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MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA

DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL

AVIAÇÃO CIVIL

IMA 58-10

INSTRUÇÕES PARA CONCESSÃO E AUTORIZAÇÃO DE CONSTRUÇÃO, HOMOLOGAÇÃO, REGISTRO, OPERAÇÃO, MANUTENÇÃO E EXPLORAÇÃO DE AERÓDROMOS CIVIS E AEROPORTOS BRASILEIROS.

16 JUL 90

MINITÉRIO DA AERONÁUTICA PORTARIA DAC N 766 / DGAC, DE 24 DE SETEMBRO DE 1997 Insere

MINITÉRIO DA AERONÁUTICA

PORTARIA DAC N o 766 / DGAC, DE 24 DE SETEMBRO

DE 1997

Insere Modificações na Instrução de Aviação Civil – IAC 2328-0790

O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL, com fundamento no Artigo 10 do Regulamento do Departamento de Aviação Civil, aprovado pela Portaria nº 339/GM3, de 20 de maio de 1988, com o objetivo de atualizar a Instrução de Aviação Civil – IAC 2328-0790, efetivada pela Portaria nº 247 / DGAC, de 29 de junho de 1990, publicada no DOU nº 135, de 13 de Ago. 90, na seção 1, pág. 15331, correspondente à Instrução do Ministério da Aeronáutica – IMA 58-10 – Instruções para Concessão e Autorização de Construção, Homologação, Registro, Operação, Manutenção e Exploração de Aeródromos Civis e Aeroportos Brasileiros , de 16 de julho de 1990, resolve:

Art. 1º - Inserir modificações no Anexo 6 da supramencionada IAC, que trata de modelo para Termo de Convênio para Administração, Manutenção, Operação e Exploração de Aeródromos Públicos, conforme texto em anexo.

Art.

-

Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as

disposições em contrário.

Ten.- Brig.- do-Ar MASAO KAWANAMI Diretor-Geral

Publicada no D.O U. nº 201, S. 1, Pág. 23518, de 17 de outubro de 1997.

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MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES

SÍMBOLO

DATA

CATEGORIA

DISTRIBUIÇÀO

 

EXPEDIÇÃO –

   

IAC 2328-0790

01.07.90

NOTIF

C-D-GV-IA-IV-SA-

EFETIVAÇÃO -

SR-OD

16.07.90

TÍTULO: INSTRUÇÕES PARA CONCESSÃO E AUTORIZAÇÃO DE CONSTRUÇÃO, HOMOLOGAÇÃO, REGISTRO, OPERAÇÃO, MANUTENÇÃO E

EXPLORAÇÃO DE AERÓDROMOS CIVIS E AEROPORTOS BRASILEIROS. ANEXOS :01 - Ficha de Inspeção para Homologação de Aeródromos Públicos

  • 02 – Ficha de Inspeção para Registro de Aeródromos Privados

  • 03 – Autorização para Construção de Aeródromos

 
  • 04 – Solicitação de Homologação ou Registro de Aeródromo

  • 05 – Ficha para Cadastramento de Aeródromos

 
  • 06 – Termo de Convênio para Administração, Operação, Manutenção e Exploração de Aeródromo

  • 07 – Termo de Contrato para Construção, Administração, Operação, Manutenção e Exploração de Aeródromo.

APÊNDICES: 01 – Instruções para Preenchimento da Ficha Anexo 1 02 – Instruções para Preenchimento da Ficha Anexo 2.

 

INTRODUÇÃO

IMA 58-10

I - A presente NOTIF tem por finalidade divulgar a compatibilização entre as Legislações vigentes que aprova as Instruções concernentes à concessão e autorização de construção, homologação, registro, operação, manutenção e exploração de aeródromos civis e aeroportos brasileiros.

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II - É expedida com fundamento no Decreto nº 65.144, de 12 Set 69, que institui o Sistema de Aviação Civil do Ministério da Aeronáutica.

III - A Portaria nº 1.019/GM5, de 27 Ago 80, a partir de sua efetivação, teve parte significativa de seus artigos invalidados pela promulgação de leis, decretos e portarias ministeriais, que, por não serem do conhecimento geral, vêm causando a aplicação indevida de vários artigos do texto original já tornados sem efeito.

IV -

As leis, decretos e atos ministeriais que determinaram as modificações mencionadas

no item anterior são, principalmente, os seguintes:

  • 1 Lei nº 7.565, de 19 Dez 86 (Código Brasileiro de Aeronáutica).

(I*) -

  • 2 Portaria nº 1.141/GM5, de 08 Dez 87.

(II*) -

  • 3 Decreto nº 21.713, de 27 Ago

(III*) -

46/Anexo 14 da OACI/86.

  • 4 Decreto nº 86.228, de 28 Jul 81.

(IV*) -

  • 5 Portaria nº 283/GM4, de 02 Abr 87/Portaria nº 28/COMGAP, de 20 Abr 89.

(V*) -

  • 6 Portaria nº 115/GM5, de 09 Fev 87.

(VI*) -

  • 7 MMA 58-1, de 29 Set 89.

(VII*) -

V -

Os índices de (I*) a (VII*), constantes do item anterior, indicam no texto atualizado

a legislação que deu origem às modificações desta IAC.

VI - A Portaria nº 1.019/GM5, de 27 Ago 80, aprovou as instruções relativas à concessão e autorização para construção, homologação, registro, operação, manutenção e exploração de aeródromos civis e aeroportos brasileiros.

VII - Esta NOTIF é composta de 118 páginas, efetivada em

4

ÍNDICE

 

ASSUNTO

PAG

PRIMEIRA PARTE

DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

DAS DEFINIÇÕES

06

CAPÍTULO I

06

CAPÍTULO II

14

SEGUNDA PARTE

DOS AERÓDROMOS CIVIS BRASILEIROS

15

CAPÍTULO I

DA CONCESSÃO OU AUTORIZAÇÃO

15

CAPÍTULO II DA CONSTRUÇÃO

18

CAPÍTULO III

DA HOMOLGAÇÃO

........................................................

.................................................................

26

CAPÍTULO IV

DO REGISTRO

30

CAPÍTULO

V

DA UTILIZAÇÃO

33 ............................................................

CAPÍTULO

VI

DA INTERDIÇÃO DO AERÓDROMO

..........................

34

CAPÍTULO VII DA EXPLORAÇÃO COMERCIAL

35

TERCEIRA PARTE

DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS

.........

DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS

...................................

..........................................

37

CAPÍTULO I

37

CAPÍTULO II

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

38

5

PRIMEIRA PARTE

Das Disposições Preliminares

Capítulo I

Das Definições

Art. 1º - Para efeito destas instruções, os termos abaixo têm as seguintes

definições:

(I*)

AERÓDROMO – Toda área destinada a pouso, decolagem e movimentação de

aeronaves.

AERÓDROMO CIVIL – Aeródromo destinado, em princípio, ao uso de aeronaves civis.

(VII*) AERÓDROMO COMUNITÁRIO – Aeródromo público destinado a servir pequenas ciedades e para ser utilizado por aeronaves leves, vedada a operação da aviação regular.

AERÓDROMO PRIVADO – Aeródromo civil que só poderá ser utilizado com permissão de seu proprietário, sendo vedada a sua exploração comercial.

AERÓDROMO aeronaves em geral

PÚBLICO – Aeródromo civil destinado ao tráfego de

AERÓDROMO RESTRITO – Aeródromo público, construído em área de propriedade pública, de uso reservado do Órgão que o construiu e que tem sob sua administração, cuja exploração comercial é vedada, só podendo ser utilizado com autorização da respectiva entidade pública.

(VII*) AERÓDROMO TRANSITÓRIO – Aeródromo civil, para uso provisório e destinado a atender aos projetos de desenvolvimento, construção de estradas, usinas, barragens, proteção à lavoura, pesquisa mineral ou exploração de jazida e situações de emergência ou calamidade pública.

6

(VII*)

AERONAVE LEVE – Aeronave cujo peso máximo de decolagem é inferior a

5.700Kg.

AEROPORTO – Todo aeródromo público dotado de instalações e facilidades para apoio às operações de aeronaves e de embarque e desembarque de pessoas e cargas.

(VII*) AEROPORTO DE ALTERNATIVA INTERNACIONAL – Aeroporto usado por aeronaves civis nacionais e estrangeiras, como primeira escala por ocasião da entrada ou como última por ocasião da saída do território brasileiro, na impossibilidade eventual de serem utilizados os aeroportos internacionais brasileiros, ou como aeroporto de origem ou destino de vôos “charters” internacionais.

(IV*) AEROPORTO INTERNACIONAL – Aeroporto situado no território nacional, designado, pelo Ministério da Aeronáutica, como aeroporto de entrada e saída do tráfego aéreo internacional, onde são satisfeitas formalidades de alfândega, de polícia, de saúde pública, quarentena agrícola e animal e demais formalidades análogas.

(VII*) AEROPORTO NACIONAL – Aeroporto com características adequadas às operações da aviação doméstica.

(VII*) AEROPORTO REGIONAL – Aeroporto destinado a atender às regiões de interesse estadual, com características adequadas para ser utilizado por aeronaves da aviação regional nas operações de ligação aos grandes centros.

ALTITUDE DA PISTA – Altitude medida, em cada ponto, sobre o eixo da pista de pouso e decolagem do aeródromo.

ÁREA DE INFLUÊNCIA DO AERÓDROMO para o aeródromo.

- Região geradora de tráfego

ÁREA OPERACIONAL – Área contida dentro dos limites do aeródromo, reservada para construção de áreas de manobra (pista de pouso e decolagem e pista de táxi), pátios, terminais de passageiros e carga, torre de controle, unidades administrativas e de proteção ao vôo e demais edificações operacionais, devendo ainda conter a faixa de pista.

(VII*) ÁREA PATRIMONIAL – Área delimitada pela poligonal dos limites do aeródromo, que engloba toda sua infraestrutura aeroportuária, contendo obrigatoriamente, sua área operacional e devendo estar legalizada em nome do proprietário ou responsável pela exploração do aeródromo.

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(VII*) AUTORIZAÇÃO – Ato administrativo unilateral, revogável a qualquer tempo, do Diretor-Geral do Departamento de Aviação Civil, pelo qual torna possível ao interessado realizar, de modo total ou parcial, as atividades de construir, operar, manter e explorar aeroportos mediante as condições previstas no ato em que a consubstanciar.

(VII*)

AVIAÇÃO

DE

NÍVEL

É

aquela

empregada

no serviço aéreo

internacional.

 

(VII*)

AVIAÇÃO DE 2º NÍVEL – É aquela empregada no serviço aéreo doméstico.

(VII*)

AVIAÇÃO DE 3º NÍVEL – É aquela empregada no serviço aéreo regional.

(IV*) AVIAÇÃO GERAL – Todas as operações de aviação civil que não sejam serviços aéreos regulares nem operações não regulares de transporte aéreo por remuneração ou arrendamento.

(VII*) CADASTRO – Anotação ordenada das informações referentes aos aeródromos, após sua legalização, homologação ou registro, recebimento de designativo e divulgação das suas características através das Publicações de Informações Aeronáuticas.

(VII*)

CANCELAMENTO – Ato administrativo que torna sem efeito a homologação

ou o registro de aeródromo, através de suas respectivas Portarias.

(VII*) CARACTERÍSTICAS FÍSICAS – São aquelas referentes à orientação, resistência, dimensões e tipos de piso, declividade, elevação e coordenadas geográficas da pista.

(VII*) CARACTERÍSTICAS OPERACIONAIS – São aquelas referentes ao tipo de operação realizada no aeródromo.

CONCESSÃO – Ato administrativo do Diretor-Geral do Departamento de Aviação Civil, que delega o direito de realizar, de modo total ou parcial, as atividades de construir, administrar, operar, manter e explorar aeródromos públicos, mediante termo contratual, em que serão fixados o seu objeto, prazo e condições essenciais.

