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Curso de Gestão de Problemas

Curso de Gestão de Problemas

1. INTRODUÇÃO

Os problemas surgem diante das metas estipuladas por uma organização. Esse resultado esperado seria o desejo de algo que não se sabe como obter, necessidade não-satisfeita, o qual a partir do momento em que é trabalhada a situação indesejável presente ou futura, surgem os obstáculos, ameaças, desvio entre o que se objetiva e a realidade. Esses são os problemas, que podem se multiplicarem por tantos outros quando mal administrados.

Uma situação é definida como problema quando se tem uma sensação de estado anormal, diante de uma expectativa ou planejamento. É a diferença

entre o que se espera e o que de fato acontece. Para ser de fato um problema,

a situação deve comportar uma visão de como estão as coisas e de como

deveriam estar. Essa percepção levará o solucionador de problemas a redefinir

as metas solucionando os problemas evidenciados.

Uma ótima maneira de identificar um problema é traçando uma linha cronológica e identificando os acontecimentos que possam por ventura ter retirado a linha de seu eixo. Ou seja, uma mudança que tenha proporcionado uma consequência indesejada. Sendo possível dizer o que era esperado, fica mais fácil apontar aonde aconteceu o imprevisto.

1.1. CONHECENDO O PROBLEMA

O problema tem a característica de ser percebido por meio de sensação

individual subjetiva. Alguns indivíduos podem ter dificuldade em identificar um problema, outros em aceitá-lo, assumi-lo ou de se sentirem fracos perante ele,

e diversos podem ainda nem identificá-lo. Importante que o problemas poderá

ser de intensidade leve a grave, a qual pode ter ou não relação com a origem

do mesmo.

Autores descrevem duas modalidades distintas de problema: quantitativos e qualitativos. Os primeiros podem ser descritos como aqueles passíveis de

distintas de problema: quantitativos e qualitativos. Os primeiros podem ser descritos como aqueles passíveis de 2

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serem expressos em números, enquanto os qualitativos envolvem comparação

e conhecimentos de valores.

No mundo dos negócios sempre existiram instabilidades, ditas como até mesmo necessárias para estimular a evolução, melhoria contínua. E tudo isso gera um efeito marcante nas pessoas e nas organizações, afinal uma vez solucionado um problema, a experiência vivenciada naquela situação será acumulada à vida do indivíduo ali envolvido e à organização também, a qual terá mais competência na solução de conflito similar futuro.

1.2. AS PESSOAS COMO PROBLEMAS

O indivíduo pode estar totalmente satisfeito no seu trabalho e então conseguir trabalhar alinhado com as metas da organização, porém quando esse funcionário demonstra insatisfação, por motivos internos ao trabalho ou até mesmo externo, mas que influenciam no seu desempenho profissional, isso pode demandar um problema.

Esse tipo de problema pode vir a ser de grande extensão, quando, por

exemplo, a alta cúpula administrativa não consegue perceber de imediato o fato, o que só faz decrescer a produtividade. Essa dispersão empresarial pode se dá em empresas que possuem alto poder de controle, com muita hierarquia

e com líderes despreparados. Mas ainda a parte pior, que é quando a empresa

não percebe esse problema em virtude dos funcionários conseguirem disfarçar bem suas insatisfações.

A empresa possui meios de extinguir esses tipos de problemas ou até mesmo de não tê-los. Ela pode, por exemplo, quando for contratar verificar bem se os anseios dos candidatos coadunem com o da organização, se eles são bons de relacionamentos, enfim selecionar profissionais com perfis adequados à realidade da instituição.

se eles são bons de relacionamentos, enfim selecionar profissionais com perfis adequados à realidade da instituição.

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1.3. A EXTENSÃO DO PROBLEMA

Os problemas podem vir de situação simples ou complexas, e independente da origem serem simples ou complexos. Nessa hora de avaliar essa extensão, deve-se ter muita cautela, pois quando o problema for de menor intensidade não convém usar métodos de combate complexos, despender uma energia física, financeira ou emocional extrema quando se poderia resolver tal problema sem muito desgaste.

Por isso, digo que a reflexão é essencial na hora de resolver situações, tente sempre pensar antes de dá alguma resposta, dá alguma ordem ou tomar alguma decisão, diante de um problema ou não. Quero dizer com isso que os problemas são relativos, um mesmo problema pode gerar danos catastróficos em uma multinacional e não causar nada em uma microempresa (difícil! Mas é comparação), assim como para uma empresa pequena é mais fácil identificar um problema, por possuir menor espaço de análise, também pode vir a ser mais fácil solucionar problemas existentes ou pretensos a existir. Ou seja, a intensidade dos problemas está relacionada com o impacto nos envolvidos e não com outra variante.

