O que é uma teoria ética?

Uma teoria ética é uma teoria que nos dá
normas morais e princípios. É um debate racional que tem em conta
a dimensão pessoal e social e tenta encontrar normas e valores
universais válidos, através da racionalidade, imparcialidade e
universalidade.
Relação entre a ética e o objetivismo axiológico? A ética é uma
teoria objetivista pois pretende responder a perguntas como “ o que
devemos fazer? “, “o que é certo ou errado? “. “que normas morais
devo seguir? “ e procuram verdades universais através da
racionalidade, imparcialidade e universalidade. Dimensão pessoal e
social da ética? A dimensão pessoal- da ética é aquilo que apenas
nos influencia a nós e define a nossa ação, impõe-nos normas
(apenas a nós). A dimensão social da ética- influencia as nossas
decisões pessoais nos outros, o que nós fazemos pode ser refletido
nos outros. Relação entre princípios e normas morais? Os princípios
são regras gerais e as nossas normas morais são regras concretas. Os
princípios são apenas orientações e as normas morais dão-nos
indicações concretas a seguir, e somos nós que aderimos a elas. O
que é ser moral: a imparcialidade, universalidade e a reciprocidade
dos princípios e normas morais? Ser moral e decidir-se os próprios
princípios e normas de acordo com a imparcialidade- por de lado os
nossos gostos e o que é aceite pela sociedade; A
UNIVERSALIDADE- o que é bom para mim é bom para
todos(valores universais que todos devem aceitar)
RECIPROCIDADE- ter a capacidade de nos metermos no lugar do
outro e este impõe igualdade perante as normas e pelo raciocínio
procura as verdades universais utilizando a razão. Éticas
deontológicas e éticas consequêncialistas? Éticas
DEONTOLOGICAS defendem que uma ação e moralmente boa ou
má dependendo das intenções (motivações do individuo que o
pratica) ÉTICAS CONSEQUÊNCIALISTAS- defendem que uma
ação e moralmente boa ou má dependendo das consequências que
esta traduzirá. O problema da fundamentação da moral? O problema
da fundamentação de moral é a justificação da qual a moral nós
devemos seguir e o que distingue o certo e o errado.

A ÉTICA DE KANT
O motivo como critério de moralidade? A maneira de distinguir uma
ação com valor moral de uma ação que não possui valor moral implica
saber com que intenção foi praticada. As intenções dão-nos as razões
para as ações portanto é normal que sejam importantes para a avaliação
moral da ações. Diferentes motivos e diferentes tipos de ações (imorais,
morais e legais)? Existem diferentes tipos de ações devido ao facto de
estas poderem-se efetuar com diversos motivos. Ações imorais (ou
contrarias ao dever) são ações em que o individuo realiza sem ter
qualquer respeito (ex: roubar mentir ) ações conforme ao dever ações
que cumprem o dever não porque é correto faze-lo mas porque dai
resulta um beneficio ou a satisfação de um interesse ex: não roubar com
medo de ser preso. Ações por dever são ações que cumprem o dever
porque é correto faze-lo o cumprimento por dever é o único por motivo
em que a ação se baseia ex: não roubar pk esse ato é errado O conceito
de boa vontade? A boa vontade é o único bem incondicional, ou seja a
única coisa que é boa em todas as circunstâncias. Todos os outros bens
são condicionais como por ex: a inteligência é um bem em todas as
circinstancias ou seja a inteligência, riqueza e saúde são bens
condicionais, só são bens em algumas circustancias

O imperativo categórico como princípio ético funda
mental? Age sempre segundo uma maxima que gostaria de ver
universalizada. Este é um princípio de fundamental da ética de Kant
pois funciona como um código moral que é obrigatório ter sempre em
conta quando se realiza uma ação.
As duas fórmulas do imperativo categórico? A primeira formula do
imperativo categórico é: “agir apenas segundo máximas que
racionalmente posso querer transformar em leis universais” e a segunda
formula é: “Age de maneira a tratares as pessoas nunca como um meio
mas sim como um fim em si” A aplicação do imperativo categórico?
Para aplicar o imperativo categórico temos os seguintes passos:1 passo
será que devo fazer A. 2 passo: será que nós devemos fazer A. 3 passo:
perguntar se socialmente posso querer que no mundo todos fizessem A.
4 PASSO: identificar a resposta. Existem 2 respostas possíveis se a
resposta for sim, então quer dizer que possa universalizar a maxima e
este é um dever moral.se a resposta for não quer dizer que este não é um
dever moral, mas sim uma ação imoral.
Razões para agir moralmente: autonomia, liberdade e dignidade a partir
do imperativo categórico? Ser moral torna-nos mais dignos porque
usamos o que há de melhor em nós. Quando usamos a racionalidade e
aplicamos o imperativo categórico decidimos por nós próprios quais os
nossos deveres morais. Um ser livre é aquele que se rege pelas leis.
Quando aplica o imperativo categórico o ser racional encontra leis que
todos deviam seguir e rege-se por essas mesmas leis morais. Dirige-se
assim que a pessoa nestas circunstancias é legisladora universal e o
mesmo tempo legislada. Objeções à teoria: conflitos de deveres
absolutos; universalizar máximas específicas? Estas objeções mostra
que existem muitos casos em que os nossos deveres são incompatíveis.
Por exemplo: para impedir um inocente de ser preso o individuo terá
que mentir. Esta situação provoca um conflito de deveres em que um
individuo se ve com um dilema moral tendo em conta que o dever de
não mentir entra em confronto com o
Dever de não deixar que um inocente seja preso. UNIVERSALIZAR
MAXIMAS ESPECIFICAS- há máximas que embora sejam
universalizáveis são moralmente incorretas por exemplo um individuo
odeia tanto os mais velhos que esta disposto a ser morto quando chegar
a velho. Este indivíduo quer “mata os teus avos “ seja universal. Esta
máxima não é claramente permissível mas pode ser considerada
universal.

A teoria utilitarista de Mill:
O princípio da Utilidade? age sempre de forma
a maximizar a felicidade global. A noção
hedonista de felicidade ? a noção de felicidade
esta associada a maior quantidade de prazer e
ausência de dor
A noção hedonista de felicidade ? segundo Mill
além da intensidade e duração é necessário ter
em consideração que os prazer também se
distinguem pela qualidade intrínseca. Na
versão qualitativa de mil divide os prazeres em
categorias o que permite distinguir prazeres
superiores de prazeres inferiores. Os prazeres
intelectuais, em resultado das suas qualidades
intrínseca, são sempre superiores aos prazeres
físicos assim o prazer intelectual de ler um
livro e sempre superior ao de ver um jogo de
futebol não por que seja mais intenso ou
duradouro mas em virtude do tipo de
experiência que proporciona. A versão de
Bentham e puramente quantitativa: o valor de
um prazer depende simplesmente da sua
intensidade e duração Mill para se opôr a esta
perspetiva defende que entre dois prazeres se
houver um ao qual a maioria de ambos deram
uma preferência decidida então esse será o
prazer desejável

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful