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Seg 17 de Mai de 2010

CLAUDE LÉVI-STRAUSS FILÓSOFO


Descrição:
17 de Maio 2010, Instituto Franco-Português de Lisboa Organização:Centro
Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia(FCT/UNL) Programa: 10:00 Abertura
do colóquio Fabienne Lallement(Adida de Cooperação Educativa da Embaixada de França)
Maria PaulaDiogo (Coordenadora do CIUHCT) 10:15 José Luís Câmara Leme (CIUHCT/UNL)- Les
Nambikwara, Beveridge et la technique du bonheur 11:00 MarcelDrach (Paris IX Duphine) - La
résonance du corps au sens : la théoriede la musique dans l'œuvre de Claude Lévi-Strauss 11:
45 [intervalo]12:00 Marcel Hénaff (University of California at San Diego) - Vivreavec les autres :
réciprocité et altérité chez Lévi-Strauss 13:00[intervalo] 14:30 Davide Scarso (CIUHCT/UNL) -
Vers un nouveau régimede pensée: Merleau-Ponty face au structuralisme lévi-straussien 15:15
Carlos João Correia (Centro de Filosofia/UL) - La fonction symbolique:conflit des interprétations
(Lévi-Strauss et Ricoeur) 16:00 [intervalo]16:15 Filipe Verde (Centro em Rede de Investigação
emAntropologia/CEAS/ISCTE) - À la Recherche d’une Méthode ou d’unePhilosophie? - Lévi-
Strauss et la Tentation Matérialiste--------------------------------------------------------------- Aentrada é
livre e disponibiliza-se certificado de presença. Fonte:Lekton mailing list Lekton@uevora.pt
https://mail.uevora.pt/cgi-bin/mailman/listinfo/lekton

Economia e Ética: Seminário


Onde: Porto
Descrição:
Um seminário sobre Economia, Ética, Natureza e Sustentabilidade vaidecorrer no Porto
no dia 17 de maio e em Lisboa no dia 5 de junho, comintervenientes e organizadores parcialmente
diferentes numa e noutra cidade. Informações em: sempreempe.pt/seminario-lisboa ou http://www.
sempreempe.pt/images/Economia-Natureza-Lisboa.pdf sempreempe.pt/seminario-porto ou http:
//www.sempreempe.pt/images/Economia-Natureza-Porto.pdf Lekton mailing list Lekton@uevora.
pt https://mail.uevora.pt/cgi-bin/mailman/listinfo/lekton

Justiça sem Teoria?: uma Eudaimonia Ameríndia


Descrição:
Ciclo de Conferências em Ética e Filosofia Moral *Departamento deEstudos Políticos -
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas daUniversidade Nova de Lisboa *Organização: Paulo
Barcelos * Cartaz emanexo 24 de Fevereiro, 10h, Auditório 1 (Torre B, 1º andar) António
Fernando Cascais (FCSH): "A biopolítica, de Michel Foucault a GiorgioAgamben" 24 de Março,
10h, Auditório 2 (Torre B, 3º andar) João CardosoRosas (U. Minho): “A Filosofia dos Direitos
Humanos depois de Rawls” 28de Abril, 10h, Auditório 1 (Torre B, 1º andar) António Marques
(FCSH):“A ideia de Estado de Direito em Kant” 5 de Maio, 10h, Auditório 1(Torre B, 1º andar)
José Gabriel Pereira Bastos (FCSH): “Pode a Teoriada Ciência Política desconhecer o Desejo, a
Identidade e oInconsciente? Contribuição para uma Ciência Política Pós-Freudiana” 17de Maio,
11h, Auditório 1 (Torre B, 1º andar) Filipe Verde (ISCTE):“Justiça sem Teoria?: uma Eudaimonia
Ameríndia”

Seminário de Crítica Genética


Descrição:
formam-se todos os interessados de que a quinta sessão do Seminário deCrítica
Genética, no âmbito do projecto "As Investigações Filosóficasde Wittgenstein: Reavaliando um
Projecto", financiado pela Fundaçãopara a Ciência e a Tecnologia, terá lugar no próximo dia 17 de
Maio,das 17 às 19 horas, na sala 1.06 do Edifício ID da Faculdade deCiências Sociais e Humanas.
Nesta sessão, Nuno Venturinha aplicará ametodologia da crítica genética a textos pouco estudados
pertencentesao universo das Investigações Filosóficas. Para mais informações sobreo projecto,
visite www.wittgensteinpi.squarespace.com. Para maisinformações sobre o seminário, contacte o
coordenador, Doutor NunoVenturinha, através do e-mail:nventurinha.ifl@fcsh.unl.pt.
...................... Universidade Novade Lisboa Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Instituto de
Filosofia da Linguagem Avenida de Berna, 26-C P-1069-061 Lisboa Tel. +351 217908300 Ext.
1527 www.ifl.pt/main/Pessoas/NunoVenturinha/tabid/101/Default.aspx Lekton mailing list
Lekton@uevora.pt https://mail.uevora.pt/cgi-bin/mailman/listinfo/lekton
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Qui 20 de Mai de 2010

