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Presidente: Gildo Freire de Araujo Gestão 2016-2017

Palestra Aspectos Contábeis da Escrituração Fiscal Digital com ênfase no ICMS Interestadual Elaborado por:
Palestra
Aspectos
Contábeis da
Escrituração
Fiscal Digital
com ênfase no
ICMS
Interestadual
Elaborado por:
Antônio Wanderlan Pereira Saraiva
O conteúdo desta apostila é de inteira
responsabilidade do autor (a).

A reprodução total ou parcial,

bem como a reprodução de apostilas a partir desta obra intelectual, de qualquer forma ou por qualquer meio eletrônico ou mecânico, inclusive através de processos xerográficos, de fotocópias e de gravação, somente poderá ocorrer com a permissão expressa do seu Autor (Lei n.º 9610/1998).

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS:

É PROIBIDA A REPRODUÇÃO

TOTAL OU PARCIAL DESTA APOSTILA, DE QUALQUER FORMA OU POR QUALQUER MEIO. CÓDIGO PENAL BRASILEIRO ARTIGO 184.

Fevereiro/2016

OU PARCIAL DESTA APOSTILA, DE QUALQUER FORMA OU POR QUALQUER MEIO. CÓDIGO PENAL BRASILEIRO ARTIGO 184.
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ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL

COM ENFASE NO

ICMS INTERESTADUAL

Social com Excelência Gestão – 2016/2017 ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL COM ENFASE NO ICMS INTERESTADUAL
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Emenda Constitucional 87/2015

Altera a sistemática de cobrança do ICMS nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final, não contribuinte do imposto, localizado em outro Estado.

Consumidor é por quem a mercadoria passa até chegar ao consumidor final. Consumidor final é o ultimo da cadeia. Pode-se dizer que antes do consumidor final existe os chamados consumidores intermediários ou os atravessadores. Consumidor é por quem a mercadoria passa até chegar ao consumidor final. Consumidor final é o o ultimo da cadeia.Pode-se dizer que antes do consumidor final existe os chamados consumidores intermediários ou os atravessadores.

cadeia.Pode-se dizer que antes do consumidor final existe os chamados consumidores intermediários ou os atravessadores.
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Portanto, alguns leitores não perceberam o quanto a Emenda Constitucional era um pouco mais abrangente, porque, atende não apenas o e-comerce, mas todas as operações destinadas ao consumidor final de outras unidades de federação.

Antes da edição da EC 87/2015 o ICMS tinha seu recolhimento integral voltado ao Estado de origem, após essas operações serão partilhadas:

direito ao imposto correspondente à alíquota

interestadual;

O

Estado

de

origem

terá

O Estado de destino terá direito ao imposto correspondente à diferença entre a sua alíquota interna e a alíquota interestadual.

destino terá direito ao imposto correspondente à diferença entre a sua alíquota interna e a alíquota

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Legislação Nacional

Constituição Federal

Emenda Constitucional 87/2015

Convênio ICMS 93/2015

Ajuste Sinief 5/2015

Ajuste Sinief 6/2015

Legislação Estadual

Lei nº 15.856/2015

Decreto nº 61.744/2015

Comunicado Cat 19/2015

Comunicado Cat 01/2016

Estadual  Lei nº 15.856/2015  Decreto nº 61.744/2015  Comunicado Cat 19/2015  Comunicado Cat
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Art. 155. Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre:

II - operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior:

§ 2º O imposto previsto no inciso II atenderá ao seguinte:

I - será não-cumulativo, compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal;

II - a isenção ou não-incidência, salvo determinação em contrário da legislação:

a) não implicará crédito para compensação com o montante devido nas operações ou prestações seguintes;

b) acarretará a anulação do crédito relativo às operações anteriores;

operações ou prestações seguintes; • b) acarretará a anulação do crédito relativo às operações anteriores;

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III - poderá ser seletivo, em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços;

IV - resolução do Senado Federal, de iniciativa do Presidente da República ou de um terço dos Senadores, aprovada pela maioria absoluta de seus membros, estabelecerá as alíquotas aplicáveis às operações e prestações, interestaduais e de exportação;

VI - salvo deliberação em contrário dos Estados e do Distrito Federal, nos termos do disposto no inciso XII, "g", as alíquotas internas, nas operações relativas à circulação de mercadorias e nas prestações de serviços, não poderão ser inferiores às previstas para as operações interestaduais;

