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MATÉRIA: Literatura PROFESSOR : Paulo Ricardo ALUNO: _______________________________________________ LITERATURA PORTUGUESA - ERA CLÁSSICA – Classicismo :www.nucleoensino.com – (62) 3702-0004 Página 1 Av. Presidente Kennedy, n°863 Qd.32 Lt.12-E Bairro Maracanã – Anápolis – GO " id="pdf-obj-0-2" src="pdf-obj-0-2.jpg">

MATÉRIA: Literatura PROFESSOR : Paulo Ricardo

ALUNO: _______________________________________________

LITERATURA PORTUGUESA - ERA CLÁSSICA –

Classicismo: é a doutrina estética que dá ênfase à ordem, ao equilíbrio e à simplicidade. Os antigos gregos foram os primeiros grandes clássicos. Posteriormente, os romanos, os franceses, os ingleses e outros povos produziram movimentos clássicos. Cada grupo desenvolveu suas próprias características particulares,

la. A humanidade valorizou o homem, transformando-o em centro do universo. A estátua de David, de

Michelangelo, não seria possível na Idade Média –

gigantesco, musculoso e nu, retratando a grandeza do homem renascentista. A universalidade incorporou o mar entre os elementos medievais, que só conheciam a terra e o céu. O Renascimento descobriu o mar e lhe deu primazia. O homem renascentista desbravou os oceanos, lutou com as tempestades em alto-mar, conquistou “mares nunca dantes navegados” e voltou ao ponto de partida. O classicismo foi, no plano literário, o retrato vivo da Renascença. Os escritores clássicos do Renascimento seguiram de perto a literatura da Antiguidade, cujos modelos foram imitados ou adaptados à realidade da época. Como consequência, suas obras revelaram, na estrutura formal, a rigidez das normas de composição de acordo com os padrões consagrados pela tradição greco-latina. Em seu conteúdo, mostravam o paganismo, o ideal platônico de amor e outras marcas específicas da tradição antiga. As notas medievais quinhentistas contêm um impulso que se tornou presente, explicitamente ou não, ao longo de toda a literatura portuguesa, cruzando os séculos. Seus lirismos tradicionais, caracterizados por ser antimetafísico, popular, sentimental e individualista, irá dialogar com as novas modas e sobreviverá. A própria força da terra portuguesa, chamando os escritores para o seu convívio, explica a permanência desse remoto lirismo através dos séculos. A definição do novo ideário estético em Portugal deu-se em 1527, com o regresso de Sá de Miranda da Itália, trazendo uma valiosa bagagem doutrinária. Sua influência foi decisiva na produção e promoção do novo gosto literário.

I- Contexto Histórico
I- Contexto Histórico

mas todos refletiam ideias comuns sobre a arte, o homem, o mundo.

O Classicismo confere maior importância às faculdades intelectuais do que às emocionais na

criação da obra de arte, porque busca a expressão de valores universais acima dos particularismos individuais ou nacionais. Inspirando-se no modelo da Antiguidade clássica greco-romana e no Renascentismo italiano, estabeleceu princípios ou normas, como a

harmonia das proporções, a simplicidade e equilíbrio da composição e a idealização da realidade, recusa, portanto, a emotividade e exuberância decorativa do

barroco. No período compreendido entre 1450 e 1600 surgiu na Europa, principalmente na Itália, um movimento chamado Renascimento, que foi o responsável por uma radical transformação do homem no que diz respeito à religião, à filosofia, ao amor, à política, enfim, à maneira de encarar a vida. Foi em Florença, terra natal de Dante e Giotto, que um grupo de artistas se dispôs a criar uma nova arte e a romper com as idéias do passado. Florença é considerada, portanto, o berço do Renascimento. O Renascimento tem três significados que o definem: a antiguidade, a humanidade e a universalidade. A antiguidade redescobriu as obras literárias, históricas e filosóficas da civilização greco-romana, tendo o Renascimento traduzido, restaurado e explicado grande parte de obras literárias da Antiguidade Clássica. Mas afinal, renascer o quê? Renascer o modo de pensar, o modelo político, as formas estéticas, a mitologia, a maneira de viver. Renasceram as normas ditadas por Aristóteles e Horácio; imitou-se Virgílio. Buscou-se o belo na nobreza, que ditava o conceito de beleza. Julgavam os renascentistas terem os gregos e romanos atingido o auge da civilização – era importante restaurá-

