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Escola SENAI “Orlando Laviero Ferraiuolo” Rua Teixeira de Melo, 106 – Tatuapé – São Paulo

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REGULAMENTO DE ESTÁGIO

CURSO TÉCNICO DE EDIFICAÇÕES CURSO TÉCNICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL

SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO Escola SENAI “Orlando Laviero Ferraiuolo” Rua Teixeira de Melo, 106 – Tatuapé

SUMÁRIO

1.

INTRODUÇÃO

Escola SENAI “Orlando Laviero Ferraiuolo”

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3

2. ATRIBUIÇÕES DO RESPONSÁVEL PELA COORDENAÇÃO DE ESTÁGIOS E DOS DOCENTES

 

3

3. PERFIL DE CONCLUSÃO DO CURSO

4

3.1. TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES

4

3.2. TÉCNICO EM CONSTRUÇÃO CIVIL

4

4. CRITÉRIOS PARA CAPTAÇÃO DE OPORTUNIDADES DE ESTÁGIO

 

7

5. ENCAMINHAMENTO DOS ALUNOS PARA ESTÁGIO

 

7

6. CRITÉRIOS PARA MATRÍCULA

7

6.1. GENERALIDADES

7

6.2. DURAÇÃO

8

6.3. GESTÃO DA DOCUMENTAÇÃO

8

6.4. SEGURO DE ACIDENTES PESSOAIS

9

7. CRITÉRIOS PARA DESENVOLVIMENTO E AVALIAÇÃO

7.1. PLANO DE ESTÁGIO

 

10

10

7.2. PLANILHA ELETRÔNICA “PROCESSOS ESTÁGIO E DIPLOMAÇÃO CURSO TÉCNICO”

10

7.3. AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES PARA CONCESSÃO DE ESTÁGIO

 

11

7.4. AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO ESTAGIÁRIO

 

11

7.5. AUTO-AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO

12

7.6. REUNIÕES NA ESCOLA

12

7.7. TERMO ADITIVO

12

8. CRITÉRIOS PARA CONCLUSÃO

12

9. DISPENSA DE ESTÁGIO

12

10.

APROVEITAMENTO

DE

ESTÁGIO

REALIZADO

EM

CURSO

DE

NÍVEL

TÉCNICO

OU

SUPERIOR CORRELATO

13

11. INTERRUPÇÃO E RETOMADA DO ESTÁGIO

 

14

12. DISPOSIÇÕES GERAIS

15

13. REFERÊNCIAS NORMATIVAS

15

14. CONTROLE DE REVISÕES

15

ELABORAÇÃO

DATA

APROVAÇÃO

DATA

Vânia Aparecida Caneschi

12/06/2009

Abílio José Weber

15/06/2009

1. INTRODUÇÃO Escola SENAI “Orlando Laviero Ferraiuolo” Rua Teixeira de Melo, 106 – Tatuapé –

1. INTRODUÇÃO

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Nos termos do Procedimento DITEC-011 v.6, adotado pelo SENAI-SP para orientar

as atividades necessárias para condução do processo de supervisão de estágio de

alunos, é obrigatória a elaboração do Regulamento de Estágio nas Unidades que mantenham Cursos Técnicos e Cursos Superiores.

Deste modo, o objetivo deste Regulamento é estabelecer as práticas referentes ao estágio supervisionado do CFP 1.11 – Escola SENAI “Orlando Laviero Ferraiuolo”, para os seguintes Cursos Técnicos:

- Curso Técnico de Edificações;

- Curso Técnico de Construção Civil.

2. ATRIBUIÇÕES DO RESPONSÁVEL PELA COORDENAÇÃO DE ESTÁGIOS E

DOS DOCENTES

A Direção da Unidade designou os seguintes profissionais para atuar com as

atividades ligadas ao estágio supervisionado:

Responsáveis pela Coordenação de Estágios:

Vânia Aparecida Caneschi e Marcio de Oliveira Cruz.

Colaboradores:

Luiz Carlos Gonçalves Tinoco, Marcelo Duarte da Silva e Marco Antonio Araújo de Souza.

Comissão Permanente de Análise de Dispensa e Aproveitamento de Estágio:

João Batista da Silva, Vânia Aparecida Caneschi, Luiz Carlos Gonçalves Tinoco e Marcio de Oliveira Cruz.