XII - cabe à lei complementar:

g) regular a forma como, mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal, isenções, incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados.

dos Estados e do Distrito Federal, isenções, incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados.
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VIII - a responsabilidade pelo recolhimento do imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual de que trata o inciso VII será atribuída: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 87, de 2015) (Produção de efeito)

a) ao destinatário, quando este for contribuinte do imposto; pela Emenda Constitucional nº 87, de 2015)

(Incluído

b) ao remetente, quando o destinatário não for contribuinte do imposto; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 87, de 2015)

quando o destinatário não for contribuinte do imposto; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 87, de 2015)

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DIFERENCIAL DE ALÍQUOTA

A Resolução 13 do Senado Federal alterou a alíquota aplicável às operações interestaduais com bens e mercadorias importadas ou com conteúdo de importação. As regras para incidência do diferencial de alíquotas não foram alteradas em função da Resolução 13.

O

[Alíquota

diferencial

de

alíquota

é

calculado

como

[Alíquota

Interna]

-

Interestadual].

A [Alíquota Interestadual] nas operações destinadas ao Estado de São Paulo será de:

4%, nas operações com mercadorias abrangidas pela Resolução do Senado Federal nº 13;

12%, nas demais operações interestaduais.

com mercadorias abrangidas pela Resolução do Senado Federal nº 13; • 12%, nas demais operações interestaduais.
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EXCEÇÕES

Não se aplica a alíquota do ICMS de 4% nas operações interestaduais com:

I - bens e mercadorias importados do exterior que não tenham similar nacional, definidos em lista editada pelo Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior - CAMEX - para os fins da Resolução do Senado Federal nº 13/2012;

II - bens e mercadorias produzidos em conformidade com os processos produtivos básicos de que tratam o Decreto-Lei nº 288, de 28 de fevereiro de 1967, e as Leis nºs 8.248, de 23 de outubro de 1991, 8.387, de 30 de dezembro de 1991, 10.176, de 11 de janeiro de 2001, e 11.484, de 31 de maio de 2007; (Zona Franca de Manaus)

Para estas situações continuarão sendo utilizadas as alíquotas de 7% ou 12% nas operações interestaduais, a depender dos estados de origem e destino da mercadoria.

as alíquotas de 7% ou 12% nas operações interestaduais, a depender dos estados de origem e

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Art. 4º Contribuinte é qualquer pessoa, física ou jurídica, que realize, com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial, operações de circulação de mercadoria ou prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior.

Parágrafo único. É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que, mesmo sem habitualidade:

I - importe mercadorias do exterior, ainda que as destine a consumo ou ao ativo permanente do estabelecimento; II - seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior;

III - adquira em licitação de mercadorias apreendidas ou abandonadas;

IV - adquira lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo

oriundos de outro Estado, quando não destinados à comercialização.

Lei Complementar 87/96

derivados de petróleo oriundos de outro Estado, quando não destinados à comercialização.  Lei Complementar 87/96
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Artigo 7° - Contribuinte do imposto é qualquer pessoa, natural ou jurídica, que de modo habitual ou em volume que caracterize intuito comercial, realize operações relativas à circulação de mercadorias ou preste serviços de transporte interestadual ou intermunicipal ou de comunicação. (Redação dada ao artigo pela Lei 9.399/96, de 21-11-1996; DOE 22-11-1996)

Parágrafo único - É também contribuinte a pessoa natural ou jurídica que, mesmo sem habitualidade ou intuito comercial: (Redação dada ao "caput" do parágrafo único pela Lei 11.001/01, de 21-12-2001; DOE 22- 12-2001; Efeitos a partir de 22-12-2001)

1 - importe mercadoria ou bem do exterior, qualquer que seja a sua finalidade; (Redação dada ao item pela Lei 11.001/01, de 21-12-2001; DOE 22-12-2001; Efeitos a partir de 22-12-2001)

1 - importe mercadorias do exterior, ainda que as destine a consumo ou ao ativo permanente do estabelecimento;

2 - seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior;

3 - adquira em licitação mercadoria ou bem importados do exterior e apreendidos ou abandonados;

4 - adquira energia elétrica ou petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos ou gasosos dele derivados oriundos de outro Estado, quando não destinados à comercialização ou à industrialização.

