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Conselho Nacional de Justiça Processo Judicial Eletrônico Petição/Documento cadastrado com sucesso em 21/02/2016 13:59:45. Número do Processo: 0000207-67.2016.2.00.0000 Orgão Julgador: Gab. Cons. Fernando Cesar B. De Mattos Documento: Petição Tipo de Documento: Petição REQUERENTE PLINIO MARCOS MOREIRA DA ROCHA REQUERIDO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA - CNJ Assinado por: PLINIO MARCOS MOREIRA DA ROCHA Juntado por: PLINIO MARCOS MOREIRA DA ROCHA Conselho Nacional de Justiça: 1 de 1 https://www.cnj.jus.br/pjecnj/Painel/painel_usuario/documentoHTML.s... Estamos incluindo Petição RECURSO com caráter de Embargos de Declaração, uma vez que, o Conselheiro não avaliou a Demanda de forma Global, apenas e tão somente, avaliou a Demanda restritivamente, em conveniência ou não. Assinado eletronicamente por: PLINIO MARCOS MOREIRA DA ROCHA https://www.cnj.jus.br/pjecnj/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam ID do documento: 1885099 16022113594342600000001838695 21/02/2016 14:33 Conselho Nacional de Justiça Processo Judicial Eletrônico Petição/Documento cadastrado com sucesso em 21/02/2016 14:27:52. Número do Processo: 0000207-67.2016.2.00.0000 Orgão Julgador: Gab. Cons. Fernando Cesar B. De Mattos Documento: Informações Tipo de Documento: Informações REQUERENTE PLINIO MARCOS MOREIRA DA ROCHA REQUERIDO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA - CNJ Assinado por: PLINIO MARCOS MOREIRA DA ROCHA Juntado por: PLINIO MARCOS MOREIRA DA ROCHA Conselho Nacional de Justiça: https://www.cnj.jus.br/pjecnj/Painel/painel_usuario/documentoHTML.s... Estamos incluindo Petição RECURSO com caráter de Embargos de Declaração, uma vez que, o Conselheiro não avaliou a Demanda de forma Global, apenas e tão somente, avaliou a Demanda restritivamente, em conveniência ou não Embargo de Declaração – Embotamento Jurisdicional em Conveniência Com base no Regimento Interno do Conselho Nacional de Justiça, CAPÍTULO VII - DOS RECURSOS ADMINISTRATIVOS, Art. 115. A autoridade judiciária ou o interessado que se considerar prejudicado por decisão do Presidente, do Corregedor Nacional de Justiça ou do Relator poderá, no prazo de cinco (5) dias, contados da sua intimação, interpor recurso administrativo ao Plenário do CNJ. § 1º São recorríveis apenas as decisões monocráticas terminativas de que manifestamente resultar ou puder resultar restrição de direito ou prerrogativa, determinação de conduta ou anulação de ato ou decisão, nos casos de processo disciplinar, reclamação disciplinar, representação por excesso de prazo, procedimento de controle administrativo ou pedido de providências. § 2º O recurso será apresentado, por petição fundamentada, ao prolator da decisão atacada, que poderá reconsiderá-la no prazo de cinco (5) dias ou submetê-la à apreciação do Plenário na primeira sessão seguinte à data de seu requerimento. § 3º Relatará o recurso administrativo o prolator da decisão recorrida; quando se tratar de decisão proferida pelo Presidente, a seu juízo o recurso poderá ser livremente distribuído. § 4º O recurso administrativo não suspende os efeitos da decisão agravada, podendo, no entanto, o Relator dispor em contrário em caso relevante. § 5º A decisão final do colegiado substitui a decisão recorrida para todos os efeitos. § 6º Dos atos e decisões do Plenário não cabe recurso. Venho, MUI RESPEITOSAMENTE, recorrer da Decisão proferida pelo Conselheiro Fernando Baptista de Matos, uma vez que, a mesma não avaliou TODO o contexto da demanda proposta, tendo em vista, que a mesma apresenta o entendimento da 2ª Câmara