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Centro de Apoio Social dos Trabalhadores

do Município de Mação

(Assembleia Geral de 28 de Maio de 2010 - Documento sobre o qual


incidirá a deliberação referente ao Ponto 2 da Ordem de Trabalhos -
Discussão e eventual aprovação de alterações ao Regulamento
Interno do Centro de Apoio Social dos Trabalhadores da Câmara
Municipal de Mação.)

Regulamento Interno
PARTE A

DISPOSIÇÕES GERAIS

Artigo 1.º
A Associação

A Associação, sem fins lucrativos, que adoptou o nome Centro de Apoio Social dos
Trabalhadores do Município de Mação, adiante designada apenas por C.A.S., que se
rege pelos respectivos Estatutos e pelo presente Regulamento Interno, constituiu-se
por tempo indeterminado, para conceder benefícios sociais indicados neste
regulamento e a promoção de actividades de carácter cultural, desportivo, recreativo
e/ou social.

Artigo 2.º
Plano de Actividades e Orçamento

O Plano de Actividades, aprovado em Assembleia Geral, é o programa de acção que o


C.A.S. pretende desenvolver no ano seguinte e inclui as actividades que são dirigidas
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unicamente aos Associados e as que são, também, abertas ao público em geral, uma
vez que o C.A.S. colabora, de modo particular, em eventos recreativos, culturais e
desportivos promovidos pelo Município de Mação.
Os benefícios previstos na “PARTE E - Comparticipações”, são considerados
prioritários no Plano de Actividades, para efeitos de distribuição das verbas.
O Plano de Actividades pode prever, unicamente para o ano a que diz respeito,
Comparticipações Extraordinárias não previstas neste regulamento na “PARTE E -
Comparticipações” e a forma de atribuição das mesmas, se a Direcção e o Conselho
Fiscal entenderem haver disponibilidade económica para tal.
O Orçamento indica os recursos necessários e a proveniência das verbas para as
comparticipações e actividades previstas.

PARTE B

ASSOCIADOS

Artigo 3.º
Admissão

1. A admissão como Associado Ordinário inicia-se com o requerimento do interessado,


dirigido ao Presidente da Direcção, que deve conter, para além dos seus dados
pessoais, declaração do tipo de contrato de trabalho em funções públicas que tem com
o Município de Mação. Após deliberação de aceitação da Direcção o Associado
preenche o Boletim de Inscrição com os dados solicitados no mesmo.
2. A admissão dos Associados Extraordinários inicia-se com requerimento dirigido ao
Presidente da Direcção pelo Associado Ordinário, que deve conter para além dos seus
dados pessoais e dos dados dos interessados, declaração da sua relação habilitante
com aqueles. Após deliberação de aceitação da Direcção o Associado Ordinário
preenche o Boletim de Inscrição com os dados solicitados no mesmo.

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3. A admissão como Associado Honorário, depende de deliberação da Direcção e tem
efeito no primeiro dia do mês seguinte à referida deliberação;
4. A aquisição da qualidade de Associado Ordinário e Associado Extraordinário, assim
como a fruição dos benefícios, mediante a escolha de uma das seguintes hipóteses:
a) No primeiro dia do mês seguinte, após contados noventa dias da deliberação de
aceitação da Direcção;
b) Após deliberação de aceitação da Direcção, no primeiro dia do mês seguinte, a ter
sido efectuado o pagamento antecipado de 3% sobre a sua remuneração base ilíquida;
5. Será emitido Cartão de Associado quando a admissão do mesmo produzir efeito,
constando daquele a data da produção do efeito.

