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Consumo e eficiência energético

1
Introdução

Num investimento que para


maioria das famílias é o maior
da sua vida, vale a pena
informar-se convenientemente
acerca da qualidade de
construção do edifício em que
vai viver e das soluções
tecnológicas utilizadas para
assegurar o conforto térmico.
Torne a sua habitação num lar
confortável e económica.

2
Localização

 Se vai construir uma casa numa zona onde o Inverno é rigoroso, o edifício
deve estar bem projectado para o frio. Se, por outro lado, vai comprar casa
numa zona de clima ameno, a exigência das condições regulamentares são
diferente.

 Consulte o regulamento das zonas climáticas do território nacional e


solicite apoio a um especialista.

 Orientação
 O sol é uma fonte de luz que pode e deve ser aproveitada em sua casa. A
orientação do edifício deverá por isso estar optimizada para as diferentes
estações do ano.

 Tanto quanto possível, a fachada (principal) do edifício deve estar


virada a sul, devendo ter a maior área de envidraçados.

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Factores importantes para uma boa construção
 Localização
 O clima da região condiciona a escolha do tipo de construção.

 Orientação

 A orientação da casa deve estar optimizada, de acordo com a sua


exposição solar.

 Qualidade de construção
 A qualidade da construção influencia a eficiência energética da habitação.

 Isolamento
 O isolamento e a eliminação de pontes térmicas são fundamentais para o
conforto e para aproveitamento da eficiente da energia.
4
Construção
A instalação de um bom
isolamento nas paredes evita
as perdas de calor e as
infiltrações, reduzindo a
necessidade de investimento
em climatização.

Os materiais que podemos


utilizar para isolar podem ser:
placas de lã, poliestireno ou
aglomerados de cortiça.

5
Paredes exteriores
 Na construção da sua casa deve
aplicar sempre isolamento
continuo, no interior da parede
dupla ou no exterior da parede, de
poliestireno expandido, poliestireno
estrudido ou outro material
isolante. A aplicação exterior é
mais recomendada nas
remodelações dos edifícios.
-
 Pontes térmicas (vigas, pilares,
intersecção com lajes, ombreiras
de portas e janelas): Quando o
isolamento é efectuado em parede
dupla, é necessário isolar as
pontes térmicas de modo a evitar o
aparecimento de humidade e
manchas de bolores localizadas,
devido às condensações. Se o
isolamento for contínuo pelo
exterior, já não há necessidade de
isolamento adicional para as
pontes térmicas. 6
Isolamento
Os sótãos e as caves são locais menos
cuidados e são simultaneamente locais de
mais fácil intervenção.
 O isolamento dos sótãos é o mais
importante, pode poupar entre 20% a 35%
nos custos com o aquecimento e até 15%
com despesas com o arrefecimento.
 Verifique se o isolamento se encontra seco
e bem distribuído, quando fica molhado
perde a maior parte do seu poder isolante.
É importante instalar uma "barreira ao
vapor" na face interna do isolamento para
impedir que o ar quente e húmido da casa
se infiltre no isolamento e o humedeça,
evitando também que a madeira do sótão
fique molhada e apodreça.
 O isolamento pode ser conseguido por
meio de uma série de materiais diferentes:
celulose (jornais rasgados, uma óptima
forma de reciclagem), lã de vidro, lã de
rocha ou aglomerado de cortiça. 7
Pintura
 As cores utilizadas nas fachadas e coberturas também influenciam o
conforto térmico. Embora já existam tintas absorventes e reflectoras de
todas as cores, sabemos que as cores claras não absorvem tanto o calor
como as cores escuras.

 Com efeito, enquanto uma fachada branca pode absorver apenas 25%
da energia solar, a mesma fachada, pintada a preta, pode absorver a
energia solar em 90%.

