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AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SÁ DA BANDEIRA Escola Secundária de Sá da Bandeira Ano Lectivo 2015/2016 Ficha de Revisões n.º 4 MATEMÁTICA / SALA DE ESTUDO 7.º C 25/02/2016 Conteúdos: Capítulo 2: Funções (1.ªParte do manual, pág.133); capítulo 6: Sequências e sucessões (1.ªParte do manual, pág.61) e capítulo 5: Equações (2.ªparte do manual, pág.26). 1. Considera as funções representadas por gráficos. ● Gf = {( −1,2) , ( 0,0 ) , (1, −1) , ( 2,3 )} ● Gg = {( −1, −1) , ( 0,0 ) , (1,1) , ( 2,2)} 1.1. Determina o conjunto-solução da equação f ( x ) = g ( x ) . S = {0} 1.2. Classifica a equação f ( x ) = h ( x ) , onde h (x) é uma função linear de coeficiente 2. Como h (x) é uma função linear de coeficiente 2, então h(x) é do tipo y=kx, logo h(x)=2x, isto é, y=2x. Calculando o conjunto das imagens da função g, isto é o seu contradomínio, temos: -1, temos h(-1) = Para x = 2 × ( - 1) = -2 Para x = 0, temos h(-1) = 2 × 0 = 0 Para x =1, temos h(-1) = 2 × 1 = 2 Para x =2, temos h(2) =2 × 2 =4 pelo que Gh = {( −1, −2 ) , ( 0,0 ) , (1, 2 ) , ( 2, 4 )} . Assim, o conjunto-solução da equação f(x)= h(x) é S = {0}. Pelo que a equação f(x)= h(x) classifica-se em equação possível e determinada. 2. Considera as funções f e g definidas por um diagrama de setas e por um gráfico. = Gg {(1,0 ) , ( 2,1) , ( 3, −2) , ( 4,0 )} Relativamente à equação f ( x ) = g ( x ) , completa: 2.1. S = {}  2.2. A equação f ( x ) = g ( x ) é impossível. Completa com “possível” ou “impossível”. 3. Considera as funções de A em  , sendo A ={−2, − 1, 0, 1, 2} . ● Gf = {( −2,1) , ( −1, −1) , ( 0,0 ) , (1,3 ) , ( 2, −2)} ● g (x) = x A Professora: Manuela Vicente -1/10- Determina o conjunto-solução da equação. Como g(x)=x, então g (x) é uma função linear de coeficiente 1, pois g(x) é do tipo = y kx (k ≠ 0) . Calculando o conjunto das imagens da função g, isto é o seu contradomínio, temos: Para x = -2, temos g(-2)= -2 Para x = -1, temos g(-1)= -1 Para x = 0, temos g(0)= 0 Para x = 1, temos g(1)= 1 Para x = 2, temos g(2)= 2 pelo que Gg = {( −2, −2 ) , ( −1, −1) , ( 0,0 ) , (1,1) , ( 2, 2 )} . Assim, o conjunto-solução da equação f(x)= g(x) é S = {−1,0} . 4. Qual das seguintes expressões algébricas pode representar uma função l que seja constante? Justifica com palavras a tua resposta. (A) l(x) = 3 + x (B) l(x) = 2x (C) l(x) = −3 (D) l(x) = −2x + 3 R: C l(x) = −3 Função constante, pois é do tipo y=b, em que b=-3. O gráfico de uma função constante é um conjunto de pontos que pertencem a uma reta paralela ou coincidente com o eixo das abcissas. 