Aos responsáveis pela Coordenação de Estágio, indicados pelo Diretor, auxiliado por docentes, caberá:

a) Elaborar, considerando as diretrizes estabelecidas pelo Departamento Regional,

e submeter ao diretor da escola, para aprovação, do regulamento de estágio supervisionado articulando-se com a equipe escolar e os docentes designados pela direção escolar;

b) Planejar e executar as atividades de captação de vagas e orientação, encaminhamento, supervisão e avaliação de estagiários;

c) Coordenar a equipe de docentes para avaliação das condições para concessão

de estágio;

d) Elaborar e manter cadastro de alunos para estágio;

e) Coletar informações com empresas e estagiários, sobre reformulações que

poderão ser propostas visando as alterações ou adequações na organização curricular do curso; f) Articular-se com a equipe escolar para a divulgação das informações sobre o processo supervisionado;

g) Atualizar e divulgar o guia do estagiário.

3. PERFIL DE CONCLUSÃO DO CURSO 3.1. TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES Escola SENAI “Orlando Laviero Ferraiuolo”

3. PERFIL DE CONCLUSÃO DO CURSO

3.1. TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES

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O perfil profissional do Técnico em Edificações é definido pelo respectivo Plano de

Curso e está apresentado a seguir.

- Planeja, acompanha e orienta tecnicamente a execução e a manutenção de

edificações, empregando métodos e técnicas de trabalho e processos construtivos em escritórios e canteiros de obra, utilizando instrumentos, aparelhos e equipamentos próprios da construção, seguindo normas técnicas, ambientais, de qualidade, de saúde e segurança do trabalho, procedimentos e metas da empresa;

- Elabora, utilizando recursos informatizados, projetos arquitetônicos, estruturais e de instalações hidráulicas e elétricas de edificações, com os respectivos detalhamentos, nos termos e limites regulamentares e sob supervisão de profissional de nível superior da área, podendo, ainda, executá-los;

- Integra sistemicamente plantas e especificações de projetos, analisando suas interfaces, detectando, se houver, inconsistências, superposições e

incompatibilidades evitando desperdícios e interferências na execução da obra;

- Aplica, no canteiro de obras, métodos, técnicas, normas e procedimentos estabelecidos e organiza fluxos de circulação de materiais, pessoal e

equipamentos, visando à minimização de impactos ambientais, à qualidade e produtividade dos processos construtivos e à segurança no trabalho;

- Supervisiona as diferentes etapas do processo de construção, coordenando

equipes, propondo alternativas de melhoria contínua da organização do trabalho e de pessoal;

- Prepara orçamento, realizando levantamentos quantitativos de materiais, mão-de- obra e equipamentos, elaborando planilhas de custo e cronogramas de atividades de execução da obra, assegurando a realização do trabalho de acordo com o planejado e dentro da previsão orçamentária;

- Controla nos canteiros de obra, o recebimento dos materiais, de acordo com especificações, normas técnicas e cláusulas contratuais, coordenando seu

manuseio, preparo, armazenamento e garantindo a qualidade e produtividade dos processos construtivos;

- Orienta o uso e a manutenção dos equipamentos, providenciando sua calibragem

e aferição e auxilia na elaboração de cronograma para sua alocação e rendimento, promovendo a confiabilidade na execução das etapas da obra;

- Auxilia em levantamentos topográficos, executa locações e demarcações de

terreno, acompanha a execução de sondagens e suas avaliações e realiza ensaios

tecnológicos de laboratórios e de campo, garantindo a estabilidade e a durabilidade das edificações;

- Organiza processos para aprovação de projetos de edificações em órgãos

públicos;

- Realiza, quando necessário, prestação de serviços a empresas de edificações.

3.2. TÉCNICO EM CONSTRUÇÃO CIVIL

O perfil profissional do Técnico em Construção Civil é definido pelo respectivo Plano

de Curso, formatado com base em competências, o qual define a respectiva

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Competência Geral e as correspondentes Unidades de Competência, apresentadas

a seguir.

3.2.1.Competência Geral

Participar do projeto da obra e do planejamento de sua execução, supervisionar a execução de sistemas construtivos e participar do controle tecnológico de métodos e materiais, cumprindo a legislação e as normas específicas de saúde e segurança do trabalho, meio ambiente e qualidade.

3.2.2. Unidade de Competência 1

Participar do projeto da obra, cumprindo a legislação e as normas específicas de saúde e segurança do trabalho, meio ambiente e qualidade. - Auxiliar no levantamento topográfico, identificando equipamentos e instrumentos, aplicando técnicas de levantamento topográfico, interpretando os dados obtidos, elaborando o desenho topográfico com recursos computacionais; - Acompanhar a execução da sondagem identificando equipamentos e instrumentos, analisando as características do solo considerando a classificação normalizada, observando se a sondagem é realizada dentro das normas, interpretando os resultados do relatório de sondagem;

- Elaborar detalhamento executivo dos sistemas construtivos, interpretando os

projetos, aplicando normas técnicas ao desenho, elaborando croquis, desenhando com recursos computacionais, consultando catálogos técnicos quando necessário;

- Realizar a tramitação necessária à legalização da obra, identificando os

documentos necessários à legalização, organizando a documentação, acompanhando os prazos;

- Compatibilizar projetos, analisando a interface das plantas e especificações, detectando inconsistências, superposição e incompatibilidade de execução, consultando legislação e normas técnicas, propondo alternativas de melhoria sempre que necessário.

