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#vorwerk #tipoftheweek portuguese : Translated by Vitor Cuccia

#vorwerk #tipoftheweek #1 (12- 3- 2014)

by Vitor Cuccia #vorwerk #tipoftheweek #1 (12 - 3- 2014) Tente usar side - chain num

Tente usar side - chain num gate no seu instrumento principal (lead). Assim, você terá mais controle da calda/da sustentação do som do seu instrumento.

#vorwerk #tipoftheweek #2 (19- 03- 2014)

#vorwerk #tipoftheweek #2 (19 - 03 - 2014) Pegue um sub bumbo. Alongue - o pela

Pegue um sub bumbo. Alongue- o pela metade to tempo, 4 vezes. Adicione u m pitchbend para baixo (bend pra baixo). Agora você terá o boom do sub. Reverse- o para ter o efeito de um low sweep riser. Ajuste- o com filtros, equalizadores e fade- ins como preferir.

#vorwerk #tipoftheweek #3 (27- 3- 2014)

#vorwerk #tipoftheweek #3 (27 - 3- 2014) Se voce usa reverbs & delay: Tente fazer 2

Se voce usa reverbs & delay:

Tente fazer 2 ou 3 que sejam bons e apenas use esses 2 ou 3 em sua musica. Então, desligue os efeitos de reverb & delay dos seus sintetizadores vst. Isso faz com que sua música fique menos embaçada/congestionada.

#vorwerk #tipoftheweek #4 (02- 04- 2014)

#vorwerk #tipoftheweek #4 (02 - 04 - 2014) Quando for mixar uma música a um certo

Quando for mixar uma música a um certo volume. Pegue uma música que você goste, deixe o botão do seu volume/fader em um certo ponto. Lembre - se do quão alto essa musica estava e tente mixar a sua musica de modo à atingir esse mesmo volume. No meu caso, eu sei o quão alto uma música deve estar quando o meu volume está em 5 minutos passados de 12. Mixar para atingir isso é outra história, mas esse é um ótimo guia.

#vorwerk #tipoftheweek #5 (09- 04- 14)

#vorwerk #tipoftheweek #5 (09 - 04 - 14) Vários Equalizadores vst permitem com que você equalize

Vários Equalizadores vst permitem com que você equalize os canais L e R separadamente. Se feito corretamente, fará seu som mais aberto, mais stereo.

#vorwerk #tipoftheweek #6 (16- 04- 2014)

#vorwerk #tipoftheweek #6 (16 - 04 - 2014) Tente utilizar um compressor multi - banda como

Tente utilizar um compressor multi - banda como um equalizador no seu instrumento principal (lead) e descubra o que acontece!

#vorwerk #tipoftheweek #7 (23- 04- 2014)

#vorwerk #tipoftheweek #7 (23 - 04 - 2014) Se você quer criar mais presença no seus

Se você quer criar mais presença no seus sons, coloque um reverb nele com um pre- delay curto e um reverb time curto.

#vorwerk #tipoftheweek #8 (30- 04- 2014)

#vorwerk #tipoftheweek #8 (30 - 04 - 2014) Quando estiver equalizando seus sons. É mais importante

Quando estiver equalizando seus sons. É mais importante o como eles soam na mix, em vez de “solo”/isoladamente. Corte todas as frequências que você não quer ouvir, mesmo se não ouvi - las.

#vorwerk #tipoftheweek #9 (07- 05- 2014)

#vorwerk #tipoftheweek #9 (07 - 05 - 2014) Bumbos (Kicks): Encontre um bumbo básico que tenha

Bumbos (Kicks):

Encontre um bumbo básico que tenha um som bom. Pode ser 909, algum “sample”, não importa. Certifique - se de que você o tenha no volume correto. Nem muito baixo, nem muito alto. Então, Em vez de comprimi - lo, tente colocar junto com esse bumbo um adicional (veja “adicional” abaixo) de o utro bumbo ou tom ou cowbell ou baixo ou qualquer outro som que você goste, que você gostaria de usar para acentuar, fazer seu bumbo sobressair na mix. Agora, essa parte adicional super pequena você pode mixar também. Tente distorção, Eq, filtros e veja o que acontece.

Adicional:

Ataque (da mais “tok”) / Decay (da mais presença) / Sustain e Release (da mais graves e uma sustento/calda maior).

#Vorwerk #Tipoftheweek #10Special

#Motivation (14- 05- 2014)

#Tipoftheweek #10Special #Motivation (14 - 05 - 2014) “Um bom chefe não precisa de receitas, mas

“Um bom chefe não precisa de receitas, mas sim de uma boa taça de vinho”

Fazer música é como cozinhar. O mais importante é o chefe, e não a cozinha. Não importa onde você mora ou quão pobre você seja. Ainda assim é possível fazer uma música “hit” no seu quarto. Tudo que você precisa é de uma boa idéia que o irá def inir e fazer você se sobressair em relação aos outros. O resto virá automáticamente.

#vorwerk #tipoftheweek #11 (21- 05- 2014)

#vorwerk #tipoftheweek #11 (21 - 05 - 2014) Se você quer uma mix mais alta você

Se você quer uma mix mais alta você terá que fazer sua mix soar mais aberta. #panning (posicionar certos instrumentos mais à L ou R ou ambos) #enhancing (reforço) #delays #reverbs Isso criará mais espaço para cada elemento da sua música. Também criaum pouco mais de “headroom” e mais possibilidades de aumentar o volume.

#vorwerk #tipoftheweek #12 (28- 05- 2014)

#vorwerk #tipoftheweek #12 (28 - 05 - 2014) Se você está tendo problemas com sua música

Se você está tendo problemas com sua música dando “clicks” / clipando durante sua produção (por causa do seu disco rígido). Faça um arquivo dos seus samples do seu projeto em uma pasta. Isso é uma opção que a maioria dos DAW’s tem. Depois disso, não terá mais pro blemas!

#vorwerk #tipoftheweek #13 (04- 06- 2014)

#vorwerk #tipoftheweek #13 (04 - 06 - 2014) Mixagem: Quando for mixar o vocal com a

Mixagem: Quando for mixar o vocal com a drop, certifique- se de diminuir o volume dos sintetizadores principais alguns dB. Assim, o vocal sempre vai se sobressair, mesmo nas partes mais congestionadas da música.

#vorwerk #tipoftheweek #14 (11- 06- 2014)

#vorwerk #tipoftheweek #14 (11 - 06 - 2014) Imagem Stereo: Essa é uma dica não convencional.

Imagem Stereo: Essa é uma dica não convencional. De um bounce no seu instrumento principal (de MIDI para audio). Duplique essa track. Filtre todos os graves (pelo menos tudo a baixo de 500Hz) da track duplicada. Coloque um “stereo enhancer” com um toque de hall reverb nele. E abaixe o volume totalmente. Agora, gentilmente mixe ele de volta até que sinta que tenha um som mais aberto/“wider”

#vorwerk #tipoftheweek #15 (18- 6- 2014)

Bumbo vs. Linha de Baixo

#15 (18 - 6- 2014) Bumbo vs. Linha de Baixo Se você fizer uma música centrada

Se você fizer uma música centrada numa linha de baixo você deve usar um bumbo mais curto. Assim, há mais espaço para o bai xo. Você não precisará necessariamente cortar os graves do bumbo por ele ser mais curto. Mas o bumbo se sobressai melhor se ele possui mais “tok” de 80 -

120Hz.

Depois de adicionar a sua linha de baixo e mixa - la com o que quer que seja que você use (compress ores, equalizadores, gates, sidechain, etc.) mas ainda não estiver satisfeito com os graves, você pode, dai, cortar tudo abaixo de 50 ou 60Hz dessa linha de baixo e adicionar uma pequena onda senoidal alterada abaixo dela com as mesmas notas midi e colocar um filtro lowpass nessa onda senoidal para apenas manter as frequências baixas. Normalmente isso faz com que soe muito mais quente e apertado.

Boa sorte!

#vorwerk #tipoftheweek #16 (25- 6- 2014)

Usando diferentes “camadas” (Layers) de Sintetizadores

Usando diferentes “camadas” (Layers) de Sintetizadores Dependendo da sua necessidade de usar diferentes camadas de

Dependendo da sua necessidade de usar diferentes camadas de sintetizadores, você pode usar isso como uma boa referência. Três camadas:

- ca mada de grave do baixo: use o mesmo ataque, decay, sustain e release do sintetizador principal. Para que eles estejam sincronizados. (Frequências 50Hz - 500Hz)

- Sintetizador Principal: Use o sintetizador que você acha que trará mais poder para o break ou a drop. (Frequências 500Hz - 5kHz).

- Som Característico: Som em torno das frequências mais altas que deixará o seu “lead” (instrumento principal) um pouco mais apimentado. Pode ser qualquer coisa, desde piano até um sino de igreja (5kHz para cima). Certifiqu e - se de que você está controlando o volume dessas três camadas e está misturando - as até que tenha um som poderoso e quente.

#vorwerk #ti poftheweek #17 (02- 07- 2014)

Efeitos interessantes.

poftheweek #17 (02 - 07 - 2014) Efeitos interessantes. Isso funciona melhor em vocais, mas pode

Isso funciona melhor em vocais, mas pode ser usado em tudo. Pegue um sample de audio. Reverse- o (assim ele será reproduzido de traz para frente). Aplique um longo reverb. Bounce o sample. E dai reverse- a novamente. Ótimo para introduzir melodias do break ou vocais.

#vorwerk #tipoftheweek #18 (09- 07- 2014)

Tendo controle d o processo de “mixdown”

07 - 2014) Tendo controle d o processo de “mixdown” Quando sua mix começa a ficar

Quando sua mix começa a ficar bagunçada, é uma boa idéia fazer uma mandada (criar um bus) com suas tracks. Tente manter as coisas organizadas, e divida sua mix entre, por exemplo: Bumbo / Beats (Percussão) / Baixo / Leads ( Instrumentos Principais) / Efeitos / Vocais. Assim, você controla facilmente o volume da sua mix (entre outras coisas), antes de entrar no mixbuss final.

