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MONTEJUNTO RELATÓRIO 2009 CENTRO DE RECUPERAÇÃO DE ANIMAIS SELVAGENS DE MONTEJUNTO RUA 1º DE MAIO,

MONTEJUNTO

RELATÓRIO

2009

MONTEJUNTO RELATÓRIO 2009 CENTRO DE RECUPERAÇÃO DE ANIMAIS SELVAGENS DE MONTEJUNTO RUA 1º DE MAIO, Nº
MONTEJUNTO RELATÓRIO 2009 CENTRO DE RECUPERAÇÃO DE ANIMAIS SELVAGENS DE MONTEJUNTO RUA 1º DE MAIO, Nº
MONTEJUNTO RELATÓRIO 2009 CENTRO DE RECUPERAÇÃO DE ANIMAIS SELVAGENS DE MONTEJUNTO RUA 1º DE MAIO, Nº

CENTRO DE RECUPERAÇÃO DE ANIMAIS SELVAGENS DE MONTEJUNTO

RUA 1º DE MAIO, Nº 10, TOJEIRA

2550-076 VILAR CDV

ÍNDICE

Pág.ª

Capítulo

03

1

INTRODUÇÃO

05

2

INSTALAÇÕES, MATERIAL E MEIOS

05

2.1. INSTALAÇÕES

07

2.2. MATERIAL

08

2.3. MEIOS

14 3

FUNCIONAMENTO

14

3.1. ORGANIZAÇÃO INTERNA

14

3.2. PARCEIROS E PATROCINADORES

15

3.3. EDUCAÇÃO AMBIENTAL

15

3.4. APADRINHAMENTOS

17 4

RESULTADOS

17 4.1. INGRESSOS

18 4.2. MORTALIDADE

19 4.3. DESTINO

20 4.4. CAUSAS

21 4.5. ENTIDADES ENTREGADORAS E PROVENIÊNCIA

22 4.6. ESTATUTO DE AMEAÇA

23

5

OBJECTIVOS FUTUROS

25

6

CONCLUSÕES

27

7

ANEXOS

27 7.1. ANIMAIS INGRESSADOS

28 7.2. LIBERTAÇÕES

29 7.3. QUADRO DE RESULTADOS

1

INTRODUÇÃO

1 INTRODUÇÃO ENTRADA DO CRASM O Centro de Recuperação de Animais Selvagens de Montejunto é um

ENTRADA DO CRASM

O Centro de Recuperação de Animais Selvagens de Montejunto é um projecto conjunto da Quercus Associação Nacional de Conservação da Natureza e da Junta de Freguesia de Vilar, com o importante apoio da Câmara Municipal de Cadaval.

As instalações do Centro de Recuperação estão concentradas num único edifício - cuja planta ocupa a área de 408 m 2 -, construído de raiz num terreno baldio cedido pela Junta de Freguesia e licenciado para o efeito pela Câmara Municipal.

A sua localização no limite superior da aldeia de Tojeira altitude de 239 m -, numa encosta da Serra de Montejunto, beneficia em simultâneo da presença de infraestruturas essenciais ao funcionamento redes de água, esgoto, electricidade e telecomunicações e da proximidade a uma área natural com características muito próprias, com o estatuto de Paisagem Protegida.

O

presente

relatório

pretende

traduzir

a

Recuperação de Animais Selvagens de

de

forma

sucinta,

mas

consistente,

actividade desenvolvida pelo Centro de

Montejunto (CRASM) durante o ano de 2009.

Tendo a actividade do CRASM sido iniciada em Setembro de 2007, pode considerar-se que o ano de 2008 constituiu, em grande medida, um período experimental, uma vez que foi necessário introduzir e consolidar toda uma série de rotinas, dar formação ao grupo de voluntários, estabelecer contactos com autoridades sobretudo equipas do SEPNA -, instituições, empresas e cidadãos.

Estabelecido que foi um conjunto mínimo de protocolos de funcionamento até ao final de 2008, chegou-se a 2009 com uma organização interna relativamente estabilizada, quer ao nível das competências por parte dos colaboradores, quer no que toca à capacidade e à qualidade de acolhimento de animais por parte das instalações.

Não obstante terem sido registadas evidentes melhorias no funcionamento do CRASM, o ano transacto ficou marcado pela existência de diversos constrangimentos, os quais são enunciados ao longo deste relatório.

Como se demonstrará mais à frente, os referidos constrangimentos deveram-se, sobretudo, à falta de verba, o que motivou o adiamento da contratação de um tratador e de um médico veterinário, elementos chave na estrutura que se pretende para o CRASM.

Os melhoramentos efectuados nas instalações foram contudo possíveis, graças ao apoio prestado pela Junta de Freguesia de Vilar e pela Câmara Municipal de Cadaval, materializado com a atribuição de um subsídio.

Mas convém aqui referir a importância fundamental do patrocínio por parte dos hipermercados Continente/Modelo no âmbito do protocolo assinado com a Quercus- ANCN para apoio dos seus Centros de Recuperação, o que não sendo de modo algum suficiente para financiar o projecto, possibilitou a sobrevivência do CRASM durante o ano findo.

A Educação Ambiental constituiu um capítulo a que a equipa de voluntários deu especial atenção, tendo sido satisfeitas todas as solicitações nesse sentido, de que se salienta o apoio dado à Escola Básica EB23 de Cadaval, quer na recepção de alunos e professores, quer na cedência de informação para fins curriculares.