No início do século XIV, inúmeros fatores conjugados e articulados criaram as condições para o início da nova arte. No plano econômico, o renascimento comercial reativou o intercâmbio cultural entre o Ocidente e o Oriente. No plano social, a urbanização gerou as condições de uma nova cultura, sendo as cidades o pólo de irradiação do Renascimento. A ascensão social e econômica da burguesia propiciou apoio e financiamento ao desenvolvimento cultural. O aperfeiçoamento da imprensa por Gutenberg (Johann Gensfleish), teve especial importância no século

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NÚCLEO CENTRO DE ENSINO XVI, embora não seja considerado um fator direto do Renascimento, pois seuswww.nucleoensino.com – (62) 3702-0004 Página 2 " id="pdf-obj-1-4" src="pdf-obj-1-4.jpg">

XVI, embora não seja considerado um fator direto do Renascimento, pois seus efeitos só começaram a ser efetivamente sentidos no último século do movimento renascentista.Em 1455, foi publicado o primeiro livro europeu impresso com tipos móveis. A obra, que era uma tradução latina da Bíblia, levou mais de dois anos para ficar pronta e ficou conhecida como a Bíblia de Gutenberg, com uma tiragem de quase duzentos exemplares. Em Portugal, verificou-se o fim do monopólio do clero em relação à cultura. D. João II, que reinou de 1521 a 1557, criou a Universidade de Coimbra e o Colégio das Artes, também em Coimbra, onde introduziu o ensino do latim, do grego, da matemática, da lógica e da filosofia. Os filhos dos burgueses começaram a frequentar as universidades, tomando contato com uma cultura desligada dos velhos conceitos medievais. A nova realidade econômica gerada pela decadência do feudalismo e o fortalecimento da burguesia exigiram uma nova cultura, mais liberal, antropocêntrica e identificada com o mercantilismo. O momento histórico vivido pela dinastia de Avis, com a centralização do poder, as Grandes Navegações e o comércio, foi propício aos novos conceitos veiculados na Itália.

busca do homem universal – passaram o mundo, o homem e a vida a serem vistos sob o prisma da razão. O homem renascentista procurou entender a harmonia do universo e suas noções de Beleza, Bem e Verdade, sempre baseando seus conceitos no equilíbrio entre a razão e a emoção. Estavam longe de aceitar a “arte pela

arte”,

ao

modo

parnasiano

do

século

XIX,

mas

III-Prosa IV- Poesia II- Características
III-Prosa
IV- Poesia
II- Características

apresentavam um alto objetivo ético: o do aperfeiçoamento do homem na contemplação das paixões humanas postas em arte – a catarse grega. novas medidas e formatos – surgiram novas formas de composição, como o soneto, o verso decassílabo e a oitava rima, que foram introduzidas em Portugal por Sá de Miranda. consciência da Nação – no Renascimento português, além da consciência do homem como um ser universal, surgiu uma forte consciência de Nação, devido às grandes navegações, que transformaram o povo em heroico.

A produção em prosa desse período literário foi bastante limitada. Merece destaque a novela Menina e Moça, cuja autoria é atribuída a Bernardim Ribeiro. Bem diferente das novelas medievais, apresenta um diálogo triste e sentimental entre duas personagens. Nessa novela, pode-se perceber o sentimentalismo, o bucolismo e o interesse pela natureza que, tempos depois, seriam retomados por outras escolas literárias.

“Os portugueses dos séculos XV e XVI provaram pela experiência e pela dedução científica: que o oceano Atlântico era navegável e estava livre de monstros; que o mundo equatorial era habitável e habitado; que era possível navegar sistematicamente longe da costa e conseguir perfeita orientação pelo Sol e pelas estrelas; que a África tinha uma ponta meridional e que existia um caminho marítimo para a Índia; que as pseudo-Índias descobertas por Colombo, eram, na realidade, um novo continente separando a Europa da Ásia oriental e que as três Américas formavam um bloco territorial contínuo; que a América do Sul tinha um ponto meridional como a África e que existia um outro caminho marítimo para a Índia por ocidente; que os três oceanos comunicavam entre si; que a Terra era redonda e circunavegável”.

Ao lado das novas formas e dos versos decassílabos e dos sonetos, pode-se observar a permanência dos versos redondilhos e de certas formas medievais integradas à tradição do lirismo medieval, tais como a glosa e o vilancete. A epopeia, nos moldes greco-latinos, foi consagrada

no classicismo Lusitano, através de Camões, com Os Lusíadas, que consagrou a aspiração suprema da alma coletiva de Portugal, marcada pelo justo sentimento de orgulho despertado pelos descobrimentos.

