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Verdadeira Pureza e mãos não lavadas 1

Fonte: Evangelho Segundo o Espiritismo, VIII: 8 a 10 - (Mateus, V:8)

SÍNTESE:
8)- Então chegaram a ele uns escribas e fariseus de Jerusalém, dizendo: Por que violam os teus discípulos
a tradição dos antigos? Pois não lavam as mãos quando comem o pão. E ele, respondendo, lhes disse: E vós
também, por que transgredis o mandamento de Deus, pela vossa tradição? Porque Deus disse: Honra a teu pai e
a tua mãe, e o que amaldiçoar a seu pai ou a sua mãe, morra de morte. Vós outros, porém, dizeis: Qualquer que
disser a seu pai ou a sua mãe: Toda a oferta que faço a Deus te aproveitará a ti, está cumprindo a lei. Pois é
certo que o tal não honrará a seu pai ou a sua mãe. Assim é que vós tendes feito vão, o mandamento de Deus,
pela vossa tradição.
- (...) Não compreendeis que tudo o que entra pela boca desce o ventre, e se lança depois num lugar
escuso? Mas coisas que saem da boca vêm do coração, e estas são as que fazem o homem imundo; porque do
coração é que saem os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios, as fornicações, os furtos, os falsos
testemunhos, as blasfêmias. Estas coisas são as que fazem imundo o homem. O comer, porém, com as mãos
por lavar, isso não faz imundo o homem. (Mateus, XV: 1-20).

9)- E quando Jesus estava falando, pediu-lhe um fariseu que fosse jantar com ele, e havendo entrado,
sentou-se à mesa. E o fariseu começou a descorrer lá consigo mesmo sobre o motivo por que não se tinha
lavado antes de comer. E o Senhor lhe disse: Agora vós outros, os fariseus, limpais o que está por fora do copo e
do prato, mas o vosso interior está cheio de rapina e de maldade. Néscios, quem fez tudo o que está de fora não
fez também o que está de dentro? (Lucas, XI: 37-40).

10)- Os judeus haviam negligenciado os verdadeiros mandamentos de Deus, apegando-se à prática de


regras estabelecidas pelos homens, e das quais os rígidos observadores faziam casos de consciência.
-...Como era mais fácil observar a prática dos atos exteriores, do que reformar-se moralmente, de lavar
a mãos do que limpar o coração, os homens se iludiam a si mesmos, acreditando-se quites com a justiça de
Deus, porque se habituavam a essas práticas e continuavam como eram, sem modificarem, pois lhes ensinavam
que Deus não exigia nada mais.
- ... Assim aconteceu com a Doutrina moral do Cristo, que acabou por ser deixada em segundo plano o
que faz que muitos cristãos, à semelhança dos antigos judeus, creiam que a sua salvação está mais assegurada
pelas práticas exteriores do que pelas da moral.
- ... A finalidade da religião é conduzir o homem a Deus. Mas o homem não chega a Deus enquanto não
se fizer perfeito. Toda a religião, portanto que não melhorar o homem, não atinge a sua finalidade.
- ... Não é suficiente ter as aparências da pureza, é necessário antes de tudo ter a pureza de coração.