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Peça sempre a opinião de um técnico

 Não hesite em contactar e pedir a opinião de um especialista e tenha em


consideração que um edifício bem concebido poderá não evitar a necessidade de
aquecimento no Inverno, mas a de arrefecimento no Verão, poderá ser
minimizada ou mesmo evitada se a sua habitação estiver bem isolada e bem
localizada de preferência virada a sul.

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Caixilharias
Devem ser construídas com vidros
duplos, (preferencialmente de baixa
emissividade) com caixilharias de
baixa transmissão térmica (por
exemplo PVC),servindo de isolante
sonoro e impedindo perdas
térmicas até 50%. Alem do vidro
duplo a caixilharia dupla também
permite uma poupança significativa
de energia. A única condição é que
seja desmontável para facilitar a
limpeza.
 As molduras das janelas são
importantes. As molduras em
alumínio deixam escapar o dobro
do calor que as molduras de
madeira.
 A calafetagem de janelas e portas é
uma boa solução para poupar
energia e evitar o ruído.
10
Janelas

 - Fachadas envidraçadas e
clarabóias: deverão ser criadas
condições (aberturas e protecções
reguláveis) para aproveitar a
ventilação natural, com entradas
ao nível inferior e saídas ao nível
superior.

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Cortinados
Os cortinados podem contribuir
para a poupança de energia,
quanto melhor se ajustarem à
janela e ao soalho. Em termos
médios, um cortinado normal pode
reduzir em um terço o calor perdido
através de uma janela.
 Devemos adaptar um revestimento
isolante aos cortinados, procure
nas lojas que vendem tecidos para
decoração.
 Prefira os cortinados brancos,
porque reflectem a luz do sol e, por
isso, contribuem para tornar as
casas mais frescas durante o Verão
e que tenham mais claridade no
Inverno, permitindo a entrada dos
raios solares que também servem
para aquecerem a sua habitação. 12
Ventilação adequada
 No Verão, a ventilação natural nocturna assume um papel decisivo no
arrefecimento dos edifícios e no estabelecimento das condições de conforto
térmico.

 Ao projectar a sua habitação, procure tirar partido da localização das


janelas, de modo a criar diferenças de pressão, facilitando a
ventilação natural.

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Climatização
 - Antes de tudo, uma casa mal
isolada termicamente irá
prejudicar a eficiência de
qualquer sistema de climatização
assim como aumentar os custos
energético, pelo que o primeiro
passo será garantir o bom
isolamento de paredes, tectos e
envidraçados.
- Evite aquecer ou arrefecer
zonas da casa que não estão
habitadas, ou em caso de não
estar em casa. São necessários
apenas alguns minutos para
climatizar uma habitação. De
preferência utilize termóstatos
programáveis.
Não deixe portas e janelas
abertas quando o ar
condicionado estiver em
funcionamento.

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Temperatura adequada
 - Regule o termóstato
para uma temperatura
interior de 21 a 23º C de
Verão e de Inverno 20-
18ºC).

- Os sistemas do tipo
evaporativos poderão ser
uma boa escolha.

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Manutenção dos equipamentos de
climatização

- Limpe o filtros de ar dos equipamentos de climatização regularmente, de
preferência de 15 em 15 dias.

- Solicite à empresa instaladora a revisão do sistema uma vez por ano.

- O chão radiante, apesar de ter um custo de instalação superior, pode ser


uma boa alternativa aos convencionais radiadores (em situações de casas
novas), uma vez que permitem a utilização de temperaturas muito mais
baixas (cerca de 25ºC), e consequentemente menores custos energéticos.

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Energias renováveis

 Se está a pensar construir a sua


própria casa, esta é uma boa
oportunidade para aproveitar as
vantagens das fontes de energias
renováveis. Actualmente, estão
disponíveis no mercado várias
soluções que podem ser
facilmente instaladas em sua
casa.