Como não podia deixar de ser, neste relatório atribui-se a maior atenção à matéria relacionada com os animais recolhidos, sendo a informação tratada de modo que julgamos ser minimamente detalhado e objectivo Capítulo RESULTADOS.

Os gráficos apresentados são os que reproduzem os principais dados e resultados da actividade de 2009.

Mais para o final deste relatório são enunciados alguns objectivos que gostaríamos de ver concretizados durante 2010, tendo em consideração a capacidade instalada e os recursos prováveis.

No capítulo ANEXOS é tratada informação útil à compreensão da actividade do CRASM, tendo os dados um evidente interesse estatístico.

2

INSTALAÇÕES, MATERIAL E MEIOS

2 INSTALAÇÕES, MATERIAL E MEIOS ESPAÇO DE RECEPÇÃO 2.1. INSTALAÇÕES O CRASM continuou em 2009 com

ESPAÇO DE RECEPÇÃO

2.1. INSTALAÇÕES

O CRASM

continuou

em

2009

com

o

seu

programa

de

manutenção,

melhoramento e ampliação das instalações que possui.

As obras efectuadas obedeceram a uma lista de prioridades previamente definida,

tendo em vista fazer o melhor uso possível dos espaços existentes.

A este propósito é de destacar o trabalho de beneficiação das duas salas de internamento, com a colocação de ladrilho cerâmico no pavimento note-se que as paredes já estavam revestidas com azulejo , com a instalação de estruturas metálicas para suporte das jaulas em cantoneira de ferro galvanizado - e com a electrificação o que permite o seu aquecimento durante o Inverno.

Deu-se também início à construção da nova sala do biotério criação de micromamíferos -, pelo que durante o corrente ano aquela valência, que até aqui tem funcionado em espaço provisório, ficará definitivamente instalada.

A nova sala do biotério terá capacidade para 36 caixas de reprodutores, contentores para engorda e demais equipamento de apoio o biotério possui agora 28 caixas.

e demais equipamento de apoio – o biotério possui agora 28 caixas. JAULAS DE INTERNAMENTO NAS
e demais equipamento de apoio – o biotério possui agora 28 caixas. JAULAS DE INTERNAMENTO NAS

JAULAS DE INTERNAMENTO NAS RESPECTIVAS SALAS

Foram mantidos em bom estado de conservação todos os espaços exteriores destinados aos animais câmaras de recuperação e parques de voo procedendo-se a limpezas e a reparações frequentes no seu equipamento, designadamente nos poleiros e nas redes.

Em 2009 o CRASM funcionou com as seguintes instalações :

.

Sala Multiusos (acções de formação e de educação ambiental)

.

Sala de Trabalho

.

Enfermaria

.

2 Salas de Internamento (8 jaulas)

.

8 Câmaras de Recuperação (dimensão variável)

.

Parque de Voo com 20 m x 5,7 m (rapinas diurnas)

.

Parque de Voo com 9 m x 4,6 m (rapinas nocturnas)

.

Biotério (micromamíferos)

.

Sala de Frio/Congelação

.

Unidade de aquecimento de água

.

Arrecadação

. Unidade de aquecimento de água . Arrecadação PARQUE DE VOO PRINCIPAL Estabeleceu-se o número de

PARQUE DE VOO PRINCIPAL

Estabeleceu-se o número de 20 animais como indicador para a capacidade ideal de acolhimento simultâneo neste Centro, como se exemplifica em seguida:

8 no internamento (1/jaula), 8 na recuperação (1/câmara) e 4 no treino de voo

(2/parque).

Todavia e como já aconteceu no ano passado, em especial na época dos órfãos, sempre que seja necessário juntar vários animais no mesmo espaço e desde que daí não resultem prejuízos para a recuperação dos mesmos, considera-se que a capacidade máxima de acolhimento simultâneo é de 32 animais, como se exemplifica de seguida:

8 no internamento, 20 na recuperação (concentrações de 2 a 3 aves por câmara) e 4 no treino de voo.

Existe ainda um espaço reservado para um terceiro parque de voo, a ficar concluído em 2010, faltando a colocação da rede de cobertura e do equipamento para uso dos animais.

Aquele espaço tem 10 m x 5,7 m e colocará a capacidade máxima de acolhimento simultâneo nos 34 animais.

Como ficou claro nos números apresentados, considera-se que não deverão estar em cada parque de voo mais do que 2 animais de cada vez, pois só assim será possível acompanhar eficazmente o seu treino de readaptação à vida selvagem.

2.2. MATERIAL

O material (equipamento e consumíveis) disponível foi o suficiente para o cumprimento das tarefas de rotina, tais como a prestação dos primeiros socorros, o acompanhamento clínico e a alimentação diária dos animais.

clínico e a alimentação diária dos animais. CONTENÇÃO DE AVE A enfermaria esteve bem apetrechada de

CONTENÇÃO DE AVE

A enfermaria esteve bem apetrechada de fármacos e de outros consumíveis.

DE AVE A enfermaria esteve bem apetrechada de fármacos e de outros consumíveis. VISTA PARCIAL DA

VISTA PARCIAL DA ENFERMARIA

Registou-se também uma evolução satisfatória no capítulo do internamento, pois com a construção de 5 jaulas em PVC 2 pequenas, 4 médias e 1 grande (seccionável) dotou-se o Centro com equipamento minimamente adequado ao internamento de aves.