#vorwerk #tipoftheweek #19 (16- 07- 2014)

Equalizando Meio - Lado (Mid - Side EQ) - Abrindo a imagem stereo (Stereo Widening) - Masterização

a imagem stereo (Stereo Widening) - Masterização Alguns EQ vst’s tem a funcionalidade “Mid - Side”

Alguns EQ vst’s tem a funcionalidade “Mid - Side” (Fabfilter Pro - Q, Ozone, Voxengo, etc). Is so dividirá o sinal entre Mid (Meio - todas as informações mono) e Side (Lado - todas as informações stereo). Assim você pode Equalizar separadamente as coisas mono das stereo. Você pode, por exemplo, dar um boost nos agudos das informaçōes stereo. Isso te dará um som mais aberto. É também mais fácil de cortar os graves dos LADOS (side) porém mantendo as do MEIO (mid). Assim você consegue criar mais foco nas frequências baixas daquele som. Você pode usar esta técnica muito bem enquanto estiver masterizand o, ou quando estiver criando camadas (layers) de sintetizadores. Tente comparar EQs normais com os Mid - Side EQs e ouça a diferença.

#Vorwerk #Tipoftheweek #20 #Special #Business (22- 07- 2014)

#Tipoftheweek #20 #Special #Business (22 - 07 - 2014) Hoje uma mensagem bem curta, porém uma

Hoje uma mensagem bem curta, porém uma das coisas mais importantes que podemos aprender:

Faça negócios com bom senso E faça música com compaixão Nunca mixe um com o outro!

(leia: “All you need to know about the music business”, Donald S Passman)

#Vorwerk #Tipoftheweek #21 (30- 07- 2014)

Mixando Vocais:

Mixar vocais é algo que não gosto muito. Porém, exsitem algumas coisas básicas que sigo.

muito. Porém, exsitem algumas coisas básicas que sigo. Compressão: Use um pouco de compressão para balancear

Compressão:

Use um pouco de compressão para balancear o volume da track. Por exemplo: com o Fabfilter Pro C você consegue ver o quanto está comprimindo e como os picos são comprimidos, o que pode ser bem conveniente.

Reverb:

Use reverb com um pre- delay que corresponda ao bpm da sua track. O pre- delay é para garantir que o vocal não fique “escondido” na sua mix. Para calcular o pre- delay correto, você pode usar esta fórmula:

60000 dividido pelo bpm. Para um bpm de 128, você usaria 469ms para uma semínima (1/4 ou quarter note). Mas eu prefiro a de semicolcheia (1/16 ou sixteenth note) = 117ms.

Delay:

Você pode usar a mesma fórmula para calcular o tempo do delay (ou use o botão sync do seu delay). Normalmente, um pouco de semínima delay (quarter note) da uma boa continuidade na sua track. Certifique- se de não colocar o feedback muito alto.

Eq:

Use EQ ao gosto. O “corpo” do vocal geralmente fica entre 200 e 500Hz. Pode cortar tudo abaixo de 80Hz.

#vorwerk #tipo ftheweek #22 (06- 08- 2014)

#vorwerk #tipo ftheweek #22 (06 - 08 - 2014) O básico de compressão paralela: Quando você

O básico de compressão paralela:

Quando você quiser que um som/instrumento/vocal ou um grupo ou a própria música inteira soe mais “gorda”/cheia, maior, você pode usar um truque chamado compressão paralela.

A idéia por trás desse truque é que você mantém a dinâmica dos picos mais altos, porém comprime drasticamente os volumes mais baixos do áudio.

Como fazer isso: mixe o sinal limpo, não toque nele e mande- o para um “bus” no qual você comprimirá drasticamente. Use ataques curtos e “releases” longos com bastante threshold (porém experimente para ver o que se encaixa melhor). Um longo “release time” garantirá que a compressão seja a mais “flat” (achatada) possível. Depois disso, mixe um pouco do sinal comprimido com o sinal li mpo até criar um som mais cheio/gordo sem afetar muito a dinâmica do som. Se você encontrar problemas de “phase”: Use “time delay compensation” (compensação de delay) ou coloque o mesmo compressor no sinal limpo, porém faça com que o compressor não esteja atuando.

#Vorwerk #Tipoftheweek #23 (13- 08- 2014)

#Vorwerk #Tipoftheweek #23 (13 - 08 - 2014) Eu recebi uma pergunta interessante do Scott Tredennick.

Eu recebi uma pergunta interessante do Scott Tredennick. Ele me perguntou como escolher o tom de uma música. Eu não tenho nenhum conhecimento musical a respeito de notas e etc. Porém eu normalmente escolho o tom da música baseado no objetivo que quero atingir com ela. Agora, isso é baseado na minha opinião, porém é assim que diferen cio geralmente:

G (Sol) = Acredito que esse tom carregue a maior energia para músicas mais “descoladas” (“da hora”), pesadas. F (Fá) = Também “descoladas” (“da hora”), porém pode - se aumentar as frequências baixas um pouco mais do que o normal.

E

(Mi) = Pa ra músicas baseadas em bumbos realmente baixos. A (Lá) = Para músicas mais emocionais e melódicas.

C

(Dó), D (Ré) e B (Si) = Mais para músicas comerciais, alegres.

Extra: Esses tons, porém menores, farão a música mais “triste”, mais “sombria”. Esses tons, porém maiores, farão a música mais alegre e aberta.

#Vorwerk #Tipoftheweek #24 (20- 08- 2014)

#Vorwerk #Tipoftheweek #24 (20 - 08 - 2014) Melhorando o bumbo (Kick): Olá a to dos!

Melhorando o bumbo (Kick):

Olá a to dos! Obrigado por se reunirem comigo novamente. Hoje tenho uma dica bem especial na qual você pode usar para melhorar/incrementar o seu bumbo para bigroom (bigroom kick). É uma dica bem difícil, porém prestem bastante atenção e tentem aplica - la até que con sigam acerta - la no projeto/drop. Eu entendo que haverá muitas pessoas que não entenderam po#$@ nenhuma do que estou falando. Porém para aqueles que entenderem, essa dica irá ajuda - los bastante.

Vamos supor que você tenha feito o seu bumbo para bigroom (bi groom kick), o qual tem duração de uma semínima (1/4 ou quarter note). Esse bumbo com certeza estará num tom. Agora, encontre um bom som de baixo que seja bem “gritty”/meio “sujo” (gritty bass sound) e coloque - o junto com o seu bumbo, no mesmo tom da músic a. Também com duração de uma semínima completa. Certifique - se de que o som do baixo não dure tanto usando um “lfo - pitch”.

Eles provavelmente não estão soando muito bem juntos. O seu bumbo de bigroom provavelmente já tem frequências baixas o suficiente. En tão comece por cortar as frequências mais baixas do baixo.

Depois, coloque uma “sidechain” reversa no seu bumbo. Assim, ele começa

“forte” e desaparece. Isso fará com que o seu bumbo fique mais “apertado” e curto.

Então, coloque uma “sidechain” normal no baixo.

Tente mixar o ponto de “crossover”/“cruzada” das duas sidechains para que o bumbo soe como uma coisa só. Experimente com esses pontos de cruzada e os graves do baixo até que soem corretos e os dois sons não estejam em conflito un com o outro.

Se ainda assim não for o suficiente, você pode adicionar um “vocal riding” (processo de automatizar o volume do vocal manualmente com o fader do seu DAW), depois do “hit” inicial do bumbo, ao seu baixo para dar uma sensação de maior dinâmica e swing. Experime nte com essa dica, é bem divertido!

#Vorwerk #Tipoftheweek #25 (27- 08- 2014)

#Vorwerk #Tipoftheweek #25 (27 - 08 - 2014) As vezes, adicionar uma “pi tada” de pitchbend

As vezes, adicionar uma “pi tada” de pitchbend em cada, ou em algumas notas, de sua drop/groove pode fazer com que seu som de “morto” para interessante! Uma “pitada”, eu digo >> veja a figura. E isso é numa escala de 12 notas. Mas faça experimentos com isso. Boa sorte, vejo vocês semana que vem!

#Vorwerk #tipoftheweek #26 (03- 09- 2014)

#Vorwerk #tipoftheweek #26 (03 - 09 - 2014) Uma dica sobre Equalização. Criando profundidade em sua

Uma dica sobre Equalização.

Criando profundidade em sua música: (muito importante!!)

Enquanto estiver mixando, não se esqueça da profundidade de sua mix, ao invés de somente se preocupar com o quão stereo e aberta ela está (Como se fosse uma mixagem 3D)

Cortar os agudos de algum audio/som fará com que ele apareça mais ao f undo de sua mix. Usando isso da maneira correta fará com que você consiga dar mais ênfase em um elemento do que no outro, sendo que esses dois elementos são de frequências fundamentais bem próximas.

Por exemplo bumbo (kick) vs baixo; ou vocais vs backing vocals; ou mixando guitarras; etc… Assim é possível enfatizar o que você desejar ter como instrumento principal, à frente de sua mix, ou naquela parte do spectrum.

#Vorwerk #tipoftheweek #27 (10- 09- 2014)

#Vorwerk #tipoftheweek #27 (10 - 09 - 2014) Compressão: Muitas pessoas me perguntam sobre o processo

Compressão:

Muitas pessoas me perguntam sobre o processo de compressão. O que fazer e o que não fazer!?

Primeiramente, uma visão geral. Com compressão conseguimos elevar o volume de elementos que estão baixo, e diminuir os picos desse som. Assim, reduzimos o “dynamic range” (alcance dinâmico), o que faz com que o som fique mais cheio/gordo. É como se você estivesse ouvindo alguma música em sua casa e diminuísse o teto, e elevasse o chão.

Os parâmetros básicos de um compressor são:

Attack: O quão rápido o compressor começa a comprimir Release: Por quanto tempo o audio precisa ser comprimido Ratio: O quão acentuada é sua compressão, sendo que um ratio de 10:1 seria como um teto (gráfi co totalmente na horizontal). Threshold: O quão baixa será a compressão/quantidade de compressão. Sendo que todo audio que atinja o threshold será comprimido. Make- up Gain: Quando comprimimos um audio, seu volume diminui. Com o “make- up gain” conseguimos recuperar o volume do audio como ele era antes de ser comprimido. Para mim, isso é muito importante porque somente assim podemos comparar se a compressão adicionou/alterou algo no áudio ou não.

