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Uma Aventura do D.

Quixote e Sancho Pança numa Ilha

Era uma vez um menino chamado Sancho Pança que não se lembrava de nada nem
de quem era e nem sabia a sua idade. Ele era um menino numa ilha, só, sem mais
ninguém, só ele e uma ilha poluída. Um dia, quando acordou, disse:

- Onde estou? Porque é que tenho a roupa rasgada? Bem, mas…comparado com a
ilha, se houvesse um concurso dos mais mal vestidos, eu ficava em segundo lugar…Bolas,
esta ilha está um caos, vai ficar na história das ilhas mais poluídas do mundo.

O Sancho Pança decidiu ir caminhar para perceber o que se passava com aquela ilha
e avistou um Sr. a chorar. Resolveu falar com ele:

- O que se passa? – perguntou o Sancho Pança.

O senhor respondeu-lhe:

- Acho que antes de te explicar o que quer que seja que me está a fazer chorar,
devemos apresentar-nos porque eu não te conheço e, no meu tempo, as pessoas que não
se conheciam, não se falavam. Eu chamo-me D. Quixote e tu?

O Sancho Pança respondeu:

- Eu chamo-me Sancho Pança.

Os dois resolveram fazer uma saudação cordial e, em seguida, o D. Quixote começou


a explicar ao Sancho Pança os motivos que o faziam estar a chorar.

- Sabes, eu estou assim porque esta ilha está cheia de lixo e eu, sozinho, não consigo
limpá-la.

O Sancho Pança percebeu perfeitamente o que o D. Quixote estava a sentir até


porque, ele próprio já tinha sentido o mesmo. Depois pensou e disse:

- Então eu ajudo-te, juntos talvez já se consiga fazer alguma coisa por esta ilha. – fez
uma pausa a escutar um som lá longe e perguntou: - de onde vem este barulho?

O D. Quixote respondeu-lhe:

- Não sei, desde que aqui cheguei que ouço este som mas não consigo ver nada que
faça um som assim. Mas vamos então começar a limpar a ilha.

E assim foram os dois juntos, na tentativa de limpar e melhorar o aspecto daquela


ilha. De repente, D. Quixote avistou uma linda borboleta e foi atrás dela mas, não era uma
borboleta qualquer, ela podia falar e disse:

- Olá D. Quixote, eu sou a Dulcineia, e tu?

O D. Quixote respondeu:

- Eu sou o D. Quixote e tu és muito bonita.

- Obrigada! – disse a Dulcineia.

- Agora tenho de me ir embora, para limpar a ilha – disse o D. Quixote enquanto se ia


embora.
Certo dia, um menino chamado Pedro apareceu nessa ilha, encontrou o D. Quixote e
o Sancho Pança e perguntou:

- Olá, quem são vocês? O que fazem aqui nesta ilha?

D. Quixote respondeu:

- Nós andamos a atravessar o universo e a tentar limpar todas as zonas poluídas.

O Pedro, admirado com aquela resposta, perguntou:

- Para quê?!

Aí, o Sancho Pança interveio e respondeu:

- Nós queremos esta ilha limpa porque não sabemos como viemos aqui parar e, se
tivermos que ficar aqui para sempre, queremos viver num ambiente despoluído. Esta é a
nossa batalha.

O Pedro, mais uma vez espantado e com uma cara estranha, disse:

- Mas vão limpar a ilha para quê se ela já está limpa.

Aí, já um pouco enfurecidos e sem perceber o que se passava, olharam em volta e


repararam que realmente, já tudo se encontrava limpo. Após uma pausa perguntaram:

- Mas quem é que limpou tudo isto e tão depressa?

O Pedro, rapidamente, respondeu:

- Foi a borboleta especial, a Dulcineia, ela tem poderes. Primeiro, quando a vi, ela era
muito feia, mas rapidamente me enfeitiçou e agora parece-me linda, das coisas mais
bonitas que já alguma vez vi.

D. Quixote e Sancho Pança abraçaram o Pedro e convenceram-no a, juntos, irem à


procuram da Dulcineia, agradecer-lhe por tudo o que tinha feita pela ilha onde eles iriam,
provavelmente, morar para todo o sempre.

