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RESERVADO

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2005

RESERVADO

IAC 107-1005 RES

MINISTÉRIO DA DEFESA
COMANDO DA AERONÁUTICA
DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL
PORTARIA DAC No 244/DGAC/R, DE 14 DE JUNHO DE 2005.
Aprova a Instrução de Aviação Civil (IAC) que trata dos Procedimentos Relativos ao
Embarque de Passageiros Armados em Aeronaves Civis no Território Nacional.
O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL, com base nos
artigos 18 e 19 da Lei Complementar No 97, de 9 de junho de 1999, e nos artigos 1º, 2º e 12 da
Lei No 7.565 (Código Brasileiro de Aeronáutica), de 19 de dezembro de 1986; no uso das
atribuições que lhe conferem o Decreto No 65.144, de 12 de setembro de 1969, que institui o
Sistema de Aviação Civil, e o inciso II do art. 5º, do Cap. II, do Regulamento do Departamento
de Aviação Civil, aprovado pela Portaria nº 30/GM-3, de 20 de janeiro de 1998; e tendo em vista
as Normas e Recomendações constantes dos Anexos à Convenção sobre Aviação Civil
Internacional, promulgada pelo Decreto nº 21.713, de 27 de agosto de 1946, e as
responsabilidades estabelecidas no Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil
(PNAVSEC), estabelecido pela ICA 58-53, de 30 de setembro de 2003, resolve:
Art. 1o Seja efetivada a IAC abaixo discriminada:
IAC –107-1005.
Título: Procedimentos para Embarque de Passageiros Armados
Art. 2o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação no Boletim Reservado do
Comando da Aeronáutica.

Maj Brig Ar JORGE GODINHO BARRETO NERY
Diretor-Geral do DAC

PUBLICADO NO BOL. RES. DO COMANDO DA AERONÁUTICA Nº

I

RESERVADO

DE

DE

DE 2005.

......1 1.......................4 DISTRIBUIÇÃO ...................................................................................1 PASSAGEIROS COM AUTORIZAÇÃO PARA TRANSPORTE OU PORTE DE ARMA SEM SER POR RAZÃO DE OFÍCIO...........................................................................................................................................................................................................................8 3......................................................................... 10 4...........................................1 DESPACHO DO PASSAGEIRO ARMADO ........................2 1...............1...................................................................................................................................8 3...........5 CORRELAÇÕES.................................................................................... 10 4..........................................................................................................................................................................................................................................................................................................2 2 DEFINIÇÕES ............ I SUMÁRIO........................1 FINALIDADE ......................................... 14 7 EMBARQUE E DESEMBARQUE DE PASSAGEIROS ARMADOS EM VÔOS INTERNACIONAIS ......................2005 RESERVADO IAC 107-1005 RES SUMÁRIO PORTARIA DE APROVAÇÃO .... 15 ANEXO 1 MODELO DE FORMULÁRIOS DE PERMISSÃO DE EMBARQUE PELO ÓRGÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA LOCAL .............. 13 6 PROCEDIMENTOS PARA TRANSPORTE DE PASSAGEIRO SOB CUSTODIA A BORDO DE AERONAVE EM VÔO INTERNACIONAL .........................1 1........................ V 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES ...1 ADMINISTRAÇÃO AEROPORTUÁRIA LOCAL ...........................................8 3..........1 1....................8 4 PROCEDIMENTOS PARA EMBARQUE E DESEMBARQUE DA ARMA DE FOGO E/OU MUNIÇÕES .................................................IV CONTROLE DE EMENDAS................................................................................2 1..................8 3................A-2 II RESERVADO ....................................................................................................................................6 CANCELAMENTO......2.....................................................................................................................................................................................................................................................................................................3 APROVAÇÃO...............2 EMPRESA AÉREA ...............................2 RESPONSABILIDADES................ 10 4...............................1 CONSIDERAÇÕES GERAIS ...................................A-1 ANEXO 2 MODELO DE FORMULÁROS DE EMBARQUE DE PASSAGEIRO PORTANDO ARMA DE FOGO A BORDO OU NO PORÃO...................................................... ............1 APLICABILIDADE.3 2................................................2................................................................2 FUNDAMENTO....................................................2 1............................................... 15 AGENTE DE SEGURANÇA ESTRANGEIRO.....................................................................1.....................................................3 3 DISPOSIÇÕES GERAIS ...................2 PASSAGEIROS COM PORTE DE ARMA POR PRERROGATIVA DE CARGO11 5 PROCEDIMENTOS PARA TRANSPORTE DE PASSAGEIRO SOB CUSTODIA A BORDO DE AERONAVE EM VÔO NO TERRITÓRIO NACIONAL ............. II INTRODUÇÃO............................................................. III SIGLAS E ABREVIATURAS..................................

realizada no período de 25 de setembro a 5 de outubro de 2001. a introdução a bordo de aeronaves de todo material que possa oferecer risco à segurança das operações aéreas. bem como à propriedade ou ao meio ambiente. e objetivando a manutenção da confiabilidade pelos usuários da aviação civil. durante a Assembléia da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI). III RESERVADO . realizada em fevereiro de 2002. em particular os trágicos eventos ocorridos nos Estados Unidos da América. contendo as orientações necessárias ao transporte de armas de fogo em aeronaves civis brasileiras. ambas na sede da OACI. por qualquer meio. e a Conferência Ministerial de Alto Nível. resultaram na revisão do Anexo 17 e seus documentos complementares. foram desenvolvidos novos procedimentos AVSEC. em 11 de setembro de 2001. em Montreal . A resposta dos Estados Contratantes da Convenção de Aviação Civil Internacional logo após esses eventos e. tanto em termos culturais quanto de comércio de bens e serviços.Canadá. tanto em âmbito nacional quanto internacional. foi elaborada a presente Instrução.2005 RESERVADO IAC 107-1005 RES INTRODUÇÃO A segurança. regularidade e eficiência da aviação civil nacional e internacional constituem fatores essenciais para a evolução no relacionamento e intercâmbio entre os países. Essas condições têm sido ameaçadas por uma variedade de atos ilícitos e criminosos. posteriormente. Em função disto. no intuito de que este transporte possa ser realizado de forma segura e controlada. de forma a impedir. Neste contexto.

