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SALMOS

Sua Santidade Pio X II, acedendo ao desejo de mui­
tos sacerdotes, acaba de dar à Igreja, com pastoral soli­
citude 6 paterna caridade, uma nova versão latina dos
Salmos. Elaborada pelos professores do Pontifício Ins­
tituto Bíblico, sobre os textos originais, conferidos com
as mais antigas versões, e utilieando os últimos progres­
sos da ciência, suprime quase por completo as obscuri­
dades, que apareciam, em grande número, no Saltério.
A versão portuguesa que se segue, é feita desta nova
versão latina.

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Os salmos são hinos sagrados, por meio dos
quais o povo de Deus costumava louvar o Benhor,
implorar a sua misericórdia, agradecer os benefícios
recebidos e recordar os prodígios da sua paternal
providência em favor de Israel.
Os salmos foram compostos por vários escrito­
res sagrados, sendo Davide o autor da sua maior
parte.
Quase todos têm no princípio um títu lo, que
varia muito. Contêm uma ou mais daa indica­
ções seguintes: o autor, o gênero poético, acompa­
nhamento musical, 0 uso litúrgico, a ocasião histórica.
No saltério encontra-se tudo o que de ú til e
salutar está espalhado pelos outros livros do Antigo
Testamento. <iQuando leio os salmos, diz Santo Am brósio, descubro neles todos os mistérios da nossa
santa Religião e tudo o que os profetas vaticinaram; reconheço a graça das revélaçòes, os teste­
munhos da ressurreição de Jesus Cristo, oa prêmios
e castigos da outra vida; aprendo a confundir-me e
a envergonhar-me dos meus pecados, a detestá-los
e a evitá-los:^.

LIVRO

PRIMEIRO

Felicidade dos justos e desgraça dos ímpios
1 — 1 Bem-aventurado o homem que não segue o Felicidade
conselho dos ímpios,
do justo,
e não anda pelo caminho dos pecadores,
e não se senta na reunião (dos maus);
2 antes põe as
suas compiacêocias na lei do
S en h or,

3

4
6

e na sua lei medita de dia e de noite.
Ele é
como a árvore plantada junto àscor­
rentes das águas,
que a seu tempo dâ fruto,
cujas folhas não murcham,
e todas as coisas que faz têm bom êxito.
Não assim os ímpios, não assim;
Desgraça
mas são como a palheira que o vento leva.
Por isso 08 ímpios não se sustentarão no (dia
do) juízo,

1, 6. No (dia do) juizo, quando Deus chamar cada um
A dar conta de si, os impios não ressuscitarão para a glória
•celeste, nem farão parte da congregação doa justos.

nem os pecadores (estarão) na congregação dos
jUBlOB,

6

porque o Senhor cuida do caminho dos jus­
tos,
e 0 caminho dos impios perecerá.
0 Messias, rei de Slâo e de toda a terra

Revolta
das nações
contra
Deus e o
Messias.

Deus
zomba
de tais
inimigos.

O Messias
anuncia
que foi
constituído
rei uni­
versal.
Aviso do
salmista
aos reis
da. terra
pára
se sabmeterem a
ele.

2 — 1 Por que se amotinam as nações,
e 08 povos maquinam planos vãos?
2 Os reis da lerra sublevam-se
e OB príncipes coligam-ee
contra o Senhor e contra o seu Messias:
3 «Quebremos (disseram) as suas cadeias
e sacudamos de nós os seus laços 1»
4 Aquele que habita nos céus ri-se,
o Senhor zomba deles,
5 Ele lhes fala então na sua ira,
e 08 aterroriza no seu furor:
6 «E u , porém, constituí o meu rei
sobre Sião, meu monte santol»
7 Promulgarei o decreto do Senhor:
O Senhor disse-me: « T a és meu filho,
eu hoje le gerei.
8 Pede-me, e eu te darei as nações em herança,
e em Leu domínio os confins da lerra.
9 Tu as governarás com vara de ferro,
quebrá-las-ás qual vaso do oleiro.»
10 E agora, ó reis, atendei;
instruí-vos. vós que governais a terra.
11 Servi ao Senhor com temor, e louvai-o com
a le g r ia ;

13

com temor 19 preslaí-lhe vassalagem,
para que náo se ire, e náo apareçais fora docaminho (da justiça),
quando daqui a pouco se incendiar a sua
indignação:
Bem-aventurados todos os que se acolhem a
ele.

2, 9. Com vara de ferro. O cetro do Messias, doce para.
OB bone, será uma arma terrível contra os maus.

o que exaltas a minha cabeça. Senhor ! Súplica Salva-me. tu que na angústia me levantaste. quão numerosos são os que me ator. tem compaixão de mim. e ouve a minha oração. quando foge de Absalão. conserva e ele ouviu-me (òent^^no) do seu santo monte. • . 7 Não temerei esse povo que. ouve-me. 3 Até quando. Deus meu ! veemente. o Senhor me ouvirá. Para instrumentos de corda. 9 Quando eu te invocar. (ó Deus) venha a tua bênção l Oração de qaem confia no meio de pecadores incrédulos 4 — 1 Ao mestre do coro. Com efeito. muitoB se levantam contra m im ! 3 Muitos dizem a meu respeito: « N ã o há salvação para ele em D eu s. Senhor. aos milhares. ó Deus da minha justiça. quebraste os dentes dos pecadores. acampa em cerco contra mim. a minha glória. ó poderosos. De Davide. quando eu o invocar. ern i^us? 5 Com a minha voz clamei ao Senhor. 8 Levanta-te.» 4 Porém tu. Salmo. seu filho. 2 Senhor. .Oração de quem eonfia em Deas no meio dos seas Inimigos 3 — 1 Salmo. sereis duros de coração ? p^or que amais a vaidade e buscais a mentira ? 4 Picai sabendo : o Senhor faz maravilhoso o seu san to. tu feriste na cara todos os meus inimigos. ^ p^6 Deitei-me e adormeci: levantei-me. osai^místa. és o meu escudo.Cercada mentam. porque o Senhor me ampara. De Davide. . 9 Junto do Senbor há salvação: sobre o teu povo.

De Davide. 6 nem os ímpios podem permanecer diante de ti. DOS vossos aposentos. me pões em segurança. 7 perdes todos os que dizem a mentira. em paz adormeço. Para flautase Salmo. para que Senhor. prostrar-me-ei no teu santo templo com a reverência que te é devida. de manhã ouves a minha v o z . Implora a 9 Senhor. Logo que me deito. Muitos dizem : Quem nos fará ver o bem ? Levanta sobre nós a luz do teu rosto. 3 ouve a voz da m inba súplica. aplana o teu caminho diante de mim. um Deus que ame a ini­ mina 03 qüidade. . 9. guia-me na tua justiça. iníquos. boas obras. e emudecei. confiado na abundância da tua graça. Aborreces todos os que praticam a iniqüidade. 9 ó Senhor. porém. nem habita junto de ti o pérfido. e espero. maus. ó Senhor ! Infundiste no meu coração uma alegria maior do que (têm os agricultores) quando abundam em trigo e vinho. de manhã le apresento as minhas preces. 4 ó Senhor . isto é. Sacrifícios justos. repeosai nos vossos corações. por causa dos castigue os meus inimigos. ó Senhor. atenção de atende os meus gemidos. com efeito. rei meu e Deus m eu ! Porque é a ti que suplico. Deus. 6. porque só tu. Aplana o teu caminho. Oferecei sacrifícios justos. Preces matutinas do justo cercado de Inimigos 5 — 1 Ao mestre do coro. para que eu possa andar com facilidade por ele. dá ouvidos às minhas palavras. 5.5 6 7 8 9 Tremei e não queirais pecar. e esperai no Senhor. 4 ue abo­ 5 Tu não és. entrarei na tua casa. 0 homem sanguinário e fraudulento 0 Senhor o abomina. 8 Eu.

4 E a minha alma turbou-se em extremo . Senhor. sara-me. Davide suplica ao senhor que o lívre de perigo. porque o Senhor ouviu a voz do meu pranto. 13 Porque tu... expulsa-os (d a iua presença) por causa dos seus muitos crimes. envelhecem por causa de todos os meus ini­ migos. ó Senhor. até quan do?. todas as noites. como com um escudo. De Davide. com as suas línguas Jisonjeiam. rego o meu leito com lágrimas. Protege-os e regozijem-se em ti os que amam o teu nome.08 . Até quando farás durar a minha tribulação? . a sua garganta é um sepulcro ab erto . Senhor. ó Deus.10 Porque na boca deles não bà sinceridade. abençoarás o ju s to : envolvê-lo-ás com a tua benevolência. porque (até) os meus ossos estremeceram. pega oa minha alma. frustrem-se os seus desígnios. S Os meus olhos anuviam-se de tristeza. 11 Castiga. 2 Senhor. e abençoe exultem eternamente. porque sou enferm o. o seu coração maquina ciladas. Senhor. Animado cam J cer- ourtdo®®*^ triunfa. pois são rebeldes contra ti. não me arguas na tua ira. nem me castigues no teu turor. os justos. salva-me pela tua misericórdia. Salmo. 4. 5 Volta-te. 9 Afastai-vos de mim todos os que praticais a iniqüidade. 12 Aiegrem-se porém todos os que se acolhem a ti. mas tu. C. Súplica de um homem castigado por Deas 6 — 1 Ao mestre do coro. Senhor. 6 porque na morte não há quem se lembre de ti: na habitação dos mortos quem canta os teus louvores? 7 Estou esgotado à força de tanto gemer. banho com elas o lugar do meu descanso. 3 Tem piedade de mim. Pa ra instrumentos de corda.

7 Levanta-te. inocente. tO Cesse a maldade dos ímpios. eu.' A multidão. arrebate a mi­ nha alma. que. a despedace. e livra-me. ó Deus justo. 9 O juiz dos povos é o Senhor: dá-me o direito. a ti recorro. a propósito das palavras de Chus. publicamente. retirem-se e confundam-se. Se eu fiz Isso. Senbor.. e toma a minha defesa no juízo que intimaste. o Senhor acolheu a minha oração.. calque contra a terra a minha vida. S. a ele. 2 Senhor. defenda contra a maldade dos peca­ dores. sem que haja quem a livre. Deus roeu.10 11 O Senhor ouyiu a minha súplica. segundo a minha justiça e segundo a inocência. Ipelo ã jastlça de Deas de um homem oprimido de ealúnias Davide pede con‘iadamente a Deus. que há em mim. 7 — 1 Lamentação de Bavide. 3 para que ninguém. se cometi os crimes de que me acusa Chus. Senhor na tua ira (para me socor­ rer). . Benjam iniia. e que a sua inocência seja reconhecida ante numerpaas testemunhas. se há iniqüidade nas minhas mãos. 7. 4. ergue-te contra o furor dos meus opressores. que salva os rectos de coráção. salva-me de todos os que me perseguem. U 0 qaeu escudo é Deus. que salvei os meus injustos adversários: 6 Persiga o inimigo a minha alma e apodere-se dela. se eu 6z isso. e arraste pelo pó a minha honra. Sejam confundidos e em exLremo conturbados iodos OB meus inimigos. 8 A multidão dos povos esteja ao redor de ti. 5 se fíz algum mal ao meu amigo. que sondas os corações e as entranhas. e eenla-te no alto sobranceiro a ela. num instante. cantada por ele ao Senhor. como leão. O Salmista quer que a ísua causa seja julgada. 4 Senhor Deus meu. e sustenta o justo.

3 D a boca das crianças e meninos de peito fizeste sair louvor contra os teus adversários. mas caiu nessa {mesma) cova. 5 {exclamo): Que é o homem. os outros animais do campo. julga­ mento abrasadoras tornará as suas setas. Senbor nosso. 3. mas eloqoenles. para te lembrares dele ? ou que é o filho do homem. 16 Abriu e aprofundou uma cova. o nome do Senhor tem nm brilho tão intenso que até as próprias crianças o glorillcam. para reprimir o iuimigo e o agressor. tu que elevaste a tua majestade acima dos céus. 8. Segundo a melodia do cân­ tico ^Os Lagares> . reduzem ao silêncio os maiores inimigos de Deus. . 17 Sobre a sua própria cabeça recairá a sua mal­ dade. afiará a sua espada. mas prin­ cipalmente no homem. obra dos leus dedos. 7 deste-lbe o mando sobre as obrâs das tuas mãos. Salmo. está grávido de malícia e dá à luz a fraude. de glória e de honra o coroas te . e as snas vozes fracas. divino. que tu criaste. e sobre a sua fronte voltará a sua violência. Deus é admirável no céu € na terra. 2 Senhor.. além destes. 15 Eis que o {ímpio) concebeu iniqüidade.12 Deus é um juiz justo. 9 as aves do céu e os peixes do mar: tudo 0 que percorre ap yeredas dos òceanos. a lua e as estrelas. Majestade de Deus e dignidade do homem 8 — 1 Ao mestre do coro. 4 Quaudo contemplo os teus céus. que fez.. quáo admirável é o teu nome em toda a lerra. 18 Eu glorificarei o Senhor pela sua justiça. para cuidares dele? 6 Tu o fizeste pouco inferior aos anjos. ameaca retesará o seu arco e ap on tará. sujeitaste todas as coisas debaixo de seus p é s : 8 Todas as ovelhas e todos os bois e. e cantarei salmos ao nome do Senbor altíssimo. um Deus que ameaça todos os dias. com o 14 e preparará para eles dardos de morte. aos quais 13 Se não se converterem. Be Davide.

Senhor. 5 Gom efeito. De Davide. mostrou que) se lembrou deles. apagasle o seu nome para sempre. Salmo. refúgio oportuno nas horas de angústia. 15 para que publique todos os teus louvores às portas da filha de Sião. vingando o sangue (dos seus servos. Senhor nosso. arruinados para sem­ pre.10 Senhor. e exulte com o teu auxilio. 6. defendeste o meu direito e a minha causa. sentaste-te sobre o trono. 11 E em ti esperarão os que conhecem o teu nome. Segundo a melodia do cântico sM ü t labben>. como justo juiz. 13 porque. 9 Ele mesmo ju lgará o mundo com justiça. não se esqueceu do clamor dos pobres. 9. 7 Os inimigos desfaleceram. Oração para serem castigados os maus. ó (Deus) Altís­ simo. preparou o seu trono para exercer o juízo. isto é. que der­ rotou 09 inimigos de Davide. Senhor. porque tu. e que nunca abandona os aflitos. Da filha de Sião. Jerusalém. 14 Tem compaixão de mim. à tua vista caíram e pereceram. 8 Porém o Senhor permanece eternamente. 10 E 0 Senhor será refúgio do oprimido. não desamparas os que te buscam. 16. 9 — 1 Ao mestre do coro. 4 porque os meus inimigos retrocederam. 6 Repreendes te as nações. ju lgará os povos com equidade. e destruiste as suas cidades: a memória deles pereceu. divulgai entre os povos as suas obras. Aa naçôea que se levantaram contra mün. Senhor: vê a aflição que sofro da parte dos meus inimigos. cantarei salmos ao teu nome. quão admirávél é o leu nome em toda a terra! Acção de graças pelos trionfos sobre os pagãos Louvor a Deus. que habita em Sião. com todo o meu coração contarei todas as tuas maravilhas. 2 Eu te louvarei. 3 Alegrar-me-ei e regozijar-me-ei em ti. 12 Cantai ao Senhor. arranca-me das portas da morte. . extermínaste o Ímpio.

5 Prósperos são os seus caminhos a toda a h o ra . fez justiça. não estará para sempre esquecido o pobre. 90 Levanta-te. de fraude e de dolo . todas as gentes que se esqueceram de Deus. Deus não e x is te »: eis todos os pensamentos. nas obras das suas (próprios) mãos ficou enredado o pecador. é colhido nos embustes que aquele lhe armou? 3 Porque o pecador gloria-se da sua cobiça. Petição de anxilio contra os opressores Infqnios 10 (V ulgata 9) — 1 Por que te conservas afas. despreza o Senhor. escarnece de todos os seus contrários. blasfema. no mesmo laço. te escondes nas horas de angustia. 4 Diz o ímpio na arrogância do seu espírito : « N ã o castigará. que esconderam {para me prenderem). 9 enquanto o ímpio se ensoberbece e o mísero é maltratado. Senhor.. . sejam julgadas as gentes em tua presença. para que as gentes saibam que são homens. nem a confiança dos infelizes será para sem­ pre frustrada. 19 Com efeito. 18 Retirem-se para o túmulo os pecadores. 91 0 ’ Senhor. muito afastados estão os teus juízos do seu pensamento.pescriça© tado ô Senhor. 6 Diz no seu coração: «N ã o serei abalado: de geração em geração não serei infeliz. pobres. 17 (Deste modo) o Senhor manifestou-se. salteador.» 7 A sua boca estã cheia de maldição.16 A s gentes [que me perseguiam) caíram na fossa que cavaram.não prevaleça o homem (malvado). debaixo da sua língua estão a opressão e o vexame {para o próximo). . e. ficou preso a seu pé. incute-lhes terror.

e não subsistirá. arma ciladas para arrebatar o mísero : arrebata o mísero e o arrasta para a sua rede. 3 Quando se desmoronam os fundamentos. . mata o inocente. confortaste o seu coração. não faz caso do que se passa sob a terra. e. apartou o seu rosto. De Davide.8 9 10 11 Petição do auxilio do Senhor. > Levanta-te. e para que o homem terreno não volte a incutir terror. OB seus olhos espiam o pobre. Inclina-se. para protegeres o direito do órfão e do opri­ mido. A ti se abandona o infeliz. ergue a tua mão ! não te esqueças dos pobres ! Por que razão despreza o ímpio a Deus. que pode fazer o justo? 11. Arm a ciladas nos esconderijos. junto dos povoados. £ esta a linguagem dos ímpios. as gentes foram exterminadas da sua terra. não vê jamais. às escondidas. e com a sua violência caem os infelizes. tu és o amparo do órfão. deste-lhes ouvidos. (V ulgata 10) — 1 Ao mestre do coro. o desejo dos infelizes. e diz no seu cotação: « Não castigará?» Porém tu vês: consideras o trabalho e a dor (do oprimido). 12 13 14 15 16 17 18 Põe-se de emboscada. por que dizeis (pois) à minha a lm a : «Foge para o monte como a ave ?» 2 Eis que os ímpios retesam o seu arco. Inabalável confiança do justo em Deus 11 Os peca­ dores pre­ param setas contra os justos. O Senhor é rei pelos séculos dos séculos. para dispararem às ocultas contra os que são de coração recto. A o Senhor me acolho. ajustam a sua flecha sobre a corda. como o leão na sua c o v a . Quebra o braço do pecador e do mau . Ouvíste. Deus esqueceu-se. Diz no seu coração: «Deus esqueceu-se. debruça-se por terra. castiga a sua malícia. Senbor. Senhor Deus. para os tomar nas tuas mãos.

3 Cada um sòmente diz falsidade ao seu pró­ ximo . os homens rectos verão a sua face. 4 Extirpe o Senhor todos os lábios dolosos. Da impie­ dade dos maus.4 0 Senhor habita no seu santo templo.» 7 As palavras do Senhor são palavras sinceras. Sobre a oitava. Fará chover.. um vento abrasador será a porção do seu cálice. 7 Com efeito. nos guardarás. Os seus olhos observam. Contra os Inimigos enganadores o soberbos 13 (Vuigata 11) — l Jo mestre do coro. limpa da terra. agora me levantarei {para os defender). porque faltam pessoas de piedade. A porção servida por Deus aos pecadores será um duro castigo. Nos banquetes orientais. 11. estão por nós os nossos lá b io s: quem é senhor de n ós?» 6 « Por causa da afiição dos humildes e do ge­ mido dos pobres. A porção do seu cálice. Senhor. as suas pálpebras examinam os filhos dos homens. 6 Fará chover sobre os pecadores carvões arden­ tes e enxofre. diz o Senhor. Linguagem figurada que recorda o castigo de Fentápole. o seu espírito odeia aquele que ama a iniqüi­ dade. De Davide. darei salvação a quem a deseja. sâo livres 03 justos por Deus. desapareceu a fidelidade entre os filhos dos homens.. a H n ^ a que fala com arrogância. são prata acrisolada. depu­ rada sete vezes. maa Deus Julgará com justiça. 5 0 senhor sonda o justo e o ímpio. Senhor. 6. 5 aqueles que dizem: «Som os fortes com a nossa língua. o pai da família servia no copo dos seus comensais a porção de vinho que lhe aprazia. nos preservarás para sempre desta raça. o trono do Senhor eslá no céu. 2 Salva-nos. 8 Tu. Salmo. o Senhor é justo e ama a justiça. .

0 Senhor olha do céu para os filhos dos homens. para que o meu inimigo não possa dizer. renega pràticamente a Deus. . 13 (Vulgata 12) — 1 Ao mestre do coro. fica aberto o caminho aos homens vis. Parece significar que quando os ímpios avançam com arro­ gância. 'odos à uma se extraviaram. ouve-me.9 Os ímpios passeiam ao redor. não há quem faça o bem. De Davide. Salmo. Lamento do Jnsto qae confia em Deus Gemido do atri­ bulado.» (Os homens) corromperam-se. 0 insensato diz no seu coração: « N ã o há D e u s. súplica. não exultem os meus inimigos por eu ter caído. me esquecerás total­ mente? A lé quando esconderàs de mim a tua face? 3 Até quando revolverei ansiedade em minha alma. 2 Até quando. 14. não há nem sequer um. ara ver se há quem entenda e busque a Deus. Senhor. que eu cante ao Seohor que me cumulou de bens. se preverteram. Senhor Deus meut 5 Alum ia os meus olhos para que eu não durma na morte. 6 depois de ter confiado na tua misericórdia! Antes exulte o meu coração com o teu auxílio. (Vulgata 13)— 1 Ao mestre do coro. eaquanto se pavoneiam os homens mais vis. e todos os dias tristezas em meu coração? 4 Até quando prevalecerá o meu inimigo contra mim? Olha para mim. 9. A Escritura chama insensato àquele que. 1. não há quem faça o bem. praticaram acções abom ináveis. Corrupção geral e o sen castigo 14 Perversi­ dade dos impios. A tradução deste versículo é difícil e obscura. Ç 12. com a sua má vida. De Davide. < V en cio-o».

com os que devoram o meu povo.4 5 6 7 Não se emendarão todos os que praticam a Sua cruel­ dade para iniqüidade. ó Deus. nem dirige opróbrio ao seu vizinho. Oração Oh. quem terá a sua morada no teu tabernàculo? uem habitará no teu santo monte? que anda sem mancha e pratica a justiça e pensa o que é recto no seu coração.» o santo deleita-se em Deus. o que não empresta o seu dinheiro com usura. alegrar-se-á Israel. mento de Israel. Quem é digno de comparecer diante de Dens 15 (Vuigata 14) — 1 Salmo. Seu pão? castigo. Quereis confundir o intento do desvalido: mas o Senhor é o seu refúgio. tempo virá em que tremerão de temor. o que ao seu próximo não faz mal. fonte de ressurreição e de T id a eterna 16 2 (Vuigata 15) — 1 Miktãm. venha de Sião a salvação (ou o Salvador pelo restar de) Israel I beleciQuando o Senhor mudar a sorte do seu povo. De Davide. De Davide. embora tenha um juramento com dano próprio. exultará Jacob. não o muda. e honra os que temem o Sen h or. porque a ti recorro. fora de ti não tenho nenhum bem . S 3 4 5 Dens. digo ao Senhor: «T u és o meu Senhor. N ão invocaram o Senhor. Senhor. e não calunia com a sua lín gu a. como quem come Israel. . o que tem o malvado por desprezível. snmo bem. Quem faz estas coisas não será jamais como­ vido. o que. nem aceita dádivas (para proceder) contra o inocente. porque Deus está com a estirpe dos justos. Guarda-me.

6. O Senhor é a porção da minha herança e do meu cálice. 10 11 Para com os santos.. 25 e ss). não vacilarei. a plenitude dos gozos junto d:e ti. 10-11. as delicias à tua direita eternamente. 3. Os Hebreus serviam-se de cordas para medir as terras que deviam ser repartidas entre vários. Ouve. As cordas cairam-me em lugares amenos. (Act. Quão admirável. 2.que é a sua herança. és tu que teus na mão a minba sorte. atende o meu clamor.. Solene renúncia de tudo o que não é Deus. Me aconselhou a desprezar os bens da terra e a escolher sòmente Deus por herança.. Portanto alegra-se o meu coração e exulta de alegria a minha alma. e comprazo-me plenamente com a minba he­ rança.. Davide designa com estas pala­ vras todo o amor de que Deus inflamou o seu coração para com os santos. poíç ele está à minha direita. não libarei o sangue das suçs libações.. 5. De Davide. Indicar-me-ás as sendas da vida (imortal). As cordas. Ponho sempre o Senhor diante de mim. Nestes dois versículos há uma referência pro­ fética à ressurreição de Jesus Cristo. o meu cora­ ção nie adverte. não permitírás que o teu santo experimente corrupção. porque mesmo durante a noite. Bendigo o Senhor porque me aconselhou. as pessoas virtuosas da sua pátria. que eslâo na sua terra. 7. 17 (Vulgata 16) — 1 Súplica. IG. isto é.. Que tens na mão. O jnsto inocente implora o aaxilio de Dfèus contra os inimigos prepotentes o justo confessa a sua ino­ cência. quão admirável tornou todo o meu aíecto 1 Multiplicam as suas dores. porque não abandonarás a minha alma na morada dos mortos. Senhor. os que seguem deuses estranhos.. nem pronunciarei os seus noróes com os meus lábios. . uma causa justa. a sua esperança e regozijo. A me­ táfora significa: «A herança que me tocou é a mais formosa». e também o meu corpo descansará seguro.

cujos filhos andam fartos e deixam as sobras aos seus pequeninos. Senhor. Os ímpios prosperam muitas vezes até à morte. . que sai de lábios enganosos. dos intmlcom a sua boca falam arrogantemente. gos.. ó Senhor. 17. A esta felicidade grosseira Davide opÕe as alegrias que o esperam no céu. Firmaram-se os meus passos nas tuas vere­ das. — E d e i­ xam .. Os seus passos já me assediam. Citjo v e n tre . se no fogo me provas. semelhantes ao leão. segundo as palavras dos teus lábios.. e cujo ventre enches dos teus bens. Levanta-te. A minha boca não transgrediu. com a tua m ão: aos homens. ó Deus.9 3 4 5 6 7 8 9 10 11 19 13 14 dá ouvidos à minba oração. Proceda de ti a minha sentença: OB teus olhos vêem o que é recto. ouve a minba palavra. dei­ xando aos descendentes uma herança rica. inclina para mim os teus ouvidos. Eu te invoco. fíxam em mim os seus olhos para me derribarem por terra. cerram o seu coração insensível. tu. que se agacha nos esconderijos. 14-15. ávidos da presa. Os meus inimigos cercam-me com furor. aos homens. arrebata a minha alma ao pecador com a tua espada. Deua concede indiferentemente aos bons e aos maus o gozo dos bens deste mundo. Se sondas o meu coração. se o visitas de noite.. cuja porção é esta vida. Guarda-me como a menina dos olbos. sal ao seu encontro. — E u p o ré m . porque me ouvirás. 08 meus pés não vacilaram. que salvas dos adversários aqueles que se acolhem à tua direita. sob a sombra das tuas asas esconde-me dos pecadores que me fazem violência. como é cos­ tumo dos homens. e ao cachorro do leão.. Faze brilhar a tua admirável miséricórdia.. não enconIrarás em mim a iniqüidade. guardei os caminhos da lei.

11 Foi levado sobre um Querubim e voou. e fogo devorador da sua boca. Acções de graças do rei Davide pela salvação e vitória alcançada Acção de graças Oração de Davide. transportado sobre as asas do vento. lançaram-se sobre mim laços da morte. meu escudo. e serei salvo dos meus inimigos. digno de louvor. . 13 Diante do resplendor da sua presença intlamaram-se carvões em brasa. ao despertar. 7 ua minha tribulação invoquei o Senhor. porque ardia em ira. Senhor. como de um véu. 8 Foi sacudida e tremeu a terra. 12 Vestiu-se dç trevas. com o teu sem­ blante. 5 Gercaram-me as vagas da morte. os fundamentos dos moates vacilaram e abalaram-se. de água tenebrosa e densas nuveos. e clamei ao meu D e u s . como de um manto. servo do Senhor. meu baluarte. força da minha salvação. 9 Subiu fumo das suas narinas. 14 E o Senhor trovejou do céu. ele ouviu a minha voz desde o seu templo. minha rocha de refúgio. Deus desce do céu no meio duma tempestade para salvar Davide. ó meu Deus. o meu clamor penetrou nos seus ouvidos. e uma nuvem obscura estava sob os seus pés. o qual dirigiu ao Senhor as palavras deste cântico. meu libertador. porém. 6 Cordas do inferno me envolveram. meu asilo ! 4 Invocarei o Senhor. saciar-me-ei. e torrentes devastadoras me aterrorizaram. 2 Disse portanto: Eu te amo. carvões por ele acesos. fortaleza minha.15 Eu. 3 Senhor meu firme apoio. 10 Inclinou os céus e desceu. e o Altíssimo fez ouvir a sua voz. na justiça verei a tua face. De Davide. no dia em que o Senhor o livrou do poder de todos os seus inimigos e da mão de Saul. 18 (Vuigata 17)— l Âo mestre do coro.

que eram mais poderosos do que eu. fazes brilhar a minha lucerna. e guardei-me da culpa. às ameaças do Senhor. ele 6 escudo para todos os que se acolhem a ele. e com o meu Deus assalto a muralha. porque todos os seus mandamentos estiveram diante dos meus olhos. E apareceram os fundos do mar. mas humilhas os olhos soberbos. tirou-me das muitas águas. Com o homem piedoso mostfas-te piedoso. ao sopro impetuoso da sua ira. do meu Deus. porque guardei os caminhos do Senhor e náo me afastei. ó Senhor. e segundo a pureza das mínbas mãos (que está presente) aos seus olhos. e ficaram a descoberto os fundamentos da terra. tomou-me. Porque tu. Sem mácula é o caminho de Deus. Estendeu do alto a sua mão. muitos relâmpagos. . com o puro mostras-te puro. com o recto usas de rectidão. Livrou-me do meu fortíssimo inimigo. e aterrou-os. e dos que me aborreciam. Com efeito tu salvias o povo humilde. retirou-me para um lugar espaçoso. salvou-me porque me ama. 0 senhor me recompensou segundo a minha justiça. e segundo a pureza das minhas mãos me retri­ buiu. ó meu Deus. pelo pecado. tu. iluminas as minhas trevas. a sua palavra é provada no fogo. Porque por ti acometo os esquadrões inimigos. mas o Senhor fez-se meu protector.15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 desferiu as suas setas e desbaralou-os. Eles atacaram-me no dia da minha aflição. e não repeli de mim os seus preceitos. antes foi íntegro em sua presença. com o es tu to tornas-te prudente. 0 Senhor me retribuiu segundo a minba justiça.

e os meus braços para retesar o arco de bronze» Deste-me o teu escudo salvador e a tua direita me susteve. e a tua solicitude me fez grande. que eu não conhecia. e náo regressava sem os ter aniquilado. que eu não conhecia.39 33 34 35 36 37 38 39 40 41 49 43 44 45 46 47 48 49 Quem é Deus além do Senhor? Ou que rocha {forte) há fora do nosso Deus? (Ele é o) Deus que me revestiu de força. puseste em fuga os meus inimigos e aniquilaste os que me aborreciam. povos muitodistantes. Gritaram. arrancaste-me do homem violento. Eu lhes quebrei as forças. Perseguia os meus inimigos e alcançava-os. estabeleceste-me chefe das nações. e não poderão levantar-se. 34. que adestrou as minhas mãos para a peleja. Os estrangeiros me lísonjearam. Viva o Senhor. e não havia quem os salvasse. 44. (clamaram) ao Senbor. roeu salvador. e não vacilaram os meus pés. logo que me ouviu. e seja bendita a minha R o ch a! Seja exaltado Deus. que me concedeu (tira r) vingança e me submeteu os povos. p ara tne defender nielhor. que me livraste dos meus inimigos e me exaltaste sobre os que me resistiram. E me revestiste de força para o combate. OB e s t r a n g e ir o s e m p a lid e c e ra m .. Um povo. Abrisle caminho largo aos meus passos. me serviu. e aba teste debaixo de mim os meus adversá­ rios. que tornou os meus pés (veloees) como os dos veados. e não os ouviu. . £u 08 dissipei como o pó que o vento espalha. Deus. eu os calquei como a lama das praças. Livraste-me das contendas do povo. e me obedeceu. s a íra m tre­ mendo das suas fortalezas. que fez o meu caminho imaculado. Tu. Sobte as alturas. isto é. Um povo. cairão debaixo dos meus pés. que sòmente eram* conhecidos de nome na P a lestin a. e me estabeleceu sobre as alturas.

o preceito do Senhor é límpido. de|eitam o coração. en toados' pelos céus à g ló ria de Deus. 4 Não é uma palavra. te louvarei entre as na­ ções e cantarei um salmo ao teu nom e: (a H ) que concedesle grandes vitórias ao teu rei. e 0 seu giro fvai) alé à outra extremidade. 3 Um dia transmite esta mensagem ao outro dia. A li pôs uma lenda para o sol 6 que sai como um esposo do seu tálamo. cuja voz não possa perceber-se: 5 O seu som estende-se por toda a terra. Louvor s Dens orlador e legislador 19 (Vuigata 18) — 1 Ao mestre do coro. o aol. e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. restaura a alm a. P e rfe lçõts d a lei. 5. 3. e as suas palavras alé às extremidades do mundo. 7 A sua saída é desde uma extrèmidade do céu. . Estes cantos de' louvor. que usaste de misericórdia com o teu ungido. 9 Os preceitos do Senhor são rectos. com Davide e sua posteridade para sempre. 10 0 temor do Senhor é puro.de B a bilôn ia e d a Grécia. a lua e<as «strela s. dá saltos como gigante a percorrer o seu ca­ minho. liáS regiões do firmamento. instrui o ru d e . não é uma linguagem.60 51 Por isao eu. Os céua publican) a gló ria de D eus. assim (im aginavam eles) o tém. e nada se pode subtrair do seu calor. A li (i^to é. 08 juízos do Senhor são verdadeiros. são incessantes. Assim conio uih príncipe ou chefe de tn b o tem o seu palácio ou tenda p róp ria donde sai c aonde volta p ara répousçr. v u lg ar tía literatura . a prescrição do Senhor é firme. Concépção poética. De Davide. 19. 2 Os céus publicam a glória de Deus. 8 A lei do Senhor é perfeita. um á tenda. são todos justos. Salmo. èisíclarece os olhos. e uma noite comunica-a a outra noite. nos céus) vôs . permanece eterna­ mente. Senhor.

4 Tenha presentes todas as tuas oblações. somos fortes no nome do Senhor. 5 Ele te dê o que o teu coração deseja e cumpra todos os teus desígnios. 20 (Vulgata 19)— l Ao mestre do coro. concedei a vitória ao rei. C ausa das vitórias de Israel. Sejam aceites as palavras da minha boca e a meditação do meu coração. e de Sião te sustenha. com o poder da sua dextra vitoriosa. nosso Deus. 9 Eles vacilaram e caíram. 8 Estes (confiam) nas suas carroças. 10 Senhor. Salmo. 6 Possamos regozijar-nos com a tua vitória. para que não tenha domínio sobre mim. são mais doces do que o mel e o néctar do favo. e içar bandeiras em nome do nosso D e u s . 7 A gora conheci que o Senhor concedeu a vitó­ ria ao seu ungido. porém. e o teu holocausto lhe seja agradável. o nome do Deus de Jacob te proteja. 3 Envie-te socorro do santuário. e o ouviu do seu santo céu. minha Rocha e meu Redentor. não obstante. Então serei íntegro e limpo de grave delito. Preserva também o teu servo do orgulho. ó Senhor. De Davide. os seus deslizes ? Purifica-me dos que me são ocultos. do que muito ouro refinado. Por mais que o teu servo ponha neles a sua atenção e seja muito solícito em os guardar. Oração (d o p o v o ) pelo rei antes da batalha Votos do povo. diante de ti. quem é que adverte. 2 0 Senhor te ouça no dia da tribulação. . Súplica final. satisfaça o Senhor todas as tuas petições. 13 14 14 são mais para desejar do que o ouro. e ouve-nos no dia em que te invocamos. nós. aqueles nos seus cavalos.11 12 D avid e pede o perdão dos pecados. mas nós conservamo-nos de pé e permanece­ mos firmes.

2 0 ’ Senhor. 6 Grande é a sua glória. não prevalecerão. se maquinarem algum engano. oh! quanto se regozija com o teu auxílio! 3 Tu lhe satisfizesle o desejo do teu coração. Á última paixão do Messias e seas fratos 22 (Vulgata 21)— 1 Ao mestre do coro. 5. 8 Com eleito. 13 porque os porás em fuga. 14 Levanta-te. o rei alegra-ee com o teu poder. Segundo a melodia do cántioo: « A corça. com o teu poder! nós cantaremos e celebraremos a lua fortaleza* A g ra d e ­ ce-se a D eus a vitória que concedeu. . 10 Coloca-os como num forno aceso. das palavras do meu clamor. e concedeste-lhe largos dias. De Davide. . 7 Tu o abençoaste com uma bênção eterna.Áoção de graças. 9 Caia a lua mão sobre todos os seus inimigos. Súplica do aflito. puseste sobre a sua cabeça uma coroa de ouro puro. devido ao teu auxílio. Salmo. aponlarás o teu arco contra o seu rosto. ao mostrar-lhes teu rosto (irritado). 12 Se projectarem algum mal contra ti. 0 Senhor os consuma com a sua ira. . Senhor. 5 Pediu-te vida. 21. a sua descendência de entre os filhos dos homens. por que me desamparaste? Estás longe das preces. De Davide. 11 Extermina de sobre a terra a sua prole. ao romper da au­ r o r a . Pelos séculos dos séculos. e preces pelo rei 21 ^Vulgata 2 0 )— 1 Ao mestre do coro. e não lhe recusaste o pedido dos teus làhios. pelos séculos dos séculos. o rei confia no Senhor. graças ao Messias último descendente directo de Davide. e çela graça do Altíssimo será inabalável. 2 Deus meu. alcance a tua direita aqueles que te aborrecem. e o fogo 08 devore. > Salmo. de alegria o inebriaste na tua presença. im plora-se o seu auxílio p a ra o futuro. Deus meu. glória e esplendor puseste sobre ele. 4 Porque o preveniste com bênçãos de felicidade.

Fui-te consagrado. 0 opróbrio dos homens e a abjecção da plebe. e não me ouves. O sofrim ento como que funde o coração. ó louvor de Israel. logo desde o nascimento. Derramo-me como a água. — O meu coração. tu és o meu Deus desde o ventre de minha mãe. referem -se ao M essias sofredor. 0 meu coração tornou-se como cera. Traspassaram as minhas mãos e os meus pés. aproxima-te. reduziste-me ao pó da morte. uma turba de malfeitores me cerca. Não estejas longe de mim. E stas palavras. e todos 08 meus ossos se desconjuntaram.. porém.. de noite. 7. que também encontram em Isaías. O M essias é verdadeiram ente filho de Deus. se é que o am a.. Todos os que me vêem. e não foram confundidos. se alegram. Em ti esperaram nossos pais. Mas tu moras no lugar santo.» Sim. tornaste-me seguro aos peitos de minha mãe. e não me prestas atenção. 10-11. Abrem contra mim a sua boca. meneiam a cabeça (dieenão)i «Esperou no Senhor: livre-o. esperaram. Eu. vêndo-me. tirando-lhe toda a força e consistência... como se evapora a água derram ada p or terra. como desaparece. Com efeito. franzem os lábios. porém. porém. e a minha língua pegou-se ao meu paladar. em ti esperaram. a ti clamaram. me rodeiam muitos cães (raivosos).. escarnecem de mim. e tu os livraste. olham e. sou um verme e não um homem. A minha garganta secou-se como barro cozido.3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 t6 17 18 Meu Deus. posso contar todos os meus ossos. se . porque estou atri­ bulado . tu tens sido o meu guia desde o ventre (materno). porque não há quem me ajude. estou rodeado de touros (feroees) de Basã. derrete-se dentro das minhas entranhas. 15. Numerosos novilhos (indómitos) me cercam. e foram salvos. A m inha vida foi desaparecendo pouco a pouco. Derramo-me. como um leão arrebatador que dá rugidos. Eu. salve-o. clamo durante o dia. Eles.

apressa-te a ajudar-me. não estejas longe de mim: meu amparo. porque o reino pertence ao Senhor. A minha alma viverá para ele. mísero. É um voto que o anfitrião faz a fav o r dos seus convidados: Alcance-nos este festim a vida eterna... p or meio do seu Cristo. Só a ele adorarão todos os que dormem na sepultura. e lançam sorles sobre a minba túnica. louvai-o. O M essias convida toda a nação santa a çue se associe à sua gratidão. louvarão o Senhor os que o buscam: «V iv am para sempre os vossos coraçõesI» Lembrar-se-ão e converter-se-ão ao Senhor todos 09 limites da terra. e eJe impera sobre as nações. está. Senhor.19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 80 31 repartem entre si as minhas vestes. Vós que temeis.» 24. Livra da espada a minha alma e das garras do cão a minha vida. prostrar-se-áo diante dele todas as famílias das nações. a minha descendência o servirá. . e anunciarão a sua justiça aò povo que há-de nascer: «T u d o isto fez o Senhor. Tudo isto. Os pobres comerão. De facto.. e serão saciados. Deus realizou plenamente os seus desí­ gnios de salvação. glorí(icai-o: lema-o toda a posteridade de Israel. cumprirei os meus votos em presença dos que o temem. Nem apartou a sua face dele. salva-me da boca do leão e das bastes dos búfalos. Vivam para sempre. Mas Lu. Louvor no meio da assembleia te louvarei. que sois a descendência de Jacob.. 32. ele não desprezou nem desdenhou a miséria do mísero. falará do Senhor à geração 32 vindoura. 27... vós todos.» De Li procede o meu louvòr na grande assembleia.â^ivo «V ós que tem eis ao Senhor. mas ouviu-o quando lhe clam ava. ante ele se inclinarão todos os que descem ao pó. a mim. Anunciarei o teu nome aos meus irmãos.

ó portas. Entrada solene do Senhor no Santuário 24 Q u o in c digno de entrar na casa do Senhor. Quem subirá ao monte do Senhor. a redondeza da terra e os que a habitam. 5. ou quem estará no seu lugar santo? O inocente de mãos e limpo de coração. . os vossos dintéís. Personificação poética. O cálice c o sím bolo d a gen erosi­ dade com que D eus espalha os seus benefícios. 2 3 4 5 6 En trad a solene da arca em Sião. Levantai. Ainda que eu ande por um vale tenebroso. Levantai. De Davide. Efectivamente ele a fundou sobre os maree. para que por elas possa passar um roi tão grande. 0 Senhor me apascenta: nada me falta. dos que buscam a face do Deus de Jacob. ou portes superiores. devem. nem fez juramentos dolosos ao seu próximo. à vista dos meus adversários. 2 3 4 Generoso Jiospedeiro. 7-9. — P ó rtico s antigos sâo provàvelmente as portas antigas dos gebuseus. reconforta a minha alma. não temerei males. 24. A tua vara e o teu báculo: são eles que me consolam. O meu cálice. o que não inclina às vaidades a sua alma. Este receberá bênçãos do Senbor. recompensa de Deus. seu Salvador. o meu cálice trasborda.. Habitarei na casa do Senhor. Benignidade e graça me acompanharão todos OB dias da minha vida. p or assim dizer crescer. pór causa do seu nome. Do Seohor é a terra e tudo que ela encerra. 5 6 (V u lgala 22) — t Salmo. 7 (Vulgata 23) — 1 Salmo. durante dllaladíssimos tempos. De Davide. em verdes pastos me faz recostar.0 Senhor meu pastor e meu hospedeiro 23 Kom pastor. Preparas uma mesa para mim. 23. Conduz-me junto das águas para descansar. Tal é a geração dos que o buscam. porque tu estás comigo. unges com óleos a minha cabeça. P o r isso devem levantar os seus dintéis. A s portas do Sião são dem asiado pequenas. e a consolidou sobre os rios. guia-me por veredas rectas..

levantai-vos. Davide pede que sejam con­ fundidos os seus inimigos. A ti elevo a minha alma. ensina-me as tuas veredas. 9 Dirige os humildes na justiça. todos os que esperam em ti não serão confundidos. 7 Não te recordes dos pecados da minha moci­ dade. . para que entre o Rei da glória! 8 «Quem é este Rei da glória? » « £ ’ 0 Senhor forte e poderoso. 5 Dirige-me na tua verdade e ensina-me. Senhor. das tuas hondades e das tuas misericórdias. Senhor. m anifes­ tados os caminhos rectos. ó pórticos antigos. o Senhor poderoso nas batalhas. os vossos dintéís.» Pedido de perdão e dc libertação de todas as angústias 25 (Vuigata 24)— l De Davide. 6 Lembra-te. Senhor. os teus caminhos.levanlai-vos. 8 Bom e recto é o Senhor: por isso ele ensina aos pecadores o caminho (que devem seguir). para que entre o Rei da glória! 10 «Quem é esse Rei da g ló ria? » « 0 Senhor dos exércitos: esse é o Rei da glória. por causa da lua bondade. perdoados os seus delitos. ó pórticos antigos. 10 Todas as veredes do Senhor são graça e fide­ lidade para os que guardam a sua aliança e os seus mandamenlos. ensina aos humildes o seu caminho. dos meus delitos. mas lembra-te de mim. que datam dos sécu­ los passados. confundidos serão os que temeràriamenle que­ bram a lealdade. porque tu és o Deus meu Salvador: em ti espero sempre. ó portas. 4 Mostra-me. Senhor. 2 Deus meu. segundo a lua miseri­ córdia.» 9 Levantai. E em ti confio: não seja eu confundido! Não se alegrem à minha custa os m eusinim igos! 3 Com efeito.

Aborreço a sociedade dos malfeitores e não me sento com os ímpios. Olha para os meus inimigos. . Olha para mim e tem piedade de mim. Senhor. pois são muitos. e perdoa Iodos os meus pecados. e manifesta-lhes a sua aliança. Quem é o homem que teme ao Senhor? (0 Senhor) ensioa-lhe o caminho que deve escolher. nem me associo com os traiçoeiros. livra-me das minhas aflições. e. Entre bens lerà a sua morada. põe-me à p ro v a . confiando no Senhor. 0 Seuhor é familiar aos que o temem. porque eu vejo-me só e aflito. Sonda-me. Senhor.11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 Por causa do teu nome. porque espero em ti. me hás-de perdoar o meu pecado. pois tenho andado na inocência. pois é grande. ó Deus. Não me sento enlre os bomens perversos. Senhor. a Israel de todas as suas angústias. não seja eu confundido por ter recorrido a ti. e caminho na tua verdade. Livra. Alivia as angústias do meu coração. Os meus olhos estão sempre voltados para o Senhor. Guarda a minha alma e livra-me. explora os meus rins e o meu coração. e odeiam-me com ódio violento. Olha para a minha miséria e para o meu trabalho. e a sua descendência possuirá a terra. pois ele há-de lirar do laço os meus pés. Senhor. Porque a tua bondade está diante dos meus olhos. invooa a Deus como Juiz 26 2 3 4 5 (V u lgala 25) . não vacilei. Protejam-me a inocência e a rectidão. 0 inocente^ injustamente acusado. Faz-me justiça.1 De Davide.

. 7 para fazer ressoar a voz do (teu) louvor e narrar todas as tuas maravilhas. 5 De faòto. 19 O meu pé está no caminho recto. não se ja perdido com oo impios. ele há-de esconder-me na sua tenda no dia mau. Tenda. para gozar da suavidade do Senhor e contemplar o seu templo. OB meus adversários e os meus inimigos res­ valam e caem.. 0 Senhor é a minha luz e a minha salvação: a quem temerei? O Senhor é o baluarte da minha vida. o meu coração não temerá. 8 Senhor. esta solicito : é que eu habite na casa do Senhor todos os dias da minha vida. bá-de levar-me para cima duma rocha.. diante de quem tremerei? 2 Quando os malvados me assaltam para devo­ rar a minha carne. 3 Aiuda que acampem exércitos contra mim. Senhor. hárde ocultar-me no retiro do seu tabernáculo. nas reuniões bendirei o Senhor. 10 em cujas mãos está o crime. são fig u ra s d a Ig re ja . porém. mesmo então confiarei. eu amo o acolhimento da tua casa e o lugar do tabernáculo da tua glória. H á -d e lev a r-m e. 4 Um a só coisa peço ao Senhor. nem a minha vida com os homens sangui­ nários. Confiança inabalável em Deus 27 (Vulgata 26) — 1 Do Bavide. ainda que se levante uma guerra contra mim.6 Lavo as minhas mãos em inocência e ando ao redor do teu altar. há-de pOr-me fora do alcance dos Ini­ migos. 9 Nào arrebates a minha alma juntamente com os pecadores. ando na minba inocência: resgata-me e tem compaixão em mim. tabernáculo. cuja dextra está repleta de dádivas. 27. 5.. Confiança .. 11 Eu.. D eu s concede os seus favores especiais a quem vive no seio d a Ig re ja .

ó Deus. Ensina-me. Tu és a minba ajuda. 0 Senhor me acolherá. Senhor. Espero que beí-de ver os bens do Senhor na terra dos viventes. quando levanto as minhas mãos para o teu santo tempJo. tem compaixão de mim e ouve-me. por causa dos meus adversários. Não me entregues à mercê dos meus inimigos.Confiança Fuplicante. e imolarei em seu tabernáculo vítimas de júbilo. não sejas surdo para mim. meu salvador. Se meu pai e m inha mãe me abandonarem. cantarei e entoarei salmos ao Senbor. a minha voz. a tua face. Súplica e aeçâo de graças 28 O a trib u ­ lado clama ao Senhor. Ouve. porque se levantaram contra mim testemu­ nhas falsas. Espera no Senhor. 2 Ouve. nem me abandones. 6 7 8 9 10 11 12 13 14 E agora a minha cabeça ergue-se por cima dos inimigos que me cercam. Se meu pai e minha mãe me abandonarem. forlifique-se o leu coração. A ti clamo. Senhor. não me lances fora. com que clamo (a ti). o teu camiubo. procuro. 0 meu coração fala-le. 10. não suceda que. com OB que praticam a iniqüidade. a miuha face busca-te. (V ulgata 27) — 1 Be Davide. a voz da minha súplica. Senhor. M odo d e dizer para indicar o m ais completo isolamento na d or: é semelhante a um órfão ou a um filho abandonado por seus pais. Senbor. minha rocha. e guia-me pela vereda direita. e espera no Senhor. quando chamo por ti. . sê forte. 3 Não me arrebates juntamente com os peca­ dores. eu seja semelhante àqueles que descem à cova. Senhor. não me ouvindo tu. homens que respiram violência. não repilas com ira o teu servo. Náo escondas de mim a tua face.

Nele confiou o meu coração. Rendei ao Senhor. A voz do Senhor contorce os carvalhos. Dá-lhes segundo as obras das suas mãos. A voz do Senhor. e não os restabeleça. e abençoa a tua herança. e fui ajudado. Senhor. d ^ d á ^ ra o Senhor. 0 Senhor é a força do seu povo. dá-lhes aquilo que fizeram. o Senhor quebra os cedros do Líbano. faz saltar o Líbano como um vitelo. apascenta-os e sustenta-os eternamente. e o louvo com 0 meu cântico. mloha força e meu escudo! ças. Porque não atendem aos feitos do Senhor. Dá-lhes segundo as suas obras e segundo a malícia dos seus delitos.4 5 6 7 8 9 08 quais falam de paz com o seu próximo. o Senhor está sobre muitas águas! pestade. adorai o Senhor com ornamentos sagrados. Majestade de Deus manifestada na tempestade 29 2 3 4 5 6 7 8 9 (V u lgala 28)— 1 Salmo. isto é. e o Sarião como uma cria dos búfalos. De Davide. A voz do Senhor está sobre as águas! Difereno Deus de majestade trovejou. o trovão. A voz do Senhor com poder! A voz do Senhor com magnificência! A voz do Senhor quebra os cedros. nem à obra das suas mãos. a voz do Senhor abala o deserto. o teu povo. ^ rendei ao Senhor glória e poder! a Rendei ao Senhor a glória do seu nome. ó filhos de Deus. des­ troça as florestas: e no seu templo todos dizem: Glória! 29. por isso o meu coração exulta. cujo ribo m bar m ajestoso representava à im aginação dos hebreus a voz do próp rio Deus. . 3. porque ouviu a voz e tendo da rainha súplica. e uma fortaleza de salvação para o seu ungido. Salva. A voz do Senhor despede chamas de fogo. ele os destrua. mas 0 0 seu coração têm a maldade. Bendilo seja o Senhor. o Senhor faz tremer o deserto de Gades.

a chuva torrencial que acom panha tormenta. apenas escondeste de mim o teu rosto. De tarde estaremos em lágrimas. D eu s n ad a teria gan ho com a m orte do rei. dai graças ao seu santo nome. D ilú v io . dará fortaleza ao seu povo. Não te ie i. tiraste dos infernos a minha alma. Que vantagem .. Áeção de graças por ser livre da morte D avide e x alta o Senhor. De Davide. puseste-me a salvo dos que descem à cova. qu e ele considera a su a cura como um a ressurreição. 30. da minha descida à cova? 10. fiquei conturbado. 7. Í9to é.» 8 Senhor. clamo. Pensam ento arrogante e presunçoso. 2 Eu te exaltarei. 10. que o tinha aban ­ donado e depois o auxiliou. Tira ste dos in fern os. 4. sentar-se-á como rei para sempre. 30 (Vulgata 29) — 1 Salmo. 3 Senhor. abençoará o seu povo com a paz. cantai-lhe salmoá. Senhor.Conclusão. Cântico para a fosta da dedicação do Templo. 88. Motivo que tinha alegado. (S. e a sua benevolência dura toda a vida. foi por teu favor que me concedeste honra e poderio. antes te ria perdido os seus belo s cânticos e hinos de louvor.. isto é.. Is. 7 Eu porém disse seguro de m im : «N ã o terei jamais mudança. e tu me saraste. A g o ra porém reconhece que a estabilidade da sua d ita provinha unicamente de Deus. do sepulcro. imploro a misericórdia do meu D eus: 10 «Q u e vantagem virá do meu sangue. e de manhã em alegria. p a ra alcançar a sua cura. clamei a ti. . 6 Efectivamente a sua indignação dura um ins­ tante. Senhor. porque me libertasle e não permitiste que os meus inimigos se ale­ grassem à minha custa. 9 A ti. com se a sua prosperidade tivesse dependido apenas dele. meu Deus.. 10 11 0 o 0 o Seohor Senhor Senhor Senhor está sentado por cima do dilúvio. 6. 5 Santos do Senhor. na fam lia rid ad e d a sua fé. 18). A doença de D avid e tinha sido tão grave. 4 Senhor. 6.

para que a minha alma te cante e não se cale. que me armaram escondidamente. porque olhasle para a minha miséria. Sê para mim uma rocha de refúgio. a minha vida vai-se consumindo na dor. ó Senhor. é no Senhor que confio. a minha alma e o meu corpo. porém. C o D v e r t e s te . porque estou cado. é invo­ 10 Tem piedade de mim. tu desatasle o meu saco (de penitência) e cingiste-me de alegria. porque tu és o meu refúgio. 6 T u me tirarás do laço. 8 Regozijar-me-ei e alegrar-me-ei da tua miseri­ córdia. 4 T u és a rainha rocha e a minha cidadela.It 12 13 Porventura o pó cantará o b teus louvores. 7 Aborreces os que adoram ídolos vãos. eu te louvarei eternamente. e compadece-te de mim. De Davide. 6 N as tuas mãos encomendo o meu espírito: vós me libertareis. em angústias: definham de tristeza os meus olhos. OB meus anos em gemidos.m e o m e u p r a n to e m d a n ç a (de jú ­ bilo). Senhor. seja confundido para sempre. . eu. Deus fiel. livra-me. acode prontamente a livrar-me. Salmo. tector.pro. antes puseste os meus pés em lugar espaçoso. Deus meu. 9 não me entregas te nas mãos do inimigo. e por causa do teu nome me conduzirás e me guiarás. Senhor sê o meu proteclor. segundo a tua justiçai 3 Inclina para mim o teu ouvido. socorres te a minha alma nas angústias. ó Senhor: não permitas que eu Beus. 11 Sim. Senhor. Senhor. uma cidadela fortificada. ou anunciará a Lua fidelidade?» Ouve-me. Súplica e acção de graças do aflito 31 (Vulgata 30) — 1 Ao mestre do coro. 2 A ti recorro. para me pores a salvo.

Amai o Senhor. que tens reservada para os que te temem. ouviste a voz da minba.oração. 20 21 22 23 24 Debílitou-se a minha força na aflição. a tua bondade. Tornem-se mudos os lábios mentirosos. de terror para os meus* conhecidos. oculta-los no tabernáculo contra as altercações das línguas. de ludibrio para os meus vizinhos. salva-me pela tua misericórdia. eu digo: Tu és o meu Deus. à vista dos homens! Sob a protecção do teu rosto os defendes das conjuras dos homens. lançados no abismo. resolveram tirar-me a vida. não seja eu confundido. os meus ossos consumiram-se. sejam reduzidos ao silêncio. Porém eu confio em Li. os que me vêem fora (pelos caminhos) fogem de miro. Caí no esquecimento dos corações. porém. £u disse na minha ansiedade: «F u i expulso da tua presença. Senhor. o terror me rodeia! Concertando-se contra mim. que falam insolentemente contra o justo. Porque ouvi os assobios de muitos.» Tu. Senhor. Bendito seja o Senhor. Quão grande é. Mostra sereno o teu rosto ao teu servo. pois que te invoquei. vós todos os seus santosl o Senhor guarda os que sáo fiéis. reduzido à condição dum vaso quebrado. Senhor. sejam confundidos os ímpios. gue concedes aos que se refugiam em li.12 13 14 15 16 17 18 19 e bendito. porque maravilhosamente me mostrou a sua misericórdia na cidade fortificada. Nas tuas mãos eslá o meu destino: livra-me das mãos dos meus inimigos e dos que me perseguem. Para todos os meus inimigos tornei-me um objecto de opróbrio. com soberba e com desprezo. como um morto. quando a li clamava. .

.. a quem o Senhor não argui de culpa. 2 Bem-aventurado o homem. consumia-se o meu vigor como pelos ardores do estio. cujo pecado foi coberto. me rodearás do gozo da minba salvação. 4 Com efeito. Maskil. não ocultei a minha culpa. São recomen­ d adas aos fiéis a confiança e a docili­ dade. Felicidade do homem a quem íol perdoado 0 peoado 33 (Vulgata 3 1 ) ... 3 Enquanto estive calado. Esforçai-vos c fortaleça-se o vosso coração. eu te instruirei. p o r orgulho. Quando transbordarem águas abundantes. Enquanto estive calado. recusando.1 De Davide. tendo fixos sobre ti os meus olhos. aos quais escapam os santos. -6. a s minhas forças físicas diminuíram. Quando transbordarem . os meus ossos. reconhecer os m eus crimes diante de Deus. e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir. E sta inundação representa os castigos de Deus. não chegarão até ele. 5 Eu te confessei o meu pecado. os meus ossos defi­ nharam. vós todos que esperais no Senhor. T risteza no tempo do castigo. Eu disse: «Confessarei ao Senhor a minha iniqüidade». Confissão e perdão. tu me preservarás das angústias. p o r um a g raç a especial. 3. e em cujo espírito não há engano. Sua alegria. isto é. piedosa meditação. 8 Eu le instruirei (disseste). 6 Pôr isto orará a li todo o (homem) piedoso no tempo da necessidade. 7 Tu és o meu refúgio. 1. Bem-aventurado aquele cuja iniqüidade foi perdoada..26 mas dá abandantemente a paga merecida aos que procedem com soberba.. 32. a tua mão pesava sobre mim de dia e de noite. p o r causa d a violência dos sofrimentos morais. e tu perdoaste a malícia do meu pecado. entre os meus gemidos contínuos. . M askil.

ó justos.. Celebrai o Senhor com a citara. e pelo sopro da sua boca (formaram-se) todos^ 08 seus exércitos. Bem-aventurada a nação que tem o Senhor por seu D e u s : o povo que ele escolheu para sua herança. Toda a terra tema o Senhor. Pela palavra do Senhor foram feitos os céus. e (tudo) foi feito. cantai-lhe com entusiasmo ao som das trom­ betas. e frustra os inteutos dos povos. c u ja p ala­ vra é fiel e om nipotente. cujo ímpeto se domina com o cabresto e o freio. no Senhor: e aos rectos (do coração) que fica bem o lo u vá-lo. O homem. (V u lgala 32) — 1 Exultai. Louvor ao poder e à providência de Deus Louvem os justos o Senhor.. Ele disse. Não queirais ser como o cavalo e o mulo sem entendimento. nâodeve proceder levado sòmente pelos sentidos. e toda a sua obra é fiel. N ão queirais ser... ó justos. 10 São muitas as dores do ínfpio. . 11 Alegrai-vos no Senhor e regozijai-vos. mandou.. e (tudo) existiu. Cantai-lhe um cântico novo. cujos desígnios dissipam os p ro­ jectos das nações. doutro modo não se aproximam de ti.9 Contraste entre o justo e o pecador. dotado de razão. 11 0 desígnio do Senhor permanece eternamente:: os pensamentos do seu coração (subsistem) degeração em geração. a palavra do Senhor é recta. exultai vós todos os que sois de coração recto. ele põe as ondas como em reservatórios. 10 0 Seuhor dissipa os projectos das nações. e todos 08 que habitam o universo prestem-lhe reverência. De facto. cantai-lhe hinos com o saltério de dez cordas. mas o que espera no Seuhor é cércado de misericórdia. 9. Ele junta como num odre as águas do mar. Ele ama a justiça e o direito: a terra está cheia da graça do Senhor.

esperam nele. isto é. e o Senhor ouviu e 0 salvou de todas as suas angústias. exaltemos o seu nome todos à uma. todos 08 que habitam a te rra : ele que formou o coração de todos eles. Eis 00 olhos do Senhor postos sobre os que o temem: sobre aqueles que esperam a sua graça. segundo esperamos em ti. Senhor. Falaz é o cavalo para a vitória.13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 cujos olhos 0 Senhor olha dos c éu s: conside­ vê todos 08 filhos dos homens. . Temor de Dens e a sna recompensa 34 (Vuigata 33) — 1 De Davide. 6 Olhai para ele. 1. ram os Do lugar da sua morada observa que temem á Deus. Louvor a 2 Bendirei o Senhor em todo o tem po: Deus. nem se saLva o guerreiro pela sua grande força. Nâo é por seu poderoso exército que o rei vence. a fim de vos alegrardes e de 08 vossos rostos não serem cobertos de confusão. louvor. diante de Abimeleque. e para os sustentar no tempo da fome. o seu louvor estará sempre na minha boca. e no seu santo nome confiamos. 21. e se escapou despe­ dido por ele. quando se fin­ giu louco. e ele ouviu-me deste e livrou-me de todas as minhas tribulações. Sobre o facto a que este título se refere ver I R eg. S4. e na sua grande força não salva. 11 e segB. 3 No Senhor ee glorie a minha a lm a : ouçam-no os humildes e alegrem-se. H ouve erro do copísta. ele està atento a todas as suas obras. 4 Engrandecei comigo o S en h or. sobre nós a tua miseri­ córdia. o re i Aquis. Exerça-se. dos que Nele pois se alegra o nosso coração. 7 Eis que o ailito clamou. Abim eleque. e que é A noBsa alma espera o Sen h or: protector ele é nosso amparo e nosso escudo. que dá ao rei o nome de Abim eleque em vez de Aquis. para livrar da morte as suas almas. Motivo 5 Busquei o Senhor.

para apagar da terra a sua memória.8 Exortação à piedade e à san­ tidade. Pedido de anxilio contra os persegaidores injustos e ingratos 35 Davide suplica o auxílio divino. 12. . 23 0 Senhor livra as almae dos seus servos. filhos. ouvi-me . e 08 livrou de todas as suas angústias. e deseja largos dias para gozar bens ? 14 (Para is s o ) guarda a tua língua do mal. 16 Os olhos do Senhor estão voltados para os justos. 12 Vinde. 0 anjo do Senbor assenta os seus arraiais em volta dos que o temem. e levanta os abatidos de espírito. 13 Quem é o homem que ama a vidà. porém 08 que buscam o Senhor. 15 Desvia-te do mal e faz o bem . eu vos ensinarei o temor do Senhor. 11 Os poderosos tornam-se pobres e passaram fom e. porque não há indigência para os que o temem. c o n t r a o s q u e m e c o m b a te m . e não será castigado quem nele se refugiar. mas de todas elas os livra o Senhor. e os liberta. 21 (0 Senhor) guarda todos os seus ossos: nem um só se quebrará. para se obter o auxílio de Deus. Os Hehreus resumiam nesta palavra tod os deveres duma religião sincera. S e n h o r . e 08 seus ouvidos (e s tã o a te n to s ) ao seu clamor. ditoso o homem que a ele se acolhe. busca a paz e vai em seu seguimento. 10 Temei o Senhor. 22 A malícia impele o ímpio para a morte. a ta c a os q u e m e a ta ca m . o anjo. não terão falta de bem algum. 20 Muitas são as calamidades dos justos. vós os seus santos. ministro do Senhor na salvação do homem.' 19 O Senhor está perto dos contritos do coração. O temor. e 08 teus lábios de palavras dolosas. 17 0 rosto do Senhor desvia-se dos que fazem mal. e o Senhor os ouviu. 9 Gostai e vede como o Senhor é b o m . (V u lg a ta 34) — í D e D a v id e . e os que aborrecem o justo serão castigados. 18 Os justos clamaram. C o m b a t e . 8.

que livras o desvalido das mãos do mais forte. Porquanto sem razão me estenderam a sua rede. quando o anjo do Senhor os acossar. porém. Gomo por Him amigo. Porem eu. alegraram-se e juntaram-se. veslia-me de cilício. retrocedam e sejam cobertos de vergonha os que maquinam males contra mim. quando eles estavam doentes. andava triste.2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 Toma o broquel e o escudo. regozijar-se-â no Se­ nhor. como quem chora sua mãe. acusavam-me de cri­ mes de que eu nâo tinha conhecimento.Porém eu. apanhe-os a rede que estenderam.. Seja 0 seu caminho tenebroso e escorregadio. Tornavam-me males por bens: ingratidão desolação para a minha alma. Porém.. quando o anjo do Senbor os perseguir. Interrogavam-me. o mísero e o pobre do ladrão? » Levantaram-se testemunhas violentas: interrogavam-me sobre o que eu ignorava. estando por isso ino­ cente. e levanta-te em meu socorro. quando eu vacilei.» Sejam confundidos e envergonhados os que buscam a minha vida. 36. Todas as minhas forças dirão: «Senhor. e alegrar-se-á do seu socorro. A minha alma. Sejam como a palheira levada pelo vento. Vibra a lança e corta a passagem àqueles que me perseguem.. A sua caridade compassiva manifestava-se então nas formas mais vivas. Venha sobre eles de improviso a ruína. 13. 11. isto é. afligia a minha alma com o jejum e derramava preces dentro de mim. por meu irmão. diz à minba alm a: «E u sou a tua salvação. .. quem é semelhante a ti. sem razão abriram uma cova para a minha vida. vergava sob a dor. eles próprios caiam na cova que abriram.

Vimos com os nossos oZAos^a ruína deste homem. (vela) pela minha cau sa! Julga-me segundo a tua justiça. não é de paz que eles falam. e digam sem pre: «Glorificado seja o Senhor. 06 que me aborrecem sem causa nao acenem com os olhos. ^ . Deus meu e Senhor meu. Até quando. ó meu Deus I Não pensem em seu corúção: « Ah ! Eis o que desejávamos ! » Nem digam : «N ó s o devorám os!» Fiquem envergonhados e confundidos todos oa que se congratulam pelos meus males. Senhor! Não te cales. punham-me à prova. Em realidade. ferindo-me de sur­ presa. N ão cessavam de me lacerar. Regozijem-se e alegrem-se os que são favorá­ veis à minha causa. estarás a ver (estas in­ justiças) ? Livra a minha alma dos que rugem. que se interessa pela salvação do seu servo. Não se regozijem à minha custa os meus in inimigos. Abrem contra mim a sua boca e dizem: « A h ! A h l Vimos com os nossoso lh o s! > Tu o viste. não te apartes de mim 1 Desperta e vela em minha defesa. Senhor.16 17 18 itep etição 19 súpltca. não se alegrem à minha custa. Senhor. 21. louvar-te-ei no meio dum povo numeroso. Dar-te-ei graças na grande assembleia. escarneciam de mim rangendo contra mim os seus dentes. >A minha língua proclamará a tua justiça e o teu louvor sem cessar. Senhor. aiqual era por nós muito desejada. e contra os pacíficos da terra maquinam en­ ganos. Vestidos sejam de confusão e de ignomínia oa que se exaltam contra mim. (livra\ a minha vida dos leões. 20 21 22 23 24 25 26 27 28 juntaram-se contra mim.

7. pelos bons e a lua equidade aos que têm o coração recto. 2. que são gozados pelos homens. 8 Quão preciosa é a tua graça. Senhor. 23). servo do Senhor. não rejeita o mal. renunciou a ser sensato e fazer o bem. Bondade e justiça e a tua fidelidade até às nuvens. 6. 5 Medita a iniqüidade no seu leito. Da tua casa. o pecado personificado (Rom. especialmente pelos fiéis a Deus. Tu. a tua misericórdia chega alé ao céu. 9. Impios. obstina-se num caminho que não é bom. de Deus. os teus juízos são como o mar profundo. 36. e na tua luz vemos a luz. Malícia 2 A iniqüidade fala ao ímpio dentro do seu dos coração . pronunciando o seu oráculo dentro do coração do ímpio. assim o Sal­ mista representa aqui a iniqüidade. ó Deus! Os filhos dos homens refugiam-se à sombra das tuas a s ^ . 12 Náo venha sobre mim o pé^do soberbo. isto é. cheio de muitos bens. contra os maus. 13 Eis que caíram os que cometem a iniqüidade: foram derribados e não se podem levantar mais. 6 Senhor. 3 Porque ele na sua imaginação se lisonjeia de que não há-de ser descoberta a sua culpa nem aborrecida. e tu os fazes beber na torrente das tuas delí­ cias. da universo. .Malícia humana e providência de Dens 30 (Vulgata 35) — 1 Ao mestre do coro. Oração 11 Conserva a tua graça aos que te adoram. Assim como Deus fala aos profetas. 7 A tua justiça é fgrande) como os montes de Deus. 10 Realmente em li está a fonte da vida. 9 saciam-se com a abundância da tua casa. salvas os homens e os animais. Chega até ao céu pela sua grandeza é sublimidade. e a mão do pecador não mè abale. não há temor de Deus diante dos seus olhos. 4 As palavras da sua boca são iniqüidade e engano. De Da­ vide.

Sorte dos bons e dos maus
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Falsa feli-

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(Vuigata 36) — 1 De Davide.
Não te irrites por causa dos malfeitores,
nem lenhas inveja dos que praticam a iniqüi­
dade,
pois como feno depressa cairão,
e, como a erva verde, logo murcharão.
Espera no Senhor, e pratica o bem,
para que habites a terra, e gozes de segurança.
Põe as tuas delícias no Senhor,
e te concederá o que o teu coração deseja.
Encomenda ao Senhor o teu caminho,
espera nele, e ele agirá.
E fará brilhar como lume a tua justiça,
e o teu direito como o (sol do) meio-dia.
Descansa no Senhor,
e espera nele.
Não te exasperes por causa do que prospera
no seu caminho,
por causa do homem que maquina males.
Guarda-te da ira, e deixa o furor;
Não te exasperes; isso só seria para mal.
Com efeito, os que cometem o mal serão exter­
minados,
mas os que esperam co Senhor, esses possui­
rão a terra.
Ainda um pouco, e não mais existirá o ímpio;
se buscares o seu lugar, não o acharás.
Mas os mansos possuirão a terra,
e deleitar-se-ão na abundância da paz.
O ímpio maquina males contra o justo
e range os dentes contra ele.
0 Senhor zomba dele,
porque vê que há-de chegar o seu dia.
Os ímpios desembãinham a espada e retesam
o seu arço,
para abaterem o desgraçado e o pobre,
para trucidarem os que seguem caminho recto.
A sua espada traspassarã o seu próprio coração,
e serão quebrados os seus arcos.
Mais vale o pouco ao justo,
que as muitas riquezas aos ímpios,

87, 1-11. Exorta a que se evite toda a murmuraçâo da
Providência e a que nos abandonemos nas màos da bondade
de Deus.

j 7 porqiie os braços dos pecadores serão quebrados,
aos justos, porém, sustenta-os o Senhor,
18 0 Senhor cuida da vida dos bons,
e a herança deles será eterna.
19 Não serão confundidos no tempo do infortúnio,
e serão fartos nos dias de fome.
20 Os ímpios, ao contário, perecerão,
08 inimigos do Senhor murcharão como o
adorno dos prados,
di88Ípar-se-ão como o fumo.
21 0 pecador pede emprestado e não p a g a ;
o justo, porém, é compassivo e dá (ao neces­
sitado).
22 Em realidade, os que (o Senhor) abençoar,
possuirão a terra,
dadelra”
e os que amaldiçoar, serão exterminados.
dos justos.
23 Os passos do homem (justo) são firmados pelo
Senhor,
e é-lhe grato o seu caminho.
24 Ainda que caia, não ficará prostrado,
porque o Senhor o toma pela mão.
25 Fui menino e já sou velho,
e nunca vi o justo desamparado,
nem a sua descendência mendigando pão.
26 Sempre compassivo e empresta,
e a sua descendência será abençoada.
27 Desvia-te do mal e faz o bem
a fim de que permaneças para sempre.
28 0 Senhor ama a justiça
e não desampara os seus santos;
OB perversos serão exterminados,
e a sua descendência eliminada.
29 Os justos possuirão a lerra,
e habitarão sobre ela para sempre.
30 A boca dos justos anuncia a sabedoria,
a sua língua proclama o direito.
31 A lei do seu Deus está no seu coração,
e não vacilam os seus passos (no caminho do
Senhor).
32 0 pecador observa o justo,
e procura como há-de dar-lhe a morte.
17.
Os braços, isto é, o seu poder, de que abusaram para
enriquecer à custa dos justos.
27. Permaneças para sempre na terra prometida, com a
participação dos bens de ordem não só temporal, mas também
espiritual, anexos a ela.

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Mas o Senhor não o abandonará nas suas mãos,
neín o condenará, quando for julgado.
Confia no Senhor e guarda o seu caminho,
e ele te exaltará para que possuas a te rra ;
verás com satisfação o extermínio dos ímpios.
V i o ímpio arrogante,
dilatando-se como cedro frondoso.
Passei (ã a i a pouco), e já não existia;
busquei-o, e não foi encontrado.
Observa o honesto, considera o ju s to :
pois há posteridade para o bomem pacífico.
Os pecadores porém serão iodos aniquilados,
a posteridade dos ímpios será eliminada.
A salvação dos justos vem do Senhor;
ele é o seu refúgio no tempo da tribulação.
O Senhor os ajuda e os liv ra ;
lívra -08 dos ímpios é os protege,
porque recorrem a ele.
Súpliea do peeador castigado por Deas

38 (Vulgata 37)— 1 Salmo. De Davide. P a ra me­
mória.
Sofrendo
9 Senhor, não me repreendas na tua ira,
por causa
nem me castigues no.teu furor.
dos
3 Com efeito, as tuas setas se me cravaram,
pecados.
e descarregou sobre mim a tua mão.
4 Nada há são na minha carne por causa da tua
indignação.
nada há intacto nos meus ossos, por causa do
meu pecado.
5 £m verdade, as minhas culpas se elevaram
acima da minha cabeça,
como uma carga pesada me oprimem dema­
siadamente.
6 As minhas chagas estão infectas e purulentas,
por causa da minha loucura.
7 Deprimida, extremamente encurvado,
todo o dia ando oprimido de tristeza.
34. Guarda o aeu caminho, observa os seus preceitos...
E veráa. Os bons serão testemunhas da rulna dos pecadores,
e louvarão a Deus pela sua justiça.
36. Eloqüente expressão da rapidez com que desaparece
a imerecida prosperidade dos maus.
38. 6. O pecado é uma loucura, porque, por um breve
e doentio prazer, atrai tantos castigos da justiça divina.

e que não tem réplica na sua boca. a minha força abandona-me. a minha dor está sempre diante de mim. suplica a Porque em ti. misericór tu me ouvirás. custa. todo o dia maquinam enganos. 0 meu coração palpita. e sou como um mudo que não abre a boca. a própria luz dos meus olhos me falta. como um surdo. o frêmito do meu coração arranca-me rugidos. 0 ’ Senhor.» Realmente eu estou prestes a cair. 18.. Eu confesso a minha culpa.. Senhor 1 Deus meu. e o meu gemido não te é oculto.. não se ensoberbeçam contra mim quando o meu pé resvalar. Os que tornam mal por bem hostiiízam-me. Senhor Deus meu. não te apartes de mim ! Acode prontamente em meu socorro. porém. Quase ceguei de tanto chorar. gos e e 08 meus parentes põem-se ao longe. dia de Digo. as minhas entranhas estão cheias de infiamação. e 08 que procuram a minha desgraça amea­ çam desditas. confio. inimigos. porque eu sigo o bem. Os meus amigos é os meus companheiros con­ afligido por ami­ servam-se afastados das minhas chagas. estou aflito por causa do meu pecado. bem vês todos os meus desejos. salvação minha! 11. E tornei-me como um homem que não houve. se Deus nâo se apressa a socorrê-lo. Está perdido. Eu. Armam* laços os que atentam contra a minha vida. .. A própria I ilz. Senhor. não há parte alguma sã na minha carne Estou esgotado e grandemente abatido. com efeito: « N ã o se alegrem à minha Deus. Não me desampares.8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 De facto. não ouço. Entretanto os que sem razão me atacam são poderosos e 08 que me odeiam injustamente são muitos. Senhor. Estou prestes.

privado da felici­ dade. Senhor. As palavras que entào pronuncia sào a expressão dolorida pri­ meiro.. para uão pecar com a minha língua.Lamentos e súplleas dnm graTomente enfermo Esconde a sua dor em pre­ sença dos pecado­ res. Emudeci. 4 0 meu coração iufiamou-se dentro de m im . Idithun era um dos três grandes mestres de mu­ sica no tempo de Davide. 6 Eis que fixaste aos meus dias a medida de poucos palmos. 11 A f a s t a d e . porque tu assim determinaste. o meu fim. 8 E agora. é em vão que se afadíga. um fogo se ateou: 5 falei com a miaha líugua. com Asaf e Heman. no decorrer da minha reflexão. Idithun. 10. em silêncio. porei um freio à minha boca. . resignada a seguir. enquanto o ímpio estiver diante de m im . Senbor. de um coração ferido. para que eu saiba quanto sou caduco. Considera a vaidade e brevi­ dade da vida. 9 Livra-me de todas as minhas iniquidades. 7 0 homem passa como uma simples sombra. Resignei-me a sofrer e a calar. mas (com isto) a minha dor exacerbou-se. 4.» 3 Fiquei mudo. e a minha vida é como nada diante de ti: sim. não abri a minha boca.m im o teu f l a g e l o : debaixo da força da tua mão eu vou defi­ nhando. qual é o número dos meus dias. Espera do Senhor 39 (Vulgata 38) — 1 Ao mestre do coro. 1. entesoura. que posso eu esperar? A minha confiança está em ti. Faz-me conhecer. Foi abrasado pelo fogo da cólera quando reflectia sobre a sorte próspera dos maus. Be Davide. 2 Eu disse: «V elarei sobre o meu proceder. todo o homem não é mais que um sopro. não me entregues ao opróbrío do insensato. Este incên­ dio interior acabou por se exteriorizar em paJavras. e não sabe quem virá a usufruir (os seus bensj. 10 Emudeci. porqu assim ordenaste que eu sofresse {tu o fizeste). 39.. Um fogo se ateou.

a minha oração e atende ao meu clamor. Salmo. pedra firme sim­ boliza o bem estar. e ele inclinou-se para mim e ouviu o meu clamor. temerão a Deus e esperarão nele.. Em verdade. Senhor. Acção de graças. consomes os seus bens preciosos: todo o homem é apenas um sopro. 3 Tirou-me da fossa da perdição. antes que parta e deixe de existir. Deus meu. um peregrino. 40. De D a ide.. 7 Não quiseste sacrifício nem oferénda. Muitos verão e temerão. do pântano lodoso. eu sou diante de ti um hóspede. esperei no Senhor. 7. um hino ao nosso Deus. mas são demasiadamente numerosos para que possam contar. tens' feito muitas obras maravilhosas. Eu quereria narrá-los e proclamá-los. XJon novo cântico é o hino contido nos versículos 6-11 — Muitos. para que respire. como todos os meus pais. e esperarão no Senbor. Deus tinha exigido estes sacrifícios. 13 Ouve. como a traça. 3 Esperei. e assentou os meus pés sobre a pedra.. 4 E pôs um novo cântico na minha boca. deu firmeza aos meus passos. 4. diante das minhas lágrimas não sejas surdo. 6 Senhor. pântanos são símbolos de perigo gravís­ simo de que é difícil sair. levados pelas minhas palavras. encontra-se um modo enérgico de afirmar que as ofertas materiais não têm nenhum . 14 Afasta de mim o olbar. e não hâ quem te seja semelhante nos teus desígnios para connosco. Favores que recebeu de Deus. porém neste texto e noutros análogos.13 Em punição da culpa castigas o homem . Fossa. sem perigo. Acção dé graças e pedido de novo anxilio 40 (Vulgata 39) — 1 Ao mestre do coro. Pelo contrário. Não quiseste. /5 Bem-aventurado o homem que pôs a sua esperança no Senhor e não anda após os que adoram ídolos e se desviam para a mentira. 3..

tu o sabes. Bem! Bem! Exclamação de perversa alegria. à vista da desgraça do próximo.8 9 10 11 Pede que de todos os males. Senhor. Porquanto me cercaram males sem conta. para a arrebatarem. Não escondi a tua justiça no meu coração: publiquei a tua fidelidade e o teu socorro. aqueles que me dizem: «B em ! b e m !» Regozijem-se e alegrem-se em tí todos os que te buscam. 16. Seja do teu agrado. Senhor. não tardes! valor por si mesmas. T u és (6 Senhor) o meu auxílio e o meu liber­ tador. Sáo mais do que os cabelos da minha cabeça. Fiquem atônitos. o Senhor. a tua graça e a tua fidelidade sempre me amparem. porém. 12 13 14 15 16 17 18 mas abriste-me os ouvidos.» Quanto a mim sou desvalido e pobre. Tu. no rolo do livro está escrito de m im : em fazer a lua vontade. Senbor. Senhor. {Também) não pediste holocausto e vítima pelo pecado: então eu disse: «E is . tem cuidado de mim. ó meu Deus. me deleito. Anunciei a (fu a ) justiça na grande assembleia. Não ocultei a tua graça e a tua fidelidade à grande assembleia. não afastes de mim as tuas misericórdias. tornaram-me as minhas culpas. Deus meu. apressa-te em me socorrer. o llvrar-me. e já não pude ver. e que Deus as rejeita com horror. 08 que se comprazem com os meus males. Retrocedam e sejam cobertos de opróbrio. Sejam confundidos e envergonhados todos aqueles que procuram a minha vida.que venho . e o meu ânimo desfaleceu. deste-me a graça de te obedecer prontamente.. não contive os meus lábios. e a tua lei está no íntimo do meu coração. cheios de vergonha. . se são apresentadas com disposições imperfeitas.. e os gne desejem o teu auxílio digam sempre: «S e ja glorificado o Senhor. — Mas ahriste-me.

10 Até o meu amigo. têm contra mim funestos pensamentos: 9 «U m a peste maligna penetrou nele». Deus de Isra el! pelos séculos dos séculos. 7-8. 105. e perfídi 6 Os meus inimigos dizem mal de mim: dos ami­ gos de «Q uando morrerá e perecerá o seu nome?» Davide.quarto (S. Existem conclusões seme­ lhantes no final dos livros segundo. Salmo. De Davide. e eu lhes darei (o que merecem). levanta-me. e. e o fará feliz na terra. 48). sara-me. 8 Todos OB meus inimigos à uma murmuram contra mim.Confiança e súplica únm enfermo 41 (V ulgata 40) — l Ao mestre do coro. 11 Tu. Doxologia distinta do Salmo. pois. 3 0 Seuhor o guardará e lhe conservará a vida. 2 Bem-aventurado o que cuida do necessitado e Feliz do misericor­ do pobre: dioso. 53. tirar-lhe-á todo o seu padecer. inimigos. compadece-te de mim. 13 Antes. 14 Seja bendito o Senhor. 14. Assim seja ! seja ! 41. e «caiu de cama. ódio dos 5 Eu disse: Senhor. 12 Nisto conhecerei eu que tu me me favoreces. tem compaixão de mim e Súplica. 88. em quem eu confiava. terceiro e. ao contrário. fala ( c o n t r a m i m ) . na sua eufermidade. 19. levantou contra mim o seu calcanhar. Descrição viva da piedade hipócrita dos inimigos. que comia o meu pão. saindo. se 0 meu inimigo se não alegrar à rainha custa. porque pequei contra ti. me conservarás incólume e me porás na tua presença para sempre. Senhor. nunca mais se levantará». o seu coração acumula iniquidades. o Senbor o salvará no dia mau. 71. 4 0 Senhor lhe dará auxílio no leito da dor. 7 0 que vem visitar-me fala de coisas vãs. . e que serve de conclu­ são ao primeiro livro do Saltério. e náo o entregará ao desejo dos seus inimigos.

. assim acontecia com as desventuras. Este título indica a natureza e o autor do salmo. As vagas do oceano e as ondas das co rentes de água sucedem-se regularmente. 6. Maskil. desde a terra do Jordão e do Hermon. desde o monte Misar. Derramo a minha alma. que também compuseram os salmos 43. 1.. por isso me lembro de ti. . enquanto me dizem todos os d ia s: «O n d e está o teu o Deus ?» 5 Lembro-me destas coisas e derramo a minha alma dentro de mim mesmo: como avançava entre a multidão. precipitando-se sobre Davide.. ó Deus. e 87. em que ia ao templo tomar parte nas cerimônias públicas do culto divino. Davide 9 Assim como a cerva suspira pelas fontes das suspira águas. por Deus assim a minha alma suspira por ti. Implora o Dentro de mim mesmo se deprime a minha auxilio do alm a: Senhor. como outrora.LIVRO SEGUNDO Desejo de Deas e do sea santo templo 43 (Vülgata 41)— 1 Ao mestre do coro. Ê um cântico didáctico composto pelos filhos ou membros da família de Coré. e pelo templo. 84. 5. penso tristemente no meu interior. 8.. minha alma. (a ele que é a ) salvação do meu rosto 1 e o meu Deus. Dos filhos de Coré. Lembro-me do tempo passado. 6 P or que te deprimes. porque novamente o hei-de louvar. 8 Um abismo chama outro abismo. Vm abismo. O hei-de louvar no templo de Jerusalém. com o fra­ gor das luas cataratas: 42. como os precedia para a casa de Deus. 3 A minba alma tem sede de Deus. entre cânticos de alegria e de louvor. 83. por que te conturbas dentro de mim ? Espera em Deus. como que chaman­ do-se umas às outras. de Deus v iv o : quando irei e contemplarei a face de Deus? 4 A s miohas lágrimas são o meu pão de dia e de noite. 48. no ajuntamento festivo. 8G.

o poeta estranha que o trate como um inimigo. minha alma? Por que te conturbas dentro de m im ? c r iiip m 4 5 dido- 11. ao Deus do meu júbilo e da minha alegria. minha alm a? Por que te conturbas dentro de m im ? Espera em Deus. quando os meus adversários me ultrajam. sob a opressão do meu inimigo ? Envia a tua luz e a tua fidelidade: elas me esperando guiem. Metáfora que designa uma dor su­ prema. e defende a minha causa contra uma gente não santa. louvarei ao Deus da minha vida. ó Deus. quando todos os dias me dizem: «O nde está O teu D eus?» 12 P or que te deprimes. e de noite eO cantar ei. Deus meu! P o r que te deprimes. 10 Digo a Deus: « Meu Rochedo por que te esqueces de m i m ? » 4Por que anão triste. a minha fortaleza: por que me repeliste? Por que ando triste. Encontra-se várias vezes no saltério.amado por ele. (a ele que é) a salvação do meu rosto e o meu Deus. Fracturam-se. porque novamente o hei-de louvar. 43. 9 Durante o dia o Senhor me conceda a sua graça. * 4 4 1 me conduzam ao teu santo monte e aos teus tabernáculos. e te louvarei ao som da citara. Continnaçâo do salmo anterior 43 2 3 (Vuigata 42) — 1 Faz-me justiça. ó Deus. ..todas as tuas vagas e as tuas torrentes p as saram sobre mim. livra-me do homem enganador e iníquo. ó Deus. sob a opressão de inimi­ gos P» 11 Fracturam-se os meus ossos. E subirei ao altar de Deus.. porque tu és. 2. Tendo a certeza de que ama a Deus e de que é. P o r que me repeliste.

os dilataste. e o teú nome celebrávamos sempre. á frente dos nossos exér­ citos. 7 Não foi DO meu arco que pus confiança. e agora repudiado. pede auxilio Os benefí­ cios pas­ sados de Deus conduzem à con­ fiança. e em teu nome calcámos os nossos agressores. nossos pais contaram-nos a obra que fizeste nos seus dias nos dias antigos. ó Deus. nem foi o seu braço que os salvou. . 9 Em Deus nos gioriàvamos sem cessar. ó Deus. 10 Tu agora^ porém. 6 Por ti rechaçámos os nossos adversários. oatrora protegido p o r D ou. já não sais. Maskil. 44 (Vulgata 43) — 1 Ao mestre do coro. porque os amaste» 5 T u és o meu rei e o meu Deus. 8 Foste tu que nos salvaste dos nossos adver­ sários. ouvimos com os nossos próprios ouvidos. e os que nos odeiam encheram-se de despojos 13 Enlregaste-nos. Agora porém Israel encontra-se rejeitado por Deus e confun­ dido. 3 Tu. 0 POTO. 3 Nós. com a tua mão. que deste as vitórias a Jacob. fa ele que é) a salvação do meu rosto e o meu Deus. como oveJhas para o mata­ douro.Espera em Deus. repeliste-nos e cobriste-nos de confusão. não foi com a sua espada que con­ quistaram este país. dispersaste-Dos entre as nações. mas a tua dextra e o teu braço. expulsas as gentes. destruídas as nações. porque novamente o hei-ãe louvar. Dos filhos de Coré. 11 Fizeste-nos ceder diante dos nossos adversá­ rios. nem foi a minha espada que me salvou. 4 De facto. e a serenidade do teu rosto. os estabeleceste a eles (em seu lugar). e confundiste os que nos tinham ódio.

'odas estas coisas vieram sobre nós. Ç 19 20 21 22 23 24 25 26 27 23. or causa do inimigo e do opressor. nem se desviaram os nossos passos do teu caminho. um objecto de escárnio a zoniflaríá para aquelea qtte^efltSd ao redor de nós. por amor de ti. para defender a tua causa sacada. Levanta-te. todos os dias. porventura Deus não teria averiguado tudo isto? Em verdade ele conhece os segredos do cora­ ção. a perigos de morte. escarnecendo de nós. PoT amor de ti. sujeitamo-nos. Súplica ardente^ . e o meu rosto cobre-se de confusão. somos considerados como ovelhas para o ma­ tadouro. nem o nosso coração tornou atrás (para seguir os falsos deuses). e o nosso peito conlo que está pegado à terra. Desperta! Por que dormes Senhor? Acordai Não nos rejeites para sempre! Por que escondes o teu rosto? Esqueces-te da nossa miséria e da nossa opres­ são? Porquanto a nossa alma está humilhada até ao pó. e livra-nos pela tua misericórdia. 08 povos abanam a cabeça. nem violámos o teu pacto. embora ^ Senhor. Se tivéssemos ' esquecido o nome do nosso Deus.13 14 45 16 17 Vendeete o teu povo por preço vil e pouco lucraete em o ter vendido. se tivéssemos estendido as mãos para algum deus estranho. e nos cobriste de trevas. somos entregues à morte todos 08 dias. em nosso auxílio. A minha ignomínia està todo o dia diante de mim. 6 Senhor. Tornaste-nos o opróbrio dos nosaoa viaiâàee. não nos temos esquecido de ti. Senbor. quando nos humilhasle no lugar da aflição. Fizeste de nós a fábula das nações. e. à voz do que me afronta e vitupera. Mas. ainda assim.

1. 6 A s tuas setas são agudas. esposa. inclina o teu ouvido. Maskil. ornada com ouro de Ofir. de aloés e cássia (exalam) as tuas vestes. A interpretação messiânica deste salmo encontra-se em muitos comentadores. Canção de amor. 13 0 povo de Tiro vem com presentes. dos palácios de marfim o som das cítaras Le alegra. 3 Ultrapassas em formosura os filhos dos ho­ mens. 9 (Perfum e de) mirra. os povos subme­ tem-se a ti. e vê. 14 A filha do rei entra toda formosa. e esquece-te do teu povo e da casa de teu pai. de preferência aos teus companheiros. a igr . a rainha está à tua dextra. 45. ó Deus. tecidos de ouro são os seus vestidos. 7 0 teu trono. o ceptro do teu reino é um ceptro de equidade. presta-lhe homenagem. Segundo a melodia de < Os lírios >. 10 Filhas de reis saem ao teu encontro. ó (rei) pode­ rosíssimo. o leu Deus. subsistirá por todos os séculos. Paulo (Heb. o teu favor imploram os grandes do povo. e a tua dextra te ensine gloriosas façanhas. os inimigos do rei perdem o ânimo. com óleo de alegria.Epitalâmio real 45 (V ulgata 44) — 1 Ao mestre do coro. a graça derramou-se nos teus lábios: por isso te abençoou Deus para sempre. 4 Cinge a tua espada ao teu lado. 8 Am as a justiça e aborreces a iniqüidade: por isso te ungiu Deus. e principalmente em S. ó filha. Dos filhos de Coré. tua gala e teu ornato! 5 Avança triunfante em prol da fé e da justiça. 3 Saiu do meu coração uma palavra sublime: eu dedico ao rei este meu poema. a minha língua é (como) pena de ágil escriva. 11 Escuta. 13 0 rei desejará a tua beleza: ele é o teu Senhor. 8).

as virgens que formam o seu séquito. 2 Deus é nosso refúgio e nossa força. de Sião. ainda que a terra se subverta. Bramem e encrespem-se as suas águas. lhas ope­ as maravilhas que operou sobre a terra. os reinos se agi­ taram . Dens nossa defesa e nossa força 46 (Vuigata 45) — 1 Ao mestre do coro. o tabernáculo mais santo do Altíssimo.. A s correntes dum rio alegram a cidade de refúgio Deus. . Segundo a melodia de <As V ir g e n s . 0 Senhor dos exércitos está connosco) o Deus de Jacob é a nossa cidadela. não se abalará. Deus. Maravi­ Vinde. são-te conduzidas (ó rei). Deus está no meio dela. radas por ele quem reprime as guerras até à extre­ Deus em favor do midade do mundo. estremeçam os montes ao seu embate: o Sçnhor dos exércitos está connosco. e queima ao fumo os escudos. vede as obras do Senhor. suas companheiras. é uma cidadela para nós o Deus de Jacob. Deus a ajudará desde o raiar da manhã. entram no palácio do rei. (Deus) fez ouvir a sua voz e a terra se desagregou. Recordarei o teu nome por todas as gera­ ções. Filhos de Aos teus pais sucederão os teus filhos. n a s a n g ú s t ia s . Sáo conduzidas com alegria e com regozijo. eslabelecê-los-às príncipes sobre toda a terra.15 16 17 18 E' apresentada ao rei coberta de recamadas vestes. ambos. e caiam os montes para o meio do mar. seu povo. A s ' nações se amolinaram. refúgio grandemente se tem mostrado (nosso) auxílio de Israel.. Dos filhos de Coré. Deus. por isso os povos te louvarão pelos séculos dos séculos.» Cântico. quebra os arcos e faz em pedaços as lanças. 3 4 5 6 7 8 9 10 Por isso não tememos.

Deus como que tinha descido à terra para defender o seu povo. e em seguida subiu ao céu entre (vozes de) júbilo. Dos filhos de Coré. de Deus são os grandes da terra. Louvem a Deus todos os povos da terra. aclamai Deus com vozes de regozijo. Com efeito. 10 Os príncipes dos povos reuniram-se com o povo do Deus de Abraão. 4 Submete os povos a nós.' Deus está sentado sobre o seu santo trono. 6. 3 colina insigne. Deas. Dos filhos de Coré. a glória de Jacob seu predilecto. excelso entre as gentes. cidade do nosso Deus. 3 porque o Senhor é excelso e terrível. nos çojãfíns do aquilão. A glória de Deas manifestada na libertação da cidade (d e J e r u s a lé m ) Deus. Futura 6 Sobe Deus entre (voees de) júbilo. cantai um hino. é a cidade do grande r è i '. canlai.» 0 Senhor dos exércitos está connosco. (põe) as nações debaixo dos nossos pés. . 5 Escolhe para nós a nossa herança. dos pagãos. Salmo. e excelso sobre (toda) a terra. É uma linguagem simbólica... conversão o Senhor ao som da trombeta. 9 Deus reina sobre as nações. Sobe Deus. S Porque Deus é o rei de toda a terra. é a alegria de toda a terra. 0 Deus de Jacob é a nossa cidadela. sobe ao trono 47 (Vulgata 46) — l Ao mestre do coro. 3 Grande é o Senhor e multo digno de louvor.11 13 «DesÍBli e reconhecei que eu sou Dèus. 48 (Vulgata) 47— 1 Cântico. 0 seu monte santo. batei todos palmas. 47. 3 Povos. Salmo. ele é imensamente excelso. 7 Cantai salmos a Deus. o monte de Síão. rei supremo sobre toda a lerra. cantai salmos ao nosso rei. cantai. refúgio de Sião. rei TÍtoiioso.

ficaram conturbados. para sempre: ele nos guiará. visitai Sião. fugiram. todos. graças. Comemoramos. a tua misericórdia. eis que os reis se coligaram. 3 tanto 08 nascidos de plebeus. acção°de dentro do teu templo. por causa dos teus juízos. Problema da prosperidade dos iníquos 49 (Vuigata 48) — 1 Ao mestre do coro. Salmo. assim também o louvor se estende até aos confins da terra. andai à sua volta. ó Deus. Miraacometeram juntos (contra ela). na cidade do nosso Deus: Deus a consolida para sempre. De facto. ^ _ 2 Ouvi todas isto. regozijem-se as cidades de Judá. para que narreis às gerações vindouras quão grande é Deus. e a meditação do meu coração (manifestará) inteligência. Como 0 ouvimos (de nossos pais). . na cidade do Senhor dos exércitos. percorrei as suas fortalezas. Como o teu nome. vós todos que povoais a terra. Dos filhos de Coré. ó nações. como quando o vento do levante destroça as naus de TarsiS. Contemplai as suas defesas. como os nobres. assim o vimos. 0 terror apoderou-se dele ali mesmo. (sentiram) dores como da mulher que està de parlo. 4 A minha boca yai proferir sabedoria. da cidade.4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 Deus nas suas cidadelas moslrou-se seguro baluarle. E’ o nosso Deus. eternamente. ó Deus. A tua dextra està cheia de justiça: alegre-se o monle de Sião. à uma juntamente o rico e o pobre. contai as suas torres. eStiíTà^a^ estai atentos. libertação Logo que a viram ficaram atônitos.

quando crescer a opulência da sua casa: realmente. o insensato e o néscio perecem igualmente. porém. em morreudo^ nada l^vaÈrá consigo. são postos na morada dos mortos. porque te trataste bem ». Os sepulcros serão as suas habitações para sempre. pois me tomará consigo. Como (um rebanho de) ovelhas. irá para a morada de seus pais. nem a sua opulência descerá com ele. Depressa desaparecerá a sua figura. e este é o fim dos que se deleitam na sua sorte. com efeito. porém. posto que tenham dado os seus nomes às terras. De facto o homem não permanecerá na opitlência: é semelhante às alimárias que perecem. viverão eterna­ mente. Deus. os justos. Verá. a morte os apascenta. que jam ais veráo a luz. . livrará a minha alma da morada dos mortos. Por* qiie hei-de temer eu nos dias maus. e se gloriam na multidão das suas riquezas? N a verdade ninguém pode livrar-se a si próprio.que os iníquos perecerão. resolverei o meu enigma ao som da lira. e os justos os dominam. suas moradas de geração em geração. sem ver a morte. que confiam na sua opulência. e a habitação dos mortos será a sua morada. 10 11 12 13 c a sua glória desapare­ cerá. nem dar a Deus o preço do seu resgate. o livrar a própria vida é coisa muitíssimo cara e nunca bastará para que possa viver sempre. que morrem os sábios. quando me circunda a iniqüidade dos insidiadóres. 14 15 16 17 18 19 20 Inclinarei o meu ouvido ao provérbio. Não te dê cuidado quando alguém enriquecer. Este é o caminho dos que presumem nèsciamen te. Ainda que em vida se tenha felicitado (d isendo): «H ão-de celebrar-te. e deixam a oulros as suas riquezas.

Conheço (como seu dono que sou) todas as aves do céu. porquanto o próprio Deus é o juiz. para ju lgar o seu povo : «Congregai diante de mim os meus santos. que firmaram a minha aliança com o sacri­ fício.21 0 homem que vive na opulência e não reflecte. e tu me honrarás. Israel. ele. Não receberei de tua casa bezerro.» . ceu. Verdadeiro ealto de Beas õO 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 (Vulgata 49) — 1 Salmo. Chama do alto os céus e a terra. é semelhante às alimárias que perecem. e tudo o que se move nos campos me é conhe­ cido. o nosso Deus. milhares de animais bà nos meus monles. ou beberei o sangue dos cabritos? Oferece a Deus um sacrifício de louvor. valem Não te repreendo por causa dos teus sacrifí­ sem a cios. Um fogo devorador o precede. não to direi a ti. e eu darei testemunho contra l i : externos nada Deus. e ruge a tempestade em torno dele. Se tiver fome. o teu Deus sou eu. vem e não ficará em silên­ cio. nem cabritos dos teus rebanhos: em verdade são minhas todas as feras das selvas. cheia de beleza. E invoca-me no dia da an gú stia: livrar-te-ei. Porventura comerei a carne dos touros. para Desde Siáo. piedadeporque os teus holocaustos estão sempre diante de mim. e paga ao Altíssimo os teus votos. » £ os céus anunciam a sua justiça. Be Asa f. meu povo. Os sacri­ «O uve. Deus resplande­ julgar. fícios ouve. Aparição Deus Seohor falou e convocou a terra de Deus desde o oriente até ao ocidente. e eu falarei. porque meu é o universo e aquilo que o en­ che.

51. depois de haver pecado com Betsahé. porque toda a lei moral e todo o direito do homem vem de Deus. e rejeitaste as minhas palavras 1 Se vias um ladrão. 2 Quando o profeta Natan foi ter com ele. 0 que oferece sacrifício de louvor {é o que) me honra. Isto fizeste. Soltavas a tua boca para o mal. e difamavas o filho da tua mãe. não pode ser considerado uma injustiça. 4 Lava-me inteiramente da minha culpa. apaga a miuha iniqüidade. ó Deus.» Confissão. Os pecados cometidos contra o próximo..As palamente não honram a Deus. purífíca-me do meu pecado. Pequei. Salmo. 5 Porque eu reconheço a minha maldade. fiz o que é mau diante dos teus olhos. 6. e ao que caminha com rectidão mostrarei a salvação de D eu s. e fazias sociedade com os adúlteros. e o meu pecado está sempre diante de mim. Por isso o perdão dado por Deus. segundo a multidão das tuas clemências. D p id e 3 Tem piedade dè mim. ofendem mais a Deus do que o homem.. falavas contra teu irmão. não suceda que vos arrebate. vós que vos esqueceis de Deus. mesmo sem o perdão do homem ofendido. De Davide. como foram os de Davide. segundo a tua TecadoV^ misericórdia. . e eu hei-de calar-me? Julgaste que eu sou semelhante a ti? Arguir-te-ei e porei (tudo) diante dos teus olhos. e não haja quem vos salve. Estando sentado. 16 17 18 19 20 21 22 23 Mas ao pecador diz D eu s: «P o rq u e relatas tu os meus preceitos. promessa e súplica do pecador penitente 51 (V ulgata 50) — 1 Ao mestre do coro. 6 teus (constantemente) a minha aliança na tua boca? Tu que aborreces a disciplina. 6 Pequei contra ti só. Entendei isto. corrias com ele. e a tua língua urdia enganos.

Dà-me a alegria da tua salvação e revigora-me com um espírito generoso. satisfação. promete Eusinarei aos iníquos os teus caminhos. é um espírito contrito: não desprezaria. e sacrifí­ cios a reconstruindo os muros de Jerusalém. Deus meu salvador. Eis que nasci na culpa. Livra-me da pena do sangue. Asperge-me com o hissope. e a minha boca anunciará os teus louvores. . abrirás os meus lábios. Aparta o teu rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas culpas. Para o homicídio e adultério não estavam prescritos nem era costume oferecer sacrifícios propiciatórios. e serei purificado. as oferendas e os holocaustos. não o aceitarias. ó Deus. Eis que te comprazes na sinceridade do coração. Não me arremesses da tua presença e não retires de mim o teu espírito santo. e no meu íntimo me ensinas a sabedoria. Livra-m e do castigo que mereço por causa do san­ gue de Urias que fiz derramar. ó Deus. Senhor. Faz-me sentir gozo e alegria. um coração puro absulviçãOi e renova em mim um espírito firme. visto que •estes crimes eram castigados com a morte. 0 meu sacrifício. pede Cria em mim. e 08 pecadores se converterão a ti. e se te oferecesse um holocausto. Senhor. Deus. ó Deus. ó Deus. 16. então oferecerão bezerros sobre o teu altar. lava-me. exultem os ossos que trituraste. que não podia ser infligida a Davide por ser rei. recto DO teu juízo. Com efeito. e me tornarei mais branco que a neve. não te apraz o sacrifício. 18. a minha língua exulte com a tua justiça. um coração contrito e humilhado. Então aceitaràs os sacrifícios legítimos. e minha mãe coucebeu-me no pecado. sê benigno com Sião por tua bondade.7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 para que te manifestes justo na tua sentença.

ó artí­ fice de enganos. It Louvar-te-ei ( S e n h o r ) eternamente. De Davide. não há quem faça o bem. roso na ó infame prepotente? iniqüidade A toda a hora 4 maquinas a perdição. 2 depois que Boeg Idumeu foi informar Saul. mas que esperou na multidão das suas ri­ quezas e se reforçou nos seus crimes. rejeitado. 4. cometeram acções abomináveis. 8 Ve-lo-ão os justos e temerão. . a lua língua é como navalha afiada. Diz o néscio no seu coração: «N ã o à D eu s. confio na misericórdia de Deus para sempre. Maskil.Contra nm calanlador prepotente 52 (Vulgata 51) — 1 Ao mestre do coro. 5 Am as mais o mal que o bem. truído e te afastará para sempre. O pode­ 3 Por que te glorias da tua malícia. te arrancará da tua tenda e te desarreigará da terra dos vivos. 53 (V u lgala 52) — l Ao mestre do coro. e pregarei o teu nome diante dos teus santos. porque actuaste. dieendo: Davide entrou em casa de Aquimeleque. e dele se rirão dizendo: 9 «£ is o homem que não tomou a Deus por sua fortaleza. sou como a oliveira verdejante na que o casa de Deus.» 2 Perverteram-se (os homens). Como navalha afiada. a mentira mais do que dizer o que é justo. 52. justo dará fruto. Corrupção geral e respectivo castigo Vida dos ímpios. ó língua enganadora! será des­ 7 Por isso Deus te destruirá. 6 Amas todas as palavras perniciosas. MasklL Be Bavide. Segundo a melodia de <Mahalatp. porque é bom. porém.» enquanto 10 Eu. que corta quando menos se pensa.

Deus. e ex term in a -O B p o r tu a fid e lid a d e . para ver se há quem tenha senso e busque a Deus. confiança. alegrar-se-à Israel. mento. Senhor. . porque é bom. Promessa de celebrarei o teu nome. os soberbos levantaram-se contra Motivo e m im . ó Deus. por teu nome. De Davide. nâo puseram a Deus diante dos seus olhos. 4 Ouve. depois que os Zifeus foram ter com Saul e lhe disseram: 2 <Eis que Davide está escondido entre Apelo a 3 Saiva-me. O h ! venha de Sião a salvação de Is ra e l! Quando Deus mudar a sorte do seu povo. porque Deus dispersou os ossos dos que te assediavam . não há sequer um 6ó. Todos juntamente se transviaram. 5 Com efeito. Maskil. foram confundidos. 7 Faz r e c a ir o s m a le s s o b r e o s m e u s i n im ig o s . Para instrumentos de corda. a minha oração. Seu castigo. 6 Mas eis que Deus vem em meu auxílio. o Senhor sustenta a minha vida. homens violentos buscaram a minha v id a . reconheci­ 9 Porquanto tem-me livrado de toda a tribulação. e com 0 teu poder defeude a minha causa. ó Deus. atende às palavras da minha boca. 08 que devoram o meu povo como quem come pão. porque Deus os rejeitou. Porventura não cairão em si os que praticam a iniqüidade. Implorando o aoxillo de Deos eontra os Inimigos 54 (Vulgata 53) — l J o mestre do coro.Deus olha do céu sobre os filhos dos homeus. 8 £u te oferecerei um sacrifício voluntário. se perver­ teram . não há quem faça o bem. Tremeram de medo onde não havia que temer. e 08 meus olhos viram confundidos os meus inimigos. regozijar-se-á Jacob.

levantaria voo e encontraria descanso! 8 Sim. eu me teria escondido dele. abando­ 13 Se me tivesse ultrajado um inimigo. . e desçam vivos ao sepulcro. e um pavor de morte cai sobre mim. De Davide. 9 Apressar-me-ia a buscar um refúgio. porque vejo a violência e a. 55. 13-15. Senhor. e o espanto me envolve. E n tr e tan tos m ales o q u e m a is a f lig e o c o ra ­ ção é a a m iza d e p è rfid a m é n te a tra içoa d a . meu amigo e meu familiar. Porque fazem cair a desgraça sobre mim. 16. 12 No meio dela se armam ciladas. com quem caminhava na casa de Deus entre a multidão em festa. 6 0 temor e o tremor vêm sobre mim. 10 Dispersa. bado pelos 3 atende-me e ouve-me. e não deixam as suas praças a injúria e a fraude. pertur­ e não te subtraias à miuha súplica. meu companheiro.. m o rra m su b ita m en te estan d e saúde. se se tivesse levantado coutra mim aquele que me tem ódio. Desçam vivos. e a iniqüidade e a opressão estão no meio dela. 16 Yeuha a morte sobre eles. nado por eu o teria suportado por certo. 14 Mas eras tu. MasMl. 7 E d ig o : Oh I se eu tivesse asas como a pomba. 15 com quem vivia em doce intimidade. permaneceria no deserto. contra o furacão e a tempestade. e acometem-me com ira. inimigos. (por causa) da vozearia do pecador.Contra Inimigos e falsos amigos 55 (Vulgata 54) — 1 Ao mestre do coro. Para ins­ trumentos de corda. Davide 2 Ouve/ ó Deus. fugiria para longe. e estou couturbado 4 por causa da voz do inimigo. divide as suas línguas. 5 0 meu coração está perturbado dentro de mim..discórdia na cidade: 11 Dia e noite a rondam sobre os seus muros. a miuha oração. um amigo. is to é. Ando agitado na minha angústia.

São p a la vra s q u e o p é r fid o d iz a o seu a d v e r s á rio pa ra o a d o rm ec er nu m a fa ls a segurança. ó Deus. me lamen­ tarei e gemerei. 24 £ tu. porém. no meio deles! 17 Eu porém clamarei a Deus. 21. 23 Descarrega sobre o Senhor os teus cuidados. (na realidade). me oprime. . porque o homem me calca os pés.porque a malícia eslà nas suas moradas. Seohor. porém. Be Davide. combatendo sempre. Confiança em Deas do homem oprimido 56 (Vulgata 55)— 1 Ao mestre do coro. porém seu coração quer a guerra. porque não há mudança neles (para o bem). são espadas desembainhadas. Quando os Filistens o pren­ deram em Gat. porque são muitos contra mim. 23. e ele ouvirá a minha voz. Miktãm. espero em ti. A s suas palavras são mais suaves que o azeite. llvrando-a dos que me assaltam. D es criçã o an gu stia . os conduzirás ao poço da perdição: 08 homens sangulDârios e enganadores não chegarão à metade dos seus dias. de manhã e ao meio-dia. 2 Tem piedade de mim. 18 De tarde. viola o seu pacto. 22 Mais brando que a manteiga se manifesta o seu semblante. e o Senhor me salvará. co n fia em Deus. Segundo a melodia de < A Pomba silenciosa das regiões distaU'tes>. nem temem a Deus: 21 Estende cada qual as suas mãos contra os seus familiares. A in fid e lid a d e dos a m igos c o n tris ta -o m ais q u e as cila d a s dos in im igos. eu. ó Deus. 19 Restituirá a paz à minha alma. humilbá-los-á aquele que reina desde sempre. 20 Deus me ouvirá. e ele te sustentará: não permitirá jam ais que o justo vacile.

porque são muitos os que pelejam contra mim. sempre que eu te invocar. Segundo a melodia de <Não d e s t r u a s . fugindo de Saul. 6 Deus. qu e se rep ete no v e r s íc u lo É um g r it o d e c o n fia n ça e de esperança. D e Davide. nâo temerei: que poderá contra mim o homem ? 6 Todo 0 dia me difamam. em tua indignação derriba esses povos. 57. . . 1. se g u n d o a lgu n s co m en tad ores. 0 ’ Altíssimo. eu o sei muito bem. para nie fazerem mal. E s p é cie de e s trib ilh o . N ã o d estru as. cuja promessa exalto^ em Deus confio. em Deus confio. oferecer-te-ei sacrifícios de louvor. S ú p lica Cheio de confianea no meio da perseguição 57 (Vulgata 56) — 1 Ao mestre do coro. a e x is tê n c ia terren a . 5 Em Deus. 8 Dá-lhes o pago da sua iniqüidade. E sta s p a la vras. cuja promessa exalto. 5. 11 Em Deus. para que eu ande na presença de Deus à luz dos viventes. ó Deus. 4 quando o temor me invadir. . Quando. 5í». cu ja m elo d ia se d e v ia a p lica r a estes q u a tro poem as.3 O b roeuB inimigos atropelam-me continuamente. 13. 58 e 74. não estão elas consignadas no teu livro? 10 Hâo-de retrocer os meus inimigos. aos votos que te fiz. todos 08 seus pensamentos são contra mim. não temerei: que poderá fazer contra mim o homem ? 12 Estou obrigado. Deus está por mim. procurando tirar-me a vida. 9 Tu anotaste os caminhos do meu desterro. se escondeu numa caverna. espiam os meus passos. 11. e os meus pés da queda. que tam bém se en ­ co n tra m no p rin c íp io dos salm os 57. armam ciladas. as p rim e ira s p a la v ra s dum canto. 13 porque llvraste a minba alma da morte. eu porei a minha confiança em ti. À lu z dos v iv e n te s é a v id a p re sen te . são. 7 Juntam-se. foram recolhidas as minhas lágrimas no teu odre . Miktãm.

São lanças e setas os seus dentes. minha alm a. Su a in jiu ítiça. 2 Porventura. ó Deus. 10 Louvar-te-ei entre os povos. porque a minha alma se refugia em ti. eelà firme. e à sombra das tuas asas me acolho. Cavaram diante de mim uma cova: (eles mesmos) caíam nela. 12 Manifesta-te excelso. D e s p e rta re i a a u ro ra . 11 porque a tua misericórdia é (tãoj grande (que chega) alé ao céu. que . 7 Armaram laços aos meus pés: deprimiram a minha alma. fazeis verdadeiramente justiça? Porventura. e espada afiada é a sua língua. Contra os Juizes Injustos 58 (Vulgata 57) — l Ao mestre do coro. Segundo melodia de 4. e brilhe a tua glória por toda a terra. le v a n ta r-m e -e i tão cedo p areça d e s p e rta r a au rora. saltério e citara! eu despertarei a aurora. Miktãm. ó Deus. 8 O meu coração. é com recti­ dão que julgais? 9. que devoram com avidez os filhos dos homens. e a tua fidelidade até às nuvens. De Davide. ó filhos dos homens. e brilhe a tua glória sobre toda a terra. C o n fia no Senhor. 3 Clamo ao Deus altíssimo. ao qu al dagraga s.2 Tem piedade de mim. 4 Envie do céu (o seu auxilio) e salve-me.Não destruas^». entoar-te-ei salmos entre as nações. ó Deus. ó poderosos. o meu coração eslá firme: cantarei e entoarei salmos. envie Deus a sua graça e a sua fidelidade. cubra de opróbrio os que me perseguem . acima dos céus.. 5 Estou jazendo no meio dos leões. S en h or. despertai. 9 Desperta. 6 Manifesta-te excelso. sobre os céus. p a ra q u e tam bém e la lo u ve a Deus. tem piedade de mim. ó Deus. até que passé a calamidade. ao Deus que tanlo bem me tem feito.

