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Cap. 1: Conceitos Gerais

Introdução à QEE Definição: Qualidade é a combinação de características através das quais produtos e serviços em uso corresponderão às expectativas do cliente. Qualidade é atender as solicitações dos clientes, procurando maximizar sua satisfação, com menor custo e em menor prazo. Indicadores:

Qual. Atendimento: Cotidiano concessionária/ consumidor, atendimento de emergência e eficiência do atendimento. Aspectos comerciais. Obs.: No Prodist, o atendimento de emergência é avaliado na qualidade do serviço. Qual. Serviço: Continuidade do fornecimento. Ideal: continuidade plena e oferta ilimitada. Qual. Produto: Conformidade do produto energia elétrica, tensões senoidais, equilibradas e simétricas, com amplitude e frequencia constantes. QUALIDADE DA TENSÃO Importância da QEE: Evolução tecnológica dos equipamentos; cargas mais sensíveis (processos controlados eletronicamente); cargas poluidoras (eletrônica de potência); dificuldade de controle prévio da QEE; Fator de competitividade entre empresas (Qualidade x Custo); diferenciador para promover desenvolvimentos regionais; consumidores mais exigentes.

Principais distúrbios da QEE

1. Transitórios: Não são normalizados. São eventos indesejáveis de natureza momentânea.

Impulsivos: É súbito, não provoca alterações nas condições de estado permanente da tensão. São amortecidos rapidamente devido à resistência dos componentes

do sistema. Causado por descargas atmosféricas; ocorre em um curto espaço de tempo; necessário um equipamento de alta taxa de amostragem para detectá- lo. Efeitos: degradação do isolamento e falha imediata em equipamentos. Oscilatórios: São variações de tensão e de corrente cujos valores instantâneas mudam de polaridade rapidamente. Causado por chaveamento de banco de capacitores (↑fp e nível de tensão) ou trafos. Efeitos: iguais ao transit. Impulsivo.

2. Variações de Tensão de Curta Duração:

Interrupções: quando a tensão de suprimento decresce a um valor menor que 0,1 p.u., por um período de tempo que não exceda 1 minuto. Causadas por curto- circuitos e falhas em equip. Efeitos: parada de operação de equipamentos. Elevação de tensão: É um acréscimo na magnitude do valor RMS da tensão com magnitudes típicas de: 1,10 a 1,80pu. Causados por curtos-circuitos desequilibrados e perdas de cargas. Efeitos: queima de equipamentos, redução da vida útil devido a deterioração do isolamento. Afundamento de tensão: É um decréscimo da magnitude da tensão no seu valor RMS. Causados por curtos-circuitos e partidas de grandes motores. Efeitos:

parada de operação de equipamentos e processos industriais. Faixas: intensidade 0,10-0,90pu e duração 0,5ciclos-1min.

3. Variações de Tensão de Longa Duração: distúrbios em regime permanente

Interrupções Sustentadas: A redução de tensão de suprimento a zero, por um período superior a um minuto, é considerada interrupção sustentada. Requerem intervenção manual para restabelecimento do sistema. Subtensões: quando se verifica o acréscimo do valor eficaz de tensão acima de 1,10 p.u., por tempo superior a 1 minuto. Causados por sobrecarga de alimentadores, saída de operação de banco de capacitores, tap incorreto de trafos. Efeitos: sobreaquecimento e redução da vida útil de motores, mal funcionamento e queima de equipamentos. Sobretensões: São consideradas subtensões os decréscimos do valor eficaz de tensão abaixo de 0,90 p.u., com duração superior a 1 minuto. Causadas por saída de cargas, entrada de banco de cap., tap incorreto de trafos; Efeitos: redução de vida útil, sobrecarga e reduçao de vida útil de capacitores.

útil, sobrecarga e reduçao de vida útil de capacitores. 4. Flutuações de tensão: São variações na

4. Flutuações de tensão: São variações na magnitude do valor RMS da tensão. Causas: operações de fornos a arco, laminadores, máquinas de solda, elevadores.