V-Camões

“Chamar-te gênio é justo, mas é pouco. Chamar-te herói, é não te conhecer. Poeta dum império que era louco,

valores greco-latinos – os renascentistas adotaram a mitologia pagã, própria dos antigos, recorrendo a entidades mitológicas para pedir inspiração, simbolizar emoções e exemplificar comportamentos. Consideravam que os antigos haviam atingido a perfeição formal, desejando os artistas da Renascença reproduzi-la e perpetuá-la.

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NÚCLEO CENTRO DE ENSINO Foste louco a cantar e louco a combater”. (Miguel Torga) Luís Vazwww.nucleoensino.com – (62) 3702-0004 Página 3 " id="pdf-obj-2-4" src="pdf-obj-2-4.jpg">

Foste louco a cantar e louco a combater”. (Miguel Torga)

Luís Vaz de Camões foi e ainda é grande por sua poesia, dentro e fora dos quadros literários. Na realidade, o classicismo português se abre e se fecha com um poeta:

Sá de Miranda e Camões que, numa visão de conjunto foi o grande poeta. Os demais podem ser considerados como poetas menores, presos às propostas renascentistas e ofuscados pelo brilho camoniano. No prólogo d’Os Lusíadas, Camões apela para a arte e o talento, assim dizendo: “Cantando espalharei por toda a parte, / Se a tanto me ajudar engenho e arte”, tendo o conhecimento de que ambos devem estar associados de maneira indissolúvel, para o alcance do intento poético. Sua grandeza está não apenas na perfeição com que criou uma obra de cunho pessoal, mas também no fato de ter sintetizado numa obra harmoniosa todos os elementos formais e temáticos que andavam dispersos ou parcialmente trabalhados por seus antecessores. Podemos citar o exemplo do soneto, que desde Sá de Miranda vinha sendo cultivado em Portugal e que encontrou em Camões um artífice e criador máximo. De certa forma, Camões seria clássico mesmo que não existisse o classicismo.

manifestação de carnalidade. Nesse Amor como ideia ou essência, nota-se uma nítida influência da poesia de Petrarca e Dante, sendo a mulher amada retratada de forma ideal, como um ser superior e perfeito. Em outros momentos, talvez em função de sua vida atribulada, Camões não canta mais o amor espiritualizado, mas um amor terreno, carnal, erótico. Pela impossibilidade de

obter uma síntese desses dois amores, nota-se, às vezes, o uso abusivo de antíteses.

VII- A Epopeia Camoniana VI- A Lírica Camoniana
VII- A Epopeia Camoniana
VI- A Lírica Camoniana

O desconcerto do mundo foi um dos temas que

mais preocuparam o poeta português, manifestando-se em poemas sobre as injustiças, a recompensa aos maus e o castigo aos bons; sobre a ambição e a inútil tentativa de acumular bens que acabam no nada da morte; sobre os sofrimentos constantes que aniquilam prováveis conquistas; enfim, sobre o conflito violento entre o ser e o dever ser. Convocando saber, experiência, imaginação, memória, razão e sensibilidade, o autor sondava o sombrio mundo do Eu, da mulher, da pátria, da vida e de Deus. O poeta mergulhou em verdadeiro labirinto de “escavação” do Eu, marcada por estágios de angústia crescente.

Os Lusíadas, que narra a aventura marítima de

Vasco da Gama, é a grande epopeia do povo lusitano. Publicada em 1572, é considerada o maior poema épico escrito em língua portuguesa, não por conter oito mil e oitocentos e dezesseis verbos decassílabos distribuídos em 1102 estrofes de oito versos cada, mas pelo seu valor poético e histórico. Obedecendo com rigor às regras da Antiguidade clássica apresentam em suas estrofes os aspectos formais (métrica, ritmo e rima) com extrema regularidade, demonstrando o engenho e a arte do poeta. Todas as estrofes apresentam o esquema conhecido como oitava-rima, com três rimas cruzadas seguidas de uma emparelhada (AB AB AB CC). A palavra lusíadas significa “lusitanos”, e Camões foi buscá-la numa epístola de André de Resende. Os Lusíadas são os próprios lusos, tanto em sua alma como em sua ação. O herói da epopeia é o próprio povo português e não apenas Vasco da Gama, como pode parecer a uma leitura superficial da obra. Ao cantar “as armas e os barões assinalados” que navegaram “por mares nunca dantes navegados”, Camões engloba todo o povo lusitano navegador, que enfrentou a morte pelos mares desconhecidos. Pode-se afirmar, então, que o poema épico apresenta um herói coletivo. O poeta deixou expresso o tema da epopeia já nas duas primeiras estrofes: a glória do povo navegador

Considerado o maior poeta lírico português de todos os tempos, sua poesia lírica é marcada por uma dualidade: ora revela textos de nítida herança tradicional portuguesa, ora sua poesia se enquadra na medida nova renascentista. Podemos notar, ainda, a fusão dessas características em outros textos. Seus sonetos foram produzidos em medida nova. Suas poesias escritas em medida velha compreendiam redondilhas tanto maiores como menores, a maior parte delas estruturadas a partir de um mote, isto é, umas sugestões iniciais, que era desenvolvida pelo poema nas estrofes seguintes, sob o título de volta.

