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PRIMEIRA PROVA

POLÍGONOS

ÂNGULOS

MOVIMENTOS

RÍGIDOS

CONGRUÊNCIA

DE

TRIÂNGULOS

TRIÂNGULOS

Lembre-se que tudo é conjunto, por exemplo: Polígono é uma união de segmentos, que por sua vez são conjuntos de pontos gênero de um polígono = número de vértices = número de lados Pontos com letras maiúsculas, retas com letras minúsculas Polígono convexo: QUALQUER reta que passe sobre um dos lado deixa o polígono completamente em um dos semiplanos. Uma diagonal pode “passar por fora” do polígono Numero de diagonais de um polígono de gênero n = n(n-3)/2

No triângulo, a soma é 180 graus. (o truque do final da unidade 3.2 depende apenas disso e de “malandragem” pra criar um triângulo isósceles adjacente) Em um polígono CONVEXO de gênero n, a soma é 180 (n-2) Um ângulo externo é formado pelo PROLONGAMENTO de um dos lados, e em geral é contado a partir deste prolongamento, no sentido ANTI-HORÁRIO

A soma dos ângulos EXTERNOS de um polígono CONVEXO é 360.

Um polígono é simples se quaisquer dois de seus lados não se cruzam.

Todo polígono simples pode ser dividido em n-2 triângulos

A

soma dos ângulos internos de um polígono SIMPLES é 180 (n-2)

P

e P’ são simétricos EM RELAÇÃO à reta r quando r é perpendicular a PP’ e

passa pelo seu ponto médio. Deslocamentos rígidos: translação, rotação e simetria Duas figuras são congruentes se podem coincidir mediante um ou mais

deslocamentos rígidos entre elas.

LAL (nesta ordem) ALA (nesta ordem)

LLL

ALL (nesta ordem, apenas se o ângulo A for maior ou igual a 90 graus)

Ângulos da base de um triângulo são iguais se e só se o triângulo for isósceles.

A mediatriz de um SEGMENTO é a reta perpendicular a esse segmento que

passa pelo seu ponto médio. Todo ponto da mediatriz de um segmento equidista das EXTREMIDADES deste segmento.

TRIÂNGULOS

(CONTINUAÇÃO)

A bissetriz de um ÂNGULO é a semirreta que divide um ângulo em dois outros

congruentes. Todo ponto da bissetriz de um ângulo equidista dos LADOS deste ângulo. Em um triângulo, o ângulo externo é igual à soma dos dois ângulos internos

não adjacentes.

o maior lado esta oposto ao maior ângulo

um segmento AB ser maior que um determinado DC, em geometria, quer dizer que DC é congruente a um determinado AX na semirreta AB de forma que AB

= AX+XB

Para ângulo, vale o mesmo princípio

PARALELISMO

duas retas cortadas por uma transversal tem dois ângulos ângulos correspondentes iguais se e só se essas retas são paralelas. Se duas retas paralelas são cortadas por uma transversal, dois ângulos

colaterais internos são suplementares (somam 180 o ).

DESIGUALDADE

TRIANGULAR

SE NADA MAIS DER CERTO

QUADRILÁTEROS

Em um triângulo, qualquer lado é menor que a soma dos outros dois. (lembre- se que “menor” aqui quer dizer que existe um segmento congruente a este menor contido no maior.) Se um problema pede pra provar desigualdade, a desigualdade triangular é sempre a primeira tentativa.

Construa (NUNCA assuma) uma congruência de triângulos Construa (NUNCA assuma) uma desigualdade triangular Construa (NUNCA assuma) uma figura geométrica que forneça QUALQUER OUTRO DADO do resposta do problema

Paralelogramo é o quadrilátero que possui dois pares de lados paralelos

Propriedades de todos os paralelogramos:

Os lados opostos são iguais (congruentes).

Os ângulos internos opostos são iguais.

Dois ângulos internos vizinhos quaisquer são suplementares.

As diagonais cortam-se ao meio.

Para mostrar que um quadrilátero é paralelogramo:

• Se um quadrilátero convexo possui dois pares de lados opostos iguais ele é um paralelogramo

• Se um quadrilátero possui os ângulos internos opostos iguais ele é um paralelogramo.

• Se em um quadrilátero dois ângulos internos quaisquer suplementares, ele é um paralelogramo.

• Se as diagonais de um quadrilátero se cortam nos respectivos pontos médios ele é um paralelogramo.

Retângulo é o quadrilátero que possui todos os ângulos iguais.

Além das propriedades de paralelogramo, o retângulo tem uma propriedade exclusiva:

As diagonais são iguais.

Losango é o quadrilátero que possui todos os lados iguais.

Além das propriedades do paralelogramo, o losango tem uma propriedade exclusiva:

As diagonais são perpendiculares.

QUadrado é o quadrilátero que tem 4 lados iguais e 4 ângulos iguais.

