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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa

CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS


ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 31/03/2009 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS
Reapresentação Espontânea

O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA , SENDO OS SEUS
ADMINISTRADORES RESPONSÁVEIS PELA VERACIDADE DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS.

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02089-3 REDECARD S.A. 01.425.787/0001-04


4 - NIRE

4001

01.02 - SEDE

1 - ENDEREÇO COMPLETO 2 - BAIRRO OU DISTRITO

Av. Andrômeda, 2000 Blocos 10 Níveis 4/6 Alphaville Empr


3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

06473-000 Barueri SP
6 - DDD 7 - TELEFONE 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEX

11 4134-4400 4134-4400 -
11 - DDD 12 - FAX 13 - FAX 14 - FAX

11 4134-4400 - -
15 - E-MAIL

ri@redecard.com.br

01.03 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia)

1 - NOME

Viviane Behar de Castro


2 - ENDEREÇO COMPLETO 3 - BAIRRO OU DISTRITO

Av. Andrômeda, 2000 Blocos 10 Níveis 4/6 Aplphaville Emp


4 - CEP 5 - MUNICÍPIO 6 - UF

06473-000 Barueri SP
7 - DDD 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEFONE 11 - TELEX

11 2121-1004 2121-1004 -
12 - DDD 13 - FAX 14 - FAX 15 - FAX

11 2121-0934 - -
16 - E-MAIL

ri@redecard.com.br

01.04 - REFERÊNCIA / AUDITOR

EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO TRIMESTRE ATUAL TRIMESTRE ANTERIOR

1 - INÍCIO 2 - TÉRMINO 3 - NÚMERO 4 - INÍCIO 5 - TÉRMINO 6 - NÚMERO 7 - INÍCIO 8 - TÉRMINO

01/01/2009 31/12/2009 1 01/01/2009 31/03/2009 4 01/10/2008 31/12/2008


9 - NOME/RAZÃO SOCIAL DO AUDITOR 10 - CÓDIGO CVM

PricewaterhouseCoopers 00287-9
11 - NOME DO RESPONSÁVEL TÉCNICO 12 - CPF DO RESP. TÉCNICO

Paulo Sergio Miron 076.444.278-30

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02089-3 REDECARD S.A. 01.425.787/0001-04

01.05 - COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL

Número de Ações 1 - TRIMESTRE ATUAL 2 - TRIMESTRE ANTERIOR 3 - IGUAL TRIMESTRE EX. ANTERIOR

(Mil) 31/03/2009 31/12/2008 31/03/2008


Do Capital Integralizado
1 - Ordinárias 672.971 672.971 672.971
2 - Preferenciais 0 0 0
3 - Total 672.971 672.971 672.971
Em Tesouraria
4 - Ordinárias 0 0 0
5 - Preferenciais 0 0 0
6 - Total 0 0 0

01.06 - CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA

1 - TIPO DE EMPRESA

Empresa Comercial, Industrial e Outras


2 - TIPO DE SITUAÇÃO

Operacional
3 - NATUREZA DO CONTROLE ACIONÁRIO

Privada Nacional
4 - CÓDIGO ATIVIDADE

1280 - Intermediação Financeira


5 - ATIVIDADE PRINCIPAL
Credenciamento de Estabelecimentos e captura de transações comerciais e financeiras realizadas com cartões de pagamento

6 - TIPO DE CONSOLIDADO

Não Apresentado
7 - TIPO DO RELATÓRIO DOS AUDITORES

Sem Ressalva

01.07 - SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS

1 - ITEM 2 - CNPJ 3 - DENOMINAÇÃO SOCIAL

01.08 - PROVENTOS EM DINHEIRO DELIBERADOS E/OU PAGOS DURANTE E APÓS O TRIMESTRE

1 - ITEM 2 - EVENTO 3 - APROVAÇÃO 4 - PROVENTO 5 - INÍCIO PGTO. 6 - ESPÉCIE E 7 - VALOR DO PROVENTO P/ AÇÃO
CLASSE DE
AÇÃO

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02089-3 REDECARD S.A. 01.425.787/0001-04

01.09 - CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO

1- ITEM 2 - DATA DA 3 - VALOR DO CAPITAL SOCIAL 4 - VALOR DA ALTERAÇÃO 5 - ORIGEM DA ALTERAÇÃO 7 - QUANTIDADE DE AÇÕES EMITIDAS 8 - PREÇO DA AÇÃO NA
ALTERAÇÃO EMISSÃO
(Reais Mil) (Reais Mil) (Mil)
(Reais)
01 31/03/2007 53.552 0 não houve alteração nesse per. 1.878 28,5100000000
02 15/06/2007 53.552 0 Desdobramento das ações ordin. 655.537 0,0000000000
03 11/07/2007 473.551 419.999 Subscrição Pública 15.556 27,0000000000

01.10 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES

1 - DATA 2 - ASSINATURA

01/06/2009

08/06/2009 14:27:41 Pág: 3


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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02089-3 REDECARD S.A. 01.425.787/0001-04

02.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 31/03/2009 4 - 31/12/2008

1 Ativo Total 12.974.649 14.644.606


1.01 Ativo Circulante 12.675.046 14.399.561
1.01.01 Disponibilidades 174.822 125.340
1.01.01.01 Bancos 56.262 10.191
1.01.01.02 Aplicações Financeiras 118.560 115.149
1.01.02 Créditos 12.478.691 14.246.485
1.01.02.01 Clientes 111.622 82.732
1.01.02.01.01 Outras Contas a Receber 111.622 82.732
1.01.02.02 Créditos Diversos 12.367.069 14.163.753
1.01.02.02.01 Contas a Receber de Emissores 12.359.229 14.156.912
1.01.02.02.02 Adiantamento a Terceiros e a Func. 6.652 5.191
1.01.02.02.03 Despesas Antecipadas 1.188 1.650
1.01.03 Estoques 0 0
1.01.04 Outros 21.533 27.736
1.01.04.01 Imp. Renda e Contrib. Social Diferidos 21.533 27.736
1.02 Ativo Não Circulante 299.603 245.045
1.02.01 Ativo Realizável a Longo Prazo 22.471 22.184
1.02.01.01 Créditos Diversos 22.471 22.184
1.02.01.01.01 Depósitos Judiciais 12.634 12.421
1.02.01.01.02 Imp. Renda e Contrib Social Diferido 9.837 9.763
1.02.01.02 Créditos com Pessoas Ligadas 0 0
1.02.01.02.01 Com Coligadas e Equiparadas 0 0
1.02.01.02.02 Com Controladas 0 0
1.02.01.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 0 0
1.02.01.03 Outros 0 0
1.02.02 Ativo Permanente 277.132 222.861
1.02.02.01 Investimentos 0 0
1.02.02.01.01 Participações Coligadas/Equiparadas 0 0
1.02.02.01.02 Participações Coligadas/Equiparadas-Ágio 0 0
1.02.02.01.03 Participações em Controladas 0 0
1.02.02.01.04 Participações em Controladas - Ágio 0 0
1.02.02.01.05 Outros Investimentos 0 0
1.02.02.02 Imobilizado 265.906 211.722
1.02.02.02.01 Imobilizado 946.736 864.665
1.02.02.02.02 (-) Depreciação (680.830) (652.943)
1.02.02.03 Intangível 11.226 11.139
1.02.02.03.01 Intangível 20.390 19.339
1.02.02.03.02 (-) Amortização (9.164) (8.200)
1.02.02.04 Diferido 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02089-3 REDECARD S.A. 01.425.787/0001-04

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 31/03/2009 4 - 31/12/2008

2 Passivo Total 12.974.649 14.644.606


2.01 Passivo Circulante 11.905.570 13.892.930
2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 192.051 194.546
2.01.01.01 Empréstimos 192.051 194.546
2.01.02 Debêntures 0 0
2.01.03 Fornecedores 9.506 13.589
2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 191.943 223.989
2.01.04.01 Obrigações Trabalhistas 21.501 42.030
2.01.04.02 Obrigações Tributárias 170.442 181.959
2.01.05 Dividendos a Pagar 288.673 464.214
2.01.05.01 Dividendos a Pagar 288.673 464.214
2.01.06 Provisões 0 0
2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.01.08 Outros 11.223.397 12.996.592
2.01.08.01 Contas a Pagar Estabelecimento 11.147.693 12.906.968
2.01.08.02 Outras Contas a Pagar 75.704 71.756
2.01.08.03 Juros sobre Capital Próprio 0 17.868
2.02 Passivo Não Circulante 28.933 28.714
2.02.01 Passivo Exigível a Longo Prazo 28.933 28.714
2.02.01.01 Empréstimos e Financiamentos 0 0
2.02.01.02 Debêntures 0 0
2.02.01.03 Provisões 28.933 28.714
2.02.01.03.01 Provisões para Passivos Contigentes 28.933 28.714
2.02.01.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.02.01.05 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0
2.02.01.06 Outros 0 0
2.03 Resultados de Exercícios Futuros 0 0
2.05 Patrimônio Líquido 1.040.146 722.962
2.05.01 Capital Social Realizado 473.551 473.551
2.05.01.01 Capital Social 473.551 473.551
2.05.02 Reservas de Capital 701 701
2.05.02.01 Plano de Opção de Ações 701 701
2.05.03 Reservas de Reavaliação 0 0
2.05.03.01 Ativos Próprios 0 0
2.05.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 0 0
2.05.04 Reservas de Lucro 248.710 248.710
2.05.04.01 Legal 94.710 94.710
2.05.04.02 Estatutária 0 0
2.05.04.03 Para Contingências 0 0
2.05.04.04 De Lucros a Realizar 0 0
2.05.04.05 Retenção de Lucros 154.000 154.000

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02089-3 REDECARD S.A. 01.425.787/0001-04

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -31/03/2009 4 -31/12/2008

2.05.04.05.01 Retenção de Lucros 154.000 154.000


2.05.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0
2.05.04.07 Outras Reservas de Lucro 0 0
2.05.05 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0
2.05.05.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0
2.05.05.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0
2.05.05.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0
2.05.06 Lucros/Prejuízos Acumulados 317.184 0
2.05.07 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0

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Reapresentação Espontânea

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02089-3 REDECARD S.A. 01.425.787/0001-04

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/01/2009 a 31/03/2009 4 - 01/01/2009 a 31/03/2009 5 - 01/01/2008 a 31/03/2008 6 - 01/01/2008 a 31/03/2008

3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 608.987 608.987 494.375 494.375
3.01.01 Receita de Credito 307.748 307.748 258.032 258.032
3.01.02 Receita de Debito 87.539 87.539 74.756 74.756
3.01.03 Aluguel de Equipamentos 183.223 183.223 138.057 138.057
3.01.04 Outras Receitas 30.477 30.477 23.530 23.530
3.02 Deduções da Receita Bruta (50.140) (50.140) (54.018) (54.018)
3.02.01 ISS (4.450) (4.450) (17.883) (17.883)
3.02.02 PIS (8.150) (8.150) (6.446) (6.446)
3.02.03 COFINS (37.540) (37.540) (29.689) (29.689)
3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 558.847 558.847 440.357 440.357
3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos (146.093) (146.093) (148.390) (148.390)
3.04.01 Custo de Bens e/ ou Serviços Vendidos (119.365) (119.365) (120.697) (120.697)
3.04.02 Depreciação de Equipamentos do Captura (26.728) (26.728) (27.693) (27.693)
3.05 Resultado Bruto 412.754 412.754 291.967 291.967
3.06 Despesas/Receitas Operacionais 70.293 70.293 49.143 49.143
3.06.01 Com Vendas 0 0 0 0
3.06.02 Gerais e Administrativas (70.027) (70.027) (66.441) (66.441)
3.06.02.01 Despesas com Pessoal (29.937) (29.937) (27.178) (27.178)
3.06.02.02 Administrativas (28.156) (28.156) (27.562) (27.562)
3.06.02.03 Marketing (9.623) (9.623) (9.694) (9.694)
3.06.02.04 Provisão p/ participação nos resultados 0 0 0 0
3.06.02.05 Depreciação e Amorização (2.311) (2.311) (2.007) (2.007)
3.06.03 Financeiras 147.821 147.821 118.525 118.525
3.06.03.01 Receitas Financeiras 193.468 193.468 153.581 153.581
3.06.03.01.01 Receitas Financeiras 193.468 193.468 153.581 153.581
3.06.03.02 Despesas Financeiras (45.647) (45.647) (35.056) (35.056)
3.06.03.02.01 CPMF 0 0 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02089-3 REDECARD S.A. 01.425.787/0001-04

