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GR – 12/2009

Fluxo dos Resíduos de Construção e Demolição

MCAP – 2009/2010

GESTÃO DE RESÍDUOS

FLUXO DOS RESÍDUOS

DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO

20 de Dezembro de 2009
Rita Rodrigues

1. Importância dos RC&D em Portugal

De acordo com o Decreto-Lei n.º 46/2008 de 12 de Março, os Resíduos de


Construção e Demolição são “(...)resíduos resultantes de obras ou demolições de
edifícios ou de derrocadas(…)”.
Podemos observar com alguns passeios pelo país a importância que têm este
tipo de resíduos, que continuam a ser muitas vezes despejados em terrenos
baldios. Os dados estatísticos apoiam essa mesma observação – a quantidade de
resíduos derivada destas actividades constitui cerca de 22 % do total de
resíduos produzidos pela EU (1). Acresce que estes resíduos podem ser utilizados
de várias formas, chegando a apresentar um potencial de 80% de valorização.

Sinal da importância deste fluxo é o facto de algumas autarquias promoverem a


título local sistemas de valorização e regras específicas para a disposição dos
RC&D (Resíduos de Construção e Demolição). No outro extremo, e na maioria
dos casos os problemas levantados pelas próprias autarquias para a instalação
particular de empresas que procedem à triagem e valorização dos RC&D têm
sido igualmente notados no país (1).

Numa altura em que a construção sustentável está a adquirir um peso


progressivamente maior, é importante que não seja só o produto final a oferecer
qualidade ambiental, mas que essas preocupações se estendam a todo o ciclo
de produção dos edifícios – à semelhança do que já é feito com vários produtos
industriais. A certificação ambiental dos edifícios (Programa LiderA) tem em conta
todo o ciclo dos materiais empregues na construção, inclusive o que é feito aos
RC&D, mas a verdade é que a fragmentação e compartimentação dos serviços
neste sector faz com essa não seja a postura mais comum.

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APA (http://www.apambiente.pt)

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2. Caracterização e Constituição

A constituição dos RC&D é variadíssima, tanto a nível de dimensões como de


tipo. Engloba inúmero material legislado noutras categorias (como por ex.
resíduos de embalagens, resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos,
polibifenilos policlorados (PCB), óleos usados e pneus usados), e a sua
constituição é, por regra, não homogénea, englobando fracções de dimensões
variadas. Também é diferente consoante o tipo de obra e, no caso de
demolições, a época de que data o edifício.

Regra geral, os RC&D são constituídos por:


- Betão, tijolos, ladrilhos, telhas e materiais cerâmicos
- Madeira, vidro e plástico
- Misturas betuminosas, alcatrão e produtos de alcatrão
- Metais (incluindo ligas)
- Solos (incluindo solos escavados de locais contaminados), rochas e
lamas de dragagem
- Materiais de isolamento e materiais de construção, contendo amianto
- Materiais de construção à base de gesso
- Outros resíduos de construção e demolição

O facto de na esmagadora maioria dos casos não haver qualquer tipo de


triagem à partida, dificulta e encarece todo processo de reciclagem e valorização
dos componentes que o podem ser, assim como o correcto fim dos restantes.
Acresce a esta dificuldade a levantada pelo encerramento das lixeiras e o
crescente controlo dos aterros, onde era feita a deposição tradicional destes
detritos.

As dificuldades acima referidas, a não abrangência de todo o país por estruturas


que tomem conta de todo o processo e as exigências legislativas a nível de
transporte dos resíduos, fazem com que o processo de fim de vida dos RC&D
acabe por ser incomportável pela maioria dos donos de obra, pelo que acaba
por ser escolhida a via ilegal – e mais prejudicial para o ambiente: a deposição
não controlada dos resíduos em locais que não estão preparados para os
receber. A dispersão dos locais de obra por todo o país e o facto de serem
temporários dificulta a sua fiscalização, pelo que todo este processo acaba por
não ser totalmente controlado.

No que respeita às características químicas, os RC&D podem classificar-se em:


. resíduos perigosos,
. resíduos não perigosos e
. inertes.