2005 RESERVADO IAC 107-1005 RES SIGLAS E ABREVIATURAS AAL Administração Aeroportuária Local AAS Administração Aeroportuária Sede AVSEC Segurança da Aviação Civil Contra Atos de Interferência Ilícita CBA Código Brasileiro de Aeronáutica COMAER Comando da Aeronáutica CONSAC Comissão Nacional de Segurança Aeroportuária CSA Comissão de Segurança Aeroportuária DAC Departamento de Aviação Civil DECEA Departamento de Controle do Espaço Aéreo DGAC Diretor-Geral de Aviação Civil DOC Documento da OACI associado a Anexo Técnico DPF Departamento de Polícia Federal DSAC Documento de Segurança da Aviação Civil IAC Instrução de Aviação Civil ICA Instrução do Comando da Aeronáutica PNAVSEC Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil PSA Programa de Segurança de Aeroportuária PSEA Programa de Segurança de Empresa Aérea SAC Seção de Aviação Civil SERAC Serviço Regional de Aviação Civil SIE Subdepartamento de Infra-Estrutura IV RESERVADO .

2005 RESERVADO IAC 107-1005 RES Controle de Emendas Emenda No Data Data da Inserção Inserida Por Emenda No 01 33 02 34 03 35 04 36 05 37 06 38 07 39 08 40 09 41 10 42 11 43 12 44 13 45 14 46 15 47 16 48 17 49 18 50 19 51 20 52 21 53 22 54 23 55 24 56 25 57 26 58 27 59 28 60 29 61 30 62 32 64 V RESERVADO Data Data da Inserção Inserida Por .

de 12 de setembro de 1969. de 27 de agosto de 1946. que dispõe sobre registro. 2910. em especial aos Anexos 17 e 18. de 22 de dezembro de 2003.2. que aprova e estabelece procedimentos para o transporte de carga perigosa.2005 RESERVADO 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1. de 27 de outubro de 2003. de 09 de junho de 1997.16 1. de 01 julho 1998. de 08 de janeiro de 1991. de 24 de janeiro de 1997. de 1º de julho de 2004.10 1. sobre o Sistema Nacional de Armas – Sinarm e define crimes. sobre a repressão aos atos contra a segurança da aviação civil. 8. que regulamenta a Lei nº 10. que cria a Comissão Nacional de Segurança da Aviação Civil (CONSAC).14 1.6 1. áreas. Decreto nº. relativo à Convenção de Chicago.2.2. posse e comercialização de armas de fogo e munição. Portaria 355 A/DGAC. R-528/ GC5. Decreto nº. Portaria nº. que institui o Sistema de Aviação Civil do Ministério da Aeronáutica.134. 271-E/SPL. 2134. Portaria nº.2.2.15 1. de 08 de janeiro de 1991.8 1. Decreto nº.2 Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.826. de 24 de setembro de 2003. Decreto nº. 1. 21.2.5 1. de acordo com os procedimentos adotados pelo Departamento de Polícia Federal. 65.2.7 1. que expede instruções para funcionamento de agências de carga aérea. e dá outras providências.3 1. Decreto 72. que dispõe sobre a categoria dos documentos públicos sigilosos e o acesso a eles. Decreto nº. 8159.2. que aprova a edição da Instrução que dispõe sobre o Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil (PNAVSEC).2.1 1. 7565. sobre o Sistema Nacional de Armas – Sinarm . 2. Lei Complementar Nº 97. materiais. em coordenação com a administração aeroportuária e empresas aéreas.713. comunicações e sistemas de informações de natureza sigilosa.1 FINALIDADE IAC 107-1005 RES Esta IAC visa a estabelecer e a unificar os procedimentos de embarque de passageiros armados nos aeroportos nacionais. de 22 de dezembro de 2003. que dispõe sobre as normas gerais para a organização.9 1. que regulamenta o Art 23 da Lei nº.123. de 19 de dezembro de 1986.17 1 RESERVADO .2.4 1.2 FUNDAMENTO 1.12 1. que regulamenta o Art.13 1. Lei nº. Código Brasileiro de Aeronáutica. 23 da Lei nº. de 20 de junho de 1973. e dá outras providências.2. de 29 de dezembro de 1998.2. de 06 de setembro de 1973.2.383.2.159. Decreto nº 5. de 24 de janeiro de 1997. 749B/DGAC. relativo à Convenção de Montreal de 1971. que estabelece normas para a salvaguarda de documentos. Decreto nº.2.144. Lei nº 10. de 25 de junho de 2002. 72753.11 1. 1. Portaria nº. posse e comercialização de armas de fogo e munição. que aprova as instruções reguladoras para autorização de funcionamento de entidades de ensino para o trato da carga aérea e credenciamento de cursos.2. que dispõe sobre registro. Resolução 013/2003 do Conselho de Aviação Civil (CONAC).define crimes e dá outras providências. o preparo e o emprego das Forças Armadas. que dispõe sobre a categoria dos documentos públicos sigilosos e o acesso a eles.2.826. sobre Aviação Civil Internacional.

