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TREINAMENTO MÓDULO 1 - 2015 Segurança em Operação de Caldeiras - FIAGRIL-

NR-13 Segurança na Operação de Caldeiras

NR-13

Segurança na Operação de Caldeiras

NR-13 Segurança na Operação de Caldeiras
MÓDULO 1
MÓDULO 1
Prova Inicial 1) Defina com suas palavras o que é pressão 2) Qual a diferença entre
Prova Inicial
1) Defina com suas palavras o que é pressão
2) Qual a diferença entre pressão absoluta e pressão
relativa? Qual delas é lida no manômetro comum?
3) Por que utilizamos o vapor na indústria?
4) O que é calor?
5) O que é temperatura?
6) Que tipo de vapor utilizamos para aquecer, ou seja,
transmitir calor para outra substância?
PRESSÃO DEFINIÇÃO: Pressão é a força exercida por unidade de área. UNIDADES: bar (Sistema Internacional) kgf/cm
PRESSÃO
DEFINIÇÃO: Pressão é a força exercida por unidade de área.
UNIDADES: bar (Sistema Internacional)
kgf/cm 2 (Sistema Métrico)
psi (Sistema Britânico)
Pascal (Sistema Internacional)

TREINAMENTO MÓDULO 1 - 2015 Segurança em Operação de Caldeiras - FIAGRIL-

Lei de Pascal A B A pressão em um recipiente fechado age igualmente em todos os
Lei de Pascal
A
B
A pressão em um recipiente fechado
age igualmente em todos os pontos
Portanto,
A pressão exercida em “A” é a mesma
medida em “B”, pelo manômetro.
Pressão Atmosférica Pressão exercida pela atmosfera, é variável com a altitude.
Pressão Atmosférica
Pressão exercida pela atmosfera,
é variável com a altitude.
Pressão Manométrica Pressão medida acima da atmosférica, lida em um manômetro.
Pressão Manométrica
Pressão medida acima da atmosférica,
lida em um manômetro.
Pressão Absoluta Pabs. atm. man. É a pressão total. É a soma das pressões.
Pressão Absoluta
Pabs.
atm.
man.
É a pressão total.
É a soma das pressões.

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Coluna de Água 10 m.c.a metro água coluna FORÇA PRESSÃO = 15 m ÁREA FORÇA =
Coluna de Água
10 m.c.a
metro
água
coluna
FORÇA
PRESSÃO =
15 m
ÁREA
FORÇA = Peso da coluna de água
10 m
Peso específico X volume
1 m
1 m
1.000 kgf/m 3 X 10 m 3 = 10.000 kgf
P =
10.000 kgf
(100 X 100) cm 2
= 1 kgf/cm 2
= 1 bar
= 10 m.c.a
PRESSÃO • PRESSÃO: Conversões de kgf/cm 2 para m.c.a. multiplique por 10 de psi para kgf/cm
PRESSÃO
• PRESSÃO:
Conversões
de kgf/cm 2 para m.c.a. multiplique por 10
de psi para kgf/cm 2 multiplique por 0,0703
de kgf/cm 2 para psi multiplique por 14,224
de bar para kgf/cm 2 multiplique por 1,0197
de kgf/cm 2 para bar multiplique por 0,9807
de psi para bar multiplique por 0,0717
CALOR CALOR: Energia térmica total de um fluido líquido ou gasoso. UNIDADE: kcal UNIDADES DERIVADAS -
CALOR
CALOR: Energia térmica total de um fluido líquido ou
gasoso.
UNIDADE: kcal
UNIDADES DERIVADAS
-
Quantidade de Calor (kcal/kg)
-
Calor Específico (kcal/kg.Grau C)
-
Fluxo de Calor (kcal/h)
TEMPERATURA:
É
uma
grandeza mensurável
relacionada ao fluxo de calor que pode ser medida
diretamente.
CALOR Conversões de Unidades de btu/h para kcal/h multiplique por 0,251 de kcal/h para k joule/h
CALOR
Conversões de Unidades
de btu/h para kcal/h multiplique por 0,251
de kcal/h para k joule/h multiplique por 4,187