BASES MÉDIAS

BARICENTRO

LUGAR

GEOMÉTRICO

ARCOS

Se em um triângulo ABC, M é o ponto médio do lado AB, A paralela a AB traçada por M até lado BC intersecta esse lado no seu ponto médio N, e o segmento BC=2MN.

Trapézio é o quadrilátero convexo que possui apenas um par de lados paralelos.

Base média do trapézio é o segmento que une os pontos médios dos lados opostos não paralelos de um trapézio ́e paralelo às bases e tem comprimento igual à semissoma das bases.

Baricentro de um triângulo é o ponto de interseção das medianas, que divide cada uma delas na proporção 2:1.

Lugar Geométrico da propriedade P é o conjunto de todos os pontos que possuem essa propriedade.

No triângulo retângulo, a mediana relativa à hipotenusa vale metade da hipotenusa.

Se em um triângulo ABC a mediana relativa ao vértice A é igual à metade do lado BC então esse triângulo é retângulo em A.

A

medida de um arco é, por definição, a medida do seu ângulo central.

O lugar geométrico do ponto P situado em um mesmo semiplano determinado pela reta AB e tal que APB = θ chama-se arco capaz do

ângulo θ sobre o segmento AB.

Se duas secantes a uma circunferência cortam-se em um ponto P INTERIOR

ela, então a medida de um ângulo de vértice P é igual a SEMISSOMA das medidas dos arcos interiores ao ângulo.

a

Se duas secantes a uma circunferência cortam-se em um ponto P EXTERIOR a ela, então a medida de um ângulo de vértice P é igual a SEMIDIFERANÇA das medidas dos arcos interiores ao ângulo.

ÂNGULO DE SEGMENTO

CIRCUNCENTRO

INCENTRO

CIRCUNFERÊNCIA

EXINSCRITA

TANGENTES A CIRCUNFERÊNCIAS

QUADRILÁTERO

CIRCUNSCRITÍVEL

Uma corda de uma circunferência e a tangente em uma das extremidades determinam um ângulo chamado ângulo de segmento, cuja medida é a metade da medida do arco interior ao ângulo.

As mediatrizes dos lados de um triângulo cortam-se em um único ponto, chamado circuncentro.

O circuncentro é o centro da circunferência CIRCUnscrita ao triângulo.

As bissetrizes dos ângulos internos de um triângulo cortam-se em um único ponto, chamado incentro, que é o centro da circunferência Inscrita.

Uma circunferência exinscrita a um triângulo é tangente a um lado e aos prolongamentos dos outros dois. O centro desta circunferência é o ponto de encontro da bissetriz interna com as duas externas adjacentes.

A reta perpendicular a um raio de uma circunferência traçada pela sua extremidade é tangente à circunferência.

Os segmentos das tangentes traçadas por um ponto exterior a uma circunferência são iguais

Se PA e PB são tangentes a uma circunferência, então a bissetriz do ângulo APB passa pelo centro da circunferência.

Um quadrilátero é circunscritível quando os quatro lados são tangentes a

uma mesma circunferência.

Teorema de Pitot: Em todo quadrilátero circunscritível, as somas dos lados opostos são iguais.

Vale a volta do teorema de Pitot: Se em um quadrilátero, os lados opostos têm a mesma soma, então existe uma circunferência tangente aos quatro lados.

QUADRILÁTERO

INSCRITÍVEL

Um quadrilátero é inscritível quando os quatro vértices pertencem a uma mesma circunferência.

Em um quadrilátero inscritível, os ângulos opostos são suplementares.

Se um quadrileatero possui dois ângulos opostos suplementares então ele é inscritível.

Como saber se um quadrilátero é inscritível:

Dois ângulos opostos são suplementares se e só se o quadrilátero é inscritível

Um ângulo interno é igual ao externo oposto se e só se o quadrilátero é inscritível

Um dos lados é um segmento base de um arco capaz se e só se o quadrilátero é inscritível

PROPORCIONALIDADE

TEOREMA DE TALES

TEOREMAS DAS BISSETRIZES

SEMELHANÇA

x quarta proporcional: ax=bc (razões)

x terceira proporcional: ax=b2

x média proporcional: ab =x2

Um feixe de paralelas determina sobre duas transversais segmentos respectivamente proporcionais. (Tales)

Toda paralela a um dos lados de um triângulo determina sobre os outros dois lados segmentos proporcionais. A volta vale, e é uma forma de mostrar que duas retas são paralelas a partir de uma igualdade… (slide 8, unidade 8)

Teorema da bissetriz interna: Em um triângulo, a bissetriz de um ângulo interno divide o lado oposto em partes proporcionais aos lados adjacentes.

Teorema da bissetriz externa: Em um triângulo, a bissetriz de um ângulo externo divide o lado oposto em partes proporcionais aos lados adjacentes.

consequência: Em um triângulo, as bissetrizes interna e externa traçadas

do mesmo vértice dividem harmonicamente o lado oposto.

