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Vidro de spins Natureza caótica da fase vidro de spins Distribuição de ponto fixo Magnetizações locais Multifractalidade Conclusões

Estudo do Vidro de Spins de Ising em Redes Hierárquicas

Sebastião Tadeu de O. Almeida 1

1 Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas

29 de junho de 2015

Sebastião Tadeu de O. Almeida

Estudo do Vidro de Spins de Ising em Redes Hierárquicas

Vidro de spins Natureza caótica da fase vidro de spins Distribuição de ponto fixo Magnetizações locais Multifractalidade Conclusões

Outline

1 Vidro de spins

2 Natureza caótica da fase vidro de spins

3 Distribuição de ponto fixo

4 Magnetizações locais

5 Multifractalidade

6 Conclusões

Sebastião Tadeu de O. Almeida

Estudo do Vidro de Spins de Ising em Redes Hierárquicas

Vidro de spins Natureza caótica da fase vidro de spins Distribuição de ponto fixo Magnetizações locais Multifractalidade Conclusões

Vidro de spins

Introdução Modelo de Edwards-Anderson Redes hierárquicas

Vidro de spins

A fase vidro de spins surge a baixas temperaturas quando um aglomerado de spins apresenta um “congelamento” local desordenado orientacionalmente.

Sebastião Tadeu de O. Almeida

Estudo do Vidro de Spins de Ising em Redes Hierárquicas

Vidro de spins Natureza caótica da fase vidro de spins Distribuição de ponto fixo Magnetizações locais Multifractalidade Conclusões

Vidro de spins

Introdução Modelo de Edwards-Anderson Redes hierárquicas

Vidro de spins

A fase vidro de spins surge a baixas temperaturas quando um aglomerado de spins apresenta um “congelamento” local desordenado orientacionalmente.

Os vidros de spins foram observados inicialmente em ligas binárias constituídas de metais nobres fracamente diluídos com íons de metais de transição magnéticos (impurezas magnéticas).

Sebastião Tadeu de O. Almeida

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Vidro de spins Natureza caótica da fase vidro de spins Distribuição de ponto fixo Magnetizações locais Multifractalidade Conclusões

Vidro de spins

Introdução Modelo de Edwards-Anderson Redes hierárquicas

Vidro de spins

A fase vidro de spins surge a baixas temperaturas quando um aglomerado de spins apresenta um “congelamento” local desordenado orientacionalmente.

Os vidros de spins foram observados inicialmente em ligas binárias constituídas de metais nobres fracamente diluídos com íons de metais de transição magnéticos (impurezas magnéticas).

Típicos exemplos são as ligas de Cu 1x Mn x e Au 1x Fe x , onde x representa a concentração de impurezas.

Sebastião Tadeu de O. Almeida

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Vidro de spins Natureza caótica da fase vidro de spins Distribuição de ponto fixo Magnetizações locais Multifractalidade Conclusões

Vidro de spins

Introdução Modelo de Edwards-Anderson Redes hierárquicas

Introdução Modelo de Edwards-Anderson Redes hierárquicas Sebastião Tadeu de O. Almeida Estudo do Vidro de Spins
Introdução Modelo de Edwards-Anderson Redes hierárquicas Sebastião Tadeu de O. Almeida Estudo do Vidro de Spins

Sebastião Tadeu de O. Almeida

Estudo do Vidro de Spins de Ising em Redes Hierárquicas

Vidro de spins Natureza caótica da fase vidro de spins Distribuição de ponto fixo Magnetizações locais Multifractalidade Conclusões

Principais características

A suscetibilidade apresenta um pico agudo.

Sebastião Tadeu de O. Almeida

Introdução Modelo de Edwards-Anderson Redes hierárquicas

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Principais características

A suscetibilidade

apresenta um pico agudo.

O calor específico não

apresenta nenhuma singularidade visível, em vez disso, observa-se um máximo arredondado.

Sebastião Tadeu de O. Almeida

Introdução Modelo de Edwards-Anderson Redes hierárquicas

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Principais características

A suscetibilidade

apresenta um pico agudo.

O calor específico não

apresenta nenhuma singularidade visível, em vez disso, observa-se um máximo arredondado.

Abaixo de T c , ocorre um congelamento estrutural dos momentos magnéticos de forma aleatória sobre a rede.

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Introdução Modelo de Edwards-Anderson Redes hierárquicas

Introdução Modelo de Edwards-Anderson Redes hierárquicas Estudo do Vidro de Spins de Ising em Redes Hierárquicas

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Modelo de EA

Introdução Modelo de Edwards-Anderson Redes hierárquicas

Hamiltoniano,

H = J ij S i S j

ij

(S i = ±1),

(1)

onde J ij são variáveis aleatórias determinadas por uma distribuição de probabilidades P(J ij ).

Sebastião Tadeu de O. Almeida

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Parâmetro de ordem de EA

Introdução Modelo de Edwards-Anderson Redes hierárquicas

Na fase vidro de spins temos: Magnetização → m = 1 N i=1 N [
Na fase vidro de spins temos:
Magnetização → m =
1
N
i=1 N [ S i T ] c = 0;

Sebastião Tadeu de O. Almeida

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Parâmetro de ordem de EA

Introdução Modelo de Edwards-Anderson Redes hierárquicas

Na fase vidro de spins temos: Magnetização → m = 1 N i=1 N [
Na fase vidro de spins temos:
Magnetização → m =
1
N
i=1 N [ S i T ] c = 0;
Parâmetro de ordem de EA → q EA =
1
N
i=1 N [ S i 2
= 0.
T ] c

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Parâmetro de ordem de EA

Introdução Modelo de Edwards-Anderson Redes hierárquicas

Na fase vidro de spins temos: Magnetização → m = 1 N i=1 N [
Na fase vidro de spins temos:
Magnetização → m =
1
N
i=1 N [ S i T ] c = 0;
Parâmetro de ordem de EA → q EA =
1
N
i=1 N [ S i 2
= 0.
T ] c

Se a fase é:

ferromagnética

=

m

=

q EA

0

0

;

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Parâmetro de ordem de EA

Introdução Modelo de Edwards-Anderson Redes hierárquicas

Na fase vidro de spins temos: Magnetização → m = 1 N i=1 N [
Na fase vidro de spins temos:
Magnetização → m =
1
N
i=1 N [ S i T ] c = 0;
Parâmetro de ordem de EA → q EA =
1
N
i=1 N [ S i 2
= 0.
T ] c

Se a fase é:

m = 0 ferromagnética → ; EA q = 0 m = 0 paramagnética →
m
=
0
ferromagnética →
;
EA
q
=
0
m
= 0
paramagnética →
.
q
EA = 0

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Redes hierárquicas

Introdução Modelo de Edwards-Anderson Redes hierárquicas

Introdução Modelo de Edwards-Anderson Redes hierárquicas Sebastião Tadeu de O. Almeida Estudo do Vidro de Spins

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Redes hierárquicas

Introdução Modelo de Edwards-Anderson Redes hierárquicas

Introdução Modelo de Edwards-Anderson Redes hierárquicas Dimensão fractal: D = ln g ln b (2) Sebastião

Dimensão fractal:

D = ln g ln b
D = ln g
ln b

(2)

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Redes hierárquicas

Introdução Modelo de Edwards-Anderson Redes hierárquicas

Introdução Modelo de Edwards-Anderson Redes hierárquicas D = ln g ln b (2) (b) D =
D = ln g ln b (2) (b) D = ln 12/ ln 2 ∼
D = ln g
ln b
(2)
(b) D = ln 12/ ln 2 ∼ 3.58.
=

Dimensão fractal:

EX: (a) Se p = 4:

D = ln 8/ ln 2 = 3;

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Redes hierárquicas

Introdução Modelo de Edwards-Anderson Redes hierárquicas

Introdução Modelo de Edwards-Anderson Redes hierárquicas Sebastião Tadeu de O. Almeida Estudo do Vidro de Spins

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Redes hierárquicas

Introdução Modelo de Edwards-Anderson Redes hierárquicas

✞ ☎ Renormalização ✝ ✆ 1 log Z −− Z ++ K , (2) µν
Renormalização
1
log Z −− Z ++
K
,
(2)
µν =
4
Z −+ Z +−
onde K ij = βJ ij [β = 1/(k B T)] e
Z S µ ,S ν = Tr {S i
=µ,ν } [exp(−βH)].
B T)] e Z S µ ,S ν = Tr {S i =µ,ν } [exp(−βH)]. Sebastião
B T)] e Z S µ ,S ν = Tr {S i =µ,ν } [exp(−βH)]. Sebastião
B T)] e Z S µ ,S ν = Tr {S i =µ,ν } [exp(−βH)]. Sebastião

Sebastião Tadeu de O. Almeida

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Introdução Expoente de caos Procedimento numérico Resultados

Natureza caótica da fase vidro de spins

A “fragilidade” do estado fundamental à pequenas perturbações nos acoplamentos ou variações de temperatura é um fenômeno denominado em vidro de spins de “caos”;

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O modelo

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Introdução Expoente de caos Procedimento numérico Resultados

Hamiltoniano:

H = J ij S i S j

ij

(S i = ±1).