1 Legislações Complementares expedidas pelas Organizações envolvidas na Segurança da Aviação Civil no Brasil.2005 1. IAC 107-1001. que dispõe sobre a Comissão de Segurança Aeroportuária. elaborado pela OACI. da OACI – Convenção sobre as Infrações e outros atos praticados a bordo de aeronaves. e IAC 108-1001. Documento 8966 (Doc. de 16 de dezembro de 1970. 1. controle.5 1. supervisão e execução do Programa de Segurança Aeroportuária (PSA).8920).2.5.8 1.5. da OACI – Convenção para a Repressão aos Atos Ilícitos contra a Segurança da Aviação Civil. edição provisória. Documento 8364 (Doc. Documento 8973 (Doc.7 1.5. Documento 9284 (Doc.5.9284) – Instruções Técnicas para o Transporte com Segurança de Mercadorias Perigosas por Via Aérea (Anexo 18) – Edição de 2002/2003.5 CORRELAÇÕES 1. 2 RESERVADO .8364). supervisão e execução do Programa de Segurança da Empresa Aérea (PSEA). de 23 de setembro de 1971.CM 1. de abril de 2002.18 1. Documento 8920 (Doc.2.3 RESERVADO IAC 107-1005 RES IAC 1604 de 16 de abril de 1998.5. APROVAÇÃO Aprovada pela Portaria nº 244/DGAC/R de14 de junho de 2005.12 1.9807). de 28 de abril de 2004.5. de 28 de abril de 2004.11 1. de 2002. que trata da elaboração. da OACI – Manual de Referência para Auditoria de Segurança da Aviação Civil. que dispõe sobre procedimentos para identificação de passageiro do transporte aéreo civil.8966).5. IAC 107-1003.6 CANCELAMENTO Não aplicável a esta IAC. que trata da elaboração. da OACI – Convenção para a Repressão ao Apoderamento Ilícito de Aeronaves.4 1.4 DISTRIBUIÇÃO D – SR – IA – CI . de 14 de setembro de 1963. controle. IAC 107-1002. de 05 de dezembro de 2002. que dispõe sobre o controle de acesso às áreas restritas de aeródromos civis brasileiros com operação de serviço de transporte aéreo. IAC 1603 A – 1201 de 21 de dezembro de 2001. Documento 9807 (Doc.5.5.10 1.3 1. de 01 de janeiro de 2003.5. que estabelece normas para o transporte de produtos controlados em aeronaves civis.8973). que estabelece normas para o transporte de artigos perigosos em aeronaves civis.2 1.6 1.9 1.5. IAC 107-1004. 1. 6ª edição da OACI-Manual de Segurança para Proteção da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita. de 05 de dezembro de 2002.5.19 1.

mediante reações aerodinâmicas. onde são efetuados trâmites aduaneiros. 2.2 AERÓDROMO Área destinada a pouso. 2. assessora e conduz as auditorias internas de Segurança da Aviação Civil (AVSEC). bem como identifica vulnerabilidades e avalia risco. manutenção e exploração.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS IAC 107-1005 RES As definições a seguir destinam-se a facilitar a consulta e o entendimento das orientações estabelecidas nesta Instrução de Aviação Civil (IAC) e sua adoção na elaboração. 2. credenciado pelo Departamento de Aviação Civil (DAC).1. 2.4 AEROPORTO Aeródromo público dotado de instalações e facilidades para apoio de operações de aeronaves. sendo capaz de transportar pessoas e / ou coisas. 2.3 AERONAVE Aparelho manobrável em vôo. controle.1. responsável pela sua administração. operação.1. de acordo com os requisitos estabelecidos no Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil (PNAVSEC) e nas instruções emitidas pelo Departamento de Aviação Civil (DAC).1. de imigração.1. embarque e desembarque de pessoas e / ou coisas.1 ADMINISTRAÇÃO AEROPORTUÁRIA Estrutura organizacional do aeroporto. com as definições contidas no PNAVSEC em vigor e no Doc 8973 da OACI.7 AUDITOR DE SEGURANÇA DA AVIAÇÃO CIVIL É o especialista em segurança da aviação civil. quarentena de animais e plantas e procedimentos similares.1. 3 RESERVADO .6 AGENTE DE PROTEÇÃO DA AVIAÇÃO CIVIL Profissional habilitado para exercer atividades de proteção da aviação civil contra atos de interferência ilícita. 2. supervisão e execução dos procedimentos para embarqie de passageiros armados.5 AEROPORTO INTERNACIONAL Aeroporto designado como portão de entrada ou saída para tráfego aéreo internacional. que supervisiona. 2.2005 RESERVADO 2 DEFINIÇÕES 2.1. que se sustenta e circula no espaço aéreo. decolagem e movimentação de aeronaves. de saúde pública.

serviços de bordo.1.1. 2. nem operações não – regulares de transporte aéreo por remuneração ou fretamento. de uso ostensivo e obrigatório.24 CREDENCIAL DE TRIPULANTE Documento de identificação de tripulante. veículos e equipamentos de órgãos governamentais.10 ÁREA OPERACIONAL DO AEROPORTO Área reservada. pátios. de terminais de carga. 2. 2.1. explosivos ou outros dispositivos proibidos ou perigosos que possam ser utilizados para cometer atos de interferência ilícita. faixa de pista. constituídos de área de manobras.9 ÁREA ESTÉRIL Área entre qualquer ponto de inspeção de passageiro e a aeronave para o qual o acesso é estritamente controlado (também conhecida como Área Restrita de Segurança) 2. 2. que possam ingressar nas Áreas Restritas de Segurança (ARS). necessárias à operação do aeroporto ou à fiscalização.8 RESERVADO IAC 107-1005 RES ÁREAS RESTRITAS DE SEGURANÇA (ARS) Área do lado ar de um aeroporto.1. todas as áreas de embarque de passageiros localizadas entre os pontos de controle de acesso e as aeronaves. quando em atividade. unidades administrativas e de controle do espaço aéreo. mediante contrato.22 CONTROLE DE SEGURANÇA Meios para evitar que sejam introduzidos armas. normalmente.21 CONCESSIONÁRIO Indivíduo ou empresa autorizado. 2.1.2005 2. para controle e segurança da aviação civil. demais edificações operacionais e. terminais de passageiros e de carga. expedido pela empresa aérea. expedido pela administração aeroportuária. manutenção e limpeza de aeronaves. 2. 4 RESERVADO .1. veículos e equipamentos. no exercício de atividades funcionais.1.23 CREDENCIAL AEROPORTUÁRIA Crachá ou cartão de identificação de pessoas. 2. a explorar parte das instalações ou áreas aeroportuárias com fins comerciais. dentro dos limites do aeródromo. cujo acesso controlado a fim de garantir a segurança da aviação civil incluindo. previamente estabelecidas nos Programas de Segurança Aeroportuária (PSA).25 CREDENCIAL OFICIAL Crachá ou cartão de identificação de funcionários. centros de correio. de uso ostensivo e obrigatório nos aeroportos. de processamento de bagagem. ainda. áreas de preparação de provisões. torre de controle.1.1. áreas de rampa.20 AVIAÇÃO GERAL Todas as operações de aviação civil que não sejam de serviços aéreos regulares.

