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Notas de aula - Cálculo III Integral Tripla Coordenadas Cilíndricas e Esféricas Integral de linha
Notas de aula - Cálculo III Integral Tripla Coordenadas Cilíndricas e Esféricas Integral de linha

Notas de aula - Cálculo III Integral Tripla Coordenadas Cilíndricas e Esféricas Integral de linha Teorema de Green Prof. Ticiano A. Bastos.

Integração Tripla  S  S Se f(x,y,z) = 1 f ( x , y

Integração Tripla



S



S

Se f(x,y,z) = 1

f

(x, y, z)dv

f

(x, y, z) dzdydx

dzdxdy

V



S

dv

Cálculo é análogo a integração dupla.

Exemplo:

Calcula as integral.

2  xz 2  y  1)  cos   dydxdz  z
2
 xz
2
y 
1)

cos 
dydxdz
z 
0 0
0
2
xz
2
y  
= 
zsen 
dxdz
z  
0
0
0
2
2

zsenx
 zsen
0 
dxdz
=
0
0
2
2

zsenxdxdz
=
0
0
2
z
 cos
x

2
=
0
0
0
zdz
=
0
2
2
z
=
2
2
 
0
=

u

y

z

du

1

z

dy

2
2
2 y 2 ln x 2)  ye dzdxdy z 1 y 0 2 y
2 y
2
ln x
2)

ye dzdxdy
z
1
y
0
2
y
2
ln x
z
y
e dzdxdy
 
1 y
0
2
y
z
2

ln x
y e

dxdy
0
1
y
2
y
2
ln x
ye
y dxdy

1
y
2
y
2

yx
y dxdy
1
y
2
y
2
2
yx
 yx
dy
2
1
y
 

2

5

 

3

1

y

2

y

3

y

2

y

2

dy

2

y

5

 

3

2

 

3

y

y

dy

 

y

2
1

2

y

2 5

1

2

3

y

2

3

y

2

dy

y

6

3

y

4

 

y

3

2

   
 

12

8

3

1

64

48

8

1

3

1

 

   
 

12

8

3

12

 

8

3

128

144

64

2

9

 

8

 

24

 
 

47

 

24

2

1

x

2

3)



x

cos

y dzdxdy Resp: 1/4

0 0

0

2 x

2

x

y

4)



2 x

2 y dzdydx Resp: 13915/216

1 1

0

e

ln

x

x

e ln x

?

ln

e

ln x

ln?

ln

x

ln

e

ln?

ln

x

ln?

? x

3
3
Usando Integração tripla para calcular o volume do sólido limitado pelas superfícies. 1)  

Usando Integração tripla para calcular o volume do sólido limitado pelas superfícies.

1)

y 4

y

2

z

z

x

3

6

2)

y

y 1

z

z

0

4

x

2

2)

z

 

3

x 1

x

x 2

y

2

y

z

0

1

3)

   2

y

1

3

x 1

x

z

y

z

0

x

Coordenadas Cilíndricas

4)

  z

x

z

 

0

y

y

y

x

2

2

x

5)

z

4

 

z 0

y

2

x

y 4

y

6)

y

y

3

x

 

4

z

6

z 2

 

2

2

x

y

Sistema de coordenadas tridimensional onde os pontos são dados por ,, z. Nesse sistema ,compõem o sistema polar e z é um eixo perpendicular ao plano polar.

z   x
z
x

Exemplos:

y

P(x,y,z) coordenada cartesiana

 

P,, zcoordenada cilíndrica

x cos

y

  z

z

sen

arctg

y

x

x 2  y 2
x
2
y
2

1) Dada a equação em coord. cartesiana, passar para coord. cilíndrica

a

)

x

2

2

y

2

5 z

2

5

z

2

b ) y  x y x    3 tg   3
b
)
y
x
y
x  
3
tg
3
 arctg
3

3

2) Dada a equação em coordenada cilíndrica passar para coord. cartesiana.

a

)

z

1

2

2

sen

2

1

z sencosb)x 3y cos  2z 3sen  6 2z 6

z

2

2

sen

eq. de um plano.

