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MECÂNICA GERAL

Bibliografia básica
HIBBELER R. C. Mecânica para engenharia - Estática. 10° Edição, São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2005
BEER, F. P. Mecânica vetorial para engenheiros - Estática. 5° Edição, São
Paulo: Makron Books, 1994
CALLISTER, William D. Jr. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução.
6ªedição. Rio de Janeiro: LTC, 2013.

Bibliografia Complementar

BEER, F. P. Mecânica vetorial para engenheiros – Cinemática e Dinâmica.
5° Edição, São Paulo: Makron Books, 1994

2014

Prof. MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

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MECÂNICA GERAL

AULA 1
Estática

2014

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MECÂNICA GERAL
OBJETIVO
O objetivo da disciplina da Estática consiste em desenvolver a
capacidade para analisar qualquer problema de um modo simples
aplicando princípios básicos para sua resolução.

A Mecânica descreve e prevê as condições de repouso ou movimento
de corpos sob ação das forças, sendo a disciplina base das Ciências de
Engenharia

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MECÂNICA GERAL
OBJETIVO
A Mecânica Clássica apresenta dois ramos básicos, que são:

• A Mecânica Teórica, ou a Mecânica dos Corpos Rígidos

• A Mecânica dos Meios Contínuos ou a Mecânica dos Corpos
Deformáveis.

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MECÂNICA GERAL
OBJETIVO
A Mecânica Clássica apresenta dois ramos básicos, que são:

• A Mecânica Teórica, ou a Mecânica dos Corpos Rígidos

• A Mecânica dos Meios Contínuos ou a Mecânica dos Corpos
Deformáveis.

2014

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Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. ou a Mecânica dos Corpos Rígidos apresenta dois ramos básicos.br 6 . MSc.MECÂNICA GERAL OBJETIVO • A Mecânica Teórica.com. que são: • Estática • Dinâmica 2014 Prof.

que são: • Estática • Dinâmica 2014 Prof. MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. ou a Mecânica dos Corpos Rígidos apresenta dois ramos básicos.br 7 .MECÂNICA GERAL OBJETIVO • A Mecânica Teórica.com.

MSc.br 8 .MECÂNICA GERAL 2014 Prof.com. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

MSc.com.MECÂNICA GERAL Introdução à Estática Conceitos básicos Na Mecânica são utilizados quatro conceitos básicos a serem definidos: • Espaço. • Força. • Massa. 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 9 . • Tempo.

MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.MECÂNICA GERAL Princípios fundamentais Definições Partícula: uma quantidade muito pequena de matéria que ocupa um único ponto no espaço. Corpo rígido: combinação de um grande numero de partículas que ocupam posições fixas umas em relação aos outras 2014 Prof.br 10 .

MECÂNICA GERAL Sistema de unidades Utiliza-se o Sistema Internacional que desde 1960 que se baseia em três conceitos fundamentais: comprimento. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. tempo e massa. MSc.com.br 11 . 2014 Prof.

MECÂNICA GERAL 2014 Prof.br 12 . MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.

MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 13 .MECÂNICA GERAL 2014 Prof.com.

2014 Prof. Vetor deslizante: o ponto de aplicação pode mover-se ao logo da linha de ação. MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.MECÂNICA GERAL Classificação dos vetores Os vetores podem ser classificados em: Vetor aplicado: não pode ser movido sem modificarem as condições do problema.peso das várias partículas.br 14 . Exemplo .

2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 15 . Exemplo . Vetor deslizante: o ponto de aplicação pode mover-se ao logo da linha de ação.MECÂNICA GERAL Classificação dos vetores Os vetores podem ser classificados em: Vetor aplicado: não pode ser movido sem modificarem as condições do problema. MSc.com.peso das várias partículas.

MECÂNICA GERAL Classificação dos vetores Casos particulares de vetores deslizantes: Vetores iguais: mesma .intensidade. MSc.intensidade.br 16 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.sentido oposto . direção e sentido pode ser diferente o ponto de aplicação. 2014 Prof.pode ser diferente o ponto de aplicação. direção . Vetores opostos: mesma .

com. MSc.regra de paralelogramo e de triângulo.br 17 .MECÂNICA GERAL Operações vetoriais básicas Adição de dois vetores concorrentes O resultado é um vetor obtido utilizando a regra do paralelogramo ou regra de triângulo. 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. Adição de vetores .

br 18 .com. MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.MECÂNICA GERAL A = 60 N 25° A = 40 N 20° PHR 2014 Prof.

com. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores 2014 Prof.br 19 . MSc.

y) := x + y .x) :=  .br 20 . MSc.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Espaço Vetorial  # Um conjunto E ( ) onde são definidas as seguintes operações: +:ExE composição interna composição externa 2014 (x. x wandercleitom@yahoo.com. Wandercleiton da Silva Cardoso (.:xE E (.y) E + (x.y)  Prof.

y.com.   . temos as seguintes propriedades: i) x + y = y + x. ii) x + ( y + z ) = ( x + y ) + z. v) (x) = ()x. iv) Dado x  E.x = x x  E.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Espaço Vetorial          2014 Para x.br 21 . vi) (x + y) = x + y. Prof. iii)  0  E tal que: x + 0 = x x  E. viii) 1. existe (-x)  E tal que: x + (-x) = 0. vii) (+)x = x + x. MSc. z  E e . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

com.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Espaço Vetorial   2014 Um conjunto que satisfaz essas propriedades é chamado de espaço vetorial real. . +. MSc. (E. ) é um quatérnio e E pode ser o próprio . Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 22 .

 o espaço Cn. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.  o conjunto dos vetores da geometria definidos por meio de segmentos orientados.com. Prof.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Espaço Vetorial   2014 Qualquer elemento de um espaço vetorial chama-se VETOR. o espaço n. MSc.br 23 .  o conjunto das matrizes Mmxn (). o conjunto dos polinômios reais de grau  n Pn(). Exemplos de espaços vetoriais:  o conjunto os números reais.  o conjunto dos números complexos.  o conjunto dos polinômios complexos Pn(C). etc.

MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Espaço Vetorial  2014 Para verificar que um determinado conjunto constitui um espaço vetorial devemos verificar se ele satisfaz cada uma das oito propriedades apresentadas.com. Prof. MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 24 .

MECÂNICA GERAL

Noções sobre Vetores
Vetores

Um vetor é uma ficção, uma entidade criada para descrever “coisas”
no mundo que têm direção e sentido.

Que coisas são essas?
o vento;
 o fluxo de H2O de um rio;
 a emissão puntiforme de luz;
 um campo elétrico;
 a velocidade de um trem bala;
 o movimento dos planetas (aliás, a teoria de Newton não explica
por que os planetas se movem todos num mesmo sentido), etc.

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Noções sobre Vetores
Sistema de Coordenadas
Para bem determinar a posição de um vetor é necessário a escolha de um
sistema de coordenadas.

Sistema de coordenadas retangulares ou cartesianas
Define-se um sistema de coordenadas cartesianas quando é dada uma
unidade linear para medir os comprimentos e dois eixos perpendiculares
ordenados numa ordem qualquer.
y
y’

0

. P(x,y)
x’

x

O ponto P(x,y) significa que o ponto P tem por abscissa o nº x e por ordenada o n.º y.
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Noções sobre Vetores
Sistema de coordenadas polares
Um sistema de coordenadas polares é definido quando se dá um ponto
O, chamado pólo, uma semi-reta OA que parte desse ponto O, chamado
eixo polar, e um segmento arbitrário com unidade de comprimento.
Convém, nesse sistema, definir o sentido positivo de rotação em redor do
ponto O. (Geralmente, é o sentido anti-horário).
P


O

A

Chama-se coordenadas polares de um ponto P qualquer aos números =OP e =ang AOP.
O símbolo P(, ) significa que o ponto P tem coordenadas polares  e .
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Noções sobre Vetores
Passagem das coordenas polares para as coordenadas
cartesianas
Sejam (x,y) as coordenadas de um ponto no sistema de coordenadas
cartesianas e (, ) as coordenadas de um ponto no sistema de
coordenadas polares:
x = . cos 
y = . sen 

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Noções sobre Vetores
Representação gráfica

A representação gráfica de um vetor é a de uma flecha apontando para
algum lugar.

Propriedades
- direção;
- sentido;
- magnitude.

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Grandezas vetoriais: a aceleração, a velocidade e o deslocamento,
força, etc.
Grandezas escalares: a massa, o tempo e a temperatura, densidade,
etc.
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MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Representação simbólica  Por convenção. Imagine.com. designamos o vetor por uma letra e utilizamos uma flecha sobre a letra.  u  2014 Mas há outras maneiras de representar um vetor. um vetor no plano: Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. para saber que estamos falando de vetores e não de variáveis ou outro ente matemático qualquer.br 30 . MSc. por exemplo.

Y B y2 y1 AB A x1 x2 X Assim. o comprimento do vetor AB é dado por B – A = (x2 . y1) e as coordenadas de B são (x2.br 31 .MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Representação simbólica  A sua origem e a sua extremidade podem ser associadas a pontos no plano xy.x1 . As coordenadas de A são (x1. y2). Logo.com. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc. o vetor acima pode ser representado como o segmento orientado e seu comprimento é dado por B – A. y2 .y1) 2014 Prof.

4) A (1.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Exemplo  Seja  u= [2.  u 2014 = B – A = (3-1.com.2) Prof.2) x1 x2 X o segmento de reta orientado com ponto inicial A(1. 4-2)=(2.br 32 .4). Y B y2 y1  Podemos associar a u (3.2) e ponto final B(3. MSc.2]. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

br 33 .v  u  v é obtida pela chamada “lei do Construímos um paralelogramo unindo  aorigem dos dois vetores e traçando retas paralelas a u e v a partir de suas extremidades. 2014 Prof.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Operações com vetores  Considere 2 vetores:  v  u A resultante + paralelogramo”. MSc.   ue .com. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

2014 Prof.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Lei do paralelogramo  u   u v  v A lei do paralelogramo foi idéia de Aristóteles quando este estudava a composição de forças no caso particular do retângulo.com. MSc.br 34 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

com. além da lei do paralelogramo.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores  v Variações  u   u v Mas. MSc.br 35 . a soma de vetores pode ser obtida unindo-se a extremidade do primeiro vetor à origem do segundo. 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

br 36 . Wandercleiton da Silva Cardoso  c wandercleitom@yahoo. MSc.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Somando mais que dois vetores  d     a b c d  a 2014    a b c    a b b Prof.com.

ye) v  ( x2 .2  (4))  (4. MSc. a soma se dá componente a componente:    Definição:Sejam u  ( x .br 37 .y y ) v u  v  ( x1  2 1 2 Exemplo:     Sejam u  (1.ª coordenada 2014 Prof. u  v  (1  3. ydois 2 ) vetores no plano.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores  Em termos de suas coordenadas.então. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.ª coordenada 2. A soma 1 1     dos vetores e éuo vetor .2) 4) 1.com.2e) v  (3. x .

com.br 38 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Exemplo: Interpretação geométrica 2014 Prof. MSc.

MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Diferença de vetores  Representamos o vetor u+ (-1)  Esse vetor é a diferença de ue   u v  v 2014  v por  . v  u  v Prof. MSc.br 39 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.v   u .

MSc. por exemplo. Se Considere que o vetor multiplicarmos esse vetor por um número real qualquer. 3.br 40 . A direção é conservada se o escalar for 0. o  vetor w tem sua magnitude aumentada para 3 unidades.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Produto de um vetor por um escalar  w tem a magnitude de uma unidade. o vetor assume a direção oposta.   2w 2014  w Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso  3w wandercleitom@yahoo.com. caso contrário.

Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Exemplo  w Se a = 2.com.2)  (3. então:  a.br 41 .4) e 2014  b.w  3(1.2)  (2.-2). MSc.w  2(1.6) Prof. b = -3 e = (1.

-2..3.4) e  = (2.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Produto escalar O produto escalar dos vetores de dimensão n: a = (a1. MSc.an) e b = (b1.com.1 = -6 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.bn).. é definido por: a.b = a1b1 + a2b2 + .-2.3 + 3..3.2 + (-2).br 42 .(-2)+ 4.b2..+ anbn = n a b i 1 Exemplo Calcule o produto escalar de i i  = (1.1). u v   u .. v = 1...a2...

MSc. v .MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Ângulo entre dois vetores O produto escalar entre dois vetores resulta num número que mede a tendência de outro vetor apontar na mesma direção e é dado por:    u.  u  2014  v Prof.br 43 .com. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. cos    onde  é o ângulo formado por u e v .v  u .

4) e v = (-1.v  u . MSc.com. v = 2. 5 Usando a calculadora.    u.2 = 6  u  22  42  20  v  (1) 2  22  5 6  0. v .br 44 .2).MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Exemplo   Encontre o ângulo entre os vetores u = (2. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. cos   20.(-1) + 4.6 Portanto. cos    u . 2014 Prof. descobrimos que o ângulo é aproximadamente 53º.

MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Ângulo entre dois vetores  u   v    u. os vetores são perpendiculares entre si.br 45 . cos    u 0  Se u.v  u . 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.v  0 e v 0 então. cosseno   0 Neste caso. v . MSc.com.

2  0 2014 Prof. já que:  u. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 46 . isto só acontece quando os vetores são perpendiculares . o cosseno do ângulo entre eles é zero e. Exemplo   Os vetores u = (2.2) são ortogonais. MSc.com.v  2.-4) e v = (4.4  (4). e só se.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Ângulo entre dois vetores     u . v  0  cos   0  u  v O produto escalar entre dois vetores não nulos é zero se.

u    u.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Ângulo entre dois vetores   u u =>  .u  u 2  u  u Prof. u . logo u . MSc. u  u Temos então que: 2014 2  2 u .u  u .   0 .com. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. cos     Mas.br 47 .

pertencente a :    .com.u   .br 48 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. u 2014 Prof. MSc. dado um escalar .y1) é:  2 2 u  x1  y1 y  y1 u 0 x1 x Além disso.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Comprimento ou norma de um vetor O comprimento. tamanho ou norma de um vetor  =u (x1.

br 49 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.v  u .MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Desigualdade triangular A norma da soma de dois vetores é sempre menor ou igual à soma das normas de cada um dos vetores:     u v  u  v Desigualdade de Cauchy-Schwarz-Bunyakowski    u. Na realidade é a desigualdade de Cauchy-Bunyakovski-Schwarz. mas o pobre Bunyakovski foi sendo esquecido com o tempo. v Essa desigualdade é conhecida por Desigualdade de Cauchy-Schwarz em homenagem a Augustin Cauchy e Hermann Amandus Schwarz.com. MSc. 2014 Prof.

porque aqui todos merecem ser lembrados. MSc.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Eis o Bunyakowski.com. 2014 Prof.br 50 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

Wandercleiton da Silva Cardoso x wandercleitom@yahoo.br 51 . pelo teorema de Pitágoras.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Distância entre dois pontos Além disso. podemos obter comprimento do segmento orientado com ponto inicial P(x1.com.y1) e ponto final P(x2.y2): x2  x1    y2  y1  P1P2  2 2 y P2 y2 y1 0 2014 P1 x1 x2 Prof. MSc.

então o comprimento de é u udado por:  u  22  (5) 2  4  25  29 Exemplo-2 A distância entre P(3.br 52 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. ou o comprimento do segmento orientado é dado por:PQ PQ  (1  3) 2  (5  2) 2  (4) 2  32  25  5 2014 Prof.com.5).MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Exemplo-1 Se   = (2. MSc.2) e Q(-1.-5).

x wandercleitom@yahoo.br 53 . Se então o vetor:  1 u   . Wandercleiton da Silva Cardoso  éxum vetor não-nulo. MSc.com.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Versor ou Vetor unitário Um vetor unitário é um vetor de comprimento 1.  .x x é um vetor unitário com a mesma direção e sentido que 2014 Prof.

4). MSc. o vetor  1 1  3 4 u   .br 54 .4     x 5  5 5 É um vetor unitário. Então:  x  (3) 2  42  5 Logo.x   3. pois:  9  16  3  4 u   1     25  5  5 2 2014 2 Prof.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Exemplo Seja x = (-3. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.

Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.y1) a P2(x2.  2   2 P2(x2.y2) é dado por:  x1  x2 y1  y2  M ( x.br 55 .y) Prof. MSc.y2) P1(x1.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Ponto médio de um segmento O ponto médio do segmento de reta P1(x1.y1) 2014 M (x. y)   .

y)   .3) a P2(4.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Exemplo Determine o ponto médio M do segmento P1(-2.-2).  2   2  2 2014 Prof.com. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.   2  4 3  (2)   1  M ( x.   1.br 56 . MSc.

que dá como resultado um número. o produto vetorial tem como resultado. Seu produto vetorial é o vetor x definido por: 2014 i   u  v  a1 j b1 k c1 a2 b2 c2 Prof. Definição: Sejam = a1î + b1ĵ + c1k e = a2î + b2ĵ + c2k dois vetores em 3. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Produto vetorial Diferentemente do produto escalar.br 57 . MSc. um outro vetor.com.

i  a1 c1 a2 c2 .5) 3 1  3 2014 Prof.k Exemplo: Sejam =2î + j + 2k e = 3î –j – 3k.com.12. MSc.br 58 . então: i   u v  2 j 1 k 2  1i  12 j  5k  (1.j  a1 b1 a2 b2 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Produto vetorial A igualdade anterior também pode ser escrita da seguinte forma:   b1 u v  b2 c1 c2 .

br 59 .MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Produto vetorial O produto vetorial de um vetor consigo mesmo não forma ângulo. Eles são coincidentes. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. j x k = î. MSc. î x î = j x j = k x k = 0 Por outro lado.com. 2014 Prof. î x j = k. Logo. k x î = j.

MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Norma do produto vetorial Vimos que o produto de dois vetores resulta num terceiro vetor ortogonal ao plano que contém os vetores originais. v . MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com. sen  2014 Prof. uxv v |u x v| = área do paralelogramo   u   u  v  u . ou seja. sua norma. O comprimento desse terceiro vetor.br 60 . é numericamente igual à área do paralelogramo formado por esses vetores.

Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. .MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Norma do produto vetorial Quando dois vetores forem paralelos entre  no plano. MSc.com. então não há ângulo  eles. como saber a orientação desse vetor? Em outras palavras: para onde ele aponta?! Uma regra prática conhecida como “regra da mão direita” estabelece que se posicionarmos o indicador da mão direita na direção e sentido do vetor u e o dedo médio na direção e sentido de v . v o produto vetorial x u= 0. em que u= λ.br 61 . 2014 Prof. Neste caso.v Já que o produto de dois vetores resulta num terceiro vetor perpendicular aos vetores originais. o polegar apontará o sentido do terceiro vetor.

com. sendo AB=(1.br 62 . MSc. B A D Área = || AB x AD || AB x AD = i j k 1 1  1  (4  1)i  (4  2) j  (1  2)k  5i  6 j  k  (5.1.-1) e AD=(2.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Exemplo-1 Calcule a área do paralelogramo ABCD.6. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.1.4).1) 2 1 2014 C 4 Prof.

7 .5 = 3.87 Exemplo-2  A medida em radianos do ângulo entre u e    Sendo || u ||=1 e ||v ||=7. sen = 1 .br 63 . 0. 7 .MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Exemplo-1) continuação || AB x AD || = 25  36  1  62  7. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. sen 2014 = 1 .com.5  év  vx .|| v ||. MSc.  6 ||.  6 Prof. calcule || u     ||u x v || = || u ||.

br 64 . O produto misto é o número real obtido Considere os vetores como resultado da seguinte operação:   u  v.w O volume do paralelepípedo é dado por :   V  u  v. MSc. v  e w. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.w 2014 Prof.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Produto misto  u.

-1) = (0.0.(2.2.w i j k   u  v  2  2 0  0i  0 j  2k  (0.MECÂNICA GERAL Noções sobre Vetores Exemplo Calcule o volume de um paralelepípedo definido pelos seguintes vetores: =(-2.1.0.0) e = (2.w  (0. MSc.h ||  w u   V  u  v.-1. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.2).2) 0 1 0    (u  v ). v w   mas.1)  0  0  2  V  2  2 2014 Prof.0).1.br 65 .com. h=||proj V  u  v .

B.MECÂNICA GERAL  Bibliografia utilizada:      2014 Flemming. MSc. M. Foundations and Fundamental Concepts of Mathematics. São Paulo. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. 1992. 1990. M. S. W. Priestley. M. & Gonçalves. Saraiva.br 66 . Calculus: An Historical Approach. O. New York. Stewart.com. Abdounur. Thomson. 2006. Cálculo. Dover. D. São Paulo. 2006. J. Eves. Springer-Verlag. Prof. H. Cálculo A. São Paulo. Matemática Aplicada. & Hariki. Volume I. 1979. J. Person Education.

MECÂNICA GERAL Medidas e Conversões 2014 Prof. MSc.br 67 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.

Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. Prof.MECÂNICA GERAL HISTÓRICO  2014 As unidades de medição primitivas estavam baseadas em partes do corpo humano.br 68 . que eram referências universais. MSc.com.

MECÂNICA GERAL 2014 Prof. MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 69 .com.

br 70 . esse padrão foi oficializado pelo rei Henrique I. em conseqüência da sua grande utilização.com. MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. 2014 Prof.MECÂNICA GERAL O sistema inglês  No século XII.

com o braço esticado. 2014 Prof.MECÂNICA GERAL O sistema inglês A jarda teria sido definida.br 71 . então. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com. MSc. como a distância entre a ponta do nariz do rei e a de seu polegar.

MSc. foram construídas e distribuídas barras metálicas para facilitar as medições.com.br 72 . 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.MECÂNICA GERAL A exemplo dos antigos bastões de um cúbito.

br 73 . 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. não se conseguiu evitar que o padrão sofresse modificações.com. MSc.MECÂNICA GERAL  Apesar da tentativa de uniformização da jarda na vida prática.

com. MSc.MECÂNICA GERAL As relações existentes entre a jarda. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 74 . o pé e a polegada também foram instituídas por leis.760 jardas  2014 Prof. nas quais os reis da Inglaterra fixaram que: 1 pé = 12 polegadas  1 jarda = 3 pés  1 milha terrestre = 1.

16. 4. 128. MSc. Temos. 64.com.. 8.. as seguintes divisões da polegada: 2014 Prof. então. 32.MECÂNICA GERAL Leitura de medida em polegada  A polegada divide-se em frações ordinárias de denominadores iguais a: 2.br 75 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

MSc.br 76 .com.MECÂNICA GERAL LEITURA DE MEDIDA EM POLEGADA 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

br 77 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com. MSc.MECÂNICA GERAL LEITURA DE MEDIDA EM POLEGADA 2014 Prof.

FRAÇÃO DECIMAL  2014 Para facilitar os cálculos na Indústria criou-se a divisão decimal da polegada.br 78 .MECÂNICA GERAL SISTEMA INGLÊS . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com. Prof. MSc.