Exemplo da relatividade:

“O dinheiro pode trazer felicidade, como pode representar perda de qualidade de vida em razão da falta de tempo e preocupações que surgem. Ter sempre "mais" ou ser "maior" não necessariamente é "melhor", da mesma forma que ter "menos" ou ser "menor" não significa necessariamente "pior".”

Faz-se necessário analisar bem o contexto da situação e do problemas para enfim tomar decisões adequadas, se a problemática é institucional deve-se ater às questões direcionadas a finalidade precípua da empresa, esse ponto é o primordial para a organização, caso tenha problemas em diversos departamentos em uma empresa que fabrica meias, por exemplo, o foco primeiro deve ser na problemática que envolva o mercado, a matéria prima, a produção, não seria por exemplo o setor de limpeza, mas seria este se a empresa prestasse serviço terceirizado de limpeza. Entenderam? É de suma

o setor de limpeza, mas seria este se a empresa prestasse serviço terceirizado de limpeza. Entenderam?

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importância saber administrar as diferenças nessa questão, mas não esquecendo que todo e qualquer problema dentro da organização deve ser solucionado, antes ou depois, mas deve ter atenção especial na sua hora e vez.

dentro da organização deve ser solucionado, antes ou depois, mas deve ter atenção especial na sua

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2. ZONA DE CONFORTO

Essa zona corresponde àquela em que o indivíduo se encontra supondo-se feliz e satisfeito, mesmo estando rodeado de problemas. Sabe porque isso ocorre? Respondo. Acontece que é muito mais fácil acreditar que os problemas se resolverão sozinhos, ou que são irrisórios ou mesmo fingir que eles não existem, a fim de que não saia da zona de conforto vivida.

Mas saibam que toda zona de conforto tem um limite pessoal, sempre que um problema for suportável ao ver do indivíduo ele não é combatido, só será enfrentado quando ele ultrapassar o nível de razoável na visão subjetiva.

2.1. RESISTÊNCIA

A pior reação aos problemas é a de resistência, a qual as pessoas preferem incorporá-los à sua vida à reconhecê-los como casos a serem enfrentados. Preferem conviver tranquilamente com um problema até determinado limite de incômodo, pois entendem que as medidas necessárias para solucioná-los trarão ainda mais desgaste.

2.2. REAÇÃO

Após a percepção do desconforto surge a hora de movimentar-se em busca de solucionar o cenário, lembre-se, isso ocorrerá quando o indivíduo percebe que o problema causa incômodo maior do que deixar as coisas como estão. Nessa hora deve ser emprenhada na solução esforço proporcional ao desconforto sentido. Então deve-se atacar seus efeitos ou sua origem, conforme tempo disponível, grau de interesse e urgência.

2.3. FUGA DOS PROBLEMAS

Os problemas não são bem vindos na vida de ninguém, mas mesmo assim eles devem ser observados e combatidos para que a vida das pessoas

são bem vindos na vida de ninguém, mas mesmo assim eles devem ser observados e combatidos

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envolvidas não seja levada a costumes inadequados capazes de proporcionar ao quadro atual proporções imensas futuras.

Mesmo assim nós temos sempre que lembrar, como já dito antes, que é natural que alguns problemas sejam protelados, quando de menor potencial ofensivo, enquanto outros demandam uma atenção mais imediata, por terem capacidade de incomodar muito mais de causar prejuízos de gigantescas proporções.

Por isso, por muitas vezes evitar uma discussão pode parecer uma maneira de diminuir o stress e os problemas, mas dependendo do grau de importância do assunto tratado, não administrá-lo da maneira correta pode acarretar situações ainda piores no futuro.

2.4. RELACIONAMENTOS

Nas relações do dia a dia temos que ter consciências que as pessoas são cada vez mais individualistas e só se concentram nos seus interesses, o que eleva as divergências de ideias e faz surgir conflitos problemáticos.

Com isso é sempre comum assistirmos as pessoas jogarem culpas de problemas uns nos outros, sempre julgando-se certas, então, digo, é importante que alguém tenha a humildade de reconhecer seu erro e ajudar a resolver um problema crucial, e não simplesmente e sempre se envolver em situações apenas para “salvar o seu”, passando por cima de quem quer que seja.

Ressalvo que a sociedade só será melhor se as pessoas tornarem-se mais flexíveis, ouvirem mais uns aos outros e deixarem de querer que os problemas se resolvam sempre do seu ponto de vista.

2.5. EXPECTATIVA DE COMPORTAMENTO

Atualmente nós sofremos pressão para sermos bons profissionais, bons filhos, bons estudantes, só que nem todas as pessoas conseguem suportar tal

para sermos bons profissionais, bons filhos, bons estudantes, só que nem todas as pessoas conseguem suportar

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pressão

evoluírem.

e

não

se

desenvolvem

e

precisam

de

incentivo

externo

para

Há pessoas que se tornam bem eficientes e conseguem desempenhar funções sem fiscalização e conquistam a confiança dos que estão próximos (tanto do ponto de vista pessoal como profissional). Mas nem sempre esse ponto alto será benéfico ao ambiente de convivência.