Em Camões, a herança das cantigas trovadorescas aparece principalmente nas redondilhas. O mar, as fontes e a natureza surgem em diálogos, lembrando as cantigas de amigo, apenas não se colocando no lugar da mulher e, sim, falando sobre ela. Percebe-se, em alguns textos da lírica camoniana, a influência da filosofia platônica, sobre o mundo sensível e o mundo inteligível, principalmente em alguns sonetos como nas redondilhas de Babel e Sião.

Um dos temas mais ricos da lírica de Camões é o Amor, ora visto como ideia (neoplatonismo), ora como

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NÚCLEO CENTRO DE ENSINO português, que conquistou as Índias e edificou o Império Português no Oriente,www.nucleoensino.com – (62) 3702-0004 Página 4 " id="pdf-obj-3-4" src="pdf-obj-3-4.jpg">

português, que conquistou as Índias e edificou o Império Português no Oriente, bem como a memória dos reis portugueses, que tentaram ampliar o Império. Portanto, Camões cantou as conquistas de Portugal, a glória de seus navegadores e os reis do passado. Cantou, enfim, a História de Portugal.

Numa época de profundo antropocentrismo, é fortemente marcado o significado de um poema que fixou um dos raros momentos em que o homem experimentou com êxito a magnitude de sua força física e moral, num embate de proporções cósmicas. Daí decorre ser Camões um dos maiores, senão o maior, dos poetas de todos os tempos, pela representação universal de seu pensamento, fruto de um singular poder de transfiguração poética, típica do visionário e do eleito.

O humanismo já tinha revelado uma nova posição do homem diante das novas realidades sócio econômicas ocorridas nos séculos XV e XVI, quando surgiu a nova classe social denominada burguesia. Essa concepção vai se solidificar no Renascimento, nome que designa o período das grandes transformações culturais, políticas e econômicas, ocorridas nos séculos XVI e XVII. Essas transformações trouxeram profundas mudanças para toda a sociedade da época, o estabelecimento definitivo do capitalismo, criou novas relações de trabalho, firmou o comércio e este passou a ter grande importância, introduziu novos valores, tais como o dinheiro e a vida nas cidades, que não existiam no período medieval, várias invenções e melhoramentos técnicos foram criados em função da crescente procura de mercadorias. Houve uma crise religiosa, pois a Igreja teve que enfrentar os protestantes liderados por Martinho Lutero, que contava com o apoio da burguesia. Essa foi também a época dos grandes descobrimentos, que levaram o homem a encarar o Universo e o próprio homem de maneira diferente daquela pregada pela Igreja. Foi inventada a imprensa, que possibilitou uma maior circulação de escritos e, portanto de cultura. Copérnico formulou a teoria do heliocentrismo que propunha o Sol como centro do Universo e Galileu comprovou o duplo movimento da Terra. Todos esses fatores levaram a velha ordem feudal a um desgaste e consequente desmoronamento, sendo necessária uma nova organização nos planos político, econômico e social.

As produções artísticas desse período refletem essas profundas mudanças.

EXERCÍCIOS

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01) UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA (UEL) - Na obra Os lusíadas, o canto IX é conhecido como aquele que contém o episódio da Ilha dos Amores. Observe a pintura abaixo de Waterhouse que mostra um lugar idílico, onde as ninfas acolhem sedutoramente Hylas, um jovem grego muito belo, pertencente aos Argonautas, que nunca mais foi visto. O texto camoniano também retrata um ambiente reconhecido como locus amoenus, local ameno e protegido onde há águas límpidas, relvas e árvores frondosas.

