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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS Centro de Ciências Exatas, Ambientais e Tecnologias FEC - Faculdade

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS Centro de Ciências Exatas, Ambientais e Tecnologias FEC - Faculdade de Engenharia Civil Técnicas de Construção Civil A Professor: José Antonio de Milito

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DE OBRA Laje, cobertura, esquadrias e revestimento

DANIEL LEAL CAMPOS RA: 12021325

RODRIGO QUENTAL URSO RA: 12042578

BRUNO FERNANDES SANTANA RA: 12230314

CAMPINAS, 11 DE JUNHO DE 2015

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Sumário

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Lista de figuras

Figura 1 - Laje Treliçada

15

Figura 2 - Laje vista inferior com enchimento

16

Figura 3 - Laje com vista superior e conduites de fiação

16

Figura 4 - Vista inferior da estrutura da cobertura

17

Figura 5 - Vista Inferior Telhado Acabado

18

Figura 6 - Vista Inferior de Telhas com Amarração

18

Figura 7 - Telhado Finalizado com Calha

19

Figura 8 - Detalhe Calha Telhado

19

Figura 9 - Tubo de Descida de Águas Pluviais da Cobertura

20

Figura 10 - Tubo de Descida de Águas Pluviais da Cobertura

20

Figura 11 - Fachada Casa Modelo Janelas dos Quartos Automatizadas

21

Figura 12 - Porta Janela Esquadria Aluminio Fornecedor Strutural Vidros

21

Figura 13 - Janela Sala de Entrada

22

Figura 14 - Janela Quarto

22

Figura 15 - Foto Modelo Retirada do Site do Fornecedor Pormade

23

Figura 16 - Porta em Madeira com Acabamento em Branco e Porta de Aluminio

 

24

Figura 17 - Porta Instalada Esperando Acabamento de Piso

24

Figura 18 - Fechadura da Porta Interna Instalada

25

Figura 19 - Porta de Entrada Pintada de Branco Acetinado

26

Figura 20 - Porta de Entrada

26

Figura 21 - Fachada das Casas Acabadas

27

Figura 22 - Porcelanato Crema Marfim 54x54; rodapé de 7cm

28

Figura 23 - Escada em Mármore Travertido

29

Figura 24 - Piso e Revestimento Area de Serviço

29

Figura 25 Banheiro - Piso e Revestimento em Azulejo e Detalhe Fileira de Pastilhas

30

Figura 26 - Banheiro Casal - Pias em Louça e Bancada em Marmore

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Introdução

A obra analisada e estudada foi o empreendimento imobiliário situado em um bairro nobre de Vinhedo. Restituído por um condomínio de 20 casas, na qual diferem somente de cores e a forma do telhado, pois internamente são exatamente iguais. A empresa a realizar a obra foi a Vonpav Empreendimentos, com ajuda de mais ou menos 60 funcionários, dentre o período de 2 anos e meio finalizou essa empreitada em março de 2015. As casas são de alto padrão, possuindo porcelanato no pavimento térreo, infra de ar-condicionado, janelas automatizadas nos quartos, louças e metais, churrasqueira embutida, forro de gesso em todos os cômodos, aquecimento solar, escada com mármore travertino, bancadas de mármore, três suítes, duas garagens, área gourmet. O imóvel possui 184m² construídos.

O condomínio fornece ao morador uma área comum com salão de festa, churrasqueira, academia, banheiros acessíveis, piscina e playground. As instalações de gás, telefone, cabos de alta tensão, alarmes e câmeras foram subterrâneas, não havendo nenhum tipo de fiação externa.

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Revisão Bibliográfica

Laje: são elementos estruturais responsáveis pela distribuição de carga para as vigas e pilares. Hoje, no mercado, há varias opções de materiais, cabendo aos arquitetos e engenheiros decidir qual melhor opção para atendê-los, sendo dentre eles, os mais usados:

Laje comum: vigotas pré-fabricadas em concreto com o formato de “T”, utilizada apenas em vãos máximos de 4,5 metros. Entre as vigotas são geralmente colocados enchimentos de alturas que podem variar de acordo com o projeto, como por exemplo, o tijolo cerâmico, e por cima haverá o capeamento em concreto.

cerâmico, e por cima haverá o capeamento em concreto. Esquema de Montagem Laje pré-fabicada em concreto