As expectativas de comportamentos que temos sobre as outras pessoas

geralmente são as melhores, as quais podem ser frustradas por questões de risco ou sofrimento, real ou imaginária, originada de experiências anteriores, crenças inadequadas, esquemas rígidos de pensamento, relatos de

pessoas etc.

Enfim, certo fenômeno pode ocorrer como se espera ou não, com a intensidade que se deseja ou não, obtendo o resultado esperando ou não, ou seja, poderá haver a decepção, geralmente difícil de ser encarada. Apesar de difícil, uns aceitam com mais facilidade a ocorrência de eventos que não aqueles desejados, ao passo que outros já não reagem tão bem à mesma situação.

2.6. PERFIL

Geralmente as organizações refletem o perfil dos seus líderes no modo de administrar, por isso as organizações têm a missão de sempre buscar pessoas com compatibilidade para parcerias profissionais, a fim de manter características intrínsecas.

Algumas pequenas adaptações são bem vindas ao propósito de viabilizar uma interação institucional. Mas, diferenças acentuadas tendem a gerar desgaste e até mesmo a tirar a empresa do planejamento traçado.

A qualidade e competência das pessoas são fundamentais, isso não há dúvida, mas o perfeccionismo exagerado pode trazer problemas, até de saúde, então busque o sentido do saudável e não fique abaixo de suas capacidades.

pode trazer problemas, até de saúde, então busque o sentido do saudável e não fique abaixo

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Os grandes resultados não acontecerão de repente, só chegarão por meio de esforços desempenhados para executar um projeto e para solucionar os problemas no meio do percurso surgidos. Nada nessa vida vem muito fácil, a superação dos obstáculos é o que agrega valor a nossa conquista.

surgidos. Nada nessa vida vem muito fácil, a superação dos obstáculos é o que agrega valor

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3. ESTÍMULO

As dores por dificuldades encontradas na nossa vida profissional ou pessoal são os nossos maiores estímulos de superação, ou pelo menos deveria ser. As dores podem servir como artificio de manutenção da autoestima.

E mais uma vez digo, essas dores serão obstáculos a serem superados, a encaminhar o indivíduo para uma situação melhor que a atual.

Mas não vejam essa exaltação a dor como estímulo à busca de problemas (risos). Aliás todos sabemos que em nossas vidas eles sempre surgem e são o tempero emocional para a história de cada um. O enfrentamento de situações difíceis geram bem estar e amadurecimento individual ou empresarial: quanto maior o sacrifício para atingir um objetivo, maior será a satisfação com o resultado.

Mesmo assim não estamos distantes do erro, é preciso esforço e disposição para enfrentar possíveis erros. Retomo que não se deve buscar o erro, mas aceitar a possibilidade de ele acontecer, e de vê-los como possibilidade de melhoria.

3.1. DOR COMO FORTALECIMENTO

É fundamental enfrentar a dor ao invés de fugir, evitar ou conter os prejuízos possíveis, muito tem a ganhar quem se propõe a encarar de frente o quadro, pois certamente colherás frutos depois. É necessário enfrentar as dificuldades para delas sair mais forte.

Sempre há aqueles que vislumbrem num problema uma oportunidade de se aprimorar, a partir da revisão de todo o processo e levantamento de novas possibilidades. Mas, repito, há os que o veem apenas como empecilho a ser evitado a qualquer custo.

de novas possibilidades. Mas, repito, há os que o veem apenas como empecilho a ser evitado

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O fundamental é imaginar que a resolução de um problema pode, no máximo, retornar as coisas ao estado que se encontravam antes da dificuldade surgir e assim será mais fácil a convivência com os problemas.

3.2. PRESSÃO DAS LIDERANÇAS

Geralmente liderar causa dor, pois as pressões necessárias para o desenvolvimento de uma equipe podem não ser bem vinda, não ser vista com bons olhos por todos os atores envolvidos num planejamento empresarial, familiar etc. É, por isso, fundamental em um líder saber fomentar a cooperação geral e ainda conter as desavenças internas e problemas pessoais externos, estar focado sempre e exclusivamente na ação proposta de liderar com qualidade. Esses líderes devem possuir a capacidade de administrar conflitos possíveis entre pessoas de vários estilos, ou ainda conseguir equilibrar os diversos estilos diferenciados e não deixar o conflito atingir o âmbito pessoal ou se tornar nocivo, deve ficar apenas no âmbito gerido.

Por vezes a liderança pode ser auxiliada por um intermediador habilidoso, que favoreça a relação entre gerencia e colaboradores, a fim de preservar a linha de comando e preservar os sentimentos pessoais.