(3)

Os acoplamentos J ij são determinados por uma distribuição de probabilidades gaussiana P(J ij ):

1

P(J ij ) = 2πJ 2 exp

com variância J 2 = 1.

2 ,

2

J

ij

2J

(4)

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Introdução Expoente de caos Procedimento numérico Resultados

Perturbação nos acoplamentos (T = 0)

De acordo com o quadro de gotas, temos:

GR J (L) JL y ;

J = (J ij J ij ) 2 1/2 ;

Sebastião Tadeu de O. Almeida

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Introdução Expoente de caos Procedimento numérico Resultados

Perturbação nos acoplamentos (T = 0)

De acordo com o quadro de gotas, temos:

GR J (L) JL y ;

O custo energético de uma excitação (gota) de tamanho L é da ordem de JL y ;

J = (J ij J ij ) 2 1/2 ;

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Introdução Expoente de caos Procedimento numérico Resultados

Perturbação nos acoplamentos (T = 0)

De acordo com o quadro de gotas, temos:

GR J (L) JL y ; J = (J ij J ij ) 2 1/2 ;

O custo energético de uma excitação (gota) de tamanho L é da ordem de JL y ;

δJ perturbação aleatória nos acoplamentos;

Sebastião Tadeu de O. Almeida

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Introdução Expoente de caos Procedimento numérico Resultados

Perturbação nos acoplamentos (T = 0)

De acordo com o quadro de gotas, temos:

GR J (L) JL y ; J = (J ij J ij ) 2 1/2 ;

O custo energético de uma excitação (gota) de tamanho L é da ordem de JL y ;

δJ perturbação aleatória nos acoplamentos;

A contribuição energética devido à superfície da gota será ± (δJ)JL d s /2 ;

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Introdução Expoente de caos Procedimento numérico Resultados

Perturbação nos acoplamentos (T = 0)

De acordo com o quadro de gotas, temos:

GR J (L) JL y ; J = (J ij J ij ) 2 1/2 ;

O custo energético de uma excitação (gota) de tamanho L é da ordem

de JL y ;

δJ perturbação aleatória nos acoplamentos;

A contribuição energética devido à superfície da gota será ± (δJ)JL d s /2 ;

Quando JL y (δJ)JL d s /2 , obtemos

L

δJ

1

1

d s /2y

δJ

1

1

ζ

,

onde ζ d s y representa o expoente de caos e y é o expoente de rigidez.

2

(5)

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Introdução Expoente de caos Procedimento numérico Resultados

Perturbação nos acoplamentos (T = 0)

Resultados Perturbação nos acoplamentos ( T = 0 ) Sebastião Tadeu de O. Almeida Estudo do

Sebastião Tadeu de O. Almeida

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Procedimento numérico

Introdução Expoente de caos Procedimento numérico Resultados

(0)

i

1 Primeiro criamos um banco de acoplamentos {J sua evolução através de n iterações do GR.

} e acompanhamos

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Procedimento numérico

Introdução Expoente de caos Procedimento numérico Resultados

1 Primeiro criamos um banco de acoplamentos {J sua evolução através de n iterações do GR.

2 Criamos um segundo banco de acoplamentos {J

i

} e acompanhamos

(0)

(0)

i

}, onde

i

J

= J i + εX i , com ε = 10 6 , e acompanhamos sua evolução através

de n passos de renormalização.

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Procedimento numérico

Introdução Expoente de caos Procedimento numérico Resultados

1 Primeiro criamos um banco de acoplamentos {J sua evolução através de n iterações do GR.

2 Criamos um segundo banco de acoplamentos {J

i

} e acompanhamos

(0)

(0)

i

}, onde

i

J

= J i + εX i , com ε = 10 6 , e acompanhamos sua evolução através

de n passos de renormalização.

(n)

3 Através da grandeza d bancos de acoplamentos.

J

acompanhamos a “distância” entre os dois

(n)

d

J

=

i J

(n)

i

J (n)

i

2

i (J

(n)

i

) 2 + (J

(n)

i

) 2 .