(VII*) CONVÊNIO – Ato administrativo que se materializa através de instrumento formal, em ajuste de cooperação para a construção, a administração, a operação, a manutenção e a exploração de aeródromos públicos.

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(III*) DISTÂNCIAS DECLARADAS – São distâncias utilizadas para efeito de cálculo de pouso e decolagem, compreendendo:

  • a) Pista disponível para corrida de decolagem - TORA (Take-Off Run Available) – Comprimento declarado da pista, disponível para corrida no solo de uma aeronave que decola.

  • b) Distância disponível para decolagem – TODA (Take-Off Distance Available) – Comprimento da TORA, somado ao comprimento da Zona Livre de Obstáculos (Clearway), se existente.

  • c) Distância disponível para aceleração e parada – SDA (Accelerate – Stop Distance Available) – Comprimento da TORA, somado ao comprimento da Zona de Parada (Stopway), se existente.

  • d) Distância disponível para pouso – LDA (Landing Distance Available) – Comprimento declarado de pista, disponível para a corrida no solo de uma aeronave que pousa.

ELEVAÇÃO DO AERÓDROMO – Altitude do ponto mais elevado da pista de pouso e decolagem do aeródromo.

(IV*)

EMPRESA DE NAVEGAÇÃO AÉREA – Qualquer organização de transporte

aéreo, operando um serviço aéreo.

(VII*) EXPLORAÇÃO COMERCIAL DE AERÓDROMO – Atividade de administrar, operar, manter e utilizar aeródromos públicos, sujeita ao pagamento, pelos usuários, dos preços e tarifas estabelecidos pela legislação vigente.

(III*) FAIXA DE PISTA – Área retangular onde não são permitidos quaisquer aproveitamentos que ultrapassem, em cada ponto, a altitude do ponto mais próximo, situado no eixo da pista ou no seu prolongamento, tais como construções, instalações e colocações de objetos de natureza temporária ou permanente, fixos ou móveis, exceto os auxílios à navegação aérea indispensáveis. Envolve a pista de pouso e, quando houver, a zona de parada e a faixa preparada, e é destinada a proteger as aeronaves nas operações de pouso e decolagem.

(III*) FAIXA PREPARADA – Área contida na faixa de pista destinada a reduzir o risco de dano às aeronaves que, eventualmente, saiam da pista (Área de Segurança).

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(VII*) HOMOLOGAÇÃO – Ato administrativo que autoriza a abertura de aeródromo público ao tráfego.

(VII*) INTERDIÇÃO – Ato administrativo, através do qual a autoridade competente veda a utilização de um aeródromo, no todo ou em parte, para pousos e decolagens, temporária ou definitivamente.

(VII*)

OPERAÇÃO DIURNA – É aquela realizada no período entre o nascer e o

pôr-do-sol.

(VII*)

OPERAÇÃO IFR – Operação de aeronaves sujeitas às regras de vôo por

instrumento.

(VII*) nascer do sol.

OPERAÇÃO NOTURNA – É aquela realizada no período entre o pôr e o

(VII*) OPERAÇÃO NÃO-PRECISÃO – Operação de aeronaves em aproximação, sujeita às regras de vôo por instrumento, utilizando para orientação os auxílios à navegação de não-precisão, tais como: NDB, VOR, VHF-DF e RADAR DE TERMINAL.

(VII*) OPERAÇÃO IFR-PRECISÃO – Operação de aeronaves em aproximação, sujeita às regras de vôo por instrumento, utilizando para orientação informações de azimute e rampa de planeio fornecidas por auxílios à navegação de precisão, tais como:

ILS, RADAR DE APROXIMAÇÃO DE PRECISÃO e MLS.

(VII*)

OPERAÇÃO VFR - Operação de aeronaves sujeitas às regras de vôo visual.

(VII*)

PLANO AEROVIÁRIO ESTADUAL – Instrumento macrodiretor da política

de desenvolvimento do Sistema Regional de Aeroportos que determina as diretrizes e

metas fundamentais, bem como os recursos essenciais para o pleno desenvolvimento da infraestrutura aeroportuária no interior dos estados, aprovado pelo Ministério da Aeronáutica.

(VII*) PLANOS COMPLEMENTARES – Planos e projetos específicos que complementam o Plano Diretor Aeroportuário.

(VII*) PLANO DE DESENVOLVIMENTO – Documento normativo que oficializa a diretriz de expansão do aeroporto, orientando seu crescimento físico, área patrimonial e investimento no horizonte de vinte anos, aprovado pelo Ministério da Aeronáutica.

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(VII*) PLANO DIRETOR AEROPORTUÁRIO – Conjunto de documentos que apresenta a orientação para implantação e desenvolvimento de um aeródromo, aprovado pelo Ministério da Aeronáutica.

(VII*)

PREÇO

ESPECÍFICO

Valor

devido

pela

utilização

de

áreas

civis,

instalações,

equipamentos,

facilidades

e

serviços

não

remunerados

pelas

Tarifas

Aeroportuárias.

(VII*) PROJETO AEROPORTUÁRIO – Conjunto de elementos indispensáveis à execução de obras aeroportuárias.

(VII*) REGISTRO – Ato administrativo que autoriza a abertura de aeródromo privado ao tráfego.

(III*) SERVIÇO AÉREO – Qualquer serviço aéreo, regular ou não, efetuado por aeronave, destinado ao transporte público de passageiros, correio ou carga.

(VII*) SERVIÇO AÉREO DOMÉSTICO – É aquele que estabelece a integração, pelo transporte aéreo, dos grandes centros e de localidades de interesse nacional, tendo os seus pontos de partida, intermediários e de destino situados em território nacional.

(III*)

SERVIÇO AÉREO INTERNACIONAL – Qualquer serviço aéreo público que

passa pelo espaço aéreo sobre o território de mais de um país.

(VII*) SERVIÇO AÉREO REGIONAL – É aquele que estabelece a integração, pelo transporte aéreo, dos pólos de interesse regional aos grandes centros.

(VII*) TARIFA AEROPORTUÁRIA – É o valor devido pelo usuário quando da efetiva utilização das instalações, facilidades e serviços disponíveis nos aeroportos.

(VII*) TARIFA DE USO DAS COMUNICAÇÕES E DOS AUXÍLIOS À NAVEGAÇÃO AÉREA – Valor devido pelo usuário quando da efetiva utilização das instalações e dos serviços destinados a apoiar e tornar segura a navegação aérea.

(II*) ZONA DE PARADA (STOPWAY) – Área retangular definida no terreno e situada no prolongamento do eixo da pista no sentido da decolagem, destinada e preparada como zona adequada à parada de aeronaves.

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(II*) ZONA DE PROTEÇÃO DE AERÓDROMO – Conjunto de áreas no qual o aproveitamento e uso do solo sofrem restrições definidas:

I

-

no Plano de Zona de Proteção de Aeródromo;

II

-

no Plano Específico de Zona de Proteção de Aeródromo;

III

-

nos Planos de Zona de Proteção de Auxílios à Navegação

IV

-

Aérea; no Plano Básico de Zona de Proteção de Helipontos;

V

-

no Plano Básico de Zoneamento de Ruído;

VI

-

no Plano Específico de Zoneamento de Ruído.

(II*) ZONA LIVRE DE OBSTÁCULOS (CLEARWAY) – Área retangular sobre o solo ou água, sob controle de autoridade competente e selecionada ou preparada como área disponível sobre a qual uma aeronave possa efetuar parte de sua subida inicial até uma altura especificada.

ZONEAMENTO DE RUÍDO – Zoneamento que considera a área situada entre os limites do aeródromo e as curvas de ruído, segundo a metodologia técnica adotada ou que venha a ser adotada pelo Ministério da Aeronáutica.

ÁREA I – Área interior à curva de nível 1, onde são prováveis sérios problemas devido ao impacto do ruído. Não é recomendável a construção de nenhum edifício sem um estudo detalhado do problema de insonorização. Residências, escolas, hospitais, escritórios, hotéis, motéis, teatros e auditórios não devem ser construídos nessa área.

(III*)

PARÁGRAFO ÚNICO – Os aeródromos civis e aeroportos terão a seguinte

classificação:

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CLASSIFICAÇÃO GERAL

TIPO DE USO

-

PÚBLICO

 

PRIVADO

 

1 - <

800m

800m a 1.200m (exclusive)

1.800m

 

COMPRIMENTO DE PISTA

2 - 3 -

1.200m a 1.800m (exclusive)

CÓDIGO DE REFERÊNCIA

4 -

 

LARGURA

A – 18-23 ou 30m

DE PISTA

B – 18-23 ou 30m

 

C

- 23-30 ou 45m

D

- 45m

45m

E

-

TIPO DE OPERAÇÃO

VISUAL

TIPO DE OPERAÇÃO

INSTRUMENTOS

INTERESSE DO

FEDERAL

SISTEMA DE AVIAÇÃO

REGIONAL

CIVIL

COMUNITÁRIO

PRECISÃO NÃO PRECISÃO

NOTA – Com a revogação do Decreto nº 75.070, de 09.12.74, fica extinta a classificação nos grupos I – “preponderantemente federal” e II – “preponderantemente regional” . A introdução da classificação por interesse do Sistema de Aviação Civil se destina a complementar as orientações para os casos de convênio, concessão ou autorização. Fica reservado o conceito de interesse do Ministério da Aeronáutica para os aeródromos considerados de segurança nacional ou estratégicos.

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CAPÍTULO II

Das Disposições Gerais

(I*) Art. 2º - Os aeródromos públicos serão construídos, mantidos e explorados:

  • I - diretamente pela União;

    • II - por empresas especializadas da administração federal indireta ou suas

subsidiárias, vinculadas ao Ministério da Aeronáutica;

  • III - mediante convênio com os Estados ou Municípios;

IV

- por concessão ou autorização.

§ 1º - A fim de assegurar uniformidade de tratamento em todo o território nacional, a construção, administração e exploração sujeitam-se às normas, instruções, coordenação e controle da autoridade aeronáutica.

§ 2º - As concessões ou autorização previstas neste artigo serão dadas separadamente, uma para cada aeródromo, podendo, em casos excepcionais, ser outorgadas em conjunto.

Art. 3º- Os aeródromos públicos serão construídos em terrenos pertencentes ao patrimônio público.

Parágrafo Único – Em casos especiais,a critério do Ministério da Aeronáutica, poderá ser autorizada a construção de aeródromo público em terreno de propriedade particular, desde que haja compromisso formal do requerente à concessão ou autorização de fazer a sua aquisição e do proprietário de fazer a sua venda ao requerente, caso em que o proprietário deverá, ainda, autorizar formalmente o uso da propriedade como aeródromo público.

Art. 4º - Não será concedida ou autorizada a construção de aeródromos públicos em distâncias menores que 50Km (cinqüenta quilômetros) de outros aeródromos públicos administrados direta ou indiretamente pelo Ministério da Aeronáutica.

14

Parágrafo Único – Em casos especiais, mediante estudos realizados pelo Departamento de Aviação Civil – DAC, poderá ser autorizada a construção de aeródromos públicos em distâncias menores que a constante neste artigo.

Art. 5º - Não será aberto ao tráfego público o aeródromo que se destinar à exploração comercial e que esteja situado a menos de 50Km (cinqüenta quilômetros) de um aeródromo público, administrado direta ou indiretamente pelo Ministério da Aeronáutica.

Parágrafo Único – Em casos especiais, mediante estudos realizados pelo DAC, poderá ser aberto ao tráfego público aeródromo situado em distância menor que a constante neste artigo.

SEGUNDA PARTE

Dos Aeródromos Civis Brasileiros

CAPÍTULO I

Da Concessão ou Autorização

(VII*) Art. 6º - A concessão é a delegação do direito de realizar, de modo total ou parcial, as atividades de construir, operar, manter e explorar aeródromos mediante autorização do Diretor-Geral do Departamento de Aviação Civil, seguido de Termo de Convênio em que serão fixados o seu objeto, prazo e condições essenciais.