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ESCALAS DE TEMPERATURA CELSIUS KELVIN FAHRENHEIT RANKINE Ponto de vapor 100 o C 0 o C
ESCALAS DE TEMPERATURA
CELSIUS
KELVIN
FAHRENHEIT
RANKINE
Ponto de vapor
100 o C
0 o C
373,1 K
212 o F
671,6 R
Ponto do gelo
273,1 K
32 o F
491,6 R
Zero absoluto
-273,1 o C
0 K
-459,6 o F
0 R
Unidades • TEMPERATURA Métrico - é uma medida em uma escala Centigrada ou Celsius ( o
Unidades
• TEMPERATURA
Métrico - é uma medida em uma escala Centigrada ou
Celsius ( o C)
Britânico - usa-se a escala de Fahrenheit ( o F)
Internacional - usa-se a escala Kelvin (K)
Conversões:
9
de o C para o F
o F =
( o C + 32)
5
de o C para
K
K = o C + 273
5
de o F para o C
o C =
( o F - 32)
9
Calor : Sensível, Latente e Total Temperatura vapor superaquecido água+ vapor líquido vapor saturado Calor vapor
Calor : Sensível, Latente e Total
Temperatura
vapor
superaquecido
água+
vapor
líquido vapor
saturado
Calor
vapor
Temperatura
superaquecido
vapor
saturado
líquido
Calor
calor
calor
calor
sensível
latente
sensível
calor +
calor
= calor
sensível
latente
total
MODOS DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR CONDUÇÃO Quando a transferência é feita de molécula à molécula, sem
MODOS DE TRANSFERÊNCIA DE
CALOR
CONDUÇÃO Quando a transferência é feita de molécula
à molécula, sem que haja transporte dessas
moléculas.
CONVECÇÃO Quando a transferência de calor é de
molécula à molécula, porém há um
transporte simultâneo de matéria. As
moléculas frias do fluido aquecem-se
e deslocam-se para regiões mais quentes,
quando esfriam, deslocam-se para regiões
mais frias.
IRRADIAÇÃO
Quando a transferência se faz de um corpo
para outro, mesmo sem contato entre eles.

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O QUE É VAPOR?
O QUE É VAPOR?
A História do Vapor Não é de hoje que o homem percebeu que o vapor podia
A História do Vapor
Não é de hoje que o homem percebeu que o vapor
podia fazer as coisas se movimentarem.
No primeiro século da era cristã, portanto há mais de
1800 anos, um estudioso chamado Heron de
Alexandria, construiu uma espécie de turbina a vapor,
chamada eolípila. Nesse engenho, enchia-se uma
esfera de metal com água que produzia vapor que se
expandia e fazia a esfera girar quando saía através de
dois bicos, colocados em posições diametralmente
opostas. Todavia, embora isso movimentasse a esfera,
nenhum trabalho útil era produzido por esse
movimento e o sábio não conseguiu ver nenhuma
utilidade prática para seu invento.
TREINAMENTO MÓDULO 1 - 2015 Segurança em Operação de Caldeiras - FIAGRIL- O QUE É VAPOR?
Muitos séculos mais tarde, a máquina a vapor foi a primeira maneira eficiente de produzir energia,
Muitos séculos mais tarde, a máquina a vapor foi a
primeira maneira eficiente de produzir energia,
independentemente da força muscular do homem e do
animal, e da força do vento e das águas correntes.
A invenção e o uso desta máquina foi uma das bases
tecnológicas da Revolução Industrial. Em sua forma
mais simples, as máquinas a vapor usam o fato de que
a água, quando convertida em vapor se expande e
ocupa um volume de até 1.600 vezes maior do que o
original, quando sob pressão atmosférica.