5 - administre ou seja sócia de fato de sociedade empresarial constituída por interpostas pessoas. (Item acrescentado pela Lei 13.918, de 22-12-2009; DOE 23-12-2009)

Lei 6.374/89

por interpostas pessoas. (Item acrescentado pela Lei 13.918 , de 22-12-2009; DOE 23-12-2009)  Lei 6.374/89

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Artigo 19 - Desde que pretendam praticar com habitualidade operações relativas

à circulação de mercadoria ou prestações de serviço de transporte interestadual

ou intermunicipal ou de comunicação, deverão inscrever-se no Cadastro de Contribuintes do ICMS, antes do início de suas atividades (Lei 6.374/89, art. 16,

na redação da Lei 12.294/06, art. 1º, IV):

I - o industrial, o comerciante, o produtor e o gerador;

II - o prestador de serviço de transporte interestadual ou intermunicipal ou de comunicação;

III - a cooperativa;

XVI - as demais pessoas naturais ou jurídicas de direito público ou privado que praticarem, habitualmente, em nome próprio ou de terceiro, operações relativas

à circulação de mercadoria ou prestações de serviço de transporte interestadual ou intermunicipal ou de comunicação.

circulação de mercadoria ou prestações de serviço de transporte interestadual ou intermunicipal ou de comunicação.
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RESPOSTA À CONSULTA TRIBUTÁRIA 5618/2015, de 12 de Agosto de 2015

Faz a Consulente expressa referência à recente publicação da Emenda Constitucional 87/15 e, relativamente à intepretação do seu conteúdo normativo, questiona:

A mesma refere-se apenas ao comércio eletrônico?

- Quando a mesma produzirá efeitos? No seu artigo 3º é informado que produzirá efeitos no ano subsequente e após 90 dias desta.

- Como a Nota Fiscal deverá ser emitida? Considero o valor do diferencial de alíquota no campo ICMS ST e somo esse valor no total da NF?

recolhimento do imposto( ICMS) deverá ser realizado para o Estado emitente

-O

e

para o Estado destinatário pelo emitente(no caso de venda para não

contribuinte) ou deverá ser realizado um único recolhimento e o Estado emitente repassará a porcentagem correspondente ao ano para o Estado Destinatário?

um único recolhimento e o Estado emitente repassará a porcentagem correspondente ao ano para o Estado

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3. As alterações promovidas pela Emenda Constitucional 87/15 versam sobre operações e prestações interestaduais que destinem bens e serviços a consumidor final, contribuinte ou não do imposto; não se limitam, portanto, ao comércio eletrônico.

4. O artigo 3º da Emenda Constitucional 87/15 contém imprecisão em sua redação, no que diz respeito à fixação do momento em que suas alterações produzirão efeitos. Deve-se interpretar o dispositivo no sentido de que a norma produzirá efeitos apenas a partir de 1º de janeiro de 2016.

5. As questões de ordem prática atinentes à forma de recolhimento do imposto, bem como aos procedimentos de divisão e repasse dos recursos entre os entes federados, deverão ser regulamentados pelo Conselho Nacional de Política Fazendária – CONFAZ, nos termos do disposto nos artigos 102 e 199 do Código Tributário Nacional e no artigo 3º Convênio ICMS 133/97.

nos termos do disposto nos artigos 102 e 199 do Código Tributário Nacional e no artigo
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Com relação às mercadorias sujeitas ao regime da substituição tributária, em que a Consulente as tenha recebido com o imposto retido, e, na revenda, o frete seja cobrado em separado, informamos que, nesse caso, a Consulente, na condição de substituída tributária, deve emitir o documento fiscal relativo à venda da mercadoria à pessoa, física ou jurídica, não-contribuinte do ICMS, situado em outro Estado, nos termos previstos no artigo 274 do RICMS/2000, isto é, sem o destaque do ICMS,

do

RICMS/2000" no campo "Informações Adicionais", indicando em campo próprio da Nota Fiscal o valor cobrado a título de frete.

