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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR “PRESIDENTE TANCREDO DE ALMEIDA NEVES” FELIPE LOPES DE BARROS EXCESSO DOLOSO EM

INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR “PRESIDENTE TANCREDO DE ALMEIDA NEVES”

FELIPE LOPES DE BARROS

EXCESSO DOLOSO EM LEGÍTIMA DEFESA

São João del-Rei

2015

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FELIPE LOPES DE BARROS

EXCESSO DOLOSO EM LEGÍTIMA DEFESA

Projeto de pesquisa apresentado

como

requisito para aprovação na disciplina de Projeto de Monografia do Curso de Direito do Instituto de Ensino Superior “Presidente Tancredo de Almeida Neves”.

Orientadora: Prof. Dra. Júnia Fátima do Carmo Guerra

São João Del Rei

2015

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SUMÁRIO

  • 1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO 4

  • 2 TEMA4

  • 3 DELIMITAÇÃO DO TEMA4

  • 4 FORMULAÇÃO DO PROBLEMA 4

  • 5 JUSTIFICATIVA 4

  • 6 OBJETIVOS 5

    • 6.1 OBJETIVO GERAL 5

    • 6.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 5

  • 7 EMBASAMENTO TEÓRICO

5

  • 8 METODOLOGIA 6

  • 8.1 MÉTODO DE ABORDAGEM

6

  • 8.2 TÉCNICAS DE PESQUISA

6

  • 9 CRONOGRAMA 6

    • 10 PROPOSTA DE SUMÁRIO PARA A MONOGRAFIA 7

    • 11 REFERÊNCIAS 8

4

  • 1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO

Felipe Lopes de Barros, professora Dr. Júnia Fátima do Carmo Guerra, (Direito

Penal).

  • 2 TEMA

O excesso doloso pode ser considerado quando, o agente, de vontade livre e

consciente, sabe onde exatamente finda o amparo que a lei lhe oferece, mas não

contente o realiza de forma intencional movido por um desejo autônomo.

  • 3 DELIMITAÇÃO DO TEMA

Excesso intencional realizado de forma livre e consciente.

  • 4 FORMULAÇÃO DO PROBLEMA

De

que modo pode ser aferida

a culpabilidade do agente quando se pratica o

excesso doloso?

  • 5 JUSTIFICATIVA

A legítima defesa é um direito natural, intrínseco ao ser humano e, portanto,

anterior à sua codificação, como norma decorrente da própria constituição do ser.

Assim, todo cidadão tem o direito de se defender de um ataque injusto, não havendo

qualquer oposição ao exercício desse direito

A legítima defesa é uma reposta a uma agressão injusta, atual ou iminente,

contra direito próprio ou de outrem. De acordo com Bettiol, é um instinto natural que

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leva o agredido a repelir a ofensa, mediante lesão a bem jurídico do agressor. É,

então, a legítima defesa, além do reconhecimento dos instintos humanos mais

primitivos, também o reconhecimento, por parte do Estado, de que o mesmo não é

onipresente, sendo incapaz de proteger os bens jurídicos da sociedade a qualquer

tempo e em qualquer lugar.

Conforme o Artigo 25 do Código Penal Brasileiro, entende-se por legítima defesa quem, usando moderadamente dos meios necessários, repele injusta agressão, atual ou iminente, a direito seu ou de outrem. A legislação brasileira incrimina o excesso a título de dolo ou culpa, e demonstra que essa conduta deve ser analisada, obedecendo ao que se extrai da doutrina e da lei.

A interpretação da culpa, do excesso como combinação de culpa própria e impropria e, portanto, ao invés de ser um problema só de tipo, se confunde com o erro e com a perturbação emocional. Segundo Carraca, o verdadeiro excesso de defesa é aquele causado, pelo temor da situação, o chamado excesso de moderamen, enquanto o excesso de defesa se referia com a falta de defesa, ou seja, cessado o perigo, aquele que se defendia, com vontade consciente e sem um fim de defender-se, continuava a agressão motivada pela ira, pelo sentimento de vingança ou outro sentimento voluntario. Autores como Pedro Vergara, Antônio Lemos Sobrinho e Jorge Severiano Ribeiro, afirmam que o excesso doloso é a vontade de agredir motivada por sentimento voluntario depois de cessada agressão inicial. Esses autores possuem dificuldades de explicar como uma pessoa tem uma vontade livre e pratica uma ação sabendo e querendo resultado excessivo. A limitação do direito de defesa é uma preocupação que acompanha o próprio direto de defesa, o importante é precisar como a reação se impôs, quais foram os seus limites e quais foram as tentativas teóricas e legislativas, construídas para solucionar tanto a permissão para reação, quanto a sua legitimidade. Só assim poderemos avançar para a sistematização do excesso na legislação brasileira.