Artigo 4.º
Qualidade de Associado

1. Mantêm a qualidade de Associados :


a) Os Associados Ordinários que, embora não se encontrem ao serviço, tenham esse
tempo considerado e contado como serviço efectivo, nos termos da Lei;
b) Os Associados Ordinários, na situação de gozo de licenças no âmbito da
parentalidade, devendo estes, quando a quota não puder ser deduzida do seu
vencimento, efectuar o pagamento mensal da mesma junto do Tesoureiro da Direcção
do C.A.S..
c) Os Associados Extraordinários, filhos e equiparados (adoptados, tutelados, afilhados
civis e/ou outros definidos por Lei), com dezoito anos de idade e que
comprovadamente se encontrem a estudar e que continuem a depender
economicamente do Sócio Ordinário;
d) Por morte do Associado Ordinário, os Associados Extraordinários que dele
dependem, desde que detenham as condições necessárias à manutenção da
qualidade.
2. Perdem a qualidade de Associado:
a) Os que o solicitem por escrito, através de requerimento dirigido ao Presidente da
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Direcção, em seu nome ou em nome dos que legalmente representem, os Associados
com idade inferior a dezoito anos e os Associados maiores de idade que tenham sido
declarados interditos ou inabilitados. Com efeito a partir do último dia do mês em que
teve lugar a Deliberação da Direcção.
b) Quando os Associados percam a qualidade que serviu de base à sua admissão;
c) Os Associados Extraordinários, filhos e equiparados (adoptados, tutelados, afilhados
civis e/ou outros definidos por Lei), que atinjam os vinte e seis anos de idade, mesmo
se continuarem a estudar;
d) Os que sejam expulsos por deliberação da Assembleia Geral, com efeito a partir do
último dia do mês em que teve lugar a deliberação da Assembleia;
3. Após perder a qualidade de Associado Ordinário por iniciativa própria ou por
expulsão, estes só poderão requerer a sua readmissão como Associado, passados
cinco anos sobre a data da deliberação. No caso de Expulsão por falta de pagamento
de quotas, só o poderá requerer mediante o pagamento das quotas em atraso.
4. Aos que se encontram em regime de licença sem remuneração, fica suspensa a
qualidade de Associado Ordinário, até ao regresso ao exercício efectivo de funções no
Município, aplicando-se o previsto no Artigo 3.º do presente Regulamento Interno.

Artigo 5.º
Deveres

São deveres de todos os Associados:


a) O pagamento regular e atempado das quotas;
b) Aceitar, cumprir e fazer cumprir os Estatutos e Regulamento Interno do C.A.S.,
bem como as deliberações dos Órgãos Sociais no âmbito das suas competências;
c) Contribuir com as suas aptidões pessoais para a realização das actividades que
o C.A.S. desenvolver, gratuitamente. A intenção de participar deve ser manifestada
através da sua inscrição em formulário próprio, quando solicitado pela Direcção. A
inscrição fica limitada aos Sócios Ordinários, pelo menos um por agregado familiar, não
invalidando a inscrição de outros membros do agregado familiar. A inscrição está
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vedada aos Associados com idade inferior a dezoito anos ou maiores que tenham sido
declarados interditos ou inabilitados;
d) A assistência e participação nas Assembleias Gerais do C.A.S.;
e) Votar os pontos postos a deliberação na Assembleia Geral, desde que o possa
fazer nos termos dos Estatutos;
f) O preenchimento do Boletim de Inscrição no C.A.S. com a sua situação e a dos
Associados Extraordinários e Associados Honorários, que dependam de si;
g) Comunicar por escrito qualquer alteração que possa ocorrer no seu agregado
familiar, ou qualquer alteração das qualidades que serviram de à sua admissão como
Associado, ou dos Associados Extraordinários que dependem dele, no prazo de dez
dias, do acontecimento.
h) Conduzir o Processo de Averiguações quando for nomeado para tal pela
Direcção.
Artigo 6.º
Direitos

1. São direitos dos Associados:


a) A assistência e participação nas Assembleias Gerais do C.A.S.;
b) A convocação extraordinária da Assembleia Geral, nos termos dos Estatutos;
c) A participação nas actividades desenvolvidas pelo C.A.S.;
d) Os benefícios previstos no presente Regulamento Interno;
e) Votar os pontos postos a deliberação na Assembleia Geral, desde que o possa
fazer nos termos dos Estatutos;
f) Comunicar por escrito à Direcção do C.A.S. qualquer reclamação, pedido ou
sugestão, ou assunto que gostaria que fosse discutido em Assembleia Geral.
g) É, ainda, direito dos Sócios ordinários ser votado em eleições dos Órgãos
Sociais.

