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Série Gênesis – Passos tortos pelo caminho reto – Mensagem 13

Série Gênesis – Passos tortos pelo Caminho reto – Mensagem 131

El-Roi, o Deus que me vê.


(Texto: Gn 16:1~16)

1. Introdução.

Vimos no capítulo anterior, que novamente, Deus confirmou a promessa que fizera a
Abrão. Ele mesmo, passando por entre as parte dos animais, demonstrou que Sua
promessa era inevitável. Deus mesmo era a garantia daquilo que prometeu a Abrão. A
garantia que Abrão tinha era suficiente, ou seja, o próprio Deus era a certeza de que a
promessa se cumpriria.

Porém, mais uma vez, a certeza de Abrão é colocada em cheque. A fé que ele tinha em
Deus era mais uma vez provada. Só que a dúvida não partiu mais de sua própria cabeça,
mas daquela que talvez fosse a mais relutante em crer na promessa, ou seja, sua mulher
Sarai. Mais do que ninguém, Sarai sabia do "absurdo" que era ela conceber um filho
naquela idade. Por mais que Deus tivesse falado e dito ao seu marido, pelo texto,
podemos ver que ela não "botava muita fé" no plano divino.

Sarai, cansada de ter que esperar, parte para o mais normal de ser feito naquela época: já
que ela não podia ter um filho, outra mulher podia ser uma espécie de "barriga de
aluguel". Essa prática era normal naquela época, em que a esterilidade era tida como
uma maldição dos deuses. Nesse caso, a má sorte não era apenas de Sarai, mas de toda a
família de Abrão que não tinha um herdeiro direto.

Muito bem. Sarai contou do seu plano para Abrão, e o mais interessante é que Abrão
parece não discutir com Sarai a respeito de sua vontade. Talvez, Abrão estivesse com
pena de Sarai, ou talvez sem muita paciência em ter que encarar o rosto insatisfeito de
Sarai todos os dias. O fato é que Abrão "obedeceu" ao que Sarai lhe pedira. Mas e
aquilo que Deus havia prometido, re-prometido, ratificado e confirmado acerca da
promessa de uma abundante e rica descendência? Uma descendência direta, vinda de
Sarai sua mulher?

Talvez, esse foi o erro mais crasso de Abrão. Ele se deitou com a serva de Sarai, Hagar,
e teve um filho. Mas esse filho não era o Filho da Promessa. Embora Deus também
estendesse a sua bênção para Ismael, esse filho acabou se transformando, mais tarde, em
uma pedra de tropeço para os próprios descendentes de Abrão. Isso mostra-nos uma
coisa: tentar ajudar a acelerar o processo de Deus sempre resulta e mais problema.

A história de Abrão é muito interessante. Quando parece que tudo vai dar certo, e que a
promessa de Deus finalmente se cumprirá, acontece algo que joga essa esperança para
escanteio. Mas a graça de Deus, a despeito das falhas humanas, é soberana. A vontade
de Deus se cumpre unicamente porque Deus assim deseja. Os erros e deslizes de Abrão
não o qualificam diante de Deus, mas é a sua fé que o torna aceitável. Não são os erros
que desqualificam a promessa dada, mas é a graça de Deus que confirma o
cumprimento cabal delas, para a Sua própria Glória!

1
Pregado no MEP dia 02 de maio de 2010.

Paulo Sung Ho Won – www.sunghojd.blogspot.com


A despeito dos nossos erros, Ele ainda se importa conosco!