Líderes ou intermediadores, pessoas que lidam com pessoas, devem usar de tom compatível a causar estímulo em seus liderados, quando na solicitação de algo ou na determinação de uma ordem, pois uma mesma mensagem terá o condão de incentivar e animar ou de causar medo e constrangimento a depender do tom utilizado na comunicação. Um foco de recompensa geralmente é tido como uma ordem que motiva os colaboradores.

Jamais esqueçam de extrair pontos positivos dos problemas enfrentados, pois todos eles possuem essa vertente, bastando cada um aprender a lidar com ele de forma real e clara.

pois todos eles possuem essa vertente, bastando cada um aprender a lidar com ele de forma

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4. COMO DIAGNOSTICAR PROBLEMAS

O diagnóstico inicial deve ser na busca da causa, e saiba que não é uma tarefa

fácil, pois as situações são sempre complexas o que causa dificuldade em acertar o cerne da causa, ainda mais quando há várias fontes para a causa.

Outra questão é saber identificar a variedade de fatores de um determinado problema, pois acontece de uma variável gerar reflexos em outros fatos, o que leva o solucionador de problemas a considerar diversas possibilidades.

Essa identificação deve ser feita para que o trabalho de enfrentamento da situação seja eficaz, para que de fato seja “atirado” no alvo certo, sem desgaste de esforços.

4.1. PRECAUÇAO

Por mais que a situação seja conflitante demais e exija solução rápida e enérgica, deve-se sempre lembrar que é preciso não ter pressa e analisar cuidadosamente as hipóteses de combate ao problema sem muita ansiedade.

Poderá haver casos em que decisões imediatistas solucionem as adversidades, mas saiba que um combate bem estudado, pode aperfeiçoar ainda mais um quadro não só combatendo o problema presente, mas até prevenindo um outro que possa surgir num curto intervalo de tempo.

Lembrem-se de identificar o problema, sempre tentando chegar às suas raízes,

o que facilitará na determinação de quais são os fatores relevantes (recursos,

interesses, alcance, contexto etc) que se precisa trabalhar naquele problema. Certamente que isso é um processo gradativo e paciente, porém que irá apontar possibilidades melhores fundamentadas e com maior probabilidade de eficácia.

e paciente, porém que irá apontar possibilidades melhores fundamentadas e com maior probabilidade de eficácia. 12

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Tudo isso trará para o cenário um conflito com bases reais, fatídicos. Dele poderá surgir divergências de opiniões e interesses, o que é normal, afinal todos temos experiências de vida diferentes o que nos leva a acreditar em fatos diferenciados e divergirmos uns dos outros.

4.2. A CONTINUAÇAO DO PROBLEMA

Se a identificação do problema e suas causas não forem bem feitas ao final de todo o planejamento e trabalho ocorrerá aborrecimento e frustração. Pois muitas tentativas de resolver a situação podem fracassar por várias razões. E aí a situação poderá persistir, sinal de que as ações anteriores foram ineficazes.

E diante disso o problema persistirá, mas não se pode desistir, pelo contrário, a dedicação deve continuar a mesma ou aprimorar-se.

Isso pode ainda ocasionar uma fase ruim, de incômodos e ganhar grande proporção e tudo parecer desmoronar simultaneamente. Nessas horas, o desejo de se ver livre de tudo faz com que, por vezes, deseje-se resolver tudo simultaneamente, mas lembre-se essa tática raramente funciona.

Entenda-se ainda que a identificação da causa da problema e o seu combate é primordial para a sobrevivência de uma situação agradável, pois se assim não for feito, ficará o tempo todo tomando decisões paliativas, nos efeitos, sem “cortar o problema pela raiz”, fazendo com que ele perdure até que se combate a origem.

Não cuidar adequadamente da origem pode agravar a situação e gerar reincidências e acúmulo de pendências em médio e longo prazo.

4.3. SELECIONANDO PROBLEMAS

Repito, deve-se selecionar os problemas menos ou mais importantes para ajudar no foco, para facilitar a ação separada, uma de cada vez. Problemas

problemas menos ou mais importantes para ajudar no foco, para facilitar a ação separada, uma de

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mais importantes são os urgentes, aqueles de risco em curto prazo, e os menos importantes são os que podem ser deixados para serem solucionados no futuro, sem risco imediato.

Para essa identificação poderá haver necessidade de ajuda externa, porque geralmente quem está envolvido no quadro a ser trabalhado não consegue compreender o conflito como um problema, a automaticidade e os padrões não lhe permite, e quanto mais tempo se tem vivenciando aquela situação, mais difícil fica de aceitá-la como controversa.