O Problema da Justificação da Causalidade


Descrição:
Anúncio de Palestra Sílvio Pinto (Universidad Autónoma Metropolitana -Iztapalapa,
México) O Problema da Justificação da Causalidade 20 deMaio de 2010 – 16h30m Faculdade de
Letras da Universidade de LisboaSala Pedro Hispano entrada livre Resumo: O problema da
origem doconceito de causalidade ocupou um lugar destacado dentro daspreocupações
filosóficas de Hume, para quem tal problema eraequivalente ao de buscar uma explicação
filosófica para nossa aplicaçãona ciência e na vida cotidiana do princípio de causalidade. A
questãonão era de fácil solução, dado que as duas possibilidades maisfreqüentemente
adotadas por empiristas e racionalistas – a saber:experiência e razão – se mostraram
insustentáveis. Sabemos que opróprio Hume se encarregou de mostrar que o conceito em
questão nãopoderia ser extraído da experiência porque esta requer da noção decausalidade
para que possa ser organizada de maneira coerente. Poroutro lado, o nosso conceito de
causalidade não poderia ser consideradocomo tendo sua origem na razão entendida como a
faculdade da inferênciadedutiva a partir de premissas não empíricas, já que tal hipótese não
explicaria a aplicação empírica deste conceito. Neste trabalho, queroretornar ao problema
humeano da explicação filosófica de nosso uso dacategoria da causalidade para tentar oferecer
uma solução ligeiramentediferente da que ofereceram Hume e Kant mas que compartilha com
suasrespectivas soluções algumas características. Para isso mostrarei, emprimeiro lugar, que a
preocupação de Hume era com a questão deencontrar uma explicação satisfatória para a
centralidade dacausalidade dentro do nosso sistema conceitual. A seguir, descreverei aque a
meu ver seria sua solução ao problema. Em terceiro lugar,discutirei a solução kantiana e
ressaltarei suas diferenças comrespeito a Hume. Por último, sugerirei a idéia de que tal
conceitodesempenha um papel tão central não somente porque organiza de umamaneira
coerente nossa experiência do mundo exterior mas também porquetorna possível a existência
da mentalidade, e em particular, dalinguagem humana. Em minha opinião, esta explicação da
centralidade dacausalidade é a que se pode extrair da corrente interpretativistadentro da
tradição analítica. Uma iniciativa do projecto deinvestigação «Paradoxos: Dedutivos, Indutivos e
Práticos»(PTDC/FIL/67039/2006), em curso no Instituto de Filosofia da LinguagemFCSH-UNL e
na Universidade de Évora. Apoio: Fonte: Lekton mailing listLekton@uevora.pt https://mail.
uevora.pt/cgi-bin/mailman/listinfo/lekton

The Autistic Construction of Sociality: On the Looping Effects of HumanKinds


as Political Moment
Descrição:
O Grupo de Investigação Aesthetics, Politics and Arts do Instituto deFilosofia da
Universidade do Porto, tem o prazer de convidar V. Exa.para o Seminário The Autistic
Construction of Sociality: On the LoopingEffects of Human Kinds as Political Moment a realizar
por Yuan-HorngChu (Graduate Institute for Social Research and Cultural Studies,National Chiao-
Tung University, Taiwan). O Seminário, integrado noCiclo de Seminários Abertos de Filosofia,
Biopolítica eContemporaneidade, terá lugar no dia 20 de Maio, às 17:30h, na Sala do
Departamento de Filosofia (Torre B – Piso 1), na Faculdade de Letras daUniversidade do Porto.
[Entrada livre] Com os melhores cumprimentos,Eugénia Vilela Instituto de Filosofia – Aesthetics,
Politics and ArtsResearch Group (GFMC) Fonte: Hermes -http://criticanarede.com/hermes.html
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Sex 21 de Mai de 2010