2. Exposição do texto. (Gn 16:1~16)


1
Ora, Sarai, mulher de Abrão, não lhe dera nenhum filho. Como tinha uma serva
egípcia, chamada Hagar, 2 disse a Abrão: “Já que o SENHOR me impediu de ter filhos,
possua a minha serva; talvez eu possa formar família por meio dela”. Abrão atendeu à
proposta2 de Sarai. 3 Quando isso aconteceu, já fazia dez anos que Abrão, seu marido,
vivia em Canaã. Foi nessa ocasião que Sarai, sua mulher, lhe entregou sua serva egípcia
Hagar. 4 Ele possuiu Hagar, e ela engravidou. Quando se viu grávida, começou a olhar
com desprezo para a sua senhora. 5 Então Sarai disse a Abrão: “Caia sobre você a
afronta que venho sofrendo. Coloquei minha serva em seus braços e, agora que ela sabe
que engravidou, despreza-me. Que o SENHOR seja o juiz entre mim e você”.
6
Respondeu Abrão a Sarai: “Sua serva está em suas mãos. Faça com ela o que
achar melhor”. Então Sarai tanto maltratou Hagar que esta acabou fugindo.
7
O Anjo do SENHOR encontrou Hagar perto de uma fonte no deserto, no
caminho de Sur, 8 e perguntou-lhe: “Hagar, serva de Sarai, de onde você vem? Para
onde vai?” Respondeu ela: “Estou fugindo de Sarai, a minha senhora”.
9
Disse-lhe então o Anjo do SENHOR: “Volte à sua senhora e sujeite-se a ela”.
10
Disse mais o Anjo: “Multiplicarei tanto os seus descendentes que ninguém os
poderá contar”.
11
Disse-lhe ainda o Anjo do SENHOR:
“Você está grávida e terá um filho,
e lhe dará o nome de Ismael,
porque o SENHOR a ouviu
em seu sofrimento.
12
Ele será como jumento selvagem;
sua mão será contra todos,
e a mão de todos contra ele,
e ele viverá em hostilidade3
contra todos os seus irmãos”.
13
Este foi o nome que ela deu ao SENHOR que lhe havia falado: “Tu és o Deus
que me vê”, pois dissera: “Teria eu visto Aquele que me vê?” 14 Por isso o poço, que
fica entre Cades e Berede, foi chamado Beer-Laai-Roi4.
15
Hagar teve um filho de Abrão, e este lhe deu o nome de Ismael. 16 Abrão
estava com oitenta e seis anos de idade quando Hagar lhe deu Ismael.

1. 10 anos de espera.

"Ora, Sarai, mulher de Abrão, não lhe dera nenhum filho. Como tinha uma serva
egípcia, chamada Hagar, disse a Abrão: “Já que o SENHOR me impediu de ter filhos,
possua a minha serva; talvez eu possa formar família por meio dela”." (vss. 1,2)

Na antiguidade, diferente de hoje, tudo o que acontecia era creditado a Deus. A idéia de
que Deus concedia ou não um filho era comum no Antigo Testamento (Cf. 25:21, 30:2,
Lv 20:20, Dt 28:11, Sl 113:9)5. Então tanto as bênçãos, como também as maldições

2
16.2 no sentido de "obedecer" a Sara.
3
16.12 Ou defronte de todos
4
16.14 Isto é, poço daquele que vive e me vê.
5
Cf. Wenham, WBC, pag 7.

2
eram algo vindo diretamente da parte de Deus. Nada mais normal para uma pessoa que
vive em um contexto assim pensar que a sua esterilidade vinda Dele. O que fazer se
Deus não quer que eu tenha filhos? Essa era o pensamento de Sarai. A única maneira
que ela encontrou para que pudesse abraçar um filho era através de uma outra pessoa,
no caso, através de sua serva particular a egípcia Hagar.

Tudo indica que Hagar se juntou à família de Abrão, servindo Sarai como serva, quando
eles foram passar um tempo na terra do Egito. O interessante é que a conseqüência de
ter ido ao Egito, sem a expressa ordem e vontade de Deus ficou encarnado na figura de
Hagar. Era justamente através dela que Sarai desejava ter um filho: barriga-de-aluguel,
na linguagem de hoje. Sem vacilar muito, Gênesis diz que "Abrão atendeu6 à proposta
de Sarai." (vr. 2b). No original, essa frase tem o sentido de Abrão ter obedecido ao
pedido de Sara.