3.2.3. Unidade de Competência 2

Participar do planejamento da execução da obra, cumprindo a legislação e as normas específicas de saúde e segurança do trabalho, meio ambiente e qualidade;

- Participar da definição da estratégia de execução da obra, levantando informações

sobre a produtividade de equipamentos, processos, mão-de-obra, incluindo terceirizações, levantando características locais que possam interferir na execução da obra, sugerindo alternativas de superação de interferências, auxiliando na definição do leiaute do canteiro de obra, cumprindo a legislação vigente sobre meio ambiente, segurança e saúde ocupacional, propondo soluções alternativas e adequações do projeto para execução da obra, organizando tecnicamente as informações para apresentação e tomada de decisão;

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- Participar da elaboração do orçamento, quantificando mão-de-obra, materiais,

equipamentos e instrumentos, cotando materiais, equipamentos e instrumentos, elaborando custos diretos e indiretos, inclusive com recursos computacionais,

calculando benefícios e despesas indiretas, incluindo segurança, saúde

ocupacional, meio ambiente e licenciamentos relativos, realizando análise crítica de orçamento, propondo alternativas mais econômicas;

- Participar da elaboração do cronograma físico e financeiro, dimensionando

tempos e recursos humanos, físicos e financeiros inclusive com recursos computacionais, analisando as interfaces e interferências entre as diversas etapas construtivas, analisando criticamente o cronograma, propondo melhorias em relação a tempos e recursos, formatando o cronograma para apresentação, coletando informações para redimensionamento quando necessário, provendo diferentes equipes de informações quando necessário.

3.2.4. Unidade de Competência 3

Supervisionar a execução de sistemas construtivos, cumprindo a legislação e as normas específicas de saúde e segurança do trabalho, meio ambiente e qualidade. - Realizar a programação da obra, dimensionando equipes de trabalho, alocando os recursos necessários, analisando fluxo de materiais, equipamentos e pessoas na obra, realizando o follow-up das entregas na obra, informando as equipes de trabalho; - Realizar o controle da produção da obra, medindo o serviço executado, inspecionando o cumprimento do cronograma de execução da obra, controlando a qualidade de materiais, processos e serviços, controlando custos e consumos, cumprindo e fazendo cumprir legislação pertinente a meio ambiente e segurança e saúde ocupacional, propondo soluções para correção de desvios em relação ao planejado, informando os envolvidos sobre o andamento da produção, operacionalizando os processos de mudança de escopo (projeto) da obra, administrando contratos de manutenção;

- Coordenar equipes de trabalho, atribuindo tarefas, administrando conflitos,

liderando frentes de trabalho, estimulando a equipe para a produção, identificando as capacidades dos profissionais, treinando pessoas, delegando responsabilidades, integrando grupos de trabalho, promovendo comunicação interpessoal, remanejando profissionais quando necessário.

3.2.5. Unidade de Competência 4

Participar da realização de controle tecnológico da área, cumprindo a legislação e as normas específicas de saúde e segurança do trabalho, meio ambiente e qualidade.

- Realizar ensaios de materiais, coletando amostras e dados, aplicando normas e

procedimentos, aplicando métodos determinísticos e/ou estatísticos, elaborando relatórios técnicos, recomendando a aprovação ou não de materiais.

- Controlar a qualidade de métodos de aplicação de materiais, orientando a

aplicação de materiais, coletando amostras e dados das aplicações, analisando resultados, recomendando ajustes e melhorias nos métodos de aplicação, elaborando relatórios.

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4. CRITÉRIOS PARA CAPTAÇÃO DE OPORTUNIDADES DE ESTÁGIO

Na captação de vagas, deve haver um esforço para criação de oportunidades de

estágio aos alunos. Para tanto, o responsável pela Coordenação de Estágios deve executar, no mínimo, as seguintes ações:

a) Promover a celebração de Termo de Acordo de Cooperação para Estágio de

Complementação Educacional, se solicitado pela concedente;

b) Elaborar e manter cadastro da concedente;

c) Promover contatos buscando fidelizar a parceria firmada no Termo de

Cooperação com atuais concedentes e na obtenção de novos;

d) Elaborar e manter cadastro de vagas;

e) Divulgar as vagas existentes.