1.30 INSPEÇÃO DE SEGURANÇA DA AVIAÇÃO CIVIL Aplicação de meios técnicos ou de outro tipo. pela coordenação e implementação de suas medidas e controles de segurança.26 RESERVADO IAC 107-1005 RES EMPRESA AÉREA Empresa constituída que explora ou se propõe a explorar aeronaves para prestação dos serviços públicos de transporte aéreo regular ou não regular.1. 2.1.29 GERENTE DE SEGURANÇA DE EMPRESA AÉREA Pessoa designada por empresa aérea e qualificada em segurança da aviação civil. o contrabando. 2. 2. na detecção de armas. substâncias. explosivos ou outros artigos perigosos que possam ser utilizados para cometer ato de interferência ilícita. com a finalidade de identificar e / ou detectar armas. de acordo com requisitos estabelecidos no Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil (PNAVSEC) e nas instruções do Departamento de Aviação Civil (DAC).33 INSPETOR DE AVIAÇÃO CIVIL Pessoa credenciada pela Autoridade Aeronáutica para o exercício de fiscalização das atividades da aviação civil.2005 2.27 EQUIPAMENTO DE SEGURANÇA Dispositivo de natureza especializada para uso individual ou como parte de um sistema. responsável pela gestão e coordenação de suas medidas e controles de segurança.1.1. a serviço do Departamento de Aviação Civil (DAC). o descaminho ou outros atos ilícitos.1. 2. responsável em cada aeroporto. com a finalidade de fiscalizar a implementação das normas e instruções do Sistema de Aviação civil nos aeroportos. 2. objetos ou dispositivos perigosos e / ou proibidos. 5 RESERVADO .1. de acordo com os requisitos estabelecidos no Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil (PNAVSEC) e nas instruções do Departamento de Aviação Civil (DAC). 2.1. sem prejuízo da ação de outros órgãos públicos. 2. que possam ser utilizados para cometer um ato de interferência ilícito.32 INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA Atividade conduzida por Inspetor de Aviação Civil.31 INSPEÇÃO COM PODER DE POLÍCIA Procedimentos realizados por órgãos de segurança pública com o propósito de prevenir e reprimir o tráfego ilícito de entorpecentes e drogas afins.28 GERENTE DE SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA Pessoa designada pela administração aeroportuária qualificada em segurança da aviação civil. nas respectivas áreas de competência.

para proteger a aviação civil contra atos de interferência ilícita. que define as diretrizes. 2. em conformidade com o modelo estabelecido no Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil (PNAVSEC).1.1.40 PROGRAMA DE SEGURANÇA DE EMPRESA AÉREA (PSEA) Programa de cunho reservado elaborado pela empresa aérea.37 PASSAGEIRO E BAGAGEM EM CONEXÃO Passageiro e bagagem que efetua conexão direta entre dois vôos diferentes. bem como a coordenação entre os órgãos e entidades envolvidas e as ações e medidas de segurança a serem empreendidas no aeroporto.2005 2. 2.1. que define as responsabilidades de seus empregados.1.38 PÁTIO DE AERONAVES Parte da área operacional do aeroporto. 2. à proteção da aviação civil contra atos de interferência ilícita. em seus apêndices. especificamente. bem como. estacionamento ou manutenção de primeiro escalão. atribuições e responsabilidades dos seus empregados.39 PROGRAMA DE SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA (PSA) Programa de cunho reservado elaborado pela administração aeroportuária. aprovado pelo Departamento de Aviação Civil (DAC). cujo acesso é controlado. visando.1. os procedimentos específicos de segurança aplicáveis a cada aeroporto no qual possua operação regular. para proteger a aviação civil contra atos de interferência ilícita. 2.34 RESERVADO IAC 107-1005 RES LADO AR Área de movimento de um aeroporto. destinada a acomodar as aeronaves para fins de embarque ou desembarque de passageiros.41 PROTEÇÃO DA AVIAÇÃO CIVIL Atividade de segurança preventiva.36 OPERADOR AÉREO Pessoa jurídica (organização ou empresa) que explora ou se propõe a explorar aeronaves para a prestação de serviços aéreos. 2. terrenos adjacentes e edificações. carga ou mala postal. reabastecimento de combustível. em conformidade com o modelo estabelecido pelo Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil (PNAVSEC) aprovado pelo Departamento de Aviação Civil (DAC). 2. em especial das tripulações. ou parte delas. 2. regulamentada pela Autoridade Aeronáutica.1. 6 RESERVADO .1. as instruções gerais.35 LADO TERRA Área aeroportuária de uso público.1. cujo acesso não é controlado.

durante o período de operação do aeroporto.45 TRIPULANTE Pessoa encarregada pelo operador aéreo para cumprir as funções a bordo da aeronave durante o tempo de vôo. habilitada e adequadamente preparada para impedir ou inibir ação criminosa. designada pela empresa aérea. no aeroporto.43 SUPERVISOR DE SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA Pessoa devidamente qualificada.1. 2.1. 2.46 VIGILANTE Pessoa contratada por empresa especializada em vigilância. 7 RESERVADO . designada pela administração aeroportuária.42 RESERVADO IAC 107-1005 RES SEGURANÇA DA AVIAÇÃO CIVIL Combinação de medidas e de recursos humanos e materiais destinados a proteger a aviação civil contra atos de interferência ilícita.2005 2. durante o período de operação da empresa. 2. as atividades relacionadas com a segurança da aviação civil.1.44 SUPERVISOR DE SEGURANÇA DE EMPRESA AÉREA Pessoa devidamente qualificada. transporte de valores ou estabelecimento financeiro. de acordo com a regulamentação do Departamento de Polícia Federal.1. para supervisionar as atividades relacionadas com a segurança da aviação civil. 2. para supervisionar.1.

