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Relatos de aulas

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Aula do dia 28\03\2016
Aula ministrada na turma do 3º Ano “E” no segundo e terceiro horário
correspondendo assim a duas horas aulas onde tratamos sobre a temática da Revolução
Russa na qual pretendíamos trabalhar o panorama anterior a o processo revolucionário,
o desdobramento da revolução e a instalação de um governo socialista. Nesta aula
optamos por fazer uma breve exposição do conteúdo utilizando slides como suporte
orientarmos na explanação, essa metodologia não surtiu o efeito esperado, pois não
conseguimos fazer com que os alunos participassem da aula persistindo apenas a nossa
fala sem haver de fato um diálogo com os educandos.
A utilização de aula expositiva como metodologia de aula as vezes pode se
tornar um transtorno para o professor, como talvez tenha sido para nós nesse primeiro
momento da nossa aula. A metodologia em si não é o problema mas a forma como a
aula é conduzida por que quando não a dialogo entre a fala do professor e os alunos
temos um monólogo que pode levar a turma ao desinteresse na aula e a dispersão dos
alunos o que levará um certo tempo para que o professor retome o controle da sala e
tenha as atenções do aluno voltado para o tema tratado na aula. Depois desse primeiro
momento que trabalhamos alguns tópicos do nosso tema temos uma pausa para o
intervalo, o que sempre faz com que se perca u pouco do tempo da aula já que os alunos
levam certo tempo para retornarem a sala e da mesma forma a voltar sua atenção para a
aula, portanto é interessante sempre termos dentro do nosso planejamento esse tempo
que se perde entre um momento e outro.
Retomamos a nossa aula após o intervalo dando continuidade a nossa temática e
percebi que a participação dos alunos foi mais frequente que no primeiro momento da
aula isso se deve talvez a nossa tentativa de dialogar com os alunos, perguntando se eles
tinham compreendido, traçando paralelos com a atualidade e aproveitando e valorizando
o que eles falavam, portanto foi notável a maneira como eles passaram a participar mais
da aula e aquele momento passou a ser mais interessante para eles o que fez com que a
aula fluísse melhor. Quanto ao nosso planejamento e o que conseguimos executar acho
que o resultado foi favorável tendo em vista que conseguimos concretizar boa parte do
que tínhamos idealizado em nosso planejamento para essa aula.

OLIVEIRA. ou agrupamentos de conteúdos. A turma é o 3º ano “E” e de inicio trabalhamos com os alunos alguns aspectos que foi tratado na aula anterior como os acontecimentos anteriores ao processo revolucionário e tratar desse aspecto trouxe uma interação bem satisfatória com os alunos. segundo a reforma. p. pois conseguimos fazer com que os alunos participassem da aula dando o ponto de vista deles de como um povo insatisfeito pode se revoltar e mudar a situação politica e econômica. O planejamento que propomos foi executado em quase toda a sua plenitude visto que a participação dos alunos na aula foi em boa quantidade e bem qualitativas. a nossa aula terá dois horários onde teremos o intervalo entre as duas aulas. Conseguimos com que os alunos voltassem a atenção para aula pois sempre que trabalhamos uma fonte diferente das fontes que estamos . dessa forma a contextualização é u momento de bastante importância dentro do planejamento e da execução de aula.Aula do dia 04\04\2016 Aula do dia 04 de Abril onde daremos continuidade nas discussões sobre a Revolução Russa. outro aspecto relativo ao que foi planejado e o que conseguimos concretizar foi quanto a exibição de um trecho de um documentário referente a temática que estávamos trabalhando em nossa aula. TOSCH. Nessa aula eu percebi o quanto é importante não deixar o conteúdo solto sem contextualização tão pouco diálogo com os alunos o que é imprescindível para um aprendizado satisfatório e fazer com que os alunos tenham interesse na aula facilitando o processo de aprendizagem e fazendo com que o aluno se sinta parte do processo de construção do conhecimento junto com o professor e toda a turma. 2000. 10). devem ser o recurso para conseguir superar o arbítrio da proposição de áreas. surge como formas de mudança do modelo comum nacional proposto para todas as escolas “A interdisciplinaridade e a contextualização. outo aspecto bastante discutido. Ainda sobre a contextualização dos conteúdos algo bastante debatido entre os professores surge no contexto de reforma das preposições para o ensino médio onde a contextualização junto com a interdisciplinaridade. adequando-as às características dos alunos e do ambiente socioeconômico” (DOMINGUES.