VIII- CLACISSISMO (ou) RENASCIMENTO A Ilha dos Amores é o momento de recompensa aos navegadores, ofertada
VIII- CLACISSISMO (ou) RENASCIMENTO
A Ilha dos Amores é o momento de recompensa aos
navegadores, ofertada por Vênus, que tem a incumbência
de proteger a Armada portuguesa.
Considerando a quantidade de referências à
antiguidade clássica na obra Os lusíadas, observado o
quadro, e com base nos conhecimentos da literatura do
período, é correto afirmar:
a)
Luís de Camões é poeta neoclássico, pois usa do locus
amoenus e de figuras mitológicas.
b)
A obra de Camões traz em si o conflito entre o
conhecimento clássico e a influência da igreja.
c)
A obra épica serviu para que seu autor obtivesse em
vida o reconhecimento internacional.
d)
Camões usa da tradição épica, contrapondo-se o poeta

aos mandamentos da igreja cristã.

  • e) A presença da mitologia grega a auxiliar Vasco da

Gama é licença poética usada por Camões.

02) UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA (Unama) TEXTO I

“Estavas, linda Inês, posta em sossego, De teus anos colhendo doce fruto,

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NÚCLEO CENTRO DE ENSINO Naquele engano da alma, ledo e cego, Que a fortuna não deixawww.nucleoensino.com – (62) 3702-0004 Página 5 " id="pdf-obj-4-4" src="pdf-obj-4-4.jpg">

Naquele engano da alma, ledo e cego,

Que a fortuna não deixa durar muito,

Nos saudosos campos do Mondego*,

De teus fermosos* olhos nunca enxuto,

Aos montes ensinando e às ervinhas

O nome que no peito escrito tinhas. ( )” ...

(Fragmento do episódio Inês de Castro, em Os Lusíadas, de

Camões) * Mondego: nome de um rio de Portugal; fermosos –

formosos.

como o lado da lua que se oculta

escondia o mistério e a sedução.

Comovida com a revolução de Guevara,

Camilo e São Dimas,

escutou meu espelho cristalino

viajou nosso sonho libertário.

Bela Inês com seu peito de operário

a burguesa que amava o capitão.

(Romance da Bela Inês, poema-canção de Alceu Valença)

O verso, do poema-canção de Alceu Valença (texto IV) já sugere o diálogo que há entre o episódio de Inês de Castro, de Camões, e os textos poéticos como os de Bocage, Mário Faustino e este mesmo de Alceu Valença. Esse recurso expressivo tem o nome de:

TEXTO II a) ambiguidade. b) metalinguagem. c) intertextualidade. d) comparação. (José Manuel Maria Barbosa de Bocage)
TEXTO II
a)
ambiguidade.
b)
metalinguagem.
c)
intertextualidade.
d)
comparação.
(José Manuel Maria Barbosa de Bocage)
* náiades: ninfas dos rios.
Mondego: nome de um rio de Portugal
TEXTO III
Quais estão corretas?
...
multi
...
venturas, aventuras,
(A) Apenas I.
(D) Apenas II e III.
(B) Apenas II.
(E) I, II e III.

)

Ó tu, que tens de humano o gesto e o peito (Se de humano é matar uma donzela Fraca e sem força, só por ter sujeito O coração a quem soube vencê-la), A estas criancinhas tem respeito, Pois o não tens à morte escura dela; Mova-te a piedade sua e minha, Pois te não move a culpa que não tinha.

Da triste, bela Inês, inda os clamores

Andas, Eco chorosa, repetindo;

Inda aos piedosos Céus andas pedindo

Justiça contra os ímpios matadores;

Ouvem-se inda na Fonte dos Amores

De quando em quando as náiades* carpindo;

E o Mondego*, no caso refletindo,

Rompe irado a barreira, alaga as flores:

Inda altos hinos o universo entoa

A Pedro, que da morte formosura

Convosco, Amores, ao sepulcro voa:

Milagre da beleza e da ternura!

Abre, desce, olha, geme, abraça e c'roa

A malfadada Inês na sepultura.

03) UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL (UFRGS) Com relação ao episódio que trata do velho do Restelo (canto IV), um dos mais importantes de es Lusíadas, considere as afirmações abaixo.

I − O episódio mostra que o avanço marítimo, cantado no poema, refere-se à expansão das Coroas portuguesa e espanhola. II − O velho amaldiçoa o primeiro homem que, no mundo, lançou uma embarcação a vela ao mar. III − O velho, ao enumerar as possíveis consequências das navegações, manifesta temor pelo despovoamento de Portugal.

– Inês, Inês, quem sobrevive, quem,

nos filhos que fabrica?

ut-re-mi-tílias ao vento soltas sussurrando –

( ) ...

Hino ouvido entre neves:

ulti

vento ululando, vento urrando – vê,

multidões precipitam-se ( ) ...

Ouve, repara, ávida Lídia, os sinos,

os fabricados sinos se partiram, ( ) ...

os generados filhos se quebraram,

todos falhamos, tudo,

ai todos farfalhamos, sinos, folhas:

As fabulosas naves passam prenhes. (

...