PONDERAÇÕES:
Aqui neste estudo, há um ponto de vista muito importante para nós todos, esse ponto de vista é: “A
finalidade da religião é conduzir o homem a Deus. Mas o homem não chega a Deus enquanto não se fizer
perfeito. Toda religião, portanto, que não melhorar o homem, não atinge a sua finalidade”.
Entendemos hoje em dia o lavar as mãos, como uma necessidade higiênica; quando uma mãe diz a um
filho antes de comer: Já lavastes as mãos, vai e lava as mãos, é um ponto de higiene, não é religioso. Mas
naquele tempo em que Jesus viveu, o lavar as mãos era um ponto religioso e de cerimônia a ser observado; do
ponto de vista de higiene, Jesus certamente não teria falado nada, mas como a reclamação era religiosa, Jesus
ressaltou, que o que suja o homem e o faz imundo, são as coisas que saem do coração, tais como: maus
pensamentos, homicídios, adultérios etc., e, que o comer com as mãos por lavar, isso não faz o homem imundo.
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De certo modo, nós temos dois modos de vida:
Uma interior perante nós mesmos, nossa consciência, nossa intimidade, nossa vontade, nosso livre-
arbítrio, em conjunção com Deus, que habita em nós, 2 e que em essência somos uma centelha Dele.
Outro modo, é aquele em que vivemos perante nosso próximo, nossos companheiros de vivência, pois
o homem não é um ser solitário, mas gregário ou grupal, que vive em conjunto, uns com os outros, que é na
verdade da vontade de Deus, 3 fazendo parte do nosso crescimento espiritual e intelectual, para nossa evolução
1
Estudo feito no Centro Espírita Joana d’Arc a 04/03/2008.
2
Atos, 17: 28.
3
Gênesis, II: 18. - “Não é bom que o homem esteja só”
e progresso, compartilhando das experiências, emoções e conhecimentos uns dos outros; e, dessa união,
trazerem costumes, hábitos ou cultos, e intercâmbios, que são esperados uns dos outros; daí a aceitação
pacífica ou os confrontos entre si, entre religiões, sociedades, instituições, povos ou até nações, até se ajustarem
em solidariedade na atitude de que Deus é conforme Jesus mencionou o ‘Pai de todos’.
Daí nascer entre todos a habilidade de saber conviver uns com outros, aprendendo a ter
tolerância.suportando uns aos outros e desenvolvendo entre si virtudes próprias; o que não aconteceria se o
homem vivesse enclausurado em si mesmo, sozinho e solitário, me parece que a natureza só nos ajuda nessa
direção, não é assim?
Os homens formam suas religiões por necessidade, e com isso por tendências de homens, seus
dogmas, que têm a tendência de serem aumentados, mais pelo exterior do que pelo interior, embora o que
realmente vale, é a transformação interior e o crescimento moral.
Nisso, o Espiritismo, como vela pela transformação interior, assim como era da preocupação de Jesus e
crendo pelo uso da razão, que somos progressivos, assim como evolutivos, o Espiritismo não procura dogmas,
nem exterioridades, mas a resignação moral e o ganhar virtudes,
O Espiritismo, assim como Jesus, não impõe forçosamente obrigações religiosas, mas usa a persuasão
a favor do nosso progresso e futuro de nossas almas, nos trazendo a Doutrina consoladora, que nos ensina
quem somos, nos alertando, que a responsabilidade de um futuro feliz, pertence a nós a conquistá-lo.
Sendo que a Doutrina não é para nos trazer obrigações para sermos vistos, mas para que pelo uso de
nosso esforço adquiramos os méritos morais, e pelo estudo ou conhecimento ganhemos os méritos intelectuais.
O Espiritismo, não é contra religiões, pois até as apóia, comprovando a existência de Deus e a
imortalidade da alma.
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Vejamos no Livro de Kardec, ‘O que é o Espiritismo’ 3° Dialogo - O Sacerdote: (Opus Editora Ltda)
“...“Ora, o mundo dos espíritos é uma dessas leis, que o Espiritismo nos faz conhecer; ele nos ensina a
influência que esse mundo exerce sobre o corporal. Supondo que a isso se limitasse a sua utilidade, já não seria
muito a revelação de uma tal potência?
Vejamos agora a sua influencia moral. Admitamos que ele nada ensine, sob este ponto de vista; qual o
maior inimigo da religião? O materialismo, porque o materialismo não crê em coisa alguma; ora, o Espiritismo é a
negação do materialismo, que já não tem razão de ser. Não é mais pelo raciocínio, pela fé cega que se diz ao
materialista que nem tudo se acaba com o corpo; é pelos fatos que se lhes mostram visíveis e palpáveis. Não
será isso um pequeno serviço prestado à humanidade e à religião?
Porém, não é ainda tudo; a certeza da vida futuro, o quadro vivo daqueles que nos procederam nela,
mostram a necessidade do bem, e as conseqüências inevitáveis do mal. Eis porque, sem ser simples crença, o
Espiritismo prende-se essencialmente às idéias religiosas, desenvolve-as naqueles que não as possuem,
fortifica-as nos que as têm incertas.
A religião encontra, pois, um apoio nele, não para as pessoas de vistas estreitas, que a vêem
integralmente na doutrina do fogo eterno, na letra mais que no espírito, mas para aqueles que a vêem segundo a
grandeza e a majestade de Deus.
Sem uma palavra, o Espiritismo engrandece e eleva as idéias; combate os abusos engendrados pelo
egoísmo, a cobiça, a ambição; mas quem terá a coragem de defendê-lo e se declarar seu campeão? Se ele não
é indispensável à salvação, facilita-a, firmando-se no caminho do bem. Além disso, que o homem sensato ousará
afirmar que a falta de ortodoxia é mais repreensível, aos olhos de Deus, que o ateísmo ou o materialismo?” 4
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O homem por natureza gosta de vida fácil, viver sem esforço, sonhar com dinheiros sem trabalhar tais
como lotaria, herança, etc., e, já em adolescência às vezes chega a perguntar: “Mãe a gente tem algum tio rico?
Ora, o homem tendo em si tais inclinações no seu imo, certamente fica contente com uma religião que
lhe ofereça o Céu quando morrer, e, lhe ofereça fortuna já nesta vida, não lhe pedindo esforço algum para estas
conquistas; fica fácil não é; contudo isso, no Espiritismo, se a pessoa prestar a atenção e se, se interessar por si,
pela sua pessoa, verá que não é tal fácil, pois lhe será dado segundo seus méritos.
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Vejamos no Livro dos Espíritos, questões, 114, 115, 117:
Questão, 114: - São os Espíritos bons ou maus por natureza, ou eles próprios é que se melhoram?
R.- “Eles mesmos se melhoram, passando, conseqüentemente, de uma ordem inferior para outra
superior”.

