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Telecomunicações

Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco

Presidente Jorge Wicks Côrte Real

Departamento Regional do SENAI de Pernambuco

Diretor Regional Antônio Carlos Maranhão de Aguiar

Diretor Técnico

Uaci Edvaldo Matias

Diretor Administrativo e Financeiro

Heinz Dieter Loges

Ficha Catalográfica

384

SENAI – DR/PE. TELECOMUNICAÇÃO.

S474t

Recife, SENAI/DITEC/DET, 2010.

cdd

  • 1 TELECOMUNICAÇÕES - REDES

  • 2 REDES Título

I.

Direitos autorais de propriedade exclusiva do SENAI. Proibida a reprodução parcial ou total, fora do Sistema, sem a expressa autorização do seu Departamento Regional.

SENAI – Departamento Regional de Pernambuco Rua Frei Cassimiro, 88 – Santo Amaro 50100-260 – Recife – PE Tel.: (81) 3202-9300 Fax: (81) 3222-3837

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO ...............................................................................................

5

HISTÓRICO E EVOLUÇÃO DAS TELECOMUNICAÇÕES ..........................

6

INTRODUÇÃO ÀS REDES DE TELECOMUNICAÇÕES ..............................

12

Classificação das Redes ......................................................................

13

ELEMENTOS DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES

15

15

REDES DE TELEFONIA FIXA .......................................................................

16

REDES DE COMPUTADORES-INTERNET ..................................................

30

LAN ......................................................................................................

30

MAN .....................................................................................................

30

WAN ....................................................................................................

30

REDES SEM FIO ...........................................................................................

33

REDES DE TV ...............................................................................................

36

REDES CONVERGENTES ...........................................................................

39

CONCLUSÃO ................................................................................................

40

REFERÊNCIAS .............................................................................................

41

INTRODUÇÃO

SENAI-PE

Não existe uma vida em sociedade sem comunicação. Com a expansão do comércio, sentiu-se a necessidade de comunicação entre povos distantes, de

forma segura, inteligível e Telecomunicações.

rápida.

Neste

contexto,

surgem

as

Hoje, devido à complexidade das redes, o mercado de trabalho exige profissionais capacitados nas diversas áreas de telecomunicações.

Nesta apostila, buscamos esclarecer o que são as telecomunicações e todas as suas áreas de abrangência.

Para isso, no primeiro capítulo, apresentamos um histórico com a evolução das telecomunicações, desde o telégrafo até as redes convergentes, onde temos som, imagem, TV e transmissão de dados a altas velocidades, em um único acesso.

No segundo capítulo, apresentamos os diversos tipos de redes caracterizando suas áreas e classificações. Em seguida, no capítulo terceiro, os equipamentos que os compõem, os quais chamamos de elementos de redes.

Partimos então a apresentar as diversas redes de telecomunicações nos capítulos seguintes:

Redes de Telefonia fixa; Redes sem fio; Redes de computadores-Internet; Redes de televisão (abertas e por assinatura); Redes convergentes, que agregam todas as redes anteriormente definidas.

Os temas aqui abordados não devem ser vistos com visão terminal e sim como início de um aprendizado que deve ser aprofundado através de consulta dos livros especializados, principalmente os citados nas referências, sites, revistas especializadas no assunto e treinamentos específicos.

5

HISTÓRICO E EVOLUÇÃO DAS TELECOMUNICAÇÕES

HISTÓRICO E EVOLUÇÃO DAS TELECOMUNICAÇÕES Telecomunicação é a transmissão, emissão ou recepção, por fio, radioeletricidade, meios

Telecomunicação é a transmissão, emissão ou recepção, por fio, radioeletricidade, meios ópticos ou qualquer outro processo eletromagnético, de símbolos, caracteres, sinais, escritos, imagens, sons ou informações de qualquer natureza. ($1º, art

60 da Lei Geral de Telecomunicações, LEI Nº 9.472, DE 16 DE JULHO DE 1997).

TELE

+

COMMUNICATIO

 

TELECOMUNICAÇÕES

Radical

Grego

=

 

Do

latin

=

Comunicação

à

Distância

Comunicação

distância

Comunicar-se sempre foi uma necessidade da humanidade. Conta a tradição que os conhecimentos eram passados de gerações em gerações através das palavras e posteriormente da escrita.

Ao longo da história da humanidade, vários foram os sistemas de comunicação utilizados: a mensagem gritada e repetida em morros intermediários por repetidores humanos, os sinais visuais com bandeirolas, os sinais de fumaça, os sinais de tambores, mensagens transportadas por cavaleiros, faróis, pombos-correio e outras tantas formas de transportar a informação da fonte ao destinatário.

HISTÓRICO E EVOLUÇÃO DAS TELECOMUNICAÇÕES Telecomunicação é a transmissão, emissão ou recepção, por fio, radioeletricidade, meios
ORIGEM TRANSMISSOR DE SINAL MEIO RUIDO
ORIGEM
TRANSMISSOR
DE SINAL
MEIO
RUIDO
RECEPTOR DE SINAL
RECEPTOR
DE SINAL
DESTINO
DESTINO
HISTÓRICO E EVOLUÇÃO DAS TELECOMUNICAÇÕES Telecomunicação é a transmissão, emissão ou recepção, por fio, radioeletricidade, meios

Fig. 1 – Sistema de comunicação

Com o passar do tempo as formas de comunicação foram substituídas pelos sistemas de comunicação elétricos, surgindo então, as Telecomunicações.

6

Um breve histórico ...

1844

-

Samuel

Finley

Breese

Morse

-

patenteou o telégrafo, neste processo cada letra é codificada por uma combinação de sinais longos e breves (Código Morse), o que possibilitava o uso de linhas elétricas simples. Mais de 30 anos se passaram em que a telegrafia fora o único meio de telecomunicação.

Um breve histórico ... 1844 - Samuel Finley Breese Morse - patenteou o telégrafo, neste processo

Fig. 2 - Telégrafo

  • 1873 - J. C Maxwell – Desenvolve a teoria do Eletromagnetismo

10 de março de 1876 - Alexander Graham Bell pronunciou a primeira mensagem telefônica entre o térreo e o sótão da oficina de Graham Bell: “Senhor Watson, venha cá. Preciso

falar-lhe” ..

Durante as comemorações do Centenário da

Independência norte-americana, na Filadélfia houve uma exposição de várias novas invenções. O inventor do telefone, Alexander Graham Bell, estava lá para demonstrar a sua

Um breve histórico ... 1844 - Samuel Finley Breese Morse - patenteou o telégrafo, neste processo

Fig. 3-Graham Bell

invenção, mas o stand dele era no final da feira e o calor era tanto que as pessoas passavam direto. No dia 25 de junho de 1876 o Imperador do Brasil D. Pedro II esteve lá, acompanhado de uma grande comitiva. D. Pedro II olhava todas as invenções e reconheceu Graham Bell, pois, os dois já haviam se encontrado antes, quando D. Pedro assistiu uma aula sua para surdos-mudos. Graham Bell explicou como era o princípio do telefone, e se propôs a fazer uma demonstração para o monarca, a seguir Graham Bell foi para um canto do salão segurando um dos aparelhos e D. Pedro ficou escutando no outro. E Graham Bell disse: "To be or not to be, that is the question", espantado, D. Pedro II pronunciou a célebre frase: "Meu Deus, isto fala!". A partir daí, Graham Bell não teve mais problemas para divulgar seu invento. As mesmas pessoas que o ignoravam antes passaram a ser seus admiradores.

