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faceis aos mais elaborados.|\™ E ainda: Dicas e Segredos do Trico EDITORA LIBERATO RS 5,99. Dietor Geral: Antéie Liberata de Alencar toriolbeaic@eioreibeo own br DretoreFinanceira: Yara Gamade Alencar rancoin@odtoraiterata com be Dretore Eitri: na Cala G te Alencar Viera aracariatedicrabrato com br Dretor Comercial FrederoaFotine Vera ‘edrca@edioralterato com br Detor de Arte: Alora Briand ‘abrandieburlendy@edtealberao com br Designer Grifco: Ane Faria ‘andfare@edoralterato oir ‘Arte-Fnale Revisde: Maxmo Roora riera@ctoraibera com br CCoordenagae- Cristiane Nantes cfstanetbedibralbat.com Dr ‘Apoio Eitri Suly Eller ‘edacac@odiorabeato com br PAREA GRAFICA Diaizapo de Imagine Feherento de Argue: Deparanento de fviae Présmpresto de stor Uber _svats@esrabato.com by Revsiainpresa sam uso flo (CTP) Pinto Graf Wy Ass rotgbes Gricas Impress PLURAL, ling: pagers oi Tuma: one S212 Camis Oona Farad C Dita Fano dasShe 97 tf) 186200 OUSIEn Rua dabolgio, 53 -Abolig0 Rode Janero- Ri -CEP 20756-170, Gx Poss 8300 - Telex (0x21) $808.74 home-gage: www adioralberato.com.br prt a reprodura tot ou parcial esta ora sen préva auaizanzo {8 Ets Liberata de Publoagee Lida Coats Corrente ‘elit Coats Corrente ‘SAG; ov00-702-1310, CE PHRD Poducses Para ajudar vocé a entrar no mundo do trico e ficar por dentro das dicas, segredos c pulos-do-gato, a Coats Corrente, em parceria com a Editora Liberato, preparou este Manual com explicagdes simples de como fazer os principais pontos desta técnica. Apresentamos 88 tipos diferentes de pontos ¢ uma série de instrugses didéti icas!!! Com este manual, mais sua criatividade e um olhar atento as tendéncias de moda, vocé poder inovar!!!! ‘Alem das pecas em a, vocé poder fazer pecas com linha, bem adaptadas ao nosso clima tropical, montar diversos looks e fazer muito sucesso com seus trabalhos!! Aposte na sua habilidade!!! Faga deste manual um fiel amigo, pois as dicas que ele contém nunea saem, de moda, FAZEM A MODA. Apenas adapte os pontos aos modelos e cores das tendéncias de sua época. Mais do que uma técnica de tecer roupas para o inverno, o tricd prova que é uma expresso de arte manual, invadindo também o verio. Cada vez mais atual, se modernizou principalmente com os avangos tecnol6gicos, com langamentos de fios, de texturas, de cores inovadoras ¢ atuais, como os fios de alta qualidade da linha Cisne que so a Coats Corrente oferece para vocé!!! Um grande abraco. Equipe de Redagio InstRUGOES ) + ABREVIATURAS: m.—meia; t.— rieb; p. —ponto; p.meia = direito em meia, avesso em tricd lag. ~lagada, carr. — carrei- ra; ag. agulha rep. —repita; ult. — Ultimo; nov. -novelo; trab. = trabalhe; alt. ~ allemada; dim. —diminua; aum.~ zumente; | — juntos; tor. ~ torcido, trabalhado pela alga de vs Go p. > mate simples ~ tre um p. sem fazer em m. da ag. esquerda e passe.o para a ag direita, rab. um p. em m., passe o p. que fo desizado sem fazer de volla com a ag. esque'da, passando- © por cima do p. trabalhado (diminuigdo de 1 p. com inclinagdo a esquerda); 2 p,j. em m. ~ rab. 08 seguintes dois p. j.em m. (Giminuigac de *p. com inclinagao a dreita + mate duplo ~ tire um p. sem fazer em m. da ag. esquerda e passe-o para a ag dirella, tab. os seguintes dois pj. em m., passe 0 p. que fol deslizado sem fazer de volta com a ag. es- querde, passando-o por cima do p. resultante