIROS . Rl Abreu & Marques E Associados Sociedade de Advogados Accenture. LDA.consulting training and human resources Cuatrecasas.Comércio E Indústrias Eléctricas Empreiteiros Casais 122 107 107 107 108 116 116 124 112 131 112 116 128 122 120 131 124 128 136 131 120 118 128 116 118 116 134 112 116 131 134 131 131 134 116 116 120 120 120 120 116 124 134 120 120 118 Enkrott . Sociedade Unipessoal Cme .Corporação Industrial do Norte Citelfonica .Serviços Arnaud . S. S.Estudos E Projectos Fátima Freitas Advogados F. Gaspar .Comercialização E TÉCNICA DE GÁS. Modet & Co. s.Centro Técnico de Telecomunicações Clarke. BancO PRIVADO ATLÂNTICO BancO PRIVADO ATLÂNTICO .A. Confehuambo . Costa & Associados. S. H3p . Consulmar .SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS.Artigos Escolares E de Escritório Casa Angola Internacional Importação E Exportação Católica Lisbon School Of Business And Economics Cavex.Sinalização E Equipamentos Rodoviários Fidelidade Mundial .Trânsito E Transportes Azinor .CONSULTORES DE ENGENHARIA E AMBIENTE.Equipamentos E Logística Electro Siluz .Comércio Internacional Apl . S.Centro. Pimenta Iv . LDA Kerakoll Portugal Kpmg Angola .Sociedade de Advogados.Engenharia E Gestão Haworth Portugal . SGPS. Lda. LDA FHC .A.Engenharia E Construções Metalomecânicas Cartonex .APLICAÇÕES ELECTRÓNICAS INDUSTRIAIS. Gonçalves Pereira .Sociedade de Máquinas E Equipamentos Cin . Neto & Orey .Companhia de Seguro de Créditos Cotecna Serviços Angola Coutinho. Leixões E Viana do Castelo Adp .BANCO GERAL TOTTA DE ANGOLA Cândido José Rodrigues Capa . FERPINTA ANGOLA .Fábrica Confecções Nova Lisboa Construções Andral CONDURIL .Gestão E Tratamento de Águas ERNST & YOUNG ANGOLA.A.Sociedade Financeira Atlântica Ats Angola . a.Electricidade Industrial Portuguesa Ekipas .Comércio Internacional Eip .PRODUTOS FARMACÊUTICOS J. Sroc Bdo & Associados .Sociedade de Advogados Fernando L.Agência de Viagens Alves Ribeiro AMBIGEST.Banco Angolano de Investimentos Banc Banco Bai Europa BanCo bic Português.Comércio de Pneus Caixa Central Crédito Agrícola Mútuo Caixa EconÓmica Montepio Geral Caixa Geral de Depósitos CAIXA TOTTA . Executive Center .Industrias Metalomecânicas Gavedra .A.Comércio Peças Auto JABA RECORDATI .Sociedade de Advogados.Companhia de Seguros FERMACOM .Logis. ENGENHARIA E AMBIENTE. Represent.A.COMÉRCIO E INDÚSTRIA.ARMACÊUTICA. S.EUROPA Banco Santander Totta Basf Portuguesa Bca . Amorim Holding Ii.Comércio de Electrodomésticos Famo . Fil Tubos Angola Firmo Avs .Comercialização de Adubos Agimer . AdminISTRAÇÃO dos Portos do Douro.A. Consultores de Gestão Adega Cooperativa de Azueira.SUPERINTENDÊNCIA E PERITAGENS BUREAU VERITAS ANGOLA 4 128 128 128 120 134 134 128 134 120 116 136 132 116 116 128 128 112 134 120 112 134 124 116 134 128 112 134 112 124 107 107 107 108 108 107 107 110 107 110 108 110 107 128 128 131 112 128 115 Bompiso .Papéis E Papelarias Ga Angola Seguros GALP.Sroc Bivac Ibérica BRUANA . S.Construção E Manutenção Electromecânica COBA . Crl. Lima & Cª Efacec Capital Efcis . E Obras Construção Civil Hotéis Tivoli Hotel Altis Ibersol Restauração Intel . Rl Deloitte Consultores Dhl Global Forwarding Portugal Dineru .ENGENHARIA. S.Electricidade de Portugal Edp Internacional Eduardo. Banco KEVE BancO MILLENNIUM ANGOLA.Comércio Internacional.Lucent Portugal Alive Portugal .Instalações ElÉctricas Inventa .Consultores Internacionais Cimertex .Agência Angolana de Marcas E Patentes Isq .Grupo Herculano Fernandes Horácio Costa .Agência Internacional de Mercados E Transportes Agropromotora .Indústria de Mobiliário de Escritório Fase .Consultores Central de Bandeiras Centrocar . GESTÃO.Produtos Alimentares A. LDA Escom Est .Consultores Associados de Gestão Cthr .Projectistas E Consultores corinthia hotel lisbon Cosec .Comércio Cereais E Derivados Ceso .Instituto de Soldadura E Qualidade Ivepeças .Centro de Equipamentos Cerealis Internacional .COMÉRCIO INTERNACIONAL. S.Associação de Formação Para A Indústria Atlanfina .Audit.Águas de Portugal Internacional Adubos Deiba .Viagens E Turismo Facime Ii . Sgps Amrop International Portugal A Mundial Seguros Ango-Atenta . Tax. A.Mobiliário de Escritório Hermulti . BancO BIC. Galucho .anuário angola 2015/16 Índice de Empresas Associadas Abreu Advogados .A. Banco Bpi .

LDA Udex Unicâmbio . R. . Humanos.Construções E Engenharia.serviços de telecomunicações.Sociedade de Empreitadas Teixeira de Freitas.Artes Gráficas Nossa . Investimentos E Participações SECIL . Mat.Instituto Formação Executivos Unl Novo Banco .EQUIPAMENTOS DE PRODUÇÃO E SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA.Sociedade Instaladora de Tubagens E Equipamentos Sociedade de Construções Soares da Costa Sociedade de Gestão de Projectos Internacionais .Transform. Autom.Indústria E Comércio de Carnes Siemens 124 120 132 120 116 128 124 132 126 122 124 134 119 132 134 116 136 119 116 126 119 132 128 128 120 122 134 119 116 126 120 119 132 116 124 122 134 119 119 119 116 124 122 136 Sinase Rh .Construções E Manutenções Metalomecânicas MABÍLIO M.Consultores de Engenharia E Gestão Tracto . S.COMPANHIA GERAL DE CAL E CIMENTO. Nova Forum .Comércio E Telecomunicações Todarede .Nova Sociedade de Seguros de Angola NOVA CÂMBIOS ANGOLA .C. Importação. lda Naip – Navegação.Departamento International Premium NOVA SOTECMA Oliva de Angola . Martins & Associados. tecnologias e indústria Sitel . Exportação Sapa Portugal . S. de Produtos Alimentares Lyon .ª de Seguros Lusiteca .Equipamentos de Energia Revigrés .Intersismet Sociedade Mineira do Lucapa Sociedade Rebelo de Sousa & Advogados Associados Sofid Somague Engenharia .Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola Sousa Antunes & Companhia Sovena Portugal .Lena .A.A. RL Mitc Portugal M.Assistência Técnica Ao Ramo Petrolifero Pinto Basto Navegação Pinto & Cruz plmj . ALBUQUEQUE COMERCIAL.Prestação de Serviços.Aços E Serviços T K Trading .Sroc Kung Portuguesa . RL Portexictos Portianga .Sociedade Hispânica de Automóveis Sicasal .Distrib.Importação Exportação Leadership Business Consulting Lena Engenharia E Construções Linhas Aéreas de Angola .Sucursal de Angola Sonangol.Agência de Câmbios Unicer Bebidas Vhumana Vieira de Almeida & Associados .Confecções de Vestuário Lactiangol . Ramos Ferreira Monatil . S.Equipamentos MULTITEL .sociedade de advogados. Tractor Transinsular . Seth . Galvão Teles.A.Serviço Português de Contentores Spe . Macrotrade . Índice de EMPRESAS ASSOCIADAS 131 128 120 116 131 119 134 132 119 116 120 112 120 124 115 116 120 128 134 134 116 131 116 112 126 126 126 131 112 132 131 119 116 112 131 119 119 136 134 131 126 134 124 112 112 132 112 119 116 Olmar .INDÚSTRIA DE REVESTIMENTOS CERÂMICOS. Reis & Horta Resmedical Resul . Sroc M.sistemas.Comércio Internacional E Participações Portugal Telecom.CASA DE CÂMBIOS. E Emb.L.anuário angola 2015/16 Kpmg & Associados .Transitários Travelstore TURBOMAR ENERGIA . S.Comércio Internacional Quinta de Jugais .Sociedade Unificada de Tabacos de Angola Tap . Medlog .Société Générale de Surveillance S. (Filhos) Rangel RECER . E Desenvolv. N.H.A.Air Portugal Technoedif Engenharia Tecnovia .Sociedade de Advogados Vieira de Castro .Construção Civil E Obras Públicas Loureiro Lusis . Est.Investimentos E Participações Medlynce Mercer Portugal Millennium Bcp .Telecomunicações E Electricidade Thyssenkrupp Portugal .Agro Schenker Transitários Secil Angola. Sgps Prebuild Pt Investimentos Prime Emirates Trading Produtos farmacêuticos Proprime pricewaterhousecoopers ag Assessoria de gestão Quilaban .Comércio E Indústria Contactos que geram negócios.Artigos de Papelaria Omnisantos Oncorporate .Sociedade Portuguesa de Empreendimentos Sumol+Compal Marcas Suspartes . Sroc Nbc Medical Ncl .Química Laboratorial Analítica Quimexport . Perino Petrogal Angola Petrotec .Equipamentos E Serviços Lusitânia .Contabilidade E Assessoria Empresarial Painhas Papa Vosi & Filhos Paralab Paulus Editora Pedro Raposo & Associados Sociedade de Advogados.Extrusão E Distribuição de Alumínio Sapec . Sucursal Angola 5 132 134 124 119 132 122 132 112 119 122 116 122 136 122 122 124 122 136 119 119 132 124 120 124 136 132 122 119 136 122 136 136 132 120 116 112 120 122 132 122 122 119 120 .Transportes Maritimos Intermodais Martins & Alves .Marketing E Gestão Manuel Rui Azinhais Nabeiro Marcamp Têxteis Marmedsa Agência Marítima (Portugal) Marmod .Sociedade de Empreitadas E Trabalhos Hidráulicos Sgs .Indústria de Revestimentos de Grés Roff .IMP0RTAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE MEDICAMENTOS.Consultores Independentes Roteliz . S. Rodrigues E Associados Teka Portugal Telcabo .Rec.Comércio de Produtos Alimentares Ramirez & Ca. Bakassy E Filhos Mds Corretor de Seguros MECOFARMA DE ANGOLA .Transportes Marítimos Insulares Transmad . Soares da Silva & Associados Mota-Engil África Pt Moviter .Produtos Alimentares Wayfield Trading Zagope .Importação E Exportação Mazars & Associados.Comércio Internacional de Suspensões E Peças Sut .Comércio Internacional Montepio Investimento Morais Leitão. Uee .Transitários Norprint .Consumer Goods Spc . Agência Internacional Portuguesa Navalho. de Empresas Sistec . Peças.Construções E Engenharia Zagope .A.Soluções Para Redes Torrefacção Camelo Tpf Planege .Máquinas E Camiões Tractorminho .International Division Miranda correia Amendoeira & associados sociedade de advogados.Taag Ep Lisboa Marriott Hotel Listorres .A.Lacticínios de Angola Lamhuíla .

anuário angola 2015/16 1 6 Objectivos da CCIPA .

para efeito de contactos entre empresários. pois permitem-lhe analisar os novos desafios que se colocam às empresas. a nível nacional e internacional. com informação sobre as actividades e associados da CCIPA. ainda. em abril de 2015. acompanhou as empresas portuguesas credoras das suas 7 . o boletim ANGOLA – PORTUGAL: CONVERGÊNCIAS (mensal) e o ANUÁRIO ANGOLA (diretório de Associados). Colabora. > integrou a Comissão de Representantes de Credores que. a criação de novas relações e o fortalecimento dos laços institucionais existentes e a presença da Instituição em ambos os mercados. > estuda e apresenta propostas para a criação de mecanismos institucionais que apoiem as relações entre Angola e Portugal. Tem. oportunidades de negócio e legislação. na edição de publicações de entidades terceiras. a CCIPA: PT. > emite certidões de objeto social para efeito de apresentação de propostas a concursos públicos (nomeadamente internacionais) e de projetos. na década de 90. unidos por laços de natureza histórica. tem-lhe permitido o envolvimento direto e activo na apreciação de matérias relevantes para o empresariado dos dois países. para informação e análise conjunta de questões relacionadas com o desenvolvimento económico de ambos os países e a cooperação entre os empresários oriundos de cada um deles. linguística. Assim. > publica a revista ANGOLA – PORTUGAL: NEGÓCIOS (trimestral). notícias breves sobre o mercado angolano. em Portugal. > gere a página WWW. simultaneamente. mantêm válidos os pressupostos que levaram à sua criação. tornando-se a primeira associação empresarial juridicamente portuguesa e angolana. económica. A CCIPA é.PT). Contactos que geram negócios. cultural. uma instituição de utilidade pública sem fins lucrativos. intervir na delineação de procedimentos a adoptar para a sua resolução e fomentar a constituição de parcerias entre parceiros desde longa data. na elaboração do Programa de Reabilitação Comunitária de Angola e na sua apresentação à Mesa Redonda de Doadores decorrida em Bruxelas em 1995. anuário angola 2015/16 OBJETIVOS DA CCIPA CCIPA Constituída em julho de 1987 por um conjunto de 345 empresas portuguesas e angolanas. seminários e reuniões. o envio semanal de informação sobre a economia e as empresas angolanas bem como a actividade desenvolvida pelas empresas concorrentes das portuguesas no mercado angolano – CCIPA NEWS ANGOLA. O reconhecimento do trabalho e do esforço realizados pela CCIPA em prol do desenvolvimento e consolidação das relações económicas e empresariais entre Portugal e Angola. Delegações em Luanda. presentemente.ANGOLAPORTUGALNEGOCIOS. > potencia a formação de parcerias. juntamente com o PNUD e o Ministério do Planeamento de Angola. Iniciou. a CCIPA: > participou. > presta serviço de secretariado às empresas angolanas que se deslocam a Portugal.1. Em 1991. > organiza conferências. abriu a sua Delegação em Luanda e viu os Estatutos homologados pelo Governo angolano. A prestação de informação atualizada e credível. com página na internet. Tendo por objetivo a prossecução dos seus objetivos estatutários. financeira e empresarial. a CCIPA é uma associação empresarial privada bilateral. por principais objetivos. em WWW. Possui. > divulga os programas de privatizações em curso em Angola. Benguela e Lubango. bem como a legislação que enquadra o investimento privado e as actividades comerciais no país. prestar aos agentes económicos o apoio institucional necessário para que sejam devidamente acolhidos pelas instituições oficiais e governamentais de Portugal e de Angola. proporcionar às empresas o conhecimento de Angola e de Portugal que lhes permita avaliar com segurança a possibilidade da internacionalização da sua actividade para ambos os mercados e.CCIPORTUGAL-ANGOLA. com Sede em Lisboa. > desenvolve ações que visam promover uma imagem de prestígio dos empresários portugueses em Angola e dos empresários angolanos em Portugal.

> esteve envolvida nos trabalhos dos diversos Grupos que estudaram e propuseram a criação de condições mais favoráveis à emissão de vistos de entrada em Portugal e em Angola e que culminaram com a assinatura. tendo entregue aos Ministérios das Finanças e da Economia de Portugal. Aveiro. Julho de 2013. com a presença de 170 empresários portugueses e angolanos. o Embaixador de Angola em Portugal e 220 empresários. Lisboa. com a presença de 200 empresários portugueses e angolanos. onde são abordados e discutidos temas relevantes para a cooperação empresarial e o fortalecimento das relações entre o empresariado dos dois países. o embaixador António Monteiro e cerca de 240 empresários. > defende. Julho de 2009. em Setembro de 2011. a necessidade da celebração de um Acordo de Dupla Tributação entre Portugal e Angola. com a presença dos ministros da Economia e do Emprego de Portugal e da Economia de Angola. Leiria e Braga. Benguela e Huíla. > organiza periodicamente. por ocasião da visita do Presidente José Eduardo dos Santos a Portugal e com o Alto Patrocínio da Presidência da República Portuguesa. Lisboa. Viseu. > MESA DE PORTUGAL. 23 de Janeiro de 2012. > MESA DE PORTUGAL. Julho de 2012. PARTICIPAÇÃO DAS EMPRESAS PORTUGUESAS NA CONSTRUÇÃO E NO FINANCIAMENTO. congéneres angolanas. do Protocolo entre os dois Estados. Julho de 2014. os ministros da Economia (Primeiro Ministro em exercício) e da Agricultura de Angola. o Banco de Desenvolvimento de Angola e a Sociedade Financeira Internacional. com a presença do presidente da ANIP e cerca de 200 empresários. em 2012. Porto. tendo. > colaboração com a AICEP Portugal Global e a AIP – Associação Industrial Portuguesa na organização e divulgação das conferências realizadas em Luanda. Luanda. por ocasião da visita do Presidente de Portugal a Angola . > Conferência RECONSTRUÇÃO NACIONAL: O PAPEL DOS AGENTES PRIVADOS ATÉ 2012. Lisboa. com a presença de 190 empresários portugueses e angolanos. Nela intervieram os ministros da Economia de Portugal e de Angola e os presidentes do Conselho Diretivo e da Comissão Executiva da AICEP e da ANIP. Luanda. desde há largos anos e perante as entidades oficiais responsáveis. ainda. o Embaixador de Portugal em Angola. a AICEP Portugal Global. > MESA DE PORTUGAL. Luanda. > Conferência HABITAÇÃO EM ANGOLA: DESAFIOS E OPORTUNIDADES.1. em coorganização com o associado Banco BIC Português. > Conferência A NOVA LEI DO INVESTIMENTO PRIVADO EM ANGOLA. o CICLO DE CONFERÊNCIAS e SEMINÁRIOS sob o tema RELAÇÕES ECONÓMICAS PORTUGAL – ANGOLA. com a participação dos ministros de Estado e dos Negócios Estrangeiros de Portugal e da Economia de Angola. > Jantar-Conferência ANGOLA 2012: RELAÇÕES DE INVESTIMENTO E COMÉRCIO COM PORTUGAL. o Presidente da AICEP e o Administrador da ANIP. Estiveram presentes o Ministro da Economia de Portugal. Lisboa. > MESA DE PORTUGAL. > Conferência INVESTIMENTO PÚBLICO E PRIVADO EM ANGOLA . entre outros. Após a dissolução desta Comissão. na qual participaram mais de 200 empresários. por ocasião das comemorações do 25º aniversário da Câmara. o ministro da Agricultura de Portugal e o embaixador de Portugal em Angola. por ocasião da Feira CONSTRÓIANGOLA. Portugal. Lisboa. Luanda. Esta Conferência terminou com o Jantar-Gala comemorativo dos 20 anos da CCIPA. Destacam-se: > Conferências (duas) A NOVA PAUTA ADUANEIRA DE ANGOLA. Estas Conferências contaram com a presença do Serviço Nacional das Alfândegas de Angola e da Embaixada de Angola em Portugal. > Conferência RELAÇÕES ECONÓMICAS PORTUGAL – ANGOLA: OPORTUNIDADES DE COOPERAÇÃO EMPRESARIAL. a Embaixada de Angola em Portugal. os embaixadores de Portugal em Angola e de Angola em Portugal. os primeiros levantamentos sobre a identificação das empresas credoras de Angola e os montantes envolvidos. Março de 2009. com 120 empresários das mais variadas áreas de actividade económica e a participação do Bastonário da Ordem dos Arquitectos de Angola. na qual marcou presença o vice-ministro da Reinserção Social em representação do ministro do Urbanismo e da Construção de Angola. Julho de 2011. sobre o impacto nas exportações portuguesas para o mercado angolano e a possível definição de um novo paradigma da presença empresarial portuguesa em Angola. Novembro de 2009. Julho de 2011. Luanda. a CCIPA manteve a colaboração com o Governo português. o Presidente da AICEP Portugal Global. a quem foram entregues os diplomas de Sócios Honorários atribuídos às Instituições que representam. . > Ciclo de conferências sobre as RELAÇÕES ECONÓMICAS PORTUGAL – ANGOLA. a Secretaria de Estado do Tesouro e das Finanças de Portugal. desde 2005. com a presença de cerca de 140 participantes e. estado presentes o ministro das Finanças de Angola e o presidente do Conselho de Administração da Sonangol. Luanda. em Portugal e em Angola. Outubro de 2010. 1º semestre de 2009. em Julho de 2010. Estiveram presentes 8 anuário angola 2015/16 OBJETIVOS DA CCIPA o Presidente da AICEP e o Administrador da ANIP. Julho de 2009. reuniu empresários de diversos sectores de atividade. Luanda. o Ministério das Finanças de Angola. > MESA DE PORTUGAL. da ANIP e do Governo português para comemoração dos 25 anos da CCIPA em Angola. > MESA DE PORTUGAL. Fevereiro de 2008.PARCERIAS E FINANCIAMENTO. março de 2014.

Presidente • GALP ENERGIA* Vice-Presidentes • BANCO BPI* • BANCO BIC • SECIL – COMPANHIA GERAL DE CAL E CIMENTO* • MOTA-ENGIL ÁFRICA PT Vogais • ADP ÁGUAS DE PORTUGAL INTERNACIONAL* • AMORIM HOLDING SGPS II • BES – BANCO ESPÍRITO SANTO • CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL • CGD – CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS • COSEC – COMPANHIA DE SEGUROS DE CRÉDITOS • ERNST & YOUNG • MILLENNIUM BCP* • MIRANDA CORREIA AMENDOEIRA & ASSOCIADOS – SOCIEDADE de ADVOGADOS* • RANGEL INVEST* Conselho Fiscal Presidente • DELOITTE CONSULTORES Vogais • LINHAS AÉREAS DE ANGOLA . anuário angola 2015/16 OBJETIVOS DA CCIPA Orgãos sociais 2014-2016 Direcção Assembleia-Geral Presidente • PORTUGAL TELECOM Vice-Presidente • BANCO BAI EUROPA Secretário • KPMG ANGOLA Contactos que geram negócios.TAAG • SPE – SOCIEDADE PORTUGUESA DE EMPREENDIMENTOS Suplentes • AMROP INTERNACIONAL PORTUGAL • WAYFIELD INTERNACIONAL * Membros da Comissão Executiva 9 .1.

2 Relações Bilaterais .

27 681.84 208.04 11.77 3 237.03 278.68 49.12 2. informática e informação outros serviços fornecidos p/empresas pessoais.86 -422.51 359.11 27.63 103.64 -117.44 74.54 20.26 482.35 184.36 255.02 344.60 7.93 5 157.02 3.23 179.16 3.13 0.84 480.03 3 270.27 -7.20 2 933.12 241.41 1.14 2.43 5.82 1 798.03 12.51 26.60 0.48 293.07 176.67 94.06 2 931.66 0.10 30.12 16.21 121.94 1 430.32 Balança de Capital Balança Corrente e de Capital Balança Financeira investimento directo: de carteira Balança Básica 270.00 0.95 513.77 541.60 990.34 0.secundários excepto remessas 360.14 2.65 1.02 36.76 326.50 1 920.96 0.90 290.66 17.58 0.39 3 237.88 3 716.88 40.99 1 631.mai.93 23.11 Fonte: página do Banco de Portugal na internet em 03.92 324.78 1.90 5.86 0.39 3 237.62 -0.64 2 884.13.61 1 900.60 278.25 0.94 2.21 615.00 247.37 1 919.00 1.09 11.23 7.37 253.04 12.48 29.23 94.00 24.37 133.15 Contactos que geram negócios.38 Rendimento Secundário administrações públicas outros sectores: remessas de emigrantes/imigrantes outros rend.77 4.mai.86 25.27 5 157.25 5 797.96 0.31 20.81 427.05 2.72 14.54 971.94 2.54 2.33 18.16 430.97 -5.00 0.16 8.11 414.95 1.04 13.71 -123.03 16. 22.34 690.42 18.82 -313.62 4 682.03 4.49 -399.56 0.86 28.50 Rendimento Primário de trabalho de investimento 876.13 2 863.93 5 157.04 3.00 0.77 15.55 -108.83 -8.38 10.00 0.16 195.35 3 723.26 19. culturais e recreativos bens e serviços das administrações públicas 1 264.26 69.31 43.67 2.00 3.80 234.41 124. 11 .2.85 285.54 2 390.49 1 497.20 2 933.18 191.10 2.63 19.83 5.94 0.47 1.49 0.97 7.07 195.13 133.72 4.13 2 863.96 1 481.35 3 723.00 0.92 -0.60 259.00 0.94 422.14 e 19.mai.71 55.53 82.23 3.86 116.72 -22.58 9.80 0.36 16.93 22.96 13. anuário angola 2015/16 Relações Bilaterais Balança bilateral de pagamentos 2012-2014 (3 milhões) Crédito 2012 Débito Saldo Crédito 2013 Débito Saldo Crédito 2014 Débito Saldo Balança Corrente 5 615.92 879.61 -882.50 1 920.66 10.78 30.01 116.73 13.02 7.38 29.96 179.23 1.19 1 898.42 5.76 1 172.29 295.85 0.69 15.55 10.47 6.31 5 794.07 -9.11 866.73 388.49 5 623.13 169.27 0.18 205.74 -5.86 -5.11 -9.08 15.26 5 797.13 39.12 15.48 273.05 2.18 Serviços transformação recursos materiais manutenção e reparação transportes: viagens e turismo construção seguros e pensões financeiros direitos p/utilização propriedade industrial telecomunicações.2 244.69 408.28 0.87 5 623.60 1 900.23 333.66 0.79 984.16 21.33 304.60 Mercadorias (a) 3 112.56 220.08 8.95 5.21 652.29 0.65 39.02 1 070.71 22.18 38.32 5.57 81.64 0.07 2.25 0.00 0.24 646.97 119.39 351.43 5.76 458.29 7.33 2 863.97 402.

92 -88.18 -1.65 3ª 892 131 479 657 412 474 5. Alugueres e Serviços Prestados às Empresas Actividades de Consultoria.48 -83. Reparação de Veículos Automóveis Construção Indústrias Transformadoras Outros Sectores Total milhares e %) 2010 2011 2012 2013 11/10 Variação 12/11 265 780 560 255 510 299 60 669 110.2014 Investimento directo português em Angola por sector de actividade 2010-2013 (3 Anos Actividades Financeiras e de Seguros Actividades Imobiliárias.91 -84. Científicas.75 -80.01 -75. anuário angola 2015/16 Relações Bilaterais Investimento directo de Portugal em Angola 2010-2013 (3 milhares) Anos 2010 2011 2012 2013 669 472 512 129 157 343 6.28 15ª Fonte: Aicep Portugal Global In Portugal: Relacionamento Económico Com Angola.35 8.59 2ª 129 634 265 824 -136 190 0.2.65 205.53 -85.49 -83.78 221 595 3 347 7 364 669 472 160 982 3 638 31 833 909 505 148 094 892 5 353 892 131 23 334 -389 -778 129 634 -27.85 -8.72 54.08 18ª -102 782 1 797 -104 579 -0.59 -114.80 -8.48 13ª 83 117 3 701 79 416 0.47 13/12 Elaborado pela CCIPA.84 5ª 909 505 532 917 376 588 4.00 - - 6 695 5 457 892 2 722 -18. Fev. Técnicas e Similares Comércio a Grosso e a Retalho.11 669 0 0 130 -100. Restauração e Hotelaria. com base em dados do Banco de Portugal e da AICEP Portugal Global 12 .92 8ª Rubrica Investimento Desinvestimento Líquido % do IDPE total Posição de Angola no IDPE total de Angola em Portugal (3 milhares) Rubrica Investimento Desinvestimento Líquido % do IDE total Posição de Angola no IDE total em Portugal 32 842 2 230 30 612 0.24 53ª 226 531 22 758 203 773 0.68 332.15 164 021 146 430 226 601 43 557 -10.26 35.24 -143.

ao nível do investimento direto passou a prevalecer o princípio passivo / activo.90 -10.9 1 533. em 3 milhões) 2011 2012 2013 2014 12/11 Variação (%) 13/12 Activo 389.IDPE) e obrigações (passivo .4 5. O passivo corresponde às responsabilidades de Portugal com o exteContactos que geram negócios.25 Posição (stock) do investimento 2011 2012 2013 2014 12/11 Variação (%) 13/12 14/13 Activo % Tot Portugal Passivo % Tot Portugal Líquido 3 436. segundo dados do Banco de Portugal NB: (a) Média aritmética das taxas de crescimento anuais em 2010dez-2014dez. dez.12 137.8 1.43 -37. o direcional IDPE.1 4.76 -465.10 503.90 7.83 14.6 1 430.0 4 181.7 -882.8 21.2.38 Líquido 481.51 -23.2 3 265.37 -0.0 2 934.2 1 244. em substituição do princípio direcional (IDE / IDPE).01 68.36 -8. mar. deixando de ser divulgados os valores de ID bruto e de desinvestimento.91 milhares e %) 13/12 -86.9 6.86 53.86 -83.47 Elaborado pela CCIPA.66 Fluxos Anos Anos 14/13 Fonte: AICEP Portugal Global in Portugal: Estatísticas de Relacionamento Económico com Angola. Nota do Banco de Portugal in Portugal – Ficha País.44 -16.39 -92.8 -399.24 -78.0 6. com base em dados do Banco de Portugal e da AICEP Portugal Global Investimento directo entre Portugal e Angola por fluxos e por posição (stock) 2011-2014 (variações líq.98 Passivo -91. O activo representa os créditos de Portugal perante o exterior. os valores passam a estar disponíveis apenas em termos líquidos.1 2 936.3 1 400.85 -3. anuário angola 2015/16 Relações Bilaterais Investimento directo português em Angola por tipo de operação 2010-2013 (3 Anos Lucros Reinvestidos Créditos. Com a nova metodologia.2014.7 1.1 482.86 -215.02 -1.4 0.90 168.03 -72.IDP) de residentes (portugueses) perante não residentes (estrangeiros) NOTA AOS QUADROS SOBRE O INVESTIMENTO DIRETO . (b) Taxa de variação homóloga 2013 dez-2014 dez Activo/Passivo: reflete os créditos (activo .16 1233.6 414.2 208.6 205.9 103.de Portugal no exterior .6 3.do exterior em Portugal Na sequência da alteração metodológica emanada da 6ª edição do Manual da Balança de Pagamentos e Posição Internacional (BPM6).67 -21.7 344.8 241.75 -84.9 -324. ou seja.8 -56.93 368.6 2 912. Empréstimos e Suprimentos Capital de Empresas Outras Operações Outros Sectores Total 2010 2011 2012 2013 11/10 Variação 12/11 421 767 46 863 95 734 105 107 7 364 669 472 524 784 29 104 257 390 160 982 98 227 909 505 508 515 175 750 42 822 148 094 165 044 892 131 69 225 14 000 11 667 23 334 34 872 129 634 24.61 15.78 -49.87 -85.2015.24 -37.4 524.2 1. rior em matéria de investimento direto e compara grosso modo com o direcional IDE. AICEP Portugal Global 13 .2 1 835.84 35.

3 0.3 5.2. Gestão de Resíduos e Despoluição Outros Setores Total 2011 2012 180.0 7.8 83.10 197. Gás.59 nd nd 1ª nd Elaborado pela CCIPA com base em dados da AICEP Portugal Global in Portugal: Relacionamento Económico com Angola. Pesca e Indústrias Extrativas Comércio. e Angola .88 nd 1 207.08 2ª 18.3% 3 174. Científicas.Síntese de Relacionamento Económico Bilateral. fev e abr. anuário angola 2015/16 Relações Bilaterais Investimento directo angolano em Portugal por sector de actividade 2011-2012 (3 milhões) Anos Intermediação Monetária Actividades Imobiliárias Actividades de Consultoria.70 nd 1 569. Alojamento e Restauração. Reparação Veículos Automóveis Construção Indústrias Transformadoras Electricidade.55 197.9% 2 988.2015 14 .1 2.0 Fonte: Banco de Portugal in Evolução das Economias dos PALOP e de Timor Leste 2012 .2 2.2013. Transportes e Armazenagem.5 42.54 8 821 1 780.09 6ª 3.3 5.2014 Balança comercial Portugal Angola 2011-2014 (3 milhares e %) Anos Rubricas Exportações > empresas exportadoras para Angola Importações > empresas importadoras de Angola Saldo Coeficiente de Cobertura Portugal / Angola > Portugal como importador: posição % exportações angolanas > Portugal como exportador: posição % importações angolanas 2011 2012 2013 2014 2 330.10 000 1 605.73 nd 480.4 5. Vapor.2 226. Actividades Administrativas e Serviços de Apoio Actividades de Informação e de Comunicação Agricultura. Técnicas.2 11. Produção Animal. Caça.69 5ª 4.66 167.8% 3 112.97 118.06 7 893 1 177.49 1ª 18.80 +/.7 2.3 10. Saneamento.3 0.7% 8ª 2.2013 e 2013 .6 9. out. Água.88 1ª 18.1 6.2 1.7 5. Floresta.6 11.70 9 401 2 631.50 148 1 152.2 0.

3 741 368.8 62 509.9 Máquinas e Aparelhos XVII Material de Transporte 916.5 Pastas Celulósicas.4 1 605 745.6 97 561.9 241. XIII 15.1 0.6 35 885.4 207 060.9 335.7 301 823.2 2.9 96 307.4 5 264. Import.1 0.4 669.2 148 294.6 1 454.6 30.8 78 669.9 4 559.6 1 349. Grupos de Produtos por Secção Pautal 2012 Export.4 Cerâmica XIV 297.3 792 263.0 2 331 666.5 11.4 836. Export.8 0.0 206 463.8 19.5 2 632 359.5 0.0 29.2 Bebidas.9 6 710.4 6.9 Óptica/Precisão XIX Armas e Munições 0.7 56 924.5 216 357.4 2.1 2 628 220.2 24.3 III Gorduras e Óleos 81 079.4 8.1 148 549.7 91.5 24 635.0 122.0 939.7 19.2 2 997 972.3 46 221.6 742.8 768.4 24.3 0.9 78 632.5 89 587.0 57.6 373 899.0 Total 1 177 486.6 5 302. Import.1 144 484.4 36 834.4 82 751.0 Instrumentos de XVIII 1 139.8 53 066.9 481 270.5 147 398.0 95 149. Import.0 1 420.9 60 912. Animais e Produtos 1 859.8 1 781 470.2 94 578.5 12.5 506 731.0 423 871.7 15. Tabaco V 1 169 726.6 227 116. Chapéus.4 13.7 Pedras e Metais Preciosos Metais Comuns XV 92.0 38 841.3 VIII Peles e Couros 11.2.1 9.8 0.1 Produtos Minerais VI 7.2 735.0 XX Produtos Diversos 47.4 147 722.5 5 332.7 I.5 1 601 663.0 39 525.1 439 968.8 0.0 238.0 100 659.7 3 175 680. X 38.9 XXI Objectos de Arte 1.0 Produtos Alimentares.2 93 861.0 50 981.8 Guarda-Sóis Obras de Pedra e Vidro.7 823 649.9 68 426. 105 269. IV 71.5 79 544.0 508 396.7 e suas Obras XVI 1 952.1 147 681. Export.7 95.3 11 968.0 0.2 289.0 606.1 2.5 105 469.9 30 519.7 Calçado.0 Produtos Químicos VII Plásticos e Borracha 60.7 1 212.3 88 975. Cartão XI 62 926.4 20.4 109. 15 .0 1.6 400.7 74.3 3.5 510 140.5 28 267.8 223 553.2 123.8 0. anuário angola 2015/16 Relações Bilaterais Comércio Portugal Angola 2011-2014 (3 2011 Import.4 22.7 14.2 736.0 27.1 884.0 96 599.5 IX Madeira e suas Obras 813.2 16 688.9 1 077.7 28.8 77 704.2 417. 2013 milhares) 2014 Export.4 3 112 108.0 110 548.6 141 075.1 24 452.9 374 373.0 43 386.9 37.9 Papel.2 8.7 4.8 201 871.3 166 227.8 148.3 Têxteis 22.7 718.1 1 776 909.0 108.3 31 732. XII 5.8 do Reino Animal II Produtos do Reino Vegetal 450.1 120 784.0 0.0 65 398.7 11 326.0 6 126.2 18 536.7 99 278.6 4.1 555.3 Elaborado pela CCIPA com base em dados do INE Portugal Contactos que geram negócios.7 121.2 34 191.

7 2.69 4. Transf.2 21. Totais (%) 22.3 7.42 26.0 33.0 398.4% 6.9 293.9 7. Totais (%) 2010 2011 2012 2013 9.5 1.3% 2.7 das Exportações Angolanas para Portugal 2010-2013 Alta Média-Alta Média-Baixa Baixa Import.3 8.Síntese País e Relacionamento Bilateral./Export.3 1 071.3 359.9% 1 264.2014 e fev.6 35.6 431. Prod. Totais (%) Import.8 1.1 1.3 25. Outros Produtos / Imort.Síntese de Relacionamento Económico Bilateral. Totais (%) Export.2015 16 .2 90.3 1.2.1 35. Outros Produtos / Export.2015 Balança de serviços Portugal . Transf. fev e abr.2013.12 13.3 98. dez.08 22.4 98.1 4./Import.2 21.3% 1 430.2 560.3 971.0% 12ª 2.5 0.6 36.7 24.7% 5ª 6.4 98.8% 3.9 89.5 7.6 99.4 2.23 -7.3 231.51 15.6 1 172.3% -2.79 -23.1 1 065.6 3.89 5ª 6.5 324.7 99. Ind.Angola 2011-2014 Anos Rubricas Exportações Importações Saldo Coeficiente de Cobertura Angola como cliente de Portugal: > posição > % exportações Angola como fornecedor de Portugal: > posição > % importações 2011 2012 2013 2014 12/11 Variação (%) 13/12 14/13 1 296.8 1.1 62. Prod. mai. Ind.8 32.1% 1 497.8 33.5% 6. out.8 0.9 98.1 0.1 1.70 -9. e Angola .2013 e Angola .2 98.9 8.3 29.2 22.2010 e out.91 -8.6 37.0 97.66 9.7 6.4 Fonte: AICEP Portugal Global in Portugal: Relacionamento Económico com Angola. anuário angola 2015/16 Relações Bilaterais Grau de intensidade tecnológica das Exportações Portuguesas para Angola 2010-2013 Anos Alta Média-Alta Média-Baixa Baixa Export.5 36.4 2.9 461.50 10.6% 12ª 2.7% Elaborado pela CCIPA com base em dados da AICEP Portugal Global in Portugal: Relacionamento Económico com Angola.6 40.

00 Ajuda a Programas e sob a forma de Produtos 6 561.27 -13 585.00 -20 076.00 -13 351.00 Total sectorial MultiSectorial / Transversal 7 968.) Sectores 7 182.00 Fonte: página do Instituto Camões da Cooperação e da Língua na internet.14 e 19.54 46.00 0.00 450.06 -21 717.29 5 786. 17 .00 -5 383.29 6 612.00 0.64 16 169.00 0.16 69.47 1 201.56 7 317. 2012-2013 e 2013-2014 Ajuda Pública Portuguesa ao desenvolvimento de Angola 2011-2014 (3 milhares ) Anos 2011 2012 2013 2014 (val.00 1.43 -21 025. prelim.00 205.43 -21 025.76 -5 411.63 136. em 28.02 206.00 -20 076. anuário angola 2015/16 Relações Bilaterais Dívida oficial de Angola a Portugal 2010-2013 (USD milhões) Anos 2010 2011 2012 2013 Natureza da Dívida 1) Directa ao Estado 642 614 586 558 Vincenda 642 614 586 558 Em atraso 0 0 0 0 2)A ML Prazo Garantida pelo Estado 799 994 984 897 Vincenda 799 994 984 897 Em atraso 0 0 0 0 3) Oficial (1 + 2) 1441 1608 1 570 1 455 Vincenda 1441 1608 1 570 1 455 Em atraso 0 0 0 0 Fonte: Banco de Portugal in Evolução das Economias dos PALOP e de Timor Leste 2011-2012.00 7.00 7.00 -21 032.60 122.00 Acções Relacionadas com a Dívida Custos Administrativos dos Doadores Ajuda aos Refugiados (no país doador) Não Afetado / Não Especificado: reestruturação da dívida Total não sectorial Apd total bilateral 0.64 95.09 95.00 3 046.62 5 996.03 6 246.00 3 398.mai.00 29.00 -21 039.mai.03 0.15 Contactos que geram negócios.00 Sectores Produtivos 224.00 -21 039.00 Infraestruturas e Serviços Económicos Infraestruturas e Serviços Sociais 112.00 118.00 0.16 64.00 155.00 0.35 -7 590.06 -21 717.00 -17 634.2.

