Você está na página 1de 23
UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS INSTITUTO DE EDUCAÇÃO, AGRICULTURA E AMBIENTE COORDENAÇÃO DE BIOLOGIA E QUÍMICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS INSTITUTO DE EDUCAÇÃO, AGRICULTURA E AMBIENTE COORDENAÇÃO DE BIOLOGIA E QUÍMICA LICENCIATURA DUPLA EM CIÊNCIAS: BIOLOGIA E QUÍMICA

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE ENSINO II OBSERVAÇÃO E INTERVENÇÃO

Relatório final solicitado como obtenção de nota parcial, aos alunos do curso de licenciatura dupla em Ciências: Biologia e Química, pela Prof.ª Me. Rúbia Darivanda, na disciplina Estágio Supervisionado de ensino II.

HUMAITÁ-AM

2015

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS INSTITUTO DE EDUCAÇÃO, AGRICULTURA E AMBIENTE LICENCIATURA DUPLA EM CIÊNCIAS: BIOLOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS INSTITUTO DE EDUCAÇÃO, AGRICULTURA E AMBIENTE LICENCIATURA DUPLA EM CIÊNCIAS: BIOLOGIA E QUÍMICA

ORIENTADOR (A):Msc. RÚBIA DARIVANDA COSTA

DISCENTE: RODRIGO HENRIQUE RISSO AIRES ALVES

HUMAITÁ-AM

2015

Sumário

1.INTRODUÇÃO

4

2.

OBJETIVOS

6

2.1 Objetivo geral:

6

2.2 Objetivos específicos:

6

3.

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

7

A EDUCAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL

8

 

3.1.1

O ensino e suas metodologias no ensino de Ciências Naturais

8

3.2

A EDUCAÇÃO NO ENSINO MÉDIO

9

3.2.1

O ensino e suas metodologias de Biologia

9

4.

MATERIAIS E MÉTODOS

11

4.1.1 Estágio Supervisionado em Ciências Naturais

12

4.1.2 Estágio Supervisionado em Biologia

12

5.

RESULTADOS E DISCUSSÕES

13

5.1 QUANTO À ESTRUTURA FÍSICA E RELAÇÕES HUMANAS- ESCOLA MUNICIPAL

16

5.2 QUANTO À ESTRUTURA FÍSICA E RELAÇÕES HUMANAS- ESCOLA ESTADUAL

DOM BOSCO

ÁLVARO BOTELHO MAIA

17

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

19

7. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICAS

20

8. ANEXOS

22

RESUMO

O estágio supervisionado de ensino em sua segunda etapa tem como objetivos principais, fortalecer a relação entre o aluno de licenciatura e o futuro ambiente onde exercerá sua profissão de educador. Aliando assim a teoria à prática propriamente dita. Vale ressaltar que o estágio supervisionado não deve ser encarado somente como uma disciplina obrigatória, mas sim de uma maneira que permitirá ao estudante, seja qual for sua licenciatura, a adquirir um pensamento crítico, onde deverá buscar saídas para problemas que serão comuns no seu local de trabalho, bem como conhecer a realidade do local, de seus alunos e procurar desde agora, colaborar para a formação das mentes mais jovens, em prol da melhoria da educação de ensino básico.

1.INTRODUÇÃO

Este relatório é um produto da disciplina Estágio Supervisionado de Ensino II (observação e intervenção), disponibilizada no 8º período do curso de licenciatura em ciências: Biologia e Química, do Instituto de Educação, Agricultura e Ambiente. O público alvo foram alunos do ensino fundamental 8° ano “A e B” da escola estadual Dom Bosco, situada em Humaitá- AM, sul do estado.

Partindo da premissa, que o estágio de licenciatura é algo obrigatório para a formação de corpo docente, embasando na LDB (Nº 9394/96), tem como objetivo, a vivência do aluno em um ambiente de fundamental análise para que possa refletir e aprender a tomar decisões que possam colaborar com o ensino e aprendizagem de seus alunos em um futuro próximo.

A experiência do estágio é essencial para a formação integral do

aluno, considerando que cada vez mais são requisitados profissionais

com habilidades e bem preparados. Ao chegar à universidade o aluno

se depara com o conhecimento teórico, porém muitas vezes, é difícil

relacionar teoria e prática se o estudante não vivenciar momentos reais

em que será preciso analisar o cotidiano (MAFUANI, 2011).

A prática de estágio nas escolas remonta na mente dos alunos graduandos, uma lembrança de seus tempos de colégio e ao mesmo tempo os desafia a tornar a realidade de seus futuros alunos em algo que seja interessante, um momento de profundo aprendizado e interação, onde ambos precisam estar conectados pelo mesmo objetivo: desenvolver a percepção sobre o mundo que os cerca e a necessidade de conhecimento. O estágio supervisionado de ensino, em sua primeira etapa e segunda, de observação aliada a intervenção, é muito interessante, devido ser o primeiro contato do graduando com a escola, onde surgem grandes barreiras que deverá enfrentar para promover o ensino e aprendizado de seus alunos.