(VII*) Art. 7º - A autorização é o ato administrativo do Diretor-Geral do Departamento de Aviação Civil, revogável a qualquer tempo, pelo qual se adquire o direito de realizar, de modo total ou parcial, as atividades mencionadas no artigo anterior, mediante as condições previstas no ato que a consubstanciar.

(VI*) Art. 8º - O Chefe do Subdepartamento de Operações assinará os respectivos termos, que deverão ser aprovados pelo DGAC (modelo Anexo 8 para o convênio e Anexo 9 para a concessão).

Parágrafo Único – O Diretor-Geral do DAC poderá delegar competência para a assinatura dos termos contratuais, convênios e outros atos mencionados neste artigo.

15

Art.

-

Os

aeroportos, objeto de concessão,

serão aqueles classificados pelo

Ministério da Aeronáutica como de interesse regional.

Parágrafo Único – Em caráter excepcional, pode ser concedido a governo estadual ou a órgão público o direito de exercer as atividades citadas no artigo 6º em aeroportos classificados como de interesse federal.

Art. 10 – Os aeródromos, objeto de autorização, serão os aeródromos públicos não constantes do Plano Nacional de Aviação e os aeródromos privados abertos ao tráfego público, de interesse comunitário.

Art. 11 – O exercício do direito de executar as atividades constantes do artigo 6º poderá ser concedido ou outorgado a governos estaduais, governos municipais, órgãos públicos e a entidades de administração indireta federal, estadual ou municipal.

Parágrafo Único – Em casos excepcionais, esse exercício também poderá ser autorizado a empresas públicas e sociedades de economia mista.

(VI*) Art. 12 – A concessão ou autorização será formalizada após aprovação do Diretor- Geral do Departamento de Aviação Civil, mediante processo específico, de iniciativa do órgão interessado, de acordo com o que dispuser a legislação federal e a estadual ou municipal, conforme a natureza da entidade pretendente à concessão ou autorização.

§ 1º - Em relação à entidade ou sociedade de economia mista, a concessão ou autorização será formalizada na conformidade do que dispuser seu estatuto, regimento ou regulamento.

§ 2º - O ato e as condições de concessão ou autorização serão publicados no Diário Oficial da União e no órgão oficial de divulgação do concessionário ou da entidade autorizada.

Art. 13 – O objeto do contrato será explicitado de maneira clara no termo contratual ou convênio estabelecido.

Art. 14 – O prazo da concessão será de 15 anos, podendo em casos especiais ser estendido até trinta anos.

§ 1º - O prazo mínimo de concessão será de cinco anos.

16

§

- As renovações após o vencimento

períodos de cinco anos.

do prazo da concessão serão feitas por

(VI*) Art. 15 – Os terrenos utilizados, as benfeitorias e as facilidades, implantadas e estabelecidas pelo concessionário ou pela entidade autorizada para o exercício das atividades concedidas ou autorizadas, não poderão ter uso diferente daquele relacionado com o exercício dessas atividades, a menos que haja anuência do Diretor-Geral do Departamento de Aviação Civil.

Art. 16 – O concessionário ou entidade autorizada se obrigará, além das diversas condições destas Instruções, a:

  • 1 – cumprir e fazer cumprir os planos, normas e instruções administrativas, técnicas

e operacionais emanadas do Ministério da Aeronáutica, aplicáveis às atividades objeto da

concessão ou autorização;

  • 2 – cumprir e fazer cumprir a legislação federal aplicável às atividades concedidas ou autorizadas;

    • 3 – manter os serviços concedidos ou autorizados em condições de atendimento

eficiente aos usuários e ao público;

  • 4 – qualificar e fornecer os recursos humanos adequados ao desempenho das

atividades concedidas ou autorizadas, conforme orientação do Ministério da Aeronáutica;

  • 5 – operar, manter e conservar as áreas, instalações e equipamentos utilizados no

exercício da concessão ou autorização, de acordo com as normas e instruções correspondentes;

  • 6 – observar e fazer observar a segurança das pessoas e das instalações e equipamentos na área do aeroporto;

  • 7 – ceder os espaços necessários ao funcionamento de serviços a cargo da administração federal, sem ônus para a União.

Art. 17 – As administrações dos aeródromos públicos ou aeroportos concedidos ou autorizados manterão registro do movimento de aeronaves, passageiros e cargas, segundo orientação do DAC.

Parágrafo Único – O administrador do aeroporto remeterá as informações do registro ao DAC, mensalmente.

Art. 18 – A administração do aeroporto manterá atualizada a legislação e as normas em vigor, emanadas do Ministério da Aeronáutica.

17

Art.

19

O DAC

fará

controle da execução

– autorizadas, direta ou indiretamente.

o

das atividades concedidas ou

Art. 20 – A denúncia da concessão por parte do Comando da Aeronáutica ocorrerá em qualquer caso de inadimplência do contrato ou convênio pelo concessionário, por imperativo da segurança nacional ou superveniência de norma legal que o torne material ou formalmente impraticável.

Parágrafo Único – Quando se tratar de autorização, a denúncia ocorrerá pelos motivos enumerados no respectivo ato de autorização.

Art. 21 – A denúncia da concessão ou autorização por parte do concessionário ou entidade autorizada deverá ser feita ao Ministério da Aeronáutica com as alegações que a motivaram com antecedência mínima de 90 (noventa) dias da interrupção prevista das atividades.

Art. 22 – Em caso de denúncia do termo contratual ou convênio por parte de qualquer das partes contratantes ou convenentes, o Ministério da Aeronáutica, ajuizando à necessidade das atividades concedidas ou autorizadas, exercerá essas atividades, direta ou indiretamente.

CAPÍTULO II

Da Construção

Art. 23 – Nenhum aeródromo civil poderá ser construído sem prévia autorização da autoridade competente do Ministério da Aeronáutica.

§

- A autorização

de execução da construção de aeródromos públicos é da

competência do Diretor-Geral do Departamento de Aviação Civil.

§ 2º - A autorização de execução da construção de aeródromo privado é da competência do Comandante do Comando Aéreo Regional em cuja jurisdição estiverem as respectivas áreas.

§ 3º - A aprovação dos projetos de construção de aeródromos ou aeroportos é da competência da Diretoria de Engenharia.

18

§

- A aprovação

dos projetos de Proteção ao Vôo e de Comunicações

é

da

competência da Diretoria de Eletrônica e Proteção ao Vôo.

Art. 24 – Os aeródromos privados serão construídos, mantidos e operados por seus proprietários.

Art. 25 – As solicitações para construção de aeródromos públicos, devidamente justificadas quanto às suas necessidades, serão encaminhadas ao Comando Aéreo Regional em cuja jurisdição se encontrem, mediante requerimento do interessado (modelo do Anexo 3) contendo, pelo menos, as seguintes informações:

  • 1 – Município e Unidade da Federação onde ficarão localizados;

  • 2 – estudo, com o nível de profundidade possível, dos seguintes aspectos referentes à localidade:

    • a) demanda de passageiros e carga da área de influência do aeródromo;

    • b) economia e relacionamento sócio-econômico; e

    • c) modos viários de superfície existentes e suas ligações.

  • 3 – coordenadas geográficas aproximadas do centro geométrico da pista;

  • 4 – direção, distância e tipo de acesso aos dois aeródromos homologados mais

próximos;

  • 5 – direção, distância e tipo de acesso em relação ao centro da sede do município;

  • 6 – direção, dimensões e natureza do piso das pistas;

  • 7 – PLANTA GERAL DO AERÓDROMO – Escala 1:1.000 até 1:5.000, orientada para o Norte Verdadeiro, contendo:

    • a) demarcação da área patrimonial e altura da cerca;

    • b) faixa de pista e faixa preparada (se houver), pista de pouso e indicação de zona de parada e zona livre de obstáculos (se houver), pista de táxi, pátio e natureza do piso;

    • c) perfis longitudinal e transversal da pista de pouso;

    • d) localização da biruta;

    • e) localização e dimensões de qualquer construção na área patrimonial do aeródromo com respectivas alturas com relação à altitude do terreno onde se situa.

(II*) 8 – PLANTA DA ZONA DE PROTEÇÃO – Escala 1:10.000 até 1:25.000, orientada para o Norte Verdadeiro, indicando:

  • a) localização da pista de pouso e vias de acesso;

  • b) áreas de aproximação e decolagem, transição, horizontal interna e cônica, conforme Portaria nº 1.141/GM5, de 08 Dez 87;

19

c) altitude dos obstáculos naturais e/ou artificiais que ultrapassem o gabarito do Plano Básico ou Específico de Zona de Proteção do Aeródromo; d) distância e direção em que se encontra a localidade servida pelo aeródromo.

(II*)

9 – PLANTA BÁSICA DE ZONEAMENTO DE RUÍDO – Escala 1:5.000 até

1:10.000, contendo as curvas do Plano Básico de Ruído, conforme a Portaria nº

1.141/GM5, de 08 Dez 87.

OBS: Não se exige o Plano Básico de Zoneamento de Ruído aos aeródromos localizados em áreas afastadas de núcleos habitacionais e cujas curvas 1 e 2 estejam dentro dos limites da propriedade onde o aeródromo está situado.

  • 10 – projeto completo, em 3 (três) vias, para construção do aeródromo;

  • 11 – CARTA DA REGIÃO, em 3 (três) vias, na escala 1:50.000 até 1:200.000,

contendo a localização do aeródromo; as vias de comunicação ligando o aeródromo com a localidade por ele servida; os pontos mais elevados do relevo topográfico com as respectivas altitudes e posições das implantações e edificações existentes; e as respectivas alturas e altitudes do terreno em que se situam localizados fora de um raio de 5 (cinco) quilômetros mas dentro do perímetro do Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromo;

  • 12 – estimativa do custo e do tempo de construção;

  • 13 – natureza e origem dos recursos técnicos e financeiros que serão empregados na

construção e manutenção do aeródromo;

  • 14 – situação patrimonial da área onde se localizará o aeródromo; e

  • 15 – documento devidamente formalizado (dispositivo legal) autorizando a

utilização dos terrenos como aeródromo público enquanto perdurar sua necessidade, a

critério do Ministério da Aeronáutica.

§ 1º - Os dados e informações fornecidos serão compatíveis, no que for aplicável, com a metodologia adotada pelo DAC para cadastramento de aeroportos e deverão fazer parte do Manual de Inventário do Aeroporto.

§ 2º - Os estudos de demanda basear-se-ão, no que for aplicável, na documentação editada ou efetivada pelo DAC, como o Anuário do Transporte Aéreo, Relatórios de Demanda, manuais e outras publicações disponíveis.

20

§ 3º - Os projetos de aeroportos obedecerão às instruções, normas e planos baixados pelo Ministério da Aeronáutica.

Art. 26 – As solicitações para construção de aeródromo privado (modelo do Anexo 3) serão encaminhadas ao COMAR com as informações constantes das alíneas 1, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9 do artigo 25, acrescidas da seguinte documentação:

1 – cópia autêntica do título de propriedade do terreno ou documento que prove a sua posse legal; e 2 – comprovação de domicílio do proprietário ou possuidor.

Parágrafo Único – As solicitações para construção de aeródromos privados (modelo do Anexo 3), possíveis de homologação IFR, serão encaminhadas ao COMAR com as informações exigidas neste artigo, acrescidas das constantes dos itens 10 e 11 do artigo 25.