O internamento pode acolher em simultâneo 8 aves, atendendo a que a jaula maior

é divisível a meio.

As salas de internamento têm aquecimento.

Todavia, continuam a registar-se lacunas na capacidade de diagnóstico ao

nível

clínico, por falta dos equipamentos específicos necessários à enfermaria,

designadamente microscópio, centrifugadora e refractómetro.

O CRASM não dispõe de unidade de raios x e sempre que foi necessário

recorrer

a este meio de diagnóstico transportaram-se os animais a clínicas veterinárias (Torres

Vedras e Lisboa) com todos os inconvenientes para os animais daí decorrentes.

O CRASM não dispõe igualmente de sala de cirurgia. Para este efeito teve de recorrer-se de igual modo a uma clínica veterinária em Lisboa.

Falta igualmente uma sala de necrópsias, lacuna importante no rastreio de patologias e causas de morte.

Ao nível dos equipamentos de frio, de congelação e de aquecimento, a situação é satisfatória.

2.3. MEIOS

2.3.1. MEIOS HUMANOS

A equipa de trabalho que garantiu a execução das tarefas diárias foi constituída

exclusivamente por voluntários.

A impossibilidade de contratar funcionários foi uma constante ao longo de 2009.

A equipa regular de trabalho foi constituída por um coordenador (também com

funções de tratador), 2 médicos veterinários e 4 tratadores, que se distribuíram pelos dias da semana, tendo em conta as disponibilidades individuais.

Por este motivo não foi possível estabelecer um horário de abertura, atendendo a que em dois ou três dias por semana os voluntários não puderam permanecer mais do que o tempo estritamente necessário à adequada alimentação dos animais.

Além dos elementos da equipa regular, o Centro contou, sempre que necessário, com o serviço prestado por um anilhador, funcionário do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros.

Assinala-se aqui a grande dificuldade em incorporar voluntários que garantam um elevado compromisso em termos de tempo de permanência.

A localização do Centro de Recuperação não será alheia a este facto, pois está afastado dos principais centros populacionais da zona.

Só com a contratação (a tempo inteiro) de um tratador será viável estabelecer um horário de abertura.

A grande parte dos voluntários não permaneceram mais do que períodos de dois ou três meses e nem sempre de modo contínuo.

de dois ou três meses e nem sempre de modo contínuo. TAREFAS RELACIONADAS COM A ANILHAGEM
de dois ou três meses e nem sempre de modo contínuo. TAREFAS RELACIONADAS COM A ANILHAGEM

TAREFAS RELACIONADAS COM A ANILHAGEM DE AVES

A equipa de trabalho regular foi constituída pelos seguintes elementos:

FUNÇÃO

NOME

RESIDÊNCIA

Coordenador

José Bernardo

Cadaval

Médico Veterinário

Hugo Lopes

Lisboa

Médica Veterinária

Alexandra Azevedo

Cadaval

Tratador

Fernando Lopes

Torres Vedras

Tratador

Artur Varges

Cadaval

Tratador

José Pereira

Cadaval

Tratadora

Ana Pascoal

Cadaval

Anilhador

Francisco Barros

Cadaval

2.3.2. MEIOS MATERIAIS

Descrita que está a situação geral ao nível dos equipamentos e consumíveis, no que concerne aos meios materiais importa falar em dois tipos de índole diferente:

meios de transporte dos animais e meios financeiros de suporte da actividade.

Quanto aos meios de transporte, o CRASM não dispõe de veículo próprio, sendo utilizados veículos particulares nas deslocações regulares dos voluntários e no serviço de transporte de animais e de alimentos.

Em 2009 o Centro contou com duas Licenças de Transporte de animais emitidas pelo ICNB, uma para o coordenador e a outra para o médico veterinário.

Devido aos escassos meios financeiros, não foi ainda possível adquirir todos os equipamentos necessários, contratar funcionários (veterinário e tratador), adquirir viatura ou construir as valências em falta sala do biotério, sala de cirurgia, sala de necrópsias e 3º parque de voo.

Todavia, os recursos disponíveis foram geridos com grande racionalidade, equilibrando os gastos fixos de funcionamento com investimentos pontuais na requalificação das instalações, numa perspectiva de sustentabilidade financeira nunca inferior a seis meses.

2.3.3. MEIOS DE COMUNICAÇÃO

Foram utilizados vários meios para promover a actividade do Centro junto de diversas entidades e da população em geral, dos quais se destacam os seguintes:

Contactos directos com instituições e cidadãos

A equipa de trabalho tomou a iniciativa de contactar cidadãos e entidades com o objectivo de apresentar o projecto em todas as suas vertentes.

Desta iniciativa resultaram alguns apadrinhamentos de animais, bem como um subsídio por parte da Câmara Municipal de Cadaval.

Recepção de visitantes

Foram recebidos três grupos escolares (dois do Cadaval e um de Santarém) e vários grupos familiares, perfazendo cerca de 100 pessoas.

Os visitantes foram recebidos na sala multiusos, onde está patente uma pequena exposição sobre fauna e flora da serra de Montejunto, tendo sido abordados os temas relacionados com o tratamento e a recuperação dos animais, com o seu papel ecológico e com a Conservação da Vida Selvagem em geral.

Procurou-se sempre avaliar o nível de conhecimentos dos visitantes naquelas áreas específicas sobretudo na presença de grupos escolares -, bem como a sua sensibilidade para os temas.

