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AS RELIGIÕES DA PRÉ- HISTORIA Licenciatura Plena em História – I Período Disciplina História Antiga

AS RELIGIÕES DA PRÉ- HISTORIA

Licenciatura Plena em História I Período Disciplina História Antiga - Oriente Prof. Jorge Miklos 1º Semestre/ 2016

Antiga - Oriente Prof. Jorge Miklos – 1º Semestre/ 2016 "Nós ossos que aqui estamos pelos

"Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos".

A Capela dos Ossos é um dos mais conhecidos monumentos de Évora, em Portugal.

Está situada na Igreja de São Francisco.

por

iniciativa de três monges que, dentro do espírito da altura (contrarreforma religiosa, de acordo com as normativas

Foi

construída

no

século

XVII

do Concílio de Trento), pretendeu transmitir a mensagem da transitoriedade da vida

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A Morte é uma Festa

A Morte é uma Festa
14/02/2016 A Morte é uma Festa 2
14/02/2016 A Morte é uma Festa 2

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14/02/2016 No México, o Dia dos Mortos é uma celebração de origem indígena, que honra os
14/02/2016 No México, o Dia dos Mortos é uma celebração de origem indígena, que honra os

No México, o Dia dos Mortos é uma celebração de origem indígena, que honra os antepassados no dia 2 de novembro. A UNESCO declarou-a como Patrimônio Imaterial da Humanidade.

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Na era pré-hispânica era comum a prática de conservar os crânios como troféus, e mostrá-los durante os rituais que celebravam a morte e o renascimento.

As origens da celebração no México são anteriores à chegada dos espanhóis. Há relatos que os astecas, maias praticavam este culto.

Os rituais que celebram a vida dos ancestrais se realizavam nestas civilizações pelo menos há três mil anos.

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para conviver com a consciência de sua finitude (ser-para-a- morte), o homem precisa acreditar na complexidade de tudo que o rodeia no universo, ampliando sua capacidade de entendimento sobre o significado da tríade: “natureza, espécie e humanidade”.

Consciência da Morte

A religião pré-histórica é um termo geral para as crenças e práticas religiosas da pré-história

O enterro dos mortos, particularmente com espólio pode ser uma das primeiras formas detectáveis de

prática religiosa, pois pode significar

uma "preocupação com os mortos, que transcende a vida diária."

Cena de culto aos mortos. Pintura Rupetre do sítio de Zisag George, Namíbia

Cena de culto aos mortos.

Pintura Rupetre

do sítio de Zisag George, Namíbia

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Os vestígios mais arcaicos deixados pelos ancestrais dos seres humanos são as sepulturas. As práticas mortuárias indicam a ritualização da morte.

morte, religião e cultura são indissociáveis…… a consciência da morte possibilitou ao homem um avanço em sua natureza cultural.

As sepulturas e os rituais fúnebres foram os primeiros sinais da cultura humana e provavelmente
As sepulturas e os rituais fúnebres foram os
primeiros sinais da cultura humana e
provavelmente a primeira ideia religiosa do
homem.

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14/02/2016 Em algumas sociedades primitivas, parte dos rituais de morte consistia em um banquete fúnebre, onde

Em algumas sociedades primitivas, parte dos rituais de morte consistia em um banquete fúnebre, onde os familiares do morto se reuniam para a grande homenagem e devoravam seu cadáver mediante práticas e

rituais mágicos e religiosos.

Paradoxalmente a vida simbólica nasce com a consciência da morte.

Paradoxalmente a vida simbólica nasce com a consciência da morte.

Paradoxalmente a vida simbólica nasce com a consciência da morte.

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A partir do momento em que a morte é percebida como fator irreversível e inevitável da vida, inicia- se o processo de reconhecimento da vulnerabilidade humana diante da presença de um tempo futuro, das imposições naturais e da transformação de um estado em outro. Encarada como impura e ameaçadora, a mortalidade relaciona-se ao medo primitivo do homem e, por isso, a sepultura indica o primeiro sinal de consciência primária, fazendo da “morte grande propulsora da humanidade

O CULTO DAS OSSADAS

O CULTO DAS OSSADAS

O CULTO DAS OSSADAS
o primeiro sinal de consciência primária, fazendo da “morte grande propulsora da humanidade O CULTO DAS

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14/02/2016 O simbolismo do osso envolve um significados complexos. O osso representa a essência do corpo

O simbolismo do osso envolve

um significados complexos.

