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- C´alculo 1 - Limites -

1. Calcule, se existirem, os seguintes limites:

(a)

x1 (x 3 3);

lim

(b)

x2 x 4 8;

lim

(c)

x2 x 3 + 2x + 3

lim

x 2 + 5

x

2 9

;

;

(d) lim

x→−3

(e)

lim

x

(f ) lim

x3

(g)

lim

x0

x + 3 3x 2 x 3x 1 x 3 27 3

x x + 3 3

1

3

;

x

;

;

2. Fa¸ca o esbo¸co do gr´afico de f (x) =

entre x4 lim f (x) e f (4)?

3. Seja f a fun¸c˜ao definida por f (x) = {

|x|

6

4x + 20

2x 1

1

se

se

se

se

se

x < 4 x = 4 x > 4

x ̸= 2 x = 2

(a)

Encontre lim

x2 f (x) e verifique que lim

x2 f (x) ̸= f (2).

(b)

Fa¸ca um esbo¸co do gr´afico de f .

4. Seja f a fun¸c˜ao definida por f (x) = {

x 2 9

se

x ̸= 3

4

se

x = 3

(a) Encontre

x3 f (x) e verifique que

lim

(b)

Fa¸ca um esbo¸co do gr´afico de f .

x3 f (x) ̸= f (3)

lim

f(x + h) f(x)

h

5. Determine o valor de lim

a) f (x) = x

quando

h0

b) f (x) = x 2

c) f (x) = x 3 .

8t 3 27

2

4t 2 9 ;

(h) lim

x3

(i) lim

x3

2x 3 5x 2 2x 3

4x 3 13x 2 + 4x 3 ;

y→−3

(j) lim

y 2 9

2y 2 + 7y + 3 ;

(k) lim

h5

(l) lim

h0

h

5 + h 5 ; 3 + 3h 3 h

;

(m) lim

x2

(n) lim

x1

x 4

16

x 2

x 1 x 2 1 .

;

e observe no gr´afico o valor de lim

x4 f (x). H´a alguma diferen¸ca

6. Nos ´ıtens a seguir, calcule os limites laterais pedidos e verifique se o limite (bilateral) existe. Caso exista dˆe seu valor.

(a)

f (x) = |x| ,

x

lim + f (x),

x0

lim f (x), lim

x0

x0 f (x).

(b)

(c)

f (x) =

f (r) =

(d) g(x) =

se

se

se

2r + 3

2

7 2r

2 + x 2

0

11 x 2

2

1

3

x < 1 x = 1 x > 1

;

se

se

se

r < 1 r = 1 r > 1

lim + f (x),

x1

lim f (x), lim

x1

x1 f(x)

;

lim + f (r),

r1

lim f (r), lim

r1

r1 f(r)

se

se

se

x < 2 x = 2 x > 2

;

x2 + f (x),

lim

x2 f (x),

lim

x→−2 lim f(x)

7.

Dada f (x) = |x|+x . Existe lim

x

x0 f (x)?

8. Dada f (x) = |x 2 +x| . Verifique se existem os limites abaixo e, caso existam, determine seus valores:

x

a)

x1 lim f (x)

b) lim

x0 f (x).

1.

2.

3.

4.

5.

6.

7.

8.

- Gabarito -

Calcule, se existirem, os seguintes limites:

(a)

x1 (x 3 3) = 2;

lim

(b) lim

x2 x 4 8 = 2 2;

(c) x2 lim x 3 + 2x + 3

x 2 + 5

=

3 ;

5

x

2 9

x + 3 3x 2 x

(d) lim

x→−3

(e)

lim

x

(f ) lim

x3

=

=

=

6;

1

3 ;

27;

1

3

3x 1 x 3 27

x

3

(g)

lim

x0

x + 3 3

3 ;

6

x

=

8t 3 27

2

4t 2 9

9

2 ;

(h) lim

x3

(i) lim

x3

=

2x 3 5x 2 2x 3 3 = 11

4x 3 13x 2 + 4x

17 ;

y→−3

(j) lim

2y 2 + 7y + 3 = 5

y

2

9

6 ;

(k) lim

h5

h

− √ 5 = 10 + 5;

5 + h

3 + 3h 3

= 3

2

(l) lim

h0

(m) lim

x2

(n) lim

x1

x 2 x 1

x 4 16

h

= 32;

x 2 1 = 1

2 .