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Foi somente no século XVII, mais precisamente em 1690, que o físico francês Denis Papin usou
Foi somente no século XVII, mais precisamente em 1690,
que o físico francês Denis Papin usou esse princípio para
bombear água. O equipamento bastante rudimentar que ele
inventou, era composto de um pistão dentro de um cilindro
que ficava sobre uma fonte de calor e no qual se colocava
uma pequena quantidade de água. Quando a água se
transformava em vapor, a pressão deste forçava o pistão a
subir.
Então
a fonte de calor era
removida o
que fazia o vapor
esfriar e se condensar. Isso criava um vácuo parcial
(pressão abaixo da pressão atmosférica) dentro do cilindro.
Como a pressão do ar acima do pistão era a pressão
atmosférica, ela o empurrava para
trabalho.
baixo, realizando o
Mas, a utilização efetiva dessa tecnologia só se iniciou com a invenção de Thomas Savery patenteada
Mas, a utilização efetiva dessa tecnologia só se iniciou
com a invenção de Thomas Savery patenteada em 1698
e aperfeiçoada em 1712 por Thomas Newcomen e John
Calley.
Nessa máquina, o vapor gerado em uma caldeira era
enviado para um cilindro localizado em cima da caldeira.
Um pistão era puxado para cima por um contrapeso.
Depois que o cilindro ficava cheio de vapor, injetava-se
água nele, fazendo o vapor condensar.
Isso reduzia a pressão dentro do cilindro e fazia o ar externo empurrar o pistão para
Isso reduzia a pressão dentro do cilindro e fazia o ar
externo empurrar o pistão para baixo. Um balancim era
ligado a uma haste que levantava o êmbolo quando o
pistão se movia para baixo. O vácuo resultante retirava a
água de poços de mina inundados.
Um construtor de instrumentos escocês chamado James
Watt notou que a máquina de Newcomen, que usava a
mesma câmara para alternar vapor aquecido e vapor
resfriado condensado desperdiçava combustível. Por isso,
em 1765, ele projetou uma câmara condensadora
separada, refrigerada a água.
Ela era equipada com uma bomba que mantinha um vácuo parcial e uma válvula que retirava
Ela era equipada com uma bomba que mantinha um
vácuo parcial e uma válvula que retirava periodicamente
o vapor do cilindro. Isso reduziu o consumo de
combustível em 75%. Essa máquina corresponde
aproximadamente à moderna máquina a vapor.

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Em 1782, ele projetou e patenteou a máquina rotativa de ação dupla na qual o vapor
Em 1782, ele projetou e patenteou a máquina rotativa de
ação dupla na qual o vapor era introduzido de ambos os
lados do pistão de modo a produzir um movimento para
cima e para baixo. Isso tornou possível prender o êmbolo
do pistão a uma manivela ou um conjunto de engrenagens
para produzir movimento rotativo e permitiu que essa
máquina pudesse ser usada para impulsionar
mecanismos, girar rodas de carroças ou pás para
movimentar navios em rios.
No fim do século XVIII, as máquinas a vapor produzidas
por Watt e seu companheiro Matthew Boulton forneciam
energia para fábricas, moinhos e bombas na Europa e na
América.
O aparecimento das caldeiras, que podiam operar com altas pressões e que foram desenvolvidas por Richard
O aparecimento das caldeiras, que podiam operar com
altas pressões e que foram desenvolvidas por Richard
Trevithick na Inglaterra e por Oliver Evans nos Estados
Unidos, no início do século XIX, tornou se a base para a
revolução dos transportes uma vez que elas podiam ser
usadas para movimentar locomotivas, barcos fluviais e,
depois, navios.
A máquina a vapor tornou-se a principal fonte produtora de trabalho do século XIX e seu
A máquina a vapor tornou-se a principal fonte produtora
de trabalho do século XIX e seu desenvolvimento se deu
no esforço de melhorar seu rendimento, a confiabilidade
e a relação peso/potência. O advento da energia elétrica
e do motor de combustão interna no século XX, todavia,
condenaram pouco a pouco, nos países mais
industrializados, a máquina a vapor ao quase
esquecimento.
No século XX, a máquina a vapor, como fornecedora de energia foi sendo substituída por: •
No século XX, a máquina a vapor, como fornecedora de
energia foi sendo substituída por:
• Turbinas a vapor, para a geração de energia elétrica;
• Motores de combustão interna para transporte;
• Geradores para fontes portáteis de energia;
• Motores elétricos, para uso industrial e doméstico.
Mesmo assim, o vapor ainda hoje tem extensa aplicação
industrial, nas mais diversas formas, dependendo do tipo
de indústria e da região onde está instalada.