(C) Apenas I e III.

04) UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA (Unama) Leia a estrofe a seguir para responder à questão.

(Mário Faustino,O homem & sua hora e outros poemas.

Fragmentos)

TEXTO IV

Uma musa matriz de tantas músicas

melindrosa mulher e linda e única

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NÚCLEO CENTRO DE ENSINO (Canto III, Episódio Inês de Castro, Os Lusíadas, de Camões - fragmento)www.nucleoensino.com – (62) 3702-0004 Página 6 " id="pdf-obj-5-4" src="pdf-obj-5-4.jpg">

(Canto III, Episódio Inês de Castro, Os Lusíadas, de

Camões - fragmento)

05) UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA (UFV)

Leia o soneto a seguir, de Luís de Camões: Eu cantarei de amor tão docemente, Por
Leia o soneto a seguir, de Luís de Camões:
Eu cantarei de amor tão docemente,
Por uns termos em si tão concertados,
Que dois mil acidentes namorados
Faça sentir ao peito que não sente.
O drama de Inês de Castro – escultura: Rui Miragaia Jarmelo,
Guarda. Portugal, fotografada em 2006, por Leonel Bras,
Farei que amor a todos avivente,
Pintando mil segredos delicados,
Brandas iras, suspiros magoados,
Temerosa ousadia e pena ausente.
http://olhares.aeiou.pt/o_drama_de_ines_de_castro/foto498134.ht
ml.
Coimbra do choupal
Ainda és capital
Também, Senhora, do desprezo honesto
De vossa vista branda e rigorosa,
Contentar-me-ei dizendo a menor parte.
Do amor em Portugal, ainda
Coimbra onde uma vez
Com lágrimas se fez
Porém, para cantar de vosso gesto
A composição alta e milagrosa,
Aqui falta saber, engenho e arte.
A história desta Inês tão linda (
...
)
(Coimbra
-
música
Raul
Ferrão
&
José
Galhardo,
107.)
gravada por Roberto Carlos)
Camões não é o único, nem foi o primeiro e nem o
porque o eu lírico:
último a dar tratamento literário
à
história de Inês
de
a) descreve a amada.
b) idealiza o amor.
Castro, mas a sua versão paira sobre todas as outras –
c) canta seus sentimentos.
d) fala sobre poesia.
anteriores ou posteriores – expressões artísticas
relacionadas a essa figura de mulher e
à sua história,
como se exemplifica anteriormente. Vários fatores
concorrem para que o episódio seja dos mais admirados
de Os Lusíadas, de Camões,
de Os Lusíadas, impondo-a como um dos grandes
símbolos femininos da literatura. Entre esses fatores,
tempestade provocada pelos deuses marinhos.
estão a(o):
I. dolorosa história, devida tanto à piedade que inspiram
Inês e seus filhos, quanto ao amor constante,
contra o mouro infiel.
inconformado e revoltado de D. Pedro.
II. gravidade da questão envolvida, que opõe o interesse
pessoal e os interesses coletivos (a “razão de Estado”).
III. encanto lírico de que Camões cercou a figura de Inês,
prestes a partir de Lisboa para a grande viagem.
a quem atribui longo e eloquente discurso dentro do
episódio.

IV. bravura dos portugueses ao defender sua rainha,

narrada neste episódio, um dos mais valorosos da

colonização brasileira.

O correto está em:

a) I, apenas.

c) I, II e III, apenas.

b) II e IV, apenas.

d) I, II, III e IV.

(CAMÕES, Luís de. Lírica. São Paulo: Cultrix, 1997. p.

É CORRETO afirmar que o soneto é metalinguístico

06) UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ (UFPA). No

episódio “O gigante Adamastor” (canto V, estrofes 37-60),

(A) descreve-se, dramaticamente, a chegada de uma

(B) descreve-se a batalha em que D. Afonso Henriques

derrotou cinco reis mouros, depois de ter tido uma visão

de Deus, interpretada por ele como a vitória da fé cristã

(C) registram-se as palavras de um velho, cuja figura,

destacando-se da multidão reunida na praia, levanta a voz

para condenar a expedição de Vasco da Gama, que está

(D) narra-se o surgimento de uma monstruosa figura,

símbolo dos perigos enfrentados pelos portugueses, que,

depois de anunciar em tom profético e ameaçador os

castigos reservados aos aventureiros, acaba por contar-

lhes suas próprias desventuras de amor.

