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PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

SENSORES DE PROXIMIDADE INDUTIVOS

CONSTRUÇÃO SUPERFÍCIE ATIVA

~
A linha de sensores indutivos é constituída de modo geral É a face sensível por onde sai o campo eletromagnético de

~
nos seguintes blocos: alta freqüência nos sensores.

Placa de
metal padrão

Oscilador Demodulador Trigger Saída 1 mm Superfície ativa


Nota: Não são geradas forças magnéticas.
FUNCIONAMENTO
Sensores de proximidade indutivos são elementos ativos METAL ATIVADOR - ANTEPARO METÁLICO PADRÃO
capazes de efetuar um chaveamento elétrico sem que seja
preciso algum corpo metálico toca-lo. E constituído de uma plaqueta de aço SAE 1020 de forma
Conforme mostra o diagrama de blocos, um sensor tem quadrada com 1 milímetro de espessura, cujo lado deve ser igual
como " coração" um oscilador de rádio freqüência. Esta oscilação ao diâmetro "D" do círculo registrado como superfície ativa.
é modificada quando se introduz um objeto metálico dentro do
campo magnético da bobina, retornando ao normal quando se
retira o objeto. As modificações do comportamento do oscilador RESTRIÇÕES PARA EMBUTIR SENSOR COM SUPERFÍCIE
são demoduladas e interpretadas pelo trigger de modo a obter -se ATIVA FACEADA EM BLOCO METÁLICO
uma saída de sinais HIGH - LOW, ou seja, uma onda quadrada bem
definida, capaz de excitar um circuito de potência, tal como um bloco D > D D A montagem de sensores com
transistor ou um tiristor, obtendo assim uma chave liga-desliga em metálico a superfície ativa não faceada
estado sólido, com condições de efetuar um chaveamento sobre
não oferece problemas
bobinas de reles, pequenos contatores, ou mesmo circuitos
maiores, devendo-se somente
lógicos.
respeitar o espaçamento entre
Todo esse conjunto eletrônico é montado em forma
sensores para um seguro
bastante moderna utilizando técnicas avançadas, o qual é
alojado em invólucros de plástico ou metálicos e encapsulados
sensor sensor funcionamento do sistema.
com resina de alta densidade, formando um bloco sólido à prova
d'água, vibrações e intempéries.
RESTRIÇÕES PARA EMBUTIR SENSOR COM SUPERFÍCIE
UTILIZAÇÃO ATIVA SALIENTE EM BLOCO METÁLICO
3xD
Os sensores eletrônicos de proximidade são utilizados D
largamente em todos os lugares onde as condições de trabalho bloco O sensor deve estar livre em
são extremas, tais como: óleos lubrificantes, óleos solúveis, óleos
metálico todos os lados da superfície
de corte, vibrações, onde são exigidos altos níveis de vedação e
>
2 x Sn F ativa, pelo menos três vezes o
robustez. diâmetro "D" registrado na face
sensor ativa do sensor..
F = Zona livre
de metal
VANTAGENS

Existem muitas vantagens na sua utilização, porém as


principais são: DISTÂNCIA NOMINAL DE COMUTAÇÃO (Sn)
Funcionam em quaisquer condições de ambiente.
Acionamento sem contato físico É a distância entre a face ativa
Chaveamento eletrônico totalmente em estado sólido. Metal ativador sensor do sensor e o metal ativador, no
Alta durabilidade padrão momento em que ocorre o
Manutenção praticamente inexistente chaveamento elétrico.
Alta velocidade Distância Sn

EMPREGO
DISTÂNCIA REAL DE COMUTAÇÃO (Sr)
É largamente empregado em: Máquinas operatrizes,
Injetoras de plástico, Máquinas para madeira, Máquinas de É a distância medida com tensão de alimentação
embalagem, Linhas transportadoras, Industrias automobilística, nominais. A distância real inclui as tolerância de fabricação final de
Indústria de frascos de vidro, indústria de medicamentos e etc; e 10% da distância "Sn".
para a solução de problemas gerais de automatização Então: 0,9 Sn < Sr < 1,1 Sn

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SENSORES DE PROXIMIDADE INDUTIVOS

DISTÂNCIA ÚTIL DE COMUTAÇÃO (S) FUNÇÃO NORMALMENTE FECHADA (NF)