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O Que é Vapor? Como outras substâncias, a água pode se apresentar nos estados sólido (gelo),
O Que é Vapor?
Como outras substâncias, a água pode se apresentar
nos estados sólido (gelo), líquido (água) e gasoso
(vapor). Neste curso, estudaremos a água nos estados
líquido, gasoso e a transição de um estado para outro.
Ao cedermos calor para a água, sua temperatura aumenta
até atingir um determinado valor. A partir deste, a água
não tem mais como se manter em estado líquido.
Esse valor corresponde ao PONTO DE EBULIÇÃO, isto é,
qualquer adição de calor fará com que parte desta água
ferva, se transformando em vapor.
Podemos considerar, de forma sintética que vapor nada mais é que a união do elemento químico
Podemos considerar, de forma sintética que vapor nada
mais
é
que
a
união do elemento químico ÁGUA com
o
elemento físico ENERGIA OU CALOR.
O Que é Vapor?
ÁGUA + CALOR
Por Que Se Utiliza Vapor? • O vapor é gerado à partir da água, fluído relativamente
Por Que Se Utiliza Vapor?
• O vapor é gerado à partir da água, fluído relativamente
barato e acessível em grande parte do planeta;
• Sua temperatura pode ser ajustada com precisão,
controlando sua pressão através de válvulas;
•Transporta grandes quantidades de energia com pouca
massa e, ao retornar ao estado líquido, cede essa energia
ao meio que se deseja aquecer;
• É facilmente transportado através de tubulações, podendo
percorrer grandes distâncias entre os pontos de geração e
utilização.
Vídeo
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Tipos de Vapor VAPOR SATURADO Para aquecimento 85 % VAPOR SUPERAQUECIDO Para geração de energia 15
Tipos de Vapor
VAPOR SATURADO
Para aquecimento 85 %
VAPOR SUPERAQUECIDO
Para geração de energia 15 %
Tipos de Vapor • VAPOR SATURADO Vapor frequentemente em contato com a parte líquida e em
Tipos de Vapor
• VAPOR SATURADO
Vapor frequentemente em contato com
a parte líquida e em equilíbrio térmico
com a mesma.
• VAPOR SUPERAQUECIDO
Vapor que se encontra a temperatura
acima da temperatura do vapor saturado.
Geração de Energia Vapor superaquecido gerador de energia elétrica Gerador Turbina de vapor
Geração de Energia
Vapor superaquecido
gerador de
energia elétrica
Gerador
Turbina
de vapor
Aquecimento Distribuição Utilização Geração Retorno
Aquecimento
Distribuição
Utilização
Geração
Retorno

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Sistema Típico de Vapor Vapor Sistema de Aquecimento Trocadores de Calor Panelões Condensado Vapor Tanques Serpentinados
Sistema Típico de Vapor
Vapor
Sistema
de
Aquecimento
Trocadores
de Calor
Panelões
Condensado
Vapor
Tanques
Serpentinados
Água de
Condensado
Make-up
Vapor
Tanque de
Caldeira
Bomba
Alimentação
Utilizações *VAPOR SATURADO Utilizado para processos de aquecimento. Motivos: - melhor aproveitamento térmico - menor custo
Utilizações
*VAPOR SATURADO
Utilizado para processos de aquecimento.
Motivos: - melhor aproveitamento térmico
- menor custo de geração
*VAPOR SUPERAQUECIDO
Utilizado para movimentação de máquinas
Motivo: necessidade de vapor isento
de água
Unidades • VAZÃO Métrico Britânico Internacional kg/h gpm (galões/min.) m 3 /s
Unidades
• VAZÃO
Métrico
Britânico
Internacional
kg/h
gpm (galões/min.)
m 3 /s
Não Confundir: VAZÃO Volume de um fluido por unidade de tempo Volume kg m 3 =
Não Confundir:
VAZÃO
Volume de um fluido por unidade de tempo
Volume
kg
m
3
=
=
Tempo
h
h
COM
PRESSÃO
Força aplicada por unidade de área
Força
kgf
lb
=
=
Área
cm 2
pol 2

