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CONTE, ALTA COSTURA, CHAPEUS E ALEAIATES ENSINO SEM MESTRE 13) EDICAO SEDE PROPRIA DA ORGANIZAGAO = “TOUTEMODE” AV. 13 DE MAIO, 13-167 — Conj. 1.601-Salas 1602 ¢ 1.603 FONES ; 22-6835 - 52-9969 Ed, Municipal - Rio-GB. Poor. J. Dias Pourucan ESQUADRO “TOUTEMODE” ayo) ea sgt ue 3) Pat. Reg. n.° 14,472 Hui He a j 5 2s SUA UTILIDADE E COMO USAR © esquadro “TOUTEMODE”, idealiza- do para facilitar o trabalho da aluna, aju- da no desenho ¢ na compreensiio das esx- calas, prestando-se também como marea- dor de bainhas. O tracado com o esqua- dro torna-se mais rapido, porque evita o uso constante da fila métrica, para a mar- cagao das medidas, sobre o papel, pois ao mesmo tempo que marca, éle tambem ser- ve para riscar. COMO USAR O ESQUADRO: O ponto “a” mostra a divisio decimal, cujo resul- tado chamamos de. ESCALA. Mostramos ai a divisio referente ao quadro da pagi- na 10 o ponto “b” esta também ne mesma quadro ¢ mostra as medidas dos ombros, E zie em relagio aos bustos, O ponto “ec”, parte pr de cima da cava-frente, @ para tragar a prt linha ehtre o ponte "b" da fig. 6 ol “e", A curva de fora, entre os pontos “d” e “e” é para completar o fundo da cava, 5 ae Re Para risear na base, o lade da blusa, en- {re a cava ea cintura e da saia, entre a cintura e o quadril, ulilizamos o esquadro A Fo, ial virado com a numeragdo para baixo, entre Seiten." os pontos “e” @ A parte curva de zi dentro, pont “mG usada para o riseo di eal eava do traseiro. A letra “Rh marea o aa ponto do esquadro que deve ser colocado. =34" # no alto da manga e para dar o trago, usa- Eas uit mos ambos os lados. Na figura abaixe, aere : mostramos como usar o esquadre para se} marcar bainhas. Eseolher um ponte como rare medida para arredondar o comprimento da saia entre o chio ¢ o ponto desejndo, marcando com allinétes ou giz, em toda a volta, para depois alnihavar. Finalmente, o esquadro “TOUTEMODE”, é um com- panheiro wtil, em tede o tragade de bases e modelagem. Nie sabe desenha Nie importa, o esquadre o furd por vo Mttope “TOUTEMODE” MEDIDAS PELO METODO “TOUTEMODE” FIG. 1 A maneira de obtermos as medidas exalas, para a execugiio de uma pega pelo Métode “TOUTEMODE” ¢ a seguinte: Fig, 1 — Toma-se a fita métrica (cen- timetro), coloca-se a ponta n." 1 no om- bro, como se acha no ponto “a”, estenden- ale 6 Tile inelingda para oe meie, me se a altura de deecote “hb” (1em), ¢ sem retirar a fita, continua-se mareande a al- tura da cintura “ec” (44 cm), do quadril “d” (66 cm) e da altura “e” o compri- mento desejado. A seguir, tomam-se as medidas dos contornos, passanclo-se a fita em Volta do busto, ponte “f", da cintura “g" e dos quadris “h". S6 estas trés me- didas sio mareadas pela metade (ex,: busto 80 — marca-se 40; cintura 64 — marca-se 33 e quadris 90 — marca-se 45). Prosseguindse toma-se a medida do om- bro, do ponte “a” ao “i” (12 cm) para o busto 40. Para comprimento da manga colocamos a fila no ponto “i”, passando no ponto “j” no cotovélo e indo terminar no punho, ponte “k". Para a largura da man, Passamos a fita em volla do bra- go, “n", com uma folga de ficm. Na ligio de mangas eselarecemos melhor esta me- dida de grossura de brago. Fig, 2 — Para a largura dos costas, co- mo vemos, mede-se do ponto “!" ao “im”. ‘Quando se trata de uma pessoa que tenha « busto muito saliente ¢ coslas curtas ou mais compridas, devemos tomar uran me- dida de allura até a cintura pelas costas, do mesmo mado que tirou na frente (ex.: Frente — decote 18, cintura 44; Costas — decote 18, cintura 40). Notamos nesse caso que ha 4 cm de diferenga. Tendo a pessoa espaduas salientes, to- ma-se uma medida reta do canto do om- bro com o decote, até a cintura “o”. Ve- rifique na ligio de anomalias, pigs. 18 e¢ 19, éstes casos com maiores detalhes. As medidas de busto e quadril, devem ser tiradas ajustando a fita sem apertar. A cintura é que deve Ser apertada de uns dem, Procedemos assim porque, ao exe- cularmos a base, dames 2 em de folga na metade da frente ficando portanto com 4com de acréscimo na cireunferéneia to- tal, ‘Todos os demais aumentos que sejam dados de acérde com a modclo, sem- pre feitos depois de tragadas as bases, Temos varios exemplos como modélo saco, reto, tubinho, ete. Para pecas jus- lag, veja a ligao de soutiens e maillot. Paor. J. Dias Portucan CALCULOS QUE ORIENTAM A EXECUCAO DOS MOLDES MEMAS TOMAuAs PARA TRADALIVAR Com o fim de fac molde, devemos forr Eseala como p ¢ meios (Ex, ara execugia das regras de modelagem de um o diretriz a divisio de 1/10, um déeimo, ou ele). Para se operar melho adidius tc para trabelhar, dar, como resultado damos acima um mapa das me= metres que devenass s mesmas medidas. Pelo mapa acima vemos que os numeros centrais 25, 30, 35, 40, 45, ete., os que permilem a civisie exata; porém, os demais que se aprexinam, mais ou menos Z milimetros, nada influem, devendo pois, trabalhar-se com os resultados inteiros e meios. Outra relagio que devemos tomar em conta, ¢ a medida do ombro na propor¢io com a medida do busto, isto, a fim de térmos um desenho pro- porcional ¢ talhado com clegancia. No mesmo mapa acima, damos na Ultima parte as medidas que devem ser dadas ao ombre, de acdrdo com as medidas dos bustos. Pode-se, entretanto, de acérdo com o modélo a executar, diminuir ou fumentar o tamanho do ombro, mas, depois de riscade o desenhe basico, ou contorno do molde. cl res tere a date ponto, Jnrgurn do decute, o qual oxtii na jutln rolagio dida das costas tomades de um omoro a outro, Costas 36, Ombro 12). Veé-se que 12 de um ombro, 12 de outro, restam 12, ¢ que correspon- dera i larygura do decote. i casos que um busio 40, tem 13 de ombro, quando a tabela manda um busto 54, deve ser 15 de ombro, entretanto, a pessoa so tem 12em. A base para qualquer déstes casos, ou outros, devemos sempre fazer pelas regras, dando depois um acréscimo na largura dos ombros, no molde, ou na fazenda, ne caso de maior. Sendo menor, podemos tirar com uma pense ou ligeire franzide. No ombro das costas, podemos em- beber, ou dar algumas preguinhas. Veja ligio de anomalias, pigs. 18 ¢ 19. Mitropo *“TOUTEMODE™ EXPLICACGOES INTRODUTORIAS DE TERMOS USADOS NO DESENVOLVIMENTO DESTE CURSO Busto, Cintura, Quadril — De acérdo com as regras expliendas ante- riormente para se tomarem as medidas de um corpo, deve-se notar que as medidas de circunferéncia do busto, cintura ¢ quadril, sio marcadas na sua metade, 36 de frente: daf.temos entio, como regra definitiva, pois quando dizemos: busto 40, subentende-se que a circunfreéncia 6 de &, porém, $6 se considera para trabalhar a sun metade, 40, ¢ assim da mesma forma, a cintura e o quadril, As divisdes de 1/10 ou Esealas, sio feitas Jio-sh s metades, ou frentes. mo que, quando encontrado no estudo déste curso, sé sao de (1/10), um décimo, mais ou menos, da medida que ara trabalhar. (Ex.: busto 40, eseala 4 em, cintura 32, escala 3 em, quadril 45, eseala 4,5 (quatre ¢ meio). Veja o mapa de escalas, pag. 10. Folga — ‘Térmo usade para o acréscimo de 2 em que se dé em um molde no frente, tendo por fim tmico o melhor caimento da pen, Nia oe refere mo ee aa, que & cade para os costuras, pols éste ¢ obrigatorio tattas do mole, ndo s6 para dobrar como para sobre= nde que, opés alinhavar, a pega volte ao primitive tamanho do , de acérde com as medidas. MANEQUIM O quadre que apresentamos sébre os medidas a empregar nos traba- Thos com maneq' organizade com o fim exclusive de dar-nos um guia es cujas medidas mio possnmos obter do corpo, ¢ em easos forgados em que tenha de executa-los por manequim (roupas fcitas, exames, etc. ...). Os ‘niimeros do manequim (que so 56 pares), correspondem exata- mente ao do busto, excoutando-se a base, da mesma forma como sob medida. Nao damos as medidas do comprimento da peca porque elas devem eorresponder 20 comprimento da moda, As medidas do decote, compri- mento da manga e punho, séo varidveis de acordo com o modélo a exe- cutar. Aconselhamos que nesses trabalhos sejam dadas, a mais 2 a 3 em, na fazenda para as costuras dos lados, cintura, bainha, ombro, etc. ODE" MEDIDAS A EMEREGAT, nas Bases pelo Métedo “TOUT ai feitos com maneq = = [secre foe 6 Por. J. Dias Postucat MODELO PARA MARCAGAO E DIVISAO DAS MEDIDAS PARA O TRACADO: Comprimento: Alté o decote: 18 cm AtGé a cintura: 44 em Atéo quadril: 66 em Até a barra:. 