da diminuigao fetta (diminuigdo de 2 p. com nclinagaa concéntrica), > diminuigéo dupla — tire dois pj. sem fazer em m., da ag. esquerda € passe-os para a ag. dieite, trad. 0 0. seguinte em 1m, passe juntos os dois p. que foram deslizados sem fazer de volta coma ag. esquerda, passando-os por cima do p. iraba- lhado (diminuigéo de 2 p. com incinagéo concéntrica, com o p. central sobreposto); 2A um 4 aumentar p rabahedo em mo fohorzonal que fica entre op. recém trabalhado e o p. seguinte; + m, abaixo —introduza a ag. diteta no p. seguinte, uma carr abaixo.e faga um p. m., soltando 0 p. da ag. esquerda; ok trance 2 F — trance dois p. pela frente, passando sem fazer 0s dois p. seguintes para uma ag. auxilar, deixando-os na fren- te do trabalho, faga dois p. em m., entéo trab. em m. os dois p. da ag. auxiiar (4 p. cruzedos), > trance 2 T —tranoe dois p. por tras, passando sem fazer 03 dois p. seguintes para uma eg. auxiier, deixando-o3 aris. do trabalho, faga dois p. em m., entéo trab. em m. os dois p. da ag. auslar, > trance 3 F —veja trance 2F" e proceda da mesma maneira, que para 3 p. a0 invés de 2, ou ainda para um numero maior de p. (6p. cruzedos); + trance 3 T -veia ‘trance 27” e proceda da mesma maneira, 6 que para 3 p. a0 invés de 2, ou ainda para um numero maior dep; > tor. 2 F — torga dois p. pela ftente, trabalhendo em m. na frente do 2 p. e entéo na frente do ‘® p. da ag. esquerda e tirando os p. a0 mesmo tempo da ag. (2 p. cruzedos); + tor. 2 T- torga dois p peta alga de tras, trabalhando em m pela alga de trés do 22 p.e entdo na alga de tras do 1° p. da ag esquerda teando os dois p. ao mesmo tempo da ag FIOS - Existe uma grande variedade de fios que diferem pela sua aparéncia, espessura e principalnenie pela oxigen das fitras que entram na sua composigao: naturals ou sintét- cas. Cada tipo de fio se adapta a um tipo de trabalho, produzin- do-se efeitos diferentes. Tendo escolhido seu modelo é muito importante que vooé adquira a marca ¢ 0 tipo de fio menciona- 4o nes instrugdes e que comore sempre a quantidade sufciente de fio do mesmo lote de tingmento para completa o trabalho + AGULHAS PARA TRICO —As agulhas para tic desem- penham um papel importante na tarefa de ajudar a tricoteira a obter os melhores resutados possiveis em seu trabalho. Agu- thas, leves € resistentes, com pontas medianamenie afnadas, s&0 2s mais faceis para trabalhar e as que diminuem o risco de dividir 0 fio ao meio. Asseguram também uma tensdo uniforme ‘em todo o trabalho. Nunca use agulhas tortas ou asperas ou ainda aquelas cuja cobertura protetora tenha se desgastado nas pontas; isto poderia muito facilmente sujar ou estragar o fio e artuinar 0 efeito do trabalho. + ACESSORIOS: Uma tricoteira precisa de um equipamento basiaa, alem das agulnas e do fio. Ao mesmo tempo, € sempre de grande auxilio 0 emprego de varios objetos auxiliares de ttid, como estes: & uma boa fita métrica; % fesouras; x afi- netes inoxidaveis; & um prendedor de malhas; * uma agultia de penta guna para raga: & aqua Tapesty Corrente para a unido das pacas, * uma sacola de piéstico ou tecico pera conservar o trabalho sempre limo. % ACESSORIOS-USO: * Agulhas com terminais - s30 usadas principalmente para peges de vestuario e todos os tra- balhos em geral. x Jogos de agulhas de ponta dupla — sio usadas para meias, luvas e arremates de decotes de blusas, ‘ou pera comegar um trabalho antes de mudar pare * Agulha circular — esta é usada quando 0 nimero de pontos ¢ muito grande. Ex: Xale. No céso de uma agulha avulsa, esta pode ser usada como auxiliar no cruzamento dos pontos.