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06/05/2015

BRASIL

Ginastica na Escola Pública: a experiência da prática de ensino na formação de professores/as
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Ginastica na Escola Pública: a experiência da prática de ensino
na formação de professores/as
Publicado em 21 Julho 2013

Produções

GINÁSTICA NA ESCOLA PÚBLICA: A EXPERIÊNCIA DA PRÁTICA DE ENSINO NA FORMAÇÃO DE

Biblioteca

PROFESSORES/AS
David Romão Teixeira – UFRB – david_romao@ufrb.edu.br

Fotos

Priscila Gomes Dornelles – UFRB – prisciladornelles@ufrb.edu.br

Links e Grupos Parceiros

Juliana Brito dos Santos – UFRB ­ juli­britto@hotmail.com

Arquivo de Notícias

Andréa Souza – UFRB ­ andreatssantos@gmail.com
Contato

Letícia Araújo de Oliveira – UFRB ­ letthy_oliveira@hotmail.com
Resumo
Este  artigo  trata  das  experiências  realizadas  na  formação  de  professores/as  de  Educação  Física  da  UFRB,
coordenadas  pelo  grupo  GEPEFE  –  Educação,  Formação  de  Professores  e  Educação  Física  –  da  UFRB,  as  quais
desenvolveram  o  trato  da  ginástica  como  fundamento  político  e  pedagógico.  Nesse  sentido,  o  objetivo  deste  artigo  é
contribuir  com  o  debate  acadêmico  sobre  uma  concepção  política  e  pedagógica  da  prática  de  ensino  na  formação
inicial de professores/as, bem como abordar as problemáticas significativas do ensino da ginástica no contexto escolar
e  na  formação  em  Educação  Física.  Esta  experiência  se  fundamenta  numa  concepção  de  pesquisa  de  inspiração
qualitativa. Apresenta como vertentes a análise bibliográfica edocumental(com análise de documentos oficiais e revisão
bibliográfica  sobre  a  temática),  bem  como  ações  de  observações  in  lócus,  aplicação  de  questionários  com
professores/as, registros fotográficos e em relatórios de campo. As atividades desenvolvidas no componente Ginástica
Escolar romperam com uma lógica que coloque as disciplinas de estágio e/ou as atividades de prática de ensino como
local  de  aplicabilidade  de  conteúdos  apreendidos  no  decorrer  da  formação  inicial.  Assume­se,  aqui,  também,  o
rompimento com uma suposta dicotomia entre teoria e prática.
 
Palavras­chave: Formação inicial, prática de ensino, ensino da ginástica na escola.
 
Introdução
Este  artigo  trata  das  experiências  realizadas  na  formação  de  professores/as  de  Educação  Física  da  UFRB,
coordenadas  pelo  grupo  GEPEFE  –  Educação,  Formação  de  Professores  e  Educação  Física  –  da  UFRB,  as  quais
desenvolveram o trato da ginástica como fundamento político e pedagógico. Nesse sentido, articulam­se, aqui, relatos
de ações do projeto de pesquisa­extensão Ginástica Alegria na Escola: realidade e possibilidades da ginástica escolar
na cidade de Amargosa – BA e a descrição das atividades de prática de ensino organizadas pelo componente curricular
Ginástica Escolar.
Nesse  sentido,  o  objetivo  deste  artigo,  também,  é  abordar  as  problemáticas  significativas  do  ensino  da  ginástica  no
contexto  escolar  e  na  formação  dos/das  professores/as  de  Educação  Física.  Como  fonte  de  materiais  para  discussão
desta  pesquisa,  utilizamos  os  relatórios  da  prática  de  ensino  do  componente  Ginástica  Escolar  elaborados  pelos/as
estudantes  do  curso  de  Licenciatura  em  Educação  Física  da  UFRB,  bem  como,  os  registros  áudio­visuais  e
documentais do grupo GEPEFE organizados e sistematizados no ano de 2010.
 
