Você está na página 1de 2

07/05/2016

concurso de pessoas

no que consiste as teorias, monista, dualista e pluralista, e, qual delas é a mais adotada aqui no brasil?

R:monista é todos que colaboram tem a mesma infração, já a dualista, os coautores respondem por uma infração e os partícipes por outra. Os pluralistas, os colaboradores correspondem por uma infração diversa. No brasil, segundo o artigo 29 e o artigo 30, adota a teoria monista, onde todos que colaboram tem pena culminada.

Na

subjetivos?

comunicabilidade

dos

dados

de

natureza

típica,

a

que

se

refere

os

aspectos

objetivos

e

R:na comunicabilidade dos dados de natureza típica, os elementos subjetivos, são quando se referem ao sujeito e sua peculiaridade e objetivos quando se referem a aspectos externos.

Quais são as duas exceções da teoria monista? Disserte sobre cada uma delas.

R:1. previsão expressa de cada colaborador em tipo autônomo e 2. que cooperação dolosamente distinta.

A primeira é quando o legislador cria uma lei específica a punição por infração diversa, ainda que

presentes os requisitos do concurso de pessoas acerca de um determinado fato como no caso da corrupção ativa e passiva.

Já a segunda que é a cooperação dolosamente distinta, onde se aplica o artigo 29 paragrafo 2, quando o

agente comete crime de menor potencial ofensivo, pode se ver no caso que que é uma exceção, pois não

há o concurso do crime mais grave, pela falta de liame subjetivo.

Quais são os requisitos para o concurso de pessoas?

R:o primeiro requisito seria a pluralidade de pessoas, o segundo seria o liame subjetivo, onde se há uma aderência entre as vontades dos autores, o terceiro é a relevância causal, onde sem ela o sujeito não pode ser punido, pois a causa tem que ser relevante.

Fale sobre a teoria diferenciadora e não diferenciadora?

R: antes de falar sobre as diferenças destas teorias, vale ressaltar que que quem comete a conduta mais

importante é o autor e, o participe são aqueles que cometem a conduta acessória.

A teoria diferenciadora fala que não há diferenciação entre os autores e os partícipes, onde seriam

proporcional a sua culpabilidade.

Já a teoria diferenciadora é aquela que diferencia os autores dos partícipes, onde cabe com julga decidir a

pena que melhor condiz.

Fale sobre o critério objetivo formal, material e o critério subjetivo na participação?

R: a) critério objetivo formal: considera-se que o autor é aquele que pratica o verbo do tipo e o participe é

aquele que se realizar o verbo do tipo, colabora de uma forma relevante, mas não resolve o problema do

mandante, o que faz que seja punido como participe.

b) subjetivo: resolve de forma perfeita a situação, mas tem dificuldade para explicar a punição daquele

07/05/2016

concurso de pessoas

que, contratado para pagar a dívida, sem a colaboração na execução do crime.

O autor, para o critério subjetivo formal é aquele que quer o crime para si como seu e, o participe é um

simples auxílio que quer o crime para terceiro.

c) objetivo material: melhora a situação da explicação do autor e do partícipe através da divisão de tarefas,

o autor além de querer o crime para si, detêm o conhecimento do fato.

O

participe é o que colabora na divisão de tarefas, dada pelo autor, onde não se tem o domínio do fato.

O

que é participe?

R:

o participe é aquele que colabora na prática delitiva sem ter o domínio do fato, que é a existência e o

motivo, como no caso do sujeito que empresta a arma para matar a sogra.

O

que diz o artigo 29 paragrafo 1?

R:

fala sobre a pena do participe, onde se é de menor importância diminui 1/3

fale sobre as formas de participação moral e material?

R: a) moral: é quando a pessoa é influenciada pela outra a matar e, é dividida em induzimento, onde se faz

surgir a ideia na mente do agente de praticar a infração penal e, instigação, onde se fomenta a ideia ou o propósito de matar o agente, que é encorajada por terceiro.

b) material: como no caso do auxilio material secundário, onde por exemplo, se empresta uma arma para

matar a sogra.

Quais são os graus de assessoriedade?

R:

a)

minima: basta que a conduta principal seja típica para que possa ser relevante a execução penal.

b)

limitada: tem que ser fato tipico e antijurídico (teoria bipartida adotada aqui no brasil) para punir o

participe.

c) máxima: tem que ser fato típico, anti jurídico e culpável, para que seja punível o partícipe.

d) hiperassessoriedade: tem que ter fato típico, antijurídico e culpável para que a participação seja punível.

Próximo post: explique sobre: autoria imediata, autoria colateral, autoria incerta e, tipos de crime.

Postadohá12thJanuary2012porannak

e, tipos de crime. Postadohá 12thJanuary2012 por annak 0 Adicionarumcomentário

0 Adicionarumcomentário