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PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA

A Catedral

ABRIL 2016

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PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA | ANO XXVII | Nº 223| ABRIL | 2016 | DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

| Nº 223 | ABRIL | 2016 | DISTRIBUIÇÃO GRATUITA SANTA MISSA EM SEU LAR Sintonize

SANTA MISSA EM SEU LAR

Sintonize a Rádio Cidade, frequência 89.1FM, e acompanhe, todos os domingos, às 6:30h, a Santa Missa diretamente da Catedral São João Batista.

frequência 89.1FM, e acompanhe, todos os domingos, às 6:30h, a Santa Missa diretamente da Catedral São

2 PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA

A Catedral

MENSAGEM DO PÁROCO

E stimados amigos paroquianos, leitores

de nosso Informativo “A Catedral”,

saudações e bênçãos no Senhor! Na

mensagem desse mês de abril, quero refle- tir um pouco com você, sobre a importân- cia da Santa missa.

É comum ouvir alguns católicos dize-

rem que participam pouco da Santa Missa. Para uns, a missa é uma cerimônia longa, muito cansativa; para outros, obrigação de consciência ou hábito social, ou ainda, ape- nas um exercício de piedade. São diversas as interpretações e modos superficiais de compreender o sacrifício de Cristo, o que leva a pessoa a perder o essencial deste mis- tério.

A Santa Missa é o ato central da nos-

sa fé. Nela se faz presente e se atualiza o

mesmo sacrifício de Cristo no calvário. Na Santa Missa, oferecemos o Cristo ao Pai pela salvação da humanidade. Todas as vezes que celebramos a Santa Missa, torna-se presente e atual o sacrifício vivo de Jesus Cristo. A Igreja Católica ensi- na que a eucaristia é “fonte e ápice de toda

a vida cristã”. Na Santa Missa está todo o

bem espiritual da Igreja, ou seja, o próprio Cristo. Esse é o nosso maior tesouro. “Eis o mistério da fé”. Essas palavras pronunciadas logo após a consagração do pão e do vinho sintetizam toda a essência da Santa Eucaristia. Aquele que não en- tende o sentido profundo deste mistério eucarístico jamais compreenderá o sentido profundo do cristianismo e da salvação que Jesus veio trazer à humanidade. A Santa Missa é a celebração do mistério da fé. A Eucaristia exerce o ponto mais alto de toda

a nossa vida de batizados. Não há nada que

possa ultrapassar este mistério, pois Cristo doou-se, entregou-se para nossa salvação. Tudo flui para o centro eucarístico do amor incondicional de nosso Senhor Jesus Cristo. Deste modo, a Santa Missa deve ser

o compromisso primordial na vida de todo cristão. Deve ser celebrada com amor e alegria, com fé e esperança. Quando cele- bramos a paixão do Senhor sobre o altar, torna-se presente nossa redenção.

A Santa Missa é o centro da nossa fé;

é o coração da Igreja. É na Santa Eucaristia que Jesus Cristo, o Cordeiro Imolado, dá o Seu próprio corpo e sangue. Ao participar da Santa Missa, somos preservados de mui-

tos perigos e desgraças que poderiam nos abater. Pela Santa Missa somos abençoados no nosso trabalho e alcançamos um grau maior de glória no céu.

A Santa Missa é o nosso próprio resgate realizado por Jesus. Nela está o olhar misericordioso de Deus que não hesita em nos atender nas nossas tribu-

lações e nos dá força para superar as mi- sérias humanas. Na Santa Missa, participamos do mistério da presença do Senhor entre nós. Ora, se o Senhor está presente, não devemos nos preocupar com o tempo.

O papa Francisco disse: “A liturgia é o

tempo de Deus e espaço d’Ele, e nós devemos nos colocar ali, no tempo de

Deus, no espaço d’Ele, e não olharmos

o relógio.” Entrar no mistério de Deus

é o significado mais profundo da Santa

Missa. Quando entramos no mistério de Deus, somente Ele pode controlar, pois Ele é tudo.

Muitas vezes o nosso entendimen-

to sobre a Santa Missa permanece obs-

curo. Somos distraídos por tantas coisas

que acontecem a nossa volta. Passamos

a ficar distraídos com as pessoas, com a

música, e distantes do Sacrifício de Cris-

to. Assim, a celebração perde o seu valor

e torna-se apenas um ato social ou uma

reza muito superficial. Toda Santa Missa precisa ser bem preparada e bem celebrada. Não pode- mos improvisar. Tudo deve estar cen- trado no Sacrifício atual do calvário. A nossa alma deve estar voltada para o ato sublime do sacrifício eucarístico. Quem descobriu o valor da Santa Missa, en- controu um grande tesouro.

Fraternalmente,

Pe. Moacir Ramos Nogueira (Pároco)

ABRIL 2016

Pe. Moacir Ramos Nogueira (Pároco) ABRIL 2016 SANTO TERÇO NA CATEDRAL “Entre todas as homenagens que
SANTO TERÇO NA CATEDRAL “Entre todas as homenagens que se devem à Mãe de Deus,
SANTO TERÇO
NA CATEDRAL
“Entre todas as homenagens que
se devem à Mãe de Deus, não conheço
nenhuma mais agradável que o Rosá-
rio.” (Santo Afonso de Ligório)
Para manifestarmos essa devoção
à Santíssima Virgem, convidamos a
todos para recitarmos juntos, o Santo
Terço.
Toda
terça-feira,
às
11:15h.
Responsáveis: Casa de Maria e
Oblatos Beneditinos.

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MENSAGEM DO BISPO

A Páscoa, palavra que significa passagem, tem um passado, um presente e um futuro. A Páscoa como passado

A Páscoa judaica tem suas origens na época dos pastores

nômades, antepassados de Israel. O sacrifício de um cordeiro como primícias do rebanho era uma oferta que garantia o bem

estar das ovelhas e dos pastores. Nas memórias do Êxodo, esta antiga festa adquire um alcance histórico, significando a come- moração da libertação do povo de Deus da escravidão egípcia. Deus fez aliança com seu povo através de Moisés e, daí para frente, todo ano se celebrava o memorial desta aliança com um cordeiro imolado. A Páscoa cristã tem seus antecedentes históricos na Páscoa hebraica. Jesus, como bom judeu, cele- brava a Páscoa todo ano e foi nesta época, que ele instituiu a Nova e Eterna Aliança em seu sangue com sua morte de cruz, como um cordeiro sem mancha, na Sexta-feira Santa. Antes, na Quinta-feira Santa, à noite, ele celebra a Última Ceia com seus apóstolos, deixando para nós o Memorial da sua Paixão, morte e ressurreição. Ele passa deste mundo para a eternida- de do Pai. Enquanto a Páscoa hebraica celebrava a libertação da escravidão física do povo hebreu, a Páscoa cristã celebra a libertação da escravidão espiritual do pecado (raiz de todos os males).

A Páscoa como presente

A Páscoa de Jesus, passagem deste mundo para a casa do

Pai, aconteceu há dois mil anos e é ao mesmo tempo presen- te, pois seu sacrifício é único e eterno e todos os dias, nós celebramos a Santa Missa, não oferecendo outro sacrifício a Deus, mas o único e eterno sacrifício de Jesus. Também o nos-

so sacerdócio não é nosso. Jesus é o único e eterno sacerdote. Nós participamos deste sacerdócio de Jesus e celebramos o seu sacrifício. Jesus é sacerdote, altar e cordeiro.

A Páscoa como futuro

Aqui, apenas uma palavra mais rápida, é a dimensão es- catológica (final) da Páscoa, passagem para a casa do Pai. Esta passagem definitiva acontece conosco como aconteceu com Je- sus. Ela acontece após a nossa morte. É a passagem da morte para a vida definitiva e eterna junto ao Pai. Como o futuro é preparado pelo presente, convido a você, querido (a) leitor (a) a viver o presente como “pas- sagem”, para o futuro. Olhe para dentro de si mesmo (a) e dê um passo para um amanhã melhor. Abra seu cora- ção, neste Ano Jubilar da Misericórdia, e deixe Jesus entrar. Acredite na cruz transformadora de Jesus e mergulhe já no profundo mistério da sua e nossa ressur- reição.