Aspectos Metodológicos
        
                  Esta  pesquisa,  de  inspiração  qualitativa  (FLICK,  2009),  apresenta  como  vertentes  a  análise  bibliográfica  e
documental  (com  análise  de  documentos  oficiais  e  revisão  bibliográfica  sobre  a  temática),  bem  como  ações  de
observações  in  lócus,  aplicação  de  questionários  com  professores/as,  registros  fotográficos  e  em  relatórios  de  campo.
Para  isto,  organizamos  momentos  formativos  em  pesquisa  com  o  coletivo  docente  e  discente  do  GEPEFE  de  forma

http://www2.ufrb.edu.br/gepefe/arquivo­de­noticias/15­producao­conefs­ginastica­na­escola­publica

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. principalmente. Por muito tempo (e ainda hoje) a formação de professores/as tratou o ato de aprender a ensinar através de processos abstratos e descontextualizados.]  e  no contexto  de  atuação  profissional  em  que  a  própria  prática  de  ensino  do  professor  em  formação  [. o qual será um lugar de exercício profissional/docente.  O componente Ginástica Escolar e uma concepção de prática de ensino O  início  do  curso  de  Licenciatura  em  Educação  Física  da  UFRB  deu­se  em  março  de  2010. teses e dissertações)..  Para  fundamentar  a  prática  de ensino  dos  futuros  professores  foram  realizadas  aulas  que  articulavam  as  vivências  e  a  teoria  de  ensino  da  ginástica.  Os  estudantes  do  curso  foram  divididos  em  trios. em geral.  permite  aos/às  graduandos/as  o  reconhecimento  das  especificidades  e  peculiaridades  do contexto escolar. Consideramos. os/as estudantes tiveram a oportunidade de cursar o componente curricular Ginástica Escolar. sendo assim. Na atual fase do estudo a análise dos questionários ainda não foi sistematizada.]  acontece (VENTORIM.102).  Priscila  Dornelles. também.  formação  continuada  deste público e a aplicação dos questionários.  tal  escolha  se  explica  devido  aos  objetivos  da  prática de  ensino. promovendo ao final das atividades um festival de ginástica. http://www2. pelo seu caráter negligenciado nesta disciplina e na escola (SCHIAVON; NISTA­PICCOLO.  à  falta  de  experiência  dos  discentes  com  o  ambiente  escolar.  Após  a  leitura  pública  do  Termo  de  Consentimento  Livre  e  Esclarecido.  principalmente  suas  bases  e fundamentos.  Essa  formação  em  pesquisa  foi distribuída em atividades de: a) grupos de estudos ­ para identificar e conhecer a produção sobre ginástica escolar; b) realização de discussões sobre a ética na pesquisa – com construção do questionário e termo de consentimento livre e esclarecido; c) organização de um seminário para docentes que atuam na disciplina de Educação Física na região do Vale  do  Jiquiriçá/BA  –  o  que  possibilitou  uma  aproximação  com  os  docentes  da  região.  muitas  vezes. Alguns elementos ganham maior centralidade na experiência de prática de ensino apresentada neste artigo.  Além  disso.  uma  aproximação  da  docência.06/05/2015 Ginastica na Escola Pública: a experiência da prática de ensino na formação de professores/as concomitante  as  atividades  da  prática  de  ensino  do  componente  Ginástica  Escolar. tais como: a organização de planos de aula. Nesse  sentido. que o trabalho com a ginástica como elemento da cultura corporal ginástica por sua característica na escola apresentou desafios que estão na ordem do dia na Educação Física escolar. os/as mesmos/as foram informados dos objetivos e procedimento desta pesquisa. visto que este ocupa  o  lugar  de  disciplina  obrigatória.  Sob  a  supervisão  do  Prof. responsáveis  pelo  componente  Ginástica  Escolar.  Embasados  em  estudos  referentes  ao  tema. que consistiu em elaborar plano de ensinos sobre Ginástica e as problemáticas da  Formação  de  Professores  de  Educação  Física.. A pesquisa encontra­se na metade do seu cronograma.  o  qual  reunia  os  critérios apresentados anteriormente.  