4
O que é o Espiritismo, 3° dialogo - o Sacerdote - Editora: OPUS EDITORA LTDA.
Questão, 115: - Os Espíritos foram criados uns bons e outros maus?
R. - “Deus os criou a todos simples e ignorantes, quer dizer, desprovidos de conhecimento, dando a
cada um deles uma missão, com o objetivo de os esclarecer e aos poucos conduzir à perfeição pelo
conhecimento da verdade, e para os aproximar Dele. Nessa perfeição eles encontrarão a felicidade eterna e
imperturbável. Os Espíritos adquiram o conhecimento passando pelas provas que Deus lhes confia. Uns aceitam
essas provas com naturalidade, outros não conseguem suportá-las sem revolta e destarte permanecem, por
culpa própria, distanciados da perfeição e da felicidade que lhes é prometida”.
Questão, 117: - Depende dos Espíritos apressar a sua marcha para a perfeição?
R. - “Certamente. Alcançam-na mais ou menos rapidamente, conforme seu desejo e sua submissão à
vontade de Deus, uma criança dócil não se instrui mais depressa que outra rebelde?”.
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Compreendendo-se que as leis de Deus são evolutivas, assim como progressivas, podemos dizer
assim, como na questão 115, que Deus nos promete a felicidade e a perfeição; mas essa finalidade depende de
o esforço de cada um, do mesmo modo que uma Faculdade promete dar ao aluno o Diploma concernente à
matéria de seu estudo, porém não promete uma data certa, pois depende da diligência do aluno, se ouve
freqüentemente falar de alunos em Faculdades, que perdem anos de estudo e têm que repetir; há deles que
repetem as mesmas matérias de estudo cinco vezes ou mais; mas a Faculdade não diz: “Olha, não dá para você
ficar mais tempo na Faculdade, porque você está sendo vagaroso demais”.
Pois bem, nossa vida espiritual é mais ou menos assim.
Assim como na Faculdade, os professores não desistem do aluno, também Deus não desiste, e o aluno
por mais que repita seu aprendizado, Deus está sempre a encorajá-lo a prosseguir e repetir até que seja
merecedor dos graus mais avançados.
A Natureza não dá saltos, é por isso que nos é pedido: “Tem esperança em Deus. Tem fé em Deus.
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Vejamos o Livro dos Espíritos, questão, 169: - O número de reencarnações é o mesmo para todos os
Espíritos?
“Não, aquele que avança rapidamente deixa de passar por inúmeras provas. Contudo, as encarnações
sucessivas sempre são muito numerosas, porque o progresso é quase ilimitado”.
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Daí, como se vê nesta questão, o progresso é infinito, e é preciso que se entenda, que em cada grau
em que o Espírito ascenda, tem seu grau de felicidade em relação à ascensão, cada vez mais feliz, podemos
dizer assim, pois o Espírito não retrograda (não regride). 5
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Vejamos a Gênese, Cap., XI, item 26: (Editora, OPUS)
“A encarnação não é, portanto, normalmente uma punição para o Espírito, como alguns o supuseram,
mas uma condição inerente à inferioridade do Espírito e um meio de progredir.
À medida que o Espírito progride moralmente, vai-se desmaterializando, isto é, ao desprender-se da
influência da matéria, vai-se purificando; sua vida espiritualiza-se, as faculdades e percepções distem-se; sua
felicidade está na razão do progresso realizado. Mas, como age em virtude do seu livre-arbítrio, pode, por
negligência ou má vontade, retardar o seu adiantamento, e, por conseguinte, prolonga a duração das suas
encarnações materiais, que se tornam então para ele uma punição, pois que, com culpa sua, fica nas ordens
inferiores, obrigado a recomeçar a mesma tarefa. Do Espírito depende, portanto, abreviar pelo trabalho, do seu
aperfeiçoamento, a duração do período das encarnações”.
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Nas lutas e confrontos em que Jesus viveu, Ele trouxe o progresso moral, pois os homens estavam
agarrados às exterioridades das leis e mal enxergavam a necessidade da transformação interior, e Jesus deixou
bem claro, que o que vale é ter o interior, ou seja, o coração limpo.
De certo modo, dogmas exteriores servem para dar testemunho, de que religião se pertence, e, por
fazerem questão de mãos lavadas, diz o Evangelho, os “Fariseus”, podia até ser outros religiosos, que a lição
seria a mesma de que, o que vale é o interior da pessoa.
Vejamos o estado em que se encontravam os “fariseus”, eram orgulhosos e zelosos do seu “Costume
de lavar as mãos”, ao passo de os encher de preconceito e vigiar de que outros, também lavassem as mãos, eis
aí uma lição para nosso aproveitamento, isto é, para não nos fanatizarmos em conceitos ou costumes que
tenhamos.