O estágio supervisionado vai muito além de um simples cumprimento

de exigências acadêmicas. Ele é uma oportunidade de crescimento pessoal e profissional. Além de ser um importante instrumento de integração entre universidade, escola e comunidade (FILHO, 2010).

Assim, o estágio vai além das exigências acadêmicas, oferecendo uma teoria que poderá ser praticada de modo vigorante, causando uma sensação de ânimo e embeleza a arte

de educar nos jovens graduandos e de forma firme, enobrece àqueles que já possuem em seu desejo profissional, uma grande vontade de levar educação nos locais mais distantes.

O estágio supervisionado vem a ser uma atividade que propicia ao aluno, uma

experiência que contribuir com sua formação e que possibilitará seu ingresso no mercado de trabalho.

Na vivência durante este período de observação e a intervenção, o estagiário reavalia a

carreira que escolheu seguir e faz seus próprios julgamentos, ao analisar a relação aluno- professor-pais, nesse sentido muitas perguntas vão fluindo em suas mentes se é realmente o que querem para suas vidas e é nesse exato momento que ressalta-se a importância de realizar

estágio supervisionado nas escolas de ensino fundamental e médio.

A educação pública brasileira em suas bases, é perfeita, sem defeitos ou espaços,

porém, a marginalização da sociedade e a falta de recursos, permite que, de forma avassaladora, problemas como: falta de infra-estrutura, merenda escolar, professores, condições apropriadas para o ensino, falta de livros em bibliotecas, interfiram diretamente no aprendizado de crianças, adolescentes e adultos. Torna-se ineficiente a criação de diversas escolas ou creches, se não acompanham o crescimento populacional de estudantes que nelas frequentarão, ou atender as necessidades mais básicas de um ser humano: a fome. Visto que este fator é determinante na maioria das vezes para o retorno da criança carente ou adolescente para as escolas. Apontando esses fatores e a relevância dessa primeira experiência, Freire (1996) afirma que, a reflexão crítica sobre a prática se torna uma exigência da relação Teoria / Prática sem a qual a teoria pode ir virando blablablá e a prática, ativismo. A indubitável necessidade, do aluno sair da universidade em meio ao curso e vivenciar durante alguns semestres dentro das escolas de ensino médio ou fundamental abre os caminhos e separa as águas em sua formação, de forma que contabilize diversos pontos positivos para sua formação e driblando as dificuldades futuras em salas de aula quebrando os tabus da educação no ensino básico, em uma tentativa de mudar o cenário da situação educacional no Brasil. Portanto, o objetivo do presente trabalho, é relatar a vivência do cotidiano dos professores no ensino de Ciências Naturais e Biologia, apontando as características da profissão e vários motivos que a alta cúpula do governo tem para melhoria da educação e valorização do professor.

2. OBJETIVOS

2.1 Objetivo geral:

Adquirir experiência no exercício da profissão educacional em escolas de ensino básico.

2.2 Objetivos específicos:

Iniciar com a fase de orientação específica, junto ao professor orientador para a formação do embasamento teórico e orientação para o desenvolvimento do estágio;

Explorar, analisar e refletir sobre o campo de estágio, ou seja, a escola observada e a realidade da mesma juntamente dos alunos;

Conciliar os conhecimentos adquiridos nas disciplinas estudadas na graduação com a prática pedagógica utilizadas em sala de aula, buscando firmar uma prática que seja expressiva;

Elaborar e construir o relatório final de observação e intervenção do estágio.

3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Segundo Passerini (2007), esta prática é o primeiro contato que o futuro professor terá com seu futuro campo de atuação. Por meio da observação, da participação e da regência, o licenciando poderá construir futuras ações pedagógicas. Aqui, o autor enfatiza a atuação futura do licenciado, no intuito dele estabelecer metas que beneficiem seu trabalho juntamente seus alunos em ações que promovam ensino de qualidade em atividades como projetos de extensão, que a relação aluno-professor não seja somente algo mecânico, mas algo inovador.

Januario (2008), justifica a necessidade de estágio pois, o futuro professor passa a enxergar a educação com outro olhar, procurando entender a realidade da escola e o comportamento dos alunos, dos professores e dos profissionais que a compõem. Neste sentido, o licenciando tem a oportunidade de observar de perto, como anda a situação educacional nas redes de ensino básico do país e aqui, já começa a desenvolver prováveis opiniões que possivelmente possam colaborar para a melhoria no mínimo da escola onde futuramente desempenhará sua profissão.

