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28/06/2016

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BPMN2.0 Manual

BPMN2.0

Manual

28/06/2016

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Segundaedição Ediçãodigital ©ExtraídocompermissãodeBPMN2.0ManualSecondEdition
Segundaedição
Ediçãodigital
©ExtraídocompermissãodeBPMN2.0ManualSecondEdition
2012Cheiointernacionaisdecopyright.PublicadoporestratégiasfuturasInc.EUAwww.FutStrat.com

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©ExtraídocompermissãodeBPMN2.0ManualSecondEdition
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BPMN2.0Handbook Segundaedição:atualizadoeampliado Métodos,conceitos,estudosdecasoeNormas
BPMN2.0Handbook
Segundaedição:atualizadoeampliado
Métodos,conceitos,estudosdecasoeNormas
inBusinessProcessModelingNotation(BPMN)
Prefáciode
Dr.BrucePrata
Publicadoemassociaçãocomo
WorkflowManagementCoalition
18anosdeliderançadepensamento­Process
Editadopor
laynaFischer
FuturoStrategiesInc.,DivisãoLivro
LighthousePoint,Florida
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BPMN2.0ManualSecondEdition:EDIÇÃODIGITAL Copyright ©
BPMN2.0ManualSecondEdition:EDIÇÃODIGITAL Copyright © 2012 by Futuro Strategies Inc. DIGITALEDITION ISBN­13:
BPMN2.0ManualSecondEdition:EDIÇÃODIGITAL
Copyright © 2012 by Futuro Strategies Inc.
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EDIÇÃOIMPRESSA: ISBN­13: 978­0­9849764­0­9
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dedaitor, exceto no caso de breves citações incluídas em artigos críticos e
rever.
Palavras­chave:
1. Business Process Modeling Notation. 2. BPMN 2.0 Standard 3. Tecnológico
Inovação. 4. Gestão de Processos de Negócios. 5. Processos de Negócios Tecnologia.
6. Mudança Organizacional 7. Sistemas de Informações Gerenciais. 8. Prática Escritório
Automação. 9. Business Process Technology. 10. Comércio Electrónico. 11. Processo
Análise
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Índice

FREFÁCIO

7

DrBrucePrata,BruceprataAssociates,EUA

INTRODUÇÃO

9

LaynaFischer,FuturoStrategiesInc.EUA

SECÇÃO1­GuiaparaBPMN2.0AspectosTécnicos

NEWCAPABILITIESPARAPROCESSOMODELINGINBPMN2.0

17

StephenA.WhitePhD,InternationalBusinessMachines,eConradBock,

InstitutoNacionaldePadrõeseTecnologia,EUA

NEWCAPABILITIESPARAInteraçãoMODELINGINBPMN2.0

31

ConradBock,InstitutoNacionaldePadrõeseTecnologia,EUA,e

StephenA.WhitePhD,InternationalBusinessMachines

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ANALYTICSPARAPESEMPENHOOPTIMIZATIONDEBPMN2.0BusinessP5R5OCESSES