SALA MULTIUSOS O CRASM possibilitou também aos visitantes a observação de aves no interior de

SALA MULTIUSOS

O CRASM possibilitou também aos visitantes a observação de aves no interior de uma câmara de recuperação - destinada, alternadamente, a mocho galego (Athene noctua) e a peneireiro (Falco tinnunculus) -, através de uma escotilha de observação com vidro espelhado.

Esta observação é feita a partir da área restrita de visitação, pelo que não provoca perturbação nos animais em recuperação.

Apenas às pessoas que apadrinham animais se possibilita a observação dos “afilhados” nos espaços de recuperação, sempre por breves momentos e em total silêncio neste caso também através de escotilhas de vidro espelhado.

Em alguns casos os padrinhos poderão assistir e mesmo participar em actividades de rotina, tais como a alimentação, a pesagem e tratamentos ligeiros na enfermaria.

a pesagem e tratamentos ligeiros na enfermaria. VISTA DO INTERIOR DA CÂMARA DE

VISTA

DO

INTERIOR

DA

CÂMARA

DE

RECUPERAÇÃO

ATRAVÉS

DA

ESCOTILHA

DE

OBSERVAÇÃO

 

. Libertação de animais

De um modo geral, as libertações realizadas constituíram eventos de educação ambiental, pois reuniram-se padrinhos e convidados em torno dessas actividades.

As libertações constituem o momento culminante de todo o trabalho efectuado, são o verdadeiro tónico para que todos colaboradores e padrinhos acreditem que vale a pena continuar, pois nesse momento todo o esforço e dedicação fazem sentido.

nesse momento todo o esforço e dedicação fazem sentido. LIBERTAÇÃO DE CORUJA DAS TORRES ( Tyto

LIBERTAÇÃO DE CORUJA DAS TORRES (Tyto alba)

e dedicação fazem sentido. LIBERTAÇÃO DE CORUJA DAS TORRES ( Tyto alba ) LIBERTAÇÃO DE AVES
e dedicação fazem sentido. LIBERTAÇÃO DE CORUJA DAS TORRES ( Tyto alba ) LIBERTAÇÃO DE AVES

LIBERTAÇÃO DE AVES PELOS PADRINHOS

Na generalidade, as cerca de 90 pessoas que presenciaram as libertações manifestaram-se agradadas com o acontecimento, com especial relevo para os padrinhos pelo que uma grande percentagem se mostrou interessada em voltar a apadrinhar.

Elementos da equipa do SEPNA (GNR) de Alenquer participaram também numa libertação de mochos galegos ( Athene noctua) realizada em Montejunto.

A inclusão dos elementos do SEPNA nessas acções é aconselhável, não só porque são elos fundamentais na rede nacional de recolha e recuperação de fauna, mas também como incentivo à continuação do seu valioso trabalho.

Em 2009 realizaram-se 12 acções de libertação de animais.

2009 realizaram-se 12 acções de libertação de animais. ELEMENTO DO SEPNA (GNR) NA LIBERTAÇÃO . Página

ELEMENTO DO SEPNA (GNR) NA LIBERTAÇÃO

. Página do CRASM no sítio da Quercus-ANCN

A página do Centro no sítio da Quercus-ANCN afigura-se como um factor

indispensável

frequência, permite disponibilizar muita informação a um universo alargado de

cidadãos.

projecto, pois sendo actualizada com alguma

na

divulgação

do

Em 2009 registou-se um número considerável de contactos resultantes da visitação dessa página, sobretudo de cidadãos que encontraram animais e pretenderam entregá- los ao cuidado do CRASM.

. Campanha de Apadrinhamento de animais de iniciativa da Quercus-ANCN

A campanha de apadrinhamento de animais que decorreu por iniciativa da

Quercus-ANCN, teve por base a internet e o jornal associativo.

Dessa campanha resultaram vários apadrinhamentos para o Centro.

Prevê-se para este ano a continuação da campanha.

3

FUNCIONAMENTO

3 FUNCIONAMENTO 3.1. ORGANIZAÇÃO INTERNA OBSERVAÇÃO DE UMA ÁGUIA DE ASA REDONDA ( Buteo buteo )

3.1. ORGANIZAÇÃO INTERNA

OBSERVAÇÃO DE UMA ÁGUIA DE ASA REDONDA (Buteo buteo)

Como já ficou bem patente, a falta de meios de suporte à actividade do CRASM, quer sejam humanos ou materiais, reflecte-se, não tanto nas tarefas diárias básicas, tais como a alimentação, o acompanhamento clínico ou a manutenção das infraestruturas, mas sobretudo na elevação do nível dos serviços prestados à fauna em recuperação, de onde se destacam a capacidade própria de diagnóstico ao nível clínico e a cirurgia.

O incremento da qualidade dos serviços prestados aos animais passará inevitavelmente pelo aumento da capacidade financeira (várias vezes superior à actual), o que se traduzirá no melhoramento dos recursos humanos bem como na aquisição de equipamentos.

Todavia é de louvar o empenho e a dedicação com que o pequeno grupo de voluntários levou a cabo as tarefas necessárias ao funcionamento do Centro, mesmo que numa situação de garantir os serviços mínimos, sem os quais não teria sido possível recolher, tratar e em muitos casos libertar animais selvagens.

3.2. PARCEIROS E PATROCINADORES

O CRASM é um dos três Centros geridos pela Associação Quercus-ANCN.