5. Seja f uma função de proporcionalidade direta. Sabe-se que (-7, 14) é um ponto do gráfico de f. Qual das expressões seguintes é a expressão algébrica de f ? Seleciona a opção correta. R: C Como (-7, 14) é um ponto do gráfico de f, então a constante de proporcionalidade ou o y 14 coeficiente de x é = = −2 e como f uma função de proporcionalidade direta é representada por x −7 uma expressão do tipo = y kx (k ≠ 0). Logo, y= -2x, isto é, f(x) = -2x. 6. Considera a seguinte tabela que relaciona as grandezas “ número de litros de azeite comprados” e “ preço a pagar”, pela compra. 6.1. Será o preço a pagar diretamente proporcional ao número de litros comprados? Justifica a tua resposta. 12 15 21 9 18 = = = = = 3 4 5 7 3 6 O preço a pagar diretamente proporcional ao número de litros comprados, porque a razão entre estas grandezas é constante, isto é, o quociente entre cada valor de y e o respectivo valor de x é sempre constante e igual a 3. 6.2. No caso de teres respondido afirmativamente à alínea anterior, indica a constante de proporcionalidade e diz o que representa. A constante de proporcionalidade é 3 (k=3) e este valor representa o preço, em euros, de 1 litro de azeite. y 6.3. Completa: = 3× x ..... A Professora: Manuela Vicente -2/10- 6.4. Quanto se pagaria se se comprassem 2 garrafas de azeite de 5 litros e 3 garrafas de azeite de 1 litro? Se se comprassem 2 garrafas de azeite de 5 litros pagar-se-ia 30 euros e, por 3 garrafas de azeite de 1 litro pagar-se-ia 9 euros. 6.5. Uma despesa de 8,10 € corresponde a quantos litros de azeite? 8,10 : 3 = 2,7 Corresponde a 2,7 litros de azeite. 7. Sabendo que as variáveis a e b , relacionadas na tabela seguinte, são diretamente proporcionais, escolhe a opção correta para os valores de x e y. Justifica com cálculos e palavras a tua resposta. (A) x = 1,5 ; y = 4,5 (B) x = 1 ; y = 12 (C) x = 16 ; y = 0,75 (D) x = 4 ; y = 4 Como as variáveis a e b , relacionadas na tabela seguinte, são diretamente proporcionais, então a b 10 100 constante de proporcionalidade ou o coeficiente de x é= = = 4 . a 2,5 25 Assim, x= 4 = 1 e y = 3 × 4 =12 4 R: (B) 8. Calcula: 8.1. Para cada sequência, descreve a lei de formação e descobre o termo que falta. a) 8, 14, 20, 26 , 32, 38… O 1.ºtermo é 8 e para obter o termo seguinte, adiciona-se 6 unidades ao termo anterior. b) 23, 16, 9, 2, −5 ,-12, ... O 1.ºtermo é 23 e para obter o termo seguinte, subtrai-se 7 unidades ao termo anterior. c) 3, 6, 12, 24, 48, 96 , … O 1.ºtermo é 3 e para obter o termo seguinte, multiplica-se o termo anterior por 2. d) -12, −10 , -8, -6, -4, -2, … O 1.ºtermo é -12 e para obter o termo seguinte, adiciona-se 2 unidades ao termo anterior. 8.2. Indica, justificando, quais destas sequências são crescentes ou decrescentes. As sequências crescentes são: a), c) e d), porque cada termo de cada uma das sequências é sempre maior que o termo anterior e as sequências decrescentes são: b), porque cada termo de cada uma das sequências é sempre menor que o termo anterior. 9. Considera a sequência: 3, 5, 8, 12, 17, 23, … Qual das seguintes afirmações é verdadeira? (A) A diferença entre dois termos consecutivos quaisquer é constante. (B) O 10.