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PeAGUsE A. IEPs ESE -R GENESM OSCAR BING ENGENHETROS YD in ARR Elen STA VOLUME 1 Mecanica, Oscilacdes e Ondas, Termodinamica Sexta Edigao SEXTA EDICAO FISICA PARA CIENTISTAS E ENGENHEIROS Volume 1 Mecanica Oscilagdes e Ondas Termodinamica Paul A. Tipler Gene Mosca Tradug&o e Revisao Técnica @|LTC Sumario Geral VOLUME 1 1 Medida e Vetores PARTE! MECANICA 2 Movimento em Uma Dimensao 3 Movimento em Duas 0 Trés Dimensdos 4 Leis de Newton 5 Aplicagdes Adicionais das Leis de Newton 6 Trabalho e Energia Cinética 7 Conservacao da Energia 8 Conservacao da Quantidade de Movimento Linear 9 Rotacéo 10 Quantidado de Movimento Angular R Relatividade Especial n Grevitagao 2 Equilibrio Estatico e Elasticidade 3 Fluidos PARTE Il OSCILAGOES E ONDAS “4 Oseilagoos 6 ‘Ondas Progressivas 16 ‘Superposicao e Ondas Estacionérias PARTE IIl_ TERIMODINAMICA v7 ‘Temperatura e Teoria Cinética dos Gases 1B Calor e a Primeira Lei da Termodinamica 9 A Segunda Lei da Termodinamica 20 Propriedades Térmicas @ Processos Térmicos APENDICES A Unidades SI e Fatores de Converséo B Dados Numericos c Tabela Periddica dos Elementos Tutorial Matematico Respostas dos Problemas Impares de Finais de Capitulo Indice ve | etmaete cant VOLUME 2 PARTE IV_ELETRICIDADE E MAGNETISMO at O Compo Elétrico I: Distribuigdes Discretes de Cargas 2 Campo Elétrico Il: Distribuigdes Continuas de Cargas 23 Potencial Elétrico 24 Capacitancia 25 Corrente Elétrica @ Circuitos de Corrente Continua 28 O.Campo Magnetico 27 Fontes de Campo Magnético 28 Inducao Magnética 29 Circuitos de Corrente Alternada 30 Equacoes de Maxwell e Ondas Eletromagnéticas PARTE V LUZ a1 Propriedades da Luz 32 Imagens Opticas 33 Interferdncia e Ditragso APENDICES A Unidades SI e Fatores de Conversao B Dados Numéricos c Tabela Periddica dos Elementos Tutorial Matemético Respostas dos Problemas Impares de Finais de Capitulo indice VOLUME 3 PARTE VI_ FISICA MODERNA: MECANICA QUANTICA, RELATIVIDADE E ESTRUTURA DA MATERIA 34 Dualidade Onda-Particula e Fisica Quantica 35 Aplicagoes da Equacao de Schrédinger 38 Atomos 37 Moléculas 38 Solidos 39 Rolatividade 40 Fisica Nuclear a Particulas Elementares e Origem do Universo APENDICES oe A Unidades SI ¢ Fatores de Converséo 8 Dados Numéricos c Tabela Periddica dos Elementos Tutorial Matematico Respostas dos Problemas Impares de Finais de Capitulo indice Sumario Protécio Sobre cs Autores Capitulo 1 MEDIDA E VETORES 1 u 2 13 i) 18 +6 Ww PARTE | Capitulo 2 A Notureza da Fisica Unidadas Converaao de Unidades Dimensoes de Quantidades Fisioas Algarismos Significativos © Ordom de Grondoza Vetores Propriodados Gorsis dos Votoros Fisica em Foco ‘GSegundo Bissexto de 2005 20 Rosumo Problemas MECANICA MOVIMENTO EM UMA DIMENSAO 27 2a 22 23 24 Capitulo 3 Deslocamento, Velocidade © Rapidez ‘Acoleragao Movimento com Aceleragao Constante Integragao Fisica em Foco Aceleracores Lineares 50 Resumo Problemas MOVIMENTO EM DUAS E TRES DIMENSOES 63 a1 32 33 Deslocamento, Velocidade € ‘Aceleracao Caso Especial 1: Movimento de Projéteis Caso Especial 2: Movimento Gireutar Fisica em Foco 13 a 2 28 35 7 6 52 n 78 Capitulo 4 GPS: Caloulande Vetores Enquanto Voes se Move 81 Resumo a Problemas Ey LEIS DE NEWTON 93 a 42 4a aa 45 “6 a7 40 Capitulo S Primeira Lei de Newton: A Lei da Inércia 93 Forgae Massa 94 Segunda Loi de Newton 96 AfForca da Gravidade: Peso 99 Forgas de Contato: Sélidos, Molas © Fics 100 Resolvendo Problemas: Diagramas de Corpo Livre 103 Terceira Lei de Newton 108 Resolvendo Problemas: Problems com Dois ou Mais Objetos 10 Fisica em Foco a Necessidade de Velocidade 113 Resumo Problemas 4 15 APLICAGOES ADICIONAIS DAS LEIS DE NEWTON. 51 52 53 154 55 Capitulo 6 125 Atrito 126 Forgas de Arreste 196 Movimento em Trajetérie Curva 138 Integragao Numérica: Método de Euler 149 O Centro de Massa 145 Fisica em Foca Reconatituigo de Acidentes — Medics @ Foreas 154, Recumo 185 Problemas 156 TRABALHO E ENERGIA CINETICA 169 61 ‘Trabalho Realizado por Forga Constante 169 viii Sumérie 62 63 6a “65 Capitulo 7 ‘Trabalho Realizado por Forca Variével ‘Movimento Unicimensional 0 Produto Escal 174 7 © Teorema do Trabalho-Energia Cinética = Trajetorias Curvas Trabalho no Centro de Masse Fisica em Foco Trabalho na Correia ‘Transportadora de Bagagern Resumo Problemas CONSERVACAO DA ENERGIA 197 7a 12 13 ay 18 Capitulo 8 Energia Potenciel AConservagao da Energia Macanica AConservagio da Energia Massa e Energia Quanticagéo da Energia Fisica em Foca Vento Quente 226 Resumo Problemes CONSERVACAO DA QUANTIDADE DE MOVIMENTO LINEAR 241 a4 82 83 134 85 Capitulo 9 ROTACAO a4 92 93 oe 96 96 Conservagao da Quentidade de Movimento Linear Energia Cinstica de um Sistema Colisées Colisoes no Reterencial do Centra de Massa ‘Massa Continuamente Varidvel e Propulsio de Foguetes, Fisica om Foco Detonecio Pulseda Resumo Problemas 281 Cinemitica Retacional: Velecidade Angular ¢ Acoleragao Angular Energia Cinética Rotacional Caleule do Movimento de Inércia ‘Segunda Lei de Newton pare 3 Rotacao 163 185 197 204 213, Z 224 2a Capitulo 10 Fisiea em Foco Unracentrifugas 307 Resumo 308 Probleme 308 QUANTIDADE DE MOVIMENTO 188 ANGULAR 321 104 102 103 “104 Capitulo R ANstureza Vetorial da Rotagao 922 ‘Toraue ¢ Quantidade de Movimento Angular 324 Concorvagao da Quantidade de Movimento Angular 330 Quantizacao da Quantidade de Movimento Angular 340, Fisica em Foco ‘0 Mundo Girando: Quantidade ‘de Movimento Angular Atmostérica 343, Resumo aa Problomes 385 229 RELATIVIDADE ESPECIAL 353 21 2a7 205 zn 202 284 206 292 Aplicagdee da Segunda Lei de Nowton para a Rotapio Corpos que Rotam 295 300 Ra R2 RS Re RS Ro Copitulo 11 (0 Principio da Relatividade ea Constancia da Velocidade dda Luz 354 Réguas em Movimento 356 Relogios em Movimento 357 Réguas em Movimento Novamente 300 Relogioe Distantes e Simultaneidade 261 Quantidade de Movimento, Massa e Energie Relativisticas 364 Resumo 367 Problomas 368 GRAVITAGAO 373 m4 12 113 1 m5, Leis de Kepler 374 Lei de Newion da Gravitagao 376 Energia Potencial Gravitacional 383 (© Campo Gravitacional 387 Determinacao de Campo Gravitacional de uma Casea Estérica por intagragso 292 Fisica em Foco Lentes Gravitaciona Uma Janola para o Universo 394 Rosume 396 Problamas: 397 Capitulo 12 EQUILIBRIO ESTATICO E ELASTICIDADE 405 124 122 129 128 125 126 129 Capitulo 13 Condlig6os de Equilibrio (Centra da Gravidade Alguns Exemplos de Equilibrio Estético Equilibrio Estatico em um Referencial Acolerado Estabilidad do Equilibrio Rotacional Problemas Indoterminadoe Tensio e Daformagao Fisica em Foco jotubos da Carbono: Pequenos e Fortes 420 Rosumo Problemas FLUIDOS 431 134 132 133 134 PARTE I Capitulo 14 Massa Especifica Prassao am um Fluido Empuxo e Principio de Arquimedes Fluidos em Movimento Resume Problemas OSCILAGGES E ONDAS OSCILACOES 465 141 