. meu i3eus. 5-6.. desde o seu nascimento. erraram. Não há crime em mim nem pecado. quebra as qtieixadas desses leões. 4 Extraviaram-se os impios desde o seio ma­ terno. ó Senhor: 58. e salva-me dos homens sanguinários. do encantador que encanta com mestria. como aborto de mulher. ó Senhor. 7-10. quebrai-lhes os dentes na sua pró­ pria boca. Eis. 9 Passem como a lesma que se vai dissolvendo. que fiquem embo­ tadas. que fecha 08 seus ouvidos. S e g u n d o a m e lo d ia d e « N ã o d e s tr u a s . conspiram contrá mim os poderosos. sejam eles arrebatados pelo vendaval. que não viu o sol. Q u a n d o S a u l m a n d o u v ig ia r a s u a ca sa p a r a o m a ta r . O seu coração está como que envenenado. deveras há um Deus que ju lga sobre a terra. vós cometeis iníquidades no coração. se atirarem as suas selas.» Contra os inimigos rapaces e sanguinários 59 (Vulgata 58) — 1 A o m e s tr e d o c o r o . que armam ciladas à minha vida. 6 para não ouvir a voz dos encantadores. defende-me dos que se levantam contra mim. Imagens muito expressivas. Livra-me dos que praticam a iniqüidade. 10 Antes que as vossas panelas se aqueçam ao fogo do espinheiro verde. M ic k t ã m . dos meus inimigos. ao veneno do áspide {que se fas) surdo. e as vossas mãos espalham injustiças na terra. . 12 £ 08 homens dirão: «Deveras há recom­ pensa para o justo. 11 Alegrar-se-à o justo ao ver a vingança. com efeito. . como as águas que correm . » D e D a v id e . os que fa­ lam mentira. ^ Deus. £alva-me 2 3 4 Livra-me.3 truição" Ao contrário. 8 Desapareçam. lavará os seus pés no sangue do ímpLo. 5 Têm um veneno semelhante ao veneno das serpentes. já não quer ouvir conselhos nem repreensões.

isto é. desbarata-os e derriba-os com a tua força. 7. 14 Extermina-os na tua indignação. Senhor. não tenhas piedade de nenhum desses pérfidos. D e u s m e u . faça que eu me deleite com a derrota dos meus inimigos. irrompem e agri­ dem-me. Senhor dos exércitos. l a d r a m c o m o cã es e p e r c o r r e m a c id a d e . para que não sirvam de tro­ peço ao meu povo. e eu ceietu^m/sericórdia. m i s e r i c ó r d i a m in h a . Desperta. castiga-os para que se convertam. ó D e u s . Voltam aos seus atentados iniquos to d ^ as tardes» como os cães vadios das cidades orientais. castiga todos esses povos. s o lt a m 17 u iv o s . 13 Um pecado da sua boca. e nas execrações e mentiras que dizem. principal­ mente a essa hora. Quem é que nos ouve? Reflexão que fazem os inimi­ gos» os quais negam que Deus se ocupa do seu proceder. 9 10 11 F o r ç a m in h a . porém. zombas de todas essas gentes. hã injúrias nos seus lábios: « P o is quem é que nos ouve?» Mas tu. que. Eu. 8. p o r q u e t u . és a m in h a c id a d e la . é cada palavra dos seus lábios. 59» 6. contarei a tua fortaleza. ó Senhor nosso escudo. es lãs a rír-te deles. 8 Eis que se vangloriam com a sua boca. p a r a t i m e v o lt o . 7 V o lt a m à ta r d e . ó Deus. e fiquem presos na sua mesma soberba. vem ao meu encontro e considera 6 pois tu. . para que não mais existam. l a d r a m c o m o cã es e p e rc o rre m a c id a d e . a fim de que se saiba que Deus reina sobre Jacob e até aos confins da terra. 12 Mata-os. 15 V o lt a m à ta r d e . e de manhã exultarei em tua misericórdia. extermina-os. Não tenhoLs piedade. invadem as ruas. Desperta. ( a m i n h a in o c ê n c ia ).5 sem que eu tenha culpa. Venha Deus em meu auxílio. és o Deus de Israel. s e D ão s e fa r t a r e m . 16 Vagueiam á busca de comer. à procura de alimento.

e contra Aram de Sohá. és a minha defesa. Segundo a melodia de < 0 lírio da ie i. só pensa nas humilhações que o povo de Deus sofria da parte dos Idumeus. porque tu. Judá o meu ceptro. evitem o perigo pVóximo e marchem em seguida vitoriosamente contra a Idumeia. repara as suas feridas. 5 Impuseste ao teu povo duras provas. 60 (Vulgata 59)— 1 Ao mestre do coro.. cuja submissão é indicada com frases humilhantes. pois vacila. no regresso. d e ste-D o s a beber o v in h o da v e rtig e m . Edom e Fílisteia.. ó Deus. esquecendo as suas brilhan­ tes vitórias. • .. 10 Moab é como que a bacia para me levar. Deste. De Davide. 6. três nações vizinhas mui belicosas. poisarei o meu calçado sobre Edom. o meu Deus. Lamentações. e quando Joab. minba a terra de Manassés. confiança e preces depois da derrota do povo o povo. 12. 10. 18 Eu te cantarei salmos. juntando-se em volta dele. ouve-nos.. 9 Minha é a tua terra Galaad. Moab. a minha misericórdia. Davide. derrotou os Idumeus. repeliste-noB e destruiste os nossos ^ esquadrões. Para ser aprendido. Há esperança de reparar a honra naciona Deus deu aos Israelitas um estandarte para que. Este estandarte moral é a protecção do Senhor. » Miktãm. e um refúgio no dia da minha angústia. rfd o T fr Deus. força minha. Repeliste-nos. 8 Deus falou no seu santuário: «E xultarei e repartirei (à minha vontade) Siquém. e medirei o vale de Sucot. no vale do sal.porque foste um amparo para mím. triunfarei da Filisteia. para que fugissem do a rc o . Efraim é o elmo da minha cabeça.000 homens.» 60. socorre-nos com a tua dextra. 3 0 ’ Deus. . 7 para que sejam livres os tens amados. 3. 4 Abalaste a terra (de Israel) e a fendeste. 6 Deste aos que te temem um estandarte. Quando 2 saiu a pelejar contra Aram Naharim. tu te iraste : restaura-nos.

Para ins­ trumentos de corda. Beuão tu. 9 Assim canlârei sempre o teu nome e cumprirei os meus votos cada dia. deste-me a herança dos que temem o teu nome. que nos repeliste. Segundo Jduthum. para que o guardem. ó Deue. gurança 3 Só ele é o meu rochedo e a minha salvação. 06 seus auos sejam iguais a muitas gerações. 8 Reine eternamente na presença de Deus. 4 porque és a minha defesa. ouviste os meus votos. A no 2 Só em Deus repousa a minha alma. Salmo. 5 Oxalá eu possa habitar sempre no teu tabernáculo. Sobre um rochedo me elevarás. atende à minha oração. De Davide. tu. à frente dos nossos exércitos? Dá-nos auxílio contra o inimigo. 3 Dos confins da terra clamo a ti.11 12 13 14 pede o au­ Qaem me coaduzirà à cidade fortificada? xilio de Quem me levará até Edom ? Deus que Quem. o meu clamor. De Davide. 4 Até quando arremetereis contra um homem tentareis todos derribá-lo. . o exilado pede a sua volta. o desam­ parou. única se­ dele vem a minha salvação. ó Deus. Com Deus faremos proezas. que já não sais. e o proloagamento da vida. 7 Acrescenta dias aos dias do rei. aeolher-me-ei à sombra das tuas asas! 6 Em verdade. manda-lhe graça e fidelidade. ó Deus. Sòmente se deve esperar em Deus 62 (Vuigata 61) — 1 Ao mestre do coro. 2 Ouve. tu. quando o meu coração desfalece. ó Deus. Salvador. 0 rei exilado pede e é ouvido 61 (Vuigata 60) — 1 Ao mestre do coro. o sossego me darás. porque é vão o socorro dos homens. est em Deus 0 meu baluarte: por nada vacilarei. uma torre sólida contra o inimigo. e ele calcará aos pés os nossos inimigos.

Espera riele. tu és 0 meu Deus: Busco-te com solicitude. estas duas eu ouvi: 0 poder é de Deus. Sòmente em Deus repousa. mas em seu coração maldizem. não prendais a elas o vosso coração. Não confiéis na opressão. Desejo de Deus. com a sua boca me bendizem. OB m e u s lá b io s te lo u v a r ã o . desejá-tct^la minha carne. m orava no deserta da Idum éa. 13 e tua. Iodos eles jun­ tos são mais leves que um sopro. com efeito. 6 m inha alma. quando 0 ’ Deus. expandi diante dele os vossos corações: Deus é o nosso refúgio I U m sopro apenas são os filhos dos homens. o m eu baluarte: não vacilarei. nem vos vangloriéis da rapina. projectam precipitar-me do meu posto elevado. porque dele vem o que espero. Só ele é o m eu rochedo e a m inha salvação. retríbuirás a cada um segundo as suas obras. J de ti está sedenta a minha alma. falazes os filhos dos homens: postos na balança. 9 e não nos iQ 11 12 o rochedo da minha força: o meu refújgio está em Deus. como terra árida e sedenta. sem água. No deserto 2 3 4 De Davide. se as riquezas aumentarem. para ver o teu poder e a tua glória. Deus disse uma coisa. ó Senhor. é a g ra ç a .5 6 7 8 como a uma parede iuclinada. da nossa vida e salvação 63 (Vulgata 62) — 1 Salm o. em todo o tempo. Em Déus está a minha salvação e a minha g ló r ia . comprazem-se n a mentira. como a iim muro em ruína? Sim. Porque a tua graça é melhor que a vidà. Desta maneira te contemplo no santuário. vão acima. . ó povo.

soltam como setas palavras envenenadas. Defende-me da conspiração dos malignos. pois será fechada a boca aos que proferiam coisas iníquas. gloriar-se-á todo o que ju ra por ele.5 ÁBSim te b e n d ir e i em m in h a v i d a : in v o c a n d o o teu n o m e . a minha voz. nada temendo. Como de hanha. dizem: «Q uem os verá?» 63. Que jura por ele. 12. do tumulto dos que praticam a iniqüidade. 10 Porém os que procuram lirar-me a vida. para. a ruína 11 Serão entregues ao poder da espada. quando me la. pultos como pasto de feras.. 6. Propõem-se obstinadamente uma obra má. e com lábios de júbilo te louvará a minha boca.. conspiram para armar laços às ocultas. D e Da vid e. que afiam como espada as suas línguas. ó Deus. 7 quando me lembrar de ti sobre o meu leito. e à sombra das tuas asas me regozijo. dos seus esconderijos. P red iz entrarão nas profundidades da lerra. ^Deus” ' 8 Em verdade le tornaste o meu auxiliador. Como de banha e de gordura será saciada a minha alma. que lhe guarda fidelidade. contra livra a minha alma do temor do inimigo.aos quais cente. nada para o ferirem de improviso. Pensa seme sobre ti meditar durante as minhas vigílias.. 6 Juízo de Deus acerca dos perseguidores pérfidos 64 (V ulgata 63)— 1 Ao mestre do coro. 9 A minha alma está intimamente unida a ti. ferirem o ino. a tua dextra me sustenta. le v a n ta re i as m in h a s mãos. E virão a ser presa.. inimigos e virão a ser presa das raposas. graças particulares que Davide meio da sua oração. 11. 2 3 4 5 6 Ouve. 12 Entretanto o rei alegrar-se-á em Deus.P e d e a u x N m ento. Salmo. isto Imagem para simbolizar as espera alcançar de Deus por Os seus corpos ficarão inse­ é. .

. Cântico. e a sua própria lingua lhes prepara a ruína: todos 08 que os vêem abanam a cabeça. 64. Mas Deus fere-os com setas.termi­ nando por ser des­ truídos. o bramido das ondas e o tumulto dos povos: 9 e 08 que habitam os confins da terra temem pelos teus prodígios. Alegra-se o justo no Senhor e refugia-se nele. Abanam a cábeca. 4 por causa das iniquidades. E todos temem e proclamam esta obra de Deus e ponderam o que ele fez. enches de gozo os limites do oriente e do ocidente. de improviso são feridos. 8 que aplacas o bramido do^ mar. o espirito e o coração de cada um deles sâo iDsondáveis. 2 A ti. ocultam os planos arquitectadoB. 10 11 Projectam infâmias. e gloriam-se todos os de coração recto. 3 que ouves as preces. Sejamos saciados dos bens da tua casa. Salmo. cingido de poder. é devido um hino em Sião. De Davide. Solene acção de graças pelos benefieios de Deus Liouvor pela remissão dos pecados. Oprimem-nos os nossos delitos: tu 08 perdoas. pelo go­ verno de todas as coisas. 6 Tu nos ouves com justiça. 9. entre prodígios estupendos. Salvador noseo. 7 que dás firmeza aos montes com a tua força. cum*pra-8e o volo a ti. 5 Bem-aventurado o que escolhes e tomas para ti: ele nabita nos teus átrios. 65 (Vulgata 64)— t Ao mestre do coro. A ti vem lodo o mortal. ó Deus. e dos mais longínquos mares. em sinal dc espanto e de desprezo. da santidade do teu templo. ó Deus. esperança de todos os confins da terra.

porque assim preparaste a terra: 11 regaele os seus sulcos. 10. opêalegremo-noB. . Bendizei. trazendo à terra a fertilidade. Expressão poética para dizer que caiu muita chuva.. dâ terra Hino para um sacrifíqip de acção de graças 6C (Vuigata 65)— 1 Ao mestre do coro. 13 Ressumam os pastos do deserto. 08 seus olhos contemplam as nações: não se ensoberbeçam os rebeldes. cante o teu nome. nações. desfizesle as suas glebas. Senhor. Vinde. e vede as obras de D e u s : operou coisas assombrosas entre os filhos dos hom ens! Converteu o mar em terra firme . abençoaste a sua semente. 12 Goroaste o ano com a tua bondade. Toda a terra te adore e te cante. 6 as colinas cingem-se de alegria. pois.. amoleceste-a com as chuvas.10 Visilaste a terra e a regaste. e não permitiu que os nossos pés vacilassem. 2 cantai a glória do seu nome. 0 rio de Deus está cheio de água. Cântico. Salmo. preparaste-lhes o trigo. tr ib u t a i-lh e m a g n ífic o lo u v o r . Aèlamai Deus. passaram o rio a pé enxuto. as tuas obras 1 Por causa da grandeza do teu poder os teus inimigos lÍ8onjeiara-te. habitantes todos da terra. o r i o de D e u s . e os vales cobrem-se de trígais: aclamam e cantam. 3 4 6 6 7 8 9 peio^seu Dizei a Deus : Quão assombrosas são. 14 Os prados revestem-se de rebanhos. o nosso Deus peio auxíe propagai o seu louvor cedido"na (pois foi ele) que deu vida a nossaaJma provação. nele 1 ra d as em Domina com o seu poder para sempre. poder. encheste-a de grandes riquezas. e os teus caminhos ressumam fertilidade.

tizesle passar homens sobre as nossas cabeças. pagar-te-eí os meus votos. ouvi todos os que tem eis a Deus. com fogo nos acrisolaste.10 11 12 É preciso oferecer sacrifí­ cios. nem retirou de mim a sua misericórdia. 13 14 15 16 17 18 19 20 Porquanto noB provaste.m e teria ouvidoi Mas Deus ouvíu-me. sereno nos mostre o seu rosto. Os monumentos egipcios. os povos. que não rejeitou a minha oração. atendeu à voz da minha súplica. ó Deus. 2 3 4 Salmo. e eu vos narrarei quão grandes coisas ele fez à minha alm a! A minha boca clamou por ele. 12. Se eu tivesse visto a iniqüidade no meu coração. Bendito seja Deus. glorifiquem-te todos os povos. Vinde. pesada carga puseste às nossas costas. como se acrisola a prata. ó Deus. Entrarei na tua casa com holocaustos. cumprir os votos. Pedido da bênção de Dens para annneiar a fé bs gentes 67 (V ulgata 66) — 1 A o mestre do coro. mas por fim deste-nos refrigério. íizeste-noB cair no laço. P a r a ins­ trumentos de corda. Qloriflquem -te. ..o seu caminho. o Senhor não. Várias metáforas para indicar a gravidade do perigo dc que foi livre. üferecer-te-ei holocaustos de ovelhas pingues com gordura de carneiros: imolarei bois com cabritos. Fizeste passar. Cântico. que os meus lábios pronunciaram. que a minha boca proferiu na minha tribulação. para que conheçam na terra. Deus tenha piedade de nós e nos abençoe. e entre todas as nações a sua salvação. o publicar os benefí­ cios divi­ nos. 66. passámos pelo fogo e pela águ a. assírios babilónicos representam os vencedores esmagando sob as rodas dos seus carros de guerra* e sob as patas dos seus cavalos os inimigos estendidos no solo. e louvei-o com a minba língua.. 10-12.

como se derrete a cera diante do fogo. seu povo. 5 Cantai a Deus. e. assim perecem os pecadores diante de Deus. diíSue* 9 a terra tremeu e até os céus dissolveram auxUiou o perante Deus. 10 0 ’ Deus. quando saisle à frente do teu povo'. aplanai o caminho àquele que avança pelo deserto. 3 Gomo se desvanece o fumo. os povos. 11 Nela habitou a tua grei. Deus de Israel. iai6 fogem da sua presença os que o aborrecem. ó Deus. Salmo. e regozijai-vos diante dele. 8 Abençoe-nos Deus. 8 0* Deus. regozijam-se. cujo nome é «S en h o r». 6 Ele é o pai doe órfãos e o tutor das viúvas. 4 Os justos. porém. e sáo dispersos os seus inimigos. leva 08 cativos à prosperidade: só 08 rebeldes ficam na terra ardente. o nosso Deus. 7 Deus prepara a casa para os desamparados. exultam na presença de Deus. De Davide.5 Alegrem-se e exultem as naçõe^. preparaste-la para ò pobre. Cântico. Gloriftquem-ie. quando avançaste pelo deserto. migoa. 7 A terra deu o seu fruto: abençoe-noB Deus. tu enviaste uma chuva abundante sobre a tua herança. . é Deus em sua santa morada. porquanto reges os povos com equidade. e temam-no todos os confins da terra 1 6 Ylagem triunfal de Dens. e deleitam-se na alegria. e governas as nações sobre a terra. a reanimaste. ó Deus. assim eles se des­ vanecem . glorifiquem-te iodos os povos. do Egtpto ao monte Siâo 68 (V ulgata 67) — 1 Ao mestre do coro. na tua bondade. 2 Levanta-se Deus. entoai salmos ao seu nom e. tremeu o Sinai diante de Deus. estando ela extenuada.

O Salmista i m á ^ á -s é a contemplar invejosas a pequena colinà de Sião. é grande a mullidão dos mensageiros de novas alegres: «O s reis dos exércitos fogem. milhares e milhares. 13. E então as mães de família repartem esses dèapojos entre todos os seus. e tem sido explicado de vários modos. na qual Deus estabeleceu a sua residência. as asas da pomba brilhavam como prata.da Palestina. Subiste (ó Senhor) ao alto.. noBsa salvação. leva as nossas cargas! 68. e como um amarelo de ouro as suas penas. os soldados inimigos caíam tão numerosos como flocos de neve. tinha arrebatado ao inimigo. Caiam as neves. Bendito seja o Senhor em toda a série dos . Enquanto o Omnipotente dispersava os reis da terra. são milhares (de anjos) que se alegram. formam \iina cordilheira considerável. levasle contigo cativos. Parece tratar-se das tribos que não tomaram parte na guerra (quando descansáveis). por que olhais com inveja o monte. no qual aprouve a Deus morar e no qual o Senhor habitará perpètuamente? Os carròe de Deus são miríades. Depois da vitória os solda­ dos reentraram no lar. os montes de Basan são escarpados: ó montes escarpados.. ocupadas cm apascentar os rebanhos. caíam as neves sobre o Sal mon.' . As montanhas de Basan. e as (mulheres) que estão em casa repartem os despojoB. 14. 16-17. o Senhor vem do Sinai ao Santuário.» Os montes de Basan são elevados. recebeste homens em tributo mesmo aqueles que não querem habitar com o Senhor Deus. Este versículo é muito obscuro. Deus. enquanto Israel (pomba) brilhava com a prata e o otiro que. fogem. carregados de despojos. 20 0 Senhor pronuncia uma palavra (de grande eficácia). Outros explicam que a pomba significa a arca coberta de ouro. situadas a nordeste . Quando descansáveis nos apriscos. como vencedor. en­ quanto combatia com armas reluzentes.12 13 14 15 16 17 18 19 agora também o protege. 15. Repártem os deapojos.

os príncipes de 0 ’ Deus mostra o teu poder. . Venham os magnates do Egipto. 0 crânio cabeludo do que caminha nos seus delitos. no san­ tuário. 31.» Eles contemplam a tua entrada (triunfalh à eporisso Deus. Reprime a fera do canavial. «Bendizei Deus nas assembléias festivas. te ofereçam dons os reis. eu 08 reconduzirei do fundo do mar. «D e Basan os farei voltar. Davide pede a sobmiBS&o do £gipto. o Senbor Deus consegue escapar da morte. obra do seu trianio. os fortes. ó Deus. o crocodilo oo o hipopótamo. do meu rei. Sim.» A li está (a iriho de) Benjamim. prostrem-se com lingotes de prata (como tri­ buto) : dissipa as nações que gostam de fazer guerra. atrás os tocadores de citara. estenda a Etiópia as suas mãos para Deus. . e a língua dos teus cães tenha também a sua parle dos inim igos. com numeroso séquito. para que possas banhar o teu pé no sangue (dos iôua inimigos). í b I o é. Vão adiante os cantores. emblemas célebres do figiplo. 08 príncipes de Zambulon. Davide pede a Deoa qae redobre de vigor para coneolidar a. no meio as donzelas tocam címbalos. o mais novo. f9. 3<. . cajo rio sagrado povoavam. a manada dos louros com os novilhos dos p o v o s. ob quais ob povos seguem como nooilhcB. ob chefes. que as precede. Deus quebra a cabeça dos seus inimigos. ^ é bendito. A estender as suas mãos em atitude de adoração. a entrada do meu Deus. bendizei o Senbor. De^veno teu poder. Touros. (os que sois d a ) estirpe de Israel. 0 Senbor diz. 08 príncipes de Judá.21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 0 nosso Deus é um Deus que salva. A fera do canaeial. que era ama das nações mais perigosua para Israel. que operas por nósl Por causa do teu templo que está em Jerusalém. Nostra .

. 34 Que é levado pelos céus. expiar faltas que não cometi? 6. tu conheces a minha insipiência. ó Ileus de Israel. Salmo messiânico em que Davide prediz os sofri­ mentos de Jesus na sua paixão. 69. 5 São mais que os cabelos da minha cabeça. no meio porque as águas (da tribulação) chegaram-me de misé­ ao pescoço. pelos céus antigos I Eis que faz ressoar a sua voz potente: 35 «Reconhecei o poder de Deus ! » Sobre Israel está a sua majestade. tomou sohre s i os pecados de todos os homens. Bendito seja D e u s ! Freoe dum homem muito afUto pela eansa de Deus 69 (Vulgata 68) — 1 Ao mestre do coro. 4 Estou cansado de gritar. Hei-de restituir. 36 Temível é Deus. o Deus de Is ra e l. Senhor. 7 Não sejam confundidos por minba causa os que esperam em ti. 6. ele mesmo dá ao seu povo poderio e força. enrouqueceu a minha garganta. 08 que te buscam. entoai salmos ao Senhor. e não encontro onde pôr p é . 3 Estou atolado num lodo profundo. do seu santuário. e já as ondas me cobrem.c será lou­ vado por eles. e 08 meus delitos não te sâo ocultos. desfaleceram os meus olhos à espera do meu Deus. Jesus não tinha pecados pessoais. rias extre­ mas. cantai a Deus. ó Deus. aqueles que me aborrecem sem razão. . e sobre as nuvens o seu poder. De Davide. 33 Reinos da terra. 08 que me perseguem injustamente: porventura hei-de restituir o que não roubeit 6 0 ' Deus. Segundo a melodia de <0s lírios >. Estando 2 Salva-me. Tu conheces.. são mais fortes que os meus ossos. Não se envergonhem por minha causa. cheguei a um sítio de águas profundas. Senhor dos exércitos.

e fui para eles objecto de escárnio. ó Deus. recaíram sobre mim. ó Senhor. de Deus. a minha oração eleva-se pede a 9 a fí 15 16 17 18 19 20 21 22 ♦ sua libertacão no tempo da graça. foi coberto de confusão o meu rosto. e por causa e 08 opróbriòs dos que te insultavam. . à tua vista estão todos os que me afligem. segundo o teu auxílio fiel. 10 Porque o zelo da tua casa me devorou. esperei que alguém se condoesse de mim. Tira-me do lodo. e não nouve ninguém . para que não seja submer­ gido. 11 Mortifiquei pelo jejum a miuha alma. 12 Tomei por vestido um saco. ouve-me segundo a tua grande bondade. a minha confu­ são e a minha vergonha. T u conheces o meu ppróbrio. Não me afoguem as ondas das águas. nem a boca do poço (de tantas misérias) se feche sobre mim. 13 Falam contra mim os que se sentam à porta (da cidade). porque é benigna a tua graça. livra-me. nem me obsorva o abismo. 0 opróbrio despedaçou o meu coração e des­ faleci . Tornei-me um estranho para os meus irmãos. 14 Porém. livra-me daqueles que me odeiam e da profundidade das águas (da tribulação). resgata-a. segundo a multidão das tuas comiserações olha para mim. Senhor. por causa dos meus inimigos. e isto tornou-se-me em opróbrio. e escarnecem-me os que bebem viuho. e um desconhecido para os filhos de miuha mãe. porque estou angus­ tiado. ouve-me prontamente. e na minha sede apresentaram-me vinagre. esperei que alguém me consolasse. e não achei. Ouve-me. Misturaram fel na minha comida. Aproxima-te da minha alma.8 P o i s p o r l i s o f r i a fr o n t a . não escondas o teu rosto do teu servo.

e reanimai o vosso coração. . Deus salvará Sião e ediflcará as cidades de Judá: morarão ali e possuirão.c o cas­ tigo dos inimigos. mas que depois o Evangelho (Mat. ó humildes. e alegrai-vos. A descendência de seus (fiéis) servos a rece­ berá em herança. vós que buscais a Deus. ó Deus. comum entre os antigo^. Vede. 38-45) substituiu por outra mais suave. e não sejam inscritos com os justos. Derrama sobre eles a tua indignação e o furor da tua cólera os alcance. E isto agradará a Deus mais do que um touro. 25 26 27 >28 29 30 prome­ tendo a Deus o seu louwor e o do mundo. Obscureçam-se os seus olhos para que não (Em v e ja m . mais do um novilho (já crescido) com chifres e unhas. e proclamá-lo-ei com uma acção de graças. Louvem-no os céus e a terra. sou mísero e cheio de dores. 23 24 castigo) torne-8e a sua meea um laço para eles. Acrescenta culpas às suas culpas. os que amam o seu nome habitarão nela. Devastada seja a sua m orada. protege-me. 5. que é a lei da caridade. 08 mares e tudo o que neles se move. 3| 32 33 34 35 36: 37 e faz que os seus flancos vacilem sempre. O paciente pede que os seus perseguidores sejam punidos com a lei de talião. e uma rede para os seus amigos. Porque o Senhor ouve os pobres e não despreza os que por amor dele estão em cadeias. Porquanto perseguiram aquele que tu feriste. Quanto a mim. com teu auxílio. e não sejam proclamados justos diante de ti. Com efeito. 23<29. Sejam riscados do livro dos viventes. e agravaram a dor daquele que vulneraste. Glorífícarei o nome de Deus com cânticos. e não haja quem habite nas suas tendas.

^ 2 Âpraza-te. do punho do malvado e do opressor: -5 Com efeito. ele e os que desejam o teu caminho digam sem. Tu és o meu protector e o meu libertador: Senhor. 3 Sê para mim rochedo de refúgio. Em ti me firmei desde o meu nascimento. mimigos. 2 segundo a tua justiça. apressa-te em me socorrer. ó Deus. tu és o meu protector desde o ventre de mi­ nha m ãe: em ti esperei sempre. não te demores. ó meu Deus. inclina para mim o teu ouvido e salva-me. ó Deus. tu és a minha esperança. Contra os Senhor. livra-me da mão do iníquio. 4 Deus meu. Voltem atrás e sejam envergonhados. põe-me a salvo e livra-m e. Senhor. Não me re]eiteB na minha velhice (Vulgata 7 0 ) — 1 A ti. para me salvares: em verdade. tu és o meu rochedo e a minha cidadela. 4 Retirem-se cheios de confusão. pre: « Glorifícado seja o S e n b o r!» 6 Eu. bem fe ito !» 5 Regozijem-se e alegrem-se em ti Pelos todos os que te buscam . 08 que (insultando) me dizem : «B em feito. cidadela fortificada. Bocorre-me. libertar-me. 3 Sejam confundidos e envergonhados 08 que procuram tirar-me a vida. Senbor. os que se com prazem nos meus males. sou miserável e pobre.próprio. (tu és a ) minha esperança desde a minha mocidade. 71 Senhor .Pedido do anxilio divino 70 (V u lgala 69) — 1 Ao mestre do coro. De Davide. me acolho: não permitas que eu seja para sempre confundido. porém. F o ra memória.

realmente. não me abandones. Senhor. não me desampares. quem é semelhante a t if 71. todo o dia 08 teus au xílios: nem sequer conheço a medida deles. E também na velhice e na decrepiiude. perseguí-o e prendeí-o. acode já em meu socorro*. e a tua justiça. tu. da tua glória todo o dia. sejam cobertos de confusão e de vergonha. não te afastes de mim. Não me desampares no tempo da velhice. Sejam confundidos. Porque os meus inimigos falam contra mim. N em seq u e r co n h eço. enquanto eu anunciar a força dp teu braço a toda esta geração. 6 Deus. A minha boca estava cheia do teu louvor. o teu poder a todas as (gerações) vindouras. Com o um p ro d íg io . Hei-de narrar o poder de Deus. ó Deus. . 7.. e eu publico as tuas maravilhas (que tenho experimentado) até agora. hei-de proclamar a justiça própria só de ti. e 08 que me espiam conspiram contra mim. por causa dos meus extraordinários sofrimentos. dizendo: «D e u s desamparou-o. Deus meu. Os auxílios que Deus prestou ao Salmista são inumeráveis. quando faltarem as minhas forças. desde a minha juven­ tude. que chega até aos céus. porque não há quem o livre. ó Deus. A minha boca anunciará a tua justiça.. fosle.7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 Fui considerado por muitos como um pro­ dígio . pereçam os adversários da minha v id a . 15.» 0 ’ Deus. com a qual tão grandes coisas tens operado. e cada dia contribuirei mais para teu louvor. ó Deus. o meu poderoso pro­ tector. £u porém esperarei sempre (em ti). Ensinaste-me. como um objecto de admira­ ção. os que me procuram males.

. domíMrá e desde o rio (Eufrates) até às extremidades da terra. e 08 teus humildes com rectidâo. 24 Também a minha língua anunciará todo o dia a tua justiça. e a tua justiça ao filho do rei: governe o teu povo com justiça. 0 reino do Messias 72 2 3 4 5 6 7 8 9 (Vulgata 71)— l De Salomão. 3. e consola-me de novo. 23 A o cantar os teus louvores. O* Deus dá o teu poder de ju lgar ao rei. Os benéficos efeitos da paz e da justiga far-se-ão fiébtir 'n ó s ' lugarés ordínàriamente meiios acessíveis a tais bénlà. o Messia». Levem os montes paz ao povo. como a chuva que penetra na terra. 22 Eu também celebrarei.com.90 Impuseste-me tribulações numerosas e ámarga s: far-me-ás reviver. ó santo de Israel.blogspot. e esmagará o opressor. e 08 outeiros justiça. que resgataste. a tua fidelidade. Descerá como a chuva sobre a relva. 21 Aumenta o meu prestigio. regozijar-se-ão os meus lábios e a minha alma. eu te cantarei salmos ao som da citara. http://alexandriacatolica. Diante dele se prostrarão os seus inimigos. ó Deus. e 08 seus adversários lamberão o pó. 72. até que a lua deixe de existir. Protegerá oe humildes do povo.br . E viverá tanto como o sol e como a lua por todas as gerações. Nos seus dias florescerá a justiça e a abundância da paz. porque foram confundidos e envergonhados os que procuram fazer mal. E dominará de mar a mar. salvará os filhos dos pobres. ao som da harpa. e dos abismos da terra outra vez me tírarás.

todas as nações o servirão. Por isso viverá e lhe darão ouro da Arábia. enquanto o sol resplandecer. no alto dos montes os seus frutos murmurejarão como o Líbano. e sem cessar o bendirão. úuico que faz maravilhas. e orarão sempre por ele. todas as nações o proclamarão bem-aventu­ rado. 16 17 Doxologia do segundo livro. É predita uma grande abundância de trigo e um grande multidão de homens. assim seja. e o miserável que não tem quem lhe valha. Haverá abundância de trigo na terra. Bendito seja o Senhor Deus de Israel. . os reis da A rábia e de Sabá trarão presentes: adorá-lo-ão todos os reis. U sará de clemência com o desvalido e pobre. 0 seu nome será bendito pelos séculos. Com efeito. 16. Bendito seja para sempre o seu uome glorioso. subsistirá o seu nome. A maior parte dos salmos deste segundo livro é atribuída a Davide. e encha-se da sua glória toda a terra. e o sangue deles será precioso a seus olhos. 18 19 Os reis de Tarsis e as ilhas oferecerão dons. Serão benditas nele todas as tribos da terra. 19.10 11 12 13 14 15 abençoará e sera abençoado. filh o d e J e sse. e florescerão os habitantes das cidades como a erva dos campos. salvará a vida dos pobres: da injúria e da opressão os livrará. O texto hebreu acrescenta a este versículo: Fim d preces d e D a vid e. livrará o pobre que o invoca. Assim seja.

. Foi portanto inutilmente que conservei puro o meu coração. 2-3. P o r isso muitos do m eu povo s e voltarão para o lado dos ímpios. que a vista da felicidade temporal dos ím­ pios tinha excitado na sua alma. (conttLdo) sempre tranqüilos. Pelo que os cinge a soberba como um colar. Não participam (pelo menos aparentemente) dos trabalhos dos mortais. aumentam a sua fortuna. e a sua língua arrasta-se pela terra. e. Infelici­ dade dos Inocentes. Porque eles não lêm sofrimentos. . Abrem a sua boca contra o céu. o Senhor para com os puros de coração!' Os meus pés por pouco não vacilaram . por pouco se não transvíaram os meus passos. porque tive inveja dos impios.. nem como os outros são flagelados. Por isto o meu povo se volta para eles. e lavei na inocência as minhas mãos? 73.). seduzidos pela sua falsa felicidade.LIVRO TERCEIRO Enigma da felicidade dos impios e sua solnção 73 2 3 4 õ 6 7 8 9 10 11 12 13 (Vulgata 72) — 1 Salmo. são e gordo anda o seu corpo. lem disto notícia o Altíssim o?» Eis como são os pecadores. altivos ameaçam opressões. procurando justificar o seu próprio proceder. Be Asaf. j Felicidade temporal dos pe­ cadores. Quão bom é Deus para com os rectos. < Porventura Deus sabe isto. e se revoltasse contra ela. Chegam a dizer. ao observar a prosperidade dos pecadores. Brota a iniqüidade do seu crasso coração. Pouco faltou para que ele duvidasse da Providência. O salmista esteve quase a ser vencido por uma grande tentação. 11. B estes mise­ ráveis apóstatas julgarão encontrar dias felizeç e numerosos (e so rve das su a s ab u n d an tes á g u a s. e envolve-os a violência como um vestido. trasbordam as ficções da sua mente. seduzidos pela vida feliz dos ímpios. e sorve das suas águas abundantes. Zombam e falam com maldade. 10. E cheg am a d izer: os homens da plebe.

e por fim hás-de receber-me na tua glória. 15 16 17 18 19 20 21 22 23 Fim glo­ rioso dos justos. o rochedo do meu coração e a mioba herança é Deus para sempre. pareceu-me porém coisa bastante difícil. e atendi ao fim de todos eles. acabaram. N a verdade. Mas para mim é bom estar junto de Deus. 24 25 26 27 28 Pois SOU flagelado a toda a hora e castigado todo o dia. fui diante de li como um jumento. estarei sempre cootigo: tomaste-me pela minha mào direita. Por que razão. ó Deus. Senhor. lá no céu. desprezarás a sua aparência. 74 (Vuigata 7 3 ) . Todavia. Com efeito. a terra não me deleita.14 Fim mise­ rável dos pecadores. fora de ti? e. foram consumidos de espantoso terror I Como um sonho. se estou conligo. Quaudo se exasperava o meu espírito. pôr no Senhor Deus o m. Do Asaf. Se eu pensasse: «H ei-d e falar com eles». assim. e o meu coração se sentia aguilboado. . quando te Levantas. nos desamparaste para sempre ? 1Í8-24. Reflectia pois para compreender isto. como um so n h o ..eu refúgio. Desfalece a minha carne e o meu coração. eu era um insensato e não compreendia. n ão . é sobre caminhos escorregadios que os colocas. ao ver o santaário destruído. alé que entrei no santuário (íntim o) de Deus. ao despertar. e preces O templo é profa­ nado pelos inimigoô. seria um desertor da raça dos teus filhos. Quem lenho eu. os que se apartam de li perecerão.1 MasUl. Hás-de guiar-me com teu conselho. Com a morte desaparecerá para sempre. Publicarei todas as tuas obras às portas da filha de Sião. Lamentação. precipita-los na ruíua. aniquilas todos os que te são infiéis. Ohl como tombara num momento. a felicidade dos maus.

5-6. incendiai todos oa santuários de Deus na lerra. arvoraram os seus estandartes como troféu.» Já não vemos os nossos prodígios. e tua é a noite . tu secaste os rios caudalosos. Rugiram os teus adversários no lugar da tua assembleia. Dirige os teus passos para essas ruinas irre­ paráveis : o inimigo tudo devastou no santuário. ele que opera a salvação no meio da Lerra. os Egípcios.. Apelo ao Deus 74. nem há entre nós quem saiba até quando. Rugiram. todavia. tu fixaste a lua e o sol. déste-lo por comida aos monstros marinhos. do monte de Sião. nos insultará o inimigo? 0 adversário há-de blasfemar sempre o teu nome? Por que retraia a tua mão? Por que reténs a tua direita no leu seio? Deus. Tu fizeste brotar fontes e torrentes. 13. 4. Tu com o teu poder abriste o mar (Vermelho). em que estabeleceste a tua morada. Disseram no seu coração: «Destruámo-los todos juntam ente. A té quando durará esta calamidade. As cabeças doa dragões. Teu é o dia. que fundaste desde a antiguidade. ó Deus. impedindo assim o culto sagrado. da tribo que para propriedade tua resgataste. Referência à violenta destruição do templo.( F o r q u e r a e ã o ) se acende a tua ira contra as 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 ovelhas do leu pasto? Lembra-te da tua familia. Tu quebraste as cabeças do Leviatã. . Puseram fogo ao teu santuário. Até quando. Pareciam-se cora os que no bosque vibram o machado. e com o machado e o martele/ igualmente despedaçam as suas portas. é meu rei desde outrora. que iam no encalço do povo de Deus. pisaste as cabeças dos dragões nas águas. já não há um profeta (q u e n o s g u i e ) .. na lerra profanaram o tabernáculo do teu nome. isto é.

e todos os que a hum i' \n1nügos^ 5 h a b ita m . e a o s í m p i o s : « N ã o le v a n t e i s a v o s s a f r o n t e s o b e rb a . divino. Senhor. lu os formaste. D i g o a o s in s o le n t e s : « N ã o s e ja is i n s o l e n t e s » . 3 «Q uando eu tiver fixado o tempo. não digais protérvias contra Deus.17 Oragão. n a r r a m o s a s tu a s m a r a ­ v ilh a s . » Salmo. D eu s 2 justo juíz. Segundo a melodia de < Não destruas. 0 S e n h o r é jn s t o j u i z d os p o v o s 75 (Vuigata 74) — 1 Ao mestre do coro. . defende a tua c a u sa . Cântico. De Asaf. lembra-te do ultraje que o néscio te dirige conlinuamente. 21 N ão se volte confundido o humilde: o p o b r e e o d e s v a lid o l o u v a m o te u n o m e . julgarei com justiça (todas as coisas). 4 Embora a terra trema. Não te esqueças dos gritos dos teus adver­ sários : o tumulto dos que se insurgem contra ti aumenta continuamente. 8 Deus é que é o ju iz : a e s t e h u m ilh a . e à q u e le e x a lt a . o estio e o inverno. 22 23 Levanta-te. 19 Não abandones ao abutre a vida da tua rola. e não esqueças para sempre as vidas dos teus pobres. 20 Olha para a tua aliança. nem do deserto nem dos montes (üos virá o auxilio). porque todos os esconderijos do país e os campos estão cheios de violência. ® povo insensato blasfemou do teu nome. 7 Certamente nem do oriente nem do ocidente. . Tu estabeleceste todos os limites da terra. 18 Lembra-te disto: o inimigo ultrajou-te.» 6 Não levanteis com insolência a vossa fronte contra o Altíssimo. . n ó s te e x a lt a m o s . NÓS te e x a lt a m o s . S e n h o r . l o u v a m o s o t e u n o m e . ó Deus. fu i e u q u e m d e u fir m e z a às s u a s c o lu n a s .

8 T u és terrível. 75. 12 Fazei votos ao Senhor vosso Deus e cum­ pri-os . M d ? que do alto dos montes eternos. todos os que o rodeiam tragam oferendas a este (D eus) Terrível. e quem te resistirá. 11 0 furor de Edom te glorificará. o escudo. a terra ficou espavorida e em silêncio. a espada e as armas. e desfaleceram as mãos de todos os valentes. De Asaf. guS^ra 3 O seu tabernáculo eslá em Salem. Deus obriga cada um a beber a sua parte. 2 Deus deu-se a conhecer em Judá. ó Deus de Jacob. cantarei salmos ao Deus de Jacob. tu vieste. E quebrarei todas as forças dos ím pios. Cântico. e os sobreviventes de Emat te festejarão. Hino trianfal depois duma grande vitória 76 (Vulgata 75) — 1 Ao mestre do coro.» Eu. . beberão todos os ímpios da terra. ficaram inertes carros e cavalos. exalta o seu povo. será exaltada a fronte dos justos. cheio de (amarga) m istura: « d á a beber dele. Deus pôs grande é o seu nome em Israel. para salvar todos os humildes da terra. que é o símbolo dos castigos divinos. 9. porém. 7 Só com a tua ameaça. ó Poderoso. 10 quando Deus se levantou para fazer justiça. exultarei sempre. utilizou. 5^ Resplandecente de luz.9 10 11 Porque na mão do Senhor há um cálice. Há um cálice. 6 Os de coração esforçado foram despojados. que é terrível para os reis da terra. Salmo. perante o ímpeto da tua ira? 9 Do céu fizeste ouvir o teu juízo (contra os Assírios). e a sua morada em Sião. Pa ra instrumentos de corda. sorverão até às fezes. que espuma com vinho. 13 àquele que tira respiração aos príncipes. 4 A li quebrou os raios do arco. dormem o seu sono.