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Dentro dos resíduos perigosos podemos encontrar:


(em construção)
- aditivos para betão à base de solventes;
- algumas tintas e materiais de revestimento;
- botijas de gás vazias (total ou parcialmente) utilizadas em operações de
corte, soldadura, etc.;
- colas;
- emulsões à base de alcatrão;
- materiais que tenham amianto;
- madeira tratada;
- placas de gesso cartonado;
- produtos químicos impermeabilizantes;
- resinas.
(em demolição)
- botijas de gás vazias (total ou parcialmente);
- contaminantes biológicos;
- equipamento eléctrico com componentes tóxicos
- fibras minerais (isolamento);
- materiais que tenham amianto;
- madeira tratada;
- refrigerantes com CFC’s;
- sistemas de combate a incêndios com CFC’s.

3. Legislação

A gestão de RC&D em Portugal era escassamente regulada pelo DL n.º


178/2006, que trata do Regime Geral de Gestão de Resíduos, de que eram
excepção os fluxos especiais presentes nos RC&D (referidos no Ponto 1), regidos
por legislação específica. Com as crescentes exigências da Comunidade Europeia
e com o agravamento progressivo do despejo ilegal de RC&D, foi aprovado em
2008 um regulamento específico para a gestão destes resíduos – o DL n.º
46/2008.

Este DL pretende “(…)criar um regime jurídico próprio, que estabeleça as normas


técnicas relativas às operações de gestão de resíduos de RCD (…), garantindo a
aplicação ao fluxo de RCD das políticas de redução, reutilização e reciclagem de
resíduos preconizadas no Programa do XVII Governo Constitucional (…)”

Para este fim, o referido Decreto de Lei:

 prevê e legisla a possibilidade de reutilização de solos e rochas não


contendo resíduos perigosos em outros locais;

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 define metodologias e práticas a adoptar nas fases de projecto e


execução da obra, que privilegiem a aplicação do princípio da hierarquia das
operações de gestão de resíduos;

 define requisitos técnicos mínimos para as instalações de triagem e


fragmentação;

 estabelece uma hierarquia de gestão que privilegia a reutilização em obra


dos resíduos e a triagem (também em obra ou em local a ela afecto) dos
restantes, assim como o reencaminhamento dos RC&D para operadores
licenciados;

 obriga à triagem prévia à deposição em aterro;

 prevê a introdução de uma taxa de gestão de resíduos específica para a


deposição de inertes de valor inferior ao previsto no DL n.º 178/2006, de
forma a ajustar a concorrência com os agregados resultantes da actividade
extractiva;

 dispensa de licenciamento determinadas operações de gestão, de forma a


acelerar alguns processos;

 estabelece uma cadeia de responsabilidades que vincula todos os


intervenientes no ciclo de vida dos RC&D.

 estabelece critérios de qualidade, que permitam e fomentem a


incorporação de RC&D reciclados em novos produtos

A Portaria n.º417/2008 veio complementar o DL n.º 46/2008, regulamentando o


transporte dos RC&D.

4. Fiscalização

A fiscalização do cumprimento da lei no âmbito da produção e tratamento dos


RC&D é feita pela IGAOT (Inspecção-Geral do Ambiente e Ordenamento do
Território), que através de inspecção, auditoria e fiscalização controla todas as
actividades ligadas a este fluxo, aplicando as coimas e sanções previstas na lei.

Em 2008 a experiência da IAGOT no campo demonstrava que, para além de


alguns bons exemplos, ainda havia inúmeros casos de:
- triagem insuficiente;
- descargas ilegais;
- transporte sem guias de acompanhamento legais;
- destinos ilegais;

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- funcionamento de operadores ilegais no âmbito da disposição dos resíduos.

5. Fluxo de RC&D

Por ordem prioritária de fim para os resíduos, podemos construir o seguinte


esquema, defendido por várias fontes:
1. Prevenção da produção em obra
2. Reutilização na construção
3. Reutilização dos produtos
4. Reutilização dos materiais
5. Aplicações úteis
6. Imobilização com aplicação útil
7. Imobilização sem aplicação útil
8. Combustão com aproveitamento energético
9. Combustão
10.Aterro

6. Reciclagem e Reutilização

As aplicações mais comuns para os R&C recicláveis são inúmeras, embora alguns
não tenham realmente outra hipótese que não a deposição em aterro.