4.4. ESTUDANDO PROFISSIONALMENTE O PROBLEMA

Aqui podemos tomar por referência os sinais perceptíveis que estão na ponta da cadeia de fatos. Aí quando se aprofunda nas razões que levaram a tais efeitos, questionando tais sinais, as informações vão ser tornando mais abstratas, dependendo de um esforço interpretativo. Portanto, quanto mais questionamento forem respondidos, maior o conhecimento dos fatos e, consequentemente, das possibilidades de se obter um diagnóstico confiável dos tipos de problemas.

De um modo geral, é aconselhável que a visão vá se afunilando à medida que a investigação avança, visando contemplar o maior número possível de aspectos envolvidos. O objetivo é relacionar o maior volume possível de fatores e variáveis relevantes para o contexto. Assim, formulam-se o maior número de perguntas visando reunir uma quantidade de informações suficientes para sentir segurança na constatação do diagnóstico.

Um consultor profissional, toma esse ponto de partida no estudo dos fatos. O que depois de realizado, o diagnóstico problemático, pode parecer fácil, mas não o é.

Esse processo levará a uma conclusão de solubilidade ou não da questão, o que importa é dizer que se as informações prestadas pelos profissionais forem realmente pertinentes, os problemas terão uma solução (mesmo que seja uma

prestadas pelos profissionais forem realmente pertinentes, os problemas terão uma solução (mesmo que seja uma 14

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falta de solução). A base sólida é o que separa um diagnóstico de uma mera opinião.

Depois de recolhidos dados e informações, o consultor irá traçar uma relação entre eles. Essa conexão entre os fenômenos e suas respectivas razões de ser constituem a base do problema. Uma vez que se compreendam as condições que levaram ao surgimento daquele obstáculo, será mais fácil visualizar uma maneira de eliminá-lo.

Não esqueçamos que as falhas sempre poderão existir, enfim falando de problemas isso fica ainda mais evidente, por isso, para se certificar que a solução encontrada é válida, recomenda-se observar efeitos específicos advindos da ação implementada, se de fato os efeitos estão compatíveis com os que se busca.

específicos advindos da ação implementada, se de fato os efeitos estão compatíveis com os que se

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5. TRABALHANDO A ENERGIA NEGATIVA

Dentro de uma organização ou até mesmo no seio familiar sempre há aquela pessoa responsável por atenuar as dores, preveni-las ou até mesmo removê- las. Essa pessoa geralmente é o mais sensato, mais passivo, quero dizer que não um determinado individuo selecionado para isso, é a pessoa que se desenvolve no meio do grupo e deve ter a habilidade de se envolver o mínimo possível com as sensações individuais.

Esse individuo ajuda as pessoas a se reerguerem ou a encontrar o rumo certo a fim de que alcance a solução efetiva, ou seja, a que ataca a raiz do problema, a qual está na percepção de quem sofre os efeitos da adversidade.

Esse individuo manipulador de situações difíceis, ele é imperceptível como tal, são aquelas pessoas que sempre estão dispostas a ouvir, que dedicam tempo que poderia ser dedicado a elas para ajudar os outros a resolver seus problemas.

Tudo isso ajuda os colaboradores a liberarem suas energias negativas e talvez mudarem sua visão das coisas antes de talvez desabafar para um gerente ou superior hierárquico qualquer, mas de qualquer forma gastar esses maus fluidos revigora a energia para persistir no que quer que seja o foco individual de cada um.

5.1. EMPRESA QUE TRABALHA A ENERGIA NEGATIVA

As organizações devem estar voltadas muito mais para o ser humano do que para a produtividade em si, pois uma má administração de pessoal pode reduzir extremamente a produção de uma empresa. Deve ficar claro que as instituições deve compreender e saber detectar as verdadeiras habilidades de seus profissionais para que não os ponham em postos de trabalho totalmente desvinculados de suas verdadeiras competências, o que traria fatidicamente desestímulo profissional.

totalmente desvinculados de suas verdadeiras competências, o que traria fatidicamente desestímulo profissional. 16

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Importante salientar que as empresas devem possuir lideranças competentes o suficiente a ponto de saber reconhecer e elogiar as qualidades e feitos de seus subordinados, a ponto de saber se colocar no lugar dos outros (empatia) a fim de melhor compreender as diversas reações às suas atitudes.Como dito aqui outrora, a administração empresarial deve saber lidar muito bem com a diversidade de comportamentos resultantes de suas ordens, e agora, digo mais, um colaborador por ventura já insatisfeito por qualquer outro motivo, ao receber uma ordem simplesmente irá ficar furioso, e poderá tomar as mais variadas decisões diante da situação. Portanto, CUIDADO!

PESSOAS SÃO SERES ESPECIAIS E QUE DEVEM SER CUIDADO COM ESPECIAL ATENÇÃO DENTRO DE UMA ORGANIZAÇÃO DE SUCESSO.