142 143 144 145 Capitulo 15 Movimento Harmonica Simples Energia no Movimento Harménico Simples AAlguns Sistemas Oseilantes Oscilegdes Amortecidas Oscilagses Forcadas e Ressonéncia Fisica em Foco Ne Compasso da March APonte do Milénio 401 Resume Problomas. ONDAS PROGRESSIVAS 501 161 Movimento Ondulztorio Simples 408 407 14 415 416 av 421 422 422 aa 457 502 152 163 154 155 Capitulo 16 Sumario Ondes Periddicas (Ondas om Trés Dimensoes ‘Ondas incidindo sobre Barreiras O Efeito Depplor Fisica em Foco Tudo Tremeu: Bacias Sedimentares ¢ Ressonancia Sismica 529 Resumo Problemas SUPERPOSICAO E ONDAS ESTACIONARIAS 539 164 182 163 Superposigao de Ondas Ondas Estecionérias Tépicos Adicionais, Fi Ecos do Silencio: Arquiteture Acustica 560 Foo Resumo Problemas: ‘509 B14 518 523 520 847 561 TERMODINAMICA PARTE IIL Capitulo 17 TEMPERATURA E TEORIA CINETICA DOS GASES 571 m4 2 73 WA Capitulo 18 Equilibria Térmico © Temperatura ‘Termometros de Gas @ a Escala Absoluta da Temperatura A Lei dos Gases Idesi ‘A Teoria Cinetica dos Gases Fisica em Foco Te Resurno Problemas. CALOR E A PRIVEIRA LEI DA TERMODINAMICA 599 181 182 183 184 185 186 Capacidade Térmica e Calor Especitico Mudanga de Fase Calor Letento © Experimanto de Joule @ a Primeira Lei da Termodinamica A Energie Interna le um Gés Ideal Trabalho 0 0 Diagrama PV para um Gas Capacidades Térmicas dos Gases on S74 s77 552 600 603 606 608 608 613 x Sumério 187 188 189 Capitulo 18 Capacidades Térmicas dos Sdlidos Falha de Teorema da Equipertieao A Compresséo Adiabatica ‘Quase-estatica de um Gas Resumo Problomas A SEGUNDA LEI DA TERMODINAMICA 635 194 192 193 “194 195 196 197 Maquinas Térmicas e a Segunda Lei da Termodinamica Refrigeradoros ¢ a Segunda Lei da Termodingmica A Maquina de Carnot Bombes Térmicas Irreversibilidade, Desordom © Entropia Entropia e a Disponibilidade de Energia Entropia e Probabilidade A Perpétua Batalha sobre 0 Movimento Perpétuo 600 Resumo Problemas 618 619 622 627 629 650 857 658 651 862 Capitulo 20 PROPRIEDADES TERMICAS PROCESSOS TERMICOS 669 201 Expansio Térmica 670 0-2 AEquacao de van dor Waals © Isotermas Liquice-Vapor 674 203 Diagramas de Fase 676 20-4 ATTransforéncie de Calor 6 | Fisica om Fooo thas Urbanas de Calor: | Noites Quentes na Cidade 688 Resumo 688 Problemes. 690 Apéndice A UNIDADES SI E FATORES DE CONVERSAO 695 Apéndice 8 DADOS NUMERICOS 697 Apendice C TABELA PERIODICA DOS ELEMENTOS 701 TUTORIAL MATEMATICO 703 RESPOSTAS DOS PROBLEMAS iMPARES. | DEFINAIS DE CAPITULO 733 INDICE 755 Sobre os Autores Paul Tipler nasces na pequena dace rural deAntigo, no Wisconsin, em 1933, Fleconchi Oensinomedioem Oshkosh, Wisconsin, onde seu pal ea superintenden- te das escolas pablicas, Graduou-se pela Purdue University em 1955 e doutorou-se pela University of Ilincisem 1962, onde estudow aestrutara dos riceos. Lecionou por um ano ne Wesleyan University em Connecticut, enquanto escrevia sua tese,© epols mudou-se pare a Oakland University em Michigan, onde fot um dos mem ‘bros fnladores do depaztamento de fica, desompenhando papel importante no desenvolvimento do curricula de fica. Ao longo dos 20 anos seguints,lecionot praticamente todos os cursos de fsiea e esereveu a primeira e segunda edigoee de cus largamente utilized livros texto Fsice Modern (196, 1978) Fee (1976, 1982). im 1982 elese mudou para Berkeley n California, onde reside atualmente, e onde escreveu Fisica Universitéris (1987) ea terceira edicao de Fisica (191). Alb da ‘a seus intoressos ineluem musica, excursdes e acampamentos, ele 6 um excelente pianista de jazz e jogador de poquer Gene Mosea nasceu na Cidade de Nova York e eresceu em Shelter Island, estado de Nova York. Eleestudou na Villanova University,na University of Michigan ‘ena University of Vermont, onde doutorau-se em fisica. Gene aposenton-se recente- mente de suas fungdes docentes na US. Naval Academy, onde, como coordenador do contetido do curso de fisica, insttuiu intimeras melhorias tanto em sala de aula ‘quanto no laboratério, Considerado por Paul Tipler como “o melhor revisor que eu jiitive”, Mosca tornourse seu comutor a partir da quinta edigao desta obra. FISICA PARA CIENTISTAS E ENGENHEIROS Volume 1 Mecanica Oscilagdes e Ondas Termodinamica Medida e Vetores 11 ANatureze da Fisica 12 Unidades 1-3 Conversao de Unidades 14 Dimensdes do Quantidades Fisica 14 — Algarismos Significativos ¢ Ordem de Grandeza 16 Vetores 1-1 Propriedades Gerais dos Vetores ‘empre foros curiosos sobre 0 mundo que nos cerca. Desde que se tem 1e- _gistro, procuramos compreender a desconcertante diversidade de eventos ‘que observamos — a cor do ctu, a variagio do som de um carro que passa, ‘obalange de uma érvore 20 vento, onascer eo por-do-soi, ovoo deuma ave ‘ude um avilo, Esta procura pela compreens2o tem tomado Vaelas formas tuma 6a religiao, outra 6a arte, eainda outra éa ciéncia. Apesar Gea palavra cite viedo verbo latino que significa “conhecer”,cidncia passoua designar naa simplesmente o conhacimento, mas especificamente o conhecimento do mundo natural. A fisica procura deserever a natureza fundamental do universo ¢ como ele funciona. Ea citncia da matéria e da enexgia, do espaco e do tempo. ‘Como toca ciéncia a fisica 6 um corpo de conhecimento enganizado de forma specifica e racional. Os fisces elaboram, testam e relacionam maoelos em um es- forco para descrever, explicar eprever a realidade. Este processo envolvehipoteses, cexperimentos reprodutiveis e observagdes, e novas hipoteses, O resultado final & ‘um conjunto de principios fundameniais ¢ lis que descrevern os fendmenos do ‘mundo que nes cerca, Fstas ise principios se aplicéveis tanto ao exdtico—corno buracosnegtos, energie escurae particules com nomes como lepioquarkse bésons —quanto 20 nosso dia-adia. Como voce vers, incontiveis questoes sobre nosso ‘mundo pocem ser respondicias cam um conhecimento basica de fsiea, For que 0 ct 6 ail? Como é que es astronauts flatuam no espago? Como funciona um CD? ‘© NUMERO DE GRADS DE AREIA ENT UNA PRAIAPODE SEA MUITO GRANOE PARA ‘SER CONTADO, MAS POOEMOS ESTIMAR, ‘C NUMERO USANDO SUPOSICOES. RAZOAVEIS ECALCULOS SIMPLES. Joim Eanunas Os Moran) ‘Quantos gros do aeis existom ern sua pra fever? fa. Exomplo 1.7) 4 | cariruce (0 segundo 6 agora definido em termos de uma frequéncia caracteristica associada ao atomo de césio. Todos os étomos, depois que absorver energia, emitem luz com freqitincias e comprimentos de onda caractersticos do elemento especifica, Ha um Conjunto de fregiéncias e comprimentos de onda para cada clemento, com uma dada freqiiéncia e um dado comprimento de onda associados a cada transigio energéti- ca sofrida pelo étomo. Ao que se sabe, estas freqincies se mantém constantes. O segundo é agora definido de forma que a freqiéncie da luz part uma determineda transiqao do césio vale exatamente 9 192 631 770 