1. Betão para reciclagem


- Betão triturado resultante de demolições: material de aterro; base de
enchimento para valas de tubagem e pisos térreos de edifícios
- Betão triturado e crivado, com poucas impurezas: sub-base na construção
de estradas; agregado reciclado para o fabrico de betão; base de enchimento
para sistemas de drenagem
- Betão triturado e crivado, limpo de impurezas e com menos de 5% de
tijolo: construção de estradas; produção de betão; aterro estrutural; base para
enchimento de valas de tubagem

2. Alvenarias Recicláveis
- Alvenaria de pedra: utilização directa em construção e restauro
- Tijolos: agregados para betão e peças pré-fabricadas em betão; agregado
para tijolos de silicato de cálcio; material de enchimento para estradas, valas
e tubagens; material para enchimento e estabilização para caminho rurais;
revestimento de campos de ténis
- Azulejos: ornamentos (quando intactos); material de enchimento (quando
triturados)
- Tijolos e blocos inteiros: reutilização
- Alvenarias britadas: semelhante às do betão

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3. Pavimentos
- asfálticos: construção e manutenção de estradas como pavimentos
asfálticos ou como base e sub-base; agregados para bermas e camadas
drenantes; pavimentos estabilizados
- de betão: construção e reabilitação de estradas como agregados para
betão; agregados em pavimentos asfálticos; base de taludes; agregados não
ligados para base de estradas

4. Madeira
- mobiliário
- soalhos, portas e caixilhos de janelas
- estacas para plantas
- reparação de edifícios rurais
- camas para animais (aparas e serradura)
- material de enchimento para correcção de taludes
- incineração com recuperação de calor
- pirólise
- compostagem
- produção de combustível

5. Solos
- terra arável
- aterros de estradas e outros
- integração paisagística de minas e pedreiras
- acerto topográfico
(impurezas: aterro)

6. Metais
- reutilização directa (aço e ferro)
- sucata e fabrico de novos elementos (alumínio)

7. Vidro
- reutilização (difícil na prática)
- construção de estradas
- fabrico de novo vidro
(impurezas: aterro)

8. Papel e cartão
- produção de cartão
- combustível para incineração
- isolamentos com celulose
(impurezas: aterro)

9. Plásticos
- incineração com recuperação energética
- reciclagem por processamento mecânico (alguns)

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- reciclagem de fontes energéticas (petróleo bruto e gás sintéticos)

10. Materiais de isolamento


- pirólise
- moldagem de tijolos artificiais
- utilização no processo de fabrico de novo material de isolamento
- incineração
(impurezas: aterro)

11. Têxteis
- incineração (reciclagem pouco viável)
(impurezas: aterro)

12. Materiais de construção com gesso


- placas para tectos e pavimentos
- produção de cimento expansivo
- material de enchimento em estradas e caminhos de ferro
(impurezas: aterro)

13. Resíduos perigosos


(Recicláveis)
- óleos: combustível (com ou sem processamento adicional); produção de
novo óleo (refinados)
- pilhas e baterias recarregáveis
- produtos abrasivos: reutilização após limpeza
- tintas e solventes: recuperação (por destilação); produção de primários
(Não recicláveis)
- incineração / aterro

14. Amianto
(não tem qualquer reutilização)
- remoção / tornar inerte / aterro

7. Possibilidades a apostar

 Produção de materiais de construção com RC&D reciclados.

A MATREC – Material Recycling, por exemplo, é uma empresa Italiana, com sede
em Milão desde de 2006. Em 2008 surge em Portugal (Évora) pela mão do
projecto Remade in Portugal – um projecto que faz a promoção, o apoio técnico
e a comercialização de materiais reciclados, orientado para o ecodesign e a
construção.

Comercializa vários produto para a construção (para revestimento,


isolamento e decoração) provenientes de diversos países, todos eles com

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uma característica comum – são maioritariamente constituídos por material


reciclado, nomeadamente resíduos provenientes de RC&D (dentro dos
inertes variados, desde vidro a pedaços de cimento ou outros materiais,
pré e pós utilização).