Efeitos: incômodo visual provocado por flutuações sobre lâmpadas incandescentes, interferências em equip. Eletrônicos.

5. Desequilíbrios: É um desvio em sistemas 3ф de módulo e/ou ângulo em relação a condição equilibrada. Causas: cargas monofásicas, ausencia de transposição

de LT’s e queima de fusíveis de 1 ou 2 fases de banco de capacitores. Efeitos: redução da vida útil de motores.

6. Harmônicos: É a distorção da forma de onda. Causado por operações de cargas não lineares (retificadores, inversores de frequência, fornos a arco, lâmpadas

fluorescentes que poluem a rede e tem baixo fp). Efeitos: sobreaquecimento de máquinas rotativas, redução da vida útil de equipamentos, ressonância e Sobretensões harmônicas e aumento da corrente de neutro.

7. Outros:

Variações de frequência: Causados pelo desequilíbrio entre geração e carga do sistema; perda de geração, carga ou interligações; ineficiência do sistema de controle de frequência (reguladores de velocidade). Importante para sistemas isolados. Ruídos: Causados por operações de fornos a arco e máquinas de solda, operação de fontes chaveadas e aterramentos impróprios; Efeitos: interferência na operação de microcomputadores e controladores programáveis. Corte de tensão: causados por comutação de tiristores durante a operação do conversor estático; a duração e intensidade dependem da impedância da fonte; fenomeno dura menos que 1,2ms.

Gestão da QEE: monitoração do sistema, definição de indicadores, definição de limites, recomendações e Regulamentação e Normalização.

Cap. 2: Qualidade do Serviço

PRODIST: Documento elaborado pela ANEEL que normatiza e padroniza as atividades técnicas relacionadas ao funcionamento e desempenho do sistema do DISTRIBUIÇAO. Módulo 8: Seção 8.2: Estabelece procedimentos relativos à QEE, abordando a qualidade do produto e a qualidade do serviço prestado.

Qualidade do Serviço:

Para a qualidade dos serviços prestados, este módulo estabelece a metodologia para apuração dos tempos de atendimento a ocorrências emergenciais, e dos

indicadores de continuidade. Objetivo: Definir indicadores e padrões de qualidade de serviço de forma a fornecer mecanismos para acompanhamento e controle

do desempenho e oferecer aos consumidores parâmetros para avaliação do serviço prestado.

Conjunto de Unidades Consumidoras: Definido por subestação de distribuição (SED). Atributos do conjuntos: Área em km quadrados; Extensão da rede MT, segregada em urbana e rural; Energia consumida nos últimos doze meses; Número de unidades consumidores atendidas; Potência instalada em KVA; Padrão construtivo (rede aérea e subterrânea) e localização (sistema isolado e interligado);

INDICADORES DE TEMPO DE ATENDIMENTO AS OCORRENCIAS EMERGENCIAIS

Ocorrências Emergenciais: São definidas como sendo eventos na rede que prejudiquem a segurança e/ou a qualidade do serviço prestado ao consumidor, com deslocamento de equipes de atendimento. Mesmo ocorrências de naturezas improcedentes são consideradas para os cálculos dos indicadores. Sistema de atendimento: A distribuidora deverá dispor de sistemas ou mecanismos de atendimentos emergenciais, acessíveis aos consumidores.

O atendimento às ocorrências emergenciais deverá ser supervisionado. Serão avaliados os tempos médios de preparação, deslocamento e execução. O tempo

total é o Tempo Médio de Atendimento a Emergências. TMAE = TMP + TMD + TME TMP: Somatório dos tempos de preparação pelo número de ocorrências. TMD: Somatório dos tempos de deslocamento pelo número de ocorrências. TME: Somatório dos tempos de execução pelo número de ocorrências.

PNIE: Percentual do nº de ocorrências com interrupção de energia. Dado pelo número de ocorrências emergenciais com interrupção de energia, pelo número de ocorrências. NÃO são considerados: serviços na rede de iluminação pública; serviços de caráter comercial; reclamações relativas ao nível de tensão de atendimento; reclamações por interrupção programada (se os consumidores foram devidamente notificados conforme a legislação).