5. ENCAMINHAMENTO DOS ALUNOS PARA ESTÁGIO

O encaminhamento de alunos para estágio obedecerá aos seguintes critérios:

a) Sempre que possível, a escola efetivará entendimento junto às partes

concedentes visando facilitar o encaminhamento de alunos para o estágio. b) Respeitadas as condições gerais estabelecidas pela escola, o aluno devidamente autorizado, poderá obter vaga de estágio, desde que atendido o disposto no item 1.

c) As ofertas de vagas de estágios serão divulgadas, quando autorizadas pelas concedentes, nos respectivos murais da Coordenação de Estágios.

d) Cabe aos alunos fazer contato com a empresa para agendar entrevista e testes

que se façam necessários.

e) A aceitação do estagiário pela parte concedente dependerá do seu próprio

processo seletivo. Os critérios de seleção estarão sob escolha e responsabilidade da concedente.

6. CRITÉRIOS PARA MATRÍCULA

6.1. GENERALIDADES

O estágio tem por objetivo propiciar a complementação do ensino ministrado na

escola.

O diploma de técnico será conferido ao aluno que realizar a complementação

curricular obrigatória, na forma de ESTÁGIO SUPERVISIONADO, conforme previsto

no Plano de Curso e que comprovar a conclusão do Ensino Médio ou a realização

de

estudos equivalentes.

O

estágio somente poderá ser realizado em empresas, órgãos ou instituições que

tenham condições de proporcionar ao aluno experiência profissional compatível com a formação de técnico. Devido a características específicas da Cadeia Produtiva da Construção Civil, são também admitidas as possibilidades de estágio de alunos que sejam empresários,

autônomos e prestadores de serviços.

É

(pessoas físicas que não constituíram empresa), desde que seja evidenciada

também admitida a situação de estágio prestada para profissionais liberais

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comprovação de inscrição destes no CCM – Cadastro de Contribuintes Mobiliários, ou equivalente, do Município onde os serviços estejam sendo prestados.

O estágio deverá ser realizado, de preferência, no Estado de origem do aluno e na

empresa, órgão ou instituição que o encaminhou ao curso. Durante o estágio, o aluno submeter-se-á às normas e aos regulamentos da parte concedente e as instruções deste regulamento.

6.2. DURAÇÃO

A duração do estágio deve obedecer aos seguintes critérios:

- seu início pode ser em qualquer época da fase escolar;

- a jornada não pode exceder 30 horas por semana e 6 horas diárias;

- carga horária mínima estabelecida conforme Planos de Curso: 400 horas;

- carga horária máxima: 1600 horas – período não maior de 2 anos (exceto para

portadores de necessidades especiais);

O aluno pode realizar seu estágio em mais de uma concedente, desde que não haja

conflito de horários. A cada concedente em que o aluno estagiar, serão realizadas as atividades de avaliação e as horas correspondentes serão computadas.

OBSERVAÇÃO:

O PRAZO LIMITE PARA CUMPRIMENTO DA FASE DE ESTÁGIO CORRESPONDE AO LIMITE DE CINCO ANOS APÓS A MATRÍCULA INICIAL NA FASE ESCOLAR DO CURSO (1º TERMO OU 1º SEMESTRE). SE O ALUNO NÃO CONSEGUIR CONCLUIR A FASE DE ESTÁGIO DENTRO DESTE PRAZO, A FASE ESCOLAR SE TORNARÁ INVALIDADA PARA EFEITO DE OBTENÇÃO DO DIPLOMA.

6.3. GESTÃO DA DOCUMENTAÇÃO

Para que o aluno seja considerado matriculado em estágio, a unidade escolar registra-o no sistema SGSET, após obter a documentação abaixo devidamente preenchida e assinada, de acordo com a situação do aluno:

Situação

Documentos

Estagiários com processos normais

 

ou

Estagiários com intermediação de Agentes de Integração

ou

Termo de Compromisso de

Estágio; Plano de Estágio; Proposta de Adesão – Seguro de Acidentes Pessoais

Estagiário com vínculo empregatício na

empresa em área não correlata ao curso.

Estagiário com vínculo empregatício na empresa em área correlata ao curso, inferior a 2 (dois) anos.

Cópia da Carteira de Trabalho e Previdência Social (págs.: fotografia, qualificação civil, contrato de trabalho); Ofício da empresa concedendo o estágio, com período e Plano de estágio;

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Situação

Documentos

 
 

Cópia

do

contrato

social

da

Estagiário na empresa onde o aluno é proprietário.

empresa, constando nome do aluno;

Plano de Estágio.