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Paneis solares
 - Opte por soluções solares
passivas na construção de
uma casa nova.
.Painéis solares
fotovoltaicos
 São uma das mais
promissoras formas de
aproveitamento de energia
solar. Por meio do efeito
fotovoltaicos, a energia
contida na luz do sol pode
ser convertida
directamente em energia
eléctrica.
 Estes sistemas podem ser
utilizados em locais isolados,
sem rede eléctrica, ou como
sistemas ligados à rede.

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Lareiras com recuperador de calor
 - Recorra a soluções renováveis
com caldeiras a biomassa ou
lareiras com recuperador de calor.
-
 Escolha o sistema que melhor se
adapta as suas necessidades,
tendo em conta a eficiência
energética e o consumo total de
energia de cada opção.

19
As diferentes energias renováveis

20
Energias renováveis como funcionam
 Hídrica
 É obtida a partir dos cursos de água e
pode ser aproveitada por meio de um
desnível ou queda de água.
Eólica
 Provém do vento. Tem sido
aproveitada desde a antiguidade
para navegar ou para fazer funcionar
os moinhos. É uma das grandes
apostas para a expansão da
produção de energia eléctrica.
Solar
 Provém da luz do sol, que depois de
captada pode ser transformada em
energia eléctrica ou térmica.
 Geotérmica
 Provém do aproveitamento do calor
do interior da Terra, permitindo gerar
electricidade e calor.

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 Marés

 É obtida através do movimento


de subida e descida do nível da
água do mar.

 Ondas

 Consiste no movimento
ondulatório das massas de
água, por efeito do vento. Pode
aproveitar-se para produção de
energia eléctrica.

 Biomassa

 Trata-se do aproveitamento
 energético da floresta e dos
seus resíduos, bem como dos
resíduos da agro-pecuária, da
indústria alimentar ou dos
resultantes do tratamento de
efluentes domésticos e
industriais.
 A partir da biomassa pode-se
produzir bio gás e bio diesel. 22
Micro-turbinas Eólicas
A energia do vento acciona estes
sistemas para
produzir electricidade.
Embora as micro-turbinas eólicas
mais comuns sejam
colocadas no terreno, têm vindo a
ser desenvolvidos
equipamentos de menor dimensão,
que podem ser
colocadas no topo das habitações,
evitando a perda
do espaço útil. Estes sistemas
podem ser uma boa
opção de investimento, podendo
reduzir o consumo
de electricidade de 50 a 90%.
23
Bombas de calor geotérmico

Estes sistemas aproveitam o


calor do interior da
terra para o aquecimento
ambiente.
Ao contrário das caldeiras
convencionais, as bombas
de calor geotérmico actuam como
máquinas de transferência de
calor. No Inverno, absorvem o
calor da terra e levam-no para
sua casa. No Verão, funcionam
como o ar condicionado, retirando
o calor de sua casa para
refrigerá-lo, no solo.

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A escolha é sua

 A sua escolha deverá ser suportada pelo aconselhamento de um


especialista na matéria, capaz de avaliar as suas necessidades, de integrar
os vários sistemas energéticos da sua casa.

 Consulte vários fornecedores ou um especialista independente.

 Opte por um sistema de aquecimento eficaz e reduza a sua factura


energética, contribuindo activamente para a protecção ambiental e para o
desenvolvimento sustentável do nosso país.

25
- Protecção solar
 Devemos proteger e sombrear
envidraçados com grande
exposição solar (em especial as
orientas a Sul), devem ser ter
elementos de protecção, como
persianas exteriores ou palas por
forma a minimizar os ganhos
solares no Verão e maximizar os
ganhos solares no Inverno.

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Equipamento de frio qual adquirir?

 Antes de adquirir um novo equipamento devemos sempre verificar a


etiqueta energética e optar pelo que apresenta menor consumo energético
(classe A, A+ ou A++) pois só assim estamos realmente a poupar energia
na compra de electrodomésticos.