MECÂNICA GERAL  A polegada subdivide-se em milésimo e décimos de milésimo. 1.com.br 79 . MSc.1247" = 1 polegada e 1 247 décimos de milésimos .003" = 1 polegada e 3 milésimos 1.725" = 725 milésimos de polegada 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

MSc.br 80 .com. 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.MECÂNICA GERAL CONVERSÕES Para converter polegada fracionária em milímetro. deve-se multiplicar o valor em polegada fracionária por 25.4.

MECÂNICA GERAL 2014 Prof.com.br 81 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc.

Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc.br 82 .com.MECÂNICA GERAL EXERCÍCIOS Converter polegada fracionária em milímetro 2014 Prof.

MECÂNICA GERAL A CONVERSÃO DE MILÍMETRO EM POLEGADA FRACIONÁRIA Divide-se o valor em milímetro por 25. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 83 .4 e multiplica-se e dividi-se por 128. 2014 Prof. MSc.com.

br 84 .com.MECÂNICA GERAL 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc.

MECÂNICA GERAL REGRA PRÁTICA Regra prática .Arredondar. 2014 Prof. mantendo-se 128 como denominador.com.04.br 85 . MSc. se necessário. basta multiplicar o valor em milímetro por 5. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.Para converter milímetro em polegada ordinária.

MECÂNICA GERAL REGRA PRÁTICA 2014 Prof.br 86 . MSc.com. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

3656 mm = h) 10.05 mm = c) 25.com.900 mm = m) 133.684 mm = j) 18.br 87 .750 mm = e) 127.00 mm = f) 9. MSc.350 mm = Prof.5875 mm = b) 19.9219 mm = g) 4.256 mm = l) 88.MECÂNICA GERAL EXERCÍCIOS             2014 a) 1.319 mm = i) 14. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.00 mm = d) 31.

br 88 . MSc.MECÂNICA GERAL CONVERSÃO DE POLEGADA MILESIMAL EM POLEGADA FRACIONÁRIA 2014 Prof.com. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

MSc.6875" =  b) .br 89 .MECÂNICA GERAL CONVERTER POLEGADA MILESIMAL EM MILÍMETRO a) .com. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.250" =  d) 2.3906" =  c) 1.7344" =  2014 Prof.

com. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. Prof.br 90 .MECÂNICA GERAL CONVERSÃO DE POLEGADA FRACIONÁRIA EM POLEGADA MILESIMAL  2014 divide-se o numerador da fração pelo seu denominador. MSc.

MECÂNICA GERAL CONVERTER POLEGADA FRACIONÁRIA EM POLEGADA MILESIMAL 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 91 .com. MSc.

br 92 .com. MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.MECÂNICA GERAL Medidas de pressão 2014 Prof.

MECÂNICA GERAL 2014 Prof.br 93 . MSc.com. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

MECÂNICA GERAL 2014 Prof.com.br 94 . MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc.br 95 .MECÂNICA GERAL 2014 Prof.com.

MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.MECÂNICA GERAL 2014 Prof.com.br 96 .

br 97 .com. MSc.MECÂNICA GERAL 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

MECÂNICA GERAL 2014 Prof.br 98 . MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.

MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 99 .com.MECÂNICA GERAL 2014 Prof.

MECÂNICA GERAL 2014 Prof.br 100 . MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.

Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.MECÂNICA GERAL 2014 Prof. MSc.br 101 .

br 102 .com. MSc.MECÂNICA GERAL 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

br 103 . MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.MECÂNICA GERAL 2014 Prof.com.

br 104 .MECÂNICA GERAL LEI DO SENO E COSSENO 2014 Prof. MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.

Determine o modulo a direção e o sentido.com. MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 105 . 2014 Prof.MECÂNICA GERAL O parafuso tipo gancho está sujeito a duas forças F1 e F2.

MECÂNICA GERAL 2014 Prof.br 106 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc.com.

2014 Prof.br 107 .com.MECÂNICA GERAL Vamos resolver utilizando a metodologia aplicada em sala de aula. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc.

com. 2014 Prof. MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.MECÂNICA GERAL Vamos resolver utilizando uma nova metodologia.br 108 .

MSc.com.br 109 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. 2014 Prof.MECÂNICA GERAL Calculo da força resultante utilizando a lei do cosseno.

MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso a wandercleitom@yahoo.br 110 .MECÂNICA GERAL LEI DO COSSENO Fr Fr 150 b 115° 100 2014 Prof.com.

Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.MECÂNICA GERAL Fr Fr 150 115° 100 2014 b a ?? = 1002 + 1502 − 2 × 100 × 150 × ???115° ?? = 212.br 111 .6 ? Prof. MSc.com.

com.br 112 .MECÂNICA GERAL E qual o ângulo da força Fr resultante? PHR 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc.

br 113 .com. Wandercleiton da Silva Cardoso A b = ? ???? = ? ???? wandercleitom@yahoo. MSc.MECÂNICA GERAL LEI DO SENO B Fr c a PHR C ? ???? 2014 Prof.

Wandercleiton da Silva Cardoso = ? ???? wandercleitom@yahoo.com.br = ? ???? 114 .6 ? Fr = 212.6N 150 100 LEI DO SENO ? ???? 2014 Prof.MECÂNICA GERAL ?? = 212. MSc.

6 ? LEI DO SENO 150 Fr = 212. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.MECÂNICA GERAL ?? = 212.com.8° 100 2014 Prof. MSc.br 115 .6 ???115° 115° ? = 39.6N 150 ? ???? = 212.

8° PHR ? = 39.6 ? LEI DO SENO 150 Fr = 212.8° 2014 Prof.8° + 15° ? = 54.com. MSc.MECÂNICA GERAL ?? = 212.6N 150 ? ???? 115° 100 15° = 212. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.6 ???115° ? = 39.br 116 .

MECÂNICA GERAL SISTEMA DE FORÇAS COPLANARES FORÇA COMO VETOR CARTESIANO 2014 Prof. MSc.com. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 117 .

com.br 118 .MECÂNICA GERAL Determine os componentes x e y de F1 e F2 que atuam sobre o componente mecânico mostrado na figura e expresse cada força como vetor cartesiano. 2014 Prof. MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

100 N ?1? = 100 N ← 2014 Prof.200 × sen30° N ?1? = . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 119 .MECÂNICA GERAL Determine os componentes x e y de F1 e F2 que atuam sobre o componente mecânico mostrado na figura e expresse cada força como vetor cartesiano. ?1? = . MSc.

br 120 .com.MECÂNICA GERAL Determine os componentes x e y de F1 e F2 que atuam sobre o componente mecânico mostrado na figura e expresse cada força como vetor cartesiano. ?1? = 200 × cos30° N ?1? = 173 N ?1? = 173 N ↑ 2014 Prof. MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

com. 2014 ?2? = -100 N ?2? = 240 N ?2? = 100 N ↓ ?2? = 240 N → Prof.br 121 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.MECÂNICA GERAL Determine os componentes x e y de F1 e F2 que atuam sobre o componente mecânico mostrado na figura e expresse cada força como vetor cartesiano. MSc.

MECÂNICA GERAL Determine os componentes x e y de F1 e F2 que atuam sobre o componente mecânico mostrado na figura e expresse cada força como vetor cartesiano. MSc.com.br 122 . ?1? = 173 N ↑ ?2? = 100 N ↓ ?1? = 100 N ← ?2? = 240 N → Como escrever a notação vetorial cartesiana? 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

MSc.100i + 173j } N ?2 = { 240i .com. j i ?1? = 100 N ← ?1? = 173 N ↑ ?2? = 240 N → ?2? = 100 N ↓ ?1 = { . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 123 .100j} N ?? = { 140i + 73j} N 2014 Prof.MECÂNICA GERAL Determine os componentes x e y de F1 e F2 que atuam sobre o componente mecânico mostrado na figura e expresse cada força como vetor cartesiano.

com. MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.MECÂNICA GERAL SISTEMA DE FORÇAS COPLANARES FORÇA COMO VETOR CARTESIANO FORÇA COMO VETOR ESCALAR DIAGRAMA DE CORPO LIVRE ÂNGULO DIRETOR VETOR UNITÁRIO 2014 Prof.br 124 .

br 125 .com.MECÂNICA GERAL Expresse a força F como um vetor cartesiano 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc.

MSc.br 126 .com.7072 ) ???? = 1 − 0.25 − 0.25 ???? = ± 0.5 2014 Prof.MECÂNICA GERAL Regra dos cossenos ???? ? + ???? ? + ???? ? = ? ??? 2 ? + ??? 2 60° + ??? 2 45° = 1 ??? 2 ? = 1 − ??? 2 60° − ??? 2 45° ???? = 1 − ??? 2 60° − ??? 2 45° ???? = 1 − (0.52 ) − (0.50 ???? = 0. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

5 ? = ??? −1 0.com.5) = 120° Como Fx está na direção +x o ângulo será 60°.MECÂNICA GERAL Regra dos cossenos ???? = ± 0.5 = 60° ou ? = ??? −1 (−0. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc.br 127 .4?} N 2014 Prof. logo temos: ?? = ????60° ? + ????60° ? + ????45° ? ?? = 200???60° ? ? + 200???60° ? ? + 200???45° ? ?? = {100? + 100? + 141.

com.42 ?? = 1002 + 1002 + 141.MECÂNICA GERAL Regra dos cossenos ?? = {100? + 100? + 141.br 128 . MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.42 ?? = 200 ? 2014 Prof.42 ?? = 1002 + 1002 + 141.4?} N Vamos calcular a prova real? ?? 2 = 1002 + 1002 + 141.

com.MECÂNICA GERAL Determine a intensidade e os ângulos diretores coordenados da força resultante que atua sobre o parafuso olhal.br 129 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. 2014 Prof. MSc.

Como as forças estão representadas como vetor cartesiano. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc.MECÂNICA GERAL Determine a intensidade e os ângulos diretores coordenados da força resultante que atua sobre o parafuso olhal.com.br 130 . a força resultante será: ?? = + ? = ?1 + ?2 ?1 = 60? + 80? ?2 = 50? − 100? + 100? ?? = 50? − 40? + 180? 2014 Prof.

com. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. + ?1 = 60? + 80? ?2 = 50? − 100? + 100? ?? = 50? − 40? + 180? A intensidade (escalar) da força resultante é calculada pela equação: ?? 2 = (50)2 +(−40)2 +(180)2 ?? 2 = 2500 + 1600 + 32400 ?? ≅ 191 ?? ?? = 36500 2014 Prof. MSc.MECÂNICA GERAL Determine a intensidade e os ângulos diretores coordenados da força resultante que atua sobre o parafuso olhal.br 131 .

com. γ são determinados pelos componentes do vetor unitário que atua na direção de Fr.2094? + 0. MSc.2617? − 0. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. logo: ??? = ?? (????????) ?? (???????) ??? = 50 40 180 ? − ? + ? 191 191 191 ??? = 0. ?? = 50? − 40? + 180? ?? − ???ç? ???????? ?? = 191 ?? − ???ç? ??????? Os ângulos das coordenadas α.MECÂNICA GERAL Determine a intensidade e os ângulos diretores coordenados da força resultante que atua sobre o parafuso olhal. β.br 132 .9422? 2014 Prof.

MECÂNICA GERAL
Determine a intensidade e os ângulos diretores coordenados da força resultante
que atua sobre o parafuso olhal.