2

cos

z yx

4
4
3) Dadas as superfícies em coordenadas cartesianas e calcular o volume em coordenadas cilíndricas. 2

3) Dadas as superfícies

em coordenadas cartesianas e calcular o volume em coordenadas cilíndricas.

2

x

2

y 9

e z y, esboçar o sólido. No 1º octante, armar a integral que dê o volume

5
5
4) Idem ao 3 para 2 x 2  y  4 e z 

4) Idem ao 3 para

2

x

2

y 4

e z x no 1º octante.

6
6
5) Seja o sólido no 1º octante limitado por z  1 e a) Esboçar

5) Seja o sólido no 1º octante limitado por z 1 e

a) Esboçar o sólido.

b) Armar a integral que dê o volume em coordenadas cartesianas.

c) Calcular o volume em coordenadas cilíndricas.

5

x

2

y

z

2

.

Pede-se:

7
7
6) Idem ao 5. z  1 e z  5  x 2 2

6) Idem ao 5.

z 1 e

z 5 x

2

2

y

8
8
7) Dadas as integrais em coordenadas cilíndricas, esboçar o sólido e calcular em coordenadas cilíndricas.

7) Dadas as integrais em coordenadas cilíndricas, esboçar o sólido e calcular em coordenadas cilíndricas.

2 4  x 2 6 1 a )      x
2
4  x
2
6 1
a )  
x
2
 y
2
2
0
0 0

dzdydx

9
9
b) 5 25  x 2 6 dzdydx    x 2  y

b)

5 25  x 2 6 dzdydx    x 2  y 2
5
25  x
2
6
dzdydx
x
2
y
2
0
0
0
10
10
Coordenadas Esféricas Os pontos M do espaço são dados pelas variáveis R ,  ,

Coordenadas Esféricas

Os pontos M do espaço são dados pelas variáveis R, , e onde:

R : distância da origem ao ponto M. : ângulo entre R e eixo z.

: ângulo entre projeção de R sobre o plano xy e eixo x.

 z R MR,,e   
z
R
MR,,e
 

x

y

0  R  0 2  sen  R 0   Rsen 
0  R  0 2
sen

R
0 
 Rsen 
z
x
cos 
 Rsen
z  Rcos
R
x  Rsen cos
cos
y  Rsen  sen  y  Rsen sen
y
 Rsen
sen
y  Rsen sen

Equações que transformam esférica para cartesiana.

z   R z 2 2 2 y cos e  z 2 
z
  R
z
2
2
2
y
cos e 
z
2
 x  y  R
  arctg
R
2
2
2
x
z
cos e 
x
2
y
2
z
2
Equações que transformam de cartesiana para esférica.

Exemplos:

1) Transformar as equações para coord. esféricas.

)

a x

R

2

2 2

y z

9

 R

2

3

9

11
11
  2 2 b)z Rcos  2 x 2  y 2 2 
2
2
b)z Rcos  2 x 2  y
2
2
2
R 
cos
R
2
R
 2 R sen
2
2
sec   sec
2

2) Transformar as equações para coord. cartesiana.

a)R  2 x 2  y  z  2 2 2 x 2
a)R  2
x
2
 y  z  2
2
2
x
2
 y  z  4
2
2

Transformação de uma integral para coord. esférica

 f  x , y z dv ,    f R 

f
 x
,
y z dv
,
 
f R  
,
,
 ?
dv 
S
J
dR d d
S
'
x
 x
 x
R
sen
cos
x
,
y z
,
y
 y
y
J 
sen sen
R ,
 
,
R
cos
z
 z
 z
R
J
x Rsen
cos
y Rsen sen
z R cos
Integrais
 f
x y z dzdydx 
,
,
coord. cartesiana

S

f   z dzdd

,

,

S

coord. cilíndrica

Rsen

cos

R

cos

cos

Rsen

cos

R

cos

sen

 

Rsen



2

R sene

 

dv

R

2 sene dR d

de

f R   R sendR dd

,

,

2

S

coord. esférica

12
12
Volume V V V   S    S  S d z

Volume

V

V

V



S



S



S

dzdydx coord. cartesiana

dzdd coord. cilíndrica

2

R sene dRdd

coord. esférica

Coord. cilíndrica

x   cos  y   sen  y  tg  x
x 
cos
y
 
sen
y
 tg
x
2
2
2
x
y
dv
dz
  
d
d
Exercícios
2 9 
x
2
3
9  x
y
2
xz dzdydx pede-se:
1)
Dado 
0
0 0
a)
Esboçar o sólido.

b)

c)

2)

Armar a integral em coord. cilíndrica.