cicls por segundo, Comprimento © metro (m) és unidade SI de comprimento, Historicamente, este ‘comprimento foi definide como ur cécimo milionssimo da dstincia entre o equsdor 120 Palo Norte, 0 longo do meridiano que passa por Paris (Figura 1-1), A distancia se mostrou difcil de ser medica com precisio. Ent, em 1889, 2 distancia entreduas ‘marcas em uma barra feita de uma liga de platins-iridio, mantica d determinada temperatura, fo adotada como o novo padrio, Como tempo, preciso deste padrio também se mostrou inadequada e outros padres foram criados paca metro.Atual= ‘mente, © metro é determinado usando-se a rapidez da luz no veuo, que ¢ definida ‘como valendo exatamente 299 792 458 m/s. O metro, entao, 6 distancia que a huz ppercorre no vacuo em 1/(299 792 458) segundes. Com estas definicoes, as unidades ‘de tempo e comprimento si0 acessiveis 306 laboratérios de todo 0 mundo. Massa Avunidade SI de masse, o quilograma (kg), foi definida como a massa de um ltro de Agua a 4°C. (O volume de um litro€ igual ao volume de um cubo de 10 tem de lado.) Assim como os padres de tempo e comprimento, 0 pedrioquilograma ‘mudou aolongodo tempo. © quilograma’ é agora definido como amassa de um de- terminado cilindro feito de uma liga de platina-iridio, Fst ilindro,o chamado cor- ppx-padrao, é mantido no Bird internacional de Pesose Medidas em Sevres, na Franca. Uma réplica do coepo-pacirso é mantida no NIST? (National institute of Stondans and Trclmplogyo lntitato Nacional de Padrdese Tecnologia), om Gaithersburg, Maryland, Estados Unidos. Discutiremos o conceito de massa em detalhos no Capitulo 4, onde ‘veremis que o peso de um cbjeto em dada localizagio é proporcional a sua massa. ‘Assim, comparand pesos de diferentes cbjetos de tamanhe comum com 0 peso do ‘corpe-paddo, as masses dos objelos podem ser comparadas entre i. PREFIXOS DE UNIDADES Asvezestoma-seneceséro trabalharcom medidas que So muito menorescu muito ‘maiores do que as uniclades-padrao SL Ness situacbes podemos sar outras ih dlades, que sto relacionadas 3¢ unidades-padrao Spor um multplo de dex Prete x02 i usados para designar as diforentospoténcias de doz. Por exemple, o protiso "quilo” signticn 1000 9410), enquantoo profixo “nico” significa 000001 ou 10. ATabela lista 08 prefixos dos mais comuns multiples das unidedesSI. Estes pre fixos podem se apicados a qualquer unidade SI; por excmplo, 0,001 segundo € um -gundo (ns) € 1 000 0G0 watts € 1 megawatt (MW). PROBLEMA PRATICO 1-1 Use prefns pra descevero segue: 0 retard na recepf0 de uma wanansedo de tcleviie «co, que ¢ pron de D000 segundo e@) x ceeneréncl da Ter Gu ‘pscima de 400000 de mio. OUTROS SISTEMAS DE UNIDADES ‘Além do SI, outros sistemas de unidados si As vezes uilizados. Lm deles 6 sistema cys. As unidades fundamentais do sistema gs so 0 centimetro para o comprimen- {0,0 grama paraa massa eo segundo para o tempo. Outras unidades egs incluem 0 lina (Lorce) eo eng (trabalho ou energia). “gig pete qlorams pies poe ae toninen cera a SoINME: ae al nee nope pl paint «mun de ie AMINO di Nac de Mtl Nomaizios Gusta mae einen simu! tmetm gob) Fauna 1-1 Oneiwial ‘eiginalennte coc do frea qi elatincia do equador so te Nove, longo do merdiano gue passa por ‘mates ce eto (10 i © corpo-padran éa massa de um cin foto deuma epecicalgade plata que é guandade no Di Intemaconal de Fetes Medidas em Stvres, Fangs (GHDM: tammy) Tabela 1-1 Mittiplo, 10" 10° 19? 1 10 0 1s rg 10 w aw 10 pid 0 10 10 0 pros nt ds) sn ep 0 we ecard ng ‘Sotaqeom taevatew de tdescopeteecoaps doles tas oeinoniarataiatax evans arte ‘Vocé também ji deve conhecer © sistema ce unidades dos americanos. Neste sis- tema, a unidade bésica do comprimente € 0 pé ea unidade bisica do tempo é 0 se- gundo, Também, una unidade de forca (a libra-forga), em vez de uma unidade de ‘massa, 6 considerada tuma unidade basica. Voce verd no Capitulo 4 que a massa é uma escolha mais conveniente como unidade fundamental do que a forsa, porque ‘massa é uma propriedade intrinseca de um objeto, indepenctentemente da sua loca- lizagio. As unidades basicas americanas sio, hoje, definidas em termos das unida- des bésicas do SI. ‘Como diferentes sistemas de uniclades so uilizados, 6 importante saber como con- verter de uma unidade para outra. Quando quantidades fisicas s30 somadas, sub- traidas, multiplicadas, ou divididas em uma equacao algébrica, a unidade pode ser tratada como qualquer outra quantidade algebrica. Por exemplo, suportha que voce queira encontrar a distancia percorrida em 3 horas (h) por um carte que se move taxa constante de 80 quildmetros por hora (km/h). A distancia é 0 produto da rapi- dlez 9 pelo tempo 80 km reote x 3h = 240 km ‘Cancelamos a unidade de tempo, as horas, assim como fariamos com qualquer outra quantidade algébrica, para obtor a distancia na unidade apropriada de comprimento, ‘oquilOmetro. Este modo de tratar unidades torn fécil aconversio de uma uniciade de disténcia para outra. Agora, suponha que queiramos converter as unidades de nosso resultado de quilometros (kim) pare milhas (mi). Primeito, pecisaanos encontrar a rela- ‘Boentre quildmetrose milhas, que é 1 mi = 1,609 km (veja as paginas iniciais do tivo (ou 0 Apéndice A), Enizo, dividimos cada lado desta igualdade por 1,509 para obter Limi 109 kev Note que a relacao ¢ uma ra7ao igual a1, Uma razao como (1 mi)/(1,609 km) é cha- mada de fator de conversio, que ¢ uma ra739 igual a 1¢ representa a quantidade cexpresca em alguma unidade, on unidaclos, dividida polo equivalente expresso em Medida » Votores q Seas unidades da quentidade © ofator de conversio néo ‘combina para dar as unidades finais desejadas, a conversio no fol adequadamente realizada. @ | carte alguma outra unidade, ou unidades, Como qualquer quantidade pode ser multipli- «cada por I sem alterar seu valor, poderos multiplicar a quantidade original pelo fator de conversio para converter os unidades: Ami 240 kin = 240 ba * og bas 9 Escrevendo explicitamente as unidades e cancelando-as, voot nio precisa se questio- narse deve multiplicar oudividir por 1,609 para mudar de quilémetros para milhas, porque as unidades Ihe dizem se vocé escolheu 0 fator correto ou 0 incorseto. Usando Fatores de Conversao Vian a sorvigo, vocd se encontra em um pais onde os sinais de tinsitofornecer a dis- tnciae em quildmetros eos velocimetros dos automdveis sia calbrados em quiets por hora Se voct est drigindo a 80 km/h, quo ripid voc’ ests visjando em metros por segui= dow em milhas por hors? [SITUAGAO Primeire temos qe encontrar os fatores de conversdo apropriadesde horas para segundos e de quillmetros pare menos. odestos usar 0 fato de que 1000.m = 1 kav e Th {@ main ~ 3600.4 quantidacle 9 ken /h €mutiplicada pelos fatores de conversio, de forma a ‘eancelar ao unidades indesjedss. (Coda foe de converato tem o valor Le, portant, o