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COORDENADORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL - CCS

COLÉGIO PEDRO II

A campanha

#meu

cp2

longo de sua história, o Colégio Pedro II marcou

vida de milhares de pessoas, sejam elas alunos,

Aprofessores, técnicos ou até mesmo admiradores

da instituição. Ao encontrarmos alguém que tenha sua trajetória de vida marcada pelo Colégio é comum ouvirmos relatos saudosistas ou respeitosos sobre suas experiências. Para comemorar o 177º aniversário do Colégio, foi criada a campanha #MeuCP2. Através das redes sociais, alunos, ex-alunos, servidores, pais e admiradores da Instituições enviaram depoimentos de momentos marcantes de suas vidas, relacionados ao Colégio. Para esta publicação foram selecionados 21 relatos pessoais. As próximas páginas revelam a relação de carinho, amor e admiração destas pessoas pelo CPII e reforçam o desejo de que outros possam viver e perpetuar estas experiências nos anos que se seguem.

o

a

Alda Valéria

mãe da aluna Luana Alice

Sempre desejei uma educação de boa qualidade para minha filha e sabia que seria muito difícil financeiramente até descobrir o Pedro II. 2011 foi um ano muito difícil para minha família, minha cunhada adoeceu e ficou incapaz de cuidar de meus dois sobrinhos. Quando li o edital para o ano letivo de 2012, estava tão conturbada que só fiz a inscrição das crianças no último dia. Contei com a ajuda de amigas que pagaram as inscrições para minha filha e meus dois sobrinhos. Perto do sorteio, sonhei que minha filha havia sido sorteada. Não pude acompanhar o sorteio e não fiquei nem um pouco eufórica, pois me faltava fé diante de tantos problemas para pensar e resolver. No dia da divulgação dos sorteados uma amiga me ligou e contou que minha filha e sobrinha haviam sido sorteadas para a mesma turma! Encontrei no Pedro II do Engenho Novo mais que um grupo

de excelentes educadores e profissionais e sim uma família e amigos, que abraçaram minha família e nós ajudam até hoje a transpor obstáculos.

#meu cp2
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cp2
e nós ajudam até hoje a transpor obstáculos. #meu cp2 Andréa Santana ex-aluna Lembro-me do CPII

Andréa Santana

ex-aluna

Lembro-me do CPII com muito carinho, da chamada sala do "tribunal" onde tínhamos aula, do jardim central onde disputávamos um lugar no banco, da biblioteca onde

viajávamos no mundo dos livros, da linda sala de teto pintado a ouro, do inspetor Guimarães que nos conduzia de volta à sala de aula com tanto carinho, das aulas de Física imperdíveis do professor Luiz Roberto, das nossas gargalhadas nos enormes corredores do CPII do Centro, do nosso saudoso Hino e da Tabuada, das gincanas de Ciência com direito a pão a metro, enfim daquele clima e vontade de ser uma cidadã de bem e da enorme união que nos envolvia

no final dos anos 80

CPII, pra sempre te amarei!

#meu cp2
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ser uma cidadã de bem e da enorme união que nos envolvia no final dos anos

Bárbara Pereira

mãe de candidata ao CPII

Minha filha Mariana sonha com o dia de vestir o uniforme e estudar no CPII. É de emocionar tal sonho! Sabe o que é passar pela frente do colégio e ela falar: “Olha o colégio que vou estudar mãe!”? Quando tinha idade eu a inscrevi para o sorteio, mas infelizmente ela não foi sorteada. Sempre incentivei e reguei esse sonho da minha filha com muita responsabilidade e amor. Dia 30 de novembro se aproxima, e minha tensão aumenta. Sei que ela está nervosa mas também sei que ela está dando o seu melhor para que esse sonho se realize. Ela estuda no cursinho, se esforça para driblar as dificuldades. Tenho muito orgulho da minha menina e sei que seu esforço será recompensado em nome de Jesus! Mariana Pereira Rodrigues fará o concurso para ingressar no 6º ano do ensino fundamental e, com a ajuda de Deus, todos os dias em que deixou de passear, dormir, brincar valerão à pena!