Calcular a integral em coord. esférica.

Calcular o volume do sólido no 1º octante onde:

Coord. esférica

x Rsen

cos

y Rsen

sen

z R cos

Rsen

2

x

y

2

z

2

R

2

dv

2

R sen

 

dRd d

2 2 z  1  x  y z  0 y  x
2
2
z
1 
x
y
z  0
y
 x e
x
 0
 2 2 z  1  x  y   3) Calcular o
2
2
z
1 
x
y
3)
Calcular o volume do sólido onde
z  0
y 
x e
y
 0
2
2
z
1 
x
y
z  0
4) Calcular o volume no 1º octante onde:
y  0
y
x
y  0
13
13
Nos problemas 5 a 6, esboce o sólido S, e calcule cada integral tripla. 5)

Nos problemas 5 a 6, esboce o sólido S, e calcule cada integral tripla.

5)



S

3x 2ydxdydz,

onde S é o sólido limitado superiormente pelo plano z = 4, inferiormente pelo plano z = 0

e lateralmente pelo cilindro com geratrizes paralelas ao eixo z, sobre a região quadrada

R : 1x 1;

1 y 3. x y z 6.

R: 64 u.v.

6) 

S

3xy dxdydz,

R: 72 u.v.

onde S é o sólido no primeiro octante, limitado pelos planos coordenados e o plano

Nos problemas 7 a 10, converta para coordenadas cilíndricas e calcule a integral.

7) 

S

y dxdydz, ,

onde S é o sólido no primeiro octante limitado pelos planos coordenados, pelo plano

x  y 2 2  25. z = 4 e pelo cilindro 250 R:
x  y
2
2
 25.
z = 4 e pelo cilindro
250
R:
3

x
2
 y
2
3/ 2
dxdydz,
8)
onde

S

S

é

o

sólido

limitado

superiormente

pelo

parabolóide

de

revolução

z  4  x 2  y 2 , 512 R: 35 dxdydz 
z 
4
 x
2
 y
2
,
512
R:
35
dxdydz

9)
x  y
2
2
S

inferiormente pelo plano xy, lateralmente pelo cilindro

2

x

y

2

4.

, onde S é o sólido limitado superiormente pelo plano z = 4, inferiormente pelo plano z = 1 e

lateralmente pelo cilindro R: 24π

2

x

y

2

16.

10) 

S

R: 20π

2

x dxdydz,

onde S:

2

x

2

y 4

e 0 z 5.

Exercícios para fixação do conteúdo.

1) Resolva as integrais triplas.

a)



0

2

1

2

3

2

2

xy z dzdydx

b

)

 1

0

z

0

y

0

ze

y

2

dxdydz

c

)

 

4

0

0

x

0

1

2

x

cos y dzdxdy

14
14
2) Use uma integral tripla para calcular o volume do sólido contido no cilindro planos

2) Use uma integral tripla para calcular o volume do sólido contido no cilindro

planos z 1 e y z

5.

2

x

2

y 9

e limitado pelos

3) Calcule o volume do sólido no 1º octante onde:

z

0,

z

1  x 2  y 2 ,
1
 x
2
 y
2
,

y x e

y

3
3

x

.

Resposta:

36 u v

.

.

2

x

y

2

x 2  y 2 ,
x
2
 y
2
,

4) Dado o sólido no 1º octante limitado superiormente por

calcule: a) Esboce o sólido; b) Arme a integral que dê o volume em coordenadas cartesianas; c) Calcule o volume em coordenadas esféricas.

z

2

49

e inferiormente por

z

Resposta:

V

343

6

 2   1     2  
2 
1
2

u v

.

.