  • 1877 - Um ano depois deste evento já estava organizada em Boston a primeira

empresa telefônica do mundo, a Bell Telephone Company, com 800 terminais telefônicos. D. Pedro voltou para o Brasil e já no ano seguinte instalava o primeiro telefone no seu palácio, que tinha uma linha direta com o então Ministério da Guerra e também linhas para outras partes do palácio. Em 15 de novembro de 1879 ocorreu a primeira concessão para estabelecimento de uma rede telefônica no Brasil e foi dada a Charles Paul

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Mackie. Em 1883 foi concluída a primeira linha interurbana, ligando o Rio de Janeiro à Petrópolis.

  • 1880 - Hertz - O primeiro registro que temos de comunicação móvel

  • 1885 - já existiam no Rio de Janeiro sete centrais com 3335 assinantes. Em

  • 1922 o Rio de Janeiro contava com 30.000 telefones para uma população de

1.000.000 de habitantes e, em 1923, foi constituída a Companhia Telefônica

Brasileira (CTB).

  • 1893 - o Padre Roberto Landell de Moura faz as primeiras

transmissões de sinais telegráficos e da voz humana em telefonia sem fio do mundo, em São Paulo entre a Av. Paulista e o Alto do Santana. Realizou a primeira patente do transmissor das ondas eletromagnéticas, porém como não teve recursos para atender todos os requisitos americanos e não teve apoio do governo brasileiro perdeu a patente para a Bell Americana, sendo a invenção do rádio atribuída para Marconi.

Mackie. Em 1883 foi concluída a primeira linha interurbana, ligando o Rio de Janeiro à Petrópolis.

Fig. 4 – Pe Landell

  • 1897 - Marconi apresentou em público o funcionamento do rádio, a partir daí

iniciou-se o interesse de evolução nas comunicações à distância sem fio para

receptores móveis;

  • 1900 - o rádio móvel foi utilizado na comunicação com navios;

  • 1901 - Primeira transmissão transatlântica;

  • 1921 - devido à necessidade de manter comunicação durante o deslocamento

de um ponto a outro, inventou-se a telefonia móvel. O ponto inicial da telefonia

móvel teve origem, com o Departamento de Polícia de Detroit (USA), com o objetivo de transmitir mensagens para suas viaturas.

  • 1932 - a Polícia de Nova Iorque utiliza a comunicação móvel via rádio;

  • 1935 - Como o acesso aos telefones particulares não era possível para toda a

população, surgiu o telefone público. No Brasil, o mesmo teve origem através de um posto público instalado na antiga Galeria Cruzeiro, hoje Edifício Avenida Central. Mais tarde foram instalados telefones públicos em bares, farmácias e mercearias;

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  • 1940 a 1947 - Os sistemas móveis tiveram um desenvolvimento considerável

durante a 2 a Guerra Mundial;

  • 1946 - foi implementado o primeiro serviço de telefonia móvel pública (manual)

nos Estados Unidos, fruto de aplicações militares desenvolvidas nos

laboratórios da Bell e da Western Eletric;

  • 1962 - foi promulgada a base da legislação atual sobre comunicações, foram

criados o Conselho Nacional de Telecomunicações (CONTEL), que elaborou o

Plano Nacional de Telecomunicações;

  • 1965 - foi criada a Empresa Brasileira de Telecomunicações (EMBRATEL),

para implantar e explorar os serviços e o Fundo Nacional de Telecomunicações (FNT);

1940 a 1947 - Os sistemas móveis tiveram um desenvolvimento considerável durante a 2 Guerra Mundial;

1967 - foi criado o Ministério das Telecomunicações, surgindo logo em seguida a Telecomunicações Brasileiras (TELEBRÁS) e as empresas Pólos.

  • 1970 - AT&T propôs a construção do primeiro sistema telefônico celular de alta

capacidade, que ficou conhecido pela sigla AMPS (Advanced Mobile Phone Service). Este sistema foi instalado experimentalmente em Chicago em 1978 e pela primeira vez houve a interconexão do sistema fixo com o móvel. Devido a problemas de regulamentação, a exploração comercial do AMPS teve início em 13 de outubro de 1983;

  • 1972 - A telefonia móvel foi introduzida no Brasil, através de um sistema de

baixa capacidade, com a telefonia IMTS (Improved Mobile Telephone System),

instalado em Brasília;

1972

-

As

cabines

telefônicas

(orelhão),

telefônicas, começaram a ser instaladas;

que

funcionavam

com

fichas

  • 1979 - O primeiro sistema celular entrou em operação comercial na cidade de

Tóquio, no Japão, com a NTT (Nippon Telephone & Telegraph), com um sistema semelhante ao AMPS, o MCS (Mobile Communication System);

9

  • 1988 – em 30 de outubro ativada a primeira central Digital do tipo CPA em

Pernambuco, em Prazeres, Jaboatão dos Guararapes. Uma central TROPICO

R, desenvolvida delo CPqD;

  • 1989 - Devido ao aumento da demanda, o sistema analógico atingiu o limite de

sua capacidade nas grandes áreas metropolitanas, e com isso foi necessário dar início ao desenvolvimento de sistemas digitais, o que caracteriza a segunda geração da telefonia celular;

  • 1990 - em novembro, no Rio de Janeiro o primeiro sistema de telefonia celular

(AMPS) foi implantado, de. Em 1991 em Brasília. Em 1992 o número de

cidades passou a ser cinco e em 1993 eram 17 cidades;

  • 1992 - o telefone público a cartão foi lançado e, com esse advento, as fichas

telefônicas foram extintas em 1996;

  • 1996 - No Brasil, a segunda geração da telefonia celular começou em com a

privatização do Sistema TELEBRÁS e a criação da banda B. Logo em seguida a banda A passou a operar também com o sistema digital. As operadoras de telefonia celular iniciaram a migração do sistema analógico para o digital, que além da transmissão de voz, possibilitou outros serviços com o de envio de mensagens de texto e serviços suplementares como identificador de chamadas, desvio de chamadas e conferência, através do IS-136. No Brasil foram implantados os sistemas de acesso TDMA em quase todo o território e o CDMA, pela operadora em São Paulo, Minas e Salvador;

1997

-

foi

instalada a

telecomunicações;

ANATEL, com

a função de regulamentar o setor de

29 de julho de 1998 - foi privatizada a TELEBRÁS e o sistema telefônico local e interurbano foi dividido entre diversas operadoras;

  • 2002 - Geração 2,5, implantada no Brasil pela operadora Oi. Com a demanda

de agregar outros serviços à comunicação móvel um grupo de países buscou um sistema universal, o qual foi chamado de GSM, Padrão celular digital desenvolvido pelo ETSI (European Telecommunications Standards Institute). Um sistema aberto e multivendor que agregasse também transmissão de dados a altas velocidades. Em paralelo foi desenvolvido o CDMA2000, evolução do CDMA one;

10

2006 – Ativação o serviço 3G no Brasil. Em1989 a UIT divulgou um documento com as características do sistema que chamou de 3G. A estes requisitos deu- se o nome de IMT-2000 (International Móbile Telephone) e as empresas e órgãos reguladores iniciaram o desenvolvimento de soluções. Este sistema deveria agregar além de transmissão de dados em altas velocidades e voz, vídeo e um aumento nos serviços disponibilizados por uma rede de telefonia móvel.