º termo é 57. (C) O termo geral da sequência é 2n +1 A Professora: Manuela Vicente -3/10- (D) O número 67 é o termo da sequência R: B 10. O termo de ordem n (ou termo geral) de uma sequência é dado pela expressão 8n+2. 10.1. Determina os três primeiros termos desta sequência. Para n=1, temos 8 × 1 + 2 = 8 + 2 = 10 → 1.º termo Para n=2, temos 8 × 2 + 2 = 16 + 2 = 18 → 2.º termo Para n=2, temos 8 × 3 + 2 = 24 + 2 = 26 → 3.º termo Os três primeiros termos desta sequência são 10, 18 e 26. 10.2. Calcula o termo de ordem 6. Pretende-se o 6.ºtermo da sequência. Para n = 6, temos 8 × 6 + 2 = 48 + 2 = 50 → termo de ordem 6 ou 6.ºtermo da sequência. 10.3. Sabendo que o último termo da sequência é 418, quantos termos têm a sequência? Pretende-se o número de termos da sequência. 8n + 2 = 418 ⇔ 8n = 418 − 2 ⇔ 8n = 416 ⇔ 8n 416 = ⇔ 1n = 52 ⇔ n = 52 8 8 Assim, o quinquagésimo segundo termo (52.ºtermo) da sequência é 418 e a sequência tem 52 termos. 10.4. Calcula a ordem do termo 82 da sequência. 8n + 2 = 82 ⇔ 8n = 82 − 2 ⇔ 8n = 80 ⇔ 8n 80 = ⇔ 1n = 10 ⇔ n = 10 8 8 Logo, 82 é o 10.ºtermo da sequência. 10.5. Será que o número 72 é um termo da sequência? Justifica a tua resposta. 8n 70 70 70 = ⇔ 1n = ⇔n= = 8,75 ∉ IN 8 8 8 8 Como n ∈ IN e 8,75 ∉ IN , logo 72 não é termo da sequência. 8n + 2 = 72 ⇔ 8n = 72 − 2 ⇔ 8n = 70 ⇔ 11. A Sandra pretende construir azulejos de diferentes comprimentos, utilizando quadrados brancos e cinzentos dispostos como se observa na figura seguinte: 11.1. Indica, a seguir, o número de quadrados de cada cor necessários para construir o azulejo número cinco: 11.1.1. Número de quadrados brancos: 5 brancos 11.1.2. Número de quadrados cinzentos: 10 cinzentos. 11.2. O número de quadrados cinzentos em cada azulejo forma uma sequência numérica. Qual é o termo geral da sequência? 2, 4, 6, 8, 10, … , 2 n A Professora: Manuela Vicente -4/10- Verificação: Para n = 1, temos 2 × 1 = 2 ç 1.ºtermo da sequência Para n = 2, temos 2 × 2 = 4 ç 2.ºtermo da sequência Para n = 3, temos 2 × 3 = ….. 6 ç 3.ºtermo da sequência Logo, 2n é o termo geral da sequência. 11.3. O número total de quadrados em cada azulejo forma outra sequência numérica. Qual o termo geral dessa sequência? 3, 6, 9, 12, 15, … , 3 n Verificação: Para n = 1, temos 3 × 1 = 3 ç 1.ºtermo da sequência Para n = 2, temos 3 × 2 = 6 ç 2.ºtermo da sequência Para n = 3, temos 3 × 3 = ... 9 ç 3.ºtermo da sequência Logo, 3n é o termo geral da sequência. 11.4. Usando o termo geral, determina quantos quadrados teria a figura número 56. Como o termo geral é 3n, substituindo n por 56, temos: 3 × 56 = 168 . A figura número 56 teria 168 quadrados. 11.5. Poderá existir um azulejo com um total de 163 quadrados? Justifica a tua resposta. 1.ºProcesso: 3n 163 163 163 = ⇔ 1n= ⇔ n= = 54,(3) ∉ IN 3 3 3 3 Como n ∈ IN e 54,(3) ∉ IN , logo163 não é termo da sequência. 