Deste modo beneficia dos Protocolos que a Associação assina com eventuais patrocinadores para efeitos de financiamento dos seus Centros.

Em 2009 continuou em vigor o Protocolo com o grupo de hipermercados Continente, de onde resultou um pequeno financiamento, bem como apoio alimentar para os animais e fornecimento de materiais e consumíveis.

A Câmara Municipal de Cadaval e a Junta de Freguesia de Vilar continuaram

como parceiros deste projecto, disponibilizando pequenos subsídios anuais.

3.3. EDUCAÇÃO AMBIENTAL

No capítulo da Educação Ambiental é de salientar o trabalho desenvolvido com a Escola Básica de Cadaval, quer na recepção de alguns grupos escolares quer na cedência de informação para a execução de trabalhos curriculares.

Esta parceria culminou no apadrinhamento de animais por parte dos alunos e na posterior libertação dos mesmos mediante uma acção de educação ambiental.

A este propósito foram libertadas em Junho no Cadaval duas aves mocho galego e águia de asa redonda-, perante alunos e professores da Escola EB 2-3.

Por outro lado, aproveitaram-se todas as visitas de grupos familiares ao Centro para efeitos de divulgação da temática ambiental e de Conservação da Vida Selvagem.

3.4. APADRINHAMENTOS

Os apadrinhamentos de animais constituíram um veículo importante de ligação à sociedade, pois foram entendidos pelas pessoas como sendo uma ocasião privilegiada de contribuírem para a preservação da Biodiversidade.

O acto de apadrinhamento é confirmado pelo CRASM mediante a emissão do

respectivo Certificado.

Foram apadrinhados 15 animais por um total de 22 padrinhos.

A maioria dos animais apadrinhados foram

juvenis órfãos queda do ninho

sendo o mocho galego (Athene noctua) a espécie mais beneficiada.

ninho – sendo o mocho galego ( Athene noctua ) a espécie mais beneficiada. MOCHOS GALEGOS

MOCHOS GALEGOS (Athene noctua) JUVENIS

Neste tema convém sublinhar o papel desempenhado pela turma do 6ºA da escola básica EB-23 de Cadaval que se empenhou na divulgação da actividade do CRASM no interior da escola, tendo essa iniciativa culminado com o apadrinhamento de animais.

É igualmente de realçar o papel dos apadrinhamentos como importante fonte de receitas para o Centro, representando cerca de 15 % do total de receitas disponíveis em 2009.

4

RESULTADOS

4 RESULTADOS 4.1. INGRESSOS GANSO PATOLA JUVENIL ( Morus bassanus ) Os animais ingressados em 2009

4.1. INGRESSOS

GANSO PATOLA JUVENIL (Morus bassanus)

Os animais ingressados em 2009 foram exclusivamente aves.

Todos os exemplares ingressaram vivos, se bem que um pequeno número entrou em estado terminal.

O cômputo geral é o seguinte:

1. Animais que transitaram de 2008

8

2. Animais que ingressaram em 2009

50

3. Total de animais tratados

58

As aves de rapina totalizaram 50 % das espécies e 78 % dos animais ingressados.

ESPÉCIE 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Accipiter gentilis Accipiter nisus
ESPÉCIE
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Accipiter gentilis
Accipiter nisus
Apus apus
Aquila pennata
Athene noctua
Buteo buteo
Ciconia ciconia
Clamator glandarius
Corvus corone
Cuculus canorus
Elanus caeruleus
Falco tinnunculus
Garrulus glandarius
Milvus migrans
Morus bassanus
Oceanodroma sp.
Pica pica
Strix aluco
Turdus merula
Tyto alba
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10

Rapinas DiurnasTurdus merula Tyto alba 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Rapinas Nocturnas

Rapinas NocturnasTyto alba 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Rapinas Diurnas Aves Marinhas

Aves Marinhas2 3 4 5 6 7 8 9 10 Rapinas Diurnas Rapinas Nocturnas Passeriformes Outros GRÁFICO

Passeriformes4 5 6 7 8 9 10 Rapinas Diurnas Rapinas Nocturnas Aves Marinhas Outros GRÁFICO Nº

Outros6 7 8 9 10 Rapinas Diurnas Rapinas Nocturnas Aves Marinhas Passeriformes GRÁFICO Nº 1 –

12

10

8

6

4

2

0

12 10 8 6 4 2 0 1° Trimestre 2° Trimestre 3° Trimestre 4° Trimestre GRÁFICO

1° Trimestre

2° Trimestre

3° Trimestre

4° Trimestre

GRÁFICO Nº 2 DISTRIBUIÇÃO ANUAL DOS INGRESSOS

Como se constata pela leitura do gráfico anterior, a entrada de animais ao longo do ano revela-se bastante irregular.

O 2º trimestre é o que regista o maior número de ingressos e mostra um

pico acentuado no mês de Junho, fruto da entrada de órfãos (queda do ninho),

sobretudo mocho galego (Athene noctua) e coruja das torres (Tyto alba).

O 3º trimestre é o que detém uma maior regularidade, registando uma

grande diversidade de causas de ingresso.

É também de assinalar o facto de não se ter verificado qualquer entrada nos meses de Fevereiro, Março e Abril.