O professor de Ciências Naturais encontra-se em posição privilegiada em relação aos outros profissionais da escola, à medida que, por sua formação básica e pela quantidade de material da área disponível na internet ou sob outras formas eletrônicas, ele tem mais facilidade para usar os recursos informacionais. A utilização desses recursos, o aprendizado de como selecionar informações e reagrupa-las, além de tornarem as aulas menos monótonas, possibilitam aos alunos a aquisição de algumas habilidades necessárias para sua inserção no mercado contemporâneo. (DELIZOICOV et al, 2011).

Assim, é necessária a atualização de professores seja de ciências naturais, biologia ou qualquer outra disciplina, objetivando a melhor forma de transmitir informações para seus alunos e sempre carregar consigo sua missão, além de ensinar, fazê-los aprender e reproduzir seus conhecimentos

A EDUCAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL

3.1.1 O ensino e suas metodologias no ensino de Ciências Naturais

As grandes dificuldades no ensino de Ciências Naturais tem sido abordados em diversos ramos das literaturas, como Lellis argumenta (2003) temos a ênfase dada aos conteúdos desprovidos de significados no contexto social do aluno; o foco na memorização; o excesso de aulas expositivas e o uso da experimentação como mera ilustração, dissociada de uma estratégia de ensino mais ampla.

Os professores de Ciências Naturais encontram-se em uma situação complicada quando se deparam frente às grandes dificuldades seja estruturais causadas pela própria escola ou a falta de respeito em relação a sua própria profissão, no entanto, Silva (1999) nos ressalta a verdadeira condição de um professor de Ciências Naturais, uma pessoa que conhece os passos do conhecimento, o qual se torna o centro do universo, que possa resolver todos os problemas em questão e não só perguntas que estejam relacionadas com os limites da escola, mas também problemas de fora, do mundo externo.

O grande entrave em questão é que muitos professores ainda não se sentem preparados para prática de um ensino reformulado, diferente e com novos objetivos, ou seja, um ensino que abrange todas as áreas, um ensino interdisciplinar. A aprendizagem dos alunos é favorecida quando se correlacionam as diferentes áreas do conhecimento seja Ciências da Natureza ou Ciências humanas, principalmente quando os temas abordados são similares aos problemas de sua própria realidade.

Uma grande limitação observada também é o próprio domínio do professor sobre os conteúdos. Jamais deve se prender apenas ao tema da aula, já que na era da tecnologia, as informações chegam mais rápido e isso não impede aos alunos de trazerem dados novos, perguntas, questionamentos dos mais diversos podendo estar corretos ou incorretos, e é nesse momento em que o professor de Ciências Naturais de qualquer área, deve se mostrar centrado e correto no momento de argumentar a favor ou contra.

O professor que chega na sala de aula, se limitando apenas ao conteúdo do livro didático, está caminhando para o precipício, pois indiretamente subestima os alunos, e um pode vir a fazer um questionamento centrado, colocando aquele em uma situação delicada e

vexatória. Isso pode ocorrer de duas maneiras, ou responderá de forma correta ou incorreta. Esses e outros fatores podem levar a grandes consequências na educação desses jovens.

Não se pode culpar apenas os professores por todos os problemas na educação brasileira. Deve-se também salientar a falta de interesse dos alunos pelo próprio conhecimento, o que culmina com o desinteresse dos professores em aprimorar sua aula em sala. Os docentes hoje em dia sentem-se desestimulados e todos esforços tornam-se ineficazes, pelos menos a primeira vista.

Pozo (2009), nos traz uma reflexão muito boa e afirma que além da falta de interesse pelo que aprendem, os alunos possuem mais atitudes passivas do que ativas em relação à Ciência, não buscam as respostas para seus problemas, ao contrário, aguardam a chegada dela. Ainda não possuem a velha noção de quem faz o mundo girar são as perguntas e não as respostas.

A constante criação de técnicas de ensino em ciências, é uma das ferramentas que buscam a aprendizagem dos alunos de maneira simples, transformando o desinteresse pela disciplina em algo prazeroso e bom de se estudar. É de caráter verdadeiro, a grande necessidade de modificar a estrutura de ensino e aprendizagem, trabalhando com propostas logo cedo no ensino fundamental, induzindo-os a serem investigadores de diversos fenômenos e que possam indagar, questionar e levantar soluções para os próprios problemas da comunidade em que vivem.

3.2 A EDUCAÇÃO NO ENSINO MÉDIO

3.2.1 O ensino e suas metodologias de Biologia

As metas do Ensino Médio, em cada grande área do saber, tem como missão, aliar o desenvolvimento do conhecimento prático contextualizando com a realidade que envolve o aluno, correspondendo com a necessidade da vida atual do mesmo. Para a área das Ciências da Natureza, Matemática e Tecnologias, se torna um fato, pois a crescente valorização do conhecimento e da capacidade de inovar demanda cidadãos capazes de aprender continuamente, para o que é essencial uma formação geral e não apenas um treinamento específico (PCN, 2006).