Mini-curso sobre Verdade e Referência na Ficção


Descrição:
Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, LanCog Group (Language,Mind and
Cognition Research Group) Instituto Filosófico de PedroHispano, Departamento de Filosofia da FLUL
www.lancog.org/events.htmlMini-Course Truth and Reference in Fiction Professor ManuelGarcia-
Carpíntero (Universidade de Barcelona, LOGOS Group) 14, 21 e 28de Maio de 2010, 16:00
Faculdade de Letras de Lisboa Sala Mattos Romão(Departamento de Filosofia) Description: More
than fifty years ago,Quine brought back the de re/de dicto distinction that MedievalPhilosophers
had already made to the attention of the philosophical community. Through its impact on the
debate confronting direct vs.descriptivist accounts of reference started by Barcan Marcus,
Donnellan, Kaplan and of course Saul Kripke in the following decade,the nature of de re or singular
thoughts became one of the leadingconcerns of contemporary philosophers. As perhaps we should
expect, inspite of extended discussion we are far from having a generallyaccepted philosophical
account; some philosophers defend more or lessstrict version of "acquaintance" accounts, on which
an epistemic condition is placed on the possibility of singular thoughts, while others defend
"acquaintanceless" or "latitudinarian" views, on whichpure descriptive access to the res may suffice.
In this mini-course, I will examine the impact on the matter of the semantics of fictional discourse. I
will discuss the behaviour of intuitively empty and non-empty referential expressions, proper
names, indexicals, anddefinite descriptions, mostly in two specific and related sort ofcases: the use
of those expressions by the creator of a fiction, whileputting forward the speech acts which, I will
argue, are constitutiveof that activity; and critical discourse of fictions aimed at gettingtheir
contents right. The issue of the nature of reference in thosediscourses is intimately related with the
issue of the nature of "truthin fiction": whether or not 'London', as used in Orwell's "1984" refersto
the actual city (in the same way it does when we use it in makingassertions about the UK capital) is
intimately related with the issue whether we need to invoke truths about London in determining
whatis "true" in Orwel's fiction, and also with the issue whether we canderive actual truths about
the UK capital from what is "true" inOrwell's fiction. The ultimate point of my discussion for the
moregeneral question of the nature of singular thought is to argue thatthose cases provide indirect
evidence supporting an epistemic accountof those thoughts. ENTRADA LIVRE Apoios: Fundação
para a Ciência e aTecnologia, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa ProfessorJoão
Branquinho Department of Philosophy Faculdade de LetrasUniversidade de Lisboa Alameda da
Universidade 1600-214 Lisboa Portugal Telephone +(351)217920000 Fax +(351)217920063
Mobile +(351)917514103jbranquinho@netcabo.pt jbranquinho@fl.ul.ptj.valadasbranquinho@new.
oxon.org http://pwp.netcabo.pt/QED http://www.joaobranquinho.com

Rostos e Narrativas do Feminino – Imagens da Antiguidade Clássica


Descrição:
Agenda em http://paginasdefilosofia.blogspot.com Colóquio Rostos eNarrativas do
Feminino – Imagens da Antiguidade Clássica 21 de Maio de2010 Universidade Católica
Portuguesa Centro Regional de BragaFaculdade de Filosofia Organização: Centro de Estudos
Filosóficos eHumanísticos da Faculdade de Filosofia da UCP José António AlvesFaculdade de
Filosofia Universidade Católica Portuguesa Pr. daFaculdade de Filosofia, n.º 1 4710-297 Braga t.
253 208 075/6 f. 253213 940 jalves@braga.ucp.pt jalvespt@iol.pt Fonte: Lekton mailing list
Lekton@uevora.pt https://mail.uevora.pt/cgi-bin/mailman/listinfo/lektonA «LEKTON – Lista
Portuguesa de Filosofia» está alojada nos servidoresda Universidade de Évora, ao abrigo de um
protocolo celebrado com aSociedade Portuguesa de Filosofia.
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Sáb 22 de Mai de 2010