Ademais, como o imposto incidente na saída de mercadoria de estabelecimento paulista com destino a não-contribuinte do ICMS localizado em outro Estado é integralmente devido ao Estado de São Paulo, na situação em que a mercadoria é adquirida com o ICMS retido por substituição tributária, o procedimento relativo à emissão do correspondente documento fiscal por ocasião da saída da mercadoria, deve ser o mesmo previsto para as saídas destinadas a consumidores finais deste Estado de São Paulo.

com a expressão "Imposto retido por substituição tributária – artigo

finais deste Estado de São Paulo. com a expressão "Imposto retido por substituição tributária – artigo

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Protocolo ICMS 21/2011

Cláusula segunda Nas operações interestaduais entre as unidades federadas signatárias deste protocolo o estabelecimento remetente, na condição de substituto tributário, será responsável pela retenção e recolhimento do ICMS, em favor da unidade federada de destino, relativo à parcela de que trata a cláusula primeira.

Cláusula terceira A parcela do imposto devido à unidade federada destinatária será obtida pela aplicação da sua alíquota interna, sobre o valor da respectiva operação, deduzindo-se o valor equivalente aos seguintes percentuais aplicados sobre a base de cálculo utilizada para cobrança do imposto devido na origem:

I - 7% (sete por cento) para as mercadorias ou bens oriundos das Regiões Sul e Sudeste, exceto do Estado do Espírito Santo;

II - 12% (doze por cento) para as mercadorias ou bens procedentes das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e do Estado do Espírito Santo.

Parágrafo único. O ICMS devido à unidade federada de origem da mercadoria ou bem, relativo à obrigação própria do remetente, é calculado com a utilização da alíquota interestadual.

ou bem, relativo à obrigação própria do remetente, é calculado com a utilização da alíquota interestadual.
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• Cláusula quarta A parcela do imposto a que se refere a cláusula primeira deverá ser recolhida pelo estabelecimento remetente antes da saída da mercadoria ou bem, por meio de Documento de Arrecadação Estadual (DAE) ou Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais (GNRE), exceto quando o remetente se credencie na unidade federada de destino, hipótese em que o recolhimento será feito até o dia nove do mês subseqüente à ocorrência do fato gerador.

• Parágrafo único. Será exigível, a partir do momento do ingresso da mercadoria ou bem no território da unidade federada do destino e na forma da legislação de cada unidade federada, o pagamento do imposto relativo à parcela a que se refere a cláusula primeira, na hipótese da mercadoria ou bem estar desacompanhado do documento correspondente ao recolhimento do ICMS, na operação procedente de unidade federada

• STF julgou inconstitucionalidade ao Protocolo ICMS 21/2011, violando o § 2º, inciso VII, alínea b do artigo 155 da Constituição Federal

ao Protocolo ICMS 21/2011, violando o § 2º, inciso VII, alínea b do artigo 155 da

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PORTARIA CAT Nº 17 de 05-03-99

Estabelece disciplina para o complemento e o ressarcimento do imposto retido por sujeição passiva por substituição e dispõe sobre procedimentos correlatos

Artigo 10 - O pedido de ressarcimento, previsto no inciso III do artigo 249 do Regulamento do ICMS, será formulado por escrito pelo contribuinte substituído e indicará, no mínimo:

I - o nome do titular, endereço, números de inscrição estadual e no CGC, e código de atividade econômica;

II - o período de apuração ou o ano civil, conforme o caso, em que ocorreram os eventos ensejadores do ressarcimento;

III - o valor do ressarcimento, em algarismos e por extenso;

IV - a hipótese do ressarcimento e seu enquadramento no artigo 248 do Regulamento do ICMS;

V - a identificação completa do estabelecimento do sujeito passivo por substituição, responsável pela retenção do imposto das mercadorias envolvidas nas operações ensejadoras do pedido;

VI - a identificação completa de sua conta bancária.

mercadorias envolvidas nas operações ensejadoras do pedido; • VI - a identificação completa de sua conta
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§ 1º - O pedido de ressarcimento:

1 - deverá abranger apenas operações de saída ou outros eventos ocorridos em um mesmo período de apuração ou em um mesmo ano civil, de acordo com o método de apuração no qual estiver enquadrado o contribuinte, nos termos do artigo 1º;

Artigo 15 - O contribuinte substituído elaborará relação do estoque das mercadorias recebidas com imposto retido, existente no dia imediatamente anterior ao da adoção da sistemática prevista nesta portaria, contendo:

I - a identificação da mercadoria;

II - a quantidade;

III - a especificação da unidade utilizada na contagem;