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/01/2009 a 31/03/2009 4 - 01/01/2009 a 31/03/2009 5 - 01/01/2008 a 31/03/2008 6 - 01/01/2008 a 31/03/2008

3.06.03.02.02 Despesas Financeiras (44.856) (44.856) (31.945) (31.945)


3.06.03.02.03 Despesas com abertura de capital 0 0 0 0
3.06.03.02.04 Outras Despesas Financeiras (791) (791) (3.111) (3.111)
3.06.04 Outras Receitas Operacionais 0 0 0 0
3.06.05 Outras Despesas Operacionais (7.501) (7.501) (2.941) (2.941)
3.06.05.01 Outras Despesas Operacionais (7.501) (7.501) (2.941) (2.941)
3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial 0 0 0 0
3.07 Resultado Operacional 483.047 483.047 341.110 341.110
3.08 Resultado Não Operacional 182 182 85.717 85.717
3.08.01 Receitas 182 182 85.717 85.717
3.08.01.01 Resultado na venda de investimento 182 182 85.717 85.717
3.08.02 Despesas 0 0 0 0
3.08.02.01 Resultado na venda de imobilizado 0 0 0 0
3.09 Resultado Antes Tributação/Participações 483.229 483.229 426.827 426.827
3.10 Provisão para IR e Contribuição Social (153.166) (153.166) (131.779) (131.779)
3.10.01 Provisão para IR (111.585) (111.585) (96.477) (96.477)
3.10.02 Provisão Contribuição Social (41.581) (41.581) (35.302) (35.302)
3.11 IR Diferido (6.129) (6.129) (10.448) (10.448)
3.12 Participações/Contribuições Estatutárias (6.750) (6.750) (5.974) (5.974)
3.12.01 Participações (6.750) (6.750) (5.974) (5.974)
3.12.01.01 Participações nos resultados (6.750) (6.750) (5.974) (5.974)
3.12.02 Contribuições 0 0 0 0
3.13 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0
3.15 Lucro/Prejuízo do Período 317.184 317.184 278.626 278.626

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 31/03/2009 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS
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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02089-3 REDECARD S.A. 01.425.787/0001-04

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/01/2009 a 31/03/2009 4 - 01/01/2009 a 31/03/2009 5 - 01/01/2008 a 31/03/2008 6 - 01/01/2008 a 31/03/2008

NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Mil) 672.971 672.971 672.971 672.971


LUCRO POR AÇÃO (Reais) 0,47132 0,47132 0,41402 0,41402
PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais)

08/06/2009 14:27:58 Pág: 9


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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 31/03/2009 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS
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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02089-3 REDECARD S.A. 01.425.787/0001-04

04.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/01/2009 a 31/03/2009 4 - 01/01/2009 a 31/03/2009 5 - 01/01/2008 a 31/03/2008 6 - 01/01/2008 a 31/03/2008

4.01 Caixa Líquido Atividades Operacionais 328.514 328.514 139.620 139.620

4.01.01 Caixa Gerado nas Operações 346.041 346.041 222.609 222.609

4.01.01.01 Lucro Líquido 317.184 317.184 278.626 278.626

4.01.01.02 Depreciação e Amortização 29.039 29.039 29.700 29.700

4.01.01.03 Resultado na Venda de imobilizado (182) (182) (72) (72)

4.01.01.04 Ganho com Investimento 0 0 (85.645) (85.645)

4.01.02 Variações nos Ativos e Passivos (17.527) (17.527) (82.989) (82.989)

4.01.02.01 Ctas Rec. Emissores e Outras Ctas Rec 1.768.793 1.768.793 2.418.793 2.418.793

4.01.02.02 Imposto de renda e Contrib Social Difer 6.129 6.129 10.448 10.448

4.01.02.03 Depósitos Judiciais (213) (213) (76) (76)

4.01.02.04 Despesas Antecipadas e Adiantamentos (999) (999) (400) (400)

4.01.02.05 Pessoal, Encargos e Benefícios Sociais (20.529) (20.529) (20.360) (20.360)

4.01.02.06 Ctas Pagar Estabelecimentos (1.759.275) (1.759.275) (2.546.313) (2.546.313)

4.01.02.07 Fornecedores (4.083) (4.083) (11.498) (11.498)

4.01.02.08 Outras Contas a Pagar 3.948 3.948 (14.348) (14.348)

4.01.02.09 Tributos a Pagar (11.517) (11.517) 81.576 81.576

4.01.02.10 Provisões para Contingências 219 219 (811) (811)

4.01.03 Outros 0 0 0 0

4.02 Caixa Líquido Atividades de Investimento (83.128) (83.128) 61.738 61.738

4.02.01 Recursos da Alienação de Investimentos 0 0 85.645 85.645

4.02.02 Recursos da Alienação de Imobilizado 259 259 566 566

4.02.03 Aquisição de imobilizado (83.387) (83.387) (24.473) (24.473)

4.03 Caixa Líquido Atividades Financiamento (195.904) (195.904) (223.643) (223.643)

4.03.01 Empréstimos (2.495) (2.495) (3.545) (3.545)

4.03.02 Pagto de Dividendos e JSCP (193.409) (193.409) (220.098) (220.098)

4.03.03 Aumento de Capital Social 0 0 0 0

4.03.04 Plano de Opção de Ações 0 0 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02089-3 REDECARD S.A. 01.425.787/0001-04

04.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -01/01/2009 a 31/03/2009 4 -01/01/2009 a 31/03/2009 5 - 01/01/2008 a 31/03/200801/01/20086a-31/03/2008


01/01/2008 a 31/03/200801/01/2008 a 31/03/2008

4.04 Variação Cambial s/ Caixa e Equivalentes 0 0 0 0

4.05 Aumento(Redução) de Caixa e Equivalentes 49.482 49.482 (22.285) (22.285)

4.05.01 Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes 125.340 125.340 24.321 24.321

4.05.02 Saldo Final de Caixa e Equivalentes 174.822 174.822 2.036 2.036

08/06/2009 14:28:06 Pág: 11


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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 31/03/2009 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS
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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02089-3 REDECARD S.A. 01.425.787/0001-04

05.01 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/01/2009 a 31/03/2009 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 473.551 701 0 248.710 0 0 722.962

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 473.551 701 0 248.710 0 0 722.962

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 317.184 0 317.184

5.05 Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 0 0 0

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 0 0

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 0 0

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 0 0

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 0 0 0 0 0

5.13 Saldo Final 473.551 701 0 248.710 317.184 0 1.040.146

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02089-3 REDECARD S.A. 01.425.787/0001-04

05.02 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/01/2009 a 31/03/2009 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 473.551 701 0 248.710 0 0 722.962

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 473.551 701 0 248.710 0 0 722.962

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 317.184 0 317.184

5.05 Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 0 0 0

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 0 0

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 0 0

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 0 0

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 0 0 0 0 0

5.13 Saldo Final 473.551 701 0 248.710 317.184 0 1.040.146

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02089-3 REDECARD S.A. 01.425.787/0001-04

06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

1. Informações sobre a companhia

A REDECARD S.A. (Companhia) é uma empresa do setor de serviços, responsável pelo


credenciamento de Estabelecimentos, a captura, a transmissão, o processamento e a
liquidação financeira aos Estabelecimentos das Transações realizadas com cartões de
crédito e débito das Bandeiras Mastercard e Diners.

A Companhia iniciou suas operações em 1º de novembro de 1996 e tem como objeto


principal a operação de adquirência das transações com os cartões das Bandeiras
MasterCard®, MasterCard Electronic® e Diners Club International®, e com os cartões de
débito das Bandeiras MasterCard Maestro®, mediante o credenciamento de
estabelecimentos.

O modelo de negócio de adquirência da Redecard compreende o credenciamento de


estabelecimentos comerciais para aceitação de cartões de pagamento, bem como pela
captura, o processamento e liquidação financeira das transações com os cartões de crédito
e de débito das Bandeiras mencionadas.

As operações da Redecard estão organizadas nos seguintes negócios:

a. Cartões de crédito e débito: mediante captura, transmissão, processamento e liquidação


de transações comerciais e financeiras dos cartões com as Bandeiras mencionadas. Pela
prestação desses serviços, a Redecard cobra desses estabelecimentos uma taxa de
administração, que tem por objetivo: (i) remunerar o emissor dos cartões de crédito e débito
mediante uma taxa denominada taxa de intercâmbio, e (ii) remuneração para os serviços
prestados pela Redecard.

b. Pré-pagamento das transações com cartões de crédito das Bandeiras MasterCard e


Diners Club International, mediante solicitações dos estabelecimentos e somente sobre as
transações neles capturadas. A Redecard apura uma receita financeira nessas operações.

c. Locação dos equipamentos de captura denominados “POS”. A Companhia apura uma


receita mensal de aluguel de equipamentos.

d. Serviços prestados para empresas parceiras mediante captura, roteamento e


transmissão de transações realizadas com cartões de benefício (voucher), tais como
alimentação, refeição, combustível, entre outros, além dos cartões Private Label,
normalmente emitidos por sociedades financeiras. As receitas da Redecard são constituídas
de tarifas cobradas das empresas de voucher e das financeiras.

e. Prestação de serviço aos estabelecimentos mediante consultas de cheques por meio dos
equipamentos POS. A receita da Redecard é constituída de tarifas cobradas diretamente dos
estabelecimentos, com pequena margem sobre os custos com a Serasa.

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ITR - Informações Trimestrais Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS DATA-BASE - 31/03/2009
02089-3 REDECARD S.A. 01.425.787/0001-04

06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

2. Base de apresentação das informações trimestrais

Declaração de Conformidade

As Informações Trimestrais (ITRs) contábeis foram elaboradas de acordo com as práticas


contábeis adotadas no Brasil, com base nas disposições contidas na Lei das Sociedades por
Ações e nas normas estabelecidas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Para fins
de comparabilidade das informações trimestrais do trimestre findo em 31 de março de 2009,
a administração da Companhia decidiu pela reclassificação de itens apresentados nas ITRs
do trimestre findo em 31 de março de 2008 da rubrica “Ativo Imobilizado” para a rubrica
“Ativo Intangível”.

Moeda funcional e de apresentação

As ITRs são apresentadas em Reais, moeda funcional e de apresentação, e todos os


valores arredondados para milhões de reais, exceto quando indicado de outra forma.

Alteração na lei das Sociedades por Ações

Em 28 de dezembro de 2007, foi promulgada a Lei nº 11.638, alterada pela Medida


Provisória (MP) nº 449, de 03 de dezembro de 2008, que modificaram e introduziram novos
dispositivos à Lei das Sociedades por Ações. Essa Lei e MP tiveram como principal objetivo
atualizar a legislação societária brasileira para possibilitar o processo de convergência das
práticas contábeis adotadas no Brasil com aquelas constantes nas normas internacionais de
contabilidade que são emitidas pelo “International Accounting Standard Board – IASB”.

As mudanças na Lei das Sociedades por Ações não trouxeram ajustes significativos no
patrimônio/resultado da companhia, considerando a extensão e complexidade das
alterações promovidas pela referida Lei.

3. Principais práticas contábeis

Resumo das principais práticas contábeis

As principais práticas contábeis aplicadas na elaboração dessas ITRs estão


discriminadas abaixo:

a. Apuração do Resultado
O resultado é apurado pelo regime de competência. As receitas decorrentes da captura
das transações com cartões de crédito e de débito são apropriadas ao resultado da
Companhia na data do processamento das transações. A receita de serviços prestados
para os parceiros e estabelecimentos é reconhecida no resultado em razão de sua
realização. A receita por aluguel de equipamentos POS é reconhecida no resultado no
mês de referência do aluguel. Receitas financeiras referem-se ao (i) resultado apurado
com pré-pagamento aos estabelecimentos credenciados, representado pela diferença
entre o valor original devido aos estabelecimentos e o valor pré-pago, sendo
reconhecidas no ato da liquidação financeira e (ii) rendimentos sobre aplicações
financeiras.