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Artigo 7.º
Outros

Podem os Sócios Extraordinários por vontade própria ou por solicitação da Direcção, a


qual se reserva o direito de os convocar sempre que assim o entenda e cujas razões
serão registadas em acta, contribuir, gratuitamente, com as suas aptidões pessoais
para a realização das actividades que o C.A.S. desenvolver.
A recusa de contribuição por solicitação da Direcção não implica sanção disciplinar
para os Sócios Extraordinários.

PARTE C

SANSÕES DISCIPLINARES

Artigo 8.º
Processo

1. Aos Associados que não cumprirem os Deveres de Associado consignado no


presente Regulamento Interno e/ou que de algum modo não respeitem os Estatutos do
C.A.S., será instaurado um Processo de Averiguação, que contempla a audição de
testemunhas e do Associado e que culminará num Relatório Final a submeter à
Direcção ou à Assembleia Geral, de acordo com os Estatutos. O Processo é conduzido
por Associados, nomeados em reunião de Direcção, que não sejam Titulares de
Cargos naquela, nem no Conselho Fiscal, nem na Mesa da Assembleia Geral;
2. Quando o Associado alvo de sanção for titular de cargo nos Órgãos Sociais, deve o
mesmo ser destituído, de acordo com os Estatutos.
3. As sanções previstas são:
a) Repreensão por escrito;
b) Suspensão de Direitos por prazo a decidir caso a caso pela Direcção;
c) Expulsão.
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4. A Repreensão por escrito e a Suspensão de Direitos são aplicadas pela Direcção,
após deliberação de aplicação;
5. A Suspensão de Direitos não desobriga do cumprimento dos Deveres,
nomeadamente de pagamento da Quota;
6. Incorrem na aplicação da repreensão escrita:
a) Os Associados que não cumprirem com o regular e atempado pagamento das
quotas, num período de seis meses, consecutivos, após terem sido notificados para
regularizarem a situação.
b) Os Associados que violem os seus deveres, de forma não justificada, para os quais
não esteja prevista outra sanção;
7. Incorrem na aplicação de Suspensão de Direitos:
a) Os Associados que já foram alvo de uma repreensão escrita e reincidem em
infracção que incorre na aplicação de repreensão por escrito;
b) Os Associados Ordinários quando não se inscreverem para contribuir com as suas
aptidões pessoais para as actividades desenvolvidas pelo C.A.S., no decorrer de um
ano civil, e que não apresentem justificação nos termos do presente regulamento,
sendo a Suspensão de Direitos aplicável à totalidade dos Associados do
agregado familiar, no ano imediatamente seguinte.
c) Os Associados que não cumprirem com o regular e atempado pagamento das
quotas após uma Repreensão Escrita por falta de pagamento, não regularizaram a
situação nos seis meses seguintes;
d) Os Associados que não comunicarem as alterações que ocorram no seu agregado
familiar, ou qualquer alteração das qualidades que serviram à sua admissão como
Associado, ou, se for o caso dos Associados Extraordinários, que de si dependem, no
prazo de dez dias, do acontecimento.
8. Incorrem na aplicação de Expulsão:
a) Os Associados a quem já foi aplicada a sanção de Suspensão de Direitos por duas
vezes e reincidem em infracção que incorre na aplicação de Suspensão de Direitos;
b) Os Associados que difamarem, caluniarem ou desrespeitarem os Estatutos, o
Regulamento Interno, os Órgãos Sociais ou os seus Associados;
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c) Os Associados que se inscreverem para contribuir com as suas aptidões pessoais
para as actividades desenvolvidas pelo C.A.S., com comprovada má fé.