108 em Metades Contérno: 40, =20 +—+-2= 22 om a2 16 --2= 18 em 4 + 2 = 225 + 2 = 245 em Ombro: 12 cm Manga: 58 em Costas: 34 cm Larg. manga: 34 cm BASE DE FRENTE Fig. 3 — Para obter-se um molde sob as regras “TOUTEMODE", deve-se risear sébre uma félha de pa- pel manilha ou outro qualquer em branco, as linhas 1 ¢ 2 com o esquadro “TOUTEMODE". Pode ser feita na beirada do papel, mas quando houver transpasses ou golas, afastamos de 12 a 15 em. Para risear a linha 3, como se acha nesta figura, to- maremos distancia da linha 1, na diregSo da flecha, me- lade do busto (frente) mais 2 em (ex.: buste 40, meta- de 20 e mais 2 cm igual a 22.cm), medida que deve ser dada. Para se encontrar a linha 4, mede-se a distancia da linha 2, na diregio da flecha, metade justa do buste FIG. 4 (ex.: buste 40, metade 20), medida que deve se consi- derar. . Uma vez formado éste quadro composto das linhas 1, 2. 3, 4, passamos a risear para dentro do mesmo as linhas 5, 6 & 7, < Piece ger ashore «hohe Sopa a Made Oot fom que Pode wer consultada na BS wo trapa de escalags (e buste 40, eseala 4 em). Essa linha & @ tomada na distancia de uma escala da linha 2, para dentro do quadro. . A linha 6 é riscada com a mesma medida de 1 escala menos lcm (ex.: buste 40, eseala 4, menos 1 cm igual adem). Mede-se essa escala da linha 4 para cima ¢ pura dentro do quadro. Chegando a ésse ponte do desenho da base de blusa, damos a linha 7 que é tragada do canto das linhas 1 e 2 ao das linhas 3 ¢ 4, como se observa na figura, estando assim concluido o tragado basico pela medida do busto © iremos sdbre ela desenhar o contérno, a fim de cons- truir o molde que desejamos. Fig. 5 — Esta figura apresenta como ficard a base de blusa-frente, estando a orientagao das linhas de con- torneo na fig. 6. Recomendamos atengdo nas divisées ¢ nas medidas ase riscarem, para que o molde dé um resultado exato: to nos detalhes ou anor sa observar veja nas a ae yuinLes, ’ visas Ree Puor. J. Dias Portucar BASE DAS COSTAS Fig. 7 — Para executor a porte traseira da pega, procede-se da mesma forma como se operou para a confecgio da frente, riscando-se entretanto, apenas as 6 primeiras linhas. A medida das linhas da largura é dada sem aeréscimo dos 2 em de folga {ex.: busto 40, metade 20 em). Essa’é a medida que devemos dar is linhas 2 4, ficando o quadre igual. As demais linhas, sdo iguais &s da. frente, ou seja, a S uma eseala abaixo ¢ a oma escala menos 1 em acima. Passando ao contérne, mede-se do canto das li- nhas le 2, meio ombre no ponte “a”, seguindo-sc a “b" com o ombro inteiro, inclinada sébre a linha 5, descendo até lem abaixo. Ne caso de ombros altos, deixamos a ponta do ombro sé até a linha 5. Em seguida, do ponto “b”, iraga-se a inka cal “c" alé a linha 6, entra-se meio em e¢ uma curva com o esquadro TOUTEMODE para formar a cava trascira, O decote é riscade do pon- to “a” aié a linha 1, em curva ligeira, 1 em abaixo da linha 2. ATENCAO — Quando a pessoa liver as costas altas, aumentar acima do ombro e decote 1 a 2 cm para evitar que o vestide caia para tras, Como na frente, as medidas de comprimento sdo usadas com a mesma inclinagao no decote ¢ verticals sébre a linha 1 as de cintura, quadril e barra. As medidas de largura da cintura, linha & e quadris, linha §, sie sem folpa (e: nT 2, metade 16 em — quadris 45, melade 22 ¢ meio em). Na barra podemos, como na frente, dar mais 2 em que a dada ao quodril. Os moldes sio feites sem coslura, ' \ \ | i ' ' ' i ' ! a \ | | | Pedimos ds nossas alunas, esférgo ¢ atengé Li especiais no aprender e no exercitar estas li a fim de que as demais ligdes que se segu tornem faceis, uma vez entendidas as explica FIG. 7 j4 apresentadas. Miteno “TOUTEMODE™ ATENCAO — CUIDADOS A OBSERVAR NO CORTE O métoda “TOUTEMODE”, senda organ tre, 4s que sabem is que nada sabem, apr aproveiladas por tédas. jo para instruir, sem mes- la alfumas observagoes Para executar uma peca, devemos observar varios detalhes, a fim de facilitar o trabalho c obtermos étimo caimento, Em primeiro lugar, tomar as medidas com o euidado, explicado na pag. 9, anotande as anomalias que porventura existam na pessoa, como por exemplo, ombro mais baixo de um lado, costas areadas, busto saliente, lornandoe a frente muite entrada, ombroes maiores ou menores do que as re day re Damos algumas figuras, como proceder para corrigir essas anomalias, pags. 18 c 10. Na execugdo da base, obedeca em tudo fs regras que ensinamos, como se fora um corpo normal, depois, por meio de talhos, com aumentos ow dobras modifiquemos os pontos em que haja a anomalia, Depois de executado o molde do modéla escolhido, examinamos, tam= bom, # fazenda, Se elo ¢ estampnda e os enfeites estio em uma sé posi os moaldes devem ser colocades para o mesmo Indo, Se é veluco, exam mos a posigia do pélo ou paussamas amie de Teve para vere tale aspere Neste caso, a posigio dos moldes deve ser com a porte de baixo ao correr do pélo liso. Se a fazenda for listada e se as cores forem diferentes e desiguais, deve abri-la em toda largura e dobrar, juntande as duas pontas, prendendo-a com alfinétes, junto 4s ourelas, obtendo assim ao cortar, que os panos duplos se combinem. Econveniente ao prender os moldes sobre a fazenda, pregar os alfiné- tes perto das beiradas para facilitar a marcacio. Se a fazenda estiver sujeita a encolher, deve ser ligeiramente umedecida e¢ passada antes de cortar. Nunca corte uma fazenda amarrotada, passe a ferro antes. Geralmente devemos dobrar a fazenda para obtermos partes duplas. Nessa dobra é convenicnte manter o avésso para fora, Quando o modéla for de frente inteira devemos cortar pelo direito com a fazenda aberta, ¢ uma félha de cada vez, tendo o cuidado de que todas as partes se combi- nem no mesmo fio. © corte pelo andsso, ita a marcagio, que deve ser feita, junto ¢ em volta de todos os moldes, Essa mareagie pode ser feita em giz, se a execugio do trabalho vai ser feita imediatamente, ou usamos também a mareagao na fazenda, com alinhavos, de preferéncia com linha de eér di- ferente, quando o trabalho for mais demeorado. Nos deis casos acima, para pass os womureagio para o outro lado da fnzenda, coloquemos alfinétes em loda extensie, do giz ou alinhavos, para a seguir fazermos o mesmo do lade contrario. O ferro também pode ser usado, quebrando o excesso da fazenda pela beirada do molde. A rolete s6 deve ser usada no papel ou em fazendas grossas de algo- dao. No tafeta e outras fazendas sécas, deve haver cuidado ao pregar os alfinétes, que devem ser poucos, para evitar que fiquem aparecendo os furos, que dificilmente desaparecem. 