3n= 163 ⇔ Pelo que, não pode existir um azulejo com um total de 163 quadrados. 2.ºProcesso: Como o 1.ºtermo da sequência é 3 e cada termo obtém-se do anterior multiplicando-o por 3, aplicando o critério de divisibilidade de um número por três: um número será divisível por 3 se a soma de seus algarismos for divisível por 3, no nosso caso, temos 1+6+3=10 e 10 não é divisível por 3, logo 163 não é múltiplo de 3, pelo que não pode existir um azulejo com, um total de 163 quadrados. 12. . (A) 1+1 2 Para n= 1 temos = = 2 ≠1 1 1 (B) 2 ×1 = 1+1 2× 2 Para n= 2, temos = 2 +1 Para n= 1, temos 2 = 1 2 4 3 ≠ 3 4 (C) 1+1 2 Para n= 1, temos = = 1 2 ×1 2 2 +1 3 Para n 2,= temos = 2× 2 4 Para n= 3, temos 3 +1 4 = = 2×3 6 2 3 R: (C) A Professora: Manuela Vicente -5/10- bn 3 ( n + 2 ) a= n2 − n ; = n 13. Considere as sucessões definidas pelo seu termo geral: 13.1. Determine: 13.1.1. os três primeiros termos da sucessão ( a n ) . Termo geral da sucessão ( a n ) é a= n2 − n n Para n = 1, temos a1 = 12 − 1 = 0 → 1.ºtermo da sucessão Para n = 2, temos a 2 = 22 − 2 = 4 − 2 = 2 → 2.ºtermo da sucessão Para n = 3, temos a 3 = 32 − 3 = 9 − 3 = 6 → 3.ºtermo da sucessão Os três primeiros termos da sucessão ( a n ) são 0, 2 e 6. 13.1.2. b100 . Termo geral da sucessão ( bn ) é = bn 3 ( n + 2 ) Para n =100, temos b100 =3 × (100 + 2 ) =3 × 102 = 306 → 100.ºtermo (centésimo termo) da sucessão O centésimo termo da sucessão é 306. O número 54 é termo da sucessão ( b n ) ? Justifique a resposta. 13.2. = bn 3 ( n + 2 ) 3 ( n + 2 ) = 54 ⇔ 3 × n + 3 × 2 = 54 ⇔ 3n + 6 = 54 ⇔ 3n = 54 − 6 ⇔ Como n ∈ IN e 16 ∈ IN , logo 54 é termo da sucessão ( bn ) . 3n 48 = ⇔ 1n = 16 ⇔ n = 16 3 3 14. No referencial da figura seguinte estão representados os quatro primeiros termos de uma sucessão. 14.1. Determina: a) v Por observação do gráfico cartesiano temos: v4 = 2 4 5 v5 = v4 + 0,5 = 2 + 0,5 = 2,5 = 2 b) v 5 14.2. Qual é o termo de ordem n da sucessão? O termo de ordem n (termo geral) da sucessão ( vn ) é vn = 1 n n ⇔ vn = 2 2 Verificação: 1 ×1 = 2 1 Para n = 2, temos v2 = × 2 = 2 1 Para n = 3, temos v3 = × 3 = 2 Para n = 1, temos v1 = A Professora: Manuela Vicente 1 → 1.ºtermo da sucessão 2 2 = 1 → 2.ºtermo da sucessão 2 3 → 3.ºtermo da sucessão 2 -6/10- 15. Considera as seguintes expressões com variáveis e indica as que representam equações: 12 (A) 7 − 2 x (B) (C) 3− x = 0 3m = 4 (D) c (E) a + 7 − 2 + 3a (F) y ≤ 10 R: (B) e (C) 16. Dada a equação 3 x + 0,5 = 2 x + 1 − 7 , indica: 16.1. A incógnita; 16.2. Os termos com incógnita ; x 3 x + 0,5 3x ; 2x 16.4. O 2.º membro; 16.5. Os termos do 1.º membro; 2x + 1 − 7 17. 16.3. O 1.º membro; 16.6. Os termos do 2.º membro. 3x ; 0,5 2x ; 1 ; -7 . 18. Considera a equação a + 7 = −2 + 3a . 