O período de apuração dos indicadores será mensal.

INDICADORES DE CONTINUIDADE Através desses indicadores, pode-se avaliar a qualidade do serviço prestado. Existem indicadores de frequência e duração, divididos em dois tipos:

Individuais: DIC, FIC, DMIC e DICRI

Coletivos: DEC e FEC Interrupção: Descontinuidade do neutro ou da tensão disponível em qualquer uma das fases. Interrupção de longa duração: Toda interrupção com duração maior

ou igual a 3 (três) minutos.

Restabelecimento da continuidade: Retorno da tensão disponível em todas as fases e do neutro, quando esse existir, com permanência mínima de tempo igual a 1 (um) minuto. Os indicadores deverão ser calculados para períodos de apuração mensais, trimestrais e anuais, com exceção do indicador DICRI, que deverá ser apurado por interrupção ocorrida em dia crítico. Dia crítico: Dia em que a quantidade de ocorrências emergenciais superar a média acrescida de três desvios padrões dos valores diários. (24 meses) 1.Indicadores Individuais:

DIC (Duração de interrupção individual por unidade consumidora): Intervalo de tempo que ocorreu descontinuidade da energia elétrica. É o somatório dos tempos. DMIC (Duração máxima de interrupção contínua por unidade consumidora): Tempo máximo de interrupção contínua de energia elétrica, em uma unidade consumidora. FIC (Frequência de interrupção individual por unidade consumidora): Número de interrupções ocorridas. DICRI (Duração da interrupção individual ocorrida em dia crítico por unidade consumidora): É a duração da interrupção ocorrida em dia crítico. 2.Indicadores Coletivos:

DEC (Duração Equivalente de interrupção por Unidade Consumidora): Intervalo de tempo que, em média, em cada unidade consumidora ocorreu descontinuidade.

É a média ponderada dos DICs, ou seja, é o somatório do número de consumidores afetados vezes o tempo da interrupção , dividido pelo número total de

consumidores do conjunto. FEC (Frequência Equivalente de interrupção por Unidade Consumidora): Número de interrupções ocorridas, em média, em cada unidade consumidora. É a média ponderada dos FICs, ou seja, é o somatório dos consumidores afetados pelo número total de consumidores do conjunto. NÃO são consideradas as interrupções em DIAS CRITICOS!

O período de apuração dos indicadores será mensal, porém serão calculados os indicadores equivalentes para o trimestre e ano.

Os limites dos indicadores DIC e DMIC são vinculados ao limite anual do indicador DEC, enquanto os limites do indicador FIC são vinculados aos limites anuais do

indicador FEC. Os limites estão estabelecidos no Anexo do Prodist e variam de acordo com a localização e a tensão contratada. O limite do indicador DICRI deverá corresponder ao maior valor estabelecido para o indicador DMIC nas tabelas do Prodist. Compensações: No caso de violação dos indicadores DIC, FIC e DMIC em relação ao período de apuração (mensal, trimestral ou anual), a distribuidora deverá calcular a compensação e efetuar o crédito na fatura, apresentada em até dois meses após o período de apuração. Para o DIC:

= (

1)

730

Onde DICv é o valor verificado. DICp é o valor Limite. EUSDmedio é o valor da conta de energia média sem a taxa de iluminação pública. Kei é o fator de majoração, que é de 15 para BT, 20 para MT e 27 para AT.

As demais compensações são calculadas de forma análoga.

Confiabilidade: Para 100% de confiabilidade = 0h de duração de ocorrências. T é o número de horas (mensais (730), ou anuais (8760))

= 1 −

Cap. 3: Qualidade do Produto VTLDs

Módulo 8: Seção 8.1: Caracteriza os fenômenos de QEE, estabelece os critérios de amostragem, os valores de referência e os procedimentos relativos à qualidade

do produto.

VTLD: Variação de tensão de longa duração. São evento cuja duração é maior que 3 minutos. Também conhecida como Tensão em Regime Permanente: Conceito associado a VALOR EFICAZ.