O osso representa a essência do corpo que não é fugaz Eternidade /Imortalidade

A contemplação dos ossos configura um

retorno ao estado primordial por meio do despojamento dos elementos perecíveis do corpo Confecção de armas, instrumentos de música, enfeites, urnas implica ascese, superação da noção de vida e morte acesso à imortalidade.

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AS PRÁTICAS MORTUÁRIAS

AS PRÁTICAS MORTUÁRIAS

AS PRÁTICAS MORTUÁRIAS
CANIBALISMO ANTROPOFAGIA

CANIBALISMO

ANTROPOFAGIA

CANIBALISMO ANTROPOFAGIA
14/02/2016 AS PRÁTICAS MORTUÁRIAS CANIBALISMO ANTROPOFAGIA 17

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Antropofagia é um ato ritual de comer uma parte ou várias partes de um ser humano. Os povos que praticavam a antropofagia a faziam pensando que, assim, iriam adquirir as habilidades e força das pessoas que comiam e a sua virilidade Por sua realização em contexto mágico cerimonial ou patológico, não deve ser classificada ou compreendida como um hábito alimentar, o que não se aplica ao canibalismo, na maioria das vezes associado ao comportamento predatório.

A prática da antropofagia é ancestral. Numerosos indivíduos foram devorados pelo homem ao longo do paleolítico

PRÁTICAS MORTUÁRIAS

PRÁTICAS MORTUÁRIAS

PRÁTICAS MORTUÁRIAS

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Os bichos não sepultam seus mortos.

As sepulturas são os vestígios

mais antigos de vida

inteligente encontrados pelos arqueólogos

seus mortos. As sepulturas são os vestígios mais antigos de vida inteligente encontrados pelos arqueólogos 19

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As mais antigas sepulturas da pré- história datam de 80.000 a.C. (período paleolítico inferior). Revelam a existência, no homem pré- histórico, de espiritualidade - consciência da morte -e de senso religioso;

- consciência da morte -e de senso religioso; Os Dados Arqueológicos As mais antigas que conheçamos,

Os Dados Arqueológicos As mais antigas que conheçamos, datam de 80.000 a.C. Para as épocas anteriores a esta data, não temos vestígios explícitos; e isto, por vários motivos:

1) quanto mais recuamos no tempo, mais escassos são os artefatos preservados:

2) por ocasião das escavações arqueológicas, o próprio trabalho de remoção de entulhos e terra contribui para deslocar ossadas e instrumentos; assim o que os arqueólogos podem observar, já não tem as suas características típicas originais (como seriam as de uma sepultura) - a mensagem dos fósseis torna-se então incompreensível; 3) em vez de sepultar em covas abertas pela mão do homem, os antigos podiam sepultar em depressões do terreno o que contribui para descaracterizar as sepulturas (…).

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14/02/2016 Hoje conhecem-se cerca de quinze sepulturas do Paleolítico – La Chapelle-aux-Saints (França), Grimaldi

Hoje conhecem-se cerca de quinze sepulturas do PaleolíticoLa Chapelle-aux-Saints (França), Grimaldi (Itália), Arena Candida (Itália), Shanidar (Iraque), Qafzeh (perto de Nazaré, Israel)… Quanto mais o período avança no tempo, mais profusos aparecem os ritos funerários: as pinturas das cavernas e os artifícios múltiplos que cercavam os mortos, revelam cuidados especiais para com os corpos dos defuntos.

e os artifícios múltiplos que cercavam os mortos, revelam cuidados especiais para com os corpos dos

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Verifica-se que os cadáveres não eram à deterioração natural. Não foram lançados à terra de qualquer maneira com ritualidade organizadas pelos sobreviventes. Todos os esqueletos aparecem deitados sobre o lado direito ou o esquerdo, encolhidos, com as mãos e os pés insinuando lembrar o feto no útero materno ou o adulto adormecido.

ou o esquerdo, encolhidos, com as mãos e os pés insinuando lembrar o feto no útero
ou o esquerdo, encolhidos, com as mãos e os pés insinuando lembrar o feto no útero

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A ornamentação e os utensílios variavam de acordo com a idade, o sexo e as funções desempenhadas outrora pelo defunto.

o sexo e as funções desempenhadas outrora pelo defunto. Junto ao cadáver colocavam utensílios diversos: armas,

Junto ao cadáver colocavam

utensílios diversos: armas, estatuetas

femininas (símbolo da vida e da fecundidade), adornos (como dentes perfurados, conchas perfuradas, braceletes, pérolas, espinhas de peixe, colares…).