5.2. DICAS AO INDIVIDUO MANIPULADOR

Caso você seja ou venha a ser esse individuo, saiba que é muito importante que seja conhecido a fundo você mesmo, para que isso não seja tido como uma fuga dos seus próprios problemas, da sua vida em si. Deve perceber se a pessoa que desabafa ou que você verifica que está precisando desabafar, está preparada para ouvi-lo e para mudar a situação, pois não se pode deixar tomar partido e envolver-se além da escuta.

Esteja preparado para aceitar a decisão do outro, seja ela qual for, mesmo quando infinitamente adversa da que você tomaria. Isso causará maior segurança e certamente a sua função/missão estará sendo bem concluída, ou seja, com uma pessoa que desabafa conseguindo enfim liberar os pensamentos ruins que o cercam. Por fim, não tente buscar reconhecimento por isso, se vier bem, se não bem também, pois isso poderá virá uma decepção futura, e um conselho, não perdure muito tempo ininterrupto nesse posto, tente oscilar, para auxiliar seu psicológico a se restabelecer.

não perdure muito tempo ininterrupto nesse posto, tente oscilar, para auxiliar seu psicológico a se restabelecer.

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6. PROCESSO DE MUDANÇAS

Todos nós, para iniciarmos mudanças em qualquer aspecto de nossas vidas, devemos primeiro olhar para dentro de nós mesmos e verificarmos onde está a nossa parcela de culpa para que a situação atual seja a que se verifica e depois perguntar o que nós mesmo podemos fazer para mudar os fatos.

Entenda que nesse processo, você será tentado a culpar os outros, a julgar atitudes alheias, o que prejudicará o processo, então entenda, você precisa se livrar de seus apegos e convicções, de seus interesses próprios e aceitar que todas as respostas não virão e que a melhor solução é compartilhar interesses.

Nesse quadro, a resistência a esse processo pode ser fatalmente prejudicial ao desenvolvimento pessoal, profissional ou institucional, portanto busque sempre estudar e assimilar a mudança antes de encará-la.

As mudanças sempre são difíceis, dá uma sensação de que tantos sacrifícios para se chegar ao ponto que estar será perdido, mas entenda que quando há a necessidade de mudanças adiá-la causa um desgaste muito maior.

6.1. TENDÊNCIA NATURAL

Na vida pessoal ou no nosso trabalho é normal que surja nos nossos eventos rotineiros obstáculos de variadas intensidades, e devemos ir enfrentando-os para que eles não se acoplem as demais atividades do dia a dia, de forma a ficar mais adaptados às novas circunstâncias.

Uma tendência, acho que quase genética, das pessoas é mudar de pensamento sem mudar de atitude, o que não gera progresso nenhum para a vida. Deve-se enfrentar as mudanças e tomar atitudes concretas proporcionais a necessidade do caso.

nenhum para a vida. Deve-se enfrentar as mudanças e tomar atitudes concretas proporcionais a necessidade do

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6.2. MUDANÇAS PLANEJADAS

Nesse processo é necessário identificar as vertentes positivas, que as impulsionarão, e as negativas, que podem lhe colocar em desestímulos, isso não garantirá uma mudança sem sofrimento, mas ajudará a superar dificuldades futuras.

As mudanças dentro de um organização por exemplo, podem ser impostas, um método que pode ser repelido, porém se for embasado nas vertentes positivas, serão uma ótima opção por serem de mais fácil e rápida implementação.

Esse tipo de estudo reduz e muito a insegurança e incerteza que se enfrentará em um processo de mudança, é lógico que não se pode deixar de lado as variações de percepções individuais, mas regra geral gera segurança, que consequentemente será transmitida ao grupo.

Esse planejamento envolve ainda uma postura pró-ativa diante da realidade, focada no que deve ser feito por você e nada de ficar imaginando o que o outro poderia fazer ou ter feito para auxiliar nesse processo.

Isso é um projeto, e como tal deve ser calçado em planejamento e estudo prévio, aliados com determinação e disciplina com os compromissos assumidos com os outros e consigo. Jamais esqueça de ter fé que o que está no imaginário irá se concretizar e de trabalhar para promover as mudanças pensadas.

6.3. INOVAÇÃO

Diante de um contexto diferente a percepção de fatos novos pode causar encantamento, essa reinvenção exigem atitudes que agreguem valor, a fim de que envolva com afinco os membros dessa mudança.

Nesse cenário de inovação a rotina e os hábitos não podem subsistir com força e energia comuns, devem ser surpreendidos por coragem e determinação em

e os hábitos não podem subsistir com força e energia comuns, devem ser surpreendidos por coragem

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ressurgir mais forte diante de mudanças e inovações, essenciais nesse mundo de constante mudanças em que vivemos.