;

f (x)

f (x)

=

= {

f (x) = {

|x|

6

4x + 20

2x 1

1

x 2 9

4

se

se

se

se

se

se

se

x < 4 x = 4 x > 4

x ̸= 2 x = 2

x ̸= 3 x = 3

x4 f (x) = 4 ̸= f (4) = 6

lim

x2 f (x) = 3 ̸= f (2) = 1.

lim

x3 f (x) = 0 ̸= f (3) = 4.

lim

x → − 3 f ( x ) = 0 ̸ = f ( − 3)

(a) Figura ex.2

f ( x ) = 0 ̸ = f ( − 3) = 4. lim (a)

(b) Figura ex.3

̸ = f ( − 3) = 4. lim (a) Figura ex.2 (b) Figura ex.3 (c)

(c) Figura ex.4

a) 1

(a)

(b)

(c)

(d)

b) 2x

c) 3x 2 .

lim + f (x)

x0

= 1,

lim f (x) = 1,

x0

lim + f (x) = 3,

x1

lim f (x) = 2,

x1

x0 lim f (x).

lim

x1 f(x)

lim + f (r) =

r1

lim f (r) = 5, lim

r1

r1 f(r) = 5

x2 + f (x) = 5,

lim

x2 f (x) = 6,

lim

x→−2 lim f(x)

lim

x0 f (x), pois

lim + f (x) = 2 e

x0

lim f (x) = 0.

x0

a)

x1 f (x) = 0

lim

b)

lim + f (x) = 1,

x0

lim f (x) = 1, lim

x0

x0 f (x).

- C´alculo 1 - Limites - Lista 2

1. Determine, caso existam, os seguintes limites:

a)

e)

i)

lim + (3 x)

x0

lim

x2

1

2 x

lim

x9

x 3

x 2

9x

m)

x (x 3 x 2 x + 1)

lim

q)

u)

1

1 x

lim

x+

x+ ( x 2 + x x)

lim

y) lim

x0

γ) lim

x5

ζ) lim

x0

|x|

x 2

x + 2

x 4

2

|x|

2. Sejam f (x) = {

x 2 + 3 x + 1

se

se

b)

lim + x 2 4

x2

1

f )

lim

x→−2

1

2 x

y

1

5

y 5

j) lim

x5

n)

x (2x 6

lim

x 3 12x 2 + 1)

r)

v)

z)

lim

x+

lim

x+

lim

x+

2x 2 + x 21

x 3 2x 2 +

x 4 2 4

9

2 x

x 2 + 4

x + 4

δ) lim

x2

2x 2 5x + 2

5x 2 7x 6

η)

lim

x→−∞

2x 2 7

x + 3

x 1

x >

1.

e

g(x) = {

x 2

2

se

se

x 1 x > 1.

x 5

|x

5|

2 x

c)

g)

k)

o)

s)

lim

x→−5

lim

x→−2

lim

+

( x

2

1

1

x

x 2

)

x0

lim

x+

lim

x→−∞

2x 2 + x + 1

3

+

x 3 + 2x 2 x 2 + 4

25

(

x + 4

1

4 )

w) lim

x2

x 2

x 2

α)

lim

x→−∞

x 2 + 9

x + 6

d) lim

x5

h) lim

x3

x 5

|x 5|

x 3

x 3

l)

p)

x+ (x 3 x 2 x + 1)

lim

lim

x+

x 7

+ 2x + 1

5x 3 2x 2 900

t)

x ( x 2 + 1 x)

lim

x) lim

x0 +

3 + x 2

x

β)

x ( x 2 + x x 4 )

lim

ϵ) lim

t0

a 2 + bt a

ε) lim

t

x2

z 4

z 2 2z 8

θ) lim

x5

1

x 5

1

x 5

ϑ)

lim

x→−∞

5x 2 + 8x 3

7x 3 4x 17

(a)

Existe lim

x1 f (x)?

(b)

Encontre uma express˜ao para f (x).g(x) e mostre que existe lim

x1 ( f (x).g(x) )

3. Considere a fun¸c˜ao definida por: f (x) =

a) Fa¸ca o gr´afico da fun¸c˜ao f .

b) Determine: lim f (x)

lim + f (x)

x0

x0


2x + 2 x 2

,

1

,

,

x0 f (x)

lim

x < 0 0 x < 2

x 2

lim f (x)

x2

lim f (x)

x2

x2 f(x)

lim

4. Calcule lim

h0

f(x + h) f(x)

h

, quando: a) f (x) = senx

b) f (x) = cosx

5. Sabendo-se que lim

x0

senx

x

= 1 e que cosx = 1 sen 2 ( x ), calcule: a)

2

lim

x0

sen(2x)

5x

c) f (x) = 1

b) lim

x0

x .

1 cosx

x

.

6.

Sabendo-se que as desigualdades 1 x 6 2

lim

x0

xsen(x)

2 2cos(x) .