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14/02/2016 Ao ser sepultado , o cadáver era salpicado de ocre vermelho (minério de ferro) ou

Ao ser sepultado, o cadáver era salpicado de ocre vermelho (minério de ferro) ou era deitado em leito de ocre - símbolo do sangue e, por conseguinte, da vida. Às vezes, o ocre era colocado explicitamente diante da boca e das

fossas nasais, como símbolo do sopro

de vida.

Às vezes, o ocre era colocado explicitamente diante da boca e das fossas nasais, como símbolo

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Especialmente interessante é a sepultura das duas crianças de Spungir, na URSS: foram enterrados juntas, uma delas tendo a seu lado uma grande lança, oito dardos, dois punhais, dois bastões furados; a outra tinha também uma grande lança comigo, mas apenas dardos e um punhal.

uma grande lança comigo, mas apenas dardos e um punhal. Muitas pérolas se achavam em torno

Muitas pérolas se achavam em torno da cabeça, dos braços, das pernas, do peito e sobre os pés de cada esqueleto.

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14/02/2016 Traziam bonés decorados com carreiras de pérolas de marfim de diversas formas dispostas paralelamente,
14/02/2016 Traziam bonés decorados com carreiras de pérolas de marfim de diversas formas dispostas paralelamente,

Traziam bonés decorados com carreiras de pérolas de marfim de diversas formas dispostas paralelamente,

caninos de raposa polar,

anéis talhados em chifre de mamute (possivelmente destinados a prender os cabelos ou as caudas de raposa que ornamentavam a cabeça).

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14/02/2016 Os punhos tinham braceletes finos ; e os dedos, anéis de marfim. Sobre o peito

Os punhos tinham braceletes finos; e os dedos, anéis de marfim. Sobre o peito de um dos esqueletos, encontrou-se uma figura de cavalo em forma de placa.

Merece atenção ainda a sepultura dita “do Jovem Príncipe” em Arena Candida

(Itália): em torno da cabeça,

encontraram-se glóbulos perfurados, adornos outrora cozidas sobre as suas vestes, um grande punhal de pedra em sua mão.

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14/02/2016 Em Shanidar (Iraque), encontraram-se em torno do esqueleto sedimentos com vestígios de pólen – o
14/02/2016 Em Shanidar (Iraque), encontraram-se em torno do esqueleto sedimentos com vestígios de pólen – o

Em Shanidar (Iraque), encontraram-se em torno do esqueleto sedimentos com vestígios de pólen o que significa que fora o cadáver enterrado sobre um leito de flores vivas e coloridas (…) Isto há cerca de 50.000 anos!

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À medida que as populações pré- históricas foram assumindo a vida sedentária, constituíram cemitérios. Em consequência, foram descobertas verdadeiras necrópoles em Teviec e Hoëdic (Bretanha, França), Muge (Portugal), Vedbaek (Dinamarca), Mallaha (Israel).

Muge (Portugal), Vedbaek (Dinamarca), Mallaha (Israel). Que pensar? Qual terá sido a razão do sepultamento dos
Que pensar? Qual terá sido a razão do sepultamento dos mortos desde a pré-história?

Que pensar? Qual terá sido a razão do sepultamento dos mortos desde a pré-história?

Que pensar? Qual terá sido a razão do sepultamento dos mortos desde a pré-história?

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Sepultando seus mortos, os antigos julgavam que eles venceriam no plano simbólico, a morte biológica o que está ligado à crença na vida póstuma.