??? = 0,2617? − 0,2094? + 0,9422?
Logo, para calcular o ângulo diretor:

2014

cos ? = 0,2617

cos? = −0,2094

cos? = 0,9422

? = cos −1 0,2617

? = cos −1 (−0,2094)

? = cos −1 0,9422

? = 74,8°

? = 102°

? = 19,6°

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wandercleitom@yahoo.com.br

133

MECÂNICA GERAL
?? = 50? − 40? + 180? ??
?? = 191 ??

z

? = 19,6°

?1 = 60? + 80? ??
?2 = 50? − 100? + 100? ??
? = 102°
? = 74,8°

y

x
2014

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134

MECÂNICA GERAL

INTRODUÇÃO À RESISTENCIA DOS MATERIAIS
MOMENTO, TENSÃO ADIMISSIVEL

2014

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135

MECÂNICA GERAL
COMPORTAMENTO DO MATERIAL

Quando uma força age sobre um corpo, produz neste uma tensão,
que

pode

ser

de

tração,

compressão,

cisalhamento,

flambagem, flexão ou torção.

2014

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wandercleitom@yahoo.com.br

136

MECÂNICA GERAL
COMPORTAMENTO DO MATERIAL

Todas as tensões produzidas no corpo causa a este uma

deformação. Se a tensão é pequena, o corpo volta ao seu
estado, ou tamanho normal assim que a força deixa de existir
sobre

o

mesmo.

Esta

propriedade

é

chamada

de

elasticidade.

2014

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wandercleitom@yahoo.com.br

137

Se a tensão é pequena. Esta propriedade é chamada de elasticidade. o corpo volta ao seu estado.br 138 .com. ou tamanho normal assim que a força deixa de existir sobre o mesmo. 2014 Prof.MECÂNICA GERAL COMPORTAMENTO DO MATERIAL Todas as tensões produzidas no corpo causa a este uma deformação. MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

se a tensão for muito grande. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. 2014 Prof. MSc.br 139 .com. poderá causar no corpo uma deformação permanente. o corpo poderá ficar permanentemente deformado mesmo após cessada a ação da força. isto é.MECÂNICA GERAL COMPORTAMENTO DO MATERIAL Porém.

A maior tensão que o corpo pode suportar é definida como sendo o limite de resistência ou tensão de ruptura 2014 Prof. se a tensão for ainda maior.MECÂNICA GERAL COMPORTAMENTO DO MATERIAL Por outro lado. poderá causar até uma ruptura do corpo.br 140 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com. MSc.

2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. será reproduzido na figura a seguir o gráfico tensão x deformação. MSc.com.br 141 .MECÂNICA GERAL GRÁFICO TENSÃO DEFORMAÇÃO Para melhor caracterizar o comportamento de um material submetido às tensões progressivas.

Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.MECÂNICA GERAL GRÁFICO TENSÃO DEFORMAÇÃO 2014 Prof. MSc.br 142 .com.

Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 143 .MECÂNICA GERAL GRÁFICO TENSÃO DEFORMAÇÃO 2014 Prof. MSc.

Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 144 . fase elástica e fase plástica. ou seja. A separação destas fases se faz na transição entre o limite de elasticidade e o início do fenômeno de escoamento.MECÂNICA GERAL GRÁFICO TENSÃO DEFORMAÇÃO Pela análise do gráfico verifica-se que o comportamento do material se subdivide em duas fases distintas. 2014 Prof.com. MSc.

MSc.br 145 .com. 2014 Prof. numa faixa assinalada no gráfico como tensão admissível. o material deverá trabalhar dentro do seu limite de elasticidade.MECÂNICA GERAL GRÁFICO TENSÃO DEFORMAÇÃO É necessário observar que para os cálculos de peças que devem suportar os esforços sem provocar as deformações permanentes. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

br 146 . módulo de elasticidade e a dureza. MSc. Para estas propriedades. alongamento. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com. tensão de escoamento ou limite de escoamento. serão adotados os seguintes símbolos: 2014 Prof.MECÂNICA GERAL PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS MATERIAIS Dentre as propriedades mecânicas dos materiais. as de maior interesse para os cálculos de resistência são: Limite de resistência ou tensão de ruptura.

MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. dividindo-se a maior carga suportada pelo corpo de prova pela área da seção original do mesmo.br 147 . 2014 Prof.Os valores para os diferentes materiais se obtém através de ensaio de tração.com.MECÂNICA GERAL PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS MATERIAIS σr = Tensão de ruptura em kgf/cm² .

com.MECÂNICA GERAL Pmax R  So  kgf   cm 2    (Tensão de ruptura em kgf/cm²) onde Pmax = carga máxima em kgf e So = seção original em cm² 2014 Prof.br 148 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc.

Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com. MSc.br 149 .MECÂNICA GERAL  esc Pesc  kgf   S o  cm 2  (Tensão de escoamento em kgf/cm²) Pesc = carga que produz o escoamento em kgf e So = seção original em cm². 2014 Prof.

com. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc. em mm 2014 Prof.MECÂNICA GERAL L  mm  ( L  L0 ) *100 %     L0  mm  L0   Alongamento em % Lo = comprimento inicial do corpo de prova em mm e L = comprimento final após o rompimento do corpo de prova.br 150 .

Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. sua habilidade de resistir a deformação.com.MECÂNICA GERAL MÓDULO DE ELASTICIDADE E = Módulo de elasticidade. isto é. em kgf/cm² é a relação existente entre a tensão e o alongamento do material observado dentro de seus limites de propriedade elástica.  E   kgf   mm 2  σ  tensão em kgf/cm 2  esc  Pesc  kgf  S o  cm 2    Alongament o em % L  mm  ( L  L0 ) *100 %     L0  mm  L0 2014 Prof. MSc.br 151 . O módulo de elasticidade caracteriza a rigidez do material.

Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 152 . MSc.  kgf   R  36  H  2  mm  para aços carbono  kgf   R  34  H  2  mm  ara aços de liga 2014 Prof. que é a relação aproximada entre a dureza e a tensão de ruptura do material.MECÂNICA GERAL DUREZA BRINNEL H = Número de Dureza Brinnel.com.

2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. e por conseguinte. o engenheiro deverá primeiramente definir em qual regime de tensão admite-se o trabalho desta peça.br 153 . determinar o fator de segurança.com. Para dimensionar um elemento metálico.MECÂNICA GERAL TENSÃO ADMISSÍVEL X FATOR DE SEGURANÇA. MSc.

Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. sem provocar a deformação permanente.MECÂNICA GERAL TENSÃO ADMISSÍVEL Na resistência de materiais.br 154 . 2014 Prof. terá que ser considerada nos cálculos uma tensão menor do que a de escoamento. isto é.com. MSc. onde as peças calculadas deverão suportar as cargas com segurança.

Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. cargas intermitentes.br 155 . 2014 Prof.com. alternadas ou mesmo a choques. MSc. deve-se ter em mente que as peças estruturais podem trabalhar em condições adversas sujeitas a cargas estáticas.MECÂNICA GERAL TENSÃO ADMISSÍVEL Esta tensão que oferece à peça uma condição de trabalho sem perigo é chamada de tensão admissível (σadm). Todavia.

faz-se necessário conhecer a condição de trabalho da peça.MECÂNICA GERAL TENSÃO ADMISSÍVEL Desta forma. a fim de poder estabelecer uma tensão admissível compatível com o tipo de carga a suportar. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 156 . MSc. ao calcular um elemento estrutural. 2014 Prof.com.

MSc. pode-se estabelecer a tensão admissível atribuindo-se ao valor de sua tensão de ruptura um coeficiente que é denominado fator de segurança.MECÂNICA GERAL TENSÃO ADMISSÍVEL Conhecendo a condição de trabalho da peça e o tipo de material mais apropriado para a construção desta peça.br 157 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. 2014 Prof.com.

em kgf/cm² R F  2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc.com. em kgf/cm² σR = Tensão de ruptura.MECÂNICA GERAL TENSÃO ADMISSÍVEL   R  kgf  2  F  cm  σ = Tensão admissível.br 158 .

Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. Pode-se distinguir quatro tipos de carga. MSc.br 159 .com.MECÂNICA GERAL FATOR DE SEGURANÇA O fator de segurança é uma relação entre as tensões de ruptura e admissível do material. Os valores aqui adotados serão baseados na qualidade do material e no tipo de carga aplicada à peça. a saber: 2014 Prof.

2014 Prof. MSc.Carga Estática – Quando uma peça está sujeita a uma carga constante e invariável ao decorrer do tempo. Um deck de transportador de correias pode ser enquadrado nesta categoria.MECÂNICA GERAL FATOR DE SEGURANÇA . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 160 .com.

2014 Prof. isto é.com. MSc. variável de zero a um valor máximo permitido. por exemplo.br 161 . a lança de um Descarregador de Navios.Carga Intermitente – Peça sujeita a uma carga pulsante. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.MECÂNICA GERAL FATOR DE SEGURANÇA .

Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. 2014 Prof. MSc. a biela de um cilindro hidráulico de dupla ação. por exemplo.br 162 .Carga Alternada – Quando uma peça está sujeita a uma carga variável nos dois sentidos.com.MECÂNICA GERAL FATOR DE SEGURANÇA .

MSc. 2014 Prof.Carga Brusca ou a Choque – Peça sujeita a variação brusca ou a choque.br 163 . componentes de prensas hidráulicas.MECÂNICA GERAL FATOR DE SEGURANÇA . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com. por exemplo.

MECÂNICA GERAL FATOR DE SEGURANÇA 2014 Prof. MSc.com. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 164 .

MECÂNICA GERAL FATOR DE SEGURANÇA Fator de segurança (F) Carga Material 2014 Estática Intermitente Alternada Brusca Ferro fundido 6 10 15 20 Aço mole 5 6 8 12 Aço duro 4 6 8 12 Madeira 8 10 15 20 Prof.br 165 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com. MSc.

Cabe ao engenheiro determinar a classe de resistência à que a estrutura estará submetida.br 166 .MECÂNICA GERAL CLASSE DE RESISTENCIA É de fundamental importância conhecer o tipo de esforço a que o elemento estrutural está ou estará submetido. MSc. 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. pois terá enorme influência nos cálculos.com.

RESISTÊNCIA À TRAÇÃO .br 167 .MECÂNICA GERAL CLASSE DE RESISTENCIA . estará sofrendo uma tração e uma deformação que será a de acréscimo de comprimento. perpendicular a sua secção transversal. MSc. atuando no sentido do seu eixo. isto é. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com. 2014 Prof.Quando uma barra for submetida a uma força (P).

com. esta sofrerá uma compressão e um achatamento. agir no sentido longitudinal da peça.RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc. perpendicular a sua secção transversal.MECÂNICA GERAL CLASSE DE RESISTENCIA . 2014 Prof.br 168 .Quando uma força (P). isto é.

RESISTÊNCIA À CISALHAMENTO . sofrerá um cisalhamento. 2014 Prof.br 169 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. a peça tenderá a ser cortada. transversalmente ao seu eixo. isto é.Quando duas forças (P) atuam sobre uma peça (ex: rebite).com. MSc.MECÂNICA GERAL CLASSE DE RESISTENCIA .

br 170 . atua sobre uma barra. perpendicularmente ao seu eixo. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.RESISTÊNCIA À FLEXÃO .Quando uma força (P).MECÂNICA GERAL CLASSE DE RESISTENCIA . MSc. 2014 Prof. produzirá a flexão do referido eixo.

agindo no plano perpendicular ao eixo da barra tenderá a girar cada secção transversal em relação às demais secções. 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 171 .MECÂNICA GERAL CLASSE DE RESISTENCIA . MSc. torcendo-a.Quando uma força (P).RESISTÊNCIA À TORÇÃO . Resistência à torção será estudado no curso de resistência dos materiais.com.