a pintura e as artes em geral. O modernismo trouxe novo folego ao pensamento artístico brasileiro na Primeira Republica fazendo uma verdadeira mudança de paradigma artístico onde se passou a questionar o paradigma artístico anterior. Ouvindo os alunos e partindo do que eles colocavam como ideia de moderno comecei aos poucos a introduzir o conteúdo e tentava partir sempre do que os alunos falavam. partindo da questão norteadora sobre o que os alunos entediam sobre o que seria algo moderno. No que diz respeito ao planejamento e o que conseguimos executar creio que foi satisfatório o resultado que alcançamos. . já que uma vez eles participando da aula não ficam tanto dispersos e outro aspecto é que eu valorizando a fala dos alunos faz eles se sentem confiantes para falarem e promoverem um dialogo maior com o professor. desse modo eu conseguia a atenção dos alunos para a aula. o que as vezes é bem difícil. da mesma forma foi satisfatório a relação entre conteúdo e o contexto social dos alunos. e com maior ocorrência em aula expositiva. principalmente quanto a participação dos alunos durante a aula. Aula do dia 11\04\2016 Aula ministrada na turma do 3ºano “E” com duração de dois horários onde discutiremos uma temática dentro do recorte consagrado pela historiografia como Primeira República mais precisamente trabalharemos em sala com a turma o movimento modernista no Brasil que influenciou não somente a literatura como também a música. tivemos uma boa participação dos alunos nesse momento da aula. mas não basta trazer uma fonte essa tem que ser trabalhada e explorada se não ela corre o risco de funcionar como mero apetrecho sem dialogar com o conteúdo perdendo. Dessa forma creio que conseguimos trabalhar bem a fonte o que se deve a um bom planejamento e execução do que foi idealizado. é justamente a falta de participação da turma durante a exposição em que se pretende que seja dialogal mas muitas vezes se torna em um monólogo onde o professor fica falando o conteúdo sem que os alunos façam nenhuma reflexão sobre o que esta sendo exposto tão pouco dialoguem com o professor. pois vejo que o grande problema que ocorre com grande frequência.acostumados a trabalhar em sala. pois cada um queria dar a sua ideia do que seria moderno o que fez com que o andamento da aula fosse mais fluida e dialogada com a turma.

eles também gostam bastante de comentar os aspectos principais do vídeo e relacionar com o que conteúdo que foi trabalhado durante a aula e acrescentam ainda dizendo que facilita mais o aprendizado deles já que eles conseguem fazer as conexões entre o tema tratado na exposição do professor e o vídeo assistido. o que eu concluir da minha reflexão é que a experiência de sala de aula é um fator condicionante da prática docente. . mas devemos atentar para algo importante na hora de se trabalhar um vídeo em sala. mas não quero com isso dizer que a fundamentação teórica de um professor não seja fator preponderante de sua formação este é sim uma grande diferença entre um bom e um péssimo profissional da educação. devemos planejar bem o que queremos que os alunos perceba e de que forma eles podem relacionar com o conteúdo portanto a chave de um vídeo surtir o efeito esperado esta sempre no planejamento anterior. Aula do dia 18/04/2016 Aula ministrada na turma do 3º ano “E” onde tínhamos dois horários de aula onde se trabalhou a temática referente a crise econômica de 1929 que desestruturou o sistema capitalista e faremos uma relação entre a crise capitalista desse período e o que estava ocorrendo no Brasil republicano dando ênfase a o acontecimento que ficou consagrado pela historiografia como a Revolução de 1930 onde temos a tomada do poder por grupos que romperam com as chamadas oligarquias de primeira grandeza. Partindo dessa reflexão conclui que a formação de um docente está muito atrelada a sua experiência em sala de aula por que é só através do contato com os alunos e da vivencia diária da sala de aula que conseguimos criar as ferramentas necessárias para a prática docente. De inicio esta aula me despertou uma reflexão bastante interessante que justamente sobre o tempo de sala de aula que um professor tem e a possibilidade dele planejar e executar uma aula onde os alunos consigam compreender o que se está a ser debatido na sala.Em relação ao trecho de documentário em que trabalhamos nesta aula creio que rendeu os efeitos que esperávamos. pois com o passar das aulas fui percebendo que a minha desenvoltura durante as aulas estava melhorando substancialmente em reação as aulas anteriores e da mesma forma a relação com os alunos pois agora tínhamos mais facilidades para dialogar e interagir o que facilitou bastante as aulas desse momento em diante. pois os alunos sempre tem sua atenção voltada para a aula quando se trabalha uma fonte filmo gráfica.

com o aval do professor supervisor. um primeiro aspecto dessa forma de aula e que nos leva a pensar é que muitas vezes na tentativa de fazer com que os alunos tenham um bom rendimento na avaliação nos detemos a passar o conteúdo de modo acrítico sem que refletirmos sobre o que está sendo discutido em sala. por isso a importância do docente não se deter apenas ao livro didático ele deve ter um arcabouço teórico e que deve tentar aproximar os seus alunos das várias interpretações da história. este horário surgiu da ausência de professor do quadro de professores pois a escola estava com falta de docente para preencher este horário o que possibilitou. hoje em dia é um unanimidade entre os que teorizam . utilizarmos este horário para fazermos uma revisão dos conteúdos que foi trabalhados no 1º bimestre de aulas e esta visava a avaliação que estava para ser aplicada brevemente. Aula do dia 20/04/2016: Aula ministrada na turma do 3º ano “E” com uma duração de dois horários de aulas na qual tratamos sobre a temática da Revolução Russa com suas etapas dentro do processo revolucionário que instalou o socialismo criando a URSS e trabalhamos também da temática da Primeira Guerra mundial e suas implicações e relações com o processo revolucionário na Rússia. Outro ponto que merece ser pensado sobre aula de revisão é a relação que o professor deve ter com o conteúdo. Não cheguei a trabalhar diretamente com um texto acadêmico com a turma. sabemos que os textos que trabalhamos durante a nossa formação acadêmica é bem diverso dos textos que trazem os livros didáticos por isso a impossibilidade de transportar diretamente um texto que exige um maior poder de abstração por parte do leitor para dentro da sala de aula mas podemos ter esses textos como um suporte e podemos sim trabalha-los com os nossos alunos em sala. mas nesta tive um suporte de alguns textos teóricos para melhorar minha aula e algumas das ideias que tratamos durante a aula foi extraída de obras que discuti na academia. Esta aula me inspirou uma reflexão que é fundamental quando estamos pensando na formação docente que é justamente a respeito da utilização da aula de revisão de conteúdos.Outro ponto que merece destaque e que foi fruto da reflexão a partir da prática docente diz respeito a utilização de textos acadêmicos para dar suporte as nossas aulas. esta aula estava fora de um horário que a turma que estamos trabalhando tem no seu quadro de horários.

