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Clotilde Borges Guimarães

Linha de pesquisa: Poéticas e Técnicas

Processos imersivos provocados pela escuta na videoinstalação Ponte (de Raquel Kogan e
Lea van Steen)

Projeto de Pesquisa de Doutorado

TÍTULO
Processos imersivos provocados pela escuta na videoinstalação Ponte (de Raquel Kogan e
Lea van Steen)
RESUMO
Este trabalho pretende pesquisar o processo imersivo provocado pela escuta em
videoinstalações, usando como objeto de estudo a videoinstalação das artistas brasileiras
Raquel Kogan e Lea Van Steen – Ponte (São Paulo, 2008, Sesc Paulista; e Buenos Aires,
Espaço Fundação Telefonica, 2009).
Esta obra foi escolhida por proporcionar um “efeito cinema” (DUBOIS, in COSTA,
2009), isto é, ela consiste de uma projeção de imagens e sons num espaço não

sensações e memórias. O que permite múltiplas interpretações do texto fílmico. Eles colaboram para criar um estado imersivo. para que os efeitos provocados pelo som não estivessem ligados a uma escuta semântica. Esses ruídos não reforçam uma impressão de realidade na sua relação com as imagens. que se tornou hegemônica nos filmes comerciais de cinema. num filme que assistimos sentados numa sala escura durante aproximadamente duas horas e que nos conta uma história. o espaço expositivo também faz parte do processo perceptivo da obra. A assincronia entre o som e a imagem é largamente usada. ruído. já que o som não mais está trabalhando como uma afirmação das imagens contidas na tela. e sim trazendo outras significações e sensações. mas a uma escuta reduzida (concentrada nas características internas do som) de sons acusmáticos (aqueles cuja fonte não pode ser vista).2 convencional de exibição de filmes. nem causal. o som é utilizado de maneira a garantir a verossimilhança da imagem e contribuir com essa forma narrativa. Quais sentidos. JUSTIFICATIVA Numa obra cinematográfica narrativa. dos sons ambientes (que nos localizam no tempo e no espaço dessa história). É uma obra na qual as fronteiras entre o cinema e as artes plásticas não existem mais. quando associados a determinada imagem projetada em um determinado local. PALAVRAS-CHAVE Videoinstalação. dando-lhes vida) e da música (que nos indica que emoção sentir naquele momento). Com a chegada do Cinema Moderno. Este tipo de cinema está mais ligado a uma forma narrativa clássica. escuta acusmática. através do uso das vozes nos diálogos (que nos dará informações para compreender a história). basicamente ruídos. depois da Segunda Guerra. os ruídos acusmáticos provocam associados a imagens numa videoinstalação exibida em dois espaços diferentes? Como ocorre esse processo perceptivo? Percorrer os caminhos desta descoberta é o objetivo a que me proponho nesta pesquisa. Numa videoinstalação. uma nova articulação entre sons e imagens se estabelece. dos ruídos (que reafirmam o efeito naturalista das imagens. isto é. como Virgínia Flores comenta em um trecho de . Também a escolhi pelo uso não narrativo de seus elementos. numa relação que é estabelecida nesta instalação com a arquitetura do espaço expositivo. privilegiando um sistema aleatório de encadeamento de imagens e sons.

e o cinema. existiram também experimentos não-narrativos. vanguarda histórica russa na década de 1920 e o cinema experimental da década de 1950. minimalismo. se contradizem. os abstracionistas. ou como meio de expressão. A própria arquitetura do local da exposição também fazia parte dessa experiência sensorial. Duguet. que agora passava a ser individualizada. dança. também se desenvolveu desde sua invenção. As bandas de áudio e vídeo se desmentem. há uma nova distribuição do visto e do escutado. Com o advento da tela grande do cinema digital na década de 1990. entre outros. 2013b. poesia e o teatro experimental. O visual não tem mais qualquer privilégio de autenticidade e não comporta menos inverossimilhanças do que o discurso contido na fala (FLORES. o seu corpo se transformou em um instrumento de exploração do espaço (como num palco de teatro). a televisão e o vídeo começam a se desenvolver.107). Também depois da Segunda Guerra. os surrealista. a arte contemporânea incorporou de vez o cinema. André Parente e Arlindo Machado. Em O bandido da luz vermelha (1969) ou em O ano passado em Marienbad (1958). o conceito e o processo ser mais importante que a obra finalizada.3 sua tese: No cinema moderno. Num movimento de dissolução de fronteiras entre expressões artísticas. como arte experimental. há uma acintosa assincronia entre o visual e o falado. se deslocava em relação a essa obra. Desde os primórdios do cinema. já que o visitante não ficava mais imóvel em frente a uma obra. O vídeo foi logo incorporado ao mundo das artes plásticas na década de 1960. propunham uma transformação na relação entre a obra. o artista e o público. que foi para dentro das galerias de arte e assim. Surgiram novas posturas: a experiência tinha de ser mais valorizada que a contemplação passiva. Bellour. que transformou o visitante de uma exposição em um “participador”. Tivemos os dadaístas. aconteceu uma aproximação das artes plásticas com a música. não podemos dar mais “razão” a uma ou a outra em especial. o instante mais que o eterno. performance. por exemplo. imersiva. Questionamentos levantados por estes movimentos. um cinema mais experimental encontrou o seu lugar no seio das artes plásticas. que iam contra os fundamentos tradicionais da obra de arte como objeto único e autônomo. interferia. que participava. p. Tudo isso nos leva à questão das mudanças que o dispositivo cinematográfico sofreu nesse processo de interação com as artes plásticas e que vem sendo debatido por teóricos como Dubois. para documentação dessas manifestações artísticas. quando participa de quase todas as correntes expressivas dessa época: arte conceitual. As suas .