Certifique- se de que o áudio está do mesmo volume com e sem o compressor.

Lembre - se de que quando comprimimos um áudio, estamos também dando um “boost” em regiōes que não necessariamente queremos, como por exemplo ruído de graves. Portanto use um equalizador com isso em mente.

Cada compressor tem seu próprio som característico. A única maneira de aprender isso é testando eles você mesmo. Você pode achar várias listas online de pessoas discutindo qual é o melhor compressor para certo instrumento/som ou mix em geral. Compressores (especialmente analógicos) criam efeitos de áudio que podem soar fantásticos e “apimentar” consideravelmente a sua mix, vocal ou instrumento/som. Compressores analógicos também te dão mais “headroom”. http://www.attackmagazine.com/features/top - 20- best- hardware- compressors- ever- made/20/

Pode- se usar compressão num som (bateria, guitarras, baixo, sintetizadores, vocais, etc), o que faz com que fiquem mais presente e cheio/gordo na sua mix. Pode- se usar para mudar o timbre/som característico do seu instrumento/som. Pode- se também ser usado como Limitador (“Limiter”). Pode ser usado para criar efeitos, como comprimindo mandadas com reverb e outras coisas nele. Pode ser usado para side - chain Pode- s e usar para aumentar o volume de sua música, como também deixa- la mais gorda/cheia. Provavelmente existem ainda mais coisas que podemos fazer com compressão.

Não conseguirei passar pra vocês nenhuma “ratio” específica porque isso difere de som para som, e é diferente também em cada mix. Porém, vou dar uma dica para vocês de não usá- lo além do necessário, a não ser que estejam querendo atingir um certo efeito. E lembrem - se de que nossos ouvidos se acostumam com o som comprimido bem rapidamente, portanto con tinuem comparando enquanto estão mixando, ou a mix pode ficar meio “embaçada”. Boa sorte!

#Vorwerk #Tipoftheweek #28 (17- 09- 2014)

#Vorwerk #Tipoftheweek #28 (17 - 09 - 2014) “Workflow”: (versão longa) Sempre me perguntam muito sobre

“Workflow”: (versão longa)

Sempre me perguntam muito sobre workflow. Somente posso falar sobre isso baseado no meu ponto de vista. E também acho que é relativo/diferente para cada pessoa. De qualquer maneira, Não tenho uma única forma/jeito de com eçar uma nova música. É sempre diferente. Principalmente porque gosto e quero produzir em estilos diferentes.

Começando uma nova música:

Veja o que te inspira: Uma batida, uma melodia, um som, uma drop, um vocal. Pegue a primeira coisa que te inspire e t rabalhe em torno disso e tente fazer dessa “coisa” o mais próximo de terminada possível. Normalmente o resto virá automaticamente. A música da qual estou trabalhando agora começou com o “break”. Eu fiz os “layers” (camadas), baixo, sintetizadores e sons ag udos. Arranjei - os de maneira que tenham um começo e um “build up” (crescente) legal para a drop. Eu não estava com nenhuma idéia para a drop, então trabalhei com as batidas de maneira que achei que fossem ficar boas no “break”. Enquanto estiver fazendo as batidas, você formará ideias se a música será mais “pesada” ou progressiva. Isso faz com que as escolhas sejam menores para o tipo de drop que fará. Se vocês terminaram a drop então vocês terão em essência a música inteira.

Durante a criação das batidas e dos sons, já é recomendado começar a mixar, assim vocês terão uma idéia melhor se eles funcionarão ou não.

Até aqui, a idéia total da música já deverá estar, mais ou menos, de maneira à poder ser tocada nas baladas. Mas, Depois disso começa a parte difíc il. Isso são os últimos 10% da música, mas são o que requerem a maior quantidade de tempo e técnica.

Primeiramente, tente achar um arranjo mais lógico para a música. Daí, tente fazer tudo se encaixar de maneira a soar como uma música completa. Depois diss o, tudo se resumirá a:

- Eliminar coisas (menos = mais). Não continue adicionando várias coisas!!!

- Mixar, mixar e mixar

- Fazer automações para dar um toque mais natural e controlado

- Deixar a música apertada

- Cortar a “sustentação” (calda) dos efeitos e sons qu e vão ficar embaçados/colidir com outras coisas

- Depois disso, checar, re - checar, checar e re - checar novamente e novamente.

- Testar no carro, headphone, baladas, sistemas de som, etc…

E terminamos!

Vejo vocês na semana que vem!

sistemas de som, etc… E terminamos! Vejo vocês na semana que vem! Como deixar seu “wor

Como deixar seu “workflow” mais rápido.

1. Defina um arranjo para sua música. Eu sempre uso uns “blocos de cor” dos quais eu sei em qual parte da música estou. Assim, posso facilmente ir de uma parte à outra. Não preciso perder tempo procurando onde está a ponte ou o “build up ” (crescente). Além disso, fica muito mais fácil caso a gravadora queira um arranjo diferente da música.

2. Certifique - se de salvar os ajustes individuais de mixagem

dos instrumentos/sons que você goste ou de um bounce neles para que você possa usa - los em produções futuras. Isso o ajudará continuar melhorando suas mixagens pois você sempre começará onde sua última música terminou. Isso também o ajuda a criar seu estilo próprio.

3. Tenha bastante inspiração antes de entrar no estúdio. Os

maiores “hits” sem pre são feitos em algumas horas e são criados numa espécie de “zombie flow” (vocês sabem do que estou falando). Se você não se sente inspirado, faça outra coisa. ao cinema, pratique algum esporte, de uma caminhada, faça sexo, o que quer que seja.

4. Compre a melhor cadeira de estúdio que o dinheiro pode

comprar. Você passará longas horas no estúdio. A última coisa que você quer é ter suas costas te incomodando após um dia

longo de trabalho. No meu caso, eu tenho uma cadeira que faz massagem, o que também é ótimo para trazer inspiração.

5. Sempre tente fazer algo que você nunca tenha feito antes em cada música que você faça, não importa o quão pequeno ou “insignificante” seja. Isso faz com que você continue evoluindo e aprendendo ao mesmo tempo. O proc esso de criação pode ser um pé no saco, mas também gratificante. Para projetar algo que está em sua mente para o seu DAW pode ser bem difícil e demorado. Não tenha medo de tentar coisas novas. Veja o que acontece se você pegar duas das mais esquisitas cadeias de inserts e linkar as duas.

Lembrem - se de checar meu Twitter e Facebook para mais dicas.

https://twitter.com/MaartenVorwerk

https://www.facebo ok.com/VorwerkMaarten

#Vorwerk #Tipoft heweek #29 (24- 09- 2014)

#Vorwerk #Tipoft heweek #29 (24 - 09 - 2014) Mixing / Mastering Mixando / Masterizando Corte

Mixing / Mastering

Mixando / Masterizando

Corte as frequências abaixo de + ou - 100Hz em todas as tracks, menos baixo e bumbo. Isso faz com que tenhamos mais espaço para a música “respirar” e também mais headroom. Assim sua mix também pode ficar um pouco mais alta em volume.

#Vorwerk #tipoftheweek #special #30 Business

#Vorwerk #tipoftheweek #special #30 Business Sempre que alguém te disser: “Esse é o nosso contrato

Sempre que alguém te disser: “Esse é o nosso contrato padrão”, você sabe que tem mais opções.

#Vorwerk #Tipoftheweek #31 (08- 10- 2014)

#Vorwerk #Tipoftheweek #31 (08 - 10 - 2014) Parte essencial de mixagem e de ajustes de

Parte essencial de mixagem e de ajustes de volume.

Escolha uma, ou melhor algumas músicas, que você goste que estejam no mesmo sub - gênero da qual você está produzindo.

Use - as como referência quando estiver mixando e ajustando os volumes. Não coloque - as na mesma saída do Master. Assim a sua “Master chain” (Canal da Master) não afetará essas músicas também.

Se você usa bastante compressão multi - bandas ou excitação harmonica (harmonic excitement) é essencial q ue você compare - as com as músicas de referência pois é muito fácil se acostumar com esses ajustes e se deixar “levar”, o que pode fazer com que você ache que está com uma mix boa e completa, enquanto na verdade pode ser que esteja horrível quando comparada com as outras músicas. Se sua música não chega perto das de referência, tente mais e mais e não publique - a até que você tenha consertado o que precisava. Sempre tente faze - las ainda melhor do que as que você esteja usando para comparação.

#Vorwerk #Tipoftheweek #32 (15- 10- 2014)

Mixagem / “Sound Design”

Na “tip of the week” de hoje eu gostaria de falar sobre um plugin que muita gente n ão conhece. O “Blue Cat's MB- 7 Mixer”.

gente n ão conhece. O “Blue Cat's MB- 7 Mixer”. http://www.bluecataudio.com/Products/Product_MB7Mixer/ Esse

http://www.bluecataudio.com/Products/Product_MB7Mixer/

Esse plugin permite que você divida um único sinal em 7 bandas de frequência diferentes. As quais podemos, daí, tratar como se fossem canais individuais. Assim você pode usar EQ em todos canais de frequências diferentes, experimentar com o campo stereo, e também pode- se usar até 4 dos seus vst’s favoritos por canal. E usar “side- chaining” complexa. Ideal para fazer “presets” para um “lead sound” (som principal) animal!

Tirem proveito disso.

#Vorwerk # Tipoftheweek #33 (22- 10- 2014)

Reverb:

#Vorwerk # Tipoftheweek #33 (22 - 10 - 2014) Reverb: Algumas notas importantes sobre rever b.

Algumas notas importantes sobre rever b. Podemos usar reverb para fazer as coisas soarem maior, mais a frente, ou mais ao fundo. Os mais importantes parâmetros de reverb são:

Pre - Delay:

Tempo entre o sinal original (limpo) e a reflexão e o reverb. Logo, quanto maior o pre - delay, mais tempo le va para o reverb se “iniciar” no som. Se o pre - delay for curto, irá automaticamente tocar o som já com reverb. Em prática, quando estivermos mixando vocais, temos que usar um pre - delay maior para que o sinal original (Vocal) seja melhor entendido. Para gr andes “leads” (sons principais) eu prefiro um pre - delay curto.