6 Penso nos dias antigos. 16 Redimiste com o teu braço o teu povo. fizeste conhecer entre os povos o teu poder. 4 A o recordar-me de Deus. Estende-se a minba mão de noite (para éle) sem se cansar. na sua ira. a mluba voz sobe até Deus para que me ouça. sim. recorda-se das mara­ vilhas do Senhor. em que o Salmista e o seu povo eram felizes. a sua miseri­ córdia?» 11 Então eu digo: «E sta é a miuha dor: está mudada a dextra do Altíssim o. o Salmista gostava de recordar a sua passada felicidade. 14 0 leu caminho. 5 Conservas em vigília os meus olhos. 8 «Porventura Deus há-de abandonar-nos. . quando repenso (nos meus sofrimentos). 2 A miuha voz sobe até Deus. estou perturbado e uão posso falar. Segundo Idithum. 3 DO dia da miuha angústia busco a Deus. 6. refliclo. 77 (V ulgata 76) — l Ao mestre do coro. Be Asaf. recordo-me das tuas maravilhas de outrora.. N o meio da desgraça. e não voltará a ser-nos propício? 9 Porventura terá acabado para sempre a sua graça. 06 anos afastados 7 eu recordo: medito (nisto) de noite em meu coração. e o meu espírito esquadrinha.Lamentação e conforto do poro aflito No tempo da tribulação. Salmo.» 12 Lembro-me das obras do Senhor. e clamo. gemo. é santo: que deus hã grande como o nosso Deus? 15 Tu és o Deus que opera maravilhas. a minha alma recusa toda a consolação. ó Deus. Dias antigos e anos afastados têm a mesma signi­ ficação de tempo passado. OB filhos d e Jacob e d e José. para sempre. 77. o meu espírito desfalece. ficará anulada a sua promessa por todas as gerações? 10 Porventura esqueceu-se Deus de usar de cle­ mência? Porventura deteve. 13 Medito em todas as tuas obras e vou reflectindo sobre as tuas proezas.

e estes se levantem e contem também a seus filhos. Pelo mar abriu-se o teu caminho. .17 18 19 20 21 Viram-te as águas (do mar Vermelho). pela mão de Moisés e de Aarão. mas observem os seus mandamentos. os relâmpagos iluminaram o mundo: abalou-se e tremeu a terra.Couduziste o teu povo como um rebanho. S 18.. A s nuvens descarregaram águas a torrentes. 7 para que ponham em Deus a sua esperança. o seu poder e as maravilhas que fez. o meu ensinamento. os filhos que hão-de nascer. Depois da passagem miraculosa do mar Vermelho. ublicarel os enigmas dos tempos antigos. apagando todos os vestígios. Escuta. as nuvens fizeram soar a sua voz. (no sentido de) que tudo o que ordenou aos nossos país. ó Deus. dam. 5 Ele fixou uma regra em Jacob. Beneflelos de Beus. eles o fizessem conhecer a seus filhos. I que ouvimos e aprendemos. 20. e voaram as tuas setas. Exorta a inclina os teus ouvidos às palavras da minha boca. os raios. 6 para que o saiba a geração vindoura. 0 teu trovão ribombou no turbilhão. . Ingratidão do povo de Israel 78 (Vuigata 77)— 1 MaskiL De Asaf. e 0 teu atalho pelo meio das muitas águas. Sem aparecerem. viram-te as águas: tremeram e agitaram-se as oodas. sem aparecerem os teus vestígios. as águas recaíram sobre si mesmas. isto é. povo meu.. 4 não o ocultaremos aos seus filhos. e não se esqueçam das obras de Deus. e o que nossos pais nos contaram. 2 Abrirei em parábolas a minha boca. estabeleceu uma lei em Israel. Aa tuas setas. narraremos à geração vindoura os louvores do Senhor.

78. voltaram costas no dia da batalha. e ingrati­ dão de Israel. e correr as águas como rios. Porém. que lutavam com o arco. porventura poderá também dar pão. no campo de Tanis. Tentaram a Deus nos seus corações. 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 para que não sejam como seus pais. e um fogo se acendeu contra Jacob. a ofender o Altíssimo no deserto. Os filhos de Efraim. e deu-lhes a beber água. e conteve as águas como um dique. e toda a noite com resplendor de fogo. Os profetas dão muitas vezes o nome de Efraim às dez tribos separadas da tribo de Judá. Não guardaram a aliança feita com Deus. Alusão ao incidente terrível contado Núm. 9 10 11 Não se esqueça a passagem pelo mar e pelo deserto. nem esperaram no seu auxilio. esqueceram-se das suas obras e das maravilhas que fez à vista deles. ou pre­ parar carne para o seu p o v o ? » Por isso o Senhor. como ondas abuudantes. do alto mandou às nuvens e abriu as portas do c é u ..8 Benefícios de Deus. e cresceu a ira contra Israel. por ele os fez passar. Disseram: «Porventura poderá Deus preparar uma mesa no deserto? Sem dúvida ele feriu a pedra. 21. pedindo iguarias que fossem do seu gosto. porque (os israelitas) não creram em Deus. manaram torrentes. e correram águas. Fendeu as pedras no deserto. (Apesar disto) continuaram a pecar contra ele. nem espírito fíel a Deus. Os filh os de E fraim . Diante de seus pais fez maravilhas na terra do Egipto. que não teve coração recto.. E um fogo. recusaram andar na sua lei. 9. Fez brotar arroios da pedra. E falaram contra Deus. 11. ao ouvir isto. uma geração rebelde e contumaz: uma gera(^o. 1-3. ardeu em ira. Guiou-os de dia por meio duma nuvem. Dividiu o mar. .

). Mas ele. 24-25. Todavia. voltaram a pecar. Comeram c fartaram-se plenamente. ainda estavam as iguarias na sua boca. 0 seu coração não era recto com ele. o contristaram na solidão I E voltaram a tentar a Deus. que 0 Deus altíssimo era seu redentor. 0 homem comeu o pão dos fortes: enviou-lhes víveres até à saciedade. Depois de tudo isto. A Sagrada Eucaristia. deu-lhes um pão do céu. misericordioso. lembravam-se que Deus era a sua rocha (de defesa). E consumiu ràpidamente os seus dias.24 25 26 27 28 20 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 fez chover sohre eles maná para comerem. de que o maná é símbolo. e 08 seus anos com extermínio repentino. Porém enganavam-no com a sua boca. em redor das suas tendas. porque descia do céu. é um pão muito mais celeste e forte (João 6. buscavam-no: coovertendo-se. Fez chover sobre eles carnes (t ã o a b u n d a n te s ) como pó. buscavam a D eus. qué caíram no meio dos seus acampamentos. com a sua língua lhe mentiam. 30 e segs. Quando os feria de morte. Pão do céu. ainda não tinham acabado de saciar o seu apetite. quando a ira de Deus se inflamou contra eles e matou os mais robustos dentre eles. 08 destruía. n ão . um sopro que passa e não volta. derribou os jovens de Israel. aves de penas como areia do mar. Levantou no céu o vento leste e enviou com o seu poder o vento sul. Qüantas vezes o provocaram no deserto. não creram nas suas maravilhas. conteve muitas vezes a sua ira. Assim (D e u s ) satisfez o desejo deles. nem eram fíéis à sua aliança. perdoava a sua culpa. . não descarregou (contra eles) todo o seu furor» Lembrou-se que eram carne (frágil). a exacerbar o santo de Israel.

e os seus rebanhos aos raios. e rãs. entregou as suas colheitas ao pulgão. E entregou à saraiva os seus jumentos. 58. onde prestavam culto aos idolos. isto é. Ouviu-os Deus. aos montes que ele adquiriu com a sua dextra. e os seus sicómoros com geada. Enviou contra eles moscas. nas tendas de Gam. . tentaram e provocaram de novo ao Dens Altíssimo nâo guardaram os seus preceitos. 54 55 56 57 õ8 59 Não se lembraram do que ele tinha feito no dia em que os libertou da mão do opressor. a indignação. e entregou os seus animais à peste. para que não pudessem beber deles. quando converteu em sangue os seus rios e os seus arrolos. Feriu todo o primogênito no Egipto. porém. Nas suas colinas. 42 43 41 45 46 47 48 49 50 51 52 53 e na terra de Canaan. não os preservou da morte. que os infestaram. Eles. e guiou-os como um rebanho no deserto. Conduziu-os seguros e não temeram. Excitaram-uo à ira nas suas colinas. e repartiu-ihas por sorte em herança. o furor e a tribulação: um tropel de portadores de calamidade. E fez que chegassem à sua terra santa. quando fez resplandecer no Egipto os seus prodígios. ardeu em furor e repudiou asperamente Israel. 55. Fraquejaram e prevaricaram como seus pais. e as suas maravilhas no campo de Tauis. Expulsou de diante deles as gentes.03 prodí­ gios ope­ rados no Egipto. Abriu caminho à sua ira. o território dessas gentes expulsas. Destruiu com saraiva as suas vinhas. e o fruto do seu trabalho ao gafanhoto. e o mar cobriu os seus inimigos. Repartiu-lhas. e com 08 ídolos que esculpiram inflamaram-lhe o zelo. desviaram-se como um arco que falha. as primícias dos seus partos. que os devoraram. e fez habitar em suas tendas as tribos de Israel. E fez sair o seu povo como ovelhas. Descarregou sobre eles o furor da sua ira.

e Israel. Lamentos sobre a destruição de Jernsalém 79 2 3 (V ulgata 78)— 1 Salmo. seu servo. quando ia atrás das que amamentavam. e tomou-o do meio dos apriscos das ovelhas: 71 chamou-o. 69 Edificou o seu santuário. e com a prudência das suas mãos os con­ duziu. como um céu. vieram as nações à tua herança. as carnes dos teus santos aos animais da terra. Deram os cadáveres dos teus servos em pasto às aves do céu. o tabernáculo. 70 Escolheu Davide. 0 ’ Deus. e as suas virgens não celebraram desposórios. . 72 E ele apascentou-os segundo a integridade do seu coração. D e Asaf. 61 E entregou ao cativeiro (a Arca que era) a sua força. 64 O b seus sacerdotes pereceram à espada. como um guerreiro dominado pelo vinho. a sua herança. na terra que fundou para sempre. reduziram Jerusalém a um montão de ruínas. Derramaram o seu sangue como água à roda de Jerusalém. e (colocou) a sua glória nas mãos do inimigo. e não escolheu a tribo de Efraim. seu povo. indignou-se contra. 68 Mas escolheu a tribo de Judá. 65 E 0 Senhor despertou como de um sono. sua herança. 62 Entregou o seu povo à espada. o monte de Sião que amou. 66 E feriu os seus inimigos pelas costas: inflígiu-lhes uma eterna ignomínia. para que apascentasse Jacob. e as suas viúvas não derramaram lágrimas. onde habitava entre os homens. 63 O fogo devorou os seus jovens. dade. 67 E rejeitou o tabernáculo de José. ^caíami contaminaram o teu santo templo.€0 E abandonou a morada de Silo. e não havia quem lhes desse sepultura.

que te náo conhecem. atende. Tornámo-nos o opróbrio dos nossos vizinhos. assolada e devastada 80 (Vulgata 79)— l Ao mestre do coro. diante dos nossos .. Com efeito eles devoraram Jacob. e devastaram a sua morada. 1). Segundo a melodia de < 0 lirio da le i. por amor do teu nome.> De Asaf. Sércitos. Senhor? Permanecereis irado sempre? 0 teu zelo arderá sempre como o fogo? Derrama a tua ira sobre as nações. teu povo e ovelhas de teu pasto. o Senhor 2 Tu que apascentas Israel. das quais era cabeça. Salmo. 5. sete vezes no seu seio. 9^® conduzes José como um rebanho. Ajuda-nos. o opróbrio que eles te fizeram. 80. e perdoa os nossos pecados. Até quando.Petição do auxilio divino.. com 0 poder do teu braço livra os condena­ dos à morte. 13 Nós. 10 e do cas­ tigo dos inimigos. e sobre os reinos que não invocam o teu nome. Para que hão-de dizer as gentes: «O n de está o Deus deles?» Seja notória entre as gentes. porque estamos reduzidos a grande miséria. 11 Chegue à tua presença o gemido dos cativos. Senbor. ó Deus da nossa salvação. quanto antes. que tem sido derramado. para glória do teu nome. venha. N ão recordes contra nós as culpas dos nossos antepassados. ao nosso encontro a tua misericórdia. nós te glorífícaremos para sempre. Prece em favor da vinha mística do Senhor. a vingança do sangue dos teus servos. O direito de primogenitura de Ruben passou para José (I Cron. de geração em geração publicaremos os teus louvores. o escárnio e a mora daqueles que nos rodeiam. 12 Retribui aos nossos vizinhos.olhos. A tribo de José representa aqui as dez tribos separadas de Judá. 2. . pòrém. livra-nos.

e os nossos inimigos fazem escárnio de nós. diante de Efraim. ela lançou raízes e encheu a terra. Esteja a tua mão. ma­ nifesta-te cora esplendor. U m a videira arrancasle do Egipto.. e 08 seus sarmentos os cedros de Deus. a sua expulsaste as gentes e a plantaste.. deste-lhe a beber lágrimas com abundância. visita esta videira. Fizeste de nós um objecto de disputa para os nossos vizinhos. agora de modo que a vindimém todos os que pas. e o rebento que para li fortaleces te. 0 ’ Deus. Protege aquela que a lua dextra plantou. Deus dos exércitos. Senhor Deus dos exércitos. volta-le. rescente. sobre o filho do homem que para ti fortaleceste. 18 Esteja a tua mão sobre o homem da tua dextra. e até ao rio os seus rebentos. visitc. José é comparado a uma videira frondosa. 17 O b q u e a in c e n d ia r a m e t a la ra m p e re ç a m a n te a a m e a ç a d o teu ro sto . 9. olha do alto do céu e vê. 18.. restaura-no8 e mostra-nos sempre o teu rosto. Para que destruiste a sua cerca. tr o r a n o ' Preparaste-lhe o terreno. restaura-nos e mostra sereno o teu rosto. até quando esta­ r á s ir a d o .destnfíia sam pelo caminho. n ã o o b s ta n te o teu p o v o o ra r ? 6 7 S 9 10 11 12 13 14 15 16 ALimentaste-lo com pão de lágrimas. e a devaste o javali da selva. A sua sombra cobriu os montes. para que sejamos salvos. e vem para nos salvar.3 4 5 T u que estás sentado sobre os querubins. Desperta o teu poder. protege o povo de Israel. A alegoria da vinha ou da videira é muito freqüente na Sagrada Es­ critura. Benjamim e Manassés. para que sejamos salvos. Estendeu a sua ramagem até ao mar. . e se apascentem nela as bestas do campo? 0 ’ Deus dos exércitos.

rovei-te junto das águas de Meríba. com santo fervor... isto é. 12 Mas o meu povo não ouviu a miuha voz. ó Israel! 10 Não haverá em ti deus alheio. a voz de Deus. abre a tua boca. Celebre 2 Regozijai-vos em Deus. 4 Tocai a trombeta oa neoménia. do interior duma nuvem trovejante te res­ pondi. no plenilúnio. 6 Prescreveu esta lei a José. quando saiu da terra do Egipto.. durante os quais se deviam tocar as trombetas 6. Uma língua. isto é. e uma ordem do Deus de Jacob. A Neoménia (novilúnio) era celebrada com sacrifí­ cios especiais. O u v i u m a l i n g u a q u e n ã o e n t e n d ia : O próprio Deus con­ vida Israel à fideli­ dade para com ele. Deus dos exércitos. e p ro c la m a re m o s Senhor. 8 N a tribulação clamaste. Israel as aclamai o Deus de Jacob. e eu a encherei.19 Não nos afastaremos mais de ti. restaura-nos e tnosira-nos sereno o teu rosto. 4. para que seja­ mos salvos. Hino e advertência nnm dia solene de festa 81 (Vulgata 80) — l Ao mestre do coro. Meriba. Estação do deserto tristemente célebre por uma revolta dos hebreus. . 7 «Libertei os seus ombros do fardo: as suas mãos deixaram o cesto (com que ser­ viam nas obras). » De Asaf. e eu te livrei. >uve. nem adorarás deus peregrino: 11 Eu sou o Senhor teu Deus. que te tirei da lerra do Egipto. S 81. povo meu. 8. 11. a citara melodiosa e a lira. dar-te-ei uma grande recom­ pensa. e eu te advertirei: Oxalá que me ouças. Segundo a melodia de « Os lagares. nosso protector. e Israel não me obedeceu. nosso dia solene. tu 20 DOS c o D s e rv a rà s a 0 teu n o m e . 5 porque é um preceito para Israel. . v id a . . festas 3 Tocai 0 saltério e pulsai o tímpano. E eu a encherei.

82.» 5 Não sabem nem entendem (os seus deveres). e a sua sorte duraria para sempre. . e todos filhos do Altíssimo. 17. ju lga DO meio dos deuses (ou juiees da terra). julgavam e governavam. . São aqui chamados deuses os juizes do povo. eu depressa humilharia os. Se o meu povo me tivesse ouvido.Alimentá-lo-ia com a flo r do trigo. Sendo a justiça o fundamento da ordem entre os povos. 2 « A t é quando julgareis injustamente.. dum alimento miraculosamente dado por Deus. ju lga a terra.» Levanta-te. andam nas trevas: são a b a la d o s 6 7 8 td d o s os fu n d a m e n to s d a te rra » Eu disse: «So is deuses. Deus citou-os para comparecer ante o tribunal divino {conselho divino) . os quais. Por outro lado. 1. quando ela desaparece. 4 Libertai o oprimido e o indigente.Todos os fundamentos. e saciá-lo-ia de mel saído da rocha. arrancai-o das mãos dos ímpios. andem segundo o seu parecer. Deus levanta-se no conselho diviúo. Mas vós como homens morrereis. se I s r a e l tivesse a n d a d o 15 16 17 nos m e u s c a m in h o s . voltaria a minha mão contra os seus adversá­ rios: 08 que odeiam o Senhor. ó Deus.. a ele (ao meu povo) alimen­ tá-lo-ia com a flor do trigo. h. tudo cal em ruinas.13 14 Por isso abandonei-os à dureza do seu coração... fazei justiça ao humilde e ao pobre. isto é. e favorecereis a causa dos ímpios? 3 Defendei o oprimido e o órfão. caireis como um príncipe qualquer.. como representantes de Deus... saciá-lo-ia de mel saído da rocha.seus inimigos. como outrora no deserto. > Condenação dos juizes Iniqnos 82 (Vulgata 81) — 1 Salmo. pois de direito são tuas todas as gentes. De Asaf. e com a sua autoridade.. o adulariam.

todos os seus capitães. aterra-os com a tua procela. como chama que iucendeia os montes. Não emudeças Seuhor. como a Sisara e a Jabio. a Filisteia e os habitantes de Tiro. Foram exterminados em Endor. Formam desígnios maus contra o teu povo e conspiram contra os teus protegidos. impressionados com a vitória miraculosa do Senhor. Esta consoladora profecia explica o verdadeiro carácter . assim os persegue com a tua tempestade. 10 11 12 13 14 15 16 17 (Vuigata 82) — 1 Cântico. exterminemo-los. Amon e Amaiec. Salmo. para que busquem o teu nome. torua-os semelhantes às folhas levadas pelo torvelinbo. Para que busquem o teu nome. > Sim.» 0 ’ meu Deus. Resultado final da derrota. para que não formem um povo. semelhantes à palheira diante do vento. ó Deus. tomam decisões unânimes. tornaram-se como o esterco da terra. 83 2 3 4 5 6 7 8 9 e por Ifeso sejam ani­ quilados. na torrente de Gison. Trata os seus príncipes como {trataste) Oreb e Zeb. Os inimigos que sobreviverem. submeter-se-ão humildemente a ele. e fazem aliança contra ti: as tendas de Edom e os Ismaelitas. que os teus inimigos se amotinam. nem inactivo! Eis. üebal. Moab e os Agarenos. Como fogo que queima uma selva. os que te odeiam levantam a cabeça. 08 quais tinham dito: « Apoderemo-nos das terras de D eus. com efeito. Dizem: «V in de. para que não haja mais memória do nome de Israel. Senhor. Cobre os seus rOstos de ignomínia. não estejas calado. 83. prestaram o auxílio dos seus braços aos filhos de Lot. como Zebee e Salmana. Be Asaf. 17.Oração contra os inimigos eoligados contra o povo Querem perder Israel. Faz-lhes como a Madian. também os Assírios se coligaram com eles.

. desfalece. atravesBavam áridos vales. de A o mesire do coro. Os peregrinos. . rei meu. pelo contexto. os que moram na saofeiizea . à pri­ meira vista. 8 Avançarão (os peregrinos) com vigor sempre crescente. o meu coração e a minha carne exultam em Deus vivo. 7. Vê-se. tu a c a s a : eles te louvam sem cessar. Segundo eOa l a g a r e s . Desejo do templo do Senhor 84 (Vulgata 83) — 1 a melodia Salm o. p a ra o transeunte) como um ma­ nancial. 6. és o único excelso sobre toda a terra. de que se revestem depois das primeiras chuvas. movidos por uma alegre expectativa. Senhor dos Siwpiros exércitos! 3 A minha alma suspira. . quando decide empreender viagens santas: 7 ao passar por um árido vale. 4 Até o pássaro encontra uma casa.18 19 Sejam envergonhados e perturbados para sempre. que se traía de peregrinações santas. Senhor. cujo nome é «S en h o r». parecem pedidos de vingança. nele. 2 Quão amável é a tua morada. como se elee abundassom em ágaa e verdura. Viagens santas. mas sAo na reali­ dade uma eloqüente manifestação do desejo que o Salmista tinha de ver os seus inimigos encontrar a salvação eterna no meio da mina temporal. verão o Deus dos deuses em Sião. desejando os átrios do Senhor. sejam confundidos e pereçam E saibam que tu. revesti-lo-á de bênçãos a primeira chuva. das imprecacões contidas em alguns salmos. 84. > D os filhos de Coré. e Deus meul 5 Bem-aventurados. será (cheio de águas. e a andorinha um ninho onde possa pôr os seus filhinhos: (sejam m inha casa) os teus altares. 6 Bem-aventurado o homem que de ti recebe auxilio. Senhor dos exércitos. as quais.

é melhor um só dia nos teu» átrios. a morar nas tendas dos pecadores. a f^ua misericórdia. nosso escudo. 2 Foste propicio. 5 Restaura-hos. ' 11 A misericórdia e a fidelidade se encontraram* juntas. 13 Senhor dos exércitos. Dos filhos de Coré. . 9 Senhor. Senhor. cobristé todos os seus pecados. prefiro deter-me no limiar da casa de Deus. a sua salvação está perto dos que oi temem. 11 Em verdade. de Israel Resposta divina 85 (Vulgata 84)— 1 Ao mestre do coro. 4 Reprimiste toda a tua ira. á justiça e a paz se ôsculãram. resta ouvidos. Senhor. Deus dos exércitos. e depõe a tua indignação contra nós. ó Deus. a fim de que a glória habite na nossa terra. è àqueles que de coração se convertem. e dá-DOB a tua salvação. desististe do furor da tua indignação.Oração peio rei. que milhares. ou estenderàs a tua ira a jlodas as gerações t 7 Porventura não nos tornarás a dar a vida. ouve a minha oração. 6 Porventura estarás sempre irado contra nós. Salmo. 10 Sim. fora deles. 9 Ouvirei o que o Senhor diz: sem dúvida fala de paz ao seu povo e aos seus santos. * Deus. olha para nós. salvador nosso. não nega bens aos que andam na inocência. bem-aventurado o ho­ mem que em ti confia. à tua terra. Súplica pela res­ tauração. ó Deus de Jacob. e o teu povo não se alegrará em ti? 8 Mostra-nos. S Felicidade de habitar no templo. mudaste em bem a sorte de Jacob. 3 Perdoaste a culpa do teu povo. e põe os olhos no rosto do teu ungido (D avide). A nossa salvação está perto Lem­ brança dos favores passados. 12 Porque sol e escudo é o Senhor Deus: graça e glória dá o Senhor.

porque te sou dedíDeus. virão e te adora­ rão. Presta ouvidos. à minha oração. para que dioso. salva o leu servo. D e Davide. Louvar-te-ei. a justiça olhará do alto do céu. r^rserfcorEnsma-me. Abandoporque eu sou desvalido e pobre. és bom e clemente.12 13 14 A fidelidade germinará da lerra. Senhor. A justiça irá adiante dele. Súplioa dum piedoso servo de Deus nas adversldades 86 2 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 (Vuigata 85) — 1 Súplica. Senhor Deus meu. Senhor. No dia da minha tribulação clamo a tí. Senhor. o teu caminho. Também o Senhor dará o bem. Não há semelhante a li enlre os deuses. ouve-me. que espera em tí. T u és o meu Deus: 3 tem misericórdia de mim. e a salvação (ir á ) pelo camiabo dos seus passos. iiwocaa Uuarda a minha alma. atende à voz da minha súplica. elevo a minha alma. Senhor. iDclíua. cheio de misericórdia para todos os que te invocam. Porque tu és grande e operas maravilhas: 8Ó tu és Deus. Em verdade. e a nossa terra produzirá o seu fruto. o teu ouvido. porque a tí. eu ande na tua verdade. porque a tua misericórdia foi grande para comigo. nem há obra que á tua obra se compare: Todas as nações que fizeste. Senhor. Senhor. com todo o meu coração. dirige o meu coração para que tema o teu nome. porque a ti clamo sem cessar. cado. ó Senhor. e glorificarão o teu nome. porque me ouvirás. glorificarei o teu nome eternamente. Alegra a alma do teu servo. .

Portas dc Sião. 5. dá o teu poder ao teu servo. lento para a ira. Tiro e o povo da Etiópia. à medida que os pagãos se forem convertendo.e livraBte a roioha alma do profundo dos in­ fernos. 17 Dá-me um sinal do teu favor. Incluirei. cheio de clemência e de fldeliaade. para que vejam aqueles que me odeiam. e um tropel de poderosos atenta contra a mi­ nba vida. Um por um.. que tu. 2. Senbor. Jerusalém é considerada como o lugar em que os povos pagãos nascerão para a visiu ser u cenlro a o berço relifrioHO d«i loue o mundo.» 87. 16 Põe os olhos em mim. Blâo. 4. me tens socorrido e conso­ lado. Senhor. Jerusalém tornar-se-á mãe de muitos fillios. 15 Mas tu és.. O Senhor ama a sua fundação sobre os mon­ tes santos: 2 (a m a ) as portas de Sião mais que todos os tabernaculos de Jacob. Cântico. homens soberbos. 14 0* Deus. 6 E de Sião se d ir á : «U m por um. 3 Coisas gloriosas se dizem de ti. É o próprio Deus que toma a palavra para anunciar a conversão dos povos pagãos — Raab é um nome simbólico que significa o Egipto. a Fiiisleia. ó cidade de Deus! 4 Incluirei Raab e Babel entre os que me vene­ ram . Salmo. e salva o filho da tua escrava. mãe 4e todos os povos 87 (Vulgata 86)— 1 Dos fUhos de Coré. todos nasceram nela. e foi o próprio Altíssimo que a consolidou. sem que te tenham presente diante dos seus olhos. para sua confusão. todos estes (povosj nasceram lá. Deus misericordioso e benigno. . tem piedade de mim. levantaram-se contra mim. — Nasceram lá... Figura empregada pelo Salmista para representar toda a cidade.

A o mestre do coro.» Pranto e súplloa dam homem mui gravemente atormentado 88 (V ulgata 87)— 1 Cântico. porque a minha alma está saturada de males. Era em favor dos vivos e não dos mor­ tos que'Deus operava maravilhas. Dos filhos do Coré. formando um coro. tornaste-me abominável para eles. donde manam todos os bens. O Salmista Porventura fazes prodígios pelos mortos? não Ou levantar-se-áo os defuntos para te louva­ poderd rem? louvar a Acaso se publica na sepultura a tua bondade. e que estão excluídos do teu cuidado. na voragem. Sohre mim pesa a tua indignação. 8. Salm o. e jazem no sepulcro. como dos que foram mortos. Deus. Deus meu. Chegue a ti a minha oração. cheios de gozo. P a r a canto. Porventura. inclina o teu ouvido ao meu clamor. D e H em ã Èeráhita. Afastaste de mim os meus conhecidos. estã em Jerusalém.. cantarão: «T o d a s as minhas fontes estão em ti. se morrer. Extrema miséria. tornei-me como um homem sem vigor. para ti estendo as minhas mãos.. e com todas as tuas ondas me sufocas. Os próprios povos reconhecerão.. 11. Senbor. 88. Sou contado entre os que descem à cova. a ti. Deus. clamo durante o dia. e a minha vida aproxima-se do sepulcro. que a fonte. Os meus olhos desfalecem de miséria. clamo todo o d ia. sem poder sair. . 9 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Apelo a Senhor. Segundo a melodia de <M ah a latp. grandes desgraças.» E. estou prisioneiro. Imagem de.. Puseste-me num fosso profundo. de quem já te náo lembras. com c&ntlcos e dancaa. nas trevas.O Senhor escreverá do livro dos povos: «Estes nasceram lá . de noite lamento-me na tua presença. Maskil. Aa tiuia ondaa. Entre os defuntos está o meu grabato. e a tua fidelidade na morada dos mortos? 7.

Em verdade. 6. Prchidio c tema. 19 Afastaste de mim o atalgo e o companheiro: 08 mèus familiares são as Ik-evas. 17 Por cima de mim passaram as tuas iras. De Etah Eerahiía. entre os filhos Deuê. 13 Lamenia que sejam rejeitadas as suas orações. a ti clamo. Louvor a Deus grande e misericorT dioso.Porventura manirestam-se faas li-evae as tuas maravilhas. nas nuvens. jurei a Davide. anunciarei a tua fidelidade pela minha boca por todas as gerações. meu servo (o seguinié): Conservarei eternamente a tua descendência. e a tua fidelidade na assembleia dos santos. tornarei firme o teu trono por todas as gera­ ções. as tuas maravi­ lhas. quem. 89. e fiquei extenuado. grande e tremendo sobre todos os que estão em roda dele. e a tua graça na terra do esquecimento? 14 Mas eu. Senhór. » Os céus celebram. será igual ao Senhor? Quem. Com efeito. suportei os teus terrores. dtesesle: « A graça está estabe­ lecida para sem pre». dos quais se fala várias vezes neste salmo. no céu estabeleceste a tua fidelidade. 2. envolvem-me todos à uma. . dos bnjos. 18 Cercam-me sem cessar como água. Dos santos. 15 Por que repeles. Senhor. e os teus terrores tne cònsumiram. será seroeIhanle ao Senhor? Deus é terrível na assembleia dos santos. Senhor. e escondes dê mim a tua face? Sou miserável e moribundo desde menino. Promessas de Deus a Davide postas em confronto com a rnina de Jetasalém (Vuigata 88) — 1 Masktl. A túa fidelidade cm cumprir tudo o que prometeste. «F iz aliança (disseaie) cotn ò meu escolhido. e logo de manhã vai à tua presença a miuha oração. Eu cantarei eternamente as graças do Senhor. a minha alma.

á Dkvidé. quétn é igual a li? E’s poderoso. . Senhor. 20. do Senhor é o nosso escudo. 15 A justiça e o direito são á base dó teu trono. tu fundaste o mundo e tudo 0 que ele con­ tém . 18 Porque tu és o esplendor da sua força. isto è. a graçá é a fidelidade vão adiante de tr. levantada a tua dextrá. e o meu= braço o fortifique. 25 A minha fidelidade e a minba graça estarão com ele. 20 Outrora falaste numa visão aos teüS santos e Magníficas promessas dieseste: de Deus «Im pus a coroa a um poderoso.nosso escudo. 10 Tu dominas o orgulho do mar. 22 para que a minha mão esteja sempre còm ele. 0 Tabor e o Hérmon exultaram em teu nome. isto é. 16 Bem-aventurado o povo que sabe alegrar-se (em ti). Senhor. firme a tua mão. meu servo. nem o malvado o abaterá. reino. acerca de Davide exalleí um éscolhido do meio do povo. fèrido de morte. e do santo de Israel o nosso rei. 11 Tu calcaste a Raab. «stâo eni âuas nfiãos e sob os seus cuidados. O . 24 Antes exterminarei da sua frente os nseus con­ trários. 17 em teu nome se regozijam sempre. com a forçá do teU braço dispersaste os teus inimigos. 12 Teus são os céus. 14 0 leu braço é poderoso.. e pela tua justiça se exaltam. Deiis doB exércitos.. 19 Em realidade. e o nosso rei páo do Sei^or. e a tua fidelidade está sempre em ròda de li. 13 tu criaste o aquilão e o austro. amansas as suas ondas entumecídas.9 Senhor. eles cáminham à luz do teu rosto. e ferirei os que 0 ódeiaffi. 23 Não o enganará o iüimigo. no meu nome será exaltado o Seu pòder. com o meu banto óleo 0 udgi. e por teu favor eleva-se o nosso poder. tua é a terra. e do seu 21 Encontrei Davide. 19. A um poderoso.

gravemente te iraste contra ele. profanaste a sua coroa (lançando-a) por terra. Se 08 seus filhos abandonarem a minha lei. e o seu trono (durará tanto) como ós dias do céu. o m a is e l e v a d o e n t r e o s r e is d a te rra . 39 40 41 42 43 44 45 46 Estenderei a sua mão sobre o már. Farei eterna a sua descendência. e o seu trono será diante de mim como o sol. tornou-se o opróbrio dos seus vizinhos. . tu repeliste e rejeitaste o teu Uttgido. e com açoites a sua culpa.» Apesar disso fSenhor). testemunha fiel do céu. Eternamente lhe conservarei a minha graça. se não guardarem os meus mandamentos. A sua descendência permanecerá eternamente. encheste de gozo todos os seus contrários. Desprezaste a aliança do teu servo. castigarei com vara o seu delito. derribaste por terra o seu trono.» E eu o c o D s t it u lf e i m eu p r im o g ê n it o . Embotaste o fio da sua espada. mas não retirarei (dele) a minba graça. entregaste à destruição as suas fortalezas. dizendo: « T u és meu Pai. e não o susliveste no combate. nem mudarei o que os meus lábios disseram» Jurei uma vez (para sempre) pela minha san­ tidade : de nenhum modo faltarei a Davide. cobriste-o dé ignomínia. Exaltaste a dextra dos seus inimigos. Não violarei a minha aliança. Saquearam-no todos os que passavam pelo caminho. se violarem os meus decretos. o meu Deus e a rocha da minha salvação. Fizeste cessar o seu esplendor. Destruiste iodas as suas muralhas. Abreviaste os dias da sua juventude. não andarem nos seus preceitos. nem faltarei u minha fidelidade. Ele me invocará. e a sua dextra sobre os rios.26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 èa quais Ototertftmo preaente. e como a lua que subsiste para sempre. e a minha aliança com ele será estável.

Senhor. 52 com as quais os teus adversários insultam. do opróbrio dos teus servos: eu trago no meu peito todas as inimizades das gentes. 53 Bendito seja o Senhor para sempreI Assim seja. com as quais insultam os passos do teu ungido. as quais juras te a Davide por tua fidelidade? 51 Lembra-te. . ó Senhor. Senhor? Ficarás para sempre escondido? Arderá como fogo a tua indignação? 48 Lembra-te de quão breve é a minha vida. assim seja! Prece humilde. 49 Quem hâ que viva. Senhor. Doxologia do livro terceiro. de quão caducos criaste todos os homens.47 Até quando. que possa subtrair a sua alma ao poder do sepulcro ? 50 Onde estão as tuas antigas graças. sem ver a morte.

aos teus olhos. homem de Deus. Tu os arrebatas: são como um sonho matu­ tino. Puseste as nossas culpas à tua vista. como a erva verdejante: de manhã floresce e verdeja. no titulo. 90 (VuJgata 89) — 1 Oração. Be Moisés. se somos robustos.LIVRO QUARTO Deus eternoi refúgio do homem durante a sua breve vida Eternidade de Leu3 Brevidade da vida humana. é a ira de Deus excitada pelo pecado. 1. ta tens sido o nosso refúgio^ de geração em geração.* (13-17) oração a Deus pedindo os seus favores. homem de I>éu8. A soma dos nossos anos é setenta anos. e perturbados pela tua indignação.» (1-6) lamenta a brevidade da vida humana. ou. 33. tu és. e dizes: «Regressai. por causa dos peca­ dos dos homens. . — Há algu­ mas analogias de pensamento e de linguagem com o Deuteronómlo. Mandas que ao pó voltem os mortais. e como uma vigília dá noite (que sòmente dura três horas). e isto explica a atribuição a Moiaéa. ó Deus. Todos 08 nossos dias transcorreram na tua ira. Senhor. e muitos deles são trabalho e vaidade: realmente passam depressa. filhos dos hom eus. 08 nossos pecados ocultos à luz do teu rosto. que passou. 3. Antes que os montes fossem formados. e voamos. somos consumidos pela tua ira. 2. e a tua indignação. são como o dia dé ontem. desde a eternidade e para sempre.* (7-12) a morte.» Mil anos. acabámos os nossos anos como um suspiro. antes do nascimento da terra e do mundo. N a verdade. à tarde é cortada e seca. oiteuta. causa de tanto mal. 11 Quem pondera o poder da tua ira. Este salmo pode dividir-se em três partes: 1. conforme o temor que te ' é devido? 10 90.

Senhor. 4 Proteger-te-â com as suas penas. Alegra-nos pelos dias em que nos afligiste. líenl da seta que voa de dia. Por isso buscaráâ refúgio debaixo das suas asas: escudo e broqüel é a sua fidelidade. e o flagelo não se aproximará da tua tenda. él. esteja sobre nós. 3. 9 Porque o teu refúgio é o Senhor. 2 diz áo Senhor: «M eu refúgio e meú baluarte. favorece a obra das nossas mãos. e a bondade do Senhor. Volta (p a ta nós). e dez mil à tua direita. dioso Deus Altíssimo protector dos justos 91 (V u lgala 90) — 1 Tu que vives sob a protec. 10 O mal náo virá sobre ti. e a tua glória aos seus filhos. para que exultemos e nos alegremos durante todos os nossos dias. meu Deus. (a òalatnidade) não se aproximará de li. Dó laço dos caçadores. em qüem confío<» 3 De facto ele me livrará do laço dos caçado­ res. puseste o Altíssimo por tua defesa. Manífeste^se aos teus servos a tüa obra.' Imágem usada inüitaa vezes na Bíblia pára significar um perigo ocültOi . a obra das nossas mãos favorece. nosso Deus. nem da calamidade que devasta em pleno meio-dia. sim. 7 (Attfda que) caiam mil ao teu lado. que moras à sombra do Omnípotente.Deus é o çáo do Altíssimo. pelos anos em que vimos males. de todo 5 Não terâs medo do terror nocturno. — até quando (te m osUrarás i r a d o ) ? - 14 15 16 17 e se propicio para com os teus servos. 8 T u com 08 teus olhos coutemplarás e verás a paga dos pecadores. da peste perniciosa. o mal. 6 nem da pèste que vagueia uaé trevas. para que alcancemos a sabedoria do coração.12 13 EoBÍDa-nos a contar os nossos diaS. ^ Saciã-nos depressa com a tua misericórdia.