2 67.5 2.5 5 5 5 12 Economias (3) 145 138.7 171. China (5) > dias (número) 203 204 155.8 8. China (1) 10 12 13.4 23.5) > custo (% RNB per capita) 123.2.0 21.4 374.2 23.7 4 348.0 0.9 Qatar (0) 157º 155º 139º 135º 47º 36º Coreia (1) 2) Obtenção de Alvarás de Construção > procedimentos (número) 3) Obtenção de Eletricidade > procedimentos (número) > dias (número) > custo (% renda per capita) 4) Registo da Propriedade > procedimentos (número) 7 5.2 23 Economias (100) .4 29. anuário angola 2015/16 DADOS BÁSICOS DE ANGOLA Doing Business em Angola.1 113 99 Singapura (26) > custo (% valor do imóvel) 0.5 4 819.4 4.6 125.3 2.8 100 100 Portugal (100) > cobertura de órgãos privados de registo (% adultos) 1.5 7.5 0.5 15 14 13 Hong Kong.3 7.9 53.5 6.8 25.0 3.4 2.5 130.0 7.0 112 Economias (0) 67º 66º 111º 117º 58º 76º Hong Kong.3 141 64 64 Coreia (18) 660.8 95.7 2.2 58.3 4 Economias (0) 5) Obtenção de Crédito 18 7 145 180º 178º 122º 113º 89º 109º Nova Zelândia (1) > eficiência dos direitos legais (índice 0-12) 1 3 5 6 2 3 3 Economias (12) > alcance da informação sobre crédito (índice 0-8) 0 4 2 3 7 5 23 Economias (8) > cobertura de órgãos públicos de registo (% adultos) 0.5 Nova Zelândia (0.0 1 1 4 Economias (1) > dias (número) 190 191 57.1 56.4 Eslovénia (0) > c apital integralizado mínimo (% RNB per capita) 20.1 9.2 nd 1.3 6.9 1 1 3 Economias (1) > custo (% valor do imóvel) 3.0 9.0 3.9 52.0 689.8 0 5.6 Japão (0) 164º 164º 125º 121º 25º 30º Georgia (1) 7 7 6.7 0. em Portugal e na África Subsaariana 2014-2015 Angola África Subsaariana Melhor Desempenho Global Portugal 2015 2014 2015 2014 2015 2014 2015 Posição Ocupada (ranking) 181º 179º nd nd 25º 32º Singapura 1) Abertura de Empresas 174º 172º 129º 124º 10º 32º Nova Zelândia (1) 8 8 7.0 2.0 3 Nova Zelândia (1) Ranking do Ambiente de Negócios em 189 países > procedimentos (número) > dias (número) 66 66 27.

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1 15.2 5 Economias (15) > custos com a exportação (USD por contentor) > custos com a importação (USD por contentor) 9) Execução de Contratos > procedimentos (número) 10) Resolução de Insolvências > taxa de recuperação (centavos por dólar) > força do enquadramento da insolvência (índice 0-16) 20 > Elaborado pela CCIPA com base no Estudo do Banco Mundial Doing Business 2013.3) 5 6 4.5 12.3 4.1 19.4 42.mai. 06.8 13.1 - - 42.0 Islândia (9) > prazo (anos) sem prática sem prática 3.9 6 Nova Zelândia (8. 2014 e 2015.7 - > outros impostos (%) > taxa total aplicável (% do lucro) 8) Comércio Externo nd 17.5 - 52.2 - - 15.1 72.3 4 5 5 6 6 Singapura (9.8) 5.2) 144º 143º 129º 126º 64º 81º Emiratos Árabes (1) > responsabilidade dos diretores (índice 0-10) > eficiência da protecção ao investidor (índice 0-10) 7) Pagamento de Impostos > pagamentos (número por ano) 30 30 38. interesses (índice 0-10) 5.6 Japão (92.15 .5 5.mai.7 2 108 780 780 Timor Leste (410) > documentos para importação (número) 9 9 9 9 4 4 Irlanda (2) > duração do processo de importação (dias) 43 43 37.4) > custo (% da propriedade) sem prática sem prática 23.9 2 793 925 925 Singapura (440) 187º 187º 121º 123º 27º 24º Singapura (1) 46 46 39.5 0.0 9.0 Noruega (1) 0 0 24.1 - > impostos e contribuições sobre salários (%) nd 9.1 51.4 44.2 38 8 8 Hong Kong.4 652 547 547 Singapura (150) > custo (% da dívida) 44.3 - 167º 167º 142º 141º 29º 25º Singapura (1) > documentos para exportação (número) 10 10 8 8 4 4 Irlanda (2) > duração do processo de exportação (dias) 40 40 30.1 2.4 4 5.4 45.1 3.mai.6 4.0 9.0 2.1 13.5 31 15 15 5 Economias (6) 2 060 1 860 2 200.0 - - 26.6 38 13 13 Singapura (4) 2 725 2 700 2 930. 12.8 314 275 275 Luxemburgo (55) > imposto sobre os lucros (%) nd 25.9 - - 0.2 71.2 5. China (3) > tempo (horas por ano) 282 282 310. anuário angola 2015/16 Relações Bilaterais Angola África Subsaariana Melhor Desempenho Global Portugal 2015 2014 2015 2014 2015 2014 2015 6) Protecção dos Investidores Minoritários 94º 91º 121º 114º 51º 52º Nova Zelândia (1) > extensão conflito na resol.8 26.14 e 14.13.2 39 34 34 Singapura (21) > tempo (dias) 1 296 1 296 650.0 52.8 5 França (7.0 Irlanda (0.9) sem prática sem prática - - 14.3 23.2.

7 São Tomé e Príncipe 9.2014 População (mil hab) PIB pm (milhões USD) PIB per capita (USD) Índice Desenv. do Banco Nacional de Angola.2 Países Angola 3. paridade do poder de compra.0 234 2 950 142º 153º (160º .1 -42.2014) Portugal 10 387 174 384 20 800 41º 25º (23º .6 -23. do Banco Mundial.2. do Banco Nacional de Angola.0 209.2014) Brasil 202 800 2 196 14 750 79º 120º (123º . o PIB de Timor Leste inclui os rendimentos petrolíferos 2. anuário angola 2015/16 Relações Bilaterais A Lusofonia em números 2010-2014 Principais Indicadores Económicos dos Países de Língua Portuguesa .6 -2.4 -3.2 6.8 Portugal 2. Elaborado pela CCIPA.0 68.9 -4.2014) São Tomé e Príncipe 195.4 -42. que compara os preços em moeda local para o mesmo cabaz de bens representativos em diversos países.2 Guiné Bissau 4.5 -10.5 2.2 -2. o ambiente de negócios é um ranking criado pelo Banco Mundial em função de um conjunto de indicadores relevantes para o seu enquadramento regulamentar.8 -9. o PIB per capita está calculado em PPP.1 7. Varia entre 1 (máximo) e 183 (mínimo).4 -9.5 -16.4 -37.6 -3.Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e Eurostat 21 .5 3.1 4.6 Cabo Verde 1.0 Elaborado pela CCIPA.9 5.3 1.3 -10.0 1.0 -2.8 5.2014) Moçambique 25 900 11 847 1 040 178º 127º (142º .4 8.Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e Eurostat Contactos que geram negócios.9 Moçambique 7. do Banco Mundial. com base em dados do Banco de Portugal.0 Cabo Verde -13.2014) Guiné Bissau 1 716 732 1 240 177º 179º (176º . da Aicep Portugal Global e do PNUD .0 2. ou seja.2014) Países Cabo Verde Notas ao Quadro: 1.3 -1.0 5.Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e Eurostat Taxa de variação anual do PIB 2010-2014 2010 2011 2012 2013 (est) Balança Corrente % do PIB 2010-2014 2014 (prog) Países 2010 2011 2012 (est) 2013 (est) 2014 (prog) 9. o índice de desenvolvimento humano é calculado pelo PNUD tendo em conta a esperança de vida e os níveis de educação e de rendimento.2014) 511 1 409 6 220 123º 122º (118º . 4.4 7.1 -3. Humano Facilidade nos Negócios 2015 Angola 24 330 91 619 (2013) 8 186 149º 181º (180º . Elaborado pela CCIPA.7 0.1 7.8 -43. com base em dados do Banco de Portugal.5 Timor Leste (% PIB não petrolífero) 179.1 -4. da Aicep Portugal Global e do PNUD .1 12. do Banco Mundial.4 3.5 0.3 6. do Banco Nacional de Angola.4 -1.7 1.3 -31.6 -37. 3.9 0.6 12.1 -2. Varia entre 1 (máximo) e 187 (mínimo).2014) Timor Leste 1 185 3 720 6 410 128º 172º (174º .2 4.7 Guiné Bissau -8.5 -46.2 0.1 São Tomé e Príncipe Portugal 0.9 2. com base em dados do Banco de Portugal.9 7.2 4.8 Brasil -2.9 4.3 2.6 (BdP) Timor Leste (PIB não petrolífero) -28.3 Moçambique -10.4 4.5 4.2 Angola Brasil 7.9 -2.8 4.0 160.5 5. da Aicep Portugal Global e do PNUD .9 -6.7 14.0 1.0 210.

91 30.09 0.BRL 1.4 11.00 (jun) Moçambique: Metical .1 6.9 10.2 6.10 479.00 18 618.9 (jun) Moçambique 16. Elaborado pela CCIPA.7 -0. do Banco Mundial.4 -0.MZN 32.9 74. homóloga) 2010-2014 2011 2012 (est) 2013 (est) 2014 (prog) 2010 2011 2012 (est) 2013 (prog) 2014 (prog) 7.9 nd Portugal 94.62 103.2 nd Timor Leste (PIB não petrolífero . da Aicep Portugal Global e do PNUD .USD milhões) 0.STD 18 574.0 111.4 9.0 (jun) Portugal 1.CFA 495.00 10 463.4 3.48 Países Países Angola 21.16 2. 1.23 29.AKZ 91. com base em dados do Banco de Portugal.3 16.2 São Tomé e Príncipe 78.2 17.76 1.0 22.da Aicep Portugal Global e do PNUD .00 (jul) Países Dólar . do Banco Mundial.2 3.0 0.€ 0.00 9 384.00 19 211.30 85.5 2.2.4 6.v.0 44.a.6 2.1 (jun) Guiné Bissau 5.8 56.07 Brasil: Real .8 31.0 (jul) Elaborado pela CCIPA.5 nd Moçambique 35.1 33.67 1.8 129.10 81.2 (Eurostat) São Tomé e Príncipe 12.43 97.CVE 83.97 1.IDR Indon.2 31.00 477.00 17 951.00 11 689.1 -0.1 -1.2 Cabo Verde 50.99 29. do Banco Nacional de Angola.4 7.1 31.0 Elaborado pela CCIPA.Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e Eurostat Cabo Verde 3.8 67.0 3. do Banco Nacional de Angola.9 11.8 32.30 79.0 6. anuário angola 2015/16 Relações Bilaterais Dívida Pública Externa: % do PIB 2010-2014 2010 Índice de Preços no Consumidor (t.1 36.38 Cabo Verde: Escudo .7 130.2 78.1 125.0 0.6 5. com base em dados do Banco de Portugal.725 0.9 75.7 24.50 494.6 5.69 Brasil 24. com base em dados do Banco de Portugal.6 4.6 3.06 28.USD Aust.2 19.Euro .Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e Eurostat Taxa de Câmbio Média: 1 USD * … 2010-2014 2010 2011 2012 2013 2014 (prog) Angola: Kwanza . do Banco Nacional de Angola.8 0.6 20.3 19.63 (jun) Portugal .0 33.9 (mai) Timor Leste 9.7 4.753 S.749 0.00 8 777.10 (jun) Guiné Bissau: Franco .80 83. da Aicep Portugal Global e do PNUD .00 (mai) Timor Leste: Dólar .4 1.773 0.6 74.7 22.06 (jul) 9 085.95 2.2 Guiné Bissau 35.6 21.00 17 754.3 11.91 93.0 7.2 Angola 15.758 0.93 95.04 1.Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e Eurostat 22 .0 31. do Banco Mundial.1 0.Tomé e Príncipe: Dobra .0 Brasil 5.97 0.3 30.50 510.4 3.

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3 Como investir em Angola? .

69 7. Banco de Portugal) Investimento Directo Estrangeiro USD 23.6 mil milhões Sumbe Oceano Atlântico Kwaza Sul Rio Cassai Kuito Benguela Huambo Benguela Rio Zambeze Huambo Moxico Namibe Zâmbia Menonge Lubango Cunene Taxa Efetiva Produto Interno Bruto pm Luena Bié Huíla Namibe Trocas Comerciais Kuando Kubango (est. anuário angola 2015/16 República do Congo 2 1. FMI WEO. República Democrática do Congo.3 milhões de habitantes Lucapa Bengo Lunda Norte Caxito Malange Kwaza Norte Luanda População N´Dalatando Saurimo USD 130.38 9.02 7. 2014. out. Namíbia. Banco de Portugal.3. kikongo.2 0.4 0.186 (prev.246.Censo Nacional de Angola maio de 2014 25 .CountryStat Angola na Internet. Banco de Portugal) Lunda Sul Rio Kwanza Euros 91. 2014) Importações (FOB) USD 28.5 mil milhões (prog. março 2015) Ba2 (Moody’s março 2015) BB.0 8 159 8 428 8 708 8 999 0. 2013) PER CAPITA .978 mil milhões (prog. em 21 de maio 2014 2014 .48 por género 2009-2014 9 322 (mil habitantes) 9 577 9 002 9 284 Índice de preços na cidade de Luanda(%) 12 500 Feminino Variação mensal da Taxa de Inflação jan-dez 2014 1.(Fitch novembro 2013) População 2010 2011 2012 2013 2014 15.USD 8.3 mil milhões (prog. outras línguas nacionais principais kimbundu.6 2009 Total 17 481 0.3 mil milhões Exportações (FOB) USD 71.31 11. Zâmbia Moeda Kwanza (AKZ) Indicativo telefónico do País +244 24. umbundu. (e diversos dialectos tradicionais) Países Fronteiriços Congo.0 jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Elaborado pela CCIPA. com base em dados do Banco Nacional de Angola Contactos que geram negócios.5 (1/7 COSEC) Dívida Soberana de Longo prazo B+ (Standard & Poor’s.8 11 800 Masculino 0.700 Km Cabinda Área Cabinda República Democrática do Congo M´Banza Congo Uíge Zaire Uíge Nome Oficial República de Angola Capital Luanda Língua Oficial Português. lunda e chokwe. 2010 Total 17 430 2011 Total 17 992 2012 Total 18 576 2014 Total 24 300 Fontes: 2009 a 2012 . Banco Nacional de Angola 2013) Ondjiva Rio Kubango Rio Cunene (Censo de 2014) Rio Cuango Malanje Risco do País Namíbia Taxa de inflação Anos COMO INVESTIR EM ANGOLA Político .

733.765.09 Tesoureiro 35. página na internet em 23.927.020.545.10 Administrativo 29.86 Direcção 170. serviços e indústria transformadora 18.248.70 a 317. de 9 de junho Categorias profissionais Remuneração (kz) Pessoal não técnico Operário não qualificado 21.07 Operário qualificado 29.07 a 43.855.03 a 324.03 a 273.212.031.733.83 a 158.638.407.385 AKZ agricultura 15. de 9 de junho # / Kwanza: Trabalhadores dos agrupamentos económicos da: 9 de junho de 2014: 1 # = 133.91 a 83.05 a 27.003.00 30 de abril de 2015:1 # = 121.05 a 37.72 Salário mínimo nacional Taxas de Câmbio Decreto presidencial nº 144/14.624.09 a 40.030.139.27 c/ despesas de representação 204.00 USD / Kwanza: comércio e indústria extractiva 22.139.39 Direcção e chefia Chefia 170.054.247.07 a 35.11 Pessoal técnico Técnico médio 45.842.3.754. anuário angola 2015/16 COMO INVESTIR EM ANGOLA Tabela salarial para os funcionários públicos e para os funcionários públicos titulares de cargos de direcção e chefia do regime geral Decretos presidenciais nº 126 e nº 127/14.504.921.308 AKZ .64 a 389.jun.293 AKZ transportes.70 Técnico superior 158.2014 e 22.50 9 de junho de 2014: 1 USD = 97.2015) 26 30 de abril de 2015: 1 USD = 109.09 Administração e serviços Auxiliares 18.mai.84 Técnico 87.657 AKZ (in Banco Nacional de Angola.638.927.

10. para tratar dos seguintes documentos: Contactos que geram negócios. Actos gratuitos: > os certificados de registo estatístico emitidos pelo Instituto Nacional de Estatística > a inscrição da sociedade comercial no Instituto Nacional de Segurança Social > a inscrição tributária > a obtenção do Número de Identificação Fiscal > a emissão do Cartão de Contribuinte A publicação do actos societário na III Série do Diário da República importa o pagamento da quantia única de Kz. a ser paga à Imprensa Nacional no balcão da entidade prestadora do serviço (GUE / BUE).000.º PASSO DOCUMENTOS A APRESENTAR > 7 Cópias dos Estatutos da Sociedade / Pacto Social > Certificado de admissibilidade de firma > Comprovativo bancário do depósito do capital social. carimbada na secção de atendimento > 1 cópia do documento de identificação de cada sócio 4. os emolumentos relativos ao procedimento de constituição de sociedades têm agora um valor único de Kz.000. o GUE não se responsabiliza pela devolução do valor. 40. > Actas ou fotocópias autenticadas (se conferirem poderes de representação devem ser reconhecidas as assinaturas) 5. > Contrato de Investimento Privado (CRIP .º PASSO ESTATUTOS Elaboração dos Estatutos da sociedade pelo departamento jurídico do GUE.Certificado de Investimento Privado). veio consagrar uma redução significativa dos encargos legais aplicáveis à constituição de sociedades em Angola.00 (para a constituição de Sociedades Anónimas ou em Comandita por Ações). 3. 10.00 (vinte e quatro mil e noventa Kwanzas) Instituto Nacional de Estatística > Certificado de Registo Estatístico: acto gratuito Instituto de Segurança Social > Inscrição: acto gratuito Direção Nacional de Impostos > Inscrição: actos gratuito > Obtenção do Número de Identificação Fiscal: acto gratuito > Emissão do Cartão de Contribuinte: acto gratuito > Imposto de início de atividade: depende do sector de actividade em que a sociedade se insere Imprensa Nacional > Publicação: Kz. numa conta bancária em nome da Sociedade > CRIP (quando aplicável) > Licença de Importação de Capitais (quando aplicável) No caso de PESSOAS SINGULARES: > Cidadão Nacional – 2 Fotocópias do Bilhete de Identidade válido > Estrangeiro Residente – 2 Fotocópias do Passaporte e Cartão de Residente válidos > Estrangeiro não Residente – 2 Fotocópias do Passaporte válido > Menores – 2 Fotocópias da Cédula Pessoal > Mandatários (se aplicável) – Procurações ou respetivas fotocópias autenticadas No caso de PESSOAS COLETIVAS: > 2 Fotocópias da escritura de constituição > 2 Fotocópias da certidão do registo comercial > 2 Fotocópias do cartão de contribuinte > Se houver mandatários. em Nome Coletivo e em Comandita Simples) e de Kz. De acordo com a Lei n. 1. Acresce aos emolumentos de constituição acima mencionados – independentemente da forma jurídica da sociedade a constituir – uma tarifa única de AKZ 1. o interessado deverá fazer-se acompanhar de: > Formulário preenchido > 1 cópia dos Estatutos. de 29 de setembro. 1. Ficheiro Central de Denominações Sociais > Formulário: Kz 500.00 (quinhentos Kwanzas). > Certificado de Admissibilidade: Kz 24.3. Sempre que os Estatutos forem elaborados fora do GUE devem os mesmos ser gravados numa pen drive para revisão do departamento jurídico do GUE.00 Em caso de desistência por parte do cliente. > Licença de importação de capitais.000.090.º PASSO PAGAMENTOS A EFETUAR Guichet Único da Empresa > Honorários do GUE: Kz.co) em 4 de junho de2015 27 .00 Emolumentos relativos ao procedimento de constituição Sociedades Anónimas ou em Comandita por Ações: Kz.minjus-ao. em Nome Coletivo e em Comandita Simples: Kz.º 16/14. de 29 de setembro. Sítio da internet do GUE (http://gue.000.00 (vinte e quatro mil e noventa Kwanzas). sem prejuízo dos emolumentos que lhe sejam aplicáveis. 2. procurações com assinaturas reconhecidas ou fotocópias autenticadas.º PASSO CADASTRAMENTO DA SOCIEDADE (NA ÁREA DA direcção NACIONAL DE IMPOSTOS) Para o efeito. o(s) interessado(s).I do requerente) No caso de os sócios serem ESTRANGEIROS NÃO RESIDENTES E/OU PESSOAS COLETIVAS DE DIREITO ESTRANGEIRO.00 (para a constituição de Sociedades por Quotas.AGÊNCIA NACIONAL DE INVESTIMENTO PRIVADO.00 (mil Kwanzas). 40. Este valor inclui a obtenção do alvará comercial. 1.00 (mil Kwanzas) pelo atendimento nos serviços do GUICHÉ ÚNICO DA EMPRESA (GUE) e dos BALCÕES ÚNICOS DO EMPREENDEDOR (BUE). terá(ão) que se dirigir à ANIP .º PASSO CERTIFICADO DE ADMISSIBILIDADE DE FIRMA Preencher o formulário de pedido de Certificado de Admissibilidade de Firma : > Formulário: Kz 500.000. (Anexar 1 cópia do B. > Estatutos visados pela ANIP.º 16/14.00 (quinhentos Kwanzas) > Certificado de Admissibilidade: Kz 24.º 16/14.000.000.000.Guichet Único da Empresa NOTA PRÉVIA A publicação da Lei n.00 Fonte: Lei n. 1.00 > Emolumentos relativos ao procedimento de constituição de Sociedades por Quotas.090. anuário angola 2015/16 COMO INVESTIR EM ANGOLA Passos para constituição de uma sociedade em Angola através dos serviços do GUE .

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Tem uma taxa de 2% do total das vendas (conceito adaptado para as sociedades financeiras e seguradoras) efectuadas no 1º semestre e é feita em agosto. PREÇOS DE TRANSFERÊNCIA: podem ser efectuadas à matéria colectável se os termos e condições contratados entre partes relacionadas não obedecerem ao princípio da plena concorrência. gestão de carteira de imóveis. e em julho. Os lucros levados a reservas e reinvestidos em instalações ou equipamentos nos 3 anos seguintes podem ser deduzidos em 50% aos lucros tributáveis dos 3 anos seguintes ao do investimento. fundos autónomos. > intermediação financeira e seguros (se o prestador se encontrar estabelecido em Angola). Exceptuam-se os serviços de: > ensino. Despacho n. a entregar no prazo de 6 meses após a data do encerramento do exercício fiscal. Mantêmse em vigor os seguintes diplomas: Decreto nº 6/96. TAXAS APLICÁVEIS: > normal: 30%. Decreto Executivo nº 15/09. matérias-primas. mediante requerimento a ser entregue até ao final do mês de fevereiro do ano seguinte a que se reporta o imposto. Se na determinação final do imposto industrial for apurado um montante inferior ao pago provisoriamente no decurso do exercício. EXCLUSÕES: rendimentos ou ganhos sujeitos ao Imposto sobre a Aplicação de Capitais. de 8 de Janeiro. As empresas não residentes com estabelecimento estável em Angola são tributadas pelos lucros imputáveis: > ao estabelecimento estável em Angola. associações. sociedades com proveitos anuais de valor igual ou superior a AKZ 500 milhões. > hotelaria e similares (se o prestador se encontrar estabelecido em Angola). fundações e cooperativas que giram proveitos adicionais às dotações e subsídios recebidos dos seus associados. Os Grandes Contribuintes devem elaborar um dossier de Preços de Transferência. da mesma natureza ou de natureza similar. berçários e estabelecimentos análogos. às exercidas pelo estabelecimento estável. esse crédito será abatido à colecta dos exercícios seguintes.3. dentro do prazo geral de caducidade do imposto. sucursais de sociedades não residentes em Angola. excepto entradas de capital e cobertura de perdas efectuadas pelos sócios ou créditos de imposto. > retenção na fonte incidente sobre serviços: 6. > locação de máquinas ou equipamentos que configurem royalties sujeitos a imposto sobre a aplicação de capitais. Os serviços prestados por entidades não residentes sem estabelecimento estável em Angola estão sujeitos a retenção. em Angola. > transporte de passageiros. independentemente do local da sua prestação. de 6 de Março. reguladas – seguros. por exemplo. . de 22 de outubro (Código). 30 PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS SUJEITAS A RETENÇÃO: a generalidade das prestações de serviços estão sujeitas a retenção na fonte à taxa de 6. avícolas. sociedades de capital social igual ou superior a AKZ 2 milhões. participações sociais ou títulos. jardins de infância. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Lei nº 19/14. > despesas não documentadas: 4% (a partir de 2017). incluindo. anuário angola 2015/16 COMO INVESTIR EM ANGOLA Principais impostos do sistema fiscal angolano 1) IMPOSTO INDUSTRIAL: INCIDÊNCIA: > GRUPO A: engloba empresas públicas e entes equiparados. Resolução nº 7/01. banca e mercado de capitais. No estatuto dos grandes contribuintes está previsto o regime de tributação de grupos de sociedades. fundações. quando não directamente apuráveis através dos elementos contabilísticos disponibilizados pelo contribuinte (caso dos contribuintes que não disponham de contabilidade organizada). jogo. > valor inferior a AKZ 20. > despesas confidenciais: 30% (nalguns casos. > assistência médico-sanitária e operações conexas realizadas por clínicas. de 3 de Março (tabela de lucros mínimos-artº 76º do Código). hospitais e similares. variações patrimoniais positivas. lactários. Decreto-Lei nº 7/01. das vendidas pelo estabelecimento estável. de 26 de Janeiro. de 24 de Agosto. > actividades agrícolas. Decreto Executivo nº 11/99. para os contribuintes do Grupo A. peças ou materiais necessários à prestação dos serviços. cooperantes e mecenas. custos de conservação e reparação de imóveis relevados como custo no apuramento deste imposto. agrícolas. O imposto industrial tributa lucros decorrentes do exercício de actividades de natureza comercial ou industrial: mediação ou agência. para os contribuintes do Grupo B. pecuárias e piscatórias: 15%. perdões de dívida. > às demais actividades comerciais no país. > às vendas de mercadorias da mesma natureza ou de natureza similar. silvícolas.5%.000. 50%. > despesas indevidamente documentadas: 2% (a partir de 2017). rendimentos sujeitos a Imposto Predial Urbano. de 17 de Junho. sem contabilidade organizada: 6. ISENÇÕES: são atribuídas ao abrigo de um acordo com o Estado ou entidade pública com poderes para a sua concessão. LIQUIDAÇÃO PROVISÓRIA: não se aplica no ano de início de actividade. > GRUPO B: lucros efectivamente obtidos pelos contribuintes e determinados pela sua contabilidade ou sobre os lucros que presumivelmente obtiveram. não sendo este então dedutível para efeitos de imposto industrial.5%. > telecomunicações (se o prestador se encontrar estabelecido em Angola). > donativos concedidos fora das condições previstas na lei do mecenato: 15% (aplicável a partir de 2017). O valor da liquidação provisória pode ser reduzido do montante de liquidações provisórias entregues em excesso em exercícios anteriores. desde que não disponham em contrário da Lei nº 19/14. não sendo este imposto dedutível para efeitos de imposto industrial.º 110/05. a partir de 2017).00.5%. > contribuintes do Grupo B.

subsídios diários. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Decreto nº 7/99.001 e 90. a dos familiares sobreviventes. ISENÇÕES: diplomatas.450.00 – rendimento isento. de 28 de maio 31 . rendimentos dos Grupos A e B auferidos por antigos combatentes. compensações por rescisão contratual. nos termos de acordos ratificados pelo Estado angolano. Se o sujeito passivo obtiver um volume de facturação superior a 4 vezes o valor máximo constante da tabela para a respectiva actividade. sensoriais e mentais. à taxa de 3%. até ao limite estabelecido para os funcionários públicos. subsídios atribuídos a cidadãos angolanos portadores de deficiências motoras. > GRUPO C – ACTIVIDADES INDUSTRIAIS E COMERCIAIS. a matéria colectável corresponderá ao valor do serviço. PESSOAS COLECTIVAS: contribuições para a Previdência Social. as prestações pagas pelo Instituto Nacional de Segurança Social. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Lei nº 18/14. Os contribuintes dividem-se em 3 grupos: > GRUPO A – TRABALHADORES POR CONTA DE OUTREM: para determinar o rendimento tributável. na sua morte. 3) CONTRIBUIÇÕES PARA A SEGURANÇA SOCIAL INCIDÊNCIA: PESSOAS SINGULARES: rendimentos do trabalho. de viagem e deslocação atribuídos aos funcionários públicos. será considerado como matéria colectável o volume de vendas de bens e serviços não sujeitos a retenção na fonte. reembolso de despesas de deslocação. abonos para falhas. deficientes de guerra e familiares de combatentes falecidos. o mesmo sucedendo se se tratar de sujeito passivo sem contabilidade organizada.750. salários e outras remunerações devidas aos trabalhadores eventuais agrícolas e aos trabalhadores domésticos contratados directamente por pessoas singulares ou agregados familiares. Tratando-se da prestação de serviços sujeitos a retenção na fonte de acordo com o código do imposto industrial. cidadãos nacionais com idade superior a 60 anos e que aufiram rendimentos do Grupo A. de 22 outubro. o valor fixo são AKZ 3. AKZ 70.000. de representação. inválidos e mutilados de guerra com grau de incapacidade superior a 50%. anuário angola 2015/16 2) IMPOSTO SOBRE OS RENDIMENTOS DO TRABALHO INCIDÊNCIA: rendimentos do trabalho. nos termos de acordos estabelecidos com entidades nacionais. remuneração de detentores das participações sociais pelo desempenho de trabalho nas respectivas sociedades. Contactos que geram negócios. para uma remuneração entre 70. 6. TAXAS: > Grupo A: até AKZ 34. nos limites definidos pela Lei Geral do Trabalho. directa ou indirectamente.5% nas restantes situações. remuneração dos membros de órgãos estatutários. No caso de rendimentos pagos por pessoas colectivas ou singulares com contabilidade organizada. o rendimento tributável corresponde a 70% do rendimento obtido. a entidades com sede. destinadas a garantir a subsistência física dos cidadãos total ou parcialmente incapacitados para trabalhar bem como. COMO INVESTIR EM ANGOLA EXCLUSÕES: destacam-se.000 do seu valor global mensal. > Grupo B: 15%. excepto tratandose de funcionários públicos. até ao limite de 100% do salário base. a matéria colectável é apurada de acordo com a contabilidade e depois de deduzidos os encargos próprios da actividade (até um máximo de 30%). atribuídos a trabalhadores que não sejam funcionários do Estado. deduzem-se primeiro as contribuições obrigatórias para a segurança social e depois as componentes excluídas ou isentas de tributação. contribuições para a segurança social. gratificações de férias e subsídio de Natal. no âmbito da protecção social obrigatória.000 AKZ. entre outras. se no país de residência houver reciprocidade de tratamento. até ao limite de AKZ 30. pessoal ao serviço de organizações internacionais. A matéria colectável é determinada em função da aplicação da tabela de lucros mínimos.3.00 estão isentos de tributação. as taxas aplicáveis aos restantes escalões são calculadas em função da diferença entre a remuneração base e o valor da isenção (por exemplo. > Grupo C: 30% sobre o rendimento determinado de acordo com a tabela de lucros mínimos.00 e a taxa sobre o excesso é de 11%). > GRUPO B – TRABALHADORES POR CONTA PRÓPRIA que desenvolvam uma actividade profissional constante da lista anexa ao código. Aplica-se a taxa de 8% sobre o salário do trabalhador. remunerações pagas por partidos políticos e outras organizações de carácter político ou comercial. pessoal ao serviço de organizações não-governamentais. subsídios de renda de casa até ao limite de 50% do valor do contrato de arrendamento. No caso de sujeitos passivos com contabilidade organizada. empresariais e profissionais. subsídios diários de alimentação e transporte. devidamente reconhecidos. decorrentes da prestação de serviços. direcção efectiva ou estabelecimento estável em território angolano.

aluguer de viaturas. de recreação e desporto. sede. serviços de telecomunicações e comunicações electrónicas). e que executem o Programa Nacional de Habitação (Decreto Legislativo Presidencial nº 1/12. lucros distribuídos por empresas petrolíferas. saldo de juros apurados em conta corrente. de 21 de outubro. serviços de segurança privada. hotelaria e restauração. juros de depósitos bancários. juros de BT e de títulos emitidos pelo BNA. TAXAS: a taxa geral é de 10% mas pode variar entre 0 (derivados do petróleo). créditos associados a exportações. royalties. créditos concedidos até um prazo máximo de 5 dias. sujeita a II. Títulos e Outros Factos. serviços de consultoria de natureza jurídica. títulos de participação ou outros similares emitidos por qualquer sociedade. Documentos. de 21 de outubro 6) IMPOSTO DE CONSUMO INCIDÊNCIA: bens produzidos (i.00. auditoria. de 1 de Outubro 32 . sede. indemnizações pela suspensão da actividade – 5%. arquitectura. sede. direcção efectiva ou estabelecimento estável em Angola. conforme a natureza da operação. utilização de bens ou matérias-primas fora do processo produtivo e que beneficiaram da desoneração de imposto. bilhetes e obrigações do tesouro e títulos do banco central. realizados por seguradoras. EXCLUSÕES: produtos agrícolas. pecuários. anuário angola 2015/16 COMO INVESTIR EM ANGOLA 4) IMPOSTO SOBRE A APLICAÇÃO DE CAPITAIS 5) Imposto do Selo INCIDÊNCIA: juros. TAXAS: variam entre AKZ 100. juros de obrigações de empresas. SECÇÃO B: dividendos. na parte do capital que não exceda AKZ 500 mil por pessoa. juros de suprimentos. juros de vendas a crédito dos comerciantes. estabelecimentos e organismos. de 16 de Janeiro). de silvicultura. Incidência: Todos Os Actos. de engenharia. espectáculos e eventos culturais. sociedades investidoras petrolíferas. juros de títulos emitidos pelo BNA. TAXAS: SECÇÃO A: juros de contratos de empréstimo. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Decreto Legislativo Presidencial n. mais-valias mobiliárias não sujeitas a II ou IRT. contratos de trabalho. serviços de telecomunicações e comunicações electrónicas.. entre outros. ISENÇÕES – juros auferidos por instituições financeiras e cooperativas. económica. quando sujeitos a II. financeira. de revelação de filmes e tratamento de imagens. juros das contas poupança-habitação. directa ou indirectamente. relativos a operações comerciais. ganhos decorrentes da alienação de valores mobiliários. juros de BT e OT.00 e AKZ 100 mil e entre 0.e. nas áreas de concessão em fase de pesquisa ou desenvolvimento até à data da primeira produção comercial. consulares e organizações internacionais acreditadas em Angola. prémios de amortização ou reembolso e outras formas de remuneração das obrigações de sociedades. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Decreto Legislativo Presidencial n. outros rendimentos de capitais. transmissões gratuitas de direito de propriedade entre pais e filhos. serviços de informática e construção de páginas de internet. por entidades com residência. juros de empréstimos sobre apólices de seguros de vida. O imposto é calculado sobre o preço de custo dos bens produzidos em território angolano. não sujeitos a II ou IRT – 10%. locação de máquinas e outros equipamentos. Lei nº 9/99. locação de áreas preparadas para recolha ou estacionamento colectivo de veículos. nacionais ou estrangeiras. emissão de acções com reserva de subscrição preferencial.600. locação de máquinas e outros equipamentos. excepto empresas públicas. 2 e 5% (ex: consumo de energia e água. consumo de água e energia. direcção efectiva ou estabelecimento estável no país. SECÇÃO A – rendimento produzido ou atribuído em Angola.º 2/14. juros de financiamentos e suprimentos concedidos a entidades do sector público empresarial e sociedades comerciais cujo capital seja. fiscal.º 3/14.3. revisão de contas e advocacia.1 e 1%. de 20 de outubro (Código) ISENÇÕES: destacam-se: o Estado. incluindo os serviços públicos. incluindo juros contáveis. serviço fotográfico. lucros distribuídos por uma entidade com sede ou direcção efectiva no país a uma entidade com sede ou direcção efectiva em Angola. sobre o valor aduaneiro ou ainda sobre o preço do serviço. prémios de jogo e lotaria e outros rendimentos de capitais – 15%. ISENÇÕES: bens importados e serviços adquiridos e destinados exclusivamente a missões diplomáticas. créditos concedidos no âmbito de “contas jovem” e “contas terceira idade” cujo montante mensal não ultrapasse AKZ 17. obtidos ou manufacturados no país ou cujo termo do processo de produção tem lugar em território nacional) ou importados por Angola. direcção efectiva ou estabelecimento estável no país a pessoa singular ou colectiva com residência. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Decreto Legislativo Presidencial nº 3-A/14. juros de instrumentos destinados a fomentar a poupança. de pesca e minerais não transformados. dividendos e repatriação de lucros de estabelecimentos estáveis. integralmente subscrito pelo Estado. de abertura de crédito e pelo pagamento diferido – 15%. desde que esta última detenha uma participação no capital da primeira de pelo menos 25% por um período superior a um ano anterior à distribuição dos lucros. royalties. prémios de jogo ou lotaria. associações com estatuto de utilidade pública. Contratos. SECÇÃO B – rendimentos pagos ou auferidos por pessoas singulares ou colectivas com domicílio. serviços de turismo e viagens promovidos por agências de viagens ou operadores turísticos equiparados.

33 .5%. TAXAS: podem ser de 2%. Os emolumentos são cobrados à taxa de 2% sobre o valor aduaneiro dos bens. de expediente de navios e de visita fiscal. > prédios não arrendados. 15%. desde que os mesmos sejam reimportados no período de 12 meses. de 30 de Janeiro. TAXAS: > prédios arrendados. i. usufrutuário ou beneficiário do direito de superfície de prédios não arrendados. para algumas mercadorias em importação temporária ou reexportação. 5%.e. Retificação n. As mercadorias em trânsito aduaneiro e armazenagem aduaneira têm taxas especiais. os direitos aduaneiros têm em conta a renda mensal e a duração do contrato. de medição de tanques. Base: 60% da renda de prédios arrendados.anuário angola 2015/16 3. de selagem e desselagem de contentores. Contactos que geram negócios.  rédios não arrendados.1% ou aumentada até 10%. por forma a serem objecto de reparação. de condução de mercadorias. 20%.5% ou para 0.90 UCF (1 UCF = 88 AKZ) para a exportação temporária e reimportação de bens. podendo esta ser reduzida para 0. com valor patrimonial até AKZ 5 milhões: 0%. aos bens enviados para exterior.º 10/13. relógios e jóias e perfumes. a entidade que pagou os direitos aduaneiros pode solicitar o reembolso correspondente ao período de tempo decorrente até ao termo do contrato de locação. COMO INVESTIR EM ANGOLA 7) IMPOSTO SOBRE AS TRANSACÇÕES INTERNACIONAIS / DIREITOS ADUANEIROS INCIDÊNCIA: importação de mercadorias (incluindo equipamentos). LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Decreto Legislativo Presidencial n. Os direitos aduaneiros são calculados sobre o valor aduaneiro da mercadoria. de funcionamento fora das horas normais de expediente. de acordo com a classificação aduaneira dos bens. valor patrimonial de prédios não arrendados. de abastecimento de combustível. independentemente do valor patrimonial : 25%. As Alfândegas podem cobrar taxas relativas a serviços de vigilância. é aplicada uma taxa ad valorem no valor de 1% sobre o valor aduaneiro da mercadoria.. No caso de bebidas alcoólicas. veículos de luxo. tabaco e produtos manufacturados associados. no caso da vida económica cessar antes do termo do contrato. 8) IMPOSTO PREDIAL URBANO INCIDÊNCIA: é devido anualmente pelo beneficiário de rendas de prédios arrendados ou pelo proprietário. com valor patrimonial superior a AKZ 5 >p milhões: 0.º 1/14. de fiscalização. Importação de produtos petrolíferos destinados ao mercado subvencionado. 10%. ISENÇÕES: aplicam-se aos bens que são reexportados no prazo de 12 meses. 30% e 50%. Os emolumentos ascendem a 1% no caso da exportação de bens (incluindo a reexportação após uma importação temporária) ou a 239. de 22 de Novembro. de conferência de carga. No caso de meios de transporte ou equipamentos temporariamente importados para uso comercial no âmbito de um contrato de locação.