Dom Emanuel Messias de Oliveira (Bispo Diocesano)

reição. Dom Emanuel Messias de Oliveira (Bispo Diocesano) SANTA MISSA PELA TV SUPER CANAL A TV
SANTA MISSA PELA TV SUPER CANAL A TV Super Canal faz chegar até você, aí
SANTA MISSA
PELA TV
SUPER CANAL
A TV Super Canal faz chegar até você,
aí na sua casa, a Santa Missa, transmitida
aos domingos às 8:30h e 20:30h, direto da
Catedral São João Batista. Fique ligado!

1ª CAVALGADA DA CATEDRAL

No dia 1º de maio, abertura do mês de Maria, acon- tecerá nossa 1ª Cavalgada. Todos estão convidados a parti- cipar conosco deste momento de confraternização que se encerrará com almoço para todos os presentes. Os horários e trajetos, sairão na próxima edição.

que se encerrará com almoço para todos os presentes. Os horários e trajetos, sairão na próxima

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CENTRO DE PASTORAL SÃO JOÃO BATISTA

O Senhor é bom; eterno é seu amor! E começamos, com a bênção do Se- nhor, a construção do Centro de Pastoral São João Batista. Já demos o ponta pé inicial. A máquina já tirou o entulho e removeu o muro para

deixar o terreno preparado. A sondagem do solo foi feita por uma equipe técnica responsável. No dia 5 de março, com a presença dos fiéis, eu, Padre Moacir, e Dom Emanuel Messias, demos a bênção da pedra fundamental.

Dom Emanuel Messias, demos a bênção da pedra fundamental. FAMÍLIA, UM ABRIGO NECESSÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO
Dom Emanuel Messias, demos a bênção da pedra fundamental. FAMÍLIA, UM ABRIGO NECESSÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO
Dom Emanuel Messias, demos a bênção da pedra fundamental. FAMÍLIA, UM ABRIGO NECESSÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO
Dom Emanuel Messias, demos a bênção da pedra fundamental. FAMÍLIA, UM ABRIGO NECESSÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO
Dom Emanuel Messias, demos a bênção da pedra fundamental. FAMÍLIA, UM ABRIGO NECESSÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO
FAMÍLIA, UM ABRIGO NECESSÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE RELAÇÕES HUMANAS Q ue o ser humano
FAMÍLIA, UM ABRIGO
NECESSÁRIO PARA
A CONSTRUÇÃO DE
RELAÇÕES HUMANAS
Q ue o ser humano seja um ser relacional, é
fato consumado. Sem uma saudável forma
dialógica da pessoa humana intercambiar
seus projetos, suas interrogações e inseguranças, ela
estará prejudicada em sua dimensão, como ser de re-
lações. A sua oportunidade de ser feliz em seu viver,
ficará gravemente comprometida. Daí, a necessida-
de de um primeiro espaço, um lugar social e afetivo,
mais importante que o lugar geográfico. Este espaço
-abrigo, nós denominamos de família.
É
a partir da realidade familiar que, de fato, o
ser humano estabelece um processo, que numa vi-
são antropológica e genética, na busca constante em
preservar a espécie, nutre e protege a descendência e
fornece-lhe condições para a aquisição de sua iden-
tidade pessoal.
A
família é uma unidade grupal onde se desen-
volvem três tipos de relações pessoais bem definidas,
que são:
1.Um estado de aliança estabelecido entre o casal.
2.Uma relação de filiação, definida entre pais e fi-
lhos.
3.Um condicionamento genético que é a consagui-
nidade.
Este modesto artigo pretende oferecer balizas,
para que, antropológica e geneticamente, cada ser
humano, enquanto ser relacional, possa fazer desta
dimensão, um ser feliz, aberto ao mundo de muitas
e saudáveis possibilidades. No próximo mês, tratare-
mos da constituição religiosa, em termos de relações
humanas, no espaço familiar. Até lá!
Pe. José Raul dos Santos Oliveira
Vigário Paroquial

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PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA A Catedral ABRIL 2016 5 24 HORAS PARA O SENHOR N os

24 HORAS PARA O SENHOR

N os dias 5 e 6 de março, aconteceu em nossa Paróquia, a jornada “24 horas para o Senhor”, momento de graça e bênção na vida da comunidade. Com uma vasta programação, o povo rezou, louvou, adorou, celebrou e experimentou a Miseri-

córdia do Senhor.