Reverb Time:

Quanto tempo queremos que o reverb dure. Para criarmos mais presença e colocarmos sons mais na nossa “frente” eu sugiro um “reverb time” menor. Para criarmos grandes “leads” (s ons principais) podemos usar um reverb time maior.

Size/Width/e Diffusion (Tamanho, Largura e Difusão) do reverb:

Auto - explicatórios

Reverb EQ:

Isso eu acho bem importante pois podemos usa - lo para criar um pouco mais de “particularidade” no seu reverb. As altas jamais farão seu reverb ficar “dark”. E adicionando - as faz com que ele soe mais “fresco”. Graves eu quase nunca uso em reverb pois elas congestionam a mix. Mas lembre - se que adicionar muito agudo também causa o mesmo efeito. Portanto, não devemos abusar disso.

Usar como “send” (auxiliar) ou como um “insert” (direto no canal)? Hoje em dia os computadores são tão mais potentes que eu prefiro usar os reverbs como “inserts”. Todos os reverbs tem um botão de “wet/dry” ou um botão de mix que nos permit e selecionar o quanto de reverb queremos usar. Isso nos da um melhor controle num canal específico. Não coloque um tipo diferente de reverb em cada canal, porque isso vai estragar completamente a sua mix. Apenas faça três bons e use esses três.

Dica Profi ssional: Controle total do reverb

Use um gate (side - chain) no seu reverb. Assim temos controle total de quando permitirmos ou não o som reverberado e isso fará soar muito maior e mais profissional. Comprima - o e Voila!

Vejo vocês na semana que vem!

#Vorwerk # Tipoftheweek #34 (29- 10- 2014)

Automação:

#Vorwerk # Tipoftheweek #34 (29 - 10 - 2014) Automação: É MUITO importante que façamos uso

É MUITO importante que façamos uso de automação em nossas músicas. E também é algo que completa os últimos 10% de uma música. (na minha opinião) Sem automação, nossas músicas soariam “mortas” e sem - graça. Eu uso automação em praticamente tudo. Seguem alguns exemplos:

- Cortar o volume no final dos “build - ups” para que tenhamos mais foco nos vocais de pre - drop e nas “drum fills” (pequenas instâncias de percussão na música)

- Ampliar o EQ ou filtro usando para fazer o som gradualmente fino ou mais obscuro, que cria maior contraste com a parte seguinte da música.

- Permitir que reverbs e delays se abram para criar uma maior “build - up”.

- Começar usando um efe ito mas desativa - lo durante certas partes da música.

- Automação para controlar a “pitch”

As opções são infinitas!

#Vorwerk #TipOfTheWeek #35 (05- 11- 2014)

Masterização:

#TipOfTheWeek #35 (05 - 11 - 2014) Masterização: Entãooooo… Masterização! A solução para uma mix

Entãooooo… Masterização! A solução para uma mix apropriada e ideal. Pelo menos é o que muitos acham. Aquela pessoa que manda sua “demo” e diz que sua música não está masterizada por isso não soará boa geralmen te será jogada no lixo instantaneamente. Nunca, mas nunca use isso como desculpa quando estiver enviando uma demo.

Em “DANCE music”, masterização é normalmente usada como um efeito para achatarmos/enquadrarmos a dinâmica e aumentar e empurrar tudo ao máx imo, ao invés de adicionar um pouco mais de compressão ou resolver pequenos problemas da mix final. Eu também sou culpado disso pois ir além do limite é sempre divertido.

Enfim, antes de entrar no estágio de masterização tudo deve estar soando ótimo e apr opriadamente balanceado/equilibrado. Inclusive estar pronto para ser “testado na balada” e ser mandada como demo para uma gravadora.

O que geralmente encontramos numa Master de Dance music?

Compressor Multi - bandas:

Quando estamos mixando, temos a tendência de focar além do necessário nos médios, pois são uma das áreas mais difíceis de mixar. Quando aplicamos compressão multi - bandas conseguimos ganhar controle sobre certas bandas de frequências e criar o que algumas pessoas chamam de “Smiley frequency curv e” (Curva do Sorriso). Quando diminuímos o ganho nas frequências do meio, a música soa mais “conjunta”, o que faz com que ela seja mais prazeirosa de ser ouvida.

Compressor comum:

Somente para dar uma apertada a mais na música.

EQ:

Hoje em dia em equaliz adores como o Fabfilter 2 podemos facilmente dar um “zoom” em pequenas áreas que precisam de atenção e conserta - las.

Distorção:

Algumas pessoas adicionam um pouco de distorção no canal da master para dar um toque um pouco mais “quente” à música. Usando E xciters, Tape Saturators, Tubes, Vintage Warmers, etc…

Limitadores:

Mantendo os levels de saída sobre controle.

Um “Mono Maker” / “Stereo Widener”:

Alguns plugins tem a opção de colocar todas a frequências abaixo de certo ponto em MONO e com outros podem os adicionar um pouco mais de abertura stereo.

Para tudo o que forem fazer: não exagerem, a não ser que estejam fazendo como processo criativo. Caso tenham que exagerar, seria melhor dar uma ajustada na sua mix.

Boa sorte!

#Vorwerk #TipOfTheWeek #36 (12- 11- 2014)

#Vorwerk #TipOfTheWeek #36 (12 - 11 - 2014) Como começar a sua mix! Uma boa maneira

Como começar a sua mix!

Uma boa maneira de começar uma mix é diminuindo todos os levels em torno de - 10dB. Isso nos da “headroom” instantâneo e grande flexibilidade durante a mixagem. Com mais “headroom” a mix vai soar mais natural e mais prazeirosa. No final podemos aumentar um pouco mais de ganho e arrumar os canais em seus levels apropriados.

EDIT: Podemos usar vst’s d e GAIN que consomem bem baixa CPU e coloca - los em todas os canais. Funciona perfeitamente!

#Vorwerk #TipOfTheWeek #37 (19- 11- 2014)

Mono:

#Vorwerk #TipOfTheWeek #37 (19 - 11 - 2014) Mono: Sabe aquela sensação de quando nossa música

Sabe aquela sensação de quando nossa música soa ótima no estúdio mas na balada soa totalmente sem equilíbrio e ruim? Tudo bem que isso pode ser causado por vários motivos, mas…… Se estiverem tendo problemas para achar um equilíbrio apropriado , é uma boa idéia mixar os levels e os EQs em MONO. A maioria dos hardwares de volume (Eu uso “big knob”) tem um botão mono. Pressione - o, mixe os levels corretamente e use EQ como normalmente usaria. Certifiquem - se de as frequências dos diferentes elemento s não estejam interferindo umas com as outras. Daí, coloquem a mix de volta em stereo e verão que a mix soará muito boa também. Porém isso não funcionaria se fosse o oposto. Após isso poderão ajustar a colocação de certas coisas no campo stereo mas contin uamente checando em MONO e ajuste caso seja necessário.

#Vorwerk #TipOfTheWeek #38 (26- 11- 2014)

#Vorwerk #TipOfTheWeek #38 (26 - 11 - 2014) Estagnação e Criatividade de Escr itores No estúdio

Estagnação e Criatividade de Escritores

No estúdio é importante mantermos a criatividade fluindo. Seguem alguns pontos para levarmos em consideração:

Primeiramente. É sempre mais favorável entrar no estúdio quando temos uma idéia. Se não soubermos por onde começar, geralmente eu sento no piano e começo a tocar uns temas. Se escrever melodias não funciona para você, opte por fazer umas batidas ou focar na parte da drop. Ouvir músicas antigas, aquelas clássicas, também podem ajudar a dar um “boost” na inspiração. Eu ouço muito “house musi c” de quando estava crescendo, em torno dos anos 90. As vezes dou uma olhada nos “presets” de sintetizadores para

ver se tem algo que me interesse. Podemos também achar na internet os vst’s mais esquisitos e experimenta- los . Podemos ouvir outras músicas e fazer uma análise delas. Assim, estamos não buscando inspiração mas também aprendendo.

Uma das coisas mais importantes que aprendi foi para escrever o máximo de melodias possíveis quando nos sentimos criativos. Não focar somente em uma música por vez. Pois quando não estivermos tão inspirados, poderemos voltar e olhar algumas das coisas que escrevemos. Além disso, quando fazemos isso, nós lembramos do que queríamos fazer com elas no momento que as escrevemos. O mesmo funciona para “drops”.

Criativi dade sempre vai e volta, e na minha opinião é a disciplina (e o talento) que nos dedicamos para ter que nos trarão o que estamos procurando no estúdio.

Se nada disso ajudar é melhor ir para a praia e voltar no dia seguinte.

#Vorwerk #Tipoftheweek #39 (03- 12- 2014)

#Vorwerk #Tipoftheweek #39 (03 - 12 - 2014) Dica de produção: Fazendo um bom baixo. Pegue

Dica de produção: Fazendo um bom baixo.

Pegue um “sub - bass” e toque sua melodia com ele. Corte todo o agudo até pel o menos 1.5KHz. Comprima o “sub - bass” para mantê - lo sobre controle e corte tudo abaixo de 40Hz. Certifique - se de que está em mono. Coloque um pouco de side - chain nele para que seu bumbo se sobressaia em comparação com o sub. Agora copie essa melodia para u m sintetizador no qual você fará uma “saw wave de 2 voices oscillator”. Elimine tudo abaixo em torno de 100Hz. Coloque um “stereo expander” nele e coloque bastante distorção (mas mantendo um som natural).

Misture os dois juntos e você terá uma linha de b aixo que se sobressairá acima de tudo.

Boa sorte!

#Vorwerk #TipOfTheWeek #40 # Special (10- 12- 2014)

#Vorwerk #TipOfTheWeek #40 # Special (10 - 12 - 2014) Como assinar com uma gravadora? Eu

Como assinar com uma gravadora?