Segundo Costa e Costa (2006), em grande parte, uma nova proposta de como ensinar a biologia está relacionada à própria mudança ocorrida nas últimas décadas e no seio da própria

disciplina, de seu conceito fundamental a vida. Neste sentido, é de particularidade do professor, dispor de métodos que captem a atenção do aluno, excluindo aquela metodologia arcaica a qual muitos alunos estão acostumados a seguir. Utilizando o próprio ambiente que os alunos estão acostumados a viver, seria de grande valia para aulas experimentais, como botânica, observação de ecossistemas, os impactos que sofrem o meio ambiente e qual implicação sobre a vida dos animais.

De acordo com Krasilchik (2008), são as aulas expositivas, onde os professores repetem os livros didáticos, enquanto os alunos ficam passivamente ouvindo; as discussões, onde há um diálogo com os alunos cujo principal objetivo é mostrar aos estudantes como o conhecimento surge da interpretação de dados discutíveis; demonstrações, que servem para apresentar à classe técnicas, fenômenos, espécimes, aulas práticas, cujo objetivo principal é analisar cuidadosamente, com companheiros e professores, os resultados e significados de pesquisas.

É fácil analisar um dado quando se possui uma metodologia claro, sem delongas para exprimir um fato, agora o que se determina o resultado positivo para esta ação, é a busca de um conhecimento mais simplificado que faça jus às bases do conhecimento científico, principalmente contextualizando a vida dos alunos com o conhecimento em sala de aula.

Aqui neste ponto, nota-se a necessidade de escancarar conceitos que objetivam alterar o caminho do ensino de Biologia e a maneira como transmitir os conhecimentos necessários que irão ser notáveis pelo público-alvo. Além deste fator, é de suma importância que os assuntos explorados sejam atuais e polêmicos. Segundo Pedrancini et al (2007), cabe à escola abordar a Ciência de maneira sistêmica, interdisciplinar, oferecendo uma educação inovadora que oferecerá aos cidadãos a apropriação de conhecimentos com base nos quais possam tomar decisões conscientes e esclarecidas.

Um novo paradigma para o ensino de biologia se tem cogitado, reforçando o que o autor supracitado afirma, prevendo a incorporação novas temáticas, objetivando o aluno a aprender conceitos diferentes, logicamente aliado a esses assuntos deve-se buscar novas estratégias e recursos para motivar os alunos. Para que isso ocorra de maneira positiva, o professor deve dispor de vários instrumentos, promova discussões, nunca expondo sua opinião como verdade absoluta e sempre contextualizando os temas com a realidade que os norteiam.

O campo da Biologia possui um lugar de destaque entre as ciências e os avanços nesta grande área marcam a sociedade, como por exemplo a descoberta do genoma humano, o processo de clonagem, etc. São nestes pontos que o ensino contribui para que todas essas descobertas cheguem ao conhecimento de todos.

4. MATERIAIS E MÉTODOS

As séries e escolas, onde realizou-se o estágio curricular de observação e intervenção foram: o 1° ano do ensino médio da Escola Estadual Álvaro Maia e no ensino fundamental, 8º ano, da Escola Municipal Dom Bosco, ambos na cidade de Humaitá, Amazonas. Foram dedicadas 40 horas, divididas na metade para as disciplinas de Biologia e Ciências naturais.

Os materiais utilizados por ambos professores foram livros didáticos, quadro branco, pincel, apagador, caneta, folhas e data show. Já o observador, cadernos, lápis, caneta, papel

A4.

Quanto a metodologia empregada pelo aluno estagiário, foi inicialmente encaminhado às escolas supracitadas, os documentos necessários para a aceitação do estagiário como visa a legislação vigente.

Após esse processo, foi observada a escola, em suas partes de infraestrutura e ambiental, assim como as relações interpessoais entre alunos-professores-funcionários-gestão.

O segundo momento foi a observação em si da aula dos professores, os métodos que utiliza para que suas aulas fossem mais aproveitadas, os recursos que tem ao seu dispor, a relação entre alunos-alunos e professor-aluno. O terceiro momento foi a intervenção do estagiário, ao lidar com a turma de alunos, em uma aula concedida pelos professores supervisores, com o intuito de aprimorar suas habilidades ao ministrar o conteúdo, realizando assim uma reflexão sobre qual a melhor maneira de ensinar o conteúdo visando uma absorção de qualidade dos alunos.

Os assuntos abordados no 8° ano do ensino fundamental foram: Os cromossomos e a herança genética; Ciclo Menstrual; Gravidez, gestação e o Parto; O núcleo e a divisão celular; Orientação sexual de animais e seres humanos; Material Genético; Sentidos; Sistema Esquelético e Alimentação Saudável.

Enquanto no Ensino médio, em sua primeira etapa, são os seguintes temas: Hipótese sobre a origem da vida; Fluxo de energia na natureza; Ciclo da água; Cadeia alimentar; Ciclos Biogeoquímicos; Ciclo do Carbono; Ciclo do Oxigênio e Ciclos Hidrológicos.