Artigo 9.º
Justificações

São aceites como justificação para a não inscrição dos Associados para contribuir com
as suas aptidões pessoais para as actividades desenvolvidas pelo C.A.S.:
a) Todas as previstas na Lei para faltar justificadamente ao trabalho, incluindo as
situações referentes à parentalidade, desde que devidamente comprovadas.
b) Estar ao serviço de uma entidade ou instituição, no mesmo período, desde que
devidamente comprovadas.

PARTE D

QUOTIZAÇÕES

Artigo 10.º
Associados Ordinários

Os Sócios Ordinários pagarão, mensalmente, uma quota no valor de 1% sobre a sua


remuneração base ilíquida, a qual será deduzida no seu vencimento.

Artigo 11.º
Associados Extraordinários

1. Os Sócios Extraordinários pagarão, mensalmente uma quota, de valor variável


assim determinado:
a) Funcionários ou Trabalhadores do Município de Mação aposentados ou
reformados e respectivos Cônjuges, ou Equiparados nos termos dos Estatutos,

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aposentados ou reformados – 1% sobre o total ilíquido das reformas e/ou reformas
auferidas por ambos, devendo para tal apresentar a declaração de IRS referente ao
ano anterior ou caso esteja isento da apresentação desta, a declaração da Caixa Geral
de Aposentações e/ou da Segurança Social de ambos. A não apresentação dos
documentos referidos obriga à assinatura de Declaração, sob compromisso de honra,
do valor total de pensões e/ou reformas que auferem;
b) Cônjuges, ou Equiparados nos termos dos Estatutos, dos Trabalhadores do
Município de Mação aposentados ou reformados - 1% sobre o total ilíquido das
reformas, pensões e/ou remunerações auferidas por ambos, devendo para tal
apresentar a declaração de IRS referente ao ano anterior ou caso esteja isento da
apresentação desta, a declaração da Caixa Geral de Aposentações e/ou da Segurança
Social de ambos. A não apresentação dos documentos referidos obriga à assinatura de
Declaração, sob compromisso de honra, do valor total de reformas, pensões e/ou
remunerações que auferem;
c) Cônjuges, ou equiparados nos termos dos Estatutos, dos Trabalhadores do
Município - Cônjuges, ou Equiparados nos termos dos Estatutos, dos Trabalhadores do
Município de Mação aposentados ou reformados – 1% sobre a remuneração ilíquida do
Trabalhador.
d) Filhos, ou Equiparados nos termos dos Estatutos, dos Trabalhadores do
Município – 4,00€ por cada Associado;
e) Cônjuges, ou Equiparados nos termos dos Estatutos, de Trabalhadores do
Município falecidos – 1% sobre a sua própria remuneração ilíquida.
f) Filhos, ou Equiparados nos termos dos Estatutos, de Cônjuges, ou Equiparados
nos termos dos Estatutos, falecidos:
f1) Se o Cônjuge, ou Equiparado nos termos dos Estatutos, do Funcionário ou
Trabalhador falecido for empregado – os mesmos valores referidos na alínea d);
f2) Se o Cônjuge, ou Equiparado nos termos dos Estatutos, do Trabalhadores do
Município falecido for desempregado – 50% dos valores referidos na alínea d);

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2. Das remunerações referidas nas alíneas a), b), c) e e) deverá ser feita prova
mediante a apresentação, durante o mês de Abril, do recibo correspondente ás
remunerações postas à disposição no mês de Março.
3. No caso de desemprego dos Associados cônjuges, deverá ser o mesmo
devidamente comprovado, para os efeitos acima referidos.
4. Os Associados que possuam deficiência estão isentos do pagamento de quotas,
devendo a comprovação da mesma ser feita nos termos do n.º 2.

Artigo 12.º
Associados Honorários

Os Associados Honorários, pagarão mensalmente uma quota, nos mesmos termos do


estabelecido no Artigo 7.º e 8.º do presente Regulamento, dependendo da sua situação
e da categoria de Associado que detinha aquando da deliberação da Direcção.