Nesse ponto é importante notar que no capítulo imediatamente acima vemos Abrão
obedecendo Deus. Quando Abrão deu ouvido a Deus, ele foi justificado pela sua fé.
Porém, aqui vemos Abrão tomando uma atitude de fragrante incredulidade por obedecer
a sua mulher Sarai.

"Quando isso aconteceu, já fazia dez anos que Abrão, seu marido, vivia em Canaã. Foi
nessa ocasião que Sarai, sua mulher, lhe entregou sua serva egípcia Hagar." (vr. 3)

10 anos de espera. Agora Abrão tinha 85 anos de idade. Deus aparecera a ele aos 75
naquela primeira chamada. Agora, decorrido tanto tempo e tantas situações adversas, a
promessa ainda teimava em não se cumprir. Quando o tempo passa a paciência se
esgota. Talvez Abrão não tivesse tão preocupado assim, uma vez que participara de uma
experiência impactante com Deus, mas Sarai, que vivia à sombra de Abrão não tinha
essa fé, e por isso, procurou o seu próprio jeito de atingir a promessa de Deus.

Quando buscamos o nosso jeito para cumprir os propósitos de Deus, aquilo que era de
Deus passa a ser meu, e quando isso acontece, perdemos o controle de todo o processo e
o resultado só pode culminar em derrota, frustração e amargura. Foi exatamente o que
aconteceu. Foi uma decisão errada que geraria conseqüências terríveis para o futuro7.

2. Percebendo a grande besteira que foi feita.

"Ele possuiu Hagar, e ela engravidou. Quando se viu grávida, começou a olhar com
desprezo para a sua senhora." (vr. 4).

O plano de Sarai se concretizou. Abrão teve relações sexuais com a serva de Sarai
Hagar: ela se tornou a segunda esposa de Abrão e depois ela engravidou. Quando isso
aconteceu, Hagar começou a desprezar Sarai. Imagine em primeiro lugar a situação de
Hagar. Ela era a serva que estava carregando em seu ventre o futuro herdeiro, o único
herdeiro de todas as riquezas e das bênçãos de Abrão. Nessa condição, ela se sentiu no

6
16:2, Hebraico yr"v' lAql. ~r"b.a; [m;v.YIw: "Abrão ouviu a voz de Sarai". O ato de Abrão ouvir Sarai, sua mulher, de acordo
com Wenham, remete à narrativa do Éden, onde a queda do homem está relacionado ao dar ouvidos à mulher, cf.
Wenham, WBC, pag 8.
7
Westermann supõe que o autor de Genesis aprova a conduta de Sara. Wenham e Von Rad, por sua vez, vêem tal
atitude como um erro. Cf. WBC, pag. 7.

3
direito de menosprezar àquela que era a esposa de fato, mas quem era a estrela do
momento era Hagar.

Por outro lado, Sarai, aquela que havia pensado em tudo isso começou a ser desprezada
pela sua própria serva. Não sabemos que Hagar retribuiu ao não a Sarai o que ela
eventualmente passou como serva. Mas a verdade é que aquilo deixou Sarai ainda mais
para baixo. Ela já não tinha condições de gerar filhos, era vista como uma mulher
incompleta e amaldiçoada. Agora, para piorar a situação, a sua própria serva a despreza.
O feitiço virou contra o feiticeiro.

"Então Sarai disse a Abrão: “Caia sobre você a afronta que venho sofrendo. Coloquei
minha serva em seus braços e, agora que ela sabe que engravidou, despreza-me. Que o
SENHOR seja o juiz entre mim e você”." (vr. 5).