4.1.1 Estágio Supervisionado em Ciências Naturais

A disciplina de Ciências Naturais deve pôr em prática a articulação entre o saber

específico com o pedagógico, induzindo o professor caminhar tanto como pesquisador e licenciado, servindo de exemplo para futuros professores seja de Ciências Naturais ou Biologia. Dentro do estágio supervisionado, chama-se de pesquisa de ensino, as pesquisas de aprendizagem onde observa-se a maneira em que o aluno está aprendendo o conteúdo. (ROSA, 1999).

É de suma importância que durante o estágio supervisionado, os alunos estágio,

procurem refletir sobre a seriedade e importância da profissão que escolheram, pois irá impactar o resto de suas vidas e de outros futuros alunos também. O futuro docente deverá refletir sobre sua ação desenvolvida como regente de turma. O licenciando, futuro professor apresenta concepção do estágio como pesquisa, é nítida a sua prática docente pautada na ação- reflexão-ação (PIMENTA & LIMA, 2004).

4.1.2 Estágio Supervisionado em Biologia

Segundo Barreiro & Gebran (2006), o estágio deve ser assinalado como um momento em que o saber pedagógico não fique estático, pelo contrário, que ocorram diversas interações entre as disciplinas, sejam humanas ou ciências da natureza e que o aluno estagiário não deve apenas vivenciar o momento em sala, mas conhecer a dinâmica escolar como um todo.

O estágio é um elo de ligação ente a Universidade e as escolas de ensino básico, e o

objetivo maior é propor a reflexão que todo aluno de licenciatura deve possuir, conhecer a realidade escolar e propor novos ideais de educação a fim de melhorar o processo de ensino e aprendizagem.

A formação de professores é um dos objetivos do Estágio Supervisionado, e tem a

mesma importância que as outras disciplinas de graduação, assim, apresenta-se como uma das colunas na construção do conhecimento e contribui ferozmente com a prática do futuro professor (PADILHA, 2001).

Um dos apontamentos mais tristes que pode-se registrar é que a maioria dos alunos que adentram aos cursos de licenciaturas de Ciências ou Biologia, não possuem a vontade de ser educador, e quando adentram nas disciplinas de estágio, não procuram saídas para a melhoria da educação, ou daquela realidade que presenciou, afetando vários momentos futuros em aulas didáticas: falta de interesse, de busca pelo conhecimento, sem inovação, aulas tradicionais, falta de motivação, e tudo isso implicará em diversos problemas para a educação brasileira.

5. RESULTADOS E DISCUSSÕES

O estágio supervisionado permite de maneira bem clara, criar uma relação entre o

estagiário e o futuro ambiente onde este desempenhará suas atividades como educador.

Neste presente relato da experiência vivida, o aluno de estágio pôde se adequar a realidade na qual estava inserido, assim como conhecer o funcionamento da gestão escolar e os desafios que as más condições físicas da escola oferecem aos alunos. As escolas apresentam uma estrutura física precária, o que impede que os alunos a utilizem em sua totalidade. É necessário afirmar que os descasos com a educação de ensino básico ainda assola as cidades do Brasil, seja de norte a sul. A escola Dom Bosco situa-se em um local onde a realidade social é ainda um pouco abandonada, criando assim um afastamento dos estudantes e seu papel com a educação, que é estudar e investigar o mundo a sua volta.

O professor de ciências é formado na área, utilizando apenas o livro didático como

instrumento de ensino, por se tratar de um recinto escolar precário, nota-se o esforço do mesmo em repassar o conteúdo de forma prazerosa, procurando cativar os alunos, em todos os momentos aliando conteúdos e sua realidade no cotidiano.

Segundo Libâneo (2002), o livro didático é um recurso importante na escola por ser útil tanto ao professor como ao aluno. Pois, através dele o docente pode reforçar seus conhecimentos sobre um assunto específico ou receber sugestões de como apresentá-lo em

sala de aula. Já para o aluno, é uma forma de ter de maneira mais organizada e sistematizada um assunto que possibilite que ele revise em sua casa e faça exercícios que reforcem este conhecimento.

Em relação à intervenção, a maquete da célula foi construída com materiais alternativas, sendo levada à escola Dom Bosco pré-montada, onde os alunos utilizaram uma aula inteira para a brincadeira, sendo que tal conteúdo já tinha sido ministrado pelo professor titular, e ficou como avaliação para aqueles.

Como foram duas maquetes, uma de célula animal e outra vegetal, a turma havia sido dividia em dois grupos, ocorrendo na turma de 8º C, meninos contra meninas, cada grupo teve um tempo hábil para montar as organelas respectivamente dizendo suas funções.

Tal ação propiciou um momento de descontração, diversão e aprendizagem, sustentando a teoria de que os jogos lúdicos fortalecem o processo de ensino e aprendizagem e promove um bem-estar social entre os alunos, como percebido durante a atividade realizada.