PARTE E

COMPARTICIPAÇÕES

Artigo 13.º
Tipos, Valores e Limites

1. Medicamento – de harmonia com as indicações constantes dos receituários


médicos, é feita a comparticipação de 60% supletivamente às percentagens da ADSE,
em farmácias com as quais sejam estabelecidos protocolos, nas farmácias em que não
exista protocolo o beneficiário deverá entregar cópia do respectivo recibo para que lhe
possa ser feita a devida comparticipação (só em medicamentos comparticipados);

2. Internamentos em estabelecimentos hospitalares:

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a) no caso de internamento hospitalar em estabelecimento do Serviço


Nacional de Saúde – abono de 50% da quantia que os beneficiários tenham de pagar
por si, até um máximo de €100,00;
b) no caso de internamento hospitalar em estabelecimento do Serviço
Nacional de Saúde com opção por quarto particular – abono de 20% da quantia
que os beneficiários tenham de pagar por si, até um máximo de €250,00;
c) no caso de internamento hospitalar em instituição fora do estabelecimento
do Serviço Nacional de Saúde por opção do beneficiário – abono de 20% da
quantia que os beneficiários tenham de pagar por si, até um máximo de €200,00;
d) no caso de internamento hospitalar em instituição fora do estabelecimento
do Serviço Nacional de Saúde para assistência que este não possa prestar –
abono de 50% da quantia que os beneficiários tenham de pagar por si, até um máximo
de €400,00;

3. Produtos medicamentosos/ material/ anti-sépticos – abono de 60% até ao


valor máximo de €75,00, por ano civil.

4. Consultas médicas – abono de 60% para consultas de qualquer especialidade


não especifica em Regulamento até ao máximo de €35,00 por cada recibo a
comparticipar, sobre o remanescente não comparticipado pela ADSE.

5. Análises, radiografias, electrocardiogramas e outros meios de diagnóstico


– abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até um máximo de €75,00.

6. Meios de Correcção e compensação


a) Próteses – abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até um limite
máximo de €150,00.
b) Outros aparelhos de correcção e compensação – abono de 50% do custo
suportado pelo beneficiário, até ao limite máximo de €100,00.

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c) Outros - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até ao limite
máximo de €50,00.

7. Oftalmologia
a) Tratamentos oftalmológicos (não específicos em tabela) - abono de 50% do
custo suportado pelo beneficiário, até ao limite máximo de 50,00€.

b) Óculos
b1) Armações - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até ao limite
máximo de €50,00 (com o limite de 2 alterações de três em três anos).
b2) Lentes - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até ao limite máximo
de €100,00, por cada lente (com o limite de oito alterações de lentes de três em três
anos).
NOTA: aplica-se o referido em b2) às lentes de contacto.

8. Estomatologia
a) Consultas de odonto-estomatologia - abono de 60% do custo suportado pelo
beneficiário, até ao limite máximo de €20,00;
b) Tratamentos dentários (não específicos em tabela) - abono de 50% do custo
suportado pelo beneficiário, até ao limite máximo de €25,00;
c) Exames Complementares
c1) Radiografia Dentária - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até ao
limite máximo de €10,00;
d) Ortopontomografia - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até ao
limite máximo de €15,00;
e) Apicectomia (é a ponta da raiz do dente) - abono de 50% do custo suportado pelo
beneficiário, até ao limite máximo de €30,00;
f) Abalação Quistos dentários ou Paradentários - abono de 50% do custo suportado
pelo beneficiário, até ao limite máximo de €25,00;