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Unidades • DENSIDADE: É a massa ocupada por um determinado fluido por unidade de volume. UNIDADES:
Unidades
• DENSIDADE: É a massa ocupada por
um determinado fluido por unidade de
volume.
UNIDADES: kg/m 3 (Sistema Métrico/
Internacional)
lb/ft 3 (Sistema Britânico)
Unidades • VOLUME ESPECÍFICO: É o volume ocupado por um determinado fluido por unidade de massa.
Unidades
• VOLUME ESPECÍFICO: É o volume
ocupado por um determinado fluido
por unidade de massa.
UNIDADES: m 3 /kg
Produção de Vapor Pressão constante Temperatura Temperatura Calor Calor constante
Produção de Vapor
Pressão
constante
Temperatura
Temperatura
Calor
Calor
constante
Produção de Vapor Temperatura Temperatura Volume t 2 t 1 Calor
Produção de Vapor
Temperatura
Temperatura
Volume
t
2
t
1
Calor

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Produção de Vapor Temperatura Tempe- Temperatura ratura de ebulição t 3 de ebulição Calor
Produção de Vapor
Temperatura
Tempe-
Temperatura
ratura
de ebulição
t 3
de
ebulição
Calor
Produção de Vapor Temperatura Tempe- ratura 4 t 4 de ebulição Calor
Produção de Vapor
Temperatura
Tempe-
ratura
4
t 4
de
ebulição
Calor
Produção de Vapor Temperatura Temperatura t 5 5 constante Calor
Produção de Vapor
Temperatura
Temperatura
t 5
5
constante
Calor
Produção de Vapor Temperatura t 6 Temperatura 6 Calor
Produção de Vapor
Temperatura
t 6
Temperatura
6
Calor

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Tabela de Vapor Saturado Pressão Pressão Calor Calor Calor Volume Temp. relativa absoluta sensível latente Específico
Tabela de Vapor Saturado
Pressão
Pressão
Calor
Calor
Calor
Volume
Temp.
relativa
absoluta
sensível
latente
Específico
total
bar
kgf/cm 2
ºC
kcal/kg
kcal/kg
kcal/kg
m 3 /kg
0
1
99.1 99.1
539.4
638.5
1.725
1
2
119.6
119.9
525.9
645.8
0.902
2
3
132.9
133.4
516.9
650.3
0.616
3
4
142.9
143.6
509.8
653.4
0.470
4
5
151.1
152.1
503.7
655.8
0.381
5
6
158.1
159.3
498.5
657.8
0.321
6
7
164.2
165.6
493.8
659.4
0.277
7
8
169.6
171.3
489.5
660.8
0.244
8
9
174.5
176.4
485.6
662.0
0.218
9
10
179.0
181.2
481.8
663.0
0.198
10
11
183.2
185.6
478.3
663.9
0.180
11
12
187.1
189.7
475.0
664.7
0.166
12
13
190.7
193.5
471.9
665.4
0.154
13
14
194.1
197.1
468.9
666.0
0.143
14
15
197.4
200.6
466.0
666.6
0.134
Vapor Saturado SECO Ele não varia de temperatura com o título igual a 100 %, ou
Vapor Saturado
SECO
Ele não varia de temperatura com
o título igual a 100 %, ou seja, toda
massa é vapor.
ÚMIDO
Ele não varia de temperatura com
o título variando de 0 a 100 %.
Grau de Superaquecimento É a diferença entre a temperatura do vapor superaquecido e a temperatura do
Grau de Superaquecimento
É a diferença entre a temperatura do vapor
superaquecido e a temperatura do vapor
saturado, a uma determinada pressão.
Exemplo:
Vapor saturado
Vapor saturado
Vapor superaquecido
úmido
seco
P = 10 kgf/cm 2
T = 183,2 o C
P = 10 kgf/cm 2
T = 183,2 o C
P = 10 kgf/cm 2
T = 220 o C
Título ou Qualidade do Vapor É a porcentagem de vapor existente em uma mistura de vapor
Título ou Qualidade do Vapor
É a porcentagem de vapor existente em uma mistura de
vapor saturado. Portanto, se tivermos 1 kg de vapor
saturado com
título X = 75 %, 0.75 kg
dessa
massa
será vapor e 0,25 kg será água.
X =
MASSA DE VAPOR
(MASSA DE VAPOR + ÁGUA)
x 100 %
Título
1,0
0,9
0,8
0,7
0,6
0,5
% uso
50
60
70
80
90 100