<

xsen(x)

2

2cos(x) < 1 valem para todos os valores de x pr´oximos de zero, calcule

7.

Mostre que se |f (x)| ≤ M e lim

xa g(x) = 0 ent˜ao lim

xa ( f (x).g(x) ) = 0

8. Use o item anterior para mostrar que

lim

x+

senx

x

= 0.

9. Encontre as ass´ıntotas verticais e/ou horizontais das seguintes fun¸c˜oes:

(a)

f (x) =

x

9 ;

x

2

(d) ψ(x) = x 4 +1 ;

x

2

(b) g(x) =

1

x1 ;

(e)

ϕ(x) = x 2 x+1 ;

x1

(c) h(x) = x+3 ;

x+2

(f)

φ(x) = x 3 +

3

x .

10. Observando o gr´afico das fun¸c˜oes exponenciais conclua que

x+a x = { +,

lim

0,

se

se

a > 1

0 < a

< 1

e

x→−∞ a x = {

lim

0,

se

a > 1

+,

se

0 < a < 1

11. Calcule os seguintes limites:

12.

(a)

x+( 3

lim

2

)

Seja f (x) =


x

(b)

x 1

x 2 1

2

x+( 1

lim

2 ) x

(c)

se x ≤ −1

se

1 < x 1

se x > 1

x+ (2 x 2 x )

lim

(d)

x (2 x 2 x )

lim

(e)

x+ (2 x 3 x ).

lim

f ´e cont´ınua em x = 1? Em x = 1? Em x = 2? Em x = 3?

13.

14.

Seja f (x) = {

Seja f (x) = {

2x + 3 7 + 16

x

3

x1

3

se x 4

se x > 4

f ´e cont´ınua em x = 4?

se

se x = 1

x ̸= 1

f ´e cont´ınua em x = 1?

15. Encontre os pontos x, caso existam, nos quais f ´e descont´ınua e dˆe as raz˜oes para esta poss´ıvel descontinuidade:

(a)

(b)

(c)

(d)

f (x)

f (x)

f (x)

f

=

=

=

x 8;

3

x+2

x 2 4 ;

1

x +

x1

x 2 1

(x) = x 2 +9

|x|+3

16. Verifique se as fun¸c˜oes a seguir s˜ao cont´ınuas nos pontos indicados. Caso n˜ao sejam, determine as raz˜oes da descontinuidade.

(a)

(b)

(c)

f (x) = |x + 1| − 3 em x = 1;

f (x) =

1 em x 2

x

2

5

x

x = 2 e em x = 1;

se

se

x ̸= 3 x = 3

f (x) = {

em x = 3.

17. Encontre um valor para a constante k, se poss´ıvel, para que a fun¸c˜ao seja cont´ınua para todo x R.

(a)

(b)

f (x) = {

f (x) = {

7x 2 kx 2

kx 2 2x + k

se x 1

se x > 1

x 2 x > 2

se

se

18. Encontre os valores das constantes k e m, se poss´ıvel, que para que seja cont´ınua para todo x R a fun¸c˜ao

f(x) =

x 2 + 5,

m(x + 1) + k,

2x 3 + x + 7,

se

se x > 2,

1 < x 2,

se x ≤ −1.

19. Dˆe exemplo de duas fun¸c˜oes f e g descont´ınuas em um certo ponto x = c tal que f + g seja cont´ınua neste ponto.

´

20. verdade que uma fun¸c˜ao cont´ınua que nunca ´e zero em um intervalo nunca muda de sinal nesse intervalo? Justifique sua

E

resposta.

21. Utilize o Teorema do Valor Intermedi´ario para mostrar que a equa¸c˜ao x 3 + x 2 2x + 1 = 0 possui pelo menos uma solu¸c˜ao no intervalo [1, 1].

22. Mostre que, se p(x) ´e um polinˆomio de grau ´ımpar, ent˜ao e equa¸c˜ao p(x) = 0 possui pelo menos uma solu¸c˜ao real.

23. (Contra¸c˜ao de Lorentz) De acordo com a teoria da relatividade, o comprimento de um objeto, por exemplo, de um foguete, parece a um observador depender da velocidade com que o objeto se desloca em rela¸c˜ao a esse observador. Se ele medir o

comprimento L 0 do foguete em repouso e em seguida com a velocidade v, o comprimento parecer´a ser L = L 0 1 v 2 , sendo

lim L. Por que ´e necess´ario tomar

o limite lateral `a esquerda?

c a velocidade da luz no v´acuo. O que acontece com L `a medida que v aumenta? Calcule

c

2

vc

- C´alculo 1 - Limites - Gabarito Lista 2

1. a) 3

o) 0 +

α) 1

2.