885 128.996 125. Decreto Presidencial nº 38/11. acções. 9) SISA SOBRE A TRANSMISSÃO DE IMOBILIÁRIO POR TÍTULO ONEROSO ISENÇÕES: aquisições efectuadas pelo cônjuge.287 124.445 97. títulos do estado. de 18 de Maio de 1931. ISENÇÕES: o Estado.218 125. de exploração e de servidão perpétua.180 126.219 126. Decreto Executivo Conjunto nº 97/09.544 setembro 97.205 96.435 125.977 133.887 131.201 95.410 101.146 103. a aquisição de partes sociais de uma sociedade que detenha bens imóveis em Angola quando.566 96.826 134. quanto aos imóveis destinados exclusivamente ao culto.824 97.610 127.392 134.846 97.618 123. de 19 de outubro. TAXA: 2%.690 junho 96. desde que sejam afectos à habitação própria permanente do adquirente e respeitem à primeira transmissão.902 125.753 maio 95. TAXAS:  perações entre cônjuges.918 março 95.962 97.3. de 4 de Março.637 124.619 102.337 97.759 127. 10) IMPOSTO SOBRE AS SUCESSÕES E DOAÇÕES INCIDÊNCIA: É devido pelo beneficiário da sucessão ou doação e incide sobre transmissões gratuitas de bens móveis e imóveis.206 124.766 96.359 97.393 97.931 128.704 125.856 97.732 97.452 125.037 97.525 97.069 133. institutos públicos e associações que gozem do estatuto de utilidade pública.086 96.982 97.144 97.903 97.USD e EURO 2013-2014 USD /AKZ 2013 34 EURO / AKZ 2014 2013 2014 compra venda média compra venda média compra venda média compra venda média janeiro 95.459 126. o adquirente passe a deter 50% ou mais do capital social e se demonstre que a aquisição das partes sociais teve como principal objectivo a aquisição dos bens imóveis.451 98.798 96.780 98.273 124.630 97.624 132.369 97.012 132. quando haja reciprocidade.711 129.253 133. de 18 de Maio de 1931.654 125. em dinheiro.982 127.205 98.768 julho 96.653 130.686 96. ascendentes e descendentes ficam isentas caso o respectivo valor não exceda AKZ 500 mil. relativamente aos imóveis destinados às respectivas representações diplomáticas ou consulares.021 dezembro 97.041 123.224 125.201 125.568 127.000 UCF (1 UCF = 88 AKZ) para efeitos de liquidação de Sisa.248 133.526 135.908 122.488 97. ascendentes e descendentes até AKZ 3 > o milhões: 10%. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Diploma Legislativo nº 230.024 99.590 134.373 133.615 126.151 97.613 124.024 97.666 133.092 130.168 97.789 132. anuário angola 2015/16 COMO INVESTIR EM ANGOLA ISENÇÕES: Estado.176 95. INCIDÊNCIA: transmissões onerosas de bens imóveis sitos em Angola.212 fevereiro 95. > outros até AKZ 3 milhões: 20%. Elaborado pela ccipa com base em informação da Ernst & Young in Guia Fiscal de Angola 2015 Taxas de câmbio médias AKZ .259 131.937 97.858 97.806 124.535 99.683 novembro 97.291 134.616 126.221 126.942 134.928 96. incluindo arrendamentos a longo prazo – 20 anos ou mais – e outras transacções similares. ascendentes e descendentes de valor superior a AKZ 3 milhões: 15%.992 103.603 127. quando haja reciprocidade. Lei nº 18/11.642 135. > o  perações entre cônjuges.127 133.782 97. os imóveis com valor inferior a 78. Instituições religiosas legalizadas. institutos públicos e associações que gozem do estatuto de utilidade pública. direitos de água.375 97.416 97. de 8 de Outubro. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Diploma Legislativo nº 4044. Instituições religiosas legalizadas. Estados estrangeiros.285 96.392 128.180 134. relativamente aos imóveis destinados às respectivas representações diplomáticas ou consulares.954 132. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Diploma Legislativo nº 230.387 101. Decreto Executivo nº 175/11.742 96.371 97.131 Elaborado pela CCIPA com base em dados do Banco Nacional de Angola e do Banco de Portugal .895 133.221 95.862 97.698 96.266 97.596 126.581 126.326 97. de 13 de Outubro de 1970.840 abril 95.507 128.384 132. quanto aos imóveis destinados exclusivamente ao culto. de 21 de abril.235 outubro 96.591 124.547 128. títulos de crédito de sociedades e bancos.545 133.408 96.638 agosto 96. por via dessa aquisição.986 126.486 131.055 125.788 129.659 124. > outros de valor superior a AKZ 3 milhões: 30%. Estados estrangeiros.609 132.186 132.880 97.328 128.722 96.684 99.277 96.636 97.393 98.563 101.

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1ª Coroa (CBD) > v alor unitário médio (USD/m2) 16. 13 19. Indústria e Hotelaria .0 Cacuaco (usados) Escritórios Usados .0 > renda média (USD/m2) > yield (%) > renda média (USD/m2) > yield (%) Taxa média de ocupação 500 80% Hóteis 3 estrelas > preço médio (USD/quarto) 180 Hóteis 4 estrelas Taxa média de ocupação 280 65% Hóteis 2 estrelas 160 Hóteis 3 estrelas > preço médio (USD/quarto) 1 350 18 200 Hóteis 4 estrelas > preço médio (USD/quarto) 290 16. Comércio.0 70% Fonte: ProPrime .0 3 600 3 300 55 20.1ª Coroa (CBD) Luanda (retalho) Luanda > v alor unitário médio (USD/m2) 9 750 > renda média (USD/m2) 130 > yield (%) 16. do inquilino do imóvel e do contrato existente.Luanda COMÉRCIO HOTELARIA Baixa de Luanda .0 5 333 80 18.0 Sambizanga / Cazenga (usados) > valor unitário médio (USD/m2) 821 > renda média (USD/m2) 13 > yield (%) > preço médio (USD/quarto) > preço médio (USD/quarto) Cacuaco (novos) > valor unitário médio (USD/m2) 430 Lobito 4 900 Viana (novos) > yield (%) 280 Hóteis 5 estrelas > preço médio (USD/quarto) INDÚSTRIA > renda média (USD/m2) > preço médio (USD/quarto) Hóteis 4 estrelas Benguela 2 537 Lobito (Restinga) > valor unitário médio (USD/m2) Hóteis 3 estrelas > preço médio (USD/quarto) Kilamba Kiaxi / Viana (retail park) > valor unitário médio (USD/m2) Baixa de Luanda .Luanda > yield (%) 120 > yield (%) > valor unitário médio (USD/m2) 120 > renda média (USD/m2) > renda média (USD/m2) Luanda > renda média (USD/m2) > v alor unitário médio (USD/m2) 9 000 Benguela Cidade > renda média (USD/m2) > v alor unitário médio (USD/m2) > valor unitário médio (USD/m2) 19.3.Luanda e Benguela . tendo em conta as suas características.5 37 18.0 Cidade 2ª Coroa (zonas periféricas da Baixa) > renda média (USD/m2) 36 > yield (%) Talatona (retalho) > valor unitário médio (USD/m2) > renda média (USD/m2) > yield (%) > valor unitário médio (USD/m2) > renda média (USD/m2) > yield (%) > valor unitário médio (USD/m2) 5 851 80 16.2014 Escritórios Novos .0 Taxa média de ocupação 821 yield: taxa de rendibilidade esperada pelo investidor com a aquisição do imóvel.0 Luanda Sul (Talatona e Benfica) > v alor unitário médio (USD/m2) 6 667 100 > yield (%) 18.0 Praia do Bispo 8 471 > yield (%) 17.0 Cidade 2ª Coroa (zonas periféricas da Baixa) > v alor unitário médio (USD/m2) 8 000 > renda média (USD/m2) 120 > yield (%) 18.Consultadoria e Avaliação Imobiliária in Estudo de Mercado Imobiliário Angola 2013 e 2014 .0 1 133 17 18. anuário angola 2015/16 COMO INVESTIR EM ANGOLA Caracterização do mercado imobiliário em Angola Escritórios. (nota do autor de estudo).

14 Taxa de Serviço: KWh AKZ > Apartamento Zona Urbana 2 150.movicel.0 Baixa Tensão Doméstica (BT DOM) 3.Doméstico (0-10m3/mês): Lobito e Benguela > Apartamentos m3 Luanda Luanda Instalação dos Contadores: Cons.0 Gasóleo L 75. (BT DOM ESP) 4.0 Lobito e Benguela 29.0 > Comércio 7 500.Comércio e Serviços 4.BT TS) 1.Iluminação Pública Outras aplicações .0 Kg Cons.com.0 BaixTens Doméstica Esp.ao. 29.0 Baixa Tensão Tarifa Social (até 200 Kwh/ mês.0 Baixa Tensão Indústria (BT IND) 4. sugerimos a consulta às páginas dos respectivos operadores na internet.angolatelecom.0 Fuel Pesado Kg 17.ao e www. Serviços e Indústria 2 000. 37 .0 Asfalto Kg 16. Outros Encargos página da EDEL na internet. Públicos: Lobito e Benguela 64. de 14 de agosto. Doméstico (+ 30m3/mês): Luanda 95.46 > Residência Zona Periférica 2 100.00 Gasolina (pvp máximo) L 115.segundo fórmulas constantes do Decreto 2.00 45.0 BT .16 Água – Despacho Conjunto nº 382/06.00 Fuel Leve Kg 25.40 > Residência Zona Urbana 3 300. em www. de 26 de março 37.00 38.0 Lobito e Benguela 64. www.0 > Comércio.35 > Serviços 8 600.0 LPG Económica: chafarizes Luanda 32.0 Tarifa Média Luanda 70.unitel. Tarifário de Telecomunicações Dada a diversidade de oferta em matéria de telecomunicações. anuário angola 2015/16 COMO INVESTIR EM ANGOLA Preços de bens e serviços em vigor em maio de 2015 Serviços Unidade AKZ Serviços Unidade Energia Elétrica – Decreto Executivo nº 118/06. primeiros 50 KWh/mês .0 Organ.0 BT . Comércio e Serviços: 95.0 Derivados do Petróleo – Decreto Executivo nº 97/12.3.00 Gás Doméstico Kg 55.70 Contactos que geram negócios.14 Lobito e Benguela 51.40 > Apartamento Zona Periférica 1 750.0 Lobito e Benguela > Residência Zona Urbana 1 000.00 60. onde encontrará o tarifário à medida das suas necessidades.0 Lobito e Benguela 64.co.40 > Indústria 9 500. de 16 de agosto Indústria.00 45.00 Cons.mai.0 Petróleo Iluminante L 45.0 > Residência Zona Periférica 2 000.Doméstico (10-30m3/mês): Luanda 1 000.

4 38 Como investir em Portugal? .

seguindo-se-lhe pequenas baías (Peniche. As maiores altitudes do relevo português encontram-se num cordão de montanhas situadas no centro do país.862m. 2015) Dívida Soberana de longo prazo .351m. Portugal abrange as Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores. com 1993 m de altitude. a Europa e África. 2015) Aspectos gerais Portugal situa-se na costa oeste da Europa.212 km Viana do Castelo Vila Real Braganca Porto Aveiro População Viseu Guarda Oceano Atlântico 10. e com o oceano Atlântico. Os meses mais chuvosos são novembro e dezembro e os que registam menor precipitação vão de abril a setembro.9% Serviços – 67. mais baixo e com menor relevo. e o Pico Ruivo (Madeira).226 milhões Agricultura. dividido em 100 cêntimos) Indicativo Telefónico Nacional +351 COMO INVESTIR EM PORTUGAL Trocas Comerciais Evora PER CAPITA – € 20. Carvoeiro. 39 . Sines. O litoral continental é pouco recortado. INE) Castelo Branco Leiria Santarem Portalegre Espanha Produto Interno Bruto Lisboa Setubal 2 Área Braga Nome Oficial Portugal Capital Lisboa Língua Oficial Português País Fronteiriço Espanha Moeda Euro (€. As saliências costeiras são em pequeno número e têm baixas amplitudes – cabos Mondego. 2014) EU-28=100 PORTUGAL=79 (2013 Eurostat) Importações de bens (CIF) € 57. geralmente baixo. com 1.123 milhões Exportações de bens (FOB) € 18. fev. ocupando uma posição geoestratégica relevante entre a América. o que contribui para a identidade e unidade interna verificadas. localizadas no oceano Atlântico. a ocidente e a sul. Também o litoral.378 milhões (Banco de Portugal. Faz fronteira com a Espanha. a República Portuguesa é um estado de direito democrático. e o interior se encontram bem demarcados. Lagos) e estruturas de tipo lagunar (Vouga-Aveiro. na Península Ibérica.387 milhões de habitantes Ativa – 5. o Tejo é o maior rio do país. Roca. construção.BB (The Economist Intelligence Unit.672 milhões Serviços € 10. Em termos hidrográficos. Portugal tem cerca de 900 anos e as suas fronteiras encontram-se praticamente inalteradas desde o século XIII. fev.4. INE) PM – € 174. a norte e a leste.6% Indústria. baseado no respeito e na garantia dos direitos e liberdades fundamentais e na separação e interdependência de poderes. fev. dividindo o norte. do sul. com 2. 2014) Beja Global . 2015) Região Autónoma dos Açores Faro Risco do País Político . Óbidos e Faro).800 (prev. silvicultura e pescas – 8. Banco de Portugal. energia e águas – 23. Contactos que geram negócios.123 milhões (2014 INE) Região Autónoma da Madeira Investimento Directo Estrangeiro € 8. Para além do território continental. anuário angola 2015/16 Espanha 92. Espichel. correspondendo os principais acidentes aos estuários do Tejo e do Sado. Vicente e Santa Maria- O clima português caracteriza-se por invernos suaves e verões amenos. Nas Regiões Autónomas.5% (Fonte: 2014.BB (The Economist Intelligence Unit. montanhoso e planáltico. Sines. Em termos políticos. A Serra da Estrela é o elemento culminante.BB (The Economist Intelligence Unit. S. os pontos mais elevados são a montanha do Pico (Açores).384 milhões Coimbra (2014.816 milhões Serviços € 10.

3%) e os EUA (1.7%). € 6. in Portugal – Ficha País. Angola (1. 0. no final de dezembro de 2014. o sector farmacêutico e as novas tecnologias de informação e comunicação. assumem especial relevância. neste ano. destacam-se o Brasil (4. os combustíveis minerais (8.772 mil milhões líquidos. em dezembro de 2014. nos anos mais recentes registou-se uma alteração significativa dos padrões de especialização da indústria transformadora: Portugal saiu da dependência das actividades industriais tradicionais e apostou em setores com maior incorporação tecnológica. dez. A insularidade das regiões autónomas explica um maior número de aeroportos nos arquipélagos – 9 nos Açores e 2 na Madeira. > o stock do ID de Portugal no exterior (activo) registou. ferroviárias. a França. Os EUA entraram no grupo dos 10 maiores fornecedores de Portugal.2%). os produtos agrícolas (10. com destaque para os Países Baixos (41. em média. que se traduziu num aumento de 1. A União Europeia é a principal origem do ID em Portugal (87. as máquinas e aparelhos foram o grupo de mercadorias mais exportado (14. de Angola e da Bélgica. a Itália e os Países Baixos a liderarem e a representarem 62% do total das importações portuguesas. alcançou em 2014. Em termos de STOCK DE INVESTIMENTO: > o stock de ID do exterior em Portugal (passivo) registou. aeroportuárias e ligações marítimas desenvolvidas.3%) e a Alemanha (7.9% da indústria. Faro e Portimão.1% em dezembro de 2014).239 milhões. As EXPORTAÇÕES portuguesas destinaram-se. a energia.5% e 6. o Brasil (4.9%). AICEP Portugal Global 40 anuário angola 2015/16 COMO INVESTIR EM PORTUGAL Estrutura da economia portuguesa A estrutura da economia portuguesa caracteriza-se pelo elevado peso do sector dos serviços. De salientar..5%). silvicultura e pescas). para € 75.1% do total exportado por Portugal. destacando-se os Países Baixos (29.4. que beneficia da localização geográfica de Portugal. a França. do clima mediterrânico e de uma extensa faixa costeira. a eletrónica.5%). ii) rede ferroviária – estende-se por cerca de 2.e. seguidos dos veículos e outro material de transporte (10. em detrimento do Brasil. mais 17. ainda nos Serviços.1% em dezembro de 2014). em 2014 o FLUXO LÍQUIDO DE INVESTIMENTO DIRETO do exterior em Portugal (passivo) atingiu o montante de € 8.4%).2%) e dos NAFTA (2. a norte. a União Europeia foi o maior fornecedor de Portugal (74. Em 2014: No domínio do COMÉRCIO INTERNACIONAL e segundo o Banco de Portugal. a Alemanha. construção.8% ao ano.6% da agricultura.3%).5%)e o Luxemburgo (10. Angola e o Reino Unido. . De entre os países extracomunitários.0%) e os plásticos e a borracha (7. a Espanha (15.9%) e os EUA (2. na zona centro. os serviços contribuíram com 76. na região de Lisboa. na sua maior parte aos países da União Europeia (70. no Alentejo. dos PALOP (8.4%).3%). os veículos e outro material de transporte (10. que asseguram a ligação permanente entre todas as localidades dentro do país e do país ao exterior.378 mil milhões.2%).38% face ao ano anterior (€ 7. à semelhança do que sucede com os seus parceiros europeus: em 2014.988Km). a rede rodoviária nacional cobria 14.4%).0%) e dos NAFTA (5. representando as AE cerca de 1/5 do seu total (2. iii) rede aeroportuária – são 15 os aeroportos. em 2014. A maioria das transportadoras aéreas internacionais serve os principais aeroportos portugueses. perfazendo 49.5% da população ativa (que compara com 23. Para além da maior incidência e diversificação dos serviços na actividade económica. com destaque para os de Sines (45% do total). em detrimento da Rússia. Já os PRODUTOS MAIS IMPORTADOS foram os combustíveis minerais (17. de onde se destacam o sector automóvel e de componentes. representando cerca de 60% das exportações totais.5%) e os químicos (10. representando 63. Em 2014.3%).4%).27% do que 2012).076 milhões). seguida dos PALOP (2.544Km. sendo os maiores clientes a Espanha.0%). No que concerne ao fluxo de investimento direto de Portugal no exterior (activo). aeroportos internacionais e situados na orla litoral do continente.2014 e abr.5%). itinerários principais (IP) e complementares (IC). estradas nacionais (EN) e regionais. Leixões (22%) e Lisboa (14%). Também no domínio das importações.7% do VAB e empregaram 67.310Km do território continental. a relevância e o crescimento do sector do turismo.0%).9% do total importado.553 mil milhões. a Espanha (22. Também em termos de destino do ID português no exterior a União Europeia ocupa a posição mais forte (80. € 116. +53.05% face a dezembro de 2013. É de destacar a China que ficou. um aumento de 7.9%). A sua densidade é maior nas regiões com maior concentração populacional. Em 2013 e 2014 o saldo da balança comercial de bens e serviços foi positivo.2%). entre os 10 maiores importadores de Portugal.522 mil milhões). Setúbal e Lisboa. no Algarve. o que representou um acréscimo de 11. Aveiro e Figueira da Foz. com destaque para Lisboa.5% do total). onde também se verifica movimento de passageiros (embora pouco expressivo em Leixões). i. invertendo a tendência negativa registada na última década. Infraestruturas Portugal possui infraestruturas rodoviárias. Angola (3. a Alemanha. de fora do espaço comunitário.28% face a 2013 (€ 115.8%).2%). os demais portos apenas movimentam mercadorias.17% do que no ano de 2013 (€ 5. assegurando as ligações norte-sul ao longo da faixa litoral e as ligações transversais do território continental. Assim: i) infraestruturas rodoviárias – estão entre as mais desenvolvidas da Europa e incluem autoestradas (AE). nos últimos 5 anos as importações e as exportações de bens e serviços cresceram. as máquinas e aparelhos (15. energia e água. No domínio do INVESTIMENTO INTERNACIONAL. Sines. À exceção de Lisboa e de Leixões.763 mil milhões. e 8. Em 2013.2015. do MERCOSUl (2. a Suíça (1. Porto e Faro.1%). iv) ligações marítimas – Portugal continental conta com 9 portos principais: Viana do Castelo e Leixões. com a Espanha. os metais comuns (8. Os Açores contam com 8 portos e a Madeira com 3.

7%).3% da FBCF.3% em 2015 e +5.Tipos de Sociedades Comerciais Nos termos do Código das Sociedades Comerciais. dos transportes ferroviários em regime de serviço público e da exploração de portos marítimos. assim como aqueles que respeitem à produção de armas. anuário angola 2015/16 PERSPECTIVAS PARA 2015 . sendo que as sociedades par quotas e as sociedades anónimas são as mais comuns. Elaborado pela CCIPA com base em dados da AICEP Portugal Global in Portugal – Ficha País.9% em 2016 (previsões superiores às da Comissão Europeia para a Zona Euro. Mais. a economia portuguesa registou progressos importantes na correção de um conjunto de desequilíbrios macroeconómicos assinaláveis: o registo. não existem quaisquer limitações ao repatriamento de lucros e/ou dividendos. em 2012. Para além disso. o que irá resultar em poupança líquida de juros e terá um impacto positivo na sustentabilidade da dívida portuguesa. É de salientar o pedido feito por Portugal à Comissão Europeia (que aceitou) para reembolsar antecipadamente parte do empréstimo contraído ao FMI. sendo que o valor nominal mínimo do capital social de uma sociedade anónima e de €50. não existe qualquer distinção entre empresas de capital estrangeiro e empresas de capital nacional. No entanto. designadamente sociedades constituídas por capital nacional e angolano. De acordo com o Banco de Portugal. O capital mínimo de uma sociedade por quotas é de €5. Não existem também sectores vedados ao capital estrangeiro. COMO INVESTIR EM PORTUGAL Investimento estrangeiro em Portugal I . e não tendo Portugal necessitado de assistência financeira excecional adicional. pessoa singular ou colectiva.7% em 2015 e 1. o país deverá crescer 1. enquanto o consumo público registava uma quebra menos acentuada do que em 2013 (-0. o aumento da procura interna (+2% do que em 2013) que refletiu uma recuperação de 2. A presente análise não pretende ser considerado aconselhamento jurídico inclui a indicação de licenças específicas que possam ser legalmente exigidas para o desenvolvimento de determinadas actividades. e do Instituto Nacional de Estatística de Portugal Contactos que geram negócios. Findo o programa de assistência económica e financeira a que se encontrou submetido entre 2011 e maio de 2014. a constituição de sociedades comerciais em Portugal.000.2014 e abr. apenas poderão ser realizados quando obedeçam aos condicionalismos legais e cumpram os requisitos estabelecidos na legislação especial aplicável. os projectos de investimento estrangeiro que pela sua natureza.4. São precisos dois sócios para constituir uma sociedade por quotas. poderá ser diferida a realização de até 70% do valor nominal das acções.Enquadramento Este texto visa abordar. Numa Sociedade Anónima o capital é dividido em acções e cada sócio tem a sua responsabilidade limitada ao valor das ações que subscreveu. e suas implicações legais respeitantes ao investidor estrangeiro. a consolidação orçamental que se encontra em curso. juntamente com a soma dos valores nominais das quotas correspondentes as entradas em espécie deve perfazer o capital mínimo fixado na lei. Existem. ainda que sucintamente. que favorecerão a manutenção dos excedentes das balanças corrente e de capital (que crescerão para 3. É o caso. II . limites ao acesso da iniciativa privada a determinadas actividades económicas. forma ou condições de realização possam afectar a ordem. existem quatro tipos de sociedades comerciais: sociedades em nome colectivo. o alcance do excedente primário orçamental estrutural em 2013. salvo disposição no contrato de sociedade estabelecendo a responsabilidade directa dos sócios para com os credores sociais. permitindo uma melhoria da posição do investimento internacional.1% do consumo privado e de 2. III . Esta evolução ficará a dever-se à aceleração da formação bruta de capital fixo (+4% em 2015 e +4.6% do PIB. vertendo apenas as regras gerais aplicáveis à constituição de sociedades comerciais em Portugal. munições e material de guerra ou que envolvam o exercício de poderes da autoridade pública. mas apenas através de contrato de concessão. Nas sociedades por quotas apenas pode ser diferida a efectivação de metade das entradas em dinheiro. a transferência de recursos do sector não transacionável para o sector transacionável são alguns dos elementos mais favoráveis alcançados. com o saldo conjunto positivo das balanças corrente e de capital a corresponderem a 2. tratamento e distribuição de água para consumo público. De destacar ainda que apenas os sócios das sociedades em nome colectivo e os sócios comanditados das sociedades em comandita simples respondem ilimitadamente pelas dívidas da sociedade. da capacidade líquida de financiamento em relação ao exterior. dez.3% em 2012). Só o património social responde para com os credores pelas dívidas da sociedade. >>> . a segurança ou a saúde pública.9% em 2016).00. Após os 3 anos em que durou o programa. Na Sociedade por Quotas o capital está dividido em quotas e os sócios são solidariamente responsáveis por todas as entradas convencionadas no contrato social.2016 O desempenho favorável das exportações em 2014 (+2. embora a lei preveja a hipótese de poderem ser dois em casos em que um dos accionistas é o Estado. sociedades anónimas e sociedades em comandita.9% do PIB em 2014 (havia registado -1.6% do que em 2013).Capital Estrangeiro Actualmente. existem sociedades unipessoais por quotas constituídas por um sócio único. sociedades por quotas. no entanto. nomeadamente. Neste caso. No entanto.8% em 2016). não se verificam quaisquer restrições à entrada de capital estrangeiro nem é obrigatória a participação de sócios nacionais. Os operadores privados podem ter acesso a algumas destas actividades.000. que são de 1. possibilitaram à actividade económica portuguesa registar um crescimento de 0. o país recuperou o acesso aos mercados internacionais de dívida. mas o quantitativo global dos pagamentos feitos por conta destas. que é o titular da totalidade do capital social.0. A regra geral são cinco sócios para constituir uma Sociedade Anónima.3% em 2015 e 1.4% em 2013 e 3.2015.3% do PIB).4% em 2016) bem como ao crescimento robusto das exportações (+4. da captação.

designadamente.500.000. Correia. foram implementadas diversas medidas. pode criar uma ‘empresa na hora’ nos mais de cinquenta postos de atendimento em Conservatórias do Registo Comercial e Centros de Formalidades das Empresas. reduções de taxas. existindo diversos municípios onde este tributo não é devido. independentemente do local da sede da futura sociedade. Os municípios têm ainda a faculdade de lançar uma derrama municipal cuja taxa máxima é 1. Fonte: Miranda. ou no prazo máximo de dois dias úteis. bem como a inibição do exercício de determinados direitos. Deste modo. de 29 de março. deduções a matéria colectável e a colecta. consideram-se benefícios fiscais as medidas de carácter excepcional instituídas para tutela de interesses públicos extrafiscais relevantes que sejam superiores aos da própria tributação que impedem. O incumprimento desta obrigação acessória é passível de sanção sob a forma de coima. de forma imediata. Benefícios fiscais Nos termos do artigo 2. a escritura pública para constituição de uma sociedade comercial. o activo da sociedade portuguesa não ser constituído maioritariamente por imóveis sitos em Portugal).mj. têm que nomear um sujeito passivo que as represente perante a Administração Tributária. em vigor desde 30 de junho de 2006. desde que seja considerado residente em território português. IV .º 76A/2006. da Lei Geral Tributária a ter um representante fiscal residente.mirandalawfirm. Assim. mas que obtenham qualquer tipo de rendimentos em território português. Ainda assim. por força do artigo 124.000 até 35. É ainda relevante salientar que os eventuais ganhos decorrentes da alienação das participações sociais na sociedade portuguesa estarão isentos de tributação.500. se se optar por constituir a Sociedade num CFE. como seja a apresentação de reclamações graciosas. nem estabelecimento estável em Portugal. A sociedade Angolana: Pese embora a lei portuguesa preveja um regime muito amplo de isenção de tributação de dividendos – participation exemption. encontram-se já disponíveis a ‘empresa na hora’ e a ‘empresa online’ enquanto sistemas de apoio à constituição de empresas.500. a dinamização do processo de constituição de empresas.000 até €7.Fiscalidade aplicável Por forma a uma empresa angolana poder realizar investimento directo no capital social de uma empresa portuguesa já constituída. entre elas. Basta optar por um pacto social pré-aprovado e escolher uma firma. e ainda do tempo de resposta do RNPC. entre outras. Sujeição a imposto A sociedade Portuguesa: Os lucros da empresa portuguesa (incluindo os ganhos de capital) estão sujeitos a tributação em sede de Imposto sobre Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC) e Derrama Municipal.5%do lucro tributável. o qual varia de Conservatória para Conservatória do Registo Comercial. determinadas obrigações terão de ser cumpridas. havendo no entanto que acrescer o período normalmente necessário para efeitos do Registo Comercial.portaldaempresa. que compreende diversos regimes de benefício fiscal e que se enquadra no quadro de auxílios de Estado a vigorar até 2020.000. exceto quando o capital seja rea- 42 anuário angola 2015/16 COMO INVESTIR EM PORTUGAL lizado com recurso a entradas em bens imóveis). deixando de ser obrigatória. desde que os requisitos legais se mostrem cumpridos (designadamente.º 5. n. RL www. Constituição Online O regime especial de constituição on-line de sociedades possibilita a criação de empresas através da Internet (www. tornou facultativas as escrituras públicas relativas a atas da vida das empresas. a empresa angolana sócia de uma sociedade constituída ao abrigo da lei portuguesa será tributada à taxa liberatória de 25% sobre os lucros que lhe sejam distribuídos por esta última. de taxa progressiva na medida que excedam €1.º 1.pt). Deste modo. Centro de Formalidades de Empresas Nos demais casos. V .Constituição de Sociedades Comerciais No âmbito do programa governamental Simplex que tem por objectivo a desburocratização do sistema jurídico. da capacidade do Cartório associado (se a este se recorrer na medida em que o Decreto-Lei n. do Regime Geral das lnfracções Tributárias. de entre um conjunto pré-reservado a favor do Estado. Não sendo esse o caso de Angola.°.com .o mesmo só é aplicável a sociedades investidoras que sejam residentes num Estado Membro da União Europeia.° do referido Estatuto. o tempo médio para a constituição de uma sociedade é de 23 dias. de qualquer parte de Portugal ou do estrangeiro.500. Esta disposição não é aplicável nos casos em que apenas sejam obtidos rendimentos sujeitos a tributação liberatória. amortizações e reintegrações aceleradas. para além da possibilidade de constituição notarial de uma sociedade e do já existente Centro de Formalidade de Empresas (CFE). Portugal adoptou recentemente um novo Código Fiscal do Investimento.°. O representante fiscal pode ser uma pessoa singular ou coletiva. n. de acesso gratuito. do Espaço Económico Europeu ou num Estado com o qual Portugal haja celebrado uma convenção para evitar a dupla tributação. está obrigado nos termos do artigo 19.pt/. 5% de €7. Empresa na Hora Qualquer pessoa ou empresa.000. à qual poderá acrescer uma derrama estadual incidente sobre os lucros mais elevados. O registo da sociedade constituída é realizado imediatamente. Obrigação de constituição de representante fiscal As entidades que não tenham sede ou direcção efetiva. que obtenha algum tipo de rendimento em território português. Estes podem consubstanciar-se em isenções. Amendoeira & Associados – Sociedade de Advogados. A taxa da derrama estadual é progressiva: 3% sobre o lucro que exceda €1. é possível a constituição e o registo de uma sociedade unipessoal. consoante os interessados optem por um pacto ou acto constitutivo de modelo aprovado ou por submeter um pacto ou acto constitutivo por si elaborado. A taxa do IRC é actualmente de apenas 21%. o tempo médio para a mesma irá variar em função da procura de cada CFE. O registo do contrato será publicado de imediato no sítio http://publicacoes.4. todo o sujeito passivo residente no estrangeiro (que não num Estado-membro da União Europeia).000 e 7% sobre o lucro que exceda este limite). por quotas ou anónima.

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anuário angola 2015/16 COMO INVESTIR EM PORTUGAL Código Fiscal de Investimento: principais alterações Benefícios contratuais Tópico Limite máximo do crédito de imposto Majoração regiões desfavorecidas Majoração por postos de trabalho Majoração por Inovação tecnológica e outros Medida (sumário) actual anterior melhoria (+) das despesas elegíveis em sede de IRC 25% 20% 5 pp (+) investimentos em regiões desfavorecidas novoslimites de majoração aplicáveis aos projectos que criem ou mantenham postos de trabalho até ao final da vigência do contrato. de 8% só abrange as aquisições de prédios que constituam investimento relevante. transferindo-o para o Estatuto dos Benefícios Fiscais. N. bem como nos 3 períodos seguintes e encontra-se sujeita à regra de minimis previsto nos auxilios de Estado) aumentar a estabilidade e visibilidade do regime de remuneração do capital. revitalização de PME 6% 5% 1 pp máximo de 8% 5% 3 pp 6% 5% 1 pp 25% 20% 5 pp 10 anos 5 anos 5 anos máx. ambiente. de Startups* (IRC Zero) *empresas com menos de 3 anos Majoração da dedução ao lucro tributável Estabilidade fiscal a dedução das aplicações relevantes (invest. N.www. desenv. criando mais 3 escalões: 1%  se = ou > que 50 postos de trabalho 2% se = ou > que 100 postos de trabalho 3% se = ou > que 150 postos de trabalho 4% se = ou > que 200 postos de trabalho 5% se = ou > que 250 postos de trabalho 6%  se = ou > que 300 postos de trabalho 7% se = ou > que 400 postos de trabalho 8% se = ou > que 500 postos de trabalho inovação tecnológica.pt 44 . N.) é efetuada até à concorrência do total da coleta do IRC apurada em cada um desses períodos de tributação Majorar em 5% (passa de 5 para 10%) a dedução do lucro tributável na remuneração convencional do capital (artº9.D.gov.4. 3 pp Regime Fiscal de Apoio ao Investimento Limite máximo do crédito de imposto IMI Imposto de Selo aumento do limite de créditode imposto em sede de IRC para investimentos até € 5 milhões alargamento do prazo da isenção ou redução do Imp. Lei nº2/2014) relativamente às entradas de capital efetuadas nos três anos subsequentes à constituição (dedução é feita no apuramento do lucro tributável do período em que ocorrem as entradas.D. Fonte: Governo de Portugal . Selo a todos os atos ou contratos necessários à realização do proje.D. Investimento Start-ups Dedução integral Invest. Municipal sobre Imóveis para prédios utilizados no âmbito do projecto de investimento alargamento da isenção do Imp. valorização da produção nacional e comunitária.portugal.

27 17. mar.05 1.62 -87.4. 45 .27 14/13 milhões e %) Fonte: AICEP Portugal Global in Portugal . anuário angola 2015/16 COMO INVESTIR EM PORTUGAL Investimento Directo de Portugal com o exterior por fluxos e por posição (stock) 2011-2014 (3 Anos milhões e %) 2011 2012 2013 2014 12/11 Variação (%) 13/12 Activo 11 437 3 766 5 772 6 763 -67.55 6.54 11.38 Líquido 6 522 -13 541 -1 750 -1 615 -307.08 -7. abr.47 4.2014.13 -56.Ficha de País.07 53.86 3.71 14/13 7.76 Fluxos (3 Anos Posição (stock) do investimento Activo Passivo Saldo 2011 2012 2013 2014 12/11 Variação (%) 13/12 63 749 93 669 -29 920 67 927 110 073 -42 146 70 287 115 076 -44 789 75 239 116 553 -41 314 6. e Portugal: Fluxos de Investimento Direto de Portugal com o Exterior.17 Passivo 4 915 17 307 7 522 8 378 252.28 -7.2015 Contactos que geram negócios.51 40.55 17.

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1 7.9 1.2014.4 1. ao nível do investimento direto passou a prevalecer o princípio passivo / activo.4 9.15 Contactos que geram negócios.5 nd 100.8 100.5 1.9 3.8 16. O passivo corresponde às responsabilidades de Portugal com o exterior em matéria de investimento direto e compara grosso modo com o direcional IDE.U.1 nd nd nd nd 1.8 3.A.Ficha País. dez.8 8.3 2.0 5 772 Anos 2013 11.1 4.7 4.4 6.5 3.3 4.1 1.5 4.7 nd nd 100.6 14. os valores passam a estar disponíveis apenas em termos líquidos.7 100.4 4.0 0. AICEP Portugal Global 47 .0 7 522 29.4 4.2 1.0 3 766 2.2014 e mai.1 2.0 8 378 Reino Unido Irlanda Itália Bélgica Suíça Moçambique Polónia Total Fluxo do idp no exterior (€ milhões) por país de origem do IDE (passivo) Países Baixos Espanha Luxemburgo Outros Reino Unido França Brasil Bélgica Alemanha Irlanda Suíça Angola E.0 2.8 9.9 6.7 9.6 1.do exterior em Portugal Na sequência da alteração metodológica emanada da 6ª edição do Manual da Balança de Pagamentos e Posição Internacional (BPM6). 0. dez.6 nd nd 100.3 3.5 22.5 10.2 0.9 2.2 nd 1.4 37.U.0 15.9 3.9 1.6 1.8 1. Nota do Banco de Portugal in Portugal – Ficha País. NOTA AOS QUADROS SOBRE O INVESTIMENTO DIRECTO . anuário angola 2015/16 COMO INVESTIR EM PORTUGAL Investimento Directo 2012-2014 (% do total) por país de destino do IDPE (activo) 2012 Anos 2013 Países Baixos Espanha Outros Alemanha Brasil Angola França Luxemburgo 69.0 17 307 24. o direcional IDPE.4.8 1.2015 e AICEP Portugal Global in Portugal .5 11.5 0.5 5.0 24.9 nd 7.2 4.7 2.de Portugal no exterior .1 nd 100.1 0.1 6.7 41.5 0.8 1.2 14. em substituição do princípio direcional (IDE / IDPE).6 1.9 3.7 nd 1.4 7.2 nd nd nd 4. Com a nova metodologia.6 18.2 nd 4. ou seja.8 7.3 1. deixando de ser divulgados os valores de ID bruto e de desinvestimento.3 8.0 6 763 2012 5.9 E. Itália Áustria Total Fluxo do ide em Portugal (€ milhões) 2014 2014 Fontes: CCIPA in Anuário Angola 2014 .A. O activo representa os créditos de Portugal perante o exterior.3 2.4 3.3 12.1 4.

% 14/13 -203.00 -703 -2 016 -241 -883 -3 236 -2 548 84. e Portugal: Fluxos de Investimento Direto com o Exterior.A.91 2013 1 535 1 565 28 -57 -3 285 -1 339 -2 309 363 -1750 Anos por país e por Zona Geoeconómica por País: Países Baixos Espanha Itália Alemanha Irlanda E.00 -6 506 -1 615 514.00 -142 -107 508. anuário angola 2015/16 COMO INVESTIR EM PORTUGAL Fluxos de Investimento Directo de Portugal com o exterior 2013-2014 (3 Anos por investimento financeiro e tipo de relação entre empresas Títulos de Participação no Capital: de investidores diretos em empresas de investimento direto de empresas de investimento direto em investidores diretos entre empresas irmãs Instrumentos de Dívida: de investidores diretos em empresas de investimento direto de empresas de investimento direto em investidores diretos entre empresas irmãs Saldo Total 2014 -1 596 -2 050 460 -6 -19 -3 865 1 444 2 402 -1 615. Reino Unido Suíça França Luxemburgo Bélgica Angola Brasil Outros por Zona Geoeconómica: União Europeia Países Terceiros Saldo Total milhões e %) -139 -229 -65.00 -26.5 7. % 14/13 -1 845 909.00 319.54 561.00 -32 -35 -45 -91 -277.4 796.47 -99.4.00 1 161.74 -320.74 -84.40 -360.00 15.00 3 281.70 Elaborado pela CCIPA com base em dados da AICEP Portugal Global in Portugal .00 57.45 -155.00 198.70 2013 2014 Var.42 -188.86 -89.0 Var.00 1 994.70 -465. mar.00 767.99 1 542.Ficha País. abr.7 75.80 -117.2015 48 .83 27.00 -2 546 -1 750 4 891.71 7.U.4 -1 580 242.2014.72 -12.00 879.00 -15.00 235.7 162.97 -230.

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7 8 370.2 1 844.3 1 338.7 2 495.8 56 906.5 1.8 5.5 1 248.0 4. mar14.4 1 271.3 7.Ficha de País.8 1. Cortiça Pastas Celulósicas.6 10.7 6.A.7% 1.4 657.2 3 875. e Portugal .5 5.5 % do total Importação 5.0 milhões) 2014 quota 23.4% 1.4 47 266.5 5 646.2 3 455.9 37 682.5% 4.7 5 494.5 6 107.0 735.Indicadores Económicos.4 543.9 254.4% 4.0 2 778.3% 2.5 100.4 745.2 4.8 69 161.8 2 747.8 7.9 3 280.7 1 800.7 6.6% 5.9 1.0 3.7 10.6% 11. Outro Mat.5 3.1 226.9 8.7 739.2 3.4 5.7 2 922.5 3.7 2 305.5 2.9 1 729.5 10 198. anuário angola 2015/16 COMO INVESTIR EM PORTUGAL Repartição geográfica do comércio externo de bens e serviços Principais clientes das exportações portuguesas 2013-2014 (3 2013 Países Espanha França Alemanha Angola Reino Unido E.4 1.3 5.7% 1.9 1 741.4 5.9 4.3 2 601.7 4 319.0 2 879.6 1 816.0% 3.9 673.9 67 216.9 0.3 1.6 15.7 637.0 1.3 58 746.7% 11. Papel Matérias Têxteis Vestuário Calçado Minerais.2 1 747.8 1 889.4 1 556.2 2013 % do total Exportação 11.4.7 2 600.5 2 670.6% 6. Couros Madeira.0 732.6 6 946.1 1 567.0% posição 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º - Comércio português por grupo de produtos 2013-2014 Grupos de produtos Agrícolas Alimentares Combustíveis Minerais Químicos Plásticos.7 1 631.7 8.3 4 923.2 10. Minérios Metais Comuns Máquinas.7% 6.2% 78.6% 11.8 1 162.5 5 503.9 1.0 Fonte: AICEP Portugal Global in Portugal .4 3.6% 1.8 14.4 3 695.2 48 180.5 10.2 7.0 quota 23.2 1 194.2 17.7 838.0 1 301.0 4.0 2.4 3 175.2 5 624.1 731.1 1.0 14.8 1 998.1 (3 milhões e % do total) 2014 % do total Exportação % do total 10.7% 100.2 2 608.6 6 963.5% 77.5 5.9 100.9 5 884.6 19.6 2 608.4 4.2% 4.9 3.2 2.5 2 531.9 639.1% 4.5 8 923.0 100.6 2 541.4 1 518.9 5 257.7 100.0 5 019.6% 11.3 2.6 1 779.8 823.U.3% 100.8 1.8 4.3 8.2 2 110.4 1 559.1 661.8% 1.0 3. Aparelhos Veículos.6 36 802.1 1.1 3.8 1 915.15 50 . Borracha Peles.7 2 571.7 719.0 6 137.5 11 159.8 2.6 1 913.2 0.9 2 301.6 2 288.8 4 468.5 5.1 684.2 4 966. Transporte Óptica e Precisão Outros Produtos Total Importação 6 242.4 7.2 4.7 5.3% 2.0 5.4 5.6% 6.4 10.4 593.0 2 588.4 1 614.0% 3. mar.5 3 454.6 14.6 2 357.4 3 113.3% 1.2 4 095.6 3 281.8 3.0% posição 1º 3º 2º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 12º 10º 11º - valor 11 347. Países Baixos Itália Bélgica China Brasil Marrocos Sub-Total Total valor 11 174.3 6 188.2 2.4 10.