os/as  estudantes  foram  organizados  em  trios  e  para  a  regência  da disciplina de Educação Física na IV unidade e em de turmas de 5ª e 6ª séries (6º e 7º ano) de uma escola estadual na cidade  de  Amargosa/BA.  os  discentes vivenciaram a docência compartilhada e puderam transmitir um dos conteúdos da cultura corporal – a ginástica ­ para turmas que compreendiam da 5ª à 6ª série (6º e 7º ano).edu. 2001. pois este foi  o  primeiro  contato  dos/das  estudantes  do  curso  de  Licenciatura  em  Educação  Física  da  UFRB  como  futuros professores/as na escola.  Já  no  segundo  semestre do curso. Silvana Ventorim afirma que a práxis pedagógica é  um  contínuo  processo  de  construção. Objetivando minimizar/superar dificuldades relatadas pelos/as pesquisadores/as em Educação Física que se destinam a problematizar o estágio e a prática de ensino. por isso destacam­se as duas primeiras fontes.  compreendemos  que  a  experiência  da  prática  de  ensino  permite  a  construção  de  processos  de aprendizagem sobre o ensinar junto ao “chão da escola”. Consideramos  imprescindível  discutir  a  experiência  da  prática  de  ensino.  se  limita  a  atividades  de  trato  com  o  aprender/o  exercício  de  ensinar aos próprios colegas. ocupando a disciplina de Educação Física.  Considerando  que  “a  atividade  pedagógica  e  o  trato  com  o  conhecimento  da cultura  corporal  são  as  bases  da  formação  acadêmica  e  do  trabalho  do  professor  de  Educação  Física”  conforme  Celi Taffarel et all (2007). 2007). Esta modalidade  de  prática  de  ensino.  o  componente  propôs  que  dezessete  horas  (de um  total  de  sessenta  e  oito)  de  inserção  dos/das  estudantes  no  âmbito  escolar  com  a  regência  de  turmas  de  ensino fundamental  para  o  ensino  da  ginástica. privilegiando  a  aprendizagem  das  técnicas  de  ensino  e  dos  movimentos  ginásticos.  como  citam  Alex  Fraga  e  Rute  Nunes  (2006).  as  produções  teóricas  sobre  o  tema (artigos.1. para complementação da carga horária na rede estadual. São  fontes  primárias  deste  estudo:  os  relatos  e  registros  da  prática  de  ensino. Do trato com a ginástica na escola: a experiência da prática de ensino A prática de ensino aqui apresentada faz do Componente Curricular Ginástica Escolar para a turma de Licenciatura em Educação Física no semestre 2010. a proposta deste componente se centra na articulação entre o conhecimento da ginástica e o seu exercício pedagógico de ensino na escola.  criação  e  recriação  coletiva  [.  Esses mesmos  trios  deveriam  entregar  no  início  o  plano  de  curso  e  regularmente  planos  de  aulas  aos  professores responsáveis pela prática de ensino. e os questionários aplicados com os docentes. livros. este artigo trata das atividades realizadas entre agosto de 2010 e agosto de 2011.. tais como: a ausência de  identificação  dos/das  participantes  e  a  garantia  do  caráter  confidencial  e  anônimo  das  informações;  a  utilização destas  informações  apenas  para  fins  de  pesquisa  e  dos  trabalhos  científicos  que  se  desdobrarão  da  “escuta”  destas informações.  pois  reconhecemos  que  por  meio  dela  é possível desenvolver a práxis pedagógica. bem como dos procedimentos éticos. onde os/as futuros/as professores/as exerciam uma experiência de “laboratório”.br/gepefe/arquivo­de­noticias/15­producao­conefs­ginastica­na­escola­publica 2/4 . p. em espaços e momentos diferentes dos espaços de real intervenção.. os/as participantes assinaram o referido Termo como forma de concordância com os critérios éticos.]  no  interior  do  curso  de  formação  [.ufrb.. Vinte e nove colaboradores/as responderam ao instrumento. onde  os  professores  em  formação  e  suas  turmas  apresentaram  séries  de  ginástica. a condução da turma para os  objetivos  propostos. e o preenchimento do instrumento. sendo que antes de preenchê­los. de forma efetivamente próxima da realidade da escola básica brasileira.  É  importante  destacar  que  nenhum  dos/das  professores/as  regentes  das  turmas  eram graduados/as na área.  David  Teixeira  e  da  Profª.