É aquela onde a distância de comutação do sensor se
efetua onde se determinou a temperatura e condições de É a saída de um sensor que
trabalho. Então: 0,9 Sr < S < 1,1 Sn encontra-se ligada ou ativada quando a
face ativa do sensor está livre de qualquer
metal. A função inverte-se quando o
sensor é atuado.
DISTÂNCIA DE COMUTAÇÃO DE SERVIÇO (Sa)
Esta medida garante o acionamento seguro do sensor FUNÇÃO ANTIVALENTE (A)
sob as condições estabelecidas de temperatura e tensão. Ela
pode ser escolhida entre 0 e 81% de SN (= ao S) ou seja: 0< Sa a É a saída de um sensor que possui
< 0,9 x 0,9 x Sn. dupla função, estando "a" desligado e "b"
Nota: Se a placa metálica ou o came escolhido ou ligado, quando a face ativa do sensor
utilizado for de outro tipo de material, a distância de comutação estiver livre de qualquer metal. A função
será alterada. b inverte-se quando o sensor é atuado.
OS PRINCIPAIS FATORES DE CORREÇÃO SÃO:

CROMO NÍQUEL...................................0,9 x Sn
AÇO INOX............................................0,6 x Sn TENSÃO RESIDUAL NA CARGA
BRONZE................................................0,5 x Sn
ALUMÍNIO............................................ .0,4 x Sn É o valor de tensão que aparece sobre a carga de um
COBRE..................................................0,4 x Sn sensor quando a mesma está desenergizada.

REPETIBILIDADE QUEDA DE TENSÃO


A repetibilidade do ponto de comutação, fornece a É a diferença do valor de tensão de alimentação do sensor
precisão de repetição da distância útil "S" entre duas comutações e a tensão sobre a carga, quando a mesma está energizada.
seguidas em um intervalo de oito horas com temperatura
ambiente entre 20 e 30 graus Celsius e uma tensão com variação
máxima de + 5% da nominal, podendo apresentar desvios
máximos de 5% de "S".

RIPLE RESIDUAL
V
HYSTERESE DE COMUTAÇÃO É a tensão alternada
Hysterese sobreposta à tensão contínua
Vp

É a diferença entre a em %. Para o funcionamento de


VDC

sensor distância de comutação e a um sensor de corrente contínua


descomutação, a qual pode T é necessário uma tensão
variar de um sensor para o outro, contínua filtrada, com um riple
devendo estar compreendida VDC - Tensão contínua eficaz residual de valor máximo de
Distância de entre 3 e 15% de Sn. Vp - tensão de pico 10%, conforme Norma DIN
comutação Pr - % de riple 41.755.
Ponto de comutação Pr = Vp
Ponto de descomutação Vdc x 100

FUNÇÃO NORMALMENTE ABERTA (NA) FREQÜÊNCIA DE COMUTAÇÃO

É a saída de um sensor que


metal padrão SAE 1020 É o maior número de
comutações possíveis por
encontra-se desligada ou desativada Sn:2 segundo. Os dados para uma
quando a face ativa do sensor está livre de
freqüência de comutação está
qualquer metal. A função inverte-se
na relação de intervalos de
quando o sensor é atuado.
impulso de 1:2. O desenho
sensor em teste mostra o método de obtenção
da freqüência de comutação
m=d de acordo coma a norma DIN
h=d
50.010.

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INCLINAÇÃO DE FLANCO CURVA DE TEMPERATURA


V
É a velocidade de subida
e a descida (dv/dt) da tensão de
Curva de comutação
Vn Curva de descomutação
A curva mostra a defasagem
90% saída em V/ms na atuação e V
provocada pela variação de
desatuação do sensor, de 10% temperatura ambiente na
v
até 90% do valor de tensão de distância Sr dada mm/ C na faixa
T saída. de -25 à 60 C.
10% ts = tempo de subida
ts td td = tempo de descida -25 -20 0 20 40 60

RESISTOR DE CARGA
É um resistor de carga de coletor colocado internamente
nos coletores dos transistores de saída nos sensores de corrente
contínua. (opcionalmente poderá ser omitido)

CONSUMO DE CORRENTE DO SENSOR


É o consumo de corrente que o sensor exige para seu
funcionamento, independente da carga ao qual está ligado.