Na Escola Estadual Álvaro Maia, a docente é formada na área, possui um grande domínio do conteúdo, sempre instigando os alunos a participarem da aula. Houveram diferentes maneiras por ela de ministrar suas aulas, com vídeos, intervenções do PIBID de Biologia- UFAM, muitas maquetes, demonstrações de ciclos biológicos, gincanas. O maior problema enfrentado pela professora foi o tempo, acaba se tornando insuficiente tanto para alunos quanto a mesma.

A utilização de Tecnologia multimídia nas salas de aula vem ganhando cada vez mais importância no campo educacional. Sua utilização como ferramenta para facilitar a aprendizagem e sua ação na sociedade vem crescendo rapidamente entre nós. Nesse sentido, a educação vem passando por mudanças estruturais e funcionais frente a essas novas tecnologias (CONCEIÇÃO et al, 2009).

As maneiras que um professor se apropria para oferecer um bom ensino aos alunos, depende inteiramente do seu bem-estar com o local de trabalho e a relação que este possui com os alunos, então, ele busca tais ferramentas tecnológicas, parte para campos, utiliza laboratórios se possível for, ou até mesmo, o próprio ambiente escolar, em aulas como por exemplo, de botânica, de invertebrados, ecologia, entre outros alunos.

Nas duas escolas onde ocorreram o estágio supervisionado, a experiência vivida deixou claro, o apoio inquestionável de programas que colaborem para o processo de ensino- aprendizagem como pode-se notar a seguir no 8° ano do ensino fundamental, na Escola Municipal Dom Bosco, onde não encontra-se nenhum projeto sendo desenvolvido atualmente.

Nas aulas Os cromossomos e a herança genética, o professor utilizou uma técnica tradicional, leitura textual apoiando-se na literatura disponibilizada pela SEMED. A turma se manteve agitada desde o princípio da aula até o final, mesmo assim o docente não tomou nenhuma medida de correção quanto este problema. Uma maneira de chamar atenção dos alunos em aulas como estas seria trazendo vídeos animados, cromossomos em isopor, informações de doenças causadas por desordem cromossômica, entre outros.

O núcleo e a divisão celular, os materiais utilizados foram tradicionais, recorrendo apenas ao quadro, livro didático. A turma apresentou-se estática diante do conteúdo, sem envolvimento algum, logicamente observou-se exceções, duas alunas exatamente. Aqui seria viável uma demonstração com maquetes, desenhos nítidos no quadro que explicariam, por exemplo, a meiose, ou até mesmo, os próprios alunos poderiam trazer materiais caseiros para confecção de células, tanto vegetal quanto animal.

Orientação sexual de Animais e Seres humanos, nesta aula, o docente conseguiu chamar atenção dos alunos, visto que o tema atrai curiosidades de em todas as faixas etárias, agiu de maneira diferente da habitual, saiu do livro didático, utilizou desenhos, vídeos, contou com recursos extraclasse, trouxe informações da internet. Tornou-se uma aula atrativa, onde os alunos instigavam com questionamentos, dúvidas e argumentos.

Ciclo menstrual, Gravidez, gestação e o Parto, foram temas em que houveram diversas discussões coerentes entre os alunos. O professor utilizou bem o material ao seu redor, desde o livro didático, sua persuasão e não se manteve como detentor de conhecimento, procurou ensinar com a experiência dos próprios alunos e alunas. As aulas foram divertidas, agradáveis e ao mesmo tempo, totalmente proveitosas.

Nas aulas dos temas Sentidos, Sistema Esquelético e Alimentação Saudável, as turmas se mantiveram estáticas, não demonstrando nenhum interesse pela aula, o docente não trouxe nenhum recurso além do que é utilizado, se apoiou em uma base tradicional da arte de lecionar.

Ao contrário do que ocorre nesta escola supracitada, na Escola Estadual Álvaro

Botelho Maia, o ensino flui de maneira suave, com intensa participação dos alunos e interação

com estagiários do PIBID- Biologia e professores.

Nas aulas sobre Hipótese sobre a origem da Vida, foram utilizados vídeos com

explicações animadas sobre o tema, os alunos sempre demonstrando-se preocupados com o

assunto, fazendo vários questionamentos, debatendo ideias entre eles com auxílio da

professora em sala.

Ciclos Biogeoquímicos, Cadeia Alimentar, foram feitas como complemento da aula,

com o apoio do alunos do PIBID-BIOLOGIA, diversas maquetes, vídeos-aulas, gincanas em

sala, exercícios em grupo e individuais. Cabe aqui ressaltar, que todas essas atividades

ocorreram no ensino médio.