profissão e falta de do conteúdo; infra­estrutura.  As  condições  e  os  recursos  necessários  para  as  aulas  eram  básicos. com idade 38 alunos.  foi  possível  comparar  e  destacar  alguns  pontos  semelhantes  e antagônicos. A  avaliação  é  um  tema  bastante  complexo  na  Educação  Física. Construir relação professor­aluno. geralmente as aulas tinham que ser debaixo da sombra de poucas árvores.ufrb. a escola e a vivência da docência.   5ª Matutino 1 5ª Matutino 2 5ª Vespertino 12  36 alunos. O principal objetivo da pratica de ensino. com o intuito de finalizar a unidade com a organização de um festival de ginástica. transmissão dos conteúdos. com média 38 alunos.  tinham assiduidade  na  frequência  e  os  meninos  demonstravam  resistência  nas  aulas  práticas.  Fato  também  relatado  por  outros  colegas  discentes  que vivenciaram  a  prática  de  ensino. que meninos. por ser uma área grande. a fim de conhecer o espaço físico. a quadra estava interditada e as atividades práticas aconteciam em um pátio da escola em baixo da sombra de poucas árvores ou então em salas vazias. os materiais disponíveis para as aulas de educação física. 5ªM2 e 5ªV12.  falta  de  espaço  adequado para as práticas. avaliação.  sendo  bem  distribuídas  com relação  aos  gêneros.  Foram  utilizados  vários  instrumentos  avaliativos. Falta de infra­ estrutura.  as  futuras  professoras  destacaram  as  várias  possibilidades  que  esta  prática  de  ensino proporcionou à formação.                         As  turmas  eram  formadas  por  aproximadamente  trinta  e  oito  alunos  por  sala.  Ao  final  das  atividades  e  da http://www2.  Estas  foram  às  características iniciais das turmas.  As  turmas  apresentavam  certa  inquietação  e  um  pouco  de  rebeldia. os profissionais da escola e identificar o perfil da turma. Contendo um número anos. cordas e bastões.  a  média  de  idade  das turmas  compreendia  entre  10  a  11  anos. Controle da turma.  tais como: a participação nas aulas; a construção de cartazes; e a apresentação de uma série ginástica ao final da unidade contribuindo na construção do Festival de Ginástica da escola. Foram utilizadas três Participação. PONTOS POSITIVOS 1ª experiência com a docência e atividades motoras e Contato com a sala de maior participação das aula; aproximação com meninas nas aulas. As  dificuldades  encontradas  nesta  prática  para  as  discentes  foram  o  controle  das  turmas. como: a oportunidade precoce de conhecer a realidade das escolas públicas na condição de docente;  a  necessidade  do  estudo  de  estratégias  pedagógicas  mais  adequadas  para  o  trato  do  conteúdo;  e  a possibilidade de vivenciar a relação professor­aluno.  onde  destacamos  os aspectos positivos e negativos na avaliação das futuras professoras a partir da sua primeira experiência docente.  contendo colchonetes. que se pode observar nos primeiros dias de prática de ensino. Conhecer a realidade Disposição para as da escola pública.  exceto  a  5ªM2  que  compreendia  uma  quantidade  maior  de  meninas. sendo a média de 10 a 11 anos. pois a realização das aulas no pátio trazia grande dispersão da turma. em relação às vivências das discentes no primeiro contato com a docência. Com  o  exposto  na  tabela  e  em  outras  fontes. pois o horário das aulas era de muito sol.br/gepefe/arquivo­de­noticias/15­producao­conefs­ginastica­na­escola­publica 3/4 . com números TURMA turma bastante maior de meninas do parecidos de meninas inquieta. Foram realizadas em média 15 aulas por turma durante a IV unidade. sem cobertura. as quais  foram  apresentadas  em  sala  de  aula  e  discutidas  com  os/as  alunos/as  da  escola. controle da turma. avaliações: freqüência e AVALIAÇÃO DA apresentação no apresentação no APRENDIZAGEM festival. apoio insuficiente da direção e com relação à turma 5ªM1 a ausência do professor  regente  dificultou  ainda  mais  o  controle  da  turma. participação festival ao final da nas aulas e auto­ unidade. a sala de aula era o único disponível. Inicialmente as discentes realizaram duas visitas a escola. de idade entre 10 à 11 CARACTERÍSTICAS DA maioria meninos. Transmitir o conteúdo. As autoras dos relatos assumiram as turmas da 5ªM1. Conquistar a confiança dos alunos. bastante inquieta. Estas foram avaliações construídas pelas discentes. a experimentação do movimento corporal com a prática do conteúdo ginástica  e  seus  fundamentos. Como  pontos  positivos. Porém no quesito espaço era onde se encontrava o principal problema.edu. Turma bastante inquieta.06/05/2015 Ginastica na Escola Pública: a experiência da prática de ensino na formação de professores/as As  observações  a  seguir  foram  resultados  das  experiências  de  discentes  de  três  trios  distintos. Apresentação no festival; construção de cartazes referentes ao conteúdo transmitido e participação nas aulas. Nas primeiras observações foi observado que o conteúdo ginástica era negligenciado e os materiais disponíveis eram escassos.  já  que  o  mesmo  não  era  oferecido  aos  alunos  como  conteúdo  da  disciplina  Educação Física. Falta de apoio do DIFICULDADES ENCONTRADAS professor regente. falta de reconhecimento dos desenvolver estratégias outros colegas de Escolha e transmissão pedagógicas. o solo do pátio era de cimento colocando muitas limitações e impossibilitando às vezes o andamento das aulas. Turma e meninos. era possibilitar aos alunos da escola.