Em geral, os cientistas estão de acordo em reconhecer que tais sepulturas NÃO TÊM VALOR APENAS UTILITÁRIO OU PRAGMÁTICO (atender à higiene, por exemplo), mas exprimem a convicção de que os antepassados sobrevivem no além; precisam de ser acompanhados, guarnecidos, equipados . As mitologias dos povos históricos desenvolvem amplamente as crenças do homem pré-histórico, apresentando as “peripécias” ou “aventuras” da vida póstuma.

O Prof. Cécile Lestienne escreveu a respeito o artigo “Funérailles d’antan” na revista “ Science et Avenir ”, nº 480, fevereiro 1987, pp. 54 -59, no qual tece as seguintes considerações:

“Podemos afirmar que os sepultamentos intencionais estão obrigatoriamente associados à crença no Além, numa vida póstuma ou num renascimento? Nosso conhecimento das sociedades arcaicas e primitivas poderia sugerir-no-lo. Mas diz Leroi- Gourhan: Até um ateu aceita ser enterrado…”

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O antropólogo Edgar Morin em seu livro:

O Homem e a Morte afirma que:

A morte situa-se exatamente na fronteira bioantropológica. É o traço mais humano, mais cultural do

anthopos”.

É impossível conhecer o homem sem lhe estudar a morte, porque talvez mais do que na vida, e na morte que a humanidade se revela.

É nas atitudes e crenças perante a morte que o ser humano exprime o que a vida tem de mais fundamental.

“O Objetivo derradeiro da vida é sua própria extinção” (Sigmund Freud)

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14/02/2016 Numa sociedade completamente dirigida para a produtividade e para o progresso não se pensa na

Numa sociedade completamente dirigida para a produtividade e para o progresso não se pensa na morte. MORTE é incompatível com os valores da economia industrial e, por isso, tem que ser negada. Não pode ser reconhecida. É preciso que ela desapareça, rejeitada seja pela negação, seja pela camuflagem

As sepulturas são o testemunho de uma consciência simbólica - espiritualidade. É certo que elas não são devidas apenas a cautelas de higiene. Por que os antigos se dariam ao trabalho de enterrar alguém, quando seria mais simples lançar o cadáver numa fossa um tanto afastada? Mas ainda mais significativos do que esta reflexão são outros indícios:… os corpos não foram enterrados de qualquer modo. O seu sepultamento exigiu cuidados e atenção dos sobreviventes.

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Estudando como nossos ancestrais cuidavam dos seus defuntos, os pesquisadores da pré- história esboçam o nascimento da espiritualidade

Um estudioso não pode deixar de

valorizar enormemente esses

túmulos pré-históricos. São típicos do ser humano, pois nenhum animal, por mais aperfeiçoado que seja, sepulta os

seus mortos; o homem, ao contrário, desde que aparece sobre a face da Terra, prática a inumação

Com isto também fica patente que o senso religioso é outra nota congênita na humanidade desde os primórdios da existência humana; a religião não é um fenômeno tardio da criatura amedrontada ou amesquinhada pelas forças da natureza, mas é o testemunho da inteligência desde que ela pode ser identificada na penumbra da pré-história.

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A fabricação de instrumentos lascados em vista de um

objetivo a produção do fogo e o sepultamento dos mortos são as primeiras manifestações do NUMINOSO

na consciência humana

Eu olhei em templos, igrejas e mesquitas. Mas achei o divino dentro do meu coração.

Eu olhei em templos, igrejas e

mesquitas. Mas achei o divino dentro do

meu coração.

(Rumi - poeta, jurista e teólogo sufi -persa do século XIII.)

e mesquitas. Mas achei o divino dentro do meu coração. (Rumi - poeta, jurista e teólogo
Referências • GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas . Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.
Referências
• GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas . Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1989.
• LARAIA,
Roque
de
Barros.
Cultura,
um Conceito
Antropológico. Jorge Zahar Editor. 22ª edição. Rio de Janeiro,
2001.
• LEROI-GOURHAN, André. As Religiões da Pré-História. Lisboa:
Edições 70, 2007.
• MARANHÃO, José Luiz de Souza. O que é Morte. São Paulo:
Editora Brasiliense, 1987
• MORIN, Edgar. O Homem e a Morte. Rio de Janeiro, Zahar,
1979.
• SANTOS,
José
Luiz
dos.
O
que
é
Cultura.
São
Paulo:
Brasiliense, 1991.