5) Use coordenadas esféricas, para calcular

S

x  2 y 2  2
x 
2
y
2
2

z dxdydz,

onde S é o sólido limitado superiormente

pela esfera

2

x

y z 49

2

2

e inferiormente pelo cone

z

x 2  y 2 . 7 4  1  2   
x
2
 y
2
.
7 4
 1
2 
 u v
.
.
Resposta:
2
2

6) Calcule o volume da esfera de raio 3 em coordenadas esféricas. Resposta: 36π u.v.

7) Dado

a integral em coordenada cartesiana e calcule em esféricas. Resposta: 81π u.v.

x 2  y 2 2
x
2
 y
2
2

z dzdydx

onde S é a esfera de raio 3 e o centro na origem. Pede-se esboce o sólido, arme

8) Dado



S

x

2

y

2

3

2

plano xy e lateralmente

dzdydx ,

2

x

y

2

onde o sólido é limitador por: superiormente

4.

Resposta: 128π/7 u.v.

z

:

1

2

x

2

y

2

;

inferiormente pelo

9) Monte a integral literada  f (,, z)dzddpara calcular o volume da região D, onde D é o cilindro reto

D

sólido cuja base é a região entre as circunferências de raio 1 e raio 2 e cujo topo está no plano z = 3 - y.

D sólido cuja base é a região entre as circunferências de raio 1 e raio 2
15
15
Operadores Diferenciais. 1. Função escalar ou campo escalar: é uma função f : D 

Operadores Diferenciais.

1. Função escalar ou campo escalar: é uma função f : D R, onde

f x, y, zxy yz

D R

3

.

2. Função vetorial ou campo vetorial: é uma função que associa a cada ponto de D um vetor do conjunto V.

Ex: v

a cada ponto de D um vetor do conjunto V. E x : v  xyzi

xyzi

yz

2

j

2xzk

3. Operador Del: o operador é um símbolo que, anteposto a uma função indica as transformações que tal função

deve sofrer.

     i  j  k, 4. Operador Del ou operador
 
 i 
j 
k,
4. Operador Del ou operador nabla é o vetor simbólico
 x
 y
 z
usado nas definições.
Escalares ou vetoriais como gradiente, divergente e rotacional.
4.1. Gradiente de função escalar (resultado vetorial)
 f
 f
 
f
 j 
k
Chamamos gradiente de função escalar f x, y, z a função vetorial:
  f x i  
 y
 z

Exemplos:

1) Dada a função f x, y, ze

xy

xz.

Calcular f

f

f

x

ye

e

xy

xy

   e    xz i  xy  xz j 
 e
xz i
xy
xz j
 y
 z
zi
xe j  xk
xy

e

xy

2) Calcular o gradiente da função f x

,

y z

,

2

x

xz k

2

y

2

z

no ponto 2,1,3.

f

f

2,

 2 2 2   x  y  z i  x 4
 2
2
2
x 
y
z i
 x
4
xi
2
y j
k
1,3
8
i
2
j
k

2

x

2

y

2

j

z

y

2 x

2

y

2

z k

z

OBS: se

ponto considerado.

f (x, y, z) 0 é a equação de uma superfície S, o vetor gradiente de f é perpendicular à superfície no

N f

(vetor normal à superfície),

   f n    f
 f
n  
f

(vetor normal unitário).

16
16
Exemplo: y  x Dado 2 , determinar um vetor unitário y x y 

Exemplo:

y  x Dado 2 , determinar um vetor unitário y x y  x
y  x
Dado
2 , determinar um vetor unitário
y
x
y  x
2  0
ou
 f
 f
 
i 
j

2
xi
j
 x
 y
f
n 
f
 2 xi  j n  4 x 2  1
2 xi
j
n 
4
x 2 
1
z x x 2  y  0
z
x
x
2  y  0
2 xi  j n  4 x 2  1
2 xi
j
n 
4
x 2 
1

y

4.2. Divergente de uma função vetorial Chamamos de divergente de uma função vetorial de

escalar



V



V

f

1

x

  i

x

y

f

2

y

f z

3

.

j

z

k

f

1

(

x

,

y

Exemplo 1: Calcular o divergente da função V

,

z i

)

xy

V

y

 f ( 2 2 zi 
f
(
2
2 zi

x

,

yz j

 )  xy  V  y  f ( 2 2 zi  x

x

V y z z 3x

V

xy

2 zi

2

yz j

2

2

z z

3

2

k

z  3 x V  xy 2 zi 2  yz j  2 2

,

f

1

(

x

z

)

j

2

x

,

y z i

,

)

f

3

(

x

z

3

k

,

y

f

2

(

x

,

,

z k

)

y z

,

)

j

Exemplo 2: Calcular r sendo r xi y j zk

r 111 3

f

3

(

x

,

y z k

,

)

a função

17
17
Interpretação Física. é um campo vetorial que indica as velocidades das  partículas de um

Interpretação Física.