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INTRODUÇÃO ÀS REDES DE TELECOMUNICAÇÕES

Chamamos de redes de telecomunicações o conjunto de recursos necessários ao transporte de informações entre origem e destino. Estes recursos podem ser físicos (interfaces, equipamentos) ou estruturais (protocolos, padrões) os quais dão o suporte a este serviço.

O profissional que atua em telecomunicações prevê, identifica, projeta e desenvolve soluções técnicas relacionadas à fabricação, instalação, teste, suporte, otimização e manutenção de sistemas de transmissão, comutação e redes de computadores, realiza manutenção preventiva e corretiva em enlaces físicos e lógicos, efetuando as correções necessárias, prestando assistência técnica, operando e supervisionando processos e serviços de telecomunicações, de acordo com padrões especificados, projetos e normas técnicas, em condições de qualidade, segurança e preservação ambiental.

As redes de telecomunicações envolvem: Sistema Telefonia Fixo Comutado, (STFC), cabeamento estruturado, TV a cabo, rede óptica G-PON (Gigabit- capable Passive Optical Network), metálica ou de RF.

As redes de telecomunicações podem ser classificadas quanto aos serviços que oferecem como:

Redes de voz (ex: telefonia, radiodifusão)

INTRODUÇÃO ÀS REDES DE TELECOMUNICAÇÕES Chamamos de redes de telecomunicações o conjunto de recursos necessários ao

Fig.5 – Redes de Voz; Telefonia Fixa e Móvel

12

Redes de Dados ( ex.: transmissão de dados, redes de computadores)

∑ Redes de Dados ( ex.: transmissão de dados, redes de computadores) Fig. 6 – Rede
∑ Redes de Dados ( ex.: transmissão de dados, redes de computadores) Fig. 6 – Rede
∑ Redes de Dados ( ex.: transmissão de dados, redes de computadores) Fig. 6 – Rede
∑ Redes de Dados ( ex.: transmissão de dados, redes de computadores) Fig. 6 – Rede
∑ Redes de Dados ( ex.: transmissão de dados, redes de computadores) Fig. 6 – Rede

Fig. 6 – Rede de computadores

Redes Multiserviços (englobando voz, dados, imagem, áudio, texto e vídeo)

Rede Convergente Pacote de Serviços Voz (Fixa & Móvel) Dados Vídeo
Rede
Convergente
Pacote
de
Serviços
Voz (Fixa &
Móvel)
Dados
Vídeo

Fig. 7 – Rede multiserviços

Classificação das redes:

Classificamos também as redes:

Quanto ao seu alcance, ou abrangência:

Rede Local (LAN) – atende uma área restrita como uma empresa, corporação. Metropolitana (MAN) – regiões metropolitanas Longas Distâncias (WAN) – redes nacionais ou até mundiais.

Quanto à mobilidade - estas redes podem ser:

fixa (também chamadas de redes estacionárias) ou móvel.

Como

exemplo

nós

temos

as

redes de

telefonia fixa e móvel celular,

respectivamente.

 

Quanto ao acesso pode ser:

 

Com fios Sem fios.

 

13

Quanto à topologia as redes podem ser:

Ponto a ponto (links de dados entre matriz e filial) Ponto - multiponto (Emissoras de TV e rádio) Multiponto – multiponto (internet, vídeos-conferências)

Quanto à forma de utilização podem ser diferenciadas e se apresentar como:

Estatística – quando um mesmo meio pode ser utilizado por vários usuários sob demanda, ou seja, paga pelo tráfego utilizado. Determinística – quando a rede é utilizada por um único cliente. Neste caso, a cobrança é pelo meio de transmissão, estando ou não sendo utilizado.

Exemplos de Redes de Telecomunicações:

Telefonia fixa Telefonia Móvel Rede de Computares

Telefonia Fixa sem fios (Wireless) Wimax Wi-fi

Quanto

ao

regime

jurídico

de

sua

prestação,

os

serviços

de

telecomunicações classificam-se em:

 

Públicas

 

Privadas.

As redes públicas - são as oferecidas pelas operadoras de telefonia, como Oi, GVT, TIM, CLARO, Vivo.

As redes privadas - são os sistemas de telefonia interno de uma empresa/indústria/comércio, onde encontramos os ramais de comunicação entre os setores. Estes sistemas são chamados de CPCT (Centrais Privadas de Comutação Telefônica), DDR (Discagem direta a ramais), PABX.

Quanto à topologia as redes podem ser: ∑ Ponto a ponto (links de dados entre
Quanto à topologia as redes podem ser: ∑ Ponto a ponto (links de dados entre

Fig. 8 - Elementos de uma Rede de voz e dados

14

ELEMENTOS DA REDE DE TELECOMUNICAÇÕES

Aos recursos físicos chamamos de Elementos de Redes (NE – Network Element, conforme ITU-T). Cada elemento da rede (NE) é responsável por uma funcionalidade específica que definirá o tipo de serviço, sua abrangência e formas de utilização.

Uma

rede

de telecomunicações pode ser dividida pelas suas camadas

funcionais:

CAMADA DE ACESSO Aparelho telefônico, computador, cabos ópticos, espaço aéreo

Camada de acesso – trata de como

o

usuário

chegará

ao

uso

dos

serviços, ou seja, a interface entre o

usuário

e

a

rede

de

telecomunicações.

Podemos

citar

como exemplo o aparelho telefônico (móvel ou fixo) a rede de cabos (metálicos ou óticos) ou rádio frequência da operadora na rede de telefonia. Numa rede de transmissão de dados os computadores e impressoras

CAMADA DE TRANSPORTE Switchs, Centrais de comutação, SDH, PDH

Camada

de

Transporte

ou

de

Distribuição

-

responsável

pelo

gerenciamento e estabelecimento da conexão. São elementos da camada

de transporte os sistemas de transmissão, as centrais de comutação e os switchs.

CAMADA DE INTELIGENTE Plataformas de serviços (Rede inteligente), roteadores

Camada Inteligente ou Núcleo (Core) – é a parte que possui a inteligência da rede e é responsável pelo

processamento dos dados e serviços oferecidos pela rede. Nesta camada encontramos as plataformas de serviços

(tarifação), autenticação e roteadores e switchs de altas capacidades.

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REDES DE TELEFONIA FIXA

REDES DE TELEFONIA FIXA Fig. 9 – Rede de telefonia fixa A rede de telefonia é

Fig. 9 – Rede de telefonia fixa

A rede de telefonia é composta por áreas de atuação, a saber:

  • 1. Comutação

  • 2. Transmissão: Via cabo e via RF (Rádio Frequência)

  • 3. Redes de acesso.

Estas áreas possuem como suporte de infraestrutura as áreas de Energia (também chamada de Força, operadas por técnicos em Eletrotécnica) e área de Climatização (operadas por técnicos em Refrigeração)

Comutação

Comutar (tradução do switch, do inglês) significa transferir, ou chavear de uma origem a um destino. A criação da central de comutação telefônica surgiu da necessidade de se criar condições para que um aparelho telefônico pudesse entrar em contato com vários outros, a sua livre escolha, e reciprocamente, que esse terminal pudesse receber chamadas de qualquer assinante.