Quando a encontraram, o D. Quixote mostrou a sua faceta mais enganadora, porque


ao chegar, em vez de agradecer à Dulcineia, fez-lhe a seguinte proposta:

- Queres casar comigo?

No entanto, as intenções do D. Quixote eram as mesmas que as da Dulcineia, que


aceitou casar com ele dizendo:

- Claro que quero casar contigo porque tu lutas por um mundo melhor e mais limpo e
eu também, além disso, és muito bonito!

O Sancho Pança e o Pedro foram ao casamento deles e desde essa data, aquela ilha
nunca mais ficou poluída.

Grupo 1 – Vanessa, Ana, Daniel Mendes, André Barbosa, Daniela Correia e Ruben
Coelho.
Uma Aventura de D. Quixote e Sancho Pança no século XXI

O D. Quixote e o Sancho Pança estavam no século XXI e passaram pela serra


quando se deparam com um moinho de vento a fazer barulho mas, na verdade, não
sabiam se era o vento a bater contra as árvores. O D. Quixote disse:

- Olha, fiel companheiro, olha um monstro com bigodes a rodar.

- Sim, é verdade, temos de combater contra ele! – disse o Sancho Pança.

Foram em direcção aos moinhos de vento e tentaram combatê-los mas acabaram por
perceber que os bigodes rodavam com o vento e que não estavam a tentar combater
ninguém. Ficaram a apreciar e a tentar perceber o que faziam aqueles moinhos pois, ainda
só conheciam moinhos para fazer farinha.

Passado algum tempo, passou por ali um mendigo e eles aproveitaram para
perguntar:

- Quem é o rei nesta terra? E porque é que ele mandou construir estes moinhos? Para
que servem?

O mendigo, antes de responder às questões deles, perguntou:

- O que é que eu ganho em troca dessas informações que me estão a pedir?

O D. Quixote respondeu:

- Ouro, ganhas muito ouro.

O Mendigo pensou na oferta deles, lembrou-se que hoje em dia, não é assim tão fácil
trocar ouro por dinheiro e era de dinheiro que ele precisava. No entanto, como aquelas
pessoas pareciam não perceber nada das coisas deste tempo, aceitou a oferta e
respondeu-lhes:

- Ok, não é um rei, é um presidente e chama-se José Sócrates! Agora o ouro, por
favor.

O D. Quixote, embora não tenha percebido a resposta do mendigo, honrou como


sempre fazia, o compromisso e entregou o dinheiro ao mendigo.

- Toma. – disse o D. Quixote.

Se já estavam confusos, depois da resposta do mendigo, ainda ficaram mais


confusos. Presidente? Mas que raio era isso? No entanto, resolveu fazer o que os fieis
cavaleiros faziam naquele tempo e espalhou por todas as terras que aquele “rei” era o
melhor “rei” do mundo.

Caminhando pela rua, o D. Quixote diz:

- O melhor rei do mundo é o José Sócrates.

Enquanto espalhava a mensagem que sempre aprendera, apareceu um menino,


chamado Júlio que perguntou:

- Então porquê?
- Porque inventou os monstros com bigodes a rodar que me parece que ajudam o
ambiente a ficar mais fresco – disse o Sancho Pança.

O Júlio ouviu aquilo e pensou que aquelas pessoas não percebiam mesmo nada de
nada de moinhos de vento nem para que é que eles serviam. Achou que a melhor solução
seria levá-los para conhecerem o Sócrates e talvez ele conseguisse explicar-lhes como
funcionavam os moinhos de vento. Ele disse-lhes:

- Eu levo-vos ao nosso presidente.

Chegados ao local onde se encontrava o Sócrates, o Júlio fez um sinal a D. Quixote


para lhe indicar que se encontravam à frente do presidente e foi explicando ao presidente
porque é que estavam ali. Entretanto, o D. Quixote disse para o Sócrates:

- Olá!

O Sócrates, depois de ouvir o que Júlio lhe disse, respondeu ao D. Quixote:

- Olá, o meu amigo disse que vocês gostaram muito dos moinhos de vento.

O D. Quixote, muito entusiasmado, respondeu:

- Sim, é verdade, foi uma maneira muito inteligente de tornar o ambiente mais
fresquinho.