Copyright © 2015 GEPEFE ­ Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação. Alex; NUNES. 03. 131­150. Referências Bibliográficas FRAGA.  Uma  proposição  de  diretrizes  curriculares  para  a  formação  de  professores  de  Educação Física.  et  all.  Reiner;  TAFFAREL. Todos os direitos reservados. Laurita; NISTA­PICCOLO.  Educação  Física  Escolar:  política. TAFFAREL. v.  consideremos  pertinente  a  contribuição  desta  experiência  para  o  debate  científico  sobre prática  de  ensino.edu. In: Pensar a Prática. n°9/2. assumimos que. Rute. 2007.  os  quais  se  assentam  no  tripé  ensino­pesquisa­extensão  referendados  como  mote  do  ensino  superior. Unijuí. Além disso. 41­50. Considerações Finais                         Diante  do  exposto. Porto Alegre. Vilma L. A ginástica vi à escola. p. jul./dez. VENTORIM.06/05/2015 Ginastica na Escola Pública: a experiência da prática de ensino na formação de professores/as unidade.  In:  HILDEBRANDT­STRAMANN. p.  Celi  Zulke.  apontamos  uma  posição  política  e  conceitual  que  atravessou  e  norteou  as  atividades desenvolvidas no componente Ginástica Escolar rompendo com uma lógica que coloque as disciplinas de estágio e/ou as  atividades  de  prática  de  ensino  como  local  de  aplicabilidade  de  conteúdos  apreendidos  no  decorrer  da  formação inicial.  Desta  forma. 2006. In: Movimento.ufrb.br/gepefe/arquivo­de­noticias/15­producao­conefs­ginastica­na­escola­publica 4/4 . 2001.  S.  1. Ijuí: Ed. n.  E. “Alinhamento astral”: o estágio docente na formação do licenciado em Educação Física na ESEF/UFRGS. 297­311. a experiência  da  prática  de  ensino  relatada  neste  artigo  permitiu  articular  os  pilares  de  uma  formação  sobre  ginástica qualificada.  F. através do trato complexo com o conhecimento exigido para as atividades organizadas pelo componente Ginástica Escolar.  Celi  Z. SCHIAVON. setembro/dezembro de 2007. efetivamente. para além do rompimento com uma suposta dicotomia entre teoria e prática.  Vitória.  In:  CAPARRÓZ.  Currículo  e  educação  física:  formação  de professores e prática pedagógica nas escolas. torna­se fundamental evidenciar a possibilidade de superação do caráter negligenciado dado à ginástica na formação de professores/as e no espaço escolar. p.  uma  lista  com  as  avaliações  dos/das  alunos/as  e  as  formas  de  avaliação  para  serem  transmitidas  para  a caderneta como fechamento da unidade foi entregue ao/à professor/a regente da turma na escola. Formação de Professores e Educação Física.  A  formação  do  professor  e  a  relação  ensino  e  pesquisa  no  estágio  supervisionado  em  Educação Física.  ES: Proteoria.  investigação  e  intervenção. 13. http://www2.  v.             Desta forma.