08/06/2009 14:28:57 Pág: 15


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ITR - Informações Trimestrais Legislação Societária
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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

b. Estimativas Contábeis
A elaboração das ITRs está de acordo com as normas estabelecidas pela CVM e requer
que a Administração use de julgamento na determinação e no registro de estimativas
contábeis. Ativos e passivos significativos sujeitos a essas estimativas e premissas
incluem o valor do ativo imobilizado, provisão para créditos de liquidação duvidosa,
imposto de renda e contribuição social diferidos ativos e provisão para contingências. A
liquidação das operações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores
diferentes dos estimados, em razão de imprecisões inerentes ao processo de sua
determinação. A Companhia revisa as estimativas e premissas, pelo menos, anualmente.

c. Moeda estrangeira

Os ativos e passivos monetários denominados em moedas estrangeiras foram


convertidos para reais pela taxa de câmbio da data de fechamento do balanço e as
diferenças decorrentes de conversão de moeda foram reconhecidas no resultado.
Basicamente, esses saldos são originados em transações realizadas nos
estabelecimentos com cartões de crédito e de débito emitidos por instituições no exterior,
licenciadas pelas Bandeiras MasterCard e Diners Club International.

d. Caixa e equivalentes de caixa

Caixa e equivalentes de caixa incluem dinheiro em caixa, depósitos bancários,


investimentos de curto prazo de alta liquidez e com risco irrelevante de mudança de
valor.

e. Imobilizado

O ativo imobilizado está apresentado pelo custo de aquisição deduzido a depreciação. A


depreciação está calculada e contabilizada pelo método linear, com base em taxas que
levam em conta a expectativa de vida útil dos bens. Os gastos decorrentes da reposição
de um componente de um item do imobilizado não são capitalizados em razão da
dificuldade em se estimar os incrementos futuros de seus benefícios econômicos.

f. Intangível

São os gastos diretamente associados a softwares identificáveis e únicos, controlados


pela Companhia e que gerarão benefícios econômicos maiores que os custos por mais
de um ano. Estão demonstrados pelo seu valor líquido, considerando o custo original
como base de valor e amortizados conforme o método linear pelas taxas que contemplam
a sua vida útil.

g. Redução ao valor recuperável de ativos

Os valores de imobilizado e outros ativos não circulantes são revistos anualmente para
avaliar se os montantes demonstrados estão acima do seu valor de recuperação, seja
pela venda ou pelos fluxos de caixa futuros gerados pelo ativo. Os ativos que estejam
demonstrados acima de seu valor recuperável são ajustados e suas taxas de
depreciação e amortização são revistas para que melhor representem a sua vida útil
econômica.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

h. Imposto de renda e contribuição social

O imposto de renda (IRPJ) e a contribuição social (CSLL), do período corrente e diferido,


são calculados com base nas alíquotas de 15%, acrescidas do adicional de 10% sobre o
lucro tributável excedente de R$ 240 mil/ano para imposto de renda e 9% sobre o lucro
tributável para a contribuição social sobre o lucro líquido. A provisão desses tributos está
apresentada na rubrica “Obrigações Tributárias”. Os impostos diferidos decorrentes de
diferenças temporárias foram constituídos em conformidade com a Instrução CVM nº 371
Art. 1º de 27 de junho de 2002 e levam em consideração o histórico de rentabilidade e a
expectativa de geração de lucros tributáveis futuros, fundamentada em estudo técnico de
viabilidade, sendo apresentadas como “Tributos Diferidos”.

De acordo com a MP nº 449/08, as modificações no critério de reconhecimento de


receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do exercício,
introduzidas pela Lei 11.638/07 e pelos artigos 36 e 37 da referida MP, não terão efeitos
para fins de apuração do lucro real da pessoa jurídica optante pelo Regime Tributário de
Transição – RTT, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos contábeis
vigentes em 31 de dezembro de 2007.

As informações do trimestre encerrado em 31 de março de 2009 foram elaboradas


considerando as regras do RTT, que neste momento, não resultaram em efeitos
tributários.

i. Contas a receber de emissores e contas a pagar a estabelecimentos

Esses montantes referem-se aos valores das transações realizadas pelos titulares de
cartões de crédito emitidos por instituições financeiras licenciadas pelas Bandeiras
MasterCard e Diners Club International, sendo os saldos de contas a receber de
emissores líquidos das taxas de intercâmbio e os saldos de contas a pagar a
estabelecimentos deduzidos das taxas de administração, cujos prazos de recebimento
dos emissores e de pagamento aos estabelecimentos são inferiores a um ano.

A deliberação da CVM nº 564 aprovou e tornou obrigatório o Pronunciamento Técnico


CPC 12, que trata de ajuste a valor presente dos valores realizáveis e exigíveis a longo
prazo e, no caso de efeito relevante, também nos de curto prazo. Considerando a
relevância dos valores, demonstrados na rubrica “Contas a Receber de Emissores” e
“Contas a Pagar Estabelecimento”, o cálculo do ajuste a valor presente (AVP) foi objeto
de estudo e seu efeito financeiro não apresentou impacto relevante para sua aplicação
nas ITRs.

j. Outras contas a receber

Os montantes demonstrados referem-se, basicamente, a: (i) valores a receber de clientes


parceiros pelos serviços prestados mediante captura, roteamento e transmissão de
transações realizadas com cartões de benefício (voucher), tais como alimentação,
refeição, combustível, entre outros, além dos cartões Private Label, normalmente
emitidos por sociedades financeiras; (ii) valores a receber dos estabelecimentos
credenciados referente à locação dos equipamentos de captura eletrônica de transações,
denominados POS, e (iii) pela prestação de serviços mediante consultas de cheques por
meio desses equipamentos, utilizando a base de dados da Serasa.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

k. Provisão para créditos de liquidação duvidosa

A provisão para créditos de liquidação duvidosa é constituída com base nas análises de
riscos de realização dos créditos a receber de emissores e dos estabelecimentos,
principalmente em relação à base histórica de realização, inadimplência e inatividade dos
emissores e estabelecimentos, e está demonstrada em montantes considerados
suficientes para cobertura de eventuais perdas.

l. Empréstimos

Estão demonstrados pelos valores liberados pelas instituições financeiras, acrescidos dos
encargos contratuais na data base das ITRs.

m. Passivos contingentes

O reconhecimento, a mensuração e divulgação das provisões para contingências


passivas são efetuados de acordo com os critérios definidos na Instrução CVM nº 489.

Decorrem de processos judiciais, inerentes ao curso normal dos negócios movidos por
terceiros e ex-funcionários, mediante ações cíveis, trabalhistas e tributárias. Essas
contingências são avaliadas por assessores legais e por advogados internos e são
quantificadas por meio de modelos e critérios que permitam a sua mensuração de forma
adequada, apesar da incerteza inerente ao prazo e valor. As contingências são
classificadas entre prováveis, para as quais são constituídas provisões; possíveis, que
somente são divulgadas sem que sejam provisionadas; e remotas, que não requerem
provisão e divulgação.

As provisões que envolvem processos tributários, caracterizados como obrigações legais,


estão constituídas por valor equivalente à totalidade dos tributos em discussão
judicial, independente da probabilidade de perda, atualizados monetariamente e
computados os juros moratórios como se devidos fossem, até a data de encerramento de
cada período contábil.

n. Demais ativos e passivos circulantes e não circulantes

São apresentados pelo valor líquido de realização e são demonstrados pelos valores
conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos
e das variações monetárias e/ou cambiais incorridas até a data dos balanços,
respectivamente.

o. Juros sobre capital próprio

Os juros sobre capital próprio (JCP) pagos ou creditados são contabilizados como despesa
financeira. Para efeito de apresentação das ITRs, esses juros são reclassificados para a
conta de lucros do trimestre, rubrica “Reversão dos Juros sobre Capital Próprio”.

p. Participação nos lucros e resultados

O reconhecimento desta participação é efetuado mensalmente de acordo com política de


remuneração da Companhia.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

q. Remuneração com base em ações

A Companhia oferece aos executivos planos de remuneração com base em ações,


liquidados em ações da Companhia. Os planos de remuneração reconhecem essa
remuneração como contraprestação dos serviços prestados por esses executivos. A
deliberação da CVM nº 562 aprovou e tornou obrigatório o CPC 10, que trata dos
procedimentos para reconhecimento e divulgação das transações com pagamentos
baseados em ações. O valor justo das opções concedidas é reconhecido como despesa,
durante o período no qual o direito é adquirido, ou seja, o período durante o qual as
condições específicas de aquisição de direitos devem ser atendidas. Na data do balanço,
a Companhia revisa suas estimativas da quantidade de opções cujos direitos devem ser
adquiridos com base nessas condições, e reconhece o impacto da revisão das
estimativas iniciais, se houver, na demonstração do resultado, em contrapartida ao
patrimônio líquido.

4. Caixa e equivalentes de caixa

31.03.2009 31.12.2008
Total de disponibilidades
Disponibilidades em Moeda Nacional 53.647 2.631
Disponibilidades em Moeda Estrangeira 2.615 7.560
Aplicações Financeiras 118.560 115.149
174.822 125.340

Aplicações financeiras são representadas por Certificados de depósitos bancários efetuados


junto a instituições financeiras, com liquidez diária e atualizados com base no CDI.

5. Contas a receber de emissores

31.03.2009 31.12.2008
• Parcelado 6.506.217 7.429.615
• Rotativo 5.853.012 6.727.297
12.359.229 14.156.912

6. Outras contas a receber

31.03.2009 31.12.2008
Aluguel de equipamentos - POS 75.962 73.239
Outros contas a receber 62.333 37.585
(-) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (26.673) (28.092)

111.622 82.732

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

7. Impostos diferidos

a) Composição
Ativo fiscal Demonstração
diferido de resultado
31.03.2009 31.03.2009
Créditos tributários sobre diferenças temporárias:
Provisões cíveis 2.493 (4)
Provisões trabalhistas 2.864 36
Provisões tributárias 4.480 42
Provisões de despesas operacionais 21.533 (6.203)
Total 31.370 (6.129)

Ativo fiscal Demonstração


diferido de resultado
31.12.2008 31.12.2008
Créditos tributários sobre diferenças temporárias:
Provisões cíveis 2.497 (71)
Provisões trabalhistas 2.828 55
Provisões tributárias 4.438 (18.234)
Provisões de despesas operacionais 27.736 (6.949)
Total 37.499 (25.199)

b) Expectativas de realização

A Companhia elaborou estudo de geração de lucros tributáveis futuros, de pleno

conhecimento do Conselho de Administração, o qual indica recuperação dos valores de


impostos diferidos reconhecidos em 31 de março de 2009.
O cronograma de realização dos referidos impostos diferidos é como segue:

Imposto de Contribuição
Ano de realização Renda Social
2010 15.833 5.700
2011 3.294 1.186
2012 3.939 1.418
Total 23.066 8.304

O Imposto de Renda e a Contribuição Social diferidos são registrados para refletir os efeitos
fiscais futuros atribuíveis às diferenças, temporárias, entre a base fiscal de ativos, passivos e
seu respectivo valor contábil.

A administração considera que os ativos diferidos decorrentes de diferenças temporárias


serão realizados na proporção da solução final das contingências e eventos. Em 31 de
março de 2009, a Companhia não possuía saldos relativos a prejuízos fiscais, e base
negativa tributária e ou créditos tributários não ativados, como definido pela Instrução CVM
nº 371 Art.1º. O valor presente dos créditos tributários monta R$ 27,6 milhões em 31 de
março de 2009, calculados com base na taxa de Certificado de Depósitos Interfinanceiros
(CDI) (31 de dezembro de 2008 – R$ 31,5 milhões).

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

c) Movimentação do diferido

Baixas/
Natureza 31.12.2008 Adições Utilização 31.03.2009
Cíveis 2.497 44 (48) 2.493
Trabalhistas 2.828 54 (18) 2.864
Tributárias 4.438 303 (261) 4.480
Despesas Operacionais 27.736 900 (7.103) 21.533
Total 37.499 1.301 (7.430) 31.370

8. Imobilizado

A seguir demonstraremos o saldo patrimonial de imobilizado no período encerrado em 31 de


março de 2009 e 31 de dezembro de 2008:

Taxas anuais 31.12.2008 31.03.2009


Depreciação Imobilizado Depreciação Imobilizado
% Líquido Aquisições Baixas do trimestre Líquido

Equipamentos -
(POS) 33,3 181.188 77.839 (26.055) 232.972
Rede de captura 20,0 5.210 467 - (354) 5.323
Informática 20,0 8.216 3.729 - (796) 11.149
Veículos 20,0 2.189 - (75) (156) 1.958
Móveis e utensílios 10,0 1.622 76 (2) (88) 1.608
Instalações 10,0 2.815 87 - (94) 2.808
Benfeitorias em
Imóveis 9,5 4.860 200 - (532) 4.528
Imobilizado em
andamento - 5.622 - (62) - 5.560

Total 211.722 82.398 (139) (28.075) 265.906

O valor líquido de depreciação demonstrado na linha “Equipamentos de Captura de Transações


(POS)”, refere-se aos equipamentos para captura de transações eletrônicas disponibilizados aos
estabelecimentos credenciados ao Sistema Redecard.