tudo em um. entre outros procedimentos) sofreram profundas transformações. geralmente não existe uma história para ser contada. 2009. como Ismail Xavier o denomina (XAVIER in CHARNEY. Qualquer imagem e qualquer dispositivo.   antecipando   em   grande   medida   as   investigações   da arte sonora. Neste tipo de cinema.218). Uma forma que pensa. foi um dos caminhos por onde o cinema se encontrou com as artes plásticas. Além disso. o vídeo. Um estado da imagem. Estabelecem-se relações entre sons. ambiente expositivo e o visitante. ele é um estado. que se coloca como parte constitutiva dessa experiência sensorial.) ou de banco de dados. isto é. meio e fim. fazem ou criam (DUBOIS.116). uma instalação que usa a projeção de vídeo numa relação com o espaço expositivo. Dentro das proposições da arte conceitual (deslocamento da atenção do objeto artístico para o processo de criação artística). edição. Na instalação. 2005. muito deste “cinema de exposição” (DUBOIS in MACIEL. tecnológicas (produção. O próprio caráter multimídia do vídeo se encarregou de frequentemente incorporar   o   som   como   elemento   de   grande   importância   nas videoinstalações. de coleção. Leo e SCHWARZ. se caracteriza por ser um cinema nãonarrativo. p. Vanessa. 2009. p. p. 2010. A instalação surge dentro deste mesmo movimento de questionamento da obra de arte como objeto. O uso do som nesta videoinstalação difere do seu uso no cinema.4 dimensões arquitetônicas (o espaço utilizado para a projeção de sons e imagens). tudo em um. p. O vídeo pensa o que as imagens são. A videoinstalação. transmissão e distribuição das imagens) e discursivas (decupagem e montagem. O vídeo é. a presença física do visitante e seus mecanismos perceptuais fazem parte do processo conceitual da obra. em direção a uma dissolução das fronteiras entre a arte e a vida. esta maneira de pensar a imagem e o dispositivo. já que não se faz uso naturalista destes sons. 14. com começo. dos sistemas museológicos e do mercado de arte. dos espaços artísticos. na verdade. O vídeo não é um objeto. foi se afirmando como um processo de entendimento do dispositivo cinematográfico. O vídeo foi um instrumento privilegiado como meio de expressão nas artes plásticas no começo dos anos 1960.113) . como Lev Manovich o classifica (MANOVICH. e em alguns casos podemos argumentar que o som (seja o . como no cinema narrativo. p. imagens projetadas. como concluiu Dubois. o que foi para as galerias de arte. que também não se coloca como objeto. 2001.87). criando o que Jean-Louis Boissier denominou de “imagem-relação” entre a obra e o visitante (BOISSIER in MACIEL.