* Prendedor de malhas ~ serve para deicar cs p. 8 espera quando nao es- to sendo trabalhados. Ex.: p. de decote, bolsos, casaquinhos de bebé MONTAGEM: Exisiem diversos métodos de montar pon- ‘os, cada um dando um tipo diferente de beirada. Os dois mé- todos mais utiizados s4o 0 de uma agulha (usando o pologar uma agulha) e 0 de duas agulhas. Cada tricote'ra tem seu estilo favorito, mas é bom conhiecer e poder fazer uso de outros métodos, de aoordo com as diversas necessidades. As vezes uma deirada forte é neoasséria, a0 passo que em outras € pre~ ciso conseguir-se uma beirada mais elastca. x Nota para tri- coteiras canhotas - Todas as instrugSes para a montagem de pontos devem ser inveridas LAGADA CORREDIGA (Fig. 1) - Faga um anel na pon- {a do fio, Cruze o fo por trés do anel. Pure a ponta comprida atraves do anel, formando uma alga. Puxe com firmeza. Esta ‘ormada uma lagaca corrediga Para pessoas destras (Fig. 1) ) + Para pessoas canhotas > METODO SIMPLES (Fig. 2) - Faca uma lagada corrediga; depois, com o fo principal, dé uma lagada no polegar, como mostre a fig. 2, nlroduza a aguiha nesta lagada & pure, 0 ie + Para pessoas canhotas % Para pessoas destras XS (Fig. 02) + METODO DE UMA AGULHA (Fig. 3) - Este proporcio- nna uma beirada muito rela ao trabalho e fem boa elasticidade - amas as qualidades de muito valor em uma pega de tricd. Observe quantos pontos precisam ser montados e, calculando 2.om de fio para cada porto, megaeste comprimento a partir da Ponta do fio e entdo, deire cerca de 18 om extras. » Neste lur gar faga uma lagada corredica. Introduza a ponta da agulra da mao dreita na lagada corrediga e segure 0 fio principal na mao direta,* raga @ ponta curta para baixo e 20 redor do polegar (fg. 2) Inoduza a aguiha nesta lagada, passe o fio principal por baixo e por cima da agulha (fig. 3), derrube a lagada da aguiha, estque a ponta curta com a mao esquerda *. Rep. de* a até obler 0 numero desejado de pontos. + Para pessoas destras Y)R\ aN 9.03) J) WN Para pessoas canhotas > METODO DE DUAS AGULHAS (Fig. 4) ~Este ¢ 0 méto- do ideal quando se quer uma bainha, j4 que proporciona uma bonita beirada mais soltase a primeira carrera fr feta através da pare diantera de cada ponto. No caso de nao ser neces- séria uma bainha, 2 primeira caneira deve ser feita na parte de trés de cada ponto. * Assim é obiida uma beirada perfe- ta, muto embora falle a elastcidade do método do polegar. Faga uma lagada corrediga na porta do fio inttoduza a oonta da aguiha da mao esquerda na lacada * intoduza a aguia da mo dreita na lacada, passe a linta ao redor da agulha, puxe uma legada através da primeira legada e coloque-ana agulha da mao esquerda *. Rep. de * a * trabalhando sompre através da ultima lagada formada, até conseguir 0 numero de pontos desejado, (Fig. 04) 1k Para pessoas canhotas o& Para pessoas destras Rug x + METODO DE MONTAGEM PARA TRICO CIRCULAR (Fig. 5) - E necessario aqui um jogo de quatro agulhas com pontas em ambas as extremidades. Use o método de uma agulha e monte pontos em irés agulhas com igual numero de pontos. * Arranje as agulhas em um trianguo e entéo, cam a quarla agulha, tab, ro prmeito ponto da primeira