#meu cp2
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de passear, dormir, brincar valerão à pena! #meu cp2 Carolina Santos ex-aluna parte da minha vida.

Carolina Santos

ex-aluna

parte da minha vida. Meu pai

estudou em SCIII, se formou em Geografia e voltou para dar

aula na Unidade Centro. Em 1997, foi minha vez. Entrei na Unidade Tijuca e no ensino médio fui para a Unidade Centro. Foram anos maravilhosos, nunca me esquecerei da

tia Yara e do professor Gama. Minha irmã também entrou

alguns anos depois de mim. Em 2013, minha enteada foi sorteada para SCI, e esse ano espero que meu enteado seja sorteado também! A história tem que continuar! Hoje, sou formada em Geografia pela UFF e no próximo concurso estarei lá! Um bom filho a casa retorna.

O CPII sempre fez

e fará

#meu cp2
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pela UFF e no próximo concurso estarei lá! Um bom filho a casa retorna. O CPII
Daniele Ribeiro ex-aluna e professora Tenho um verdadeiro caso de amor com o CPII. Fui

Daniele Ribeiro

ex-aluna e professora

Tenho um verdadeiro caso de amor com o CPII. Fui aluna em São Cristóvão de 1996 a 2002. Em 98, comecei a namorar um menino de lá. Namoro de adolescente, que incluía amigos zoando e inspetores de olho na gente no pátio. Só que o namorico não ficou pelo colégio. Casamos em 2012, com direito a casalzinho de noivos com uniforme do colégio no topo do bolo. Para completar a história de amor, voltei definitivamente à minha querida casinha, onde fui tão feliz, agora como professora. Além dos amigos e do marido, levarei comigo para sempre os colegas de trabalho e os queridos alunos que o CPII tem me dado e me dará.

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queridos alunos que o CPII tem me dado e me dará. #meu cp2 Diego Reis ex-aluno
queridos alunos que o CPII tem me dado e me dará. #meu cp2 Diego Reis ex-aluno

Diego Reis

ex-aluno

O Pedro II é uma espécie de tatuagem. Cada capítulo de nossa história, de algum modo, tem uma linha ou um detalhe capaz de nos (re)ligar aos corredores, às salas e aos profissionais da instituição. Dizia Nelson Rodrigues, em muitas de suas crônicas de “À Sombra das Chuteiras Imortais”, que o mais deslumbrante nos alunos do Pedro II era “seu apetite vital, sua ferocidade dionisíaca”, contrastante com a tendência do brasileiro de “esbarrar numa melancolia”. A definição rodrigueana do Pedro II como um estado de alma, sem dúvida, diz muito àqueles que passaram por qualquer uma de suas unidades – essa tensão dionisíaca, festiva e vivaz não se explica somente pela tradição ou pelo uniforme, mas pela cumplicidade na construção da experiência. É alegria pelos (re)encontros; pela hora e lugar felizes da convivência; pela diversidade dos alunos provenientes de todos os bairros do Rio de Janeiro, com diferentes contribuições e experiências a partilhar. A meu ver, aí está a grande diferença deste lugar e que o faz tão especial: as diferenças. E, como amálgama, essa paixão (multietária) que nos singulariza.

#meu cp2
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e que o faz tão especial: as diferenças. E, como amálgama, essa paixão (multietária) que nos

Eliza Luz e Silva

ex-aluna e mãe de Letícia Correia

Minha história de amor com o CPII começou em 1988, quando minha irmã mais velha foi sorteada para ingressar no Pedrinho do Engenho Novo. Dois anos depois, eu dei a sorte de ser sorteada e também fui estudar lá. No ano seguinte, minha irmã mais nova também entrou no Pedrinho. Dali em diante nossa vida foi toda no CPII, onde aprendemos latim, o Hino e a amar incondicionalmente o Colégio Pedro II. E para completar ainda mais este amor, no ano de 2010, minha filha foi sorteada na penúltima vaga de reserva de vaga. Fiquei muito contente, porém apreensiva, e para minha grande alegria dez dias depois um funcionário do colégio me ligou informando que a vaga era dela. A emoção tomou conta de mim e mais uma vez meu coração voltou a ser PEDRO II TUDO OU NADA?