IV - o valor total da Base de Cálculo da Retenção, obtido no documento fiscal correspondente à entrada ou, na impossibilidade de sua identificação, nos documentos fiscais relativos às entradas mais recentes e suficientes para comportar a quantidade reg istrada;

V - a alíquota interna a que estiver submetida a mercadoria.

e suficientes para comportar a quantidade reg istrada; • V - a alíquota interna a que

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Art. 2º O Ato das Disposições Constitucionais Transitórias passa a vigorar acrescido do seguinte art. 99:

"Art. 99. Para efeito do disposto no inciso VII do § 2º do art. 155, no caso de operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final não contribuinte localizado em outro Estado, o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual será partilhado entre os Estados de origem e de destino, na seguinte proporção:

I - para o ano de 2015: 20% (vinte por cento) para o Estado de destino e 80% (oitenta por cento) para o Estado de origem;

II - para o ano de 2016: 40% (quarenta por cento) para o Estado de destino e 60% (sessenta por cento) para o Estado de origem;

III - para o ano de 2017: 60% (sessenta por cento) para o Estado de destino e 40% (quarenta por cento) para o Estado de origem;

IV - para o ano de 2018: 80% (oitenta por cento) para o Estado de destino e 20% (vinte por cento) para o Estado de origem;

V - a partir do ano de 2019: 100% (cem por cento) para o Estado de destino."

por cento) para o Estado de origem; • V - a partir do ano de 2019:
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O ICMS será recolhido por meio da GNRE - Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais

ou outro documento de arrecadação, de acordo com a legislação da unidade federada de destino,

por ocasião da saída do bem ou do início da prestação de serviço, em relação a cada operação

ou prestação.

O contribuinte inscrito deverá recolher o ICMS até o 15º dia do mês subsequente à saída do bem

serviço.

§ 4º O adicional de até dois pontos percentuais na alíquota de ICMS aplicável às operações e

prestações, nos termos previstos no art. 82, §1º, do ADCT da Constituição Federal, destinado ao

financiamento dos fundos estaduais e distrital de combate à pobreza, é considerado para o

cálculo do imposto, conforme disposto na alínea "a" dos incisos I e II, cujo recolhimento deve

ou

ao

início

da

prestação

de

observar a legislação da respectiva unidade federada de destino.

cujo recolhimento deve ou ao início da prestação de observar a legislação da respectiva unidade federada

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Cláusula terceira O crédito relativo às operações e prestações anteriores deve ser deduzido do débito correspondente ao imposto devido à unidade federada de origem, observado o disposto nos arts. 19 e 20 da Lei Complementar nº 87/96.

Art. 19. O imposto é não-cumulativo, compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou por outro Estado.

Art. 20. Para a compensação a que se refere o artigo anterior, é assegurado ao sujeito passivo o direito de creditar-se do imposto anteriormente cobrado em operações de que tenha resultado a entrada de mercadoria, real ou simbólica, no estabelecimento, inclusive a destinada ao seu uso ou consumo ou ao ativo permanente, ou o recebimento de serviços de transporte interestadual e intermunicipal ou de comunicação.

ou ao ativo permanente, ou o recebimento de serviços de transporte interestadual e intermunicipal ou de
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Cláusula quinta A critério da unidade federada de destino e conforme dispuser a sua legislação tributária, pode ser exigida ou concedida ao contribuinte localizado na unidade federada de origem inscrição no Cadastro de Contribuintes do ICMS.

§ 1º O número de inscrição a que se refere esta cláusula deve ser aposto em todos os documentos dirigidos à unidade federada de destino, inclusive nos respectivos documentos de arrecadação.

Cláusula sexta O contribuinte do imposto de que trata a alínea "c" dos incisos I e II da cláusula segunda, situado na unidade federada de origem, deve observar a legislação da unidade federada de destino do bem ou serviço.

Cláusula sétima A fiscalização do estabelecimento contribuinte situado na unidade federada de origem pode ser exercida, conjunta ou isoladamente, pelas unidades federadas envolvidas nas operações ou prestações, condicionando-se o Fisco da unidade federada de destino a credenciamento prévio na Secretaria da Fazenda, Economia, Finanças, Tributação ou Receita da unidade federada do estabelecimento a ser fiscalizado.

da Fazenda, Economia, Finanças, Tributação ou Receita da unidade federada do estabelecimento a ser fiscalizado.