9. Ativos intangíveis

Taxa anual 31.12.2008 31.03.2009


Amortização Intangível Amortização Intangível
% Líquido Aquisições Baixas trimestre Líquido

Softwares 20,0 11.139 1.051 - (964) 11.226

Em linha com a Deliberação da CVM 553 que aprovou o CPC 04 – Ativo Intangível correspondendo aos
valores gastos com o desenvolvimento ou aquisição de softwares identificáveis e únicos controlados
pela Companhia e que não integram um ativo imobilizado.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

10. Contas a pagar a Estabelecimentos

Registra os valores aos Estabelecimentos referentes às transações com cartões de


crédito rotativas e parceladas no trimestre encerrado em 31 de março de 2009 – R$
11.147,7 milhões (31 de dezembro de 2008 – R$ 12.907 milhões).

11. Obrigações Tributárias

31.03.2009 31.12.2008
Imposto de Renda 106.540 107.529
Contribuição Social 41.525 41.976
Cofins - Contribuição financiamento da
seguridade social 12.698 17.240
ISS - Imposto sobre serviços 1.626 2.532
PIS - Programa de integração social 2.757 3.742
Impostos retidos na fonte 5.296 8.940
Total 170.442 181.959

12. Empréstimos

Referente a operações de capital de giro, com vencimento até maio de 2009 a taxa média
ponderada de 113,01% do CDI. Não há garantias, cláusulas restritivas ou de reciprocidade
nos respectivos contratos.

13. Ativos e passivos contingentes

a) Ativo Contingente

Em 31 de março de 2009 a Companhia não possuía nenhum ativo contingente.

b) Passivos contingentes

A Companhia é parte em ações judiciais e processos administrativos perante vários tribunais


e órgãos governamentais, decorrentes do curso normal das operações, envolvendo
questões tributárias, trabalhistas e cíveis.

Os saldos em 31 de março de 2009 referem-se a provisões que, segundo julgamento da


Administração da Companhia e com base na opinião de seus consultores legais, foram
constituídas em montantes considerados adequados à cobertura de eventuais perdas. Essas
provisões são reavaliadas periodicamente pela Administração da Companhia. Quanto às
ações trabalhistas, com base na experiência anterior referente às quantias reivindicadas,
constituiu provisão em montante considerado suficiente para cobrir as perdas estimadas com
as ações em curso. Os “Depósitos judiciais em garantia” estão demonstrados no “Ativo não
circulante” no grupo “Realizável a longo prazo” - R$ 12.634 (31 de dezembro de 2008 - R$
12.421).

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

c) Composição dos passivos contingentes provisionados

Natureza e risco 31.03.2009 31.12.2008


Cíveis 7.333 7.343
Trabalhistas 8.423 8.316
Tributárias 13.177 13.055
Total 28.933 28.714

O montante do risco das contingências mencionadas foi calculado considerando-se os


pedidos efetuados pelos Autores em cada uma das ações.

d) Movimentação das provisões

Natureza 31.12.2008 Adições Baixas 31.03.2009


Cíveis 7.343 130 (140) 7.333
Trabalhistas 8.316 159 (52) 8.423
Tributárias 13.055 122 - 13.177

Total 28.714 411 (192) 28.933

e) Histórico e descrição das principais provisões

1) Provisão de R$ 6,2 milhões em 31 de março de 2009 ( 31 de dezembro de 2008 – R$ 5,8


milhões) referente a suspensão da exigibilidade do PIS e da COFINS nos moldes da Lei nº
9.718/98, com alíquota de 3%, sobre as receitas que não se incluem no conceito de
faturamento (receitas financeiras, incluindo variações monetárias e receitas de juros etc.),
garantindo o recolhimento nos moldes da Lei Complementar nº 70/91, ou, ao menos, para
garantir o direito de abater integralmente as despesas decorrentes de variação cambial,
inclusive as oriundas dos contratos de repasse e de swap/hedge, para fins de cálculo do PIS
e da COFINS.

2) Suspensão da exigência da contribuição para o PIS e para a COFINS, calculada no


método “não-cumulativo” às alíquotas de 1,65% e 7,6% respectivamente, e passou a efetuar
depósito judicial dos valores apurados mensalmente. O valor acumulado dos depósitos
judiciais e respectiva provisão em 31 de março de 2009 é de R$ 6,4 milhões (R$ 6,4 milhões
em 31 de dezembro de 2008).

3) Execução fiscal referente a um débito sobre o “PIS Repique” de 1999, por montante
declarados em DCTF e não localizados os seus recolhimentos. O valor provisionado em 31
de março de 2009 é de aproximadamente R$ 0,6 milhões (R$ 0,6 milhões em 31 de
dezembro de 2008).

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

f) Passivo contingente não provisionado

Os passivos contingentes em aberto estão apresentados abaixo:

31.03.2009 31.12.2008

Pis e Cofins s/ pré-pagamento 408.038 396.616

PIS e Cofins: Por meio de auto de infração lavrado em 11/07/2008, a Receita Federal
constituiu crédito tributário de PIS e COFINS acrescidos de multa de ofício e juros de mora
em 31 de março de 2009 o valor total é de R$ 408,0 milhões (R$ 396,6 em 31 de dezembro
de 2008), sob o argumento de que a Companhia não teria efetuado o recolhimento desses
tributos sobre a receita (receita financeira de pré-pagamento) no período de 31/08/2004 a
31/05/2008. Por tratar-se de pré-pagamento de uma dívida contra a obtenção de um
desconto, a Companhia entende que a receita decorrente desse pré-pagamento deve ser
classificada como receita financeira e, como tal, está sujeita no período objeto da autuação à
alíquota de 0% tanto para o PIS como para a COFINS. O Fisco, por outro lado, nega a
natureza jurídica de receita financeira a estes valores, classificando-os como receita
decorrente de prestação de serviços e, em conseqüência, exigindo a tributação
correspondente. A Administração da Companhia entende não ser necessária qualquer
provisão em razão das opiniões dos seus consultores jurídicos e tributários, tendo em vista
as perspectivas de êxito.

g) Ações de Órgãos Reguladores

Não existem processos administrativos em curso por parte da CVM que possam impactar o
resultado e as operações da Redecard

14. Instrumentos Financeiros

Os valores de realização estimados de ativos e passivos financeiros da Companhia foram


determinados por meio de informações disponíveis no mercado e metodologias apropriadas
de avaliações. Entretanto, quando aplicável, julgamento é necessário na interpretação dos
dados de mercado para produzir a estimativa do valor de realização mais adequado. Como
conseqüência, as estimativas a seguir não indicam, necessariamente, os montantes que
poderão ser realizados no mercado de troca corrente. O uso de diferentes metodologias de
mercado pode ter um efeito material nos valores de realização estimados. A administração
desses instrumentos, incluindo os instrumentos financeiros derivativos, quando aplicável, é
efetuada por meio de estratégias operacionais, visando à liquidez, rentabilidade e
segurança. A política de controle consiste em acompanhamento permanente das taxas
contratadas versus as vigentes no mercado. A Companhia não efetua aplicações de caráter
especulativo, em derivativos ou quaisquer outros ativos de risco.

Durante o trimestre encerrado em 31 de março de 2009 e 31 de dezembro de 2008 a


Companhia não contratou qualquer tipo de operação financeira, incluindo instrumentos
financeiros derivativos, nos termos da Deliberação CVM nº 550 de 17 de outubro de 2008.

Em atendimento a Instrução CVM nº 475 de 17 de dezembro de 2008, abaixo são


relacionadas as seguintes informações:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

a. Considerações gerais

A Companhia mantém operações com instrumentos financeiros, cujos riscos são


administrados através de estratégias de posições financeiras e sistemas de controles de
limites de exposição aos mesmos. Todas as operações estão integralmente reconhecidas na
contabilidade.

31.03.2009 31.12.2008
Aplicações financeiras – CDB’s 118.560 115.149
Empréstimo 192.051 194.546

b. Critérios, premissas e limitações utilizados no cálculo dos valores de mercado

Aplicações Financeiras e Empréstimos

Os valores de mercado das aplicações financeiras em CDB’s e dos empréstimos foram


atualizados com base na taxa pro-rata do CDI, entre a data de sua emissão até a data de
encerramento do trimestre.

Limitações

Os valores de mercado foram estimados na data do balanço, baseados em “informações


relevantes de mercado”. As mudanças nas premissas podem afetar significativamente as
estimativas apresentadas.

Análise de prazos das captações:

31.03.2009 31.12.2008
Até 1 ano
Aplicações financeiras 118.560 115.149
Empréstimos (192.051) (194.546)

15. Patrimônio líquido

a. Capital Social

O capital social realizado é de R$ 473,5 milhões.


O capital integralizado está representado por 672.970.705 ações ordinárias escriturais (31 de
março de 2008 – 672.970.705 ações) sem valor nominal.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

O capital social em 31 de março de 2009 está assim distribuído:

Qtde de
Acionista ações %
Banestado Part Adm Serv Ltda 156.201.297 23,21%
Dibens Leasing S/A Arrendamento
Mercantil 127.820.698 19,00%
Unibanco Participação Societarias S/A 28.380.249 4,22%
Banco Itaú S/A 24.083.110 3,58%
Outros 336.485.351 49,99%
Total 672.970.705 100,00%

Neste trimestre, a Redecard passou por uma reestruturação acionária significativa com a
venda da participação detida pelo Citibank, um de seus três acionistas controladores
fundadores da Companhia. Atualmente, a estrutura acionária é composta pelo Itau Unibanco
como acionista controlador e acionistas minoritários detentores de ações negociadas na
BMF&Bovespa. Conseqüentemente, o Conselho de Administração apresenta uma nova
composição passando de 9 para 7 membros, com a saída dos representantes do acionista
vendedor.

b. Dividendos e juros sobre capital próprio

Conforme o capítulo VI, artigo 29º, letra C do Estatuto Social, os dividendos estatutários
mínimos obrigatórios correspondem a 40% (quarenta por cento) do lucro líquido do exercício,
na forma prevista pelo artigo 202, da Lei de Sociedades por Ações.

A Companhia, de acordo com o artigo 9º da Lei nº 9.249/95 e Deliberação CVM nº 207/96, no


exercício encerrado em 31 de dezembro de 2008, creditou Juros sobre Capital Próprio
conforme o capítulo VI artigo 31 do Estatuto Social.

Os dividendos e os juros sobre capital próprio foram calculados de acordo com o Estatuto
Social da Companhia e em consonância com a Lei das S.A.