O Sócrates ouviu a resposta e, embora não tenha ficado admirado porque o Júlio já
lhe tinha explicado o que eles pensavam sobre os moinhos, teve dúvidas se não estariam
a gozar com ele. No entanto, decidiu explicar-lhe:

- Os moinhos de vento não servem para refrescar o ambiente, servem para produzir
energia. Como as formas de energia naturais do planeta estão a esgotar-se, tentamos
aproveitar forças da natureza, como o vento, para produzir energia. Mas fico contente de
apesar de não terem percebido para que serviam, tenho apreciado os moinhos.

O Sancho Pança disse:

- Gostámos e agora ainda gostamos mais porque são muito importantes para o
planeta.

O Sócrates disse-lhes:

- Então, se gostaram tanto, vou-vos oferecer uma miniatura que tenho guardada há
muitos anos.

Como o D. Quixote já tinha o moinho, que para ele tinha sido um monstro com
bigodes a rodar, mostrou-o a toda gente dizendo que era uma coisa espantosa e que
ajudava o ambiente, produzindo electricidade. As pessoas olhavam-no de forma estranha
porque, para elas, isso não era novidade mas ele não se envergonhava pois, era como se
tivesse feito uma grande descoberta.

Grupo II – André Rodrigues – D. Quixote Pedro – Mendigo Júlio – Júlio

Daniel Batista – Sancho Pança Soraia – Narrador Daniela J – Sócrates


Uma Aventura do D. Quixote e do Sancho Pança na Serra da Estrela

Era uma vez dois cavaleiros chamados D. Quixote e Sancho Pança que foram à Serra
da Estrela e não sabiam onde estavam. De repente o Sancho Pança perguntou ao seu
chefe:

- Onde estamos?!

O D. Quixote respondeu-lhe:

- Não sei…talvez possamos perguntar àquele camponês que está ali.

Caminharam em direcção ao camponês e perguntaram-lhe o que queriam saber. O


Camponês respondeu:

- Estamos na Serra da Estrela. Querem conhecer as nossas redondezas?

O Sancho Pança responde-lhe:

- Claro que sim! Nunca estivemos num sítio assim, com tantas coisas ao alcance da
vista.

Começaram a caminhar e no meio do percurso viram bonecos de neve e começaram


a ouvir um barulho ao longe que parecia correntes de vento muito fortes. Não sabiam o
que era e também não conseguiam avistar de onde vinha o som porque estava muito
nevoeiro.

De repente, sem explicação, o nevoeiro desapareceu e apareceu um sol muito forte


que derreteu os bonecos de neve. Eles ficaram espantados com este acontecimento e
convenceram-se que foram eles que tinham conseguido destruir os bonecos de neve.

D. Quixote disse, de repente:

- Conseguimos vencer aqueles monstros brancos tão estranhos!

Sancho Pança, admirado com o barulho que ainda se ouvia, nem ligou ao grito de
vitória do D. Quixote e sussurrou:

- Chefe, eu ainda consigo ouvir aquele barulho que se ouvia lá longe.

O camponês, confuso com todas aquelas conversas, interrompeu e disse:

- Primeiro, não eram monstros, eram bonecos de neve que se derreteram com o calor
do sol. Segundo, não é barulho que ouvem, é o som produzido pelos moinhos de vento a
trabalhar, ou seja, a produzir energia. Vou levar-vos a conhecer estes moinhos.

D. Quixote e Sancho Pança seguiram-nos, admirados e confusos, até ao destino.

Chegados ao local, o Sancho Pança exclamou:

- Mas que raio de coisa tão grande!

E antes que mais alguém falasse, o moinho de vento ganhou vida e começou a falar e
disse:

- Sirvo para produzir energia e comigo não se polui o ambiente!


Ficaram todos espantados e perplexos a olhar para a enormidade daquele objecto
que tinha falado com eles e, no meio dessa distracção, apareceu uma mulher, vinda do
nada que lhes disse:

- Para além dos moinhos de vento, também devemos limpar o ambiente, as plantas
para que termos alimentos saudáveis e um clima equilibrado. Assim, temos o inverno onde
podemos fazer bonecos de neve e no verão eles derretem e as plantas crescem.

GRUPO III – Guilherme, Marta, Rúben Soares, Soumaya, João e Diogo