MSc. 2014 Prof. ela se dobrará sob a ação da força (P).Se a barra submetida a compressão for de comprimento muito grande em relação a sua secção. produzindo a flambagem.br 172 .com.RESISTÊNCIA A FLAMBAGEM . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. Resistência à flambagem será estudado no curso de resistência dos materiais.MECÂNICA GERAL CLASSE DE RESISTENCIA .

2014 Prof.br 173 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc.MECÂNICA GERAL CLASSE DE RESISTENCIA . Resistência composta será estudado no curso de resistência dos materiais.Quando uma peça estiver sujeita a mais de uma classe de resistência.RESISTÊNCIA COMPOSTA . a mesma terá que ser calculada pela resistência composta.com.

MECÂNICA GERAL RESISTENCIA À TRAÇÃO Inúmeros elementos metálicos estão submetidos às forças de tração. dentre as quais podemos citar colunas de apoio e barras de tração (tirantes) de lanças de empilhadeiras. 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc. recuperadoras.br 174 . descarregadores de navios e parafusos.com.

br 175 .MECÂNICA GERAL 1 – Considerando que a barra seja de seção circular e de aço SAE-1020. determinar o diâmetro que deve ter para suportar com segurança uma carga “P” de 5000 kg estática à tração.com. 2014 Prof. MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

MSc. 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.MECÂNICA GERAL 1 – Considerando que a barra seja de seção circular e de aço SAE 1020.br 176 .com. determinar o diâmetro que deve ter para suportar com segurança uma carga “P” de 5000 kg estática à tração.

com. MSc.br 177 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.MECÂNICA GERAL 2014 Prof.

MECÂNICA GERAL 2014 Prof. MSc.br 178 .com. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

com. MSc. Para o SAE1020. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. os valores são: σR = 4200kgf/cm² Fator de Segurança =5 2014 Prof. determinar o diâmetro que deve ter para suportar com segurança uma carga “P” de 5000 kg estática à tração.br 179 .5 MECÂNICA GERAL 1 – Considerando que a barra seja de seção circular e de aço SAE 1020.

determinar o diâmetro que deve ter para suportar com segurança uma carga “P” de 5000 kg estática à tração. A tensão admissível será:  R  kgf  4200   2  F  cm  5  kgf    840 2   cm  2014 Prof.com.br 180 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc.5 MECÂNICA GERAL 1 – Considerando que a barra seja de seção circular e de aço SAE 1020.

5 MECÂNICA GERAL 1 – Considerando que a barra seja de seção circular e de aço SAE 1020.com.br 181 . Wandercleiton da Silva Cardoso   S  6 cm 2 wandercleitom@yahoo. A tensão admissível é ??? ???/??? Então. a área da seção necessária para suportar a carga com segurança será de: P   5000 S  cm   840 2014 2 Prof. MSc. determinar o diâmetro que deve ter para suportar com segurança uma carga “P” de 5000 kg estática à tração.

com.br 182 . MSc.   S  6 cm 2 Isto significa que para suportar a carga de 5000kgf esta barra deve possuir no mínimo 6cm² de área na seção metálica. determinar o diâmetro que deve ter para suportar com segurança uma carga “P” de 5000 kgf estática à tração. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.5 MECÂNICA GERAL 1 – Considerando que a barra seja de seção circular e de aço SAE 1020. 2014 Prof.

Wandercleiton da Silva Cardoso cm   6  2  d2 4 d  7. determinar o diâmetro que deve ter para suportar com segurança uma carga “P” de 5000 kgf estática à tração. MSc.br 183 .5 MECÂNICA GERAL 1 – Considerando que a barra seja de seção circular e de aço SAE 1020.   S  6 cm 2 Para o cálculo o diâmetro da barra a partir de sua seção. será necessário: S  d2 d  2 2014 4 24  Prof.639  d  2.com.76cm wandercleitom@yahoo.

76cm ou 27. determinar o diâmetro que deve ter para suportar com segurança uma carga “P” de 5000 kgf estática à tração. MSc.br 184 .com.5 MECÂNICA GERAL 1 – Considerando que a barra seja de seção circular e de aço SAE 1020.6mm de diâmetro. 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. Isto significa que para suportar a carga de 5000kgf esta barra deve possuir no mínimo 2.

2014 Prof.com.5 MECÂNICA GERAL 2 – A peça mostrada na figura abaixo é constituída de uma parte com diâmetro maior de 30mm e outra com diâmetro de 20mm. MSc. intermitente. considerando que a mesma é feita de aço estrutural.br 185 . Calcular a carga “P”. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. que poderá ser aplicada à peça.

b) A quantidade de parafusos necessários para a fixação da peça. MSc. 2014 Prof.com. determinar: a) O diâmetro “d” da peça.br 186 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.5 MECÂNICA GERAL 3 – No sistema representado na figura abaixo.

5tf   7500kgf   kgf    840 2   cm  Para o SAE1020.5tf   7500kgf  MECÂNICA GERAL 3 – No sistema representado na figura abaixo. os valores de σR = 4200kgf/cm² Fator de Segurança =5 2014 Prof. A tensão admissível será:  R  kgf  4200   2  F  cm  5 a) Cálculo do diâmetro “d” da peça: P  7.5 P  7.com. MSc.br 187 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. determinar: a) O diâmetro “d” da peça. b) A quantidade de parafusos necessários para a fixação da peça.

br 188 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc.com. A tensão admissível será:  kgf    840 2   cm  Significa que a tensão admissível para o material neste caso será de 840kgf/cm² 2014 Prof.5 MECÂNICA GERAL 3 – No sistema representado na figura abaixo. b) A quantidade de parafusos necessários para a fixação da peça. determinar: a) O diâmetro “d” da peça.

a área da seção necessária para suportar a carga com segurança P  7500kgf  será de: P   7500 S  cm   840 2   S  8.93 cm 2 2014 Prof.  kgf  2  cm    840 Então.5 MECÂNICA GERAL 3 – No sistema representado na figura abaixo. MSc. b) A quantidade de parafusos necessários para a fixação da peça. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 189 .com. determinar: a) O diâmetro “d” da peça.

Isto significa que para suportar a carga de  kgf  2  cm    840 7.93cm² de área na seção metálica.5 MECÂNICA GERAL 3 – No sistema representado na figura abaixo.71   d  3. determinar: a) O diâmetro “d” da peça. MSc. b) A quantidade de parafusos necessários para a fixação da peça.   S  8.71    d 2  d  2 35.500 kgf esta barra deve possuir no mínimo P  7500kgf  8.br 190 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.93  Para o cálculo do diâmetro da barra:  d2 4  35.37cm 2014 Prof.93 cm 2 8.com.

determinar: a) O diâmetro “d” da peça. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.5 MECÂNICA GERAL 3 – No sistema representado na figura abaixo. MSc.37cm ou 33.7mm de diâmetro. d  3.37cm Significa que para suportar a carga de 7500kgf esta barra deve possuir no mínimo 3.br 191 . 2014 Prof. b) A quantidade de parafusos necessários para a fixação da peça.com.

b) A quantidade de parafusos necessários para a fixação da peça.5 MECÂNICA GERAL 3 – No sistema representado na figura abaixo.5cm P  7500kgf  Para o SAE1040.br 192 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc. Cálculo da quantidade de parafusos Diâmetro interno di = 15mm = 1. determinar: a) O diâmetro “d” da peça.com. os valores de σR = 5800kgf/cm² Fator de Segurança =4 A tensão admissível será   R  kgf   2  F  cm  5800 4  kgf    1450 2   cm  2014 Prof.

b) A quantidade de parafusos necessários para a fixação da peça.com.br 193 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc. determinar: a) O diâmetro “d” da peça.5 MECÂNICA GERAL 3 – No sistema representado na figura abaixo. A tensão admissível será  kgf  2  cm    1450 A área total da seção metálica a ser distribuída pelos parafusos necessária para suportar a carga com segurança será de: 2014 Prof.

determinar: a) O diâmetro “d” da peça.5 MECÂNICA GERAL 3 – No sistema representado na figura abaixo.17cm² de área na seção metálica.com.17 cm 2 Isto significa que para suportar a carga de 7500kgf a área total a ser distribuída entre os parafusos deve possuir no mínimo 5. MSc. b) A quantidade de parafusos necessários para a fixação da peça. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. 2014 Prof.br 194 .   St  5.

17 cm 2 Para o cálculo a área de cada parafuso: Sp   d 4 2 cm   Sp  2  1. determinar: a) O diâmetro “d” da peça.   St  5.767 cm 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso 2 wandercleitom@yahoo. b) A quantidade de parafusos necessários para a fixação da peça.br 195 .5 MECÂNICA GERAL 3 – No sistema representado na figura abaixo. MSc.5 4 2    Sp  1.com.

5 MECÂNICA GERAL 3 – No sistema representado na figura abaixo..   Sp  1. determinar: a) O diâmetro “d” da peça.17 1.17cm² então: St Qt  Sp 2014 Qt  5. MSc. 2 Como a área total a ser distribuída entre os parafusos é de 5.br 196 .767cm² de área metálica. Wandercleiton da Silva Cardoso Qt  2.17 cm 2 possui 1.93.  3 parafusos wandercleitom@yahoo.767cm  Isto significa que cada parafuso St  5.. b) A quantidade de parafusos necessários para a fixação da peça.767 Prof.com.

b) O deslocamento do ponto “0” ao ser aplicada a carga. determinar: a) O diâmetro das barras. Considerando que o ângulo älfa” seja de 120 graus.com.br 197 . de 2m de comprimento cada e articuladas nas extremidades deverão suportar com segurança uma carga estática de 2tf. 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. duas barras de aço SAE-1020.5 MECÂNICA GERAL 4 – Na figura abaixo. MSc.

de 2m de comprimento cada e articuladas nas extremidades deverão suportar com segurança uma carga estática de 2tf. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. Inicialmente. determinar: a) O diâmetro das barras.com. Considerando que o ângulo älfa” seja de 120 graus. que é o eixo de interesse: 2014 Prof. será necessário calcular a resultante da somatória das forças no eixo “Y”. duas barras de aço SAE-1020. é necessário traçar o Diagrama de Corpo Livre do sistema: Para calcular as forças “P1”.5 MECÂNICA GERAL 4 – Na figura abaixo.br 198 . MSc.

br 199 .5)  0 2000  P1  0. Considerando que o ângulo älfa” seja de 120 graus.5  1000 1000  P1   P1  2000kgf  0. determinar: a) O diâmetro das barras.5 2014 Prof. Inicialmente. de 2m de comprimento cada e articuladas nas extremidades deverão suportar com segurança uma carga estática de 2tf. duas barras de aço SAE-1020. é necessário traçar o Diagrama de Corpo Livre do sistema: F y 0   P  P1  cos 600  P1  cos 60 0  0     P  2 * P1  cos 600  0  2000  2  ( P1  0.5 MECÂNICA GERAL 4 – Na figura abaixo. MSc.com.5  2  P1  0. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

de 2m de comprimento cada e articuladas nas extremidades deverão suportar com segurança uma carga estática de 2tf. duas barras de aço SAE-1020. é necessário traçar o Diagrama de Corpo Livre do sistema: Isto significa que a força P1 exercida em cada uma das barras será de 2000kgf.5 MECÂNICA GERAL 4 – Na figura abaixo. determinar: a) O diâmetro das barras. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. 2014 Prof. Inicialmente. MSc. Considerando que o ângulo älfa” seja de 120 graus.com.br 200 .