(6)

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Procedimento numérico

Introdução Expoente de caos Procedimento numérico Resultados

1 Primeiro criamos um banco de acoplamentos {J sua evolução através de n iterações do GR.

2 Criamos um segundo banco de acoplamentos {J

i

} e acompanhamos

(0)

(0)

i

}, onde

i

J

= J i + εX i , com ε = 10 6 , e acompanhamos sua evolução através

de n passos de renormalização.

(n)

3 Através da grandeza d bancos de acoplamentos.

J

acompanhamos a “distância” entre os dois

(n)

d

J

=

i J

(n)

i

J (n)

i

2

i (J

(n)

i

) 2 + (J

(n)

i

) 2 .

(6)

(n)

4 Na região onde εL ζ 1 temos: d

J

(ε 2 /2)L 2ζ .

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Procedimento numérico

Introdução Expoente de caos Procedimento numérico Resultados

1 Primeiro criamos um banco de acoplamentos {J sua evolução através de n iterações do GR.

2 Criamos um segundo banco de acoplamentos {J

i

} e acompanhamos

(0)

(0)

i

}, onde

i

J

= J i + εX i , com ε = 10 6 , e acompanhamos sua evolução através

de n passos de renormalização.

(n)

3 Através da grandeza d bancos de acoplamentos.

J

acompanhamos a “distância” entre os dois

(n)

d

J

=

i J

(n)

i

J

(n)

i

2

i (J

(n)

i

) 2 + (J

(n)

i

) 2 .

(6)

4 Na região onde εL ζ 1 temos: d

5 L = b n ; y = d s /2 ζ.

(n)

J

(ε 2 /2)L 2ζ .

Sebastião Tadeu de O. Almeida

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Procedimento numérico

Introdução Expoente de caos Procedimento numérico Resultados

1 Primeiro criamos um banco de acoplamentos {J sua evolução através de n iterações do GR.

2 Criamos um segundo banco de acoplamentos {J

i

} e acompanhamos

(0)

(0)

i

}, onde

i

J

= J i + εX i , com ε = 10 6 , e acompanhamos sua evolução através

de n passos de renormalização.

(n)

3 Através da grandeza d bancos de acoplamentos.

J

acompanhamos a “distância” entre os dois

(n)

d

J

=

i J

(n)

i

J

(n)

i

2

i (J

(n)

i

) 2 + (J

(n)

i

) 2 .

(6)

4 Na região onde εL ζ 1 temos: d

5 L = b n ; y = d s /2 ζ.

6 Simulações realizadas com 5 × 10 5 acoplamentos para 100 amostras.

(n)

J

(ε 2 /2)L 2ζ .

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Resultados

Introdução Expoente de caos Procedimento numérico Resultados

ζ = 0.969(1);

d s = 2.386(2);

y = 0.224(3).

10 0 10 -2 k 10 -4 k d J (n) k k B B
10
0
10
-2
k
10
-4
k
d
J (n)
k
k
B B B B T/J=0.30 T/J=0.00 T/J=0.50 T/J=0.80
d
T (n)
10
-6
10
-8
10
-10
10
-12

10 0 10 1 10 2 10 3 10 4 10 5 10 6 10 7 10 8 10 9 10 10

Sebastião Tadeu de O. Almeida

L

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Resultados

Introdução Expoente de caos Procedimento numérico Resultados

ζ = 0.969(1);

d s = 2.386(2);

y = 0.224(3).

ζ = 0.96(5) [1];

d s = 2.34(2) [1];

y = 0.21(7) [1].

10 0 10 -2 k 10 -4 k d J (n) k k B B
10
0
10
-2
k
10
-4
k
d
J (n)
k
k
B B B B T/J=0.00 T/J=0.30 T/J=0.50 T/J=0.80
d
T (n)
10
-6
10
-8
10
-10
10
-12

10 0 10 1 10 2 10 3 10 4 10 5 10 6 10 7 10 8 10 9 10 10

L

[1] W. Wang, J. Machta e H. G. Katzgraber, arXiv:1505.06222v1 (22/05/2015).