16

REDES DE TELEFONIA FIXA Fig. 9 – Rede de telefonia fixa A rede de telefonia é

As primeiras estações comutadoras eram manuais, operadas por telefonistas, que recebiam sinal luminoso de determinado usuário, então conectava seu fone para saber com quem ele gostaria de se comunicar. Uma vez identificado, interligava via cabos as duas linhas numa mesa comutadora. Os grandes problemas foram a falta de sigilo (podemos dizer que a telefonista era a pessoa mais bem informada da cidade) e a grande quantidade de fios que eram necessários, aumentando cada vez mais com a expansão dos serviços de telefonia.

As primeiras estações comutadoras eram manuais, operadas por telefonistas, que recebiam sinal luminoso de determinado usuário,

Fig. 10 - Cartão postal francês do final do século XIX

Neste contexto, surgiram as primeiras centrais automáticas, com seletores eletromecânicos, como exemplo temos o passo-a-passo e o seletor de elevação e giro (dispositivos com 10 passos na vertical e outros 10 em cada nível horizontal, onde as saídas eram situadas em um arco semicilíndrico e a entrada era ligada a uma saída através de um seletor que fazia movimentos de elevação e giro) e os seletores com relés, crossbar (Ericsson ARF) e crosspoint (Siemens ESK200).

Com o advento da eletrônica, os comandos passaram a ser controlados eletronicamente surgindo as centrais semi-eletrônicas e eletrônicas. Os comandos tinham a função de controlar todo o processo de encaminhamento de uma chamada telefônica, realizando funções semelhantes àquelas desempenhadas pela operadora na telefonia manual.

Hoje as centrais são digitais e utilizam-se de recursos da eletrônica digital, como microprocessadores e memórias para o processamento e conexão das chamadas.

As centrais de comutação digitais, também chamadas de Centrais de Programas Armazenados (CPA) são os elementos da rede de telefonia responsáveis pelo estabelecimento da conexão entre a origem e o destino.

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Na central de comutação encontramos:

Módulos de Terminais Modulo de Comutação Módulos de Operação

COMUTAÇÃO MÓDULO DE
COMUTAÇÃO
MÓDULO DE
MÓDULO DE OPERAÇÃO
MÓDULO DE
OPERAÇÃO
M E L N O M Ó A R D T U L I
M E
L N
O
M
Ó
A
R
D
T
U
L
I

Fig. 11 – Central de programa armazenado

Módulo Terminal – Composto por todas as placas de circuitos que fazem a interface da central telefônica com o meio externo. Encontramos neste módulo as placas de controle do assinante ou telefones públicos, as placas dos circuitos (juntores ou troncos) que interligam a central a outras centrais fixas, móveis ou privadas, e outros circuitos auxiliares.

Módulo de Comutação – responsável pelo estabelecimento da chamada, analisando as informações recebidas do número de origem e destino, e realizando as sinalizações e conexões.

Módulo de Operação – responsável pela interface entre os operadores e a central. É através do módulo de operação que os técnicos realizam as configurações doa assinantes, dos entroncamentos e serviços da central telefônica.

18

Classificação das Centrais:

Trânsito local Trânsito internacional Trânsito intraestadual Trânsito interestadual Classe IV Central local Classe I Classe I
Trânsito local
Trânsito internacional
Trânsito intraestadual
Trânsito interestadual
Classe IV
Central local
Classe I
Classe I I
Trânsito intermunicipal
Classe III

Fig. 12 – Hierarquia das centrais telefônicas

As centrais telefônicas, quanto a sua hierarquia são classificadas como:

Central Internacional - são as centrais que têm a função de interligar entre um país e outro;

Central Trânsito Classe

I

-

é

a

central trânsito ligada à internacional

através de uma seção de comutação;

Central de

Trânsito Classe

- subordinada a uma seção de trânsito classe I;

II

idem, duas

seções de

comutação,

Central de

Trânsito Classe III

- subordinada a uma seção de trânsito classe II;

Idem, três

seções de

comutação,

Central de Trânsito Classe IV - Idem, quatro seções de comutação, subordinada a uma seção de trânsito classe III.

Quanto à funcionalidade denominam-se de:

Central Local – são as centrais que possuem os assinantes de uma determinada área local ou região metropolitana;

Classificação das Centrais: Trânsito local Trânsito internacional Trânsito intraestadual Trânsito interestadual Classe IV Central local Classe

Central Tandem - São as centrais que fazem a comutação de troncos entre centrais locais em uma área local ou região metropolitana. Empregada para otimizar o encaminhamento do tráfego em uma região com grande número de centrais locais;

Classificação das Centrais: Trânsito local Trânsito internacional Trânsito intraestadual Trânsito interestadual Classe IV Central local Classe

19

Central Interurbana - Central tandem que concentra o tráfego de uma determinada área, encaminhando chamadas de e para outras áreas.

∑ Central Interurbana - Central tandem que concentra o tráfego de uma determinada área, encaminhando chamadas

Central Trânsito - Central Telefônica que concentra o tráfego de entrada e saída oriundo de outras centrais de uma mesma região para outras regiões. Funcionalmente é uma central tandem com um status especial na hierarquia das redes telefônicas.

∑ Central Interurbana - Central tandem que concentra o tráfego de uma determinada área, encaminhando chamadas
∑ Central Interurbana - Central tandem que concentra o tráfego de uma determinada área, encaminhando chamadas
∑ Central Interurbana - Central tandem que concentra o tráfego de uma determinada área, encaminhando chamadas

Com a digitalização das centrais podemos ter atualmente um mesmo equipamento com todas as funcionalidades, o que chamamos de Central Mista, uma central que atenda uma área local, interligue com outras centrais locais (função tandem) e seja trânsito interurbano e nacional. Como exemplo citamos em Pernambuco, as centrais da Oi fixa da Boa Vista, Boa Viagem, Casa Caiada e Encruzilhada.

Planos Fundamentais - Planos Fundamentais são regras e procedimentos fundamentais que servem de base à implantação, desenvolvimento, expansão e dimensionamento de uma rede telefônica.

Os Planos Fundamentais são:

Plano de Numeração, Plano de Tarifação, Plano de Encaminhamento, Plano de Sinalização

Plano de Numeração - É o conjunto de requisitos relativos à estrutura, formato, organização e significado dos Recursos de Numeração e de procedimentos de Marcação necessários ao estabelecimento de um dado serviço de telecomunicações; Premissas:

(ANEXO À RESOLUÇÃO Nº 86, DE 30 DE DEZEMBRO DE 1998 REGULAMENTO DE NUMERAÇÃO DO SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO - TÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS - CAPÍTULO II , DAS DEFINIÇÕES – INCISO XIII)

Art. 7o Na estruturação do Plano de Numeração do STFC, são premissas básicas:

I – o comprimento uniforme e padronizado, em âmbito nacional, dos Recursos de Numeração utilizados nas modalidades Local e Longa Distância Nacional;

20

II – o procedimento de Marcação uniforme e padronizado, em todo o território nacional, para chamadas locais, nacionais e internacionais; III – a capacidade para que o usuário possa selecionar, a cada chamada, a prestadora do serviço nas modalidades Longa Distância Nacional ou Longa Distância Internacional; IV – o uso de Códigos Nacionais identificando áreas geográficas específicas do território nacional; V – o uso de códigos específicos e padronizados, em todo o território nacional, para serviços de utilidade pública, incluindo os de emergência; VI – o uso de códigos específicos e padronizados, em todo o território nacional, para aplicações independentes da localização geográfica; VII – o uso de prefixos específicos para identificar uma modali-dade de serviço ou uma facilidade associada à comunicação; e VIII – a capacidade para introdução da Portabilidade de Códigos de Acesso .