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Frigoríficos e combinados
 São equipamentos responsáveis pela maior parte do consumo de
electricidade no sector residencial.
 Devemos optar por um frigorifico que vá ao encontro das nossas
necessidades tamanho da família, que seja amigo do ambiente pelo
menos classe A. Manter a grelha traseira (condensador) afastada da
parede pelo menos 5 cm e limpa-la uma vez por ano. A acumulação de pó
e sujidade dificulta a troca de calor do condensador com o meio ambiente.
 Quando nos ausentamos por tempo prolongado, esvaziamos o frigorifico e
desligamo-lo.

 Os alimentos congelados devem ser transferidos do congelador para o


frigorifico para descongelar.

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Etiqueta energética

 Classificação energética
dos equipamentos de frio

 Em vigor em Portugal
desde de Janeiro de 1995
(Portaria n.º 1139/94)
Directiva Europeia de
Janeiro de 1994

29
Frigorifico e combinado
Os frigoríficos e combinados
são dos equipamentos que
mais energia consomem pois
90 20% desse consumo deve-se
a abertura das portas.
80
70 Devemos proceder a
60 verificação das borrachas de
50 vedação, ajustar a
Este temperatura do termóstato de
40 modo a impedir a formação de
Oeste
30 gelo nas paredes do frigorifico:
Norte A temperatura do frigorifico
20 deve estar entre os 3º a 5º e
10 15º para o congelador. Opte
0 por um que seja "amigo do
ambiente", que não use CFC's
1° 3° prejudiciais à camada do
Trim. Trim. Ozono.

30
Classificação energética dos equipamentos de
frio
Classe de eficiência Índice de eficiência Diferença de consumo
Energética Energética

 A EEI < 55 Superior a –45%

 B 55 ≤ EEI < 75 de –45% a –25%

 C 75 ≤ EEI < 90 de –25% a –10%

 D 90 ≤ EEI < 100 de –10% a 0

 E 100 ≤ EEI < 110 de 0 a +10%

 F 110 ≤ EEI < 125 de +10% a +25%

 G 125 ≤ EEI Superior a +25% 31


Poder de conservação dos equipamentos de frio

 – Nos compartimento de produção de gelo Apenas conserva alimentos


frescos

* –6°C 1 semana

** –12°C 1 mês

*** –18°C 3 meses

* *** –18°C 3 meses (congela alimentos frescos )

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A correcta utilização dos equipamentos de frio
Não devemos encher o frigorifico em excesso, para que o ar possa circular
livremente entre os alimentos.

Devemos guardar os alimentos bem tapados, de modo a diminuir a libertação


de humidade, evitando que o compressor gaste mais energia.

Antes de guardar alimentos cozinhados no frigorifico devemos deixar que


arrefecem, os equipamentos de frio gastam em media 32% do consumo
energético das nossas habitações .

Devemos manter estes equipamentos o mais afastado possível de fogões,


lareiras ou qualquer outro tipo de fonte de calor para uma maior poupança de
energia.

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Maquinas de lavar roupa

 Todas as máquinas de lavar roupa que


constam no Topten.pt apresentam os
seguintes parâmetros e classes de
eficiência:
 Eficiência Energética (Classe energética):
A, A+ e A++
 Eficiência de Lavagem: A e A+
 Eficiência de Centrifugação: A e A+

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Qual a melhor maquina
Tipos Marcas Capacidade de roupa (Kg)

* Tampa na frente
*
Bosch/Continental
* * Tampa em cima  5 Kg.