10 Pro, J. Di PorruGan PENSES FIG. 11 Explicamos nas figuras anterio- res as regras bases que obrigati- riamente séo usadas para todos os moldes. Nesta licio, mostramos o uso das penses, nao 36 em vestidos, como também em casacos, sou- licens, cintas, maillot, ele. Fig. 8 — Marcamos entre a linha 1 eos pontos “a” ¢ “d", meio om- bro mals 2em. No ponte “b" en- tramos meio ombro e no “c" uma e meia escala abaixe da linha 4, ris- cando a seguir entre os pontos “b” e “a' até 2 cm, abaixo da linha 4 da base, dai aos pontos “d" ¢ “c” A marecagio do ponte “a” pode va- iar se antes tomarmos uma medi- da na pessoa entre o ponto “b” ¢ a ponta do busto, ¢ outra entre as duas pontas dos bustos, marcando com a medida encontrada o ponto ‘a", devendo partir dai as 3 pen- se$ que poderio ter de fundura uma escala do busto. Para suprir © gasto das penses, devemos au- mentar no molde (ou na Jazenda), para o lado e para baixo a mesma medida. Podemos corlar e relirar os irés espages das penses ou apenas ta- Thar abrindo a que desejar, seja a da cintura (fig. 9), a do ombro (fig. 10) eu do lade (fig. 11), le- vando 4 fazenda ja preparada. Este sistema de preparar as pen- ses jd no molde, facilita o trabalho e podemos verificar com antece- déncia o resultado. Pror, J. Dias Poarucan ANOMALIAS Damos alguns exemplos de anomalias, para ajudar is alunas na observagio cuidad que devem ter, a0 tirarem as medidas de uma pesson ¢ na execugio das bases, para qualquer pega do vestuirio. Figs. 15 e 16 — Para senhoras que tenham o busto muito saliente e coslas curtas, devemos tirar as medidas de frente e costas para verificar a diferenga (ex.: frente 48, costas 42), que neste caso é de Gem. Desenhamos os moldes de frente e coslas pelo comprimento da frente. Dobramos a seguir o molde das costas, no ponto “d", diminuindo a diferenga dos G cm como esta na fig. 16. Na frente, fig. 15, damos 3 ta- lhos para as penses, fechando a da eava “a" e da cintura “b", abrin- do com isso a da letra “e", do lado. Ao fecharmos essa pense notamos que os lados “e" ficario iguais na albu Ne ombro das costas, tem mais | em para darmos um ligei- ro franzido, ou uma ou duas pen- ses, Junlando a seg no ombro da frente. Fig. 17 —- ® de um molde para pessous que lenham grande salién- cia no meio das cost Damos um talha no meio, ponto “a” e¢ outro do decote para baixe, ponto “b". Avbertos ésses talhos colocamos o meio do molde na dobra da fazen- da, fec do o decolte com penses ou preguinhas. Fig. 18 — Apresentamos outro molde para pessoas com costas abauladas. ‘Talha-se no ponio “a”, separando o molde 2 cu 3 cm. No ombro, damos uns 2 cm a mais, Ponto “b" para dar penses ou em- beber a0 juntar no ombro da FIG. 17 FIG. 18 frente. 14 Prov. FIG, 23 I. Dias Ponvucas BASES JAPONESAS Para exeeugio da base japonésa, devernos notar em primeiroe lugar a folga. Devido ha- ver necessidade de que se combiner os mol- des na axila, riscamos a frente e costas com lem de folga, pois devem ser iguais na lar- gura. Fig. 22 — O molde, base japanésa, é tra- gado como a base das f Ge 7, diferencan- do-se na folgo como explicamos acima. Para ima d: ha 6 da base, 2 esc. do busto, ponto “a”, riscando a linha que deve passor abnixe de ponto “b” Je meio cm, dandy o comprimento que dese- jar ho ponte " a linha pontilhada “d", que nos mostra onde devemos medir a largura da manga (ex.: Hrossura do bracgo 35 -- 5 em 40 — veja fig. 1), do ponte “b" ae fim da flecha damos a metade dessa medida, 20 em, riseando do ponto “c" ao total do comprimento (esta linha pode ser abaulada quando for necessi- rio). O punho pode ser ajustado, retirando mais ou menos 2 cm de cada lado. Fig. 28 — Depois de desenhadas frente e costas iguais retiramos 1 em em toda a ex- tensio do ombro ¢ manga da frente pela linha partida “e". No molde das costas damos aci- ma da linha “c" também | em em toda a ex- tensao do ombro ,tragando a linha partida “e", Fazemos essa transferéncia de altura de ombros porque a blusa japonésa geral- mente cai muito para tras, portanto, se der mos maior altura no molde de costas forea- mos a blusa a manter a costura do ombro no devide lugar. Nos cases de jajondtsas com ma tos ou compridas, & aconselhivel col umn laco na axila, Mostramos nos pontos “b" uma flecha que devera ter mais ou menos uma e meia eseala (7,5 em) para cortar e in- treduzir o taco “f” que deve ser riscado com os 4 lados iguais na mesma medida do talho. Fig. 24 — Esta figura demonstra que podemos risear qualquer molde de japonésa 56 com a parte da frente, tragando a seguir as linhas partidas, acima e abaixo do ombro pontos “e", separando a seguir a parte das costas com a rolete. Em muitas das ligoes que se seguem apresentamos outros sistemas de tacos que facilitam melhor o caimento e a firmeza das costuras, nas axilas. Métepos “TOUTEMODE™ FIG. 25 MODELO JAPONESA Fig, 25 — Elegante modélo, justo com tacos, Mh feita igual 4 ligio anterior, tendo de retirar as costas com a rolete, Nota- mos diferenca sé na inelinagie do linha do ponto “a”, com 3 escalas acima da linha 6, passando no ponto “b”, no canto da linha 4. Mostramos com isso que pode variar a posicgo dessa linha, umf vex que vames aplicar o lace. Fig. 27 — Os moldes de frente ¢ cos- fas sGbre a fazenda, Com éste modéla de blosa japonésa estamos danda uma demonstragie do resultado de um tra- balho feito com o devide cuidado. Primeiro, ao tomar as medidas, segun- do na exccucio dos moldes ¢ terceiro no corlar da fazenda completando-o com a costura. Garantimos que a aluna tendo a maxima atengao a éstes pontos em td- das as ligoes apresentadas neste livro “TOUTEMODE”, obterd resultados surpreendentes, em todo o seu futuro de haibil modista. Pror. J. Dias Portucan MODELO SACO Fig. 20 — Orie com grandes pr na frente ¢ pre lage. as com un 29 — Base japandsn ef linha jorrticda ca barra, sendo no ponte alargada a cinlura e no atunilada as: eom eava i dando o linha pontiliada “ talhande ¢ abrindo a gos- to, Este modélo é também apropriado para gestante. Vemos no ponto “a" o decote, os pontos “bh” e “e" dos ta- lhos para abrir ¢ formar as pergas, apanhadas na frente. . 30 — Abertas as par- tes dos moldes que fe i dar o puxade ¢ introduair a parte 1 se descjar. Essa pode ser cortada na dobra do te- cide ou com o aeréscimo da parte “g", para completar a largura. FIG. 30 Hecate eee me ee oe Mitepe "“TOUTEMODE 1 ' ' 1 ' 1 1 ' ' 1 1 1 ' a VESTIDO PRINCESA Fig, 27 -- Groviess mudéle Princesa com pregas macho em- Huet icles. K RR a Ts com um res corte da cava A barra (partes 1 e¢ 2), riseando na cintura penses para assentar elegantemente ao corpo. Partes 3 e 4 tiras envie- zadas no deeote ¢ abaixo da cin- tura enfeitando éste modélo. Os pontos “a” para talhar roca, 1 — Moles are a fa genda. A parte | de rae a a fade, ambas aberta & pelos A porte 4 é de um nbutir entre as pare tes 1 e 2 ajuntando-os nos pon tos “b” formanda as pre * ma- cho. As partes 3 ¢ 4 mostram as tiras envievadas que devem ser aplicadas no decote ¢ abaixa da eintura, 19 Pror. fi Dias Portuca. BABADO GODE Fig. 40 — Um gracioso modélo justo, com recortes nos ombros podendo ser aumentados para formar gola. A saia & comple: tada com um grande babade pode. Fig. 41 — Base de frente com © trogado deo modélo, A parte 1 inteira alé onde comega o baba- do. A2é um pano nesgado que vai ate a bar OQ babade tem o 3. No ponte “a” pode ser ju tade 4 base das costas para riscar a pola (veja ligho de gola as- sente) . Fig. 42 — Os moldes sao colo- cados sibre a fazenda, estande a parte | com os talhos abertos para as preguinhas ¢ o apanhado que formard a yola, ponto “a”. A parte nesgada 2 na dobra, $0 ba- bade da frente e 4 o do tras para abrir o ys ire » dewende Gate ser colocado na dobra do tecide ce", pa ficar sem is. A pare pelo ponto costura mi parte de tré te 5 G das costas. Ao armar a frente, juntar os pontos “b", Mirono “TOUTEMODE” al MODELO DRAPEADO Fig. 483 — Gracioso modélo com decole canéa, mangas japonésas, preguinhas sob o busto e drapé nos quadris. Fig. 44 — Base de frente, divi- } dida em 2 partes. An." L vem do ombro ao ponte “ec”, pontilhada, Esta parte abaixo da cintura ser- vird de reféreo para o drapeada, A 2 vom do ponto “d" 4 barra. © ponto “a” alargamento de decote, o “b" dos talhos para as prepui- nhas, a" a pense, a “dl” tragos porno drapd eo “Pf numente pure ajudar o drape, completam o mo- délo. é 45 — Os moldes sobre o te- lo, demonstram come talhar té- ax partes. O ponte “ devera ser virado e préso