 

Em qualquer caso, será aberta uma pasta suspensa personalizada para o aluno, destinada a acondicionar sua documentação de estágio, durante a vigência do mesmo.

A legislação educacional em vigor define a ESCOLA como a principal responsável

pela gestão dos processos de estágio. Deste modo, DEVEM ser atendidas as

seguintes EXIGÊNCIAS:

- O teor do Termo de Compromisso de Estágio deverá corresponder ao modelo fornecido pelo SENAI;

- Acordos de Cooperação e Termos de Compromisso de Estágio originados da

concedente e que contenham teores diversos aos dos modelos SENAI poderão ser

aceitos pela Unidade após análise crítica dos mesmos. Caso a competência para análise ultrapasse a da Unidade, tais documentos devem ser encaminhados para análise da Supervisão Delegada da Gerência de Educação e/ou Assessoria Jurídica do SENAI antes de sua assinatura;

- Acordos de Cooperação e Termos de Compromisso de Estágio celebrados sob

intermediação de Agentes de Integração (CIEE, MUDES, NUBE, etc.) serão aceitos pela Unidade mediante solicitação da concedente e após análise crítica dos mesmos. No caso de teores diversos aos dos modelos SENAI e cuja competência para análise ultrapasse a da Unidade, tais documentos devem ser encaminhados para análise da Supervisão Delegada da Gerência de Educação e/ou Assessoria Jurídica do SENAI antes de sua assinatura.

- A assinatura pelo SENAI dos Acordos de Cooperação e dos Termos de

Compromisso de Estágio só pode ser firmada pelo Diretor da Escola ou, na sua ausência, pelo seu substituto.

6.4. SEGURO DE ACIDENTES PESSOAIS

Na vigência regular do Termo de Compromisso de Estágio, o estagiário estará incluído na cobertura da apólice de seguros de acidentes pessoais, pela Companhia de Seguros Aliança do Brasil - Apólice nº 2141, sob responsabilidade do SENAI-SP.

6.4.1 Inclusão do estagiário na Apólice

O aluno deve preencher a Proposta de Adesão e apresentá-la assinada juntamente

com o Termo de Compromisso. Esta informação é repassada a seguir para a GED –

Supervisão Delegada para a inclusão dos estagiários na apólice de seguro de acidentes pessoais, por e-mail.

6.4.2 Exclusão do estagiário na Apólice

A GED – Supervisão Delegada será também informada por e-mail quando da

exclusão do estágio na apólice de seguro. Os critérios para exclusão da Apólice são:

Interrupção ou término do período de estágio; Rescisão do termo de compromisso de estágio.

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A GED - Supervisão Delegada deve encaminhar mensalmente para as unidades

escolares a relação dos alunos mantidos na apólice de seguros e cabe à coordenação de estágios verificar a existência de irregularidades, tais como datas,

nomes, CPF incorretos ou duplicados. As inclusões, exclusões e alterações deverão ser comunicadas à GED – Supervisão Delegada semanalmente, por e-mail. Caso a Concedente prefira, poderá incluir o estagiário em sua Apólice.

7. CRITÉRIOS PARA DESENVOLVIMENTO E AVALIAÇÃO

O desenvolvimento do estágio deve ser realizado sob condições controladas que

favoreçam a formação profissional do aluno. As atividades desenvolvidas pelo estagiário, na concedente, devem estar planejadas (Plano de Estágio) e aprovadas pela unidade escolar.

A fim de garantir a conformidade das ações de desenvolvimento e avaliação foram

estabelecidas as seguintes formas de monitoramento do estágio:

- Plano de Estágio;

- Planilha Eletrônica “Processos Estágio e Diplomação Curso Técnico”;

- Avaliação das condições para concessão de estágio;

- Avaliação de desempenho na concedente;

- Auto-avaliação do estágio;

- Reuniões na escola;

- Termo aditivo.

7.1. PLANO DE ESTÁGIO

O estagiário deverá solicitar a concedente um Plano de Estágio referente ao período

previsto para a realização do mesmo, o qual deve ser aprovado pela parte concedente. Se possível, deve participar da elaboração deste plano. O formulário REG 1.11/138 é um modelo orientativo que pode ser empregado para sua elaboração. O Plano acompanha o Termo de Compromisso de Estágio e deve ser entregue em até dez dias após a assinatura do Termo de Compromisso, sob pena de redução automática de 10% da Nota Final.