#meu cp2
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meu coração voltou a ser PEDRO II TUDO OU NADA? #meu cp2 Guilherme Pereira admirador do

Guilherme Pereira

admirador do CPII

Não fui aluno do CPII. Quando eu soube que o colégio existia, já estava no ensino médio. Costumo dizer nas minhas turmas que esta é uma das maiores frustrações da minha vida, pois reconheço no CPII muitas características que, segundo minha opinião, fazem dele uma das melhores instituições de ensino do Brasil. Tenho alguns amigos que foram alunos ou são professores/funcionários e é visível o compromisso com a Educação. Fiquei imensamente feliz com a abertura do Campus Caxias, onde um grande amigo estudou, e mais feliz ainda com a inauguração do prédio próprio do CPII aqui, que fica a menos de 5 minutos da minha casa. Espero que este crescimento continue e que mais e mais estudantes sejam contemplados com a incrível estrutura educacional do Colégio Pedro II. Desejo-lhes muito sucesso! Quem sabe em breve não acabo fazendo parte dessa equipe.

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do Colégio Pedro II. Desejo-lhes muito sucesso! Quem sabe em breve não acabo fazendo parte dessa
Guilherme Sampaio ex-aluno e professor As memórias são guardiães de segredos, aventuras, mistérios e, sobretudo,

Guilherme Sampaio

ex-aluno e professor

As memórias são guardiães de segredos, aventuras, mistérios e, sobretudo, profundos sentimentos que, de uma hora para outra, podem ser "liberados" seja por uma simples e despretensiosa reflexão. Foi exatamente isso o que ocorreu no momento em que adentrei a sala de aula, no meu primeiro dia no Colégio Pedro II, dessa vez não mais como aluno e sim como docente. As cores da tatuagem inscrita em meu coração, há tantos anos, emergiram sem pedir licença e favoreceram uma linda comunhão entre o passado e o presente. Foi aí que um pensamento involuntário se manifestou: voltei! Voltei? Sim, fisicamente, pois sensorialmente o colégio e tudo aquilo que aprendi, aperfeiçoei e vivenciei na minha passagem pelas dependências desta tradicional instituição de ensino sempre esteve preciosamente guardado em meu peito. A partir de agora é chegada a hora de somar, multiplicar e dividir. Que as cores da tatuagem cordial brilhem, pulsem com muito orgulho, com muita paixão, com muita perseverança. Sim, eu sou ex-aluno! Sim, eu sou docente. Sim eu sou CPII!

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ex-aluno! Sim, eu sou docente. Sim eu sou CPII! #meu cp2 Ísis Lopes ex-aluna Ao término
ex-aluno! Sim, eu sou docente. Sim eu sou CPII! #meu cp2 Ísis Lopes ex-aluna Ao término

Ísis Lopes

ex-aluna

Ao término do meu ensino fundamental, não sabia onde iria dar continuidade aos meus estudos. Meus pais não tinham como pagar um bom colégio para que eu cursasse meu ensino médio. Foi quando surgiu o concurso do Colégio Pedro II na minha vida. Estudei, me dediquei muito e passei. A alegria foi enorme! Mal sabia naquela época o quanto minha vida iria mudar a partir de então. Entrei em um colégio no qual eu tive um excelente ensino, extraordinários professores e maravilhosos colegas. Ganhei muitos amigos, amigos para a vida, até um que virou amor. Foi um colégio que me abriu portas para o mundo e me fez chegar ao ensino superior. Sinto eternas saudades desse lugar, de cada cantinho, de cada história. Valorizo muito essa instituição que recebe de abraços abertos todos os tipos de pessoas. Eu desejo muito que meus filhos possam estudar e viver tudo que vivi nessa grande escola. É um lugar que possui uma magia inexplicável, que envolvem todos que passam por lá. CPII, minha eterna paixão e orgulho!