16 Sacíá-lo-eí de dilatados dias.. Dev45 ser louvado o cantar salmos ao teu nome. livrá-lo-ei e honrá-lo-ei. e a tua fidelidade durante a noite. eis que os teus inimigos perecerão: serão dispersados todos os que praticam o mal. U-12. as tuas obras! Quão profundos sâo os teus pensamentos I 7 0 homem insensato não conhece. Senhor. estão destinados a eterno exteriqioio. Para o dia de sábado.11 Porque mandou aos seue anjos em teu favor. Aos aeua anjoa. 14 Porque se agarrou a mim. Sobre o áspide e a víbora andarás. 2 Bom é louvar o Senhor. pecadores. 15 iQVocar-m e-á. e o néscio não compreende estas coisas. com as tuas obras. Senhor. Texto clássico para demonstrar a existência dos anjos da guarda. ó Altíssim o: Senhor. que destról os 6 brilhem todos os que fazem o mal. Senhor. protegê-lo-ei. les te levarão nas euaa mãos. 4. 8 Embora os ímpios floresçam como a erva. 4 com o saltério de dez cordas e a lira. 9 ao contrário. porque conheceu o meu nome. fi célebre também por ter sido utilizado por Satanás para tentar Jesus (Mat. com ele estarei na tribulação. que governa o destino dos homens com sabedoria e justiça 9B (V u lgala 91) — 1 Salmo. 5 Em realidade me alegras. 10 Pois eis que os teus inimigos. tu. Louvor a Deus. 6). Cântico. e eu o o u v ire i. p ara q ue o teu pé se não m agoe em a lgu m a pedra. Senhor. és eternamente / excelso. 3 anunciar pela manhã a tua misericórdia. eu exulto com as obras das tuns mãos. . livrá-lo-ei. com cântico ao som da citara. ã 13 o próprio Deus pro­ mete a Iclícidade aos piedosos. e m oBlrar-lbe-eí a m in ba salvação. 6 Quão magníficas são.. ue te guardem em todos os teus cam inhos. e calcarás aos pés o leáo e o dragão.

4 Mais poderoso que o estrondo de muitas águas. e 08 meus ouvidos ouviram alegres novas. mais poderoso que as vagas do mar. Represen­ ta-os sob a figura do mar encapelado. Senhor. dos inimi­ os rios levantam a sua voz. £ 08 meus olhos olharam com desprezo para 08 meus inimigos. Nada teme 3 Os rios. rei poderoso do universo (Vuigata 92)— 1 O Senhor reiua. cingiu-se. Plantados (os Justos) na casa do Senhor. florescerão nos átrios do nosso Deus. estarão cheios de selva e de vigor. tu és desde a eternidade. 3-4. 93 3 92. Senhor. para anunciar quão recto é o Senhor. e que não há nele iniqüidade. . 93. veslíu-se de o Senhor reina majestade. que ameaçam submergir tudo à passagem. 0 jnsto florescerá como a palma. com a sua longa e frutuosa vida.11 12 13 14 15 16 Exaltaste a minha força como a de nm bú falo. 14-16. a santidade convém à tua casa. ou de rios transbordantes. e exalta 09 Justos. entregues ao serviço de Deus no templo. como o cedro do Líbano crescerá. em toda a duração dos dias. minha Aocha. e firmou o universo. teu trono é firme desde sempre. levantam. 5 Os teus testemunhos sâo muito dignos de fé. Darão frutos mesmo na velhice. O Senhor. Os justos. gloriosa­ Vestiu-se o Senhor de poder. gos pode08 rios levantam o seu fragor. ungi8te-me com azeite puríssimo. sáo uma demonstra­ ção viva da justiça de Deus. mente. é poderoso o Senhor nas alturas. ue nâo será abalado. acerca dos malignos que se levantam con­ tra mim. O Salmista refere-se aos obstáculos que o paga­ nismo opôs ao estabelecimento do reino de Deus.

A té quando é que os ímpios. trucidam a viúva e o peregrino. nem o nota o Deus de Jacob. justo Juiz. Levanta-te {ó Dsue). que julgas a terra.. 15. dá aos soberbos o que merecem. contra os opressores Iniquios Pecadores orgu­ lhosos. instruído por Deus. consola-se no tempo da adversidade. Bem-aventurado o homem a quem tu educas. até que se abra a cova para o ímpio. mostra o teu esplendor. e instruis na tua lei. (ele sabe) que são vãos. até que chega o castiga doe seus perseguidores (até que ae abra a cova.. antes o julgamento voltará à justiça. não castigará? — ele que ensina ao homem a ciência. justiça não deixará de se fazer a seu tempo. Voltará d juatiça. a iniqüidade? Calcam. Senbor. Todo o julgamento se amoldará justiça. ó Deus das vinganças. e segui-la-ão iodos os rectos de coração. 12-13. sabe que a. e vós. não verá? 0 que educa as gentes. o teu povo.s 12 13 14 15 (V ulgata 93)— 1 0* Deús das vinganças.» Reflecti. néscios. insensatos do povo. Com efeita o Senbor não rejeitará' o seu povo. ó Senhor. quando sereis atilados? Porventura aquele (Senhor) que plantou o ouvido. e oprimem a tua herança. não ouvirá? Ou o que formou os olhos. .). E dizem. «N á o o vê o Senhor. se jactarão os que praticam. O homem. por isso.Invocação de Deus. Senbor. U 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Felicida­ des do que é ins­ truído por Deu. tiram a vida aos órfãos. falarão< com arrogância. nem abandonará a sua herança. 94. Senhor. para lhe dar descanso a seguir aos dias in­ faustos.. quando os ímpios tiverem desaparecido. até quando é que os ímpios se hão-de glo­ riar? (Até quando) pj-oferirão necedades. e.. 0 Senhor conhece os pensamentos dos homens.

me sustenta. e as alturas dos montes são suas. com a sua maldade os exterminará. Oxalá que ouçais hoje a sua voz: Deve ser louvado. regozijemo-nos no Se­ nhor. . Caatigo 20 Porventura Lem alguma coisa de comum condos juizes tigp o Iribunal iníquo. Senbor. 23 Devoiver-lhes-á em paga a sua própria ipiquidade. e nós somos o povo do seu pasto. 19 Quando se multiplicam as angústias no meu coração. Seu é o mar. a tua graça. e 0 meu Deus a rocha do meu refúgio. e à terra firme. que forja vexames sob pretextos legais? 21 Atentem. e condenem o sangue do inocente: 22 o Senhor há-de ser a minha defesa. 18 Quando penso: «O meu pé está vacilante».. que as suas mãos formaram. Realmente o Senhor é Deus grande. adoremos e prostremo-nos. Porque ele é o nosso Deus. contra a vida do justo. com cânticos rçgozijemo-nos diante dele. t6 Convite a louvar a Deus e a obedecer aos seus mandamentos 95 2 3 4 5 6 7 (Vulgata 94) — 1 Vinde. muito embora. as ovelhas da sua manada. Vinde.Quem se levantará por mim contra ob malfei­ tores ? Quem estará por mim contra os que praticam a iniauidade? 17 Se o Sennor me não socoresse. em breve a minha álma habitaria na região dó silêncio. dobremos os joelhos diante do Senhor. aclamemos a Rocha da nossa salvação: apresentemo-nos diante dele com louvores. e Rei grande sobre todos os deuses: na sua mão estão todas as profundezas da terra. as tuas consolações deleitam a minha alma. que nos criou. destruí-loB-á o Senhor nosso Deus. iniquos. pois ele o fez.

8. Oferecei um sacrifício e entrai nos seus átrios. 10 Quarenta anos tive tédio dessa geração. 96 2 3 4 5 6 deve ser louvado pelos gentios. e não conheceram os meus caminhos. Tributai ao Seuhor. 7 8 9 10 deve ser honrado pelo céu e pela terra. a fim de restabelecer a justiça c iniciar a feliz era messiânica. O Salmista recomenda-nos a necessidade que temos de nèo perder a graça no momento em que Deus a oferece. Trema toda a terra na sua presença. 8 «não endureçais os vossos corações. 11 Por isso jurei na minha ira: Não entrarão no meu repouso». 95. é mais temível que todos os deuses. Consolidou o orbe para que não vacile. Alegrem-se os céus.. poder e esplendor estão na sua morada santa. 96. Anunciai entre as gentes a sua glória. me provaram. Cantai ao Senhor. 9 onde vossos pais me tentaram. As criaturas inanimadas são também convida­ das a louvar o Senhor. pois pode ser que não volte a oferecê-la.. como no dia de Massa no deserto.e obede­ cido. e disse: São um povo de coração desencaminhado. 11 (Vuigata 95)— 1 Cantai ao Senhor um cântico novo. tributai ao Senhor glória e poder. quando chegar o Messias. dizei entre as gentes: Reina o Senhor. ressoe o mar e o que ele contém. Porque todos os deuses das gentes são ficções. No meu repouso. Isto é. adorai o Senhor em ornamentos sagrados. na terra que lhes prometi. embora tivessem visto as mi­ nhas obras. Não endureçais. e o Senhor é que fez os céus. rei de toda a terra De\is deve ser cantado por Israel. todas as terras. 11. como em Meriba. entre todos os povos as suas maravilhas. que vem governar. cantai go Senhor. 11-13. anunciai todos os dias a sua salvação. e regozije-se a terra. Em verdade. bendizei o seu nome. Majestade e magnificência precedem-no. Louvai o Senhor. ó famílias dos povos. o Senhor é grande e muito digno de louvor. . tributai ao Senhor a glória devida ao seu nome. rege os povos com equidade.

12 13 rejubile o campo e todas as coisas que nele bâ. por causa dos teus juízos. Com efeito. e celebrai o seu santo nome. sumamente elevado acima de todos os deuses. Confundidos sejam todos os que adoram está. e abrasa ao redor os seus inimigos. Senhor. O Senhor ama os que odeiam o mal. 0 fogo avança diante dele. 97. no Senhor. a justiça e o direito são a base do seu trono.çonfusâo lUas. p ^ a com livra-os da mão dos ímpios. Nasce a luz para os justos. Nuvens e escuridão estão ao redor dele. porque vem governar a lerra. alegrem-se as numerosas ilhas. és excelso sobre toda a terra. Todo o universo se comoveu. justos. res. e todos 08 povos vêem a sua glória. Governará o mundo com justiça. diante do dominador de toda terra. . Boi^ade guarda as almas dos seus santos. Aparição de Deus com um cortejo conveniente à sua majestade. 2-5. 8 9 10 11 12 ^ e dos seus e 08 que se glo riam nos id o io s. a terra vê e treme. Então se regozijarão todas as árvores da selva. O Senhor. Neste salmo é descrito o grandioso aparato com que será iniciado o julgamento a que se referem os últimos ver­ sículos do salmo anterior. os justos. Alegrai-vos. e a alegria para os rectos de coração. adoradoperaute ele se prostram todos os deuses. alegria Sião ouve e alegra-se. à vista do Senhor. Os montes fnndem-se como cera diante do Senhor. Senhor. e os povos com a sua fidelidade. porque vem. Os céus proclamam a sua justiça. Os seus relâmpagos iluminam o mundo. e as cidades de Jadá regozijam-se. rei que confunde os falsos deuses e exalta os homens justos 97 2 3 4 fi 7 (Vulgata 96) — 1 0 Senhor reina: regozije-se a terra.

Deus vencedor. O Salmista refere-se à impressão causada entre os pagãos pela inauguração do reino de Deus. Batam palmas os rios. 1. está sentado sobre querubins: agita-se a terra.1 Salmo. Todos os confins da terra viram a salvação do nosso Deus. com citara e ao som do saltério. Vitória lhe preparou a sua direita e o seu santo braço. Aclamai o Senhor. . reino em que imperam o direito e a justiça (1-5). (que é o) Senbor. rei e juiz justo 98 2 3 4 5 6 7 8 9 (Vulgata 9 7 ) . Ao aplauso pela inauguração do reino de Deus.. rejubilai e cantai salmos. Lembrou-se da sua bondade e da sua fideli­ dade em favor da casa de Israel. todas as terras. porque vem. ao mesmo tempo os montes se alegrem à visla do Senhor. 9). com trombetas e ap som de corneta: regozijai-vos na presença do (vosso) rei. Cantai salmos ao Senhor com citara. Tremem. Ressoe o 'mar e tudo o que hã nele. O Senhor manifestou a sua salvação. Governará o mundo com justiça e 08 povos com equidade. Celebrem o teu nome grande e tremendo: ele é santo. Em tudo resplandece como soberana a santidade de Deus. 0 Senhor é grande em Sião. (Vulgata 98) — 1 0 Senhor reina: tremem os povos. aclamada três vezes (3. 0 Senhor. Cantai ao Senhor um cântico novo. o mundo e os que habitam nele. 5. rei santo Louve Israel o seu rei e o rei de todos. Dorque vem governar a terra. excelso sobre todos os povos.. o poeta junta a memória dos tempos heroicos do povo hebreu (B-8). porque operou maravilhas. 99. alegrai-vos. revelou a sua justiça aos olhos das gentes.

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Reina o poderoso que ama a justiça:
lu estabeleceste as normas da rectidão,
tu exerces em Jacob a justiça e o direito.
Exaltai o Senhor, nosao Beus,
e prostrai-vos ante o escabelo de seus pés:
ele é santo.
Moisés e Aarão contam-se entre os seus sa-

, .

^
seK o3

e Samuel eutre aqueles que invocavam o seu preces daa
nome t
almas
invocavam o Senhor e ele os atendia.
piedosas.
Falava-lhes na coluna de nuvem:
ouviam 08 seus mandamentos,
o preceito que lhes tinha dado.
Senhor, Deus nosso, tu os ouviste,
ó Deus, tu lhes foste propício,
porém castigaste os seus delitos.
Exaltai o Senhor, nosso Beus,
e prostrai-vos ante o seu monte santo,
porque é santo, o Senhor, nosso Beus.
Hino para a entrada no templo

100 (Vuigata 99)— 1 Salmo. Para acção de graças.
Aclamai o Seuhor, todas as terras,
2 servi o Senhor cora alegria,
vinde à sua presença com alvoroço.
3 Sabei que o Senhor é Deus;
ele nos fez, e somos seus,
seu povo e ovelhas do seu pasto.
4 Transponde as suas portas com louvor,
08 seus átrios com hinos;
exaltai-o, bendizei o seu nome.
5 Porque o Senhor é bom,
a sua misericórdia é eterna,
e a sua fidelidade permanece de geração em
geração.
Propósitos dum prfncípe egrégio
101 (Vuigata 100) - 1 Be Bavide. Salmo.
Eu cantarei a graça e a justiça;
a ti, Senhor, entoarei salmos.
1 0 1 , o hino dum bom monarca, que promete a Deus
um sábio e virtuoso governo, quer no modo de proceder
próprio (1-4), quer na escolha e vigilância dos que o cer­
cam (5-8).

Na vida
particular.

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3

4
Na vida
pública.

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Andarei por caminho imaculado:
quando virás a mim?
Caminharei na inocência do meu coração,
na minha casa.
Eu não porei diante dos meus olhos
coisa injusta;
odeio o que comete prevaricações:
não se unirá a mim.
0 coração depravado estará longe de m im ;
não conhecerei o que é mau.
A ò que secretamente diz mal do seu próximo,
Q exterminarei.
0 que tem ólhos altivos e coração inchado,
não o tolerarei.
Os meus olhos fíxam-se nos fiéis da terra,
para que habitem comigo.
O que anda por caminho imaculado,
esse me servirá.
Não habitará na minha casa
o que comete fraude;
o que diz mentiras não subsistirá
diante doe meus olhos.
Cada dia exterminarei
todos os pecados da terra,
suprimindo da cidade do Senhor
todos os que cometem a iniqüidade.
Lamentos e súplicas dum homem
gravemente aflito

. Oração

^afíito

102 (Vulgata 101)— l Súplicas dum aflito que,
desalentado, derrama a sua angústia diante do Senhor,
2 Senhor, ouve a minha oração,
chegue a ti o meu clamor.
3 Não me escondas o teu rosto
no dia da minha angústia.
Inclina para mim o teu ouvido;
quando eu te invocar, ouve-me prontamente.
4 Porque os meus dias dissipam-se como fumo,
e os meus ossos ardem como fogo.
102. Há neste salmo três partes: 1.* Uma pessoa aflita
lastima-se dos seus males e pede a Deus socorro (2-13). 2.^
Pensando na desolação de Jerusalém e no exílio do povo.
pede o seu restabelecimento, para glória de Deus (14-23). 3.*^
O infeliz volta a lamentar-se dos seus males, e pede a Deus
mais longa vida (24-29).

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Queimado, como a erva, o meu coração flca
ressequido,
esqueço-me até de comer o meu pão.
A ' força de soltar gemidos,
os meus ossos estão pegados à pele.
Sou semelhaote ao pelicano do deserto,
tornei-me como uma coruja entre ruínas.
Não durmo e suspiro,
como um pássaro solitário no telhado.
Continuamente me insultam os meus inimigos;
enfurecidos contra mim, proferem imprecações
em meu nome.
Porque eu como cinza, como se fosse pão,
e misturo a minha bebida com lágrimas,
por causa da tua indignação e do teu furor,
pois me levantaste e me arrojaste.
Os meus dias são semelhantes a uma sombra
prolongada,
e eu vou-me secando como erva.
A o contrário, tu, Senhor, permaneces para pedindo
sempre,
^
d ir p lr a
e o teu nome por toda as gerações.
a cidade
Levanta-te, tem piedade de Sião,
destruída,
porque é tempo de teres piedade dela,
visto que chegou a hora.
De facto os teus servos amam as pedras dela
(Sião)
e sentem compaixão das suas ruínas.
E as gentes reverenciarão o teu nome, Senhor,
e todos os reis da terra a lua g ló ria :
Quando o Senhor tiver reconstruído Sião,
se tiver manifestado na sua glória,
se tiver voltado para a súplica dos indigentes,
nem tiver rejeitado a sua oração.
Sejam escritas estas coisas para a geração
futura,
e o povo, que há-de ser criado, louve o Senhor.
Porque olhou do seu santuário excelso,
o Senhor do céu olhou sobre a terra,
para ouvir os gemidos dos encarcerados,
para libertar os condenados à morte.

10.
...Eu como cinza... Alusão -A cinza que era costume
espalhar sobre a cabega em sinal de dor e de penitência, e da
qual cairia alguma sobre o prato em que comiam.
21.
Encarcerados e como condenados à morte eram os
Israelitas no cativeiro de Babilônia.

e o céu é obra das tuas mãos. e todas as coisas que b ã dentro de mim (bendigam) o seu santo nome. o Senhor. É um hino de louvor e accão de graças a Deus pela indulgência com que trata os culpados. e não esqueças nenhum dos seus benefícios. e os teus anos não têm fim. pela generosidade com que distribui bs benefícios. e a sua posteridade subsistirá diante de ti. 25'28. 29 Os filhos dos teus servos habitarão seguros (em Jerusalém).22 ao Senhor imutável. 103 (Vulgata 102) . 26 Nos princípios. que excede infinitamente a duracAo da vida humana. 08 teus anos duram por todas as gerações. e todas envelhecerão como um vestido. é invocada como motivo para que Deus conceda vida mais longa. e que te coroa de misericórdia e de graça. encurtou os meus dias. mas também a toda a nação (6-12). não me leves na metade dos meus dias. 4 E' ele quem resgata da morte a tua vida. 24 Consumiu as minhas forças no caminho. 3 E* ele quem perdoa todas as tuas culpas. Bendiz. mas tu permanecerás. e tem compaixão da fra­ queza humana (13-18). 28 tu porém és sempre o mesmo. Convite a todas as criaturas para louvarem o seu Criador (20-22). a tua juventude. Muda-las como uma vestidura. como a da águia. . 27 Estas coisas perecerão. e ficam mu­ dadas . 25 Eu d ig o : Meu Deus. não sòmente aos indivíduos (1-5). ó minha alma. e defende o direito de todos os oprimidos.1 De Davide. 5 E ’ ele quero sacia de bens a tua vida. e que sara todas as tuas enfermidades. e o seu louvor em Jerusalém. fundaste a terra. 2 Bendiz. 6 O Senhor faz as obras de justiça. renova-se. ó minha alma. 103. A eternidade de Deus. o Senhor. Louvor à misericórdia de Deus Deus perdoa todas at maidades. a fim de que em Sião seja prAclamado o nome do Senhor. 23 quando os povos se juntarem todos e os reinos para servirem ao Senhor.

e as flores não deixarão traços da sua rápida passagem pela terra.7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 Fez conhecer a Moisés os sens caminhos. como a flor do campo. e o seu reino domina todas as coisas. aos filhos de Israel as suas obras. ó minha alma. por todas as cria prontos para obedecer à sua palavra. nem o seu lugar o conhece mais. Não está sempre a contender. tanto prevalece a sua misericórdia para com os que o temem. Tocada pelo vento. Porém a misericórdia do Senhor estende-se desde a eteruidade e para sempre sabre os que o temem. para os observar. quanto o céu está elevado acima da terra. assim se compadece o Senhor dos que o temem. Gomo um pai se compadece dos seus filhos. nem nos retribui segundo as nossas culpas. já não existe. principal­ mente o leste. Assim é o homem (nem o lugar o conhece mais). e se lembram dos seus mandamentos. deve ser que sois poderosos em força. 16. pode transformar em pouco tempo um belo jardim num árido deserto. e a sua justiça (exerce-sej com os filhos dos filhos. e por isso Bendizei o Senhor. que fazeis a sua vontade.. dioso. vós. Bendizei o Senhor. é muito 0 Senhor é misericordioso e compassivo. Bendizei o Senhor. Os dias do homem são semelhantes ao feno. vós todas as suas obras. Bendiz. tanto ele afasta de nós os nossos delitos. porque ele sabe bem que somos form ados: lembra-se de que somos pó. turas. Antes. . 0 Senhor estabeleceu o seu trono no céu. nem guarda ressentimento para sempre. vós todos os seus anjos. o Senhor. com aqueles que guardam a sua aliança. Na Palestina o vento. seus ministros. que executais as benditc suas ordens. vós todos os seus exércitos. Não nos trata segundo os nossos pecados.. Quanto o oriente dista do ocidente. assim floresce: apenas é tocada pelo vento. em todos os lugares do seu domínio. misericor­ lento para a ira e muito clemente.

em que a terra estava completamente coberta pela imen­ sidão das águas. fertili­ dade do solo. 6. (essas águas) fugiram. à tua ameaça. (05 quais) fazem ouvir as suas vozes por en­ tre 08 ramos. à voz do teu trovão tremeram. a dis­ tribuição das águas terrestres e a vegetação (10-18). os vales desceram aos lugares que lhes marcaste. e não vacilará pelos séculos dos séculos. Com o oceano. 9 Estabeleceste-lhes limites. para poderem tirar o pão do seio da terra. chuvas. com o fruto das tuas obras é saciada a terra. o poeta canta um hino de admiração ao Criador. . e as águas mantiveram-se sobre as monta­ nhas. 104 (Yulgata 103) — 1 Bendiz. Em quadros de vivas pinceladas faz passar por diante do leitor a luz e os meteoros (2-4). 12 junto deles habitam as aves do céu. 7 Mas. Tu estendeste o céu eomo um pavilhão. verduras para uso dos homens. ó minha alma. para que não voltem a cobrir a terra. 4 Dos ventos fazes os teus mensageiros.Hino a Deus Criador Sua glória nos céus. 8 A s montanhas elevaram-se. 13 Regas os montes (do alto) das tuas moradas. 14 Produzes erva para os animais. Arrebatado pelas belezas grandiosas do universo. 2 envolvido em luz como num manto. a vida aquática e a con­ servação dos seres vivos (25-30). a formação do orbe terráqueo (5-9). tu és muito grandeI Estás revestido de majestade e de esplendor.. que não podem ul­ trapassar.. Fontes. a vida animal e a indústria humana (19-24). 11 que a todos os animais do campo dão de beber: os asD o s silvestres apagam a sua sede. A terra e o mar. 5 Fundaste a terra sobre as suas bases. Fazes das nuvens o teu carro. 104. 6 Com o oceano a cobriste como com um manto. Deus meu. e do fogo ardente os teus ministros. 10 Mandas que das fontes nasçam os arroios que correm entre as montanhas. o Se­ n h o r! Senhor. 3 construiste sobre as águas os teus aposentos. Alusão aos primeiros tempos da cri ção. andas sobre as asas do vento.

Quão numerosas são as tuas obras. e renovas a face da terra. e ela treme. Por ele transitam os navios. Glória ao Seja eterna a glória do Senhor: Criador. se lhes tiras o espírito. das mon­ tanhas. Os terramotos e as erupções vulcânicas nâo custam a Deus mais que um aceno. depende ando-lho tu. perecem e voltam ao seu pó (de que saíram). O dia e Fez a lua para marcar os tempos. Quando o sol desponta. Senhor! As mara­ vilhas do Fizeste com sabedoria todas as coisas: mar. abrindo a tua mão. que toca os montes. £is o mar. os penhascos aos roedores dão refúgio. a casa da cegonha são os abetos. Os montes altos às cabras monteses. S 29 30 31 32 32. Quando formas as trevas e se faz noite. eles o recolhem. retiram-se. Sai então o homem para o seu trabalho e para os seus labores até à nòite. para fazer brilhar o seu rosto com azeite. enchem-se de bens. então vagueiam todos os animais da selva.15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 e o vinho que alegra o coração do homem. e pedem a Deus o seu sustento. Se escondes o teu rosto. de Deüs. são criados. aquele (Senhor) que olha para a terra. Os leõezinhos rugem em busca da presa. e eles fumegam. que formaste para nele brincar (entre as suas ondas). a vida ue lhes dês de comer a seu tempo. a noite o sol conheceu o seu ocaso. a terra está cheia das tuas criaturss. animais A li fazem seus ninhos as aves. alegre-se o Senhor nas suas obras. para que o pão robusteça o coração do hometn. perturbam-se. Toda Todos esperam de ti. grande e espaçoso. res e 03 e 08 cedros do Líbano. Se envias o teu espírito. animais pequenos e grandes. e Leviatã. As árvo­ São saciadas as árvores do Senhor. . nele existem peixes sem número. que ele plantou. vão recolher-se nos seus covis.

dos seus prodígios e das sentenças que saíram da sua boca. e dum reino para outro povo. ó filhos de Jacob.33 34 35 Gantarei ao Senhor durante toda a minha vida. seu eleito! 0 próprio Senhor é o nosso Deus. quanto a mim. Desapareçam da terra os pecadores. segunao a sua promessa. Cantai-lhe. aleCTe-. bendiz. 16. Meditai no Senhor e no seu poder. seu servo. 8 9 10 11 protegeu 03 patriarcas. Sejam-lhe agradáveis as minhas palavras. (juramento) que confirmou a Jacob. tornai conhecidas as suas obras entre as gentes. o Senhor! Aleluia! Deus cumpre as promessas feitas a Abraão o Senhor deve ger louvado. Recorda os factos mais Importantes da história dos Patriarcas. da promessa què fez para mil gerações. Ele lembra-se para sempre da sua aliança. da aliança que firmou com Abraão. vós. e os ímpios nâo existam m ais. A primeira parte deste salmo (1-5) é criada no I Paral.se o coração dos que buscam o Senhor. 105. 105 2 3 4 5 6 7 porque. Lembrai-vos das maravilhas que fez. vós. como um decreto firme. e estrangeiros naquele país. a Israel. os seus juízos exercem-se em toda a terra. 12 13 (Vuigata 104)— 1 Louvai o Senhor. quando emigravam duma gente para outra. como uma aliança eterna. para convidar o povo a dar por isso acção de graças a Deus e a observar os seus mandamentos. deleitar-me-ei nó Sénhor. como porção da vossa herança. 8-22. pouquíssimos. aclamai o seu nome.» Quando eram poucos em número. . ó descendentes de Abraão. desde Abraão até à entrada na terra da promissâo. cantarei salmos ao meu Deus enquanto existir. entoai salmos em sua honra. narrai todas as suas maravilhas. Gloriai-vos do seu santo nome. buscai sempre a sua face. do juramento que fez a Isaac. dizendo: «D ar-te-ei a terra de Ganaan. ó minha alma.

Gonstituiu-o senhor da sua casa. e ensinasse a sabedoria aos seus anciãos. 9. até (penetraram) nas câmaras dos próprios reis. O rei mandou que o soltassem. 17. E chamou a fome terrível que houve no tempo de Jacob (Gen. até que se cumpriu o seu vaticínio. Então Israel entrou no Egiplo. e tornou-o mais forte que os seus inimigos. indn nssim ad*ante deles para o Egipto. . 41.14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 não permitiu que alguém os oprimisse. Então enviou Moisés. Mudou 0 coração destes para que odiassem • seu povo. « N ã o toqueis os meus ungidos. para que não morressem de fome. Converteu-lhes as águas em sangue. Tinha mandado adiante deles um nom em .» Chamou a fome sobre a terra. 19. o ferro (da calúnia) traspassou a sua alma. Mas. e soberano de todas as suas possessões. 40. a quem tinha escolhido. Apertaram-lhe os pés com grilhões. 53-57). 16. onde fez com que lhes não faltasse o pão. Encheu-lhes a terra de rãs. e segs). 5 e segs. 61. Enviou trevas. 0 príncipe doe povos deu-lhe a liberdade. e usassem de enganos com os seus servos. a fim de que instruísse os seus grandes à sua vontade. permitiu que José fosse vendido como escravo. Resistiram porém às suas palavras. José tinha sido vendido como escravo. e castigou reis por causa deles. o seu pescoço foi ligado com ferros. E (Deus) multiplicou extraordinariamente o povo. e matou os seus peixes. fez desaparecer toda a reserva de pão. e os seus prodígios na terra de Gam. seu servo. noEg^to. não façais nenhum mal aos seus profetas. operou e Jacob foi hóspede na terra de Cam. e fez-se escuridão. Até que se cumpriuj até que se verificou a interpre­ tação que José tinha dado aos sonhos de Faraó (Gen. a palavra do Senhor o comprovou. Operaram no meio deles as suas maravilhas. e Aarâo.

e apoderaram-se das riquezas dos povos. e um fogo para que os alumiasse de noite. lembrou-se da sua santa palavra. Pediram. e veio uma nuvem de moscas. Alegraram-se os egípcios com a sua saída. Aleluia. 08 seus escolhidos com alvoroço. E fê-los sair (os Israelitas) com prata e com ouro. que tinha dado a Abraão. que devoraram toda a erva da sua terra. que o castigava para imediatamente lhe perdoar a conceder benefí­ cios. do outro a inexgotável bondade de Deus. 6 dá a este salmo o valor duma confissão pública. mas com um fim diferente. E feriu todos os primogênitos da sua terra. e vieram gafanhotos e pulgões sem número. e de pão do céu os saciou. e não houve um enfermo nas suas tribos. 39 39 40 41 42 43 44 45 Falou. dum lado a infidelidade do povo escolhido. Falou. especialmente nas vicissitudes doa quarenta anos do deserto (13-33). Culpas e castigos do povo Ingrato Deus é miseri­ cordioso com Israel. as primícias de todo o seu vigor. Retoma a história de Israel quase no ponto em que a deixou no salmo anterior. e mandou codornizes. Tirou o seu povo com regozijo. porque a sua misericórdia é eterna.31 32 33 34 35 36 37 e na via­ gem para a terra de Canaaii. Com efeito. Assolou-lhes as videiras e hgueiras. E deu-lhes as terras das nações. porque é bom. Louvai o Senhor. e quebrou as árvores que havia nos seus limites. 106 (V u lg a la 105) . e (vieram) mosquitos por todo o seu território. que devoraram os frutos dos seus campos. 106.l Aleluia. correu pelo deserto como um rio. . Fendeu a rocha e brotou água. seu servo. Em vez de água fez-lhes chover granizo. * porque o temor de Israèl tinha-se apoderado deles. Estendeu uma nuvem que os cobrisse. que é fazer sobressair. lançou um fogo abrasador pela terra deles. O vers. para que guardem os seus preceitos e observem as suas leis.

16-18. Senhor. para que eu goze com o gozo do teu povo. Porém. náo esperaram a realização do seu desígnio. Lembra-te de mim. antes se revoltaram contra o Altíssimo junto do Mar Vermelho. E deram créditos às suas palavras. procedemos impiamente. segundo a tua benevolência para com o teu povo. para mostrar o seu poder. cantaram os seus louvores. Ameaçou o mar Vermelho. o Santo do Senhor. não se lembraram da multidão das tuas graças. Nossos pais no Egipto não consideraram as tuas maravilhas. livrou-os da mão do inimigo. Revolta de Datan e Abiroii. e de Aarão. não escapou um só deles. e ele secou-se. Tiveram inveja de Moisés nos acampamentos. que queriam ser iguais •a Moisés e Aarão (Kúm.10 11 12 13 14 15 16 Qaem poderá referir as obras do poder do Senhor. A s águas cobriram os seus adversários. 13. e tentaram a Deus na solidão. Goncedeu-lbes o que pediam. mas começaram a murmurar. . mas mandou-lhes o esgotamento. E salvou-os da mão do que os odiava. contar todos os seus louvores? Bem-aventurados os que observam os seus preceitos. N o deserto entregaram-se à concupiscência. Mas (o Senhor) salvou-os. apesar dos seus ante­ passados terem pecado no Egipto e no deserto. 16). que praticam a justiça em todo o tempo. para que me deleite com a felicidade dos teus escolhidos. cometemos a iniqüidade. por amor do seu nome. depressa esqueceram as suas obras. e conduziu-os por entre as ondas. visita-me com o teu auxílio. Pecámos com os nossos pais. como por um deserto. Não esperaram que Deus os provesse de comida e bebida no momento oportuno. para que me glorie com a tua herança.

(Pelo contrário) misturaram-se com os gentios. que tinha operado prodígios no Egipto. e cessou o flagelo. (P o r isso) jurou-lhes com a mão levantada que os prostraria no deserto. £ ateou-se fogo contra o bando de am bos: a chama consumiu os iníquos. Irritaram-no junto das Aguas de Meriba. a fim de afastar a sua ira. Desprezaram uma terra desejável. Murmuraram nas suas tendas. E trocaram a sua glória pelo simulacro dum touro que come feno. Provocaram-no com os seus crimes. por todas as gerações para sempre. Fineias apresentou-se e fez justiça.17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 e na terra ^tida^ 34 35 36 Abriu-se a terra e tragou Datan. Não exterminaram os povos. E (este eelo) foi-lhe contado como justiça. e aconteceu mal a Moisés por causa deles. e sepultou o bando de Abiron. ® Senhor lhes tinha mandado. e os disseminaria por diversos países. aprenderam as suas. maravilhas na terra de Õam. (Deus) pensava exterminá-los. E aderiram a Beelfegor e comeram os sacrifícios de deuses mortos. seu escolhido. que se tornaram um laço para eles. não obedeceram ao Senhor. que dispersaria a sua posteridade entre as nações. mas caiu sobre eles um flagelo. para que não os exterminasse. porque exacerbaram o seu espirito. acções. que os tinha sal­ vado. não tivesse intercedido junto dele. e adoraram as suas estátuas. não deram crédito à sua palavra. Fizeram um bezerro em Horeb e adoraram um ídolo de ouro fundido. Esqueceram-se de Deus. coisas terríveis no mar vermelho. e ele falou inconsideradamente com os seus lábios. se Moisés. .

e (eUs) foram oprimidos sob a sua mão. E conciliou-lhes a misericórdia de todos aqueles que os tinham levado cativos. que imolaram aos ídolos de Canaan. Entregou-os ao poder dos gentios. Deus de Israel. teve piedade deles segundo a sua grande mi­ sericórdia. quando ouviu a sua súplica. Salva-nos. de eéculo em século. e abominou a sua herança. recolhe-nos dentre as nações. eles porém irritaram-no com os seus (im pios) desígnios. e dominaram-nos aqueles que os odiavam. da sua aliança. Os seus inimigos angustiaram-nos. e nos gloriemos em louvar-te. £ todo o poTo d iga: Assim sejal Aleluia! i>9^ojoquarto. em favor deles. proBliluiram-se com os seus crimes. nosso Deus. Bendito seja o Senhor. e foram prostrados pelas suas próprias iniquidades. Todavia (Deus) volveu os olhos para a sua angústia. Senhor. £ (a m m ) a terra ficou profanada com sangue. . Muitas vezes Deus os livrou. Derramaram o sangue inocente: o sangue de seus filhos e do suas filhas.37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 Imolaram os seus filhos e as suas filhas aos demônios. Lembrou-se. (Por isso) incendiou-se o furor do Senhor contra o seu povo. para que celebremos o teu santo nome. Contaminaram-se com as suas obras.

LIVRO

QUIiNTO

Acção de graças por terem sido livres
dos perigos
Prólogo.

107
2
3

Xiouvem o
Senhor os
Israelitas,
outrora
perdidos
no deserto,

4

5
6
7
8
9
10
11

(Vulgata 106) — 1 Louvai o Senhor, porque é
bom,
porque a sua misericórdia é eterna.
Assim digam os que foram resgatados pelo
Senbor,
08 que; ele resgatou da mão do inimigo,
e 08 que congregou de várias terras;
do oriente e do ocidente,
do aquião e do austro.
Andaram errantes pelo deserto, pela solidão,
não encontraram caminho para uma cidade
habitável.
Tinham fome e sede,
a sua vida desfalecia neles.
E clamaram ao Senhor no meio das suas
angústias,
e ele os livrou das suas tribulaçôes.
Gonduziu-os por caminho direito,
para que chegassem a uma cidade habitável.
J)êem graças ao Senhor pela sua misericórdia
e pelas suas maravilhas em favor dos filhos
dos homens,
porque saciou a alma faminta,
encneu de bens a alma esfomeada.
Estiveram sentados no meio de trevas e na
escuridão,
prisioneiros na miséria e nos ferros,
Porque tinham sido rebeldes às palavras de
Deus.
tinham desprezado o conselho do Altíssimo.

107, Em quatro quadros simbólicos (4-9; 10-16; 17-22;
23-32) de uma elegante disposição simétrica» o salmista traça
os grandes males de que Deus livrou o povo de Israel, o qual
lhe deve por isso uma eterna gratidão. Em seguida descreve
o feliz estado dos Israelitas, depois de terem voltado do exí­
lio (33-41), outro motivo de dar graças a Deus.
2-3. Expressões que indicam a volta do cativeiro à pátria
reconstituida.
4-5. Primeiro quadro simbólico; a fome no deserto, tal
era o exílio.
10. Segundo símbolo: a prisão.

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Humilhou com trabalhos o seu coração;
ficaram sem forças, e não houve quem os
socorresse.
B clamaram ao Senhor no meio das suas an­
gústias,
e ele os livrou das suas tribulações.
Tirou-os das trevas (do cárcere) e da escuri­
dão,
quebrou as suas cadeias.
Vêem graças ao Senhor pela sua misericórdia
e pelas suas maravilhas em favor dos filhos
dos homens,
porque arrombou as portas de bronze
e quebrou os ferroihos de ferro.
Estavam enfermos, por causa da sua iniquidade,
e eram atormentados por causa dos seus de­
litos.
A sua alma aborrecia toda a comida,
e chegaram às portas da morte.
E clamaram ao Senhor no meio das suas an­
gústias,
e ele os livrou das suas tribulações.
Enviou a sua palavra para os curar,
para os livrar da ruína.
Dêem graças ao Senhor pela sua misericórdia
e pelas suas maravilhas em favor dos filhos
dos homens.
Ofereçam sacrifícios de louvor,
anunciem as suas obras com alegria.
Os que tinham descido ao mar em naus,
para fazerem comércio sobre as grandes águas,
viram as obras do Senhor,
as suas maravilhas no meio do mar.
Falou, e excitou um vento proceloso,
que levantou para o alto as suas ondas.
Subiam até aos céus e desciam até aos abis­
mos ;
a sua alma desfalecia no meio destes males.
Andavam à roda e cambaleavam como ébrios,
e toda a sua perícia se desvaneceu.

e doentes.

Lou vem o
n a le g a n te s .

17-18. Terceiro símbolo: a perda de forças, c^üsada por
uma náusea contínua.
.
;
.
23.
Quarto símbplo: os náufragos. ^ tegipestà^le <i\iè os
surpreende é um perigò tanto mais grávej g u ^ tò
ra r^
eram para os antigos Hebreus as viagens. dp|p;r,már. '

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32
A flição e
libertação.

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Atendam
os sábios
a estes
favores
divinos.