Esquema de Montagem Laje pré-fabicada em concreto Fonte: Apostila de Técnicas da Construção Civil 2009 Volume A Prof. Dr. José Antonio de Milito

Laje treliça: lajes pré-fabricadas com dimensões b=12 a 13 cm e h= 3 a 4 cm e constituídas de armaduras em forma de treliça. “A armação treliçada é aquela formada por armadura de aço pronta, pré-fabricada, constituída por dois fios de aço paralelos na base, denominados de banzos inferiores e um fio de aço no topo, denominado de banzo superior, interligados aos dois fios de aço diagonais, denominados de sinusóides, com espaçamento regular”. (CLARO Anderson – Tecnologia da Edificação - 2008). Entre as lajes são também geralmente colocados enchimentos de o tijolo cerâmico, e por cima é executado o capeamento em concreto.

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de Construção Civil A Professor: José Antonio de Milito Esquema de Montagem Laje Treliça pré-fabicada em

Esquema de Montagem Laje Treliça pré-fabicada em concreto Fonte: Apostila de Técnicas da Construção Civil 2009 Volume A Prof. Dr. José Antonio de Milito

Lajes protendidas: são vigotas pré-fabricadas, com forma em “T” semelhante a da laje comum, porém possuem alturas variáveis, podendo suportar maiores cargas e também maiores vãos devido a sua protensão. Sua montagem não difere das demais acima citadas. Há uma maior resistência a carregamentos, não sendo necessário seu escoramento, respeitando o limite do vão que deve ser consultado diretamente com o fornecedor.

vão que deve ser consultado diretamente com o fornecedor. Esquema de Montagem Laje Protendida em concreto

Esquema de Montagem Laje Protendida em concreto Fonte: Apostila de Técnicas da Construção Civil 2009 Volume A Prof. Dr. José Antonio de Milito

Cobertura: são estruturas definidas pela forma e função. São empregadas para a proteção da construção contra intempéries, e consequentemente ajuda no isolamento térmico e acústico. Podem ser construídas em vários formatos e materiais, os quais serão definidos de acordo com o projeto. Seguem abaixo alguns exemplos:

Estrutura: Tem como função principal a sustentação, transmissão de esforços e suporte para telhas. Pode ser constituída dos seguintes materiais:

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Madeira: de acordo com a tabela abaixo, seguem as mais indicadas. Devemos sempre nos atentar a tipos de madeira que atendam as necessidades mínimas para a estrutura que consistem em ter a resistência à compressão (fc), a 15% de umidade, igual ou superior a 55,5 MPa e módulo de ruptura à tração igual ou superior a 13,5 MPa.

módulo de ruptura à tração igual ou superior a 13,5 MPa. Espécies de Madeira divididas em

Espécies de Madeira divididas em grupos de acordo com suas características mecânicas Fonte: Apostila de Técnicas da Construção Civil 2009 Volume A Prof. Dr. José Antonio de Milito

Metálica: seu uso vem crescendo no Brasil, porém ainda não são muito utilizadas devido ao seu alto custo. São mais utilizadas em construções de alto porte como prédios, galpões, shoppings. Seu uso é pratico e gera uma economia no tempo de obra.

Cobertura: “é o elemento de vedação constituído por telhas que podem ser: cerâmica, fibrocimento, alumínio, chapa galvanizada, concreto etc”. (MILITO José Antonio Apostila de Técnicas da Construção Civil- 2009). Segue abaixo alguns exemplos mais utilizados telhas cerâmicas, porém também são muito utilizadas telhas em concreto e em fibrocimento.

Cerâmica:

Telha Francesa ou Marselha

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de Construção Civil A Professor: José Antonio de Milito Esquema Telha Francesa ou Marselha Fonte: Apostila

Esquema Telha Francesa ou Marselha Fonte: Apostila de Técnicas da Construção Civil 2009 Volume A Prof. Dr. José Antonio de Milito

Telha Paulista

A – Prof. Dr. José Antonio de Milito Telha Paulista Esquema Telha Paulista Fonte: Apostila de

Esquema Telha Paulista Fonte: Apostila de Técnicas da Construção Civil 2009 Volume A Prof. Dr. José Antonio de Milito

Tipo Plan

Volume A – Prof. Dr. José Antonio de Milito Tipo Plan Esquema Telha Tipo Plan Fonte:

Esquema Telha Tipo Plan Fonte: Apostila de Técnicas da Construção Civil 2009 Volume A Prof. Dr. José Antonio de Milito

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Romana e Portuguesa

A Professor: José Antonio de Milito Romana e Portuguesa Esquema Telha Tipo Romana e Portuguesa Fonte:

Esquema Telha Tipo Romana e Portuguesa Fonte: Apostila de Técnicas da Construção Civil 2009 Volume A Prof. Dr. José Antonio de Milito

Termoplan

Volume A – Prof. Dr. José Antonio de Milito Termoplan Esquema Telha Tipo Termoplan Fonte: Apostila

Esquema Telha Tipo Termoplan Fonte: Apostila de Técnicas da Construção Civil 2009 Volume A Prof. Dr. José Antonio de Milito

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Germânica

Civil A Professor: José Antonio de Milito Germânica Esquema Telha Tipo Germânica Fonte: Apostila de Técnicas

Esquema Telha Tipo Germânica Fonte: Apostila de Técnicas da Construção Civil 2009 Volume A Prof. Dr. José Antonio de Milito

Sistema de Captação de Águas Pluviais: é um sistema responsável por captar toda a água pluvial que será recebida na cobertura e escoada pelas telhas, evitando assim a infiltração de água. É constituído de PVC ou em chapa galvanizada. Essa captação é atingida com um conjunto de partes que a compões para até o escoamento final desta água. Estas partes são constituídas em:

Calhas: são captadores horizontais que recebem a água que escorre das telhas.

Condutores: são captadores verticais das águas recebidas da calha e responsáveis por direciona-las para os coletores.

Coletores: canalizações responsáveis de direcionar a água recebida dos condutores para a rede pública de drenagem.

Esquadrias: são estruturas que vem sido usadas a milhares de anos com o objetivo principal que é a iluminação do espaço construído. Com o passar do tempo as esquadrias vem sendo construídas com formatos cada vez mais sofisticados, e hoje em dia é uma peça chave para a arquitetura e decoração do ambiente. Os materiais mais utilizados são as madeiras e metais, porém podem ser encontradas também em PVC.

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Portas: são os vãos destinados à passagem de pessoas de um cômodo a outro, muitas vezes são aproveitadas e utilizadas também para a iluminação dos ambientes. Nos dá privacidade e também proteção contra penetração de intrusos.

e também proteção contra penetração de intrusos. Tabela dimensões comerciais das portas Fonte: Apostila de

Tabela dimensões comerciais das portas Fonte: Apostila de Técnicas da Construção Civil 2009 Volume A Prof. Dr. José Antonio de Milito

Janelas: são os vãos destinados à passagem de luz, ventilação dos ambientes e também a conexão do meio interno com o meio externo. Devem possuir a capacidade de proteção de intempéries e não permitir a passagem de água. Nos da privacidade e também proteção contra penetração de intrusos.

e também proteção contra penetração de intrusos. Tabela dimensões comerciais das janelas Fonte: Apostila de

Tabela dimensões comerciais das janelas Fonte: Apostila de Técnicas da Construção Civil 2009 Volume A Prof. Dr. José Antonio de Milito

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Revestimento: são materiais aplicados horizontalmente e verticalmente com o intuito de proteger, decorar os ambientes e também conforto térmico e acústico. Os revestimentos são divididos em dois tipos, argamassados e não argamassados, sendo alguns deles:

Revestimentos argamassados: “são os procedimentos tradicionais da aplicação de argamassas sobre as alvenarias e estruturas com o objetivo de regularizar e uniformizar as superfícies, corrigindo as irregularidades, prumos, alinhamentos dos painéis e quando se trata de revestimentos externos, atuam como camada de proteção contra a infiltração de águas de chuvas. O procedimento tradicional e técnico é constituído da execução de no mínimo de três camadas superpostas, contínuas e uniformes: chapisco, emboço e reboco”. ( ZULIAN, Carlan Seiler Notas de aula de disciplina Construção Civil abril 2002)

Revestimentos não argamassados: são aplicados utilizando cimento cola ou outro tipo de fixação sobre o reboco de regularização.