(II*) Art. 27 – Para efeito de reserva de área que possibilite planejar o desenvolvimento futuro e sem embaraço das pistas de pouso de aeródromo público, deverão ser observadas as seguintes condições e bases de correlação entre os parâmetros abaixo relacionados:

AERÓDROMO DE AVIAÇÃO REGULAR S/RESTRIÇÕES

AERÓDROMO RESTRITO Ã AVIAÇÃO REGULAR REGIONAL

Área I de Ruído

9.500m x 1.600m

6.900m x 900m

Área Operacional 5.500m x 1.600m

2.900m x 900m

FAIXA DE PISTA – Estipulada na Portaria nº 1.141/GM5 de 08.12.87

§ 1º - Na área compreendida entre os limites da área operacional e os limites da Área I de Ruído, não é recomendável a construção de nenhum edifício sem um estudo detalhado do problema de insonorização. § 2º - A elaboração do Plano Específico de Zona de Proteção de Aeródromo deverá considerar das reservas acima.

§

- Todas

as áreas

deste artigo têm o mesmo

centro geométrico e a mesma

orientação.

 

21

(III*) Art. 28 – Para efeito de projeto e construção de aeródromos, deverão ser observadas as seguintes condições e bases de correlação entre os parâmetros abaixo especificados:

 

1 - <

800m

800m a 1.200m (exclusive)

1.800m

 

COMPRIMENTO DE PISTA

2 - 3 -

1.200m a 1.800m (exclusive)

CÓDIGO DE REFERÊNCIA

4 -

 

LARGURA

A – 18-23 ou 30m

DE PISTA

B – 18-23 ou 30m

 

C

- 23-30 ou 45m

D

- 45m

45m

E

-

§ 1º - O comprimento mínimo da pista de pouso e decolagem dos aeródromos deverá ser compatível com as dimensões requeridas pelo Manual de Vôo da aeronave mais crítica que irá operar no aeródromo.

§ 2º - Deverá, ainda, o aeródromo atender aos seguintes requisitos:

1 – a declividade longitudinal efetiva máxima

da pista, obtida

ao

se dividir

a

diferença entre a maior comprimento, será:

e

a menor

elevação ao

longo

do

eixo

da pista

pelo seu

  • a) 1% (um por cento), quando a classe do aeródromo for código 3 ou 4; e

  • b) 2% (dois por cento), quando a classe do aeródromo for código 1 ou 2.

    • 2 – a declividade longitudinal máxima em trechos da pista será:

      • a) 1,25% (um vírgula vinte e cinco por cento), quando a classe do aeródromo for código 4, exceto no primeiro e último quartos do comprimento da pista, nos quais a declividade não deverá exceder 0,8% (zero vírgula oito por cento);

      • b) 1,5% (um vírgula cinco por cento), quando a classe do aeródromo for código 3; e

      • c) 2% (dois por cento) quando a classe do aeródromo for código 1 ou 2.

        • 3 – a pista deverá ser orientada na direção dos ventos predominantes;

22

4 – a pista deverá possuir sinalização do seu contorno.

§ 3º - A pista e a Zona de Parada, se existentes, deverão estar contidas na Faixa de Pista, que terá as dimensões da tabela a seguir:

FAIXA DE PISTA

   

CLASSE DO AERÓDROMO

 
 

VFR

IFR – NÃO PRECISÃO

 

IFR – PRECISÃO

 
 

CÓDIGO DE PISTA

 
 

1

2

3

E

4

1

E

2

3

E

4

1

E

2

3

E

4

A (m)

60

80

 

150

 

150

 

300

 

150

 

300

B (m)

30

60

60

60

60

60

60

§ 4º - É recomendada a implantação de uma Faixa Preparada, contida na Faixa de Pista, com a finalidade de se evitarem maiores danos às aeronaves que, eventualmente, saiam da pista, de acordo com as seguintes dimensões a partir do eixo da pista:

 

CLASSE DO AERÓDROMO

23

P A R VFR IFR – NÃO IFR – PRECISÃO Â PRECISÃO M E T CÓDIGO
P
A
R
VFR
IFR – NÃO
IFR – PRECISÃO
Â
PRECISÃO
M
E
T
CÓDIGO DE PISTA
CÓDIGO DE PISTA
CÓDIGO DE PISTA
R
O
S
1
2 3
E
4
1
E
2
3
E
4
1
E
2
3
E
4
A (m)
60
80
150
80
150
150
VARIÁVEL DE:
B (m)
30
60
60
60
60
60
150m a 210m
60
§
-
A largura
de uma
pista não deverá ser inferior à dimensão
apropriada,
especificada na tabela a seguir:

CÓDIGO

 

LETRA DE CÓDIGO

DE

 

PISTA

A

B

C

D

E

1*

18m

18m

23m

-

-

2*

23m

23m

30m

-

-

3

30m

30m

30m

45m

-

4

-

-

45m

45m

45m

(*) A largura de toda pista que utiliza a aproximação de precisão não deverá ter menos de 30m, quando o Código de Pista for 1 ou 2.

Parágrafo Único – As combinações de código de pista e letra de código, cujas larguras encontram-se especificadas, foram desenvolvidas para as características típicas de aeronaves.

Art. 29 – De posse do requerimento

e dos seus anexos para a construção de um

aeródromo público, o Comandante do COMAR emitirá parecer no que diz respeito aos aspectos relacionados com a segurança nacional e os encaminhará ao DAC, juntando os pareceres técnicos dos seguintes órgãos regionais:

1 – Serviço Regional de Engenharia – quanto ao projeto;

24

2 – Serviço Regional de Proteção ao Vôo – quanto às implicações no tráfego aéreo, às instalações de Proteção ao Vôo e à Zona de Proteção de Aeródromo; e

Serviço Regional aeroportuária.

3

de Aviação Civil

– quanto aos interesses

de utilização

(II*) Parágrafo Único – O COMAR encaminhará ao DAC o requerimento com seus anexos, mantendo 1 (uma) cópia do processo com 1 (uma) cópia do projeto completo e 1 (uma) cópia das plantas constantes dos itens 7, 8, 9 e 11 do Art. 25.

Art. 30 – O DAC estudará a solicitação, considerando a demanda de transporte aéreo da localização, a área de influência do aeródromo pretendido, a concorrência modal existente, a sua integração com o sistema viário e a possibilidade do seu desenvolvimento, e analisará a oportunidade, a conveniência e a viabilidade de construção do aeroporto.

Art. 31 – O DAC submeterá o projeto e suas partes à apreciação da DIRENG e da DEPV.

Art. 32 – Concluindo pelo deferimento da solicitação, o DAC, ouvido o EMAER, submeterá a proposta à decisão Ministerial.

Art. 33 – Concedida ou autorizada a construção do aeródromo e satisfeitas as condições técnicas, o DAC dará curso às providências necessárias à sua execução e ao seu acompanhamento junto aos órgãos técnicos envolvidos.

Art. 34 – O acompanhamento, controle e fiscalização da execução do projeto de construção e da instalação de equipamentos são atribuições da DIRENG e da DEPV, que os farão direta ou indiretamente. Art. 35 – Antes de conceder autorização para a construção de um aeródromo privado, o Comandante do COMAR deverá verificar se o projeto satisfaz os requisitos básicos, através dos estudos e pareceres dos órgãos regionais, conforme o mencionado nos números 1, 2 e 3 do artigo 29.

Art. 36 – A modificação em aeródromo público ou nas suas instalações só poderá ser executada mediante prévia autorização do Diretor-Geral do DAC, após o estudo da necessidade que tiver aconselhado a modificação pretendida e o estudo do projeto, conforme os artigos 30 e 31.

§ 1º - Compreende-se como “Projetos de Modificações” aqueles que alteram as características físicas e/ou operacionais do aeródromo.

25

§ 2º - São consideradas características físicas aquelas referentes à orientação, resistência, dimensões e tipos de piso, declividade, elevação e coordenadas geográficas da pista (Art. 53 - § 1º).

§ 3º - São consideradas como modificações das características operacionais as que alteram a operação da pista de VFR para IFR – Não Precisão ou IFR – Precisão e de operação diurna para diurna-noturna (Art. 53 - § 2º).

§ 4º - O concessionário ou entidade autorizada deverá apresentar as seguintes informações em anexo ao seu requerimento:

1 – justificativa para modificação requerida;

  • 2 – projeto completo em 3 (três) vias, da modificação pretendida;

  • 3 – prazo de duração da modificação; e

  • 4 – custo da modificação.

§ 5º - O disposto neste artigo aplica-se aos aeródromos privados abertos ao tráfego público.

CAPÍTULO III

Da Homologação

Art.

37

A

homologação,

modificação

aeródromos públicos é da competência do DAC.

ou revogação de homologação de

Art. 38 – As propostas para homologação de aeródromos ou sua modificação (modelo do Anexo 4) ou sua revogação serão feitas pelos interessados por intermédio do respectivo COMAR, em decorrência da finalização de execução de projeto de construção,

26

de modificação das suas características físicas ou operacionais ou em razão de demanda ou de ordem econômica.

Parágrafo Único – A revogação ou modificação de homologação de aeródromo poderá ser proposta pela DIRENG ou pela DEPV ao DAC, se forem feitas alterações nas características físicas ou operacionais antes homologadas ou se a segurança do tráfego aéreo assim o exigir.

Art. 39 – No processamento da homologação de aeródromos ou sua modificação compete:

1 – aos Comandos Aéreos Regionais:

  • a) preencher em 4 (quatro) vias a ficha constante do Anexo 1 destas instruções, remetendo a 1ª, 2ª e 3ª vias à DEPV, juntamente com uma cópia das plantas previstas nos itens 7, 8, 9, 10 e 11 do art. 25, indicando na planta geral do aeródromo as modificações realizadas, quando for o caso;

  • b) manter o controle dos aeródromos homologados, localizados em sua jurisdição; e

  • c) incluir os aeródromos homologados no respectivo Cadastro Regional de Aeródromos.

2 – à Diretoria de Eletrônica e Proteção ao Vôo:

  • a) de posse das 3 (três) vias da ficha Anexo 1, verificar a coerência do seu preenchimento e das informações fornecidas;

  • b) verificar as características do aeródromo homologação ou para a modificação da mesma;

para

as

condições

de

  • c) remeter a 2ª e 3ª vias ao DAC e à DIRENG, respectivamente;

  • d) expedir NOTAM tão logo o DAC comunique a homologação ou sua modificação contendo o ato e características físicas do aeródromo, incluindo a data da efetivação da operação;

27

  • e) incluir os aeródromos homologados no Cadastro de Aeródromos de Informações Aeronáuticas; e

f) divulgar

as

características

Informações Aeronáuticas.

físicas

e

operacionais

em

Publicações

de

  • 3 – à Diretoria de Engenharia:

    • a) de posse da 3ª via da ficha Anexo 1, verificá-la quanto ao seu interesse;

    • b) fornecer à DEPV, ao DAC e aos COMAR as características geométricas, físicas e elétricas dos aeródromos por ela construídos ou modificados diretamente ou mediante contrato ou convênio, bem como outros elementos necessários ao processamento da homologação ou modificação da homologação do aeródromo; e

  • c) os

incluir

aeródromos

homologados no Cadastro de Controle de

Aeródromos.

  • 4 – ao Departamento de Aviação Civil:

    • a) de posse da 2ª via da ficha Anexo 1 retirar os dados característicos do aeródromo, necessários à elaboração da respectiva Portaria de Homologação, que conterá o seguinte:

(1) localidade principal servida pelo aeródromo; (2) denominação, tipo e classe do aeródromo (3) Município e Unidade da Federação onde está localizado; (4) coordenadas geográficas; (5) designação, dimensões, natureza e resistência (s) do (s) piso (s) da (s) pista (s); (6) elevação do aeródromo; e (7) condição operacional do aeródromo (VFR ou IFR) para o qual é homologada.

  • b) expedir a Portaria de Homologação e fazê-la publicar no Diário Oficial da União;

28

  • c) informar à DEPV as características constantes do ato de homologação do aeródromo, para fins de expedição de NOTAM;

  • d) informar à DIRENG da expedição da Portaria de Homologação; e

  • e) incluir o aeródromo homologado no Cadastro Geral de Aeródromos.