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AL LEI Nº 7742 DE 09/10/2015 CE DECRETO N° 31.860, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2015 DF LEI Nº 5569 DE 18/12/2015 ES LEI 10.379, DE 16-6-2015 GO ANEXO XIV (Art. 20, § 6º) MA LEI nº 10.329, de 30.09.2015 – DOE MA de 30.09.2015 MG DECRETO N° 46.927, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2015 MS LEI nº 4.751, de 05.11.2015 – DOE MS de 06.11.2015 MT LEI 10.337, de 16.11.2015 – DOE MT de 16.11.2015 PB DECRETO Nº 36209 DE 30/09/2015 01/01/2016 PE LEI Nº 15599 DE 30/09/2015 01/01/2016 PI LEI N° 6.745, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2015 PR LEI Nº 18573 DE 30/09/2015 01/02/2016 RJ LEI COMPLEMENTAR 61/2015 RN LEI Nº 9991 DE 29/10/2015 RO LEI COMPLEMENTAR Nº 842 DE 27/11/2015 RS LEI nº 14.742, de 24.09.2015 – DOE RS de 25.09.2015 SE DECRETO Nº 30118 DE 20/11/2015 SP LEI Nº 16006 DE 24/11/2015 TO LEI Nº 3019 DE 30/09/2015

DOE RS de 25.09.2015 SE DECRETO Nº 30118 DE 20/11/2015 SP LEI Nº 16006 DE 24/11/2015
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No exemplo abaixo o destinatário recolhe ou

diferencial de alíquota? ( ) SIM ( ) NÃO
diferencial de alíquota?
(
) SIM
(
) NÃO

Industrial

No exemplo abaixo o destinatário recolhe ou diferencial de alíquota? ( ) SIM ( ) NÃO

Construção Civil

No exemplo abaixo o destinatário recolhe ou diferencial de alíquota? ( ) SIM ( ) NÃO
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No exemplo abaixo , podemos considerar como Consumidor Final?

exemplo abaixo , podemos considerar como Consumidor Final? Qual alíquota deveriamos utilizar ? Mercadoria Importada

Qual alíquota deveriamos utilizar ?

abaixo , podemos considerar como Consumidor Final? Qual alíquota deveriamos utilizar ? Mercadoria Importada Hospital
abaixo , podemos considerar como Consumidor Final? Qual alíquota deveriamos utilizar ? Mercadoria Importada Hospital

Mercadoria Importada

Hospital

abaixo , podemos considerar como Consumidor Final? Qual alíquota deveriamos utilizar ? Mercadoria Importada Hospital

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Neste tipo de transação comercial, qual alíquota você utilizaria para recolher o imposto devido?

2016/2017 Neste tipo de transação comercial, qual alíquota você utilizaria para recolher o imposto devido? Comercio
2016/2017 Neste tipo de transação comercial, qual alíquota você utilizaria para recolher o imposto devido? Comercio

Comercio

2016/2017 Neste tipo de transação comercial, qual alíquota você utilizaria para recolher o imposto devido? Comercio
2016/2017 Neste tipo de transação comercial, qual alíquota você utilizaria para recolher o imposto devido? Comercio
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Exemplos Práticos de Aplicação e Formulação:

ICMS Origem = BC x ALQ Inter ICMS Destino = BC x ALQ Intra – ICMS Origem

BC = Base de Cálculo ALQ Inter = Alíquota Interestadual ALQ Intra = Alíquota Interna (aplicada no Estado de destino)

BC = Base de Cálculo ALQ Inter = Alíquota Interestadual ALQ Intra = Alíquota Interna (aplicada

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Numa operação com valor de R$ 1.000,00

Alíquota Interestadual = 7%

Alíquota Interna no destino = 12%

Demonstrativo

Valor da Operação

R$ 1.000,00

ICMS Interestadual

R$ 70,00

ICMS Destino

R$ 120,00

Calculo

ICMS Devido

R$ 120,00 – 70,00 = 50,00

Devido a SP – 60%

R$ 30,00

Devido ao Destino – 40%

R$ 20,00

Calculo ICMS Devido R$ 120,00 – 70,00 = 50,00 Devido a SP – 60% R$ 30,00
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Transporte de Mercadorias:

CIF – não há diferencial de alíquota. A saída de mercadorias transportadas é considerada operação subsequente à prestação de serviços de transporte. (Convenio ICMS 93/2015 – clausula segunda, § 3º).