Eu recebo muito essa pergunta. Não tenho tanta certeza de como responde - la. Porém, mantenham o seguinte em mente:

Desde que produzir “dance music” do quarto se tornou acessível e possível, todo mu ndo quer ficar famoso e ser um produtor ou DJ da próxima geração. Por causa disso as gravadoras estão sobrecarregadas de “demos”, e com a experiência que tem eles podem dizer em segundos se a música tem potencial ou se é um lixo. Acredite em mim quando di go que eles recebem muita música ruim. Acho que podemos dizer seguramente de que tem uma proporção de 1 a cada 100 músicas que seja “ok” (não necessariamente boa). De 1000 músicas eles vão achar 10 boas das quais podem talvez assinar um contrato. Ou seja, para amadores a competição é bem cruel.

Vou passar para vocês algumas coisas para NÃO fazer de jeito nenhum!:

Não mandem “demos” pela metade. Não mandem “demos” que não estejam acabadas. NUNCA, e repito, NUNCA!!!!!!! diga que sua “demo” não está mixada o u masterizada ainda. Não escreva letras gigantes sobre sua inteira história de vida.

Se eles não responderem o seu email ou se DJ’s não responderem para sua “demo” isso é, e me desculpe por dizer isso, porque eles não gostaram.

Agora algumas coisas para vocês fazerem:

Mandem “demos” completas. Ou pelo menos as apresente como terminadas. Se introduza rapidamente. Nome, talvez uma pequena discografia, email, endereço e telefone, e talvez uma pequena lista de suporte dos grandes DJ’s. Se você quer se sob ressair de todas as outras pessoas certifique - se de que sua “demo” soe perfeita, e melhor ainda do que suas músicas preferidas. Tentem fazer músicas originais. Criem um bom perfil online. Alguns “head shots” e umas páginas de “social media” atraentes.

Se criar uma música da qual a gravadora gostar eles vão assinar contrato. Provavelmente vão ainda querer ouvir outras coisas sua e assina - lo como exclusivo. Qualidade sempre será o mais importante. Mesmo se a gravadora deixar sua música “passar”, mas é “A” mú sica, sempre terá um DJ que vai ouvi - la, por exemplo no Soundcloud, e entrar em contato com você.

Aqui vai uma dica que faço de vez em quando:

Eu ponho um pequeno “tease” em MP3 de uma “demo” somente com o “break” e a drop. E adiciono o link de download d a versão completa no email. PS: emails de gravadoras e A&R’s podem ser encontrados online. Boa sorte!

#Vorwerk #tipoftheweek #41 (17- 12- 2014)

#Vorwerk #tipoftheweek #41 (17 - 12- 2014) “LOUDNESS” (Volume de Saída) Se resume a percepção .

“LOUDNESS” (Volume de Saída)

Se resume a percepção . É um tópico bem complicado, no qual podemos escrever até livros sobre. Porém isso seria entediante, então vou tentar ir direto ao assunto. Vou passar uma instrução bem inteligente da qual po demos usar.

Talvez no futuro eu volte a falar mais sobre este tópico.

Quando criamos uma música, nosso próprio gosto determinará como nossa música será. Teremos um som mais comprimido ou gostamos mais de um som mais aberto / dinâmico? Queremos manter um maior alcance dinâmico ou queremos que a música soe alta o tempo todo? Basearmos na “loudness” de uma música de referência, pode

nos ajudar no seguinte:

Reproduza a música, por exemplo, com o medidor “meter bridge” do Ozone 5. Ele nos mostra a amplitude d e volume da música de referência. Ele mostra em 3 etapas: “Peak”, “Short Term” e “Integrated”. Podemos, então comparar esses números com os da música de referência. Agora, como atingir o mesmo volume (Loudness) da música de referência? Tem uma ferramenta b em legal para isso. É chamada de “perception controller”, como por exemplo a da “meterplugs” http://www.meterplugs.com/perception

Esse plugi n permite que a gente escolha a mesma “LUFS” (Loudness units full scale) para todas as nossas músicas. A principal coisa sobre isso é que podemos de fato ouvir como uma música é mixada! Isso facilita que façamos ajustes nas nossas próprias mix, baseando nas mix de referência. Assim, com o “perception controller” teremos um guia auditivo, e com o ozone 5 teremos um guia visual.

Boa sorte!

#vorwerk #tipoftheweek #42 (24- 12- 2014)

#vorwerk #tipoftheweek #42 (24 - 12 - 2014) Saiba quando parar e sair do estúdio! É

Saiba quando parar e sair do estúdio!

É importante, de fato, saber quando passamos do limite de tempo de estúdio. Por exemplo, agora é Natal! Então saia do estúdio e aproveitar o tempo com a famí lia e amigos.

Feliz natal!

#Vorwerk #Tipoftheweek #43 (31- 12- 2014)

#Vorwerk #Tipoftheweek #43 (31 - 12 - 2014) Uma ótima pergunta…. 10 Maneiras de expandir nosso

Uma ótima pergunta….

10 Maneiras de expandir nosso som (deix a - lo mais “stereo”/aberto)

Alguns desses ja foram discutidos, porém continuam bons exemplos para uma revisão.

1. Stereo Delay: Use um “stereo delay” com um delay time bem curto. Entre 2 - 10ms.

2. Equalizando separadamente: Use um equalizador que permita equ alizar os canais L e R separadamente. Isso fará com que seu som se abra um pouco.

3. Stereo Enhancers: Há um monte de plugins para “stereo enhancement” (aprimoramento stereo). Eu pessoalmente uso bastante

os da Waves, Brainworx e Izotope.

4. Equalização M/S (Meio e Lado): Veja a dica #19 para a explicação.

5. Divida seu canal stereo em dois canais separados e coloque um totalmente L e outro totalmente R.

6. Coloque 2 delays no seu canal, colocando um pan totalmente L e outro totalmente R.

7. Coloque 2 reverbs diferentes em 2 “sends auxiliares”. Virando um pan totalmente L e outro R. Elimine todas as altas dos reverbs. Mexa nos ajustes dos reverbs. Após isso, podemos até colocar um compressor atrás do reverb ou um efeito de side - chain para dar uma “afiad a” nele. Alguns dizem que funciona bem com convolution reverbs.

8. Formant Shifting: Divida o sinal em duas tracks diferentes. Dai, aplique o “formant shifting” (alternância de um alcance de frequência) na direção oposta de um ou dos dois tracks. Podemos fazer isso, por exemplo, com o Melodyne.

9. Coloque alguma distorção num “send bus” com alguns “stereo enhancers” e mixe com o som original.

10. Certifique - se de checar sua compatibilidade mono regularmente, uma vez que esses efeitos possam afeta - la caso sejam usados demais.

Por isso que é recomendado usar a maioria desses “stereo enhancers” através de busses (aux / sends). Assim, temos certeza de que nossa mix se manterá em mono.

Tenham todos um feliz ano novo! Vejo vocês em 2015!

#Vorwerk #Tipoftheweek #44 (07- 01- 2015)

#Vorwerk #Tipoftheweek #44 (07 - 01 - 2015) Sons de ambiente ou de fundo: Quando criamos

Sons de ambiente ou de fundo:

Quando criamos uma intro/outro de uma música, é uma boa idéia fazermos o uso de sons de ambiente (ambient noises) ou sons de fundo, por causa de alguns motivos. Para preenchermos todo o “spectrum de frequências”; para dar a música personalidade, ou para criar um pequeno level de som de referência. Para fazer isso podemos usar qualque r coisa, na verdade. Coisas comum como “white noise”, uns “stabs” com bastante reverb (“stabs” podem ser aquelas notas de fundo que se repetem, geralmente numa introdução), pegarmos alguns pacotes de efeitos ou usar nossos próprios sons característicos, ma s daí colocamos algum tipo de filtro com efeitos neles, etc.

Infinitas possibilidades. Podemos usar todos os efeitos e criatividade para esse tipo de coisa. Minha preferência pessoal sempre é mais para aquele som/tom “airy” (leve, de “ar” mesmo) pois eles tendem a abrir nossa mix num bom sentido. Sons tipo “airy” são: corais, sons de natureza, sons de fogueira (luau), etc Teve até uma vez que eu usei um “sample” de um monte de crickets na floresta com um reverb infinito e side - chain. Lembre - se de sempre mi xar esses sons a um level razoavelmente baixo (leve). Mal precisamos ouvi - los na mix, porém se retirarmos eles sentimos que está faltando algo…

#Vorwerk #Tipoftheweek #45 (14- 01- 2015)

#Vorwerk #Tipoftheweek #45 (14 - 01 - 2015) Física / EQ / Acústica Cada nota do

Física / EQ / Acústica

Cada nota do teclado corresponde a uma frequência, logo corresponde a um formato de onda. Por exemplo: a nota C3 corresponde a frequência 130,81.

(source: http://www.phy.mtu.edu/~suits/notefreqs.html ) Podemos usar isso para nossa vantagem quando estivermos mixando certos sons / instrumentos. Como muitos de vocês ja aprenderam, “EQ Sweeping” (quando usamos EQ para achar a s frequências corretas para eliminar ou adicionar) pode também usar esse esquema como referência.

Vamos dizer que estamos trabalhando num som de guitarra no tom de A e queremos adicionar um tom mais natural, mais quente, e também um pouco mais de “corpo”. Podemos, por exemplo, dar um “boost” em 110 & 220 & 440Hz com uma “q” alta. Ou se quisermos dar um pouco mais de presença a esse tom, podemos dar um boost em 7KHz. Isso também nos ajuda a dar prioridade a sons que estão no mesmo tom da mix, para trazê- lo s mais pra frente ou para o fundo da mix. Além disso, saber sobre todos esses tons vs frequências pode nos ajudar a eliminar aquela frequência no nosso estúdio que causa problemas enquanto estamos mixando. Èksito

#Vorwerk #Tipoftheweek #46 (21- 01- 2015)

#Vorwerk #Tipoftheweek #46 (21 - 01 - 2015) EQ aditivo e subtrativo (Cortes vs. Boosts) em

EQ aditivo e subtrativo (Cortes vs. Boosts) em “Dance Music” comercial.

Não quero começar a falar sobre isso discutindo qual dos dois é melhor. Somente quero falar sobre o qual é a minha opinião em relação a eles.