7.2. PLANILHA ELETRÔNICA “PROCESSOS ESTÁGIO E DIPLOMAÇÃO CURSO

TÉCNICO” Esta planilha está situada na rede de computadores da escola (T:\estágio\estágio\processos estágio e diplomação curso técnico.xls). Tem por objetivo permitir o controle das fases de estágio de todos os alunos dos cursos Técnico de Construção Civil e Técnico de Edificações, demonstrando regularidade ou eventuais pendências quanto à documentação necessária e sua validade, fornecendo também informações sobre alunos já diplomados e sobre alunos que não iniciaram a fase de estágio. Nesta planilha estão registrados os nomes de TODOS os alunos que concluíram ou estão realizando a fase escolar do Curso Técnico.

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7.3. AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES PARA CONCESSÃO DE ESTÁGIO

Para verificar as condições para concessão de estágio, a unidade escolar deve realizar visita à candidata a concedente antes da formalização do primeiro Termo de Compromisso e, periodicamente, num prazo nunca superior a vinte e quatro meses

da avaliação anterior, condição necessária para celebração de novos Termos de

Compromisso com a mesma concedente.

O planejamento das datas dessas visitas e a realização das mesmas serão

registrados na Planilha Eletrônica “Processos Estágio e Diplomação Curso Técnico”. Nas visitas, poderão, também, ser realizadas as seguintes atividades:

- Levantar os pontos fortes e as oportunidades de melhoria relacionadas ao perfil de conclusão do curso em relação às necessidades da concedente;

- Apresentar à concedente os produtos e serviços oferecidos pela Escola. Estas visitas são evidenciadas pelo Relatório de Visita na Concedente.

7.4. AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO ESTAGIÁRIO

7.4.1. Avaliação de desempenho realizada pela Concedente

A concedente avaliará o desempenho do estagiário através do Relatório de

Aproveitamento Profissional na Empresa, onde é feita a avaliação do estagiário pelo supervisor do mesmo, atribuindo-lhe notas (MB – muito bom; B – bom; R – regular; I – insuficiente) em função dos seguintes aspectos abordados nesse relatório:

assiduidade, conhecimento, disciplina, hábitos de segurança, iniciativa, interesse, relacionamento humano, responsabilidade e participação. É também atribuída uma nota consolidada pela concedente de avaliação do período de estágio, que varia de 0 a 100.

7.4.2. Relatório Técnico feito pelo Estagiário

A Unidade escolar avaliará o desempenho do estagiário na concedente através da

apresentação do Relatório Técnico, que deve conter elementos sobre as atividades realizadas pelo aluno em seu dia-a-dia, apontando seu envolvimento com projetos, obras, orçamentos, planejamento, etc., mostrando características, dificuldades, correlação com as disciplinas da fase escolar, etc., de modo a demonstrar a aquisição das competências necessárias ao exercício das atividades do técnico.

O Relatório Técnico será analisado criticamente por pelo menos dois dos

colaboradores designados, podendo incluir o Coordenador de Estágios ou seu substituto, que a ele atribuem notas em função dos seguintes aspectos:

- Desenvolvimento de atividades ligadas às de atribuições do profissional técnico;

- Conteúdo, clareza e objetividade;

A média destas notas é traduzida na Nota do Relatório de Estágio, que varia de 0 a

100.

7.4.3.

Critério de Aprovação

Constitui-se na média aritmética entre a Avaliação de Desempenho Realizada pela Empresa e o Relatório de Estágio. Para ser considerado aprovado, o aluno deve obter Nota Final (NF) maior ou igual a 50. Para os casos de DISPENSA DE ESTÁGIO ou APROVEITAMENTO DE ESTÁGIO,

a Nota Final (NF) será a obtida no Relatório de Estágio.

7.5. AUTO-AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO Escola SENAI “Orlando Laviero Ferraiuolo” Rua Teixeira de Melo, 106 –

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Esta avaliação visa coletar as percepções do estagiário com relação ao processo de estágio, devendo ser realizada no mínimo 50% da carga horária prevista. O instrumento empregado não computará para fins de avaliação do estágio. É uma ferramenta de auxílio à gestão do processo de estágio na unidade escolar. O aluno realizará sua auto-avaliação através do Questionário de Avaliação Feita pelo Estagiário, através de respostas a questões relativas ao estágio.

7.6. REUNIÕES NA ESCOLA

Os estagiários, quando necessário, deverão comparecer para reuniões na escola, conforme solicitação do Coordenador de Estágios.