Parágrafo Único – Nas Portarias de Homologação constará que os mínimos operacionais do aeródromo são os constantes das instruções específicas da DEPV e divulgados nas Publicações de Informações Aeronáuticas pertinentes.

(III*) Art. 40 – A notificação da resistência será fixada de acordo com os critérios estabelecidos pela OACI (Anexo 14). Para aeronaves com peso inferior a 5.700Kg, a notificação da resistência de pavimentos deve ser feita informando-se o peso de decolagem e a pressão máxima permissível do pneu, e para aeronaves com peso superior, será feita de acordo com o número de classificação de pavimentos – PCN.

Art. 41 – Em princípio, serão homologados como aeródromos públicos aqueles situados em terrenos pertencentes ao patrimônio público.

Parágrafo Único – Em casos especiais, a critério do Ministério da Aeronáutica, um aeródromo construído em terreno de propriedade privada poderá ser homologado como se público fosse, para o uso de aeronaves em geral, devendo ser observados o compromisso previsto no parágrafo único do artigo 3º destas instruções e a autorização formal do proprietário ou posseiro para o uso da propriedade como aeródromo público.

Art. 42 – A abertura ao tráfego público de um aeródromo privado obedecerá aos seguintes requisitos:

(VI*) 1 – autorização do Diretor-Geral do DAC para o seu funcionamento e termo de contrato ou convênio com o Ministério da Aeronáutica, através do DAC, regulando a sua operação, manutenção e exploração; e

2 – o processamento previsto para homologação de aeródromo.

§ 1º - Caso venham a ser feitas nas áreas vizinhas ao aeródromo implantações que comprometam o seu tráfego, a homologação será prejudicada na medida do comprometimento, até o seu cancelamento, se necessário.

29

§ 2º - O tipo de aeródromo “privado aberto ao tráfego público” constará da ficha Anexo 1 e da Portaria de Homologação.

Art. 43 – A homologação de aeródromo deverá ser revogada ou modificada pelo DAC, quando:

  • 1 – deixar de satisfazer, em caráter permanente, as condições da sua homologação;

  • 2 – ficar interditado por prazo superior a 12 (doze) meses;

  • 3 – tiver as suas características operacionais modificadas; e

  • 4 – por razões de demanda.

Parágrafo Único – O ato de revogação ou modificação será feito por portaria publicada no Diário Oficial da União, sendo a DEPV informada para a expedição de NOTAM.

CAPÍTULO IV

Do Registro

(I*) Art. 44 – Os aeródromos privados são registrados e abertos ao tráfego aéreo para vôo visual (VFR) por ato do Comandante do Comando Aéreo Regional, em cuja jurisdição estiverem localizados, mediante requerimento de seus proprietários (modelo Anexo 4), após verificação do cumprimento das normas estabelecidas.

Art. 45 – O ato de registro e abertura ao tráfego será publicado em Boletim Interno do COMAR, e dele deverá constar:

  • 1 – denominação do aeródromo;

  • 2 – classe e tipo do aeródromo;

  • 3 – nome do proprietário;

  • 4 – Município e Unidade da Federação onde está localizado o aeródromo;

  • 5 – coordenadas geográficas;

  • 6 – designação, dimensões, natureza e resistência do (s) piso (s) da (s) pista (s);

  • 7 – elevação do aeródromo; e

  • 8 – condições de vôo autorizadas.

30

§ 1º - As características do aeródromo serão divulgadas mediante NOTAM regional e constarão das publicações de informações aeronáuticas, de uso doméstico.

§ 2º - Os aeródromos privados, em princípio, serão abertos ao tráfego aéreo para operação em condições de vôo visual

§

- Para que um aeródromo

privado seja aberto às operações IFR, terá o seu

proprietário de requerer autorização à Diretoria de Eletrônica e Proteção ao Vôo, que, após analisar a sua viabilidade, prestará ao interessado a orientação e as informações relativas às exigências cabíveis, se for o caso.

§ 4º - O Diretor da Diretoria de Eletrônica e Proteção ao Vôo autorizará a operação IFR a que se refere o parágrafo 3º através da divulgação de NOTAM, após receber confirmação do Serviço Regional de Proteção ao Vôo respectivo, em ficha padronizada pela DEPV, de que as exigências impostas foram cumpridas, desde que o aeródromo já esteja registrado na forma deste artigo.

§ 5º - A autorização para operação IFR de que trata o parágrafo 4º será cancelada:

1 – se o aeródromo tiver seu registro cancelado pelo Comandante do COMAR, caso ocorram quaisquer das situações previstas no artigo 49;

2 – caso venham a ser feitas nas áreas vizinhas ao aeródromo implantações que interfiram nos mínimos operacionais autorizados;

3 – se vier a ocorrer interferência com o tráfego aéreo de aeródromo público ou militar. Neste caso, sempre que possível, seu proprietário receberá comunicação prévia da DEPV.

Art. 46 – Feito o registro do aeródromo, o COMAR remeterá diretamente ao DAC, à DIRENG e à DEPV as vias da ficha Anexo 2, para fins de inclusão no Cadastro Geral de Aeródromos, Cadastro de Controle de Aeródromos e Cadastro de Aeródromos de Informações Aeronáuticas, respectivamente.

Art. 47 – O registro de aeródromo privado terá validade de 5 (cinco) anos, renovável por iguais períodos, desde que mantido nas condições técnicas para as quais foi aberto ao tráfego aéreo.

31

§ 1º - A renovação do registro deverá ser requerida ao respectivo Comando Aéreo Regional 90 (noventa) dias antes do término do prazo de validade.

§ 2º - O COMAR providenciará, oportunamente, a divulgação da renovação do registro através de NOTAM.

§ 3º - Feita qualquer alteração nas características físicas do aeródromo durante o prazo de validade do registro, seu proprietário deverá informar ao Comando Aéreo Regional, em cuja jurisdição estiver localizado, as alterações introduzidas, para fins de modificação do registro e atualização do cadastro de aeródromos, remetendo as informações constantes do item 7 do artigo 25.

§ 4º - O COMAR remeterá uma cópia das informações referidas no parágrafo 3º, acima, à DEPV.

Art. 48 – No processamento de registro de aeródromos privados compete:

1 – aos Comandos Aéreos Regionais:

  • a) verificar se foram cumpridas as prescrições do artigo 28 destas Instruções;

  • b) o registro dos

conceder

aeródromos

privados

localizados

em

sua

jurisdição;

  • c) preencher a ficha constante do Anexo 2 desta Instrução e remeter suas cópias diretamente ao DAC, à DEPV e à DIRENG;

  • d) remeter à DEPV as cópias das plantas previstas nos itens 7 e 8 do artigo 25 destas Instruções, juntamente com a ficha Anexo 2;

  • e) fazer publicar em NOTAM e em Boletim Interno da Organização os itens previstos no artigo 45 destas Instruções; e

  • f) incluir os aeródromos registrados no respectivo Cadastro Regional de Aeródromos.

2 – à Diretoria de Eletrônica e Proteção ao Vôo:

  • a) apreciar as informações da ficha Anexo 2 remetida pelo COMAR;

32

b) incluir

os

aeródromos

registrados

no

Informações Aeronáuticas;

Cadastro

de

Aeródromos

de

  • c) incluir nas Publicações de Informações Aeronáuticas, de uso doméstico, os aeródromos registrados;

  • d) expedir NOTAM expressando a autorização para operação IFR, incluindo a referência ao NOTAM de registro e a data da efetivação da operação.

  • 3 – à Diretoria de Engenharia:

    • a) incluir os aeródromos registrados no Cadastro de Controle de Aeródromos.

  • 4 – ao Departamento de Aviação Civil:

    • a) incluir os aeródromos registrados no Cadastro Geral de Aeródromos.

Art. 49 – O registro será cancelado pelo Comandante do COMAR:

1 – quando o aeródromo deixar de satisfazer, em caráter permanente, as condições para as quais foi registrado;

  • 2 – quando não tiver sido renovado; e

  • 3 – por razões de Segurança do Tráfego Aéreo ou de Segurança Nacional.

§ 1º - O ato de cancelamento de registro será publicado em NOTAM e em Boletim Interno da Organização, bem como comunicado ao DAC, à DEPV e à DIRENG.

§ 2º - A revogação de registro de aeródromo poderá ser proposta pela DEPV ao respectivo COMAR, se a Segurança do Tráfego Aéreo assim o exigir.

CAPÍTULO V

Da Utilização

33

(I*) Art. 50 – Nenhum aeródromo civil poderá ser utilizado por aeronaves civis se não estiver devidamente cadastrado.

Parágrafo Único – Os aeródromos públicos e privados serão abertos ao tráfego através de processo, respectivamente, de homologação e registro (§ 1º Art. 30, CBAer).

Art. 51 – Os aeródromos públicos poderão ser utilizados por aeronaves em geral, em caráter comercial ou não, desde que observadas as características físicas e operacionais do aeródromo.

Art. 52 – Os aeródromos privados e os aeródromos públicos restritos só poderão ser utilizados com permissão de seu proprietário, ressalvados os casos de aeronaves que apresentarem defeitos em vôo ou encontrarem condições meteorológicas adversas na rota.

§ 1º - Os aeródromos privados abertos ao tráfego público poderão ser explorados comercialmente, obedecidas as prescrições destas instruções.

§

-

As

aeronaves

militares

poderão utilizar aeródromos privados,

independentemente de permissão do seu proprietário, quando o interesse da Segurança

Nacional ou a necessidade de fiscalização assim o exigirem.

Art. 53 – As características físicas e operacionais dos aeródromos serão divulgadas pela DEPV, por meio das Publicações de Informações Aeronáuticas.

§ 1º - Consideram-se características físicas aquelas referentes à orientação, resistência, dimensões e tipos de piso, declividade, elevação e coordenadas geográficas da pista, as quais constarão dos respectivos atos de registro ou homologação.

§ 2º - Consideram-se características operacionais as referentes às condições meteorológicas de operacionalidade do aeródromo, as quais constarão das instruções específicas divulgadas pela DEPV.

Art. 54 – A operação de aeronaves em aeródromos privados e aeródromos públicos restritos também está sujeita às normas de tráfego aéreo.

CAPÍTULO VI

Da Interdição do Aeródromo

34

Art. 55 – A interdição programada e a restrição ao uso de aeródromos públicos onde operam linhas regulares de transporte aéreo (linhas aéreas internacionais, domésticas e regionais), por motivo de obras planejadas ou deficiências de suas instalações, são da competência do DAC, que delas informará a DEPV, com a necessária antecedência, para a devida divulgação.

Parágrafo

Único

O

DAC

tomará

as

medidas

subseqüentes,

destinadas

ao

atendimento

do transporte

aéreo

e

à execução

das obras,

em

coordenação com as

organizações interessadas.

Art. 56 – A interdição programada de aeródromos públicos onde não operam linhas aéreas regulares é de competência dos SERAC, que examinarão as razões e os prazos apresentados pelos interessados e tomarão as medidas necessárias, comunicando com a necessária antecedência ao DAC, à DEPV e ao COMAR respectivo.

Art. 57 – Em caso de emergência ou de riscos à segurança das suas operações, um aeródromo público poderá ser interditado temporariamente pelo órgão de Proteção ao Vôo, pela sua administração ou pelo COMAR em cuja área estiver localizado. Nesse caso a interdição deverá ser informada prontamente ao DAC, à DEPV, à DIRENG, ao COMAR e ao SERAC da área. Art. 58 – A interdição e a restrição ao uso de aeródromos públicos onde existam Bases Aéreas ou estejam sediadas Unidades Aéreas da Força Aérea Brasileira serão coordenadas entre o DAC e o COMGAR.