Na fase criativa de quando estamos criando novos sons eu uso o que for preciso para chegar no som que quero numa drop, break ou qualquer parte que seja. Logo eu acabo aum entando / dando bastante boost em várias frequências com distorção do EQ e etc. Uma vez que ja acabei meu som, eu dou bounce para áudio e começo o processo de mixagem “do zero”, ou coloco num canal com um grupo (bus).

Normalmente nesse processo de mixagem eu usarei bastante EQ subtrativo. As vantagens dele são inúmeras:

- Criamos maior “headroom”

- O mix vai soar mais natural

- Mantemos o nosso Master sobre controle

- E é mais fácil de fazer um sintetizador, em particular, se sobressair na

mix.

- Além disso quando estivermos mixando vocais é melhor e mais fácil cortar algumas das frequências do instrumento que vão interferir com as do vocal, a o invés de darmos boost no vocal e faze - lo soar menos natural.

Claro que eu dou boost também. Mas geralmente uso para criar m ais brilho na mix.

Eu conheço vários produtores que fazem de um jeito diferente, porém esse é o meu jeito.

A partir do momento em que sabemos qual é o ponto principal (“sweetspot”) de uma frequência de um instrumento/sintetizador, também saberemos quais frequências cortar. Sempre devemos estar ouvindo a mix inteira quando formos cortar frequências. Não simplesmente dar solo. Muitos instrumentos tem uma tendência de aumentar naturalmente as frequências media - alta e alta quando cortamos algumas frequências baixas e baixas - medias. Deem uma olhada neste gráfico de frequências que achei online. Nos da uma idéia melhor de onde cada coisa pertence na mix.

Boa sorte!

neste gráfico de frequências que achei online. Nos da uma idéia melhor de onde cada coisa

#Vorwerk #Tipoftheweek #47 (28- 01- 2015)

#Vorwerk #Tipoftheweek #47 (28 - 01 - 2015) Trabalhando com um parceiro musical (Negócios). Tudo parece

Trabalhando com um parceiro musical (Negócios).

Tudo parece mais fácil quando fazemos com mais pessoas. Fazer músicas se torna mais fácil quando temos alguém para nos ajudar. Até m esmo sendo DJ pode ser mais fácil quando viajamos juntos e comentamos e dividimos pensamentos e experiências. Especialmente no começo de nossa carreira, não pensamos sobre consequências futuras. Somos os dois igualmente ambiciosos? Somos igualmente talento sos? Podemos executar tudo o que for preciso? Um dos dois está pensando sobre voltar pra casa enquanto o outro quer viajar mais? Se não fizermos alguns acordos sobre negócios quando estivermos começando nossa carreira, temos chance de, quando a fama e o di nheiro vier em , nossa relação mude e coisas podem dar errado. Então, se forem começar a carreira com duas ou mais pessoas, certifiquem - se de discutir sobre os futuros grandes planos que tenham e escrevam todas as obrigações e tarefas de cada um, como promet eram , em um papel. Não se esqueçam de que a “indústria da música” é um negócio , e seu parceiro de negócios não deveria ser seu melhor amigo. Precisamos de nosso próprio tempo, e dos nossos próprios amigos. É uma lição difícil, porém muito importante.

Vejo vocês na semana que vem!

#Vorwerk #Tipoftheweek #48 (04- 01- 2015)

#Vorwerk #Tipoftheweek #48 (04 - 01 - 2015) #Business Fluxos de renda para DJ’s e Produtores.

#Business

Fluxos de renda para DJ’s e Produtores.

É importante que um produtor / DJ iniciante saibam quais são alguns jeitos de fazer dinheiro nessa indústria. O quanto antes souberem disso, mais rápido poderão fazer do seu hobby uma profissão.

Todos estes term os são baseados na Lei Holandesa / Europeia. Nos Estados Unidos ou em outros lugares podem ser usados termos diferentes, porém vocês entenderão.

1. “Sale Royalties” (Direitos Autorais de Venda):

Ganhando uma porcentagem na venda de sua música. Geralmente dividido entre:

Produtos Reais: Vinyl, CD’s, Álbuns ; e Digital: Downloads, Streams, quantas vezes tocado no youtube, etc. Sub / Licença externa (de terceiros): É quando um país diferente ou uma gravadora diferente licenciarem o direito da gravadora ou di retamente do artista

para uso e lançamento das músicas.

2. Direitos Autorais:

Direitos autorais estão aqui para prevenir que alguém use algo criado por outra pessoa sem a permissão da mesma . Os direitos para transformar nossos trabalhos em trabalhos públ icos é chamado de “Exploitation Rights”. A maioria dos autores optam por atribuir isso à um editor. As vezes em retorno a um avanço. Dependendo o quão grande o artista é, os direitos autorais são pagos quando a música é tocada no rádio, quando é usada em f ilmes e jogos, quando é tocada durante grandes eventos, etc. Desde a era digital essas rendas vem sendo maiores até mesmo do que as vendas de direitos autorais. Alguns termos usados frequentemente: “sync rights” (direitos de sincronização); “sync licenses” (sincronização de licensas); “performing rights” (direitos de performance); compositor/lírico e editor.

3. Direitos Conexos / Direitos dos Executantes

Aplica - se somente a leis europeias ou àque les que aplicam a convenção de Roma.

Vamos dizer que você s eja contratado para tocar teclado durante uma sessão de gravação. A música se torna um “hit”. Mas você não produziu nem escreveu a música. Ainda assim você pode receber algum dinheiro na forma de direitos conexos. Nesse caso, você receberá uma renda quand o a música for tocada na rádio/tv ou ao vivo.

4. Taxas de Reserva

Essa é provavelmente a maior renda para se ganhar nos dias de hoje. Ganhar dinheiro para tocar como um DJ ou como um artista de execução.

5. Taxas Fixas

Essas são as taxas das quais um produtor musical ou vocal pode receber para produzir músicas. Vamos supor que queremos Dr. Luke para produzir nosso próximo “pop - single”, então ele nos cobrará para fazer isso.

6. Patrocinadores e Vendas

Nos Estados Unidos já é algo bem grande há an os. Na Europa ainda está crescendo. Estabelecer con exão com alguma “marca” e receber renda por isso. Nos dias de hoje, exemplos disso são: roupas/grifes, headphones, software plugins, etc.

Porém, isso tudo não se compara com o que deu início a tudo em 200 8. Em 2008 as gravadoras estavam preocupadas com o futuro achando que as vendas cairiam por causa da era digital e da pirataria. O serviço de “streaming” Spotify, porém, conseguiu se estabelecer. Mas, para que isso pudesse acontecer, o Spotify teve que arr umar conteúdo, obviamente. Então, o Spotify pegou seu conteúdo da SONY BMG / Warner Music / Universal Music e EMI, entre outras. Vamos pular para 2015 agora. O Spotify tem planos de se tornar grátis e seu valor é de 5,7 Bilhões de dólares. O que me impres siona é que todas essas empresas que acabei de mencionar possuem porcentagens do Spotify. Esses números são rumores, porém tem grandes chances de serem válidos de acordo com o “financial times”:

Sony BMG 5,8% Universal Music 4,8% Warner Music 3,8% EMI 1,9%

Eu vou deixar a matemática para vocês descobrirem quem é o real “dono” da indústria musical.

Vejo vocês semana que vem.

#Vorwerk #ti poftheweek #49 (11- 01- 2015)

#Vorwerk #ti poftheweek #49 (11 - 01 - 2015) Volume dos monitores: Essa é uma dica

Volume dos monitores:

Essa é uma dica muito importante porque faz com que a gente consiga atingir melhores resultados la pra frente na nossa mix! Se queremos mixar nosso “lead” / instrumento principal ou o que quer que se ja de modo em que soe mais “gordo” / cheio, primeiro temos que saber o que “gordo” / cheio significa, e como identificamos isso no nossos estúdios/quartos.

Quando estamos mixando, temos que achar um volume que funcione para nós.

O melhor é não colocarmos o volume tão alto para prevenir não só a fadiga dos ouvidos, como também futuros danos. Quando nossos ouvidos estão fadigados, a nossa percepção do som muda, portanto temos que estar atentos à isso. Quando estivermos mixando uma “clubtrack” (música de bal ada), é difícil não aumentarmos o volume para que a gente sinta aquela sensação de estarmos de fato numa balada.

A melhor coisa possível é mixar nossas músicas no nosso estúdio num volume constante. Isso faz com que a gente aprenda o volume das nossas mús icas, tanto quanto as outras músicas. Eu marquei um certo ponto do meu botão que controla o volume. Assim, conseguimos nos acostumar com os níveis da pressão do som. Em geral, podemos dizer que quanto maior nossos monitores de áudio, maior será a pressão d o som, e menos teremos que aumentar o volume. Quanto mais mixarmos dessa maneira, melhor nossas músicas soarão, pois aprenderemos rapidamente como nossas músicas terão que soar naquele volume. Isso também faz com que possamos confiar mais em nossos ouvid os durante a mixagem, ao invés das medições.

Eu coloco o volume bem alto para ver se a drop está dando o impacto que eu quero que ela dê. Ou para mixar o bumbo (“kickdrum”).

Além disso, eu também abaixo bastante o volume quando estou perto de terminar a mix para ver se consigo filtrar algumas coisas e ouvir todos os diferentes elementos da música, como o bumbo, baixo, palmas, chimbau, “leads” (instrumentos principais), instrumentos de corda (violinos, violoncelos, etc), vocais, etc… Se conseguirmos ouvir tudo apropriadamente, então atingimos o equilíbrio correto entre todos os elementos. Não podemos esquecer também de checar em monitores diferentes ou headphones.

#Vorwerk #Tipoftheweek #50 (18- 02- 2015)

Ja estamos fazendo a #Vorwerk #tip por em torn o de um ano hoje e eu espero que as habilidades de mixagem de todos vocês tenham melhorado. Porém, antes de chegarmos na dica 52 e fecharmos o ano com uma surpresa eu gostaria de falar sobre uma das coisas mais importantes nas próximas duas dicas:

Problemas de Phase e Compatibilidade Mono.

