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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM

PLANO DE ENSINO

IDENTIFICAÇÃO Disciplina CAPACITAÇÃO PEDAGÓGICA EM SAÚDE Código ENFER0099 Horas 60 H Créditos Docentes PROFª DRª MARIA
IDENTIFICAÇÃO
Disciplina
CAPACITAÇÃO PEDAGÓGICA EM SAÚDE
Código
ENFER0099
Horas
60 H
Créditos
Docentes
PROFª DRª MARIA DO CARMO DE OLIVEIRA
RIBEIRO
Semestre
4 créditos
2016 – 1
Horário
EMENTA
 Estudo da didática no contexto da saúde, educação e enfermagem com ênfase nos conhecimentos
didáticos para a formação e atuação profissional do enfermeiro como agente de conhecimentos na área da
saúde. Abordagem da Lei das Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem e
das estratégias pedagógicas de ensino aprendizagem que podem ser utilizadas pelo enfermeiro no
exercício de sua prática profissional e educativa. Concepções de planejamento estratégico, participativo e
projeto pedagógico do curso.
OBJETIVOS
1
OBJETIVO GERAL
Compreender o conhecimento da didática como contribuição para o desenvolvimento das competências do
Enfermeiro no processo de ensino e cuidar.
2
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
2.1
Reconhecer as principais características da Educação e do Ensino;
2.2
Refletir sobre as competências e autonomia do Enfermeiro na atividade do ensino;
2.3
Planejar a ação Didática e suas estratégias de elaboração com criatividade e demais recursos para tornar
suas atividades eficazes;
2.4
Instigar o pensamento crítico e criativo no discente, a fim de propiciar a busca por conhecimentos
necessários a sua formação;
2.5
Compreender o papel do Enfermeiro como educador
2.6
Realizar visitas pedagógicas em sala de aula, escola, comunidade, entre outros locais previamente
disponibilizados.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I- Introdução à didática
Educação e Ensino
Conceito de Didática
Evolução histórica da Didática
A didática no contexto da educação e da saúde no Brasil
A importância da didática e sua aplicação no Ensino superior
A formação superior de Enfermagem no Brasil
Unidade II- Concepções das Diretrizes Curriculares e do Projeto Pedagógico de Curso

Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem

Unidade III- O papel do enfermeiro como educador

A prática e competências do educador

A relação teórico-prática na formação do educador

O enfermeiro enquanto educador na assistência ao paciente, família e comunidade

Unidade IV- Educação em saúde: conceito e objetivos

Reflexões sobre o papel transformador da educação na área da saúde e da Enfermagem.

Educação Permanente e Educação Continuada em saúde

Unidade V- O planejamento da ação Didática

Conceito, objetivos e orientações para elaborações dos planos

Plano institucional/escolar;

Plano de ensino

Plano de aula

Plano de curso

Unidade VI- Abordagens pedagógicas

Ensino Tradicional e Escola Nova

Teoria Tecnicista e Comportamentalista

Abordagem Libertária e Libertadora

Abordagem Crítico-Social ou Histórico-Crítico

Abordagem Humanista ou Cognitivista

Unidade VII- Estratégias de ensino aprendizagem

Individualizantes

Socializantes

Sócio-individualizantes

Unidade VIII- Recursos de ensino

Escolha e utilização dos recursos de ensino

Tipos

Unidade IX- Avaliação do processo ensino aprendizagem

Conceito

Objetivos

Modalidades de avaliação

Técnicas e instrumento de avaliação.

Unidade X- Operacionalização de um plano de ensino

Apresentação de micro-aulas; Discussão e avaliação dos planos

Imersão na realidade do ensino em cursos técnicos de enfermagem

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METODOLOGIA

Aulas expositivas dialogadas;

Dinâmicas de grupo;

Exibição de Filmes;

Jogos;

Leitura e discussão de textos em grupo;

Resenhas de artigos científicos;

Seminários.