Tamanho **
Brastemp
Agua Quente/Fria 9 kg

Centrifugação
** ** ** ** ** ** *
Compartimento para Electrolux
10,2kg 9kg 8kg 7,5kg 6kg 5kg 5kg
Sabão

Compartimento para
Amaciador ** ** **
Consul
8kg 6kg 5kg
Compartimento para
Lixívia

Sistema Seca Rápido *


LG
10 Kg
Consumo energia

Tampa Vidro Temperado *


Samsung
10 kg 35
Tampa de Plástico
Como escolher a sua maquina
 Preço de Compra (€) - O preço referido para cada modelo é baseado nas
informações dos retalhistas e grossistas destes electrodomésticos. É
apresentado o preço máximo encontrado.
 Tipo de Carga (kg) - Modo como é feita a carga da máquina: frontal ou
superior.
 Dimensões - da máquina em altura x largura x profundidade.
 Capacidade de Carga - Capacidade máxima de carga de roupa, em kg, que
a máquina está preparada para lavar, em cada ciclo de lavagem.
 Classificação (Eficiência Energética, Lavagem e Centrifugação) - Menciona
as classes de eficiência energética, de lavagem e de centrifugação,
respectivamente.
 Consumo Energético (kWh por ciclo de lavagem) - Energia consumida em
kWh por cada máquina de roupa efectuada.
 Consumo de Água (litros por ciclo de lavagem) - Quantidade de água
consumida, em litros, por cada máquina de roupa efectuada.
 Os parâmetros de consumo foram calculados de acordo com normas
portuguesas e europeias, para ciclos de lavagem com água a 60ºC.

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Tudo o que deve saber sobre a sua maquina

 Nome ou marca comercial do fornecedor;


 Identificação do modelo do fornecedor;
 Classe de eficiência do aparelho;
 Etiqueta ecológica Europeia;
 Consumo de energia em kilowatts hora;
 Classe de eficiência de lavagem;
 Classe de eficiência de centrifugação;
 Velocidade de centrifugação;
 Capacidade do aparelho (kg de roupa);
 Consumo de água;
 Nível de ruído.

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Metodologia de Lavagem

 Uma família de 4 pessoas lava em média cerca de 16-18 kg de roupa por


semana. Tendo em conta esta estatística, a melhor destas duas opções
família para esta família é a ultima pois é a mais económica.

 Máquinas de Lavar Roupa com carga máxima até 6kg;

 Máquinas de Lavar Roupa com carga máxima superior a 6kg.

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Etiqueta energética

 A etiqueta energética tem como base um


conjunto de regras, apresentadas na
Portaria nº 116/96 de 13 de Abril, que
definem o modo como esta está
organizada e que parâmetros têm que
incluir, além das classes de eficiência.

39
Saiba como poupar

Lave, de uma só vez, a quantidade máxima de roupa indicada pelo


fabricante.

Use a dose certa de sabão e amaciador de roupa, especificados no


manual, para evitar repetir operações de enxaguamento

Mantenha o filtro sempre limpo.

Aproveite a secagem natural.

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Fogão
 - Na compra de um fogão tenha em conta
os consumos energéticos do equipamento e
escolha preferencialmente um equipamento
classe A.
- Nos fogões a gás deve utilizar uma
intensidade da chama adequada e, sempre
que possível e adequado, utilizar a panela
de pressão.
- Ao cozinhar a chama o placa eléctrica não
deve ser maior que a base da panela ou do
tacho.
- Mantenha panela tapada enquanto cozinha
e baixe a chama ao mínimo necessário.
Utilize panelas com fundos difusores de
calor