2% 56.7 3 819.6 7. dez.3 1.8 1.0 9.7 1.0 1 677.4% 12.0 191.6% 2.4 3 079.0 69 161.0 2 998.1 -120. e Portugal .4 quota 32.0 1 222.1% 3.6% 37.3 -3.3% 53.8% 52.6 6 465.6 22.3 1 791.0 quota 32.0 165.4% 7.Indicadores Económicos. mar.A.0 66 064.0 64 501.8% 100.3 9.0 67 217.8% 100.9% 4.0% 2.4 19.0 89.3 7 269.3 -59.7% 9º 1.7% 49 637 55 247 -5 610.6 2.0 842.4 1.4% 6.9 3.9 2 631.9 550.0 177.5% 35.7 1 370.Ficha País.2 -4.4 -5.7% 49 257 56 154 -6 897.3% 50 489 57 816 -7 327.5 7.9 814.1 2.0 76.5 3.2% 5.0 1.0% 10º 11º 12º - Elaborado pela CCIPA com base em dados da AICEP Portugal Global in Portugal .2% 11.5% 1.9 -0.0% 2. mar14.3% 18 672 10 123 8 549.2 2.7 1 597. 51 .15 Contactos que geram negócios.7 1 605. anuário angola 2015/16 COMO INVESTIR EM PORTUGAL Principais fornecedores das importações portuguesas 2013-2014 3 2013 Países Espanha Alemanha França Itália Países Baixos Reino Unido Angola China valor 18 335.0 7.4% 11.0 184.0 67 939.0% 11º 12º 16º - 920.2% 3.5% 36. Brasil Cazaquistão Sub-Total Total milhões) 2014 posição 1º 2º 3º 4º 5º 7º 6º 9º valor 19 061.2 -0.5 17.0 65 540.7% 53.1% 5.5% 1.7 1.7 1 663.5 65 540.0 2 915.4% Bélgica 1 423.8 2 852.1 -3.0 6.7 4.8 -4.7% posição 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 2.5% 8º 1 561.5% 1.3 45 723.9 -2.U.7% 2.2 864.0% 17 960 9 386 8 574.0 67 952.9 13.6 7.4 0.3% 34.0 -7 542.2 15 939 9 627 6 312.0 E.Ficha País.1 4 160.6% 1.0% 76.4.1 43 702.1% 5.0 87.7% 16 427 9 254 7 173. abr15 Evolução anual do comércio de bens e serviços 2011-2014 (3 Anos Comércio de Bens e Mercadorias Exportações (fob) Importações (fob) Saldo Coeficiente de Cobertura (%) Peso das Importações (%) Comércio de Serviços Exportações (fob) Importações (fob) Saldo Coeficiente de Cobertura (%) Peso das Importações (%) Total das Exportações Total das Importações Saldo Final milhões e %) Variação 2011 2012 2013 2014 (prelim) 44 471 58 325 -13 854.1 67 938.6 -5.7 831.7% 5.0 1 563.14. e Portugal: Comércio Internacional de Bens e Serviços.4 60 410.7 -27.4% 77.3 2.1 12/11 13/12 14/13 Elaborado pela CCIPA com base em dados da AICEP Portugal Global in Portugal .8 -7.2 -0.0 87.

anuário angola 2015/16 5 52 Angola em análise .

topografia. b) Tropical modificado pela altitude. como o Cuango. limitado por uma estreita faixa de terra baixa. com os seguintes sub-climas: Litoral Clima tropical seco. Das planícies litorais passa-se. Lucala. destacando-se o rio Cubango que se perde na zona pantanosa de Okavango (Botswana) e tem como afluentes principais o Cuchi e o Cuíto. O principal lago é o Dilolo e lagoas as do Panguila e Muxima. A fronteira marítima. a sul. especialmente a corrente fria de Benguela. Cunene e Cuando. com os seus afluentes. a norte) e é influenciada pelos factores climáticos gerais comuns à zona geográfica de localização (radiação solar. e Equador. Zaire ou Congo. não muito extensa. II. Cunene. na província do Huambo e atinge aproximadamente 2. como as do Mbridge. abrange as regiões altas do planalto central e caracteriza-se por temperaturas médias inferiores a 19ºC. Catumbela. por vezes também rochosa e elevada. Queve ou Cuvo. e a altitude média determinam a existência de duas grandes regiões climáticas. Cassai. No entanto. sendo as saliências respectivas: Ponta do Dande. as baías mais importantes são as de Cabinda. VERTENTE DO KALAHARI .620 m. uma humidade relativa superior a 30% e temperatura média anual superior a 23ºC. em muitos casos.). HIDROGRAFIA As características hidrográficas de Angola têm uma relação estreita com o relevo do país. de impressionante beleza e com mais de 100 m de altura. existem diversas quedas e rápidos noutros rios.246. Confina: a norte. III. a sul do Equador. com a República do Congo e a República Democrática do Congo. engloba uma faixa litoral influenciada pela corrente fria de Benguela. LITORAL A linha da costa é. a sua costa estende-se por 1. circulação geral da atmosfera) e pelos factores regionais e locais (Oceano Atlântico. de 1. com 1.650 km e tem uma fronteira terrestre de 4. da foz do Kwanza à Baía Farta é de arribas argilosas de pequena altura. Lungué-Bungo e o Cuando. VERTENTE DO ZAIRE .5. da Baía Farta ao Namibe é elevada e do Namibe à foz do Cunene é baixa. De Norte para Sul. prevalecem sobre os primeiros. Queve ou Cuvo. Acima dos 200 m encontram-se elevações que podem tomar dois aspectos diferentes: montanhas ou planaltos. com precipitações abundantes e temperatura elevada. cujos efeitos.pertence-lhe uma grande parte dos rios do Norte de Angola. escalonadas a altitudes diferentes. cuja altura varia entre os 0 e os 200 m.837 km. e desértico. Acima dos 1. 53 . Cuílo. que varia entre os 1. CLIMA Angola encontra-se na zona inter-tropical sul (Trópico de Capricórnio. com precipitações anuais que variam entre os 50mm (Namibe) e os 800mm (Cabinda). a norte. Kwanza (a maior). se encontram as célebres Quedas de Calandula. para uma vasta região elevada de cimos relativamente planos.000 km de extensão. Luachimo. Cabo Ledo. RELEVO O país é constituído principalmente por um maciço de terras altas. Braz.500 m e até aos 2. c) Semiárido: no sudoeste. Com uma superfície de 1. O maior e o mais navegável rio de Angola é o Kwanza. que se prolonga um pouco para Sul até às províncias meridionais. Interior Compreende três subzonas: a) Tropical húmido: abrange a zona norte interior e o nordeste. Mbridge. Cambo. Possui o seu território compreendido entre os paralelos 4º22’ e 18º02’ latitudes sul e os meridianos 11º41’ e 24º05’ longitudes este de Greenwich. com uma pluviosidade média anual compreendida entre os 500mm e os 800mm e temperaturas baixas durante o período nocturno da estação seca. Kwanza e Ruacaná. Cabo de Santa Marta e Ponta do Morro.277 km e a largura máxima. Lui. VERTENTE ATLÂNTICA . a oeste.caracteriza-se por ter muitos rios de regime intermitente. O comprimento máximo. no sentido Norte-Sul. correndo os rios a partir das zonas planálticas e de montanha marginal. do Zaire até à foz do Kwanza é de arriba com partes de costa arenosa e baixa. poucas reentrâncias ou saliências. com o Oceano Atlântico. típica das costas do continente africano: pouco acidentada. como o Luena. Luanda. Tchicapa. Cambambe. é de 1. a região planáltica. costeira (planície litoral). entre outros.000 m encontra-se uma região no centro de Angola. de um modo geral. etc.000 m e os 1. Para além destas. As principais bacias hidrográficas são as dos rios Zaire. temperaturas baixas na estação seca e no sudeste e grandes amplitudes térmicas diárias. A maior altitude encontra-se no morro do Môco. Kwanza.aí correm os rios de leste e afluentes do Zambeze. que desagua por intermédio do rio Chobe no Zambeze. podem distinguir-se várias zonas: em Cabinda.500 m e ocupa a maior parte do país.rios Chiloango. através de uma série de superfícies planas. exposição. com a República da Zâmbia e a República Democrática do Congo e a sul com a Namíbia. Bengo. a leste. a costa é baixa e arenosa. IV. em cujo afluente. por vezes arenosa com dunas. VERTENTE DO ZAMBEZE . com 1. Cabo S.236 km. latitude. no sentido Oeste-Leste. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Geografia e clima SITUAÇÃO E DESCRIÇÃO Angola fica situada na região ocidental da África Austral. I. Existem quatro vertentes de escoamento das águas: Contactos que geram negócios.650 Km.700 km2. Porto Amboim. a sul. Lobito e Baía dos Tigres.

nº 1 e nº 2). 2.5. designando-se a transferência do dia feriado como ponte. é acrescida uma hora diária ao período normal de trabalho (artº 6º. Os feriados locais. Na semana que antecede a ponte. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Feriados e datas de celebração nacional Lei nº 10/11. Elaborado pela CCIPA 54 . deve ser transferido para o dia útil imediatamente a seguir (artº 6º. as datas de celebração nacional e os feriados de Ano Novo. de 16 de fevereiro Feriados Nacionais 1 de Janeiro Dia de Ano Novo 4 de Fevereiro Dia do Início da Luta Armada de Libertação Nacional 8 de Março Dia Internacional da Mulher Carnaval 4 de Abril Dia da Paz e da Reconciliação Nacional Sexta-Feira Santa 1 de Maio Dia Internacional do Trabalhador 17 de Setembro Dia do Fundador da Nação e do Herói Nacional 2 de Novembro Dia de Finados 11 de Novembro Dia da Independência Nacional 25 de Dezembro Dia de Natal e da Família Celebrações Nacionais 4 de Janeiro Dia dos Mártires da Repressão Colonial 2 de Março Dia da Mulher Angolana 15 de Março Dia da Expansão da Luta Armada de Libertação Nacional 14 de Abril Dia da Juventude Angolana 25 de Maio Dia de África 1 de Junho Dia Internacional da Criança 10 de Dezembro Dia Internacional dos Direitos Humanos 25 de Janeiro Dia de Luanda Notas 1. 3. Carnaval. Finados e de Natal e da Família não dão lugar a ponte (artº 6º. nº 3). nº 4). Quando o dia feriado coincide com o dia de descanso semanal – domingo -.

Nankova. Londuimbali. Kuvango João Marcelino Tyipinge 2612 Luanda Luanda Luanda (Municípios de: Cazenga. Cunhinga. Cabinda Aldina Matilde Barros da Lomba 2312 Cunene Ondjiva Curoca.5. Bailundo. Buco-Zau. Caála. Quirima Norberto Fernandes dos Santos 2512 Moxico Luena Luau. Quela. Humpata. Cacuaco. Chinguar. Sumbe. Cambambe. Ambaca. Songo. Pango Aluquém. Cahama. Bibala. M’Banza Congo. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Divisão administrativa e governos provinciais Indicativo telefónico Província Capital Municípios Governador provincial Bengo Caxito Ambriz. Waku Kungo. Cuvelai. Amboim. Gonguembo. Ingombotas. Quipungo. Mungo. Cuanhama. Cassongue Eusébio de Brito Teixeira 2362 Huambo Huambo Tchindjenje. Chiange. Caungula. Puri. Libolo. Mussende. Bolongongo. Malanje. Chitato. Kuíto. Nambuangongo. Sanza Pombo. Cuimba José Joanes André 2322 55 . Damba. Mavinga. Calai. Ombadja. Cubal. Lucapa. Cambulo. Muconda Cândida Maria Guilherme Narciso 2532 Malanje Malanje Massango. Huambo. Lóvua Ernesto Muangala 2522 Lunda Sul Saurimo Cacolo. Bula Atumba. Chicomba. Kiwaba N’Zogi. Lumbala N’Guimbo João Ernesto dos Santos 2254 Namibe Namibe Namibe. Luchazes. Ebo. Chipindo. Golungo Alto. Seles. Alto Cauale. Cuangar. Camacupa. Tchikala-Tcholohanga. Caombo. Cuilo. Virei. Nóqui. Cazengo Henrique André Júnior 2352 Kwanza Sul Sumbe Porto Amboim. Maianga. Rangel. Dirico. Negage. Camacuio. Ambuila. Alto Zambeze. Mucari. Catabola. Bocoio. Chongoroi Isaac Francisco Maria dos Anjos 2722 Bié Kuíto Andulo. Quiçama João Bernardo de Miranda 2342 Benguela Benguela Lobito. Baía Farta. Namacunde António Didalelwa 2652 Cuando Cubango Menongue Cuchi. N’Zeto. Cangandala. Cacuso. Lândana. Bungo. Matala. Quiculungo. Viana Graciano Francisco Domingos 222 Lunda Norte Lucapa Xá-Muteba. Benguela. Uíge. Luquembo. Dande. Léua. Quilenda. Quimbele. Saurimo. Ganda. Calandula. Katchiungo Kundi Pahiama 2412 Huíla Lubango Quilengues. Santa Cruz. Tombua Rui Luís Falcão Pinto de Andrade 2642 Uíge Uíge Maquela do Zombo. Lubalo. Icolo e Bengo. Marimba. Conda. Kunda-Dia-Baze. Kilamba Kiáxi. Longonjo. Sambizanga). Lucala. Ukuma. Cuemba Álvaro Manuel de Boavida Neto 2482 Cabinda Cabinda Belize. Cuito Cuanavale. Chitembo. Capenda-Camulemba. Moxico. Tomboco. Caimbambo. Lubango. Mucaba. Cambundi-Catembo. Menongue. Lumege. Cuango. Caconda. Ekunha. Camanongue. Quitexe. Jamba. Buengas. N’Harea. Dala. Rivungo Francisco Higino Lopes Carneiro 2492 Kwanza Norte N’ Dalatando Dembos. Balombo. Luacano. Bembe Paulo Pombolo 2332 Zaire M’ Banza Congo Soyo. Chibia. Banga. Quibala. Caluquembe. Samba. Samba Cajú.

anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Governo Presidente da República > José Eduardo dos Santos Vice-Presidente da República > Manuel Vicente Ministro de Estado e Chefe da Casa Civil > Edeltrude Maurício Fernandes Gaspar da Costa Ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança > Manuel Hélder Vieira Dias Júnior Ministro da Defesa Nacional > João Manuel Gonçalves Lourenço Secretário de Estado da Defesa Nacional > Gaspar Santos Rufino Secretário de Estado para os Recursos Materiais > Salviano Jesus Sequeira Ministro do Interior > Ângelo de Barros Veiga Tavares Secretário de Estado do Interior > Eugénio César Laborinho Secretário de Estado para os Serviços Penitenciários > José Bamoquina Zau Secretário de Estado > Hermenegildo José Félix Ministro das Relações Exteriores > Georges Rebelo Pinto Chicoti Secretário de Estado das Relações Exteriores > Manuel Domingos Augusto Secretária de Estado da Cooperação > Maria Ângela Teixeira D ‘Alva Siqueira Bragança Ministro da Economia > Abrahão Pio dos Santos Gourgel Secretária de Estado > Laura Alcântara Monteiro Ministro das Finanças > Armando Manuel Secretário de Estado para as Finanças > Valentim Matias de Sousa Filipe Secretário de Estado do Orçamento > Alcides Horácio Frederico Safeca Ministro do Planeamento e do Desenvolvimento Territorial > Job Graça Secretário de Estado para o Planeamento e Desenvolvimento Territorial > Pedro Luís da Fonseca Secretário de Estado para o Investimento Público > Rui Augusto Tito 56 Ministro da Administração do Território > Bornito de Sousa Baltazar Diogo Secretário de Estado para os Assuntos Institucionais > Adão Francisco Correia de Almeida Secretário de Estado para a Administração Local > Fernando Pontes Pereira Ministro da Administração Pública.5. Trabalho e Segurança Social > António Domingos da Costa Pitra Neto Secretário de Estado para Administração Pública > António Rodrigues Paulo Secretário de Estado para o Trabalho e Segurança Social > Sebastião Constantino Lukinda Ministro da Justiça e dos Direitos Humanos > Rui Jorge Carneiro Mangueira Secretária de Estado para a Justiça > Maria Isabel Fernandes Tormenta dos Santos Secretário de Estado para os Direitos Humanos > António Bento Bembe Ministro dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria > Cândido Pereira dos Santos Van-Dúnem Secretário de Estado > Clemente Cunjuca Ministro da Agricultura > Pedro Afonso Canga Secretário de Estado da Agricultura > José Amaro Tati Secretário de Estado para os Recursos Florestais > André de Jesus Moda Ministra das Pescas > Victória Francisco Lopes Cristovão de Barros Neto Secretária de Estado > Maria Antónia Nelumba Secretário de Estado para a Aquicultura > Zacarias Sambendy Ministra da Indústria > Bernarda Gonçalves Martins Henriques da Silva Secretário de Estado > Kiala N’Gone Gabriel Ministro dos Petróleos > José Maria Botelho de Vasconcelos Secretário de Estado dos Petróleos > Anibal Octávio Teixeira da Silva Secretário de Estado para a Inspecção e Documentação > José Gualter dos Remédios Inocêncio Ministro da Geologia e Minas > Manuel Francisco Queirós Secretário de Estado > Miguel Bondo Júnior Secretário de Estado para as Minas > Miguel Paulino Augusto de Almeida .

anuário angola 2015/16 Ministra do Comércio > Rosa Pedro Pacavira de Matos Secretário de Estado > Álvaro Augusto Soares Paixão Júnior Secretário de Estado para o Comércio Externo > Alexandre David de Sousa Costa Ministro da Hotelaria e Turismo > Pedro Mutinde Secretário de Estado da Hotelaria > Paulino Domingos Baptista Secretário de Estado do Turismo > Alfredo Manuel Varo Kaputo Ministro da Construção > Waldemar Pires Alexandre Secretário de Estado > António Teixeira Flor Secretário de Estado da Construção > Euclides Manuel de Carvalho Ministro do Urbanismo e Habitação > José António da Conceição e Silva Secretário de Estado do Urbanismo > Nhanga Calunga de Assunção Secretário de Estado para a Habitação > Joaquim Silvestre António Ministro da Energia e Águas > João Baptista Borges Secretário de Estado da Energia > Joaquim Ventura Secretário de Estado das Águas > Luís Filipe da Silva  inistro dos Transportes M > Augusto da Silva Tomás Secretário de Estado para os Transportes Terrestres José João Kovíngua Secretário de Estado para a Aviação Civil Mário Miguel Dominguês Ministra do Ambiente > Maria de Fátima Monteiro Jardim Secretário de Estado para as Novas Tecnologias e Qualidade Ambiental > Syanga Kivuila S. Abílio Secretária de Estado para a Biodiversidade e Áreas de Conservação > Paula Cristina Domingos Coelho Ministro das Telecomunicações e das Tecnologias de Informação > José de Carvalho da Rocha Secretário de Estado para as Telecomunicações > Aristides Cardoso Frederico Safeca Secretário de Estado para as Tecnologias de Informação > Pedro Sebastião Teta Contactos que geram negócios. com base nos Diários da República de Angola 57 . ANGOLA EM ANÁLISE Ministra da Ciência e Tecnologia > Maria Cândida Pereira Teixeira Secretário de Estado > João Sebastião Teta Ministro da Comunicação Social > José Luís de Matos Secretário de Estado > Manuel da Conceição  inistro da Saúde M > José Vieira Dias Van-Dúnem Secretário de Estado > Carlos Alberto Masseca Ministro da Educação > Mpinda Simão Secretário de Estado para o Ensino Geral e Acção Social > Ana Paula Inês Ndala Fernando Secretário de Estado para a Formação e Ensino Técnico Profissional > Narciso Damásio Santos Benedito  inistro do Ensino Superior M > Adão do Nascimento Secretário de Estado para a Supervisão > António Miguel André Secretária de Estado para a Inovação > Maria Augusto Almeida da Silva Martins  inistra da Cultura M > Rosa Maria Martins da Cruz e Silva Secretário de Estado > Cornélio Caley Ministro da Assistência e Reinserção Social > João Baptista Kussumua Secretária de Estado para a Assistência Social > Maria da Luz do Rosário Cirilo de Sá Magalhães Secretário de Estado para a Reinserção Social > Mateus Miguel Ângelo  inistra da Família e Promoção da Mulher M > Maria Filomena Lobão Telo Delgado Secretária de Estado > Ana Paula da Silva Sacramento Neto  inistro da Juventude e Desporto M > Manuel Gonçalves Muandumba Secretário de Estado para os Desportos > Albino José da Conceição  inistra dos Assuntos Parlamentares M > Rosa Luís de Sousa Micolo Elaborado pela CCIPA.5.

2 5.5 Alemanha França 2.4 África do Sul nd nd 1.7 3.4 1.3 3.7 7.9 0.9 3.8 5.5.8 3.7 7.2 4.0 5.5 -1.6 6.6 3.4 2.5 -0.8 2.2 0.9 5.8 África Subsaariana 5.3 5.9 -0.1 0.4 0.8 4.0 5.0 Itália 0.8 2.4 Brasil 2.9 6.0 2.3 0.4 0.2 6.8 2.0 nd nd 3.3 Médio Oriente.2 2.9 4.4 1.8 Reino Unido 1.6 ASEAN * América Latina e Caraíbas 4.9 1. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Principais Indicadores Económicos Angola no contexto das economias mundiais 2011-2015 (variação %) Anos 2011 2012 2013 (Prev) 2014 (Prev) 2015 (Prev) 3.4 7.2 1.7 Economias Emergentes e em Desenvolvimento BRICS: Rússia 4.7 nd nd -1.3 3.0 2.1 3.3 1.8 3.4 4.5 6.2 3.3 7.1 Índia 6.3 3. Afeganistão e Paquistão 3.3 4.5 0.6 -1.3 3.9 0.3 0.0 0.1 5.1 5.4 3.3 1.4 1.1 Zona Euro 1.9 1.3 7.0 3.4 1.7 -0.5 1.8 Espanha 0.0 0.8 4.4 1.3 4.4 1.0 1.2 5.1 2.3 Estados Unidos da América 1.9 4.6 1.4 5.7 4. Norte de África.7 6.1 6.8 CRESCIMENTO DO PIB Economia Mundial Economias Desenvolvidas 1.7 1.4 0.2 0.72 2.5 Japão Portugal -0.1 -1.4 -2.6 Angola Nigéria SADC 58 nd nd 5.5 0.6 3.3 1.7 1.0 7.3 4.2 2.5 China 9.5 4.8 1.3 3.9 .

5.

anuário angola 2015/16

ANGOLA EM ANÁLISE

(variação %)

Anos
2011

2012

2013 (Prev)

2014 (Prev)

2015 (Prev)

COMÉRCIO MUNDIAL
Importação
Economias Desenvolvidas

4,7

1,0

1,4

3,5

4,5

BRICS

nd

nd

5,6

3,9

5,1

Angola

21,4

17,2

6,4

12,3

nd

Nigéria

nd

nd

-3,9

5,6

15,5

5,7

2,0

2,3

4,2

4,8

Exportação
Economias Desenvolvidas
BRICS

nd

nd

4,8

5,2

5,8

Angola

33,0

5,6

-0,2

0,7

nd

Nigéria

nd

nd

-0,1

0,3

5,4

Petróleo

31,6

1,0

-0,9

-0,3

-5,2

Não Petrolíferas

17,9

-10

-1,5

-6,1

-2,4

PREÇO DAS COMMODITIES

ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR
Economias Desenvolvidas

2,7

2,0

1,4

1,7

1,8

Economias Emergentes e em Desenvolvimento

7,1

6,0

6,1

5,6

5,3

11,38

9,02

7,69

7,48

9,00

Angola

Fontes: Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola, in Relatório Económico de Angola 2013;
Banco Nacional de Angola in Relatório e Contas 2013; Lei nº 23/14, de 31 de dezembro - Orçamento Geral do Estado para 2015

Contactos que geram negócios.

59

5.

anuário angola 2015/16

ANGOLA EM ANÁLISE

Empresas por Província, CAE e Forma Júridica
2013

por província

% do total

por secção cae rev 1

% do total

Por Forma Jurídica

% do total

Benguela

9,0%

Agricultura, Produção Animal e Silvicultura

4,1%

em nome individual

39,5%

Cabinda

3,8%

Construção

4,7%

por quotas

57,9%

Huambo

3,7%

Actividades Imobiliárias, Alugueres e Serviços às Empresas

7,3%

anónimas

2,4%

Huíla

4,6%

Indústrias Transformadoras

7,8%

públicas

0,3%

Kwanza Sul

5,3%

Alojamento e Restauração (restaurantes e similares)

10,6%

associações coperativas

0,1%

Luanda

53,3%

Comércio por Grosso e a Retalho

52,4%

Restantes Províncias

20,3%

Outras Actividades

13,1%

Total

Total

100,0%

Total

100,0%

100,0%

Fonte: Instituto Nacional de Estatística de Angola in Estatísticas do Ficheiro de Unidades Empresariais (FUE) 2010 - 2013

Empresas registadas

Situação perante a actividade 2010-2013
Anos
u.m

2010

2011

2012

2013

Empresas registadas

unidade

60 678

68 443

75 733

95 720

aguardam início

% do
total

40,9%

46,5%

56,6%

61,8%

em actividade

% do
total

55,1%

49,9%

41,5%

36,7%

actividade
suspensa

% do
total

2,1%

1,8%

1,7%

1,4%

dissolvidas

% do
total

2,0%

1,7%

0,1%

0,1%

%

100,0%

100,0%

100,0%

100,0%

Total

Fonte: INE Angola in Estatísticas do Ficheiro de Unidades
Empresariais - FUE, 2010 - 2013

60

5.

anuário angola 2015/16

ANGOLA EM ANÁLISE

Principais indicadores
2011-2014

Unidades
Produto Interno Bruto a preços de mercado (PIB pm)

2011
104,2
74,9
9 780,1
3,9
7 295

2012
113,5
88,3
10 830,0
5,2
7 581

2013
123,0
91,6
11 745,0
6,8
7 978

2014
130,3
nd
12 767,0
4,2
8 186

9,5
48,6
0,9
6,1
0,1
7,9
19,8
7,0
67,31
64,6%
20,23
19,4%
8 835
8,48%
13 085
-3 997
9 088
11,38
93,90
130,50
21,0

7,4
46,8
0,8
6,8
0,1
8,6
22,1
7,4
71,09
62,6%
23,72
20,9%
1 937
1,71%
13 853
-9 210
4 643
9,02
95,40
122,60
22,6

10,50
41,60
0,80
7,30
0,20
9,10
22,90
7,70
71,00
57,7%
25,20
20,5%
23 978
19,49%
6 038
-6 351
-313
7,69
97,62
128,20
28,0

12,30
29,70
2,50
8,60
0,20
10,80
27,40
8,50
71,50
54,9%
28,30
21,7%
nd
nd
2 823
-1 539
1 284
7,48
103,07
134,3 (mai)
29,6

15,1
20,1%
5,6%

17,6
19,9%
6,4%

20,8
22,8%
8,1%

nd
22,7%
nd

mil milhões USD

3 656
30,5
28,4

3 876
33,0
33,0

4 432
31,9
33,0

5 427
31,3
34,0

mil milhões AKZ

1 742

1 733

2 277

3 047

mil milhões USD
mil milhões EUR
mil milhões AKZ

Variação PIB Real

%

PIB per capita

USD

PIB por Sector de Actividade económica

% PIB

primário - agricultura e pescas
indústria extrativa: petróleo e gás
outros (inclui diamantes)
secundário - indústria transformadora
eletricidade e água
construção
terciário - comércio e serviços transacionáveis
serviços não transacionáveis
Exportação de Mercadorias (fob)

mil milhões USD

Importação de Mercadorias (fob)

mil milhões USD

Investimento Directo Estrangeiro

milhões USD

Balança de Transações Correntes

milhões USD

% PIB
% PIB
% PIB
Balança de Capital e Operações Financeiras
Balança Global
Taxa de inflação (IPC)

média anual

Taxa de Câmbio: USD / AKZ
EURO / AKZ
Dívida Externa Total (incluindo atrasados)

mil milhões USD
mil milhões EUR
% PIB

Serviço da Dívida Externa Total

% exportações

Agregados monetários e de liquidez (c/ajustamento cambial)
massa monetária - M3
Disponibilidades Líquidas sobre o Exterior

mil milhões AKZ

Reservas Externas Líquidas
Agregados de crédito interno (c/ajustamento cambial)

Crédito interno líquido total
crédito ao Governo geral (líquido)

-412

-931

-651

-108

crédito à economia

2 154

2 664

2 928

3 155

-977

-1 021

-961

-1 042

Outros activos internos (líquidos)

Elaborado pela CCIPA com base em dados dos Bancos Nacional de Angola, de Portugal, Mundial e BPI;
Fundo Monetário Internacional; Universidade Católica de Angola e AICEP Portugal Global
Contactos que geram negócios.

61

1 100.2 11.00 7.38 3 139. Banco Nacional de Angolana internet em mar.00 7.3 12 713. abr.5 3.0 % 6.0 MMAKZ 12 056.3 33 931. Sonangol in Relatório e Contas 2014. Lei nº 23/14.62 103.2 9.4 4.5 USD/AKZ 97.5 53 890.3 -35.0 3.9 15.2 732.. Lei nº 13/13.8 18 513.1 102.5 760.5.02 Doing business in Angola posição 178 179 181 - 165 saldo primário não petrolífero Reservas internacionais líquidas (stock) Taxa de câmbio Crescimento directo de M2 Notas: os valores para 2013 e 2014 são efetivos.2 610.5 50 751. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Quadro macroeconómico 2013-2017 Anos unidades 2013 2014 2015 (prog. foram valores registados nesses anos. e mai14.7 18.7 % 15.48 9.e.1 99.) % 7.1 MUSD 33 125.2017.8 -9.8 8.4 16 808.9 -3.5 Investimento directo (líquido) MMUSD 23 978 16 000 -811.6 13.3 -0.4 686. i.2 -24.0 47 746.8 4. à exceção do indicador doing business in Angola 2013 a 2015 Elaborado pela CCIPA com base em dados do Governo de Angola in Plano Nacional de Desenvolvimento 2013 .8 Rubricas Inflação anual Produção petrolífera anual PIB crescimento real sector petrolífero sector não petrolífero 10. os valores para 2015-2017 constam do Plano Nacional de Desenvolvimento 2013-2017.5 4.6 -28.3 22.2014.) 2016 (prog.69 7.OGE para o Exercício Económico de 2015. Ministério das Finanças de Angola.18 6 264.9 4.00 MMbarris 626.) 2017 (prog.2015.OGE para o Exercício Económico de 2014. jan. Banco de Portugal in Evolução das Economias dos PALOP e de Timor Leste 2012-2013 e 2013 .2 11 712. Banco Mundial in Doing Business in Angola 2014 e 2015 62 .. de 31 de dezembro .2 10.8 -32.4 % PIB não petrolífero -48. de 31 de dezembro .

8 89.0 0.6 Energia Eléctrica e Água 10.3 22.0 6.7 42.0 6.4 30.5 Agricultura.5 100.0 0.0 12 767.0 9 780.0 10 876.0 100.0 7.0 14. diamantes) Sector Secundário Indústria Transformadora Comércio e Serviços Transacionáveis MMEUR MUSD variação anual (%) 2015 valor % total 11 712.5 7. a preços correntes de mercado 2010-2015 2010 Sector Primário (AKZ mil milhões e % do PIB) 2011 2012 2013 2014 valor % total valor % total valor % total valor % total valor % total 4 213.0 - 4.0 7.0 55.0 14.3 Indústria Extractiva 3 467.5 1 896.2 1 098.5 0.4 35.3 100.0 15.9 89.4 Outros (inc.6 464. com base em dados do Banco Nacional de Angola.8 4 641.8 89.8 Sector Terciário 2 103.0 109 322.0 2.4 4 111.0 6.7 2 565.0 100.5 2 502.0 19.8 - 4.2 41.4 Serviços Não Transacionáveis 548.0 62. do Banco de Portugal e do Banco BPI Contactos que geram negócios.2 25.7 4 730.3 5 014.0 100.0 43.9 89.0 88.0 44.5 PIB a preços de mercado: MMAKZ variação anual (%) NB: valores estimados para 2010 a 2013 e programados para 2014 e 2015 Elaborado pela CCIPA.5 4 709.3 44.0 74. do Ministério das Finanças de Angola.0 55.9 16.9 100.9 751.2 - 6.8 909.3 19.2 Petróleo e Gás 3 396.6 1 992.0 6 379.2 669.5 1 076.6 5 639.1 584.0 0.0 100.0 48.0 44.3 9.6 3 791.9 5 681.0 123 620.3 12.0 124 849.1 1 378. 63 .0 100. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Produto Interno Bruto por Sector de origem. Floresta.7 888.7 1 085.1 11.5 1 267.0 8.6 4 583.6 - nd - 82 706.3 100.1 2 757.9 3 498.0 45.0 0.5.3 1 098.0 0.4 2 294.0 32.8 876.0 130.0 - 3.0 28.0 26.2 1 346.7 71.5 1 570.1 18.1 15.0 9.1 10.8 10.4 - 3.1 685.6 100.0 47.1 100.3 1 138.5 PIB a preços de mercado: MMAKZ 7 579.8 29.0 MMEUR nd - MUSD nd 100.0 7.0 12 056.0 0.1 3 684.1 5 110.0 9.2 27.0 6.4 100.9 1 555.8 767.2 3 061.0 8.4 100.2 Construção 602.0 52.0 20. Silvicultura e Pescas 746.0 27.0 7.1 0.0 91.0 21.2 8.1 927.0 59.0 10.0 0.1 1 588.4 4 798.3 * 100.1 5 936.9 - 5.1 7.

Batata Doce. Vielo Zaire Abacateiro. Banana. Maracujá. Goiabeira. Vielo Lunda Sul Abacateiro. Feijão Macunde. Ervilha. Mangueira. Trigo. Ervilha. Mamoeiro. Massambala. Gergelim. Mamoeiro. Pomoidea. Mangueira. Rícino. Girassol. Mamoeiro. Sisal Kwanza Sul Abacateiro. Trigo. Cola. Amendoim. Rícino. Banana. Feijão Macunde. Mangueira. Ervilha. Cana do Açúcar. Mangueira. Plantas Aromáticas. Massambala. Citrinos.O Meio Físico e Potencialidades Agrárias (1991). Massambala. Mangueira. Feijão Cutelinho. Vielo. Plantas Aromáticas. Mandioca. Café Robusta. Eucalipto. Batata Doce. Goiabeira. Produtos Hortícolas. Amendoim. Palmeira Dendém. Eucalipto. Ministério da Educação da República Popular de Angola 64 . Batata Doce. Massango. Produtos Hortícolas Uíge Abacateiro. Plantas Aromáticas. Mamoeiro. Plantas Aromáticas. Ananás. Pinheiro. Maracujá. Mangueira. Tabaco. Feijão Cutelinho. Citrinos. Palmeira Dendém. Maracujá. Eucalipto. Cana do Açúcar. Feijão. Palmeira Dendém. Cana do Açúcar. Café Robusta. Feijão Cutelinho. Goiabeira. Algodão. Tabaco. Massambala. Feijão. Milho. Batata Doce. Produtos Hortícolas. Café Robusta. Pinheiro Malanje Abacateiro. Amendoim. Pinheiro Cunene Algodão. Massambala. Ananás. Mandioca. Rícino. Ervilha. Mandioca. Vielo. Plantas Aromáticas. Pinheiro Namibe Citrinos. Mamoeiro. Mandioca. Banana. Mandioca. Oliveira. Goiabeira. Algodão. Goiabeira. Mamoeiro. Mandioca. Mangueira. Cana do Açúcar. Urena Lobata. Feijão Cutelinho. Batata. Ananás. Café Arábica e Robusta. Engº Castanheira Diniz. Citrinos. Feijão Cutelinho. Banana. Milho. Mamoeiro. Sisal. Produtos Hortícolas. com base em Angola . Caju. Massambala. Eucalipto. Feijão Cutelinho. Ananás. Pinheiro Kwanza Norte Abacateiro. Trigo. Sisal. Recursos Madeireiros (floresta tropical seca). Milho. Citrinos. Gergelim. Sisal. Feijão Cutelinho. Feijão Cutelinho. Vielo. Milho. Batata Doce. Girassol. Recursos Madeireiros (floresta tropical seca). Batata Doce. Urena Lobata. Videira. Caju. Ananás. Massango. Ervilha. Feijão Cutelinho. Palmeira Dendém. Ananás. Feijão Macunde. Ervilha. Goiabeira. Cola. Milho. Algodão. Café Arábica. Pinheiro Luanda Abacateiro. Maracujá. Café Robusta. Citrinos. Ervilha. Mamoeiro. Batata Doce. Feijão Macunde. Feijão Macunde. Feijão Macunde. Mandioca. Batata Doce. Citrinos. Recursos Madeireiros (floresta tropical seca). Tabaco. Vielo. Recursos Madeireiros (floresta tropical seca) Moxico Batata Doce. Gergelim. Eucalipto. Tabaco. Tabaco. Eucalipto. Palmeira Dendém Lunda Norte Abacateiro. Feijão Cutelinho. Banana. Citrinos. Goiabeira. Mandioca. Algodão. Sisal. Goiabeira. Café Arábica. Girassol. Batata. Ananás. Massambala. Pinheiro Cabinda Abacateiro. Plantas Aromáticas. Soja. Citrinos. Goiabeira. Goiabeira. Milho. Ervilha. Recursos Madeireiros (floresta tropical seca) Huambo Batata. Cana do Açúcar. Vielo Cuando Cubango Algodão. Soja. Algodão. Algodão. Sisal Benguela Abacateiro. Recursos Madeireiros (floresta tropical seca). Feijão. Mamoeiro. Amendoim. Massambala. Cola. Mangueira.5. Mangueira. Trigo. Milho. Mangueira. Mamoeiro. Tabaco. Feijão Macunde. Feijão Cutelinho. Rícino. Café Robusta. Goiabeira. Mandioca. Batata Doce. Mangueira. Mangueira. Amendoim. Cacau. Produtos Hortícolas. Soja. Rícino. Maracujá. Videira. Citrinos. Caju. Pinheiro Huíla Algodão. Rícino. Palmeira Dendém. Pinheiro Bié Batata. Ananás. Massango. Batata Doce. Girassol. Vielo. Mandioca. Batata Doce. Feijão. Banana. Feijão Cutelinho. Mandioca. Soja. Goiabeira. Mandioca. e Atlas Geográfico (1982 / 83). anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Recursos Recursos e potencialidades agrícolas Província Agricultura Bengo Abacateiro. Café Arábica. Feijão Macunde. Maracujá. Sisal. Eucalipto. Massango. Cacau. Soja. Amendoim. Vielo Elaborado pela CCIPA. Palmeira Dendém. Massambala. Massango. Girassol. Rícino. Goiabeira.