Gesso: material muito utilizado desde as antiguidades, e possui propriedades de isolamento térmico de acústico. Muitas vezes é utilizado para regularização de superfícies, acabamento decorativo, e muitas vezes é uma peça chave para esconder tubulações. Nos da a possibilidade de utiliza-lo em formatos diferentes, nos permitindo adaptá- los ao que mais nos agrada.

Revestimento Cerâmico: são aplicados horizontalmente (pisos) e verticalmente (azulejos). Possuem grande variedade de cores, texturas e formatos, cabe a nós avaliarmos o que mais no atende. Todo revestimento cerâmico possui uma classificação de acordo com as tabelas a baixo:

possui uma classificação de acordo com as tabelas a baixo: Tabela de classificação das cerâmicas quanto

Tabela de classificação das cerâmicas quanto a absorção de água Fonte: Apostila de Técnicas da Construção Civil 2009 Volume A Prof. Dr. José Antonio de Milito

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de Construção Civil A Professor: José Antonio de Milito Tabela de classificação das cerâmicas esmaltadas ao

Tabela de classificação das cerâmicas esmaltadas ao ataque químico Fonte: Apostila de Técnicas da Construção Civil 2009 Volume A Prof. Dr. José Antonio de Milito

2009 – Volume A – Prof. Dr. José Antonio de Milito Tabela de classificação das cerâmicas

Tabela de classificação das cerâmicas quanto a abrasão Fonte: Apostila de Técnicas da Construção Civil 2009 Volume A Prof. Dr. José Antonio de Milito

Piso de madeira: são pisos com uma resistência bem alta, porém são necessários alguns cuidados, principalmente em sua aplicação para prevenção de empenamento. A madeira é um material que absorve bastante água e é suscetível a micro-organismos, por isso é feita uma impermeabilização em sua base antes de ser aplicada, logo após é feito um lixamento e por cima são aplicados produtos como synteko, bonatech e verniz poliuretano, precisando de tempos em tempos passar por manutenções.

Pedras decorativas: são muito utilizadas mármores e granitos. São materiais mais sofisticados e com maior custo. O mármore possui uma superfície mais porosa, com isso mais suscetível a intempéries, sendo menos recomendados para áreas externas. Já o granito é um material mais resistente quando comparado ao mármore, muito utilizado em pias, bancadas e também como pisos.

Piso de concreto: muito utilizados em pisos industriais, garagens, galpões, etc. Podem ser armados ou não, dependendo de sua utilização. Devem ser bem aplicados e respeitando as juntas de dilação necessárias para que não ocorram fissurações. Para melhor

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acabamento e regularização sua superfície pode ser lixada, podendo ser aplicados produtos que lhe dão acabamentos impermeáveis.

Informações Gerais

Obra: Villa Suíça Residencial

Gerenciadora: Vonpav Empreendimentos

Engenheira responsável: Luciana Canhoni

Endereço: Rua João von Zuben, 106 Vila Garcez - Vinhedo/SP.

Dados adicionais:

Razão social completa: Vonpav Empreendimentos

Endereço: Rua Cônego Nery, 477 Campinas,SP

PROJETOS TÉCNICOS

Projeto estrutural

Razão social completa: Kreft Engenharia de Projetos Ltda

Projetista: José Nilson Furlan

Projeto de Elétrica e Hidráulica

Razão social completa: ACR Engenharia de Projetos e Execuções

Projetista: Afonso Celso Ramires

Projeto de Arquitetura

Razão social completa: Franco Ferraz e Lucia Geromel Arquitetura

Projetista: José Franco Ferraz dos Santos

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Relatório da obra

Laje:

Professor: José Antonio de Milito Relatório da obra Laje: Figura 1 - Laje Treliçada Para a

Figura 1 - Laje Treliçada

Para a construção da laje, foram utilizados:

1. Laje com armadura treliçada pré-fabricada, comprada da marca TATU, a compra foi feita com um mês de antecedência em relação ao cronograma da montagem da laje, pois sua fabricação era demorada. Ao executar a compra mandávamos juntamente o projeto, pois haviam profissionais do próprio fornecedor que calculavam as quantidades de vigotas que iríamos precisar, assim quando o material chegava nos entregavam também um projeto com as instruções para o correto assentamento. A montagem dos elementos pré- fabricados deve obedecer ao especificado no projeto de execução da laje e também no manual de colocação e montagem fornecido pelo fabricante ou calculista.