valor ‘da ropidea nio varia.) Para converter para mils por hora uiiaaos o flor de cwerst0 1 mi 500 kan sou 1. Mulliplique $0 km/h ples Fatoresce conversio 1 h/34000¢e 1000/1 kam, para converter sm para men paras 2, Mulliplique 90 Sanh poe ni/1609 kam CCHECAGEM Note que as unidades finais esto corretas, em cava peas. Se vocé no tvesse utllzad cortetamerte os fetores de conversio, por exemple maltipticando por 1 km/1000 m cm yer de 1000 m/1 km, es unidades frais ado teriam sido corretas. INDO ALEM 0 pasio 1 pode sor encarta escrovendo I h/3400's como 1/35 ks ecance- lando os prefsos.om ks em Isto som, ea Le Bm CCancelar estes prefisos equal a dividic o numerador¢ 0 denominecor por 1000. ‘Voce pode achar itil memorizar os resultados de conversio do Excmplo 1-1, Estes eau tndos io 25am/s = $0 km/h ~ (60-mi/h) Conte trate sada convert pia derigris dew nies que Inesefam mais famubares. Lembre se de que uma quantidade fisica inelui_um nimero e ume unidede. A uni dade nos diz o padrao que esta sendo utilizado para a medida e 0 nimero nos dia ‘comparagdo da quantidade com o padrao. Para dizer o que voct esté medindo, no tentanto, voce precisa estabelecer a dimensdo da quantidade fisica. Comprimento, tempo ¢ masss sto dimenstes, A distancia d entre dois abjetos tem a dimensao de comprimento. Expressamos esta rolagan como [d] = L, onde [] representa a dimen s3o da distancia d e L representa a dimensiio de comprimento. Todas as dimensies fo reprosentadas por lotras maiisculas em estilo normal (nio itslico). As letras Te Mrepresentam as dimensies de tempo e massa, respectivamente. As dimenses de muites quentidades podem ser escritas em termes dessas dimensdes fundamentais, Por exemplo, a érea A de una superficie & encontrada multiplicando-se um com= primento por outro. Como dea ¢ 0 produto de dois comprimentes, dizse que tem as dimensies de comprimento multiplicado por comprimento, ou comprimento 20 quaddrado, escrito come [A] = L* Nesta equacéo, [4] representa a dimenszo da quan Hdade A e L representa a dimensao de comprimento. Rapides tem as dimensbes de comprimento dividido por tempo, ou L/T. As dimenstes de outras quantidades, como forga ot energia, $40 escrtas em termos das quantidades fundamentais com- primento, tempo e massa. Somar ou subtrair duas quantidades fisicas 66 faz sentido seas quantidades tém as mesmas dimensbes. Por exemplo, nfo podemos somar uma Grea a uma rapide pare obter un resultado que tenba significade. Na equacio A=B+C as quantidades A, B eC devem todas ter as mesmas dimenstes. A soma de B com C também requer que estas quantidades estejam nas mesmas umidades, Por exemplo, se Bé uma dren de 500 in*e C vale 4 fF, devemos ou: converter B para pés quacirados ou converter C para polegadas quadradas para efotuar a soma das duas areas. ‘Voc pode encontrar, com freqdéncia, erros em um eile checando os dimensies ow as unidades em seu resultado. Suponha, por exemplo, que vocé, erradamente, utilizea {Srmula A = 2 para adrea de um crcule, Voce pode imediatamente perce ber que istongo esta correto, porque 221 tem adimensdo de comprimento,enquanto luma srea deve ter as dimensies de quadrado de compeiment, Dimensées de Presséo Apressdo Per um fuido em movimento depend de sua massa expecifics pede sua rapide ©, Encontre uma combinago simples de massa especie rapidez que tent as dimenses correlas de pressio. SITUAGAO Uso a Tabela 1-2, poems ver que peso temas dimensdes M/(LT), massa tspeciica 6 M/1 eropides€L/T Alm dino, ambes os dimenates de prsstocmasza cpe- Sifen possuem meena no numerador,enguaro a menses de rape no contin maz Porta a expresso deve envolver 4 mulpicrie, ou advise, das dimenstes de massa cspecifin pelts dimers de rapids para a incuira wnidade do maoea nas dimenstes de press. Para encnter ark crt, posers coma dvi ae dmensbes de pres So pained mane especcnentioavalare votado om crmparno com ae dimen de rtpide mesige & vetor! PJ asetcece simone se tina exprestohe did apenae seas chmenstes aio corey no se toda a expressdo ets corsets, AD ‘presser adrea de um real, por txemplo,aanalse dimensional no Ine dlet sea expresioconct =r ont Zar (Aexprssio conta 6") soLucAo 1. Dividaasdimensdes de pressao pelasde massa especifica para bier uma expres-—[P) _ sto com M 2. Por inspecto, notames gue o resultado tem dimersoes de ot AS dimensbes de pressio io, entzo, as mesmas da massa espeifica mulhiplicada pelo quacrado da rapide CHECAGEM Divida es dimensbes de presto pelas dimenstes de rapide ao quadrado € 0 resultado slo as dimensbes de densidade [PI/[0) = M/LT}/(U/T) = M/L = [a Muitos dos nuimeros em cigncia sao o resultado cle medidas e 840, portanto, conhe= cidos apenas dentro de um certo grat de incerteza experimental. A magnittide da incerte2a, que depende tanto da habilidade do experimentador quanto do equips- ‘mento utilizado, pode, com freqiténcia, ser apenas estimada. Uma indicagio apro- ximada da incerteza em uma medide é dada pelo numero de algarismos utilizados. Porexemplo, se uma etiqueta sobre a mesa em uma loja de mévelsindica quea mesa tem 2,50 m de comprimento, ela est informanco que seu comprimento ¢ proximo de, mas nao exatamente, :50:m.C ultimo algarismo a direita, 00, nao tem preciso. Utiizando uma fita métrica com marcas de milimetros para medi © comprimento dia mers cuidadonamesta, poderiamos voridca etree mae dindoocomprincnto cot umavariogo deste age mm do Tabla 1-2 tev comprinente ra). Indians ea prio informando. ‘0 comprimento usando quatro algarismos, como em 2,503 m, Quantidacie tim algaran conflivel onbecdo (alam do eto usado part Arya Simbolo _Dimensao Jocalizar a virgula decimal) ¢ chamaco de algarismo significa Volume v CP tivo. O niimero 2,50 tem tes algarisines significatives; 25031m Rapier 2 ut tem quatro. O nuimero 0.00130 tem trésalgarismossignifcativos. Aceleracio a ue (Os primeitos trés eros nao sto algarismas signifcativos, mas Forca F ML/T apenas marcadores para localizar a vingula decimal.) Oniimero Pressio(F/A) Pp Myr 2300,0 em cinco algarismos significaivos, mas omimero 2200(0 Massnespecitica (M/V) My ‘mesmo que 2300/0, mas sem.a virgula decimal) pode ter apenas Energia z MUsT dois ou até quatro algerismos significativos. Onimero de alga-Potercia (E/T) P ML/P "Hames sigaifcativosem muimeros com ume sucessio de e108 b diritae sem vigula decimal é ambigu ‘Suponha, por exemplo, que voce avalie a Srea de um campo ereular mediindo © sine usando a formula paraa dneadl circu, A= 77. Se vo? estou ralocome Smeusa uma calculadorade 10 digits paracemputar a area, voce obtém (8m) 2010619288 m®. Os algarismon apos 3 vingula decimal dao uma fsa indicacao da preciso com que voce conhece rea Para determinar omtimero apropriado de al- {arismos signifcativos em cilculos envolvendo multiplicacio-e divisi0, woos pode Segue esta rogea geval ‘Quando