do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, que é uso costumeiro no Judiciário Brasileiro, que, concretamente, vai DE encontro, ao já manifestado pelo Supremo Tribunal Federal, ao manifestado pelo Superior Tribunal de Justiça e ao manifestado pelo Conselho Federal de Medicina, conforme formalmente é apresentado na Inicial. Venho, MUI RESPEITOSAMENTE, recorrer da Decisão proferida pelo Conselheiro Fernando Baptista de Matos, uma vez que, a mesma não avaliou TODO o contexto da demanda proposta, tendo em vista, o fato de que este Conselho já avaliou, questão de “Usos e Costumes” em Tribunais Brasileiros, como por exemplo, pode ser observado na notícia em anexo “CNJ considera legal norma que define traje para entrar na Comarca de Vilhena (RO)” divulgada no site oficial do CNJ, algo que, sem a menor dúvida, de forma inquestionável, e irrefutável, coloca como competência do CNJ Avaliar, questão de “Usos e Costumes” em Tribunais Brasileiros, como a “Banalização do uso de Titularidade Acadêmica nos Tribunais Brasileiros”, principalmente, quando a mesma não for tratamento, mas, apresentação de Titularidade Profissional. Minha intuição, apenas me diz, que a “pífia” avaliação feita pelo Conselheiro, tem muito de interesse pessoal, uma vez que, presumivelmente, o Conselheio, entende ser NOBRE, e RESPEITOSO, ser tratado, ou 1 de 4 21/02/2016 14:34 Conselho Nacional de Justiça: 2 de 4 https://www.cnj.jus.br/pjecnj/Painel/painel_usuario/documentoHTML.s... mesmo, se apresentar Profissionalmente, com a ALCUNHA de Doutor (de MERDA), uma vez que: Por não ter sido cursado nenhum Curso de Doutorado, este título “merecidamente” foi “conquistado” em um Curso de MERDA. Por não ter sido frequentado nenhum Estabelecimento de Ensino Superior Reconhecido pelo MEC – Ministério de Estado de Esducação, este título “merecidamente” foi “conquistado” em um Estabelecimento de MERDA. Pelo fato de que o Ministério de Estado de Educação, assiste ao uso banalizado da Titularidade Acadêmica, reconhecida nacionalmente e Internacionalmente, de Doutor, como ALCUNHA de “Doutor (de MERDA)”, por entender que apenas tem atribuição de trabalhar requisitos e controle da formação acadêmica, razão pela qual, este título tem pelo Ministério de Estado de Educação de MERDA, o tácito reconhecimento de que “merecidamente” foi “conquistado”. Pelo fato de que o Ministério de Estado de Educação, assiste ao uso banalizado da Titularidade Acadêmica, reconhecida nacionalmente e Internacionalmente, de Doutor, como ALCUNHA de “Doutor (de MERDA)”, por também entender que CABE aos Conselhos Profissionais tal Fiscalização, razão pela qual, este título tem pelo Ministério de Estado de Educação de MERDA, o tácito reconhecimento de que “merecidamente” foi “conquistado”. Pelo fato de que a República Federativa do Brasil, principalmente, através do Poder Judiciário, permite o uso banalizado da Titularidade Acadêmica, reconhecida nacionalmente e Internacionalmente, de Doutor, como ALCUNHA de “Doutor (de MERDA)”, não só no tratamento dispensado a todos os advogados, mas também, na apresentação Profissional em Petição Inicial em Juízo, no caso na 15ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, razão pela qual, este título tem pelo Estado de Dirreito Brasileiro de MERDA, o tácito reconhecimento de que “merecidamente” foi “conquistado”, quando então, voltamos a ressaltar que esta situação Vai DE Encontro, às manifestações efetuadas pelo STF, e STJ, em decisões judiciais proferidas. Pede Deferimento, Dr. Plinio Marcos Moreira da Rocha “Colando” (copiando) Grau de Doutor, com Doutorado em Direito de “Merda” (inexistente), em Estabelecimento de “Merda” (inexistente), reconhecido