adorou, celebrou e experimentou a Miseri- córdia do Senhor. APROFUNDAMENTO SOBRE O DÍZIMO O dízimo começou

APROFUNDAMENTO SOBRE O DÍZIMO

APROFUNDAMENTO SOBRE O DÍZIMO O dízimo começou com os primeiros ho- mens no mundo. Deus sempre

O dízimo começou com os primeiros ho- mens no mundo. Deus sempre aprovou, e até exigiu, o dízimo para educar seu

povo. E Deus nunca se deixou vencer: se o povo

dá muito, Deus dá mais ainda. E Deus até pro- voca, faz um jogo conosco:

“Tragam o dízimo completo para o cofre do Templo, para que haja alimento em meu

Templo. Façam essa experiência comigo. Vocês hão de ver então, se não abro as comportas do Céu, se não derramo sobre vocês as minhas bênçãos de fartura” (Ml 3, 10).

O povo da Bíblia, o povo de Deus, do Antigo e do Novo Testamento, fez a

experiência; quanto mais a gente dá a Deus, mais recebe. Bem no começo do mundo, os primeiros seres humanos já agradeciam ao Criador e ofereciam donativos, mesmo sem o nome de dízimo. Caim e Abel, os primeiros filhos de Adão e Eva, reconheciam que tudo

vinha de Deus e queriam lhe agradecer, devolvendo-lhe algumas coisas.

Abel oferecia as melhores coi-

sas: cordeirinhos, ovelhas bonitas e gordas e todas as primeiras crias.

São Paulo diz que fazer este gesto, ser honesto com o dízimo, é uma grande bênção:

Caim oferecia alguns frutos da terra a Deus

“É dom extraordinário de Deus. É ato de obediência ao Evangelho.”

E esta bênção, diz o Apóstolo, depende da nossa generosidade: “Quem pou- co semeia, pouco colhe. Quem semeia com largueza, com largueza colhe” (2Cor

9,6).

Deus gosta de nos ver chegando perto d’Ele na comunidade, com uma von- tade louca de lhe agradecer, e Ele recebe com alegria nossos dons. A Bíblia ensina isso, dizendo:

“Não apareçam diante do Senhor de mãos vazias. Cada um dê segundo o que tiver, em proporção das bênçãos recebidas de Deus” (Dt 16,17).

E noutra passagem, bonita, sobre a experiência do dízimo, a Bíblia fala de

que Deus nunca se deixa vencer em generosidade. Até Ele manda fazer a experiência: “Se vocês dão muito, eu dou mais.”

DIA DA MISERICÓRDIA

Toda quarta-feira, com confis- sões na Catedral. “Nossas culpas são grãos de areia ao lado da grande montanha que é a misericórdia de Deus.” (São João Maria Vianney)

Abril:

Dia 6 (quarta-feira): 14h às 18h e 19h às 20:30h. Dia 13 (quarta-feira): 14h às 18h e 19h às 20:30h. Dia 20 (quarta-feira): 14h às 18h e 19h às 20:30h. Dia 27 (quarta-feira): 14h às 18h e 19h às 20:30h.

19h às 20:30h. Dia 20 (quarta-feira): 14h às 18h e 19h às 20:30h. Dia 27 (quarta-feira):

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REFORMA DO PROCESSO DE NULIDADE MATRIMONIAL – PARTE II

A lém do processo ordinário nas cau-

sas de nulidade matrimonial, haverá

também o chamado processo mais

breve, que é uma novidade trazida por esse documento do Papa. Para que se realize o processo mais bre- ve, é preciso que: “1. A petição seja propos- ta por ambos os cônjuges ou por um deles,

com o consentimento do outro; 2. Concor- ram circunstâncias de coisas ou de pessoas, apoiadas em testemunhos ou documentos que não precisem de uma ponderação ou investigação mais acurada e que tornem evi- dente a nulidade” (cf. MitisIudex Dominus Iesus, Art. 5, cân. 1683). Entre as circunstâncias que permitem

a realização do processo mais breve, incluem-

se, por exemplo: a falta de fé que pode gerar

a simulação do consentimento ou um erro

capaz de determinar a vontade; a brevidade da convivência conjugal; o aborto procura- do para evitar a procriação; a permanência pertinaz num relacionamento extraconjugal na época do casamento ou imediatamente depois; a ocultação dolosa de esterilidade ou de doença grave contagiosa ou de filhos

nascidos de união precedente, ou de ter sofri- do pena de prisão; uma causa para contrair completamente estranha à vida conjugal ou

a gravidez não prevista da mulher; a violên-

cia física provocada para extorquir o consen- timento; a falta de uso da razão comprovada mediante laudos médicos, etc. (cf. MitisIu- dex Dominus Iesus, Regras Processuais, Art. 14 §1). O vigário judicial, ao receber o libelo, deve decidir se a causa deve ser julgada pelo processo ordinário ou pelo processo mais breve. Se for pelo processo mais breve, o vigário judicial, no mesmo decreto em que determina a fórmula da dúvida, deve nome- ar o instrutor e o assessor e fazer a citação, para uma sessão a ser realizada num prazo não além de trinta dias, de todos aqueles que dela devem participar, ou seja, as partes e o defensor do vínculo (cf. MitisIudex Domi- nus Iesus, Art. 5, cân. 1685). Depois, o instrutor deve recolher as provas, se possível numa única sessão, e determinar um prazo de quinze dias para a apresentação das observações em favor do vínculo e das defesas das partes. No processo mais breve, o bispo é quem deve emanar a sentença. Por isso, “re- cebidos os autos, o bispo diocesano, após ter consultado o instrutor e o assessor, e tendo ponderado as observações do defensor do vínculo e as defesas das partes, se houver, se chegar à certeza moral da nulidade do ma- trimônio, emita a sentença. Caso contrário,

envie a causa à via ordinária” (cf. MitisIudex Dominus Iesus, Art. 5, cân. 1687 §1). No caso do processo mais breve, contra a sentença do bispo, apela-se ao Metropolita ou

ao Tribunal da Rota Romana. E se a sentença

tiver sido dada pelo próprio Metropolita, ape- la-se ao sufragâneo mais antigo (cf. MitisIudex Dominus Iesus, Art. 5, cân. 1687 §3). O Me- tropolita é aquele que preside uma província eclesiástica, a qual é um agrupamento de dio-

ceses vizinhas. Na província eclesiástica, há uma diocese principal, chamada de arquidiocese, e

as dioceses sufragâneas. Além do processo ordinário e do processo mais breve, existe o processo documental. Esse tipo de processo é realizado quando o matri- mônio é nulo, por causa de um impedimento dirimente ou por falta da forma legítima. Im- pedimento dirimente é aquele que torna nulo

o matrimônio. Por exemplo, se dois primos

em primeiro grau desejam se casar, não é per- mitido, porque existe o impedimento de con- sanguinidade. Assim, é necessário pedir uma dispensa da lei. A forma canônica consiste num conjunto de formalidades jurídicas, que devem ser seguidas, para que o matrimônio possa ser contraído validamente. Se constar, com certeza, que não foi dada a dispensa do impedimento ou da forma canônica, faz-se o processo docu- mental, que também é um processo rápido. Recebido o libelo, o bispo diocesano ou o vigário judicial, omitindo as formalidades do

processo ordinário, mas citando as partes e com

a participação do defensor do vínculo, pode

declarar, por sentença, a nulidade do matrimô- nio, se constar, por algum documento, que o matrimônio foi nulo por falta da dispensa de algum impedimento ou da forma canônica (cf. MitisIudex Dominus Iesus, Art. 6, cân. 1688). Nesse tipo de processo, pode-se também fazer a apelação. Tanto a parte que se sentir pre- judicada, como o defensor do vínculo, se julgar que os vícios alegados ou a falta de dispensa não são certos, podem apelar ao juiz de segunda ins- tância (cf. MitisIudex Dominus Iesus, Art. 6, cân. 1689). Na sua Carta Apostólica, o Papa pede que os bispos acompanhem, com solicitude pastoral, os cônjuges separados ou divorciados. Eles compartilham com os párocos o cuidado pastoral para com esses fiéis em dificuldade. E quando esses casais separados ou divorciados duvidam da validade do seu matrimônio ou estão convencidos de sua nulidade, devem ser encaminhados para que realizem o processo de nulidade matrimonial.