Duas figuras F e F’ são semelhantes, com razão de semelhança k, quando

existe uma bijeção s : F F’ entre os pontos de F e os pontos de F’ tais

que se X eY são pontos quaisquer de F e se X’ = s (X) e Y’ = s (Y) são seus

correspondentes em F’ então XY/X’Y’ = k.

Propriedades:

1. Dois segmentos quaisquer são sempre semelhantes.

2. Toda semelhança transforma pontos colineares em pontos colineares.

3. Uma semelhança de razão k transforma uma circunferência de

raio R em uma circunferência de raio R’ tal que R/R’ = k

Dois polígonos são semelhantes quando puderem ser divididos em triângulos respectivamente semelhantes. Neste caso, os ângulos internos são iguais e a razão entre dois segmentos correspondentes é sempre a mesma.

SEMELHANÇA DE TRIÂNGULOS

Dois triângulos, ABC e A’B’C’ são semelhantes quando AB/A’B’ = BC/B’C’ =

BC/B’C’

Dois triângulos semelhantes sempre têm ângulos correspondentes congruentes.

Caso único de semelhança: AAA

TRIÂNGULO

RETÂNGULO

Dado um triângulo retângulo ABC, com altura h relativa ao vértice A, as semelhanças entre este e os dois triângulos internos fornecem as relações:

b2=am (m relativo ao cateto b)

c2=an

bc=ah

h2=mn

Num triângulo retângulo, a mediana relativa à hipotenusa é igual a metade da hipotenusa, ou seja, igual ao raio da circunferência circunscrita.

A circunferência inscrita tem raio constante e igual a (b+c-a)/2 (essa informação não deve ser cobrada… mas resultados constantes sempre chamam a atenção)

MÉDIAS

COLINEARIDADE

E

CONCORRÊNCIA

Média aritmética: (a+b)/2

Média geométrica: (ab)

Média harmônica: (2ab)/(a+b)

(é evidente que vcs tem que saber o significado geométrico de cada uma delas, é preciso saber isso até mais que as fórmulas acima!)

Teorema de Menelaus: Dado um triângulo ABC e uma reta transversal que corta as retas AB, BC e CA nos pontos L, M e N, respectivamente, então (LA/LB)*(MB/MC)*(NC/NA) = 1

Teorema de Ceva: Dado um triângulo ABC, se os pontos L, M, N, dos

lados AB, BC, CA, respectivamente, são tais que as cevianas AM, BN, CL, cortam-se em um único ponto, então (LA/LB)*(MB/MC)*(NC/NA) = 1

CORDAS

POTÊNCIA DE PONTO

SE NADA MAIS DER CERTO

Se duas retas são secantes a uma circunferência, independente do ponto de interseção estar fora ou dentro da circunferência, vale o TEOREMA DAS CORDAS: Se uma reta passa pelo ponto P e corta a circunferência nos pontos A e B, então o produto PA*PB é constante.

No caso em que o ponto é exterior e uma das retas é tangente, PT2=PA*PB

Dada uma circunferência (O,R) e um ponto P, sendo d=Dist(O,P) a potência do ponto P com relação à (O,R) é pot =d2-R2

Se o ponto é externo, Pot = PT2

Se o ponto é interno, Pot = -PA*PB (negativo!!)

Se o ponto é externo, pot = PA*PB

Construa (NUNCA assuma) uma congruência de triângulos Construa (NUNCA assuma) uma desigualdade triangular Construa (NUNCA assuma) uma figura geométrica que forneça QUALQUER OUTRO DADO do resposta do problema

Afirmação

Como provar

Como usar

Como negar

p

deduza p

• vale p

não p

assuma que

• se p é falsa,

p

é falsa e

 

existe

encontre uma

contradição

contradição

 

p

e q

Prove p e depois

• vale p

não p OU não q

 

q

• vale q

p

ou q

Assuma que

• se p implica r

não p E não q

 

p

é falso e

 

q implica r, então r é

e

deduza que q

é

verdadeira

verdadeira

(vice-versa)

se p é falsa,

deduza p ou deduza q

então q é

verdadeira

 

(vice-versa)

p

implica q

Assuma que

se p é

p E (não q)

 

p

é

verdadeira,

verdadeira e

então q é

deduza que q

verdadeira

é

verdadeira

se q é falsa,

Assuma que

então p é

q

é falsa e

falsa

deduza que p

 

é

falsa

p

se e só se q

prove ida e

p e q ocorrem

• p e (não q)

 

volta

sempre juntos

• (não p) e q

prove (não p)

e

(não q)

Existe x em S tal que vale p(x)

Encontre x em S tal que p(x) é

use “seja x um elemento de S tal

(para todo x em S) não vale p(x)

verdadeira

que p(x) é verdadeira”

para todo x em S vale p(x)

Seja x um

• p(x) vale para

Existe um x em S tal que p(x) não

elemento

 

todo x em S

 

qualquer de S. Prove que p(x)

• se p(x) é falso, então x

vale

vale

 

não pertence

a

S