aguiha e puxe a terceira agulha para cima, bem apertada, para que os pontas fiquem unidas. * Trab. 0$ pontos da primeira agulha, fazendo-os passar para a quarta aguha, entéo trab. os pontos da segunda agulna passando-os para a primeira agulha, agora livre. Trab. a segur os ponios da terceira agulha pare agora também live, segunda aqulha. Marque 0 comego das voltas com um fio de ouira core continue a ‘rabelhar om carr. circula- res desta maneira 4 Para pessoas destras ST A 4° + Para pessoas canhotas + METODO DA CORDA (fig. 6) - Este método resulta uma bonita beirada encordoada, firme e forte. Como nao tem muita elasticidade ¢ otimo para jaquetas, saias e roupas de crianca. +x Fea uma lagaca corrediga e coloque-a na aguina da mao esquerda, entdo fava 0 primgiro onto da mesma maneira que ‘0 metodo de duas agultas, * introduza a agulna entre os dois pontos, passe 0 fio ao redor da agulha, puxe uma lagada @ co- loque-a na agulha da méo esquerda *. Rep. de * a", introdu- zindo sempre a agulha entre as duas ultimas lagadas na aguhha da mao esquerda. > Para pessoas destras 4k Para pessoas canhotas * METODO COM FIO COLORIDO — Este 6 0 método pera quem vai fazer 0 tic6 tubular. Faga uma lagada corrediga na ponte do fo principal e introduza a ponta da agulhe na lagaca passe este fio ao redor do indicador da mao esquerda. Pegue 0 fio colorido e segure-o com a mao direita junto da agulha e passe-o ao redor do polegar da mao esquerda (fig. 7).* Passe a agulha por baito do fio colorido e por cima do fo principal. Com a agulha por baixo do fio principal passe a agulha por baixo do fo colorido e por cima do fo principal fg. 8);*. Rep.de “a * até obler o néimeto de p. desejado. ok Para pessoas destras ig, 07) + Para pessoas canhotas + Para pessoas canhotas 1 Para pessoas destras Fig. 08) = — + TRICO - Todo 0 tricd & baseado em dois pontos: o ponto meia € 0 ponto tricd. * Para pessoas destras — Fonto meia (direito do trabalho) - segure a agulha onde foram montados os Pontos com a mo esquerda e a agulha livre com a mao dieita Segure sempre as agulhas pequenas, conforme ilvstrado na fig. 9 as agulhas longas conforme mastrado na fig. 10. Fig. 10) Passe 0 fio do novelo sobre o dedo indicador, por baixo dos dedos médio e anulare ao redor do dedo minimo da mao direita e prenda-o nas coslas do trabalho. Inoduza agore a agulha da mao direta na alga da frente do primero ponto da agulha da mao esquerda da frente para tras (fig. 11), passe 0 fo por baixo e por cima da agulha dreta, puxe uma lagada através do prmeito ponto e derrube 0 ponto da aqulha esquerda. Repita este movimento até o fim da carreira. Uma carreira foi assim terminada. Para fazer a carrera seguinte, toque as agulhas de mao e repita a carrera anterior. + PONTO TRICO - Segure a agua com os pontos com a mao esquerda com o fio preso na mao direta na frerte do trabalho, introduza a agulha da mao direta na alga de frente 4o primeiro ponto de tras rara frente (fg. 12), passe a linna por cima e a0 redor da agulha, puxe a lacada através do ponto da agulha e derrube 0 ponto da agulha esquerda. Mantendo a linha na frente do trabalho, continue eté terminar todos os pon- tos. Para pessoas canhotas - Estas instrugdes so as mes- mas para as pessoas destras porém inveridas. > Para pessoas destras A Ai + Para pessoas canhotas + Para pessoas destras ys AR & Para pessoas canhotas + COMO TRICOTAR NO ESTILO