PROTEÇÃO CONTRA CURTO CIRCUITO


É uma proteção adicionada opcionalmente aos sensores de
corrente contínua aplicada ao estágio de saída, que protege os
transistores contra eventuais curtos circuitos ou sobrecorrente. Só
poderá ser adicionado à sensores de tamanho de 12 milímetros
em diante.

PROTEÇÃO CONTRA INVERSÃO DE POLARIDADE


Esta proteção faz parte integrante de todos os sensores de
corrente contínua, a qual garante que não ocorrerão danos ao
sensor, em virtude da acidental ou errônea inversão de polaridade
dos fios de alimentação.

PROTEÇÃO CONTRA PICOS DE TENSÃO


É uma importante proteção, pois a mesma suprime os
picos de tensão diretos ou reversos causados por cargas indutivas,
em sensores de corrente contínua como os de corrente alternada,
protegendo o circuito de comutação. Esta proteção também é
integrante em todos os sensores.

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SENSORES PNP SENSORES NPN


São sensores construídos para funcionarem com São sensores construídos para funcionarem com
alimentação em corrente contínua na faixa de 10 à 30 VDC e alimentação em corrente contínua na faixa de 10 à 30 VDC e
comutarem cargas também em corrente contínua, sejam elas comutarem cargas também em corrente contínua, sejam elas
indutivas ou resistivas, cujo fio massa ou comum, seja o negativo. indutivas ou resistivas, cujo fio massa ou comum, seja o positivo. Eles
Eles podem ter a configuração de saída com: 1 saída podem ter a configuração de saída com: 1 saída normalmente
normalmente aberta ou 1 saída normalmente fechada ou 2 saídas aberta ou 1 saída normalmente fechada ou 2 saídas antivalentes
antivalentes (NA +NF). Para a facilidade de identificação deste tipo (NA +NF). Para a facilidade de identificação deste tipo elétrico
elétrico (PNP), a face ativa ou face sensível é na cor verde. (NPN), a face ativa ou face sensível é na cor vermelha..

CONFIGURAÇÃO ELETRÔNICA PNP CONFIGURAÇÃO ELETRÔNICA NPN

+ T1 - Transistor de saída + T1 - Transistor de saída


T1 Dz D
Saída Ra - Resistor de carga de coletor
Ra Carga Ra - Resistor de carga de coletor
Dz - Diodo zener para supressão Dz - Diodo zener para supressão
Carga de picos de tensão na carga de picos de tensão na carga
Ra D - Diodo de proteção contra T1 Saída D - Diodo de proteção contra
D Dz
_ inversão de de polaridade _ inversão de de polaridade

CONFIGURAÇÃO ELÉTRICA PNP COM SAÍDA CONFIGURAÇÃO ELÉTRICA NPN COM SAÍDA
NORMALMENTE ABERTA NORMALMENTE ABERTA

PA DA
PR 4 AZ 3

AZ 3 MR 1 +

PNP MR 1 + NPN PR 4

CONFIGURAÇÃO ELÉTRICA PNP COM SAÍDA CONFIGURAÇÃO ELÉTRICA NPN COM SAÍDA
NORMALMENTE FECHADA NORMALMENTE FECHADA

PF DF
PR 4 AZ 3

AZ 3 MR 1 +

PNP MR 1 + NPN PR 4

CONFIGURAÇÃO ELÉTRICA PNP COM DUAS SAÍDAS CONFIGURAÇÃO ELÉTRICA NPN COM DUAS SAÍDAS
ANTIVALENTES SENDO UMA FECHADA E OUTRA ABERTA ANTIVALENTES SENDO UMA FECHADA E OUTRA ABERTA

P2 D2
BR 2
AZ 3
PR 4
MR 1 +
AZ 3
PR 4
+ NPN
MR 1
PNP BR 2

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SENSORES PARA CORRENTE ALTERNADA CONFIGURAÇÃO ELÉTRICA PARA CORRENTE ALTERNADA