O círculo de fertilidade número 2 são os terrenos sedimentados junto à foz de rios. no relevo orográfico. O círculo número 1 de fertilidade corresponde à adição de duas manchas geográficas. O excedente agrícola do círculo campeão é o café. o Planalto Principal e o Planalto de Benguela. Kwanza Norte e Uíge. num processo de fixação das comunidades de vida tradicional. 65 . O excedente agrícola do círculo número 2 de fertilidade é constituído pela cana-de-açúcar. que beneficiam da qualidade de localização para produzirem.69 18.15 Lenha (esteres) 20 400 5 174 7 203 -74. a mais extensa das quais se estende desde N’Dalatando até Maquela do Zombo. em vários estratos. hortícolas e flores. ago. em serras dispostas como rebanhos.64 39. as manchas territoriais correspondentes a círculos de fertilidade em Angola resultam do cruzamento. continua para norte. correspondentes a manchas situadas ao norte de Luanda. Fonte: Terra Produtiva e Desenvolvimento Económico – 2. A culminação atlântica ergue uma escadaria que começa por interligar. principalmente. desde a Quibala até ao Caminho-de-Ferro de Moçâmedes. duma culminação transversal e de uma culminação atlântica. onde se concentram os aluviões transportados por eles e que. Ao mesmo tempo. designadamente com a aplicação de linhas de drenagem. cultivo em barras segundo as curvas de nível dos terrenos e pousios.22 250 000 nd 1 641 835 - - 11 703 nd 26 000 - - Plantas (unidade) Madeira exportada (m ) 3 Fontes: Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola in Relatório Económico de Angola 2012 e revista Economia & Mercado de fevº. são ricos em elementos minerais e compostos orgânicos. Os cereais. a possibilidade de rega é maior e menos dispendiosa. de clima desértico. minerais e matéria orgânica decomposta. favoráveis à formação de nevoeiros.03 1 096. As manchas geográficas do círculo campeão em fertilidade constituem. em ondulações desde os 1. o feijão.000 metros de altitude. com curvatura ao redor de 300 km da costa. onde se encontra o cafezeiro robusta espontâneo entre os arbustos do sub-bosque. O círculo número 3 de fertilidade corresponde a uma acumulação de manchas. de certa forma.5. Nos anos 60 foram introduzidas técnicas de defesa dos solos e de manutenção da sua fertilidade intrínseca. que é geralmente aclarado para a apanha do café”. desde a Gabela até Calulo. CÍRCULOS DE FERTILIDADE Segundo estudos realizados pelo geógrafo português Orlando Ribeiro. o que implica o recurso à utilização de fertilizantes minerais e orgânicos e a aplicação correta de técnicas agrícolas mais evoluídas. nº 113 Contactos que geram negócios. a principal das quais se situa no Planalto Central. ananás. elevada acima dos 1. As outras manchas encontram-se na região malanjina da Baixa de Cassange e no Planalto da Huíla. Nas regiões mais secas. com o consequente arrastamento e desativação dos elementos naturais de fertilização. entre Lobito e Benguela e no oásis do Namibe. anuário angola 2015/16 SOLOS E FERTILIDADE Mais de 50% dos solos em Angola sofre um processo constante ou periódico de erosão. A aptidão especial desta região para a agricultura foi descrita por Orlando Ribeiro da ANGOLA EM ANÁLISE seguinte forma: “principalmente nas encostas voltadas para o mar.2002 Produção florestal Campanha Agrícola Variação % 2009/2010 2010/2011 2012/2013 2011/2010 2012/2011 3 Madeira em toro (m ) 90 476 77 181 91 467 -14. medra uma mata pujante. hortícolas e azeitonas. a batata. Os solos mais férteis encontram-se junto aos rios. em geral. o solo é pouco fértil. a região onde se encontra o coração da “Angola profunda”. cujas encostas ocidentais se encontram bastante aplanadas nas Províncias do Kwanza Sul.14. o Planalto da Huíla. ano 16. o algodão. o círculo número 4 de produtividade abrange as manchas ao redor das cidades. Finalmente.000 metros. banana. o tabaco e o gado são os principais excedentes do círculo número 3 de produtividade.51 Carvão vegetal (ton) 33 000 15 829 189 339 -52. sob acção das chuvas e das incidências solares. o amendoim. sisal e. A culminação transversal abrange desde o extremo Norte do Moxico até Benguela e é a divisória dos rios angolanos em duas grandes bacias.000 até mais de 2. no oásis. semidecídua. José Cerqueira. serrada. Jornal de Angola – Impressões. A mancha menos extensa situa-se a sul do rio Kwanza. a uma distância de 80 a 300 km do litoral.

00 126 582.00 106 772.12 14 745.00 794 558.00 344 492.00 1 199 749.07 786 835.46 22 749.00 26 038.69 274 208.42 852 271.00 2 242.54 126 966.65 22 071.35 346 224.00 52 200.95 94 284.68 27 885.00 326 352.00 1 473.00 786 906.00 317 364.00 160 538.00 8 308.97 36 029.00 5 049.62 21 492.19 939 012.00 17 888.18 3 483 431.00 15 009.00 3 095 013.68 199 987.00 23 209.00 42 288.48 9 333.00 106 966.55 2 336.26 6 688.57 170 017.02 27 964.94 52 200.00 133 623.00 nd 48 533.97 654 159.00 8 868.60 335 580.93 599 155.17 105 962.00 37 594.11 121 776.06 1 842.40 2 991 454.75 345 810.97 30 606.32 252 480.00 670 136.00 37 608.00 103 391.19 115 749.82 342 824.00 112 295.39 107 724.00 7 553.09 128 392.09 106 179.81 23 118.35 644 854.00 27 504.13 38 021.77 27 643.00 105 862.00 303 521.00 40 707.06 938 892.00 4 952.00 29 960.00 104 750.31 550 738.76 63 709.60 401 500.29 21 256.79 5 825.00 94 593.00 22 377.00 9 079.00 2 297.00 12 550.00 5 825.00 66 491.00 48 533.00 30 068.96 44 107.) Anos Produtos abacate: alho: amendoim com casca: ananás: arroz: banana: batata doce: batata rena: café verde: cebola seca: cenoura: feijão seco: lima e limão: 66 área plantada área colhida produção obtida área plantada área colhida produção obtida área plantada área colhida produção obtida área plantada área colhida produção obtida área plantada área colhida produção obtida área plantada área colhida produção obtida área plantada área colhida produção obtida área plantada área colhida produção obtida área plantada área colhida produção obtida área plantada área colhida produção obtida área plantada área colhida produção obtida área plantada área colhida produção obtida área plantada área colhida produção obtida 2011 2012 2013 2014 4 971.00 40 707.24 .00 304 407.00 5 922.93 671 467. por área colhida e por produção obtida (áreas em ha e produção em ton.00 64 100.47 168 700.00 29 510.00 314 232.00 26 188.00 1 056 168.34 96 216.00 783 828.00 334 662.00 311 988.00 479 357.00 159 528.00 266 938.00 367 048.00 40 258.00 934 947.00 163 433.34 7 732.15 100 230.62 280 905.00 1 045 104.00 2 646 073.62 nd nd nd 67 712.78 27 901.00 841 252.16 231 619.28 133 632.81 1 928 954.12 409 181.37 17 994.25 38 153.00 1 466.77 66 616.00 165 473.99 7 585.00 21 972.81 28 848.00 21 928.5.10 5 921.00 66 620.00 265 271.00 44 067.15 5 049.00 7 449. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Culturas primárias 2011-2014 por área plantada.13 160 429.00 161 116.75 2 275.00 22 341.00 20 938.41 67 300.00 37 570.00 21 196.00 191 728.26 1 842.

00 15 282.00 23 663.00 206 148.23 1 178 066.5.55 222 803.72 35 946.00 305 355.00 95 097.00 1 759 078.00 40 953.79 1 801 210.00 44 621.00 62 169.00 226 571.00 204 887. por área colhida e por produção obtida (áreas em ha e produção em ton.14 58 281.81 88 137.00 14 333 509.77 228 174.00 1 711 142.76 11 490.00 44 141.82 36 428.00 1 173 780.00 675 439.00 17 067.41 703 860.23 Elaborado pela CCIPA com base em dados do CountryStat Angola.73 57 394.17 48 133.00 14 625.00 85 368.00 1 262 222.29 23 567.89 14 673.00 23 443.00 41 642.00 225 026.00 1 167 948.00 1 928 082.00 1 575 980.07 79 710.2015 Contactos que geram negócios.abr.39 29 027.00 1 171 342.00 61 226.50 104 817.32 1 062 864.50 5 898.98 23 609.00 8 048.00 1 072 478.00 84 367.00 44 067.00 187 272.88 454 343.40 177 905.66 198 444.64 18 379.00 174 174.00 187 822.57 206 137.95 1 932 868.43 13 762.00 104 795.91 228 806.00 56 659.57 43 056.04 105 345.00 85 120.01 1 082 264.) Anos Produtos malagueta: mandioca: manga. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Culturas primárias 2011-2014 por área plantada.29 38 488.81 595 802.31 29 292.43 37 977.74 14 700.37 7 638 880.08 112 514.37 15 598.49 1 922 590.99 260 951.95 226 088.00 16 890.00 28 937.00 1 721 985.89 115 174.00 192 214.00 38 352.00 46 423.41 1 624 186.00 259 297.00 105 093. mangostão e goiaba: mapira: mexoeira: milho: repolho e outras couves: soja: tomate: vegetais frescos: área plantada área colhida produção obtida área plantada área colhida produção obtida área plantada área colhida produção obtida área plantada área colhida produção obtida área plantada área colhida produção obtida área plantada área colhida produção obtida área plantada área colhida produção obtida área plantada área colhida produção obtida área plantada área colhida produção obtida área plantada área colhida produção obtida 2011 2012 2013 2014 41 112.85 47 416.47 335 466.48 1 050 820.39 191 875.05 1 142 179.00 38 603.84 19 525.57 10 636 399.48 584 731.00 29 187.19 41 584.00 84 702.67 17 352.24 79 646. 67 .00 10 326.87 87 280.00 602 803.00 37 879.28 44 276.48 755 874.21 45 222. página na internet em 21.00 224 198.27 1 686 869.71 195 934.00 1 548 750.00 7 743.00 27 995.00 195 080.00 16 411 674.

Caprinos Huambo Bovinicultura de Carne. Polvo (vulgar.00 4 055. Choco (africano.05 11 843. Engº Castanheira Diniz.00 23 313.90 Fonte: Elaborado pela CCIPA.98 862.50 1 599. Navalheira. Zagaia. e Atlas Geográfico (1982 / 83). Bovinicultura Leiteira. Caranguejo.) Anos gado bovino carne produzida gado caprino carne produzida gado ovino carne produzida gado suíno carne produzida gado avícola carne produzida Corvina.80 2 135. Garoupa. costeira) Moluscos bivalves Ameijoa Moluscos gastrópodes Buzina. Ministério da Educação da República Popular de Angola 68 Recursos piscatórios Pecuária 2010 2011 2012 2013 4 487. Ruivo.21 43.57 10 005. CountryStat Angola.10 1 934.76 55. Freirinha. Bovinicultura Leiteira. orlado).15 Fonte: Instituto de Investigação das Pescas e do Mar. Búzio Nota: dada a grande diversidade de peixes que abunda nas águas de Angola. braço-comprido). Bovinicultura Leiteira Huíla Bovinicultura de Carne. Azevia. Mero. Caprinos Bié Bovinicultura de Carne. Cação.30 1 312.02 56.40 3 948. Ovinos Caracul.00 3 718.00 1 009. Pota (voadora.12 892. Cachucho.00 17 118. Congro.00 3 844.62 10 156.86 228 566. com base em Angola .00 4 586. Bovinicultura Leiteira Cabinda - Cuando Cubango Bovinicultura de Carne.O Meio Físico e Potencialidades Agrárias (1991). Ovinos Caracul. Gamba.00 777.5.00 1 037. vulgar-africano. Caprinos Cunene Bovinicultura de Carne. elegante. Aranha-do-Mar. de-cauda.21 989.80 0.96 983.34 18 186. Bovinicultura Leiteira Moxico Bovinicultura de Carne Namibe Bovinicultura de Carne.60 402. Liro. Abrótia. Imperador. Carocha-dos-Olhos-Grandes Moluscos cefalópodes Lulas Bicudas. Caprinos Kwanza Norte - Kwanza Sul Bovinicultura de Carne.70 3 274. Carabineiro. cabeçudo africano. 21. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Recursos e potencialidades pecuárias Província Peixes Bengo Bovinicultura de Carne Benguela Bovinicultura de Carne.79 353. Galo. Caprinos Luanda Bovinicultura de Carne Lunda Norte Bovinicultura de Carne Lunda Sul Bovinicultura de Carne Malanje Bovinicultura de Carne. Espadarte Crustáceos Elaborado pela CCIPA.48 10 758.00 2 358.84 8 402.60 4 687. Ovinos Caracul. Bovinicultura Leiteira. Peixe-Espada. com base em dados do Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola in Relatório Económico de Angola 2012 e 2013.76 801. Pescada. sendo muitas outras aproveitadas para produção de farinhas destinadas às rações para o gado Efectivo pecuário e produção de carne 2010-2013 (mil cabeças e mil ton.14 e 20.43 13 658. Linguado. Tamboril. Portugal . Caprinos Uíge Bovinicultura de Carne Zaire - Camarão.mai. o quadro acima refere apenas as mais conhecidas em termos alimentares.mai.90 19 977.66 14 021.58 18 318.

2017 Contactos que geram negócios. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Sector pesqueiro estimativa de produção Indicadores Produção do Sector Pesqueiro industrial e semi-industrial artesanal (marítima) artesanal (continental) aquicultura Produção de Peixe Seco Produção de Sal Produção de Conservas Emprego Gerado unidade 2013 2014 Metas 2015 2016 2017 mil ton 379.95 20 30 70 800 13 690 412.40 40 35 90 800 14 065 442.85 290 87 5.85 290 89 5.85 60 40 120 3 400 14 293 444.85 300 89 5.40 280 87 5. 69 .95 270 85 4.5.85 60 40 120 4 600 14 303 454.85 60 40 120 4 600 14 303 mil ton mil ton mil ton trabalhadores Fonte: Governo de Angola in Plano Nacional de Desenvolvimento 2013 .

Ministério da Educação da República Popular de Angola 70 . Alimentar. Enxofre. Alimentar. Alimentar. Calcário. Engº Jorge C. Manganês. Madeira e Mobiliário Cuando Cubango Cobre. Ferro. Bebidas e Tabaco. Calcário. Molibdénio. Talco. Materiais de Construção. Asfalto. Urânio. Gesso. Quartzo. Engº José A.Dolomite Materiais de Construção. Bebidas e Tabaco Cunene Ouro. Bebidas e Tabaco. Ferro. Confecções. Mica Huambo Ouro. Alimentar. Ferro. Chumbo e Zinco. Alimentar. Estanho e Molibdénio. Monteiro. Têxtil. Enxofre. Caulino. Manuel G. Manganês Têxtil.5. Ferro. Gouveia. Manganês.Dolomite Materiais de Construção. Ouro. Gesso. Mica. Lenhite Materiais de Construção Namibe Cobre. Urânio. Madeira e Mobiliário Bié Diamantes. Diamantes. Volfrâmio. Calcário. Urânio. Bebidas e Tabaco Zaire Cobre. Ouro. Bebidas e Tabaco. Materiais de Construção. Confecções. Feldspato. Mica Materiais de Construção Benguela Cobre. Estanho e Molibdénio. Ouro. Materiais de Construção. Chumbo e Zinco. Têxtil. Diamantes. Química. Têxtil. Granito Negro Química. Couro e Calçado. Couro e Calçado. Engº Doutor Pedro Cabral Moncada. Diamantes. Bebidas e Tabaco Kwanza Sul Cobre. Bebidas e Tabaco Uíge Uíge. Couro e Calçado. Petróleo Materiais de Construção Elaborado pela CCIPA. Mica. Volfrâmio. Diamantes. Confecções. Bebidas e Tabaco. Gesso. Confecções. Urânio. Volfrâmio. Química. CalcárioDolomite. Mica. Ouro Lunda Sul Diamantes. Enxofre. Manganês. Diatomite. Alimentar. Asfalto. Manganês. Mascarenhas e Atlas Geográfico” (1982 / 83). Materiais de Construção. Alimentar. Madeira e Mobiliário Luanda Lunda norte Diamantes. Volfrâmio. Química. Madeira e Mobiliário Metalurgia. Mármores Química. Alimentar. Fosfatos. Fluorite Metalomecânica. Gesso. Quartzo. Asfalto. Petróleo Química. Manganês. Manganês Materiais de Construção Malanje Fosfatos. Dr. Têxtil. Ferro. Bebidas e Tabaco Moxico Cobre. com base em Riquezas Minerais de Angola (1992). Alimentar. Quartzo. Feldspato. Ferro Materiais de Construção. Caulino. Bebidas e Tabaco. Materiais de Construção. Materiais de Construção. Metalomecânica. Estanho. Urânio. Couro e Calçado. Calcário-Dolomite Metalomecânica. Ouro Materiais de Construção Kwanza Norte Cobre. Couro e Calçado. Caulino. Ferro. Alimentar. Alimentar. Confecções. Madeira e Mobiliário Huíla Cobre. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Recursos e potencialidades geológicas e industriais Província Minérios Indústria Bengo Urânio. Bebidas e Tabaco Cabinda Fosfatos. Caulino. Estanho e Molibdénio. Cianite Materiais de Construção.Dolomite. Chumbo e Zinco. Fluorite.

274. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Sector industrial metas de crescimento Indicadores unidade 2013 2014 Metas 2015 2016 2017 óleo alimentar leite pasteurizado leite em pó iogurte rações para animais bebidas têxteis confecções couro e calçado madeira papel / embalagens de cartão livros escolares acetileno oxigénio gás carbónico pesticidas (hidrosil) tintas e similares sabão detergentes líquidos detergentes sólidos explosivos cartuchos de caça injectados vidro de embalagem metais máquinas e equipamentos emprego gerado investimento privado Klt Klt Klt mil copos ton mil Hlt unidade unidade m3 4 300 2 600 3 000 2 500 13 910 18 032 0 42 120 0 19 250 5 000 2 700 3 100 2 500 20 085 18 506 8 000 48 620 3 500 21 000 5 250 4 200 3 250 2 600 25 085 19 096 11 000 110 620 5 000 22 950 6 500 4 700 3 500 2 800 30 085 19 677 14 000 168 620 6 000 23 450 10.980 345 68.7 mil ton nº tractores nº pessoas mil USD A promoção do Sector da indústria transformadora em Angola.000 35. em bases sustentáveis capazes de contribuir para a geração de empregos.4 64 000 445 7 825 15 305 5 940 7 790 30 350 11 525 900 6 500 230 3 130 250 44 600 15 201 111 002 7 166.100 20.612 1.000 mil mil m3 mil m3 ton mil lt Klt ton Klt Klt ton mil 12 500 235 4 555 0 5 400 7 440 28 850 6 800 900 6 250 220 1 130 245 17 630 0 107 864 6 982.6 72 500 545 8 225 15 755 6 534 8 300 30 850 12 025 1 000 6 500 230 3 630 300 53 600 16 721 70 210 4 551. > fomento da Actividade produtiva. > fortalecimento da estrutura organizacional. assentará na implementação dos seguintes programas: > apoio ao desenvolvimento.000 3.2017 Contactos que geram negócios.085 20.350 7.500 240 4.232 19. Fonte: Governo de Angola in Plano Nacional de Desenvolvimento 2013 . 71 .500 845 8.434 18. o aproveitamento de matérias-primas agrícolas e minerais.2 98.000 9. > coordenação de estratégias empresariais.100 35.1 85 000 545 8 225 16 950 7 187 8 300 31 850 12 630 1 000 8 000 240 4 330 345 67 600 18 393 37 497 2 421. o equilíbrio da balança comercial e a economia de divisas.350 13. a distribuição territorial das Actividades.670 4.450 ton 3 500 4 500 6 100 8 000 8.5. nomeadamente no contexto do cluster da alimentação e da diversificação da economia nacional.280 1.250 23. > melhoria do sistema de formação técnica e profissional e do emprego.906 9.000 5.500 223.525 17.120 6.

0% 95.0% 78.0% 64.0% 54.0% 60.0% 47. com a geração de empregos e a sua contribuição para o desenvolvimento territorial.0% 90.0% 88.0% 99. unidades.0% 93.0% 64.0% 99.0% 96.0% 79.0% 75. extracção e joalharia).0% 0.0% 79.2017 Sistemas de água por Província.0% 73.0% 76.0% Furos com Bomba Manual número % a funcionar 128 440 421 1 28 366 1 174 881 17 15 2 29 0 565 196 123 0 3 4 389 57.0% 65.0% 74.0% 70. nº 2 72 .0% 93. enquanto suporte para o desenvolvimento de novos projectos de mineração.0% 0.0% 85.0% 81.0% 92. ligações domiciliárias e chafarizes 2013-2014 Províncias Unidades Ligações Domiciliárias número % a funcionar Bengo Benguela Bié Cabinda Cuando Cubango Cunene Huambo Huíla Kwanza Norte Kwanza Sul Luanda Lunda Norte Lunda Sul Malanje Moxico Namibe Uíge Zaire Total 202 617 539 47 39 412 1 361 1 178 122 87 46 71 58 632 255 242 206 17 6 131 53.0% 78.0% Elaborado pela CCIPA com base em dados do Ministério da Energia e Águas de Angola in Boletim Sectorial. ouro.0% 48.0% 74. >serão desenvolvidas as parcerias estratégicas com grupo mundiais relevantes na área da lapidação.0% 82.0% 65.0% 100. geotécnico e metalogénico Fonte: Governo de Angola in Plano Nacional de Desenvolvimento 2013 .0% 85.0% 40. > serão executados programas básicos.0% 74 177 118 46 11 46 187 297 105 72 44 42 58 67 59 119 206 14 1 742 47. > a Actividade diamantífera será inserida nas diferentes fases da fileira do diamante (prospecção.0% 77.0% 83.0% 82.0% 82.0% 0.0% 75.0% 63.0% 53.0% 85.0% 100.0% 70. visando a cartografia temática de cunho geológico.0% 73.0% 60. a diversificação produtiva e a expansão económica Para tal: > a produção mineira (diamantes. fosfatos e rochas ornamnetais) será diversificada.0% 68.0% 60.0% 64.0% 92.0% 91.0% 55.0% 46. visando o seu desenvolvimento a nível nacional.0% 64.0% 87.0% 1 127 45 848 4 290 4 868 779 7 865 10 498 11 460 1 825 39 634 88 920 2 219 4 931 4 094 632 28 032 2 942 4 363 264 327 Chafarizes Convencionais número % a funcionar número % a funcionar 272 1 067 270 369 64 172 729 492 499 400 885 225 218 195 198 678 816 76 7 625 80. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Estimativa de produção do sector mineiro diamantes e rochas ornamentais Indicadores Produção Industrial de Diamantes receitas brutas Produção Artesanal de Diamantes receitas brutas Produção de Rochas Ornamentais Exportação de Rochas Ornamentais Venda de Rochas Ornamentais unidade 2013 2014 Metas 2015 2016 2017 quilates mil USD mil quilates mil USD m3 m3 mil USD 8 963 1 095 507 176 47 472 28 483 5 681 9 411 1 150 525 182 51 271 30 762 6 136 9 882 1 207 543 189 55 371 33 223 6 626 10 376 1 268 562 195 59 802 35 881 7 157 10 895 1 331 582 202 64 585 38 751 7 729 O objectivo do Governo angolano para o Sector da geologia e minas prende-se com a promoção do seu desenvolvimento em bases sustentáveis.0% 94.0% 96.0% 88.0% 0.0% 76.0% 84.0% 82. cobre.0% 78.0% 86. > a base infra-estrutural geológico-mineira será reforçada. ferro. > as Actividades geológicas e mineiras serão controladas e fiscalizadas de modo eficiente.0% 81.0% 62.5.0% 87.0% 78.0% 67.0% 68. março 2015.

5 -5.1 323.0 431.5 7.8 49 613.7 3 234.8 3.7 48 616.0 309.4 20 091.7 2 427.8 69 051. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Matriz energética de Angola 2010-2017 (MW) Anos Centrais Termoelétricas Parques Eólicos Centrais Hidroelétricas 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 385 595 815 915 915 915 915 915 0 0 0 20 120 120 120 120 641 701 801 925 1 202 2 327 4 797 6 077 Fonte: Ministério da Energia e Águas de Angola in Plano de Acção do Sector da Energia e Águas 2013 .0 4 797.5 49 613.9 20 142.3 23 550 32 603 921 -0.1 14 557.0 7 755.2 69 051.5.2017 Valor acrescentado na indústria 2010-2013 Anos Transformadora VAB (milhões USD) VAB per capita (USD) Taxa de Crescimento (%) Emprego (nº) Produtividade (USD) Diamantífera E Outras Extractivas VAB (milhões USD) Taxa de Crescimento (%) Emprego (nº) Produtividade (USD) 2010 2011 2012 2013 5 013.6 26 134.6 37 773.7 2010 2011 2012 2013 6 497.7 322.7 2 670.4 172 399.8 4.8 406.3 19 667.9 7 841.2 2010 Anos 2011 2012 2013 768 -10.0 1 938.2 19 306.0 275.2 Anos Petrolífera VAB* (milhões USD) VAB per capita (USD) Taxa de Crescimento (%) Emprego (nº) Produtividade (USD) Anos Construção VAB (milhões USD) VAB per capita (USD) Taxa de Crescimento (%) Emprego (nº) Produtividade (USD) Fonte: Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola in Relatórios Económicos de Angola de 2012 e 2013 Contactos que geram negócios.5 (2009) 16.0 107 060.4 115 758.4 173 130.3 32 378.9 5 996.3 0.8 323.1 6.6 6.2 8 277.1 26.2 266.9 6 207.7 2 757.9 422.7 2 586.2 -3.0 394.5 72 454.7 24 570 37 470 1 127 9 24 570 45 868 2010 2011 2012 2013 36 715.4 49 613.5 410.7 3 127.7 431.6 19.0 2 115. 73 .3 10.

74 .

4% 2.8% 37.2% (Ton.66 782 688 111. não foi utilizado o da fonte.8% 6.6% 7.86 111.0% 2.2% 11.2% 11.8% 19.4% 88.72 98.8% 19.1% -22.5% 24.0% 16.80 108. Contactos que geram negócios.1% 12.6% -2.1% -7.4% -67.1% 10.7% -10.0% 34.5% 34.0% 2014 Anos 2013 2012 2013/2012 2014/2013 190 328 27 179 195 533 197 370 69 263 532 414 137 791 749 761 32 113 2 523 1 349 2 135 624 205 048 68 727 145 502 193 305 89 005 563 552 111 004 680 799 19 540 3 209 4 085 2 083 776 155 731 72 805 130 979 171 654 76 325 526 810 95 230 625 475 14 178 4 970 2 171 1 876 328 31. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Produção Produção e comercialização de petróleo e produtos refinados 2012-2014 Anos Produção total petróleo bruto (mil barris/dia) preço médio/barril (USD) > ramas angolanas > brent datado exportação (mil barris/dia) Variação % 2014 2013 2012 2013/2012 2014/2013 1 671 673 1 715 552 1 729 918 -0. 75 .8% -6.8% 24.6% 11.2% -5.5% 2014 Anos 2013 2012 2013/2012 2014/2013 187 522 7 094 7 828 31 606 778 129 30 081 118 893 1 161 153 203 413 6 900 8 372 24 658 691 635 nd nd 934 978 101 805 5 762 7 836 20 578 557 933 nd nd 693 914 99.2% -60.64 868 784 107.3% -21.7% -7.7% -8.8% -2.3% -9.8% -35.) Produção de refinados nafta gasolina jet B jet A1 kerosene gasóleo ordoil fuel oil extra heavy asfalto cut-back Total Variação % (Ton.5% 24.6% 16.65 857 457 -3.6% 8.2% 12.8% 2.5.) Exportação de produtos refinados nafta gasolina jet A1 gasóleo fuel oil gás butano gás propano Total Variação % NB: o total de 2014 não corresponde com o da fonte.7% -5.1% 64.5% 28.6% 96.

9% fuel oil 60 423 7 497 4 628 62.0% -30% consumo 89.1% -0.0% 706.2% bunker Total Quota de mercado por segmento retalho 370 321 33 255 377 361 -91.9% -25.8% jet B 187 314 146 934 114 095 28.4% 7.0% 0.8% Anos 2014 2013 Variação % 2014/2013 60.2% 1013.5% -3.0% Fonte: Sonangol in Relatório de Gestão Anual 2013 e 2014 76 .5% jet A1 285 389 275 882 250 482 10.0% 19.9% 10.8% -15.2% -25.2% lubrificantes 13 152 13 589 17 768 -23.3% kerosene 5 806 - - - - gasóleo 3 579 004 3 226 702 2 862 222 12.0% marinha 100.0% 100.0% aviação 100.8% asfalto 104 325 140 811 100 415 40.1% 3.3% 2013/2012 2014/2013 Anos Variação % 2014 2013 2012 223 915 264 283 252 224 4.3% 1 047 306 945 238 993 657 -4.4% gasolina gás de aviação 15 29 14 107.0% 56.3% -46.4% -42.0% 58.4% 39. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Anos Importação de produtos refinados 2014 LPG gasolina jet A1 2013 Variação % 2012 2013/2012 2014/2013 52 104 90 670 63 675 42.3% 137 233 108 658 68 479 58.8% 27.7% 10.2% gasóleo 3 079 981 3 107 466 2 406 634 29.0% 0.0% 85.1% -48.0% extra heavy 31 439 42 390 21 861 93.5% 15.9% asfalto 87 945 - - - - cutback 25 135 - - - - avgás 2 800 - - - - betume Total Venda doméstica de produtos refinados gás butano 143 282 124 467 115 833 7.1% 5 433 592 4 555 958 4 423 152 3.3% -75.0% 100.9% cut-back 1 174 4 733 5 220 -9.7% 26.3% kerosene 35 566 66 138 69 852 -5.6% 5 440 320 5 048 245 4 614 211 9.5% 1 400 283 1 005 461 1 312 943 -23.5.

.

8 223.3 5.0% 242 627 298 002 273 481 9.0 0.8 458.2015 Sonangol in Relatório de Gestão e Contas Consolidadas 2014 > LPG Sanha (41%) > LNG - Fonte: Sonangol in Relatório de Gestão Anual 2013 e 2014 78 .7% Índia 6 879.0 6.0% Refinaria de Luanda Itália 2 385.0% 259.0% Exportação: 148 974 65 894 91 414 -27.0 1 161.9% 113 178 - - - Espanha Portugal Singapura Total Fontes: Banco Nacional de Angola.9% 126. segundo dados do Ministério dos Petróleos página na internet em 13.0% Canadá 5 584.0% 34 533 4 093 nd - 743.4 1.7% Brasil 215.2 3 486.2 1.2014 e 9.0 2.0% > LPG (butano) 30 081 12 135 25 134 -51.7 215.7 1 328.5 2 376.) (%) Anos Variação 2014 2013 2012 2013/ 2012 2013/ 2012 1 686.2 2 874.8% Japão 0.2% -18.0 2.4 6 024.0% > LNG 87 393 113 178 nd - -22.4 6 764.8% 1 518.8 47.8 3 305.6 3 072.0% > Condensados 7 369 2 450 nd - 200.8 68 871.5 320.8 319. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Exportações de petróleo por país de destino Produção e exportação de gás 2011-2014 2012-2014 (milhões de USD) Anos 2011 2012 2013 % do total 2014 Países de destino África do Sul (ton.2 34 160.0 2 443.0% Sonangol (quota parte) 337 389 413 630 273 481 51.8% 0.0 31 688.0 974.0 1 029.4% -22.5 65 611.5 3.0% China 24 324.0 290.0% -18.8 729.0% Cabinda gas plant (41%) Indonésia 214.5 1 753.fev.0 93.4% Inglaterra 333.2 3.7% 147.7 1 625.6% 614.4 4 619.1 1 134.4 1 476.7 3.6 5.abr.4% E.0% Produção de Gás Alemanha 113.1% Outros 1 442.8 0.6% França 2 092.6 6 926.0% Total de Angola 934 564 1 208 809 625 157 93.2 13.6 3 429.6 6.0% 31 098 35 107 nd - -11.A 10 282.2 nd Taiwan 5 314.5.0 261.3 100.7 1 720.0% Holanda 1 538.U.6 1 199.0% > LPG (propano) 118 893 33 122 66 280 -50.0% 170 464 245 778 nd - -30.1 2 385.1 1.7 0.0% 64 538.3 4 215.7 2.0% ALNG 6 532 13 024 nd - -49.2 395.

5 7.5 12. da AICEP Portugal Global e da OMC .0% 281.6 6.9 Importações (fob) Sector petrolífero outras 20 228 5 596 14 633 23 717 5 269 18 448 25 226 5 441 19 086 28 318 nd nd 17.0 4 887.6 0.5 2 427.9 -10. 79 .6 100.5 58.3 12.0 Fonte: página do Banco Nacional de Angola na internet em fev.6 5 963.7 26 344.3 8.3 100.4 3.5 100.8 58.8% 23.9 11.1 29.3 3.3% 28.7 -3.0 29.3 - Coeficiente de Cobertura (%) Peso das Importações (%) 332. com base em dados do Banco Nacional de Angola.3 6.abr.1 2 860.5 -5.7 29.5 7.2 -5.2 4.2014 e 15. anuário angola 2015/16 DADOS BÁSICOS DE ANGOLA 5.7 Exportações (fob) Sector petrolífero petróleo bruto diamantes outras 67 310 65 591 64 539 1 205 514 71 093 69 716 68 871 1 159 218 70 951 69 119 67 865 1 243 589 71 450 69 513 68 180 1 331 606 5.8% 25.9 8.4% -9.7 0.1% 299. do Banco de Portugal.2015 Contactos que geram negócios.2 Posição no ‘Ranking’ Mundial como exportador (º) como importador (º) 52º 72º 49º 71º 49º 71º nd nd - - - 14/13 Elaborado pela CCIPA.2% 252.0 15 387.3 23 716.8 16 666.2.1 6.0 13 829.3% 26.2 -0.8 -57.0 29.5 100.0 7 782.3 3 174.6 -3.0 1 955.4 20 228.6 -0.2 170. ANGOLA EM ANÁLISE Comércio Externo de Angola g Evolução anual da balança comercial 2011-2014 (milhões de USD e %) Anos 2011 (est) 2012 (est) 2013 (est) 2014 (prog) 12/11 Variação (%) 13/12 Balança Comercial 47 082 47 376 45 725 43 132 0.1 2.0 58.5 12.3 -6.2 0.5 7 027.8 26.9 58.Organização Mundial de Comércio Estrutura das importações 2010-2013 (milhões de USD e %) Importações bens de consumo corrente bens de consumo intermédio bens de capital Total 2010 % 2011 % 2012 % 2013 % 9 824.9 -1.0 11 837.4 12.

0 259 312 173 886 149 260 148 355 92 493 4 158 8 954 33 214 30 074 19 237 14 449 55 946 320 356 659 222 362 497 61 622 425 460 2 818 495 9.4% 1º 2º 4º 3º 8º 49.9 200 606 7.7% 6.8% 6.9 19.4% 3.2% 5.U. Peles e couros 7.2% 10.2 1 922.U.0 Notas: valores para 2012 em USD milhões.5 13.9% 6. Combustíveis 4.4 23.4 1.4 12.5 2.8% 1º 2º 4º 3º 8º 37.2015 e Banco de Portugal in Evolução da Economia dos PALOP e Timor Leste 2012 .5 136 024 83 531 3 975 10 162 39 130 28 126 16 284 13 930 62 406 266 139 532 675 675 230 42 490 83 394 2 680 596 5. Óptica e precisão 17.8% nd nd 5.3 1.9 25.2 23 716. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Classes de bens importados . Brasil África do Sul Bélgica Coreia do Sul 14.0 11.1 0.9% 1º 2º 4º 3º 5º Cinco principais fornecedores das importações angolanas 2010 80 2011 2012 2013 Países quota posição quota posição quota posição quota posição Portugal China E. equipamentos e aparelhos 15.1% 4.5 1.0 13.7% nd 1º 2º 4º 5º 6º 3º - 18.7 9 000. Matérias têxteis 10.6 3.abr.Síntese País e Relacionamento Bilateral.8% 18.7% 17.4% 9.0 3 136.1 100. Químicos 5. INE Angola in Anuário de Estatística de Comércio Externo 2014 Repartição geográfica do comércio externo 2010-2013 Cinco principais clientes das exportações angolanas 2010 2011 2012 2013 Países quota posição quota posição quota posição quota posição China E. Veículos e outros meios de transporte 16. Madeira e cortiça 8. Calçado 12.7% 15.2014 . Agrícolas 2.5% 9.1 8.0% 7. Outros produtos Total 2012 % 2013 % 2014 % 3 218.3 3. Metais comuns 14. Alimentares 3.2 1.5. Máquinas.0% 12.9 100.6 17. Minerais e minérios 13.1% 1.3 9.9 2.5% 1º 2º 4º 3º 6º 45.A.0 2 400.8% 6.1% 10.6% 5.4% 7.9% 8. Produtos celulósicos e papel 9.2013 e 2013 . Taiwan Índia Portugal 42.7% 2.3 4 039.2012-2014 Bens 1.1% 4.6 0. Vestuário 11.0 297 880 188 614 11. Plásticos e borracha 6.6% 8. valores para 2013 e 2014 em AKZ milhões Fontes: página do BNA na internet em fev.1 0.8% 10.2 5.1 3.2% 4. fev.1 7.1 0.1 37.2% 3.2014 e abr.5% 7.4% 5.6% 4.2014 e 15.2015.6% 5.0 0.3 5.5% 8.6% 8.3% nd 1º 2º 3ª 5º 6º 4º - 15.1 0.A.1% 2.3 0.5% 4.0% nd 1º 3º 2º 5º 6º 4º - 16.2 10.7 0.1 100.2 6.2 1.6% 1º 2º 3º 4º 5º Fontes: AICEP Portugal Global in Angola .2 15.5 2.

.

5.

anuário angola 2015/16

ANGOLA EM ANÁLISE

Principais fornecedores das importações
segundo o valor aduaneiro das mercadorias importadas 2012-2014
2014
valor
% do total
(milhões AKZ)

País Exportador

2013
valor
% do total
(milhões AKZ)

2012
valor
% do total
(milhões USD)

Portugal

447 028

15,86

442 064

16,49

5 398,486

17,95

China

373 559

13,25

296 648

11,07

3 527,213

11,73

Estados Unidos da América

235 962

8,37

164 777

6,15

2 067,430

6,87

África do Sul

130 213

4,62

120 677

4,50

1 542,602

5,13

Brasil

143 560

5,09

122 065

4,55

1 480,296

4,92

Reino Unido

112 589

3,99

97 155

3,62

1 138,293

3,78

França

113 480

4,03

70 899

2,64

1 107,799

3,68

Bélgica

99 443

3,53

83 784

3,13

1 037,920

3,45

Emiratos Árabes Unidos

138 456

4,91

88 667

3,31

995,080

3,31

Singapura

252 475

8,96

136 659

5,10

2 666,800

8,87

República da Coreia

50 496

1,79

412 589

15,39

-

-

Holanda

47 836

1,70

71 479

2,67

608,485

2,02

Alemanha

35 309

1,25

23 834

0,89

422,841

1,41

Itália

49 137

1,74

41 289

1,54

369,359

1,23

Namíbia

nd

-

nd

-

352,974

1,17

República do Congo

nd

-

nd

-

9,684

0,03

Moçambique

nd

-

nd

-

7,058

0,02

Zimbabwe

nd

-

nd

-

2,902

0,01

Tanzânia

nd

-

nd

-

1,699

0,01

Ilhas Maurícias

nd

-

nd

-

0,850

0,00

Índia

69 622

2,47

47 116

1,76

nd

-

Japão

60 068

2,13

50 356

1,88

nd

-

Espanha

40 279

1,43

51 790

1,93

nd

-

Malásia

52 717

1,87

42 613

1,59

nd

-

outros

366 267

13,00

316 139

11,79

7 340,117

24,40

2 818 496

100,00

2 680 600

100,00

30 077,888

100,00

Total

Fonte: INE Angola in Anuários de Estatística do Comércio Externo 2012 e 2014; BNA na internet, em 15.abr.2015

82

5.

anuário angola 2015/16

ANGOLA EM ANÁLISE

Estrutura das exportações
em quantidade 2010-2013
Anos

Produtos
Petróleo Bruto
USD / barril
Refinados de Petróleo
USD / ton met
Gás Natural
USD / barril
Diamantes
USD / quilate
Café
USD / ton met

u.m.

2010

2011

2012

2013

11/10

Variação (%)
12/11

Mbarris

625,1
77,8
750,9
563,2
5 419,9
55,3
8 363,1
116,7
299,1
1 904,5

586,4
110,1
869,3
777,6
5 383,8
69,9
8 612,6
139,9
437,4
2 197,2

617,0
111,6
664,7
774,8
5 065,6
65,1
9 011,4
128,7
467,9
2 173,2

609,3
107,7
687,6
738,2
10 232,1
59,0
8 246,6
141,5
244,8
1 999,3

-6,2
41,5
15,8
38,1
-0,7
26,4
3,0
19,9
46,2
15,4

5,2
1,4
-23,5
-0,4
-5,9
-6,9
4,6
-8,0
7,0
-1,1

-1,2
-3,5
3,4
-4,7
102,0
-9,4
-8,5
9,9
-47,7
-8,0

u.m.

2010

2011

2012

2013

11/10

Variação (%)
12/11

13/12

MUSD
MUSD
MUSD
MUSD
MUSD
MUSD
MUSD

48 629,1
422,9
299,5
976,3
0,6
266,5
50 594,9

64 538,6
676,0
376,4
1 205,2
1,0
513,2
67 310,4

68 871,4
515,0
329,9
1 159,5
1,0
216,5
71 093,3

65 611,2
687,6
603,3
1 167,1
0,5
176,9
68 246,6

32,7
59,8
25,7
23,4
66,7
92,6
33,0

6,7
-23,8
-12,4
-3,8
0,0
-57,8
5,6

-4,7
33,5
82,9
0,7
-50,0
-18,3
-4,0

mton
mbarris
mquilates
mton

13/12

em valor 2010-2013
Produtos
Petróleo Bruto
Refinados de Petróleo
Gás Natural
Diamantes
Café
Outras Exportações
Total (incluindo Outros)

Anos

Elaborado pela CCIPA, com base em dados da página do Banco Nacional de Angola na internet em fev. 2014 e abr.2015
e do Banco de Portugal in Evolução das Economias dos PALOP e de Timor Leste 2012 - 2013

Grupos de produtos 2013-2014
Produtos
1. Agrícolas
3. Combustíveis
7. Madeira e Cortiça
12. Minerais e Minérios
17. Outros Produtos
Total

Anos
2014

% do total

2013

% do total

Variação (%)
14/13

4 940
5 637 526
488
703
117 782
5 761 439

0,09
97,85
0,01
0,01
2,04
100,00

4 814
6 433 497
130
nd
105 531
6 543 972

0,07
98,31
0,00
1,61
100,00

2,62%
-12,37%
276,00%
11,61%
-11,96%

Fonte: INE Angola in Anuário de Estatística de Comércio Externo 2014

Contactos que geram negócios.

83

5.

anuário angola 2015/16

ANGOLA EM ANÁLISE

Indicadores da actividade comercial
estimativa de evolução
Indicadores
Estabelecimento comerciais licenciados
Empregos criados
Armazéns de retenção de reserva de estado construídos
Armazéns provinciais construídos
Centros de Recolha, Lavagem,
Calibragem e Embalagem construídos
CLOD Construídos *
Mercados municipais construídos
Lojas de proximidade criadas
Formandos / CENCO** / Loja Pedagógica

2013

2014

Metas
2015

2016

2017

10 459
31 378
2
4

11 505
34 516
2
4

12 656
37 967
4

13 921
41 764
3

15 314
45 941
3

3

3

3

2

-

nd
13
20
1 680

1
13
30
1 800

1
15
30
1 900

20
20
1 995

1
14
63
2 100

* CLOD - Centro de Logística e Distribuição de Produtos /
** CENCO - Empresa Central de Compras

O Governo angolano aponta, a título de objectivo do Sector do comércio do período compreendido entre 2013 e 2017, a promoção e manutenção de um conjunto de Infraestruturas
logísticas, circuitos comerciais e de uma rede de distribuição que posibilitem a realização de excedentes de produção e o abastecimento do país em inputs produtivos e bens de
consumo essenciais, contribuindo fortemente para a eliminação da fome e da pobreza Neste sentido, será necessário promover a criação de centros logísticos que assegurem a
articulação do território e a valorização da posição geoestratégica de Angola; o aumento das disponibilidades de produtos essenciais (cabaz de compras básico) nos pontos de venda,
fomentando o comércio rural; regular a oferta de bens do cabaz de compras básico, funcionando como travão à actuação de agentes especulativos e proporcionando segurança na
gestão dos orçamentos das famílias com menores rendimentos; assegurar a existência de reservas alimentares estratégicas e de segurança; promover o aumento relativo da comercialização de produtos de origem nacional; promover a existência de uma rede comercial operativa, funcional e adequada às necessidades do mercado; reduzir e eliminar actuações
momopolistas e aligopolistas
Fonte: Governo de Angola in Plano Nacional de Desenvolvimento 2013 - 2017

12 principais clientes das exportações angolanas
segundo o valor aduaneiro das mercadorias exportadas 2014-2013
2014
País Importador
China
Portugal
Estados Unidos da América
África do Sul
Brasil
França
Holanda
Itália
Taiwan
Índia
Espanha
Canadá
outros
Total

84

(AKZ milhões e %)

Variação
2014 / 2013

2013

valor

% do total

valor

% do total

2 706 612
189 508
251 265
192 354
101 095
191 108
222 417
131 736
228 635
443 360
366 637
267 243
469 471
3 054 829

88,60
6,20
8,23
6,30
3,31
6,26
7,28
4,31
7,48
14,51
12,00
8,75
15,37
100,00

3 091 884
288 556
485 203
169 664
41 294
132 903
159 368
99 648
387 365
654 306
240 033
319 295
474 453
3 452 088

89,57
8,36
14,06
4,91
1,20
3,85
4,62
2,89
11,22
18,95
6,95
9,25
13,74
100,00

-12,46%
-34,33%
-48,21%
13,37%
144,82%
43,80%
39,56%
32,20%
-40,98
-32,24%
52,74%
-16,30%
-1,05%
-11,96%

Fonte: INE Angola in Anuário de Estatística do Comércio Externo 2014

por excelência. o Sector do turismo constitui uma das prioridades do Governo angolano para o período 2013-2017 Assim. os recursos naturais e culturais do país e contribuir para a geração de rendimentos e emprego Para tal. o Ministério da Hotelaria e Turismo deverá promover o desenvolvimento sustentável do Sector hoteleiro e turístico. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Hotelaria evolução esperada Indicadores 2013 2014 Metas 2015 2016 2017 Quartos Camas da Rede Hoteleira Empregados Unidades Hoteleiras 3 153 3 941 5 255 6 183 7 897 6 306 7 882 10 510 13 466 15 794 12 801 13 038 13 149 13 466 13 795 356 359 363 366 370 Sendo. valorizando o património histórico e arquitectónico. 85 . uma das maiores potencialidade económicas de Angola. a formação de profissionais. deverá promover a capacitação institucional (através da dimplementação do Plano Director para o Desenvolvimento Turístico). divulgar e promover o potencial turístico e apoiando o desenvolvimento da Actividade turística.5. Fonte: Governo de Angola in Plano Nacional de Desenvolvimento 2013 .2017 Contactos que geram negócios.

2 Banco BAI Microfinanças BMF 2004 19 0.20 15 0.9 7 3.20 16 0.9 2 16.8 Banco de Negócios Internacional BNI 2006 9 2.1 16 0.5 11 1.3 VTB Africa VTB 2007 18 0.13 Depósitos de Clientes quota 13 rank.8 9 2.60 10 2.4 11 1.2 Finibanco Angola FNB 2008 14 0.2 Banco Caixa Geral Totta de Angola 86 Sigla .4 8 3.0 5 5.9 12 1.20 19 0.2 Banco Regional do Keve BRK 2003 13 1. 5.3 15 0.0 7 3.2 Banco de Poupança e Crédito BPC 1976 2 14.8 12 1.80 15 0.10 18 0.9 2 15.5 14 0.2 14 1.20 18 0.2 18 0.13 Total de activos quota 13 rank.5 8 3.8 Banco Comercial do Huambo BCH 2010 20 0.3 6 3.2 19 0.5 2 16. 5.9 Banco Espírito Santo Angola* BESA 2002 - - - - - - 5 8.1 - - - - Banco de Fomento Angola BFA 1993 3 13.1 20 0.9 Banco Valor BVB 2010 17 0.1 3 12.30 4 11.1 Banco BIC BIC 2005 4 11.90 14 0.0 Banco Privado Atlântico BPA 2006 5 5.1 8 2.7 Banco de Desenvolvimento de Angola BDA 2006 7 3.20 BCGTA 1993 10 2.30 4 13.4 5 5.5 1 19.5 13 0.5 Standard Bank de Angola SBA 2010 11 2.2.8 Banco Sol SOL 2001 8 3.12 quota 12 rank.0 Banco de Comércio e Indústria BCI 1991 12 1.8 10 1.6 14 0.8 3 15.1 20 0.2 16 0.5 12 1.0 20 0.90 9 2.5 1 20.2 17 0.1 7 3.12 quota 12 BAI 1997 1 15.80 10 2.6 3 15.0 5 6.7 1 17.8 Banco Kwanza Investimento BKI 2008 - - - - - - - - Banco Millennium Angola BMA 1993 6 3.8 Banco Comercial Angolano BCA 1999 15 0.0 6 3.2 17 0.7 9 2.5 11 1.5 13 0.9 6 3.30 4 13. ANGOLA EM2015/16 ANÁLISE anuário anuário angola angola 2015/16 ANGOLA DADOS BÁSICOS EM ANÁLISE DE ANGOLA Sistema Financeiro Banca angolana em análise ranking e quota de mercado 2012-2013 Banco Banco Angolano de Investimentos Início da Actividade rank.5 Banco Angolano de Negócios e Comércio BANC 2007 16 0.

3 17 -799.9 20 -2 999.4 18 -1 039.2 12 1 333 10 1 417 2 41% 1 49% * dada a intervenção do BNA junto do BESA em 2014.8 13 0.3 3 9.0 8 2.5 2 19 646 3 16 106 5 25% 4 24% 11 1.0 16 84 16 -1.8 1 23 899 1 20 976 3 30% 2 29% 7 3.2 18 0.12 ROAE 2 9.0 18 -1 163. a Deloitte optou por não considerar a informação do banco para efeito das análises comparativas de rankings entre os bancos Elaborado pela CCIPA.13 Resultados Líquidos resultado rank.12 resultado rank.2 8 3 465 9 2 876 4 26% 3 26% 19 0.2 15 0.0 10 -4 559.12 quota 12 rank. da Deloitte Contactos que geram negócios.1 19 0.2 5 6 677 5 5 608 6 21% 6 20% 17 0.2 14 670 13 677 12 14% 12 15% 20 0.8 3 12 082 2 17 217 13 12% 10 18% 18 0.5. anuário angola 2015/16 rank.0 20 0.2 6 3.8 9 2.1 19 -1 580.7 4 5.3 17 0.1 9 2 833 20 -6 530.8 4 7 219 4 7 816 14 8% 13 9% - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 8 3.1 2 10.2 10 2 759 8 3 379 11 14% 8 19% 1 22.4 12 1.6 10 2.2 17 0.8 12 1.13 ANGOLA EM ANÁLISE Rentabilidade ROAE rank.2 13 1 304 11 1 388 10 14% 11 16% 9 2.4 11 1 465 12 1 087 7 19% 5 20% 13 1. com base nos Estudos Banca em Análise Angola 2013 e 2014.9 6 6 154 6 5 603 9 16% 9 19% 12 1.1 15 207 14 46 16 5% 15 2% 16 0.0 1 52% 19 -72% 5 5.0 17 -983 17 -15% 17 -18% 15 0.0 15 9 20 -104% 15 3% 3 7.13 Crédito a Clientes quota 13 rank.3 14 0.3 5 5.0 15 7% 16 0% 10 1.3 7 3.0 19 -69% 20 -87% 14 0. 87 .6 7 4 872 7 4 824 8 16% 7 19% 4 6.9 1 22.0 18 -38% 18 -46% 6 3.

5.3 2. Pesca e Silvicultura Actividade imobiliária.0 1.0 Fonte: KPMG Angola in Análise ao Sector Bancário Angolano.0 19. Armazenagem e Comunicações Alojamento e Restauração Educação.3 7. Seguros e Fundos de Pensões Outras actividades colectivas.1 22. out.0 3.0 12. Alugueres e Serviços prestados às Empresas Transportes.0 1. Saúde e Acção Social Indústria Extractiva Actividades Financeiras.0 2 928. pessoais e sociais outros 15.0 3. Pecuária.0 11.0 3.0 2014 (prog) Crédito à Economia (mil milhões de USD) 3 155.2013 e out.0 10.1 3.0 18.8 1.9 17.2014 e Banco de Portugal in Evolução das Economias dos Palop e Timor Leste. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Crédito concedido pela banca 2012-2014 (%) Anos 2012 (est) 2013 (est) Sectores Particulares Indústria Transformadora Construção Comércio (por grosso e a retalho) Agricultura.0 4.0 - 2 664.0 2.5 9.0 3.0 10.0 1. 2013-2014 88 .0 3.0 17.

86% -11.76% 34.06 53 203.33% 34.69 813 369.94 7 980.15% Elaborado pela CCIPA com base em dados da EMIS .08% 28.71% 23.89% 34.00% 45.00 28 598.80 51 153.26% 20.17 439 620.90% 28. 89 .10 11 554.11% 47 768 209 2 019 857 72 147 890 8 185 169 4 391 277 134 512 402 11 209 367 39 686 264 1 756 158 60 267 381 6 650 486 3 422 334 111 782 623 9 315 219 29 477 921 1 256 534 44 716 958 5 000 246 2 354 937 82 806 596 6 900 550 20.99% 747 095.5.33% 44.96 638 438.10% 36.14% 45.78% 67.15 15 120.87% 30.87% 27.99% 34.40% 44.63% 39.63% 29.36% 15.09% 63.25 17 111.33% 20. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Caracterização da rede de terminais e cartões multicaixa 2011-2013 Terminais (unidades) > caixas automáticas > TPA Cartões (unidades) > válidos > vivos > activos > personalizados (emitidos) > não personalizados (emitidos) Movimentos (unidades) > consulta de saldo > consulta de movimentos > levantamentos > recargas > outros > total de Transações > média mensal Movimentos (milhões de AKZ) > levantamentos > recargas > outros > total de Transações > média mensal Variação (%) 2013 / 2012 2012 / 2011 2013 2012 2011 2 334 31 716 2 014 23 545 1 629 18 199 15.80 598 285.31% 20.96% -48.15% 45.58% 14.75% 30.33% 34.78% 33.17 414 528.85% 10.36 36 654.70% 23.64 67 780.Empresa Interbancária de Serviços in Relatório & Contas 2012 e 2013 Contactos que geram negócios.38% 3 377 798 2 462 174 1 508 113 256 773 1 974 339 2 633 499 2 041 908 1 311 881 494 680 1 204 986 2 377 969 1 559 841 1 018 057 556 427 885 283 28.02% 19.40% 27.87% 78.71 24.

inclui erros e omissões) III) Balança Global (I + II) IV) Financiamento Variação Reservas Oficiais (líquido.5 -3 997 2 -5 116.8 -1 819. 2012 e 2013 e valores programados para 2014 Fontes: Banco de Portugal e Banco Nacional de Angola 90 .8 -2 236 428 428 -4 643 -4 642 -1 -34 2013 6 038 45 725 70 951 69 119 1 243 589 25 226 5 441 19 056 -39 464 -26 996 760 -27 756 nd nd nd -12 468 nd nd -223 nd -6 351 3 -2 992 nd nd nd nd nd nd nd -3 362 -3 362 313 313 0 -1 2014 2 823 43 132 71 450 69 513 1 331 606 28 318 nd nd -40 084 -27 375 802 -28 177 nd nd nd -12 709 nd nd -225 nd -1 539 2 -1 755 nd nd nd nd nd nd nd 214 214 -1 284 -1 284 0 0 Notas ao Quadro: 1) nd .b.o.não disponível.4 -9 210 0 -9 639 15 077.) Sector petrolífero outras Balança de Serviços e Rendimentos Conta de Serviços (líquido) Crédito Débito transportes e viagens construção assistência técnica Conta de Rendimentos (líquido) débito de juros dividendos e lucros Transferências Correntes (líquidas) rendimentos de trabalho II) Balança de Capital e Financeira Transferências de Capital (líquidas) Investimento Directo Estrangeiro (líquido) Entradas No Exterior Outro Investimento (líquido) Empréstimos de Médio e Longo Prazo Desembolsos companhias petrolíferas Amortizações Programadas companhias petrolíferas Outros Capitais (líquidos. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Finanças Públicas Balança de pagamentos 2011-2014 I) Balança de Transações Correntes Balança Comercial Exportações de Mercadorias (f.6 -19 240 3 277 6 527 4 000 -3 250.4 1 568 5 538 1 500 -3 970. 2) valores estimados para 2011.5. aumento -) Financiamento Excepcional 2011 13 085 47 082 67 310 65 591 1 205 514 20 228 5 596 19 753 -32 635 -22 938 732 -23 670 -3 810 -7 932 -9 173 -9 697 -534 -9 040 -1 362 -333.o.3 1 117 1 117 -9 088 -9 054 -34 -508 (milhões USD) 2012 13 853 47 376 71 093 69 716 1 159 218 23 717 5 269 17 305 -31 761 -21 339 780 -22 119 -4 597 -6 230 -8 908 -10 422 -662 -9 722 -1 762 -297.b.4 14 123.7 -24 716.) Sector petrolífero diamantes outras Importações de mercadorias (f.

.

9 8 432.2014 e 15.8 22.1 20.8 nd 3.4 5.7 24.2 16 590.0 3.9 29.4 nd % PIB % PIB meses import 20.6 4.4 21.6 33 041.4 12 812.0 1 597.1 27.2 8.abr.4 29.9 nd Activos Externos Líquidos reservas internacionais líquidas Disponibilidades Líquidas sobre o Exterior activos externos bancários (líquidos) reservas cambiais oficiais (brutas) reservas cambiais oficiais (brutas) DÍVIDA EXTERNA TOTAL (inc. Oficial Bilateral 6 221.1 29 573.1 31.9 33.4 6 977.4 4.0 29.7 31.9 17.2 33 100.2 4.6 8. jan.6 MUSD MMUSD MUSD % PIB 30 341.0 29.9 31 289. página do Banco Nacional de Angola na internet.0 15.2 MUSD 13 125. Comissões Curto Prazo Médio e Longo Prazo DLX reservas cambiais serviço da dívida nd: não disponível Fontes: Relatório do Banco de Portugal in Evolução das Economias dos PALOP e de Timor-Leste 2012 .0 27.3 33 011.9 29.5 4.4 7. Oficial Multilateral 1 640.0 26.0 MUSD MM€ % PIB 20 992.5.9 18 143.5 26.5 28 393.1 25.2 1 020.1 1 553.1 nd nd nd 2.0 27.1 31 916.1 27.1 1 813.0 26.2 nd % export 10.2013. Banco BPI in Estudos Económicos e Financeiros Angola.2015 92 . atrasados) 1.0 20.fev.7 nd 5.5 973.2 12 105.6 19.0 0.9 10.0 nd 31. em 13. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Reservas externas e dívida pública 2011-2014 Unidade 2011 (est) 2012 (est) 2013 (est) 2014 (prog) MMUSD MMUSD meses import 30.0 13 786.9 10.2 22 582.2015.9 nd 24.1 7.0 30. Comercial Banca Empresas 4.0 nd 33 900.0 1.6 33.7 27 980.

3 52 975.2 -35 400.3 -242.2 47 639. DESPESAS Despesas Correntes: remuneração dos trabalhadores bens e serviços juros da dívida transferências correntes Despesas de Capital 45 379.5 10 807.5 2.4 44 792.4 16.4 8.0 -31 411.5 31 167.2 1 249.5 33 379.9 50 586.9 11 030.5 18.8 131. 93 .0 SALDO PRIMÁRIO 8 708.0 43 005.6 13 132.4 12 000.8 7 877.3 0.6 10 064.2 7 580.3 SALDO CORRENTE SALDO GLOBAL NÃO PETROLÍFERO pro-memoria: PIB pm (USD mil milhões) Fontes: Banco de Portugal in Evolução das Economias dos PALOP e de Timor Leste 2012 . segundo dados do Ministério das Finanças de Angola Contactos que geram negócios.2 1 103.2 1 819.2013 e Banco BPI in Estudos Económicos e Financeiros Angola.6 1 275.6 42 566.2 1 266.4 10 546.1 14 276.5 12 715.1 13 591.8 37 575.6 1 359.8 19 596.5.3 -0.7 1 509. RECEITAS Receitas Correntes: tributárias: petrolíferas não petrolíferas contribuições sociais doações outras receitas de capital 52 984.8 6.5 -37 242.8 8.4 14 601.2 35 581.5 50 183.3 44 550.9 SALDO GLOBAL em % PIB 7 604.7 11 397.7 333.0 21.3 1 025.9 11.9 9 886.0 130.4 33 982.4 50 191. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Operações financeiras do Estado 2012-2014 (USD milhões) 2012 (exec) Anos 2013 (exec) 2014 (est) 1.4 113. janeiro 2015.8 1 255.8 10 809.2 8 310.1 44 528.8 11 954.2 123.0 49 858.7 1 117.

9 30 538.5.6 37 402.8 18.0 Outros investimentos > créditos comerciais > empréstimos banco central Governo geral bancos comerciais empresas > moeda e depósitos bancos comerciais > outros passivos banco central Governo geral bancos comerciais empresas 25 472.4 0.0 2 756.0 Investimento de carteira 71.2 2 106.2 63 124.4 5 343.6 475.8 15 761.2 7 414.5 1 026.8 12 271.6 7 136.0 1 484.6 18.8 4 420.2 Investimento Direto de Angola no Exterior Total dos Activos Investimento Direto em Angola Total dos Passivos POSIÇÃO LÍQUIDA TOTAL Fonte: página do Banco Nacional de Angola na internet.3 0.8 11 980.9 3 506.6 31 279.6 2 106.7 82 473.9 5 140.0 20 646.7 3 749.4 2 308.6 18 030.5 3 445.8 943.1 18.4 9 860.2 33 125.3 6 489.2 2 144.4 31 630.1 25 035.0 71.1 3 506.4 40 759.6 64 808.5 33 034.0 23 239.0 5 345.0 272.1 23 978.1 25 714.3 38 843.6 73 315.5 2 031.2 2 180.1 7 613.5 428.6 1 583.9 22 790.9 49 383.6 26 770.0 71.0 15 921.2014 e 15.4 38 089.2 90.2015 94 .1 1 622.6 18.5 3 932.9 5 140.9 6 779.0 13 686.5 32 464.7 9 768.7 28 393.1 Investimento de carteira 7 360.5 Activos de reserva > direitos especiais de saque > disponibilidades em moeda externa 19 339.8 8 264.abr.2 6 757.1 2 402.4 5 175.1 1 937.9 10 381.1 Outros investimentos > créditos comerciais > empréstimos bancos comerciais > moeda e depósitos Governo geral bancos comerciais empresas > outros activos bancos comerciais 17 639.9 285.8 18.6 17 665.4 29 183.2 80.0 71.9 0.6 4 905.1 7 713.9 285.5 12 517.6 780.4 428.3 1 494.0 934.0 2 410.7 18.0 3 659.6 20 182.3 415.4 1 512.1 81.9 7 413.8 0.8 18.0 353.6 34 472.0 80.9 3 445.9 8 835.2 9 877. fev.6 10 588.0 943.0 249.1 9 304.3 1 308.3 475.8 11 858.8 6 994.4 415.6 4 587.8 10 170.2 428.9 7 726.6 4 152.8 18.3 9 085.9 4 540.3 24 939.8 1 755.9 13 644.2 428.0 245. anuário angola 2015/16 ANGOLA EM ANÁLISE Posição do investimento de Angola no exterior e do exterior em Angola 2010-2013 (milhões USD) 2010 2011 2012 2013 5 043.0 244.

6 Contactos que geram negócios. Enquadramento legal das actividades económicas 95 .

Resolução nº 23/00. de 29 de setembro (projeto.Aviso nº 1/00. de 17 de Abril.Lei n. de 29 de Agosto (transporte rodoviário de mercadorias perigosas). Aviso nº 13/13. Aviso nº 3/09. Dec.Lei nº 16/94. Dec. Presidencial nº 297/10. de 28 de Agosto > Sistema de Pagamentos de Angola . Dec. Dec. Aviso nº 2/15. Executivo n. de 22 de Dezembro.Lei nº 1/00. de 27 de Outubro. de 18 de Setembro.º 96/04. de 1 de Fevereiro.º 12/15. de 9 e 10 de Outubro (sociedades corretoras e distribuidoras e sociedades gestoras de mercados regulamentados e de serviços financeiros sobre valores mobiliários). de 23 de Agosto (comercialização) > Indústria .Lei nº 31/11. de 2 de . portos e actividades conexas). de 21.Instituto Regulador dos Derivados do Petróleo da República de Angola). de 27 de Junho. Dec. de 24 de Janeiro. e nº 4/15. Lei nº 28/11. de 3 de Março.R. de 8 de Julho (transportes ferroviários). Dec. exportação e reexportação de moeda estrangeira e de cheques de viagem pelas instituições financeiras bancárias) > Operações de Capitais . de 3 de Fevereiro.Lei nº 5/04. Presidencial nº 195/12. de 16 de Novembro (plano geral de contabilidade). > Seguros .Lei nº 6/99. nº 21/01. de 27 de Janeiro (operações petrolíferas).s Executivos n. de 7 de Julho (segurança da aviação civil).6. Dec. de 5 de Dezembro. de 11 de Fevereiro. Presidencial nº 273/11. Decreto Executivo nº 79/15. Executivo n.Lei nº 5/97.º 26/08. de 12 de Novembro. e Dec.º 11 e nº 12/05. de 5 de Janeiro.º 5 a n. nº 35/09. transporte de produtos petrolíferos por oleoduto.Dec.Dec. Aviso nº 9/14. nº 9. Resolução nº 122/09. subvenção que incide sobre o Operador Logístico para cada um deles). de 6 de Abril. de 18 de Março (valores mobiliários).Leis n. de 12 de Janeiro. n. superintendência logística do sistema de derivados do petróleo. de 6 de Agosto (realização de atos. de 2 de janeiro (criação e estatuto orgânico da Agência Reguladora do Mercado do Ouro). Dec.º 53/03. de 17 de Agosto > Ferro e Manganês. Executivo n. Dec. de 3 de Setembro. construção. de 16 de Abril > Petróleo e Gás . de 7 de Maio (direitos mineiros sobre alguns minerais estratégicos). de 15 de novembro (implementação do projecto integrado minero-siderúrgico de Kassinga e Kassala Kitungo) > Têxteis e Fileira do Algodão . pagamentos de serviços e rendimentos entre o território angolano e o estrangeiro e/ou entre residentes e não residentes) Actividades ECONÓMICAS > Setores de actividade Económica . de 5 de Junho (contas em moeda estrangeira e em moeda nacional.º 58/02. de 24 de Julho. de 14 de Abril. Dec. Desp. e Dec. logística. distribuição e comercialização de produtos petrolíferos). exploração e manutenção das instalações de armazenamento de gás de petróleo liquefeito . exploração e manutenção das instalações de gás combustível e da instalação dos aparelhos a gás em edifícios) > Geologia e Minas . Lei nº 27/12.º 9/05. Dec.Lei nº 3/01. de 2 de março (projeto. modelo da declaração de entrada e saída de numerário em moeda estrangeira). de 7 de Outubro. construção. instalação. de 10 de Junho > Aviação Civil . CAMBIAL > Cambial . de 11 de Outubro (estatuto da ordem dos contabilistas e dos peritos contabilistas) > Infracções Contra a Economia . de 1 de Setembro. de 23 de Setembro e Despacho nº 255/14. Dec. Aviso nº 7/13. de 7 de Junho > Serviços de Assistência Técnica Estrangeira ou de Gestão . reparação e alteração de reservatórios de GPL). de 7 de Setembro. n. Executivo n.º 1/08. exploração técnica e segurança das redes e ramais de distribuição de gases combustíveis). de 22 de Abril (casas de câmbio). Presidencial nº 123/13. planeamento e licenciamento das instalações do sistema de derivados do petróleo). sucursal e escritório de representação de instituição financeira bancária. de 24 de Julho. 96 anuário angola 2015/16 ENQUADRAMENTO LEGAL DAS ActividadeS ECONÓMICAS de 22 de setembro (projeto. Presidencial nº 232/10. nº 6/01. de 19 de Agosto (transportes terrestres).º 35/03. Lei n. Dec. de 6 de março (regime jurídico das servidões aeronáuticas civis) > Portos . de 28 de janeiro (Código Mineiro). de 23 de Março. Executivo nº 26/12. Dec. nº 82/01. de 27 de Janeiro (entrada e saída de moeda nacional e de moeda estrangeira. Decretos Legislativos Presidenciais n. Decreto Executivo nº 282/14. de 16 de Janeiro. Dec.º 57/08. de 7 de Outubro. Aviso nº 13/12. Decreto Presidencial nº 132/13. Dec. Dec.º 33/08. Presidencial nº 131/10. de 17 de Janeiro (normativos técnicos aeronáuticos). de 2 de Dezembro (concursos públicos limitados para aquisição da qualidade de associada da Endiama) > Diamantes . Aviso nº 2/98. Dec.Lei nº 5/02.º 48/06. de 28 de Agosto (marinha mercante.º 05/09. n. de 31 de Maio. transporte. Dec. Instrutivo nº 9/99. de 5 de Setembro (regimes jurídicos das actividades de refinação de petróleo bruto. funcionamento. Dec. Dec-Lei nº 17/09. de 10 de Novembro.º 5 e nº 6/13. de 8 de Julho (filial.º 82/05. Presidencial nº 13/13. Presidencial nº 188/13.º 20/03. construção. de 19 de Março > Açúcar . de 29 de janeiro (importação. Dec. de 2 de Abril (LUIBOR). Decreto Presidencial nº 133/13. de 29 de Julho > Contabilidade e Auditoria . Lei n. Dec. Lei n. nº 23/98. funcionamento dos mercados grossista e retalhista. Aviso nº 19/12. de 20 de novembro (concessões de exploração dos serviços de transportes ferroviários de passageiros e de mercadorias). Instrutivo n. distribuição e comercialização dos produtos derivados do petróleo bruto.º 66/02. de 3 de março (projeto. de 26 de Junho (recrutamento. Presidencial nº 194/13. Decreto Executivo nº 288/14. exploração e manutenção de instalações contentorizadas de enchimento de garrafas de GPL). exportação e reexportação de mercadorias). Decreto Legislativo Presidencial nº 1/15. Executivo n. de 22 de setembro.º 202/13.Jan. formação e desenvolvimento de pessoal). de 8 de abril (gestão de descargas operacionais). de 10 de abril. Aviso nº 9/13. manutenção. construção. Decreto Executivo nº 83/15. de 24 de Setembro (plano nacional de geologia). de 2 de março (segurança das instalações de armazenamento de gás natural liquefeito em reservatórios criogénicos sob pressão – Unidades Autónomas de Gás Natural Liquefeito (UAGNL).Resolução n. de 21 de Maio > Operações de Invisíveis Correntes . e nº 295/14. tituladas por entidades residentes e não residentes cambiais). de 2 de março (regulamento técnico e de segurança relativo ao projeto. Decreto Executivo nº 405/14. de 10 de dezembro (publicidade dos produtos e serviços financeiros comercializados pelas instituições financeiras sob supervisão do BNA).º 70/06. de 23 de Dezembro (biocombustíveis). procedimentos e regras aplicáveis às obrigações de serviço público. Dec. integração. n. Despacho nº 23/13. de 11 de Julho > Transportes . n. Indústria Siderúrgica de Angola . nº 53/09. Dec. de 12 de agosto (realização de operações cambiais para pagamento da importação. Dec. Decreto Executivo nº 97/14.Lei nº 9/98.2005. de 5 de Setembro (criação e estatuto orgânico do IRDP . nº 21/98. Executivo n.º 156/06. Dec. Presidencial nº 182/10. Decreto Executivo nº 81/15. Resolução nº 85/09. de 31 de Dezembro. de 17 de Dezembro. Lei nº 17/94. construção. de 25 de Abril e Aviso nº 3/14. Dec. de 21 de Maio. de 12 de Junho (bancos de in- vestimento).GPL).º 13/03.º 12/05.º 8/05. de 1 de Setembro (refinação de petróleo bruto. Lei nº 10/01. armazenamento.s Executivos n.Lei n. com sede principal e efetiva de administração em país estrangeiro). Dec. construção e exploração dos postos de abastecimento). Dec. D.º 5/05.º 7/03. Decretos Executivos nº 283/14. de 2 de Março. Decreto Executivo nº 82/15. armazenamento. de 2 de março (projeto. Dec. I Série. Presidencial nº 130/10. nº 1/09. de 25 de setembro (produtos petrolíferos comercializáveis em Angola). Presidencial nº 2/14. negócios ou transações relacionados com viagens e transferência correntes. de 17 de junho.SPA . de 22 de Setembro (exploração artesanal). Presidencial n. Executivo n.Dec. Dec.Lei nº 10/04. de 13 de Outubro > Instituições Financeiras . Decreto Executivo nº 80/15. de 22 de Abril (condições técnicas e segurança do transporte terrestre de produtos petrolíferos). Aviso nº 1/12. de 24 de dezembro (preços e margens da refinação. Instrutivo nº 10/99. Executivo n.Resolução nº 9/00. de 11 de Agosto (seguro de responsabilidade civil automóvel). de 23 de Setembro.

Lei n. Executivo nº 92/12.º 3/06. n. de 9 de Março (regime jurídico) > Fundo Soberano de Angola .Lei nº 10/14. de 7 de Março. Presidencial nº 40/12.º 16/03. Decreto Presidencial nº 7/15.Lei nº 20/11.º 2/06. de 3 de Setembro (empresas públicas. de 18 de Fevereiro > Código Comercial: Alteração . de 13 de Março (micro. de 31 de Janeiro (Programa Nacional Estratégico 2013 . Dec.º 39/04. de 30 de julho > Depósito Legal . de 21 de abril (utilização geral dos recursos hídricos). urbanísticos e rurais). Agência. de 26 de Fevereiro (edificações urbanas). Dec.º 57/06. de 22 de Julho > Distribuição. Dec. de 17 de Abril (alteração) > Fomento Habitacional .Lei n. Presidencial nº 43/12. de 21 de Junho. Dec. de 3 de Março > Propriedade Industrial .º 4/06. empresas com domínio público e 97 .Fundo Activo de Capital de Risco Angolano). de 19 de Agosto > Probidade Pública . de 7 de Setembro. Dec. de 28 de Junho (investimentos para o biénio 2013 – 2014) EMPRESAS > Sociedades Comerciais . de 23 de Julho.º 18/03. de 13 de Setembro. de 14 de Fevereiro.Lei nº 3/92.Dec. n. Presidencial nº 15/14. de 27 de fevereiro (agente de navegação). Presidencial nº 50/14. Franchising e Concessão Comercial . pesca continental e aquicultura em 2014). Dec. bagagens e tarifas). Dec. de 23 de Fevereiro (registo técnico das sociedades de consultoria ambiental).º 10/04. na Lunda Norte). Dec. Dec. Despacho nº 713/14. Presidencial nº 62/14. de 25 de fevereiro (combate à desertificação). Presidencial nº 54/14.º 40/06. Regulamentação e Licenciamento .Lei nº 3/10.Lei nº 20/11. Dec. de 12 de março.º 44/03. Presidencial nº 51/14. de 2 de janeiro (Plano Anual de Ciência. Executivo Conjunto nº 255/12.Dec.º 1/04 de 13 de Fevereiro. Resolução n.º 19/12. Dec. de 4 de outubro (estatuto orgânico) > Balcão Único do Empreendedor .Lei nº 4/01. Resolução n. Decreto Presidencial nº 21/15. Lei nº 3/13.º 139/13. Tecnologia e Inovação . n. de 22 de Janeiro (gestão de resíduos de construção e demolição). Dec.Dec.Lei n.Lei n. Dec.Dec.º 4/07.º 22/03. de 24 de Março > Sucursais . Resolução nº 5/01.º 27/03. de 13 de outubro (medidas de prevenção. não declarada e não regulamentada). Dec. Resolução n. Dec.º 3/07. de 30 de setembro (pesca recreativa e desportiva). de 7 de janeiro (criação da Cidade do Dundo. Dec. Presidencial nº 196/12. de 21 de novembro (criação do Instituto Regulador da Construção Civil e Obras Públicas (IRCCOP) e aprovação do seu estatuto orgânico) > Electricidade .Dec. Decreto Presidencial nº 284/14. Executivo nº 86/12. de 16 de Fevereiro > Arbitragem Voluntária . Lei nº 11/15. Dec.2017).Lei n.º 15/03. Dec. Lei nº 16/14. de 7 de Junho (FACRA . Presidencial nº 146/13.Lei n. de 27 de Fevereiro > Cláusulas Gerais dos Contratos . de 23 de Março. Presidencial nº 9/13. de 24 de dezembro (licenciamento e registo da importação de capitais. n.º 19/03. de 20 de Maio > Empresas Públicas . de 14 de Janeiro > Guichet do Imóvel . de 2 de Abril (fundo nacional de desenvolvimento) > Defesa do Consumidor . de 27 de março (empresas que exerçam actividade no sector imobiliário) ENQUADRAMENTO LEGAL DAS ActividadeS ECONÓMICAS INVESTIMENTO > Investimento Privado . de 8 de Outubro. Presidencial nº 52/11. Lei nº 9/11. de 1 de Outubro. Dec. de 13 de Março (pequeno negócio). regime aplicável às propostas para aprovação do Governo). Presidencial nº 108/12.Estratégia Nacional de Comércio Rural e Empreendedorismo 2013 – 2017) > Ordenamento do Território e Urbanismo . Dec. de 28 de Fevereiro.Lei n. Dec.º 10/03. de 17 de junho (simplificação do processo de constituição de sociedades comerciais). n.º 6/03. nº 57/09. > Energia Atómica . e Decreto Presidencial nº 71/15.º 18/04. de 12 de Agosto > Conta em Participação. Dec.Lei nº 20/10. Decreto Executivo nº 24/15. Dec. Dec. de 18 de Julho. de 25 de Julho. de 10 de Janeiro (pescarias marinhas. de 2 de Julho > Contratação Pública .Lei n. tratamento de águas e águas residuais) > Águas . Aviso nº 14/14. de 21 de Agosto (plano de acção da sociedade de informação).º 19/07. de 30 de Agosto (gestão de resíduos urbanos). Dec. comércio e assistência técnica a equipamentos rodoviários). a que os investidores externos tenham direito). Presidencial nº 84/12.º 14/03. de 5 de Setembro > Pescas . de 1 de Março (elaboração de estudos de impacte ambiental). anuário angola 2015/16 Dezembro (transportes ferroviários de passageiros. Resolução n. Avisos nº 21 e nº 22/12. de 29 de janeiro (registo e licenciamento de empresas com actividade nas áreas de resíduos. de 4 de Julho > Zona Económica Especial Luanda-Bengo . Dec.PLANCTI 2014/2015) > Ambiente .º 3/03. Presidencial n.Estatutos.Lei nº 5/98. Decreto Presidencial nº 28/15. de 13 de Março (regulamento). fauna selvagem e áreas de conservação). de 28 de fevereiro (transporte marítimo) > Serviços Postais . Presidencial nº 82/14. de 30 de Junho (requisitos higio-sanitários dos produtos de pesca e de aquicultura). de 19 de Junho. de 22 de abril (abastecimento público de água e saneamento de águas residuais). Dec. de 14 de Maio (propostas de montante superior a USD 10 milhões.6. Pequenas e Médias Empresas . de 23 de Janeiro (planos territoriais. de 29 de setembro (encargos legais aplicáveis no processo de constituição de sociedades comerciais) > Parcerias Público-Privadas . de 24 de dezembro (transferências de lucros ou dividendos para o exterior de Angola.Lei n. de 13 de Março.º 03/04. Dec. de 24 de Setembro (pesca continental). de 23 de Abril (estatuto orgânico) > Micro. de 29 de Março > Combate ao Branqueamento de Capitais e ao Financiamento do Terrorismo . n. de 11 de Junho > Escritórios de Representação de Empresas Estrangeiras . Presidencial nº 88/13. de 12 de Agosto > Empresas Privadas de Segurança . Presidencial nº 49/11.º 51/04.Lei n. de 24 de Março > Guichet Único da Empresa .Agência Nacional para o Investimento Privado . Presidencial nº 41/12. pequenas e médias empresas). Presidencial nº 107/13.s n.º 6/02. no âmbito da implementação de projectos de investimento privado) > Incentivos Fiscais e Aduaneiros . Dec. de 23 de Julho. de 25 de Junho. n. de 14 de Junho (plano estratégico das novas tecnologias ambientais). de 10 de Outubro SISTEMA JURÍDICO > Código Civil . de 11 de Junho.Lei n.º 4/03. Dec. Executivo nº 17/13. Presidencial nº 84/12. da pesca continental e da aquicultura para o ano de 2015) Contactos que geram negócios. Resolução n.Lei nº 11/13. combate e eliminação da pesca ilegal. de 20 de Maio.º 22/05. de 13 de janeiro (pescarias marinhas. de 23 de Fevereiro. > Agricultura e Desenvolvimento Rural . de 3 de Setembro > Fomento do Empresariado Privado Angolano . Lei n.Lei n. Executivo Conjunto nº 256/12. de 9 de Agosto (linhas de crédito bonificadas) > Sociedades Unipessoais . Aviso nº 13/14. n.Dec. de 13 de Outubro (criação e estatuto).Lei nº 17/03. de 11 de fevereiro (ENACRE . Executivo Conjunto nº 116/13. Consórcios e Agrupamentos de Empresas . Decreto Presidencial nº 308/14. de 25 de Abril. Presidencial nº 83/14. Presidencial nº 46/14. de 27 de fevereiro (gestor de navios).Dec.º 6-A/04.Lei n. de 20 de março (importação. n.º 41/04.Lei nº 2/11. Resolução nº 1/10. de 25 de Julho > ANIP .Lei nº 34/11.Lei n. de 12 de Dezembro.Lei n. Presidencial nº 42/12.º 13/07. de 9 de Agosto (garantias públicas).Lei nº 30/11. n.º 21/02. Dec. de 6 de Junho. de 14 de Janeiro (florestas.Resolução n. Presidencial nº 28/14.º 76/02. nº 7/90. Dec.Lei n. de 18 de Janeiro. Dec.Decreto Presidencial nº 151/13. Dec. de 11 de Maio.º 40/04 e n. de 14 de Maio (regulamento). de 22 de Novembro > Telecomunicações e Tecnologias de Informação Lei nº 8/01. Dec.