(E) conta-se como Baco, que era desfavorável à viagem

dos portugueses, desceu ao fundo do mar para pedir a

Netuno que convocasse um concílio dos deuses marinhos.

Nesse concílio, Baco conseguiu convencer os deuses da

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NÚCLEO CENTRO DE ENSINO

NÚCLEO CENTRO DE ENSINO necessidade de afundar a armada portuguesa antes que ela chegasse a seuwww.nucleoensino.com – (62) 3702-0004 Página 7 " id="pdf-obj-6-4" src="pdf-obj-6-4.jpg">

necessidade de afundar a armada portuguesa antes que ela

chegasse a seu destino.

07) UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO

(UFPE). A poesia lírica é o espaço ideal para a temática

do amor, desde a antiguidade clássica até a atualidade.

Mudam-se os tempos, as ideologias, e o amor continua

um sentimento indecifrável e paradoxal. Daí ser motivo

dos dois poemas que seguem. Leia-os e analise as

proposições que a eles se referem.

1-1) São dois sonetos que mantêm relação de

intertextualidade, pois o segundo retoma o primeiro em

sua forma e em seu conteúdo.

2-2) Nos dois poemas, a concepção de amor é diversa,

pois o primeiro expressa a finitude desse sentimento, e o

segundo, ao contrário, apresenta-o como eterno.

3-3) No último verso de seu poema, Camões usa uma

antítese para dar conta da idealização do amor. Vinicius

de Moraes, nos dois últimos versos do segundo quarteto,

recorre também a oposições, que expressam o desejo de

4-4) Enquanto o segundo soneto apresenta uma

concepção do amor mais fiel à vivência dos afetos no

século XX, o primeiro traz uma visão platônica idealizada

do sentimento amoroso, própria do Classicismo do século

Sete anos de pastor Jacó servia viver o sentimento amoroso em todos os momentos. Sete anos
Sete anos de pastor Jacó servia
viver o sentimento amoroso em todos os momentos.
Sete anos de pastor Jacó servia
Labão, pai de Raquel, serrana bela;
Mas não servia ao pai, servia a ela,
E a ela só por prêmio pretendia.
XVI.
Os dias, na esperança de um só dia,
Passava, contentando-se com vê-la;
Porém o pai, usando de cautela,
Em lugar de Raquel lhe dava Lia.
08) UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA (UnB)
Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades
Vendo o triste pastor que com enganos
Lhe fora assim negada a sua pastora,
Como se não a tivera merecida,
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança:
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
Começa de servir outros sete anos,
Dizendo: - Mais servira se não fora
Para tão longo amor tão curta a vida!
Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança:
(Camões)
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem (se algum houve) as saudades.
Soneto de Fidelidade
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.
E afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto,
Que não se muda já como soía*.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
errado)
a
seguir,
relativos
literários.

Eu possa me dizer do amor (que tive):

Que não seja imortal, posto que é chama Mas que seja infinito enquanto dure.

(Vinícius de Moraes)

Luís Vaz de Camões, in "Sonetos"

*Ter por costume, habitualmente.

Considerando o texto poético, julgue os itens (certo ou

a aspectos linguísticos e

• A repetição do verbo mudar e do substantivo mudança

que se observa na primeira e na última estrofes é um

recurso de linguagem que confere ênfase ao texto poético.

• O esquema de rimas das estrofes do texto poético acima

é: ABBA – ABBA – ABA – BAB.

• A elisão da vogal em “esp’rança” (v. 6) justifica-se

porque mantém a métrica dos versos com dez sílabas.

• Antes de “as saudades” (v. 8), subentende-se a forma

verbal ficam.

0-0) Nos dois poemas, pertencentes, respectivamente, ao

Classicismo e ao Romantismo, o tema do amor é

trabalhado numa forma fixa.