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g) Restauração - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até ao limite
máximo de €30,00;
h) Endodontia (desvitalização de dente) – abono de 50% do custo suportado pelo
beneficiário, até ao limite máximo de €30,00;
i) Destartarização - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até ao limite
máximo de €15,00;
j) Gengivectomia (aumento de gengivas) - abono de 50% do custo suportado pelo
beneficiário, até ao limite máximo de €20,00;
k) Exodontia (arrancar dentes) - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário,
até ao limite máximo de €20,00 (por dente);
l) Exodontia de dentes inclusos - abono de 50% do custo suportado pelo
beneficiário, até ao limite máximo de €30,00 (por dente);
m) Reimplantação dentária/germectomia - abono de 50% do custo suportado
pelo beneficiário, até ao limite máximo de €25,00;
n) Transplante de Germes dentários (substituição de um dente comprometido por
um dente transplantado) - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até ao
limite máximo de €30,00;
o) Próteses Dentárias:
o1) Prótese com 1 dente - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até
ao limite máximo de €30,00;
o2) Prótese com 2 dente - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até
ao limite máximo de €40,00;
o3) Prótese com 3 dente - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até
ao limite máximo de €50,00;
o4) Prótese com 4 dente - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até
ao limite máximo de €60,00;
o5) Prótese com 5 dente - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até
ao limite máximo de €70,00;
o6) Prótese com 6 dente - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até
ao limite máximo de €80,00;
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o7) Prótese com 7 dente - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até
ao limite máximo de €90,00;
o8) Prótese com 8 dente - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até
ao limite máximo de €100,00;
o9) Prótese com 9 dente - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até
ao limite máximo de €110,00;
o10) Prótese com 10 dente - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até
ao limite máximo de €120,00;
011) Prótese com 11 dente - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até
ao limite máximo de €130,00;
o12) Prótese com 12 dente - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até
ao limite máximo de €140,00;
o13) Prótese com 13 dente - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até
ao limite máximo de €150,00;
o14) Prótese com 14 dente - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até
ao limite máximo de €160,00;
o15) Prótese com 28 dente - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até
ao limite máximo de €200,00;
p) Prótese fixa (coroa e Pivot/elemento para ponte) - abono de 50% do custo
suportado pelo beneficiário, até ao limite máximo de €75,00;
q) Acrescentar dente em prótese (por cada dente) - abono de 50% do custo
suportado pelo beneficiário, até ao limite máximo de €30,00;
r) Conserto - abono de 60% do custo suportado pelo beneficiário, até ao limite
máximo de €20,00;
s) Aparelho - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até ao limite
máximo de €100,00;
s1) Controlo de Aparelho - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até
ao limite máximo de €20,00;

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9. Tratamentos Termais - abono de 50% do custo suportado pelo beneficiário, até
ao limite máximo de €100,00;

10. Medicina física e de Reabilitação – abono de 50 % do custo suportado pelo


beneficiário, até ao limite de €50,00.

11. Transportes:
a) Ambulâncias (quando se trate de doentes com doença crónica ou com
incapacidade igual ou superior a 80%, desde que este meio de transporte seja
considerado imprescindível por declaração médica) - abono de 90% do custo
suportado pelo beneficiário, até ao limite máximo de €80,00;

b) Ambulâncias (Documentos a entregar: Recibos e declaração médica da


necessidade de utilizar este meio de transporte de acordo com a situação clínica do
doente, uma declaração da entidade prestadora dos cuidados de saúde a confirmar a
data e o tipo de cuidados recebidos. Esta comparticipação aplica-se quando o estado
do doente implique cuidados hospitalares em internamento, intervenções cirúrgicas,
urgência e sempre que recebam cuidados médicos especializados, desde que o seu
estado de saúde não permita a utilização de transportes colectivos. A comparticipação
inclui a espera da ambulância.) - abono de 60% do custo suportado pelo beneficiário,
até ao limite máximo de €40,00;

c) Viatura de Aluguer (Documentos a entregar: Recibos e a declaração médica


da necessidade de utilizar este meio de transporte de acordo com a situação clínica do
doente, bem como, a declaração da entidade prestadora dos cuidados de saúde a
confirmar a data e o tipo de cuidados recebidos. Este código aplica-se a beneficiários
que recorram a tratamentos ou a cuidados de saúde.) - abono de 60% do custo
suportado pelo beneficiário, até ao limite máximo de €30,00;

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d) Transporte colectivo (Documentos a entregar: Bilhetes de transportes e
declaração da entidade prestadora dos cuidados de saúde confirmativa da data e do
tipo de cuidados recebido. Este código aplica-se a beneficiários que recorram a
qualquer cuidado de saúde.) - abono de 60% do custo suportado pelo beneficiário, até
ao limite máximo de €20,00;

12. Outros casos não contemplados no presente Regulamento – a decidir, caso


a caso, pela Direcção;

13. Casos especiais – a decidir pela Direcção, caso a caso, mediante apresentação
de justificação.

14. As cópias dos documentos para comparticipação, deveram ser entregues num
prazo máximo de 6 meses após a sua emissão, sob pena de não serem considerados.