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Introdução

Procedimento numérico

Resultados

Conclusões Introdução Procedimento numérico Resultados No hamiltoniano do modelo EA, os acoplamentos { J i j

No hamiltoniano do modelo EA, os acoplamentos {J ij } são obtidos de uma distribuição de probabilidades simétrica P(K ij );

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Introdução

Procedimento numérico

Resultados

Conclusões Introdução Procedimento numérico Resultados No hamiltoniano do modelo EA, os acoplamentos { J i j

No hamiltoniano do modelo EA, os acoplamentos {J ij } são obtidos de uma distribuição de probabilidades simétrica P(K ij ); Através das iterações do GR acompanhamos a evolução da distribuição de probabilidades P(K ij );

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Introdução

Procedimento numérico

Resultados

Conclusões Introdução Procedimento numérico Resultados No hamiltoniano do modelo EA, os acoplamentos { J i j

No hamiltoniano do modelo EA, os acoplamentos {J ij } são obtidos de uma distribuição de probabilidades simétrica P(K ij ); Através das iterações do GR acompanhamos a evolução da distribuição de probabilidades P(K ij ); Na transição de fases VS–P, P(K ij ) permanece praticamente inalterada durante as iterações do GR;

Sebastião Tadeu de O. Almeida

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Introdução

Procedimento numérico

Resultados

Conclusões Introdução Procedimento numérico Resultados No hamiltoniano do modelo EA, os acoplamentos { J i j

No hamiltoniano do modelo EA, os acoplamentos {J ij } são obtidos de uma distribuição de probabilidades simétrica P(K ij ); Através das iterações do GR acompanhamos a evolução da distribuição de probabilidades P(K ij ); Na transição de fases VS–P, P(K ij ) permanece praticamente inalterada durante as iterações do GR; Neste caso, a distribuição é chamada de distribuição de ponto fixo P (K ij );

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Introdução

Procedimento numérico

Resultados

Conclusões Introdução Procedimento numérico Resultados No hamiltoniano do modelo EA, os acoplamentos { J i j

No hamiltoniano do modelo EA, os acoplamentos {J ij } são obtidos de uma distribuição de probabilidades simétrica P(K ij ); Através das iterações do GR acompanhamos a evolução da distribuição de probabilidades P(K ij ); Na transição de fases VS–P, P(K ij ) permanece praticamente inalterada durante as iterações do GR; Neste caso, a distribuição é chamada de distribuição de ponto fixo P (K ij ); Em redes hierárquicas a forma desta distribuição é desconhecida.

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Introdução

Procedimento numérico

Resultados

Conclusões Introdução Procedimento numérico Resultados 2 . 58 ≤ D ≤ 7 D ∼ 3.58 =
Conclusões Introdução Procedimento numérico Resultados 2 . 58 ≤ D ≤ 7 D ∼ 3.58 =

2.58 D 7

Procedimento numérico Resultados 2 . 58 ≤ D ≤ 7 D ∼ 3.58 = Sebastião Tadeu
D ∼ 3.58 =
D ∼ 3.58
=

Sebastião Tadeu de O. Almeida

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Procedimento numérico

Introdução

Procedimento numérico

Resultados

Estudamos VS de Ising com interações de curto alcance, cujo hamiltoniano é

H = J ij S i S j

ij

(S i = ±1).

(7)

Para os acoplamentos iniciais {J ij } , usamos três distribuições de probabilidades, conhecidas como:

Gaussiana :

Bimodal :

Uniforme :

1

P(J ij ) = 2πJ 2 exp

2 ,

2

J

ij

2J

P(J ij ) = 1 2 [δ(J ij J) + δ(J ij + J)],

P(J ij ) =

1

2J

0

se

J

(outros casos) .

J

ij

J

(8)

(9)

(10)

Sebastião Tadeu de O. Almeida

Estudo do Vidro de Spins de Ising em Redes Hierárquicas

Vidro de spins Natureza caótica da fase vidro de spins Distribuição de ponto fixo Magnetizações locais Multifractalidade Conclusões

Procedimento numérico

Introdução

Procedimento numérico

Resultados

Acompanhamos a distribuição de probabilidades dos acoplamentos através de n iterações do GR.

Sebastião Tadeu de O. Almeida

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Vidro de spins Natureza caótica da fase vidro de spins Distribuição de ponto fixo Magnetizações locais Multifractalidade Conclusões

Procedimento numérico

Introdução

Procedimento numérico

Resultados

Acompanhamos a distribuição de probabilidades dos acoplamentos através de n iterações do GR.