8. Minimização dos custos de tratamento – Medidas a aplicar em obra

Um dos problemas com o adequado encaminhamento dos RC&D é exactamente


o custo acrescido que isso mesmo representa.

O potencial valor económico destes resíduos pode de facto constituir uma mais-
valia, mas há que equacionar as despesas das empresas que fazem todo o
trabalho desde o transporte à reciclagem, pelo que no fim continua a constituir
um encargo extra para a obra.

Há no entanto algumas medidas que podem ser tomadas para reduzir os custos:

 Reduzir a produção de Resíduos através da Pré-fabricação


Redução do nº de actividades em obra e respectivo impacte
Produção em ambiente fabril, mais controlado e com adequada gestão de
resíduos
Mais produtividade e mais qualidade

 Planear a gestão dos Resíduos em fase de projecto


Identificar os tipos de resíduos, quantidades e forma de gestão

 Utilizar materiais com elevadas potencialidades de reciclagem / reutilização


Maior reutilização – redução da quantidade de resíduos
Facilitação do processo de reciclagem
Resíduos com valor mais elevado

 Gerir Resíduos de forma integrada (Resíduo = Activo)


Planeamento de desperdícios e necessidades
Redução de custos/volumes com deposição de aterro
Redução de custos de matéria-prima
Redução de custos administrativos internos (processo de aprovisionamento)

 Britar resíduos provenientes da demolição


Britagem em obra dos resíduos – maior capacidade de transporte e
redução dos custos
Separação e valorização do ferro e valorização dos inertes
Minimização de resíduos enviados para aterro – redução de custos de
aterro

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 Reutilizar resíduos de construção e demolição


Material britado em obra para: sub-base e base de estradas; base das
fundações dos edifícios; aterros nos interiores dos edifícios; fabrico de
muros de pedra; fabrico em obra de calçada grada e miúda

 Separar resíduos na origem


Separar resíduos desde o momento da sua produção
Encaminhar resíduos separadamente para locais apropriados

 Colocar contentores para deposição diferenciada


Criação de Parque de Resíduos em obra
Separação e valorização de resíduos para aproveitamento como matéria
prima (ex madeiras, ferro/aço, vidro

 Gerir Resíduos Perigosos – separar para evitar contaminações


Evitar a sua utilização sempre que possível
A separação dos resíduos perigosos leva a uma diminuição dos custos:
- Inertes limpos
- Mistura de Resíduos não perigosos (4x mais)
- Mistura de Resíduos com contaminação (20x mais)

9. Situação actual em Portugal

Um ano e meio depois da aprovação do novo regime, podem já ver-se na


internet exemplos de algumas políticas camarárias neste sentido, assim como
planos de gestão de resíduos em obras concretas – tudo isto parece sinal de
que a situação começa a alterar-se.

A gestão do fluxo de RC&D pós obra está a ser feita por várias empresas de
tratamento de resíduos do país, que abriram já alguns aterros e instalações
especialmente dedicadas a este fim.

Por outro lado, começa a haver alguma procura e oferta de edifícios


sustentáveis, tanto a nível da sua posterior utilização como também de todo o
processo desde o planeamento até à construção, passando exactamente pelo
tratamento dos RC&D produzidos. Excelente exemplo disso é o programa LiderA,
assim como a existência de inúmeras formações e congressos sobre o tema,
dirigidos a construtores e arquitectos.

Começa também a haver um aumento da procura por materiais reciclados,


nomeadamente ao nível dos materiais usados na construção, sendo que a oferta
é já ampla (como se pode ver pelos exemplos apresentados pela MATREC).

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As universidades e variadas Instituições de I&DT têm fortes apostas no


desenvolvimento de novas técnicas no que respeita à reciclagem destes resíduos,
apoiadas por projectos vários existentes actualmente.