Permanecer na situação atual é a certeza de deixar as coisas como estão, e se como as coisas estão, estar lhe causando algum incômodo, ela deve ser mudada, por isso não se pode ter medo de errar, de tentar algo, o medo deve ser o de ficar estático, o de não inovar.

por isso não se pode ter medo de errar, de tentar algo, o medo deve ser

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7. FOCANDO O PROBLEMA

Os problemas advirão de fatos naturais ou de comportamentos humanos, os quais frustram os objetivos traçados por uma pessoa ou grupo de indivíduos.

Eles surgirão em grande intensidade ou não, ocasionando ataques proporcionais às suas dimensões e consequências. Por isso observe bem as variáveis da questão e as veja como superáveis, jamais limite-se por questões, políticas, físicas ou econômicas.

Outro detalhe é lembrar-se que o indivíduo sempre estará em destaque, em primeiro plano, por mais que os empecilhos pareçam saltar aos olhos, destaque as relações e atitudes dos indivíduos, pois são elas que causaram os problemas ou que produzirão soluções.

7.1. DESPESAS DO PROBLEMA

Como já fora dito aqui, sobre conhecer o problema, relembro em outra vertente essa importância, pois veja, aqui deve-se analisar muito bem o custo que se terá para solucionar um problema, pois se tal valor for maior que o próprio problema pode ser mais interessante deixar a situação como está, afinal não adianta demandar grandes esforços sem resultados benéficos maiores que os custos.

Além disso é importante observar os efeitos imediatos das ações a serem tomadas, mas muitíssimo fundamental será conhecer os efeitos consequentes das atitudes de combate ao problema, pois podem existir soluções vantajosas sob um ponto de vista, mas que surjam efeitos involuntários capazes de gerar enormes perdas.

Aprenda ainda que haverá situações em que será necessário regredir a um momento anterior para se estudar melhor a situação e logo em seguida progredir duas vezes mais.

regredir a um momento anterior para se estudar melhor a situação e logo em seguida progredir

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7.2. TIPOS COMPORTAMENTAIS

Na hora de analisar as atitudes das pessoas atenha-se as intenções das pessoas em provocar um constrangimento ou não, pois muitas vezes a negligencia leva o indivíduo a cometer erros, mas falhas humanas acontecem.

Aprenda a distinguir cuidadosamente o impacto das ações individuais e para isso faz-se necessário deixar de lado históricos pessoais e popularidade de quem as cometeu.

Tente entender bem a intenção da pessoa que fala, para não ocorrer distorções entre a intenção do interlocutor e o que se conclui do que ele diz.

Caso sinta-se surpreendido com um tom voz elevado, ou até agressivo, questione o motivo da empolgação, pois as más impressões sempre devem ser esclarecidas, para que o diálogo possa prosseguir com sucesso. Não deixe que, às vezes, uma simples atitude seja generalizada e integrada ao caráter de uma pessoa.

Acredito que exteriorização de sentimentos podem auxiliar nas mútuas compreensões, pois muitas das vezes os problemas surgem por dores acumuladas, ressentimentos, os quais devem ser tratados para eliminar os desconfortes entre as partes.

por dores acumuladas, ressentimentos, os quais devem ser tratados para eliminar os desconfortes entre as partes.

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8. FOCANDO O DIÁLOGO

Um bom diálogo deve ser focado na importância a ser dada na opinião alheia, na posição de humildade a fim de ver a comunicação em via dupla.

Isso ajudará na fluência das conversas e evitará impasses, geralmente causados por incompatibilidade de interesses, mas se mesmo assim a comunicação estiver difícil dê um tempo, adie as conversas a fim de que a decisão final seja tomada com mais consciência.

E voltando ao assunto do indivíduo, é bom que as pessoas estejam dispostas a dialogar, estejam interessadas em ouvir e acatar decisões que não sejam necessariamente as suas. Pois do contrário o diálogo não terá sucesso, será desgastante, situação em que seria melhor nem ter ocorrido.

Entenda que em um diálogo não haverá finalidade de atingir uma verdade e sim de conceituar várias possibilidades amparadas por percepções individuais válidas.

Tente entender o ponto de vista alheio, adote uma postura de abertura, comprometendo-se a buscar os méritos daquele raciocínio novo que se apresenta, compreenda-o. Vale frisar que compreendê-lo é diferente de concordar. O simples fato de aceitar já torna o diálogo mais construtivo.

8.1. LIDANDO COM PESSOAS DIFÍCEIS

As pessoas fechadas, retraídas são pessoas de difícil convivência tanto por simplesmente não serem de fácil comunicação como pelo fato de uma forma ou de outra procurarem extravasar suas retrações com atitudes desconexas e, às vezes, ofensiva, o que causa imagem negativa do indivíduo que vai reiteradamente sendo levada a tornar-se uma característica do caráter.

causa imagem negativa do indivíduo que vai reiteradamente sendo levada a tornar-se uma característica do caráter.

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Tal situação impulsionará a revelia das demais pessoas que o circundam, fazendo um círculo vicioso que só prejudica cada dia mais a comunicação.