por den- tro no ponte “dda parte 1. Entre os pontos dha sada faremos as pregas que formaric o drapeado. A parte #4 para o lage do peite, deve ser costurado ¢ virade, A 4 é do pei- linhe ¢ a § do babacinhe da man- ga, e do peitinha, Peor. J. Dias Portugan MODELO CHEMISIEE Fig. 46 — Elegante modélo executnde o eicle frosso, linho eslampado, setim ou la, A meio em pé, tendo como enfeite umn tira do mesmo teeido ou de outro liso, podendo também ser em gurgurio, Fig. 47 — Ao tragarines a base, devemos iniciar colocando o esquadro uns 15 a 20 em para dentro do papel, dando assim o espago para o tracado da gola ¢ lapela, O transpasse deve ter de 3.a 4 em até a al- tura do quadril ou até 4 barra se assim o desejar, Para a gola, deveros juntar o molde das coslas na parte entrada do decote, trans- passando, do lade da cava, pon- to “a”, duas escalas do busto. Depois de desenhada sébre o molde a gola “b" pode ser reti- -rada em outro papel, colocado sob a base, com a rolete, ou ain- da no mesmo quando dobr: pelo risco do decote, sendo entao cortado junto com a frente, co- mo se vé na parle pontilhada. Fig. 4 — © teeide déste now- délo é estampado com flores em os moldes na mesma diregéo, tanto a frente e costas como também o vista da gola. Se o enfeite for com fita de gurgurio deve ser tirade um molde em papel grosso, alinhavada a fita sobre o molde, umedecendo-se a mesma nas partes curvas e passando a ferro, para firmar e aplicar sébre o vestido, Métopo “TOUTEMODE* 24 MODELO LISTADO Fig. 55 — Gracioso vestide em tecido grosso, linho ou fustio, listade, proprio para veriio, Fig, 56 — Base dividida em 4 partes, sendo: 1 a blusa, 2a frente © 30 lado da sain. Os pontos “a” sie tragos para marcar a posigio das listas, e o “d” deve ser talhado para abrir roda dos lados. Na cintura uma pense no talho da saia, Na blu- sa vemos que deve ter um ligeiro franzido para ficar fofa a cintura. Fig 57 — A fazenda listada deve ser aberta e dobrada ao compride io as urelag © prenie para que as listas nie d fo uma sobre ov mos os mokles acertande “a” na direcio de uma lista, como e 4. Geral- , havenda darmos as par barra da Aqui temos um exemplo, devendo ser emenda- da a te 2, 4S", com “c", a 3 “hb” com “b" ea 4 “d" com “d", Haven- do capricho ¢ cuidado, os emendas neontrem, Coloca- linhas. vemos as partes 1, 2, ¢ mente o tecilo & ¢ ide de quase nio sio notndas, am, YY Sie FIG. 55 PIG. 57 Puor. J, Dias Poatugan SALA RETA COM PREGAS . SE — Modelo cle ania in com preps, propria para costumes ou csporte. Fig. 59 — Tragamos a base da saia pelas me- didas da cintura para baixe. Damos aumento do lado para as penses na cintura, na frente. No tra- sciro do molde, riscamos ne meio, de allo a baixo para formarmos o recorte ¢ ag pregas. Na cintura, entramos para as penses no préprio recorte. Po- demos dar, caso seja necessirio, mais 2 penses no Lraseire.” Fig. 60 — © tecido para esta saia pode ser li, com 1,40 em de largura, bastando usar uma altura mais 2 bainba ¢ costurn. Para que a frente o cox las fiquem com o meio na dobra, devernos virar um lade da fazenda que dé para a eolotagio das partes 1 e 2 com trés quartas partes da prega ma- cho, ponte “a”. O outro lade debramos para que o melde 3 fique também na dobra com mais um quarto da prepa, “b". Notamos que loda a volta do molde, dares para costuras ¢ bainhas. Se o tecido for diferente e estreilo, éste modé- do devera ser cortado também ao correr do fio, dando costuras dos lados, ponto “ec”, separande os moldes. BiG. at Mitooo "“TOUTEMODE* SAIA EM FORMA Fig. 61 — Modélo de sain em forma, ajustada ao quadril, alargando 4 vontade para baixo, Fig. 62 — Base de saia co medida da cintura bem justa, ‘Tracamos a linha “a”, que pode ser mais acima ou abaixe, ¢ mais duas, deseendo e scparando as partes 2, #04. Rsses talhos devem ser dodos nad io das fect, presos mas ponlas pura al im, com 7 Fig. 63 — Dobramos o tecido no viez, fa forma de guardanapo, para que o centro fique bem enviewmlo., Depois de dar os ta- Ihos na base, colocamos a parte 1 na dobra, abrindo os pontos “a” ¢ “b", dando a roda que desejar. ido o tecido & estreite, ao dobrar pode faltar de um lado; o ponto “d" mostra ésse detalhe. Essa emenda deve ser cortada no mesmo fio da fazenda, Ao abrir as partes do molde, notamos que o ponte “a" da um aumento de 5 a 6 em, que deve ser retirado no ponto “e"; com essa retirada alarga a cintura, o que devemos certar do Jade. A vantagem do arredon- cintura, & que, ae puxar para’ o istribvigio uniferme cas. FIG. fia ae Prov, J. Dias Portucai SAIA EVASEE Fig. 64 — Elegante e pralico modélo de sain. Sua confecgie ¢ facil ¢ o cai- mento satisfaz a qualquer gosto. Fig. 65 — A’base 6 comum, com as medidas da eintura para baixe. Divi- de-se em duas partes, 1 ¢ 2, relirando a pense no talho da cintura, ponto “a". Fig. G6 — Na fazenda dobrada. colo- ea-se a parte 1, juntando-se no ponto “a” a parte 2, fechando a pense e abrin- do em baixe de 20 a 25 cm. Como sem- pre, damos as costuras ¢ a bainha. FIG. (4 Mivona “TOUTEMODE"” 28 SAIA DE UMA SO CCSTURA Fig. G7 ~~ Madélo executada em um s@ pano, fechanda com uma cos- tura no frente. Apre roan ah pode vori lise, listade algodao. mpado, em séda ou Fig. 68 — Bases de frente 1 ¢ cos- tas 2, tracndas no estiln comum., Os pontos ©. io para talhar @ abrir sé- 1. O ponte “bh” pode ser retirada como uma pense, dentro da costura’e cla lado “ec é o aumento do que vai bre oth rocom a pense, Fig. 69 — Antes devemos abrir a fagzenda em the stu Jarygura a do- 9 meio, colocando aio molde 2 r o are edondado da ba FIG, on FIG. 67 Proe. J. SAIA EM PANOS Fig. 70 — Elegante sai: panos, cm teeido Jistade, eseam: A quantidade de panos pode variar, para 10, 12 ou mais. . TL — Para essa base, dividi- mos ntura eo quadril pelo nime- ro de panos desejados. Neste caso te- mos: cintura 60 mais 4 da folga, igual a G4 em; quagril 84 mais 4 igual a 88 em. Essas medidas divididas para 8 panos temos cintura 8 em e quadril li em. Riscamos uma linha reta no ponto “a" dando a largura de $ cm, metade para cada lado e da mesma forma entre os pontos “b” com os 11 em, do quadril. ppois riscamos t nhas lalerais parlindys da cintura, ulo no quadril e vindo até a fechanda ai a parte de baixo — Apresentumeos sibre a ao melde 1 que do de roda r ‘a 1,60 em ¢ 0 2 aberto hos poulos pode dar de roda mel ou mais. As lind ram a posigha sébre as Listas. A fa- gzenda deve ser aberia ¢ debrada ao compride, combinando as listas e¢ prendendo nas urelas com alfinétes. FIG. 71 Dias Poatucan FIG. 70 Mitropo “TOUTEMODE”™ SAIA EM PANOS INCLINADOS Fig. 73 — Original medélo em panos, inelinados a¢ima do quadril, com ubetawde em um cos talhos, Fig. 74 — Para essa base tomamos a medida do quadril com mais 4.cm de folga (ex.: quadril 92 mais 4d igual a 96 cm). Riseamos a base da metade da frente 86 com lem de folpa, dividimos ao melo, 1 ¢ 2. » passomes a riscar a primeira linha do pon- até o ponto “ce”, que esta no meio do intervalo da parte 2; désse ponto damos ao “d" os mesmos 12 cm para riscar a outra, Dividimos, a seguir, a me= dida da cintura (ex,: 60 mais 4 igual a 64 em), ésses 64 divididos por # os nos dario & cm que sera a largura de cada tirn na ponta. Riseamos a linha par- lida “e* 3 em para dentro da “c", depois medimos essa linha do quadril a cintura, dando na “f" o mes- mo comprimento com os 3em para dentro, Verifien- mos que essa linha vai ocima do riseo da cintura uns 2emoe fechames a sepuir essa ponta inclinada, ig. th 1 ek perce parar 2 ou mais clas das egas. Marcamos primeciro, no ponto “p", 11 em ¢ 2em para costura, colocando ai a tira 1, prendendo a seguir as demais, dando nos intervales 22 em para aa pre ans simples. A tira 4 aberta pode s Iu no caso do modélo ser godé, abrindo em cada uma o que desejar. --7d FIG. 75 FIG. 74 a2 FIG, 82 