São sensores construídos para funcionarem com
COM COMUTAÇÃO NORMALMENTE FECHADA
alimentação em corrente alternada na faixa de tensão de 40 a 100 (pelo sistema três fios)
VAC e 90 a 250 VAC e comutarem em cargas indutivas, também
em corrente alternada. Para facilidade de identificação, a face
sensível do sensor é representada pela cor azul. WF3
CONFIGURAÇÃO ELETRÔNICA MR 1
(Corrente alternada) NF
PR 4
+ TR - Triac
~
C RC - Proteção contra picos, AZ 3
formada pela rede RC em
TR ~ paralelo com a comutação.
R
_

CONFIGURAÇÃO ELÉTRICA PARA CORRENTE ALTERNADA


COM COMUTAÇÃO NORMALMENTE ABERTA SENSORES NAMUR - NORMA DIN 19.234
(pelo sistema pois fios) (norma que regulamenta este tipo de sensor
especialmente para indústria química)
WA Sensores NAMUR ou tipo N são sensores que possuem saída
analógica, isto é, quando alimentados com uma fontte de
AZ 3 alimentação de 8 VDC +5%, variam a sua corrente de consumo
em uma faixa aproximada de 1mA quando está atuado e 3 mA
~ quando está desatuado. Este tipo de sensor foi especialmente
PR 4 projetado para trabalhar em sistemas intrinsecamente seguros, ou
NA seja, para operarem em ambientes onde são exigidos
equipamentos à prova de explosão.

Seu sinal de saída deve ser


= vermelho + interpretado por um
CONFIGURAÇÃO ELÉTRICA PARA CORRENTE ALTERNADA Saída amplificador adequado, tipos
COM COMUTAÇÃO NORMALMENTE FECHADA Oscilador analógica NAS-W ou NAD-W da INSTRUTECH
(pelo sistema dois fios) preto _ ou semelhantes.

WF
CONFIGURAÇÃO ELÉTRICA PARA SENSORES
AZ 3
NAMUR
~

PR 4
N
NF
PR 1
+

AZ 2
CONFIGURAÇÃO ELÉTRICA PARA CORRENTE ALTERNADA
COM COMUTAÇÃO NORMALMENTE ABERTA
(pelo sistema três fios)

WA3
MR 1
NA
PR 4
~
AZ 3

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OPÇÕES E SUGESTÕES DE ARRANJOS COM LIGAÇÕES LIGAÇÃO EM SÉRIE DE SENSORES PARA


DE VÁRIOS DE SENSORES DE CORRENTE CONTÍNUA CORRENTE ALTERNADA

Podem ser ligados em série vários sensores INSTRUTECH para No máximo dois sensores com sistema à dois fios, se
corrente contínua, porém existem limitações quanto a este recomenda no caso de uma ligação em série, pois existe uma
número, pois deve-se levar em consideração uma queda de queda de tensão de aproximadamente 8 volts por sensor, o que
tensão existente e característica deste tipo de sensor, de pode comprometer o funcionamento de 3 ou mais sensores em
aproximadamente 1 volt. Portanto se por exemplo tivermos uma série.
fonte de alimentação de 24 VDC estabilizada e 15 sensores ligados
em série, na alimentação do 14 sensor teríamos 10 volts e no 15 , 9
volts. Com esta tensão o último sensor teria seu funcionamento LIGAÇÃO EM SÉRIE COM SENSORES DE CORRENTE
comprometido . Outro fator que deve-se levar em consideração é
ALTERNADA (sistema dois fios)
o dimensionamento da carga para cada caso, pois se estivermos
utilizando um relê como carga sobre um 14 sensor de uma série, a
AZ 3
bobina do relê deverá ser para uma tensão próxima aos 10 volts..

LIGAÇÃO EM SÉRIE COM SENSORES PNP NF PR 4

+
~
PR 4 S AZ 3
AZ 3

PNP MR 1 +
NF PR 4

PR 4 S
AZ 3
LIGAÇÃO EM SÉRIE COM SENSORES DE CORRENTE
MR 1 +
PNP
ALTERNADA (sistema três e quatro fios)
PR 4 S Neste caso não há limite para ligação de sensores com esta
AZ 3 configuração elétrica, pois a queda de tensão interna é
desprezível.
PNP MR 1 +