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43

E clamaram ao Senhor no meio das suas an­
gústias,
e ele os livrou das suas trihulações.
A tempestade serenou em doce brisa,
ficaram silenciosas as ondas do mar.
Eles alegraram-se por as ver silenciosas,
e (o Senhor) conduziu-os ao porto que deseja­
vam.
Dêem graças ao Senhor pela sua misericór­
dia
e pelas suas maravilhas em favor dos filhos
dos homens»
Exaltem-no na assembleia do povo,
e louvem-no no conselho dos anciãos.
Converteu os rios em deserto,
os mananciais das águas em terra sedenta,
a terra fértil em salsqgem,
por causa da malícia dos seus habitantes.
Converteu o deserto em lago de águas,
e a terra árida em mananciais de águas.
Estabeleceu ali os famintos,
e eles fundaram üma cidade habitável.
Semearam campos, .plantaram vinhas,
e colheram frutos abundantes.
E abençoou-os, e multiplicaram-se em extremo,
e deu-lhes gado em número nào escasso.
Depois foram reduzidos a poucos e abati­
dos,
sob o peso dos infortúnios e da aflição.
Todavja, o que lança o desprezo sobre os
príncipes,
e os faz errar por ínyios desertos,
levantou o pobre da sua miséria,
e fez as famílias numerosas como rebanhos.
Os justos vêem (estes còísas) e alegram-se,
e toda a maldade fecha a sua boca.
Quem é sábio para considerar estas coisas
e ponderar bem as misericórdias do Senhor t

33-34. A Palestiná, a princípio fértil, foi convertida em
deserto durante o cativeiro de Babilônia.
35. Mas, depois da volta dos Israelitas, tomou-se, com o
auxilio de Deus, uma terra fértil.
43. Quem é sábio... Qual é o homem sábio, que não
conservará na memória estas coisas, e não procurará, por isso,
orientar bem a sua vida?

ó Deus. Mostra-te excelso. e ele calcará os nossos inimigos. ó Deus. Os versículos 2-6 provêm do S. Efraim é o elmo da minha cabeça. minha é a terra de Galaad. Judà o meu ceptro. 8-12. 0 meu coração. e a tua fidelidade até às nuvens. 57. Salmo. Para que sejam livres os teus dilectos. está firme. 7-14. £m Deus faremos proezas. . despertai saltérío miserícure citara! Eu despertarei a aurora. que nos repeliste. o meu Bavide coração está firme. socorre-nos com a tua direita e ouve-nos. Este cântico é composto de dois fragmentos. libertação. e medirei o vale de Sucot. minha a terra de Manassés. poisarei o meu calçado sobre Edom. sobre os céus. à frente dos nossos exércitos? Dá-nos auxilio contra o inimigo.» Quem me conduzirá à cidade fortificada? Quem me conduzirá até Edom? Porventura não és tu. entoar-te-ei salmos entre as nações. Deus Desperta. ó Deus. tirados de dois outros salmos. porque a tua misericórdia é (tão) grande (que chega) até ao céu. Moab é bacia para me lavar. Louvar-te-ei no meio dos povos. brilhe sobre a terra a tua glória. De Davide. os versículos 7-14 do S. porque é vão o socorro do homem. ó minha alma.Louvor a Deus e pedido de auxílio na guerra 108 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 (V ulgata 107)— 1 CAntico. 108. que já não sais. ó Deus. 60. Deus falou no seu santuário: «E xu ltárei e repartirei (à minha vontade) Siquém. Senhor. triunfarei da Fiiisleia. S rT e vou cantar e entoar salmos.

Contra inimigos injustos e pérfidos
109 (Vulgata 108) — 1 Ao mestre do coro. ^De Da­
vide, Salmo.
Malícia
0* Deus, meu louvor, não te cales,
dos
2 porque abriram contra mim uma boca ímpia
inimigos,
e enganadora.
Falaram-me com língua aleivosa,
3 com palavras de ódio me cercaram,
e sem causa me fizeram guerra.
4 Em paga do meu amor, acusavam-me;
eu porém orava.
5 Deram-me males em troca de bens,
ódio em troca do anior que eu lhes tinha.
Impreca6 Suscita um ímpio contra ele,
ções con- ’
e esteja um acusador à sua direita.
tra eles.
7 Quando for julgado, seja condenado,
e seja vã a sua súplica.
8 Sejam abreviados os seus dias,
e ocupe outro o seu posto.
9 Fiquem seus filhos órfãos,
e sua esposa viúva.
10 Andem vagabundos dum lugar para o outro
os seus filhos e mendiguem,
e sejam lançados fora das suas habitações
devastadas.
11 O usurário dê caça a todos os seus bens,
e 08 estranhos roubem o fruto do seu trabalho.
12 Ninguém tenha compaixão dele,
nem haja quem se compadeça dos seus órfãos.
13 Seja exterminada toda a sua posteridade:
na segunda geração fique apagado o seu nome.
14 Reviva á lembrança da culpa de seus país na
presença do Senhor,
e o pecado de sua mãe não seja apagado:
109, Cruelmente afligido por negras calúnias, o salmista
pede o castigo do pérfido acusador (1-20); e, depois de fazer
uma breve descrição dos seus sofrimentos, pede a Deus que
o auxilie (21-31).
1. Não te cales... Não deixes de manifestar a minha ino­
cência contra as calúnias de que sou vítima.
6. Depois de ter empregado o plural para designar os
seus inimigos, Davide emprega agora o singular, porque tinha
particularmente em vista o chefe desses inimigos, verdadeiro
instigador de todos os seus males. S. Pedro, aplicando o
salmo a Jesus, vê neste chefe Judas traidor (Act, 1, 20). —
Suscita... Deve notar-se que, neste salmo» Davide fala como
profeta, e, em nome de Deus, anuncia o que havia de acon­
tecer aos inimigos obstinados do Senhor.

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eetejam sempre (os seus crimes) diante do Se­
nhor,
e extirpe da terra a sua memória,
porque não pensou em usar de misericórdia,
mas perseguiu o homem miserável e men­
digo,
0 homem aflito do coração, para lhe dar a
morte.
Amou a maldição: venha ela sobre ele;
não quis a bênção; afaste-se ela dele,
Vísta-se de maldição como de um vestido:
penetre como água nas suas entranhas,
e como azeite nos seus ossos.
Seja para ele como o vestido com que se co­
bre, e como a cinta com que sempre se
cinge.
Seja esta a paga do Senhor àqueles que me
acusam,
e aos que dizem males contra a minha alma.
Preces
£ tu, Senhor, Deus, sê comigo por amor do
para
teu nome;
alcançar
porque é benigna a tua misericórdia, sal- o auxílio
divino.
va-me,
pois sou miserável e pobre,
e o meu coração está ferido dentro de mim.
Desapareço como a sombra que vai caindo,
e sou sacudido (para longe) como um gafa­
nhoto,
Os meus joelhos vacilam com o jejum,
e a miuha carne definha com a magreza.
Tornei-me para eles um objecto de opróbrio;
ao verem-me, abanam a cabeça (inaultanão-me).
Socorre-me, Senhor Deus meu ;
salva-me segundo a tua misericórdia,
E saibam que isto é obra da tua mão,
que foste tu, Senhor, que fizeste isto.
Amaldiçoem eles (muito embora) mas aben­
çoes tu ;
confundidos sejam os que se levantam contra
mim,
e entretanto o teu servo se alegrará.
Sejam cobertos de ignomínia os meus acusa­
dores,
e envolvidos na sua confusão como num
manto.

Acção de
graças
anteci­
pada.

30
31

Exaltarei altamente o Senhor com a minha
boca
no meio de muitos cantarei os seus louvores,
porque se pôs à direita do pobre,
para o pôr a salvo dos juizes (iníquos),
O Messias rei, sacerdote, vencedor

110
O Messias,
rei c sa­
cerdote
etemo,

2
3

4

dominará
sobre as
nações.

5
6

(V ulgata 109) — 1 De Davide. Salmo.
Disse o Senhor ao meu Senhor:
4 Senta-te à minha direita,
até que ponha os teus inimigos por escabelo
de teus pés>.
0 Senhor estenderá o ceptro do teu poder
(do alto) de S iã o :
«Im pera no meio dos teus inimigos 1
Contigo está o principado, no dia do teu nas­
cimento,
entre os resplendores da santidade:
antes da aurora, como orvalho, eu te gerei.»
Jurou o Senhor, e não se arrependerá:
« T u és sacerdote eternamente,
segundo a ordem de Meiquisedec.»
0 Senhor está à tua direita;
esmagará os reis no dia da sua ira.
Julgará as nações, amontoará cadáveres;
esmagará cabeças sobre um vasto campo.

110, Ê o mais célebre dos salmos, e um dos mais difíceis
de interpretar. É inteiramente profético, tendo por assunto
as principais grandezas de Cristo, que são o seu reino etemo
e o seu sacerdócio etemo. £ citado várias vezes no Novo
Testamento (Mat. 22, 41; Marc. 12, 35; Luc. 20, 41-44; Act. 2,
34, etc.).
1. Disse o Senhor... Sentido: Deus Pai disse ao seu
Filho Unigénito, meu Senhor, e Deus como ele, e feito homem
por amor de m ó s : Senta-te à minha direita, isto é , govema
e reina comigo sobre todo o ser criado, com poder igual ao
meu, como Deus que é s .— Até que... estas palavras não
estabelecem um limite à suprema realeza do Messias, porque
ele está sentado para sempre à direita de Deus (Hebr. 10,
12); indicam apenas que a completa submissão dos Inimigos
do Salvador, no fim do mtmdo, será o prelúdio duma era
nova, em que o império de Cristo será mais glorioso e absoluto.
3. Antes da aurora, antes que nenhuma aurora, que ne­
nhum astro existisse, isto é, desde toda a eternidade.
4. O Messias tem em si o sacerdócio, que não descende
da instituifião levitica (Ex. 28,) mas vem directamente de
Deus, como o de Melquisedec, sacerdote do Deus altíssimo
(Gen. 14, 18).
6.
O Senhor está à tua direita, ele te assiste, te auxilia
triunfar dos teus inimigos.

Grandes são as obras do Senhor. Obras magníficas de Deus em Israel lU 10 (Vuigata 110) — 1 Aleluia.em bens mentos. 111 e 112. Alusão às festas de Israel. O justo abunda que põe as suas delícias nos seus manda. todos os seus preceitos são amutáveis. . da. O se­ gundo louva a virtude do homem justo. especiais. imagein dum guerreiro que. até à vitória definitiva. Enviou a redenção ao seu povo.. Beberá da torrente. Manifestou ao seu povo o poder das suas obras. o Senhor é misericordioso e compassivo. cios lembrar-áe-ã eternamente da sua aliança.. se contenta com beber da torrente que encontra t i o caminho. Louvarei o Senhor com todo o meu coração.. Bem-aveuturado o homem que teme o Senhor.para sempre a sua aliança.Beberâ da torrente no caminho. gerais. especialmente a sua bon­ dade e generosidade para com os seus amigos fié is . Memorial.. 7. dados com firmeza e equidade. O pri­ meiro canta as grandezas de Deus. por isso levantará a sua cabeça. Há muitos traços dè senielhança entre estes dois salmos. Felicidade dd justo 113 (Vuigata 111) — 1 Aleluia. O temor do Senhor. A sua obra é majestade e magnificência. 4. estáveis pelos séculos. a sua jüstiçá permanece para sempre: Instituiu um memorial das suas maravilhas. santo e venerável é ò seu nòme. estabeleceu. sendo por isso chamados «irmãos gêmeos».. temporais. o seu louvor permanece para sémpre. para em seguida recojneçar a luta com novo vigor. dignás de estudo para todos os que ás amam. A s obraél das suas mãos são rectáê ê justas. fatigado do combate. Benefí­ Deu alimento aos que o teipem. é o princípio. pára sempre. sabedoria: procedem com prudência todos os quê 6 adoram. temente a Deus. instituídas por ordem de Deus para comemorar os seus benefícios. e a felicidade que receberá em paga. dando-lhe á herança das nações. Benefí­ cios na reunião dos justos e na assembleia..

Louvai. não temerá. desde agora e para sempre. bendita será a geração dos justos. Jamais vacilará.e será estável e glorioso. como mãe alegre de seus filhos. 3 Seja bendito o nome do Senhor. tira da imundície o pobre. Deus eleva os humildes. 4 Excelso é o Senhor. e a sua munifícêDcia durará sempre. e a sua glória está acima dos céus. que. rangerá os dentes e se consumirá. Haverá abundâocia e riquezas na sua casa. dá aos pobres. a sua muuificência durará sempre. seja louvado o nome do Senhor. dispõe as suas coisas com justiça. com 08 príncipes do seu povo. 6 e baixa os olhos sobre o céu e sobre a terrat 7 Levanta do pó o desvalido. 9 E a que era (antes) estéril. . o seu coração está firme. Louvor a Deus. esperaudo no Se­ nhor. 10 Vê-lo-á o pecador e se indignará. 3* Desde o nascer do sol até ao seu ocaso. o seu poder será exaltado com glória. Distribui. porém o desejo dos pecadores perecerá. Ditoso o homem que se compadece e empresta (aos pobres). õ Quem há como o Senhor nosso Deus. (ele é) clemente. sobre todas as gentes. misericordioso e justo. Não temerá ouvir noticias funestas. a memória do justo será eterua. que está sentado nas alturas. Poderosa serâ a sua posteridade sobre a terra. até que veja os seus adversários confundidos. Nas trevas (do infortúnio) surge como uma luz para os rectos. 113 (Vulgata 113) . Inveja dos pecadores. ó servos do Senhor. louvai o nome do Senhor. excelso e benigno Estando acima de todas as criaturas.1 Aleluia. fá-la viver em sua casa. 8 para o colocar com os príncipes. Inalterável está o seu coração.

diante da face do Deus de Jacob. . 8 que converte a rocha em um lago de águas. Jordão para retroceder? 6 Vós. Alusão ao fenômeno que se deu no Sinai. 4. Grandeza e bondade do verdadeiro Deus 115 2 (10) 3 (11) 4 (12) 5 (13) 6 (14) 7 (15) 8 (16) (V u lg a t a ll3 B ) — 1 % fino . 2 Judá tornou-se o seu santuário. não Súpiiça ^ .. a casa de Jacob do meio dum povo bárbaro. por tua misericórdia e pOr tua fidelidade. Os montes saltaram. ó terra.1 Aleluia. e não ouvem. Têm boca. para fugir? E tu. e não apalpam . 4 Os moutes saltaram de alegria como carneiros. 114. Serão semelhantes a eles os que os fazem. como cordeiros? 7 Treme. têm pés.Milagres de Deus na saída do Egipto 114 (Vulgata 113A ) . Têm ouvidos. ’ (9) Não a nós. por que saltais de alegria como carneiros? E vós. quando foi feita a aliança. 5 Que tens tu. colinas. diante da face do Senhor. de Deus. a penha (árida) em fonte de águas. Quando Israel saiu do Egipto. e não vêem. Israel o seu reino.. Por que hão-de dizer as gentes: «Onde está o seu D eus?» 0 noRso Deus está no céu. e não falam . as colinas como cordeiros. todos os que confiam neles. o Jordão voltou para Irás. têm nariz. não emitem som com a sua garganta. e não cheiram. pela misericórdia mas ao teu nome da (toda) a gloria. ele o fez. Têm mãos. 3 O mar viu e fugiu. ó mar. Oe seus ídolos são prata e ouro. e não andam . inuuiiobra das mãos dos homens. tudo quanto quis. Senhor. ó montes. têm olhos.

ao teu repouso. que fez o céu e a terra. 18 (26) Mas nós (q u e vivemos) é que bendizemos o Senhor. Andarei na presença do Senhor. 0 Senhor guarda os simples: fui um desvenlurado e ele salvou-me. ^ 0 auxílio e o seu escudo. E invoquei o nome do Senhor: < A h l Senhor. 14 (22) 0 Senhor há-de multiplicar-vos. 13 (21) Abençoará os que temem o Senhor. Gom efeito livrou da morte a minha alma. na região dos vivos. mas a terra deu-a aos filhos dos homens. nem homem algum que desce ao sepulcro. Volta. confiam no Senhor: ele é o seu auxílio e o seu escudo. 11 (19) Os que temem o Senhor.Confie 9 ( 17) A casa de Israel confia no Senhor. desde agora e eternamente. no dia em que o invoquei. o nosso Deus é misericordioso. 16 (24) 0 céu é céu do Senhor. 10 (18) A casa de Aarão confia no Senhor: ele é o seu auxílio e o seu escudo. Acção de graças de um homem salvo da morte 116 2 3 4 5 6 7 8 9 (Vuigata 114 e 115)— 1 A l e l u i a . porque íuclinou para mim o seu ouvido. ó miuha alma. . Gordas de morte me envolveram. a vós e aos vossos filhos. porque o Senhor te cumulou de beus. os pequenos e os grandes. 15 (23) Sede benditos do Senhor. 12 (20) O Senhor lembra-se de nós. 17 (25) Não são os mortos que louvam o Senhor. caí em angústia e em pesares. os meus olhos das lágrimas. salva a minha v id a l» 0 Senhor é benigno e justo. Am o 0 Senhor porque ele ouviu a voz da minha oração. e hã-de abençoar-nos: abençoará a casa de Aarão. e os laços dos infernos vieram sobre mim. os meus pés da queda.

» Que todo ^Israel louve a Deus. Nações. 116. e nâo no homem.. e a fidelidade do Senhor permanece eterna­ mente. 10 (19) nos átrios da casa do Senhor. 9 (18) Cumprirei os meus votos ao Senhor. 11. 5 (14) Cumprirei os meus votos ao Senhor.. Acção de graças pela salvação alcançada 118 3 (V ulgata 117) — 1 Aleluia. Paulo. 6 (15) E ’ preciosa aos olhos do Senhor a morte dos seus santos. 8 (17) Eu te oferecerei um sacrifício de louvor. D iga a casa de Israel: « A sua misericórdia é eterna. porque sobre nós foi confirmada a sua mise­ ricórdia. Metáfora para designar o perigo de que Deus acabava de libertar o poeta. na sua Epístola dos Romanos. S.1 (10) Tive confiança mesmo quando disse: «Estou muito afiíto. para demonstrar que os pagãos também são cha­ mados a participar da salvação trazida ao mundo pelo Messias. 11. porque é bom. Sòmente em Deus se deve con­ fiar.. 117.» 3 (11) Eu disse no meu pavor: «T o d o o homem é fa la z !» 3 (13) Que darei eu em retribuição ao Senhor. eu sou teu servo e filho da tua escrava: quebraste as minhas cadeias. diante de todo o seu povo. Todo o homem . Quebraste. cita este salmo. 16.. no meio de ti. ó povos todos glorifícai-o. por todos os benefícios que me tem feito? 4 (13) Tomarei o cálice da salvação. que frustra continuamente as mais legitimas esperanças. e invocarei o nome do Senhor. diante de todo o seu povo. Hino de louvor e de acção de graças 117 3 (Vulgata 116) — 1 Aleluia. eu sou teu servo. 7 (16) 0 ’ Senhor. D ai graças ao Senhor. . louvai todas o Senhor. porque a sua misericórdia é eterna. e invocarei o nome do Senhor. 15. ó Jerusalém.

» Digam os que temem o Senhor: « A sua misericórdia é elern a. mas não me entregou à morte. abrasaram-me como o fogo abrasa os espinheiros. caetigou-me o Senhor. 0 Senhor es Lá com igo: não temo . Castigou-me. que conQar nos príncipes. Grito de júbilo e de salvação. Fui empurrado violentamente. 14 15 16 17 18 Acção de graças no santuário. 19 20 21 118. mjíG o Senhor susleve-me. Todas as gentes me cercaram. . a dextra do Senhor levantou-me. mas eu esmaguei-as em nome do Senhor. e narrarei as obras do Senhor. darei graças ao Senhor. (ouve-se) nas tendas dos justos: A dextra do Senhor actuon com firmeza. para cair. ue pode fazer-me o homem? Senhor. Cercaram-me por todos os lados. e confundidos verei os meus inimigos. porque me ouvisle e te tornaste o meu salvador. tornou-se o meu salvador. 0 Senhor é a minha força. e da sua salvação. Esta é a porta do Senhor. £ ' melhor buscar refúgio no Senhor. A procissão chega à porta do templo e pede para entrar. o Senhor ouviu-me e livrou-me (do perigo). 19. 5 6 S 8 9 Descrição do perigo em que esteve. a dextra do Senhor actuou com firmeza. Não morrerei. o meu auxílio. Cercaram-me como abelhas . mas eu esmaguei-as em nome do Senhor. está comigo. Diga a casa de A arão: « A sua misericórdia é eterna. os justos entrarão por ela.3 4 Recomenda-se a confiança em Deus. Abri-m e (ó sacerdotes) as portas (do templo) da justiça. mas viverei.» N o meio da tribulação invoquei o Senhor. Dar-te-ei graças (Senhor). que esperar no homem. a minha fortaleza. £ ' melhor buscar refúgio no Senhor. 10 11 12 13 O divino liberta­ dor. mas eu esmaguei-as em nome do Senhor. depois de entrar por elas.

D ai graças ao Senhor. Tal foi Jesus Cristo relativamente aos chefes da nação judaica (Mat. Tu és 0 meu Deus. Um único pensamento domina este salmo: o elogio da lei. que não praticam a iniqüidade mas andam nos seus caminhos.. que começam pela mesma letra. como a pedra angular nos edi­ fícios. tendo cada uma oito versículos. mas que têm o mesmo sentido. Este é o dia que fez o Senhor. Elogio da lei divina ALEF Felizes os que observam a lel de Deus 119 (V ulgata 118) — 1 Bem -aventurados aqueles. e o conseqüente convite à sua obser­ vância. porque contém vinte e duas estrofes. e faz brilhar sobre nós a sua luz. esta foi posta por pedra angular.' nós vos bendizemos da casa do Senhor.. eu te exalto com louvores. seus inimigos. ó Senhor. 42. Locução proverbial pára dizer que aquele que se julgava não servir para nada. porque a sua misericórdia é eterna. regozijemo-nos e alegremo-nos nele. e eu te dou graças. o mais importante. 119. Esta disposição tinha por fim principal auxiliar a me­ mória. Foi o Senhor que rez isto. ó meu Deus. salva. até aos ângulos do altar. A obser­ vância da cujo caminho é imaculado. A lei de Deus é chamada com nomes diferentes. Ordenai o cortejo com frondosos ramos. viu-se depois que era o melhor. dá prosperidade! Bendito o que vem em nome do Senhor. prescrições. O’ Senhor. . â 3 22. lei é a ue andam na lei do Senhor.32 33 34 35 36 37 38 39 A pedra que os edificadores rejeitaram. e segs). porque é bom. 0 Senhor é Deus. Este salmo é alfabético. fonte da iem-aventurados os que guardam as suas felicidade humana. 21. e é uma coisa admirável áos nossos olhos. Tal era Israel relativamente aos gentios. A pedra. e de todo o coração o buscam. segundo o número de letras do alfabeto hebreu.

10 De todo o meu coração te busco: não me deixes transviar dos teus manda­ mentos. G H IM E L Dá-me a graça de observar a tua lèi. Senhor. como em todas as riquezas. Guardarei os teus estatutos: não me desampares inteiramente. para que eu viva e guarde as tuas palavras. para que considere as maravilhas da tua lei. 18 A bre os meus olhos. 15 Meditarei nos teus preceitos. . e considerarei os teus caminhos. ensina-me os teus estatutos. Oxalá que os meus caminhos sejam firmes para guardar qs teus estatutos! Então não serei confundido. 13 Gom os meus lábios enuncio todos 06 decretos da tua boca. quando eu atender a todos os teus manda­ mentos. 11 Guardo no meu coração a tua palavra. 5 6 7 8 BETH Alegremente observarei a tua lei 9 Gomo conservará puro o seu caminho o ado­ lescente ? Guardando as tuas palavras. 14 Deleito-me no caminho das tuas prescrições. para não pecar contra ti. 12 Bendito és. quando tiver aprendido os decretos da tua justiça. 16 Hei-de deliciar-me com os teus estatutos. para que sejam guardados à risca. mesmo no melo das adversidade» 17 Beneficia o teu servo. não me esquecerei das tuas palavras.4 T u promulgaste os teus preceitos. £u te louvarei com rectidão de coração.

. quando dilatares o meu coração. Mesmo que os príncipes se sentem e falem contra mim. Eu te expuz os iqeus caminhos. desejando sempre os teus decretos. Ameaçaste os soberbos. e concede-me o favor da tua lei. Desfalece a minha alma. quando aumentares em mim a coragem e a confiança. Instrui-roe no caminho dos teus preceitos. Afasta-me do caminho do erro. porque observo as tuas prescrições. 32. e os teus estatutos os meus conselheiros. e tu me atendeste: ensina-me os teus estatutos. Pois as tuas prescrições são as minhas delí­ cias. DALETH A angüstla me oprim e: instrul-me e consola-me 25 A minha alma está prostrada sobre o pó: 26 27 28 29 30 dà-me a vida. Eu esc o lh i o c a m in h o d a v e r d a d e . Correrei pelo caminho dos teus mandamen­ tos. não permitas que eu seja confun­ dido.. segundo a tua palavra. e meditarei nas tuas maravilhas. Quando dilatares. Livra-me do opróbrio e do desprezo. malditos os que se afastam dos teus manda­ mentos. 31 32 Estou estreitamente abraçado às tuas prescri­ ções : Senhor..19 Eu 20 21 22 23 24 80U peregrino na terra. p ro p u B -m e o s teu s d e creto s. não escondas de mim os mandamentos. o teu servo todavia medita nas tuas determi­ nações. A minha alma derrama lágrimas fie tristeza: fortica-me segundo a tua palavrá.

o caminho dos teus esta­ 34 35 36 37 38 39 40 tutos. Guardarei sempre a tua lei. para que não vejam a vaidade. Instrui-me para que eu observe a tua lei. Não tires da minha boca a palavra da ver­ dade. porque confio nos teus decretos. Cumpre para com o teu servo a tua promessa. Andarei por um caminho espaçoso. O opróbrio que o Salmista receava era chegar a ser infiel aos preceitos divinos. Desvia os meus olhos. VAU Com a tua graça confessarei a verdade mesmo diante dos poderosos 41 E venham sobre mim as tuas misericórdias. . . 42 43 44 45 Senhor. dá-me vida segundo a tua equidade. Vê como eu suspiro pelos teus preceitos. segundo a tua promessa. 39. porque nela me deleito. E poderei responder uma palavra aos que me insultam. para sempre. porque os teus decretos são agradáveis. Senhor. que receiò. e a guarde de todo o meu coração. Afasta de mim o opróbrio. pelos séculos. o teu auxilio.porque ponho a minha esperança nas luas palavras.HE Dá-me luz e graça para seguir fielmente a tua lel 33 Mostra-me. Guia-me pela senda dos teus mandamenlos. porque busco os teus mandamentos. Inclina o meu coração para os teus preceitos. faz-me viver no teu caminho. que foi feita aos que te temem. e não para a avareza. e segui-lo-ei com fidelidade.

.. O Salmista pensava noite e dia em Deus e na sua lei. ue amo. e guardarei a tua lei. s teus estatutos são objecto dos meus cantares. Lembro-me. doa teus juízos antigos. no lugar da minha peregrinação. S S HETH Resolvi firmemente guardar a tua lel 57 Eu disse: Senhor.durante a oração. Deleitar-me-ei nos teus mandamentos. no sofrimento. Levantarei as minhas mãoa em sinal de amor.. e meditarei os teus estatutos. compadecé-te de mim. a minha porção (de herança) é guardar a tua lei. '8 soberbos escarnecem-me com veemência. ue a tua palavra me dá vida. e fico consolado. 65.46 47 Falarei dos teus preceitos diante dos reis. a tua lel é a minha consolação e a minha alegria 49 Lembra-te da palavra dada ao teu servo. sem me envergonhar. 58 Suplico o favor do teu rosto de todo o meu coração. levantarei as minhas mãos para os teus man­ damentos. 50 Isto me consola na minha aflição. 48. . durante a noite. S Z A IN N a aflição. mas eu nâo me afasto da tua lei. porque tenho observado os teus preceitos. 55 Lerabro-me do teu nome. 56 Isto me aconteceu. com a qual me deste esperança. como se fazia . Senhor. durante a noite. segundo a tua promessa. 53 Lembro-me. ue abandonam a tua lei. Senhor. 53 Apodera-se de mim a indignação por causa dos pecadores.

errei. JOD A consciência de ter praticado os mandamentos divinos é origem de consolação e de conforto 73 As tuas mãos fizeram-me. ó Senhor. TETH N a escola do sofrimento aprende-se a observar com mais fidelidade a lel de Deus 65 66 67 68 69 70 71 72 Tens usado de bondade com o teu servo. 64 A terra está cheia. 62 A ’ meia-noite levantei-me para te louvar por teus justos decretos.59 Considerei os meus caminhos. mas agora guardo a tua palavra. Os soberbos maquinam fraudes contra mim. porque confio nos teus mandamentos. segundo a tua palavra. formaram-me. Tu és bom e benfeitor. Senhor. do que mil lingotes de ouro e de prata. . 63 Sou amigo de todos os que te temem e dos que guardam os teus mandamentos. Para mim foi bom ter sido atormentado. 60 Apressei-me e não demorei a guardar os teus mandamentos. Ensina-me o sentido recto e a ciência. da tua graça: ensína-me os teus preceitos. instrui-me para aprender os teus manda­ mentos. ensina-me as tuas prescrições. Antes de ser atormentado. para aprender as tuas prescrições. e voltei aos meus passos para os teus preceitos. mas eu de todo o meu coração guardo os teus preceitos. 0 coração deles tornou-se (insensível) como gordura: eu porém delicio-me na tua lei. mas eu não me esqueci da tua lei. 61 Os laços dos pecadores me cingiram. Para mim vale mais a lei que saiu da tua boca.

pois injusta­ mente me afligem: eu meditarei sobre os teus preceitos.74 75 76 77 78 79 80 Os que te temem. injustamente me perseguem: socorre-me. segundo a promessa que fizeste ao teu servo. Voltem-se para mim os que te temem. CAPH Persevera na prática do bem. Sejam confundidos os soberbos. ó Senhor. esperando com fé o auxílio divino 81 83 83 84 85 86 87 88 A minha alma desfalece ansiando o teu au­ xílio . eu porém não abandonei os teus preceitos. porque a tua lei é a minha delícia. para que eu viva. porque pus a minha esperança na tua pala­ vra. ver-me-ão e alegrar-se-âo. Venham a mim as tuas misericórdias. Todos 08 teus mandamentos são fiéis. Venha a tua misericórdia consolar-me. espero na tua palavra. . aqueles que não procedem segundo a tua lei. ansiando a tua palavra: quando me consolarás? Em realidade. não me esqueci das tuas prescrições. e 08 que tomam a peito as tuas prescrições. mesmo no meio das perseguições. embora sendo como um odre exposto ao fumo. Conserva-me com vida segundo a tua miseri­ córdia. Seja perfeito o meu coração na prática dos teus estatutos para que eu não seja confundido. Quantos são os dias do teu servo? Quando farâs justiça aos que me perseguem? Os soberbos abriram covas para mim. e guardarei as prescrições saídas dã tua boca. Os meus olhos desfalecem. Por pouco me não reduziram a pó. que os teus decretos são ju s­ tos e que me afligiste com razão. Sei.

perduram sempre. visto que nada limita a 3ua perfeição. Senhor. eu porém estou atento às tuas prescrições. Tudo o que o Salmista viu de perfeito sobre a terra teve fim. ela é estável como o cén. permanece a tna palavra. 98 Mais sábio que os meus inimigos me tornou o teu mandamento. ela consolará incessantemente os justos 89 Para sempre. lu fundaste a terra. ara guardar as tuas palavras. 96 V i que toda a perfeição tem um lim ite: o teu mandamento é ilimitado. pois todas as coisas estão ao teu serviço. porque busquei os teus preceitos. e ela perdura. porque ele está sempre comigo. 90 A tua fidelidade permanece de geração em geração.LA M E D Eternidade da lel de Deus. sòmente a lei de Deus possui uma duração intermi­ nável. 99 Sou mais prudente que todos os meus mes­ tres. 100 Sou mais sensato que os anciãos. 94 Eu sou teu : salva-me. S 96. dá melhor instrução que os mestres do mundo 97 Quanto eu amo a tua lei. 92 Se a tua lei nâo fosse a minha delicia. porque observo os teus preceitos. 91 Segundo os teus decretos. porque tu me iustruiste. já eu teria perecido na minha aflição. porque os teus mandamentos são a minha meditação. porque por eles me deste a vida. 93 Nunca jamais me esquecerei dos teus preceitos. Senhor I Ela é (o objecto da) minha meditação todo o dia. 95 Os pecadores esperam-me para me perder. . MEM A lei divina é fonte de sabedoria. 101 Retiro os meus pés de todo o mau caminho. ão me desvio dos teus decretos.

por isso odeio todo o caminho da iniqüidade. A s tuas prescrições constituem a minha he­ rança para sempre. pelo qual o Salmista se quer guiar sempre 105 106 107 108 109 Lâm pada para os meus passos é a tua pala­ vra. como quem oferece um sacrifício. Juro e determino guardar os teus justos decretos. ó Senhor. e amo a tua lei. 114 T u és 0 meu protector e o meu escudo: espero na tua palavra. 104 Com OS teus mandamentos torno-me inteli­ gente.103 Quão doces são as tuas palavras ao meu pa­ ladar 1 São-no mais que o mel à miniia boca. em extremo: conserva-me a vida segundo a tua palavra. NUN A palavra. S 111 112 SAM EG H Faz repousar a sua esperança na lel. . Oferendas. não me afastei porém doe teus preceitos. da qual não será afastado pelos pecadores 113 Aborreço os dúplices de coração. Inclinei o meu coração a praticar sempre os teus estatutos: perpèluamente e com perfeição. orém não me esqueço da tua lei. e luz para os meus caminhos. ê um farol. porque são a alegria do meu coração. >s pecadores armaram-me um laço. Senhor. e ensina-me os teus decretos. é.. a lel de Deas. Tenho sido atormentado. isto. A minha vida está sempre em perigo.. 108. as oferendas da minha boca. Os louvores» as » rações e promessas que oferece ao Senhor. Aceita.

Por isso escolhi para mim os teus precei­ tos . Trata o teu servo seguado a tua bondade. malignos. e ensina-me os teus estatutos. que quero observar os mandamentos do meu Deus. do que o ouro fíuissimo. mais do que o ouro. pedindo a Deus que o ajude a observar a sua lel. ara que não me oprimam os soberbos. não permitas que eu seja confundido no que espero. por isso amo as tuas prescrições. odeio todo o caminho falso. e viverei. e serei salvo. e temo os teus decretos. para que eu conheça os teus preceitos. Sê fiador do teu servo para o bem. ansiando o teu auxilio e as promessas da tua justiça. Desprezas todos os que se desviam dos teus estatutos. E ’ tempo. S 134 135 126 137 138 . Consideras como escória todos os pecadores da terra. porque são mentira os seus pensamentos. A IN Oração. Senhor.115 116 117 118 119 130 Retirai-vos de mim. Is meus olhos desfalecem.mpara-me (Senhor). Ajuda-me. de procederes (com rigor): (0 8 soberbos) violaram a tua lei. Â. Por isso amo os teus mandamentos. Estremece a minha carne com temor de ti. que é abandonada por muitos 131 122 Tenho praticado o direito e a justiça: não me entregues aos meus opressores. segundo a tua promessa. instrui-me. e atenderei sempre aos teus estatutos. Eu sou teu servo.

136 Rios de lágrimas têm brotado dos meus olhos. e o teu juízo é recto. p o r isBO a s o b s e rv a a m in h a a lm a .. puríssima. 138 Impuseste as luas prescrições com justiça e com grande firmeza. e a tua lei é firme. por não terem guardado a tua lei. 142 A lua justiça é justiça eterna. como os metais. 140. e guardarei os teus mandamentos. . 131. S SA D E Justiça e verdade da lel divina 137 Tu és justo. e não me domine iniqüidade alguma. 139 O meu zelo me consome. purificada pelo fogo. 134 Livra-me da opressão dos homens. e ensina-me os teus estatutos. Modo de dizer para indicar um desejo ardente. 140 A tua palavra está sobremaneira provada. porque os meus adversários se esqueceram das tuas palavras.. lha para mim e compadece-te de mim. 131 Abro a minha boca e aspiro. 141 Eu sou pequeno e desprezado. Abro a minha boca. como costumas fazer com os que amam o teu nome. ensina os inexperientes. Senhor. mas não esqueço os teus preceitos. 130 A explicação das tuas palavras ilumina.PHE Pede a graca de vencer as dificuldades que se opSem à prática da lel 129 A s tu as p rescriçõ es são a d m irá v e is . 133 Encaminha os meus passos segundo a tua palavra. isto é. ilo desejo que tenho dos teus mandamentos. Provada. e o teu servo a ama. 135 Mostra sereno o teu rosto ao teu servo.

que as estabeleceste para sempre. uve a minha voz segundo a tua misericór­ dia. Senhor. COPH Súplica para obter a graça de ser sempre fiel à lel 145 Clamo de todo o meu coração: ouve-me Senhor. 151. 146 Clamo a ti: salva-me. espero nas tuas palavras. Perto estás de mim. Defende a minha causa e resgata-me. 152 H á muito tempo eu soube das tuas prescri­ ções. 148 Os meus olhos antecedem as vigílias noctur­ nas. . eu observo os teus estatutos. porque não me tenho esquecido da tua lei. 144 A justiça das tuas prescrições é eterna. porque não cuidam (do cumprimento) dos teus estatutos. 15t Perto estás (de mim). os teus mandamentos são as minhas delicias. dã-me a inteligência delas. S RES Oração para obter o auxílio divino contra a hoBtlIldade dos maus 153 154 155 Olha para a minha aflição e livra-me. por isso. dá-me a vida segundo a tua palavra. Senhor. 147 Vénho logo de manhã e imploro auxílio. dá-me vida segundo o teu decreto.143 A angústia e a tribulação vieram sobre mim. 6 todos os mandamentos são fléis. estão muito afastados da tua lei. &ra meditar as tuas palavras. e guardarei os teus estatutos. nâo temo os meus inimigos. e viverei. e. A salvação está lònge dos pecadores. 150 Aproximam-se os que inlquamente me perse­ guem .

Guardo os teus preceitos. conserva-me a vida pela tua misericórdia. 157 Muitos são os que me perseguem e me atri­ bulam : eu porém não me desvio das tuas prescrições. porém o meu coração leme. Senhor.156 Muitas são. . e ponho em prática os teus mandamentos. 159 Vê. Alegro-me com as luas palavras. as tuas palavras. como quem encontra muitos despojos. Senhor. ó Senhor. 160 A excelência capital da tua palavra é a cons­ tância. Odeio e detesto a iniqüidade. A minha alma guarda as tuas prescrições. e ardentemente as ama. Sete vezes ao dia te dirijo louvores por teus justos juízos. 6 é eterno todo o decreto da tua justiça. amo a tua lei. Senhor. porque eles não guardaram a tua palavra. TAU última süpllca pelas necessidades espirituais e temporais já expostas 169 Chegue. 158 V i OB prevaricadores e senti desgosto. que amo os teus preceitos. a minha súplica à tua pre­ sença: instrui-me segundo a tua palavra. porque todos os meus caminhos estão presen­ tes aos teus olhos. S IN Paz e alegria de quem observa a lel divina 161 163 168 164 165 166 167 168 Os príncipes perseguem-me sem causa. reverente. as tuas ordens. as tuas misericórdias. Gozam muita paz os que amam a tua lei. e não há para eles nenhuma ocasião de queda» Espero o teu auxílio. dá-me a vida segundo os teus decretos.