é um campo vetorial que indica as velocidades das

partículas de um fluido em movimento, o divergente de V , indica a quantidade de fluido que diverge de um ponto, por unidade de volume na unidade de tempo.

Se

V

f

1

(

x

,

y z i

,

)

f

2

(

x

,

)

j

f

3

(

x

,

y z k

,

)

y z

,

 

Se V 0

Se V 0

, no ponto A, dizemos que o fluido converge ou escoa, no ponto A, e A é chamado de Sumidouro.

, no ponto A, dizemos que o fluido diverge, no ponto A, e A é chamado de Fonte.

 

Se

E

é um campo elétrico,

 E

indica o número de linhas de força que entra ou sai de uma região por

unidade de tempo. (Densidade de linhas de força que entram ou saem).

Se E 0

Se Se E E 0 0

, E

,

,

E

E

é

é

chamado Solenoidal o que indica não haver nem fonte nem sumidouro. campo divergente (no interior da superfície existem excesso de cargas positivas).

é campo convergente (no interior da superfície existem excesso de cargas negativas).

4.3 Rotacional de uma função vetorial

Chamamos rotacional de uma função vetorial

 

xV

   i j k     x  y  z
i
j
k
 x
y
 z
f
f
f
1
2
3

V

f

1

(

x

,

y z i

,

)

f

2

(

x

,

y z

,

)

j

f

3

(

x

,

y z k

,

)

a função vetorial

Exemplo 1: Dado

V x

2 yi  yz j  xyzk .
2 yi  yz j  xyzk .

 

xV

   i j k     x  y  z
i
j
k
 x
y
 z
2
x
y
yz
xyz

 

xV i

  xyz

yz

z

y

xV  

xz yi yz

  xyz

x y

z

2

j

x

0

j

0 x

2 k

Calcular V

  yz

x y

y

2

k

x

Exemplo 2: Se

V xy

2

   y 2   k x  Exemplo 2: Se V  xy

i yz

2

k ,

calcular o V no ponto P1,3,2

 

 

  i j    x  y 2 xy 0
i
j
 x
y
2
xy
0
 

k

 

xV

 
 

z

yz

 

2



V

i

  yz

 
 

 

y

 

z



V

 

z

2

i

0j

2
2

0

  yz

2

xy

z

2

j

x

k

 

2xy

  

xy

y

2

0

k

x

18
18
Exercícios.
Exercícios.

1) Determinar um vetor normal unitário à superfície dada no ponto indicado.

)

a

P

3

x

z

(0,0,0)

2

4

y

2

b

P

)

x y z  

(1,1,1)

2

2

1

0

2) Se f(x,y,z) = xy + yz + xz, calcular f

no P(1,1,2).

 x   u  2  yz i  y 2 3) Se
 x
u 
2
yz i 
y
2
3) Se
2 zi  x
2 j  xk
4) Se u 
a
)

u
b
)

u
c
)
f
f 
d ) 

xz

j

z

e

f

( x

,

y z

,

2

xy k ,

) 2

2

x

y

2

calcule u.

z

calcular:

5) Calcular V, no ponto P(1,2,3) se

V x

3

y

2

 V , no ponto P (1,2,  3) se V  x 3 y 2

i

2 xy

4

j

2

6) Determinar o valor de m para que E

7) Calcular V sendo V

e

xy

r    V  s e n d o V  e xy i

i

  V  s e n d o V  e xy i  

mxi

2myz j

senxz j

2zk.

mz 4zk

2

A Integral de linha.

3

z k .

seja solenoidal.