multiplicando ou dividindo quantidades, 0 ndimero de algarismos significativos da resposta final no é maior que aquele da quantidade com 0 ‘menor niimero de algariames signifcativos. No exemple anterior, o aio & conhecido apenas com um algarismo significative, forma que a frea também ¢ conhecida com tm algarismo significative, ou 200 Este niimero indica que a fea vale algo entre 150 my ¢ 250 m ‘A preciso da soma ou da diferenca de medidas €apenasa precisdo da menes pre cisa das medidas. Uma regra geral é ‘Quando adiionanido ou subtraindo quentidades, o ndmero de casas decimais da resposta deve coincidir cam odo termo com o menor niimero de ‘casas decimals, Algarismos Significativos Soba 1080 do 1.21342 ‘SITUAGAO O primeiro numero, L040, jem apenas tes algarismos signifiativos alom da Vigula decimal enquantoo segundo, 121382, tem cinco. De acordo coat a tera estabeleida puraaaticloe a subtacio de nimeros a difewega pode ter apenas Us algarsmos sigfica- fivosslém da vegula decir SSOLUGAO Subtraia oF numeros, mantendo apenas ts algarsmos aim da virgula decimal (CHECAGEM A resposta no pose ser mais precen que osienero menos pesso,ou 1040.4 > posta tem omeame mimore de algasismos signiicatvosalem da viegul decimal, quo 1010. INDO ALEM Neste exemple mero dados tim quatro ese algarismossigificaives, ‘masa ciferenga tem apenas ts algarismos sgnificativos A maicria des exemplos exert ‘ios deste livo sero eos com dadas até dois, is, cu, ocasionalments, quato agarismos Signuficatives| PROBLEMA PRATICO 1-2 Aplique a tegen de algarismen signifieativos aproprina para caleu Jaro gui () 1,58 x O08, (8) 4 + 2.33; (0) 2486 ~ 2483, (Quantos algarismos significati- os tem 6 ntimero 010457? Valores exatos tim um niimero ilimitado de algarismos significatives Por exemplo, valor determinado ao se contar duas mesa ndo €incerto, € um valor ‘exato, Também,o fator deconversdo 1m/100em é um valor exate porque 1m exatamente igual a 1D0/cm. 0 Quando woes trabatha cor rmimeros que contém incertezas, ‘voed deve euidar para ndo incluir mais algarismos do que = certeza da medida pode garanii. 121342 ~ 1090 = ove = [0.73] NOTACAO CIENTIFICA Quando trabathamos com ntimeros muito grandes ou muito pequenos, podemos = riostrar os algarismos significativos mais facilmente itilizando.a notacio cientifica : Nes notsieconumere ccc como opreditode mmumerocnselel0euma | © THtaril Matenstice pare mais poténcia de 10, como 10? (= 100) ou 10°(= 1000). Por exemplo, ontimero 12000000 | ‘Seiermaapias sabre, Escrito como 1,2 * 107; a distancia da Terra a0 Sol, que € aproximadamente de Expoentes 150000000600 m, éescita como 13 x 10" m, Supusemos que nenhum dos sucessi- = vos zeros 8 dita, neste nuimere @significativo. Se dots desses zeros fossem signi- fieativos,teiamos expressado isto, sem ambigtidade, escrevendo o niimero coma 1,500 X 10" m, OrnGimero Tl em 10" 6 chamado de expoente. Pare ndimeros menores que 1,0 expoente € negative. Por exemplo, 0 = 10°! €0,0001 = 10-4 O digmetro de um virus, que €sproximaclamente igual 0,00 (00 01 m, € escrito como 1 10-* im, Note que, eserevendo niimeros desta forma, vocé pode facilmente identifcar 0 niimera dealgarismos significaivos. Por exemplo, 1.5 10m cantem dotsalgeris- mos significativos (1 5) PROBLEMA PRATICO 1-2 Aplique a rograspropriada de algarisms sigrificativos pars calulae 2.34% 10°-+ 4.93, Usilizea seguinte Estratégia para Solusio de Problemas para efetuar céleulos com imeros na natagao cientitica, ESTRATEGIA PARA SOLUCAO DE PROBLEMAS Notagao Cientifica SITUAGAO Sof ners envolvidos em um cSleulo so muito grandes ou mito pequenen, voce pods quaverresscrové ls em nota inten, Estar. taco ora, om fqn, mastic adterminagio do mitre dealgeiinos signifcativos que wm nner possul facilis a realieagt de cdculo. SOLUGAO Use estes tens para cescver problemas que envalvem notacio entific. 1. Quando mimeros am notasio cintfcasio multplicados, os expoontossio adicionados; quando nimeros em notasiocientifca so divididos, os expo- entes i subtraidas. Exemplo: 10 x 10° = 100 % 1.000 = 100000 = 10° 10 _ 100 1 Bxemplo: | ein Pie! ” 1000 ~ 10 ~ * 2, Em notagio cientifica, 10? definido como I, Para vere por qué, vames di- aks 1000 por 1000, . 1000 _ 10° Hxemplo: 1000 - 1 = ygp-2 = 100 elo: TE = ee Wh = tot = 3. Tenha euidado 20 somar ou subtrair nimaros escrtos em notagSo cientfica ‘quando seus expoentes néo coincidem. Bxemplo: (1.200 103) + (8 x 10"!) = 1200+ 08 = 1208 4. Para encontrara soma som convertor os dois niimerosna forma dacimalor- ecm Sol we “Tempo de vida de una condilheira 108 Via Lictea 10" Via Léctea 108 dade da Tersa 10° Universo visival 10> Universo 108 ade do universe 10" Queimando Borracha (Que espessure de bostacha da bande de rodegem do pneu de seu automdve égasta quando voce vija Ten? a2 | carinutoy SSITUAGAO Vamos super quea espessura dabanda deredagem de um pneu novo €1 em. Esta cstimativa pode esarercando por um fatorde2 ou um poco mais, mas | mun é cetamen: te muito pequeno e 10cm ¢ muito grande. Come os pics devem scr sabsttaides aps uns {60000 km, vamos tambien super que a banda de odagem & completamente consumia aps 160000 kan nt outrax paras a ana de desgaste em de pracu por 60 00 ken de viager. ‘espessura gasia apes 1 km de viagem: 000 km viajado 'SOLUGAO Use| cm de espace por 60 O0Dkm deviagem paracomputar —__Lemyasto__ 17 x 10 'emgasto Tim visiedo 210 mgasto por im wajado ‘CHECAGEM Se voot multiplies 17 % 10~ cm/kan por 60 000 kam, oblerd aprosimadamente ‘Tem, que éa espessre da banda de wodagem de um preu nove, INDO ALEM 0 ditmeto dos Stomas ¢ de aproximadamente2% 10° m.Entho, a espessura L_ gasta om cada quileret de viagem eaproximadamente gual a 10D) diametros atamicns. Voed ficou detide por dormir em aula, Seu professor diz que weed pode ser Uberade mais c= dose fizer uma estimativa do rimero de grios de asia em uma praia. Vocé decide que vale ‘pons tentar SSITUAGAO Frimeiro, vod far algumassposigtos sobre tamaaho da praia potamanho de cada grdo do areia Vario super que a praia tna peto de SN) m de etensso, wma langues de 10 me mde profundidade Procizando na Inmet, voce aprence queo diame de um ‘730 vana de 0.04 mm avé 2 min. Voce supoe que cada gra ¢ uma esera de Imam de ditme- ‘to, Vamos, também, super que es graos So agregados to compactamente que 0 volume de ‘espaco esr os grdes€desprezivel em comparagio com o Volume da propa acea soLucAo 1. Ovolume V;daprainéigualao nimero Ne gros vezaso volume Va de cada gio! 2, Usanoa formula parao volumedeumaesfera,encontrea volume V, = 4K? de um tinico grio de aria: 3, Resolva para o nmero de gs. Os nimeros que supusemos sso V,= NV, = NEeR? specitiads com aperas.un algarisn slalficalive, deformague 3 ‘srespostaseréexpressa.com um algeria significative | CHECAGEM Para checar« nspost,divida o volume da ‘dos na pata. O resultado 61.5 X 10m? /3 x 10" grags = 5 10"™ m?