Dias Portugat GODE DE 2 FOLHAS Fig. 82 — Modélo simples o elegante podendo ter variedade de detalhes con verificames nesta ligiw. Fig. 83 — pende vididos por 2 igual a 15 em, mais uma cs- cala de 30 — 3 em — total 18cm). Damos essa medida do ponto “a” aos pontos “b", riscando ai a linha arredondada. Dessa li- nha, pos pontos “ec daniws o comprimento da saia, fechando com o trago em volta, Devido ao meio ser enviezado, devernos ti- rar de 2 a4 cm, ponto “d", a fim de evitar pontas. Fig. 64 — Nessa base de 2 folhas, apre- sentamos 2 modelos sobre o tecido. O de senho da base fig. 83 separamos em 2 par- tes, sendo a 1 para ficar lisa e a 2 pode ser com aplicagio de rendas ou bordados, No modélo 3 nolamos os rages que podem ser nervurades ou em plisse soleil. FIG, 43 FIG, 4 33 Métono "TOUTEMODE™ SAIA “TOILETTE” Fig. 85 — Gracioso modélo em séda pura ou vegetal, com- binando com blusa de organdi ou Inise. Esse modelo de saia pode ser utiliza ou para pestante, pr a ouma blusa com o mesmo transpasse, Uma faixa larga présa sébre o cox completa o modélo, kinene ndendo-o Fig. 86 — Sébre uma base de 2 féthas, explicada na fig. 83, desenhamos o modélo da par- te 3. A parte 4 deve ser reti- rada com a rolete. Do ponto “a" ao “b"; duns fdélhas do 1é parn o traseiro, © frente inn. . a7 — reo teeibo wee mos as 4 partes unidas ¢ aber tas no ponto “c" dos apantha- dos. A parle 26 unida fis da frente para f sem costura dos lados. A. par- te 4 éda metade da faixa com gbertura no pento “d", olor nando asin a ponta. Las cos FIG. a5 FIG. 86 FIG. 87 as Porrugan GODE DE 4 FOLHAS Fig. 88 — Graciose modélo godé, pregas simples com blusa. Fig. $9 — Sain de 4 panos, Divici- mos a medida da cintura de duas ma : uma pode ser dividinda os 1 em dades na de 2 folhas (fig. #3) a0 meio, o que di 9 em: outra é dividir- mos os 30 cm por 4 (7,5 em) mais 1/2 esc. (1/2 cm) dando o total de 9 em, 6 que daremos entre o ponto “a” ¢ os “b"; o comprimento déste ao “ce”. No “d" tirar 3a 4.cm por ser vi 90 — SSbre a fazenda a base 1% 6 mol des iguais foe G noel dividindo obler 2 pre da um oem 6 partes: para asem cada pane, © totul sila paca 18 pregins sim- Hl). ta iH ia fdlh das pregas, sendo a dob dos pontos “d" sdbre os “ Para a blusu temos os muldes 3, 4 e 5. a5 Mttono “TOUTEMODE™ VESTIDO DE GESTANTE Fig. 91 --- Gracioso vestido plissado, com tinien obs W beta wei Ispasse em ponta, de uns dem e quatro pregu thas thuaixe do bustoe ¢ chigs penses. do ombra ponte “I Hircedie de busta, 1 tra de lado, Fechando no molde, conseguimos suspender a parte “a” abrindo assim os 4 talhos para as pre- gfuinhas, e o “b” para a pense. Fig. 93 — O molde da timica sobre o te ido, dando a parte “e” para forrar, dobran- do pela beirada “d”. Para o plissé devemos dar 3 vézes a me= dida dos quntdris. Weja ligho de saia pre- salar ma diregia de husto com 36 Paor, FIG. 4 Ts Daas Pourugan GOLA ASSENTE de gela ussente. Aproveilumos Gs! délo para dar as lighes dos 3 tipos de golas: agsente, meio em pec em pe. Fig. 05 — Esta base ¢ de gola assente Para fazé-la juntamos os ombros da blusa frente ¢ custas, ponto “a”, desenhando o feitio da gola, Retiramos com a rolete para levar 4 fazenda, Fig. $6 — Os moldes sabre o tecicdlo Wj 2 onde vemos a parte 1 gol con le blusa e 3a vista do transpasse e arr da yola. Podendo fazé-la, também toda forrada. FIG, 96 Métopo "TOUTEMODE* ae GOLAS MEIO EM PE E EM PE Fig. 97 — N.° 1 — Gola meio em pé — As bases de frente e costas unidas pelos ombros com o transpasse de 2 escalas do busto no ponto “a” da cava. O desenho é feito seguindo a mesma orientagio da fig. 95. Fig. 9% — Sébre o tecido os moldes: n.° 1 a frente com um pedaco de gola, aon" 2, senda unidas pelos pantes "b". O molde 3 é da vista da complelanda com o pedago 4 pelos pontos “d". imo modélo da fig. 14, executado no es- ela do ponto “a”, passande pela “b” A linha nolan ser “2 — Outra base do meni Riscamos uma linha nda até ae “ec” com meio ombro m ‘ve, wbrinds 2 em ne ponte “ed Fig. 97 — n. lilo de gola em pé, ims 2 em para dentro, sey partida & CoML exept larga e dar melhor caimento. Fig. 19 — Os moldes sobre o tecido. N."1 a frente com a gola; n." 2.0 vista Demonstramos aqui que, em muitos modelos podemos usar a gola que desejar: assente, meio em pé ou em pé. Esta gola fica muito alta; desejando mais baixa, pode estreitar como desejar, FIG. 98 FIG. 9 Peoe. J. Dinas Portucab GOLA ASSENTE EM CASCATA Fig. 100 — Belissimo modélo com jabo, caindo em cascatas, peite plissade, Fig. 101 — Executumos ésse modélo pela base de gola assente, juntando pelos ombros os moldes de frente e costas, ponto “a” de- senhando o modélo come se vé nes- ta figura. Retirado o melde da gol pelos foe com a rolete, damos os talhos » Ponta “bh, Fig, 102 — Os moldes sébre o tecide, dando em volla de Ta 2 em para us costuras. OQ ponte “b"” mostra a pola com as aberturas dos talhos que formam a cascata, © ‘c’ Ga parte do traseiro da gola O plisse esta riscado ao lado, FIG. 100 A parte das costas ¢ colocada na dobra. FIG. 102 Mérone “TO UTEMODE” 39 GOLA TIPO COLETE 10% — Gracioso modéla estampado com gola no estilo meio em pé, cam cruxadas sobre a cintura, spossadas nos ombros de lado Ole, a“ fuel — Base da frente inteira e costas las ponte Riscamos a seyuir o modelo distante ce einftues onde vemos chins pontas cite se ertitam, pete ada pola eo ponte "bh", Fig. 105 — Sabre o tecido co- locamos a frente da blhisa na do- bra. A gala pode ser tirada tanto no 2 come a fio, FIG, 104 FIG. 105 Pror. GOLA EM BLUSA DE VERAO Fig. 106 — Interessante mo- délo com gola arredondada, eruzando nu frente. Fig. 107 — Base desenhada sobre a frente inteira. Deve- mos decolar a blusa frente e costas ung 4 a § em, Lranspas- sando a seguir no ponto “a” 1 ou 2 escalus para depois dese- nhar a gola, retirando as partes “b" e “e” com a roléte. Fig. 108 — Na colocagio sd- bre a fazenda, devemos dar og talhos e abrir $a G em para for- mar a prega, aumentando a penta “d" mais 1 em a fim de fazer a volta do lage. FIG, 107 ]. Dtas Pontucat FIG. 106 FRG, Mae 41 Mfirono “TOUTEMODE* GOLA EM PE TIPO COLARINHO FIG. 109 FIG, 110 Fig. 109 — Pratico ¢ eleganie madélo de balers, fechado com gola em pé, tipo colarinho, Fig. 116 — Sébre a base da frente desenhomos os diversas partes do molde do bolero. A parte da frente,in.* 1; 9 tira para aplicar 2 tirar com a role- le; o lado 3 e a pola 4. Nessa base temos a licio da gola, De- “pois de dado o transpasse de 1 © meio em, riseamos do ponto “a” ao “b" do decote, dando dai para eima meio ombro mais 2 em ao ponto “e", Ai damos a Jargura que desejar, uns 7 a it em, completande oo moelde ca hola Fi. 111) — Os mokles sobre a tecide. A parle 2 extd ealacacls pelo avésso porque estando a fovyenda dobrada e amas as srics cla modélo sencle ips podemes cortar com o mold vd Faxencla. AC pe +h ches vemos colocar com a ponto “dd na cobra, Notamos que foram unidas as partes 5 do traseire a ada frente, para ficar sem ‘cos- tura de lade. FIG, Wt 42 Paor. J. Dias Porrucar GOLA CHALE ENVIEZADA Fig. 112 — Gracioso modélo estan pado, tenda em volta do decote uma lira enviezada, formande a pola. Fig. 113 — Base da frente inteira devide ao talho do decole. OQ ponto “a” marea o alargamento do decole, o “b" a fundura sé de um lado e o “c™ o decote arredondado do traseiro. Para a tira da gola, devemos medir o deeote em volta dando a mois o necessirio para o lage, Fig. 114 — A colocagio na fazenda 6 simples, sendo necessirio a gola ser cortada na posigio do viex, Com esta , podemos verificar que éste tipa de pola fier bem em qualquer tipo de decate, em “V", arredondado ou mes- mo quadrado. A tira 3 deve ser dupla FIG. 113 e dobrada ao meio pelo riseo * FIG. 14 wiles 43 Métono “TOUTEMOD CAPA Fig. 115 — Belissima capa, com original transpasse, gola meio em pe. Wig, VIG 2. Hees