Considerando que o ângulo älfa” seja de 120 graus. determinar: a) O diâmetro das barras. MSc. a) Cálculo do diâmetro das barras “P1”: Para o SAE1020 temos: σR =4200kgf/cm² Fator de Segurança =5 P1 = 2000 kgf 2014 Prof.5 MECÂNICA GERAL 4 – Na figura abaixo.com.br 201 . de 2m de comprimento cada e articuladas nas extremidades deverão suportar com segurança uma carga estática de 2tf. duas barras de aço SAE-1020. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

2014 Prof.5 MECÂNICA GERAL 4 – Na figura abaixo. duas barras de aço SAE-1020.com. MSc. determinar: a) O diâmetro das barras.br 202 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. Considerando que o ângulo älfa” seja de 120 graus. a) Cálculo do diâmetro das barras “P1”: A tensão admissível será: Para o SAE1020 temos:   σR =4200kgf/cm²  R  kgf  F  cm 2  4200   5  kgf     840  2   cm  Fator de Segurança =5 P1 = 2000 kgf Isto significa que a tensão admissível para o material neste caso será de 840kgf/cm². de 2m de comprimento cada e articuladas nas extremidades deverão suportar com segurança uma carga estática de 2tf.

38cm² de área na seção metálica. de 2m de comprimento cada e articuladas nas extremidades deverão suportar com segurança uma carga estática de 2tf.000 kgf esta barra deve possuir no mínimo 2.com.br 203 . determinar: a) O diâmetro das barras. duas barras de aço SAE-1020. Considerando que o ângulo älfa” seja de 120 graus. A área da seção necessária para suportar a carga com segurança será de: a) Cálculo do diâmetro das barras “P1”: Para o SAE1020 temos: σR =4200kgf/cm² S Fator de Segurança =5  cm   P1 2 2000 S 840 2  S1  2. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.38 cm   P1 = 2000 kgf 2014 Isto significa que para suportar a carga de 2. MSc. Prof.5 MECÂNICA GERAL 4 – Na figura abaixo.

52    d 2 P1 = 2000 kgf 2014 Prof. de 2m de comprimento cada e articuladas nas extremidades deverão suportar com segurança uma carga estática de 2tf. duas barras de aço SAE-1020.52  wandercleitom@yahoo.br 204 .com. MSc. determinar: a) O diâmetro das barras.38  cm   d 2 2 4  9.5 MECÂNICA GERAL 4 – Na figura abaixo. Considerando que o ângulo älfa” seja de 120 graus. Wandercleiton da Silva Cardoso d  2 9. a) Cálculo do diâmetro das barras “P1”: Para o SAE1020 temos: cálculo do diâmetro das barras “P1”: S σR =4200kgf/cm²  d 2 4 Fator de Segurança =5  2.

Prof.03 2  d  3.com. duas barras de aço SAE-1020.000 kgf esta barra deve possuir no mínimo 2. Considerando que o ângulo älfa” seja de 120 graus. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. cálculo do diâmetro das barras “P1”: a) Cálculo do diâmetro das barras “P1”: Para o SAE1020 temos: d  2 σR =4200kgf/cm² Fator de Segurança =5 9. determinar: a) O diâmetro das barras.38cm² de área na seção metálica.5 MECÂNICA GERAL 4 – Na figura abaixo. de 2m de comprimento cada e articuladas nas extremidades deverão suportar com segurança uma carga estática de 2tf.74cm Isto significa que para suportar a carga de 2.03 P1 = 2000 kgf 2014  d  1.br 205 .52   d  3. MSc.

Prof. MSc. Considerando que o ângulo älfa” seja de 120 graus.MECÂNICA GERAL 4 – Na figura abaixo.br 206 . de 2m de comprimento cada e articuladas nas extremidades deverão suportar com segurança uma carga estática de 2tf. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. duas barras de aço SAE-1020.com. determinar: a) 2014 O deslocamento do ponto “0” ao ser aplicada a carga.

o valor de E  2.1  10 6  2   cm  L   L E 840  200 cm   L  0. MSc. Inicialmente.1  10 Significa que o alongamento em cada barra “P1” provocado pela força foi de 0.br 207 . determinar: a) O deslocamento do ponto “0” ao ser aplicada a carga.( MECÂNICA GERAL 4 – Na figura abaixo. de 2m de comprimento cada e articuladas nas extremidades deverão suportar com segurança uma carga estática de 2tf.08cm ou 0. será necessário calcular o alongamento das barras: kgf Para o aço.8mm.com. Considerando que o ângulo älfa” seja de 120 graus. 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.08cm 6 2. duas barras de aço SAE-1020.

16cm 0 0. MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.( MECÂNICA GERAL 4 – Na figura abaixo.16cm 0 cos 60 0.5 2014 Prof.com.br 208 .08 cm  h  L  0. determinar: a) O deslocamento do ponto “0” ao ser aplicada a carga. de 2m de comprimento cada e articuladas nas extremidades deverão suportar com segurança uma carga estática de 2tf.08 cm  h  L  0. Agora é possível calcular o deslocamento no ponto “0”: L 0.5 sen 30 ou L 0. duas barras de aço SAE-1020. Considerando que o ângulo älfa” seja de 120 graus.

Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. determinar o diâmetro da barra “1” de aço SAE1020 sujeita a compressão e o diâmetro do tirante “2” do mesmo material.com. sujeito a tração. para suportar com segurança uma carga estática de 5tf. MSc.br 209 .MECÂNICA GERAL Na figura abaixo. O ângulo entre as barras “1”e “2” é de 30 graus. 2014 Prof.

Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. para suportar com segurança uma carga estática de 5tf.com.MECÂNICA GERAL Na figura abaixo. Inicialmente. determinar o diâmetro da barra “1” de aço SAE1020 sujeita a compressão e o diâmetro do tirante “2” do mesmo material.br 210 . sujeito a tração. é necessário traçar o Diagrama de Corpo Livre do sistema 2014 Prof. O ângulo entre as barras “1”e “2” é de 30 graus. MSc.

MSc.5 Isto significa que a força P1 exercida na barra “1” é de compressão e têm intensidade de 10000kgf. sujeito a tração. O ângulo entre as barras “1”e “2” é de 30 graus.5   P1  P1  10000kgf  5000  0. 2014 Prof.br 211 . determinar o diâmetro da barra “1” de aço SAE1020 sujeita a compressão e o diâmetro do tirante “2” do mesmo material. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.  Fy  0   P  P1  cos 60 0  0  P   P1  cos 60 0  5000   P1  0.com.MECÂNICA GERAL Na figura abaixo. para suportar com segurança uma carga estática de 5tf.

5 Isto significa que a força P1 exercida na barra “1” é de compressão e têm intensidade de 10000kgf.com. para suportar com segurança uma carga estática de 5tf. MSc.MECÂNICA GERAL Na figura abaixo. determinar o diâmetro da barra “1” de aço SAE1020 sujeita a compressão e o diâmetro do tirante “2” do mesmo material.5   P1  P1  10000kgf  5000  0. sujeito a tração.br 212 . O ângulo entre as barras “1”e “2” é de 30 graus. 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.  Fy  0   P  P1  cos 60 0  0  P   P1  cos 60 0  5000   P1  0.

2014 Prof. determinar o diâmetro da barra “1” de aço SAE1020 sujeita a compressão e o diâmetro do tirante “2” do mesmo material. sujeito a tração.br 213 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. F x  0   P2  P1  cos 30 0  0  P2   P1  cos 30 0  P2   10000  0. MSc.com. para suportar com segurança uma carga estática de 5tf.866  P2  8660kgf  Isto significa que a força P2 exercida na barra “2” é de tração e têm intensidade de 8660kgf. O ângulo entre as barras “1”e “2” é de 30 graus.MECÂNICA GERAL Na figura abaixo.

MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. Para o SAE1020. O ângulo entre as barras “1”e “2” é de 30 graus. os valores de σR= 4200kgf/cm² Fator de Segurança =5 A tensão admissível será:  R c  kgf  4200  kgf  c     c  840 2  2   F  cm  5  cm  Isto significa que a tensão admissível para o material neste caso será de 840kgf/cm². para suportar com segurança uma carga estática de 5tf. sujeito a tração. determinar o diâmetro da barra “1” de aço SAE1020 sujeita a compressão e o diâmetro do tirante “2” do mesmo material. b) Cálculo do diâmetro da barra “1”. Rc F=5 MECÂNICA GERAL Na figura abaixo.com. sendo que P1 = 10000kgf. 214 2014 Prof.br .

determinar o diâmetro da barra “1” de aço SAE1020 sujeita a compressão e o diâmetro do tirante “2” do mesmo material.br 215 . 2014 Prof. O ângulo entre as barras “1”e “2” é de 30 graus.com. Então. MSc. Rc F=5 MECÂNICA GERAL Na figura abaixo. para suportar com segurança uma carga estática de 5tf. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.9cm² de área na seção metálica. a área da seção necessária para suportar a carga com segurança será de: S1  P1 c cm   10000 S 840 2 1    11. sujeito a tração.9 cm 2 Isto significa que para suportar a carga de 10000kgf esta barra deve possuir no mínimo 11.

16  d  3. Rc F=5 MECÂNICA GERAL Na figura abaixo. Para o cálculo do diâmetro da barra “1”:  S1   d2 4 cm   11. O ângulo entre as barras “1”e “2” é de 30 graus.16  d  15. sujeito a tração.com.6   d 2  15. determinar o diâmetro da barra “1” de aço SAE1020 sujeita a compressão e o diâmetro do tirante “2” do mesmo material. para suportar com segurança uma carga estática de 5tf.89cm Isto significa que para suportar a carga de 10000kgf esta barra deve possuir no mínimo 3. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc. 2014 Prof.9  2  47.9mm de diâmetro.br 216 .89cm ou 38.6    d  d  2 2  d2 4 47.

P2     8660 S2  cm   S 2  10. Rc F=5 MECÂNICA GERAL Na figura abaixo. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. determinar o diâmetro da barra “1” de aço SAE1020 sujeita a compressão e o diâmetro do tirante “2” do mesmo material. MSc. para suportar com segurança uma carga estática de 5tf. c) Cálculo do diâmetro da barra “2” Sendo que P2 = 8660kgf.com.31 cm 2 c 840 2014 2 Prof. sujeito a tração. O ângulo entre as barras “1”e “2” é de 30 graus.br 217 .

MSc.13  d  13. sujeito a tração.2    d 2 2 d  2 41.com.62cm Isto significa que para suportar a carga de 8660kgf esta barra deve possuir no mínimo 3.62cm ou 36. O ângulo entre as barras “1”e “2” é de 30 graus. determinar o diâmetro da barra “1” de aço SAE1020 sujeita a compressão e o diâmetro do tirante “2” do mesmo material. 2014 Prof. c) Cálculo do diâmetro da barra “2” S2   d2 4  10.13  d  3. Rc F=5 MECÂNICA GERAL Na figura abaixo.2   d 2  13. para suportar com segurança uma carga estática de 5tf. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 218 .2mm de diâmetro.31  cm  2  d 4  41.

com. 2014 Prof. sujeito a tração. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. determinar o diâmetro da barra “1” de aço SAE1020 sujeita a compressão e o diâmetro do tirante “2” do mesmo material. MSc.br 219 . para suportar com segurança uma carga estática de 750kgf.MECÂNICA GERAL Na figura abaixo. O ângulo entre as barras “1”e “2” é de 30 graus.