Em determinados pontos dessa sala havia uma iluminação que fazia com que quem passasse por ali também se visse refletido no vidro do edifício do outro lado da rua. 44. quando a instalação é desmontada a obra deixa de existir. O loop da imagem tinha trinta minutos e o do som tinha 20 minutos. como sons de tosse. Para cada espaço em que a obra Ponte foi executada. A sala expositiva era um andar inteiro vazio e escuro. num processo aleatório. Quando a gota cai. os visitantes ouviam sons num sistema de reprodução 5.1. A trilha sonora é composta de ruídos que identificamos a fonte. colocado numa caixa de som e o participante ouve um som grave. Um exemplo conhecido é a instalação He weeps for you (1976) de Bill Viola: um vídeo em circuito fechado mostra numa tela a imagem de uma gota d’água. por isso esta videoinstalação também pode ser categorizada como . a imagem desaparece e ouvimos o som da gota caindo em cima de um tambor. Dentro da sala. passos. produzindo um efeito impactante. buzinas. faz uso de um fenômeno ótico de reflexão: imagens de pessoas caminhando sempre do fundo para a frente e depois indo embora são projetadas num vidro e. Existe uma relação que se estabelece entre eles de proximidade do ponto de escuta: os sons parecem próximos ou distantes e se movimentam no espaço. A videoinstalação Ponte. os visitantes entravam numa sala escura e viam as imagens projetadas nos vidros do edifício do outro lado da rua. O termo site-specific é usado quando um o espaço expositivo faz parte da obra. existiu uma relação com a arquitetura do lugar. Dessa maneira. geralmente fora de um museu ou galeria de arte. pássaros. Paulista. a gota cresce até pingar. que foi preenchido pela espacialização do som. No caso da exposição no 9o andar do Sesc da Av. Loop é quando uma sequência de imagens ou sons terminam e então elas começam de novo.5 som produzido pelos participantes ou pela instalação) é mais importante que a própria  imagem  nas  situações criadas.  independentemente  de a interação afetar diretamente o som ou não. por conta deste fenômeno reflexivo que necessita de escuridão. abrindo caminho para as recentes investigações em trabalhos de arte sonora. p. o som ganhou importância. os quais não estão especificamente ligados a uma fonte que produziria este tipo de som. carros. esse som é captado por um microfone. (VAZ. infinitamente. Neste tipo de obra. 2008) Na videoinstalação. o objeto desta proposta de pesquisa. mas não as vemos. são refletidas em outro vidro. dentro da gota o participante pode ver sua própria imagem. o som sempre caia em lugares diferentes com relação à imagem cada vez que os loops se repetiam. e outros ruídos sintetizados. etc. escovação de dentes.

O "estado de pânico" é um sistema de defesa que ativa todas as regiões do cérebro que estão relacionadas à atenção. mas sim suas qualidades intrínsecas. A possibilidade técnica da gravação dos sons em fitas magnéticas. artes plásticas. teatro e arquitetura. Em 2009. não reforçam nenhuma impressão de realidade. criado por Hélio Oiticica) que usa seu corpo para se movimentar neste espaço. os efeitos produzidos por ela são diversos. no início dos anos 1950. já muda toda a articulação entre seus elementos. Atrás desse vidro existe uma circulação de pessoas e as imagens de pessoas que caminham em nossa direção se sobrepõem à imagem real das pessoas andando no outro espaço. seus sentidos estão em estado de alerta. Mas a mudança de um elemento da videoinstalação (o espaço). em Buenos Aires. p. 1982. consentimos participar de um jogo aberto a todos os tipos de significações. As imagens são projetadas num vidro que separam dois ambientes dentro do mesmo espaço. p. dando uma sensação fantasmagórica às essas imagens. possibilitou que Pierre Shaeffer desenvolvesse o conceito de escuta reduzida. com esta alteração do espaço expositivo.6 site-specific. 29). A percepção depende de numa predisposição a um estado puramente sensitivo e o que desencadeia este estado imersivo é o uso acusmático (quando não vemos a fonte produtora destes sons) dos elementos sonoros utilizados na obra. A videoinstalação Ponte pode ser áudio-visualizada em: https://vimeo. onde a sua participação aciona um mecanismo de interatividade com a obra. A situação acusmática (quando não podemos visualizar a causa do som) favorece a escuta reduzida. Outra maneira de escutar é definida por Barthes . Os ruídos utilizados não são naturalistas. esta mesma instalação foi montada no Espaço Fundação Telefonica. eles nos desafiam a extrair algum sentido ou sensação quando associados a determinada imagem e a este espaço. que consiste em ouvir repetidas vezes os som fixado (gravado) até que passemos de uma atitude de escuta causal (a que identifica a causa do som e a sua fonte) para uma atitude de escuta em que não importa mais a causa daquele som. 2011. Estes sons não possuem uma relação de confirmação com as imagens visuais. a sentir o som antes de perceber algum significado. e.com/116182412 Esta videoinstalação oferece uma experiência híbrida entre cinema. que depende de uma predisposição imersiva. (BARTHES. 227) como escuta “pânico”. mas um participador (conceito usado pelas artistas. Os sons continuaram os mesmos. Na escuta “pânico” estamos disponíveis a uma escuta polissêmica. tornando o visitante não mais um espectador. como nos relata seu discípulo Michel Chion (CHION. vídeo. .