ale frente © cosh com oo desenho da capo. O ponto “a” da gola pode ser em pe ou meia em pe. Nesse ponte, apresenta- mos uma nova forma de pola meio em pé. Unimos o om- bro do trascire ao decote da frente, inclinando-o para bai- xo, até a altura do meio das linhas 2 e 5 da base, dese- nhando a gola para fora. O ponte “h" é do aumento ar- redondado abaixo da cintura, de onde sai a linha da barra ao ponto “ce”, No traseiro também, fazemos o mesmo desenho um pouco mais com- prido no meio. Fig. 117 — Sébre a fazenda temos o traseiro na dobra ¢ a frente unida pelos pontos ", Desejanda maior rod é sé afostar ésse ponto “ec”, fechando mais a distiincia dos ombros. FIG, 113 PIG, 116 FIG, 117 Prov. J. Dias Poatucat DECOTE EM NO Fig. 1d — eyante njodé- jo, com um entrelagado no decote, formanda no, if, 11M A base & coe mu ef vend com os brages para abe aro nd, eslande na fa- demonstrade com mais i. clareza a sun execu: Fig. 120 — O molde aberto com © aumento de uns 5 em nos pontes “b" para o cruza- mento, depois de cortarmos pela lin para abrir e¢ © trabalho. A pa “a Ga ponta que deverd ser Hie présa debaixo do entrelagado, Fic. 119 FIG. 120 Mitrope “TOUTEMODE" DRAPE Fig. 121 — Gracioso modélo de blusa drapeada com prepas na frente ou costas. Fig. 122 — Base de frente com © tracade para os talhos. O pon- tu © por onde devemos cortar, sudo eo © “b" das tiras do pregue “c" da dobra. Fig. 123 — O molde aberto 30- bre a fazenda dobrada no viez, ponto “ce”, As tiras “b"” devem ter uns 8 em de distancia entre elas para preguear ¢ dar a beleza que se vé stbre o busto, podende: ser feito também nas costas. FIC, 123, 46 Puor, J, Dias Porrugan JAPONESA “MORCEGO” Fig. 124 — Elegante modcly de mangas largas saindo pou acima da cinlura de form 4 como usas de moredge Este modélo pode ser usacdo em kimonos. Fig, 125 — Base comum pelo sistema japonésa. modéle é liso, porém pode ser cortado com alguns detalhes na frente, em recorte ou ou- tra feitio. 20 — Sobre a fazenda frente na dobra, com Fig. 1 Lemos aberturt nos ombros ubeloar. Unies o mele et as para fiear com co ho traseiro, ou na frente. FIG. 124 47 Mitone "TOUTEMODE” BLUSA RUSSA Fig. 127 — Belo modéla, com bor- dado ou renda em volta do decote e babado do mesmo tecido nas mangas. Fig. 128 — Bases de frente e cos- tas com os tracos para separar as tiras. Os pontes “a” apresentam uma cava de manga, que deve ser retirada com a rolete pelas linhos “b" e« formam um raglan. As partes do corpo, siio cortadas pelas linhas “b", até os pon- tos “e". Esses acréscimos nas cavas sie pura formar tacos, facilitande me- Thor os moavimentos. Fig. 129 — Sobre o tecide coloca- mos os meios da blusa na debra tando as demais tiras para os franzi- dos. A manga é colocada juntando os pontos “e”, tendo as tiras também uma distancia entre elas. Para armar jun- tamos os pontos “a” das ecavas da man- ga ao “e", para depois fazermos os idox do decate ¢ na cintura. Saye Fig. 129 FIG. 131 FIG. 130 Prop, Dias Pou Tuga, JAPONESA RAGLAN Fig. 130 — Elegante madélo de blusa estilo raglan, sobre base japonésa. Fig. 131 — Nos pontos “a” ve- mos a linha que forma a queda da manga, dando © comprimento de- scjado, passande a dar tambem o anhe day cava. Ponto “d” @ a largura da manga e pontos “ce” um ime clevands cm ¢ pura bragos che buixe, um aumento nos pontos para uma cava que fori taco Vig. Lt -— Malde sobre a locide com as partes 1 ¢ 4 palas ¢ mangas que foram reliradas do molde com a rolete ¢ as partes 2 ¢ 3 da blusu que ficaram com a cava. A aber- tura do molde 2 6 para fazer pre- 3 OU Hervuras come se ve ne FIG. 132 50 Pror. J. Dras Portucar MANGAS FIG, 130 Fig. 186 — Modélo de mai i simples justa. Fig. 137 — CAVAS — A eava obtida ma base de blusa é ev mania. Ber 4¢ 6, ponto ponte “b™. Fig. 136 — BASE MANGA SIMPLES -—— Riscamos'‘as linhas 1 ¢ 2 com o cs- quadre. Entre as linhas 1 ¢ 3 dé-se a medida achada, de largura. A linha 4 é¢ de comprimento do brago, a 5 divide a largura e a 6 fica a 2 escalas ou 2 ese, meno? 1 em de camprimento, abaixe da linha 2, isto para bragos curtes ¢ cheios (ex.: comp. 58, eseala 6 cm - 2 esc. 12 menos 1 igual allem). Quando o brago é com- prido ¢ fino, damos entre as Iinhas 2 ¢ 6 os 2 esc, menos 2 em. a usar sem . portm, com manga, deve ser cave foo meio, entre os link ‘a", Para cosoces ¢ pecas interteladas, devernos cuvar alé a ad, Para a cabeca da manga, marcamos entre os pontos “a” eb", 2 esc. da lar gura menos 1 em (ex. largura 35, 2 ese. 7 cm menos 1, igual a 6 cm); a se, riscames do ponte “a” ao “b" com meio cm abaixo, seguindo ao ponte “c” e “d’ com a parte mais curva do esquadro “TOUTEMODE". Para as costas menos chelas devemos Urar lcm ne ponte “e", A largura de punhe med da linha 5 para os lados, pontos “{". 1 139 — Sobre o tecido os moldes; “A” de uma manga justa, do modelo da G, com cbertura para preguinhos no cotovélo, “EB deve ser usodo por se os ombros coidos o miisculos prossos. Damos talhos na base io cm na altura do ponto “a", estreitando, a seguir, a parte do punho .. grossura do musculo 44 em, diminuimos 2 cm para executar a manga — depois de abertos os talhos, obtemos a medidas de 44 em, evitando assim que a cabega da manga fique muito franzida. Mitero "“TOUTEMODE” ol MANGAS VARIADAS ao FIG, Ha Wig 0M com duas prepus. simples Big. 1 — Na curta com dui cortar e abrir. ede manga tracgos para Fig. 142 — Sobre o tecido o FIG, M1 FIG. 144 molde sberto para fazer os upanhados. Fig. 143 —. Gracioso madéla com drapes fundos, Fin. 144 —- Base de manga simples riseada para tathar, Fig. 45 — As partes do mokle 1, 2 ¢ 4 colocadas no viex e separadas uns 10 em umas das outras, a fim de for- mar as pregas coma drape, eomforme morkéle 52 Puor, J. Dias Powtucar TRES GRACIOSOS MODELOS FIG. 146 Fig. 1446 — Manga Pulfi. : © 14 — Manga pode ou sino. / FIG. Lay Fig. 151 — Manga transpassada. Fig. 147 —Base simples. A parte de cima n." 1 ¢ feita com uns 8 em a mais he comprimento, enlre os pontos “a” e traguda para abrir. Para a parte 2 do , punho devemos tomar 3 medidas; da allura, da largura em cima e do punho, ragande como vemos na figura. Fig. 148 — A parte 1 aberta sébre a fazenda no viez ¢ a 2 no fio reto. Depois de franzida a 1, costuramos juntando os pontos “a”. Fig. 150 — A base da manga simples aberta no viez da fazenda, formando o lu SING, Fig. 152 — Base simples. Depois de tragada separamos FIG. 147 a parte 1 com a rolele, para junto com a 2 ser levada a fazenda, Fig. 14% — Sébre o tecido vermos og 2 partes unidas pelos pontos “a”. FIG, 148 FIG. 150 FIG. 153 FIG, 152 53 Mitooo “TOUTEMODE" MANGA AMERICANA __ Fig. 154 — Modélo de manga béea de sing com punho virade, execuluda sobre a base americana. Fig. 155 — Sobre as linhas da base da Fip. 138, mareamos entre os pontos “a” ¢ “b” e entre “eo “d" 1/4 da largura da mi i: mais 2 em (ex: uma manga de 46 em de largura, 1/4 di 9 em que somades aos 2 cm dio o total de Item). Depois de marcades ésses pontos riscamos a cabecn da manga ini- ciando do ponte “a”, subindo 4 linha 2, des- eendo no ponto “e” 3 em, seguindo ao “d" passando com 1/2 cm abaixo, terminando no ponte “f", Fig. 186 — Apresenta um molde aberto, em boca de sino, sobre a fazenda. Fig, 187 — Ontra hase americana com os {rages para executar o modélo da Fig. 14. Comprimento 3/4 (42 em), Corta-se do pon- te “a” ao “bY, depois a linha que vai & cava feabeen da manga). No penta “e™ co para os dois lados. Fig. 157-A — Manga de 2 folhas que apresenta o mesmo tragado na cava, da mane fel americana, veja nas lighes de epsncos, as oxplicacées. Fig. 158 — Aberto o malde sébre o teci- do. Damos um aumento de 8 cm nos pontos “a" @ Yo", depois cortamos é o ponto “ec”. Para armar levames o ponto “a” a0 “e sacando para formar o punho. EB necess darmos uma pequena pense para cima, no ponto “e". FIG. 14 FIG. 158 . ISD FIG. 157 Poor. J. Dias Poatucat RAGLANS Pigs. 159 ¢ 162 — Dois gra- CORO medelos, a primeira jun- syenté @ outra das COSLAS. gunde com pequena pala dondada do ombroa no decole Fig, 100 — Bases de coslas © manga com os Lb penses nas cavas., A gola é formada por uma tira. Fig. 161 — Sébre o moldes na po: oblermos um corte perf manga alberta, na view tendo so- tre a cabega a parte 3 das cos- las ea 1 da frente, combinande nos pontos “a” ¢ “b", tes dos Iados, 2 ¢ 4, ; unidas pelos pontos “ec” e ficando sem costura dos lados. Fig. 163 — Bases para exe- do os 1 FIG, 162 cugio da modélo Fig, 162. com os tracus de recorte para talhar e abri rie 164 — Os moldes sobre o i nidas as partes manga, pari @ com. ume preg rie embro. As rs dos Jades, na cake sho para faver 6 opus se vé no modéle, FIG. 103 Mitonpe “TOUTEMODE™ MODELO “TOILETTE” Fig. 165 — Elegante modéle prdéprio para festas. Fig. 166 — Base de frente inteira, aberta com o tracgado de acérdo com o modélo, A ponta “a™ mostra o risco para o decote amplo, “b” linhas que mastram ox talhos, da parte.n 1, para os apanhades sibre o busta, O “e", parte 2, com os talhos, nfo sé da saia como a tira que yai ao ombro “d". A parte 2 ¢ da frente inteira lisa, da sania. Os pontos tram ag partes que cde- vem nilor a § Why, VT séhvo mn fate da blusa aber! 2 também aberta tende um aumento do pon- to “e" para ao armar, aleangar a cintura e fire mar, O mokle % da frente da snia int . A porte or Istensin ¢ receber um férre com penses para firma fey apace Prop, J. Diss Portugat FIG. 168 FIG. 160 CASACO “JAPONA" Fig. 168 — Elegante modélo raglan ¢ japonésa, executade em fellro ou couro, Fig. 160 — Bases de frente ¢ ecostus unidas dos lados para fa- cilitar o desenho. Da-se na frente um transpasse de 4 cm, risca-se a pala, a gola e o talho do decote até a altura do recor- le para o bolso, onde se aplica tira eseura. No traseiro sc uma pense ne decote para facilitar os movimentos. 170 — Colovada no tecicde el junto’ 6 de teased devendo ser dado o aumento na parte 2 para o funde do bélso. A pola 3.¢ 0 traseiro junta i eabega da manga, forme nessa parte uma japonésa.- P: le § é da gola, 7 a tira que co- bre a costura ¢ arremata o bélso. A parte “a" é um aumento para fazer o bélso por dentro. © ponte "b" é do cotovélo onde sce deve fazer uma preguinha. A vista do transpasse deve ir até 4 costura da parte 2. FIG, 170 57 Mirono “TOUTEMODE” CASAQUINHO Fig, 17. — Original madclo exe- cutado om 18, pola de pele de ani- de nylon. Ao iniciarmos as ligdes de phos, ensncas, minions, didas; nos casaquinhos de li, telados e forrades devemos aumen- 2 em nas medidas de cireunfe- te busto #8, passamos para 90; cintura 70 para 72 e qua- tri 2 para 4). Conforme o caso poderemos dar mais 2 em de au- mento, Para casacos largos e man- teaux Gsse aumento deve ser de 4em (ex.: busto 88, para 92 efe.). ta tracando a frente com ns 20cm da bet fim de dar espaco das linhas 2 e 8, para facilitar o tracado para fora. No ponte “b” podemos fazer pense no tecide ou fechi-lo no mealde licho de penses) . ig. 173 — Sobre o tecido os mol- des 1 e¢ 2 da frente, o 3 da vista da FIC. 171 fola com a frente. A pele deve ser aplicada,. ‘VIG. 172 59 Métone “TOU MODE Fig. 176 --- Para a manga de 2 félhas, ou estilo masculino, tomamos a medida de comprimento com o brace esticado, Tragar as linhas bases pela Fig. 138 com menos.2 cm na largura (ex.: 38 menos 2 igual a 36 em), dando ao lado a linha 7 com 3 cm de distancia da linha 3. A de n.° 8, no meio, entre as linhas 9 @ 5, sendo a 9 inclinada vindo da 8 4 3. Os 3 cm ea metade 1% que se da ao lado, serve de “niimero base" para todo tracado desta lic¢io. Para a cabega da man- ga mareamos: da linha 9 ao ponte “a” 1 e meio cm; no ponte “bh” descemos 3 cando daia linha curva que passa junto a linha 2 terminando no canta da linha 7. Medimes na linha 2 ao ponto “ec a me- fade do comprimento mais meia eseala (ex. comprimento 58, metade 29 mais tem igual a $2 cm), dando a seguir com o esquadro “TOUTEMODE” um riseo curve mar ay linha & a pee e", conlinuands no ponto “d' cm abaixo da linha 4. Dos lados “oe” ontramos 1 ¢ meie em, onde riseamos as linhas curves, completanda com a linha de punho a folha na 4, A félha de haixe n.° 4 é feita dando no intervalo Le meio cm, riscando dai com o esquadro a linha que passa no ponto “p" ao “h", onde descemos 38cm. © ponto “i" marea o meio desta fétha, onde riscamos a linha curva, completande o félha 4 com a linha ce punhe, Esse lipo de manga é usado também em manteaux, pijamas de homem e outros casa- cos em Mi ¢ linha, FIC. 16 Fig, 177 — Os moldes de casa- i bre a Cuidade como fo pura cosluras em vol- la de todos og moldes, Atencio: Nas de cir. ecunfer éncias ara a execugio de cagacos, deve aumentar 2 em FIG, 197 Paor. J. Dias PontucaL CASACO PRINCESA Fig. 178 — Belissima casaco a princesa com grande prega macho atris. Fig. 179 — Sdbre o tragado japonisa te- mos préximo ac ponte “a” a pense dentro do recorte. Nos pontos vemos flechas que devemes talhor para o © formar of tacos das axilas. No ponte “e” os talhos para abrir reda. A frente e costas estio divididas em 6 partes. Fig. 180 — Sobre a fazenda temos a parte 1 da frente. As ns. 2 ¢ 3 estéo abertas nos pontos “b” para, ao serem costuradas dos la- dos, formar os tacos. As partes 4 juntam-se 45 pelos pontos “d". Essa parte 5 deve ter uns 24 em de largura em baixo e 10 cm em cima, para formar a grande prega macho em- butida ne trasciro. A 6 é do corpo das coslas. Alengio nto que devemos dar a mois para us cosluras, FIG, 179 FIG. 17 FIG, 140 61 Métooo “TOUTEMODE CASACO RETO RAGLAN Fig. 181 — Gracioso modélo de casaco reto com beiradas da pola, mangas e bolsos cobertos eom pele, Fig, 182 —- Base japonésa com o tragade for. mando raglan, Para riscarmos com facilidade a gola meio em pé, para fora, juntamos o ombro a8 trascire, caindo sobre o canto das linhas 1 ¢ 5 pase, penta A manga ns. de 4 é tracada ums va de cava nos pon- netiradn com a rolete; Fado corpo do po por onde de ry comtanies a que ge ig. 183 — As cinco partes do molde sdbre o saa As partes 1 ¢ 2 unidas do lado, podendo ser costuradas até o ponto “f" onde devemos em- butir bolso, As mangas, 3 ¢ 4, também unidas para ficar sem costura. As letras nos diversos ponlos mostram como devemos juntar as partes. FIG, 182 FIG, 103 62 Paor, J. Dias Porrugac CASACO EVASEE Fig. lid -- Elegante modélo de casace largo e manga bojuda. Fig. 185 — Base de frente e costas, se doa gola no estila meio em pé, A mar om 3 partes, 7, fe 9. oo tecide exchircceruas es De 2 frente, 3 je- dago do frente, do de tras @ 8 a parte superior da manga, Notamos que as partes 7 da manga frente e 9 tia parte de tras mar um béja de manga. do casaco ¢ ag partes di eslio i - Para Pontos wa", Ei parte do lade do casaco. A parte 10 6 a vista da fvente da pola. BIG, 15 63 Miron “TOUTEMODE" CAPA TIPO CASACO Fig. 18T — Moddélo de uma capa com semelhanca de ca- A frente ¢ enfeltada harrataacions . if. 18 — Base comum, com um aumento nas medi- 3, de 2 em no total. No ponto “a” da frente e *h" das costas subimos uns em para altear o decote. 189 — Moldes sdbre o lo. Ag partes 3 e 6 sia unidas formando uma pense no ombro; as 2 ¢ 5 também unidas, pontos “c". Para ar- marmos, introduzimos o lade 3 da capa dentro do recorte entre o le 2; o 6 entre as partes 4 © 5 até os pontos “* Pontes “e" aberturas dos la- dos. Esta capa deve ser téda forrada, ee On RI A Ha Proe. J. Dias Porrugar CALCA ESPORTE E PIJAMA Fig. 190 — Calea esporte, bel- Sos Gilernos prexes por pesy tos. ri curla pura pi . pletada com um blusio 9; Fig. 192 — Base a — Ini mos 0 tracado da frente risear do com o esquadro “TOUTE- MODE" as linhas 1 e 2, dando entre a lea 3 metade do qua- dril certa (24 cm); no traseira, entre as linhas 3 e 4 damos me- tade do quadril mais 2 em (26 em). altura co gancho enter as linhas 2e 5 meio quadeil mai 1 ese. (29 cm). No ponto “a saimes Tese. (5 em), do lade linha curva do veho, » ponta “b". Ainda d Tiscames o cos até a linha 1. No ponte “a" arredondamos o gancho da frente. As linhas "i" marcam os vincos ¢ damos des- tas para os lagos, sobre a li- nha 6, a largura da perna perna (30 + 2 = 15 cm). 