2. 3. de modo que seja atendido o que estabelece o item 7.2.1 APLICABILIDADE IAC 107-1005 RES Esta Instrução de Aviação Civil (IAC) aplica-se a todos os aeroportos domésticos e internacionais. a) orientar e coordenar o embarque do passageiro. de acordo com o previsto no PSA. além das normas e instruções complementares do DAC. em conjunto com o órgão policial de fiscalização.2005 RESERVADO 3 DISPOSIÇÕES GERAIS 3. 3.1. e b) fiscalizar e supervisionar a implementação dos procedimentos de embarque de passageiros armados.2 EMPRESA AÉREA a) implementar os procedimentos para embarque de passageiros com armas de fogo com a Administração Aeroportuária e o DPF.2.1 São responsabilidades da Administração Aeroportuária Local a) coordenar os procedimentos para embarque de passageiros com armas de fogo em conjunto com as empresas aéreas e o Departamento de Polícia Federal (DPF). visando a unificar e a divulgar os procedimentos relativos ao transporte de armas de fogo em aeronaves no território nacional. estabelecidos nos PSA e nos PSEA.2 RESPONSABILIDADES 3. e 8 RESERVADO . em coordenação com a Policia Federal. com o Órgão Policial Estadual local a fiscalização das autorizações de porte de arma. no seu impedimento ou inexistência naquele aeroporto. b) supervisionar a implementação dos procedimentos de embarque de passageiros armados pelas as empresas aéreas. de acordo com o previsto no respectivo PSEA. d) informar à equipe de inspeção sobre o embarque de passageiro armado. c) disponibilizar. e e) coordenar com o DPF ou.1 São responsabilidades da Empresa Aérea quanto a passageiro titular de autorização de porte de arma sem ser por razão de ofício.1 ADMINISTRAÇÃO AEROPORTUÁRIA LOCAL 3.2.4.6 do PNAVSEC. legislação aeronáutica brasileira. b) orientar o pasageiro para que seja providenciada a retirada da munição da arma em local com infra-estrutura e segurança apropriadas. conforme estabelecido no PSA. de acordo com o previsto no PSEA. 3. um local isolado sem contato visual com o meio externo e equipada com uma “caixa de areia” para desmuniciamento da arma de fogo. de acordo com o previsto no PSA. quando estes estiverem sendo realizados sob a coordenação de empresas de serviços auxiliares de transporte aéreo que lhe prestem serviço.2.

em local seguro estabelecido no PSEA. por prerrogativa de cargo. d) instruir o passageiro. b) implementar um cartão de embarque com um indicativo discreto da autorização para acesso à ARS e à aeronave. conduzir e transportar a arma não municiada. a) verificar se o passageiro está portando documento legal de identidade. pistola ou revólver. em cofre trancado. c) assegurar que apenas uma arma de fogo. a fim de evitar alarde indesejável da equipe de inspeção. seja embarcada por passageiro.2005 RESERVADO IAC 107-1005 RES c) receber. portando arma de fogo de pequeno porte.2 São responsabilidades da Empresa Aérea quanto a passageiro possuidor de porte de arma. incluindo a retirada da munição.2. 3. a informação dos assentos de outros passageiros armados e de que não lhe será servida bebida alcoólica. devolvendo a arma e a munição ao passageiro.2. e g) manter um registro das informações sobre o embarque de passageiro armado a bordo da aeronave. de maneira segura e fora do alcance dos demais passageiros. e) preencher e enviar ao Comandante da aeronave uma via do Anexo 2 desta IAC. f) informar e coordenar junto a administração aeroportuária o embarque do passageiro armado. sobre as normas e os regulamentos pertinentes ao transporte de armas. antes do embarque. a permanência no assento designado no cartão de embarque. com sua munição principal e outra munição reserva. comprovando sua autorização para portar arma de fogo de pequeno porte por razão de ofício. 9 RESERVADO . devidamente preenchido e assinado. no seu destino. através do arquivamento de cópia do Anexo 2.

1.6 Ao chegar no setor do DPF. b) da arma.7 O funcionário da empresa não deve.1. constante do PSA.1.1. para que. com indicativo discreto que permita a identificação por parte da tripulação e despachantes e com número de assento préestabelecido. seja realizada a verificação: a) de seu documento de identidade.1 DESPACHO DO PASSAGEIRO ARMADO 4. seu embarque apenas será autorizado se o tempo restante para a realização dos procedimentos descritos nesta IAC não interferir no horário do vôo.1.1.1.1.1.1.9 Após a verificação da documentação pelo órgão de segurança pública e liberação do passageiro. 4. a outro órgão de segurança pública. ser preenchido o Anexo 2 desta IAC. outra para registro da empresa aérea e a terceira via deve ser anexada à arma. igualmente. atentando para o estipulado no item 4.1. na sua ausência.1. conforme previsto nesta 4. O desmuniciamento deve ser realizado em local apropriado.2005 RESERVADO IAC 107-1005 RES 4 PROCEDIMENTOS PARA EMBARQUE E DESEMBARQUE DA ARMA DE FOGO E/OU MUNIÇÕES 4. na sua ausência. O processo de desmuniciamento deve ser realizado de acordo com orientações do DPF.4. de acordo com o estabelecido na IAC 107-1002. 4. ou.1.1.1. nesta condição. em 3 (três) vias. 2 (duas) horas antes do horário do vôo e comunicar à empresa aérea que está de posse de arma de fogo.1.2 Caso o passageiro se apresente para despacho com antecedência inferior à exigida no item 4. na sua ausência.1. sendo uma para o Comandante da aeronave.1. 4.1.8 IAC. a arma deve ser acondicionada em um envelope ou outro recipiente lacrado para que seja conduzido à aeronave. 4. que desejar embarcar em aeronave transportando arma de fogo deve apresentar-se para o despacho.3 A empresa aérea deverá emitir bilhete de passagem.1. 4. 4. o passageiro deverá apresentar todos os documentos e prestar todas as informações necessárias para que o agente de polícia federal possa preencher o Anexo 1 ou. e c) da autorização de transporte ou porte de arma. no mínimo. o representante do órgão de segurança pública existente no aeroporto.5 O passageiro deve ser conduzido por um funcionário da empresa ao setor do Departamento de Polícia Federal (DPF) de plantão no aeroporto ou.1. ficando uma no setor do DPF e a outra com o passageiro. 4.1.1.4 Deve. O Anexo 1 deverá ser preenchido em 2 (duas) vias. outro órgão de segurança pública. em nenhum momento. manusear a arma.1.1 O passageiro. 10 RESERVADO . antes de realizar o despacho do passageiro (“check-in”).1 PASSAGEIROS COM AUTORIZAÇÃO PARA TRANSPORTE OU PORTE DE ARMA SEM SER POR RAZÃO DE OFÍCIO 4.

no interior da cabine. observando o contido no PNAVSEC. os seguintes agentes públicos. neste caso. poderão portar arma de fogo fora da respectiva unidade federativa.12 No caso de transferência de passageiro armado de uma aeronave para outra.2. ser anexado à arma embarcada.1. igualmente. Oficiais das Polícias Militares dos Estados e do Distrito Federal.2 PASSAGEIROS COM PORTE DE ARMA POR PRERROGATIVA DE CARGO 4. 4.10 Em nenhuma hipótese será permitido o transporte da arma pelo passageiro. k) Procuradores do Ministério Público Federal. h) Integrantes da Carreira de Auditoria da Receita Federal. deverão. g) Agentes e Delegados das Policias Civis dos Estados e do Distrito Federal. conforme estabelecido em normas próprias. 4. 4. de maneira segura e fora do alcance dos demais passageiros. Lei 10. 4. PSEA e as orientações do DPF ou. por prazo determinado. i) Magistrados. 11 RESERVADO .2.1. a empresa aérea deve transportar a arma não municiada. para assegurar a correta devolução ao seu dono. j) Promotores de Justiça dos Estados e do Distrito Federal.1.1 São considerados.1. Policiais Federais. colocando-a em cofre lacrado na aeronave.1.13 Os procedimentos específicos estabelecidos pelo DPF devem ser observados complementarmente a esta IAC.1.1. Agentes operacionais da Agência Brasileira de Inteligência e os agentes do Departamento de Segurança do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. Policiais Rodoviários Federais.1.11 Os dados constantes do Anexo 2. do outro órgão de segurança pública existente no aeroporto.1. e l) Integrantes das Polícias da Câmara Federal e do Senado Federal. para fins de autorização para embarque em aeronaves. passageiros com porte de arma por prerrogativa de cargo. é dever da empresa aérea notificar a tripulação da nova aeronave sobre a presença do passageiro armado. quando no exercício de suas funções institucionais ou em trânsito. 4.2005 RESERVADO IAC 107-1005 RES 4.1. 4.1. incluindo as demais informações do procedimento padrão. Auditores-Fiscais e Técnicos da Receita Federal.1. Oficiais dos Corpos de Bombeiros Militares dos Estados e do Distrito Federal. 4.826/2003 e outras leis não contempladas na listagem abaixo: a) b) c) d) e) f) Oficiais das Forças Armadas. na sua ausência. através do confronto com a via do passageiro.13 Os procedimentos para o transporte da arma até a aeronave devem ser realizados de acordo com o PSA.1.1. desde que expressamente autorizados pela instituição a que pertençam.2 Os integrantes das policias civis estaduais e das Forças Auxiliares.1.12 Após o recebimento.