pelo Ministério de Estado da Educação de “Merda (que TUDO assiste, duplo sentido), de um Estado de Direito de “Merda” (que TUDO permite), conforme o documento “Sugestões de ação no RESGATE da Credibilidade”. http://pt.scribd.com/doc/145276286/Sugestoes-de-Acao-no-RESGATE-da-Credibilidade Rua Gustavo Sampaio nº112 apto. 603 – LEME – Rio de Janeiro – RJ CEP – 22.010-010 Tel. (Res) 2542-7710 21/02/2016 14:34 Conselho Nacional de Justiça: 3 de 4 https://www.cnj.jus.br/pjecnj/Painel/painel_usuario/documentoHTML.s... Tel. (Cel) 9 8618-3350 Penso, não só Existo, Me Faço PRESENTE Um Cinquentão com índole de um Jovem revolucionário apaixonado por TUDO que se envolve, por isso, tem a Despreocupação Responsável em MUDAR Conceitos e Valores. A Despreocupação Responsável em MUDAR Conceitos e Valores La leggerezza responsabile di MODIFICARE Concetti e Valori Die Nachlässige verantwortlich zu ändern Konzepte und Werte Descuidos a la Responsable de CAMBIAR conceptos y valores De onzorgvuldige Verantwoordelijke VERANDERING van concepten en Waarden The Responsible Easiness in CHANGING Concepts and Values Le négligent responsable de changement Concepts et valeurs Analista de Sistemas, presumivelmente único Cidadão Brasileiro COMUM, que mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharél, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas nas 6ª, e 7ª, edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como premissa o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo Conselho Julgador, conforme o documento INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Juridico II, http://pt.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-Meio-Juridico-II 21/02/2016 14:34 Conselho Nacional de Justiça: 4 de 4 https://www.cnj.jus.br/pjecnj/Painel/painel_usuario/documentoHTML.s... Assinado eletronicamente por: PLINIO MARCOS MOREIRA DA ROCHA https://www.cnj.jus.br/pjecnj/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam ID do documento: 1885126 16022114275117300000001838722 21/02/2016 14:34 Embargo de Delaração – Embotamento Jurisdicional em Conveniência Com base no Regimento Interno do Conselho Nacional de Justiça, CAPÍTULO VII - DOS RECURSOS ADMINISTRATIVOS, Art. 115. A autoridade judiciária ou o interessado que se considerar prejudicado por decisão do Presidente, do Corregedor Nacional de Justiça ou do Relator poderá, no prazo de cinco (5) dias, contados da sua intimação, interpor recurso administrativo ao Plenário do CNJ. § 1º São recorríveis apenas as decisões monocráticas terminativas de que manifestamente resultar ou puder resultar restrição de direito ou prerrogativa, determinação de conduta ou anulação de ato ou decisão, nos casos de processo disciplinar, reclamação disciplinar, representação por excesso de prazo, procedimento de controle administrativo ou pedido de providências. § 2º O recurso será apresentado, por petição fundamentada, ao prolator da decisão atacada, que poderá reconsiderá-la no prazo de cinco (5) dias ou submetê-la à apreciação do Plenário na primeira sessão seguinte à data de seu requerimento. § 3º Relatará o recurso administrativo o prolator da decisão recorrida; quando se tratar de decisão proferida pelo Presidente, a seu juízo o recurso poderá ser livremente distribuído. § 4º O recurso administrativo não suspende os efeitos da decisão agravada, podendo, no entanto, o Relator dispor em contrário em caso relevante. § 5º A decisão final do colegiado substitui a decisão recorrida para todos os efeitos. § 6º Dos atos e decisões do Plenário não cabe recurso. Venho, MUI RESPEITOSAMENTE, recorrer da Decisão proferida pelo Conselheiro Fernando Baptista de Matos , uma vez