por definição. na arte e nas práticas culturais. e o ruído. indireto. de diferentes motivações. outro aspecto a ser observado nestes sons utilizados nesta videoinstalação. artísticos. O ruído permeia a nossa cultura. Ao considerar a presença do ruído na música. os padrões. mas em outra volta da espiral histórica. é que eles se constituem basicamente de ruídos.) durante séculos. 142) A escuta reduzida dos sons acusmáticos dos ruídos desta videoinstalação provoca uma situação imersiva na própria consciência de cada participador da obra. a escuta era. suas formas leigas: o que é implícito. as mesmas perspectivas. se constitui como uma força inextinguível. Por não visualizamos as fontes produtoras dos sons que ouvimos (situação acusmática). A escuta pânico: o indivíduo que se dispõe a ir a um evento onde ele vai participar de uma videoinstalação. tal como a conceberam os gregos. Estamos indiscutivelmente considerando uma maneira de desestabilizar esses domínios e abrimos a um campo mais amplo. no sentido tópico do termo. (BARTHES. os ruídos são os sons do caos da vida. fresco e anômalo. Ao contrário da música. (SILVA. um ato inteiramente consciente). comunicacionais. informacionais. a meu ver é fundamental já que acrescenta frescor à massa conservadora que reproduz o mesmo. mas também. isso possibilita uma escuta reduzida: os sons se repetem num loop e temos a possibilidade de nos atermos ao som como um objeto observável por si só. atualmente nela reconhecemos o poder (e quase a função) de varrer espaços desconhecidos: a escuta inclui em seu campo. hoje lhe é pedido apenas um laisser surgir. voltamos assim. indesejável. que desestabilizam esta organização. Essa anomalia. é parte de todos os sistemas: vivos. . o modernismo nas artes em geral tendeu a valorização do ruído. Além de tudo isso. à concepção de uma escuta pânico. 1982. 227) Na videoinstalação Ponte coexistem dois tipo de escuta: reduzida e pânico.. há um desmantelamento da Lei que prescreve a escuta única. Depois da Segunda Guerra. um sistema organizado de sons de altura definida. p. sentimentos e sensações. não apenas o inconsciente. ou seja. suplementar. de superposições.7 (. que faz uma viagem interior em busca de memórias.. 2012. os mesmos conteúdos. na civilização ocidental. vai com os seus sentidos em alerta para uma experiência sensorial. p. sempre foi entendido como um elemento desestabilizador. se assim podemos dizer. O ruído nos acompanha e sua potência criadora está na base das inovações linguísticas e musicais. que mesmo para alguns contextos carregue um teor pejorativo. Ele nunca pode ser completamente eliminado. retardado: há uma abertura da escuta a todas as formas de polissemia. a escuta foi definida como um ato intencional de audição (escutar é querer ouvir . aplicada.

obviamente. analisar o uso do som nas videoinstalações. induzido pelas sinestesias vividas. onde a ‘visão’ reencontra a sua orientação sensual numa experiência incomunicável. impalpável. nesta pesquisa. no imaginário de cada um. tópicos. não se trata da visão que se obtém com os olhos.8 O som que extrapola o campo imagético leva o espectador a buscar. a comportar-se como sujeito. Com sua interferência. p. em seu imaginário. Esta “visão” que reencontra a sua experiência sensitiva. 106) Gostaria de. algo virtual. “A vontade de ‘ver mais’ abandona o domínio do visível para arriscar-se na escuridão do olhar interior. a lançar mão de interpretações. mas em subjetividade temporal e espiritual (. METODOLOGIA SUMÁRIO Esquematização do projeto em partes. que não se concretiza em dados objetivos.lembrança. é fonte de imaginação. é possível ir mais longe do que a própria informação sonora que escutamos. na medida em que ele se relaciona com o que lhe foi apresentado. Para o presente trabalho.) (FLORES. é uma experiência no fora. .” (SCHØLLHAMMER. mas o processo que se alcança com o pensamento. como os sons de ruídos interagem com as imagens projetadas e com o espaço expositivo.. possibilidades. aquele que está além do campo visual e não é diegético. 2013b. 2007. o som que extrapola o campo.. O que se constrói é uma imagem. procurando identificar os processos imersivos que estes sons provocam na execução da obra Ponte. p. 86). capítulos.

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