O valor demonstrado na rubrica “Dividendos” classificado como passivo circulante, em 31 de


março de 2009, refere-se a parcela dos sócios controladores calculada conforme o resultado
do 2º semestre de 2008 e que foi paga em 1º de abril de 2009.

b.1) Reserva Legal

A rubrica “Reserva Legal” representa os montantes constituídos à razão de 5% do lucro


líquido apurado em cada período social, nos termos do art. 193 da Lei nº 6.404/76, até o limite
de 20% do capital social.

b.2) Reserva para Retenção de Lucros

A Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária, realizada em 18 de março de 2009

aprovou a constituição de Reserva de Retenção e respectivo Orçamento de Capital proposto


pela Administração da Companhia, nos termos do artigo 196, da Lei nº 6.404/76 e Instrução

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

CVM n º 469 de 02 de maio de 2008, art 5º parágrafo único. A referida reserva terá por
finalidade permitir a aquisição, pela Companhia, de ações de sua própria emissão, em
especial para atender o Plano de Opção de Compra de Ações da Companhia, aprovado pela
Assembléia Geral Extraordinária de 21 de dezembro de 2007 e alterado pela Assembléia
Geral Extraordinária de 23 de outubro de 2008.

b.3) Lucro por ação

O quadro abaixo apresenta os dados de lucro e ações usado no cálculo do lucro básico por
ação:

Numerador básico 31.03.2009 31.03.2008


Lucro líquido atribuído para acionistas
317.184 278.626
ordinários

Denominador básico
Quantidade média ponderada de ações
672.971 672.971
ordinárias por lucro básico por ação

Lucro por ação (em R$) – Básico 0,4713 0,4140

c. Plano de opção de compra de ações – “STOCK OPTIONS”

Em Assembléia Geral Extraordinária realizada em 21 de dezembro de 2007, os acionistas da


Companhia aprovaram um plano de opção de compra de ações, nos termos do artigo 168, §
3º, da Lei das Sociedades por Ações, o qual estabelece as condições gerais de outorga de
opções de compra de Ações de emissão da Companhia a seus diretores estatutários ou não
(“Plano”). Em assembléia Geral Extraordinária realizada em 23 de outubro de 2008, os
acionistas deliberaram alterar o Plano, em especial para aperfeiçoar sua redação, fixar o
prazo de exercício de 12 (doze) meses, contado a partir da obtenção do respectivo direito de
exercício, para prever que o limite máximo de outorga de opções no total não poderá exceder
3% do capital social, para excluir a Cláusula que previa as condições da primeira outorga de
opções da Companhia por ocasião da abertura de capital e para dispor sobre as condições
para alienação das ações adquiridas com o exercício das opções. O prazo de vigência do
Plano é de 6 (seis) anos, sendo que o término de sua vigência não afetará a eficácia das
opções ainda em vigor outorgadas com base nele. Os acionistas, nos termos do artigo 171, §
3º, da Lei das Sociedades por Ações, não terão preferência no exercício da opção de compra
de Ações. Uma eventual emissão de Ações em decorrência do exercício de opções de
compra de Ações no âmbito do Plano poderá resultar em uma diluição para os acionistas
existentes, que nos termos do Plano não poderá exceder 3% do capital social da Companhia.
A quantidade máxima de ações que podem ser emitidas no âmbito do Plano é 20.189.121
ações.

O preço de exercício das opções será fixado pelo Conselho de Administração da Companhia,
respeitado o preço mínimo equivalente ao valor médio das Ações da Companhia nos últimos
30 pregões na BOVESPA imediatamente anteriores à data de outorga das ações.
Excepcionalmente, na primeira outorga, que ocorreu em 11 de fevereiro de 2008, o preço de
exercício das opções foi equivalente a 75% do preço de emissão fixado pelo Conselho de

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Administração em reunião de 11 de julho de 2007, com base no resultado do Procedimento de


Bookbuilding realizado por ocasião da abertura de capital da Companhia.

Em Reunião do Conselho de Administração da Companhia realizada em 11 de fevereiro de


2008, foi aprovada a outorga de opções de compra de 503.384 ações ordinárias de emissão
da Companhia, pelo preço de exercício de R$ 20,25 (vinte reais e vinte e cinco centavos) por
ação. Os beneficiários, nos termos do Plano e do Contrato de Outorga de Opção de Compra,
poderão exercer a primeira parcela, equivalente a ¼ do total das opções de compra a eles
outorgadas, a partir de 11 de fevereiro de 2009. De acordo com a norma CPC 10, a
Companhia reconheceu no exercício findo em 31 de dezembro de 2008, o valor de R$ 0,7
milhão,

16. Receitas líquidas da prestação de serviços


31.03.2009 31.03.2008

Crédito 307.748 258.032


Débito 87.539 74.756
Aluguel de equipamentos 183.223 138.057
Outras receitas 30.477 23.530

Total da receita bruta da prestação de serviços 608.987 494.375

Deduções da receita bruta


(-) Impostos incidentes sobre a prestação de
(50.140) (54.018)
serviços
Receita operacional líquida 558.847 440.357

Custo dos serviços prestados


Fees de Bandeira (39.667) (32.704)
Manutenção de Estabelecimentos (34.306) (36.114)
Captura e Processamento (15.919) (17.710)
Depreciação de Equipamentos de Captura (26.728) (27.693)
Outros (29.473) (34.169)
Total de custos dos serviços prestados (146.093) (148.390)

Receitas líquidas 412.754 291.967

17. Despesas de pessoal


31.03.2009 31.03.2008

Salários e benefícios 17.344 17.101


Encargos sociais 10.851 10.015
Outros 1.742 62
29.937 27.178

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Participação dos funcionários no resultado da Companhia foi calculada com base no plano
de metas estabelecido pela Administração e aprovado pelo Conselho de Administração.
Referente ao trimestre encerrado em 31 de março de 2009, a Companhia reconheceu em
seu resultado R$ 6,7 milhões (31 de março de 2008 – R$ 6,0 milhões) para pagamento aos
seus colaboradores a título de participação nos resultados.

18. Custo de benefício de aposentadoria

A Redecard é patrocinadora dos Planos de Aposentadoria e Aposentadoria Suplementar


Credicard, ambos mantidos pela CITIPREVI - Entidade Fechada de Previdência
Complementar. A Redecard não é a única patrocinadora desses planos, mas sua adesão a
estes tem caráter não solidário, ou seja, o custeio e o patrimônio dos Planos de
Aposentadoria aos quais a Redecard aderiu são totalmente segregados das demais
patrocinadoras.

A Redecard responde por 100% do custo do plano de benefícios previdenciários aos seus
empregados, na modalidade de benefício definido (Plano de Aposentadoria Credicard -
Patrocinadora: Redecard). Adicionalmente, participa com 50% das contribuições para um
plano de benefícios previdenciários aos seus empregados que optarem por esse plano, na
modalidade de contribuição definida (Plano de Aposentadoria Suplementar Credicard -
Patrocinadora: Redecard). Os empregados podem participar dos dois planos, apenas de um
dos planos ou de nenhum deles.

Os planos de benefícios são avaliados atuarialmente ao final de cada exercício, objetivando


verificar se as taxas de contribuição vem sendo suficientes para a formação de reservas
necessárias aos compromissos de pagamento atuais e futuros. A CITIPREVI - Entidade
Fechada de Previdência Complementar é uma entidade fechada de previdência
complementar constituída de acordo com o disposto na Lei Complementar nº 109, de 29 de
maio de 2001, com personalidade jurídica distinta das suas Patrocinadoras.

No trimestre encerrado em 31 de março de 2009, as contribuições para esses planos


totalizaram R$ 0,7 milhões (R$ 1,2 milhões em 31 de março de 2008), sendo assim
distribuído: Companhia R$ 0,2 milhões e Funcionários R$ 0,5 milhões. (Companhia R$ 0,7
milhões e Funcionários R$ 0,5 milhões em 31 de março de 2008).

19. Despesas Administrativas e Marketing


31.03.2009 31.03.2008
Administrativas
Prédios 2.638 3.073
Serviços Contratados 8.806 3.680
Manutenção TI 5.394 6.052
Processamento de Dados 4.860 3.647
Telefonia Corporativa 1.932 2.319
Viagens e Representações 1.203 1.403
Outros 3.323 7.388
Marketing 9.623 9.694
37.779 37.256

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

20. Tributação

a. Conciliação da taxa efetiva do imposto

31.03.2009 31.03.2008

Lucro contábil antes dos impostos, deduzido das


476.479 420.853
participações
Imposto de renda à alíquota nominal de 34% (IRPJ +
162.003 143.090
CSLL)
Despesas não dedutíveis 357 210
Patrocínios Culturais da Lei Rouanet e Doações ao
(2.744) (1.073)
Estatuto da Criança e do Adolescente
Incentivo Fiscal Inovação Tecnológica (321) -

Despesa de imposto de renda apresentada na


159.295 142.227
demonstração consolidada do resultado

A alíquota efetiva de imposto de renda e contribuição


social é: 33,43% 33,79%

Imposto corrente
Imposto de renda e contribuição social corrente 153.166 131.779

Imposto diferido
Relacionado com a origem e o estorno de diferenças
6.129 10.448
temporárias

21. Informações Complementares

a. Remuneração dos Diretores

Remuneração dos Diretores e do Conselho de Administração: os Diretores são os


representantes legais da Companhia, responsáveis, principalmente, pela sua administração
cotidiana e pela implementação das políticas e diretrizes gerais estabelecidas pelo Conselho
de Administração. São todos brasileiros e residentes no Brasil. Os Diretores são eleitos pelo
Conselho de Administração, com mandato de dois anos, sendo permitida a reeleição,
podendo, a qualquer tempo, serem por ele destituído. De acordo com o Estatuto Social da
Companhia, a Diretoria deve ser composta por, no mínimo três e, no máximo, oito membros.
Em 31 de março de 2009 e 2008, a Diretoria da Companhia era formada por sete membros,
sendo um Diretor Presidente. Em 31 de março de 2009, a remuneração dos Administradores
atingiu o montante de R$ 6,6 milhões (R$ 7,1 milhões em 31 de março 2008) de acordo com
programa aprovado pelo Conselho de Administração. O Conselho de Administração é
composto de no mínimo 05 e no máximo 10 membros.

b. Transações com partes relacionadas

As operações entre partes relacionadas, em 31 de março de 2009 e 31 de dezembro de


2008, referem-se substancialmente a contas a receber dos emissores, que também são
acionistas controladores da Companhia, bem como despesas com serviços prestados pela

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Orbitall.

Ativo:
31.03.2009 31.12.2008
Saldo em conta corrente bancária
Citibank - 7.609
Itaú 57.153 581
Unibanco 56 357

Contas a receber líquidas de emissores


Citibank - 2.357.175
Itaucard 3.903.671 4.512.091
Unicard 1.197.384 1.274.370

Resultado:
Despesa com prestação de serviços
Orbitall (1) 10.134 44.394

Despesas Financeiras:
Citibank - 1.957
Itaucard 22.687 61.595
Unibanco 238 1.028
(1)
A Orbitall Serviços e Processamento de Informações Comerciais S.A. é uma sociedade
controlada pela Itaú Unibanco Banco Múltiplo S/A.

Os valores de Contas a Receber de Emissores referem-se aos montantes devidos pelos


Emissores à Companhia, decorrentes das transações realizadas com cartões de crédito e de
débito das Bandeiras MasterCard e Diners Club, os quais serão posteriormente repassados
pela Companhia aos estabelecimentos credenciados.

As condições de contratação com os emissores são estabelecidas como decorrência dos


regulamentos e manuais emitidos pelas Bandeiras MasterCard e Diners Club. Dessa forma,
essas transações com partes relacionadas são efetuadas a preços e condições semelhantes
a aqueles praticados com as demais emissoras de cartões de crédito ou de débito
autorizadas pelas Bandeiras MasterCard e Diners Club.

A Companhia firmou contrato de prestação de serviços com a Orbitall, incluindo a


manutenção e o fornecimento de infra-estrutura de hardware, tanto para a plataforma
mainframe quanto para a plataforma distribuída, bem como o gerenciamento, a operação e a
administração da comunicação entre essas plataformas e as plataformas de terceiros, além
do processamento de dados. As condições de contratação, tanto as relativas a preços como
as relativas a níveis mínimos dos serviços contratados, estão de acordo com as condições
normalmente encontradas no mercado.

Em 15 de novembro de 1996, a Redecard firmou com a MasterCard International um


Contrato de Licenciamento de Marcas, por meio do qual a MasterCard International licenciou
a Companhia, em caráter não exclusivo, para utilizar as marcas da Bandeira MasterCard no
credenciamento de estabelecimentos. O prazo desse contrato é indeterminado, e a
Redecard deve seguir os padrões estabelecidos pela MasterCard no credenciamento de
estabelecimentos, que incluem regras sobre sinalização (moldes de apresentação da marca)

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

do estabelecimento, direitos de propriedade de marcas, entre outros.

Em 24 de outubro de 2002, a Redecard firmou com a MasterCard International um Contrato


de Licenciamento de Marca, por meio do qual a MasterCard International licenciou a
Companhia, em caráter não exclusivo, para utilizar a marca Redeshop, anteriormente
adquirida pela MasterCard International da Credicard.