 Ao cozinhar quando a água estiver a ferver,


reduza a chama ou potência do forno, uma
vez que a temperatura máxima foi atingida
(cerca de 100ºC), e apenas necessita de
energia para manter essa temperatura.
41
Forno - Ao utilizar o forno, pode desligá-lo algum
tempo antes de finalizar o cozinhado, pois
o forno manterá a temperatura durante
algum tempo.
- Não abra desnecessariamente a porta do
forno uma vez que desperdiça energia.
- Verificar se a porta do forno veda bem, e
não deixa escapar o calor.
- Uso recipientes de cerâmica ou vidro pois
permitem baixar cerca de 25ºC a
temperatura necessária ao cozinhado, pois
estes materiais retêm melhor o calor.
-Mantenha o seu forno limpo, pois assim o
calor irá reflectir-se melhor, consumindo
menos energia no processo.
- Antes de ligar o forno coloque a grelha ou
tabuleiro na posição pretendida, para não
estar a executar estas tarefas com o forno
já ligado, não desperdiçando energia com
estas tarefas.
- Se tem um forno grande utilize-o somente
para cozinhar grandes refeições, porque
senão estará a consumir muita energia por
pequenas quantidades de comida.
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Ferro de Engomar
 - Procure utilizá-lo o menor número de
vezes possível.
- O ferro de engomar deve ser ligado, de
preferência, quando houver uma grande
quantidade de roupa para passar.
- Utilize a temperatura correcta para
cada tipo de tecido.
- As roupas mais delicadas devem ser
passadas primeiro.
- Desligue o ferro um pouco antes de
terminar pois, ele ainda se mantêm
quente durante algum tempo, permitindo
ainda passar algumas peças.

43
Que tipo de lâmpada escolher?

 Muito embora a lâmpada incandescente custe cerca de 4 vezes menos do


que a fluorescente compacta, verifica-se que na prática existe a
necessidade de substituir a incandescente, muito mais vezes do que a
fluorescente, já que esta apresenta um tempo de vida superior em 10
vezes. Da mesma forma, verifica-se que o custo de funcionamento da
incandescente é cerca de quatro vezes superior ao da fluorescente
compacta. No total, e ao fim de três anos, o custo com a tecnologia
incandescente atinge quase os 50€, enquanto que a fluorescente fica-se
pelos 15€.

44
Decida pela melhor.

Devemos substituir as lâmpadas


incandescentes por fluorescentes na cozinha
e fluorescentes compactas nas restantes
divisões pois iluminam o mesmo e poupam
até 80% de energia.

45
Quanto poupamos
Incandescente Fluorescente compacta

Potência 100 W 23 W

Preço de compra 1,50 € 6,00 €

Tempo de vida 1000 Horas 10000 Horas

Custo das lâmpadas com 10,50 € 6,00 €


Substituição por avaria

Custo com electricidade 39,33 € 9,05 €


em 3 anos

Custo total em 3 anos 49,80 € 15,04€

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Tarifário simples ou bi-horária
Faça a sua escolha depois de consultar as seguintes grelhas.

47
 Como pode observar por este exemplo entre um consumo em tarifa
simples e o mesmo consumo em tarifa bi-horária é possível poupar se
fizermos a escolha certa.

48
Veja o que pode ganhar!
A família standard dispõe de equipamentos de Classe C, D e G enquanto que
todos os equipamentos da família eco são de Classe A. Compare os
consumos de energia e de água:

49
STANDBY
POWER
O standby power é a
energia consumida
pelos vários
equipamentos quando
estes se encontram em
modo de standby ou
mesmo quando estão
desligados.
Este facto fica-se a
dever, entre outras
razões, à presença de
determinados
dispositivos eléctricos
que apresentam
consumo em vazio.
A sua casa pode estar a
consumir cerca de 10€ a
50€ por ano
desnecessariamente.

50
Veja quanto pode poupar

51
ÁGUA QUENTE

 Tome um banho de poupança!

O aquecimento de água sanitária é um processo no qual é consumida


uma grande quantidade de energia, representando aproximadamente 50%
da factura energética. Veja como pode reduzir substancialmente a sua
factura mensal.

52
Conheça os sistemas de aquecimento de água

 Esquentador A água é
aquecida num permutador
exposto ao calor das chamas
de
 queimadores, pelo que a
saída de água quente é
instantânea. Para
 funcionar estes aparelhos só
necessitam de um
combustível, tal como
 o gás propano, gás butano ou
gás natural, e alguma pressão
da rede
 de água.