Art. 10. Os Recursos de Numeração para o STFC são organizados por meio de um conjunto de prefixos e códigos conforme estabelecido no Regulamento de Numeração

Número Nacional

N 10 N 9

N 8

N 7 N 6 N 5

N 4 N 3 N 2 N 1

Código

Tipo

de

Prefixo

da

MCDU do

Nacional

serviço

Central

assinante

 

Nº de Assinante

 

Nº Nacional

 

Tabela 1 – Numeração Nacional

Marcação - Na modalidade local:

Direto

N 8

N 7 N 6 N 5

N 4 N 3 N 2 N 1

Tipo

de

Prefixo

da

MCDU do

serviço

Central

assinante

Código de acesso ao usuário

Tabela 2 – Direto

21

A cobrar

 
 

90

90

N 8

N 7 N 6 N 5

N 4 N 3 N 2 N 1

Prefixo

chamada a

Código

chamada local

Tipo

serviço

de

Prefixo da

Central

MCDU

assinante

do

cobrar

a cobrar

 
   

Código de acesso ao usuário

 

Tabela 3 – A cobrar

Na modalidade Longa Distância Nacional:

Direto

0

XX

N 10 N 9

N 8

N 7 N 6 N 5

N 4 N 3 N 2 N 1

 

Código

de

 

Tipo

de

Prefixo da

MCDU

do

Prefixo

Seleção

de

Código

serviço

Central

assinante

Nacional

Prestadora

Nacional

Código de acesso ao usuário

 

Tabela 4 – Direto

 

90

XX

N 10 N 9

N 8

N 7 N 6 N 5

N 4 N 3 N 2 N 1

Prefixo

Código de

 

Tipo de

Prefixo da

MCDU do

chamada a

Seleção de

Código

serviço

Central

assinante

cobrar

Prestadora

Nacional

Código de acesso ao usuário

 

A cobrar

Tabela 5 – A cobrar

Na modalidade Longa Distância Internacional:

00

XX

YY

 

N 10 N 9

N 8

N 7 N 6 N 5

N 4 N 3 N 2 N 1

Prefixo

Código de

Seleção de

Código

do país

Código

Nacional (se

Tipo de

serviço

Prefixo

da

MCDU do

assinante

Internacional

Prestadora

Central

houver)

Código de acesso ao usuário

Tabela 6 – Direto

Para acesso a Serviço

N 3

N 2

N 1

Onde N 3 = 1 discrimina os serviços especiais, que são aqueles destinados ao público e, segundo recomendação da UIT (União Internacional de Telecomunicações – órgão filiado a ONU, que é o fórum internacional máximo das telecomunicações), devem ter série iniciada sempre por 1 e ser composto de três algarismos, designando números curtos de fácil memorização, pois englobam serviços de emergência; podendo ser gratuitos e/ou outros tarifados.

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Para acesso Códigos Não Geográficos:

0X00

N 7 N 6 N 5

N 4 N 3 N 2 N 1

CNG

prestador

Acesso ao serviço

Onde X= 3,5 ou 8

Art. 11. A estrutura do Plano de Numeração do STFC utiliza os seguintes elementos:

I – o Código de Acesso de Usuário que identifica de forma unívoca um assinante ou terminal de uso público e o serviço ao qual está vinculado; II – o Código de Acesso a Serviços de Utilidade Pública, que identifica de forma unívoca e em todo o território nacional o respectivo serviço de utilidade pública; III – o Código Nacional que identifica uma área geográfica especifica do território nacional; IV – o Código de Seleção de Prestadora que identifica a prestadora do STFC, nas modalidades Longa Distância Nacional e Longa Distância Internacional; V – o Código Não Geográfico que identifica de forma unívoca, em todo o território nacional, uma dada Terminação de Rede utilizada para provimento do STFC sob condições específicas; VI – o Prefixo Nacional que identifica chamada de longa distância nacional, representado pelo dígito “0”; e VII – o Prefixo Internacional que identifica chamada de longa distância Internacional, representado pelos dígitos “00”.

Plano de Tarifação - Define os processos de como tarifar, ou seja, medir a utilização dos serviços e conseqüentemente, cobrar pelas chamadas ou serviços. Os critérios de tarifação são regulamentados pela ANATEL, através da Resolução 424, entre os quais podemos citar:

ANEXO À RESOLUÇÃO N.º 424, DE 6 DE DEZEMBRO DE 2005. REGULAMENTO DE TARIFAÇÃO DO SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO DESTINADO AO USO DO PÚBLICO EM GERAL - STFC PRESTADO NO REGIME PÚBLICO Com a emissão da Resolução acima, os critérios de tarifação para chamadas locais foram alterados e desde 01 de agosto de 2007 todas as chamadas passaram a ser tarifadas por minuto, utilizando o processo de Bilhetagem automática, similar as das chamadas de longa distância e ao formato já utilizado pelas operadoras de telefonia móvel. Os tipos regulamentados de tarifação são:

Tarifação por Tempo de Utilização, sendo a unidade de tarifação o décimo de minuto (seis segundos), admitido arredondamento para o décimo de minuto

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imediatamente superior e havendo um Tempo de Tarifação Mínima (TTM) de 30 (trinta) segundos. b) Tarifação por Chamada Atendida, onde a cobrança é feita a partir da aplicação de um Valor por Chamada Atendida (VCA). c) Franquia mensal, não cumulativa e diferenciada por classe de assinante, nos termos da regulamentação. d) A realização de uma chamada nos horários de tarifação por chamada atendida implicará o abatimento de 2 (dois) minutos da franquia disponível. e) Não faturamento de chamadas com duração menor ou igual a 3 (três) segundos, ressalvadas as exceções previstas na regulamentação.

Obs. Uma chamada só é tarifada a partir do atendimento, ou seja, telefone fora

do gancho, não gera tarifa. Dias e Horários -- Método de Tarifação

De Segunda a Sexta-feira das 06:00h às 24:00 h -- Tempo de Utilização De Segunda a Sexta-feira das 00:00h às 06:00 h -- Chamada Atendida Sábados das 06:00 h às 14:00 h -- Tempo de Utilização Sábados das 00:00 h às 06:00 h e das 14:00 h às 24:00 h -- Chamada Atendida Domingos e Feriados das 00:00 às 24:00 horas -- Chamada Atendida

Métodos de tarifação - Os métodos de tarifação existentes são:

Multimedição (contador de pulsos do terminal) – são cadências de pulsos enviados aos TUP (Telefones de uso Público) para o consumo do crédito dos cartões telefônicos. A cadência depende do tipo de chamada, se local, ou longa distância (Nacional/Internacional). No caso das chamadas interurbanas a distância define o degrau tarifário, onde as localidades são agrupadas.