CAPÍTULO VII

Da Exploração Comercial

Art. 59 – Define-se como exploração comercial a faculdade de se cobrarem tarifas aeroportuárias e preços específicos por serviços e facilidades prestados aos usuários.

Art. 60 – Os valores das tarifas serão os vigentes no Sistema de Aviação Civil para a categoria atribuída ao aeroporto.

Art.

61

Os cálculos

legislação específica.

das tarifas aeroportuárias

serão feitos de acordo com a

35

Art. 62 – A utilização de áreas aeroportuárias obedecerá às normas específicas do Ministério da Aeronáutica.

Art. 63 – Os valores dos preços específicos serão propostos pelos concessionários ou entidades autorizadas e homologados pelo Departamento de Aviação Civil.

Art.

64

Os documentos

de arrecadação

de tarifas

e de preços específicos

obedecerão aos modelos do Ministério da Aeronáutica, deles constando o nome do concessionário ou entidade autorizada.

Art. 65 – O concessionário ou entidade autorizada enviará mensalmente ao DAC as informações do movimento de aeronaves, número de passageiros, da arrecadação de tarifas e dos preços específicos.

Parágrafo Único – Os documentos de informações de que trata este artigo serão padronizados pelo DAC, para uso em todos os aeroportos administrados por concessão ou autorização.

Art. 66 – As receitas decorrentes da exploração comercial deverão ser escrituradas de modo a possibilitar as informações solicitadas.

Parágrafo Único – A escrituração deverá especificar o fato gerador da receita.

Art. 67 – As receitas provenientes da cobrança dos preços específicos se reverterão inteiramente em benefício dos concessionários ou entidades autorizadas.

Art. 68 – As receitas provenientes das Tarifas de Uso das Comunicações e dos Auxílios à Navegação Aérea em Rota se reverterão para o Fundo Aeroviário.

Parágrafo Único – A sistemática de cobrança das Tarifas de Uso das Comunicações e dos Auxílios à Navegação Aérea em Rota será aplicada nos aeroportos objetos destas Instruções.

Art. 69 – As receitas provenientes das cobranças das tarifas aeroportuárias poderão ser rateadas entre o concessionário ou entidade autorizada e o Ministério da Aeronáutica.

Art. 70 – As receitas geradas pela exploração comercial dos aeroportos deverão ser vinculadas às despesas do aeroporto.

36

TERCEIRA PARTE

Das Disposições Transitórias e Finais

CAPÍTULO I

Disposições Transitórias

Art. 71 – Os aeródromos públicos existentes, não classificados como de interesse federal e que tenham sido construídos ou sejam operados e mantidos por governos estaduais ou pessoas de direito público, deverão ter as suas situações reguladas de acordo com estas Instruções.

Parágrafo Único – Os direitos e obrigações decorrentes da aplicação destas Instruções começarão a vigorar da data de assinatura de termo contratual, de convênio ou ato decorrente da concessão ou autorização.

Art. 72 – O DAC deverá tomar medidas para tranferir as atividades executadas nos aeródromos de interesse regional, no todo ou em parte, para os Governos Estaduais, Governos Municipais, Órgãos Públicos, Entidades de Administração Indireta Federal, Estadual ou Municipal.

Art. 73 – O DAC deverá tomar medidas para transferir, mediante autorização, as atividades dos aeroportos de interesse comunitário (não constantes do Plano Nacional de Viação) para as diversas organizações previstas no artigo 72 que desejem exercê-las.

Art. 74 – As propriedades onde estão situados os aeródromos públicos, construídos pelos Estados ou outras pessoas de direito público, e que foram transferidos para o Patrimônio da União em decorrência da legislação vigente à época das transferências, permanecerão como propriedade da União e terão as suas posses cedidas aos operadores.

Art. 75 – Os estados e outros órgãos públicos que receberem concessão ou autorização para exercer as atividades previstas no artigo 6º destas instruções em aeroportos cujos terrenos sejam de propriedade privada, deverão providenciar, no prazo de 5 (cinco) anos, a transferência dos mencionados terrenos para os respectivos patrimönios.

Parágrafo

Único

A regularização

da

propriedade

dos

terrenos deverá ser

comunicada ao Ministério da Aeronáutica e encaminhada cópia da escritura e do seu

37

registro no patrimônio público ao DAC, fazendo referência ao contrato, convênio ou ato que outorgou a concessão ou autorização.

CAPÍTULO II

Das Disposições Finais

Art. 76 – A fim de atender a projetos específicos de desenvolvimento (construção de estradas, usinas, barragens) de proteção à lavoura (operação de aeronaves agrícolas) ou a situações transitórias especiais, de emergência ou calamidade pública, os Comandantes de COMAR poderão autorizar a construção e a utilização, em caráter precário, de aeródromos privados, exceto para operação IFR, cadastrando-os por prazo não superior a 1 (um) ano, podendo o prazo ser renovado se permanecerem as razões da sua construção.

§ 1º - No caso acima, não se aplicam necessariamente as exigências previstas nos itens 2, 4, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14 e 15 do artigo 25, no artigo 28 e no artigo 29 destas Instruções.

§ 2º - Na solicitação (Anexo 5) e no ato de autorização, deverá constar claramente a finalidade do aeródromo.

§ 3º - Nos aeródromos destinados a projetos específicos de desenvolvimento, a operação de qualquer aeronave é de inteira responsabilidade de seu proprietário.

§ 4º - Nos aeródromos destinados à proteção da lavoura, somente poderão operar aeronaves específicas para esse tipo de serviço.

§ 5º - As características desses aeródromos serão divulgadas pelo Boletim do próprio COMAR, consignando o prazo de validade da autorização, não sendo tomadas em consideração pela DEPV para efeito de divulgação em Publicações de Informações Aeronáuticas, inclusive NOTAM.

§ 6º - O cadastro desses aeródromos será feito no respectivo COMAR.

Art. 77 – A concessão, autorização de construção, homologação, registro, operação e exploração de helipontos e heliportos serão objeto de normas complementares específicas.

38

Art.

78

– Após

a devida autorização para a construção

e término

da

obra,

o

processamento de homologação ou registro de helipontos civis e o respectivo pedido de

homologação ou registro obedece à mesma seqüência prevista nestas Instruções para aeródromos, devendo ser utilizadas as fichas constantes do Anexo 5 e Anexo 6, respectivamente.

Art. 79 – O DAC publicará, anualmente, documentos com dados econométricos sobre o transporte aéreo e de caráter geral, destinados a fornecer subsídios aos projetos de desenvolvimento dos aeródromos e de aeroportos nacionais.

Art. 80 – Os casos omissos, ou que possam suscitar dúvidas, serão decididos pelo Ministério da Aeronáutica.

39

ANEXO 1

MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA

. . . .

COMAR

FICHA DE INSPEÇÃO PARA HOMOLOGAÇÃO DE AERÓDROMOS PÚBLICOS

1.

AERÓDROMO

1.1.

LOCALIZAÇÃO:

Nome do Aeródromo: .....................................................................................................................

(a)

Indicativo:

Latitude:

 

(b)

(c)

Longitude:

Elevação:

 

(c)

(e)

Declinação Magnética: .....................................................................................................................

 

(f)

Variação Anual de Declinação Magnética: ......................................................................................

..........................................................................................................................................................

 

(g)

Endereço Postal: ..............................................................................................................................

 

(h)

Endereço Telegráfico Comercial: ....................................................................................................

 

(i)

Município:

(UF): ...........

 

(j)

(l)

Proprietário: .....................................................................................................................................

 

(m)

Endereço: ..........................................................................................................................................

 

(n)

Localidade Principal Servida pelo Aeródromo: ..............................................................................

..........................................................................................................................................................

 

(o)

Distância e Direção a Partir da Localidade: ....................................................................................

..........................................................................................................................................................

 

(p)

Vias de Acesso: ...............................................................................................................................

 

(q)

....................................................................

Classe: ........................................................................

(r )

Superfície: .......................................................................................................................................

(s)

40

  • 1.2. NATUREZA DO AERÓDROMO: Tipo de Uso

........................................................

(a)

Classe de Operação da Pista: .............................

(b)

Código de Referência: .....................................................................................................................

(c)

  • 1.3. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS:

 

1

3.1.

Quadro:

 

FAIXA

 

PISTAS

DE

 

PISTA

 

RUMO

 

NATUREZA

RESISTÊN

DECLIVI-

DECLIVIDADE

 

DESIGNAÇÃO

MAGNÉTI

DIMENSÕES

SUPERFÍCIE

CIA

DADE

EFETIVA

DIMENSÕES

CO

(PCN)

LONG.

(a)

(b)

(c)

(d)

(e)

(f)

(g)

(h)

         
       
         
       
         
       

41

 

ZONA DE PARADA

ZONA LIVRE DE OBSTÁCULOS

FAIXA PREPARADA

 

(STOPWAY)

   

(CLEARWAY)

 

NATURE-

   

NATURE-

     

RAMPA QUE LIVRA OS

DIMEN-

ZA SUPER-

RESISTÊN

DIMEN-

ZA SUPER-

RESISTÊN

DIMENSÕES

OBSTÁCULOS

SÕES

FÍCIE

CIA

SÕES

FÍCIE

CIA

(SE HOUVER)

(a)

(b)

(c)

(d)

(e)

(f)

(g)

(h)

 
 
 
  • 1.3.2. Sistema de Drenagem : ..............................................................................................

(a)

Pista

Acostamento

Profundidade

(b)

(c)

(d)

___________

____________

_____________

___________

____________

_____________

___________

____________

_____________

  • 1.3.3. Pista de Táxi Principal:

.....................

(a)

Natureza da Superfície:

...................................

(b)

Resistência:

...................................

Dimensões: ...........................................................

 

(c)

(d)

  • 1.3.4. Pista de Táxi Secundária:

..................

Natureza da Superfície:

..................................

 

(a)

(b)

Resistência:

...................................

Dimensões: ..........................................................

 

(c)

(d)

  • 1.3.5. Táxis de Ligação:

Natureza da Superfície: ...................................

 

(a)

(b)

42

Resistência:

...................................

(c)

Dimensões: ........................................................... (d)

  • 1.3.6. Pátio de Embarque e Desembarque: ...........................................................................

(a)

Área:

.......................

Ampliação Possível:

...................................................

(b)

(c)

Natureza da Superfície:

...................................

Resistência:

.......................................

 

(d)

(e)

  • 1.3.7. Pátio do Terminal de Carga: ......................................................................................

 

(a)

Área:

.......................

Ampliação Possível:

 

(b)

(c)

Natureza da Superfície:

.................................

 

(d)

Resistência: .......................................... (e)

  • 1.3.8. Pátio do Estacionamento: ...........................................................................................

 

(a)

Área:

.......................

Ampliação Possível:

 

(b)

(c)

Natureza da Superfície:

.................................

Resistência:

..........................................

 

(d)

(e)

  • 1.3.9. Área para pouso de Helicópteros: ..............................................................................

 

(a)

Área:

.............................

Natureza da Superfície:

......................................

(b)

(c)

Resistência: ..................................................................................................................

(d)

43

1.4.

AUXÍLIOS VISUAIS

  • 1.4.1. Sinalização Diurna

Sinalização Designadores de Pista:

................

(a)

Pista (s): ........................................... (b)

Sinais de Cabeceira:

.......................................

(c)

Pista (s): ........................................... (d)

Sinais de Eixo de Pista:

..................................

(e)

Pista (s): ........................................... (f)

Sinais de Faixas Laterais de Pista:

...........................

(g)

Pista (s): ................................. (h)

Zona de Toque: ...........................................................................................................

 

(i)

Sinais de Eixo de Pista de Táxi:

(j)

Pista (s): .................................... (l)

Ponto de Espera:

(m)

Pistas de Táxi: ........................................... (n)

Sinais de Identificação do Aeródromo: .....................................................................