O mais estranho é que Sarai credita toda a culpa daquela humilhação sobre as costas de
seu marido Abrão. No final das contas, Sarai estava culpando Abrão por tudo aquilo.
Mas era justamente Sarai que havia bolado todo aquele esquema. Ao invocar o Senhor
como juiz, parece-nos que Sarai não se sentia culpada. Será que o ato de Abrão ter
cedido à vontade de sua mulher que foi sua grande falha?

O versículo seguinte confirma essa suspeita: "Respondeu Abrão a Sarai: “Sua serva
está em suas mãos. Faça com ela o que achar melhor”. Então Sarai tanto maltratou
Hagar que esta acabou fugindo." (vr. 6). Abrão, ao ser questionado sob Hagar, coloca
essa serva nas mãos de sua esposa para ela agir como quisesse. Naquela situação era
lógico que Sarai iria retribuir o opróbrio que estivera passando. Foi o que aconteceu. De
tanto maltratar sua serva, Hagar acabou fugindo para o deserto. Nas palavras de
Wenham, a primeira cena da história termina em total desastre para todos os
personagens: Sara perde a sua serva, Abrão perde sua segunda esposa e seu novo filho8.

Olhe como um momento de fraqueza de Abrão gerou sucessivos erros. Bastou ele
obedecer a sua esposa, em detrimento de uma vontade preestabelecida de Deus, que as
coisas começaram a desandar. Aquele que era o baluarte da fé, estava experimentando
os efeitos negativos de não depositar inteiramente a confiança em Deus. A partir do
momento que também nós fazemos a mesma coisa, também passamos a correr os
mesmos riscos.

Adversidades, desafios, problemas e incertezas. São coisas que podem e vão acontecer
com cada um de nós. Porém, até que ponto a nossa fé suportará firmemente a tudo isso.
Será que só olhamos para Deus durante os momentos calmos ou normais, ou, podemos
confiar Nele quando tudo parece perdido? A fé pede por atitudes. A fé é demonstrada
em nossas decisões. Não é a toa que Tiago nos diz que "fé sem obras é morta".

3. A misericórdia de Deus que supera nossas besteiras.

"O Anjo do SENHOR encontrou Hagar perto de uma fonte no deserto, no caminho de
Sur, e perguntou-lhe: “Hagar, serva de Sarai, de onde você vem? Para onde vai?”
Respondeu ela: “Estou fugindo de Sarai, a minha senhora”." (vr. 7,8).

8
Cf. WBC pag 9.

4
Quando a expressão "anjo do Senhor" (hw"hy> %a;l.m;) ocorre, podemos ter duas
possibilidades. Um é a manifestação veterotestamentária de Cristo, ou seja, uma
Cristofania. Outra possibilidade, que é o caso desse texto, é a representação do próprio
Deus. Assim, depois que Hagar foge de Sarai, vemos que ela encontra-se com o anjo do
Senhor perto de uma fonte do deserto.

O anjo estava lá para avisar que Hagar voltasse para a casa de Abrão e se sujeitasse
novamente a Sarai: "Disse-lhe então o Anjo do SENHOR: “Volte à sua senhora e sujeite-
se a ela”." (vr. 9). Deus queria que Hagar voltasse para onde ela não era desejada e nem
querida. Mas para que a promessa de Deus se cumprisse na vida dela, ela teria de
obedecer a Deus, algo que Abrão esquecera-se de fazer.

Com essa ordem, Deus faz uma promessa com Hagar, uma outra promessa, paralela à
promessa feita com Abrão: "Disse mais o Anjo: “Multiplicarei tanto os seus
descendentes que ninguém os poderá contar”." (vr. 10). O interessante é notar que
Hagar teve uma outra promessa de Deus, que na verdade, é uma extensão daquela feita
a Abrão.

Como é a graça de Deus. A promessa original que Deus fizera a Abrão dizia respeito a
um descendente direto e legítimo. Porém, Abrão e Sarai não conseguindo esperar pelo
cumprimento desse acordo, tentam fazer do seu jeito a promessa se realizar. Porém,
mesmo que isso tenha sido uma atitude de incredulidade, a graça de Deus também inclui
o filho de Hagar numa promessa paralela, semelhante, mas menos importante no plano
de Deus.