PARTE F

PROCESSO ELEITORAL

Artigo 14.º
Eleições dos Órgãos Sociais

1. A convocatória da Assembleia Geral para eleição dos Órgãos Sociais, deve


mencionar, para além do estabelecido nos Estatutos do C.A.S., o dia e hora limites
para entrega de listas candidatas e o período de abertura das urnas.
2. O processo eleitoral é assegurado e dirigido pela Mesa da Assembleia Geral
conforme estabelecido nos Estatutos do C.A.S..
3. Os cadernos eleitorais serão entregues pela Direcção ao Presidente da Mesa da
Assembleia até trinta e seis horas antes da hora marcada para o início da Assembleia
Geral em que terá lugar o acto eleitoral.
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4. As listas candidatas são entregues ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral,
até trinta e seis horas antes da hora marcada para o início da Assembleia Geral em
que terá lugar o acto eleitoral. O Presidente rubrica, data e põe a hora de entrega da
mesma todos os documentos que compõe a lista, entregando recibo ao Delegado. A
cada lista apresentada é atribuída uma letra do Alfabeto Português por ordem de
entrega das mesmas.
5. As Listas devem apresentar candidatos para todos os Órgãos Sociais, em
número necessário para todos os cargos, efectivos e suplentes, que os compõem.
6. As Listas são assinadas por todos os candidatos e contêm os seus nomes e
números de Sócio e a sua distribuição pelos cargos dos Órgãos Sociais. Na Lista é
referido o nome e o número do Sócio constituído Delegado da Lista. O Delegado não
poderá fazer parte de nenhuma Lista apresentada.
7. Nenhum Associado poderá ser eleito para mais de um cargo, nem fazer parte de
mais do que uma lista;
8. As listas que não cumprirem o acima estipulado não serão consideradas válidas,
devendo o Presidente da Mesa informar a Assembleia e fazer constar da Acta.
9. Ao Delegado da Lista compete representar aquela, zelando para que tenha o
mesmo tratamento que as outras listas durante todo o processo eleitoral,
nomeadamente no descarregar dos sócios nos cadernos eleitorais, na abertura e
encerramento das urnas e na contagem dos votos.
10. Na sala onde decorrer a Assembleia Geral haverá um local reservado para os
Associados poderem preencher os boletins de voto;
11. Os Associados deverão ser portadores do seu cartão de sócio e do Bilhete de
Identidade ou Cartão Único para poderem exercer o seu direito de voto;
12. Quando não forem apresentadas listas para os Órgãos Sociais, compete à
Assembleia Geral a deliberação sobre o assunto, de acordo com o Estatuído.
13. A tomada de posse dos Órgãos Sociais, tem lugar na 1.ª semana do mês de
Abril;
14. No caso de, durante o mandato, a Direcção ou o Conselho Fiscal ficar sem
quorum e/ou Titular de Cargo e seu substituto legal, será convocada Assembleia Geral,
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nos termos dos Estatutos, para eleição a realizar no mais curto espaço de tempo
possível, a fim de ser completado o mandato. A tomada de posse deve ser feita no
prazo de oito dias;
15. Quando acontecer a situação referida no ponto anterior, as contas deverão ser
entregues à nova Direcção, devidamente encerradas;
16. Não são admitidos votos por Procuração para eleição dos Órgãos Sociais.
17. Todas as reclamações referentes ao processo eleitoral serão apresentadas e
resolvidas na Assembleia Geral.

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