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• O desenvolvimento das atividades humanas é e) lira - Camões – Maneirismo influenciado pela sucessão
O
desenvolvimento
das
atividades
humanas
é
e)
lira - Camões – Maneirismo
influenciado
pela
sucessão
das
estações
do
ano,
13) (Mackenzie) - Texto 1:
referenciadas nos versos 9 e 10.
"Sôbolos rios que vão
09) Identifique a alternativa que não contenha ideais
Por Babilônia, me achei,
clássicos de arte:
Onde sentado chorei
as lembranças de Sião
a)
Universalismo e racionalismo.
E quanto nela passei."
b)
Formalismo e perfeccionismo.
Texto 2:
c)
Obediência às regras e modelos e contenção do lirismo.
d)
Valorização do homem (do aventureiro, do soldado, do
"Enquanto quis Fortuna que tivesse
sábio e do amante) e verossimilhança (imitação da
Esperança de algum contentamento,
verdade e da natureza).
O gosto de um suave pensamento
Me fez que seus efeitos escrevesse.
e)
Liberdade de criação e predomínio dos impulsos
pessoais.
Porém, temendo Amor que aviso desse
Minha escritura a algum juízo isento
10) (FUVEST-SP) Na Lírica de Camões:
Escureceu-me o engenho ao tormento,
a)a mulher é vista em seus aspectos físicos, despojada de
Para que seus enganos não dissesse.
espiritualidade
Ó vós que Amor obriga a ser sujeitos
b)encontra-se uma fonte de inspiração de muitos poetas
A diversas vontades! Quando lerdes
brasileiros do século XX
Num breve livro casos tão diversos,
c)cantar a pátria é o centro das preocupações
Verdades puras são e não defeitos.
d)encontram-se sonetos, odes, sátiras e autos
E sabei que, segundo o amor tiverdes,
e)o verso usado para a composição dos sonetos é o
Tereis o entendimento de meus versos."
redondilho maior
Sobre os textos acima, é correto afirmar que:
11) (Fuvest) –
a)
o primeiro faz parte de uma cantiga trovadoresca.
"Amor é um fogo que arde sem se ver,
b)
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente,
nova.
É dor que desatina sem doer."
c)
segundo, de um autor barroco.
De poeta muito conhecido, está é a primeira estrofe
d)
de um poema que parece comprazer-se com o paradoxo,
e)
enfeixando sensações contraditórias do sentimento
portanto, da lírica de Gregório de Matos.
humano, se examinadas sob o prisma da razão.
Indique, na relação a seguir, o nome do autor.
a)
Bocage.
b) Camilo Pessanha.
c)
Gil Vicente.
d) Luís de Camões.
momento do poema.
e)
Manuel Bandeira.
Isso acontece no episódio:
a)
do Gigante Adamastor.
b) do Velho do Restelo.
12) (Fuvest) - Relido o poema de dois quartetos e dois
c)
de Inês de Castro.
d) dos Doze de Inglaterra.
tercetos com versos decassílabos heróicos e esquema
e)
do Concílio dos Deuses.
rimático
abba
-
abba
-
cde
-
cde,
e considerada a
elaboração estética da linguagem com que é tratado o
15)
Nas
obras
classicistas,
são
tema, assinalar
a alternativa que nomeia
que tipo
de
características:
poema é, o seu autor e o movimento literário em que este
a)
se enquadra:
a)
redondilha Gil Vicente - Humanismo
acompanhadas de músicas.
b)
soneto - Camões - Classicismo
b)
c)
soneto - Gregório de Matos - Barroco
d)
lira - Cláudio Manuel da Costa - Arcadismo

ambos pertencem à obra de Camões, sendo o primeiro

um exemplo de medida velha e o segundo, de medida

o primeiro foi extraído de um auto vicentino e o

pertencem ao Cancioneiro Geral de Garcia de Resende.

têm aspectos evidentemente barrocos, fazendo parte,

14) (Mackenzie) - O tom pessimista apresentado por

Camões no epílogo de "Os Lusíadas" aparece em outro

fortes as seguintes

Valorização da fé; presença de elementos da cultura

antiga; presença de figuras de linguagem; poesias

Presença e valorização de elementos da cultura

clássica; equilíbrio entre razão e emoção, com valorização

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NÚCLEO CENTRO DE ENSINO do racionalismo, do homem e da vida terrena; desejo de perfeição nawww.nucleoensino.com – (62) 3702-0004 Página 9 " id="pdf-obj-8-4" src="pdf-obj-8-4.jpg">

do racionalismo, do homem e da vida terrena; desejo de

perfeição na estrutura poéticas a partir de novas formas e

medidas.

c) Ênfase na efemeridade do tempo; valorização da vida

terrena; presença de figuras de linguagem; conflitos entre

razão e emoção.

d) Sentimentalismo; exaltação da religião e da fé;

desilusão e tédio; valorização da nobreza; presença de

símbolos que remetem à cultura clássica. e) Equilíbrio entre razão e emoção; presença de símbolos que
símbolos que remetem à cultura clássica.
e) Equilíbrio entre razão e emoção; presença de símbolos
que remetem à cultura clássica; valorização da vida
terrena; desejo de poesias acompanhadas de músicas;
ênfase da efemeridade do tempo.
GABARITO
01E
02C
03D
04C
05D
06D
07FVFVV
08CECCC
09E
10B
11D
12B
13B
14B
15B

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