4.2. MORTALIDADE

25

20

15

10

5

0

Fevereiro, Março e Abril. 4.2. MORTALIDADE 25 20 15 10 5 0 Mortos Mortos até ao

Mortos

Mortos até ao 2º Mortos até ao 1º Mortos após o 1º

mês

dia

mês

GRÁFICO Nº 3 ANIMAIS MORTOS

.

Animais mortos

24

.

Animais mortos até ao 2º dia

8

.

Animais mortos no 1º mês

15

.

Animais mortos após o 1º mês

1

4.3. DESTINO

 

Animais Libertados

Os animais libertados totalizaram 40 transitados de 2008.

%

do

total de animais ingressados e

25

20

15

10

5

0

% do total de animais ingressados e 25 20 15 10 5 0 MORTOS TRANSFERIDOS LIBERTADOS

MORTOS

TRANSFERIDOS

LIBERTADOS

TRANSITADOS

GRÁFICO Nº 4 DESTINO DOS ANIMAIS

.

Animais libertados

23

.

Animais transferidos

5

.

Animais que transitaram para 2010

6

.

Animais mortos

24

 

8

7

7

6

5

4

3

2

1

0

 

Accipiter gentilisAthene noctua Buteo buteo Corvus corone

Falco

Garrulus

Milvus migrans

Strix aluco

Tyto alba

 

tinnunculus

glandarius

 

GRÁFICO Nº 5 ANIMAIS LIBERTADOS

 

.

Mocho galego (Athene noctua)

8

.

Coruja das torres (Tyto alba)

3

.

Águia de asa redonda (Buteo buteo)

3

.

Peneireiro (Falco tinnunculus)

3

.

Coruja do mato (Strix aluco)

2

.

Açor (Accipiter gentilis)

1

.

Milhafre preto (Milvus migrans)

1

.

Gralha preta (Corvus corone)

1

.

Gaio (Garrulus glandarius)

1

TOTAL

23

Animais Transferidos

Dos 5 animais transferidos, 4 (2 açores, 1 águia calçada e 1 peneireiro cinzento) foram considerados irrecuperáveis e entregues ao cuidado dos serviços do ICNB para transporte e colocação.

O restante, um ganso patola juvenil, recuperável, foi transportado para o CRAM- Quiaios para completar a recuperação, atendendo à falta de instalações no CRASM especialmente vocacionadas para aves marinhas.

Animais que transitaram para 2010

Dos 6 animais que transitaram, apenas 1 gavião (Accipiter nisus) é considerado irrecuperável.

Animais mortos

Dos 24 animais que sucumbiram no CRASM, 6 foram eutanasiados, após ter sido constatado o estado terminal e de sofrimento em que se encontravam.

4.4. CAUSAS

16

14

12

10

8

6

4

2

0

em que se encontravam. 4.4. CAUSAS 16 14 12 10 8 6 4 2 0 Cativeiro

Cativeiro

Colisão

Debilidade

Disparo

Queda/ninho

GRÁFICO Nº 6 CAUSAS DE INGRESSO

Outros

.

Colisão

16

.

Queda do ninho

14

.

Debilidade

8

.

Cativeiro

6

.

Disparo

4

.

Outros

2

4.5. ENTIDADES ENTREGADORAS E PROVENIÊNCIA

25 20 15 10 5 0 Ass. PATO Particulares PNSAC SEPNA
25
20
15
10
5
0
Ass. PATO
Particulares
PNSAC
SEPNA

GRÁFICO Nº 7 ENTIDADES ENTREGADORAS

.

SEPNA

 

21

.

Particulares

20

.

PNSAC (Parque)

5

.

Associação PATO

4

40

35

35

30

25

20

15

10

5

0

 

Évora

Faro

Leiria

Lisboa

Santarém

GRÁFICO Nº 8 DISTRITOS DE PROVENIÊNCIA DOS ANIMAIS

.

Lisboa

38

.

Leiria

5

.

Santarém

 

5

.

Évora

1

.

Faro

1

4.6. ESTATUTO DE AMEAÇA

De todas as espécies que ingressaram, o açor (Accipiter gentilis) é a que tem o estatuto de ameaça mais elevado (VU).

Ingressaram em 2009 no CRASM 6 açores, sendo aqueles

oriundos dos seguintes

concelhos: Torres Vedras (4), Alcobaça (1) e Caldas da Rainha (1).

Torres Vedras (4), Alcobaça (1) e Caldas da Rainha (1). AÇOR ( Accipiter gentilis ) O

AÇOR (Accipiter gentilis)

O destino dos açores foi o seguinte:

.

mortos

3

.

libertados

1

.

transferidos

1

.

transitaram p/ 2010

1

JUVENIL

O açor transferido havia sido considerado irrecuperável, tendo sido encaminhado para o ICNB para efeitos de transporte e colocação.

No total foram transferidos 2 açores, um dos quais havia ingressado em 2008.

Quanto ao açor libertado, tratava-se de uma fêmea.

5 OBJECTIVOS FUTUROS

CORUJAS DAS TORRES ( Tyto alba ) JUVENIS A enumeração dos objectivos para o futuro

CORUJAS DAS TORRES (Tyto alba) JUVENIS

A enumeração dos objectivos para o futuro é um exercício que envolve um conjunto de variáveis nem sempre fáceis de compatibilizar.

Essas variáveis vão desde a ambição colectiva em desenvolver um projecto bem estruturado em todas as suas valências, até às limitações práticas previsíveis - que os constrangimentos financeiros impõem.