2. O elemento de enchimento utilizado entre as vigotas foi de tijolo cerâmico de 30cm para forro.

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3. Malha de aço 6,3. Posicionada a armadura de distribuição no sentido perpendicular a vigota, formando um ângulo de 90º em relação ao vergalhão negativo da vigota trelicada.

4. Capa de concreto de 20Mpa por cima da vigota e das lajotas.

Foi tomado o cuidado de molhar a laje antes e depois da concretagem.

o cuidado de molhar a laje antes e depois da concretagem. Figura 2 - Laje vista

Figura 2 - Laje vista inferior com enchimento

concretagem. Figura 2 - Laje vista inferior com enchimento Figura 3 - Laje com vista superior

Figura 3 - Laje com vista superior e conduites de fiação

Cobertura: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS Centro de Ciências Exatas, Ambientais e Tecnologias FEC -

Cobertura:

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Telha portuguesa branca da marca Majope.

Quando assentadas as telhas, amarradas com arame galvanizado pelo menos 1/3 do telhado, por motivo de segurança, ideia era prevenir um acidente, pois o condomínio esta localizado em um dos pontos mais altos da cidade, estando suscetível a ventos fortes.

O madeiramento foi feito com madeiras eucalipto, este tipo de madeira não é comumente usado por não ser uma madeira nobre, porém foi escolhida pelo seu baixo custo.

Os pregos utilizados foram de 19x27 e de 22x48

As vigas utilizadas foram: 6x12cm com 5m de comprimento

Os caibros: 5x7cm com 5 de comprimento

As ripas: 1x5cm com 7 de comprimento

5x7cm com 5 de comprimento As ripas: 1x5cm com 7 de comprimento Figura 4 - Vista

Figura 4 - Vista inferior da estrutura da cobertura

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de Construção Civil A Professor: José Antonio de Milito Figura 5 - Vista Inferior Telhado Acabado

Figura 5 - Vista Inferior Telhado Acabado

José Antonio de Milito Figura 5 - Vista Inferior Telhado Acabado Figura 6 - Vista Inferior

Figura 6 - Vista Inferior de Telhas com Amarração

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de Construção Civil A Professor: José Antonio de Milito Figura 7 - Telhado Finalizado com Calha

Figura 7 - Telhado Finalizado com Calha

Civil A Professor: José Antonio de Milito Figura 7 - Telhado Finalizado com Calha Figura 8

Figura 8 - Detalhe Calha Telhado

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de Construção Civil A Professor: José Antonio de Milito Figura 9 - Tubo de Descida de

Figura 9 - Tubo de Descida de Águas Pluviais da Cobertura

Figura 9 - Tubo de Descida de Águas Pluviais da Cobertura Figura 10 - Tubo de

Figura 10 - Tubo de Descida de Águas Pluviais da Cobertura

Esquadrias: Janelas: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS Centro de Ciências Exatas, Ambientais e Tecnologias

Esquadrias:

Janelas:

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de Construção Civil A Professor: José Antonio de Milito Figura 11 - Fachada Casa Modelo Janelas

Figura 11 - Fachada Casa Modelo Janelas dos Quartos Automatizadas

11 - Fachada Casa Modelo Janelas dos Quartos Automatizadas Figura 12 - Porta Janela Esquadria Aluminio

Figura 12 - Porta Janela Esquadria Aluminio Fornecedor Strutural Vidros

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de Construção Civil A Professor: José Antonio de Milito Figura 13 - Janela Sala de Entrada

Figura 13 - Janela Sala de Entrada

de Construção Civil A Professor: José Antonio de Milito Figura 13 - Janela Sala de Entrada

Figura 14 - Janela Quarto

Portas: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS Centro de Ciências Exatas, Ambientais e Tecnologias FEC -

Portas:

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Primeiramente o contra-marco foi instalado, em seguida o caixilho e depois as folhas. Na instalação do contra-marco houve a preocupação de que o mesmo fosse instalado exatamente no prumo, para que as folhas ficassem alinhadas para o perfeito fechamento.

que as folhas ficassem alinhadas para o perfeito fechamento. Figura 15 - Foto Modelo Retirada do

Figura 15 - Foto Modelo Retirada do Site do Fornecedor Pormade

O esquema acima foi retirado o site do fornecedor Pormade da linha porta pronta, sendo exatamente modelo utilizado na obra, porem foi aplicado um acabamento liso com primer (branco).