Em 27 de abril de 2005, a Redecard firmou com a MasterCard International um Contrato de


Licenciamento de Marcas, por meio do qual a MasterCard International licenciou a
Companhia, em caráter não exclusivo, para utilizar as marcas da Bandeira MasterCard,
incluindo a MasterCard Maestro e demais logos da marcas MasterCard.

c. Seguros contratados

A Companhia, a despeito de apresentar reduzido grau de risco de sinistro, tem como política
contratar cobertura de seguros para os seus ativos. As apólices de seguros contratadas com
a Royal SunAlliance, através de AON Risk Services, na qualidade de corretora de seguros
da Companhia, com vigência de abril de 2008 a abril de 2009, com o custo total dos prêmios
de R$ 0,3 milhão, e estão divididos em:

Bens Segurados Valor em Valores


Ramo risco cobertos
- RD Patrimonial Prédios, móveis, utensílios e
instalações que constituem os
estabelecimentos da Companhia, R$ 29,0 R$ 29,0
descritos na apólice
- Veículos Todos os veículos da Companhia R$ 3,3 R$ 3,3
- Equipamentos Equipamentos alocados na rede (*) R$ 0,5
“POS” de estabelecimentos
credenciados Redecard contra os
riscos de incêndio, queda de raio,
roubo e/ou furto qualificado etc.
Compreensivo Equipamentos POS e material de
Empresarial sinalização e marketing R$ 14,0 R$ 14,0
armazenados em local de
terceiros - Armazém de depósitos

(*) O valor total desses equipamentos corresponde a aproximadamente R$ 350


milhões, calculado de acordo com o custo de reposição. Esses equipamentos encontram-se
instalados em aproximadamente 1 milhão de estabelecimentos credenciados pela Redecard
em todo o território nacional. Para efeito de definição do “valor em risco”, são analisadas,
entre outras variáveis, a probabilidade de ocorrência simultânea de sinistros em toda a base
de estabelecimentos. Historicamente, o valor dos sinistros ocorridos, no mesmo período de
vigência da apólice, foi de aproximadamente R$ 0,1 milhão.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

22. Gestão de risco

a. Risco de crédito

Os valores de contas a receber de emissores representam os valores das transações


efetuadas por portadores de cartões emitidos pelas instituições financeiras licenciadas pelas
Bandeiras MasterCard e Diners Club International e são garantidos pelas respectivas
Bandeiras em caso de inadimplência. Essas garantias estão estipuladas nos regulamentos
emitidos por esses dois sistemas de Bandeiras. Adicionalmente, a Bandeira MasterCard
estipula a necessidade de garantias efetivas (reais ou bancárias) para cada participante do
sistema, sem a qual não há a possibilidade de ser licenciada ou poderá perder essa
condição, se já for licenciada.

A Companhia é a única credenciadora no Brasil para as Bandeiras MasterCard e Diners


Club International e tem política específica definindo as diretrizes e os procedimentos de
análise de risco para o processo de credenciamento de estabelecimentos, para que possam
aceitar os cartões das duas Bandeiras mencionadas, nas suas transações comerciais e
financeiras.

b. Risco de taxa de câmbio

Os resultados da Companhia não estão suscetíveis a variações significativas, em função dos


efeitos da volatilidade da taxa de câmbio, principalmente do dólar norte-americano, em
virtude da inexistência de posições relevantes em moeda estrangeira.

c. Risco de taxa de juros

Os resultados da Companhia estão suscetíveis a variações decorrentes das operações de


empréstimos contratados a taxa de juros flutuantes.

De acordo com suas políticas financeiras, a Companhia não tem efetuado operações
envolvendo instrumentos financeiros que tenham caráter especulativo.

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07.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE

COMENTÁRIO DA ADMINISTRAÇÃO

A Redecard capturou, processou e liquidou R$ 32,3 bilhões em transações com cartões de


crédito e débito no 1T09, representando um crescimento de 16,6% sobre o registrado no mesmo
período de 2008.

A Receita Operacional Líquida totalizou R$ 558,8 milhões, representando um crescimento de


26,9% sobre o mesmo trimestre do ano anterior. Os principais destaques foram (i) crescimento de
18,8% nas receitas obtidas com transação de cartões de crédito e débito, (ii) crescimento de
32,7% na receita de aluguel de equipamentos POS.

O Custo Total dos Serviços Prestados apresentou uma diminuição de 1,5% no 1T09 comparado
ao mesmo trimestre do ano anterior, enquanto a quantidade total das transações de cartões de
crédito e débito cresceu 12,4% no mesmo período demonstrando o acerto das negociações de
preços com os fornecedores e dos ajustes nos processos internos. Como conseqüência, o custo
total por transação de cartões de crédito e débito apresentou uma redução nominal de 8,9% para
R$ 0,3385. As Despesas Operacionais apresentaram um crescimento de 11,7% no 1T09 em
comparação ao mesmo período do ano anterior.

Com um crescimento de 13,8% em relação ao 1T08, a Companhia apresentou um Lucro Líquido


de R$ 317,2 milhões no 1T09.

Neste período, a Redecard passou por uma reestruturação acionária significativa com a venda da
participação detida pelo Citibank, um de seus três acionistas controladores fundadores da
Companhia. Atualmente, a estrutura acionária é composta pelo Itau Unibanco como acionista
controlador e acionistas minoritários detentores de ações negociadas na BMF&Bovespa.
Conseqüentemente, o Conselho de Administração apresenta uma nova composição passando de
9 para 7 membros, com a saída dos representantes do acionista vendedor.

Ainda neste trimestre, a Companhia apresenta uma nova composição da Diretoria Executiva em
decorrência da unificação das diretorias de Operações e Tecnologia, resultando em maior
eficiência e otimização de suas estruturas.

Em 31/03/2009, o Banco Central do Brasil (BCB) publicou Relatório Sobre a Indústria de Cartões
de Pagamentos. O relatório é resultado de um estudo iniciado em 2006 pelo BCB, Secretaria de
Direito Econômico (SDE), do Ministério da Justiça, e a Secretaria de Acompanhamento
Econômico (SEAE). Trata-se de um relatório técnico sobre a Indústria, sem indicação de ações
regulatórias imediatas e sem prazos. A Companhia enviará suas considerações à ABECS
(Associação Brasileira de Empresas de Cartões e Serviços) que consolidará a posição dos
demais participantes da indústria que se manifestarem e, se pronunciará oficialmente e
oportunamente ao BCB, dentro do prazo indicado de 90 dias a contar da data de publicação do
relatório. A íntegra do relatório está disponível em
http://www.bcb.gov.br/htms/spb/Relatorio_Cartoes.pdf.

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07.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE

ANÁLISE DE DESEMPENHO

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA

A receita operacional líquida foi de R$ 558,8 milhões no trimestre, com um crescimento de


R$ 118,5 milhões, ou 26,9%, em relação ao 1T08.

Receita Operacional Bruta

i) Receita das transações com cartões de crédito: R$ 307,7 milhões no trimestre,


representando um crescimento de R$ 49,7 milhões ou 19,3% sobre o 1T08, decorrente de
(i) crescimento de 17,3% no volume financeiro das transações e (ii) variação positiva na
taxa de administração líquida média de 1,43% para 1,48%.

Receita – Cartões de Crédito (R$ milhões)

+19,3%

35 5
314 308
299
2 58

1T08 2T08 3 T0 8 4T08 1T09

ii. Receita das transações com cartões de débito: R$ 87,5 milhões no trimestre,
representando um crescimento de R$ 12,8 milhões ou 17,1% sobre o 1T08, decorrente,
principalmente, de crescimento de 15,2% no volume financeiro das transações.

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07.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE

Receita – Cartões de Débito (R$ milhões)

+17,1% 82

100
88
81
75 76

1T08 2T08 3T08 4T08 1T09

iii. Receita de aluguel de equipamentos POS: R$ 183,2 milhões no trimestre,


representando um crescimento de R$ 45,2 milhões ou 32,7% sobre o 1T08.
Contribuíram para esse resultado, algumas mudanças significativas nos processos de
atendimento e negociação com os estabelecimentos. A nova base de equipamentos
instalados, ao final de março de 2009, é de 882.017 unidades.

Receita – Aluguel de Equipamentos (R$ milhões)


+32,7 %

184 183

144 153
138

1T08 2T08 3T08 4T08 1T09

iv. Outras receitas: R$ 30,4 milhões no trimestre, representando um crescimento de


R$ 6,9 milhões ou 29,5% sobre 1T08. Estas receitas incluem: (a) receita com os
serviços de consulta de cheques, (b) receita com a captura de transações com cartões-
benefício (alimentação, refeição, etc), (c) receita com a captura de transações com
cartões de loja (Private Label), (d) receita de trava de domicílio bancário cobrada dos
bancos emissores, dentre outras.

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07.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE

Impostos

Os impostos sobre as receitas operacionais, que totalizaram R$ 50,1 milhões no primeiro


trimestre de 2009, apresentaram uma redução de R$ 3,9 milhões, ou 7,2% sobre o 1T08. Esta
variação é resultado da centralização das operações da Companhia em sua nova sede na
cidade de Barueri, estado de São Paulo.

Resultado Financeiro Líquido

As receitas financeiras líquidas compreendem (i) resultado do pré-pagamento a


estabelecimentos comerciais; (ii) variações monetárias; e (iii) variações cambiais.

No 1T09, o resultado financeiro líquido atingiu R$ 147,8 milhões, representando um


crescimento de R$ 29,3 milhões ou 24,7% em relação ao 1T08, principalmente devido ao
resultado do pré-pagamento a estabelecimentos credenciados.

CUSTOS TOTAIS DOS SERVIÇOS PRESTADOS

Custos dos Serviços Prestados

Os principais itens de custos dos serviços prestados são relativos a: (i) tarifas pagas às Bandeiras;
(ii) gastos com a rede de captura de transações e com as operadoras de telefonia; (iii) despesas de
processamento de dados; (iv) gastos com o serviço de atendimento telefônico aos
estabelecimentos credenciados; (v) despesas com a manutenção dos equipamentos POS; (vi)
gastos com os materiais utilizados pelos estabelecimentos na captura de transações; e (vii) gastos
com credenciamento de novos estabelecimentos comerciais.

Depreciação de Equipamentos de Captura

A despesa de Depreciação de Equipamentos de Captura atingiu R$ 26,7 milhões, representando


uma redução de R$ 1,0 milhão ou 3,5% quando comparada ao 1T08.

Custos Totais dos Serviços Prestados

O Custo Total dos Serviços Prestados (que inclui a depreciação) de R$ 146,1 milhões no trimestre
representa uma redução 1,5% em relação ao 1T08, enquanto a quantidade total das transações de
cartões de crédito e débito cresceu 12,4% no mesmo período. O resultado foi um custo total dos
serviços prestados por transação de R$ 0,3385, representando uma redução nominal de 8,9%
quando comparado ao 1T08.

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07.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE

DESPESAS OPERACIONAIS

Pessoal

As despesas com pessoal foram de R$ 29,9 milhões no 1T09, 10,2% maior em relação ao 1T08.
Essa variação é principalmente decorrente do acordo coletivo de 8% concedido em agosto de 2008
e dos gastos adicionais incorridos com as mudanças efetuadas na Diretoria Executiva e em outras
áreas da empresa, que resultaram na diminuição permanente do número de Diretores e Gerentes,
compensados parcialmente com o efeito positivo de: (i) revisão nos valores trabalhistas, (ii)
renegociações dos contratos de benefícios concedidos aos funcionários e (iii) reestruturação da
área comercial.

Administrativas

As principais despesas administrativas estão relacionadas à (i) infra-estrutura predial, que inclui
aluguel e manutenção de imóveis; (ii) manutenção dos sistemas administrativos; (iii) serviços
profissionais contratados, como auditores, consultores e advogados externos; (iv) viagens e
locomoções; (v) materiais de escritório, impressão e processamento de documentos e (vi)
telecomunicação corporativa.

As despesas administrativas atingiram R$ 28,2 milhões no trimestre, um aumento de R$ 0,6 milhão


ou 2,2% quando comparadas ao 1T08, em linha com as expectativas da Companhia.

Marketing

Os gastos com marketing são, basicamente, direcionados ao incentivo à aceitação dos cartões de
crédito e débito, incluindo material de merchandising e ações promocionais no ponto de venda.
As despesas de marketing de R$ 9,6 milhões no trimestre foram R$ 0,1 milhão ou 0,7% menores,
quando comparadas ao 1T08.

Outras Despesas e Receitas Operacionais

As outras despesas e receitas operacionais incluem: (i) gastos e/ou recuperações das perdas
operacionais; (ii) provisão para créditos de liquidação duvidosa no pagamento de aluguel de
equipamentos de captura; (iii) outras.

Estas despesas foram de R$ 7,5 milhões no trimestre, um aumento de R$ 4,6 milhões quando
comparadas ao 1T08, decorrentes de: (i) variação no saldo de provisões para devedores duvidosos
entre os dois períodos decorrente da intensificação da cobrança de aluguel de equipamentos POS
inativos e (ii) aumento de valores destinados a ações culturais (Lei Rouanet), projetos de incentivo
ao Desporto Amador e projetos aprovados conforme Estatuto da Criança e do Adolescente, que
resultaram em deduções no Imposto de Renda.