Assim sâo chamados os salmos.? O ser traspassada com setas agudas. Cedar. |ue escolhi oe teus preceitos. da língua enganadora. e brasas de giesta. 120. 10. 5 A i de mim. .. quando subiram ao templo por. N a minha tribulação. 175 Viva a minha alma e te louve. eles excitam à guerra. como ovelha que se desgarrou. 7 Quando lhes falo de paz.. 176 Ando errante. Que te dará. vibradas por mão robusta idum potente) e o ser atormentada com brasas.. clamei ao Senhor. S C Contra as línguas iníquas 120 (Vulgata 119) — 1 Cântico das subidas. que do átrio das mu­ lheres levavam ao átrio dos Israelitas. povo nômada e cruel.. Conclui o sentido do verso anterior. Cântico das subidas. porque todos os teus mandamentos são justos. ante a minha língua a tua palavra.. ó língua enganadora? 4 Setas agudas dum potente. 171 Os meus lábios rompam num hino (em teu louvor). que vivo em Mosoc.170 Chegue a minha pelição à tua presença: livra-me segundo a tua palavra. Gen. ó Senhor. 173 Assista-me a tua mão para me socorrer. ejo. 25. Estes dois nomes simbolizam aqui toda a sorte de inimigos primitivos e sem piedade. busca o teu servo.. do deserto siro-arábico (vid.. e 08 teus decretos me socorram. uando me ensinares os teus estatutos. provàvelmente por serem cantados pelos Israelitas. Mosoc. 6 Demasiado habitou a minha alma com os que odeiam a paz. livra a minha alma do lábio iníquo. habito nas tendas de Cedar. e a tua lei é a minha delícia. ocasião das trés grandes festas. porque me não esqueci dos teus mandamentos.. porque eram cantados pelos levitas. 120 a 134. e ele ouvíu-roe. 13). Gen. 2 Senhor. 1. de ti a salvação. povo das proximidades do Mar Negro (vid. Segundo outros. 4. ao subirem os quinze degraus.. 2). 3 Que te dará ou que te acrescentará (Deus).

porque me disseram: Alegria cIremos à casa do Senhor. De Davide.O Senhor. 5 O Seunor te guarda. 4 Nâo. toda em si compacta. nem dormirá o que guarda Israel. coroados pelo templo. 5 L á se estabeleceram as sedes da justiça. e encerrados num espaço limitado pelas suas mura­ lhas. Exprime a alegria de ir a Jerusalém e a afectuosa saudação que os peregrinos dirigiam à cidade santa. formavam uma massa compacta. ão permitirá ele que vacile o teu pé. nem adormecerá aquele que te guarda. 6 Pedi (a Deus) graças de paz para Jerusalém. As casas e os palácios de Jerusalém. ao che­ garem. 8 O Senhor guarde a tua eutrada e a tua saída. o Senhor é a tua protecção. não adormecerá. as tribos do Senhor. ue fez o céu e a terra. para louvar o nome do Senhor. votos de aqueles que te amam {ó cidade santa) vivam fg^fcidade em segurança! 132. Capital segundo a lei de Israel. 6 Durante o dia o sol não te queimará. por certo. ó Jerusalém. 7 O Senhor te guardará de todo o m a l: guardará a tua alma. nem a lua (to danificará) de noite. 4 L á sobem as trÍDOs. ao teu lado direito. 3. Eu me alegrei. Levauto os meus olhos para os montes: donde me virá o socorro?" 2 O meu socorro vem do Senhor. guarda e protector do seu povo 121 (Vuigata 120)— 1 Cântico das subidas. cujo aspecto maravi­ lhava os peregrinos. as eedes da casa de Davide. .» chegada 2 Já 08 nossos pés param às tuas portas. ã Saudação a Jerusalém cidade santa 122 (V uigata 121) — l Cântico das subidas. que está edifícada como uma cidade. 3 Jerusalém. desde agora e para sempre.

até que tenha misericórdia de nós. Quando se acendia o seu furor contra nós. O Senhor livra dum perigo gravíssimo 124 vide. . em extremo. Bendito o Senhor. porque estamos. Senhor. que não nos deu aos seus dentes por presa. então a água (da desgraça) nos teria submer­ g id o . então teriam passado sobre nós as àguas entumecidas. por isso seja bendito. nosso Deus. Tem misericórdia de nós. se o Senhor não tivesse estado por nós. como os olhos da escrava nas mãos de sua senhora. assim como os olhos dos servos estão nxos nas mãos dos seus senhores. de certo nos teriam engulido vivos. de desprezo dos soberbos.Reine a paz dentro dos teus muros. Levanto os meus olhos para ti (6 Btus). Confiança em Deos do povo desprezado 123 3 3 4 (Vulgata 123) — 1 Cântico das subidas. direi: H aja paz em ti! Por amor da casa do Senhor. tem miseri­ córdia de DÓS. fartos de des­ prezo . assim 08 nossos olhos estão fíxos no Senhor nosso Deus. que habitas nos céus. Vede que. quando os homens se levantaram contra nós. pedirei todo o bem para ti. (Vulgata 133)— 1 Çântico das subidaSk Be B a Se o Senhor não tivesse estado por nós. segurança nos teus palácios! Por causa dos meus irmãos e dos meus com­ panheiros . Deus livrou o seu povo. a torrente teria passado sobre nós. a nossa alma estâ muito farta de ser o objecto de escárnio dos ricos. diga-o agora Israel.

8. 125. O nosso sooot^ o. Então a nossa boca encheu-se de riso. para que os justos não estendam à iniqüidade as suas mãos. Os que confiam no Senhor são (firmes) como o monte de Siáó. 3 Porque não permanecerá o ceptro dos ímpios sobre a herança dos justos.. que os afasta da iniqüidade. Contudo o Salmista tem esperança de que Deus não permitirá por muito tempo este domínio. O domínio dos pagãos (o c e t r o . 0 nosso socorro está no nome do Senbor. repetido muitas vezes pela Igreja nas suas orações. 4 Faz bem. expulse-os o Senhor com os malfeitores. DÓS ficámos como que a sonhar. 8 O Senhor auxilfa o povo contra os inimigos iníquos 125 (Vulgata 124)— 1 Cântico das subidas. aos bons e aos rectos do coraçao. . que era a herança de Israel (a h e ra n ça dos justos). Estas palavras são um acto de fé. e nós ficamos livres. A paz seja sobre Israel! Oração por um completo restabelecimento do povo 126 2 (V ulgata 125)— 1 Cântico das subidas. agora e para sempre. Senhor. como o p&ssaro..» 124. para que os justos não percam a coragem. que não é abalado...7 A nossa alma (ou vida). 5 Porém aos que se desviam para caminhos tor­ tuosos. e a nossa língua de alegria. 3.) exercia-se então sobre a Palestina. Então se disse entre as gentes: «C oisas magníficas fez o Senhor em favor deles. oh<‘upou do laço dos caçadores: 0 laço foi quebrado. Quando o Senhor fez voltar os cativos de Sião. que fez o céu e a terra. que permanece para sempre. 2 Montes circundam Jerusalém: assim o Senhor circunda o seu povo.

o fruto das entranhas é uma recompensa. 2. são com o us setcís com que um guerreiro resiste ao inimigo. A família numerosa é uma graça de Deus. ficando assim estéreis os seus trabalhos. como as torrentes na terra austral. 4 Gomo setas na mão do guerreiro. coisas magníficas fez o Senhor por nós: fomos cheios de júbilo. Nestes. Muda.3 4 5 6 (S im ). são um dom do Senhor. Não serão confundidos quando contenderem com os seus inimigos à porta. a nossa sorte. e. virão com alegria. cansam-se. e fazeis serão até alta noite. trazendo os seus feixes. 127. 5. 08 semeadores na hora da sementeira. Muitos levantam-se antes da aurora.. entre os sofrimentos do exílio. Se o Senhor não edificar a casa. assim são os Glhos da juventude. apesar disso. quando (porém) voltarem. vós que corneis o pão de trabalho duro: porque ele o dá aos seus amados até durante o sono. os Israelitas prepararam a alegria do actual ressur­ gimento da sua pátria. Senhor. . comem um alimento penosamente ganhado (o p ã o ). Vão andando e chorando. Metáfora para indicar que. com alegria ceifarão. 3. Junto das portas da cidade se realizavam os julga­ mentos. 3 Eis que os filhos. Se o Senhor não guardar a cidade.. 4. inutilmente vigia a sentinela. 5-6. 5 Ditoso o homem que delas encheu a sua aljava. 2 Em vão vos levantais antes de amanhecer. T oda a prosperidade provém da bênção de Deus 127 (Vuigata 126) — 1 Cântico daa subidas. os filhos defenderão os pais injustamente acusados. Os que semeiam entre lágrimas. E m vão. é em vão que trabalham os que a edíficam. 126. Be Salomão. Os filhos em volta dos seus pais para os defenderem. E isto porque desprezam o auxílio de Deus.

bem-aventurado serás. que andas nos seus caminhos 1 2 Com efeito. a qual seca antes de ser arrancada. no interior da tua casa. comerás do trabalho das tuas mãos. como rebentos de oliveiras. implora o auxilio de Deus 129 2 3 4 5 6 7 (Vulgata 128)— l Cântico das subidas. O Senhor. Imagem para indicar as perseguições sofridas por IsraeL 4. Fiquem confundidos e retrocedam. Sobre o meu dorso lavraram os lavradores.. . que temes o Senhor. que é justo. porém.Felicidade da familia piedosa 12$ (Vulgata 127) — l Cântico das subidas. As cordas com que estavam atados os escravos judeus. Muito me têm combatido desde a minha juventude. teus filhos. Sobre o meu dorso. quem quer que sejas. ao redor da tua mesa. todos 08 que odeiam Sião. 129. diga-o agora Israel: Muito me têm perseguido desde a minha juventude. 3. e cumulado de bens. Sejam como a erva dos telhados. oprimido desde a juventude. cortou as cordas dos ímpios. 4 Eis como será abençoado o homem que teme o Senhor. Bem-aventurado és tu. 6 para que vejas os filhos dos teus filhos: a paz seja sobre IsraeL Israel.. 3 T ua esposa será como uma vide fecunda. para que vejas a prosperidade de Jerusalém todos 08 dias da tua vida. nem {enche) seus braços o que apanha seus feixes. õ Abençoe-te o Senhor de Sião. abriram longos os seus sulcos. da qual o que a sega não enche a sua mão. mas não prevaleceram contra mim.

2 Senhor. no. Senhor. desde agora e para sempre. acalmei e apazigüei a minha alma. assim eslá a minha alma em mim. nem os meus olhos se mostram altivos. Senhor. Senhor. o meu coração não se ensoberbece. ó Senhor. Israel.Israel de todas as suas iniquidades. quem. na sua palavra espera a minha alm a. porque no Senhor está a misericórdia. e nele é abundante a redenção: 8 ele mesmo redimirá. 3 Se conservares a lembrança dos delitos. spero no Senhor. poderá subsistir (em tua presença) ? 4 Porém junto de ti está o perdão dos pecados. Desde o mais profundo clamo a ti. nem ando atrás de coisas grandes ou demasiado altas para mim. 2 3 (Vuigata 130) — 1 Cântico das subidas. 7 Israel está à espera do Senhor. Pelo contrário. . Mais do que a sentinela (à espéraj da aurora. mais do que a sentinela (à espera) da aurora. Espera. ouve a minha voz! Estejam atentos os teus ouvidos à voz da minha súplica. Be B a Senhor. ara que com reverência sejas servido.» A culpa do homem e a misericórdia de Deus 130 (Vuigata 129)— 1 Cântico das subidas. como um menino no regaço de sua mãe: como um menino.8 Nem os que passam dizem: 4 A bênção do Senhor sobre vós! Nós vos abençoamos em nome do Senhor. Ê Humilde e flllal abandono em Deus 131 vide. à espera do Senhor está 6 a minha alma.

» Nós ouvimos dizer que a arca estava em Efrata. «U m descendente da tua linhagem porei sobre o teu trono. Jurou o Senhor a Davide i^m essaa uma promessa firme.Promessas de Davide ao Senhor e promessas do Senhor a Davide 132 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 (Vulgata 131) — 1 Cântico das subidas. não darei sono aos meus olhos. aliança. Vestirei os seus sacerdotes de salvação. Voto (Io Lembia-te. nem repouso às minhas pálpebras. não rejeites o rosto do teu ungido. Depois dc recordar o que Davide fez pelo Senhor. Por amor de Davide. uma morada para o Poderoso de Jacob. esta promessa ao poderoso de Jacob: «N ã o entrarei na tenda da minha casa. e dêem os teus fiéis largas à sua alegria. prostremo-nos ante o escabelo de seus pés. aqui habitarei. Senbor.» Com efeito o Senhor escolheu Sião. teu servo. que jamais retratará: de Deus. que tinham o seu centro em Sião. desejou-a para sua habitação: «E ste é o meu repouso para sempre. Senhor. e os seus santos exultarão de júbilo. para o lugar do teu repouso. Revistam-se os teus sacerdotes de justiça (ou santidade). de toda a sua solicitude: (lenibra-te) como fez este juramento ao Senhor. 8. tu e a arca da tua majestade. também os seus filhos para sempre se sentarão sobre o teu trono. não subirei ao estrado do meu leito. 132. Davlili*. D o teu repouso. o templo cotostruldo em Jerusalém. porque a desejei. até que encontre um lugar para o Senhor. TrasladaQão da fomos achá-la nos campos de laar. Levanta-te. arca da Entremos na sua morada. . Se OB teus filhos guardarem a minha aliança e os preceitos que eu lhes ensinar. saciarei de pão os seus pobres. e todo o povo de Israel. em favor de Davide. abençoarei copiosamente o seu alimento. o poeta pede a Deus que cubra com a sua proteccão a realeza e o sacerdócio.

tiradas dos costumes e clima do oriente. louvai o Senhor. e bendizei ao Senhor. > Alegria da concórdia fraterna 133 (Vulgata 132) — 1 Cântico das subidas. a vida para sempre. . que fez o céu e a terra. seus servos. e descreve os idolos ou falsos deuses (15-18). enquanto sobre ele brilhará o meu diadema. convidando o povo a louvar o verdadeiro Deus.17 18 A li dilatarei o poder de Davide. Ê Louvores nocturnos no templo 134 (Vulgata 133)— 1 Cântico das subidas. que desce sobre a barba. As duas comparações. todos 08 servos do Senhor. Exalta a grandeza de Deus na natureza (6-7) e na história dos Hebreus (8-14). 2 Levantai as vossas mãos para o santuário. Louvai 0 nome do Senhor. senhor de todas as coisas e benfeitor do povo de Israel Convite dVSeus!^ 185 (Vulgata 1 3 4 )-1 Aleluia. A lâmpada é o símbolo dum futuro próspero. De Davide. 135. que desce sobre o monte Sião. i * como um azeite precioso derramado na ca­ beça. gue desce sobre a orla do seu vestido. durante as boras nocturnas. o Senhor derrama ali a sua bênção. 133. vós. 0* quão bom e quão suave ara irmãos viverem juntamente. 3 Abençoe-te de Sião o Senhor. Começa e termina. 17. vós. Louvores a Deus. 3 é como o orvalho do Hermon. vós que asBÍstis na casa do Senhor. prepararei uma lâmpada para o meu ungido» Cobrirei de confusão os seus inimigos. 2-3. exprimem a abundância e os agradáveis efeitos dos bens que Deus destinava a quem de bom grado habitasse em Jerusalém. E ial bendizei ao Seobor. a barba de Aarão.

contra Faraó e contra todos os seus servos. e que o nosso Dominador é mais que todos motlvoH desto os deuses. na terra. O Senhor Gasa de Israel. E deu as terras deles em possessão. e não vêem. Operou sinais e prodígios no meio de ti. a tna memória passa de geração em geração. Desde Sião seja bendito o Senhor. Senhor. Louvai o Senhor. obras das mãos dos homens: têm boca. no céu. Feriu os primogênitos do Egipto. e Israel para sua possessão. e não há alento de vida na sua boca. vós 08 que adorais o Senhor. Ele faz subir as nuvens das extremidades da terra. e todos os reis de Ganaan. cantai salmos ao seu nome. têm ouvidos. e não falam: têm olhos. Senhor. eu sei que o Senhor é grande. Os ídolos dos gentios não são mais que prata Inutili­ dade dos e ouro. Tudo o que quer. bendiz ao Senhor. idolos. Feriu nações numerosas e matou reis poderosos: Seon. Prlnclpaln Sim. casa de Levi.2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 vós. que habita em Jerusalém. louvor. porque o Senhor é bom. em possessão a Israel. Og. que assistis na casa do Senhor. e não ouvem. seu povo. ó Egipto. no mar e em todos os abismos das águas. Porque o Senhor proteje o seu povo. rei de Basan. Gom eles se parecem os que os fazem. com os relâmpagos provoca a chuva. e tem compaixão dos seus servos. . porque é suave. faz sair os ventos dos seus reservatórios. bendiz ao Senhor. seja casa de Aarão. bendizei ao Senhor. e todo o que confia neles. o teu nome permanece eternamente. o faz o Senhor. nos átrios da casa do nosso Deus. bendiz ao Senhor. desde os homens até aos animais. bendito. rei dos Amorreus. Porque o Senhor escolheu para si Jacob.

que fez passar Israel pelo meio dele.Acção de graças pelos muitos benefícios de Deus 136 Louvor ao Senhor soberano. que feriu grandes reis. que precipitou Faraó e o seu exércio no Mar Vermelho. rei dos Amorreus. porque é bom. porque a sua misericórdia é eterna. porque a sua misericórdia é eterna. 10 por bene­ ficiar Israel na saída do Egipto. porque a sua misericórdia é eterna. (Louvairo a ele) que fez os grandes luminares. (Louvai-o a ele) que conduziu o seu povo pelo deserto. porque a sua misericórdia é eterna. Louvai ao Deus dos deuses. (Louvai-o a éle) que feriu os egípcios nos seus primogênitos. porque a sua misericórdia é eterna. Louvai ao Senhor dos senhores. 11 12 13 14 15 16 17 18 (V ulgata 135) — 1 Aleluia. porque a sua misericórdia é eterna. porque a sua misericórdia é eterna: o soi para presidir ao dia. porque a sua misericórdia é eterua. porque a sua misericórdia é eterna. ^ porque a sua misericórdia é elerna. porque a sua misericórdia é eterna. (Louvai-o a ele) único que faz grandes mara­ vilhas. porque a sua misericórdia é eterna. . porque a sua misericórdia é eterna. que fez os céus com sabedoria. Louvai ao Senhor. porque a sua misericórdia é eterua. que tirou Israel do meio deles. porque a sua misericórdia é eterna. pelos seus prodígios na natu­ reza. Seon. porque a sua misericórdia é eterna. que estendeu a terra sobre as águas. porque a sua misericórdia é eterna. porque a sua misericórdia é elerna. com mão poderosa e braço levantado. a lua e as estrelas para presidirem à noite. que matou reis poderosos. porque a sua misericórdia é eterna. que dividiu em duas partes o Mar Vermelho.

rei de Basan. porque a sua misericórdia é eterna. 5 Se me esquecer de ti. se náo puder Jerusalém acima de toda a minha alegria 1 7 Lembra-te. 24 livrou-nos dos nossos inimigos. 3 A li. porque a sua misericórdia é eterna.20 e Og. porque a sua misericórdia é eterna. nos pediam cânticos. 23 Em nosso abatimento lembrou-se de nós. 21 que deu a terra deles em possessão. 25 (Louvai-o a ele) que dá alimento a toda a carne. porque a sua misericórdia é eterna. ditoso aquele que te devolver os males que nos fizeste I Tristezas exílio. os que nos tinham deportado. 22 em possessão a Israel. seu servo. Senhor. destruí nela (tudo) até os fundamentos. 26 Lonvai a Deus do céu. para mal dos filhos de Edom.» 8 Filha (população) exterminadora de Babilô­ nia. Protestos de amor a Jerusalcm. cm todas porque a sua misericórdia é eterna. ao esquecimento seja entregue a minha direita 1 6 Fique pegada a minha língua às minhas fauces. porque a sua misericórdia é eterna. alí nos assentámos a chorar. oração . e os nossos opressores (nos pediam) alegria: «Cantai-nos algum dos cânticos de S iã o !» 4 Gomo cantaremos o cântico do Senhor em terra estranha (lhes respondemos). 08 quais disseram: «Destruí. lembrando-nos de Sião. se eu me não lembrar de ti. Jerusalém. 2 N os salgueiros daquela terra pendurámos as nossas cítaras. porque a sua misericórdia é eterna. do dia (da ruina) de Jerusalém. Tristezas e aspirações dos exilados 137 (V ulgata 136) — 1 Junto dos rios de Babilônia.

Bem-avenlurado o que apanhar às mãos e fizer em pedaços contra uma pedra os teus filbinhos! Acção de graças por um benefício Acção de graças pelo passado. quando ouvirem as palavras da tua boca. 9. Este proceder cruel estava da ciência então em uso durante aa guerras. vê tudo M editação leolóRica Bobre 08 atri* 139 (Vuigata 138) — l J o mestre do coro. presente em toda a parte. me conheces. e glorificarei o teu nome. oração para o futuro. 4 Gelebrar-te-áo. o Senhor é excelso.» 6 N a verdade. 8 A s obras começadas. dade. o Senhor as acabará por mim. a tua direita me salva. 6 e cantarão os caminhos (o proceder) do Se­ nhor: «verdadeiramente é grande a glória do Se­ nhor. 138 íVuigata 137) — 1 De Davide. mas olha para o humilde. lança o seu olhar de louge. Senhor. estendes a tua mão contra a ira dos meus inimigos. não abandones a obra das tuas mãos. Senhor. todos os reis da terra. tu me sondas. e da obiquí. é a ruína do império do mal. Eu te glorificarei. E iizer em pedaços. vide. porque fizeste grande sobre todas as coisas o teu nome e a tua promessa. Deus. De D a - ’ batos diTínoB 137. Seuhor. a tua bondade é eterna. 2 prostrar-me-ei no teu santo telnplo. 7 Se eu ando no meio da tribulação (ó Senhor). por tua bondade e fidelidade. ouviste-me. 3 Quando te invoquei. em presença dos anjos te cantarei salmos. multiplicaste a fortaleza na minha alma. tu me conservas a vida. porque ouviste as palavras da minha boca. de todo o meu co­ ração. ao soberbo.. O que o poeta pede aqui. porém. .acima de tudo.. Salmo. Senhor.

. quando ia sendo entre tecido nas entranhas da terra. Para onde irei. 7-10. eis. porque são maravilhosas as tuas obras. ainda lá me guiará a tua mão. £ ’ demasiado admirável para mim essa ciência. e a noite brilhará como o dia: a densa escuridão é para ti como a luz. Por Iodos os lados me envolves.2 3 4 6 6 7 5 9 10 11 12 13 14 15 16 tu me conheces. tu lá estás. De longe penetras os meus pensamentos. observas todos os meus caminhos. e pões sobre mim a tua mão. é sublime: não posso aliugi-la. Porque foste tu que formaste os meus rins. neles te encon­ tras presente. me entreteceste no seio de minha mãe. vês claramente quando ando e quando re­ pouso. e no teu livro todos estão inscritos. porque tão admiravelmente fui for­ mado. antes que um só deles existisse. me envolverá a noite» — as mesmas trevas não serão obscuras para ti. Senhor. quando me sento e quando me levanto. Os teus olhos viram os meus actos. Antes mesmo que uma palavra esteja sobre a minha língua. quando me ia formando em segredo. Perfeitamente conheces a minha alm a. 139. a fim de ficar longe do teu espírito? E para onde fugirei da lua presença? Se subo ao céu. que jâ a conheces toda. em vez da luz. se me prostrar nos iuferaos. Se eu tomar as asas da aurora e habitar nos confins do mar. Louvo-te. e me tomará a tua direita. e. são fixados os dias. 15. a minha estrutura não te foi desconhecida. seio materno. Entranhas da terra. Se eu disser: « A o menos as trevas me enco­ brirão. isto é. Nâo há lugar onde possamos fugir aos olhos de Deus.

e reconduz-me pelo caminho antigo. tornaram-se meus inimigos. do homem malvado. 24. que todo o dia provocam litígios. à voz da minha súplica. Salmo. ó Deus. Caminho antigo. 21-22. se rebelam contra ti. Contra os inimigos violentos e pérfidos 140 (Vulgata 139) — 1 Ao mestre do coro. quão imenso o seu número I 18 Se me ponbo a contà-los. e junto do<caminho me põem tropeços. 19 Oxalá dês a morte ao ímpio. . De Davidei 2 Livra-me. 7 Eu digo ao Senhor: Tu és o meu Deus. e se afastem de mim os homens sanguinários! 20 Porque. se chegar ao fim. Senhor. isto é. como Noé. protege-me do homem violento: (dos) que procuram desviar os meus passos. 4 Aguçam as suas línguas como a serpente: têm veneno de áspides debaixo de seus lábios. ó Deus. Quão difíceis são para mim os teus desígnios. aquele que foi seguido pel devotos da antiguidade. ainda estou contigo.17 Desta meditagão tira-se mo­ tivo para odiar cada vez mais o pecado. vejo que o seu nú­ mero ultrapassa o da areia (do m ar) . das mãos do iníquo. e estendem as suas cordas à maneira de rede. ó Deus. 5 Salva-me. Os inimigos de Deus são também os inimigos de Davide. 6 (dos que são) orgulhosos e me armam oculta­ mente um laço. preserva-me do homem violento: 3 dos que maquinam maldades no coração. 24 e vê se ando pelo mau caminho. com astúcia. Senhor. atende. Senhor. 23 Sonda-me. e não me causam tédio os que se levantam contra ti? 22 Com ódio implacável eu os odeio. Senhor. pèrfidamente se vangloriam os teus inimigos. e conhece o meu coração. os que te odeiam. Abraão e outros. põe-me à prova e conhece os meus sentimen­ tos. 21 Porventura náo odeio eu.

seja a elevação das minhas mãos (tão agradá­ vel) como o sacrifício da tarde. os justos celebrarão o teu nome. sejam precipitados numa cova. 5 Bata-me o ju sto: isso é piedade. meu poderoso auxíiiol tu pões a coberto a minha cabeça no dia da batalha. 9 Não cedas.8 0 ’ Senhor Deus. atende à minha voz. aos desejos do iníquo. repreenda-me: é perfume para a cabeça. Oração do justo contra as Insfdias do iníquo 141 (Vuigata 140) — 1 Salmo. 4 Não deixes inclinar o meu coração para coisa má. sob os seus golpes. e justiça aos pobres. Erguem 10 a cabeça os que me rodeiam: oprima-os a malícia dos seus lábios. nem com os homens que cometem a iniqüi­ dade. para cometer crimes. 11 Chovam sobre eles carvões ardentes. uma guarda à minha boca. coma eu jam ais dos seus lautos manjares. socorre-me depressa. não secundes os seus planos. 6-7. 13 Sei que o Senhor dá razão ao indigente. e ouviram quão suaves eram as minhas pala­ vras. os homens rectos habitarão na tua presença. 12 0 homem de má língua não durará sobre a terra. Refere-se talvez o salmista (Davide) ao que é nar- . a ti clamo. o qual a minha cabeça não recusará. para que não mais se levantem. 3 Põe. 14 Sim. sentinela à porta dos meus lábios. 141. quando clamo a ti. Senhor. o homem violento será colhido de improviso pela desdita. antes hei-de orar sempre. Senhor. cujo texto parece que foi bastante corrompido. sâo completamente obscuros. Senhor. como incenso. 2 Suba directa a ti a minha oração. O sentido e o nexo destes versículos. 6 Os seus príncipes caíram junto do rochedo. De Davide.

o Salmista •encontrava consolação nâo só em orar. 24. 9 Guarda-me do laço. Outros dizem que nestes dois versículos se trata do futuro castigo dos inimigos. tu conheces o meu caminho. Senhor.7 Assim como a terra quando é sulcada e fen­ dida. armaram-me laços ocultos. enquanto eu escape incólume. S ú p li c a . 7 Atende ao meu clamor. . 10 Caiam todos juntos. 142. 6 A ti clamo. mas também em pen­ sar que Deus conhecia o seu estado (o meu caminho). Não tenho para onde fugir. e não há quem se importe de mim. mauífesto-lhe a minha angústia. 3 Exponho diante dele a m4uha preocupação. Senhor: digo: Tu és o meu refúgio. a minha porção na terra dos viventes. 8-20» quando o perseguidor Saul fo i tratado por ele com benignidade junto do rochedo. em suas próprias redes. 8 Para ti pois. os ímpios. em alta voz suplico ao Senhor. 6. enquanto viver. se volvem os meus olhos. 4 Quando está em ânsia em mim o meu espírito. Súplica de um homem abandonado por todos 142 ( V u l g a t a 141) — l M a s k il. 5 Volto-me para a direita e olho. não há quem olhe pela minha vida. B e D a v id e . rado no I Reg. a ti me acolho: não permitas que se perca a miuha alma. q u a n d o 2 Em alta voz clamo ao Senhor. Livra-me dos que me perseguem. Na terra dos viventes. Porém nenhuma explicação satisfaz por com­ pleto. porque sou sumamente miserável. porque são mais fortes do que eu. assim foram dispersos os seus ossos junto da sepultura. 4. isto é. que armaram contra mim. Quando o seu espírito estava abatido. 1-16: 26. e das emboscadas dos que praticam a iniqüi­ dade. No caminho por onde ando. e s t a v a n a c a v e r n a .

dentro de mim se gelou o meu coração. como os mortos de muito tempo. 5 Faz-me sentir já a tua bondade. para que dê graças ao teu nome. 10 Ensina-me a fazer a tua vontade.6 Tira-me desla prisão. deste perigo — Os justos me rodearão. De Davide. 2 N ão chames a juízo o teu servo. Senhor. 6 Entendo as minhas mãos para tí. Os justos esperavam que ele fosse livre do perigo. para tomarem parte na sua felicidade e louvarem com ele o Senhor. presta ouvidos à minha súplica por tua fide­ lidade. .. medito em todas as tuas obras. considero as obras das tuas mãos. Senhor. ouve a minha oração. 7 Atende-me. quando me fizeres este benefício. colocou-me nas trevas. 8. Os justos me rodearão. 9 Livra-me dos meus inimigos. porque em ti confio. Oração dum penitente angustiado 143 (Vuigata 142) — 1 Salmo. 4 0 meu espírito desfalece em mim. N ão escondas de mim a tua face. porque nenhum vivente é justo na tua pre­ sença. como terra sequiosa. 0 teu espírito é bom : conduza-me por terra plana. Faz-me conhecer o caminho em que devo andar. com presteza. porque tu és o meu Deus. para que não me torne como os (mortos) que descem à cova. 6 (M a s) lembro-me (logo) doe dias antigos. Desta prisão.. porque a ti elevo a minha alma. a minha alma tem sede de ti. porque o meu espírito desfalece. 3 0 inimigo persegue a minha alm a: prostrou por terra a minha vida. atende-me por tua justiça. Senhor: em ti espero.

que livraste Davide. toca os montes. para que cuides dele. tira a minha ^Ima da an­ gústia. minha misericórdia e minha cidadela. Tira-me da espada maligna. cuja boca fala mentira. 12 Pela tua bondade. e livra-me da mão dos estranhos. . lança as tuas setas. com o saltério de dez cordas te entoarei sal­ mos. extermina todos os que atribulam a minha alma. Oração do rei para alcançar vitória e prosperidade 144 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 (Vulgata 143) — 1 De Davide. minha Rocha. Sejam os nossos filhos como plantas. que é o homem. Bendito seja o Senhor. destrói os meus inimigos. estende a lua mão lâ do alto. da mão dos estranhos. que crescem na sua juventude. Senhor. meu escudo e meu refúgio. por tua clemência. que aos reis concedes vitória. teu servo. porque eu sou teu servo. e fumegarão: despede um raio. cuja boca fala mentira^ cuja direita ju ra falso. 06 meus dedos para a guerra. e dispersa-os. conserva-me vivo. O’ Deus. 06 seus dias como a sombra que passa. e desce. Senhor. a ti. tira~me e livra-me das muitas águas (da tri­ bulação). o filho do homem. Senhor. para que penses nele? 0 homem é semelhante a um sopro de brisa. cuja direita ju ra falso.11 Por causa do teu nome. eu te cantarei um cântico novo. que adestra as minhas mãos para a batalha. e conturba-os. que me submete os povos. meu presídio e meu libertador. inclina os teus céus.

14 os nossos jumentos andem carregados. Publiquem a glória do teu reino e falem do teu poder. 15 Ditoso o povo que goza tais coisas. O Senhor é fiel em todas as suas palavras. para darem a conhecer aos filhos dos homens o teu poder. Proclamam o Touvor da tua grande bondade e exultam com a tua justiça. e compassivo com todas as suas obras.as nossas filhas sejam como colunas angulares. esculpidas como as colunas dum templo. louvarei o teu nome pelos séculos dos séculos. Eu te exaltarei. Falam do poder das tuas obras terríveis e contam a tua grandeza. Grande é o Senhor. Falam da esplêndida glória da tua majestade. Dêem-te glória. e o teu império subsiste por todas as gerações. Não haja brecha nas muralhas. 0 teu reino é um reino que se estende a todos os séculos. abundantes em todos os rnitos. bendirei o teu nome pelos séculos dos séculos. e (todas) anunciam o teu poder. multipliquem-se por miríades ein nossos campos. meu rei. divulgam as tuas maravilhas. santo em todas as suas obras. Senhor. Grandeza e bondade de Deus 145 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 (V ulgata 144)— 1 Louvores. iodas as tuas obras. nem exílio. cada dia te bendirei. e OB teus santos te bendigam. e a sua grandeza é iusondâvel. nem pranto nas nossas praças. tardo para a ira e de muita benignidade. Bom é o Senhor para com todos. Clemente e misericordioso é o Senhor. Be Davide. ditoso o povo. mil vezes fecundas. 13 Estejam cheios os nossos celeiros. . as nossas ovelhas. muito digno de louvor. cujo Deus é o Senhor. meu Deus. Um a geração apregoa a outra as tuas obras. e a glória do teu reino esplendoroso.

voltará ao seu p ó . 0 (mesmo) Senhor dá liberdade aos cativos. Os olhos de todos esperam em ti.14 15 16 17 18 19 20 21 0 Senhor sustém todos os que caem. e sacias com benevolência todos os víventes. Ele fará a vontade dos que o temem. 7 faz justiça aos oprimidos. cantarei salmos ao meu Deus enquanto existir. Senhor. 2 eu louvarei o Senhor durante a minha vida. ouvirá o seu clamor e os salvará. O Seuhor guarda todos os que o amam. rei eterno 146 (Vuigata 145) — 1 Aleluia. que conserva eternamente a fidelidade (das suas promessas). o mar e todas as coisas que neles há. mas embaraça os caminhos do pecador. de todos os que o invocam com sinceridade. Cante a minha boca o louvor do Senhor. 5 Ditoso aquele de quem é protector o Deus de Jacob. seu Deus. cuja esperança está no Senhor. santo em todas as suas obras. ampara o órfão e a viúva. auxílio de todos. 6 que fez o céu e a terra. e toda a carne bendiga o seu santo nome. e tu lhes dás o sustento em tempo oportuno. 8 o Senhor abre os olhos aos cegos. 3 Não confíéis nos príncipes. ó minha alma. Louvor a Deus criador. . o Senhor. o Senhor ama os justos. pelos séculos dos séculos. nem no homem que não pode salvar. levanta todos os prostrados. então se desvanecerão (como fumo) todos os seus projectos. 9 0 Senhor protege os peregrinos. 0 Senhor eslá perto de Iodos os que o invocam. Louva. 0 Senhor endireita os encurvados. Justo é o Senhor em todos os seus caminhos. 4 Quando sair o seu espírito. T u abres a tua mão. dá pão aos famintos. e exterminará todos os ímpios.

abate os ímpios até à terra. 0 Senhor edifíca Jerusalém. Não se deleita com a força do cavalo. Louvai 0 Senhor. (reinará) de geração em geração. Aleluia. ó Siáo. ao teu Deus. que dá o seu alimento próprio aos animais e aos fílhinhos dos corvos. Agradam ao Senhor os que o temem. nem se compraz nos pés do homem. ao Senhor. restaurador de Israel 147 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 (Vulgata 146 e 147) — 1 Aleluia. o teu Deus. e verduras para uso doe homens. abençoou os teus filhos (que habitam) dentro de ti. porque é suave: ele é digno de louvor. e pelos benefícios especiais feitos a Jerusalém (12-20). pela sua providência (7-11). e liga as suas chagas. ele sara os atribulados de coração. que cobre o céu de nuvens. e forte o seu poder^ a sua sabedoria não lem limites. 0 Senhor eleva oe humildes. que prepara (assim) chuva para a terra. que clamam a ele. congrega os dispersos de Israel. Fixa o número das estrelas. 147. canlai salmos ao som da citara ao nosso Deus. os que confiam na sua bondade. da flor da farinha te sacia. Grande é o nosso Senhor. (1) Louva. Canlai ao Senhor um cãnlico de acção de graças. Louvores a Deus. louva. chama cada uma pelo seu nome. (3) pôs em paz as tuas fronteiras. protector e sábio. que produz erva nos montes. porque é hom. cantai salmos ao nosso Deus. ó Jerusalém.10 0 Senbor reinará para sempre. mas sim à bondade moral. . ó Sião. Neste salmo o povo é convidado a louvar a Deus pelos seus infinitos atributos (1-6). Deus não atende à forga física. 10. (2) porque reforçou os ferrolhos das tuas portas.

Louvem a Deus o céu e a terra 1 4 8 . 08 príncipes e todos os juizes da terra. todas as estrelas luzentes. Aleluia. o vento tempestuoso. vós todos os seus exércitos. juntamente com os meninos: 148. 17 (6) Atira o seu gelo como pedaços de p ã o . a neve e o nevoeiro. 10 as feras e todos os auimais domésticos. as regiões superiores dos espaços. 8 o fogo. 20 (9) Não fez assim a qualquer outra nação: não lhes manifestou os seus preceitos. (vós. 16 (5) E’ ele que faz cair a neve como lã. 4. as árvores frutíferas e todos os cedros. faz soprar o seu venlo. 19 (8) E^ ele que anunciou a sua palavra a Jacob. e (logo) as derrete. 7 Louvai o Senhor.lh e s u m a l e i q u e n ã o p a s s a rá . Louvai o Senhor. porque ele ordenou e foram criados. (do alto) dos céus.o s p a r a s e m p r e . sol e lua. vós todos os seus anjos. o s j o v e n s e ta m b é m as d o n z e la s . p e lo s s é c u lo s : f ix o u . ante o seu frio congelam as águas. 6 e e s t a b e le c e u . Céus dos céus. o granizo. os velhos. louvai-o nas alturas. vós os cetáceos e Iodos os abismos do mar. que cumpre a sua pala­ vra. os répteis e as aves. criaturas) da terra. 9 os montes e todos os outeiros. céus dos céus. e (logo) as àguas correm. 4 Louvai-o. isto é. 3 Louvai-o. a sua palavra corre velozmente. que espalha a geada como cinza. 2 Louvai-o. louvai-o.15 (4) E* ele que envia as suas ordens à terra. 0 8 s e u s e s t a tu to s e o s s e u s p r e c e i l o s a Is r a e l. e as águas que estão sobre os céus: 5 louvem (estes seres) o nome do Senhor. 11 12 03 r e is d a t e r r a e t o d o s o s p o v o s . 18 (7) Envia a sua palavra. louvai-o.1 Aleluia. .

e castigos entre os povos. Cantai ao Senhor um cântico novo. 6 Os louvores de Deus estejam na sua boca. (ressoe) o seu louvor na assembleia dos san­ tos. Na assembleia dos santos. deve estar preparado com armas contra os assaltos dos inimigos. para os filhos de Israel. 5. Louve Israel o Senhor coin a boca e com a espada 149 — 1 Aleluia. isto é. os filhos de Sião regozijem-se em seu rei. a sua majestade está acima do céu e da terra. 9 para executar coutra eles a sentença deter­ minada: tal é a gloria reservada a todos os seus santos. pronto a infligir-lhes o castigo mere­ cido (6-9). e os seus nobres com algemas de ferro. alegrem-se em seus leitos. Aleluia. 149. 1. gozando de descanso depois da vitória. povo que està pcrlo dele. . e espadas de dois fios nas suas mãos. e (ele) deu ao seu povo um poder suhlime. 5 Exultem os santos de glória. Aleluia. Em seus leitos. 4 porque o Senhor ama o seu povo e glorifica os humildes com a vitória. Enquanto Israel louva o Senhor no templo com música litúrgica (1-5).13 14 louvem o nome do Senhor. isto é. 2 Alegre-se Israel no seu criador. cantem-lhe salmos com o tímpano e a citara. dos Israelitas reu­ nidos no templo. 3 Louvem o seu nome eolre danças. 7 para exercer (a divina) vingança entre as gentes. porque só o seu nome é excelso. 8 para prender os seus reis cora grilhões. E* objecto de louvor para todos os seus san­ tos.

louvai-o com címbalos ressoQantes: 6 tudo o que respira louve o Senhor! Aleluia. semelhante a uma glória final. Este hino breve.com. louvai-o no seu augusto firmamento. 4 Louvai-o com tímpano e com dança. .blogspot.Concerto solene de louvor a Deus 150 — 1 Aleluia. iouvai-o com o sallério e a citara. 6. 3 Louvai-o ao som da trombeta. 5 Louvaí-o com címbalos sonoros. Tudo o que respira. isto é. Louvai o Senbor no seu santuário. http://alexandriacatolica. fecha dignamente o saltério. 2 Louvai-o por suas obras grandiosas (em vosso favor). todos os seres animados. louvai-o com instrumentos de corda e com órgão. O Salmista convida a louvar o Senhor com toda a sorte de instrumentos músicos. louvai-o por sua suma majestade.br 150.