#meu cp2
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que possui uma magia inexplicável, que envolvem todos que passam por lá. CPII, minha eterna paixão
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Janaina Gama

 

ex-aluna

No dia do sorteio, quando minha mãe estava prestes a ir embora, meu número saiu

No dia do sorteio, quando minha mãe estava prestes a ir embora, meu número saiu e, aos seis anos, de mãos dadas com ela, não sabia que esses dígitos iriam mudar minha vida para sempre. A Classe de Alfabetização, na Unidade Humaitá, já começou diferente: era o Tio Walter que nos dava as aulas, um doce em forma de gigante. Eu gostava de ir ao colégio. No espaço ao ar livre, a imaginação corria solta nas brincadeiras. Fiz amizades que possuo até hoje. Com minha querida professora Silvana, externalizei meu amor pela escrita e tomei coragem para fazer minha primeira faculdade, a de Letras. No último dia de aula, chorei como nunca havia chorado na vida. Não conseguia imaginar minha vida sem aqueles portões, aquelas carteiras, o sinal sonoro. E, como diria Roberto Carlos, "das lembranças que trago na vida, você é a saudade que eu gosto de ter". Esse colégio ocupa uma carinhosa parte do meu coração.

Laura Lima

#meu cp2
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ex-aluna

Amor de geração em geração, infinito

Como ser diferente? Meu

avô foi aluno do colégio na década de 30 e logo se tornou professor de Português do Pedro II. Sua trajetória na instituição foi longa, e ele foi diretor também. Em uma entrevista a um jornal, ele declarou que tinha 3 grandes amores na vida: a família, o fluminense e o Pedro II. Minha mãe, que também foi aluna, teve a felicidade de, como professora, ajudar na implantação do

 

Pedrinho em 1984, onde trabalha até hoje. E eu, como definir o que sinto como ex-aluna? Meu primeiro dia de aula foi emocionante, tão pequenina, aos 6 anos de idade, e já uniformizada como o meu irmão mais velho, como minha mãe e como meu querido avô um dia estiveram! Adorava os dias de cantar o Hino do colégio com a tia Dyla regendo; tinha extrema admiração por alguns professores desde o Pedrinho, como a tia Márcia, até o Pedrão, como a profª Solveig. Não tinha colegas de classe, mas sim irmãos: amigos que me acompanham até hoje. Foram doze anos de muita alegria e de muito amor, os quais, se tudo der certo, serão prolongados em breve, já que planejo meu retorno como professora, assim como fizeram minha mãe e meu avô.

certo, serão prolongados em breve, já que planejo meu retorno como professora, assim como fizeram minha

Márcio Magalhães

pai de Lara e Mila Magalhães

O meu relacionamento formal com o Colégio Pedro II termina agora em dezembro, com a conclusão do ensino médio de minha filha Mila, no Campus Humaitá II. Relacionamento que começou em 1999, com o sorteio da Lara para o antigo CA da Unidade Humaitá I. Foram e estão sendo anos maravilhosos, tocantes e até difíceis (pelas greves). Mas uma paixão indescritível se apossou de meu coração: a Tabuada, o É Tudo ou Nada, o colégio de maneira geral. Termina a formalidade, mas continua a paixão e essa paixão é para sempre, porque o CPII é para sempre! Obrigado aos funcionários, prestadores de serviços, professores, diretores, companheiros(as) de minhas filhas e pais. A todos que contribuíram para a formação de minhas filhas, acima de tudo, como cidadãs! Valeu CPII!