/geao. Este wesltado € ‘aestimativa do volume dem grao dearea, ou 4/(r x 10-*m INDO ALEM volume do espaso entre os gros pode se encontradvenchendo.inlealmenie ‘um ecipiente de um iro com areia seca, e depois entamente despeande dae ro recpiente {46s aria car saturoda com dua Se supomos que umn décimo de um il de dgua éneces sire pata saturar completamente a area no recpiente, o volume real da area no ecpienle lot liso de apanas nove décimos do um itm, Nose estimativa do mimero de grhos ns praia Emuite ala Levandocm conta quo a aria cup na ralidade digamos, apenas 90 por Eento do welume do sea rcipinte, omumero de gros na pra ser apenas 0 por conto do Valor obtida ne pasa 3 de nossa sacs PROBLEMA PRATICO 1-5 Quantos grios de areiaexistem em uma faixa de praia de 2 km ‘que tema langura de 500 m? Disa Supa ued com un prfaaidade de 3,00 € 0 dibeiro ob a gto dares igual 000 nan. Seum cbjetose move em linha reta, podemos descrever seu movimentoinformande jquio longe e com que rapikiez ele se move, ese ele se move para a esquerda ou para BV _ (500 m)(100.m)(3.m) _ ¥e(05 = 10" my? PETE ou antos Graos Rico em Contexto 29x 104 [axa] scale Tem=2m/s — a dieita da origem. Mas, quando observamos o movimento de um objeto que se rove em duas out ts dimensdes,nocessitamos de mais que apenas sinaisde mais © ‘de menos paraindicar a orientagio! Quantidades que tém magnitude e orientagio, como velocidade, acelerasd0 ¢forga, sio chamadas de velores, Quantisades com magnitude, mes sem une oientagtoassociad, tis com erepider', massa, volume ‘tempo, sto chamadas de escalares, ‘Representamos um vetor graficamente uizando uma seta. © comprimento da seta, desonhada em escala, nica a magnitadecla quantidade vetoralorientagao dda sta indica aorentagio da quantidade vetorial. A Figura 1-2mosta, por exerplo, tuma representaglo grifiea de dois vetores velocidade: Um wetorvelocdade tem 0 dobro da magnitude do outro. Denotamos vetores com letras em itélico encimadas por una sea, A.A magnitude de A ¢ excita [low simpesmente A. Para ce m/s ‘Tal comoasquantidadeseescalares, as quantidades vetoriais poste ‘ser somadlas,subtraicas.e multiplicadas, Noentanto, a maniptls- ‘Gloalgébricade vetores requer quose eve em conta sua oriontacio. Nesta seg0, examinaremos algumas das propriedades gerais dos vvetores e como trabalhar com eles (a multiplicagio de dois veto res serd discutida nos Capitulos 69). Ao longo de quase toda discussdo, consideraremus vetores deslocamento — verores que representam mudanca de posicso — porguie eles s0 os vetores Netor dosbeamento Modiaa o voi 13 Frauna 1-2 Osyetore velocidode Ae B temas magnitudes de 6in/s 12m/s,ropecivamente Assets gue ‘ represntam esto cocerfiads ne ican Fem =2 m/s-e portant, emo ‘comprimentos de 3ece'6 cm. U Trabalhando com vetores, vosd deve sempre desenhar uma seta sobre a letra, para indicar a ‘quantidade vetorial A letra sem seta indica apenas a magnitude ‘da quantidade vetorial. Note que a magnitude de um vetor nunca & egativa. Vetor desiocamenta maisbasicos. No entanto, tenha em mente que as propriedades se aplicam a todos os vetones, nao apenasa vetores deslocamento. ean ee DEFINICOES BASICAS woo Sa ‘Se um objeto se desloca de uma posicdo A para uma pesicao B, Pocemos representa seu ceslocamente poruma sets que aponta Ge A para B, como mostra 9 Figura 1-32, O camprimento da sota representa a distincia, ou magnitude, ene as duas posighes. A ‘ @ orientagio da seta representa a orientagio de A para B, Um vetor dleslocamento é um segmento de reta,orientado da posigao inicial para a posiczo final, que representa 2 mudanga de posigao de um, ‘objeto. Ele na necessariamente representa o caminko descrito pelo ‘objeto. Por evemplo, na Figura 1-3),0 mesmo vetor deslocamento ‘cortesponde a todos 0s trés caminhos entre os pontos Ae B. BURA 1-3 (a) Most o veer deslaamento de um porto ‘Aprauim posto; (2) mena o mest vetor desloamento Cort tres frente caminkos irs 2 dos ponte (2) osteae mesmo ‘tor desiacamento untoa tm sogundo vetor desccament ‘queépanaeioa de, mas decomprimento diferente?) mostra 0 sesino vetor delccameniojuntoa um vetoc que €antpureelo a ‘le (origem e pot invertides) ede cemprimmento diferenie. * Ot dnt een” ny eg nase as gine ade d(T) "Rtgs don orto Cetin eons mao (1) * Alpi quai €or ST) “| Se dots veloresdeslocamento ttm a metma oreniagto,como mostadona igi y 1a 1, lee so paral. Se este orientagos pot como mestado na Fgh \ a 1 hs eo antipasselo, So dois veers la oma, agate eocnlagho igus sexes gu cladlolpiai Crficmente Ltosigntin pccies Unomeare Goaiprimenis¢ ako parables ents ot Urn vetor pode se: deseahedo-em diferenies % WN Fositen dee gr oc deseahdo Coie magune conc (Guten de) coon { orirnacio cori, Assim tds os vtores Ga igura Io s0 iguas, Alem diss, \ ‘etoresnto dependem dostema ce coordenadas usd pra reprsenitos(exceto s See ere eee coe macerated : ‘oordenddor mutisenante poepedicaares formar wo eared covtoares ADIGAO E SUBTRACAO DE VETORES PNT 9 eee eee: rmapritaes c orentagbes slo as mesmo’. ‘Suponhe que voc® decida caminhar por uma trilhaatravésde uma floresta. A Figura Todos os vetoes desta figura se igus 1-5 mostra seu caminho, mavendo-se de panto P, para um segundo ponto Pe, de= pois, para um torceiro ponto P.O vetor A representa seu deslocamento de P, para P,, ‘enquanto B representa seu deslocamento de P, para ?,. Note que estes vetores deslocamento deperdiem apenas dos pontos terminais, endo do carninhe es¢o Ihido.Seu destocamento eft de P, para P;€ um novo veto, indicado por € na figura, e é chamade de soma dos dois deslecamentos sucessivos A e B Gaa+k 14 -Asoma de dos vetones &charnada de soma, soma vetora, ot resultant (Osinal demais na Equagio 1-1 se reforea um procsso chamado de soma tetera. Encontramos soma usando um método geometric qu leva om ‘conta amas as magnitudes e a erientagdes dos qvantidades. Para somar dois vetonesdeslocamento graficamente, desenhamose segundo ver B com ‘ua origem na porta do primeiro vetor A (Figura 1-4). vetor resultant € enti, tragada ca arigem do primeira paraa ponta do segundo Este metodo de soma de votores ¢chamado de metodo geomettco ‘Ummétodo equivalnte de semorvetre,chamaco de método do paral: logramo, quer aie se desenhe B com acrigem concidindo coma origem de A Figura 17). Uma diagonal do parlelegrame formado por Ae B forma C, come rmontradona Figura 1-7. Como vege pede yer na figura. nto fazdiferenga aercem em aque somamos om Voces: 106, AB Assim, soma vetorial cece le omitatva Para somar mais de dois vetores — por exemplo, A, # e€ —primeiro somamos dois vetores Figure 18) ¢ depois somameso teria Seto a0 vetor soma dos dois a Ea FIOURA +6 Miedo geomiircode Fleuma 1-7 Naododo Seva de vetoes, prtlsiogrme de wma de vetoes Fro umA 1-9 Asomaveterl éassciatva Iso (A+ B)+E- A+ (6-6). primeicas. Aordem em que os yetores sio agrupados antes da soma no importa; Iso 6 (A+B) +C = A+ (B +O) Isio mostra que, como na adigao de niimeros or ‘mus, a soma veforig 6 associativa Seas vetores A e B sto iguais em magnitude e npostos om orientagan, ent200 vetoe E=A+Bé um vetorde magnitude zero. Isto pode ser mostrado usando o método sgeométzico da soma vetorial para construir graficamente a soma A +B. Qualquer Yetor de magnitude zero ¢ 0 chamedo velor zero, 6. A orientagio de um vetor de ‘magnitude zev0 nao tem significado, de forma que neste livro nao utilizaremos no- taco vetorial para o vetor rero. Isto, atilizaremos 0 em vez.de 0, para denotar 0 vetor ze10. Se A+B = 0, entao se diz que B ¢ onegativo de A, vice-versa, Note que B 6 o nogativo de A se B tem a mesma magnitude de A, mas sentido oposto. Onegativo de A é eserite como ~A ¢, se A+B = 0, entio B~—A (Figura 1-9). Para subtair o vetor B do vetor A, some o negative de B com A. O resultado & E=A B= A+ (-B) (Figura 1-102), Um método alternativo para subtrais B de A é somar B aambos os lados da equagio C = A ~ (~B) para obter B + € = A, edepois graficamente somar B com C para cbter A usando ométodo geométrico. sto & feito primeico desenhando Ae B como na Figura 1-100, e depois tragando € da ponta de B paraa ponta de A. {63 H+62% © Modus ltecnativos Moaiaa o,vetores 15 ser que A eB tenhama x orlentagdo. Isto € € implica = A+B, ArB mo ragubtalr vetores. Sa C= A~ Bi. Paracuer €,somamos—Ba A. (6) Paracbxer C, e primeira dest ® «que somamosa para obter A Seu Deslocamento \océcamina 300m parao lste depois (0 km para o norte. Determineseu deslocament resuitante somando graicamente estes dois wetores deslacament, SITUAGAO Seu desiocamento ¢ o veror que se crigina em sua pesigo nical e tem a ponta ‘em sua posici final Vec# pode somar os dos desiccamentos individuals graficamesve para fencontiaro deslecamenofesultante- Para agar com preciso a resultant, vec precise user uma scala, digamos, um en do desert = Lika nosole. SOLNGAO 1, Fags A eB represertarom deslocamentos de 30 km para oleste «do400 km parao norte, respectivamente« faga C ~ A + B. Desenhe A eB com a rigem de B na ponta de Ae € 6 wagado da origem de A para porta de B (Figura 1-12) Use a escala Ye = 1 km, Inca ‘ebos indicando os sertidos pare onostee para o Teste. 2 Deteming« mogpitede «a eren- —Ascta que rpreente@ em 50 cm de comps tagio de € usando seudagrara, «ment, ce mundo quea magnitude de C € de 300 tseal Tem =1 kx, cum transfer Km Acrietago Ue C apentaaproximadarente oon 255" pa neredo ise Ae B coma mesma origen. Ent, C€0 ver Conceitual 16 cariruco CHECAGEM Adistinciapesconida éde3,00km + 400k ~ 7,00 kme e magnitude do des locamento fetivo ¢ de Sk. Isto &consstente como addgio “a distancia maiscurtxeniedois ppontos Cuma linha reta”.Ademais, 2c vocé viaje km para lets e4 km para onocte, voce eve eoperar estar um pouco mais do que 45" ao norte do leste do sea ponte de partida INDO ALEM Um vetoré descrita por sun magnitude © erientacdo, Seu deslocamento resul- tate portant, 1m vetor des, 00 kde comprimentoe uma orientacaodeaproximadamente SB" norte do lest. MULTIPLICANDO UM VETOR POR UM ESCALAR Acspressio 34, onde A é um vetorarbitrério,represontaa soma A + A+ A+A+A=3A, (Da mesma forma, (A) + (-A) + (-A) = 3-A) ~ ~3A) geralmente, 0 vetor A multiplcado pelo escalar s €0 vetor B= 2A, onde B tema magnitude s/A. B tem a mesma orientagto de A se s€ positivo e tem a orientagao contriria ses € negativo. As climensbes de sso as de s multiplicadas pelas de A, (Por extensdo, para dividir A pelo escalars, voet multiplica A poc 1/5) COMPONENTES DE VETORES Podemos somar ou subtrais vetoresalgobricamente se antes desmem- ‘brarmos os vetores em stias componentes,\ componente de um vetor ‘emuma dada orientacioéa projecio do vetor sobre um exe comessa corientagdo, Podemos encontrar as componentes de um vetor baixando linhas perpendiculares das extremidades do vetor ao eixo, como mos frado na Figura I-12. O proceso de encontrar as camponentes 5,9 € = de um vetor échamado de decomposicio do vetor em stas compo- ‘nentes. As components deur vetor 20 longo das orientagSes*x, ye, ‘tusteadas na Figura 1-13 para um vetor no plano xy, slo chamadas de ‘componente retangulares (ou cartesianas). Note que as componentes de um vetor dependem do sistema de coordenados usado, apesar do vetor, ele proprio, ndo depender demos usar a trigonometria do tidngulo rengulo para encon- trar as componentes retangulates de tim veter. Se #€ 0 Angulo medt- dono sentido anti-horério®, do sentido +r para osentida de A (veja 4 Figura 1-13), entio A,= Acost Ww COMPONENTE x DE UM VETOR 13 COMPONENTE y DE UM VETOR onde A €a magnitude de A Seconhecercs A, A, podemas encontrar o Angulo @ partir de A sano = rm ca mngnitade A wsando tore de gras: aR bse Eran am psp denn en fri “pte a wht nang ig pi sd ‘tusemestun ets expo de vt ap do odo data de a dng ei ct (os tage rb Se peg warring be pean npn + Drea “yma moses conome nade rose antec FiounA 1-72 Acomponentede um ‘olor ao longo do dotermrvd orintagdo& igual A rsagytade do vetor vanes o conse dp anguloente a orintaio do vetore 3 ‘rientagdo em questo. Acomponente do vetor 4 ao longo da orientacao +5. ‘Acc peitvo. A componente do vetorB 20 iongo dacricnagie *3B,,c 6 negative, on 8 UNA 4-19 Arcomporenies etangulates de um veto 0 0 etcr a crietaghe 1,0 ingula& postive se aedida no setido ‘rientagio +, cam mestrado glo erie erentgdo hori a parti ds N x 20m we E s Em trés dimensoes, A= VATA A: sb ‘As componentes podem ser positivas ou negatives, A componente de win vetor < postva sea coorderda x de uma formiga gue caminha da erger para pont Gi vejor aumenta. Assim, se aponta no sentido positive de enti A, € postiv, ‘ese A aponta no sentido negative de x entao A negtivo, i importante notar quo, na Equagao I, a fungio inversa da tangonte (reo tan- gents) de valor muliplo. Este aspect exclarecido no Exemplo 19. PROBLEMA PRATICO 1-6 ‘Um automvel viaja 20 ka no sentido de 30,0" para norte do oeste-Faca o sentido +3 apontar para aleste eo setico + apontar para. norte comamna Figura I-14, Encontre as ‘Compenentes.xey do vetor deslocamento do autor ‘Uma ver decomposto um vetor em suas componentes, podemes manipular as componentes individuais. Considere dois vetoes A eB no plano xy. As com- pponentas retangulares de cada vetor @ as da soma C= A+B ostao mostradas na Figura 1-15, Veros que as componentes retangulares de cada vetor e as da soma C= A+B sio cquivalentes as duas equagées de componentes A+B, 160 6b Em outras palavras, a soma das componentes x ¢ igual a componente x da resul- tante, ea soma das componentes y ¢ igual a componente y da resultante, © angulo ‘ea magnitude do vetor resultante podem ser encontrados usando as Equagbos 1 1-5, respectivamente. 