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07.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE

LUCRO LÍQUIDO

O Lucro Líquido atingiu R$ 317,2 milhões no trimestre, 13,8% superior aos R$ 278,6 milhões do
1T08. Este resultado é uma combinação do crescimento de 26,9% da Receita Operacional Líquida
e do comportamento favorável dos Custos Totais dos Serviços Prestados e das Despesas
Operacionais, que, somadas, cresceram apenas 2,7% no período. Esta melhoria de produtividade
foi obtida por meio de mudanças nos processos, de renegociações de preços com fornecedores e
de ganho de escala.

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20.01 - OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES

POSIÇÃO ACIONÁRIA DA COMPANHIA

Neste período, a Redecard passou por uma reestruturação acionária significativa com a venda da
participação detida pelo Citibank, um de seus três acionistas controladores fundadores da
Companhia. Atualmente, a estrutura acionária é composta pelo Itau Unibanco como acionista
controlador e acionistas minoritários detentores de ações negociadas na BMF&Bovespa.
Conseqüentemente, o Conselho de Administração apresenta uma nova composição passando de
9 para 7 membros, com a saída dos representantes do acionista vendedor.

Ainda neste trimestre, a Companhia apresenta uma nova composição da Diretoria Executiva em
decorrência da unificação das diretorias de Operações e Tecnologia, resultando em maior
eficiência e otimização de suas estruturas.

POSIÇÃO ACIONÁRIA CONSOLIDADA DOS CONTROLADORES E ADMINISTRADORES E AÇÕES EM CIRCULAÇÃO


Posição em 30/12/2007 Posição em 30/12/2008

Quantidade de Quantidade Total de Quantidade de Quantidade Total de


Acionista Ações Ordinárias % Ações (em % Ações Ordinárias % Ações (em %
(em unidades) unidades) (em unidades) unidades)
Controlador 473.603.892 70,38% 473.603.892 70,38% 426.807.614 63,42% 426.807.614 63,42%

Administradores 2.817 0,00% 2.817 0,00% 10.779 0,00% 10.779 0,00%


Conselho de Administração 8 0,00% 8 0,00% 109 0,00% 109 0,00%
Diretores Estatutários 2.809 0,00% 2.809 0,00% 10.670 0,00% 10.670 0,00%

Outros Acionistas 199.366.813 29,62% 199.366.813 29,62% 246.158.473 36,58% 246.158.473 36,58%

Total 672.970.705 100,00% 672.970.705 100,00% 672.970.705 100,00% 672.970.705 100,00%

Ações em Circulação 199.366.813 29,62% 199.366.813 29,62% 246.158.473 36,58% 246.158.473 36,58%

POSIÇÃO ACIONÁRIA DOS DETENTORES DE MAIS DE 5% DAS AÇÕES DE CADA ESPÉCIE E CLASSE DA
COMPANHIA, ATÉ O NÍVEL DE PESSOA FÍSICA
Posição em 30/12/2008
Companhia : Redecard S.A
Ações Ordinárias Total
Acionista
Quantidade % Quantidade %
BANCO CITIBANK SA 114.405.020 17,00% 114.405.020 17,00%
BANESTADO PART ADM SERV LTDA 156.201.297 23,21% 156.201.297 23,21%
DIBENS LEAS S ARR MERCANTIL 127.820.698 18,99% 127.820.698 18,99%
UNIBANCO PARTICIPACOES SOCIETARIAS SA 28.380.599 4,22% 28.380.599 4,22%

Outros 246.163.091 36,58% 246.163.091 36,58%


Total 672.970.705 100,00% 672.970.705 100,00%

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20.01 - OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES

POSIÇÃO ACIONÁRIA DOS DETENTORES DE MAIS DE 5% DAS AÇÕES DE CADA ESPÉCIE E CLASSE DA COMPANHIA, ATÉ O NÍVEL DE
PESSOA FÍSICA
Posição em 31/03/2009

Companhia : Redecard S.A

Ações Ordinárias Total


Acionista
Quantidade % Quantidade %
BANESTADO PART ADM SERV LTDA 156.201.297 23,21% 156.201.297 23,21%
DIBENS LEAS S ARR MERCANTIL 127.820.698 18,99% 127.820.698 18,99%
UNIBANCO PARTICIPACOES SOCIETARIAS SA 28.380.249 4,22% 28.380.249 4,22%
BANCO ITAU S/A 24.083.110 3,58% 24.082.760 3,58%
OUTROS 336.485.351 50,00% 336.485.351 50,00%
Total 672.970.705 100,00% 672.970.705 100,00%

DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DA PESSOA JURÍDICA (ACIONISTA DA COMPANHIA), ATÉ O NÍVEL DE PESSOA FÍSICA
Posição em 31/03/2009

Denominação : BANESTADO PART ADM SERV LTDA

Ações Ords/Cotas Total


Acionista/Cotista
Quantidade % Quantidade %
BANCO ITAULEASING S.A. 4.627.735.720 61,52% 4.627.735.720 61,52%
BANCO ITAUCARD S.A. 2.888.366.113 38,40% 2.888.366.113 38,40%
OUTROS 6.403.099 0,09% 6.403.099 0,09%
TOTAL 7.522.504.932 100% 7.522.504.932 100,00%

DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DA PESSOA JURÍDICA (ACIONISTA DA COMPANHIA), ATÉ O NÍVEL DE PESSOA FÍSICA
Posição em 31/03/2009

Denominação : Dibens Leasing S.A - Arrendamento Mercantil

Ações Ords/Cotas Total


Acionista/Cotista
Quantidade % Quantidade %
BANCO ITAU S.A. 925.201.749 99,99% 925.201.749 99,99%
OUTROS 4 0,01 4 0,01%
TOTAL 925.201.753 100,00% 925.201.753 100,00%

DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DA PESSOA JURÍDICA (ACIONISTA DA COMPANHIA), ATÉ O NÍVEL DE PESSOA FÍSICA
Posição em 31/03/2009

Denominação : Unibanco Participações Societárias S.A

Ações Ords/Cotas Ações Preferenciais Total


Acionista/Cotista
Quantidade % Quantidade % Quantidade %
DIBENS LEASING S/A ARRENDAMENTO MERCANTIL 8.883.378 99,99% 6.218.362 30,00% 15.101.740 50,99%
DBR INVESTMENTS CO. LTD. (*) - 0,00% 14.509.513 70,00% 14.509.513 49,00%
OUTROS 7 0,01% 3 0,00% 10 0,01%
-
TOTAL 8.883.385 100,00% 20.727.878 100,00% 29.611.263 100,00%
(*) não é possível a abertura do capital por tratar-se de empresa com sede no exterior

DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DA PESSOA JURÍDICA (ACIONISTA DA COMPANHIA), ATÉ O NÍVEL DE PESSOA FÍSICA
Posição em 31/03/2009
Denominação : BANCO ITAU S/A
Ações Ordinárias Ações Preferenciais Total
Acionista/Cotista
Quantidade % Quantidade % Quantidade %
ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. 2.081.169.523 100,00% 2.014.258.290 100,00% 4.095.427.813 100,00%

TOTAL 2.081.169.523 100,00% 2.014.258.290 100,00% 4.095.427.813 100,00%

DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DA PESSOA JURÍDICA (ACIONISTA DA COMPANHIA), ATÉ O NÍVEL DE PESSOA FÍSICA
Posição em 31/03/2009
Denominação : BANCO ITAULEASING S.A.
Ações Ordinárias Ações Preferenciais Total
Acionista/Cotista
Quantidade % Quantidade % Quantidade %
BANCO ITAU S.A. 20.466.882 77,38% 15.582.774 77,29% 36.049.656 77,34%
ITAUVEST ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES LTDA. 4.274.211 16,16% 3.275.553 16,25% 7.549.764 16,20%
BANCO ITAUCARD S.A. 1.708.541 6,46% 1.302.296 6,46% 3.010.837 6,46%
TOTAL 26.449.634 100,00% 20.160.623 100,00% 46.610.257 100,00%

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20.01 - OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES

DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DA PESSOA JURÍDICA (ACIONISTA DA COMPANHIA), ATÉ O NÍVEL DE PESSOA FÍSICA
Posição em 31/03/2009
Denominação : Itauvest Administração e Participações Ltda.
Ações Ords/Cotas Total
Acionista/Cotista
Quantidade % Quantidade %
BANCO ITAUCARD S.A. 1.033.004.468 99,99% 356.579.409 99,99%
Outros 120 0,01 120 0,01%
TOTAL 1.033.004.588 100,00% 356.579.529 100,00%

DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DA PESSOA JURÍDICA (ACIONISTA DA COMPANHIA), ATÉ O NÍVEL DE PESSOA FÍSICA
Posição em 31/03/2009
Denominação : BANCO ITAUCARD S.A.
Ações Ordinárias Ações Preferenciais Total
Acionista/Cotista
Quantidade % Quantidade % Quantidade %
BANCO ITAU S.A. 233.084.097.676 96,13% 233.084.097.676 95,63%
ITAU UNIBANCO HOLDING S.A. 3.592.433.657 1,48% 1.277.933.118 100,00% 4.870.366.775 2,00%
OUTROS 5.789.459.611 2,39% 5.789.459.611 2,38%
TOTAL 242.465.990.944 100,00% 1.277.933.118 100,00% 243.743.924.062 100,00%

A companhia está vinculada à arbitragem na Câmara de Arbitragem do mercado conforme


Cláusula Compromissória constante do seu Estatuto Social.

COMPOSIÇÃO ATUAL DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Conselheiros

Joaquim Francisco de Castro Neto. O Sr. Castro Neto, nascido em 30 de março de 1944,
ingressou no Unibanco como Diretor da Finasul e desde então exerceu diversos cargos no
conglomerado Unibanco. Foi membro do Conselho da Administração do Banco Fininvest S.A.,
Presidente do Conselho de Administração da Dibens, Diretor Presidente da Unibanco Distribuidora
de Títulos e Valores Mobiliários S.A., entre outros. Atualmente atua como Conselheiro do Unibanco
e também da Visa International Inc. na América Latina. Faz parte do Conselho de Administração da
Redecard desde 2004. É membro do Comitê de Opções da Companhia. O Sr. Castro Neto é
graduado em Administração pela FGV e possui especialização em Administração de Vendas e em
Marketing e Desenvolvimento de Novos Produtos pela IMEDE em Lausanne (Suíça).

José Francisco Canepa. O Sr. Canepa, nascido em 26 de março de 1952, foi Diretor Executivo do
Banco Itaú S.A. entre janeiro de 2004 e abril de 2005. Em abril de 2005, passou a ser Vice-
Presidente Executivo. Ele também é Diretor Vice-Presidente do Banco Itaucred Financiamentos
S.A. desde junho de 2004. De 1985 a 1989, atuou no Citibank N.A. como Controler América Latina
na Divisão de Consumer Bank. Em 1989 passou a Vice-Presidente Consumer Bank Porto Rico,
onde atuou até 1994. Entre 1994 e 1997 atuou como Presidente do Grupo Credicard,
compreendendo a Credicard S.A. Administradora de Cartões de Crédito, a Orbitall Serviços e
Processamento de Informações Comerciais Ltda. e a Redecard S.A. Foi o responsável pela criação
e operação do “IBI”, braço financeiro da C&A no Brasil, exercendo a presidência Banco IBI S.A. e
da IBI Administradora e Promotora Ltda., de 1997 a 2003. O Sr. Canepa é graduado em
Engenharia Industrial pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; obteve o título de
Mestre em Engenharia Industrial em 1978. Em 1988 concluiu o Post-Graduate Business
Administration em Berkeley nos Estados Unidos da América. É membro do Comitê de Opções da
Companhia.

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20.01 - OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES

Márcio de Andrade Schettini, nascido em 22 de maio de 1964, atuou em diversas empresas e


instituições financeiras. É Presidente da Unicard, da Fininvest e de outras empresas do grupo
Unibanco desde 1997. Foi eleito Diretor Vice-Presidente Executivo do Unibanco em 2004. O Sr.
Schettini é membro do Conselho da Administração da Companhia desde 2005 e membro titular
desde 2007. Em 02 de abril de 2009, foi designado Vice-Presidente do Conselho de Administração
da Companhia, que para término do mandato que vigorará até a posse dos eleitos pela Assembléia
Geral Ordinária de 2010. É membro do Comitê de Opções da Companhia. O Sr. Schettini é
graduado em Engenharia Elétrica e mestre em Administração pela Pontifícia Universidade Católica
do Rio de Janeiro.