18.1. Sem resolver a equação, verifica se a = 5 é solução da equação dada. Para a = 5, temos 5 + 7 = - 2 + 3× 5 ⇔ ⇔ 12 = - 2 + 15 ⇔ ⇔ 12 = 13 Proposição falsa Logo, 5 não é solução da equação dada. 18.2. Comenta a afirmação: “As equações a + 7 = −2 + 3a e 4a = 18 são equivalentes”. Para a =4,5, temos 4,5 + 7 = - 2 + 3 × 4,5 ⇔ ⇔ 11,5 = - 2 + 13,5 ⇔ ⇔ 11,5 = 11,5 Proposição verdadeira e Para a = 4,5 , vem: 4 × 4,5 =18 ⇔ ⇔ 18 = 18 Proposição verdadeira Então, 4,5 é a solução de ambas as equações e como ambas as equações têm o mesmo conjunto solução, logo as equações a + 7 =−2 + 3a e 4a = 18 são equivalentes. 2 x − 16 = 3x − 48 . 19. Considera a equação (A) x = −32 (A) x =-32 (B) 2 x = 64 Uma equação equivalente a esta é: (C) x = 64 (D) x + 4 = 28 R: (B) Para x =−32, temos: 2 × ( −32 ) − 16 =3 × ( −32 ) − 48 ⇔ −64 − 16 =−96 − 48 ⇔ 80 =144 Proposição Falsa As equações x = −32 e 2 x − 16 = 3 x − 48 não são equações equivalentes, porque não têm o mesmo conjunto solução. ( B) 2 × 32 = 64 ⇔ 64 = 64 Proposição verdadeira Para x =32, temos : 2 × 32 − 16 =3 × 32 − 48 ⇔ 64 − 16 =96 − 48 ⇔ 48 =48 Proposição verdadeira . As equações 2 x = 64 e 2 x − 16 = 3 x − 48 são equações equivalentes, porque têm o mesmo conjunto solução A Professora: Manuela Vicente -7/10- Vou descobrir!! 20. A Teresa e o Rui resolveram a equação 3x + 3 = 3 (5x – 1) com alguns erros: Teresa 3 x= +3 15 x – 3 ⇔ 3 + 3 = 15 x – 3 x ⇔6 = 12 x ⇔ x =2 Rui 3 x= +3 15 x – 3 ⇔ ⇔ 3 x + 15 x = 0 ⇔ ⇔ −12 x = 0⇔ ⇔ x =0 a) Identifica os erros cometidos por cada um. A Teresa cometeu um erro ao utilizar o princípio da multiplicação. Para isolar o x deveria ter dividido os dois membros da equação por 12 e não o fez. O Rui cometeu dois erros ao agrupar os termos com incógnita num dos membros (regra prática da adição) e os termos independentes no outro e, outro erro, ao reduzir os ter semelhantes. b) Resolve corretamente a equação dada, apresentando o seu conjunto-solução. 3 x + 3 =3 ( 5 x – 1) ⇔ 3 x + 3 =15 x – 3 ⇔ 3 x − 15 x =−3 – 3 ⇔ ⇔ −12 x = −6 ⇔ −12 −6 6 1 x= ⇔ 1x = ⇔ x = 12 6 −12 −12 1  S=   6  21. Observa o seguinte esquema: 21.1. Escreve uma equação sugerida pelo esquema. 6+ x+ x =8+3 21.2. Determina o valor de x . 6 + x + x =8 + 3 ⇔ x + x =8 + 3 − 6 ⇔ 2 5 5 ⇔ 2 x = 5 ⇔ x = ⇔ 1x = ⇔ x = 2,5 2 2 2 S = {11} 22. Resolve e classifica cada uma das seguintes equações: 2x +1 = 7 ⇔ 2 x =7 − 1 ⇔ 2 x =6 ⇔ 2x 6 a) ⇔ = ⇔ x = 3 S= {3} 2 2 Equação possível e determinada 2y + 2 = y − 3 ⇔ 2 y − y =−3 − 2 ⇔ c) = ⇔ y −5 S= {−5} Equação possível e determinada A Professora: Manuela Vicente 4( x + 1) = 10 ⇔ 4 x + 4 = 10 ⇔ 4 x = 10 − 4 ⇔ 4x 6 6 3 3 = ⇔x= ⇔x= S=   4 4 4 2 2 Equação possível e determinada b) ⇔ 4 x = 6 ⇔ 3(2 z − 1) − ( z − 2) = 0 ⇔ 6z − 3 − z + 2 = 0 ⇔ d) ⇔ 6 z − z = 0 − 2 + 3 ⇔ 5 z =1 ⇔ 5 z = 1 ⇔ z = 1 5 5 5 1  S=   Equação possível e determinada 5 -8/10- 6a = 2a − (a − 3) ⇔ 6a = 2a − a + 3 ⇔ 6a − 2a + a = 3 ⇔ 3 S=   5  e) ⇔ 5a = 3 ⇔ 5a = 3 ⇔ 1a = 3 ⇔ a = 3 5 5 5 Equação possível e determinada 5 −6 − 2(−3 + 2 x) =−4 x ⇔ −6 + 6 − 4 x = −4 x ⇔ f) ⇔ −4 x + 4 x = +6 − 6 ⇔ 0 x = 