1. manusear a arma. do outro órgão de segurança pública constante do PSA. a empresa aérea deve terminar a realização do despacho do passageiro (“checkin”). seu embarque apenas será autorizado se o tempo restante para a realização dos procedimentos descritos nesta IAC não interferir no horário do vôo.12 O indicativo descrito no item anterior deve ser estabelecido em comum acordo com a administração aeroportuária. 12 RESERVADO .2. na sua ausência.4 Caso o passageiro se apresente para despacho com antecedência inferior à exigida no item 4.1. O desmuniciamento deve ser realizado em local apropriado.1.2. 4.1. 4.10 No setor do DPF.2005 RESERVADO IAC 107-1005 RES 4.2. incluindo as demais informações do procedimento padrão. 4. de acordo com o estabelecido na IAC 107-1002. nesta condição. no mínimo.3.2. 4. o representante do órgão de segurança pública existente no aeroporto. é dever da empresa aérea notificar a tripulação da outra aeronave sobre a presença do passageiro armado.5 Deve ser preenchido pelo representante da empresa aérea o Anexo 2 desta Iac. em 2 (duas) vias.2. a fim de facilitar o reconhecimento do passageiro pela a equipe de inspeção.8 O funcionário da empresa não deve.14 Os procedimentos específicos estabelecidos pelo DPF devem ser observados complementarmente a esta IAC. na sua ausência. e a autorização para portar arma de fogo (de pequeno porte) por razão de ofício.2.1.6 O funcionário responsável pelo atendimento deve solicitar ao passageiro o documento legal de identidade.1. em nenhum momento. 2 (duas) horas antes do horário do vôo e comunicar à empresa aérea que está de posse de arma de fogo.9 IAC. 4. ou.13 No caso de transferência de passageiro armado de uma aeronave para outra.2. para que seja realizada a verificação da documentação da arma e da autorização de porte de arma.3 O passageiro. entregando-lhe um cartão de embarque com um indicativo discreto que lhe autorize o acesso à área restrita e à aeronave armado.2. sendo uma para o Comandante da aeronave e outra para registro da empresa aérea. O processo de desmuniciamento deve ser realizado de acordo com orientações do DPF. na sua ausência. 4. 4. O Anexo 1 deverá ser preenchido em 2 (duas) vias.11 Após a verificação da documentação pelo órgão de segurança pública e a liberação do passageiro. 4.7 O passageiro deve ser conduzido por um funcionário da empresa ao setor do Departamento de Polícia Federal de plantão no aeroporto. 4. antes de realizar o despacho de passageiro (“check-in”).1.1.1.2. conforme previsto nesta 4.1. ficando uma no setor do DPF e a outra com o passageiro.1.2.2. o passageiro deverá apresentar todos os documentos e prestar todas as informações necessárias para que o agente de polícia federal possa preencher o Anexo 1 ou.2. do outro órgão de segurança pública presente. 4. que desejar embarcar em aeronave transportando arma de fogo deve se apresentar para o despacho. ou.2.1.1.

a bordo de aeronave. pela potencial ameaça que ela representa à segurança do vôo e a dos demais passageiros. conforme estabelecido no PSA.6 A autoridade policial responsável pela escolta deve informar ao DPF. a pessoa sob custódia não deve ser algemada a nenhuma parte da aeronave. o vôo em que tiver sido feita a reserva e se a pessoa escoltada é considerada perigosa ou não. Sob condições normais. a administração aeroportuária e a empresa aérea. no mínimo. 5.estabelecer medidas especiais de segurança. 02 (dois) policiais. com antecedência. a bordo da aeronave. 13 RESERVADO . 5.2 Nos casos de policiais portando arma de fogo municiada em escolta de preso.10 A escolta não pode carregar cassetete. visando a: . 5. entre o órgão policial responsável. o fato deverá ser levado ao conhecimento da Autoridade Policial Federal no Aeroporto. levando em consideração a especialidade da missão e a periculosidade do conduzido. 48 horas e.2005 RESERVADO IAC 107-1005 RES 5 PROCEDIMENTOS PARA TRANSPORTE DE PASSAGEIRO SOB CUSTODIA A BORDO DE AERONAVE EM VÔO NO TERRITÓRIO NACIONAL 5. quando se tratar de uma emergência.5 O preso sob custódia. pelo menos. uma vez que a empresa aérea poderá negar seu embarque. com apresentação de documento formal para o transporte. de acordo com o previsto no PSA e PSEA. por.1 O transporte aéreo de passageiro sob condições judiciais e escoltado deve ser coordenado.4 A escolta deve identificar-se adequadamente ao pessoal de segurança. 5. . solicitando-lhes que sua presença e seus assentos sejam informados ao comandante da aeronave. gás lacrimogêneo ou outro gás similar incapacitante. incluindo assentos e mesas.8 A periculosidade da pessoa sob custódia deve ser considerada pela autoridade policial para transportá-lo em vôos de passageiros. 5. na ausência destes. 5. além dos tripulantes de cabine. 5. deve ser o único nessas condições num determinado vôo e ser acompanhado. empresa aérea e administração do aeroporto com antecedência de. evitando alarde e transtornos para os outros passageiros.estabelecer a conduta a bordo da aeronave. assim que possível. e .9 A escolta deve possuir equipamentos de contenção a serem usados. 5. ao Órgão de Segurança Pública Estadual existente no aeroporto. em coordenação com a empresa aérea e o Departamento de Polícia Federal devem providenciar um esquema discreto para o acesso do preso à aeronave.7 O responsável pela escolta deve assegurar à empresa aérea que a pessoa sob custódia não porta material proibido. de acordo com o estabelecido na IAC 107-1004. para adotar as medidas cabíveis. aos agentes de proteção da aviação civil.3 A Administração Aeroportuária. 5. se necessários.embarcar e desembarcar discretamente e dentro das necessidades policiais. aos policiais federais em serviço e. o transporte de passageiro sob custódia. transportado em vôos de passageiros.

6. ressalvado o disposto em tratados. 14 RESERVADO .2005 RESERVADO IAC 107-1005 RES 6 PROCEDIMENTOS PARA TRANSPORTE DE PASSAGEIRO SOB CUSTODIA A BORDO DE AERONAVE EM VÔO INTERNACIONAL 6. convenções e acordos. por uma quantidade de policiais a ser definida após a avaliação do DPF e com apresentação de documento formal para o transporte.3 O passageiro que obtiver autorização para embarcar armado em vôo internacional deve submeter-se aos procedimentos descritos no item 4.1 É vedado o embarque de qualquer passageiro armado em vôos internacionais. deve ser acompanhada. transportada em vôos de passageiros. 6.2 A pessoa repatriada sob custódia policial. considerando o princípio de reciprocidade.1 desta IAC.