FOB – há diferencial de alíquota. Será cobrado do tomador, se for contribuinte situado no Estado de destino. Será cobrado do transportador, nos demais casos. (Convênio ICMS 93/2015 – clausula segunda, Inciso II).

Subcontratação – Não há diferencial de alíquotas, pois sempre haverá prestação de serviço vinculada.

Redespacho – Não há diferencial de alíquotas, pois haverá prestação de serviço vinculada.

vinculada. • Redespacho – Não há diferencial de alíquotas, pois haverá prestação de serviço vinculada.

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http://www.gnre.pe.gov.br/gnre/portal/GNRE_Gerar.jsp

Código – 100102 – ICMS Consumidor Final Não Contribuinte Outra UF por Operação Código – 100110 – ICMS Consumidor Final Não Contribuinte Outra UF por Apuração Código – 100080 – Recolhimentos Especiais

Alguns estados dispõe de Código Específicos ao Fundo de Pobreza

Exemplo - MG

Código – 100129 – ICMS Fundo Estadual de Combate a Pobreza por Operação Código – 100137 - ICMS Fundo Estadual de Combate a Pobreza por Apuração

Estadual de Combate a Pobreza por Operação Código – 100137 - ICMS Fundo Estadual de Combate
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Os contribuintes do ICMS, optantes ou não pelo Simples Nacional, localizados em outra unidade federada, que realizarem operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final não contribuinte do ICMS localizado neste Estado, deverão observar os seguintes procedimentos,

na ocasião do recolhimento do ICMS devido a este Estado, nos termos da alínea “c” dos incisos I e II da cláusula segunda do Convênio ICMS 93, de 17-09-2015:

a) o recolhimento do ICMS devido a este Estado deverá ser efetuado por meio da Guia Nacional de

Recolhimentos de Tributos Estaduais - GNRE, emitida exclusivamente no endereço eletrônico www.fazenda.sp.gov.br/guias/demais.asp;

b) no preenchimento da GNRE referida na alínea “a”, deverá ser utilizado exclusivamente o código

de receita 10008-0; c) esse código de receita será convertido automaticamente para os códigos “101-6 - ICMS - consumidor final não contribuinte por operação (outra UF)” e “102-8 ICMS - consumidor final não contribuinte por apuração (outra UF)”, nos termos da Portaria CAT-126, de 16-09-2011.

Fundo de Pobreza Código – 103-0 – ICMS Fundo Estadual de Combate a Pobreza por Operação Código – 104-1 - ICMS Fundo Estadual de Combate a Pobreza por Apuração

Estadual de Combate a Pobreza por Operação Código – 104-1 - ICMS Fundo Estadual de Combate

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As empresas que emitem NF-e devem alocar no documento fiscal, dentro das Informações Complementares os respectivos valores referente a tributação do ICMS para a UF de destino da mercadoria ou serviço.

Resumo Esta Nota Técnica 03/2015 altera o leiaute da NF-e para receber as informações correspondentes ao ICMS devido para a Unidade da Federação de Destino, nas operações interestaduais de venda para consumidor final não contribuinte, atendendo as definições da Emenda Constitucional

87/2015.

Também visa atender à necessidade de identificar o Código Especificador da Substituição Tributária – CEST, que estabelece a sistemática de uniformização e identificação das mercadorias e bens passíveis de sujeição aos regimes de substituição tributária e de antecipação de recolhimento do ICMS com o encerramento de tributação, relativos às operações subsequentes, conforme definições do Convênio ICMS 92, de 20 de agosto de 2015.

Código Especificador da Substituição Tributária – CEST, que estabelece a sistemática de uniformização e identificação das mercadorias e bens passíveis de sujeição aos regimes de substituição tributária e de antecipação de recolhimento do ICMS

e bens passíveis de sujeição aos regimes de substituição tributária e de antecipação de recolhimento do
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BIBLIOGRAFIA:

Constituição Federal

Emenda Constitucional 87/2015

Convênio ICMS 93/2015

Ajuste Sinief 5/2015

Ajuste Sinief 6/2015

Lei nº 15.856/2015

Decreto nº 61.744/2015

Comunicado Cat 19/2015

Comunicado Cat 01/2016

Nota Tecnica 03/2015

Lei Complementar nº 87/96

Portaria CAT Nº 17/99

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