de 4 de Março (redução para metade dos emolumentos relativos ao registo da transmissão onerosa de imóveis.Dec. de 21 de outubro > Imposto Predial Urbano .Decreto Legislativo Presidencial n. de 28 de Maio > Imposto sobre Aplicação de Capitais . de 11 de Março > Taxas .Lei n. de 25 de Abril (regime cambial). microbiológicas e físico-químicas dos produtos alimentares) SISTEMA FISCAL > Imposto sobre os Rendimentos do Trabalho . Executivo Conjunto nº 97/09.º 82 e nº 83/02. de 8 de Outubro (taxas devidas pela emissão de contratos de arrendamento.emissão. Aviso nº 13/99. de 3 de Março (tabela de lucros mínimos-artº 76º do Código).Lei n. de 28 de Novembro. registo. n.Conselho Nacional de Carregadores de Angola .º 110/05.Dec. de 21 de outubro > Execuções Fiscais . de 12 de Novembro (regime aduaneiro). de 17 de Janeiro. Despacho nº 242/12. de 22 de Novembro. Presidencial nº 288/10.º 53/05.Lei nº 18-B/92. de 20 de outubro (Código) > Imposto Industrial .Dec. de 24 de Maio. Decreto Presidencial nº 330/14.º 12/96. nº 2/99. de 31 de Maio. de 18 de Maio de 1931. de 98 anuário angola 2015/16 ENQUADRAMENTO LEGAL DAS ActividadeS ECONÓMICAS 23 de Fevereiro (declaração do despacho aduaneiro de mercadorias . Decreto Executivo nº 80/01.-Lei nº 11/01.Decreto Presidencial nº 149/13. nº 7/99.º 204/06. Dec. de 12 de Março. de 17 de Dezembro > Actividades Petrolíferas . Executivo Conjunto nº 122/11. de 22 de outubro > Código Geral Tributário .Classificação das Actividades Económicas Dec. de 13 de Maio (taxas ambientais).ARC).º 21/14. Retificação n. Presidencial nº 263/10.Dec. Dec.-Lei nº 7/01. de 29 de Janeiro (Plano Estratégico para 2013 .Dec. Lei n. Despacho n. de 24 de Janeiro (litígio por ocupação ilegal) > Concessões de Terras Destinadas a Investimento Privado . Dec. Dec. Executivo nº 117/12. Presidencial nº 108/11. de 4 de Maio REGIME JURÍDICO DE ESTRANGEIROS > Estatuto do Trabalhador Cooperante . de 31 de Agosto. Executivo Conjunto nº 19/09.2017) > Análises Laboratoriais . de 17 de Junho.Dec. nº 217. de 1 de Outubro. de 16 de Agosto. Dec. exportação e reexportação de mercadorias junto do SICOEX . de 22 de outubro > Contribuições para o Fundo de Financiamento da Segurança Social . de 2 de Fevereiro. Executivo Conjunto nº 132/11.º 45.s n. nº 6/01.Lei n. delimitação e competência para autorização) . Executivo nº 11/99.D. Executivo Conjunto nº 17/02. nº 6/96. de 19 de Março. de 17 de Novembro de 2009. de 31 de Maio.R.º 99/03. de 29 de Março > Situação Jurídica dos Estrangeiros . n.DU). de 3 de Maio. de 8 de outubro (prestação de serviços sujeitos a imposto de consumo. de 26 de Outubro (cedência temporária de trabalhadores. Presidencial nº 272/11. de 28 de Outubro (estabelecimento. de 23 de Novembro > Tarifas Portuárias . I Série. Dec.º 11/04. desanexação de imóvel. de 4 de Outubro > Actividades Comerciais . Legislativo Presidencial nº 1/12. de 14 de Maio.Lei n. de 30 de Novembro (atividade comercial e de prestação de serviços mercantis). Executivo Conjunto nº 68/95.º 16/03. conservação e arquivamento das faturas e documentos equivalentes pelos contribuintes. de 24 de Dezembro (tributação das actividades). de 26 de Agosto (inscrição e actividade dos operadores de comércio externo . de 22 de outubro > Código do Processo Tributário . de 16 de Dezembro > Alfândegas . fiscalização de obras e outras). avaliação de imóvel.º 2/14. Executivo nº 15/09. incluindo o registo de hipoteca constituída para aquisição do imóvel transmitido) > Imposto do Selo . Lei n.Lei n. Executivo nº 80/12. Decreto Executivo nº 273/13. de 15 de Outubro.º 19/14. Dec. de 13 de Janeiro. de 10 de Setembro. Resolução nº 7/01. inscrição matricial de imóvel. de 23 de Novembro > CAE .Dec. de 30 de dezembro (estatuto orgânico do CNC) > Entrepostos Aduaneiros .Dec. Dec. Dec. Dec.Lei nº 7/86. Decreto Legislativo Presidencial n. de 19 de Janeiro > Actos Migratórios . de 15 de Agosto (regime jurídico) TERRAS > Terras . Lei n. I Série. de 28 de Dezembro (modelos dos contratos por tempo indeterminado e por tempo determinado) > Bases da Protecção Social . Dec. de 24 de Agosto. de 3 de Julho. Lei n.Lei nº 1/92. de 25 de Novembro (organização.º 58/04. Dec. de 15 de Abril de 2005 > Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais Dec. de 9 de Setembro > CNCA .-Lei nº 19/94. Executivo n. de 26 de Novembro. de 16 de Janeiro (isenção no âmbito do Programa Nacional de Habitação). Dec.Diploma Legislativo nº 230. Decreto Executivo Conjunto nº 140/13.º 1/14. de 10 de Janeiro (estatuto orgânico). Dec. de 8 de Janeiro. nº 6/92. Dec. de 15 de Setembro. exercício e funcionamento do comércio a retalho).Lei nº 14/12.-Lei nº 4-B/96. de 16 de Março (incentivos fiscais). a companhias petrolíferas). Despacho Conjunto nº 10/99. Executivo n. de 5 de dezembro > Regime Fiscal para a Indústria Mineira . de 22 de Dezembro.s Executivos nº 75 e 76/00. n.Lei n.º 20/14. guias de pagamento de sisa. Despacho nº 241/12.Lei nº 14/96. de 6 de Março. de 22 de outubro (Código) > Imposto de Consumo . de 24 de Julho > Trabalho Temporário . de 15 de Junho.Dec.º 5/06.Lei nº 7/11.Dec. Executivo nº 46/95.º 3/14. Dec. Dec. D.Decreto Executivo Conjunto nº 22/15. de 1 de outubro (emissão. actividade das empresas de trabalho temporário e relações contratuais com os seus utilizadores).º 18/14. de 3 de Junho (preços máximos das análises laboratoriais.º 13/04.º 1/07. Presidencial nº 265/10.º 2/07. Despacho n.Lei nº 9/99. de 27 de Janeiro. elaboração de projectos. de 25 de Maio (regulamento do regime jurídico) > actividade Profissional do Trabalhador Estrangeiro Não Residente . de 9 de janeiro (taxas) COMÉRCIO > Pauta Aduaneira . de 26 de Janeiro. termos de quitação.Sistema Integrado do Comércio Externo). de 20 de Maio (atestado de reserva de cala . Executivo nº 19/13.Lei n.Dec. de 23 de janeiro > Emolumentos Gerais Aduaneiros . Dec.6. Presidencial nº 38/11.º 7/15. de 16 de Fevereiro > Faturas e Documentos Equivalentes . Executivo nº 6/96.Dec-Lei n.º 10/13. de 27 de Março.Diploma Legislativo nº 4044. e Aviso nº 20/12.Decreto Executivo Conjunto nº 7/14.º 9/04. de 21 de Fevereiro (regimes profissionais complementares de segurança social) > Do Emprego . de 9 de Novembro > Ocupação de Imóveis Rústicos e Urbanos . Dec.Dec. de 16 de Abril (licença para o exercício da atividade) > Segurança e Higiene no Trabalho . Dec.R. atribuição e uso do Alvará Comercial). Lei n. de 25 de Abril.º 22/14. Presidencial nº 14/11. de 14 de Março (inscrição no registo dos exportadores e importadores) > Quotas Gerais de Importação para 2015 . de 13 de Outubro de 1970 > Imposto sobre Sucessões e Doações / Sisa Sobre a Transmissão de Imobiliários por Título Oneroso .Decreto Legislativo Presidencial n. Dec. > UCF .º 101/07.Decreto Executivo Conjunto nº 190/13. n. Lei nº 2/12. Decreto Executivo nº 333/13. de 30 de Janeiro > Código Aduaneiro . Dec. Decreto Legislativo Presidencial nº 3-A/14.º 10/03.Unidade de Correcção Fiscal . Legislativo Presidencial nº 3/12.º 128/04. participações públicas minoritárias) > Mediação Imobiliária . Dec. de 14 de Março (licenciamento da importação. Lei nº 15/92. n.Dec. Dec.Lei n.Lei nº 7/04. no exercício da actividade comercial e industrial) REGIME LABORAL E SISTEMA DE SEGURANÇA SOCIAL > Do Trabalho . Despacho nº 174/11. de 10 de Novembro.

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Cuanza-Norte e Uíge.gue.co. Cuanza-Sul. com sede em Cabinda.Luanda T: 222 32 22 53 – 32 33 59 – 39 59 40 – 32 26 18 F: 222 39 28 80 PROCURADORIA GERAL DA REPÚBLICA Rua 17 de Setembro Palácio do Povo.Luanda T: 222 33 20 48 – 33 20 02 – 39 21 33 – 30 30 33 F: 222 33 77 36 e-mail: inss@netangola.ao Director: José Paulino Cunha da Silva INSTITUTO NACIONAL DE SEGURANÇA SOCIAL Rua 1ª R Cirilo Conceição Silva .7 7. Postal 1227 .gov. nº 2 – 10º e 11º andares Cx Postal 5250 – Luanda T: 222 37 07 61 – 37 01 78 – 37 06 48 – 37 13 34 F: 222 37 08 06 e-mail: cmcgeral@cmc.ao GUE – GUICHET ÚNICO DA EMPRESA Largo António Correia de Freitas Av.com . município de Santa-Clara 7ª região tributária Abrange as províncias de Lunda Sul. Lunda Norte e do Moxico. Helder Cristelo Rua Alfredo Trony.governo.Luanda T: 222 33 39 00 • F: 222 33 39 02 BENGO T: 234 281 022 – 281 024 4ª região tributária Abrange as províncias de Benguela. município do Namibe 6ª região tributária compreende as províncias do Cuando-Cubango e Cunene. Tem a sua sede no Lobito.info-angola.ao GARE .ao/governo GOE .Luanda T: 222 33 72 94 • Faxes: 222 39 24 00 – 222 33 72 94 e-mail: ianorq@netangola.GABINETE DE APOIO AO REDIMENSIONAMENTO EMPRESARIAL Rua Cerqueira Lukoki. António Cruz Lima Assessor – Dr.Luanda T: 222 33 70 65 – 33 33 91 – 33 31 72 – 33 17 09 SERVIÇO DE MIGRAÇÃO E ESTRANGEIROS (SME) Rua Diogo Cão.ao www. município de Cabinda 2ª região tributária Abarca as províncias de Malange. município do Lobito 100 5ª região tributária Abrange as províncias do Namibe e da Huíla. com sede no Namibe.ao COMISSÃO DO MERCADO DE CAPITAIS BOLSA DE VALORES E DERIVADOS DE ANGOLA Presidente – Dr.INSTITUTO ANGOLANO DE NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE Rua Cerqueira Lukoki.ao • site: www.Cx. nº 120 .9º andar Cx Postal 594 .co.sme.gov.gv. município de Malange GOVERNOS PROVINCIAIS 3ª região tributária Compreende as províncias de Luanda e Bengo. Huambo e Bié.Luanda T: 222 37 06 76 – 37 16 56 – 37 22 93 – 37 23 28 Faxes: 222 37 04 03 – 222 37 26 35 e-mail: guiche-unicodaempresa@snet co ao site: www. 1º andar .Luanda T: 222 33 53 52 – 222 33 59 21 – 222 39 54 38 – 222 33 27 85 – 222 33 45 86 Faxes: 222 39 10 83 – 222 39 35 34 Secretaria Geral: 222 39 06 86 • F: 222 33 11 18 CONSELHO DE MINISTROS Secretariado Av.220 016 – 220 233 – 220 470 LUNDA NORTE T: 252 264 264 – 264 131 – 264 172 LUNDA SUL T: 253 250 120 – 250 239 – 250 047 MALANGE T: 251 222 207 – 222 615 – 221 970 – 220 034 MOXICO T: 254 260 041 – 260 062 – 260 156 BENGUELA T: 272 232 203 – 234 860 – 232 209 – 22 4 912 CUNENE T: 265 250 091 – 250 140 HUÍLA T: 261 220 092 – 222 862 – 221 932 – 220 122 – 220 034 Cuando Cubango T: 249 280 022 – 280 011 KWANZA SUL T: 236 230 047 – 230 448 – 230 258 – 230 303 NAMIBE T: 264 261 084 – 261 982 – 262 439 – 260 063 ORGANISMOS OFICIAIS DE DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO Administração Geral Tributária 1ª região tributária Compreende as províncias de Cabinda e Zaire.GABINETE DE OBRAS ESPECIAIS (Gabinete de Reconstrução Nacional) Morro Bento T: 222 35 82 10 • F: 222 35 79 56 ASSEMBLEIA NACIONAL Av.governo. tem a sua sede no Cunene. 4 de Fevereiro. município de Saurimo ANIP – AGÊNCIA NACIONAL DE INVESTIMENTO PRIVADO Rua Cerqueira Lukoki. nº 25 .r/c .anip. nº 25 – 9º andar Cx Postal 594 – Luanda T: 222 33 12 52 – 222 39 14 34 – 222 33 12 59 Faxes: 222 39 33 81 – 222 39 33 81 – 222 39 38 33 site: www. Comandante Gika – Largo do Portelo Cx Postal 1237 .com IANORQ .cidadao.ao www.Cx Postal 29 – Luanda T: 222 33 90 91 • F: 222 33 53 55 e-mail: geral@sme.280 026 – 280 357 UÍGE T: 233 220 056 – 221 185 – 221 384 – 260 063 BIÉ T: 248 270 035 – 270 014 – 270 143 – 270 674 HUAMBO T: 241 220 011 – 220 012 . Tem sede em Malange. Tem sede em Saurimo.7º andar Cx Postal 594 .minjus-ao. nº 25 . com sede em Luanda. S/N . do 1º Congresso do MPLA Palácio dos Congressos .Luanda T: 222 39 04 96 – 222 39 34 35 • F: 222 39 29 87 e-mail: gare@snet. município de Luanda LUANDA Largo Irene Cohen . anuário angola 2015/16 CONTACTOS ÚTEIS Contactos úteis ANGOLA MINISTÉRIOS E ORGANISMOS GOVERNAMENTAIS Portal do Governo: Portal do Cidadão: Outros Portais: Sobre Angola: www.gov.ao/portais www.com CABINDA T: 231 222 401 – 222 329 – 223 747 – 222 332 KWANZA NORTE T: 235 280 025 – 280 148 .

com site: www.Luanda T: 222 32 04 97 .Cx Postal 16 Lobito .Luanda T: 222 39 29 70 • F: 222 39 29 77 • Telex: 3203 CÂMARA DOS DESPACHANTES OFICIAIS Av.ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL DE ANGOLA Rua Manuel Fernando Caldeira. SECRETARIA DE ESTADO DA HABITAÇÃO Av.com ACIBENGUELA .ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE LUANDA Largo do Kinaxixe.Luanda T: 222 33 12 27/8 • Telex: 3067 IFBA – INSTITUTO DE FORMAÇÃO BANCÁRIA DE ANGOLA Largo Bressane Leite.Luanda T: 222 31 13 39 – 222 31 00 97 – 222 31 18 97 F: 222 31 00 97 site: www.com. nº 23 .222 32 34 36 • F: 222 32 32 71 101 . nº 6 – R/C CP 6127 .7.Cx Postal 317 .Cx Postal 68 Cabinda T: 231 222 464 – 231 222 474 • F: 231 222 464 e-mail: portocabinda@netangola. INDUSTRIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL E FORNECEDORES DE OBRAS Edifício Mutamba .Luanda T: 222 39 27 95 – 222 33 05 90 – 222 33 71 13 – 222 39 29 63 – 222 39 36 98 – 222 39 51 43 F: 222 39 25 82 GABINETE TÉCNICO DO MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Rua Tipografia Mamã Tita. EMPREITEIROS DE OBRAS PÚBLICAS. da Independência .INSTITUTO ANGOLANO DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL Rua Cerqueira Lukoki. nº 6 – r/c Cx Postal 1358 Luanda T: 222 33 58 81 – 222 39 43 41 • F: 222 33 40 66 e-mail: ifba@ebonet. 5º . Postal 83 . Edifício Sede da EDEL.Cx Postal 6721 .3º andar . 4º andar . 16 .net Luanda Rua Engrácia Fragoso.222 44 32 40 • F: 222 44 90 81 e-mail: corina_jardim@hotmail.Prestação de Serviços.dg@netangola.ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL DO BENGO A/C AIA ACOMIL . nº 53 – r/c .Luanda T: 222 33 57 28 .1º andar. 4 de Fevereiro.93 – Escritório 12 Luanda T / F: +244 222 372 259 e-mail: geral@aavota. nº 49 – 1º andar T: 222 33 03 90 – 222 39 39 88 • F: 222 33 03 90 31 11 78 – 222 33 59 75 EMPRESA PORTUÁRIA DO NAMIBE / PORTO DO NAMIBE Cx Postal 49 Namibe T: 264261 921 – 260 190 – 260 396 – 262 008 F: 264261 510 ASSOCIAÇÕES EMPRESARIAIS ANGOLANAS AAVOTA .222 39 43 47 • F: 222 39 42 96 e-mail: cnc@cnc-angola gv ao site: www.Porta B .gov. nº 18 – 2º andar .Luanda T: 222 44 90 74 .3º andar. nº 14 .ao DIRECÇÃO NACIONAL DO DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Rua Cerqueira Lukoki.Luanda T: 222 33 01 99 GABINETE DE REDIMENSIONAMENTO DAS PESCAS Av.3º and . Postal 527 .Luanda T: 91224 39 85 • F: 222 39 71 89 AJEA .br Presidente . do 1º Congresso do MPLA.aiaangola. 5º D .Cx Postal 1229 Luanda T: 222 31 12 01 – 12 07 – 11 53 – 00 74 – 222 33 55 75 Faxes: 222 31 11 78 – 222 33 59 75 e-mail: geral@portoluanda.Luanda T: 222 39 35 86 . 4º andar .Luanda T: 222 31 01 47 • Faxes: 222 31 01 47 – 222 31 04 26 e-mail: inapem@ebonet. nº 92 – 1º andar Tlm: 92341 96 69 • F: 222 37 27 04 e-mail: sfilipe2005@yahoo.ao site: www. Palácio de Vidro .222 33 63 91 .ao BOLSA NACIONAL DO FRETE Largo 4 de Fevereiro .gov. nº 25 .bnf-angola.Palácio de Vidro. nº 25 . Secretário Executivo .222 444 084 F: +244 222 444 082 e-mail: geral@arseg.Luanda T: 222 84 18 88 • F: 222 84 17 02 PORTO DE CABINDA Rua do Comércio .ao INEA .8º andar Cx Postal 594 . km 4 – Bairro N’Gola Kiluangi .Palácio de Vidro. Lda Av.Luanda T: 222 33 84 92 • F: 222 39 24 00 GABINETE DO REDIMENSIONAMENTO DO COMÉRCIO Av. nº 101 . Postal 6936 .1º andar . Postal 890 .co. nº 32 .Associação de Agências de Viagens e Operadores Turísticos de Angola Rua da Missão. Postal 154 – Lobito T: 27222 4 529 • F: 272240 153 e-mail: nhzlob@ebonet net AIA .Luanda T: 222 33 20 27 GABINETE JURÍDICO DAS OBRAS PÚBLICAS Edifício da Mutamba.32 05 52 .32 30 65 .Cx.Benguela e-mail: eplobito@ebonet.Cx.com AJAA – ASSOCIAÇÃO DOS JOVENS AGRICULTORES DE ANGOLA Sede Provisória: Rua de Olivença.Luanda T: 222 44 45 11 – 33 52 33 – 33 06 24 Tlm: 92382 54 64 Faxes: 222 33 52 33 – 222 38 08 25 e-mail: aia@netangola.Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros Rua Cônego Manuel das Neves.222 32 19 43 • F: 222 32 05 53 SECRETARIA DE ESTADO DO CAFÉ Av.ASSOCIAÇÃO DE JOVENS EMPRESÁRIOS ANGOLANOS A/c Deta . Comandante Gika .ao COMISSÃO DE REDIMENSIONAMENTO DAS OBRAS PÚBLICAS Edifício Mutamba. 12º andar Caixa Postal 2795 Luanda T: +244 222 444 084 .2º andar Cx. Postal 1288 .Rua Friedrich Engels.idia.net INAPEM .guiaturismodeangola.Cx. salas 7 e 8 .222 39 35 89 CNCA .com ACIBO .net/inea IDIA . 4 de Fevereiro. Porta A Cx Postal 2071 .com CONTACTOS ÚTEIS PORTO DE LUANDA Largo 4 de Fevereiro .Luanda T: 222 39 10 85 .CONSELHO NACIONAL DE CARREGADORES DE ANGOLA Largo 4 de Fevereiro .Luanda T: 222 33 59 09 • F: 222 39 25 39 CONICLE – COMISSÃO NACIONAL DE PROJECTISTAS DE OBRAS PÚBLICAS. 4 de Fevereiro.Engº Sebastião Filipe Contactos que geram negócios.net INEFOP . 4 de Fevereiro. 25 .Benguela T: 272232 771 – 272232 772 / Tlm : 92351 16 31 F: 272235 037 e-mail: casa.222 33 28 28 • F: 222 33 57 54 e-mail: ineaire@ebonet net site: www.Luanda T: 222 33 64 28 .INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL DE ANGOLA Rua Cerqueira Lukoki.branca@netangola.ebonet.Luanda T: 222 32 07 21 .Cx Postal 56 .912 50 50 68 AGELCA – ASSOCIAÇÃO DE GESTORES E EMPRESÁRIOS DO LOBITO E CATUMBELA Rua 25 de Abril.arseg.com ARSEG .gv.Luanda T: 222 33 40 48 – 222 33 00 51 • F: 222 33 39 85 COMISSÃO DE REDIMENSIONAMENTO SectorIAL DO CAFÉ Rua Amilcar Cabral.iapi. Edifício Atlântico Cx.INSTITUTO NACIONAL DE APOIO ÀS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS Rua Mota Fêo.Luanda T: 222 39 52 96 – 222 33 84 92 • F: 222 33 84 92 e-mail: idia.6º andar .ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE BENGUELA Rua Comandante Cassanji. 45/47 .ao EMPRESA PORTUÁRIA DO LOBITO / PORTO DO LOBITO Av.cnc-angola. 152 . nº34 .Cx Postal 1061 .3º e 4º andares Caixa Postal 5667 Luanda T: 222 39 15 36 .com site: www.com site: www. nº 35 .INSTITUTO DE ESTRADAS DE ANGOLA Rua Amílcar Cabral.222 33 64 79 – 222 33 29 74 – 222 33 32 13 • F: 222 33 29 74 site: www.com EAA – ENTREPOSTO ADUANEIRO DE ANGOLA Estr do Cacuaco.8º andar Cx. Ho Chi Min (Ex SPM) .INSTITUTO NACIONAL DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL Rua de Timor.Engº Luís Filipe. 196 / 98 . anuário angola 2015/16 IAPI .Luanda T: 222 39 27 82 • Telex: 2373 GABINETE DO PLANEAMENTO DA AGRICULTURA Av.

Luanda T: 222 44 45 06 – 222 44 45 26 – 222 44 45 41 Faxes: 222 44 46 29 .ASSOCIAÇÃO DOS ARMADORES DE PESCA PRIVADA DE LUANDA Samba Grande .pt FIL .ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE ANGOLA Rua Frederic Engels.CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE ANGOLA Largo do Kinaxixe.ao site: www.Luanda T: 222 39 34 80 • F: 222 37 07 49 e-mail: ajecoangola@yahoo.GRÉMIO DOS COMERCIANTES E PRODUTORES DE MILHO DE ANGOLA Travessa da Boavista.Ingombota . Km 6 .net 102 GRÉMIO EMPRESARIAL ANGOLANO Av.1º Dtº Luanda .222 35 27 08 ASCANGOLA .ASSOCIAÇÃO DOS CONCESSIONÁRIOS DE EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO Sede provisória .7.com site: www.cciportugal-angola.T: 92 491 81 49 e-mail: ccipa@cciportugal-angola.Comunidade de Empresas Exportadoras e Internacionalizadas de Angola Largo 1 Maio. 4 de Fevereiro. Postal 2340 .imogestinsa. Torres Dipanda A.Luanda AECCOPA .222 32 503 CCIA .222 44 96 89 e-mail: prestigio@snet. 95 . nº 3 – 1º andar . nº 77 . 4 de Fevereiro. Postal 4028 .ASSOCIAÇÃO DOS EMPREITEIROS DE CONSTRUÇÃO CIVIL E OBRAS PÚBLICAS DE ANGOLA Rua Comandante Stona. nº 17 T: 222 44 72 16 .1º andar .ASSOCIAÇÃO DE HOTÉIS.3º andar . anuário angola 2015/16 CONTACTOS ÚTEIS APPIL .net • site: www.Luanda T: 222 39 59 94 – 222 33 39 41 – 923 33 91 78 – 912 20 12 14 • F: 222 39 50 47 AJECO – ASSOCIAÇÃO DE JORNALISTAS ECONÓMICOS DE ANGOLA Rua Robert Chields. nº 14 . RESTAURANTES.Luanda F: 222 33 24 56 .Cx. Edifício Monumental.Luanda T: 222 44 38 07 • F: 222 44 51 63 AHORESIA .Cx Postal 92 . 162 A .Av. Aptº 94 . Postal 3649 Luanda T: 222 36 21 00 – 222 36 45 22 • F: 222 36 45 22 CAPCAB – COOPERATIVA AGROPECUÁRIA DOS CAMPONESES DE BENGUELA Benguela T: 222 33 685 . nº 25 – R/C . nº 63 A .Luanda T: 222 37 07 95 – 222 37 07 28 • F: 222 37 06 84 e-mail: info@imogestinsa.ceeia. SIMILARES E CATERING DE ANGOLA Calçada do Município.ASSOCIAÇÃO DAS MULHERES EMPRESÁRIAS DA PROVÍNCIA DE LUANDA Largo do Kinaxixe.ccia.Luanda T: 92352 01 97 • F: 222 44 02 09 site: www ahoresia org PRESTÍGIO – LIGA DE JOVENS EMPRESÁRIOS DE ANGOLA Rua da Liga Nacional Africana. Hoji Ya Henda. 4º andar Luanda T: +244 912 832 388 – 940 323 808 e-mail: geral@ceeia. nº 14 .Luanda T: 222 33 57 28 • F: 222 33 46 64 CEEIA .com.ao ASSOMEL .Luanda T: 222 35 13 48 CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA PORTUGAL-ANGOLA DELEGAÇÃO Rua Major Kanhangulo.br APIMA – ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS IMOBILIÁRIOS DE ANGOLA (instalações temporárias) A/c IMOGESTIN – SOCIEDADE IMOBILIÁRIA Largo Rainha Ginga. nº 49 – Bairro Alvalade . nº 26 .3º andar Cx.pt site: www.Luanda T: 222 44 67 42 • F: 222 44 30 88 EPUNGU .ebonet.co. 290 .com ASSOCIAÇÃO DOS ECONOMISTAS ANGOLANOS Av.1º andar.Cx.Luanda T: 222 35 17 62 .FEIRA INTERNACIONAL DE LUANDA Estrada Deolinda Rodrigues.co.ao ASSOCIAÇÕES PROFISSIONAIS ANGOLANAS ACETRO .222 44 45 25 e-mail: ccia@ebonet. nº 49 .co.

1069 .193 Lisboa T: 21796 36 72 • F: 21795 75 13 e-mail: repcomangola@mail. Edifício BPC .1000 . Comandante Valódia.Cx.telepac. anuário angola 2015/16 AFI .4050 .eu site: www.Unidade Técnica Administrativa SADC-Angola Rua Gil Vicente.1250 .222 30 12 77 Faxes: 222 39 25 31 – 222 39 08 25 / Satélite: 124 63 24 e-mail: delegation-angola@ec.n º 79.ec.1885 . nº 79 .europa.pt site: www.Luanda T: 222 39 13 39 . Lisboa T: 21 894 71 39 / 49 – 21 894 51 46 . BANCO MUNDIAL (MISSÃO RESIDENTE) Rua Dr.pt CONSULADO GERAL DA REPÚBLICA DE ANGOLA NO PORTO Rua Dr.com REPRESENTAÇÃO COMERCIAL Campo Grande.embaixadadeangola.cciportugal-angola.Luanda T: 222 33 30 27 – 222 33 34 43 • F: 222 39 03 92 e-mail: secretariado. 50 . nº 14 .Benguela T: 272232 462 – 235 087 – 231 734 – 230 224 F: 272231 734 e-mail: cg. Fausto Frasão.3º e 4º andares Cx Postal: 2669 . 41 a 45 .portugalglobal. Postal 1319 . da Estatística – 1º Esqº .204 Lisboa T: 21 394 01 33 • F: 21 395 08 47 e-mail: ccipa@cciportugal-angola.Luanda T: 222 44 51 47 . 50 . 50 . Presidente) ORDEM DOS ENGENHEIROS DE ANGOLA Rua Rainha Ginga.218 MATOSINHOS T: 22 937 41 25 • F: 22 937 41 26 SOFID .com URL: www. Nuno Álvares Pereira. 132 / 138 .CONFERÊNCIA PARA O DESENVOLVIMENTO DOS PAÍSES DA ÁFRICA AUSTRAL U.Cx. Alfredo Troni.Luanda T: 222 33 12 49 • F: 222 33 56 09 SADC .160 Porto T: 222 05 89 02 • F: 222 05 03 28 Urgências: 91 313 81 07 e-mail: consuladogangola@mail.oaang. de Portugal. nº 113. 206 – 3º . Carlos C. .260 Lisboa T: 21360 20 60 • Faxes: 21360 20 61 – 21363 15 29 e-mail: info@consuladogeral-angola.pt • site: www.pt site: www. Comandante Valódia.UNIDADE TÉCNICA E ADMINISTRATIVA PARA A COOPERAÇÃO ACP . 4450 .pt site: www.222 44 14 31 F: 222 44 51 47 Serviços Postais CORREIOS DE ANGOLA – EMPRESA NACIONAL DE CORREIOS E TELÉGRAFO Largo Fernando Coelho da Cruz.ASSOCIAÇÃO FISCAL ANGOLANA T: 222 39 88 08 • Telem: 92343 69 00 ORDEM DOS ADVOGADOS DE ANGOLA Rua Ho Chi Min.org PNUD .UE Av. Postal 1346 .UNIÃO EUROPEIA (DELEGAÇÃO) Rua Rainha Ginga. nº 74 – 11º .Postal 1847 – Luanda T: / F: 222 39 94 74 e-mail: abanc.092 Lisboa T 21 313 77 60 • F: 21 313 77 79 e-mail: geral@sofid. Postal 6468 .europa. Casal Ribeiro.pt site: www. LDA (representação do CONSELHO NACIONAL DE CARREGADORES DE ANGOLA em Portugal) Rua de Moscavide. nº 2 Cx.pt 103 .3º Andar.telepac. T.Luanda T: 222 39 46 77 – 222 39 48 77 – 222 39 47 27 F: 222 39 47 84 e-mail: worldbank@ebonet.consuladogeral-angola.luanda@portugalglobal. nº 20 .angola@netangola. Postal 1444 . Sala BA.ao EMIS – EMPRESA INTERBANCÁRIA DE SERVIÇOS Av. 5 de Outubro. nº 101 .sofid.secomunidades.222 39 22 47 – 222 33 97 03 – 222 39 23 97 – 222 33 97 02 – Faxes: 222 33 78 00 – 222 44 84 95 – 222 33 76 28 site: www. nº 197 Cx.Luanda T: 222 33 34 35 – 222 33 34 43 • F: 222 33 36 56 e-mail: mail@luanda dgaccp pt site: www. A. 45 Cx. D. nº 23 / 25 T: 222 39 46 77 – 222 39 48 77 e-mail: acarvalho1@worldbank.benguela@netangola.Luanda T: 222 33 14 85 –33 90 32 – 33 60 37 – 33 64 70 F: 222 33 05 29 e-mail: aicep. 12 Cx Postal 1400 . 7 – r/c . Postal 910 .eu/ao Contactos que geram negócios.Luanda T: 222 32 27 77 – 222 32 63 30 • F: 222 32 27 77 e-mail: ordemadvogadosangola@netangola.net Country Manager: Alberto Chueca T: 222 39 46 77 e-mail: achuecamora@worldbank. e a Rua Robert Shields.org ORDEM DOS ARQUITECTOS DE ANGOLA Rua Martin Luther King.Bloco E 1300 .portugal.net CONSULADO GERAL DE PORTUGAL EM LUANDA Av.com. 270 .ordemmedicosangola.222 33 47 00 e-mail: gvmi-ag@ebonet.org Communications & External Affairs: Ana Maria Carvalho Largo Albano Machado. Postal 3217 . Edifício Alcântara Rio .repcomangola. nº 23 . Sala D 1050 .Luanda T: 222 33 70 55 • Faxes: 222 39 24 00 .pt site: www.Prac. Loja A .Luanda T: 222 33 78 00 – 222 33 76 28 . 4 28 02.com BDA – BANCO DE DESENVOLVIMENTO DE ANGOLA Gaveto entre a Av.ao Organismos Portugueses EMBAIXADA DE PORTUGAL Av.149 Lisboa T: 213 109 100 – 213 109 132 • F: 213 143 987 e-mail: icgeral@camoes mne pt site: www instituto-camoes pt ORGANISMOS DE DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA PORTUGAL – ANGOLA Edifício Luxor .pt SCC . Postal 1331 .1º andar.com BANCA ABANC – ASSOCIAÇÃO ANGOLANA DE BANCOS Rua Dr Alfredo Troni.Cx. nº 150 T: 222 39 23 57 – 222 39 16 30 – 222 39 40 55 Telemóvel: 91220 70 88 • F: 222 39 40 55 e-mail: joaobastos@netangola.051 Lisboa T: 217 90 95 00 • Faxes: 217 95 09 61 – 90 95 81 e-mail: aicep@portugalglobal.1700 . Ed.com site: www.com site: www.bda.pt/luanda CONSULADO GERAL DE PORTUGAL EM BENGUELA Av.213 Lisboa T: 217 95 59 37 – 95 59 38 – 218 46 15 21 – 217 82 74 60 Faxes: 217 97 12 38 – 218 46 30 08 e-mail: embaixadadeangola@emailtelepac.Luanda T: 222 37 06 26 – 222 37 06 58 • F: 222 37 06 58 e-mail: oeng@ebonet.Luanda T: 92341 82 33 (Engº Tomás.SOCIEDADE PARA O FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO Av.pt CONTACTOS ÚTEIS PORTUGAL ORGANISMOS OFICIAIS EMBAIXADA DA REPÚBLICA DE ANGOLA Av.pt site: www.4º andar .1050 . de Portugal.Luanda T: 222 33 07 92 – 222 39 07 60 • F: 222 39 69 01 site: www.pt CAMÕES .correiosdeangola.consuladogeralangola-porto.SOCIEDADE CERTIFICADORA E CORRECTORA DE TRANSPORTES.222 44 52 88 . Brandão.co.pt/benguela AICEP PORTUGAL GLOBAL SERVIÇOS COMERCIAIS E DE INVESTIMENTO DA EMBAIXADA DE PORTUGAL Av.Av.Luanda T: 222 44 60 39 – 222 44 47 65 F: 222 44 40 34 e-mail: utaacpce@snet. 10º andar Cx Postal 594 . Postal 1346 .Luanda T: 222 44 46 88 – 44 45 53 – 44 48 21 – 44 45 88 Faxes: 222 44 45 54 – 222 44 46 62 ORGANISMOS INTERNACIONAIS UTA . 68 . 4 de Fevereiro.CENTRO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EMPRESA (“ANTENA”) Ministério da Indústria – Direcção Nacional da Indústria Rua Cerqueira Lukoki.INSTITUTO DA COOPERAÇÃO E DA LÍNGUA Av. 15º andar Cx.pt CONSULADO GERAL DA REPÚBLICA DE ANGOLA EM LISBOA Rua Fradesso da Silveira.Cx. nº 25.pt AICEP PORTUGAL GLOBAL Av.net • Telex: 0991 3146 dinilad an UE . da República.060 Moscavide. nº 101 . nº 28 – 2º .7.PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO (DELEGAÇÃO) Rua Major Kanhangulo.14º andar Cx.222 39 30 38 .emb@ebonet.net ORDEM DOS MÉDICOS DE ANGOLA Av.secomunidades. da República.ao CDE . Edifício BPC .F: 21 894 51 45 e-mail: lisboa@scc com pt Matosinhos . de Portugal.delago. da Liberdade. Amílcar Cabral.

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8

anuário angola 2015/16

Banca e
Instituições
Financeiras

8. EMPRESAS ASSOCIADAS

Empresas associadas da CCIPA

Banco KEVE

Rua Joaquim Kapango, 843
Kwanza Sul - Sumbe
T: 222 394 100 • F: 222 394 751
w: rccampos@bancokeve.ao
Contacto: Dr. Rui Eduardo Costa Campos

Bai - Banco Angolano
de Investimentos

Banco Santander Totta

Banco Bai Europa

Caixa Central
Crédito Agrícola Mútuo

Av. de Portugal, 18/20 - C. P. 6022 - Luanda
T: 222 693 800 • F: 222 335 486
w: baisede@bancobai.ao
Contacto: Luís Lélis
Av. António Augusto Aguiar, 130, 6º
1050-020 Lisboa
T: 213 513 750 • F: 213 513 756
w: a.duarte@bailisboa.pt
Contacto: António Manuel Pinto Duarte

Rua da Mesquita, 6 - International Desk
1070-238 Lisboa
T: 213 705 206 • F: 213 705 866
w: luis.santos@santander.pt
Contacto: Luís Miguel Santos

Rua Castilho, 233/233 A
1070 Lisboa
T: 213 809 900 • F: 213 855 861
Contacto: Administração

Banco Bpi - Sociedade Aberta

Caixa EconÓmica Montepio Geral

Banco CAIXA GERAL
Totta DE ANGOLA

Caixa Geral de Depósitos

Av. da Boavista 1.117 - 3º
Gabinete para Angola - 4100-129 Porto
T: 226 073 407 • F: 226 073 470
w: beires.corte.real@bancobpi.pt
Contacto: Miguel Beires Corte-Real

Av. 4 de Fevereiro, 99 - Luanda
T: 226 424 400 • F: 222 333 233
w: nuno.gomes@caixatotta.ao
Contacto: Nuno Pereira Gomes

Contactos que geram negócios.

BANC - Banco Angolano de Negócios e Comércio

Rua General Firmino Miguel, 5 - Torre 1, 7°
1600-100 Lisboa
T: 213 249 517 • F: 213 249 502
w: pcpires@montepio.pt
Contacto: Pedro Nuno Coelho Pires

Av. João Xxi, 63 - Dir. Negócio Internacional
1000-300 Lisboa
T: 218 456 346 • F: 217 905 068
w: nuno.marques@cgd.pt
Contacto: Nuno Manuel Vicente Marques

ANGOLA
BANC
Travessa da Sorte, n.º 12
Maianga - Luanda
T. 00 244 222 395 026
F. 00 244 222 391 059
geral@banc.co.ao

PORTUGAL
BANC - Escritório de Representação
em Portugal
Avenida da Liberdade, n.º 252 - 1º
1250-149 Lisboa
T. 00 351 210 962 288
F. 00 351 215 932 753
geral@pt.banc.co.ao

P. 19

107

8. EMPRESAS ASSOCIADAS

anuário angola 2015/16

Banco BIC, S.A.

Serviços Centrais:
Banco BIC S.A.
Edifício Sede Banco BIC
Bairro Talatona - Município da Samba
Luanda - Angola
T. +244 226 432 700
F. +244 226 432 719
www.bancobic.ao
bancobic@bancobic.ao
NIF: 540 112 8908
Actividade: Bancária
Cap. Social: 3.000.000.000,00 AKZ

Banco Privado Atlântico

Presidente do Conselho
de Administração
PCA Dr. Fernando Mendes Teles

Contactos
Cidade Financeira, Ed. ATLANTICO
Bloco 7 e 8, Via S8,
Bairro Talatona
Luanda - Angola
T. N.º Atlantico Directo:
+244 222 441 717 / 923 168 168
info@atlantico.ao
www.atlantico.ao

Direcção de Empresas
Edifício Sede Banco BIC
Directores Centrais
Contacto
Carlos Villaret Pinheiro
carlos.villaret.pinheiro@bancobic.ao
Contacto
Pedro Velado Santos
pedro.velado.santos@bancobic.ao

NIF 5401152540
Actividade Bancária

P. 111

P. 109

Banco BIC Português, S.A.
TOTAL de AGÊNCIAS 209
13 gabinetes de empresas
GABINETES

Sede: Av. António Augusto Aguiar, 132
1050-020 Lisboa, Portugal
T. +351 213 598 000
geral@bancobic.pt • www.bancobic.pt
NIF: 503159093
Actividade: Bancária
Cap. Social: 300.228.000,00 Euros
PCA / CEO: Fernando Teles / Luís Mira Amaral

2 núcleos de empresas
MORADA

TELEFONE

FAX

253 208 650/55

253 208 651

Av. da Boavista, 1180, 7° - 4100-113 Porto

228 339 548

228 339 578

Rotunda 20 de Junho, 94 - 4580-209 Paredes

255 780 780

255 780 781

Gabinete Empresas Aveiro

Travessa do Mercado, 2 - 3800-224 Aveiro

234 892 071

234 892 078

Gabinete Empresas Coimbra

Av. Fernão Magalhães, 602 - 1° Piso - 3000-174 Coimbra

239 852 790

239 852 791

Gabinete Empresas Viseu

Av. António José de Almeida, 14 Loja - 3510-042 Viseu

232 446 000

232 446 001

Gabinete Empresas Leiria

Rua S. Francisco, 14 a 16 - 2400-230 Leiria

244 848 275

244 848 283

Gabinete Empresas Santarém

Av. Bernardo Santareno, 27, Loja A - 2005-177 Santarém

243 303 140

243 303 141

Gabinete Empresas Lisboa 1

Av. António Augusto Aguiar, 132 - 2° Piso - 1050-020 Lisboa

213 598 241

213 598 249

Gabinete Empresas Lisboa 2

Av. António Augusto Aguiar, 132 - 2° Piso - 1050-020 Lisboa

Gabinete Empresas Braga

Av. Visconde de Nespereira, 27 a 33 - 4700-330 Braga

Gabinete Empresas Porto
Gabinete Empresas Paredes

213 598 302

213 598 475

Gabinete Empresas Cascais/Sintra Beloura Office Parque, Ed. 7, Piso 0, Esc. 3 - 2710-693 Sintra

219 245 424

219 245 246

Núcleo Empresas Oeiras

Rua de Oeiras do Piaui, 15/15A - 2780-285 Oeiras

214 405 847

214 405 841

Núcleo Empresas Torres Vedras

Rua Dr. Carlos França 27 - 2560-329 Torres Vedras

261 339 418

261 339 416

Gabinete Empresas Margem Sul

Rua Galileu Saúde Correia, 3 r/c Dto - 2800-691 Pragal

212 739 355

212 739 359

Gabinete Empresas Açores

Praça Gonçalo Velho, 11 - 9500-063 Ponta Delgada

296 241 504

296 241 501
P. 43

108

.