 

Característica

VALORES EM R$ POR MINUTO

 

HORÁRIO DE TARIFA

 

Degrau

ou Distância

Geodésica

Diferenciada

Normal

Reduzida

Super-

 

Reduzida

D1

Até 50 Km

65,0

32,5

130,0

260,1

 

De

50

até

       

D2

100

Km

 

De

100

até

       

D3

300

Km

 

Acima

de

       

D4

300

Km

Tabela 7 – Degrau tarifário

 

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Bilhetagem automática - (armazena dados da chamada como local, horário, duração, degrau tarifário, etc.) para a cobrança por minuto/ por chamada. Tarifação por Tempo de Utilização – nos horários normais Tarifação por Chamada Atendida – nos horários reduzidos

Plano de Encaminhamento - É o plano responsável pelo endereçamento das chamadas. Neste plano são tomadas as decisões de por onde a chamada vai seguir (por quais centrais vai passar) para atingir o seu destino final.

No plano de encaminhamento, são definidas todas as rotas e destinos existentes. A partir da marcação do número digitado a central irá analisar quais circuitos serão reservados para a chamada.

Para o encaminhamento das chamadas podemos ter rotas Diretas ou Rotas Alternativas.

Quando há um forte interesse de tráfego entre centrais (grande quantidade de chamadas) instala-se ROTAS DIRETAS (3251-3471), neste caso a rota entre elas, via Tandem, passa a ser uma ROTA ALTERNATIVA. As ROTAS ALTERNATIVAS servem, não só para segurança, como também para transbordo de tráfego em situação de congestionamento.

Classe IV B C D Trânsito Intermunicipal Classe II Classe I Trânsito Intraestadual Trânsito Interestadual Central
Classe IV
B
C
D
Trânsito Intermunicipal
Classe II
Classe I
Trânsito Intraestadual
Trânsito Interestadual
Central Local
F
Trânsito Local
I
Classe III
J
A
G
H
E

Fig. 13 – Central Trânsito Local

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A Chamada Internacional é a comunicação telefônica entre dois assinantes pertencentes a países distintos.

A Chamada Internacional é a comunicação telefônica entre dois assinantes pertencentes a países distintos. Fig. 14
A Chamada Internacional é a comunicação telefônica entre dois assinantes pertencentes a países distintos. Fig. 14

Fig. 14 – Chamada Internacional

Plano de Sinalização - Esse plano consiste no estabelecimento do tipo de "linguagem" codificada ou não, a ser utilizada entre os equipamentos do sistema telefônico, para estabelecimento das conexões, desconexões e supervisões referentes aos diversos tipos de ligações telefônicas. É classificado normalmente como: sinalização acústica, sinalização de registro e sinalização de linha.

A finalidade da sinalização acústica é a de informar aos usuários do sistema telefônico as condições de estabelecimento de chamadas, ou seja, fornece informações referentes aos estados da conexão, constituindo-se, normalmente, de tons cadenciados ou não, ou ainda as mensagens.

Sinalização de registro é aquela que se estabelece entre os processadores de controle das centrais que trocam informações relativas a números e tipos de assinantes chamador e chamado, assim como os estados de assinantes.

Sinalização de linha é a sinalização que supervisiona a linha de junção e os estágios da conexão, é trocada entre os juntores de duas centrais interligadas, ou seja, é o conjunto de sinais destinados a efetuar a troca de informações entre JS e JE no que se refere à ocupação, liberação, atendimento de chamada, possibilitando, opcionalmente, o envio dos sinais de tarifação.

A sinalização utilizada na rede telefônica pode ser por canal associado ou por canal comum.

Transmissão

Via cabo e via RF (Rádio Frequência)

A principal finalidade de um plano de transmissão é garantir condições para uma boa reprodução da voz no sistema telefônico, de forma que a maior

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proporção possível de ligações seja considerada pelos usuários como de “boa qualidade”. Além disso, mesmo aquelas ligações que os usuários classificam como de “má qualidade” devem ter um padrão mínimo de inteligibilidade.

Quanto às transmissões de dados, devemos ter garantia quanto a QoS (Qualidade de Serviço) para garantia de alta velocidade, assim como garantia de relação sinal/ruído, sendo reduzido o grau de interferências dos principais padrões de canalização utilizados em sistemas de transmissão digitais multiplexados no tempo (TDM - Time Division Multiplex) tais como PDH, SDH e SONET.

Os meios de transmissão utilizados são apresentados nas figuras abaixo:

proporção possível de ligações seja considerada pelos usuários como de “boa qualidade”. Além disso, mesmo aquelas

Fig.15 – Par metálico

proporção possível de ligações seja considerada pelos usuários como de “boa qualidade”. Além disso, mesmo aquelas

Fig. 16 – Cabo coaxial

proporção possível de ligações seja considerada pelos usuários como de “boa qualidade”. Além disso, mesmo aquelas

Fig. 17 Fibra ótica

proporção possível de ligações seja considerada pelos usuários como de “boa qualidade”. Além disso, mesmo aquelas

Fig. 18 - Interface aérea (Radio Frequência - RF)

Para que os sinais de voz, vídeo ou dados, sejam transmitidos, os mesmos são convertidos para sinais, elétricos, ópticos ou eletromagnéticos e então modulados ou codificados.

Modulação – Consiste em adicionar ao sinal a ser transmitido um sinal portador, com características pré-definidas e de fácil processamento de envio e recepção. A modulação pode ser no tempo, na fase ou na frequência. Como exemplo de modulação em frequência, temos as estações de rádio e

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de televisão. O equipamento que realiza a modulação é chamado de MODEM. Codificação - Esse processo consiste na reconfiguração do sinal digital (informação que se quer transmitir) em um sinal melhor adaptado às condições de transmissão. Como exemplo, podemos citar a transmissão de dados entre dois computadores em rede. Multiplexação – É a forma de se transmitir diversos sinais, através de um único meio físico, evitando termos um meio para cada conexão.

Deverá ser analisado a relação custo benefício para se determinar o meio mais

adequado, se cabos metálicos, Fibra Ótica ou Rádio Frequência (MICROONDAS).
adequado,
se
cabos
metálicos,
Fibra
Ótica
ou
Rádio
Frequência
(MICROONDAS).

Fig. 19 – Hierarquia digital plesiócrona - PDH

Rede de Acesso - É chamado de rede de acesso todo o meio utilizado entre o usuário e o elemento da rede que realiza o serviço. A rede de acesso pode ser Externa ou Interna. Rede Externa é composta pelos cabos, postes, torres, tubulações utilizadas para que o serviço chegue até o usuário. Esta rede é de responsabilidade do provedor do serviço.

de televisão. O equipamento que realiza a modulação é chamado de MODEM. ∑ Codificação - Esse

Fig. 20 – Redes externas sem fio e cabeada

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Rede Interna – Conjunto de meios físicos (cabos, blocos terminais, fios, etc) necessários para prover a ligação de qualquer equipamento terminal de telecomunicações dentro de um edifício à rede de telecomunicações externa.

Rede Interna – Conjunto de meios físicos (cabos, blocos terminais, fios, etc) necessários para prover a
Rede Interna – Conjunto de meios físicos (cabos, blocos terminais, fios, etc) necessários para prover a

Fig. 21 – Projeto de rede interna

O projeto de uma rede interna deve ser de acordo com as normas da ABNT. Os projetos devem contemplar telefonia, rede de computadores e de TV a cabo.

A estes projetos dá-se o nome de Cabeamento Estruturado.

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REDES DE COMPUTADORES – INTERNET

Até a década de 60 as informações eram armazenadas em cartões perfurados e devido ao crescente número de informações para serem transferidos de um computador a outro, surgiu a necessidade de interconectá-los para que as informações fossem transmitidas automaticamente.