#meu cp2
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filhas, acima de tudo, como cidadãs! Valeu CPII! #meu cp2 Nathalia Paiva ex-aluna Meu amor pelo

Nathalia Paiva

ex-aluna

Meu amor pelo CPII veio desde que eu era bem nova. Passava pela Unidade Centro e dizia a minha mãe: "um dia eu vou estudar aqui". Fiz o concurso para a 5ªsérie pela primeira vez e não passei. Mesmo tendo nota para passar em outras unidades, o meu sonho estava na Rua Marechal Floriano. Pela segunda vez eu não passei e com tanta decepção disse que não queria ser matriculada em outro colégio. Era março e eu ainda não estava estudando, minha mãe preocupada, mas eu sentia que algo bom ia acontecer. Até que o telefone tocou. Eu havia sido reclassificada e estavam me chamando para fazer a matrícula. Foi uma das minhas maiores alegrias. Lá reencontrei amizades mais antigas que se fortaleceram e hoje tenho amigos que levarei para a vida. Professores que me inspiraram a escolher a minha profissão e não só me deram parte de seu conhecimento, mas de sua sabedoria. E por fim, quando eu achava que esse colégio já tinha me dado alegrias o suficiente, conheci meu namorado que estudava no CPII do Engenho Novo. Fará dois anos que estamos juntos e muito felizes. Muitos não entendem essa paixão que nós alunos temos pelo colégio, porque só quem viveu tem esse sentimento, essa certeza que sem o CPII nossa vida não teria graça nenhuma.

#meu cp2
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porque só quem viveu tem esse sentimento, essa certeza que sem o CPII nossa vida não
Paulo Rubem Souza Valente ex-aluno Era 1956, entrei pelo portão do CPII Seção Norte e

Paulo Rubem Souza Valente

ex-aluno

Era 1956, entrei pelo portão do CPII Seção Norte e nunca mais saí. Sim, de fato há 58 anos somos alunos do nosso Colégio Padrão! Somos ETERNOS ALUNOS, como diz Amaury Fernandes da Silva. Agora, participando da organização dos livros “Ao Pedro II, Tudo ou Nada? Memórias do CPII”, escrevendo e lendo os textos para o volume 4 (já tendo lido os dos volumes 1, 2 e 3), tenho reforçada a ideia de que, independentemente do ano, da Seção, Unidade, agora Campus, somos idênticos, quase iguais em tudo: amor, amizade, solidariedade, bagunça, cenas, tipos característicos, costumes, alegrias e tristezas. Não importa a "era", o tempo, o lugar. Tendo o privilégio de ler as histórias por dever de ofício antes da publicação - ah, se todos os deveres fossem como esse - sinto saudades, choro, me deleito, relembro a minha vivência, vivo como se estivesse participando das novas, isto é,

continuo ALUNO. E só sairei quando for para o CPII da eternidade! Ao CPII, tudo!!!

#meu cp2
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for para o CPII da eternidade! Ao CPII, tudo!!! #meu cp2 Pedro Teixeira Filho professor Estudei
for para o CPII da eternidade! Ao CPII, tudo!!! #meu cp2 Pedro Teixeira Filho professor Estudei

Pedro Teixeira Filho

professor

Estudei no CPII de 1980 a 1986, primeiro na Unidade Tijuca (80- 83) e depois em São Cristóvão (84-86). No dia da minha formatura, senti um misto de alegria e melancolia, por saber que seria o último dia que eu vestiria o uniforme branco e azul- marinho. Porém, retornei ao meu amado colégio em 1993, como professor de Biologia e Ciências. Voltei à minha casa, a Unidade Tijuca! A emoção de entrar novamente ali, sabendo que não seria uma simples visita, fez com que meus olhos se enchessem de lágrimas. Reencontrei professores e outros funcionários da minha época de estudante e foi como uma volta no tempo. Tenho um orgulho enorme de dizer a qualquer pessoa que sou um ex-aluno do Colégio Pedro II. Ando SEMPRE com meu broche de ex-aluno, aonde quer que eu vá. Se hoje sou o profissional que sou, agradeço imensamente ao CPII, por ter me proporcionado os melhores sete anos que um estudante poderia querer. Obrigado, CPII!!