6

  • 6 OBJETIVOS

    • 6.1 OBJETIVO GERAL

O objetivo geral deve expressar a finalidade intelectual da pesquisa. Responde a questão: para quê pesquisar? Deve ter coerência direta com o problema de pesquisa e ser apresentado em uma frase que inicie com um verbo no infinitivo. Ex.: Analisar comparativamente os argumentos atualmente utilizados pelo Poder Judiciário brasileiro para deferir ou indeferir pedidos de alvarás judiciais de aborto por anencefalia fetal.

  • 6.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Apresentam os detalhes e/ou desdobramento do objetivo geral. Sempre serão mais de um objetivo, todos iniciando com verbo no infinitivo que apresente tarefas parciais de pesquisa em prol da execução do objetivo geral. Exemplo:

Revisar a bibliografia em Direito Penal sobre aborto;

Revisar a bibliografia em Bioética sobre aborto eugênico;

Coletar a jurisprudência nos tribunais estaduais sobre o tema, etc.

  • 7 EMBASAMENTO TEÓRICO ( O QUE VC VAI UTILIZAR PARA RESPONDER O SEU PROBLEMA)

EX: SEGUNDO REALE (2009, p3): "

....

"- ATÉ 3 LINHAS

MAIS DE TRÊS LINHAS- ESPAÇO SIMPLES, FONTE 11

O

embasamento

teórico

também

é

chamado

de

“revisão

da

literatura”,

“fundamentação teórica”, “referencial teórico” ou ainda “marco teórico”. Deve ser apresentado em forma de texto (sugere-se entre 4 e 5 páginas) que demonstre conhecimento básico da literatura científica sobre o tema, incluindo citações indiretas e/ou diretas. O texto pode ser dividido, para fins didáticos, em:

7

7.1 DEFINIÇÃO DE TERMOS: definições de palavras chave da pesquisa;

7.2 TEORIA DE BASE: texto que demonstre resumo de obra, teoria ou autor priorizado, considerado como a mais adequado para solução do problema;

7.3 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA (resumo dos autores de importância secundária, não necessariamente adotados, mas que serão importantes para a pesquisa).

  • 8 METODOLOGIA A metodologia utilizada neste estudo foi a pesquisa bibliográfica, pois a mesma oferece meios que auxiliam na definição e resolução dos problemas já conhecidos, como também permite explorar novas áreas onde os mesmos ainda não se cristalizaram suficientemente. Permite também que um tema seja analisado sob novo enfoque ou abordagem, produzindo novas conclusões. Além disso, permite a cobertura de uma gama de fenômenos muito mais ampla, principalmente quando o problema da pesquisa requer a coleta de dados muito dispersos no espaço.

  • 9 CRONOGRAMA

ATIVIDADES AGO SET OUT NOV MAR ABR MAI JUN Escolha do tema e do orientador Encontros
ATIVIDADES
AGO
SET
OUT
NOV
MAR
ABR
MAI
JUN
Escolha do tema
e do orientador
Encontros com o
orientador
Pesquisa
bibliográfica
preliminar
Leituras e
elaboração de
resumos
Elaboração do
projeto

8

Entrega do projeto de pesquisa Revisão bibliográfica complementar Coleta de dados complementares Redação da monografia Revisão
Entrega do
projeto de
pesquisa
Revisão
bibliográfica
complementar
Coleta de dados
complementares
Redação da
monografia
Revisão e
entrega oficial do
trabalho
Apresentação do
trabalho em
banca

10 PROPOSTA DE SUMÁRIO PARA A MONOGRAFIA

Deve-se propor um sumário, ainda que provisório, para a monografia, que será efetivamente realizada na disciplina de Projeto de Monografia. Deve-se inserir o título e desdobramentos de cada capítulo que serão desenvolvidos na monografia. Exemplo:

INTRODUÇÃO

  • 1. INSERIR O TÍTULO DO PRIMEIRO CAPÍTULO

    • 1.1 INSERIR OS DESDOBRAMENTOS DO PRIMEIRO CAPÍTULO (tantos

quantos forem necessários)

... 1.2

  • 2. INSERIR O TÍTULO DO SEGUNDO CAPÍTULO

    • 2.1 INSERIR OS DESDOBRAMENTOS DO SEGUNDO CAPÍTULO (tantos

quantos forem necessários)

... 2.2

  • 3. INSERIR O TÍTULO DO TERCEIRO CAPÍTULO

    • 3.1 INSERIR OS DESDOBRAMENTOS DO TERCEIRO CAPÍTULO (tantos

quantos forem necessários)

... 3.2

CONCLUSÃO

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REFERÊNCIAS

BETTIOL, Giusepe apud BITENCOURT, Cezar Roberto. Op. Cit. p. 340.

LIBERDADE E RESPONSABILIDADE PENAL; Tercio Sampaio Ferraz Jr.; Revista Sequência ano I; pág. 99 a 105.