EUROPEU CONTINENTAL = Esie metodo é adequado tanto para 2s ticoteiras destras, ‘como para as cantiotas uma vez que ambas 2s méos desem- penham quase que a mesma patte. O fio é preso ¢ controlado pela mao esquerda, enquanto que a mao direita faz e tansie- fe 0s pontos. Passe 0 fio sobre 0 dedo minimo, por baXxo dos dedos anular e médio, e entéo duas vezes ao recor do dedo indicador. Segure a agulha esquerda entre o polegar e 0 dedo médio, deixando assim 0 dedo indicador livre. + PONTO MEIA (Fig. 13) - Introduza a agulha daméo direita pela ‘ente do primero ponto da mo esquerda, apanhe a linha 440 novelo nas Costas do trabalho, com uma ligeira torgao da agulha da mao direta puxe uma lagaca para frente do trabalho, derruoe op. da agulha da mao esquerda. + PONTO TRICO (Fo. 14) - Segure as agulhas da mesma manera como para o panto meia, mas mantenha o fo na frente do trabalho. Inlroduza a agulha como para trabalhar em pon- to tric no primeiro ponto da agulha esquerda, passe o fio por cima e ao redor da agulha, puxe uma lagada atraves do porto em dregdo a0 avesso do trabalho, derrute o ponto da agulha esquerda. +& ARREMATE (Fig. 15) — Faca dois pontos em meia. Passe de volta o primero ponto tricotado sobre o segundo e derrube-o da aqulha. Fica um ponto na agulta direita. Faga outro ponto e trabalhe como anteriormente. Arremate da mesma maneita em trio6, mas tabahando os pontos em trid, 2o inves de meia. Ao arrematar uma beirada em sanfona tome cuidado de trabe- lhar em meia os pontos meias e em tric6 os ponios tid. (Fig. 15) % ARREMATE COM AGULHAS DE COSTURA - E feito como mostam as figs. 15 e 17 em sanfona de 1 m., 1 t..O fio Geve ter 4 vezes a largura do trabalho. & agulha puxa o fo atra- ves do porto meia pela frente e da mesma maneire no onto meia saguinte (fg. 16). a mesmamaneira ‘omam-se os 2 pon- tos dienteitos. Aqui também os pontos devem ser uniformes. Este arremate € feito da mesma maneira para 0 tricé tubular. (Fig. 16,17) + LACADA - Padrdo de renda — Os padrées de renda $80 formados com o passar co fio sobre sore € a0 redor da agulha da mo direita (lagada) sem tecer ponto algum, formando assim um orficio. Em uma careira de ponto meia, traga o fio para a frente da agulha como se fosse fazer um ponto tricd e entGo por cima da aguiha direta, em posig&o para ticotar o ponto seguinte (fg. 18). Para fazer um ponto em uma carrera de tricd passe 0 fio por cima da agulha direita, ao redor e por baxo da agulha em posigdo para fazer o seguinte ponto tic. (ig. 18a). Quando na amestra nouver necessidade de seguir trabalhando cam 0 mesmo numero de pontos sera necessatio trabalhar os 25, sequins juntos depois ds haver feo opont endado (ig 3b) ) (Fig. 18) a es 18a) (Fig. 18) * AUMENTOS AUMENTO ENTRE PONTOS (Fig. 19) (aum 1) - Este método é quase invisivel e pode ser usado a0 longo ¢e uma carr., Intraduza a ag. dieita por baixo do fio entre 0 p. na ag. esquerdae o p. naag. direta, entdo levante este fio e passe-o para a ag. esquerda e rab. em m. na alga de trds do mesmo. Isto torce o fice evita @ formagéo de um duraco. Este método pode ser usado no avesso (lado em que o p. cd & feito mas entdo cada p, devera ser trapalhado em t) (Fig. 19) + AUMENTO NAS LATERAIS (Fig. 20) - Outro método muito comum para fazer um aumento, é trabelhar em m. 0 p. da maneira usual, ¢ entao manter o p. na ag. esquerdae tecer ‘em m. novamente na alga de