8.2. DIÁLOGO DE APRENDIZADO

É aquele baseado na aprendizagem, na partilha de sentimentos, no trabalho

junto com o outro a fim de descobrir um modo de lhe dá com problema dali em

diante.

A partir disso o outro vai lhe dá maior credibilidade e conseguirá confidenciar

ou relatar fatos com facilidade, você terá conseguido persuadi-lo.

Persuadir é influenciar o outro, e isso acontecerá com maior facilidade se você se mostrar sujeito a ser influenciado no processo. A grande dificuldade consiste justamente nas partes terem a convicção de que foram compreendidas.

8.3. POSTURA

Saiba que a credibilidade de um interlocutor influencia muito na conclusão dos diálogos. As opiniões serão mais respeitosas dependendo do contexto e de quem as manifestam.

Tente extrair o melhor que cada opinião oferece, sem tentar sobrepor o outro, para não sair frustrado e perder tempo.

Nos melhores diálogos os interlocutores devem estar dispostos a reconhecerem suas culpas, a serem imparciais, mesmo que num primeiro momento eles se vejam como dono da verdade e porém prontos a defenderem seus interesses com relutância.

Antes de julgar os argumentos alheios procure embasar-se de elementos suficientes, você pode conseguir isso fazendo perguntas, de preferências as que limitem as respostas.

de elementos suficientes, você pode conseguir isso fazendo perguntas, de preferências as que limitem as respostas.

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Procure expressar-se de maneira clara e sem indiretas, isso evita interpretações equivocadas. Seja objetivo, vá direto no foco central, no ponto chave e não deixe brechas para desvio do assunto discutido.

Importantíssimo, saber ouvir, permita que o outro conclua seu raciocínio, portanto, sua fala, não o interrompa por nada, mesmo que você já conheça bem tudo que o outro está a dizer.

Há uma boa técnica de reafirmação de ideias, que seria repetir com palavras diferentes tudo o que o outro disse, para que se tenha certeza se as compreensões estão seguindo o caminho correto.

Seja sútil no uso das palavras, procure não usar palavras agressivas. Por mais que hajam comentários tolos, use astúcia e sabedoria para supri-los. Jamais diga: “Nossa, você é muito burro a ponto de pensar isso”, ou, “Você é louco de colocar isso aqui?” etc. Para auxiliá-lo, digo ainda, quando alguém exaltar o tom de voz, diminua a sua, isso não é sinal de fraqueza, mas de sabedoria, valerá para modificar o rumo do diálogo e retorná-lo ao ponto de produtividade.

de fraqueza, mas de sabedoria, valerá para modificar o rumo do diálogo e retorná-lo ao ponto

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9. FOCANDO NA RESPOSTA

Para encontrar a solução exata para problemas devemos tentar primeiramente

o diálogo entre as partes, caso essa opção não seja suficiente deve-se buscar

auxílio de uma pessoa externa à relação, o mediador, para ajudar a encontrar a

resposta para o conflito.

Há alguns tipos de opções na negociação de um conflito. Quais sejam:

- AUTOCOMPOSIÇÃO - as partes administram o conflito.

- CONCILIAÇÃO – um terceiro auxilia as partes a chegarem a um acordo

definitivo sobre um problema.

- MEDIAÇÃO – um terceiro auxilia as partes a administrarem suas diferenças e aprimorar o diálogo.

- ARBITRAGEM – as partes sujeitam-se ao arbítrio de um terceiro.

- JUDICIAL – as partes delegam ao Estado a responsabilidade da decisão do conflito.

Diante de tudo aqui estudado, o foco na resposta é conseguir trabalhar tudo aqui esclarecido com o máximo de respeito ao próximo, às suas limitações, angústias, interesses e desinteresses. Estar voltado de coração aberto para resolver um conflito é fundamentalmente essencial para encorajar as partes a desabafarem e elevarem a autoestima, o que as ajudarão a prosseguir e a ter força para realizar o combate às divergências.

Algumas dicas finais:

- não se deixe influenciar emocionalmente com o conflito, se o problema não é seu, tente resolver a questão sem se envolver profundamente, e se for seu, tente ser racional e ouvir a outra parte.

- procure ser um interventor equilibrado, não deixe deliberadamente que

situações constrangedoras lhe corroam e lhe abalem, e também não saia falando tudo que lhe faz mal a toda hora, sem antes refletir sobre o assunto.

- Tente canalizar energias positivas e abstrair as negativas.

faz mal a toda hora, sem antes refletir sobre o assunto. - Tente canalizar energias positivas

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- Tenha disponibilidade para sair da zona de conforto, sem medo de enfrentar as mudanças e mudar o estágio atual.

- Tenha disponibilidade para sair da zona de conforto, sem medo de enfrentar as mudanças e

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