Salienta-se também que não apenas por ter ocorrido tais atividades no Ensino Médio e

a maneira que os alunos se inter-relacionam sejam diferentes do Ensino Fundamental, mas a

experiência vivida neste estágio é suficiente para afirmar que programas de extensão e ensino

nas escolas é de suma importância para criar um apoio aos professores da rede de ensino

básico, visto que as condições estão em péssimas qualidades, seja de estrutura ou falta de

motivação do próprio docente. E são nestes momentos quando agraciados com estes projetos

que os mesmos recebem doses de ânimos, incentivando os alunos a buscarem um pensamento

crítico, adquirindo um papel na sociedade notável como um adolescente pensador e

investigador de todos os fenômenos ao qual está submetido.

5.1 QUANTO À ESTRUTURA FÍSICA E RELAÇÕES HUMANAS- ESCOLA MUNICIPAL DOM BOSCO

A organização atual da Escola Municipal Dom Bosco compreende todos os órgãos

necessários ao funcionamento da unidade escolar, abrangendo os seguintes serviços: gestor,

corpo docente (33), pedagogo (01), assistente técnico pedagógico (04), assistente técnico

administrativo (03), auxiliar de serviços gerais (08), merendeira (05), vigia (03), bibliotecário

(01) e técnico de informática (01).

A Escola Municipal Dom Bosco possui 13 salas de aula, uma diretoria, uma secretaria,

sala de professores, uma biblioteca, um laboratório de informática com internet, com

adaptações padronizadas para funcionamento. Possuem ainda, dois banheiros masculinos e

dois banheiros femininos, cozinha e uma enorme área de Lazer onde se destaca uma quadra

poliesportiva coberta.

Vale a pena ressaltar, que a referida escola situa-se em um bairro periférico da cidade,

onde ao se realizar um levantamento socioeconômico, nota-se a baixa qualidade de vida das

numerosas famílias que por ali residem. Um exemplo que se pode mencionar, é que em quase

toda a totalidade dos alunos degustam da merenda escolar, onde em conversas com os

professores e a gestão escolar, afirmam ser a principal refeição da maioria dos alunos.

Nas três turmas do 8° ano, onde ocorreu o estágio supervisionado, o docente se

comportou de maneira distinta. Em algumas demonstrou-se mais impaciente com os alunos,

devido ao grande desinteresse dos mesmos. Um fator analisado neste estudo é que os próprios

educandos não buscam uma preocupação maior com a educação, seja de qualidade ou não.

Muitos encontram-se forçados em sala de aula, ou seja por pressão familiar, ou por

motivos de até mesmo merenda escolar. Os professores na referida escola não contam com

uma estrutura adequada, muito menos com laboratório de ciências, o que auxiliaria

perfeitamente as aulas de Ciências Naturais. A utilização de aulas tradicionais não captura a

atenção necessária, e devido a outros fatores, culmina com o grande descontentamento tanto

do professor, quanto alunos.

5.2 QUANTO À ESTRUTURA FÍSICA E RELAÇÕES HUMANAS- ESCOLA ESTADUAL ÁLVARO BOTELHO MAIA

A escola Estadual Álvaro Maia está localizada na rua S1, n° 351 do bairro Novo

Centenário em Humaitá AM, possui uma área ampla e arborizada, a construção do tipo

alvenaria, com diversas instalações. Funciona em 03 turnos: matutino, vespertino e matutino

Ensino Médio e fundamental. A referida Escola é mantida pela SEDUC.

Em sua estrutura física possui: 18 salas de aula; 03 Salas para atender pessoas com

necessidades espaciais; 01 auditório; 01 Biblioteca; 01 Laboratório de Informática; 01 sala

para o Gestor; 01 Sala para Secretaria; 01 Sala para Supervisão: 01 Sala para Educação Física;

01 Sala para Professores; 01 Sala de Vídeo; 01 Laboratório de Pesquisas; 02 Vestiários; 04

Banheiros; 02 Depósitos; 01 Cantina; 01 Cozinha e 01 Ginásio Poliesportivo.

Constatou-se que a estrutura física da escola está em bom estado de conservação, e possui um amplo espaço arborizado no centro da escola. Todas as salas são climatizadas com central de ar condicionado. E sabe-se que a escola possui equipamentos com data show, caixa de som, microfone, TV, DVD, entre outro, mas não se teve contato com esses materiais durante o estágio. O laboratório da escola é multidisciplinar, ou seja, e é usado para todas as disciplinas de ciências da escola como física, química, matemática e biologia. O espaço do laboratório de ciências é grande e possui quatro bancadas de granito com pias de alumínio, armários (um para cada disciplina), bonecos anatômicos, lâminas prontas, computadores. O mesmo possui um microscópio antigo e uma lupa. Na parte de materiais de química há um armário com algumas vidrarias de química e um armários com alguns reagentes químicos que já estão como prazo de validade vencida, mas, ainda podem ser usados em experimentos. Na escola em questão, o comportamento dos alunos é bem diferente da anterior, são mais maduros, a maioria trabalha durante o dia, então os conteúdos são disponibilizados de maneira mais lenta, e mesmo assim, muitos apresentam dificuldades no aprendizado, muito embora ocorrem diferentes técnicas realizadas pela professora e a equipe do PIBID- BIOLOGIA, como vídeos, maquetes e apresentações diversas.