Outra coisa que o Papa pede é que os bis- pos invistam na formação de pessoas que sejam capazes de dar sua contribuição no tribunal para as causas matrimoniais, pois os tribunais

eclesiásticos necessitam de pessoas com uma formação especializada em Direito Canôni- co, para que possam ser realizados os proces- sos.

Libelo Para se iniciar um processo, é preciso que a pessoa escreva um libelo, isto é, um es- crito breve, ordenado e claro, no qual a parte demandante (aquela que quer dar abertura a um processo) indica o objeto da controvérsia com outra pessoa, e com o qual pede expli- citamente a intervenção do juiz competente (cf. cân. 1502). O libelo deve: “1. Dizer diante de qual juiz se introduz a causa, o que se pede e de quem se pede; 2. Indicar o direito em que se fundamenta o autor e, ao menos de modo geral, os fatos e provas que possam demons- trar o que é alegado; 3. Ser assinado pelo autor ou seu procurador, com a indicação do dia, mês e ano, do lugar onde residem o autor ou o procurador ou onde disserem resi- dir, para a recepção dos atos que lhes devem ser comunicados; 4. Indicar o domicílio ou quase domicílio da parte demandada” (cân.

1504).

No caso do processo de declaração de nulidade, a parte demandante, ao escrever o libelo, deve dizer, de forma breve, como co- nheceu a outra parte, como foi o tempo de namoro e noivado, como foi o dia do matri- mônio e a vida conjugal, quais os problemas surgidos durante esse tempo e o que levou o casamento ao fracasso, indicando alguns motivos pelos quais pensa que o seu matri- mônio seja nulo. Com o libelo, faz-se, então, uma petição formal para a abertura de um processo. “O libelo com o qual se introduz o pro- cesso mais breve, além das coisas enumera- das no cân. 1504, deve: 1. Expor, de modo breve, íntegro e claro, os fatos em que se fun- damenta a petição; 2. Indicar as provas que podem ser coletadas imediatamente pelo juiz; 3. Mostrar, em anexo, os documentos em que se apoia a petição” (cf. MitisIudex Dominus Iesus, Art. 6, cân. 1688).

Pe. Agrimaldo José Teixeira Vigário Paroquial

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A Catedral

AGENDA DE MISSAS – ABRIL/2016

Dia 1º (sexta-feira): Catedral 6:20h e 19h. Dia 2 (sábado): Catedral 6:20h e 19h. São Sebastião 19h. Dia 3 (domingo): Catedral 6:30h, 9h, 10:30h, 18h e 20h. Dia 4 (segunda-feira): Catedral 19h – Anunciação do Senhor. Dia 5 (terça-feira): Catedral 6:20h e 19h. Sagrada Família, morada do lago, 20h. Dia 6 (quarta-feira): Catedral 6:20h e 19h. Dia 7 (quinta-feira): Catedral 6:20h e 19h. MOVISO às 16h. Dia 8 (sexta-feira): Catedral 6:20h e 19h. Dia 9 (sábado): Catedral 6:20h e 19h. São Sebastião 19h. Dia 10 (domingo): Catedral 6:30h, 9h, 10:30h, 18h e 20h. Às 8h:

Pedalando e Rezando. Dia 11 (segunda-feira): Catedral 19h. Dia 12 (terça-feira): Catedral 6:20h e 19h. Dia 13 (quarta-feira): Catedral 6:20h e 19h. São João Paulo II 20h. Dia 14 (quinta-feira): Catedral 6:20h e 19h. Casa de Maria às 16h. Dia 15 (sexta-feira): Catedral 6:20h e 19h. Dia 16 (sábado): Catedral 6:20h e 19h. São Sebastião 19h. Dia 17 (domingo): Catedral 6:30h, 9h, 10:30h, 18h e 20h. Às 8h:

Curso de Noivos. Dia 18 (segunda-feira): Catedral 19h. Dia 19 (terça-feira): Catedral 6:20h e 19h. São Lourenço/Iapu, às 18h: Bodas de Prata. Dia 20 (quarta-feira): Catedral 6:20h e 19h. Dia 21 (quinta-feira): Catedral 6:20h e 19h. Dia 22 (sexta-feira): Catedral 6:20h e 19h. São Sebastião 19h, missa de 15 anos Giovana. Dia 23 (sábado): Catedral 6:20h e 19h. São Sebastião 19h. Dia 24 (domingo): Catedral 6:30h, 9h, 10:30h, 18h e 20h. Dia 25 (segunda-feira): Catedral 19h. Dia 26 (terça-feira): Catedral 6:20h e 19h. Casa de Maria às 16h. Dia 27 (quarta-feira): Catedral 6:20h e 19h. Dia 28 (quinta-feira): Catedral 6:20h e 19h. N.Sra. Aparecida, Vila Machado, 20h. Dia 29 (sexta-feira): Catedral 6:20h e 19h. Às 18h: Bugre – título de cidadão honorário ao Pe. Moacir. Dia 30 (sábado): Catedral 6:20h e 19h. São Sebastião 19h.

CURSO DE NOIVOS

Dia 17 de abril, será nosso primei-

ro Curso de Noivos deste ano. Faça

sua inscrição no escritório paroquial.

O Curso iniciará às 8h, no Salão Pa-

roquial.

Santa Missa na Casa de Maria: Dias 14 e 26 de abril, às 16h.

Santa Missa na Casa de Maria:

Dias 14 e 26 de abril, às 16h.

REUNIÕES DO MÊS:

Dia 9/4 (sábado): ECC às 20h. Dia 11/4 (segunda-feira): Ministros extraordinários às 19:40h. Dia 12/4 (terça-feira): Funcionários às 7h. Dia 14/4 (quinta-feira): CPP às 19:40h. Dia 20/4 (quarta-feira): Catequistas às 19:40h. Dia 21/4 (quinta-feira): Reunião do Clero em Manhuaçu às 8h. Dia 27/4 (quarta-feira): Coordenadores das Comunidades às 19:40h.

ABRIL 2016

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PARTICIPE:

** Bênção do Santíssimo Sacramento

=> todos os sábados, após a missa das 6:20h;

* Hora Santa – Apostolado da Oração

=> toda quinta-feira que antecede a 1ª sexta, às 18h;

* Confraria do Rosário => todo sába- do, após a missa das 6:20h;

* Preparação para o Batismo => todo primeiro domingo, de 8 às 12h;

* Batizado => todo 2º domingo, após

a missa das 10:30h, na Catedral. E todo 4º sábado, na Capela São Sebastião;

* Sagrada Face => toda terça-feira, às

18:20h;

* Grupo de Oração Filhos de Israel =>

toda segunda-feira, após a missa das 19h e terça-feira, às 22:30h;

* Grupo de Oração Mãe da Divina Pro-

vidência => toda quarta-feira, após a missa das 19h.

OBS.: Os casamentos da Paróquia São João Batista serão realizados na Catedral e Capela São Sebastião. Os agendamentos de casamentos, batizados, missa de 15 anos e bodas na Capela São Sebastião, deverão ser feitos no escritório paroquial, em comum acordo com o pároco.

MATRIMÔNIOS DO MÊS:

Dia 9/4 (sábado):

Mário Lúcio e Josiane, às 17h, na Catedral.

Dia 16/4 (sábado):

Paulo e Sara, às 17h, na Catedral.

Dia 22/4 (sexta-feira):

Lucas e Thaís, às 17h, na Catedral.

Dia 23/4 (sábado):

Carlos e Lílian, às 17h, na Catedral.

Dia 29/4 (sexta-feira):

Afonso e Mônica, às 17h, na Catedral.

Dia 30/4 (sábado):

Wellyngton e Luciana, às 11h, na Catedral.

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A Catedral

MOVISO - Movimento Social São João Batista

“Bem-aventurado o homem que suporta o seu próximo com as suas fraquezas, tanto quanto quisera ser suportado por ele, se estivesse na mesma situação!” (São Francisco de Assis)

RESUMO DOS ATENDIMENTOS DE FEVEREIRO/2016

DIA

CAFÉ/

ALMO-

CAFÉ/

ROUPA

CALÇA-

PÃO

COBER-

PESSOAS

 

QUANTIDADE DE PESSOAS POR CIDADE

 
 

HOMENS

MULHERES

MANHÃ

ÇO

TARDE

 

DO

(kg)

TOR

DE FORA

 
 

1 54

18

16

43

35

80

6

81

3

4

 

Araçuaí

1

Campinas

3

 

2 33

15

16

36

23

0

0

22

0

6

 