PR 4 S Carga MR 1

S1 PR 4 S
AZ 3
AZ 3
~
PNP MR 1 +

LIGAÇÃO EM SÉRIE COM SENSORES NPN


AZ 3
T1 T2
+ S2 MR 1

PR 4
AZ 3
BR 2
MR 1 +

S Neste caso as cargas T1 e T2 somente serão ativadas por S2


NPN PR 4
quando S1 for atuado.
AZ 3

MR 1 +

NPN PR 4 S LIGAÇÃO EM SÉRIE COM SENSORES DE CORRENTE


ALTERNADA E UM CONTATO MECÂNICO
AZ 3

1 + AZ 3
MR

NPN PR 4 S ~
NF PR 4

AZ 3 contator
MR 1 +

NPN PR 4 S

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LIGAÇÃO COM AUTO ALIMENTAÇÃO DO CONTATOR LIGAÇÃO EM PARALELO DE DOIS SENSORES DE


COM CONTATO MECÂNICO CORRENTE ALTERNADA SISTEMA TRÊS FIOS

AZ 3 MR 1
~
PR 4
PR 4 AZ 3

Exemplo de ligação com auto S1 ~ MR 1


alimentação do contator,
através do sensor. O sistema PR 4
liga por S1 e desligapelo sensor. AZ 3

LIGAÇÃO COM AUTO ALIMENTAÇÃO DO CONTATOR


COM DOIS SENSORES
AZ 3 LIGAÇÃO EM PARALELO DE DOIS SENSORES DE
1 NF CORRENTE ALTERNADA SISTEMA QUATRO FIOS
PR 4
AZ 3
AZ
~
2 NA
3 MR 1
Exemplo de ligação com auto ~
alimentação do contator, PR
4
PR 4

através do sensor 1. O sistema BR 2


liga através do sensor 2 e
desliga pelo sensor 1. AZ 3

MR 1

PR 4

BR 2

LIGAÇÃO EM PARALELO DE DOIS SENSORES DE


CORRENTE ALTERNADA SISTEMA DOIS FIOS

A ligação parralelo de sensores de corrente alternada


com sistema de dois fios, não é aconselhável devido a
particularidade de sua construção. Porém até dois sensores em
pararlelo, seu funcionamento tem-se mostrado bastante
confiável. Os circuitos a seguir mostram opções de ligação.

LIGAÇÃO EM PARALELO DE DOIS SENSORES DE


CORRENTE ALTERNADA SISTEMA DOIS FIOS
AZ 3

PR 4

~
AZ 3

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LIGAÇÃO EM PARALELO COM SENSORES DE CORRENTE


CONTÍNUA

A ligação em paralelo de sensores de corrente contínua,


praticamente não existem restrições, pode- se ligar tantos sensores
quanto o necessário, apenas deve-se colocar um diodo em série
com a saída de cada sensor como mostram os esquemas a
seguir.

LIGAÇÃO EM PARALELO COM SENSORES PNP

PR 4

AZ 3

PNP MR 1 +

PR 4

AZ 3

PNP MR 1 +

PR 4

AZ 3

PNP MR 1 +

PR 4

AZ 3

PNP MR 1 +

LIGAÇÃO EM PARALELO COM SENSORES NPN

AZ 3

MR 1 +

NPN PR 4

AZ 3

MR 1 +

NPN PR 4

AZ 3

MR 1 +

NPN PR 4

AZ 3

MR 1 +

NPN PR 4

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MONTAGEM E INSTALAÇÃO FONTES DE ALIMENTAÇÃO PARA CORRENTE CONTÍNUA


FORÇA DE APERTO NAS PORCAS DOS SENSORES NA MONTAGEM
A utilização de uma boa fonte de alimentação é fundamental
MECÂNICA
para o funcionamento satisfatório dos sensores de corrente
contínua. Uma fonte estabilizadora fornece condições excelentes
O corpo do sensor apesar de metálico, em certos aspectos, é
para um bom desempenho, porém fontes como as dos esquemas
frágil, tal como no aperto excessivo das porcas de fixação. A tabela
que seguem são suficientes para fornecer uma tendão contínua,
abaixo fornece o torque máximo permitido para cada diâmetro
com ripple máximo de 10%.
de sensor.
0 DO SENSOR TORQUE MÁXIMO Até 500 mA: sugerimos esta simples fonte, porém eficiente. Em
Porca plástica Porca de latão vazio obtemos na saída, 28.2 VDC e com 500mA de carga teremos
M8 x1 8 Nm 15 Nm 19 VDC.
M12 x 1 30 Nm 40 Nm
M16 x 1 40 Nm 50 Nm +
M18 x 1 50 Nm 70 Nm
M22 x 1,5 60 Nm 80 Nm
M30 x 1,5 100 Nm 200 Nm
M36 x 1,5 100 Nm 200 Nm
M50 x 1,5 100 Nm 200 Nm 500 F