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de Construção Civil A Professor: José Antonio de Milito Figura 16 - Porta em Madeira com

Figura 16 - Porta em Madeira com Acabamento em Branco e Porta de Aluminio

Porta em Madeira com Acabamento em Branco e Porta de Aluminio Figura 17 - Porta Instalada

Figura 17 - Porta Instalada Esperando Acabamento de Piso

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de Construção Civil A Professor: José Antonio de Milito Figura 18 - Fechadura da Porta Interna

Figura 18 - Fechadura da Porta Interna Instalada

Dimensões das portas utilizadas, todas com medida padrão:

Banheiro: 72x210

Quartos: 82x210

Lavabo e despensa: 62x210

As portas foram instaladas pelo carpinteiro da obra, seus batentes foram feito com o rasgamento da alvenaria e fixados por prego. Em todas as portas foi dado o acabando final de branco acetinado.

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de Construção Civil A Professor: José Antonio de Milito Figura 19 - Porta de Entrada Pintada

Figura 19 - Porta de Entrada Pintada de Branco Acetinado

José Antonio de Milito Figura 19 - Porta de Entrada Pintada de Branco Acetinado Figura 20

Figura 20 - Porta de Entrada

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Civil Técnicas de Construção Civil A Professor: José Antonio de Milito Figura 21 - Fachada das

Figura 21 - Fachada das Casas Acabadas

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Revestimento:

Civil A Professor: José Antonio de Milito Revestimento: Figura 22 - Porcelanato Crema Marfim 54x54; rodapé

Figura 22 - Porcelanato Crema Marfim 54x54; rodapé de 7cm

Assentamento com argamassa ac2 para piso de porcelanato portokoll. Rejunte cor palha portokoll

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de Construção Civil A Professor: José Antonio de Milito Figura 23 - Escada em Mármore Travertido

Figura 23 - Escada em Mármore Travertido

José Antonio de Milito Figura 23 - Escada em Mármore Travertido Figura 24 - Piso e

Figura 24 - Piso e Revestimento Area de Serviço

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de Construção Civil A Professor: José Antonio de Milito Figura 25 – Banheiro - Piso e

Figura 25 Banheiro - Piso e Revestimento em Azulejo e Detalhe Fileira de Pastilhas

e Revestimento em Azulejo e Detalhe Fileira de Pastilhas Figura 26 - Banheiro Casal - Pias

Figura 26 - Banheiro Casal - Pias em Louça e Bancada em Marmore

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS Centro de Ciências Exatas, Ambientais e Tecnologias FEC - Faculdade

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS Centro de Ciências Exatas, Ambientais e Tecnologias FEC - Faculdade de Engenharia Civil Técnicas de Construção Civil A Professor: José Antonio de Milito

Comentários finais

Pelo motivo do madeiramento ter sido escolhido pelo preço mais baixo à qualidade foi comprometida, houve um período da obra que a empreiteira estava com problemas financeiros, algumas casas já estavam com o madeiramento completo, porém sem o revestimento de telhas. Esse material acabou sofrendo ações do sol e da chuva, o que poderia ocasionar trincas na madeira. Isso poderia ter sido evitado com a escolha de um tipo de madeira mais resistente. Houve atraso da obra, o prazo para ser entregue era de até setembro de 2014, porem por lei a construtora possui 6 meses de índice de erro, assim obra foi entregue em março de 2015, com algumas pendências para trás, mas com todas as vistorias de entrega feitas. Houve também mudanças nos projetos hidráulicos, pois haviam tubulações que, de acordo com o projeto, passariam juntamente com vigas estruturais, com isso o mesmo foi atualizado. Em uma das casas tiveram problemas com vazamento de água, por conta de um condutor mal fixado, o que acabou molhando o forro de gesso da área da churrasqueira. Não foram instalados pisos no pavimento superior, pois o mesmo ficaria por conta do proprietário.

Bibliografia

cobertura-construcao/ - acessado em 26/05/2015 às 13:13

http://www.arq.ufsc.br/arq5661/Aberturas/index.html - acessado em 26/05/2015 ás 14:30

Notas de aulda da disciplina Construção Civil, ZULIAN Prof. Carlan Seiler revisão de abril de 2002.

http://www.majope.com.br/natural.html - acessado em 27/05/2015 ás 14:41