Os atratores de cada fase são:

K ij 0; K ij 0;

1/2 0;

K 1/2 → ∞;

2

K

ij

2

ij

Sebastião Tadeu de O. Almeida

Fase P,

Fase VS.

(11)

(12)

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Vidro de spins Natureza caótica da fase vidro de spins Distribuição de ponto fixo Magnetizações locais Multifractalidade Conclusões

Procedimento numérico

Introdução

Procedimento numérico

Resultados

Acompanhamos a distribuição de probabilidades dos acoplamentos através de n iterações do GR.

Os atratores de cada fase são:

K ij 0; K ij 0;

2

K

ij

2

K

ij

1/2 0;

Fase P,

(11)

1/2 → ∞;

Fase VS.

(12)

No ponto fixo associado à transição VS–P, os momentos não se alteram (até a terceira casa decimal) durante o processo de renormalização.

Sebastião Tadeu de O. Almeida

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Procedimento numérico

Introdução

Procedimento numérico

Resultados

Acompanhamos a cada iteração a curtose,

κ 4 =

4

2 ,

K

ij

3

2

K

ij

(11)

assim como uma razão de momentos de ordem superior,

κ 6 =

Sebastião Tadeu de O. Almeida

6

K

ij

15

2

K

ij

3 .

(12)

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Procedimento numérico

Introdução

Procedimento numérico

Resultados

Acompanhamos a cada iteração a curtose,

κ 4 =

4

2 ,

K

ij

3

2

K

ij

(11)

assim como uma razão de momentos de ordem superior,

κ 6 =

6

K

ij

15

2

K

ij

3 .

(12)

Utilizamos o teste χ 2 em todos os casos.

Sebastião Tadeu de O. Almeida

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Procedimento numérico

Introdução

Procedimento numérico

Resultados

Distribuições de probabilidades

Distribuição q-gaussiana:

onde,

A q =

P(x) = B q [1 (1 q)B q x 2 ]

A

q

    (3q) 1q Γ

π

π

3q

π

1

1q Γ 2(1q) 1

3q

   2(q1) Γ

q1 Γ

q1 1

1

1

1q

+

,

se

se

se

(13)

q < 1,

q = 1,

1 < q < 3.

(14)

Sebastião Tadeu de O. Almeida

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Procedimento numérico

Introdução

Procedimento numérico

Resultados

Distribuições de probabilidades

Distribuição exponencial esticada:

e

(|x|/J) δ

P(x) = 2JΓ(1 + 1 δ )

e − ( | x | / J ) δ P ( x ) = 2

(δ > 0),

(13)

Sebastião Tadeu de O. Almeida

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Resultados

Simulações com um banco de 10 6 acoplamentos para uma única amostra.

tanh 2 K ij

Rede hierárquica de MK com D = 3 – diagrama de fluxo

0.52 0.444 0.50 0.440 0.436 PF 0.48 0.432 0.84 0.86 0.88 0.46 (a) 0.44 D=3
0.52
0.444
0.50
0.440
0.436
PF
0.48
0.432
0.84
0.86
0.88
0.46
(a)
0.44
D=3
PF
0.42
gaussiana
uniforme bimodal
exp. q-gausssiana esticada
0.40
0.70
0.75
0.80
0.85
0.90
0.95
1.00
1.05
1.10
1.15

K 2 ij −1/2

Rede hierárquica de MK com D = 3 e k B T c /J = 0.8797

P(K ij )

0.40

 

0

 
 

n=5 n=4 n=7 n=6 n=9 n=8 n=11 n=10

           

-5

     

δ=1.76(5) q=1.10(1)

ln q P(K ij )

-10

 

n=13 n=12 n=15 n=14

-15

   

exp. n=16 q-gaussiana esticada

-20

   

0

 

10

20

30

40

50

 

(a)

K

ij 2

-8

-6

-4

-2

0

2

4

6

8

10

0.35

0.30

0.25

0.20

0.15

0.10

0.05

0.00

K ij

Rede hierárquica de MK com D = 3 e k B T c /J = 0.8797

P(K ij )

10 0 (b) δ=1.76(5) q=1.10(1) 10 -1 10 -2 10 0 10 -1 10 -3
10 0
(b)
δ=1.76(5) q=1.10(1)
10 -1
10
-2
10
0
10
-1
10
-3
10
-2
10
-3
10
-4
10
-4
10
-5
-8 -6 -4 -2 0
2
4
6
8
10
-5
-7
-6
-5
-4
-3
-2
-1
0
1
2
3
4
5
6
7