Parte 1

Phase

Problema s de Phase e Compatibilidade Mono. Parte 1 Phase Primeiramente um pouco de teoria: “Phase”

Primeiramente um pouco de teoria:

“Phase” é um termo para quando uma forma de onda esta no seu ciclo. Se colocarmos 2 ondas senoidais (2 sinewaves) uma em cima da outra, teremos o dobro de amplitude.

Porém, se a gente mover uma delas, elas estarão fora de “phase”. E se colocarmos 180 graus fora de “phase”, as ondas vão se cancelar completamente. O som de “Phase” é como um som de “comb filter”, que é um tipo de interferência (construtiva e destrutiva) entre dois sinais de áudio, quando um está mais atrasado do que o outro. Veja a foto. Os problemas de “phase” geralmente acontecem quando estamos gravando com múltiplos microfones (quando gravamos bateria, por exemplo). Em “dance music” é mais provável acontecer quando combinamos mais de um som de baixa frequência, como um baixo junto com outro.

A melhor maneira de evitar isso, se quisermos mixar vários instrumentos como acabei de mencionar, é de mixar em regiões de frequência. Sub - Baixa - Médios - Alta. Assim prevenimos que uma frequência se “choque” com outra. A melhor maneira ainda é usar um único som para a região grave do baixo e outro para o região aguda do baixo, para que não sumam na mix. E dai podemos usar compressão paralela (dica #22), por ex emplo, para deixar o som mais cheio sem nenhum problema de “phase”. Claro que também existem vst’s de “Phase Alignment Tools” disponíveis que podem fazer isso para nós. Usem o google e acharão eles! Além disso, se usarmos o meter bridge do Ozone, por exemplo, e abrirmos o “Phase Scope” / “Phase Meter” podemos visualizar

se algum problema. Se o “Phase Scope” estiver muito disperso em coisas que deveriam estar mais em mono, podemos ver que há algum problema.

Se olharmos um medidor de “phase” temos que saber que:

0 = perfeitamente stereo +1 = perfeitamente mono - 1 = totalmente fora de “phase” O melhor é mante- lo perto do +1.

Continuação na semana que vem.

#Vorwerk #Tipoftheweek #51 (25- 02- 2015)

Parte 2

#Vorwerk #Tipoftheweek #51 (25 - 02 - 2015) Parte 2 Compatibilidade em Mono: St ereo significa

Compatibilidade em Mono:

Stereo significa que há diferença no tempo de chegada entre os canais L e R. Isso cria uma sensação de dimensão para o ouvido humano, a qual aprimora o ato de ouvir bla bla bla… Então vamos pegar uma imagem stereo de um canal L e R que estejam em “phase”. E uma na qual estejam fora de “phase”. A que está fora de “phase” só será notada quando apertarmos o botão mono. Ela desaparecerá ou perderá muita energia e soará oca. É por isso que é muito importante checarmos nossas mixes para que sejam compatíveis com mono.

Porque iríamos querer mono? Não sei.

Mas os sistemas de som de baladas e clubs ainda tem um setup mono, pois as músicas tem que soar igual em todas as áreas do club. Se fosse em stereo, conseguiríamos percebe - las se estivéssemos no lugar correto. Além disso, existem estações de rádio que estão numa área de baixa recepção de sinal, então eles trocam para mono para transmitir um sinal melhor. E se quisermos tocar nossa nova música para a vovó no rádio antigo dela ele provavelmente será mono.

Logo, p orque não simplesmente mixamos em mono? Porque também queremos ouvir nossas músicas no carro, nos sistemas de som do computador, etc… e todos esses são stereo.

Solucionando Problemas:

Se nosso mix soa muito ruim em mono, podemos tentar usar Mid/Side EQ (E Q separado pros lados e pro meio) nos canais que estão nos causando problema, ou até mesmo na master, e usar a função “Mid” para ver se conseguimos melhorar a mix em mono. Geralmente isso resolve o problema!

#Vorwerk #Tipoftheweek #53 (11- 03- 2015)

Usando diferentes “camadas” (Layers) de Sintetizadores Parte 2:

(Leia a parte 1 abaixo) Criando a image m stereo para um sintetizador já em camadas. Vamos tentar criar um som tipo “leque”. Então os sons de frequências mais baixas ficam no meio.

O sintetiz ador principal um pouco mais amplo ou até mesmo com o pan L e R.

E o som característico extremamente amplo/aberto, com alguns efeitos. Nesse caso seria como uma parede de som vindo à nossa direção.

Quando mixarmos essas 3 camadas, devemos sempre “solar” el as como um grupo

e comprimi - las como um grupo parar atingirmos resultados melhores.

Se os sons são bem feitos e bem escolhidos, eles deverão misturar/combinar facilmente com somente alguns ajustes de volume, EQ e compressor no grupo. Como deixar o som mais amplo/aberto juntamente com o obvio pan foi explicado na Dica #43.

Essa foi a parte 1 >> (Dica #16)

Dependendo da sua necessidade de usar diferentes camadas de sintetizadores, você pode usar isso como uma boa referência. Três camadas:

- camada de frequê ncia grave do baixo: use o mesmo ataque, decay, sustain e release do sintetizador principal. Para que eles estejam sincronizados. (Frequências 50Hz - 500Hz)

- Sintetizador Principal: Use o sintetizador que você acha que trará mais poder para o break ou a dr op. (Frequê ncias 500Hz – 5K Hz).

- Som Característico: Som em torno das frequências mais altas que deixará o seu “lead” (instrumento principal) um pouco mais apimentado. Pode ser qualquer coisa, desde piano até um sino de igreja (5K Hz para cima). Certifique - s e de que você está controlando o volume dessas três camadas e está misturando - as até que tenha um som poderoso e quente.

#Vorwerk #Tipoftheweek #54

“Loudness”:

Claro que vamos falar um pouco mais sobre loudness devido aos eventos recentes. Primeiramente, em “dance music”, existe uma diferença entre usar plugins de loudness para maximizar nossa mix, e usar plugins de loudness para criar um certo som do qual o artista pode considerar como som característico dele.

O segredo é criar uma mix alta sem “efeitos colaterais” de muita distorção ou qualquer outro

som ruim que possa aparecer, e ainda assim manter a mix com dinâmica. De vez em quando ao ouvir músicas na Sirius XM, por exemplo, ouvimos aquelas músicas bem altas em “Digital Full Scale” mixadas baseadas em músicas da Sirius XM mesmo com o compressor da rádio. Elas começam a soar bem sem graça e monótonas porque a diferença entre o volume do “break” e da drop se foram, além do que ouvimos muitos “efeitos”/ruídos indesejáveis por causa do compressor da rádio e da falta de uma mixagem de qualidade. Portanto, quanto maior a diferença entre baixo e alta, maior a impressão de “loudness”. Novamente, algumas dicas para produzirmos músicas mais altas. Se a drop está muito alta, não significa necessariamente que isso é algo ruim. Porém, uma boa dica seria criar um efeito decrescente no volume na hora da “build up”, assim o impacto na hora que a drop entrar é bem maior. Além disso, é interessante utilizarmos diferentes volumes no “break” comparados com a drop. Apenas diminuímos os “faders” um pouco. Não devemos passar dos limites com compressores multi - bandas / Soundgoodizer. Eles farão com que o som fique mais alto, porém mais “áspero”. Também devemos lembrar de cortar todas as frequências que não são necessárias para cada devido instrumento / som, o que faz com que tenhamos muito mais “headroom” o que nos dará uma impressão da música estar mais alta.

Mixar mais aberta também cria a ilusão da música estar mais alta. Portanto, usar pan e reforço stereo, sem afetar a região mono, são importantes também.

E uma das coisas mais importantes é escolher um som bom, alto e cheio, desde o começo,

assim a gente não precisa mexer muito nele. Portanto sim, uma música mais alta vai ter um impacto maior num club/balada, porém a inda mais quando possuir dinâmica. E sim, as músicas que são masterizadas super altas podem soar pior no youtube. Talvez o melhor seja fazermos duas mixes. Uma alta, porém não masterizada para rádio, youtube, spotify, itunes; e uma para o club da qual pod emos aplicar um pouco mais de masterização. Alimentando o pensamento!

#Vorwerk #Tipoftheweek #55 (25 - 03 - 2015)

Como salvar CPU:

Nada mais chato do que quando estamos trabalhando num projeto e o nosso computador começa a engasgar. Quando damos zoom e a tela fica lenta e começamos a ter problema com a placa de som. Seguem algumas dicas para mantermos nossa DAW funcionando rapidamente. Se souberem de mais dicas, por favor postem elas na seção de comentários.

- Usem efeitos nos “bus” ao invés de nos “insert s” / direto nos canais. Assim, usaremos somente 2 delays e 2 reverbs para o projeto inteiro.

- “Congelem” os instrumentos: Essa é uma função das quais vários sintetizadores vst’s tem. Não conseguiremos alterar mais o som, porém nos salva muita CPU.

- “Bounceie m” os sons/instrumentos para áudio. Se criamos um som “descolado” num sintetizador vst, damos bounce nele e deletamos o sintetizador.

- Trabalhem processando grupos. “Route” os sons/instrumentos para um “bus” e mixem eles lá, ao invés de mixar cada um indivi dualmente.

- Façam um arquivo dos seus samples (vejam dica #12).

- Aumentem o tamanho do “buffer”. Se o buffer é muito pequeno, a CPU começará a “apitar” rapidamente, porém no começo do projeto não teremos latência. Aumentando o buffer para 256 ou 512 nos tra rá um pouco de latência, porém permite nos permite trabalhar em projetos maiores.

- Se usamos sound banks da native instruments ou da East - West (ou algo similar), é bom colocarmos estes arquivos num SSD disk e carrega - los de la.

- Use somente plugins que conso mem pouca CPU. Vocês podem dar uma pesquisada e sempre tem plugins que são relativamente bons e não vão consumir tanta CPU. Boa sorte, vejo vocês semana que vem ou em Miami!

#Vorwerk #Tipoftheweek #56 (01- 04- 2015)

Quando estou criando sons, acabo sem pre usando o Sylenth 1.

É o meu “soft synth” favorito.