RobertM.Shapiro,OpenText,EUAeHartmannGenrich,GMD(aposentado),

Alemanha 71 MAkingABPMN2.0MODELOEXECUTABLE LloydDugan,BPMN4SCA,EUA,eNathanielPalmer,SRAInternational, Inc.,USA
Alemanha
71
MAkingABPMN2.0MODELOEXECUTABLE
LloydDugan,BPMN4SCA,EUA,eNathanielPalmer,SRAInternational,
Inc.,USA
BPMNEXTENSÃOPARASOCIALBPM
93
PieroPaolo,MarcoBrambillaeCarmenVillegas,PolitecnicodiMilano,
Itália
ADMISSIONPROCESSOOPTIMIZATIONCOMBPMNEOSCO(CASEST1U0D5Y)
JackXue,UniversidadedeButlereConsecoServiceLLC,EUA
ADDRESSINGSOMEBPMN2.0MISCONCEPTIONS,FALLACIES,ERRORS,OUSIMPLICA
PRACTICES BAD
113
DenisGagné,Trisotech,Canadá
REFACTORINGBPMNModelos:FROM'BADSmells'TOBESTPRACTIC1E2S5EPATTERNS
DariusSilingaseEditaMileviciene,nenhumamágica,Lituânia
SIMULATIONPARABEGÓCIOSPROCESSOMESTÃO
135
JohnJanuszczak,Diretor,maximus,EUA
151
COLLABORATIVEATIVIDADESINsidePOOLS
MicheleChinosi,CentrodeInvestigaçãodaComissãoEuropeiaJoint,Itália
BESPOKEENterpriseARCHITECTURE:TAILORINGBPMN2.0USANDOCONFORMANCEC
dasRAPARIGAS
165
DennisE.Wisnosky,GabinetedoChefeGestãodeDiretorAdjunto,
DepartamentodeDefesa,eMichaelzurMuehlenPh.D.,Centrode
InovaçãodeProcessosdeNegócios,StevensInstituteofTechnology,EUA
SECÇÃO2­GuideaoimperativodenegócioparaBPMN
BPMNEBEGÓCIOSSESTRATÉGIA:ONESIZEDOESNOTFTIUmLL 177
LionelLoiseau,ProcessoBNPParibasPersonalFinance&PerformanceAna­
lystandMichaelFerrari,Analyst,France
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2012Cheiointernacionaisdecopyright.PublicadoporestratégiasfuturasInc.EUAwww.FutStrat.com
v

TCAPAZDECONTEÚDO

BPMNPARABEGÓCIOSProfessionals:MAkingBPMN2.0F­OPARAFULLBEGÓCIOSU

189

TobiasRausch,HaraldKuehn,BOCAG,MarionMurzek,BOCGmbH,

SE

ÁustriaeThomasBrennan,BOCLtd,Irlanda

BESTPRÁTICASGRIENTAÇÕESPARABPMN2.0

JakobFreundeMatthiasSchrepfer,serviçosCamundaGmbH,Alemanha

HUMAN­ReadableBPMNDIAGRAMS

ThomasAllweyer,Professor,UniversidadedeCiênciasAplicadasdeKaiserslautern,

203

217

Alemanha

BEGÓCIOSPROCESSOINTEGRAÇÃOEMUMDEFENSEPRODUTO­FOCUSEDCOMPANHIA

(ESTUDODECASO)

KerryM.Finn,chumboEnterpriseSOAeJ.BryanLail,arquiteto­chefe,

RaytheonCompany,EUA

BPMNUSEDPORBEGÓCIOSProfessionals:ANIN­PROFUNDIDADEREFLECTIONON

233

OSWISSFOITT BPMCOMBPMNBY

BOC:ChristianLichka,DianaBoudinova;