7 3e | carivusos Mapa do Tesouro ‘Yoo est trabathando en um sort topical, eestapreparand um ativtnde de caga a tess para es hospodes Voc recebeu um mapa e instrughes para seguir suas inicacoeseenterrar lum “tesouro” em dado locl.Yoc€ nao quer perder tempo caminhando pee tha, porque pre- ‘ss conclu logo a tarefa para irsucfa As indicates so as de caninhar 3,90 kn aportando para 600" anorte do lest e depois 400 km apontande para 400 a norte do oeste- Pore onde ‘ore deve epontar e quanto deve camiahar para concluirrapidamente a trea? Encentse& epost 2) praicamente (8) usando componentes. SITUAGAO Em ambos o& caso voct peciea encontrar cau deslocamento rorultante, Na Parte (@), seo métedo gocmétrice re soma de vetores eencontre graficemente¢ vetor resultant ‘Vos pace fa-io Gesenhancocada deslacamento emeseal e depois medina deslocamento resaifntecretamtenteem st desenho, Na Parte (2), voce precisa decompor os vetores em ‘suas componentesindWiduals e depots usi-as para encontrar odeslocamento resultant, SOLUGAO (@)1. Deseahe,em escala a soma vetoral Figura 1-19, Pimeiro, trace os eos coordensds com osentido + apontando para o lente o sentido +y apontando pars o norte: De ‘eis, partndo da origom, desenhe o primeira vetor desoeamento A com 3,00 em de fomprimento 3 para 60,0" so norte do lst. Partindo da pontade A, desonhe ‘segundo vetor B, com 411} em do comprimento e apanvardo para 4D)0° ao norte de ‘cess (Voce precisars de um, ransferdon para mecir os Sngulos.) Depo, taceo vetor tsulkante C da origem de A para a ponta ce B 2 Maca oangulo de €, Usando um tarsferidor, mega o Angulo entre sentido de E eo sentido + wn ara reolver unde components chame de Xo primero dilocmen: A, tbe escola oseigo de rx apontanco para 0 lente eo nia ce +9 spontando para norte. Oxtermine A «A, com ae Esungdes 1-2 © 1 2. Da mesma formu, deernine es comporenuesdo segundo delocanerto, BO angulountrcosentida de B eo sentido de Px Vale 1800" ~ 40.0" = a0" 5. Ascomponentesclo deslocamento wsuitante = A +H sfoencontradas ‘efetaando as soma: 4. O teorema de Ptagorasfornece a magnitude de C: (300m) cos60" = A, = (300 km) sen60” = 260 km B= (400m) cost40 B, = (4.00 em) son 40° = CA, +85 > 4, +B, ~ 2@ km +257 km = = Che = (-150km? Rico em Contexto sede apredmadamane SAD er ra, «magnitude do desoeamerto resutarie € centre eosentido para vesteé aproximadamente igual a 732" Ent, veo devecauinhar 540 ko no sentido de TE panos OR 150 km km ~ 306m = =1,56 km Sa? km (SAT kent = 292k? 4. Araiiorive C0 6 igual tangente do ingot ete C eo setido esto de Tea culo, aise valor equecdo pode ser 13" maior {ee valor que sus calculaors indica paras hacer da ger Sc = tanr(-330) 732° + 180") os +107" 6 ComoG, é positive C,é negative, escolhemos o valor de do segundo TOF no sentido ant Rorison puri GoTo ‘quadrant: sal Taz anorie doceste CHECAGEM © pasco-d da Paste (2) da magnitude de 540 hm eo pasto 6d 0 sentido de 732° para.o norte do cote. Isto concorda com os ovultados da Part), deni da precsS0 ddenotea medida, INDO ALEM Para especficar um voter, voce precisa especifcar ou a magnitude ¢ 3 orien ‘aglo, ow as duas componentes. Neste exemple, a magnitude ea orientaca foram pedidas | explictamente. VETORES UNITARIOS Um vetor unitério ¢ um vetor adimensiona! de magnitude exatamente igual a 1. 0 votor A= A/A é um exempio de um vetor uniténio que aponta no sentido de A.O. circun‘lexo indica que ele é um vetor unitiio, Votores unitsries que apontam nos sentidos positives , ye z 380 convenientes para expressar vetoresem termos de stas componentes retangulares, Estes vetores unitérios sfo usualmente escritos como i. jek, respectivamente. Por exemplo, o vetor A, tem ¢ magnitude/AJ e aponta no sentica de +x se A, € positive (ou no sentido de -x se A, é negativo). Um vetor qualquer A pode ser escrito como soma de trés vetores, cada tim deles paralelo a lum eixo coordenade (Figura 1-17) RaAl+ajrak w soma ik verme o8p oy ect en vrros Gow verren als AsB-(Ai tar ad) + (Bit af + Be) = (A, + B)i+ (4,48) + (A+ ADE 18 [As propriedades gorais dos vetoes extioresumidas na Tabela 1-4 PROBLEMA PRATICO 1.7 Dados ox vetors A = (4,00 mil + 6,00 m)f © = 2.00 mi ~(3,00 m)j, enconte (a) A, WBOABe@MA-B. Tabelat-400 5 » Fe URA 4-17 (Os vetwes untiios EFekom um sistema de coonderadas retangulares (0) vetor A om temo dos vetonsuniurios A= Ai a) rAk Representagso em Propriedade _Explanacao Figure Componentes Igualdade A=Bsse\A) =|B) ¢ seus sentidos a A= B, coincidem VI 4-8, a28 Adicio Gnas & CA +B, S GHATB cn ate 7 Negativode T=-BeelB)~|Aleseussentdossso imvacr oposts Subtigto 6-4-8 watgiense: Feed enna Relea’ porumescilar —omesmnoserttia de Ave s@ postivo ou =A ses énegativo 20 | cariruco O Segundo Bissexto de 2005 (©ano de 2005 foi mais longo — por exatamente um segundo, conhecido oficialmente como “segundo bissexto”. Este ajuste fol necessario para sincronizar dois sistem de registro do tempo, um baseado na rotagio da Terra ¢ o outro baseado em im se- lecionado grupo de relégios atémicos. ‘Ao longo da histéria, 0 registro das horas tem sido relacionado a posigio do Sol ‘no céu, um fator determinado pela rotagao da Terra em tomo de seu eixoe ao redor do Sol. Este tempoastronémico, ehamado.agora de Tempo Universal (Universi! Time, UTI), supunha que a taxa de rotagio da Terra era uniforme. Mas, a medida que me todos mais precisos de medida foram desenvolvidos, tornow-so evidente que ocor- rom ligeirasirregularidades na taxa de rotacio da Terra, Isto significou que também poderia ocorrer alguma veriagdone unidade-padrio cientifica de tempo, o segundo, desde que sua definicao — (1/60)(1/60)(1/24) do dia solar médio — Gepentiia do tempo astrondmic. Em 1955, o Laboratdrio Nacional de Fisica da Gra-Bretanha (Nationa! Physical Labo- tory) desenvelveu o primeiro relégio atomico de césio, um dispositive de preciso ‘muito maior que qualquer rel6gio até entio existente.O rogistx0 do tempo podia agora ser independente de observagies astronémicas ¢ uma definigio muito mais precisa cdo segundo podia ser dada com base na freqiigneia da radiagdo emitida na transicdo centre dois niveis de energia do étomo de eésio-133. No entanto, o mais familiar UTI ‘continua sendo importante para sistemas fais comoa navegacaoea astronomia, AS- ‘im, ¢ importante que.o tempo atomico eo UTI estejam sincronizades. Deacordo com 0 Laboratério Nacional de Fisica da Gri-Brotanha, “Asolucio ado- tada [para a sincronizagio] foi ade construir uma escala at mica de tempo chamada ‘de Tempo Universal Coordenado (Coontinated Univeral Time, UTC)... comoa base de registro internacional do tempo. Ela combina toda a regularidade do tempo atémico ‘cam muito da conveniéncia da UTI, e muitos pafses a adotaram como a base legal de tempo" * © Bird Intemacienal de Pesos e Medidas em Sevres, na Franca, recolhe

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