A tensão em regime permanente deve ser avaliada nas seguintes situações:

Eventual: por reclamação do consumidor ou por determinação da fiscalização da ANEEL; Amostral: por determinação da ANEEL, de acordo com sorteio realizado para cada trimestre;

Ininterrupta: conforme resolução específica. 1.Protocolo de Medição:

As leituras devem ser obtidas por meio de equipamentos que operem segundo o princípio da amostragem digital, com os seguintes requisitos mínimos: Taxa de amostragem: 16 amostras/ciclo; Precisão: até 1% da leitura e Apresentar tabelas de medição e histograma de tensão (na faixa de 0,8 a 1,2 p.u). Atenção: 16 amostras por ciclo são suficientes para registrar o fenômeno, pois está em regime. Caso fossemos fazer a medição de um fenômeno transitório, seriam necessários 128 amostras/ciclo. A medição de tensão deve abranger medições entre todas fases e o neutro, ou entre todas as fases, caso o neutro não esteja disponível. As medições devem ser efetuadas no medidor.

Os valores eficazes devem ser calculados a partir das amostras coletadas em janelas sucessivas (12 a 15 ciclos). O conjunto de leituras para gerar os indicadores individuais deverá compreender o registro de 1008 leituras válidas obtidas em intervalos consecutivos (período de integralização) de 10 minutos cada. Critério utilizado para Expurgo: Quando houver registro de interrupção de energia elétrica, afundamentos ou elevações momentâneas de tensão, o intervalo de medição de 10 (dez) minutos deverá ser expurgado e substituído por igual número de leituras válidas.

2. Limites:

Tensão de atendimento (TA): valor eficaz de tensão no ponto de entrega ou conexão.

valor eficaz de tensão no ponto de entrega ou conexão. 3.Indicadores Individuais: a concessionária deverá apurar
valor eficaz de tensão no ponto de entrega ou conexão. 3.Indicadores Individuais: a concessionária deverá apurar

3.Indicadores Individuais: a concessionária deverá apurar quando de medições oriundas por reclamação e/ou amostrais, os indicadores individuais:

DRP (Duração Relativa de transgressão de tensão precária): É o número de leituras precárias dividido 1008 (n de leituras) vezes 100. Valor Limite: 3% DRC (Duração Relativa de transgressão de tensão crítica): É o número de leituras críticas dividido 1008 (n de leituras) vezes 100. Valor Limite: 0,5% ICC (Índice de unidades Consumidoras com tensão critica): É o número de consumidores com DRC diferente de zero, divido pelo número total de consumidores. 4. Indicadores Coletivos:

DRPE (Duração Relativa de transgressão de tensão precária equivalente): É o somatório do DRP individual dividido pelo número total de consumidores da amostra. DRCE (Duração Relativa de transgressão de tensão crítica equivalente): É o somatório do DRC individual dividido pelo número total de consumidores da amostra.

Medição Amostral: a distribuidora deve realizar sorteio de amostra das unidades consumidoras para fins de medição no mês de setembro de cada ano, por meio de critério estatístico aleatório estabelecido pela Aneel. As distribuidoras devem efetuar, para cada uma das unidades consumidoras a medição de 1008 leituras válidas.

Reclamação do Consumidor: Quando da reclamação do consumidor associada à qualidade da tensão de Regime permanente no ponto de conexão, a distribuidora deve: Identificar a unidade consumidora assim como os dia(s) da semana e horário(s) em que o problema foi verificado; efetuar inspeção técnica até o ponto de conexão da unidade consumidora para avaliar a procedência da reclamação, respeitando o horário informado pelo consumidor; Realizar a medição instantânea no ponto de conexão do valor eficaz de duas leituras, com um intervalo mínimo de 5 minutos entre elas.

4. Compensação:

= [(

100

) 1 + (

100

) ∗ 2] ∗

Onde k1= 0 se DRP ≤ DRPm. K1= 3 se DRP ≥ DRPm. K2=0 se DRC ≤ DRCm. Se DRC ≥ DRCm, então k2= 7 para BT, k2=5 para MT e K2=3 para AT.

Cap. 4: Qualidade do Produto VTCDs

VTCDs: é um conceito associado a VALOR EFICAZ. São variações de tensão cuja duração é menor que 3 minutos. Esses eventos são aleatórios e não regulamentados (estão no Prodist mas não há nenhuma lei a respeito). Os distúrbios são: Interrupções, Elevações de Tensão e Afundamentos de Tensão. Os afundamentos ou AMTs são os mais frequentes.

Afundamentos de Tensão:

São inevitáveis e inerentes a operação do sistema elétrico. É a maior causa de parada de processos industriais contínuos (papel, celulose, química, petróleo). Conceito a ser adotado: Tensão remanescente. Consequências: perdas de insumos, refugo de produção, qualidade dos produtos e reparo de equipamentos; prejuízos e perdas de imagem das concessionárias. Terminologias: Voltage sags (IEEE); Voltage dips (IEC); Afund. Momentâneos de Tensão (Brasil) Caracterizar o distúrbio através de 3 parâmetros: intensidade, duração e frequência de ocorrência Agregação de fase: consiste em atribuir um único conjunto de parâmetros (amplitude, duração) a uma ocorrência que provoca registro em mais de uma fase. Métodos: Fase Crítica, Parâmetros Críticos e União das Fases. Note que, a intensidade será a mesma em todos os métodos, o que muda é a duração. Agregação temporal: O objetivo é agrupar todos os eventos devidos a uma única falta no sistema de potência e assim identificá-los como um único evento. Causas do afundamento: energização de transformadores, partidas de motores e curto-circuitos na rede.

Curtos-circuitos no Sistema Elétrico: principal motivo: milhares de km de áreas expostas das LT’s. Causas: a descargas atmosféricas (nível ceráunico), vendavais, queimadas, poluição. Natureza dos CC:

CC

Temporários: não provocam danos permanentes ao sistema de isolação; possibilita a adoção de práticas de religamento.

CC

Permanentes: resulta em danos físicos em alguns elementos de isolação do sistema; exige intervenção da equipe de manutenção.

Fatores de Influência:

1.Tipos de Falta: Falta 3ф: afundamentos equilibrados; mais severos e menos frequentes. Falta фф, ффT e фT: afundamentos desequilibrados; menos severos e mais frequentes. 2.Localização de falta: Transmissão: sistemas malhados; afeta maior número de consumidores. Distribuição: sistemas radiais; afeta os ramais adjacentes. Área de Vulnerabilidade: é a região do sistema elétrico constituida de subestações, LTs, onde a ocorrência de CC resultará em afundamentos de tensão abaixo dos limites pré-estabelecidos. 3. Impedância de falta: Curtos raramente são francos (metálicos); o efeito é mais pronunciado em sistemas de distribuição; valores de impedância de f alta (sistemas de transmissão). Raramente os curtos-circuitos no sistema possuem resistência de falta nula. Portanto, desprezar a resistência de falta significa obter valores de afundamento mais severos. 4. Tensão pré-falta: Geralmente, nos estudos de curto-circuito em sistemas elétricos, adota-se tensão pré-falta igual a 1,0 p.u. No entanto esta premissa na maioria das vezes, não é verdadeira, incorrendo-se em erros de cálculo. 5.Conexao dos transformadores: Conexão Y-Δ: que além de filtrar a componente de sequência zero da tensão de frequência fundamental, introduzem defasamento angular entre as tensões primária e secundária. Conexão Y-Y, Δ-Δ: aqueles que somente filtram as componentes de sequência zero da tensão de frequência fundamental, não introduzem defasamento angular. Conexão Y-Y: não filtram as componentes de seqüência zero não introduzem defasamento angular. 6.Sistemas de Proteção:

Duração = f(proteção+disjuntor) Duração do afundamento = Ts (sensibilização da proteção) + Ta (atuação da proteção) + Td (atuação do disjuntor).