tras do mesmo p.: entéo derrubar © p. da ag. esquerda. Este tipo de aumento e feito no comego € no fim de uma carr; porém, devido a beirada desigual que pode provocar € feito no primeira p. no comego da carr. € no penitimo p. no fim da carr. (Fig. 20) % AUMENTO INVISIVEL (Fig. 21) - Este por natureza é ideal para aumenter em quelquer lugar a0 longo de uma car. Introduza a ag. direta na alga da frente do p. da carr. anteror etrab. em m. DIMINUIGOES (Fig. 22) (2 p.j, em m)—Omodo mais simples de fazer as diminuigSes ¢ trabalhar 2 pontos juntos em in, (diminuigdo de * p. com inclinago a direita), A mesrna dimi- nuigo pode ser feita também pelo avesso em .. (Fig. 22). @ (Fig. 22) + MATE SIMPLES (Fig. 23) - Tire um p, sem fazer em m, da ag. esquerda e passe-o para a ag, direta, rab. um p. em mm, Passe 0 p. que fi deslizedo sem fazer de volta com a ag, esquerda, passando-o por cima do p. trabalhado e soltando-o (Giminuigdo de { p. com inclinagao a esquerda). (Fig. 23a) + DIMINUIGAO DUPLA (Fig. 23a) - Tire dois pj. sem fazer em m., da ag. esquerda para a ag. dieta,trab. o p. seguinte mm. passe juntos 0s dOIs P. que foram deslizados sem fazer de volta com a ag. esquerda, passando-os por cima do p. tra- balhado (diminuigéo de 2 p. com incinagéo concéntrica, com 0 p. central sobreposto). + PONTOS TORCIDOS — Um p. € trocido quando tricotado em m. (ou em t) na alga de trs do p. ao invés de rela frente, produzindo assin um efeito dferente PONTOS CRUZADOS - 0 passo seguinte, depois de torcer os p. individualmente, consiste em torcer dois p., iraba- thando 0 segundo p. antes do primeiro, fomando assim uma tranga em miniatura. [sto quase sempre € chamado de cordéo adauire grande realce sobre um fundo de p. de ticd. Os op. podem ser torcidos pela frente (fig, 24), ou por tras co trabalho ig % Torcidos pela frente + Torcidos por trés 4 TRANGA (Fig. 26) - O cruzamento de dois ou mais p. faz uma tranga. Uma 2g. auxiliar, de ponta dupla ¢ usada. Metade dos p. a serem cruzados deve ser passade para essa ag. € con- servada nas costas ou na frente do trabalho de acordo com modo como a tranga vai ser feta — nas costas para uma torgdo 4 direita, ou na frente para uma torgao a esquerda, (Fig. 26) * TECNICAS DO TRICO * COMO APANHAR PONTOS ESCAPADOS - Quando alguns p. escapam da ag., 0 modo mais facil de levanti-los é usar uma ag, de oroché. Peto lado direito do p.m. itroduze a ag. de croché no p. (fig. 27) trab. de uma carr. paraa sequinte. Quando todas as carreras forem tratalhadas, coloque 0 p. na ag. e continue o trabalho. + COMO DESMANCHAR 0 TRICO - Se for prociso de manchar 0 trabalho ~ para retfcar um erro ~ enfie uma ag. de ponte Gega com um flo de cor contrastante e com esta apantie ‘cada p. da carr. imedialamente abaixo da carr onde o erro foi ‘comelido. Desmanche 0 trabalho alé este p.e alse o fio a medi- da que 0 enrola novamente no novelo, Passe 0s p. novamente para a ag. e reoomece o trabalho. + LEVANTAMENTO DE PONTOS — Frequentemente os p. tem que ser levantados ao longo de uma borda (fig. 28), usual- mente para a execugo de uma barrinha. Acabamentos (deco- tes) € golas com o direto do trabalho para cima, istoé, de frente para a pessoa que trabalha — emende o fio no primeiro p.. Com trabalho na mo esquerda e a ag. na méo dieita, intrcduza a ag. pela frente, atrevessando o trabalho alé as costas por baixo de dois fios do p. da beirada e