"Disse-lhe ainda o Anjo do SENHOR:


“Você está grávida e terá um filho,
e lhe dará o nome de Ismael,
porque o SENHOR a ouviu
em seu sofrimento.
Ele será como jumento selvagem;
sua mão será contra todos,
e a mão de todos contra ele,
e ele viverá em hostilidade
contra todos os seus irmãos”." (vr. 11,12)

Isso não queria dizer que o pecado de Abrão e Sarai estariam encobertos e esquecidos.
Muito pelo contrário. Ainda que Deus estendesse a sua graça, a conseqüência do pecado
permaneceria: Ismael, o filho de Hagar, seria uma grande pedra de tropeço para os
descendentes de Abrão. O ato de desobediência de Abrão gerou para a história numa
das disputas mais persistentes entre duas nações irmãs, mas separadas pelo ódio e pela
discórdia. Essa é a conseqüência do pecado. Deus nos livra pela graça do domínio do
pecado, mas o preço deve ser pago.

"Este foi o nome que ela deu ao SENHOR que lhe havia falado: “Tu és o Deus que me
vê”, pois dissera: “Teria eu visto Aquele que me vê?” Por isso o poço, que fica entre
Cades e Berede, foi chamado Beer-Laai-Roi" (vr. 13,14).

El-Roi (yair\ lae), o Deus que me vê. Esse foi como Hagar se dirigiu a Deus. Quando Deus
vê, isso quer dizer que Ele se importa com a pessoa (cf. 29:32, Ex 3:7). Embora Hagar

5
tivesse tido uma atitude errada com relação a Sarai, e embora o fruto do seu ventre fosse
um fruto de uma descrença em Deus, Ele ainda continuava se importando com ela! Isso
nos mostra o quanto Deus nos ama e se importa conosco mesmo quando estamos
atolados no lamaçal do pecado e dos nossos problemas. Hagar reconhece isso em Deus:
"Como eu estou ainda viva depois de ter visto a Deus?".

Conclusão

Deus cumpre a sua promessa. Essa é o comentário final desta história: "Hagar teve um
filho de Abrão, e este lhe deu o nome de Ismael." (vr. 15). Ismael, ou seja, o Senhor tem
ouvido, é o cumprimento da promessa feita por Deus a Hagar. É interessante notar que a
promessa a Hagar se cumpriu primeiro do que aquela feita a Abrão onze anos atrás.
Enquanto Hagar desfrutava da sua bênção, "Abrão estava com oitenta e seis anos de
idade quando Hagar lhe deu Ismael." (vr. 16).

Onze anos e aquela promessa não se cumpriu!

Podemos ver que essa história nos mostra que mesmo quando Sarai e Abrão, não
ouvindo a Deus, tentaram dar uma solução à falta de filho, por causa da fé de Abrão e
do seu compromisso com Deus, o filho gerado por Hagar, Ismael, pode também ter a
sua parte na promessa divina. Porém, mesmo que esse ato de misericórdia tenha
acontecido, a conseqüência da falta de confiança do casal Abrão-Sarai seria mais tarde
punido através dos descendentes do próprio Ismael.

A misericórdia e a graça de Deus estão presentes sim na vida daqueles que amam a
Deus e que mesmo assim vacilam no seu caminhar. Porém as conseqüências dos nossos
atos de pecado e independência de Deus são instrumentos Dele mesmo para nos ensinar
a trilhar pelo Caminho certo. Os pecados são perdoados, mas as conseqüências deles
podem nos perseguir.

Hagar é exemplo da Graça Divina.

Ismael é exemplo da Disciplina Divina!

Ambos fazem parte do maravilhoso cuidado de Deus a cada um de nós, porque afinal,
Ele é o Deus que nos vê, que se importa conosco! Amem.