está condicionada a uma notificação antecipada ao Ministério das Relações Exteriores.4 Os agentes de segurança estrangeiros armados. número de passaporte.3 Após o recebimento dos dados dos agentes estrangeiros (nome. devendo ser vedado seu desembarque portando suas armas. 15 RESERVADO . efetuados por empresas brasileiras.1. pelo DPF. o DPF e a administração aeroportuária.1. quando necessário. 7.1. caso haja solicitação prévia ao DAC. à coordenação com o DAC. empresa aérea. que deve interagir. podem ser guardadas em lugar especial no aeroporto. para a proteção de vôos das empresas aéreas de seus países. em vôos realizados por empresa estrangeira autorizada a voar em território nacional.2005 RESERVADO IAC 107-1005 RES 7 EMBARQUE E DESEMBARQUE DE PASSAGEIROS ARMADOS EM VÔOS INTERNACIONAIS 7.1.7 Os órgãos citados no item anterior deverão coordenar previamente o embarque de retorno do agente estrangeiro.1 Não são admitidos agentes oficiais armados acompanhando autoridades governamentais ou diplomatas estrangeiros com destino ao Brasil. local de desembarque). Administração Aeroportuária Local e Departamento de Polícia Federal . órgão competente para a autorização e guarda do armamento.1. de forma que não ocorra nenhum incidente e seja restituída sua arma. após a coordenação com a administração aeroportuária e o DPF. aos procedimentos estabelecidos pelo DPF.1 AGENTE DE SEGURANÇA ESTRANGEIRO: 7. 7.1.2 A aceitação dos citados agentes. quando autorizados pelo DAC. data de chegada. 7. em vôos regulares. com os demais órgãos públicos pertinentes. igualmente. 7.5 Os agentes de segurança estrangeiros armados.6 As armas dos agentes.1.Coordenadoria Geral de Polícia de Imigração. podem operar no território nacional. com a adoção dos pertinentes procedimentos de segurança estabelecidos nesta IAC e. cabe a este efetuar a autorização de desembarque dos agentes e efetuar a comunicação destes dados à Administração Aeroportuária Sede. estão sujeitos. data de saída. inclusive nos aeródromos. 7. domésticos e internacionais. complementarmente. 7.

“os integrantes das policias civis estaduais e das Forças Auxiliares. Oficiais dos Corpos de Bombeiros Militares dos Estados e do Distrito Federal. Integrantes da Carreira de Auditoria da Receita Federal. à Autoridade Policial Federal no Aeroporto.4. Aérea: Destino: Marca/Modelo da arma de fogo: Assento n°: Série n°: Outros dados úteis: Obs1: Fica o presente passageiro ciente de que somente poderá viajar transportando. com a devida antecedência. Obs6: Os casos omissos deverão ser encaminhados. Magistrados. Obs3: Caso a arma esteja desmuniciada.6. Agentes operacionais da Agência Brasileira de Inteligência e os agentes do Departamento de Segurança do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. Declaro que as informações prestadas são verdadeiras sob pena de praticar o crime previsto no art. 330 do CPB. Oficiais das Polícias Militares dos Estados e do Distrito Federal. discretamente. desde que expressamente autorizados pela instituição a que pertençam. TPS_________ Data___/___/___ Nome do Passageiro TEL. bem como o item 7. alínea b. Policiais Federais.826/2003. § 2°. quando no exercício de suas funções institucionais ou em trânsito. conforme estabelecido em normas próprias. que regulamenta a lei n° 10. desde que não esteja municiada e sob sua guarda”. para deliberação 1ª via: Órgão de Segurança Pública 2ª via: Passageiro A-1 RESERVADO . Procuradores do Ministério Público Federal. da Coordenação Geral de Defesa Institucional da Diretoria Executiva do Departamento de Polícia Federal. por prazo determinado. 33. do Decreto n° 5. deverá o passageiro ser encaminhado por um Policial Federal até o local seguro apropriado para fins de desmuniciamento. a bordo de aeronave. Auditores-Fiscais e Técnicos da Receita Federal.” Obs5: Nos casos de policiais portando arma de fogo municiada em escolta de preso. Promotores de Justiça dos Estados e do Distrito Federal. o fato deverá ser levado ao conhecimento da Autoridade Policial Federal no Aeroporto. Assinatura e Matrícula do Policial Federal Responsável pela inspeção: CIENTE: Assinatura do Passageiro Obs2: Conforme ofício-circular n° 029/2005. arma de fogo devidamente desmuniciada e que o remuniciamento no seu interior acarretará na prática de crime previsto no art. do Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil. pode conduzi-la. Obs4: De acordo com o art. levando em consideração a especialidade da missão e a periculosidade do conduzido. integrantes das Polícias da Câmara Federal e do Senado Federal e outros não contemplados na listagem acima. desde que devidamente comprovado por documento oficial. a bordo de aeronave. “o passageiro possuidor de Porte de Arma por prerrogativa de cargo. 299 do Código Penal.123.: Categoria Funcional: Lotação/Órgão: Vôo N°: N° Documento Funcional: Cia. Policiais Rodoviários Federais.2005 RESERVADO IAC 107-1005 RES ANEXO 1 – MODELO DE FORMULÁRIOS DE PERMISSÃO DE EMBARQUE PELO ÓRGÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA LOCAL FORMULÁRIO DE EMBARQUE DE PASSAGEIRO PORTANDO ARMA DE FOGO. Cargos: Oficiais das Forças Armadas. poderão portar arma de fogo fora da respectiva unidade federativa. para adotar as medidas cabíveis. a bordo de aeronave. de 1° de Julho de 2004. Agentes e Delegados das Policias Civis dos Estados e do Distrito Federal.

2ª via:Passageiro. TPS_________ Data___/___/___ Nome do Passageiro: Vôo N°: Cia. 3ª via:Anexar à Arma. nos casos em que a mesma seja despachada A-2 RESERVADO Assento n°: .2005 RESERVADO IAC 107-1005 RES ANEXO 2 – MODELO DE FORMULÁRIOS DE EMBARQUE DE PASSAGEIRO PORTANDO ARMA DE FOGO A BORDO OU NO PORÃO FORMULÁRIO DE EMBARQUE DE PASSAGEIRO PORTANDO ARMA DE FOGO. Aérea: Destino: Nome do Responsável pela Empresa Aérea: Matrícula: CÓDIGO AZUL 1ª via: Comandante da Aeronave.