Aulas práticas

 

RECURSOS DIDÁTICOS

Artigos científicos;

Caneta laser;

Computador;

Datashow;

Filmes;

Lousa;

Pincel atômico.

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FORMA DE AVALIAÇÃO

Avaliação será processual e quanti-qualitativa:

Primeira avaliação escrita (individual)- valor 8,0+ resenha do filme 2,0 total= 10,0

Segunda avaliação Parte I- Apresentação de Seminários (grupo) valor 5,0 + Parte II - Elaboração de plano

de aula (dupla) valor 5,0= total 10,0 Terceira avaliação- Apresentação de micro-aulas em instituição externa sobre tema a ser escolhido, e mediante estratégia de ensino-aprendizagem determinada previamente além de participação efetiva nas discussões da disciplina, assiduidade e pontualidade Valor 10,0.

INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

O aluno tem direito a atrasos eventuais de apenas 15 minutos após o inicio da aula, e excedendo este limite, ser-lhe-á atribuída uma falta, independente de ter assistido o restante da aula correspondente.

A participação em eventos científicos justifica, mas não retira a ausência do aluno, pois estas atividades podem ser contabilizadas como atividades complementares, além de que farão parte dos 25% de faltas que o aluno tem direito.

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REFERÊNCIAS

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uma visão histórica. Rev Esc Enferm USP, vol 45, Esp 2, 2011.

LIMA, B.B. A ampla Didática: relexão sobre o ensino brasileiro e proposta de reformulação baseada na criatividade. 2ª ed. Niteroi: Universidade Federal Fluminense, 1998.

BORDENAVE, J. D.; PEREIRA, A. M. Estratégias de ensino-aprendizagem. 26ª ed. Petrópolis: Vozes, 2005.

CANDAU, V. M. A didática em questão. 25ª ed. Petrópolis: Vozes, 2005;

CANDAU, V. M. Rumo a uma nova Didática. 21ª ed. Petrópolis: Vozes, 2011;

HAYDT, R.C.C. Curso de Didática Geral. 8ª ed. São Paulo: Àtica, 2006.

FAUSTINO, R.L.H, EGRY, E.Y. A formação da enfermeira na perspectiva da educação reflexões e desafios para ofuturo. Rev Esc Enferm USP, vol 36, n. 4, 2002.

LIBÂNEO, José Carlos.

Pedagogia e pedagogos, para quê?

São Paulo: Cortez, 2000.

LIBÂNEO, José Carlos.

Prática educativa, pedagogia e didática. In: Didática. São Paulo: Cortez, 1994.

LUCHESI, C.C.

Avaliação da aprendizagem escolar

São Paulo: Cortez, 2006.

NASCIMENTO, M.S; SANTOS, F.P.A; RODRIGUES, V.P; NERY, V.A.S.Oficinas pedagógicas: construindo estratégias para a ação docente. Rev.Saúde.Com, vol. 3, n.1 2007.

PAVA,A.M; NEVES,E.D. A arte de ensinar enfermagem: uma história de sucesso.Rev Brasileira de Enfermagem, vol. 64, n.1, Brasília, 2011.

RENOVATO, R.D; BAGNATO, M.H.S; MISSIO, L; BASSINELLO, G.H.S. As Identidades dos Enfermeiros em Cenários de Mudanças Curriculares no Ensino da Enfermagem Trab. Educ. Saúde, Rio de Janeiro, v. 7 n. 2, p. 231-248, jul./out.2009

SANTANA, R.F; NAKATANI, A.Y.K; SOUZA, A.C.S; CASAGRANDE, L.D.R; ESPERIDIÃO, E. Diretrizes curriculares Nacionais do curso de graduação em enfermagem: uma visão dialética.Rev Eletrônica de Enfermagem, vol. 7, n.3, 2005.

ZABALA, A.

A prática educativa: como ensinar

Porto Alegre: Artmed, 1998