Presidente. +244 222 392 734 Salvador Correia . Vogais.Gaveto da Rua 13 com Av. +244 272 236 606 T.Rua Rainha Ginga. +244 222 696 487 • F. Maianga Províncias T.R. Amílcar Cabral. +244 222 445 836 • F.Europa Banco Millennium Angola. +244 222 511 369 T. 93/103 • Viana Estalagem . EMPRESAS ASSOCIADAS anuário angola 2015/16 Banco Privado Atlântico .eu NIF 508 903 009 Contactos NIF 541 000 0560 Sofia Rodrigues sofia. +244 272 226 238 T. Luanda T. Administrador: Dr.alves@atlantico.00 P. 3º Piso. Kanhangulo. Francisco Costa. Luanda Sul T. Viana R.000. s/nº andar. Administrador. Comissão Executiva Emídio Pinheiro. Hermenegilda Benge. +244 272 236 604 / 605 R.Sede. Centros de Empresas . 108 espaços de serviço ao público. da Agência. +244 222 291 093/ 723 • Morro Bento . Paulo Tomás. 35 Banco de Fomento Angola. 45 Contactos Dr.Estalagem do Leão. +244 222 291 083 T.eu Actividade Bancária Capital Social EUR 50.Deolinda Rodrigues • Pólo Industrial . +244 935 545 501 / 935 545 499 • Centro de Grandes Empresas . +244 222 393 839 T. António Matias Vera Escórcio.andrade.ao www.Z. +244 222 638 900 Linha de Atendimento BFA +244 923 120 120 www. Manuela Moreira.000. +244 222 638 900 • Oil & Gas – Operators R. Amílcar Cabral.00 Kz 110 Conselho de Administração Fernando Costa Duarte Ulrich.millenniumangola.Av. Maianga F.Samba T. +244 222 638 986 • Cabinda . Dra. Dr. Contactos Av.A.009. Comendador Henriques Serrano. de Catete. Diogo Santa Marta. T.Rua Comandante Cassange • Oil & Gas – Vendors T. s/nº. +244 222 696 488 T. Sede. +244 231 220 382 T. T. totalizando assim. S. António Domingues.Rua Amílcar F. nº 58 . José Pena do Amaral. Fernando Carvalho. Mário Silva. de Portugal 77. +244 222 392 952 / 859 • Lobito Caponte . de 13 de Setembro de 2002 Cap. +244 231 220 381 / 309 / 823 • Rainha Ginga . F.495. • Sede . Social 1. 12 Centros Prestige e 8 Centros de Empresas e Corporate. António Matias. VIA S8 Talatona. António Gaioso Henriques. +244 272 226 240 / 241 Ingombotas F. +244 222 696 419 • F.eu www. Luanda T. nº 58 .561. +244 222 632 645 O Banco Millennium Angola conta com mais de 500 mil Clientes e 100 Balcões. Bairro Deolinda Rodrigues. 1º • Santa Bárbara .8.Laureanos. +244 222 638 900 • F.A. 259 1250-143 Lisboa T. • Cacuaco . +244 222 638 948 F. Manuela Moreira. Emídio Pinheiro.Ed. 88 dos quais pertencem à rede de retalho. Industrial da Canata. S. Dr.eu Actividade Bancária Cap.º 73.bfa. Presidente da Comissão Executiva.rodrigues@atlantico. da Liberdade. Presidente.ao Constituição Escritura de constituição de 26/08/2002. +244 261 224 973 Pág.eu Nuno Alves nuno.Luanda Contactos Rua Amílcar Cabral. Otília Faleiro. 4 de Fevereiro . Marginal 2.atlantico. Vice Presidente. 21 de Janeiro. Bº Talatona .Av. 58 Maianga.bfanet. Mj. Social 4. Administrador. +244 222 696 493 Cabral.000. (+351) 210 403 403 corporate@atlantico.Rua Amílcar Cabral. +244 222 696 420 • Lubango . Vera Escórcio. km 23. n. Morro Bento F. Otília Faleiro. Vice-Presidentes. 34 F. +244 261 224 287/ 225 689 T. Isabel dos Santos. +244 222 334 273. publicada no D. +244 222 335 399 Contactos Av.893. Francisco Costa.valentim@atlantico. 3 . +244 222 447 041 • Major Kanhangulo .15 AOA Tiago Valentim tiago. 58.Estr. (+351) 210 403 400 F. +244 222 393 433 / 394 022 Estr. Cacuaco • Talatona .R. T. +244 222 511 447 • F.Ed. Principal Viana F. até à data. João Matias.Av. incluindo dois vocacionados para a Indústria Petrolífera. Direcção de Comunicação Contactos – Cidade Financeira. Mariana Assis. +244 222 696 430 • Benguela . Mariana Assis. s/nº T. Destes espaços. 58 Lubango T.305.ao P. 55 estão abertos aos Sábados de manhã de forma a facilitar o quotidiano dos Clientes. III Série. Vogais.Rua do SIAC. Para mais informações visite: www. Pólo Ind.Ed.

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Importação.A.2724-523 Amadora T: 214 253 840 • F: 214 253 889 w: amilcar.Luanda T: 222 261 498 • F: 222 261 292 w: ao.Comércio Internacional E Participações Av. EMPRESAS ASSOCIADAS Cotecna Serviços Angola Rua Kima Kienda. Prime Emirates Trading Lamhuíla Importação Exportação Reis & Horta Loureiro Roteliz .247 V.telepac.Prestação de Serviços.pt Contacto: Alírio Ferreira dos Santos Contactos Av. 3F 1699 Lisboa Codex T: 217 917 200 • F: 217 932 549 w: ferreira. N de Gaia• T: 223 746 090 F: 223 746 099• w: portianga@mail. Efcis Alfragide . 4 . Projectos.Outeiro 4476-908 Maia T: 229 439 420 • F: 229 413 216 w: manuela. Ed. criada em Outubro de 1998. 1778 Estrada da Boavista . 1050-012 Lisboa • T: 213 826 630 F: 213 862 679 • w: c.1º G 2750-179 Cascais • T: 214 120 570 F: 214 120 568 • w: eurosude@eurosude. 884.ambigest. Torre 2 . das Palmeiras.8º . 19 .pt Contacto: Miguel Andrade Av. 5100-020 Lamego T: 254 614 458 • F: 254 614 458 Contacto: Manuel António Cardoso Rua José Januário do Sacramento.co. 48 Luanda | Angola T. 463 .2º 1050-012 Lisboa | Portugal T.pereira@efcis.pt Contacto: Manuela Guedes Teixeira C. Apt.prime@gmail.pt Contacto: José Mouta Liz Z. 447. Marechal Gomes da Costa.pt Contacto: Manuel Frazão Inácio Rua das Vigias.01 A . Tr. António Augusto de Aguiar.4º Esqº.Luanda T: 222 326 687 • F: 222 326 709 w: olivadeangola@hotmail. 6008 .co. Antunes Pimentel Udex Rua do Outeiro.Kilamba Kiaxi .Sucursal Em Portugal Av.pt Contacto: Francisco M. 46 Largo Nicolau Gomes Spencer.com Contacto: Amin Mahomed Herji Luanda T: 222 390 280 • F: 222 390 284 Contacto: José António Campos Reis Est. 1000 . Lt 4 . 19 . 63 4760-011 Vila Nova Famalicão T: 252 308 250 • F: 252 313 694 w: mvfreitas.C. P.Sc. 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Fiscalização de Obras Contacto Engº Carlos Abecasis | Presidente CA Representação em Portugal Contactos Av.1º 2740-244 Porto Salvo T: 214 235 320 • F: 214 235 329 Contacto: António Mosquito Macrotrade.8º 1050-082 Lisboa T: 217 210 260 • F: 217 210 261 w: sandro.pt Contacto Engº Carlos Abecasis A Ambigest.valorec@gmail.Serviços Consulmar . 17 .com Contacto: Sandro Mário Tomaselli Monatil .191 Lisboa T: 218 453 055 • F: 218 490 081 w: munira. Nossa Senhora do Rosário. Lordelo 4800 Guimarães T: 253 559 710 • F: 253 559 719 w: geral@cjr. 78 . P.e.pt Contacto: Miguel Ricardo Rodrigues Capa . Soares Lugar do Rabolal.sistemas de alumínio Rua Bartolomeu Dias.Projectistas E Consultores Av. 30 .pt Contacto: José Santa Marta Cândido José Rodrigues Rua de Louredo. Lda. Lote 4.com Contacto: Philippe Blanc Rua Sanches Coelho. 6293 T: 923 419 945 • F: 222 001 526 (Tel) w: papa_vosi@yahoo. 106 .pt Contacto: Carlos Abecasis Domografos África Praça do Município. 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Eurosude Comércio Internacional.edgar@cotecna. 13 2790-372 Queijas T: 214 175 129 • F: 214 175 129 Contacto: Jorge Saraiva M. Rua Noé Pereira.Comércio Internacional Est. 780 4430 .Ed. é a única do sector.pt Contacto: Vitor Manuel Alves 116 anuário angola 2015/16 Praça de Londres. Bakassy E Filhos Lagoas Park.com Contacto: Maria Virginia Freitas Av.1500-081 Lisboa T: 213 157 056 • F: 213 157 068 w: roteliz@mail.

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+351 229 773 920 F.pt Contacto: Horácio Antunes Costa . Jordânia.A. 62 . hoje o Grupo COBA actua em Angola através da sua empresa COBAngola. S. Lopo do Nascimento (Presidente do Conselho de Administração) / Eng. Luanda T.Ap. Senegal. 667 .Sinalização E Equipamentos Rodoviários E. Colômbia. da República. S. Irlanda. Emirados Árabes Unidos. Dr. Montenegro Andrade. Eng. Cabo Verde. Guiné-Bissau. edifício 27.2785-034 S. Perú.pt Contacto: José da Silva Fernandes CONDURIL – Engenharia. +351-217 970 348 / +244-222 338 513 coba-pt@cobagroup. +244 222 311 561 F. 166. 249/km 4 . fundada em 1962.conduril. Angola – Dr. 2 IL.pt Contacto: António Ribeiro Fase . Administrador Representação em Angola Contactos Rua Kima Kyenda. China (Macau). Espanha.Dr. 27-A 2º. • Actividade em Angola Desde a década de 60 a trabalhar no país. Guiné Conacri.cobagroup.pt Contacto Miguel José A. B. João Proença de Carvalho (Administrador Executivo) Cap. 1 . Geórgia. A.6º 4100-321 Porto T: 226 191 400 • F: 226 108 055 w: geral@fase-sa.com Contacto: Nuno Filipe Serôdio Fernandes Rua Pedro de Castro Van Dunem . S. P. Luanda T. Tomé e Príncipe.º Fernando Prioste (CEO). República do Congo. EMPRESAS ASSOCIADAS anuário angola 2015/16 COBA . 323. Iraque. Chairman Benedita Amorim Martins. 1835 4445-416 Ermesinde T.pt Contacto: Fernando Lourenço Gaspar Enkrott . Represent. Panamá. 91 118 Fernando L. de produção e transporte de energia eléctrica. Moçambique.Luanda T: 922 859 229 • F: 222 291 067 w: geral@fil. Consultores de Engenharia • Acerca das empresas A COBA é um grupo multinacional e multidisciplinar de Serviços de Engenharia e Ambiente.00 Euros Vol. prestação de assistência técnica e fiscalização de obras para diferentes organismos e entidades públicas e grupos privados.2º dto. Argentina. Bairro do Maculusso.00 Vol. do Lavi .Bl.Gestão E Tratamento de Águas Gresart . Costa Rica.pt Contacto: Tiago Lopes dos Santos Horácio Costa . 27. Namíbia.co.Estudos E Projectos Rua Manuel Pinto de Azevedo. Mire de Tibães 4700-565 Braga T: 253 305 400 • F: 253 305 499 w: casais@casais.Angola T: 222 406 870 w: clisboa@griner.Praceta Farinha Leitão. COBAngola. Marrocos.Engenharia E Gestão Av. Macedónia. Social 5.º Duarte Pacheco. Consultores de Engenharia.Soc. • Mercados de Exportação Contactos Portugal .pt www. rodoviárias e aeroportuárias e de regadio. Director Geral P.000. CEO Ricardo Nuno A. Omã. 2164.“Loy” C. 2710-089 Sintra T: 219 156 380 • F: 219 156 420 w: dcm@enkrottafrica. Domingos Rana T: 214 440 706 • F: 214 441 073 w: info@flgaspar. Venezuela e Haiti. de saneamento. 15 .835.1º. Guiné Equatorial. Vaz Guimarães.00 Euros Actividade Engenharia e Técnicas afins Angola. João Proença de Carvalho (Administrador Executivo) NIF 507 826 507 • CAE 71120 Contacto: Portugal – Eng. República Dominicana. +244 222 310 153. 1649-011 Lisboa Angola .Porta 5B 1900-431 Lisboa • T: 218 160 900 F: 218 147 894 • w: hc@horaciocostalda. Equador. Bulgária.º Carlos Lopes Gonçalves (Director) Angola – Dr.8. 5 Outubro. Lopo do Nascimento (Presidente do Conselho de Administração) / Eng. Social € 10.pt NIF 500 070 210 Actividade Construção civil e obras públicas Cap. +244 222 310 713 expgeralluanda@conduril. Gaspar . Apart.Consultores de Engenharia e Ambiente. 39 3770-954 Oliveira do Bairro T: 234 740 200 • F: 234 747 462 w: gresart@gresart.oliveira@proef.Av.angola. Argélia. Tunísia.com Contacto: Dionísio Martins Zona Industrial Vila Verde . Suazilândia..N.000. e Esqº. +351-217 925 000 / +244-222 332 868 F. 1050-197 Lisboa T: 210 965 837 • F: 210 965 346 w: sede@h3p. Dto. Empreiteiros Casais Rua do Anjo.pt Contacto: Diamantino Lopes Eurico Ferreira (Grupo Proef) Griner Engenharia Rua do Poente. Brasil. Gana.com / coba-ao@cobagroup.+351 229 748 668 expedientegeral@conduril. CP. Turquia. Negócios € 208 815 402 (2014) Contactos António Luís Amorim Martins.Cerâmica Industrial Qt. através da elaboração de estudos e projectos.000. E Obras Construção Civil Beco dos Toucinheiros. Av. Tem actuado no desenvolvimento das infra-estruturas de abastecimento de água.pt Contacto: José Rocha de Almeida Fil Tubos Angola Pólo Industrial de Luanda . 711 .A. Hungria.com Direcção: Portugal – Grupo COBA . Grécia.º Victor Carneiro (Vice-Presidente do Conselho de Administração).ao Contacto: Carlos Eduardo Vieira Lisboa H3p .000. 282 4786-909 Trofa T: 252 400 610 • F: 252 100 619 w: simone.829. Negócios 27.com www.

A.pt • www.2º F T: 222 392 109 • F: 222 395 243 w: secilangola@snet. dos Estrangeiros.pt Luanda.novasotecma.2740-296 Porto Salvo T: 214 706 600 • F: 214 706 601 w: gomescruz@tecnhoedif. S.pt Contacto: Ricardo Pedrosa Gomes Rua de Santos Pousada. 145 .Indústria de Revestimentos de Grés Technoedif Engenharia Apart.600. 469 4103-801 Porto T: 226 150 500 • F: 226 101 370 w: joaquim.4410-511 Serzedo T: 227 536 720 • F: 227 620 789 w: cisabel@mnrf.A.953 Oliveira do Bairro Portugal T.º 1600-079 Lisboa .pinto@pintocruz.Fracção 96/97 • 2665-602 Venda do Pinheiro • T: 219 862 491 F: 219 862 492 • w: info@kerakoll.Consultores de Engenharia E Gestão Sociedade de Construções Soares da Costa Zagope . 1 3754-900 Barrô Águeda T: 234 660 100 • F: 234 666 555 Contacto: José Manuel Cerqueira Taguspark . Actividade Produção de Pavimentos e Revestimentos Cerâmicos Presidente Conselho de Administração Antero Marques Calvo Contacto Paulo Martins. Rua Rainha Ginga.co.Sociedade de Empreitadas Seth . Venda Pinheiro .anuário angola 2015/16 8. 220 • 4000-101 Porto • T: 228 342 200 • F: 228 342 641 w: daniel. 2 .com Pinto & Cruz Rua Engenheiro Ferreira Dias. +351 234 730 501 recer@recer.2740-135 Porto Salvo T: 214 225 400 • F: 214 225 119 w: administracao. Export Manager Volume de Negócios 30 Milhões de Euros Contacto Dr.pt Contacto: Vítor Teixeira da Fonseca Lagoas Park.000. 399 . Azoia 2404-006 Leiria T: 244 850 240 • F: 244 850 241 w: moviter@movicortes. 125. 51 . Cavaco Silva. +244 272 222 207 F. 12 . 38 4300-454 Porto T: 225 190 369 • F: 225 190 304 w: vasco.recer. 5B . Edifício 6 . Ingombotas Angola T: 222 392 246 • F: 222 392 245 w: nrego@pro-prime. Contactos Morro da Quileva CP 157 Lobito T.reis@mota-emgil. PC Sta.Luanda T: 932 40 55 07 / 912 50 17 39 www.com Contacto: Nelson Rego P. Emp. Ramos Ferreira Proprime Parque Movicortes.pt Contacto: Carla Isabel Ferreira Mota-Engil África Pt Rua Rego Lameiro. 33 Apart. D.pt Contacto: Joaquim Gomes da Cruz Secil Angola.pt Contacto: João Vasco Alves dos Reis Contactos que geram negócios.2. S.pt Contacto: Luís Guilherme Canas da Costa Rua Laura Alves. Cmp. Social 6.Construções E Engenharia Rua Pedro Félix Machado. da Mestra.Núcleo Empresarial de Serzedo Rua Sra.secil.pt Contacto: Joaquim Pinto Prebuild Pt Investimentos Rua do Parque Poente. Administrador-Delegado Direcção Sr. das Forças Armadas. 129 Somague Engenharia Sucursal de Angola Rua Ho Chi Min. Pedro Queiroz Pereira.@tecnovia. EMPRESAS ASSOCIADAS Recer Indústria de Revestimentos Cerâmicos. Social 264. 1º Luanda • T: 222 326 007 • F: 222 322 110 w: somagueangola@angola. Catarina da Serra 2496-907 Santa Catarina da Serra T: 244 749 100 • F: 244 749 110 w: geral@lenaconstrucoes. 22 .Equipamentos NES .Lt.000. Administrador Moviter .pt Contacto: Pau Ramia NIF 500 243 590 • CAE 26 510 Vol. Deolinda Rodrigues. +351 217 936 200 secil@secil.pt Contacto: Daniel Hehn Pinto de Sousa Casal do Deserto . 7.00 Listorres .pt www. Lobito e Viana Sede: Av.somague. 1004. Gonçalo Salazar Leite.1050-138 Lisboa T: 218 410 400 • F: 218 410 409 w: geral@tpfplanege.Crp. 23.pt Contacto: Luís Fernandes Silva Gonçalves Revigrés .2790-467 Queijas T: 219 431 479 • F: 219 431 518 w: seth@seth. +244 272 223 106 secil-lobito@nexus.Piso 1 2740-244 Porto Salvo • T: 218 432 500 F: 218 432 550 • w: zagope@zagope.pt Contacto: Vasco António Pires Duarte Representação em Angola Secil Lobito.ao Contacto: Fernando de Oliveira Av. Presidente da Comissão Executiva Cap.pt Secil Companhia Geral de Cal e Cimento. Negócios 468 000 000 Euros NIF 500 707 472 Kerakoll Portugal Contactos Av.tepepac.250.pt Contacto: Vitor Santos M.A. Sequeira 4705-629 Braga T: 253 304 370 • F: 253 286 556 Contacto: Maria Isabel Gama Leão P.8º . Contactos Apartado 20 3771 .pt Contacto: José Nicomedes Moreira 119 . Mpla . N.Construção Civil E Obras Públicas Cap.Sociedade de Empreitadas E Trabalhos Hidráulicos Tpf Planege . Presidente do Conselho de Administração. Sérgio Alves Martins. +351 234 730 500 F.00 Euros Actividade Produção de cimento CAE 23312 Qta. S.Edifício Qualidade A3 . Investimentos E Participações Tecnovia . Tomas Ribeiro.ao Contacto Engº Augusto Miragaia. Lino Dias Valente. +351 217 927 100 • F.Av Prof. Dr. N.sousa@soaresdacosta.pt Contacto: Francisco Ribeiro Lena Engenharia E Construções Rua Brig.com ns@novasotecma. 147 . 8 • 2230-103 Entroncamento • T: 249 720 030 F: 249 720 039 • w: listorres@mail.Portugal T.

ao Contacto: José Bastos de Macedo Elpor .telepac.com Contacto: Marco Santos Edp . dos Reis Costa Rua Almirante Gago Coutinho. Talatona. Pç. da Circunvalação. 4 2740-278 Porto Salvo • T: 214 233 100 F: 214 233 199 • w: reis.Sala 9 4200-224 Porto T: 225 074 260 • F: 220 165 429 w: geral@elima. 5218.6 .8. +244 933 622 170 info@turbomar. 2665 . EMPRESAS ASSOCIADAS Zagope .pt Contacto: Manuel João Marreiros Rua da Granja. 5139/57 4350-119 Porto • T: 225 420 350 • F: 225 420 357 • w: contabilidade@electrosiluz.Frielas . 1 .rebelo@edp.pt Contacto: Francisco Ramos Av. Maia I . 777 A . 18 2726 – 920 Mem Martins • T: 219 266 260 F: 219 212 316 • w: export@lusiteca. 13 .Produtos Alimentares Est .Comércio de Electrodomésticos Rua da Vinha.Moreira 4471-909 Maia T: 229 439 450 • F: 229 483 241 w: promo@mail. 988 4425-122 Maia • T: 229 014 505 F: 229 014 710 • w: graca. ZR6B .Luanda T: 222 405 394 • F: 222 460 801 • w: claudio @zagope. N. Condomínio Nova Vida 2. N° 56 .Construção E Manutenção Electromecânica Omnisantos Tagus Space .carujo@delta-cafes.costa@cme.pt Contacto: Miguel Sampayo Ribeiro Electro Siluz . 203 Soyo: Condominio Cajueiro T.Luanda T: 222 395 589 • F: 222 333 548 w: lactiangol@lactiangol. 94 2675-901 Loures • T: 219 898 500 F: 219 898 598 • w: elpor@elpor. Lusis . 803 2401-978 Leiria T: 244 850 900 • F: 244 851 974 w: est@est. Deolinda Rodrigues.Apt. 277 2670-641 Bucelas T: 219 687 520 • F: 219 687 521 w: rh@omnisantos. 10 B .Apt.Cheganças 2580-374 Alenquer • T: 263 731 000 F: 263 731 060 • w: telcabo@telcabo.pt Contacto: Inácio Manuel dos Santos Silva Actividade Grupos geradores Instalação de grupos geradores Peças. de Produtos Alimentares Rua Cardeal Mercier. E Emb.amorim@cerealis.pt Contacto: Graça Amorim Rua Costa Cabral. 10 Bloco 3 2695-167 Bobadela T: 218 394 980 • F: 218 394 981 w: geral@resul.pt Contacto: Mário Rodrigues Facime Ii . 29 -1º1 600-026 Lisboa • T: 217 935 135 • F: 217 935 417 • w: j.Construções E Engenharia.com Contacto: Pedro Martins . Ano 2000 . Teixeira Est.Boavista .Electricidade de Portugal Painhas Praça Marquês de Pombal. Lima & Cª Quinta de Jugais .turbomar. Brasília.Rua Rui Teles Palhinha.Equipamentos de Energia Efacec Capital Telcabo .pt Contacto: Carlos Torres / Luís Bento E. 30 • 4900-036 Viana do Castelo • T: 258 839 300 • F: 258 839 306 w: facime@facime.Artigos Eléctricos E Electrodomésticos Est.Azueira T: 261 961 179 • F: 261 962 291 Contacto: Carlos Manuel Faustino Franco Via Norte .4150-146 Porto T: 226 089 700 • F: 226 053 328 w: amleite@ibersol.pt Contacto: Paulo Miraldo Rua da Garagem.E.5 . do Benfica-Sct. Ed.pt Contacto: António Carlos Vaz Pinto Sousa Agropromotora .Projectos E Investimentos Agroindustriais Lactiangol Lacticínios de Angola Lusiteca – Transform.Equipamentos E Serviços Electricidade e Electrónica Rua Tóbis Portuguesa.pt • Contacto: Claudio Silva anuário angola 2015/16 Intel .N. Z.C 1750-292 Lisboa T: 217 520 820 • F: 217 572 110 w: lusis@mail.Empresa Serviços Técnicos Unicer Bebidas Cerealis Internacional-Comércio Cereais E Derivados Manuel Rui Azinhais Nabeiro Eduardo. Crl.Instalações ElÉctricas Av.Leça do Balio 4466-703 Matosinhos T: 229 052 100 • F: 229 052 456 Contacto: Administração Rua C . motores e alternadores Assistência Técnica Ibersol Restauração Produtos Alimentares Ed. 113.pt Contacto: Sandro Filipe Preto 120 Bebidas Contactos Luanda: Avenida Pedro de Castro Loy. 105/159 .Sector VII .telepac.pt Carrascal. Calouste Gulbenkian 7370 Campo Maior T: 268 699 200 • F: 268 699 282 w: dulce.teixeira@agropromotora.9º .4100-359 Porto T: 258 320 250 • F: 258 351 804 w: painhas@painhas.pt Contacto: Joaquim de Sousa Reis Rua das Viagens. de Portugal. Comunicação 1250-162 Lisboa T: 210 012 680 • F: 210 012 910 Contacto: Paulo Campos Costa Praça Mouzinho de Albuquerque. 12 S/Lj Gab. B . 5º . Lt 12/13 . 4.8º 1250-162 Lisboa w: fernanda.pt Contacto: José A.com Contacto: José Alberto R. Residencial 6B . 70/72 A C.Luanda . Int.Samba . I. Sucursal Angola Br.pt www.co.pt Contacto: Bernardino Costa Pereira Rua Manuel Gonçalves Lage. P.Comércio E Indústrias Eléctricas Adega Cooperativa de Azueira.pt Contacto: Manuel Rui Azinhais Nabeiro Zona Industrial.Comércio de Produtos Alimentares Cruz da Pedra .pt Contacto: Dulce Helena Felgueiras Painhas Edp Internacional Resul . km 5.Via AL 4A. do Bom Sucesso. Lote 17 A • 3400-060 Oliveira do Hospital • T: 238 609 892 F: 238 609 852 • w: geral@jugais.net Contacto: Joaquim Moreira Lima Turbomar Energia – Equipamentos de Produção e Serviços de Assistência. Lda. 1 2790-078 Carnaxide T: 214 163 600 • F: 214 163 630 Contacto: Enrico Livraghi Parque Oriente .Telecomunicações E Electricidade Praça Marquês de Pombal. Apt.km 38.Z.pt Contacto: José Manuel de Almeida Paiva Cme . Península. Edificio E.Angola T: 222 339 445 w: intelser@ebonet.Apart.

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Lavra 4455-213 Matosinhos T: 220 029 150 • F: 220 029 151 Contacto: Pedro Vieira do Nascimento Hermulti . (Filhos) Rua Óscar da Silva. Alves Castanhas NIF 504 499 777 • CAE 74150 Cap. 121 Av.2. 9 Portela de Carnaxide .co. Social 829. Armindo de Andrade. Tractor Rua do Pinhal.Comércio de Pneus Rua Dr.00 Euros Vol.Distrib.1° Esq .ao Contacto Carlos Martins. Uee . João II .martins@sonangalp.martins@sonangalp.pt Contacto: Rosinda M.com. SGPS. P.pt Contacto: Fernando Moreno Vhumana Rua Manuel Rodrigues da Silva.1 -5º.Apart.galpenergia.pt Contacto: José Ramalho Petróleo e Gás Actividade Sector energético: Petróleo. 8-16 C.A. 45 4761-921 Vila Nova Famalicão T: 252 309 680 • F: 252 311 909 Contacto: Carlos Vieira de Castro Representação em Angola Contactos Lg. EMPRESAS ASSOCIADAS Ramirez & Ca.8.Esc. 2.Luanda T: 222 311 072 • F: 222 311 315 w: carlos. Lda. Adm. Aleixo Ferreira 6C.oliveira@spe.Produtos Alimentares Rua do Paço.silva@wayfield. Pq. 5134 Luanda T. 2235 4700-629 Braga • T: 253 606 530 • F: 253 606 539 • w: tractorminho@tractorminho.Sociedade Portuguesa de Empreendimentos Rua dos Fanqueiros.A. 1600-209 Lisboa T.Apart. +351 217 242 500 • F.com Sovena Portugal Consumer Goods Rua Dr. 1012 2791-701 Carnaxide T: 214 243 423 • F: 214 287 750 Contacto: Fernando Oliveira Torrefacção Camelo Rua de Portalegre 7370-Campo Maior T: 268 686 319 • F: 268 687 482 Contacto: Administração Tractorminho .Luanda T: 222 441 109 • F: 222 447 016 Contacto: Silchy João Neto Almeida Spe . P. S. 4-1° Esq. 1263 Luanda T: 222 360 180 • F: 222 362 138 Contacto: Administração Contactos Rua Tomás da Fonseca. +351 217 2429 56 galp@galpenergia.Indústria E Comércio de Sut .pt Contacto: Manuel Guerreiro Ramirez anuário angola 2015/16 Wayfield Trading P. 5 1600-503 Lisboa T: 217 112 540 • F: 217 112 548 w: geral@vhumana. Mat. Peças. do Rio Tejo . Deolinda Rodrigues.Grupo Herculano Fernandes Rodovia de Canas .pt Contacto: Hélder de Oliveira Automóvel Bompiso . Autom. Administrador Contra-Capa Haworth Portugal .2 º Esq 1100-231 Lisboa • T: 218 823 500 F: 218 823 528 • w: helder.Luanda T: 222 334 143 • F: 222 391 289 Contacto: Francisco de Lemos José Maria Contacto Jorge Carvalho. Gás Natural e Electricidade P.pt Contacto: Álvaro dos Santos Silva Av.com Contacto: Joaquim Augusto Carvalho Santos Centrocar Centro de Equipamentos Mobiliário Famo . 2082 4811-909 Guimarães • T: 253 415 741 F: 253 514 112 • w: comercial@hermulti. 1683 Leça da Palmeira . +244 222 311 315 carlos. 7 . 1990 .250. 514 .com Contacto: Rui Paulo Silva Galp Energia.635.092 Lisboa T: 218 922 320 • F: 218 922 329 w: rui.com www. da Petrogal Angola.herdade das Praias 2910-440 Setúbal T: 265 710 161 • F: 213 222 735 w: ecosta@agro. Vogal C. D.Apart.Agro Av.sapec.gavedra.Indústria de Mobiliário de Escritório Rua 1º. +244 222 311 874 F. 2560-673 Torres Vedras T: +351 261 330 400 • F: +351 261 330 416 geral@gavedra. Sede do Grupo .pt Contacto: Elisabete Costa / João Estrela Tabaco Sicasal . 1316 .pt Petrogal Angola Largo 4 de Fevereiro.Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola Rua do 1º Congresso Mpla. Negócios 17. 103 Bairro Miramar .pt Contacto: Jaime Moura 122 Apart. s/n 2669-001 V. Torre C. 703751 Águeda Codex T: 234 630 300 • F: 214 345 060 Contacto: José Carlos Faria Amaral Sociedade Mineira do Lucapa Vieira de Castro . Francisco Silva Pinto. 3° 1495-131 Algés • T: 214 129 300 F: 214 120 509 • w: mail@sovena. Maio. 533/543 C.Sociedade Unificada de Tabacos de Angola Carnes Rua da Industria. Meridiano Lt 1.5 Mil Milhões de Euros Direcção Galp Marketing International Gavedra .4450-761 Matosinhos T: 229 997 878 • F: 229 997 879 w: ramirez@ramirez. Sapec .ao Contacto: Carlos Martins Sonangol. Poente. Director Geral da Sonangalp Rua Vilar do Senhor. 1124620-131 Lousada T: 255 810 580 • F: 255 810 589 w: lousada@famo.com Contacto: José Herculano Fernandes . S. 120 4445-403 Ermesinde T: 229 759 463 • F: 229 759 464 w: vaniasantos@bompiso.03. 461.Ed. 3 . 123 Sumol + Compal Marcas Estrada da Portela. Rosário • T: 261 780 500 F: 261 780 511 • w: geral@sicasal. António Loureiro Borges. F. Apart.Mobiliário de Escritório Diamamntes Rua Eng.Comercialização e Técnica de Gás.pt www.Rua Dr.co. 8/14. 4 de Fevereiro. 12 .

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com Contacto: Rui Leite Rua Engº Vasco Lima Villas.Isq . D. 1500-442 Lisboa T: 219 222 100 • F: 219 222 109 Contacto: M.Sistemas de Alumínio Sitel .pt Contacto: Rui Tereso .Sociedade Instaladora de Tubagens E Equipamentos Cartonex .co. Fontes Pereira de Melo.05. I. Apart 172 4780-583 Santo Tirso T: 252 808 590 • F: 252 808 599 w: jmlcastro@norprint. Apart.Comércio Peças Auto Rua de Barbeitos.Industrias Metalomecânicas Av. . Cromatógrafos para Gás Natural.geral@babcock-wilcox. 1º 1250-188 Lisboa T: 213 240 700 • F: 213 460 786 w: bwp.telepac. Lda.Artigos de Papelaria Teka Portugal Executive Center .Papéis E Papelarias Travessa da Prelada. sistemas de Videowall e equipamentos videográficos para Salas de Controlo e de crise. Soluções Integredas para Salas de Controlo – Desenho.com Contacto: João Felgueiras 124 Norprint .biz Contacto: António Gonçalves Moço Petrotec . 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Cavaco Silva. 33.Sucursal Em Portugal P. 85 3700-954 S. Lote 1. 55 2901-861 Setúbal T: 265 700 540 • F: 265 729 481 w: joao.Canidelo 4400-377 Vila Nova de Gaia T: 227 727 280 • F: 227 727 281 w: geral@ivepecas.Lt. 15 . Monitorização e registo de osciloperturbografia.ramos@sapagroup. Registo de qualidade de energia. Lote 1285 .Zona CSI .pt Contacto: Luís Leitão Edifício Eip . 8-B . João Madeira T: 256 880 392 • F: 256 880 501 w: foliveira@olmar.2685-013 Sacavém T.Artigos Escolares E de Escritório Olmar . 62 Thyssenkrupp Portugal .apleinengenheiros. Sistemas de medida de nível e inventário de reservatórios de produtos petrolíferos. Cimertex .Fontiscos.Sociedade de Máquinas E Equipamentos Sapa Portugal . Alto da Cruz .pt Contacto: José Horta Osório P.Electricidade Industrial Portuguesa Estrada da Mota . 165. fabrico e prestação de serviços na área dos sistemas electrónicos e informática.ramos@suspartes. Carla Levezinho Actividade Comércio. nº. 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Elias Garcia. 116 .Consultores Associados de Gestão Rua Luciano Cordeiro. MOB. TVCABO. Neto & Orey . Torre 2.Sroc Morais Leitão. Sroc Av. Pç. 290 . Residencial. Afonso Henriques.pt Contacto: José Filipe Rafael Rua Castilho.6° .5º dto. S. Contactos Rua Comandante Che Guevara n° 87/89 Bairro do Maculusso – Luanda T. Suécia. Apt.11° . 40 .Agência Angolana de Marcas E Patentes Mazars & Associados. Monumental.125.Investimentos e Participações.143 Lisboa • T: 213 587 500 F: 213 587 501 • w: mcb@fcb-legal. França. Visaconstroi. EMPRESAS ASSOCIADAS Grupo Visabeira Sociedade Gestora de Participações Sociais.com Contacto: Diogo Alarcão Ceso . +244 222 680 050 • F. Praia da Vitória. Catari Angola • Visabeira Participações – Investimento. Martins & Associados. 1°.10 1050-211 Lisboa T: 217 990 420 • F: 217 990 439 Contacto: Ernesto Ferreira da Silva Palma de Cima . +351 232 483 100 holding@grupovisabeira.Luanda T: 222 372 030 • F: 222 372 017 w: luanda@fatimafreitas.ao Contactos Rua do Palácio do Gelo. 2° .com Contacto: Alexandra Duarte Fátima Freitas Advogados Leadership Business Consulting Rua Major Kanhangulo. EUA.com Contacto: Miguel Ferrão Castelo Branco Edifício Monumental. Vice-Presidente do Grupo Visabeira Bdo & Associados . Mercury. 249 . Sroc Rua Rainha Ginga. 50 .oliveira@leadership-bc.Duarte Pacheco. 3. Esc.com Contacto: Diogo Perestrelo Ed.00 de Euros Vol. Visauto.1350-179 Lisboa T: 213 954 780 • F: 213 954 757 w: navalho. Cozinhas. Brasil. Sroc Mercer Portugal Rua Odette de Saint-Maurice. 71 A . Comatel. Marrocos. +244 222 680 051 visabeira@visabeira.com www.geral@netcabo. 165 . Alemanha.pt Contacto: Rui Miguel Santos Av. 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Angola.com Contacto: Vitor Ribeirinho / Luís Magalhães Av.1700-097 Lisboa • T: 217 542 610 F: 217 542 629 • w: jc-roc@camilo-sroc. +351 232 483 000 • F.pt Contacto: Joaquim Camilo Edif.1069-006 Lisboa T: 210 110 000 • F: 210 110 056 w: ptkpmg@kpmg. B . Advisory Mitc Portugal Av.A. Entretenimento e Lazer.com Contacto: Carlos Oliveira Alameda D.630. Dinamarca e Reino Unido Contacto Dr. Av.1070-050 Lisboa T: 213 817 400 • F: 213 817 499 w: mlgtslisboa@mlgts. Modet & Co.pt Contacto: Luís Filipe Soares Gaspar Católica Lisbon School Of Business And Economics Deloitte Consultores Joaquim Camilo & Associado. 190 . 123 .pt Contacto: António Corte-Real Neves Navalho. 75 .1649 .anuário angola 2015/16 8.120 Lisboa T: 213 113 700 • F: 213 113 771 w: portugal.1º 1250 .Luanda • T: 222 373 532 F: 222 372 532 • w: luanda@inventa.co.2º . Álamo.visabeira. Castelo Branco & Associados Sociedade de Advogados Kpmg & Associados . 3 L . Energia.500 Capital Social 115. 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Julião do Tojal T: 219 739 700 • F: 219 739 893 w: infogeral@dbschenker. 1200-478 Lisboa T: 213 473 081 • F: 213 428 950 w: info@jgarraio.com • angola@rangel. 105 1099-031 Lisboa .com Website: corinthia.Transitários Ats Angola .fernandes@arnaud.1700-032 Lisboa T: 217 936 063 • F: 217 951 213 w: secretariado@taag. 1. 133 Admin.ferreira@adp.000 m2. 300 .084 Lisboa T: 218 988 000 • F: 218 988 019 Contacto: António Roxo Rua do Cruzado Osberno. limpeza. Fetais 2680-183 Camarate • T: 219 489 200 F: 219 489 202 • w: david. Terminal da SAL Sociedade de Aviação Ligeira – Luanda T: 941 216 975 / 937 519 622 www. Diretor Geral Elegante e moderno.1º dto.ao Contacto: António Manuel Nunes Candeias Rua Visconde de Seabra. O Corinthia Hotel Lisbon oferece várias atmosferas para despertar os sentidos e paladares e dispõe do maior e mais bem equipado Centro de Conferências num hotel de 5 estrelas em Lisboa.03 . 5 . Nova Leiria. 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