MONTAGEM DE MANGUEIRA PROTETORA DO CABO. PG _


Para casos de extrema umidade, atmosferas ou líquidos
extremamente agressivos, recomenda-se a utilização de sensores Acima de 500 mA: recomendamos a utilização de uma fonte
com terminal para engate de mangueira, que alem de proteger o trifásica, a qual possui uma variação menor do que 5% da tensão
sensor dos elementos mencionados, protege o cabo contra nominal até no limite de capacidade do transformador, devido a
ferramentas que acidentalmente poderiam cortar ou danificar o ausência do capacitor eletrolítico de filtro, mantendo os níveis de
cabo de ligação. ripple, abaixo de 5%.

24V

24V

CONEXÃO ELÉTRICA
24V
Deve-se ter o máximo cuidado no momento da conexão elétrica, _
para que não haja maus contatos ou perigos de curto circuitos, o
que comprometam o bom funcionamento dos sensores ou
mesmo a sua total danificação

TESTES E MEDIÇÕES

Jamais utilize lâmpadas para testar sensores de corrente


alternada. Use um contator em uma bancada de testes com
ligação adequada. Mesmo para os sensores de corrente contínua,
não improvise testes. Utilize somente instrumentos adequados para
cada caso, Existindo dúvidas contate o departamento técnico da
Sensores Eletrônicos Instrutech.

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SENSORES INDUTIVOS COM FACE SENSÍVEL FACEADA E DADOS FÍSICOS E ELÉTRICOS PARA OS SENSORES DE
SALIENTE CORRENTE CONTÍNUA PNP E NPN

Faixa de tensão de alimentação........................10 à 30 VDC


FACE SENSÍVEL FACEADA
Tolerância da distância de comutação .............. 10% +_
São os sensores que possuem a bobina praticamente blindada Ripple máxima da fonte......................................10%
lateralmente pelo corpo do sensor e assim sendo não podruz Consumo do sensor.............................................15 mA em 24 VDC
campo magnético lateral, podendo o mesmo ser embutido em Resíduo de tensão na carga com sensor
blocos metálicos sem quaisquer problemas. desatuado e carga de 10 k .................................0,8 V
Queda de tensão na carga.................................1,8 V
Hysterese.............................................................3% à 15% de Sn
Tempo de subidade do flanco de sinal................1 V /ms
Corrente máxima de comutação........................200 mA
Faixa de temperatura de trabalho........................-10 C + 70 C
Classe de proteção.............................................IP 67
Comprimento padrão do cabo...........................2 metros

FACE SENSÍVEL SALIENTE


DADOS FÍSICOS E ELÉTRICOS PARA OS SENSORES DE
É um artifício para que um sensor tenha sua distância de CORRENTE ALTERNADA
comutação (SN) ampliada, ou seja acima dos padrões adotados
para aquele tamanho de sensor. Neste caso a bobina do sensor
Faixa de tensão de alimentação .......................40 à250 VAC
não está blindada e o campo magnético por ela produzido é
........................90 à 250 VAC
dispersado lateralmente, portanto sendo impróprio para ser
Frequencia da rede...........................................50 - 60 Hz
embutido em blocos metálicos, sem que se observe a zona livre
Tolerância da distância de comutação...............+ 10%
de 3 vezes o diâmetro do sensor na região da face sensível.
Corrente mínima de comutação........................20 mA
Corrente máxima de comutação.......................200 mA - 120 mA
Corrente máxima de surto...................................± = 20 ms/1 Hz 2A
Hysterese.............................................................3% à 15% de Sn
Faixa de temperatura de trabalho.......................-10 C + 70 C
Classe de proteção IP 67
Comprimento padrão do cabo 2 metros

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