Seja C uma curva contínua do R 3 de modo que em cada um de seus pontos esteja definido um vetor

F  f  x , y , z i  f   x
F 
f
x
,
y
,
z i  f
x
,
y
,
P r .
z
j  f
x
,
y
,
z k .
1
2
3
P
i
1
i
Dividimos o arco AB da curva C em "n" arcos
P
P P
i
1
i
Em
P i temos o vetor F i e para cada arco
P
i
 1
i
i
fica definido um vetor
Formamos os "n" produtos escalares F i r i e
n
S
F

r
efetuamos a soma
n
i
i
i  1
19
19
Chamamos integral de linha de F ao longo da curva C de A até B,

Chamamos integral de linha de F ao longo da curva C de A até B, o limite:

se existir e for finito.

n

lim

n



i 1



F r

i

i

c

B

A

F

dr

Expressão cartesiana de

c

B

A F

F

f F dx   f

Temos

dr

1

f dy x , y , z f i dz f

1

2

3

2

e

 1 f dy x , y  , z f i dz  f 1

x

,

c

dr

,

y z

j f

3

x

,

B

A F

dr

y z k ,

,

3  x , B  A F  dr  y z k , ,

r dxi dy j dzk

c

B

A

f dx

1

f dy

2

f dz

3

e

 dzk c  B A  f dx 1  f dy 2  f

dr dxi dy j dzk . Assim,

Interpretação

Se Fx, y, zé uma força que desloca uma partícula ao longo de C, a integral de linha

c F

realizado por F.

Exercícios

1) Sendo F

2

x

 c F realizado por F . Exercícios 1) Sendo F  2 x i 

i

2

xy

j

e C a parábola

y x

2 calcular

c F

dr de A(1,1) até B(2,4).

dr é o trabalho

2) Sendo F x yi y zj zk e C a reta definida pelos pontos A(1,-1,1) e B(0,2,-1), calcular

A até B.

c F

dr de

C

   C

2

1

2

:

y

y

,

 

1

 

x

1

 

.

 

se

1

x

2

,

y

1

e x y

se

x

,

2

3) Calcular

c F

:

x

 

2

dr onde F i xy j e C é a curva definida por

 i  x y j e C é a curva definida por 4) Sendo F

4) Sendo F xi xy j e c o contorno da região R limitada pelas curvas

y x

c F

dr

3.

Calcular

Teorema de Green (pode trabalhar apenas no R 2 e caminho fechado)

O Teorema de Green fornece a relação entre uma integral de linha em torno de uma curva fechada simples C e uma integral dupla na região R do plano limitada por C. Por convenção, a orientação positiva de uma curva simples fechada C se refere a percorrer C no sentido anti-horário uma única vez. Teorema: Seja C uma curva fechada simples, suave por partes, orientada no sentido anti-horário, e R a região

(x, y) j

fechada delimitada por C. Se

parciais de 1ª ordem contínuas em um domínio D que contém R, então:

F(x, y) f (x, y) i f

1

2

é um campo vetorial contínuo com derivadas

C

F .d r



R

  f

2

x

f

y

dA

1



R

  f

2

x

f

y

dxdy

1

20
20
Exemplos 1) Aplicar o teorema de Green no exercício anterior (nº 4)  1 

Exemplos

1) Aplicar o teorema de Green no exercício anterior (nº 4)

1) Aplicar o teorema de Green no exercício anterior (nº 4)  1  3 

1



3 y

c

F

d r

0

y
y

c

F

d r

1

0

yx

c

F

d r

1

3

 

0

1

0

3

c

F

d r

y

 

dr

23

 
 

c F

 

30

y 0

3 y

y
y

y

dy

y

y

2

y

3

2


 dxdy y y dy
dxdy
y
y dy

dy

2) Se C é o contorno da região limitada pelas curvas

2

y x

2

f

2

x

f

xy

y

1e x

y

 

3

1

f

1

f

x

0

y

, calcule

C

(

senxdx

2

x

dy

)

.

21
21
3) Verificar o Teorema de Green no plano para: região R limitada pelas curvas y

3) Verificar o Teorema de Green no plano para:

região R limitada pelas curvas

y x

2

e y