#meu cp2
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ao CPII, por ter me proporcionado os melhores sete anos que um estudante poderia querer. Obrigado,
#meu cp2 #meu cp2 Raphael Aleixo Renato Herculano ex-aluno professor Como explicar sete anos em
#meu cp2 #meu cp2 Raphael Aleixo Renato Herculano ex-aluno professor Como explicar sete anos em
#meu cp2
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cp2
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Raphael Aleixo

Renato Herculano

ex-aluno

professor

Como explicar sete anos em 500 caracteres? Difícil. São tantas histórias, tantos momentos, tantos amigos que levo comigo até hoje. Em minha trajetória no Colégio, entre 2003 e 2009, aprendi não só o conteúdo formal da sala de aula: aprendi a ser cidadão, pude amadurecer, estabeleci vínculos com colegas e professores. Tive a honra ainda de ser escolhido representante dos alunos no Grêmio de São Cristóvão em 2008 e 2009. Parando para pensar, é até fácil explicar o CPII com só 4 caracteres: amor.

O Pedro II foi um divisor de águas na minha história. Fui aluno e ingressei em 2007. Estava na minha antiga escola há 10 anos e achei que não fosse me adaptar. Os alunos, os professores, todos respiravam Pedro II e me envolveram com esse entusiasmo e amor pelos estudos e pela sociedade. Além de eternos amigos, o colégio formou um cidadão mais consciente, crítico e preocupado com os rumos do colégio e da sociedade. Ao Pedro II tudo! Sempre.

#meu cp2
#meu
cp2

Silvia Terezinha

ex-aluna

O

tempo se faz lento para todos que o esperam, porém o sonho

de uma adolescente de treze anos, questionadora de resultados

de uma adolescente de treze anos, questionadora de resultados

e

impaciente por uma vaga em uma das instituições de ensino

mais cobiçadas do Rio de Janeiro, o Colégio Pedro II, se fez presente em 1966. Estudiosa, adquiri “o saber”, experimental e emocional do “Colégio Padrão”, que há 48 anos me fortalece a

cada dia, em “minhas retinas tão fatigadas”, a busca da “perfeição suprema”! Sinto-me honrada! “Pedro II Tudo ou Nada?” Sempre

Tudo

Tudo o que de melhor aconteceu em minha vida de

estudante e competente profissional!

Thaís Antunes

ex-aluna

Minha história com o CPII é uma verdadeira história de amor.

Quando decidi fazer a prova, no ano passado, e entrar neste colégio não tinha ideia de como me apaixonaria por tudo, pela escola, pelas pessoas, pelo ensino. O turno da noite no Humaitá me acolheu de uma forma linda, fiz muitos amigos e

o

meu senso social e político ficou ainda mais desenvolvido.

Acho que sempre vou ter essa relação de amor com a escola,

um respeito enorme e um desejo de voltar como professora.

Verônica Alves

professora e ex-aluna

O

CPII é a minha grande paixão! Ainda lembro da emoção da

minha mãe ao me ver vestida com o uniforme, no meu primeiro dia de aula na 5ª série em São Cristóvão II. Me lembro de tudo! Da barraquinha de doces super concorrida do saudoso Pinguim, passando pela procura do nome no mural, chegando enfim a minha primeira sala de aula naquele colégio, que eu nem imaginava que seria tão determinante em minha vida. Foi tanta paixão que um ano depois, decidi que seria professora de alguma coisa só para poder voltar pra lá. Até 2002, ano da minha formatura, fiz

amigos, admirei professores, fui criança, adolescente,

organizei festas, namorei, chorei, ri, enfim

Fui feliz! Minha

escolha foi o Francês. Em 2013 realizei meu objetivo pessoal e profissional: voltei em definitivo para o meu CPII. Professora efetiva, agora vivo minha paixão no Campus Engenho Novo II. Os tempos são outros, mas o amor não muda, só aumenta. Meus amigos do CPII não são só meus amigos, são minha família. E vamos combinar, poder cantar a Tabuada nas

nossas festas de aniversário até ficarmos velhinhos nosso, é só da nossa família Pedrossegundense.

Isso é

#meu cp2
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de aniversário até ficarmos velhinhos nosso, é só da nossa família Pedrossegundense. Isso é #meu cp2
#meu cp2
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de aniversário até ficarmos velhinhos nosso, é só da nossa família Pedrossegundense. Isso é #meu cp2