levante um p.. Continue desta maneira, apantanco o numero necessério de pontos, coaforme mencionado na receita (Fig. 28) + TRICO TUBULAR (Fig. 29 0 30) - Echarpes, cntos, gra- vatas e bordas dianteiras de roupas so exemplos onde 0 tr- c6 tubular pode ser usado com bonito efeito. Este tricd ¢ feito sobre duas ag. e produz duas camadas de tecido com pontas fechadas. Monte um numero par de p.com um fio colorido. > ‘carr: * 1m., passeo fiopara a frente, desize 1p. em, passe oo para tras *;rep.de*a* alé ofm. % Rep. esta car. até ob- {ero comprimento desejado. * Para errematar, faga (2 pj. em m) duas vezes e entéo passe um p. sobre o outro da maneira usual,“ 2p}. em m., passe um p, sobre 0 outro". % Rep. de* a* até o fim da car. ou arremate em *grafing”. (Fig. 29) > TRICO COM AGULHA CIRCULAR - Estas séo aguihas de pontas duras ligadas a um fio flexivel, Foram originalmente desenhadas para fazer tricd circular sem costuras, mas, dev- do as suas muiias vantayens, tornaram-se populares também para 0 tricd comum, Sa0 exiremamente confortaves no uso, especialmente a0 se trabalhar pecas grandes ou pesadas, como xales ou manias, uma vez que 0 peso do trabalho fica sempre dividido ao redor da ag... Com seu comprimento extra, pode essa ag. conter um numero consideravel de p. e ha muito menorrisco de uma ag. crcular ser puxada acidentalmente de xando cair os p.. Fica também facil carregar 0 trabalho de um lugar para outro ja que nao na pontas longas de ag. saindo de uma sacola ou cesta de trabalho. Para fazer tricd comum com ag. circular, monte o numero necessatio de p. e entéo sagure a ponta da ag. com os p. na mao esquerda e ao outra ponta na mao direita. Trab. agora os p. normalmente, passando-os ara a ponta direita. No fim da car., vire o trabalho e comece a trabalhar a segunda carr. continue desta maneira, virando 0 trabalho nofim de cada carr. da mesmamaneira, corro se fosse com um par de ag. comum. > PARA FAZER TRICO CIRCULAR SEM COSTURA —Monie 0 numero necessario de p. como ilustrado na fig. 5 passe 0s p. para a ag. circular. Osp. devem ir de porta a ponta sem esticar. Para vetificar se 0 comprimento da ag. em uso esta Correto, multiplique © comprimento da agulha palo numero de p.em cada 5 cm e isto dara o numero minimo de p. que podem ser usados. Para evitar 0 risco dos p. torcerem ao redor da ag na primeira carr., faga duas ou trés carr., como se fosse tricd ‘comum. Marque agora 0 comego da carr. com um fio colorido e continue a trabalhar em carr. citculares, sutindo o fio marcador amedida que for fazendo mais carreires. + TRICO COM ELASTICO - Acabamentos nas tordas das mmeias tem melhor efito e vestem melhor se tiverem um fio de elistion tecido pelo avesso. Embora isto possa ser feito com a maioria dos p. ¢ melhor com o p. de barra (1 m., 1) © pode Ser quase ivisvel seo elésio Usado fora oor da pega colada. TRICO JACQUARD (formando desenhos) ~ Motives de triod onde varias cores so usadas, os fios s4o passados pelo avesso do trabalho por um método dz passagem de fios ou de cerzido. Como parece ser um pouco complicado, algumas tricoteras hesitam em comecar este trabalho. os problemas envolvidos so facimente resolvidos. Quase todas as receitas para trio6 em cores déo um diagrama com cada quadrado re- presentando um p..Um quadrado em branco usualmente indica € Cor principal a ser usada e um simbolo diferente representa ada Cor