0 ⇔ x ∈  S =  Equação possivel e indeterminada −2( x − 1) − 3( x + 2) = 10 ⇔ −2 x + 2 − 3 x − 6= 10 ⇔ −5 x 14 ⇔ −2 x − 3 x= 10 − 2 + 6 ⇔ −5 x= 14 ⇔ = ⇔ −5 −5 h) 14 14  14  ⇔ 1x = − ⇔x= − S= −  5 5  5  Equação possível e determinada 5b + 3 − 5(b − 6) = 0 ⇔ 5b + 3 − 5b + 30 = 0 g) ⇔ 5b − 5b =0 − 3 − 30 ⇔ 0b =−33 S= { } Equação impossível 4m − 2= 7 m − 1 − m ⇔ 4m − 7 m + m =−1 + 2 ⇔ −2m 1 1  1 = ⇔ m = − S= −  −2 −2 2  2 Equação possível e determinada i) ⇔ −2m = 1 ⇔ −6 ⇔ 5 − 2a − 16 =−6 ⇔ 5 − 2(a + 8) = −2a 5 ⇔ −2a = −6 − 5 + 16 ⇔ −2a = 5 ⇔ = ⇔ −2 −2 j) 5  5 ⇔a= − S= −  2  2 Equação possivel e determinada 4 − (2 − x) + 5 = x ⇔ 4−2+ x+5 = x ⇔ −c + 2 =c − 5 ⇔ −c − c = −5 − 2 ⇔ −2c = −7 ⇔ −2c −7 7 7  = ⇔ c= S=   −2 −2 2 2 Equação possível e determinada k) ⇔ x − x =−4 + 2 − 5 ⇔ 0 x =−7 Equação impossível 23. l) ⇔ Coloca uma cruz (X) de acordo com a classificação de cada uma das seguintes equações. Classificação 0 x= 0 ⇔ ⇔ x∈ S= Equação Possível e Possível e determinada indeterminada 0x = 0 x+5 = 8 x+5 = 8 ⇔ ⇔ x =8−5 ⇔ 3+ x = x 3 S= {3} ⇔x= 3x = 2 x Impossível ⇔ 0x = 3 S= { X X X 3− } 3= x 2x ⇔ ⇔ 3 x − 2 x =0 ⇔ ⇔x= 0 S= {0} X 24. Resolve, em  , a equação seguinte: 3+ x = x ⇔ ⇔ x − x =−3 ⇔ x −1 − 2 ( x − 2) = 0 2 x −1 x −1 x 1 x 1 − 2 ( x − 2) = 0 ⇔ 3 − − 2 x + 4 = 0 ⇔ − + − 2 x = 0 − 4 − 3 ⇔ − − 2 x = −7 − ⇔ 2 2 2 2 2 2 m.m.c(1, 2) = 2 x 2x 7 1 x 4x 14 1 −5 −15 ⇔− − =− − ⇔− − = − − ⇔ − x − 4 x = −14 − 1 ⇔ −5 x = −15 ⇔ x= ⇔ 2 1 1 2 2 2 2 2 −5 −5 3− (×1) ( ×2 ) ( ×2 ) (×1) ⇔x= 3 S= {3} A Professora: Manuela Vicente -9/10- 25. Resolve, em  e em IN, começando por escrever a equação na forma ax = b , cada uma das seguintes equações. Apresenta as soluções sob a forma de número inteiro ou de fração irredutível. 7x + 7 1  = -4  x -  5 4  25.1. x 4+x x − =− 2 3 4 5 25.2. 25.3. 2 1 1 x +1 − x −  = − 3 2 3 6 25.1.  2  7 Equação possível e determinada em  S = −  Equação impossível em IN S ={ } x 4+ x x − = −2⇔ 3 4 5 m.m.c(3, 4,5) = 3 × 4 × 5 = 60 2 x 4+ x x ⇔ − = − ⇔ 3 4 5 1 25.2. (×20 ) (×15) (×12 ) 25.3. (×60 ) 20 x 60 + 15 x 12 x 120 − = − ⇔ 60 60 12 60 ⇔ 20 x − 60 − 15 x = 12 x − 120 ⇔ ⇔ 20 x − 15 x − 12 x = −120 + 60 ⇔ ⇔ −7 x = −60 ⇔ −7 −60 ⇔ ⇔ x= −7 −7 60 ⇔ 1x = ⇔ 7 60 ⇔x= 7 A equação dada é impossível em IN S= { ⇔ 2 1 1 x +1 − x− = − ⇔ 3 2 3 6 2 1 1 x +1 ⇔ − x+ = − ⇔ 3 2 6 6 2 1 1 x 1 ⇔ − x+ = − − ⇔ 3 2 6 6 6 m.m.c ( 2,3,6 ) = 6 ⇔ ( ×2 ) ( ×3 ) 4 3 1 x 1 − x+ = − − ⇔ 6 6 6 6 6 ⇔ 4 − 3 x + 1 =− x − 1 ⇔ ⇔ x − 3 x =−4 − 1 − 1 ⇔ ⇔ −2 x = −6 ⇔ −2 x −6 ⇔ = ⇔ −2 −2 ⇔ 1x =3 ⇔ ⇔ x =3 ⇔ A equação dada é possível e determinada em IN ⇔ }  60  A equação dada é possível e determinada em  S=   7 e em  26. 2 1 1 x 1 − x+ = − − ⇔ 3 2 6 6 6 S= {3} Não sai nesta prova. Nota: Esta ficha de revisões foi elaborada para auxiliar o teu estudo. No entanto não deves deixar de estudar pelo teu caderno e pelo livro adotado. Bom Trabalho! A Professora: Manuela Vicente -10/10-