53
Termoacumulador
 Funciona com energia eléctrica
sendo constituído por um depósito
de água, que armazena a água,
aquecida por uma resistência
eléctrica.
No entanto, o aquecimento da
água não é imediato. É sempre
necessário aguardar algum tempo
até que a água aqueça e possa ser
utilizada. Este sistema fornece uma
quantidade de água limitada a uma
temperatura variável durante a sua
utilização. Apesar desta não ser
uma boa solução em termos da
eficiência, os termoacumuladores
ainda são muito utilizados nas
casas portuguesas. O aquecimento
de água utilizando energia eléctrica
é bastante menos eficiente do que
a conversão directa de combustível
(por exemplo gás) em energia
calorífica.
54
Colector Solar
 A água é aquecida usando a
energia proveniente dos raios
solares captados por um ou mais
colectores solares. No kit para
instalar, para além dos colectores
solares, é incluído um
acumulador que tem a função de
armazenar água quente. Este
acumulador normalmente está
equipado com uma resistência
eléctrica para assegurar a
continuidade do abastecimento
de água quente nos dias mais
cinzentos. Uma das vantagens
deste sistema é a diminuição dos
custos de exploração e a
independência face aos
aumentos de preços dos
combustíveis fósseis, os quais se
esperam, no futuro sejam mais
significativos.

55
No poupar é que esta o ganho

Gás Propano Gás Butano Gás Natural Termoacumulador Kit Solar

500,19€/Ano 514,43€/Ano 335,86€/Ano 383,86/Ano 100,4/Ano


(10 x 45 kg.) (40 x 13 kg.) 495,65m3

56
O seguinte gráfico compara o consumo dos equipamentos num
período de doze anos, que se pensa ser o tempo médio de vida destes.

57
Autoclismos

Verifique se os autoclismos são


providos de dispositivos de dupla
descarga que induzem poupança de
água. (Poderá ainda colocar quando
possível, uma ou duas garrafas de
água com areia no interior, dentro do
depósito do seu autoclismo. Isso
significa poupar até 3 litros de água
por descarga).

59
Conclusão
 Se construi-se hoje a minha casa as alterações que lhe faria seria colocar
vidro duplo nas janelas e aquecimento central, de resto não mudaria mais
nada pois gosto da minha casa como é . Pois alem de não ser uma casa
moderna foi construída com caixa de ar sendo as paredes exteriores de
bloco e as interiores de tijolo tendo a meio destas paredes, placas de
esferovite que era o material utilizado para isolamento, aquando a
construção da minha casa. Sendo uma casa térrea também tem isolamento
no chão. As minhas torneiras tem reguladores de caudal, as lâmpadas em
casa são fluorescentes e fluorescentes compactas todos os meus
electrodomésticos são de classe A. A cor da minha casa é o branco no
exterior e no interior, as janelas são de madeira e os cortinado são
brancos para ajudarem a que a luz solar ilumine os espaço e no Inverno os
raios solares possam aquecer as divisões. Tenho um jardim com uma
grande variedade de plantas e arvores que proporcionam sombra e maior
frescura no Verão, na parte da frente que é onde incide mais o sol pois esta
voltada para Sul tem uma varanda para nos proporcionar frescura. Não
tenho a casa ideal mas não anda muito longe.

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 Em casa devemos ter os pilotos dos equipamentos sempre desligados,
apenas ligar as lâmpadas das divisões onde esta alguém. Ter apenas um
televisor ligado. Sempre que possível tomar duche ao invés de banho de
emersão, ao escovar os dentes fechar sempre a torneira e utilizar um copo,
optar por um autoclismo com dupla descarga, por as maquinas a lavar
sempre com carga completa pois alem de pouparmos energia também
poupamos água que é um bem essencial à vida. Sempre que possível
utilize transportes públicos ao invés do próprio . Estas são algumas das
coisas que podemos fazer para poupar energia e melhorar a nossa
qualidade vida.

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Pesquisa feita no site da EDP.

Trabalho elaborado por:


Amélia Carneiro em 1 de Fevereiro de
2009

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