A VIA LUSÓFONA: UM NOVO HORIZONTE PARA PORTUGAL


Descrição:
A VIA LUSÓFONA: UM NOVO HORIZONTE PARA PORTUGAL, de Renato Epifânio
Lançamento a 22 de Maio, às 18h, na Sociedade de Língua PortuguesaReúnem-se aqui parte dos
textos que, desde o final de 2007, publicámosno blogue da NOVA ÁGUIA (novaaguia.blogspot.com)
e do MIL(mil-hafre.blogspot.com). Iniciamos com o primeiro texto publicado noblogue da NOVA
ÁGUIA - depois republicado no primeiro número darevista. Finalizamos com dois textos que
marcam, até ao momento, osdois actos mais marcantes do MIL: a entrega do Prémio Personalidade
Lusófona (ao Embaixador Lauro Moreira), realizada na Academia dasCiências de Lisboa, numa
cerimónia presidida pelo Professor AdrianoMoreira; e a declaração de apoio à candidatura
presidencial do DoutorFernando Nobre. Através desta mais de uma centena de textos - algunsmais
longos, outros meras anotações - se narra um percurso em que nostemos particularmente
envolvido. Um percurso, uma via: A VIALUSÓFONA. **** Não requer um entendimento maior
perceber-se que vivemosnuma época controversa, que os dias em que estamos se arrastam
movediçamente, como um pântano por cartografar por baixo de neblina densa. Habituámo-nos a
pensar o mundo com preclaros e vastos conceitos,que organizam imemorialmente a relação com o
real e neles temosconfiado para nos auto-esclarecermos do decurso da CivilizaçãoOcidental -
porém esta é uma época em que o efémero tomou conta dotempo, em que contínuos adventos
tecnológicos se tornam a lei motriz do formigueiro humano e o filósofo não divisa mais o que é
eterno, porquetudo é uma agitação das coisas, um frenesim de realidades culturais,sociais e
políticas novas, que já não parecem ser conduzidas pela razãomas por alguma emoção de
desespero, a que a analogia com o medo ou oassalto da fome sobre um bando de alimárias não
seria, neste contexto,disparate. O património sapiencial da filosofia ocidental é inseparáveldo seu
serviço à polis e aos homens - política e ética são o ceptro e acoroa da sabedoria, é certo, acima da
túnica dos costumes e dassandálias da tecnologia, mas não menosprezemos no filósofo a virtude
docombate. Vivemos num limbo, em que a filosofia não reina e, contudo,nenhum outro discurso
cultural se eleva à altura bastante para lhepoder roubar a coroa. Comparados à política, enquanto
filosofia epensamento perene, todos os políticos não passam de traficantes depequeninos mundos
e todos os fazedores de artefactos, intermediários asoldo entre a privação e a saciedade, numa
roleta de tristes anseios,cuja vertigem priva de uma relação autêntica com a existência. Doefémero
e do combate político, se ergueram estes textos de RenatoEpifânio, agora aqui coligidos em papel
impresso, sob a forma quasesacral que o livro ainda conserva como ícone mítico da autoria
intelectual. A escrita de ideias no invólucro que, desde a invenção daprensa, desafia o pó dos
séculos, dilata o âmbito restrito da conversae contorna o mistério temporal da fala e a biblioteca
insondável damemória pessoal. Todavia estes textos são um acto de fala, surgiram na
circunstancialidade, quase diarística, quase gritada num debate demultidão, que são as ágoras
tecnológicas que a blogosfera tem vindo aproporcionar num novo suporte escrito para a polémica,
o panfleto, ojornal, a luta política, a propaganda, como se de um parlamento abertose tratasse,
cada vez mais global, em que o filósofo (ou o político) seexpõe à democraticidade da conversa,
entre a interpelação e ainvectiva, sem nenhuma garantia, que não seja a de um exercíciohigiénico
da censura por uma selecção de comentários, em que semisturam, não com menos peso político, a
pertinência e a boçalidade. Ohipertexto não superou a palavra impressa mas contaminou-a, sendo,
maisdo que qualquer outro suporte, a blogosfera que tem vindo a alterar alógica discursiva da
comunicação social, do pensamento e da criaçãoliterária. As implicações sociológicas desta
contaminação são aindadifíceis de avaliar - não espanta, no entanto, a afirmação de que omaior
sintoma de mudança é o vincado zelo dos políticos, dos partidos eda luta ideológica em
apropriarem-se da blogosfera, só igualado peloafã da comunicação social e dos mentalizadores de
ideias, numasofreguidão de baixa publicidade que, quem sabe, em breve cavará aprópria sepultura
do jornalismo numa cova de detritos, na equivalênciarelativista entre a reportagem, a crónica e o
boato, em que a verdade ea mentira serão decididas pelo aval de um quantificativo de audiências,
num processo acéfalo de crença e eco separado dos factos e da relaçãodas ideias aos factos. Nada
há de intrigante que os filósofos seenvolvam na política - e levar a prelo este conjunto de textos é
umacto de coragem, porque é no despojamento filosófico de uma abertura aocircunstancial e ao
passageiro que se funda a honestidade intelectual.São textos que ganharam a sua tessitura na
blogosfera, em resposta aquestionações, críticas, dúvidas, perfídias falaciosas, num contexto em
que todas as regras de bem pensar sofrem o assalto de uma urgênciaturbulenta, num tabuleiro de
xadrez de casas esbatidas, rombos,declives e precipícios. Ganharam palavra e alma num tear
tecido amuitas mãos, nem sempre hábeis, e de que o autor foi desentranhando umsentido, um
rumo, uma resposta onde não havia resposta, uma ponte ondeainda não havia caminho. No
contexto contemporâneo do pensamentopolítico português, a lusofonia é um dos conceitos mais