 

(o)

Indicador de Direção de Pouso:

(p)

Iluminada: ................................ (q)

  • 1.4.2. Localização do Aeródromo:

Farol Rotativo de Aeródromo: ..................................................................................

 

(a)

Características: ..........................................................................................................

 

(b)

Horário de Funcionamento: ......................................................................................

 

(c)

44

Coordenadas Geográficas: .........................................................................................

(d)

Funciona a Pedido (O/R): ..........................................................................................

(e)

Observações: .............................................................................................................

(f)

Farol de Identificação: ...............................................................................................

(g)

Características: ..........................................................................................................

(h)

Horário de Funcionamento: ......................................................................................

(i)

Coordenadas Geográficas: .........................................................................................

(j)

Funciona á pedido (O/R): ...........................................................................................

(l)

Observações: .............................................................................................................

(m)

1.5. AUXÍLIOS LUMINOSOS:

1.5.1. Luzes da Aproximação:

ALSF1/ALSF2:

......................................

Pista (s): ...................................................

 

(a)

(b)

VASIS:

Pista (s): ...................................................

 

(c)

(d)

PAPI:

Pista (s): ...................................................

 

(e)

(f)

Luzes de Identificação de Cabeceira de Pista: ...........................................................

45

(g)

Pista (s):

............................................

Luzes Intermitentes de Direção de Pista: ....

(i)

.................................................................

Pista (s): ...................................................

(j)

  • 1.5.2. Luzes de Pista: Luzes Laterais de Pista:

.............................

Pista (s): .................................................

  • (a) (b)

Luzes de Cabeceira e Final de Pista:

.................

(c)

Pista (s): ......................................... (d)

Luzes de Eixo de Pista:

..............................

(e)

Pista (s): ............................................... (f)

Luzes de Zona de Contato:

.........................

Pista (s): ................................................

  • (g) (h)

Luzes de Zona de Parada (Stopway): ........................................................................

  • 1.5.3. Luzes de Pista de Táxi:

(i)

Luzes Laterais de Pista de Táxi:

.................................

(a)

Pista (s): ............................... (b)

Luzes de Eixo de Pista de Táxi:

.................................

(c)

Pista (s): .............................. (d)

Luzes de Barra de Parada: .........................................................................................

(e)

Pista (s) de Táxi: ........................................................................................................

(f)

  • 1.5.4. Balizamento de Emergência : .....................................................................................

46

1.5.5.

Outras Luzes – Listar:

...............................................................................................................................

...............................................................................................................................

...............................................................................................................................

  • 1.6. PLANO BÁSICO DE ZONA DE PROTEÇÃO DE AERÓDROMO (a) (b) (c)

OBSTÁCULOS QUE ULTRAPASSAM AS ÁREAS DE PROTEÇÃO DISTÂNCIA DA PISTA CABECEIRA ALTITUDE DO EIXO OBSTÁCULO
OBSTÁCULOS QUE ULTRAPASSAM AS
ÁREAS DE PROTEÇÃO
DISTÂNCIA DA PISTA
CABECEIRA
ALTITUDE DO
EIXO
OBSTÁCULO
  • 1.7. EDIFICAÇÕES DO AERÓDROMO:

    • 1.7.1. Terminal de Passageiros: Área Doméstica e/ou Internacional: ..........................................................................

(a)

Administração: ..........................................................................................................

(b)

Comunicações: ..........................................................................................................

(c)

Serviços: ....................................................................................................................

(d)

Alfândega: .................................................................................................................

(e)

Saúde: .........................................................................................................................

(f)

47

Polícia: ........................................................................................................................

 

(g)

Outras Instalações ou Áreas Existentes: .....................................................................

.....................................................................................................................................

 

(h)

  • 1.7.2. Terminal de Cargas: Área:

......................................................................................

 

(a)

Administração:

(b)

Serviços: ............................................. (c)

Comunicações:

(d)

Sistema de Operação: ....................................... (e)

Equipamentos Existentes: ..........................................................................................

 

(f)

Outras Instalações ou Áreas Existentes: ....................................................................

 

(g)

  • 1.7.3. Hangares e Serviços: Tipos de Hangares: .................................................................

 

(a)

Acessos: .....................................................................................................................

 

(b)

48

(a)

Comprimento

(b)

Largura

(c)

Altura

(d)

Largura

Pátio Associado (m²)

(e)

Proprietário

(f)

Pequenos em Aeronaves

(g)

 

Pequenos em Aeronaves

E Motores

(h)

 

Grandes em Aeronaves e Pequenos em Motores

(i)

 

Grandes em Aeronaves

E Motores

(j)

OBSERVAÇÕES

  • 1.7.4. Outras Edificações: Prédios Militares: .....................................................................................................

(a)

Hotel de Trânsito: ....................................................................................................

(b)

Outros: .....................................................................................................................

1.8.

Serviços

(c)

  • 1.8.1. Abastecimento – (Óleo e Combustível):

49

ESPECIFICAÇÕES

SISTEMA DE

CAPACIDA-

EMPRESA

RESTRI-

HORÁRIO

NECESSÁ-

REABASTEC

DE TOTAL

REABASTE-

ÇÕES

(CO-

RIO

AVISO

IMENTO

CEDORA

MERCIAL

PRÉVIO (PN)

MILITAR

 

(g)

(a)

(b)

(c)

(d)

ETC)

(e)

(f)

 
 
 
 
  • 1.8.2. Proteção Contra-Incêndio: ........................................................................................

 

(a)

Equipamentos Existentes: .........................................................................................

 

(b)

Distância à Pista: .......................................................................................................

 

(c)

Categoria do Aeródromo:

Agentes Extintores: ..........................

 

(d)

....................................................................................................................................

 

(e)

Acesso de Emergência:

Localização: ........................................

 

(f)

(g)

Distâncias às Cabeceiras: ..........................................................................................

 

(h)

Capacidade de Armazenamento dos Agentes Extintores: .........................................

(i)

  • 1.8.3. Oxigênio e Outros Serviços Prestados às Aeronaves: .............................................. .................................................................................................................................... ....................................................................................................................................

    • 1.9. PROTEÇÃO AO VÔO:

50

1.9.1.

Auxílios:

NDB:

Potência:

Freqüência:

 

(a)

Operador:

(e)

(b)

(c)

Alcance: .................. (d)

Contratante: .................................................. (f)

VOR:

Freqüência:

DME:

(g)

Operador:

(l)

(h)

(i)

Canal: .......................... (j)

Contratante: .................................................. (m)

DF:

Freqüência:

ILS:

(n)

RADAR:

(o)

(r)

(p)

Freqüência: .................................. (q)

OUTROS: ..................................................... (s)

  • 1.9.2. Pontos de Teste: Ponto de Teste de Altímetro Pré-Vôo: ......................................................................

(a)

Altitude: .....................................................................................................................

(b)

Ponto de Teste de Inercial: ......................................................................................

(c)

Coordenadas Geográficas: .........................................................................................

(d)

Ponto de Teste de VOR: ............................................................................................

(e)

Radial: .......................................................................................................................

51

(f)

1.9.3.

Comunicações:

Estação de Comunicações:

....................................

(a)

Classe: ...................................... (b)

Freqüências: ..............................................................................................................

(c)

Operador: ...................................................................................................................

(d)

Contratante: ...............................................................................................................

  • 1.9.4. Meteorologia:

(e)

Órgão Meteorológico Existente: ...............................................................................

(a)

Classe:

......................................

(c)

Horário de Funcionamento: ................................... (d)

Temperatura de Referência do Aeródromo: ..............................................................

  • 1.9.5. Órgão de Proteção:

(d)

Sala AIS:

............................

TWR:

..........................

(a)

(b)

APP: ....................................... (c)

Área de Controle (ACC) ou Região de Informação de Vôo (FIR) a que está

subordinado: ..............................................................................................................

(d)

  • 1.9.6. Cartas Editadas pela DEPV: ..................................................................................... ....................................................................................................................................

(a)

52

1.10.OPERAÇÃO NO AERÓDROMO:

Horário de Funcionamento do Aeródromo: ..............................................................

(a)

Servido por Linha Regular do CAN: .........................................................................

(b)

Aeroclube (s): ............................................................................................................

(c)

Empresas de Táxi-Aéreo Sediadas: ...........................................................................

(d)

Companhias Aéreas: ..................................................................................................

(e)

Concentração ou Sobrevôo de Aves na Região que Possa Pôr em Risco a

Segurança da Operação Aérea: .................................................................................

...................................................................................................................................

(f)

  • 1.10. INFRA-ESTRUTURA BÁSICA Fontes de Energia Elétrica: .......................................................................................

(a)

Volts:

..............................................

(b)

Ciclos: .............................................................. (c)

Fontes Secundárias de Energia Elétrica (Mencionar o Tempo Mínimo de

Conexão):

........................................................

(d)

KVA: .............................................. (e)

53

Rede de Esgoto:

...............................

(f)

Fossa Séptica: ................................................ (g)

Rede de Água:

...................................

Poço Freático: ...............................................

 

(h)

(i)

Poço Artesiano: .........................................................................................................

 

(j)

1.11.

INFORMAÇÕES BÁSICAS:

1.12.1Representante do DAC: ...........................................................................................

 

(a)

 

Guarda-Campo: .........................................................................................................

 

(b)

 

Administração: ..........................................................................................................

 

(c)

  • 1.12.2 Serviços Médicos: Primeiros Socorros: ...................................................................

 

(d)

 

Posto Médico:

Ambulância: ..................................................

(e)

(f)

Nome e Distância do Hospital ou Posto Médico mais Próximo: ..............................

....................................................................................................................................

 

(g)

  • 1.12.3 Facilidades:

 

Tipo de Acomodação: ...............................................................................................

 

(a)

Para civil:

......................................

(b)

Número de Leitos: ............................................. (c)

54

Para Militares:

...............................

(d)

Número de Leitos: ............................................ (e)

Restaurante: ...............................................................................................................

(f)

Número de refeições que podem ser servidas por hora: ............................................

 

(g)

Outras: .......................................................................................................................

(h)

1.12.4 Ligações:

Tipo de Transporte para a Cidade: ............................................................................

(a)

Primeiro Aeródromo Mais Próximo: .........................................................................

(b)

Vias de Acesso que as ligam a este Aeródromo (tipo e nome): ....................................

Distância em km: .........................................
(c) (d)

Segundo Aeródromo mais Próximo: ........................................................................

(e)

Vias de Acesso que o ligam ao desta Ficha (tipo e nome): ......................................

Distância em km: .........................................
(f) (g)

Primeira Cidade mais próxima (sem aeródromo): ...................................................

 

(h)

Vias de Acesso que o ligam ao desta Ficha (tipo e nome): ......................................

Distância em km: .........................................
(i) (j)

............................................................

55

Segunda Cidade mais próxima (sem aeródromo): ....................................................

(l)

Vias de Acesso que as ligam a este Aeródromo (tipo e nome): ................................

............................................................

(m)

Distância em km: ......................................... (n)

  • 2. LOCALIDADE PRINCIPAL SERVIDA PELO AERÓDROMO:

    • 2.1. LOCALIZAÇÃO: Nome: ......................................................................................................................

(a)

Município:

UF: ........

 

(b)

(c)

Latitude:

Longitude: ............................................
(d) (e)

Altitude: ...................................................................................................................

 

(f)

  • 2.2. FACILIDADES:

Restaurantes:

Hotéis:

Motéis: .............................

  • (a) (b)

(c)

Energia Elétrica: ......................................................................................................

 

(d)

Volts:

Ciclos: ........................................................
(e) (f)

..................................................

Rede Telefônica:

........................................................

(g)

DDD: .................................. (h)

Rede Postal-Telegráfica: .........................................................................................

56

(i)

Emissoras Radiofônicas: ........................................................................................

 

(j)

Prefixo (s): ...........................................................................................................