Em 1969 foi criada a ARPANET que interligou através de links de 50 Kbps 4 computadores, um em cada uma de quatro universidades americanas.

Em 1773 já estavam interconectados 30 nós, entre universidades, empresas e instituições militares.

Hoje temos as redes de computadores corporativas, publicas, privadas e e a grande rede mundial chamada de INTERNET. Como vimos no capítulo III as redes são classificadas, de acordo com sua abrangência como:

LAN (Local Area Network) Rede de comunicação de dados em uma área pequena que normalmente se restringe a um prédio ou conjunto de prédios em um raio máximo de 1 a 2 Km.

REDES DE COMPUTADORES – INTERNET Até a década de 60 as informações eram armazenadas em cartões
REDES DE COMPUTADORES – INTERNET Até a década de 60 as informações eram armazenadas em cartões
REDES DE COMPUTADORES – INTERNET Até a década de 60 as informações eram armazenadas em cartões
REDES DE COMPUTADORES – INTERNET Até a década de 60 as informações eram armazenadas em cartões
REDES DE COMPUTADORES – INTERNET Até a década de 60 as informações eram armazenadas em cartões

Fig. 22 – Rede local de computadores - LAN

MAN (Metropolitan Area Network) é qualquer rede que atue dentro de uma área metropolitana. Em geral tem uma cobertura de 2 a 100 Km. WAN (Wide Area Network) são redes de áreas de longas distâncias, maior que 100 Km inclusive de abrangência internacional.

REDES DE COMPUTADORES – INTERNET Até a década de 60 as informações eram armazenadas em cartões

Fig. 23 – Redes de áreas de longas distâncias - WAN

REDES DE COMPUTADORES – INTERNET Até a década de 60 as informações eram armazenadas em cartões

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Componentes de uma rede de computadores:

Componentes de uma rede de computadores: Fig. 24 – Símbolos dos elementos de redes de computadores
Componentes de uma rede de computadores: Fig. 24 – Símbolos dos elementos de redes de computadores
Componentes de uma rede de computadores: Fig. 24 – Símbolos dos elementos de redes de computadores
Componentes de uma rede de computadores: Fig. 24 – Símbolos dos elementos de redes de computadores
Componentes de uma rede de computadores: Fig. 24 – Símbolos dos elementos de redes de computadores
Componentes de uma rede de computadores: Fig. 24 – Símbolos dos elementos de redes de computadores
Componentes de uma rede de computadores: Fig. 24 – Símbolos dos elementos de redes de computadores

Fig. 24 – Símbolos dos elementos de redes de computadores

Protocolos – São as regras de transferência de informações, onde são definidos os tipos de mensagem, tamanho, sequências e meios. Como exemplo mais conhecido, temos hoje o protocolo de internet, ou seja, o IP.

Uma maneira prática de entender o protocolo, é lembrarmos como mandamos uma carta:

1º Primeiro temos que ter papel e caneta; 2º Depois escrevemos, podemos desenhar, colar algumas fotos, figuras; 3º Colocamos dentro de um envelope e o fechamos; 4º Escrevemos o remetente, do lado que está colado o envelope para fechar; 5º Escrevemos o destinatário do lado onde colamos o selo. No destinatário

deve conter o CEP, o nome da rua, o nome da pessoa para quem mandamos a carta, o endereço completo; 6º Devemos colocar a carta numa caixa de correios ou levar a uma agência;

7º De acordo com o destino, pode ser levada de moto, caminhão, avião

...

.

Nas telecomunicações os sistemas são distribuídos em camadas de implementação, padronizadas por camadas.

Os protocolos podem ser de:

Aplicação – que tratam de qual forma as informações serão transferidas, definindo o conteúdo e o formato das requisições e respostas. Ex o http (Hypertext Transfer Protocol) Transporte – gerencia a troca de informações, ou seja o diálogo entre origem e destino. O tempo para solicitar, o tempo de resposta. Ex o TCP (Transmission Control Protocol)

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Rede – responsável por envelopar e colocar os endereços de origem e destino das mensagens. Define o tamanho de cada mensagem, dividindo-a se tiver um tamanho maior que o padronizado. Ex o IP (internet Protocol) Rede de acesso – controla os meios de transmissão assim como as mensagens que são conduzidas por este meio.

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REDES SEM FIO

As redes sem fio foram necessária a medida que as distâncias aumentavam e a impossibilidade de implantação de cabeamento entre pontos de recepção e transmissão.

As redes sem fios ( Wireless) podem ser fixas ou móveis.

Uma rede sem fio é fixa quando a recepção do sinal esta associada a uma única estação de rádio base (ERB), ou seja, uma única antena de recepção.

A rede sem fio móvel é definida quando a rede permite uma mobilidade do aparelho receptor quando em deslocamento sai da abrangência de uma ERB para outra, sem a queda da comunicação.

As redes sem fios mais conhecidas são as redes de telefonia móvel celular e as redes WI-FI ou WI-MAX.

As redes celulares são classificadas por geração. Cada nova geração é resultado de uma evolução na tecnologia e serviços implementados.

Temos hoje em funcionamento as Geração 2,5G e 3G.

No GSM temos redes independentes de voz e dados. Nesta tecnologia temos a transferência de dados nos protocolos GPRS e EDGE (WCDMA).

Para o 3G tivemos o UMTS utilizando o WCDMA como evolução do GSM e o CDMA2000 como evolução do CDMA.

Na terceira geração, 3G, temos transmissão de dados em banda larga, além de serviços de vídeos chamadas. Os protocolos que permitiram altas velocidades de transmissão de dados são HSDPA e HSPA no WCDMA. e EvDO no CDMA2000.

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MSS

Node B RNC Outras Redes UE Uu MGW SGSN Móveis IP/ATM Backbone INTERNET
Node B
RNC
Outras Redes
UE
Uu
MGW
SGSN
Móveis
IP/ATM
Backbone
INTERNET

Fig. 25 – Arquitetura da rede 3 G

As Redes de computadores sem fio são especificadas através de padrões documentados pelo IEEE. Os principais padrões são:

IEEE802.11a – Redes Wi-Fi (54 Mbps a 5 GHz) IEEE802.11b – Redes Wi-Fi (11 Mbps a 2,4 GHz) IEEE802.11g – Redes Wi-Fi (54 Mbps a 2,4 GHz) IEEE802.11n – Redes Mimo (250 Mbps a 2,4 GHz) IEEE802.11s – Redes Mesh IEEE802.15.1- bluethooth IEEE802.15.2 UWB IEEE802.15.4 ZIGBEE IEEE802.16 WI-MAX IEEE802.11 INFRA VERMELHO Ir DA

MSS Node B RNC Outras Redes UE Uu MGW SGSN Móveis IP/ATM Backbone INTERNET Fig. 25
MSS Node B RNC Outras Redes UE Uu MGW SGSN Móveis IP/ATM Backbone INTERNET Fig. 25

Fig. 26 - Bluethooth

MSS Node B RNC Outras Redes UE Uu MGW SGSN Móveis IP/ATM Backbone INTERNET Fig. 25

Fig. 27 – Roteador Wi Fi

MSS Node B RNC Outras Redes UE Uu MGW SGSN Móveis IP/ATM Backbone INTERNET Fig. 25

Fig. 28-Placa Wi Fi

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Fig. 29 – Topologia de uma rede wimax 35

Fig. 29 – Topologia de uma rede wimax

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REDES DE TV

As redes de TV podem ser abertas ou por assinatura.