Bibliografia

Amaral, Sara e Gaiolas, Sebastião; Resíduos de Construção e Demolição – Futuros desafios; Edifer
Construções, 2008
(http://www.edifer.pt/Noticias_Apresentacoes/Noticias_Apresentacoes_Edifer_CEIFA.pdf)

Brito, Jorge; A reciclagem de Resíduos da Construção e Demolição ; Workshop A reciclagem na casa


do futuro; Instituto Superior Técnico, 2009
(http://www.aveirodomus.pt/workshop/6%20Reciclagem/4%20Jorge%20Brito.pdf)

Resíduos de Construção e Demolição; Página do Município de Odemira


(http://www.cm-odemira.pt/PT/Viver/Ambiente/Residuos/Outrosresiduos/ResiduosdeConstrucaoeDemolicao/Paginas/default.aspx)

Resíduos Sólidos; Página do Município de Évora


(http://www.cm-
evora.pt/pt/conteudos/areas%20tematicas/ambiente/Res%C3%ADduos%20S%C3%B3lidos/Res%C3%ADduos%20de%20Constru%C3%A7%C3%A3o%20e
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Decreto-Lei n.º 46/2008 de 12 de Março; Diário da República, 1.ª série — N.º 51 — 12 de Março
de 2008
(http://www.apambiente.pt/politicasambiente/Residuos/fluxresiduos/RCD/Documents/Legisla%C3%A7%C3%A3o/DecretoLei46.pdf)

Portaria n.º 417/2008 de 11 de Junho; Diário da República, 1.ª série — N.º 111 — 11 de Junho de
2008
(http://www.apambiente.pt/politicasambiente/Residuos/fluxresiduos/RCD/Documents/Legisla%C3%A7%C3%A3o/Portaria417.pdf)

Decreto-Lei n.º 178/2006 de 5 de Setembro; Diário da República, 1.ª série — N.º 51 — 12 de


Março de 2008
(http://dre.pt/pdf1sdip/2006/09/17100/65266545.PDF)

DFEMR; Resíduos de Construção e Demolição; Agência Portuguesa do Ambiente


(http://www.apambiente.pt/politicasambiente/Residuos/fluxresiduos/RCD/Paginas/default.aspx)

Plano de Prevenção e Gestão de Resíduos de Construção e Demolição; Agência Portuguesa do


Ambiente (http://www.apambiente.pt/politicasambiente/Residuos/fluxresiduos/RCD/Documents/Modelo_PPG_RCD.pdf)

Borges, Anabela; Regime Jurídico de Gestão de Resíduos de Construção e Demolição; Sessão


Técnica: Novo Regime Jurídico de Gestão de Resíduos de Construção e Demolição; Agência
Portuguesa do Ambiente, 2008
(http://www.apambiente.pt/politicasambiente/Residuos/fluxresiduos/RCD/Documents/AnabelaBorges.pdf)

Mota, Mafalda; Mercado Organizado de Resíduos; Sessão Técnica: Novo Regime Jurídico de
Gestão de Resíduos de Construção e Demolição; Agência Portuguesa do Ambiente, 2008
(http://www.apambiente.pt/politicasambiente/Residuos/fluxresiduos/RCD/Documents/MafaldaMota.pdf)

Grácio, Mário; Actuação da IGAOT no Fluxo dos RCD ; Inspecção-Geral do Ambiente e do


Ordenamento do Território; Agência Portuguesa do Ambiente, 2008
(http://www.apambiente.pt/politicasambiente/Residuos/fluxresiduos/RCD/Documents/M%C3%A1rio%20Gr%C3%A1cio.pdf

Correia, António Sousa e Capellini, Marco; MATREC – Material Recycling; MATREC; Agência
Portuguesa do Ambiente, 2008
(http://www.apambiente.pt/politicasambiente/Residuos/fluxresiduos/RCD/Documents/Matrec%20Portugal.pdf)

Abreu, Maria de La Salete; Plano de Prevenção e Gestão de Resíduos de Construção e Demolição;


Remodelação Parcial de Iluminação Pública no Perímetro Urbano; Câmara Municipal de Arcos de
Valdevez, 2009
(http://www.cmav.pt/documentos/07-Plano_de_Prevencao_e_Gestao_de_Residuos_de_Construcao_e_Demolicao_iluminacao_publica.pdf)

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Índice

1. Importância dos RC&D em Portugal 1


2. Caracterização e Constituição 2
3. Legislação 3
4. Fiscalização 4
5. Fluxo de RC&D 5
6. Reciclagem e Reutilização 5
7. Possibilidades a apostar 7
8. Minimização dos custos de tratamento 8
9. Situação actual em Portugal 9
Bibliografia 10
índice 11

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