que, a mesma não avaliou TODO o contexto da demanda proposta, tendo em vista, que a mesma apresenta o entendimento da 2ª Câmara do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, que é uso costumeiro no Judiciário Brasileiro, que, concretamente, vai DE encontro, ao já manifestado pelo Supremo Tribunal Federal, ao manifestado pelo Superior Tribunal de Justiça e ao manifestado pelo Conselho Federal de Medicina, conforme formalmente é apresentado na Inicial. Venho, MUI RESPEITOSAMENTE, recorrer da Decisão proferida pelo Conselheiro Fernando Baptista de Matos, uma vez que, a mesma não avaliou TODO o contexto da demanda proposta, tendo em vista, o fato de que este Conselho já avaliou, questão de “Usos e Costumes” em Tribunais Brasileiros, como por exemplo, pode ser observado na notícia em anexo “CNJ considera legal norma que define traje para entrar na Comarca de Vilhena (RO)” divulgada no site oficial do CNJ, algo que, sem a menor dúvida, de forma inquestionável, e irrefutável, coloca como competência do CNJ Avaliar, questão de “Usos e Costumes” em Tribunais Brasileiros, como a “Banalização do uso de Titularidade Acadêmica nos Tribunais Brasileiros”, principalmente, quando a mesma não for tratamento, mas, apresentação de Titularidade Profissional. Minha intuição, apenas me diz, que a “pífia” avaliação feita pelo Conselheiro, tem muito de interesse pessoal, uma vez que, presumivelmente, o Conselheio, entende ser NOBRE, e RESPEITOSO, ser tratado, ou mesmo, se apresentar Profissionalmente, com a ALCUNHA de Doutor (de MERDA), uma vez que: • Por não ter sido cursado nenhum Curso de Doutorado, este título “merecidamente” foi “conquistado” em um Curso de MERDA. • Por não ter sido frequentado nenhum Estabelecimento de Ensino Superior Reconhecido pelo MEC – Ministério de Estado de Esducação, este título “merecidamente” foi “conquistado” em um Estabelecimento de MERDA. • Pelo fato de que o Ministério de Estado de Educação, assiste ao uso banalizado da Titularidade Acadêmica, reconhecida nacionalmente e Internacionalmente, de Doutor, como ALCUNHA de “Doutor (de MERDA)”, por entender que apenas tem atribuição de trabalhar requisitos e controle da formação acadêmica, razão pela qual, este título tem pelo Ministério de Estado de Educação de MERDA, o tácito reconhecimento de que “merecidamente” foi “conquistado”. • Pelo fato de que o Ministério de Estado de Educação, assiste ao uso banalizado da Titularidade Acadêmica, reconhecida nacionalmente e Internacionalmente, de Doutor, como ALCUNHA de “Doutor (de MERDA)”, por também entender que CABE aos Conselhos Profissionais tal Fiscalização, razão pela qual, este título tem pelo Ministério de Estado de Educação de MERDA, o tácito reconhecimento de que “merecidamente” foi “conquistado”. • Pelo fato de que a República Federativa do Brasil, principalmente, através do Poder Judiciário, permite o uso banalizado da Titularidade Acadêmica, reconhecida nacionalmente e Internacionalmente, de Doutor, como ALCUNHA de “Doutor (de MERDA)”, não só no tratamento dispensado a todos os advogados, mas também, na apresentação Profissional em Petição Inicial em Juízo, no caso na 15ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, razão pela qual, este título tem pelo Estado de Dirreito Brasileiro de MERDA, o tácito reconhecimento de que “merecidamente” foi “conquistado”, quando então, voltamos a ressaltar que esta situação Vai DE Encontro, às manifestações efetuadas pelo STF, e STJ, em decisões judiciais proferidas. Pede Deferimento, Dr. Plinio Marcos Moreira da Rocha “Colando” (copiando) Grau de Doutor, com Doutorado em Direito de “Merda” (inexistente), em Estabelecimento de “Merda” (inexistente), reconhecido pelo Ministério de Estado da Educação de “Merda (que TUDO assiste, duplo sentido), de um Estado de Direito de “Merda” (que TUDO permite), conforme o documento “Sugestões de ação no RESGATE da Credibilidade”. http://pt.scribd.com/doc/145276286/Sugestoes-de-Acao-no-RESGATE-daCredibilidade Rua Gustavo Sampaio nº112 apto. 603 – LEME – Rio de Janeiro – RJ CEP – 22.010-010 Tel. (Res) 2542-7710 Tel. (Cel) 9 8618-3350 Penso, não só Existo, Me Faço PRESENTE Um Cinquentão com índole de um Jovem revolucionário apaixonado por TUDO que se envolve, por isso, tem a Despreocupação Responsável em MUDAR Conceitos e Valores. A Despreocupação Responsável em MUDAR Conceitos e Valores La leggerezza responsabile di MODIFICARE Concetti e Valori Die Nachlässige verantwortlich zu ändern Konzepte und Werte Descuidos a la Responsable de CAMBIAR conceptos y valores De onzorgvuldige Verantwoordelijke VERANDERING van concepten en Waarden The Responsible Easiness in CHANGING Concepts and Values Le négligent responsable de changement Concepts et valeurs ‫إن إهمال المسؤولين إلى تغيير المفاهيم والقيم‬ 不注意な変更概念と値に責任 Analista de Sistemas, presumivelmente único Cidadão Brasileiro COMUM, que mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharél, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas nas 6ª, e 7ª, edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como premissa o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo Conselho Julgador, conforme o documento INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Juridico II, http://pt.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUMNo-Meio-Juridico-II http://www.cnj.jus.br/noticias/67094-cnj-considera-legal-norma-que-define-traje-para-entrar-na-comarca-de-vilhena-ro A questão foi levada ao CNJ pelo advogado Alex André Smaniotto, inconformado com a proibição de entrada no fórum de pessoas com calção, shorts e bermudões, como também de bonés e chapéus. https://www.cnj.jus.br/pjecnj/ConsultaPublica/DetalheProcessoConsulta... Conselho Nacional de Justiça Autos: PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS - 0000207-67.2016.2.00.0000 Requerente: PLINIO MARCOS MOREIRA DA ROCHA Requerido: CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA - CNJ DECISÃO P M M R requer ao Conselho Nacional de Jus ça (CNJ) a reavaliação de decisão proferida pela 2ª Câmara do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB), “que cristaliza, de forma tacanha, a banalização do uso da tularidade acadêmica de ‘doutor’ por qualquer operador de direito” (Id 1871043). O pedido não merece ser conhecido. A Cons tuição Federal, nos termos do ar go 103-B, § 4º, incisos I a VII, delimitou o campo de atuação deste Conselho e lhe conferiu a missão de controlar a atuação administra va e financeira do Poder Judiciário, bem como o cumprimento dos deveres funcionais dos seus juízes. No caso dos autos, pugna o requerente pelo reexame de decisão proferida pelo CFOAB, no intuito de que seja erradicado o uso indiscriminado do Jtulo acadêmico de “doutor” pelos operadores. Pedido, portanto, estranho às finalidades do CNJ, que nada diz respeito a questões administra vas ou financeiras dos tribunais, tampouco retrata conduta ou irregularidade atribuída a magistrado. Ante o exposto, com fundamento no art. 25, X, do RICNJ, não conheço do pedido e determino o arquivamento deste procedimento. In me-se o requerente. Em seguida, arquivem-se independentemente de nova conclusão. 1 de 2 18/02/2016 23:19 2 de 2 https://www.cnj.jus.br/pjecnj/ConsultaPublica/DetalheProcessoConsulta... Brasília, data registrada no sistema. F C B PQ Q Conselheiro M QQ 18/02/2016 23:19