contrastante. O ponto usado € 0 p. m., € 0 diagrama « “ido” de direita para a esquerda pera as cart. em m. (direto do trabalho) e da esquerda para a cireita para as car. em t (avesso do trabalho). & PASSAGEM OU CERZIDO DE FIOS - Nos desenhos ‘onde duas ou mais cores sao usadas, a passagem dos fios pelo avesso do trabalho é o melhor método. Este produz um bonito tecido plano, 20 passo que ocer2do sempre aparece um pouso polo direito © a superficie fica um pouco desigual. “Passagem 4e un fio" significa simplesmente carregar os fos nao em uso, razoavelmente sollos, pelo avesso do trabalho, contanto que nndo passem por tr8s de mais do que cinco p.. Quando 0 fio de ‘oF que nao esta sendo usado no momento passar por tras de mais de cnco p., crza-0 por cima e por baixo do fo que esta sendo usado, no ponto central das malhas por tras das quais ‘ota passando. As regras para sogurar os fio so muito flaxiveis as ticoleiras encontram repidamente seu proprio estilo. Con- ludo @ seguinte sugestéo, quando bem executada, € muito faci Benda 2 primera cor na mao dela ¢ a segunda na esquerca rab. 0S p. da primeira cor da manelra usual, mas para 0s p. da segunda car introduza a a9. no p.€ puxe uma lagada com a ponte 2. (i. ). * Para essequrar um zcabamento un rme uma cor deve sempre ser mantida por cima @ a outra por baixo. Embaragos dos fs podem também serum problema, € assim ordene 0s flos no fim de cada carr. Vire o Vabaitio em sentido horario no fm de uma carr. e em sentido ani-horario no fim da cai. seguinte, Nao desenrole muito fio de uma $0 vez. Coloque uma argola de eléstica 0 redor de cada nov. pera evitar que se desenrolem mais do que o conveniente, Se ‘o- rom necessérios somente poucos metros de fo, enrole-os em pedagos de papeléo, carreteis vazios ou em bobinas esoeciais \endidas para este propdsilo. * Para revellas que envolvam grandes éeas de cor, € accnselhavel usar um nov. para cada area 8, 20 tocar as cores, ranger as duas cores € aperiar op. onde fi feita 2 troca — isto evitara que aparega um buraco. ‘Amado direta tricota os p. e a mao esquerda passa o fio que nao esta sendo usado por tras do trabalho. Passagem do fio de cor com 0 fio em trabalho por cima, Passagem do fo de cor com o fio principal em trabalho por baixo em uma carr. de tricd, Passagem do fio de cor com of principal em trabalho por cima em uma car. de tric. Avesso do trabalho com a passagem feita corretamente. BORDADO SUICO (p. m) - Este ¢ um metcdo ce bordado feito sobre o tricd e € usado para pequencs mativos decorat- vos. Usualmente um diagrama igual ao ponto cruz € fornecido com a receita. Marque a posiedo do motivo, Introduza uma ag, de ponta grossa para bordar com 0 fioa ser usedo para 0 bor- dado e puxe-a do avesso pata 0 dirello da pega de riod na ponta inferior do primeiro p. a ser coberto (ig. 32). Introduza a 9. por baixo dos dois fios no alto do mesmo p. e puxe-e con- servando a mesma tanso do p. de tric (fig. 32a) (Fig. 32) Introduza a ag. do direito para o avesso na base do mesmo p. pure-a no dreito do trabaho na ponta inferior do p. seguinte a ser coberto (ig. 32b). LLee ) Ze So Sessss Pee ee Po eee Pee eee‘e‘a Peeee‘eeeid = (Fig. 32a) Lee EO f VAY Lc (Fig. 320) LISTRAS VERTICAIS (Fig. 33) - Para este tipo de traba- Iho, no enconto des duas cores trance os flos pelo avesso do trabatho como mostra aig. 73 i Me 455% ‘Tees 1 | Gites ee (Ted. 5%. oe