74 cm para cada lado na frente ¢ ne traseiro com mais foem (8.5 em) linhns “d" pi tuline ¢ pe ina ques pace» pela . Ajustar a cintura com pen- ses. © ponto “h” é 0 recorte do bélso. O coz pode ser de- brado ou colocade c¢ seja a altura de entre- . Shorts e ealede para oll sic feilos com esta base curta. FIG, 190 LL? "para op Voumis ecorke Prente =| FIG. Miraoe “TOUTEMODE* SAIA-CALCA E SHORT Fig, 193 — Short combinando as listas, blusa ecules, Nao fig. 195 est o tragado desta pecan pelas linhas partid M ‘ig. 14 — Modélo de uma saia es calea. Fig. 195 — Base: ¢ oS quad a oA ente damos 1/2 quadril mais 2 em (22 mais 2 inual a 24 cm); no traseiro 1/2 quadril certa em). Entre o cox eo linha do gancho damas 12 quadri ais 45 igual a 26,5 em). Pa * damos 1 1/2 ese. (Tem). riscamos os panchos e os linhos retas. Ajustamos a cintura com penses. Na ponto “c" mos 1/2 ese, e nos pontos “d” podemos sepa- preys. ‘deat partes diasntn Tom Hanae Craaatoes bial, frente e@ dodo traseire, 0 colocado atravessada FIG, 190 66 Poor. J. Dias Portucan QUIMONG Fig. 197 — Belissimo modelo de qui- mono estilo francés, com gola alta. Fig. 198 — Base japonésa com os tra gados de modélo, cujos esclarecimentos de- talhados esto nas ligdes de gola e sain rodadas. Fig. 199 — Sébre o tecide os maldes. ia parte da blusa frente, 2 ao lado da 4 da saia, frente e costas aberta A parte lado e@ funde do bélea « ponte 6 a visla do bélso ¢ 70 lace da japo A parte 4 @ do corpo das costas com aber- lura para preguinhas. Fics. Lia FG, 197 Le arrarrenantt te VOTERS 4 67 Mitonoe “TOUTEMODE™ LIZEUZE E COMBINACAO FIG, 200 Fig. 200 — Graciosa modélo de Lizeuze, com baba- dos franzides e bordados. FIG. 203 Fig. 201 — Base no estilo de capa com costura nos ambros, partes 1 da frente, 2 das costas e 3 dos babades. A capa é inteira eo ba- bado ao ser colocado no tecido ¢ aberto pelos talhos para aumentar em tamanho e podermos do pode ser feito na copa ou aplicada. Fig. 202 — Bonito modélo de combinagho justa com bordades iguois nos da Lizeuze. Fig. 203 — Base comum, mals justa, com o tragado dos recortes. O ponto “a” y ponte “b" deve ter talhos para abrir ¢ obtermos a roda de eada é de Prot. J. Dias Poarucau CAMISOLA E BABY-DOLL FIG. Fig, 204 — noite, forma lizeuze, o buby © modéle de eamisola ¥ um jt =doll © au culga. Fig. 205 — Base comum com a tracado para a execugio dan Hy ‘lo. Os pontos “a” sao relira- dos para olurgar a cava. Fig. 206 — Sobre o teeido os moldes senda: 1 do corpo inclusive a sania da frente e 6 a parte do traseiro unidas dos lados e abertas, partes “b" e “ce”, para formar a roda. 2, 3 e 4 para as ner- vuras ¢ 5 0 corpo das costas. Fig. 207 — Gracioso modélo baby-dell com babadinhos de renda nas beiradas da barra e da pala berdada. Fig. 208 — A base comum com o tragade dos recortes, lL @ 2a pala, 3.e 40 corpo da camisinha. Estas pecas sio corlndas na fazenda como as de- s pegas do livro. 2 ---------4 ee | FIG. 205 FIG. 206 MOD Mittono "TOU BASE DE SOUTIEN Fig. 209 — Maodélo em 4 partes, podenda ser corlade sé cm 2 partes, so alte ou atra. vossade. Fig. 210 — Tratando-se de uma peca jus- ta, devemos tirar 3 medidas dirctamente sdbre © corpo ou sébre um soutien, 1° Medida: — sdbre o busto (48 em) — 2.4 Medida: — vat do busto (42 cm) — 3.9 Medida: — abaixo do busto (44 em). Tédas essas medidas devem ser bem justas. Depois de executar uma base de frente da blusa (baseado na medida de busto 48 em) riscamos outras linhas para ajudar o tragado. A linha 8, acima de 6 com Le meio cala (Te meio em), a 9 também 7 ¢ meio em abaixa da linha 4. A linha 10 snindo do eanto do devote ou 2 em pora dentre de omber 1» PON ta “a até a 9 A 11 com 1 esc, (5 cm) para dentro da 10, ponte “bh”, Risenmos a sepuir as partes do soutien, ch edo cés para traz com oa medida justa da: las ou menos 2 em se quiser colocar elistico, parte pode ser laren eu est Depois de tiradas com a rolcte as duns py podemas junta-las com um recorte ao alto, ou dividi-las em 4 como se vé no modélo. Fig. 210-4 — Base de soutien acima de 52 “FIG, 210 em de busto. A sua execugio é igual a da fig. 210, acrescentando um cds mais largo, 1 esc. pela Jinha 12 ou 2 ese. pela linha 12, A linha 4 se prolonga para formar a parte das costas, com a metade do busta justa. Na parte de baixo, scparamos em 3 pedagos ¢ ao costurar entra- mos nos pontos “h", come pense 2 em, senda qui parte “pg” deve ser de elistico. Si desejar mais estreito, dé acir da li- , Sem. Pode ser fechado atris ou na frente, com ilhoses e corddo, ou inda com colchetes de pancho. As eri fom ta 4 em, s fe teal, Oat ividird ein 4 partes, (9 ponte esti mois olla para suprir a pence O ponte “e” retira-se ao juntar nus pon- tos “n". Quanto 4 execugio, depende da escolha do tecido, devendo ser acol- FIG. 210A cvhoodo com espuma de litex. Preor. J. Dras Porrucat SOUTIEN CORPETE Fig. 211 — Corpete Soutien. Fig. 212 — A parte do busto é riscada pela ligio do soutien e a do corpete executar com as Tespectivas penses, devendo na parle 4 aplicar elastico, CALCA FRANCEZA Fig. 213 — Modélo. Fig. 214 — Dames meio quadril entre linhas 1 ¢ # (ex.: 46 2= 24)eda2a4d mos a medida da cintura (36 em) "damos 1 ese, do quadril (4 ¢ me amos no ponto “a” que lem 2a o Vit da linha 4 e para fora dar mein ou | ese, fu- zendo a linha para ci até o canto das linhas 2 3, completando assim a frente. =~ FIG, 211 O traseiro ¢ tracnde, descendo ne ponta “b" 1 esc. arredondande para baixo alé o pon- to No meio devemos dar uma pense para ajustar por baixo. Para a cintura, riseamos com J ese. para fora até o linha 1 com meia esc. para cima. Na frente colocamos o cos com meia, cintura, dando preguinhas, e atras por eldstico * para ajustar. CALCA ENVIEZADA 215 mos do canto mein mais 1 esc. o wmedida da fre te da cinturs da no pon mareamos para o lado 1 e iv ese., dai doncdamor L perna ao ponto FIG. 212 dentro do canto, A allur pende do gésto mas poderé ter uns 12 a 20 em, © trazeiro ¢ coma se vé na linha pontilha- da em voltn. FIG. 213 FIG. 215 FIG. 214 a “TOUTEMODE MAILLOT Fig. 216 — Modélo em qualquer tecido apropriado para a pega, com explicagio de come tirar as medida: 1") passar a fita ore volta de corpo, pelo ambra “a e entre pernas “b"; 2.") grossura da coxa entre “b" e e; 3.") cireunferéncia do busto, cintura e quadril pela licio da fig 4.°) medidas abaixe ¢ acima do busta, Pontos “ee “6 217 — Base: n medidas de cireunferéneia di- iniitimes tem te menos den i iiem. 2 2 4) busta. FREN — O tragndo do busta ole o cintura deve ser feilo pela lige de se corpete. A linha 12 esti a meio quadril abaixo da cintura (22 cm), 9 linha 13 mais um quar- todo quadril (lem). Da linha Da damos | csc. mais 2 em subinda d e" ou mais cavado aos 3 e désse ponto ao “ argande na ei “f" para suprir a pense; em cintinuacio se “a” segue uma linha de recorte ao “b", SEIRO: — A medida é sem os 2 em de folga que damos & frente. No mais é tudo igual a frente, abaixando o decote entre o “h” e “I. O ponto “m" é da pense da cintura e no descemos meia escala do quadril. Para ajustar a perna devemos colocar elastico. A pense “k” pode ser usada pata ajustar a coxa atras. Apos tracada a base, conferir a medida do modélo entre “a” ¢ “b” e a grossura da coxa Nas medidas de cireunferéncia diminuimos 4 em porque geralmente sio tiradas sébre a reupa; se, entretanto forem tomadas sem rau- pa, nfo devemos diminuir, tirando-

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