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O estágio supervisionado de observação e intervenção, é algo indispensável para o futuro professor, seja de Ciências Naturais, Biologia ou qualquer outra área. É a segunda etapa em que se estabelece o contato do aluno de licenciatura com a realidade como profissional que se estabelecerá quando formado. Com esta ferramenta, o aluno de estágio passa a ter uma visão diferente da que possuí, e passa a perceber que muito deve ser feito pela educação no ensino básico e que as dificuldades são apenas contratempos que podem ser superados, porém, a primeira função de um recém-formado professor, é reconhecer quais os limites que e a escola oferece, compreender o que se passa na cabeça dos alunos, sejam de ensino fundamental ou médio e qual a realidade a qual está inserido.

Tendo todas estas respostas, ele estará apto para o desempenho de suas competências com excelência, no intuito de cativar tais educandos para a construção de um saber mais valoroso e

construtivo.

Assim, é importante a prática do estágio, pois o futuro professor, já adentra nesse universo

da educação com a missão de levar informação aos adolescentes e crianças, objetivando que estes possam reproduzi-las de maneira coerente, tornando-se cidadãos, deverá desenvolver metodologias que possam facilitar o processo de ensino-aprendizagem, captando a atenção daqueles em conteúdos que não são aceitos pela maioria e sempre relacionando com a realidade local.

.

7. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICAS

BARREIRO, Iraíde Marques de Freitas; GEBRAN, Raimunda Abou. Prática de ensino:

elemento articulador da formação do professor. IN: BARREIRO, Iraíde Marques de

Freitas; GEBRAN, Raimundo Abou. Prática de ensino e estágio supervisionado na

formação de professores. São Paulo: Avercamp, 2006.

BRASIL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA. Parâmetros Curriculares

Nacionais- Ensino Médio. Brasília: 2006.

CONCEIÇÃO, G.S; MATOS, H.F.L.; BATISTA, M.A.;COSTA,R.W.S.;LIMA,R.A. A

importância de Recursos Multimídia na Aprendizagem Escolar, 2009 Instituto Federal de

Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão Campus Codó.

COSTA, Vera Rita da. COSTA, Edson Valério da (org.). Biologia: ensino médio. Brasília:

Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2006 (Coleção Explorando o ensino;

Disponível em: http// WWW.ciência johe.pt O ensino de Ciências e a qualidade da

educação, por Jorge Werthein.

DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J.

Ciências: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2011.

A.; PERNAMBUCO, M.

M.

Ensino

de

FILHO, A. P. O estágio supervisionado e sua importância na formação docente. Revista

Acesso em: 02/06/2015.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. Saberes necessários à prática educativa. São

Paulo, Paz e Terra: 1996.

KRASILCHIK, M. Prática de Ensino de Biologia. 4ª ed. São Paulo: Editora da USP, 2008.

LELLIS, Isabel Alice. A construção do professor: saberes, tempos e espaços. In: Escola em questão: desafios para o educador. Rio de Janeiro: NOVAMERICA, Seminário Latino- Americano, 2001.

LIBÂNEO, J. C. Pedagogia e pedagogos, para quê? 6ª ed. São Paulo: Cortez, 2002.

MAFUANI, F, Estágio e sua importância para a formação do universitário. Instituto de

Ensino superior de Bauru. 2011. Disponível em: http://www.iesbpreve.com.br. Acesso em:

02/06/2015.

PADILHA, R.P. Planejamento dialógico: como construir o projeto político-pedagógico da

escola. São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, 2001.

PASSERINI, G. O estágio supervisionado na formação inicial de professores de

matemática na ótica do curso de licenciatura em matemática da UEL. 121 F. Dissertação

(Mestrado em Ensino de Ciências e Educação Matemática) - Universidade Estadual de

Londrina. Londrina: UEL, 2007.

PEDRANCINI, V. D.; CORRAZA-NUNES, M. J.; GALUCH, T. B.; MOREIRA, A. L. O. R.; RIBEIRO, A.C. Ensino e aprendizagem do Biologia no ensino médio e a apropriação do saber científico e biotecnológico. Revista Electrônica de las Ciências, vol. 6, nº 2, 2007.

PIMENTA, S.G.; LIMA, M.S.L.L. Estágio e Docência. São Paulo: Cortez, 2004

POZO, Juan Ignácio. A aprendizagem e o ensino de ciências: do conhecimento cotidiano

ao conhecimento científico. Porto Alegre: Artmed, 2009.

ROSA, A.A. Apresentação. Boletim o Salto para o Futuro: competências na formação

continuada. MEC/SEED: outubro, 2001. P. 1-5.

SILVA, T.T. O sujeito da educação: Estudos Focaultianos. Petropólis: Vozes,1999.

8. ANEXOS