MECÂNICA GERAL
RESISTÊNCIA AO CISALHAMENTO

A resistência ao cisalhamento é o efeito cortante que as

forças exercem sobre as estruturas.
Elementos de fixação, como rebites e parafusos podem estar
sofrendo tensões de cisalhamento.

2014

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220

MECÂNICA GERAL
RESISTÊNCIA AO CISALHAMENTO

Por exemplo, se uma viga está engastada em uma parede e
se encontra sob tensão de flexão, certamente a seção
metálica localizada na extremidade engastada sofrerá um
efeito cortante.

2014

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221

MECÂNICA GERAL
Determine o diâmetro de um rebite de aço SAE-1015 que deve suportar com
segurança uma força intermitente, de natureza cortante pura a cisalhamento que
possui intensidade de 1.000 kgf.

2014

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222

MECÂNICA GERAL
Determine o diâmetro de um rebite de aço SAE-1015 que deve suportar com segurança uma força
intermitente, de natureza cortante pura a cisalhamento que possui intensidade de 1.000 kgf.

A tensão admissível será:
Para o SAE-1015
σR-s= 2.880 kgf/cm²
Fator de Segurança = 6

s 

 R  s  kgf 

F  cm 2 
2880
s 
6
 kgf 
  s  480  2 
 cm 

Isto significa que a tensão admissível para o material neste caso será de
480 kgf/cm².
2014

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223

MECÂNICA GERAL
Determine o diâmetro de um rebite de aço SAE-1015 que deve suportar com segurança uma força
intermitente, de natureza cortante pura a cisalhamento que possui intensidade de 1.000 kgf.

Então, a área da seção necessária para
suportar a carga com segurança será de:
Para o SAE-1015
σR= 2.880 kgf/cm²
Fator de Segurança = 6

S

P

s

cm 
2

1000
S
480
 S  2,08 cm 2

 

Isto significa que para suportar a carga de 1.000 kgf este rebite deve possuir no
mínimo 2,08cm² de área na seção metálica.
2014

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224

880 kgf/cm² Fator de Segurança = 6 S  d 4  2.63cm ou 16.MECÂNICA GERAL Determine o diâmetro de um rebite de aço SAE-1015 que deve suportar com segurança uma força intermitente.br 225 . de natureza cortante pura a cisalhamento que possui intensidade de 1.65  d  2.000 kgf. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc. 2014 Prof.63cm Isto significa que para suportar a carga de 1000kgf este rebite deve possuir no mínimo 1.3   d 2  2. Para o cálculo do diâmetro do rebite: Para o SAE-1015 σR= 2.3mm de diâmetro.com.08  2 cm  2  d 4  8.3    d 2 2 d  2 8.65  d  1.

com. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 226 . 2014 Prof. MSc.MECÂNICA GERAL Determine a força alternada que pode ser aplicada às peças unidas por meio de um rebite de aço SAE-1015 de 10mm de diâmetro.

MECÂNICA GERAL RESISTÊNCIA A FLEXÃO O efeito de flexão é um dos mais comuns em qualquer instalação ou equipamento metálico. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com. 2014 Prof. MSc.br 227 .

Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. 2014 Prof.br 228 . MSc.com. cujas forças ocorrem perpendiculares aos eixos das peças.MECÂNICA GERAL RESISTÊNCIA A FLEXÃO Ocorre normalmente em peças longas. Mesas de giro. lanças e vigas suporte de bases são os exemplos mais comuns de componentes sujeitos a estes tipos de tensão.

MECÂNICA GERAL RESISTÊNCIA A FLEXÃO 2014 Prof. MSc.com.br 229 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

br 230 . MSc.com. As fórmulas e valores para os principais tipos de construção de perfis constantes no ANEXOS_RESMAT 2014 Prof.MECÂNICA GERAL RESISTÊNCIA A FLEXÃO A dedução das fórmulas de momento de inércia e módulo de resistência serão abordadas na disciplina de resistência dos materiais. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

com. MSc.br 231 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. a equação de resistência será: M f  kgf  f  W  cm 2  O Módulo de Resistência será: W 2014   I cm 3 y Prof.MECÂNICA GERAL RESISTÊNCIA A FLEXÃO Para a flexão.

MSc.MECÂNICA GERAL RESISTÊNCIA A FLEXÃO Na figura abaixo pode-se observar que uma viga ao se flexionar. enquanto que as fibras inferiores sofrem compressão. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. o material situado acima da Linha neutra “LN” se traciona. 2014 Prof.com.br 232 .

br 233 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc.com.MECÂNICA GERAL DISPOSIÇÃO DE UMA VIGA E CARGA 2014 Prof.

2014 Prof. uma força de 1. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc.000 kgf sujeito a variação brusca.com.br 234 .MECÂNICA GERAL Determine o diâmetro do pino no sistema de articulação de aço SAE-1040 que deve suportar com segurança a um cisalhamento puro.

br 235 . os valores de Fator de Segurança =12 σR-S = 4. uma força de 1. Para o SAE1040. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.MECÂNICA GERAL Determine o diâmetro do pino no sistema de articulação de aço SAE-1040 que deve suportar com segurança a um cisalhamento puro.350 kgf/cm² e A tensão admissível será:  R s  kgf  4350  kgf  s     s  362 2  2   F  cm  12  cm  Isto significa que a tensão admissível para o material neste caso será de 362kgf/cm² 2014 Prof.000 kgf sujeito a variação brusca.com. MSc.

cada seção recebe apenas a metade da carga total.76cm² de seção resistente nestas condições de trabalho. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. pode-se calcular a área resistente total necessária para suportar a carga: St  P s cm   S 2 t    1000  S t  2. neste tipo de construção o pino têm duas seções resistentes.MECÂNICA GERAL Determine o diâmetro do pino no sistema de articulação de aço SAE-1040 que deve suportar com segurança a um cisalhamento puro.38 cm 2 2014 Prof.br 236 . pois é montado sobre dois apoios. MSc. Como pode ser observado.000 kgf sujeito a variação brusca.com. uma força de 1. A partir daí. Assim sendo.76 cm 2 362 Isto significa que o pino deverá ter no mínimo 2. Portanto:   St  1.

33cm  2014  5.br 237 .000 kgf sujeito a variação brusca.52   d 2  1.52    d 2  d 2  Prof. MSc. uma força de 1.com. Wandercleiton da Silva Cardoso 5.38  2  d2 4 4 d  1.757  d  1.MECÂNICA GERAL Determine o diâmetro do pino no sistema de articulação de aço SAE-1040 que deve suportar com segurança a um cisalhamento puro. O diâmetro do pino é dada por: S  d2 cm   1.757  wandercleitom@yahoo.

3mm de diâmetro nestas condições de trabalho.com.33cm ou 13.52   d 2  1. uma força de 1.MECÂNICA GERAL Determine o diâmetro do pino no sistema de articulação de aço SAE-1040 que deve suportar com segurança a um cisalhamento puro.757  Isto significa que o pino deverá ter no mínimo 1. O diâmetro do pino é dada por: S  d2 cm   1.br 238 .000 kgf sujeito a variação brusca.33cm   5. 2014 Prof.757  d  1. MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.52    d 2  d 2  5.38  2  d2 4 4 d  1.

Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc.br 239 .200 kgf/cm² A tensão admissível será: f   R  kgf   2   F  cm  4200  kgf    f  840 2  5  cm  Isto significa que a tensão admissível para o material neste caso será de 840kgf/cm² 2014 Prof. os valores de e Fator de Segurança =5 σR = 4. Determine o diâmetro da barra sabendo-se que seu comprimento é de 0. Para o SAE-1020.5m.MECÂNICA GERAL Uma barra de aço SAE-1020 engastada numa das extremidades deverá suportar com segurança uma carga estática de 500 kgf concentrada na extremidade livre.com.

000kgf  cm Isto significa que o momento fletor agindo sobre esta viga é de 25000kgf. MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 240 .com.5m. Cálculo do momento fletor e do módulo de resistência: A carga está concentrada na extremidade da viga.cm 2014 Prof.MECÂNICA GERAL para o presente cas será: Uma barra de aço SAE-1020 engastada numa das extremidades deverá suportar com segurança uma carga estática de 500 kgf concentrada na extremidade livre. portanto. Determine o diâmetro da barra sabendo-se que seu comprimento é de 0. o momento fletor máximo  kgf   f  840 2   cm   Mf  P  Lkgf  cm  Mf  500  50  Mf  25.

Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 241 . o momento fletor máximo  kgf   f  840 2   cm   Mf  P  Lkgf  cm  Mf  500  50  Mf  25.5m. Determine o diâmetro da barra sabendo-se que seu comprimento é de 0. portanto. Cálculo do momento fletor e do módulo de resistência: A carga está concentrada na extremidade da viga.cm 2014 Prof.MECÂNICA GERAL para o presente cas será: Uma barra de aço SAE-1020 engastada numa das extremidades deverá suportar com segurança uma carga estática de 500 kgf concentrada na extremidade livre.000kgf  cm Isto significa que o momento fletor agindo sobre esta viga é de 25000kgf. MSc.

76 cm3 W    Isto significa que o módulo de resistência desta viga é de 29. MSc.76 cm³ 2014 Prof.5m.br 242 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. Determine o diâmetro da barra sabendo-se que seu comprimento é de 0.com.MECÂNICA GERAL para o presente cas será: Uma barra de aço SAE-1020 engastada numa das extremidades deverá suportar com segurança uma carga estática de 500 kgf concentrada na extremidade livre. Então o módulo de resistência será: Mf  kgf  W  cm 2  Mf W  cm3  f   kgf   f  840 2   cm  f   25000 840  W  29.

MSc.MECÂNICA GERAL para o presente cas será: Uma barra de aço SAE-1020 engastada numa das extremidades deverá suportar com segurança uma carga estática de 500 kgf concentrada na extremidade livre. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. Determine o diâmetro da barra sabendo-se que seu comprimento é de 0.com.5m.  kgf  2  cm   f  840 Do ANEXOS_RESMAT para uma barra redonda temos que: 2014 Prof.br 243 .

MECÂNICA GERAL Uma barra de aço SAE-1020 engastada numa das extremidades deverá suportar com segurança uma carga estática de 500 kgf concentrada na extremidade livre.32    d 3 d  3 952.com. Determine o diâmetro da barra sabendo-se que seu comprimento é de 0. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.72cm ou 67.2mm de diâmetro.5m.  kgf  2  cm   f  840  W  29. MSc.32   d 3  303.13  d  6. 2014 Prof.br 244 .13  d  3 303.72cm Isto significa que para suportar a flexão da carga de 500kgf esta barra deve possuir no mínimo 6.76   Do ANEXOS_RESMAT para uma barra redonda temos que: cm   d 3 3 32  952.76 cm3 W   d3 32  29.

MECÂNICA GERAL
Uma barra de aço SAE-1020 engastada numa das extremidades deverá suportar com segurança
uma carga estática de 500 kgf concentrada na extremidade livre. Determine o diâmetro da barra
sabendo-se que seu comprimento é de 0,5m.
 kgf 
2
 cm 

 f  840

d  6,72cm

W  29,76 cm3

Do ANEXOS_RESMAT para uma barra
redonda temos que:

Para resolução do problema, também poderá ser consultada tabela para barras
redondas constante do ANEXOS_RESMAT, onde a partir do módulo de resistência
calculado, pode-se selecionar o diâmetro da barra correspondente e que esteja
disponível no mercado. Neste caso:

Para W=29,76cm³ calculado, pode-se selecionar as seguintes barras: W=30,87cm³, barra diâmetro 68mm;
caso esta barra não esteja disponível no mercado, utilizar W=33,47, barra diâmetro 2 ¾”.