É fá cil de usar é possível criar todos os tipos de som que precisamos, tanto a base de um som como o som característico principal. Nos últimos 5 anos eu criei a minha própria database do Sylenth com ót imos sons ja preparados para usar como ponto de partida para criar outros sons. Tem horas que eu crio sons esculpindo várias camadas (layers). Outras eu pego um som, tipo o de um simples baixo, e aplico distorção nele, tornando - o um “lead” perfeito. Todos esses sons eu vou oferecer para vocês via meu primeiro “soundset”. 128 dos meus melhores “patches” pessoais, prontos para serem usados para qualquer gênero que vocês queiram produzir. Talvez vocês até reconheçam alguns. Enfim, tenho certeza de que esse so undset vai inspirar vocês, assim como continua me inspirando. Lançar esse soundbank é também uma maneira de elevar o #Vorwerk #TipOfTheWeek para um outro nível. Isso me permite dar exemplos práticos sobre assuntos como “layering” (usando diferentes “camad as” de sons para criar um único som), automação, design de sons, design de efeitos, etc. Isso, obviamente, depende das vendas, claro. Mas acredito no suporte de vocês! Como eu sei que vocês vão me ajudar, eu tenho um código de desconto especial para todos que lêem as series #Vorwerk #Tipoftheweek do qual eu vou postar online aqui no meu facebook no dia do lançamento. Será no dia 8 de Abril. Aqui está uma pequena amostra….Alonso… Empolgado! E agora, claro, a dica!

Harmonic Exciter” (Excitações Harmônicas)

“Harmonic Exciters” podem adicionar distorções harmônicas sutis nos sinais agudos. Esse efeito pode das brilho a nossa mix se usado apropriadamente. Podemos também usar esse efeito nos graves para que nosso baixo soe como um baixo também em alto - falantes pequenos. Tem um monte de harmonic exciters bons, porém os meus favoritos são o da Aphex e o da Ozone.

#Vorwerk #Tipoftheweek #58 (15 - 04- 2015)

“Transient Designers” (Designers de Transientes)

Esse é um plugin que é facilmente esquecido pela maioria dos produtores, porém é muito útil em várias situações. Com um “transient designer”, podemos moldar os transientes de um som. Geralmente o “Attack” e o “Sustain”. Vamos supor que o nosso bumbo não está se sobressaindo na mix do jeito que deveria. Se dermo s um boost no “attack” do transient designer, iremos ouvir a diferença na hora. Podemos usa - lo também do jeito inverso. Vamos supor que tenha uma “pontada” no attack de um som que acabamos de usar como sample. Podemos facilmente fazer ele sumir se usarmos um transient designer e diminuirmos o attack. Pode também ser útil quando quisermos cortar um pouco do reverb da sala. Nesse caso, podemos cortar o sustain do som para que ele soe muito mais apertado. Geralmente uso transient designer quando estou “layer ing” sintetizadores (unindo camadas diferentes de sintetizadores) e quero garantir que todos tenham o mesmo tipo de attack e sustain, para que soe m mais como um único som. Sim, isso pode ser atingido usando compressores e “gates”, porém assim é muito mais fácil. Vejo vocês na semana que vem!

#Vorwerk #Tipoftheweek #59 (22- 04- 2015)

Equalizando Dinamicamente:

Equalizar dinamicamente é muito útil para quando precisamos consertar certos problemas de frequência.

É extremamente preciso, o que pode ser dif ícil de entender e

certamente não é usado na maioria das ocasiões. Podemos controlar o Ganho (Gain) da banda de um EQ em vez do alcance da frequência como num compressor multi - bandas.

É principalmente usado para tirar o “s” (De - essing) dos vocais.

Portanto , quando o som é muito sibilante, as frequências altas são comprimidas e o volume diminuído. Se cortarmos uma frequência num EQ dinâmico, ela não se aplicará até que aquela frequência ultrapasse o “threshold”. Portanto, devemos usa - lo para assentar qualque r frequência que esteja nos incomodando ocasionalmente. Como por exemplo vocais, “drumloops” (loops de bateria), samples. Podemos também usa - lo para dar uma “apimentada” no nosso bumbo. Por exemplo, quando o bumbo passa de um certo threshold, ele ganha aut omaticamente um pouco de médio - agudo porém somente até o ponto de attack do bumbo. Assim, ele não se colide com os outros elementos da mix. Além disso, pode ser usado para criar um tipo de efeito de side - chain dinâmico no grave do bumbo, assim eles podem s er combinados de uma forma ainda melhor.

#Vorwerk #Tipoftheweek #60

Referência de Exportação:

Para essa semana, eu tenho uma dica bem simples, porém super importante. Podemos mixar na maior resolução possível para os melhores resultados, porém o s consumidores normalmente vão reproduzir nossas músicas em MP3 320Kbps. Portanto, temos que nos certificar de sempre exportar uma versão em 320Kbps e testa - la em todos os nossos headphones, alto - falantes, falantes do carro, etc… Se essa versão está boa, e ntão ai sim estamos prontos.

#Vorwerk #Tipoftheweek #61 (06- 05- 2015)

Problemas nas altas

As vezes quando usamos muito EQ nas altas ou um harmonic exciter para dar um certo brilho, podemos ter muitos problemas e a mix soar horrível . Uma alternativa para solucionar esse problema é colocar um “Soundreducer” / “Bitcrusher” no som / instrumento que está causando esse som agudo horrível. Isso diminuirá o “áspero” do agudo sem afetar o resultado geral da mix. Vejo vocês na semana que vem !

#Vorwerk #Tipoftheweek #62 (13- 05- 2015)

Masterização:

Uma ótima dica para masterização. Na dic a #45, falamos sobre Equalizar no tom da música vs. a tabela de frequências. Podemos aplicar isso também na masterização. Vamos supor que fizemos uma música em Sol (G), porém o som “geral” não está totalmente no spectrum correto que queríamos que estivesse. Podemos molda - lo um pouco usando aquela tabela de frequências e cortar e / ou dar um “boost” nas frequências específicas que estão no t om de Sol. Experimente m com isso e veja m o resultado na master final!

#Vorwerk #Tipoftheweek #63 (20- 05- 2015)

Visitem o meu soundcloud para ouvirem as “demos”.

Obrigado a todos por mandarem todas essas “demos”. Para hoje eu escolhi a demo de:

@Sunrocmusic - ocean - drive

https://soundcloud.com/sunroc/ocean - drive

Eu gostaria de focar na drop. Ela já está mui to boa, porém ainda há espaço para melhorias. Se eu me referir a qualquer tempo usado nas dicas abaixo, vocês poderão ouvir o que quero dizer no seguinte exemplo do soundcloud:

https://soundcloud.com/…/sunroc - ocean - drive - vorwerk - tipofth…

Seguem então algumas dicas que podemos aplicar para fazermos soa - la melhor ainda.

- A prim eira coisa que notei foi esse som meio de “vogal” que aparece na calda da linha de baixo. Você pode fazer a mix instantaneamente mais apertada se você deletar isso, ou diminuir o volume disso.

- Além disso, se você deixar o bumbo um pouco mais curto e coloca r um pouco mais de side - chain na linha de baixo você cria uma sensação de dinâmica maior. Eu tentei fazer isso no arquivo completo como você pode ouvir em 0 seg (original) e 6 seg (mais curto e com side - chain), mas tem que ser feito com os arquivos separad os, claro.

- A linha de baixo não está totalmente em mono. Isso não precisa importar em todas as vezes, porém quando eu ouvi a música em mono ela soou muito mais forte e apertada. Exemplo sem mono a 11 segs & com mono a 17 segs.

- Depois que feito isso, pode- s e abrir mais os médios altos e altos usando, por exemplo, um “harmonic exciter” e um “imager”. Eu usei os do Izotope para esse exemplo. Sem a 23 segs, com a 29 segs.

- Se você colocar um EQ cortando tudo abaixo de 45Hz nesse caso, sua mix vai se sobressair a inda mais. Além disso, usei um pouco de compressão e ganho com The Glue” para finalizar. O exemplo completo do antes e depois: Antes a 39 segs. Depois a 1 min. Lembre - se de que isso foi feito num estágio de masterização, porém deve ser feito nos canais in dividuais para um resultado muito melhor no final da mix. De um like se você gostou dessa sessão. Vejo vocês na semana que vem!

#Vorwerk #Tipoftheweek #64 (27- 05- 2015)

Muito obrigado a todos mais uma vez por mandarem todas as “demos”. Nessa semana e u escolhi uma demo vindo da @DorianIsaacCorrea. É um “bootleg” do Axwell & Ingrosso’s - Something New. Vocês podem ouvir no meu soundcloud o que eu fiz nela. https://soundcloud.com/…/vorwerk - tipoftheweek- demosessions - …

Chequem os tempos usados para referência nessa mensagem. Eu quero focar na parte da drop. (8 segundos) Quando a drop começa, a m ix se torna um pouco congestionada e perde poder nas altas e nas baixas. Uma boa dica para isso é adicionar um pequeno “tok de bumbo” (24 segundos). Adicionando isso, podemos ouvir que a mix melhora imediatamente (32 segundos).

Depois disso eu sugiro a me sma coisa da semana passada. Abrir mais a mix com um “Imager” e adicionar um pouco mais de médios em torno de 3.5KHz para dar um pouco mais de energia extra (55 segundos). Agora podemos realmente ouvir a diferença do antes e depois:

Depois: 1:20 Antes: 1:2 9 Vejo vocês na semana que vem!

#Vorwerk #Tipoftheweek #65

Tempo da Música

Essa semana gostaria de falar sobre algo que é mais ou menos uma questão de gosto, mas bem divertido de demonstrar. Para a “demo” desta semana eu escolhi a ótima música d o @BenTaylor, chamada “BeTa - Untamed”. Essa é uma música do tipo de Baltimore / Philadelphia / Jersey, como ele mesmo a descreve. E consequentemente ela possui um BPM bem rápido de 137. Eu não estou familiarizado com esse tipo de música, então suponho que ouço ela de uma maneira diferente. Original a 0 segundos = 137 BPM.

É divertido dar uma brincada/experimentar com diferentes tempos para ver o que acontece em relação a atmosfera / “feeling” geral da músic