b) 0

c)-1

d)

q) 0 γ) 7

e) +

r) 0 +

f)

s)-1

1

2

g)

t) +

b

|a|+a

ε)

1

4

h)

3

6

1

u)

ζ) 7

2

p)+

β) −∞

13 ϵ)

lim f (x) = 4 e

δ)

3

(a) N˜ao, pois

lim + f (x) = 2.

x1

x1

i) 0

v) −∞

1

j)25

k) −∞

l) +

m) −∞

z) 1

w) +

1

θ) 25

x) +

ϑ) 0

y) +

η) 2

(b)

f (x)g(x) = {

x 4 +

2x + 2

3x 2

se

se

x 1

x >

1.

x1 ( f (x).g(x) ) = 4

lim

3. a)

1 . x → 1 ( f ( x ) .g ( x ) ) =

n) −∞

b) lim f (x) = 2

x0

lim + f (x) = 0

x0

lim

x0 f (x)

lim f (x) = 4

x2

lim + f (x) = 1

x2

lim

x2 f (x).

4.

5. a) 2/5

a)

cosx

b) senx

b) 0.

c) f (x) = 1

x 2 .

6.

lim

x0

xsen(x)

2 2cos(x) = 1.

7. Mg(x) f (x).g(x) Mg(x)

x0 Mg(x)

lim

x0 f (x).g(x)

lim

M lim

x0 g(x) 0 lim

x0 f (x).g(x) 0 lim

x0 f (x).g(x) = 0.

8. |senx| ≤ 1 e

lim

x+

1

x = 0

lim

x+

senx

x

= 0 .

x0 Mg(x) ⇒ −M lim

lim

x0 g(x)

9.

(a)

Ass´ıntotas verticais: x = 3 e x = 3, Ass´ıntota horizontal: y = 0;

(b)

Ass´ıntota vertical: x = 1, Ass´ıntota horizontal: y = 0;

(c)

Ass´ıntota vertical: x = 2, Ass´ıntota horizontal: y = 1;

(d)

Ass´ıntota vertical: x = 0;

(e)

Ass´ıntota vertical: x = 1;

(f)

Ass´ıntota vertical: x = 0.

10.

x+a x = { +,

lim

0,

se

se

a > 1

0 < a

< 1

e

x→−∞ a x = {

lim

0,

se

a > 1

+,

se

0 < a < 1

se a > 1 + ∞ , se 0 < a < 1 11. (a) +

11. (a) +

(b) 0

(c) +(d) −∞

(e) −∞

x0 f (x).g(x)

lim

12. f n˜ao ´e cont´ınua em x = 1, pois

lim + f (x) = 2 e

x1

lim f (x) = 0, logo lim

x1

x1 f (x). Em x = 1, x = 2 e x = 3 ela ´e cont´ınua,

j´a que

x1 f (x) = f (1) = 0, lim

lim

x2 f (2) = 2,

x3 f (x) = f (3) = 2.

lim

13. Sim, pois lim

x4 f (x) = f (4) = 11.

14.

15.

16.

17.

18.

N˜ao, pois lim

x1 f (x).

(a) Cont´ınua em R;

f (1) e f (1);

(a) Cont´ınua em x = 1;

(a) 5

k = 4 e m = 5/3.

(b) Descont´ınua em x = ±2, pois f (2) e f (2);

(c) Descont´ınua em x = 0 e x = ±1, pois f (0),

(c) Cont´ınua em x = 3.

(d) Cont´ınua em R.

(b) Cont´ınua em x = 2 e descont´ınua em x = 1 pois f (1);

(b) 4/3

19. f (x) = {

0

1

se

se

x < 0

0.

x

e

g(x) = {

1

0

se

se

x 0 x > 0.

20.

21.

22.

23.

Sim, pois, pelo teorema do valor intermedi´ario, se ela mudasse de sinal ent˜ao o zero deveria ser tamb´em imagem da fun¸c˜ao.

f (x) = x 3 x 2 2x + 1 = 0 f (1) = 1 e f (1) = 1, logo, pelo Teorema do Valor Intermedi´ario, existe x 0 [1, 1] tal que f(x 0 ) = 0.

Se p(x) ´e um polinˆomio de grau ´ımpar, ent˜ao vai sempre existir um x 0 R para o qual p(x 0 ) e p(x 0 ) tˆem sinais opostos. Logo, pelo Teorema do Valor Intermedi´ario, existe c [x 0 , x 0 ] tal que p(c) = 0.

lim L = 0. O limite lateral `a esquerda ´e necess´ario j´a que a fun¸c˜ao n˜ao est´a definida

para v > c.

`

A

medida que v aumenta L diminui.

vc