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245

MECÂNICA GERAL
Uma barra de aço SAE-1020 engastada numa das extremidades deverá suportar com segurança
uma carga estática de 500 kgf concentrada na extremidade livre. Determine o diâmetro da barra
sabendo-se que seu comprimento é de 0,5m.
 kgf 
2
 cm 

 f  840

Cálculo da flecha máxima

W  29,76 cm3

d  6,72cm

Temos que a flecha máxima admitida para
este tipo de carregamento é dada por:

PL
cm
f 
3 E  I
Para o aço, o valor de

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 kgf 
E  2,1  10 6  2 
 cm 

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246

MECÂNICA GERAL
Uma barra de aço SAE-1020 engastada numa das extremidades deverá suportar com segurança
uma carga estática de 500 kgf concentrada na extremidade livre. Determine o diâmetro da barra
sabendo-se que seu comprimento é de 0,5m.
 kgf 
2
 cm 

Cálculo da flecha máxima

 f  840

 kgf 
E  2,1  10 6  2 
 cm 

W  29,76 cm3

I

2014

 d4
64

PL
cm
f 
3 E  I

d  6,72cm

cm  
4

  6,72 4
64

 

 I  100,1 cm 4

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247

MECÂNICA GERAL
Uma barra de aço SAE-1020 engastada numa das extremidades deverá suportar com segurança
uma carga estática de 500 kgf concentrada na extremidade livre. Determine o diâmetro da barra
sabendo-se que seu comprimento é de 0,5m.
 kgf 
2
 cm 

 

 f  840

I  100,1 cm 4

 kgf 
E  2,1 106  2 
 cm 

W  29,76 cm3

d  6,72cm

Cálculo da flecha máxima

PL
cm
f 
3 E  I

P  L3
500  50 3
62500000
cm 
f 

 f  0,1cm
6
3 E  I
630630000
3  2,1  10  100,1

Isto significa que para estas condições, a flecha máxima na extremidade da viga
será de 0,1cm ou 1mm
2014

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248

MECÂNICA GERAL
Para

uma

barra

extremidades,

de

40mm

aço

de

SAE-1020

diâmetro

e

engastada

1m

de

numa

das

comprimento,

determinar a carga estática que pode ser aplicada com segurança
na extremidade livre. Qual a flecha máxima na barra?

2014

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249

2014 Prof.com. Pede-se dimensionar uma chave fixa a fim de obter o torque necessário ao parafuso. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.MECÂNICA GERAL Um parafuso especial de uma junta aparafusada necessita de um torque de 500kgf. Determinar: a) As dimensões “b”e “h”. c) a deflexão no cabo ao aplicar a máxima força. A chave é de aço SAE3130 e o lado “h” é o triplo de “b”. MSc.cm. aplicando-se uma força brusca de 20kgf na extremidade. b) O comprimento do cabo.br 250 .

c) a deflexão no cabo ao aplicar a máxima força.cm.com. Determinar: a) As dimensões “b”e “h”. b) O comprimento do cabo. MSc. o momento fletor é igual ao momento torsor:  Mt  Mf  P  Lkgf  cm Mf kgf  L P 500  20  L  25cm 2014 Prof. Pede-se dimensionar uma chave fixa a fim de obter o torque necessário ao parafuso. aplicando-se uma força brusca de 20kgf na extremidade. a) Cálculo do comprimento “L” Neste caso. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. A chave é de aço SAE3130 e o lado “h” é o triplo de “b”.MECÂNICA GERAL Um parafuso especial de uma junta aparafusada necessita de um torque de 500kgf.br 251 .

MSc. Determinar: a) As dimensões “b”e “h”. b) O comprimento do cabo. Wandercleiton da Silva Cardoso Isto significa que o comprimento do cabo para este torque será 25cm ou 250mm wandercleitom@yahoo. aplicando-se uma força brusca de 20kgf na extremidade.com.MECÂNICA GERAL Um parafuso especial de uma junta aparafusada necessita de um torque de 500kgf. a) Cálculo do comprimento “L” Neste caso.cm.br 252 . o momento fletor é igual ao momento torsor:  Mt  Mf  P  Lkgf  cm Mf kgf  L P 500  20  L  25cm 2014 Prof. c) a deflexão no cabo ao aplicar a máxima força. A chave é de aço SAE3130 e o lado “h” é o triplo de “b”. Pede-se dimensionar uma chave fixa a fim de obter o torque necessário ao parafuso.

b) Cálculo das dimensões do cabo “b”e “h”: Para o SAE3130. A chave é de aço SAE3130 e o lado “h” é o triplo de “b”. os valores de σR= 6800kgf/cm² e Fator de Segurança = 12 Inicialmente. b) O comprimento do cabo.7  2   cm  2014 Isto significa que a tensão admissível para o material neste caso será de 566. aplicando-se uma força brusca de 20kgf na extremidade. calcularemos a tensão admissível à flexão.MECÂNICA GERAL Um parafuso especial de uma junta aparafusada necessita de um torque de 500kgf. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.  f   R  kgf  F  cm 2  6800  f  12  kgf    f  566.cm. Pede-se dimensionar uma chave fixa a fim de obter o torque necessário ao parafuso. MSc. Determinar: a) As dimensões “b”e “h”.7kgf/cm².com. c) a deflexão no cabo ao aplicar a máxima força.br 253 . Prof.

com.MECÂNICA GERAL Um parafuso especial de uma junta aparafusada necessita de um torque de 500kgf. aplicando-se uma força brusca de 20kgf na extremidade. Pede-se dimensionar uma chave fixa a fim de obter o torque necessário ao parafuso. pode-se calcular o módulo de resistência. MSc. A partir daí.cm.7 Isto significa que a tensão admissível para o material neste caso será de 566. b) O comprimento do cabo. c) a deflexão no cabo ao aplicar a máxima força.882 cm3 2014 Prof.    W  0.7kgf/cm². Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 254 . Mf  f  W Mf W  f  kgf   cm 2    cm  3 500 W  566. Determinar: a) As dimensões “b”e “h”. A chave é de aço SAE3130 e o lado “h” é o triplo de “b”.

para uma barra retangular é dado que:   b  h2 W cm 3 6 2014 E a proporção entre os lados impostos pelo problema é: Prof. Determinar: a) As dimensões “b”e “h”. pode-se calcular o módulo de resistência. Pede-se dimensionar uma chave fixa a fim de obter o torque necessário ao parafuso.br 255 . MSc.MECÂNICA GERAL Um parafuso especial de uma junta aparafusada necessita de um torque de 500kgf. A chave é de aço SAE3130 e o lado “h” é o triplo de “b”.  kgf  2  cm  A partir daí.com. b) O comprimento do cabo.7  A partir do ANEXOS_RESMAT. Wandercleiton da Silva Cardoso h  3  bcm wandercleitom@yahoo. aplicando-se uma força brusca de 20kgf na extremidade. c) a deflexão no cabo ao aplicar a máxima força.cm.  f  566.

MSc.com. Geralmente os elementos de uma treliça são de madeira ou de aço e em geral são unidos por uma placa de reforço com mostrado na figura.MECÂNICA GERAL TRELIÇAS SIMPLES A treliça é uma estrutura de elementos delgados ligados entre si pelas extremidades.br 256 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. 2014 Prof.

MECÂNICA GERAL TRELIÇAS PLANAS As treliças planas são aquelas que se distribuem em um plano e geralmente são utilizadas em estruturas de telhados e pontes.com. MSc.br 257 . 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

br 258 .com. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc.MECÂNICA GERAL TRELIÇA DE UMA PONTE 2014 Prof.

MSc.br 259 . 2) Os elementos são ligados entre si por superfícies lisas. 2014 Prof.MECÂNICA GERAL PROJETO DE TRELIÇAS Hipóteses: 1) Todas as cargas são aplicadas aos nós. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com. normalmente o peso próprio é desprezado pois a carga suportada é bem maior que o peso do elemento.

• Se uma força tende a alongar o elemento.MECÂNICA GERAL ELEMENTO DE DUAS FORÇAS • Devido as hipóteses simplificadoras. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com. MSc. os elementos de uma treliça atuam como barras de duas forças. é chamada de força de compressão. é chamada de força de tração. • Se uma força tende a encurtar o elemento.br 260 . 2014 Prof.

MECÂNICA GERAL MÉTODO DOS NÓS A análise é realizada a partir do diagrama de corpo livre de cada nó que compõe a treliça. São válidas as equações de equilíbrio da estática. MSc.com.br 261 . Método da Seções 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

O método consiste em seccionar o elemento que se deseja analisar na treliça e aplicar as equações de equilíbrio na região seccionada 2014 Prof. Esse método baseia-se no princípio de que se um corpo está em equilíbrio.br 262 .com. qualquer parte dele também está. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc.MECÂNICA GERAL MÉTODO DA SEÇÕES O método das seções é utilizado para se determinar as forças atuantes dentro de um elemento da treliça.

MSc.MECÂNICA GERAL EXEMPLO DO MÉTODO DAS SEÇÕES 2014 Prof.com.br 263 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

2014 Prof.MECÂNICA GERAL EXERCÍCIO 1 1) Determine as forças que atuam em todos os elementos da treliça mostrada na figura e indique se os elementos estão sob tração ou compressão.com. MSc. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.br 264 .

MSc.com.MECÂNICA GERAL SOLUÇÃO DO EXERCÍCIO 1 EQUAÇÕES DE EQUILÍBRIO NÓ B 2014 Prof.br 265 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

MSc.br 266 .MECÂNICA GERAL SOLUÇÃO DO EXERCÍCIO 1 EQUAÇÕES DE EQUILÍBRIO NÓ C 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.

com.br 267 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc.MECÂNICA GERAL SOLUÇÃO DO EXERCÍCIO 1 EQUAÇÕES DE EQUILÍBRIO NÓ A 2014 Prof.

com.br 268 . wandercleitom@yahoo. Wandercleiton da Silva Cardoso Representação dos esforços nos elementos da treliça. MSc.MECÂNICA GERAL SOLUÇÃO DO EXERCÍCIO 1 2014 Prof.

com.br 269 . MSc.MECÂNICA GERAL EXERCÍCIO 2 2) Determine as forças que atuam em todos os elementos da treliça mostrada na figura e indique se os elementos estão sob tração ou compressão. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. 2014 Prof.

com.br 270 . MSc.MECÂNICA GERAL SOLUÇÃO DO EXERCÍCIO 2 CÁLCULO DAS REAÇÕES DE APOIO ?? = 0 600? × 4? + 400? × 3? − ?? × 6 = 0 −?? × 6 = −(600? × 4? + 400? × 3?) ?? = (600? × 4? + 400? × 3?) 6 ?? = 600? ↑ 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.

br 271 .com. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.MECÂNICA GERAL SOLUÇÃO DO EXERCÍCIO 2 CÁLCULO DAS REAÇÕES DE APOIO ?? = 0 600? − ?? = 0 ?? = 600? ← ?? = 0 600? − 400? − ?? = 0 ?? = 600? − 400 ? ?? = 200? ↓ 2014 Prof. MSc.

com. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo. MSc.MECÂNICA GERAL SOLUÇÃO DO EXERCÍCIO 2 EQUAÇÕES DE EQUILÍBRIO NÓ A 200 N 2014 Prof.br 272 .

com. MSc.MECÂNICA GERAL SOLUÇÃO DO EXERCÍCIO 2 EQUAÇÕES DE EQUILÍBRIO NÓ A 200 N 2014 Prof.br 273 . Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.