7.7. TERMO ADITIVO

Havendo interesse das partes de alterações em cláusulas e condições estipuladas

no Termo de Compromisso, pode ser firmado o Termo Aditivo ao documento. No

caso de aditivações a Termos de Compromisso de Estágio celebrados sob intermediação de Agentes de Integração (CIEE, MUDES, NUBE, etc.) ou originados

da concedente, os mesmos serão aceitos pela Unidade mediante solicitação da

concedente e após análise crítica dos mesmos. No caso de teores diversos aos dos modelos SENAI e cuja competência para análise ultrapasse a da Unidade, tais documentos devem ser encaminhados para análise da Supervisão Delegada da Gerência de Educação e/ou Assessoria Jurídica do SENAI antes de sua assinatura.

8. CRITÉRIOS PARA CONCLUSÃO

O processo de estágio pode ser concluído, quando o aluno houver:

Cumprido a carga horária mínima estipulada no Plano de Curso; Obtido nota final (NF) igual ou superior a 50 (item 7.4.3). Para comprovação da carga horária de estágio realizada a concedente deve

encaminhar ao responsável pela Coordenação de Estágios carta constando o número de horas realizadas conforme modelo orientativo.

O responsável pela Coordenação de Estágios deve realizar a atualização do

documento “Controle e Avaliação de Estágio” (via SGSET), emiti-lo e assiná-lo entregando-o à Secretaria Escolar para emissão do Diploma de Conclusão, o qual será encaminhado à GED – Supervisão Delegada para registro, caso não haja pendências de documentação. Caberá à GED – Supervisão Delegada processar a documentação para registro do Diploma, microfilmagem e publicação.

9. DISPENSA DE ESTÁGIO

Para os cursos Técnicos, conforme o disposto no Regimento Comum das Unidades Escolares do SENAI-SP, Artigo 20, §2º: “O aluno que comprovar haver exercido, por dois ou mais anos, funções de competência de Técnico na área ou em área afim,

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pode ser dispensado da realização do estágio supervisionado, de acordo com a legislação vigente”. O interessado deve encaminhar solicitação escrita de DISPENSA DE ESTÁGIO à escola, através de Requerimento encaminhado à Direção, anexando documentos comprobatórios do exercício das funções de técnico pelo prazo definido no Regimento (Carteira de Trabalho e Previdência Social, declarações de empresas, Contrato Social, etc. com descrição das funções que realiza ou realizou, consideradas como de responsabilidade de técnico em nível médio). A Comissão Permanente de Análise de Dispensa e Aproveitamento de Estágio, designada pelo Diretor, cujos membros estão nomeados no item 2, deve realizar exame acurado da documentação apresentada pelo interessado, podendo, quando for o caso, realizar visita à empresa empregadora para comprovação das informações prestadas. Após a análise e parecer favorável sobre a documentação

apresentada, a comissão avaliará o aluno por meio do Relatório Técnico (itens 7.4.2.

e

7.4.3., no sentido de detectar se os objetivos do estágio foram cumpridos.

O

resultado da avaliação será comunicado ao responsável pela Coordenação de

Estágios que, quando deferido, deve fazer constar:

No campo “Outras informações” do documento “Controle Avaliação de Estágio” as seguintes anotações: “Dispensado do estágio, nos termos do §2º, art. 20 do Regimento Comum das Unidades Escolares SENAI-SP”;

anos";

Data e nota do Relatório de Estágio; Resultado final: Habilitado “H”; Quando satisfeitas as exigências pertinentes do item 8, enviar o documento “Controle e Avaliação de Estágio” à Secretaria, para providências.

Indeferido o pedido, o aluno deve ser orientado a realizar o estágio, de acordo com

“Tempo de experiência na função:

as normas legais e orientações em vigor.

10. APROVEITAMENTO DE ESTÁGIO REALIZADO EM CURSO DE NÍVEL TÉCNICO OU SUPERIOR CORRELATO

O aluno com graduação de técnico em nível médio ou com graduação de nível

superior em curso correlato, em que tenha sido realizado estágio supervisionado com funções de competência de Técnico na área ou em área afim, pode ter aproveitado este estágio para satisfazer as exigências de cumprimento do estágio

referente a este Regulamento. O interessado deve encaminhar solicitação escrita de APROVEITAMENTO DE ESTÁGIO à escola, através de Requerimento encaminhado