K ij

Rede hierárquica de MK com D = 3 e k B T c /J = 0.8797

P(K ij )

10 0

10 -1

10

10

10

10

/ J = 0 . 8797 P(K i j ) 10 0 10 -1 10 10

-2

-3

-4

-5

exp. gaussiana q-gaussiana esticada Lévy t-student

(a)

0.40

0.35

0.30 -0.8 -0.4

0

0.4 0.8

-8

-6

-4

-2

0

K ij

2

4

6

8

Rede hierárquica de PWT com D 3.58 – diagrama de fluxo

=

0.42 0.41 exp. gaussiana esticada 0.40 0.39 PF 0.38 0.37 0.86 0.90 0.94 0.98 1.02
0.42
0.41
exp. gaussiana esticada
0.40
0.39
PF
0.38
0.37
0.86
0.90
0.94
0.98
1.02
〈tanh 2 K ij 〉

K ij 2 −1/2

Rede hierárquica de PWT com D 3.58 e k B T c /J = 0.9821

=

P(K ij )

0.5

0.4

0.3

0.2

0.1

0

(a)

n=5 n=4n=7 n=6 n=9 n=8 exp. n=10 esticada n=7 n=6 n=9 n=8 exp. n=10 esticada

n=7 n=6n=5 n=4 n=9 n=8 exp. n=10 esticada n=5 n=4 n=9 n=8 exp. n=10 esticada

n=9 n=8n=5 n=4 n=7 n=6 exp. n=10 esticada n=5 n=4 n=7 n=6 exp. n=10 esticada

exp. n=10 esticadan=5 n=4 n=7 n=6 n=9 n=8

-6

-4

-2

0

2

4

6

8

K ij

Rede hierárquica de PWT com D 3.58 e k B T c /J = 0.9821

=

P(K ij )

10 0

10 -1

10

10

10

10

J = 0 . 9821 = P(K i j ) 10 0 10 - 1 10

-2

δ=1.57(3)

(b)

10 0 10 -1 10 -2 10 -3 10 -4 10 -5 -8 -6 -4
10
0
10
-1
10
-2
10
-3
10
-4
10
-5
-8 -6 -4 -2 0 2
4
6
8
-7
-6
-5
-4
-3
-2
-1
0
1
2
3
4
5
6
7

-3

-4

-5

K ij

Rede hierárquica de PWT com D 3.58 e k B T c /J = 0.9821

=

P(K ij )

10 0

10 -1

10

10

10

-4

-3

-2

10

-5

9821 = P(K i j ) 10 0 10 -1 10 10 10 -4 -3 -2

Lévy t-student exp. esticada q-exp. gaussiana esticada

(b)

0.45

0.40

0.35

-0.4 -0.2

0

0.2

0.4

-6

-4

-2

0

K ij

2

4

6

P(K ij )

Redes hierárquicas de MK e PWT

10 1 (a) 10 0 10 -1 D=2.58 PWT D=3.58 D=3.00 D=4.58 D=4.00 D=5.00 D=6.00
10 1
(a)
10 0
10 -1
D=2.58 PWT
D=3.58 D=3.00
D=4.58 D=4.00
D=5.00 D=6.00 D=7.00
10
-2
10
-3
10
-4
PWT
10
-5
-8
-6
-4
-2
0
2
4
6
8

K ij

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Introdução

O método

Resultados

Conclusões Introdução O método Resultados Estendemos o método MCC para VS de Ising na rede

Estendemos o método MCC para VS de Ising na rede hierárquica PWT com D 3.58;

=

Sebastião Tadeu de O. Almeida

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Vidro de spins Natureza caótica da fase vidro de spins Distribuição de ponto fixo Magnetizações locais Multifractalidade Conclusões

Introdução

O método

Resultados

Conclusões Introdução O método Resultados Estendemos o método MCC para VS de Ising na rede

Estendemos o método MCC para VS de Ising na rede hierárquica PWT com D 3.58;

O método MCC possibilitou numericamente o estudo das magnetizações locais para diversos modelos em redes hierárquicas do tipo MK;

=

Sebastião Tadeu de O. Almeida

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Introdução

O método

Resultados

Conclusões Introdução O método Resultados Estendemos o método MCC para VS de Ising na rede

Estendemos o método MCC para VS de Ising na rede hierárquica PWT com D 3.58;

O método MCC possibilitou numericamente o estudo das magnetizações locais para diversos modelos em redes hierárquicas do tipo MK;

Usando a distribuição de ponto fixo, obteremos alguns gráficos de funções termodinâmicas, assim como expoentes críticos associados à transição de fases VS–P.