Silvio de Carvalho, nascido em 09 de maio de 1949, é Diretor Executivo do Banco Itaú Holding
Financeira S.A, graduado em Administração de Empresas e Ciências Contábeis pela Faculdade de
Economia, Administração e Ciências Contábeis da Universidade de São Paulo, concluído em 1972
e 1974, respectivamente. Concluiu, pela mesma faculdade, seu Mestrado, em 1982, e Doutorado,
em 1994 em Controladoria e Contabilidade, estes obtidos com honras. Concluiu o Stanford
Executive Program na Stanford University, USA, em 1985. Professor da Universidade de São
Paulo desde 1976.

Anastácio Vasconcelos Ramos, nascido em 11 de julho de 1951, foi Representante Comercial,


Executivo de Vendas, Gerente de Filial, Diretor Regional e Vice Presidente Comercial da
Credicard, onde trabalhou por 23 anos. Antes de ingressar na Companhia, trabalhou para o CBC
(Cartão de Crédito Bancário) dos bancos Andrade Arnaud e Hales. Foi Diretor Executivo Comercial
da Redecard por mais de oito anos, até assumir a Presidência de 2005 a 2008. Atualmente, o Sr.
Ramos é conselheiro da Companhia, Diretor Vice-Presidente da ABECS e é graduado em
Administração de Empresas com ênfase em marketing, pela Federação de Escolas Faculdades
Integradas Simonsen - Rio de Janeiro. É membro do Comitê de Opções da Companhia.

Horácio Lafer Piva, nascido em 30 de maio de 1957, é membro do Conselho de Administração de


Klabin S.A. desde 1997, da Atmosfera Gestão e Higienização de Têxteis desde 2006 e da Tarpon
Investment Group Ltd. desde maio de 2007, e membro do Conselho Consultivo da Spread
Informática, da Brasilpar Serviços Financeiros, e do Banco Privado Português, desde 2005. O Sr.
Piva é Presidente dos Conselhos da Bracelpa – Associação Brasileira de Papel e Celulose desde
2006, do Grupo Semco desde 2005, do Instituto DNA Brasil desde 2006 e da AACD – Associação
de Assistência à Criança Deficiente desde março de 2007. O Sr. Piva foi presidente da Federação
e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP/CIESP), do SESI e SENAI, de 1998 a
2004, do Sebrae – Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa, de 1998 à 2000, e do Conselho
Temático de Política Econômica da CNI – Confederação Nacional da Indústria até 2004. O Sr. Piva
é membro também dos Conselhos do Instituto Ethos, da Fundação Antonio Prudente/Hospital do
Câncer, da Fundação Arte sem Fronteiras, da Fapesp – Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado
de São Paulo, da Osesp – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, do CDES – Conselho de
Desenvolvimento Econômico e Social, e da Abdim – Associação Brasileira de Distrofia Muscular. O
Sr. Piva é conselheiro independente do Conselho da Administração da Companhia desde 2007 e
membro do Comitê de Opções da Companhia. O Sr. Piva é graduado em Economia e tem pós-
graduação em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas.

Luiz Fernando Furlan, nascido em 29 de julho de 1946, graduado em Engenharia Química pela FEI
e Administrador de Empresas pela Faculdade Santana-São Paulo, com especialização em
Administração Financeira pela Faculdade Getúlio Vargas – São Paulo. De 2003 a 2007 foi Ministro
de Estado no Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Anteriormente, foi
presidente do Conselho de Administração da Sadia S.A. empresa na qual atuou desde 1978. Foi

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20.01 - OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES

ainda membro do Conselho de Administração da Panamco (Pan American Beverages, Inc. USA),
Telefônica S.A. (Espanha) e Brasmotor S.A. (Brasil) e integrou o Conselho Consultivo da IBM –
América Latina e ABN Amro Bank (Brasil), foi também presidente da ABEF - Associação Brasileira
de Exportadores de Frangos, ABRASCA – Associação Brasileira das Companhias Abertas, MEBF
– Mercosul European Business Fórum e Vice-Presidente da FIESP. É membro do Conselho de
Administração desde agosto de 2007.

Diretores

Roberto José Maris de Medeiros, nascido em 15 de julho de 1958, é graduado em engenharia


eletrônica, Pontifícia Universidade Católica do RJ, pós graduado em Marketing pela ESPM; Data
Networks pela Pontifícia Universidade Católica do RJ; especialização em desenvolvimento
Gerencial pela Harvard Business School (Boston/EUA), ocupou as posições de Presidente da
Telefônica Empresas S.A., CEO da Companhia Riograndense de Telecomunicações, COO da
Telecom Itália Brasil e diretor da Motorola do Brasil Ltda. Em 2008 foi eleito Diretor Presidente da
Redecard. Em 02 de abril de 2009, passou a acumular a Direção Executiva de Recursos Humanos
da Companhia, com a aposentadoria do Sr. Irelio Pedro Frigo.

Edson Luiz dos Santos, nascido em 19 de junho de 1956, iniciou sua carreira em Finanças na
Philip Morris, onde teve diversas posições, incluindo uma posição no escritório regional em New
York. Foi também CFO das empresas Crown Embalagens S/A & Petropar Embalagens S/A, DHL
Worldwide Express, SEA Containers e Durametallic do Brasil. É Diretor Executivo de Finanças da
Redecard desde 2000. Graduado e pós-graduado em Administração pela Faculdade Paulo Eiro –
Instituto Costa Braga, participou do seminário Corporate Financial Management na Universidade
de Michigan (USA) e do Programa de Gestão Avançada da Fundação Dom Cabral / INSEAD
(Fontainebleau, França).

Viviane Behar de Castro, nascida em 12 de dezembro de 1965, ingressou na Redecard em agosto


de 2008. Antes disso, atuou como diretora de RI na Biocapital S.A, empresa brasileira de
biocombustível, a qual preparou para o IPO na Bovespa. Trabalhou também como consultora
financeira de reestruturação de dívidas para a Light S.A. Viviane tem mais de 15 anos de
experiência em bancos, tendo trabalhado no Bank of America e Citibank nas áreas de corporate,
project finance e investment banking. Ela é graduada em administração de empresas pela FAAP
(Fundação Armando Álvares Penteado), São Paulo.

Marcos Negreiros Vicente, nascido em 22 de agosto de 1965, desenvolveu sua carreira na gestão
de áreas de Marketing, Comercial e Vendas em empresas multinacionais de produtos de consumo
e bens duráveis. Antes de ingressar na Redecard, atuou em posições de Direção na Reckitt
Benckiser, Multibrás, Procter e Gamble (por doze anos) e Accenture. É Diretor Executivo Comercial
da Redecard desde 2006. É graduado em Engenharia da Produção pela Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo.

Alessandro Tavares Raposo, nascido em 12 de julho de 1970, trabalhou na área de tecnologia da


Credicard e Citibank, e está na Redecard há mais de dez anos, tendo atuado na gestão das áreas
de Sistemas, Arquitetura de Sistemas, Logística, Infraestrutura Tecnológica, Telecomunicações e
Pesquisa & Desenvolvimento e desde 2005 como Diretor Executivo de Tecnologia. A partir de
março de 2009 é Diretor Executivo de Tecnologia e Operações. É graduado em Informática pela
Faculdade Federal Fluminense, com especialização em Gestão pela Kellogg School of
Management (EUA).

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20.01 - OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES

Ronaldo Cerqueira Varela, nascido em 22 de outubro de 1951, atuou em posições de diretoria de


marketing, tecnologia e produtos em empresas como Promom, Booz Allen & Hamilton, Northern
Telecom e Union Carbide. Até 2007, foi Diretor Regional de Novos Negócios para América Latina
da Telefônica. O Sr. Varela é Diretor Executivo de Marketing e Produtos da Redecard desde 2007.
O Sr. Varela é graduado em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica de
Salvador e tem MBA pela Kenan Flagler Business School, da Universidade da Carolina do Norte,
nos Estados Unidos.

Comitê de Auditoria

Como parte das práticas de governança corporativa que a Companhia adota, além daquelas que são
expressamente determinadas pelo Regulamento do Novo Mercado, a Companhia possui um Comitê
de Auditoria (“Comitê“), um órgão estatutário cuja responsabilidade é auxiliar o Conselho de
Administração nas decisões que envolvam os processos de auditoria interna e externa, os processos
e controles financeiros e também os relacionados à gestão de riscos, buscando a coerência das
políticas financeiras com as diretrizes estratégicas e o perfil de risco do negócio, o qual está em fase
final de estruturação. O Comitê é um órgão de apoio ao Conselho de Administração, formado por, no
mínimo, três membros e, no máximo, sete membros. Os membros do Comitê têm mandato de um
ano, permitida a reeleição. Atualmente os membros do Comitê de Auditoria são os Srs. Antonio
Carlos Rovai, como Presidente, Carlos Elder Maciel de Aquino e Wagner Roberto Pugliese, eleitos
pelo Conselho de Administração, em reuniões realizadas em 22 de fevereiro e 26 de junho de 2008.
Em 02 de abril de 2009, foram reeleitos no mandato anual que vigorará até a posse dos eleitos na
primeira reunião do Conselho de Administração que suceder à Assembléia Ordinária de 2010.

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS DATA-BASE - 31/03/2009
02089-3 REDECARD S.A. 01.425.787/0001-04

21.01 - RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL - SEM RESSALVA

Relatório de revisão dos auditores independentes

Aos Administradores e Acionistas


Redecard S.A.

1 Revisamos as informações contábeis contidas nas Informações Trimestrais - ITR da


Redecard S.A., referentes ao trimestre findo em 31 de março de 2009, compreendendo o
balanço patrimonial, as demonstrações de resultado, das mutações do patrimônio líquido
e dos fluxos de caixa, o relatório de desempenho e as notas explicativas, elaborados sob
a responsabilidade de sua administração.

2 Nossa revisão foi efetuada de acordo com as normas específicas estabelecidas pelo
IBRACON - Instituto dos Auditores Independentes do Brasil, em conjunto com o Conselho
Federal de Contabilidade - CFC, e consistiu, principalmente, em: (a) indagação e
discussão com os administradores responsáveis pelas áreas contábil, financeira e
operacional da Companhia, quanto aos principais critérios adotados na elaboração das
Informações Trimestrais; e (b) revisão das informações e dos eventos subseqüentes que
tenham, ou possam vir a ter, efeitos relevantes sobre a posição financeira e as operações
da Companhia.

3 Com base em nossas revisões limitadas, não temos conhecimento de qualquer


modificação relevante que deva ser feita nas informações trimestrais acima referidas, para
que estas estejam de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis à
preparação das informações trimestrais, de forma condizente com as normas expedidas
pela Comissão de Valores Mobiliários – CVM.

São Paulo, 24 de abril de 2009

PricewaterhouseCoopers Paulo Sergio Miron


Auditores Independentes Contador CRC 1SP173647/O-5
CRC 2SP000160/O-5

08/06/2009 14:30:51 Pág: 46


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23.01 - DESCRIÇÃO DAS INFORMAÇÕES ALTERADAS

Quadro-20.01 – Outras informações que a Companhia entenda relevante.


Alteração: Detalhamento do quadro posição acionária da Companhia, até o nível de pessoa
física.

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS
Reapresentação Espontânea

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02089-3 REDECARD S.A. 01.425.787/0001-04

ÍNDICE
GRUPO QUADRO DESCRIÇÃO PÁGINA

01 01 IDENTIFICAÇÃO 1
01 02 SEDE 1
01 03 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia) 1
01 04 REFERÊNCIA DO ITR 1
01 05 COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL 2
01 06 CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA 2
01 07 SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 2
01 08 PROVENTOS EM DINHEIRO 2
01 09 CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO 3
01 10 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES 3
02 01 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO 4
02 02 BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO 5
03 01 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO 7
04 01 04 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA 10
05 01 05 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/01/2009 a 31/03/2009 12
05 02 05 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/01/2009 a 31/03/2009 13
06 01 NOTAS EXPLICATIVAS 14
07 01 COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE 34
20 01 OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES 40
21 01 RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL 46
23 01 DESCRIÇÃO DAS INFORMAÇÕES ALTERADAS 47

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