Almenara

1

Ceará

1

 

3 54

19

16

57

30

31

8

60

0

10

 

Bahia

3

Governador Valadares

15

 

4 42

22

23

45

22

13

1

70

0

10

BeloHorizonte

6

Inhapim

6

 

5 46

21

17

57

18

0

4

42

0

8

 

BomJesus

8

Ibatiba

1

10

34

12

14

39

9

0

0

0

0

6

 

Ipatinga

10

SãoPaulo

1

11

36

14

11

38

20

32

5

54

3

4

Cachoeiro de Itapemirim

1

Jequié

1

12

46

15

16

45

19

42

11

26

0

9

 

Manhuaçu

1

Macaé

2

15

52

21

16

55

29

2

0

54

0

9

Manhumirim

1

MontesClaros

1

16

50

16

15

49

23

19

11

30

0

9

 

Muriaé

5

Paraíba do Norte

1

17

36

15

14

39

16

0

0

28

0

6

Pernambuco

6

Alagoas

1

18

40

9

13

41

19

6

2

44

0

5

 

Londrina

1

   

19

53

20

18

53

23

13

1

52

0

9

Rio de Janeiro

4

   

22

42

12

14

49

23

27

5

30

5

3

 

Salinas

4

   

23

51

17

19

55

25

0

0

44

0

7

Piedade de Caratinga

1

   

24

32

14

14

38

18

3

0

24

0

2

SantaBárbara

1

   

25

30

12

12

34

25

17

0

36

0

4

 

Pocrane

1

   

26

39

16

8

48

14

7

3

4

0

4

 

TeófiloOtoni

2

   

29

39

12

14

44

15

0

0

54

0

6

SãoPedrodosFerros

1

   
                     

VargemAlegre

1

   

Total

809

300

286

865

406

292

57

755

11

121

 

Ubaporanga

15

   
 

Vitória da Conquista

1

   
 

Coronel Fabriciano

1

   
   

TOTAL DE CIDADES: 34

 

TOTAL DE PESSOAS ATENDIDAS: 1.109

DIAS ÚTEIS: 19

MÉDIA DE PESSOAS ATENDIDAS POR DIA: 58

Santa Missa no MOVISO: Dia 7 de abril, às 16h.

ABRIL 2016

KAIRÓS NA PRAÇA Para estreitar nossos laços de con- vivência, realizaremos, uma vez ao mês,
KAIRÓS NA PRAÇA
Para estreitar nossos laços de con-
vivência, realizaremos, uma vez ao mês,
um momento de alegria e de confrater-
nização na praça da Catedral, com barra-
quinhas e música ao vivo.
Nosso primeiro Kairós será em oca-
sião do aniversário do nosso Pároco, Pe.
Moacir.
Dia 8/4, após a Santa Missa das
19h.
Venha e traga sua família e amigos
para partilharmos nossas emoções e alegrias!
Paróquia São João Batista/Catedral Fone: (33) 3321-2724 Facebook: Catedral São João Batista - Caratinga e-mail:

Paróquia São João Batista/Catedral

Fone: (33) 3321-2724

Facebook: Catedral São João Batista - Caratinga

e-mail: paroquiasaojoaobatista-catedral@hotmail.com

Pe. Moacir Ramos Nogueira – Pároco

Pe. José Raul dos Santos Oliveira – Vigário Paroquial Pe. Agrimaldo José Teixeira – Vigário Paroquial Produção:

Paróquia São João Batista/Catedral Tiragem: 1.500 exemplares Distribuição gratuita Impressão:

Gráfica Editora Dom Carloto LTDA. (33) 3321-9558

Gráfica Editora Dom Carloto LTDA. (33) 3321-9558 “Quem ajuda na evangelização, tem os mesmos méritos do

“Quem ajuda na evangelização, tem os mesmos méritos do evangelizador. ”

Editora Dom Carloto LTDA. (33) 3321-9558 “Quem ajuda na evangelização, tem os mesmos méritos do evangelizador.
Editora Dom Carloto LTDA. (33) 3321-9558 “Quem ajuda na evangelização, tem os mesmos méritos do evangelizador.
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Editora Dom Carloto LTDA. (33) 3321-9558 “Quem ajuda na evangelização, tem os mesmos méritos do evangelizador.