à Direção (REG 1.11/039), anexando documentos comprobatórios da realização do

estágio para obtenção da graduação no curso técnico ou superior correlata (Carteira de Identidade Profissional – por exemplo, a Carteira do CREA, Termo de Compromisso de Estágio, declaração da Instituição de Nível quanto à carga horária mínima prevista, Carteira de Trabalho e Previdência Social com anotação sobre a realização do estágio, declarações de empresas com carga horária realizada e descrição das funções que exerceu, consideradas como de responsabilidade de técnico em nível médio). A Comissão Permanente de Análise de Dispensa e Aproveitamento de Estágio, designada pelo Diretor, cujos membros estão nomeados no item 2, deve realizar exame acurado da documentação apresentada pelo interessado, podendo, quando for o caso, realizar visita à empresa concedente

e Instituição de Ensino para comprovação das informações prestadas. Após a

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análise e parecer favorável sobre a documentação apresentada, a comissão avaliará

o aluno por meio do Relatório de Estágio (itens 7.4.2. e 7.4.3., inclusive prazos e

condições determinados nesses itens), no sentido de detectar se os objetivos do estágio foram cumpridos. O resultado da avaliação será comunicado ao responsável pela Coordenação de Estágios que, quando deferido, deve fazer constar:

No campo “Outras informações” do documento “Controle Avaliação de Estágio” as seguintes anotações: “Aproveitamento de Estágio realizado para obtenção de graduação em (Nome do Curso Técnico ou Superior Correlato); Data e nota do Relatório de Estágio; Resultado final: Habilitado “H”; Quando satisfeitas as exigências pertinentes do item 8, enviar o documento “Controle e Avaliação de Estágio” à Secretaria, para providências. Indeferido o pedido, o aluno deve ser orientado a realizar o estágio, de acordo com as normas legais e orientações em vigor.

11. INTERRUPÇÃO E RETOMADA DO ESTÁGIO

O processo de estágio do aluno será considerado interrompido quando ocorrer pelo

menos uma das situações abaixo:

- Rescisão do Termo de Compromisso de Estágio;

- Rescisão do contrato de trabalho ou rescisão do contrato de prestação de

serviços ou encerramento das atividades da concedente ou retirada do aluno do quadro societário;

- No caso de processos visando Dispensa de Estágio ou Aproveitamento de

Estágio, a não apresentação do Relatório de Estágio dentro dos prazos prescritos

pela Comissão designada;

- Em qualquer caso, através de parecer desfavorável do Coordenador de

Estágios ou colaborador designado durante visita de supervisão ou outras situações em que a Coordenação de Estágio venha a decidir pela interrupção do

estágio.

A ocorrência de qualquer das situações de rescisão descritas acima, por iniciativa do

aluno ou da concedente, deverá ser notificada por escrito à Coordenação de Estágios em até dez dias após essa ocorrência. Eventual mudança de concedente para realização do estágio, por qualquer motivo, deverá ser precedida da rescisão formal do Termo de Compromisso originalmente em vigor e imediata comunicação à Coordenação de Estágios para análise do caso visando seu deferimento. A falta desta comunicação motivará RECUSA na assinatura de um eventual novo Termo de Compromisso. A retomada de estágio está condicionada a análise prévia e parecer favorável por parte da Coordenação de Estágios. Decorridos noventa dias após interrupção do estágio sem ter o aluno procurado a Coordenação de Estágios para apresentar documentação de conclusão e/ou prestar

outros esclarecimentos, seu processo de estágio será arquivado, o que configurará a situação de ABANDONO do processo de estágio por parte do aluno.

A retomada do processo ocorrerá com a apresentação de evidências por parte do

12. DISPOSIÇÕES GERAIS Escola SENAI “Orlando Laviero Ferraiuolo” Rua Teixeira de Melo, 106 – Tatuapé

12. DISPOSIÇÕES GERAIS

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Os casos omissos ou que pelas suas particularidades dependam de outras análises ou pareceres serão resolvidos pela Direção da Escola, ouvidas a Coordenação de Estágios e/ou Coordenação da Escola e/ou Supervisão Escolar da Gerência de Educação (GED) do SENAI/SP-SEDE. O Coordenador de Estágios e colaboradores designados estarão à disposição para discutir quaisquer problemas referentes ao estágio, nos seguintes dias e horários: de Segunda a Sexta-feira, das 11:20h às 12:00h, das 13:00h às 17:00h e das 18:00 às

18:45h.

13. REFERÊNCIAS NORMATIVAS

DITEC-011v.05 – Procedimento para o Estágio Supervisionado;

Plano de Curso – Curso Técnico de Edificações;

Plano de Curso – Curso Técnico de Construção Civil.

14. CONTROLE DE REVISÕES

REVISÃO

DATA

NATUREZA

00

18/10/2004

Emissão inicial

01

15/08/2005

Revisão geral

02

24/05/2006

Revisão geral

03

01/10/2007

Revisão geral, adequando-se ao DITEC-011 v.04

04

12/05/2008

Revisão geral

05

22/09/2008

Revisão geral

06

12/06/2009

Revisão geral, adequando-se ao DITEC-011 v.05