 

(l)

Freqüências:

(m)

Potências: ............................................ (n)

Horário de Funcionamento: .................................................................................

 

(o)

Estações de Radioamador Ligadas ao SAR: .......................................................

 

(p)

Prefixos:

(q)

Freqüências: ....................................... (r)

Estações de Televisão: ........................................................................................

 

(s)

Meios de Transporte Dentro da Localidade: ......................................................

.............................................................................................................................

(t)

Meios de Transporte Interurbanos: ....................................................................

.............................................................................................................................

(u)

Aeroclubes com sede em outros Aeródromos da Cidade: .................................

.............................................................................................................................

(v)

  • 2.3 ASSITÊNCIA MÉDICO-SANITÁRIA:

57

NOME

DISTÂNCIA

TELEFONE

RAIO X

SALA DE

PLASMA

NÚMERO

NÚMERO

ATÉ O

OPERAÇÃO

DE LEITOS

DE

AERÓDROMO

MÉDICOS

(km)

(a)

(b)

(c)

(d)

(e)

(f)

(g)

(h)

               
               
               
               
  • 2.4. INFORMAÇÕES ÚTEIS: Unidade da Aeronáutica: .........................................................................................

(a)

Endereço: ................................................................................................................

(b)

Telefone (s): ...........................................................................................................

(c)

Unidade do Exército: .............................................................................................

(d)

Endereço: ..............................................................................................................

(e)

Telefone (s): ...........................................................................................................

58

(f)

Unidade da Marinha: .............................................................................................

(g)

Endereço: ..............................................................................................................

(h)

Telefone (s): ...........................................................................................................

(i)

Corpo de Bombeiros: ...........................................................................................

(j)

Endereço: ..............................................................................................................

(l)

Telefone (s): ...........................................................................................................

(m)

Unidade de Polícia: ..............................................................................................

(n)

Endereço: ..............................................................................................................

(o)

Telefone (s): ...........................................................................................................

(p)

Prefeitura: ..............................................................................................................

(q)

Endereço: ..............................................................................................................

(r)

Telefone (s): ...........................................................................................................

(s)

  • 3. INFORMAÇÕES RELATIVAS A AEROPORTOS INTERNACIONAIS E INTERNACIONAIS DE ALTERNATIVA

59

3.1.

SERVIÇOS:

Alfândega:

Horário de Funcionamento: ..............
(a) (b)

Imigração:

Horário de Funcionamento: ..............
(c) (d)

Saúde:

Horário de Funcionamento: ..............
(e) (f)

Polícia:

Horário de Funcionamento: ..............
(g) (h)

Observações Acerca dos Serviços: ........................................................................

................................................................................................................................

(i)

  • 3.2. RESTRIÇÕES OPERACIONAIS PARAVÔOS NÃO-REGULARES OU PRIVADOS: .......................................................................................................... ................................................................................................................................ ................................................................................................................................

4.

OBSERVAÇÕES:

Anexar as informações constantes dos nºs 6, 7, 8, 9 e 10 (uma cópia de cada) do Anexo 1 das instruções para a DEPV.

Esta ficha deverá ser preenchida de acordo com as “Instruções para preencimento das fichas cadastrais”.

__________________

Data

_______________________________________________ Assinatura do Presidente da Comissão

60

_______________________________________________ Nome e Função

5.

HOMOLOGAÇÃO

  • 5.1. CONDIÇÃO OPERACIONAL (VFR ou IFR):

__________________

Data

_______________________________________________ Assinatura do Chefe da ATS (DEPV)

  • 5.2. PORTARIA DE HOMOLOGAÇÃO DO AERÓDROMO:

DESIGNAÇÃO DAS PISTAS

PORTARIA

DIÁRIO

OBSERVAÇÕES

OFICIAL

       

__________________

Data

_______________________________________________ Assinatura do Responsável pelo Controle do Cadastro

_______________________________________________ Nome e Função

NOTA: Esta ficha destina-se ao processamento de homologação de aeródromos públicos.

61

APÊNDICE 1

INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DA FICHA ANEXO 1

DAS FINALIDADES

  • 1 – Estas Instruções visam orientar e disciplinar o preenchimento da ficha “Anexo 1” – Ficha de Inspeção para Homologação de Aeródromos Públicos, das “Instruções para

Construção, Manutenção, Exploração, Homologação e Registro de Aeródromos Civis Brasileiros”.

  • 2 – Os dados das fichas devem ser obtidos mediante inspeção e verificação local,

não devendo ser lançadas informações de publicações (AIP, cartas etc) ou ainda de

registros que não estejam fundamentados em levantamentos locais recentes ou por suposições, ainda que de fonte fidedigna.

  • 3 – No caso de dados existentes em cartas, plantas ou levantamentos, tais como coordenadas geográficas, altitudes, rumos etc, é necessário indicar a fonte das informações,

que deve ser reconhecido valor cartográfico e estar atualizada.

  • 4 – A conclusão de obra ou serviço que modifique a situação anterior relativa às medidas das pistas, pátios, áreas de movimento, auxílios à navegação e pouso, obstáculos

etc deve constar de croqui ilustrativo, em anexo.

  • 5 – O lançamento da ficha deve ser feito à máquina ou em letra de imprensa, no lugar reservado. Se o espaço for insuficiente, continuar com item “Observações” em folha

anexa.

  • 6 – Todos os espaços devem ser preenchidos. Se a resposta for negativa, responda

com a letra “N”. Se positiva, lançar “S”. No caso de ausência de dados e informações, preencher com traço (-).

  • 7 – O responsável pelo preenchimento deverá rubricar e datar as folhas preenchidas.

62

DO PREENCHIMENTO E SIGNIFICADO DOS ÍTENS

1 – Dados de Aeródromo ou Aeroporto

1.1.

LOCALIZAÇÃO

No parágrafo 1.1 pedem-se os valores que confirmem a posição geográfica verdadeira do aeródromo.

( a ) Nome do Aeródromo – Declarar o nome próprio do aeródromo, respeitando as disposições legais quanto ao nome atribuído, se público. Não tendo nome próprio, repetir o nome da localidade (consultar Lei nº 1.909 – D. O. de 27/07/53).

  • (b) Indicativo – É o conjunto de quatro letras, designado pela DEPV, para

homologação. A relação destas é divulgada pela DEPV, nas publicações “Indicadores de Localidades para Fins Aeronáuticos” e no ROTAER. No caso de aeródromos que ainda não possuam indicativo, preencher com A SER DESIGNADO.

  • (c) Latitude – Valor em graus, minutos e segundos da coordenada geográfica do

ponto de referência do aeródromo (centro geométrico da pista principal).

  • (d) Longitude – Valor em graus, minutos e segundos da coordenada geográfica do

ponto de referência do aeródromo (centro geométrico da pista principal).

  • (e) Elevação – Altitude, em metros, com duas casas decimais do ponto mais elevado

da pista de pouso principal.

  • (f) Declinação Magnética – Valor em graus, minutos e segundos, seguidos de W ou

E, conforme seja negativa ou positiva, mencionando o ano em que foi medida. Assim, para o Aeródromo do Galeão, a declinação magnética, em 1974, foi de 18º 12’ 24” W.

  • (g) Variação Anual da Declinação – Variação da declinação magnética em minutos e

segundos de grau, seguidos das letras W ou E, conforme seja negativa ou positiva. Para o

Galeão, em 1974, foi de 08’ 51” W.

63

  • (h) Endereço Postal – Informar o nome do aeródromo, o código de endereçamento

postal, a cidade e a sigla da Unidade da Federação.

EXEMPLO: Aeroporto do Galeão, 21.941, Rio de Janeiro, RJ.

(i) Endereço

Telegráfico

Comercial

Informar

o

prefixo

telegráfico

da

administração do aeródromo, seguido do indicador da localidade constante do ROTAER.

  • (j) Município – Escrever o nome do município em cuja área de jurisdição esteja o aeródromo.

  • (l) Unidade da Federação – Escrever o Estado ou o Território em que está localizado

o aeródromo.

  • (m) Proprietário – Escrever o nome do proprietário, por extenso.

  • (n) Endereço – Indicar o endereço completo do proprietário (logradouro, número,

bairro, cidade).

  • (o) Localidade Principal Servida pelo Aeródromo – Indicar o nome do núcleo

populacional mais beneficiado pelo aeródromo. Em se tratando de aeródromo público,

pode ser uma cidade, vila, povoado, etc.

  • (p) Distância e Direção a Partir da Localidade – Valor em Km e direção em graus,

dentro da Rosa

aeródromo.

dos Ventos,

do centro da localidade

até

o

ponto mais

próximo

do

  • (q) Vias de Acesso – Informar o nome das principais vias de acesso do aeródromo

(citar no máximo 3).

(r

)

Classe

– Informar

as características das vias de acesso que demandam

aeródromo (Principal, Secundária, BR, Vicinal).

o

  • (s) Superfície – Informar se as vias de acesso são pavimentadas, anotando o tipo de

pavimento, conforme estabelece o ROTAER.

  • 1.2. NATUREZA DO AERÓDROMO

64

(a) Tipo de Uso – Escrever Público.

(b) Classe de Operação da Pista – Informar se VFR, IFR – não precisão ou IFR

– precisão.

(c) Código de Referência conforme artigos 2º e 13 da Portaria

– Indicar

.

..............

o

código

da

pista e

a letra

do código,

  • 1.3. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

1.3.1. Quadro

  • (a) Designação – Escrever os sinais indicadores das pistas de pouso.

Exemplo: Para o Galeão – Pistas 09/27 e 15/33.

  • (b) Rumo Magnético – Escrever os sinais indicadores dos rumos das

pistas. O rumo ou azimute magnético é sempre referido ao Norte magnético. Exemplo:

Para o Galeão – Pista 09/27 – 093º/273º.

  • (c) Dimensões – As dimensões reais de uma pista são medidas em

metros, comprimento e largura. Exemplo: Para o Galeão, 4.000m x 45m e 3.180m x 47m.

  • (d) Natureza da Superfície

– Diz respeito

ao tipo

de piso

da pista.

Utilizar as abreviaturas constantes do ROTAER. Exemplo: “asph” – asfalto. Responder para cada número de pista; sendo igual a resposta, usar “idem” .

  • (e) Resistência (PCN) – A notificação da resistência será fixada de

acordo com os critérios estabelecidos pela OACI (Anexo 14). Para aeronaves com peso inferior a 5.700Kg, a notificação da resistência de pavimentos deve ser feita informando-se o peso de decolagem e a pressão máxima permissível do pneu, e para aeronaves com peso superior, será feita de acordo com o número de classificação de pavimentos – PCN. Exemplo: Pista 09/27 – Galeão/RJ – PCN 78/R/A/W/T – Pista 16/34 – Aguaí/SP – 5.000Kg/ 10.50Mpa.

  • (f) Declividade Longitudinal Máxima – Inclinação da linha reta que

une quaisquer dois pontos de uma pista. É medida utilizando-se a forma percentual. Exemplo: 2%.

65

  • (g) Declividade Efetiva – É a diferença entre as cotas dos pontos mais

elevados e mais baixos do perfil, dividida pelo comprimento total da pista. Exemplo:

Galeão – Pista 09/27 – 0,0875%.

  • (h) Faixa de Pista – Dimensões – Área retangular cujo comprimento se

estende além do final da pista ou Zona de Parada – stopway, se houver, e cuja largura varia

até o recomendado no § 3º do Art. 28 desta IAC.

  • (i) Faixa Preparada – Área retangular, definida ao longo da lateral da

pista de pouso e da Zona de Parada – stopway, se houver, preparada pela autoridade competente e destinada a minimizar o risco causado a aeronaves que acidentalmente saiam da pista. Deve ter a largura recomendada no § 4º do Art. 28 desta IAC.

  • (a) Dimensões – Medida em metros x metros.

  • (b) Natureza de Superfície