5
Livro dos Espíritos, questão, 118.
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Ora, na questão do progresso, diz-se: Podemos viver uma só existência na Terra e termos progresso no
além ou noutros mundos, e assim não precisamos reencarnar, neste mundo ‘Vale de lágrimas’?
Esse ponto de vista defendendo a questão da vivência neste mundo de ‘uma só vez’, já foi
argumentada por Kardec e seus colegas de estudo; pois vejamos na ‘A Gênese, cap., XI: item, 34:
“Algumas pessoas pensam que as diversas existências da alma se realizam de mundo em mundo, e
não sobre um só globo, onde cada Espírito não aparece mais que uma vez.
Esta doutrina seria admissível se todos os habitantes da Terra estivessem exatamente no mesmo nível
intelectual e moral; eles não poderiam então progredir senão indo para outro mundo, e a sua reencarnação na
Terra seria sem utilidade; ora, Deus nada fez inútil. Do momento que se acham aqui em todos os graus de
inteligência e moralidade, desde a selvageria, vizinha da animalidade, até à civilização mais elevada, ela oferece
um vasto campo ao progresso; pergunteis porque o selvagem seria obrigado a ir procurar em outra parte o grau
acima dele quando o tem junto a si, e assim gradualmente; porque o homem adiantado não poderia sofrer as
suas primeiras existências senão em mundos inferiores, quando os análogos de todos esses mundos estão em
redor dele, quando existem diferentes graus de progresso, não só de povo a povo, mas no mesmo povo e na
mesma família. Se assim fosse, Deus teria feito alguma coisa inútil, pondo, de par, a ignorância e o saber, a
barbaria e a civilização, o bem e o mal, quando entretanto; é precisamente esse contato que adianta os
retardários.
Os homens não precisam, pois, mudar de planeta em cada existência, assim como um colegial não
precisa mudar de Escola em cada ano; longe de ser isso vantagem para o progresso, seria um obstáculo, porque
o Espírito ficaria privado do exemplo que lhe oferece a observação dos graus superiores, e a possibilidade de
reparar os seus erros no mesmo meio e em atenção àqueles a quem ofendeu, possibilidade que lhe é o mais
poderoso meio de avanço moral. Depois de curta coabitação, dispersando-se os Espíritos e tornando-se
estranhos uns aos outros, os laços de família e amizade por não terem tido tempo de se consolidar, e romper-se-
iam. (...)”. 6
*****
Como se vê a necessidade obriga, no sentido de nosso progresso intelectual e moral, podemos usar o
ensino de Jesus nas suas palavras: “Estará preso até pagar o último ceitil (centavo)”; 7 e, neste sentido o pagar
não significa castigo, mas a necessidade de se estar neste mundo, até aprender, tudo o que o mundo ofereça, e,
então ascender para outros mundos mais superiores; porém, ainda aí há o trabalho de nosso esforço, para que a
Terra se torne um Mundo Regenerador; e, nesse entanto, o ficarmos na terra a usufruir sua regeneração; antes
da então nossa mudança para outro mundo de grau acima do nosso, mas daí pelo parecer, falta ainda muito
tempo para deixarmos este habitat, Nosso Lar, Nossa Terra, que Deus abençoou para nós, vamos, pois, então,
viver Nele, agradecidamente a Deus, por nos ter criado evolutivos e progressivos nos colocando neste mundo
apropriado ao nosso aprendizado, nos dando também não só a ferramenta necessária como também nos dando
o livre-arbítrio, livre para ascendermos a Ele a nosso próprio passo, sim devemos O louvar por isso e seja feita
Sua Vontade.
Deus seja conosco, assim como outrora, hoje e sempre!