As TV’s abertas são classificadas como serviço de radiodifusão e é definido como o serviço de comunicação eletrônica de massa, público gratuito, prestado diretamente pelo Estado ou por sua delegação pela iniciativa privada, com finalidade educativa, cultural, recreativa e informativa, é considerado serviço de interesse nacional, sendo permitido somente para exploração comercial, na medida em que não venha a ferir esse interesse e aquela finalidade. A concessão da frequência para a radiofusão é realizada diretamente pela presidência do Brasil

No Brasil, a TV aberta passa por um processo de digitalização.O prazo definido pelo governo para a total migração é 2016. Foi especificado o padrão ISDB-T de TV Digital nipo-brasileiro que vem enfrentando um lento crescimento em termos de usuários, devido ao preço do conversor, a programação, qualidade da cobertura e a pouca interatividade. O sistema de transmissão adotado é o HDTV (High Definition Television) com resolução visual de 1080 linhas (full HD)

Os serviços de TV por assinatura foram classificados como serviços de telecomunicações desde a vigência do Código Brasileiro de Telecomunicações - Lei nº 4.117/62 e enquadram-se entre os serviços de telecomunicações prestados no regime privado.

Os sistemas de distribuição de sinal das TV’s por assinatura adotados no Brasil são a Cabo, MMDS e DTH.

Quanto ao sistema a cabo, compõe-se de três partes:

Central multisserviços CMS,anteriormente denominada head-end; Planta de distribuição; Unidade de assinante (top-box)

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Rede integralmente em cabos coaxiais ou mista de cabos ópticos e cabos coaxiais que operam na faixa 5 – 750MHz,sendo a faixa de 5 – 42MHz usada para o canal de retorno e a faixa 54 – 750 para a transmissão de centenas de canais de TV . No Recife temos a Cabo Mais.

Rede integralmente em cabos coaxiais ou mista de cabos ópticos e cabos coaxiais que operam na

Fig. 30 – Topologia do sistema de TV a cabo

O MMDS (Multichannel Multipoint Distribution System), serviço de distribuição multiponto e multicanal consiste da transmissão de um bloco de 10 a 20 canais adjacentes, na faixa de micro-ondas (2.44 a 2.5 GHz). Os receptores operam em visada direta com a antena transmissora, efetuam uma conversão de frequências em bloco, transladando os canais para a faixa de 240 a 300 MHz. Estes canais, ocupando espaço acima do canal 13 de VHF, são combinados com sinais locais e disponibilizados ao receptor de TV. Em Recife, temos utilizado o MMDS e operadora NET Recife.

Rede integralmente em cabos coaxiais ou mista de cabos ópticos e cabos coaxiais que operam na

Fig. 31 – Topologia de um sistema MMDS

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No sistema DTH (Direct to Home) temos a transmissão por satélite onde o assinante recebe o sinal diretamente dele. Os enlaces espaço-terra operam em duas faixas:

Banda C (3,7 – 4,7 GHz).São sistemas denominados DBS (Direct Broadcast Satellite);

Banda Ku (10,95 – 12,75 GHz). São sistemas denominados DTH (Direct To Home).

No sistema DTH (Direct to Home) temos a transmissão por satélite onde o assinante recebe o

Fig. 32 – Topologia do sistema DTH

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REDES CONVERGENTES

Na Convergência de redes um usuário de voz da rede pode trabalhar da mesma maneira como trabalha na rede de dados. Isto é possível devido aos novos terminais telefônicos inteligentes, bem como de “gateways” baseados em IP, e os protocolos SIP (“Session Initiation Protocol”) e MGCP (“Media Gateway Control Protocol”).

Através de um ponto de rede o usuário poderá ter acesso a telefonia de voz (VoIP), transmissão de dados, multimídias, assistir TV digital (IPTV), Mensagens unificadas: Integração de correio eletrônico, fax, e correio de voz em um único sistema de mensagem baseado em UNIX e IP, Aplicações baseadas em “Web” e “Palm”, bem como em “plug-ins” de “e-mails”, para gerenciamento das conexões, mensagens, e tarifação, pelo próprio usuário.

VoIP (Voz sobre IP) é uma tecnologia que permite utilizarmos uma rede de comunicação de dados, baseada no Protocolo da Internet (IP) para o tráfego da voz. Foi desenvolvida em 1995 por dois Israelenses, Lior Haramaty e Alon Cohen.

Pode-se utilizar como plataforma de transporte as seguintes redes:

Redes ADSL. Redes IP. Redes Frame Relay. Redes Determinísticas .

A NGN proporciona a habilidade de interação entre os usuários da rede e suas necessidades de telecomunicações, uma vez que os usuários poderão contar com ferramentas para desenvolverem suas próprias funções e serviços, utilizando a web, PDAs (“Personal Digital Assistants”), e outras interfaces sem fio.

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CONCLUSÃO

Ao final deste estudo, esperamos ter contribuído e proporcionado uma maior compreensão quanto ao tema telecomunicações, sua importância, mercado e abrangência, bem como, a possibilidade de ajudar na sua escolha de especialização em uma de suas áreas de atuação.

Certamente você deverá entendê-lo como uma etapa apenas e buscar o aperfeiçoamento contínuo na área para, efetivamente, torna-se apto ao mercado de trabalho e suas perspectivas pessoais.

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REFERÊNCIAS

LIMA

JUNIOR,

ALMIR

WIRTH

Convergência

Das

Redes

De

telecomunicações S474 SENAI. CE. CFP. WDS. Matemática básica. Fortaleza, 2006. 43p.

LOBATO, Simone. Centrais telefônicas Públicas e Privadas, SENAI,

2005

http://pt.wikipedia.org/wiki/plesi%C3%B3crono”Categoria:telecomunicações

Da ABNT NBR 13300 - 1995 - Redes telefônicas internas em prédios - Terminologia.

NBR 13301 - 1995 - Redes telefônicas internas em prédios - Simbologia.

NBR 13726 - 1996 - Redes telefônicas internas em prédios - Tubulação

de entrada telefônica- Projeto. NBR 13727 - 1996 - Redes telefônicas internas em prédios - Plantas/Partes componentes do projeto de tubulação telefônica.

NBR 13822 - 1997 - Redes telefônicas em edificações com ate cinco

pontos telefônicos — Projeto. NBR 14306 - 1999 – Proteção elétrica e compatibilidade eletromagnética

em redes internas de telecomunicações em edificações – Projeto. NBR 14565 – 2006 – Cabeamento de telecomunicações para edifícios comerciais

DA TELEBRÁS / ANATEL

235-510-614 - Procedimento de Projeto de Tubulações Telefônicas em Edifícios – Ago/76. 235-510-615 - Procedimento de Projeto de Tubulação Telefônica em Unidades – Nov/77.

235-510-600 - Projetos de Redes Telefônicas em Edifícios – Ago/78.

Lei nº 9.472/97- Lei Geral das Telecomunicações

http://www.anatel.gov.br

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CRÉDITOS

Elaboração Marcos Graciano Santos - ETS Areias

Revisão Técnica Simone Rocha - ETS Areias Juliana Leite - ETS Areias

Revisão Pedagógica / Gramatical Jaciline Gomes Buarque Lustosa da Silveira - DET

Diagramação Lindalva Maria da Silva - DET

Editoração Divisão de Educação Profissional e Tecnológica – DET.