02/05/2016: (estrega de prova-ultimo dia). essa escolha por esse tipo de avaliação visava uma espécie de preparo para as possíveis seleções que os alunos poderiam se deparar futuramente já que a turma está no último ano do ensino médio e é comum que neste período eles façam este tipo de seleção. Refletindo mais um pouco em relação ao conteúdo da prova em especial destacando as questões discursivas notei que os alunos tendem a se queixar desse tipo de questão pois julgam ser difícil responder a perguntas dessa natureza já que exige deles que dominem a escrita e a maioria não gostam de escrever ou não possui os elementos necessários para se construir um bom texto. A prova foi planejada e aplicada por nós estagiários onde optamos por questões objetivas que já tinham composto exames de seleção apara ingresso no ensino superior como.sobre a pratica docente e entre os próprios docentes que o conteúdo deve despertar no aluno uma visão critica não só no concernente ao conteúdo. o que fez com que alguns alunos deixassem as questões discursivas sem resposta. por exemplo. . A respeito do planejamento da prova e a sua aplicação creio que tudo saiu dentro do previsto ressaltando apenas os aspectos que eu destaquei acima em que se deve fazer uma reflexão e tentar colocar alguma solução para a dificuldade dos alunos em relação às questões discursivas. a Revolução Russa e a Primeira Guerra mundial. é justamente ai que reside a grande dificuldade do docente quando vai planejar e aplicar uma aula de revisão dos conteúdos pois as vezes fica difícil construir uma aula critica e até mesmo dialogal quando estamos muitas vezes preocupados em fazer com que os alunos apreendam o conteúdo em virtude de uma avaliação que vai ser aplicada. Enem e vestibular. Aula do dia 25/04/2016: Aula ministrada na turma do 3º ano “E” onde utilizamos dois horários de aula no qual aplicamos uma avaliação escrita individual composta de questões discursivas e objetivas onde a temática que seria contemplada nesta avaliação seria o conteúdo que foi trabalhado no 1º bimestre de aulas. mas ele deve ter uma visão critica do seu meio social. fica assim a reflexão sobre as aulas de revisão e o desafio de tornar este momento de retomada do que foi discutido em outras aulas sem que isso se torne mera aula de decorar datas e eventos para responder uma avaliação. a saber.

Após a entrega das avalições e das notas fizemos as considerações finais agradecendo a turma. pois os processos de apreensão do conhecimento são bastante complexos e em certa medida desconhecidos até mesmo pra os que se debruçam sobre o estudo da relação sujeito e objeto. partindo desse questionamento dos alunos discuti com eles a relação que se processa entre o sujeito e seu objeto na construção do conhecimento. nesta mesma aula também faríamos a entrega das avaliações e comentaríamos as respostas das questões fazendo uma correção em conjunto. Não tem como quantificar o aprendizado de determinada pessoa por algumas questões de múltipla escolha. faríamos nesta mesma aula a entrega das notas referente ao 1º bimestre de aulas. coloquei para a turma que o aprendizado muitas vezes se dá de forma bem individual e particular onde uma avaliação genérica não consegue dar conta de toda a complexidade do processo da relação de ensino e aprendizado. . Um primeiro aspecto que me fez refletir diz respeito a nota dos alunos. ao professor supervisor e a todos da escola e falamos da experiência gratificante e o do aprendizado que tivemos nesse período de estágio. uma boa parcela da turma ficou insatisfeita com o resultado julgando ser capaz de tirar uma nota superior.Aula ministrada na turma do 3º ano “E” na qual daríamos continuidade a temática que estava sendo trabalhada na aula anterior que era sobre a revolução de 1930 e a tomada do poder por parte das oligarquias de segunda grandeza. Confesso que as coisas não saíram bem como planejado já que não restou muito tempo para trabalhar o conteúdo que pretendíamos tendo em vista a quantidade de alunos onde tínhamos que lista a nota que cada aluno tirou e esta era composta da soma de algumas atividades e tínhamos que falar a nota de cada atividade e a soma total o que é óbvio que requer um bom tempo para relatar a nota de cada aluno.