2010 um patamar financeiro

necessariamente superior ao do ano findo, afigura-se viável fazer uma série de

investimentos com vista ao incremento da qualidade do trabalho a realizar.

Em

todo

o

caso

e

desde

que

se

atinja

em

Assim, constituem objectivos prioritários do CRASM para 2010:

.

Concluir a construção da nova sala do biotério

.

Reformular a Enfermaria

.

Reformular o espaço de preparação de alimentos

.

Melhorar os recintos de colocação do alimento nos parques de voo

.

Construir o 3º parque de voo (10 m x 5,5 m)

.

Aumentar o número de animais libertados

.

Aumentar o número de animais apadrinhados

.

Ampliar a equipa regular de voluntários

.

Angariar um Patrocinador de base

São objectivos de fundo para 2010 e anos seguintes:

.

Contratação de um tratador e de um médico veterinário

.

Adquirir os equipamentos em falta para a enfermaria

.

Construir a sala de cirurgia

.

Construir a sala de necrópsias

.

Criar uma equipa de Educação Ambiental

.

Criar condições de alojamento para estagiários

.

Instalar um sistema de vídeo-vigilância nos parques de voo

.

Criar um Pólo de Recepção de Fauna em local a definir

.

Criar um Blog

A lista dos objectivos acima enumerados representa, em suma, o Programa

preliminar do CRASM para 2010.

Os objectivos prioritários reúnem o conjunto das necessidades mais urgentes e cuja

concretização se afigura possível para este ano, pois trata-se quer de pequenas obras quer de acções de promoção da nossa actividade, ao alcance da actual equipa de trabalho.

No que se refere à angariação de um Patrocinador de base ou patrocinadores -, item talvez mais difícil de concretizar, contamos também com o papel activo da Quercus ANCN.

Os objectivos de fundo são igualmente importantes e significam uma enorme mais valia, estando todavia mais distantes, pois implicam um investimento de considerável dimensão, dependente da angariação de patrocínios.

6

CONCLUSÕES

PENEIREIRO ( Falco tinnunculus ) A principal conclusão a retirar da actividade do CRASM no

PENEIREIRO (Falco tinnunculus)

A principal conclusão a retirar da actividade do CRASM no ano findo é, sem dúvida, a grande falta de meios humanos e materiais com que o projecto se tem deparado, o que cria uma atmosfera de incerteza quanto ao futuro e não permite, de forma coerente, calendarizar metas de funcionamento.

Todavia 2009 foi um ano em que se registou um numero total de ingressos bastante superior a 2008 (117 % de aumento), fruto de uma maior promoção da actividade do CRASM junto das entidades e da sociedade em geral.

Para este incremento contribuíram vários factores, dos quais se salientam os que consideramos mais marcantes:

contactos directos estabelecidos pelos membros da equipa de trabalho. página do CRASM no sítio da Quercus-ANCN, a qual facilitou enormemente o acesso à informação por parte das pessoas.

Considerando a totalidade dos ingressos de 2009 tendo também presentes os de 2008 afigura-se evidente que são as aves os destinatários quase exclusivos dos serviços prestados pelo Centro, pois em dois anos de actividade apenas ingressou um mamífero uma raposa (Vulpes vulpes).

Apesar de tudo, com a actual estrutura, o CRASM tem capacidade para receber um maior número de animais, numa lógica de prestação dos serviços mínimos que a recuperação dos animais exige.

É pois pertinente continuar o esforço de divulgação da actividade na área territorial que envolve o CRASM, considerando-se prioritários os seguintes concelhos:

Cadaval, Alenquer, Bombarral, Torres Vedras, Lourinhã, Caldas da Rainha e Peniche.

Neste espaço geográfico estão sedeadas 3 equipas do SEPNA Alenquer, Caldas da Rainha e Torres Vedras -, sendo o CRASM o local de entrega de animais mais adequado para aquelas equipas.

Em complemento da actividade principal, o CRASM tem um espaço potencial de intervenção na área da Educação Ambiental, sobretudo na vertente da Conservação da Vida Selvagem, sendo as escolas básicas e secundárias as destinatárias por excelência.

A este propósito serão desenvolvidos conteúdos em meio informático para efeitos de apresentação do CRASM e de promoção das actividades da Conservação da Vida Selvagem.

7

ANEXOS

7 ANEXOS MILHAFRE PRETO ( Milvus migrans ) 7.1. ANIMAIS INGRESSADOS LISTAGEM POR ESPÉCIES (por número

MILHAFRE PRETO (Milvus migrans)

7.1. ANIMAIS INGRESSADOS

LISTAGEM POR ESPÉCIES (por número de ingressos)

.

Mocho galego (Athene noctua)

9

.

Águia de asa redonda (Buteo buteo)

7

.

Açor (Accipiter gentilis)

6

.

Coruja das torres (Tyto alba)

6

.

Peneireiro (Falco tinnunculus)

5

.

Águia calçada (Aquila pennatus)

2

.

Gralha preta (Corvus corone)

2

.

Milhafre preto (Milvus migrans)

1

.

Peneireiro cinzento (Elanus caeruleus)

1

.

Gavião (Accipiter nisus)

1

.

Coruja do mato (Strix aluco)

1

.

Cegonha branca (Ciconia ciconia)

1

.

Andorinhão preto (Apus apus)

1

.

Cuco (Cuculus canorus)

1

.

Cuco rabilongo (Clamator glandarius)

1

.

Pega rabuda (Pica pica)

1

.

Melro (Turdus merula)

1

.

Gaio (Garrulus glandarius)

1

.

Ganso patola (Morus bassanus)

1

.

Painho de cauda furcada (Oceanodroma)

1

TOTAL

50

.

Número de espécies

20

7.2. LIBERTAÇÕES

AVES DE RAPINA

REGISTO DAS LIBERTAÇÕES

 

ANILHA Nº

Libertação

002.

Milhafre Preto

---------

Montejunto 20/09/08

011.

Mocho Galego

K005306

Montejunto 29/11/08

013.

Coruja das Torres

M013892

Montejunto 29/11/08

014.

Coruja das Torres

M013891

Montejunto 29/11/08

015.

Mocho Galego

K005305

Montejunto 29/11/08

016.

Milhafre Preto

M013893

Montejunto 24/05/09

012.

Mocho galego

K005307

Cadaval 18/06/09

019.

Águia d’asa redonda

M013894

Cadaval 19/06/09

033.

Mocho galego

K005308

Montejunto 25/07/09

035.

Mocho galego

K005309

Montejunto 25/07/09

036.

Mocho galego

K005310

Montejunto 25/07/09

037.

Mocho galego

K005311

Montejunto 25/07/09

034.

Coruja das torres

M013896

Montejunto 15/08/09

031.

Águia d’asa redonda

M013895

Montejunto 22/08/09

038.

Mocho galego

K005315

Montejunto 19/09/09

039.

Mocho galego

K005314

Montejunto 19/09/09

040.

Mocho galego

K005313

Montejunto 19/09/09

045.

Coruja das torres

M013897

Lamas/Cdv 19/09/09

046.

Coruja das torres

M013899

Lamas/Cdv 19/09/09

048.

Águia d’asa redonda

M013890

Montejunto 19/09/09

017.

Peneireiro

K005316

Montejunto 27/09/09

064.

Peneireiro

K005318

Montejunto 26/11/09

065.

Peneireiro

K005317

Montejunto 26/11/09

007.

Coruja do mato

M032401

Montejunto 29/11/09

058.

Coruja do mato

M013900

Montejunto 29/11/09

059.

Açor

M032402

Montejunto 07/12/09

7.3. QUADRO DE RESULTADOS

   

TOTAL DE

     

CLASSE

ESPÉCIE

INGRESSOS

CAUSAS

DESTINO

ENTIDADES

AVES

   

Debilidade:1

Libertados:1

SEPNA:2

Colisão:3

Transferidos:2

Particulares:2

Accipiter gentilis

6

+ 1*

Disparo:1

Morte:3

PNSAC: 1

 

Cativeiro:1

Transitados:1

ONGA:1

Accipiter nisus

 

1

Colisão

Irrecuperável

SEPNA

Apus apus

 

1

Queda/ninho

Morte

Particular

   

Queda/ninho:7

Libertados:8

SEPNA:2

Athene noctua

9

+ 1*

Colisão:1

Morte:2

Particulares:6

 

Debilidade:1

 

PNSAC: 1

   

Debilidade:3

Libertados:3

SEPNA:2

Buteo buteo

7

+ 2*

Cativeiro:2

Morte:5

Particulares:3

 

Colisão:2

Transitado:1

ONGA:2

Ciconia ciconia

 

1

Colisão

Eutanásia

SEPNA

Clamator glandarius

 

1

Colisão

Morte

SEPNA

Corvus corone

 

Cativeiro: 1

Libertados: 1

SEPNA: 1

corone

 

2

Colisão: 1

Eutanásia: 1

PNSAC: 1

Cuculus canorus

 

1

Colisão

Morte

SEPNA

Elanus caeruleus

 

1

Colisão

Transferido

SEPNA

   

Cativeiro:1

Libertados:3

SEPNA:3

Falco tinnunculus

5

+ 2*

Colisão:1

Morte:3

Particulares:2

 

Debilidade:3

Transitado:1

 

Garrulus glandarius

 

1

Cativeiro

Libertado

SEPNA

   

Colisão:2

Transferido:1

SEPNA:1

Hieraaetus pennatus

 

2

 

Morte:1

Particular:1

     

Libertado:1

 

Milvus migrans

1

+ 1*

Colisão

Morte:1

PNSAC

Morus bassanus

 

1

Debilidade

Transferido

SEPNA

Oceanodroma sp.

 

1

Debilidade

Morte

Particular

Pica pica

 

1

Debilidade

Morte

Particular

Strix aluco

1

+ 1*

Colisão

Libertados:2

ONGA

Turdus merula

 

1

Queda/ninho

Morte

SEPNA

   

Queda/ninho:3

Libertados:3

SEPNA:4

Tyto alba

 

6

Colisão:3

Morte:1

Particulareres:1

   

Transitados:2

PNSAC: 1

 

TOTAL

50 + 8*

 

Todos os ingressos correspondem a animais vivos. Os números c/ asterísco (1*) correspondem a animais que transitaram de 2008, sendo contabilizados apenas na coluna "DESTINO"

Tojeira, 28 de Fevereiro de 2010

O Coordenador:

José Bernardo

O Médico Veterinário:

Hugo Lopes

José Bernardo O Médico Veterinário: Hugo Lopes Associação Nacional de Conservação da Natureza Junta de

Associação Nacional de Conservação da Natureza

Junta de Freguesia de Vilar