=

Sebastião Tadeu de O. Almeida

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Introdução

O método

Resultados

Conclusões Introdução O método Resultados Sebastião Tadeu de O. Almeida Estudo do Vidro de Spins de
Conclusões Introdução O método Resultados Sebastião Tadeu de O. Almeida Estudo do Vidro de Spins de

Sebastião Tadeu de O. Almeida

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1 a etapa

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Introdução

O método

Resultados

1

Renormalizar Hamiltoniano: H = − J ij S i S j − ξ i S
Renormalizar
Hamiltoniano:
H = −
J ij S i S j −
ξ i S i
ij
i

(S i = ±1),

(14)

Sebastião Tadeu de O. Almeida

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1 a etapa

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Introdução

O método

Resultados

Renormalizar 1 Hamiltoniano: H = − J ij S i S j − ξ i
Renormalizar
1 Hamiltoniano:
H = −
J ij S i S j −
ξ i S i
ij
i

2 P(J ij ) distribuição de ponto fixo.

(S i = ±1),

(14)

Sebastião Tadeu de O. Almeida

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1 a etapa

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Introdução

O método

Resultados

Renormalizar 1 Hamiltoniano: H = − J ij S i S j − ξ i
Renormalizar
1 Hamiltoniano:
H = −
J ij S i S j −
ξ i S i
ij
i

(S i = ±1),

(14)

2 P(J ij ) distribuição de ponto fixo.

3 Relações de recorrência do GR:

K

µν =

1

4

H µ =

H µ +

H ν = H ν +

onde K ij = βJ ij e H i = βξ i .

Sebastião Tadeu de O. Almeida

log Z −− Z ++

Z + Z +

,

1

4

1

4

log

log

Z ++ Z +

Z −−

Z + ,

Z ++ Z +

Z −−

Z + ,

(15)

(16)

(17)

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2 a etapa

Vidro de spins Natureza caótica da fase vidro de spins Distribuição de ponto fixo Magnetizações locais Multifractalidade Conclusões

Introdução

O método

Resultados

Conclusões Introdução O método Resultados Durante a reconstrução da rede, de forma recursiva,

Durante a reconstrução da rede, de forma recursiva, obtemos as magnetizações dos sítios internos da rede hierárquica PWT;

Sebastião Tadeu de O. Almeida

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2 a etapa

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Introdução

O método

Resultados

Conclusões Introdução O método Resultados Durante a reconstrução da rede, de forma recursiva,

Durante a reconstrução da rede, de forma recursiva, obtemos as magnetizações dos sítios internos da rede hierárquica PWT;

Quais são as relações de recorrência neste caso?

Sebastião Tadeu de O. Almeida

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Ausência de campos magnéticos

Hamiltoniano:

H =

Γ µν S µ S ν h µ S µ h ν S ν J 12 S 1 S 2 J 23 S 2 S 3 J 34 S 3 S 4 J 41 S 4 S 1

4

(J µ j S µ S j + J jν S j S ν ).

(18)

j=1

Ausência de campos magnéticos

Hamiltoniano:

H =

Γ µν S µ S ν h µ S µ h ν S ν J 12 S 1 S 2

4

(J µ j S µ S j + J jν S j S ν ).

j=1

Função de partição:

Z = Tr ({S j },S µ ,S ν ) exp (βH) = A (ψ 1 +

J 23 S 2 S 3 J 34 S 3 S 4 J 41 S 4 S 1

ψ 2 ) + B (ψ 3 + ψ 4 ),

(19)

(18)

Ausência de campos magnéticos

Hamiltoniano:

H =

Γ µν S µ S ν h µ S µ h ν S ν J 12 S 1 S 2

4

(J µ j S µ S j + J jν S j S ν ).

j=1

Função de partição:

J 23 S 2 S 3 J 34 S 3 S 4 J 41 S 4 S 1

(18)

Z = Tr ({S j },S µ ,S ν ) exp (βH)

=

A (ψ 1 + ψ 2 ) + B (ψ 3 + ψ 4 ),

(19)

A =

16

i=1

e R i ,

B =

32

i=17

e R i ,

ψ 1 =e βµν h µ h ν ) ,

ψ 2 =e βµν