6
A Gênese, Cap., XI: item, 34 - Editora, OPUS.
7
Mateus, V: 26.
De certo modo, nós temos dois modos de vida:
Uma interior perante nós mesmos, nossa
consciência, nossa intimidade, nossa vontade, nosso
livre-arbítrio, em conjunção com Deus,
que habita em nós, 8 e que em essência somos uma
centelha Dele.
Outro modo é aquele em que vivemos perante
nosso próximo,
Nossos companheiros de vivência,
Pois o homem não é um ser solitário, mas gregário
ou grupal,
Que vive em conjunto, uns com os outros,
Que é na verdade da vontade de Deus, 9
Fazendo parte do nosso crescimento espiritual e
intelectual,
Para nossa evolução e progresso,
Compartilhando das experiências, emoções e
conhecimentos uns dos outros; e, dessa união,
trazerem costumes, hábitos ou cultos,
E intercâmbios, que são esperados uns dos outros;
Daí a aceitação pacífica ou os confrontos entre si,
Entre religiões, sociedades, instituições, povos ou
até nações,
Até se ajustarem em solidariedade na atitude de
que Deus é conforme Jesus mencionou o ‘Pai de
todos’.10
8
Atos, 17: 28.
9
Gênesis, II: 18. - “Não é bom que o homem esteja só”
10
João, 20: 17.
Extrato do estudo ‘Verdadeira Pureza e mãos não lavadas’, dado por Martinho, no
Centro Espírita Joana d’Arc,
Situado à Rua Capitão Salustiano, São João de Meriti, RJ. a 04/03/2008.