FOITT:JochenSommer,FrankWittwer

MULTI­facetadaBEGÓCIOSPROCESSOMODELING

MarcoBrambilla,PolitecnicodiMilano,eStefanoButti,WebModelosSrl,

Itália

243

253

SECÇÃO3­ReferênciaeApêndices

REFERÊNCIAGUIA­XPDL2.2:INCORPORATINGBPMN2.0PROCESSO

MODELINGEXTENSIONS

267

RobertM.Shapiro,ComitêTécnicoWfMCCadeiraXPDL,EUA

XPDLIMPLEMENTATIONS

281

BPMN2.0SUPPORTINGORGANIZATIONS

285

BPMN2.0GLOSSÁRIO

287

AUTHORS'APÊNDICE

291

INDEX

301

FUTRASRECURSOSERUBRICA

305

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nós
BPMN2.0Manual2 nd Edição Introdução LaynaFischer,FuturoStrategiesInc.EUA De autoria de membros da WfMC, OMG e
BPMN2.0Manual2 nd Edição
Introdução
LaynaFischer,FuturoStrategiesInc.EUA
De autoria de membros da WfMC, OMG e outros participantes­chave no desenvolvimento de
BPMN 2.0, o BPMN2.0ManualSecondEdition reúne indústria de pensamento líderes
e especialistas internacionais. Seguindo o corpo inovador do trabalho no BPMN2.0
Handbookprimeiraedição deste livro é expandida com conteúdo novo substancial e
capítulos atualizados com os últimos avanços nesta importante padrão.
Os autores examinam uma variedade de aspectos que começar com uma introdução do que é novo e
atualizado em BPMN2.0 e olhar atentamente para os intercâmbios, melhores práticas, análise,
conformidade, otimização, coreografia e mais de uma perspectiva técnica.
Os autores também abordam o imperativo de negócio para adoção generalizada do padrão
examinando orientações sobre melhores práticas, estratégia de negócio BPMN ea interface humana
incluindo estudos de caso da vida real. Outros capítulos críticos abordar os aspectos práticos da
fazer um modelo executável BPMN ea análise cronograma básico de um modelo BPMN.
FREFÁCIO
Bruceprata,Principal,BruceprataAssociates
O 2.0HandbookBPMN ilustra esta diversidade de interesse no novo padrão. em adi­
ção à discussão de características técnicas BPMN 2.0 de, temos exemplos de sua aplicação em
empresas e governo, sua relação com SOA e execução do processo, e sua adequação como
ferramenta de comunicação business­legível. Nós também temos muitas sugestões de como BPMN
poderia ser estendida, melhorado, ou aprimoradas para atingir os objetivos mais amplos de
processos gestão. de negócios
SECÇÃO1­GuiaparaBPMN2.0AspectosTécnicos
NEWCAPABILITIESPARAPROCESSOMODELINGINBPMN2.0
StephenA.WhitePhD,InternationalBusinessMachines,eConradBock,
InstitutoNacionaldePadrõeseTecnologia,EUA
Este artigo introduz novos recursos em diagramas de processos no Modelo de Processos de Negócios
e Notation (BPMN) Versão 2.0. Um companheiro papel introduz novos recursos em interação
diagramas ção para BPMN 2. BPMN fornece uma visão de processos (como as coisas são feitas) com
fluxogramas adaptadas para processos de negócios e interações. BPMN 2 expande a capacida­
laços de diagramas de processo 1.x e colaboração BPMN, e acrescenta diagramas coreografia para
modelagem de interação de negócios. O trabalho focaliza as novas capacidades de modelagem de
pdreoBcePsMsoNs2 e assume familiaridade com versões anteriores do BPMN.
NEWCAPABILITIESPARAInteraçãoMODELINGINBPMN2.0
ConradBock,InstitutoNacionaldePadrõeseTecnologia,EUA,e
StephenA.WhitePhD,InternationalBusinessMachines
modelos de interação captura como as empresas interagem com os clientes e cada um dos outros
produtos para pro­ e serviços Vide. Modelos são necessários para chegar a acordos sobre o que será
fornecida a quem e quando, e a reunir os requisitos e conhecimentos em um lugar por um
negócio de sucesso. A tendência de combinações de produtos e serviços aumenta
a complexidade das interações além da capacidade de processo de negócio convencional modelo­
ing idiomas. modelagem de processos convencionais normalmente se concentra em partes internas
modelos de negócios. de interação esconder os aspectos de propriedade de processos de negócios, enquanto
eaxsppoecntdoos onsecessários para a interacção. Eles podem se adaptar a interacções complexas entre
nas muitos cadeias partidos, de fornecimento. como
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INTRODUÇÃO

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ANALYTICSPARAPESEMPENHOOPTIMIZATIONDEBPMN2.0BusinessPROCESSES

RobertM.Shapiro,OpenText,EUAeHartmannGenrich,GMD(aposentado),

Alemanha Nós descrevemos uma nova abordagem para a melhoria de processos baseados na utilização tiques
Alemanha
Nós descrevemos uma nova abordagem para a melhoria de processos baseados na utilização
tiques combinada e simulação de estatís­ para estudar os aspectos estruturais dos modelos de processo. Os esforços
psiamssualadçoãsopfaorcaaduasaerm otimização de recursos levaram a alguns sucessos significativos quando
juntamente com a tecnologia de gerenciamento da força de trabalho de agendamento, mas essa
asibdoordpaagretimcunlaãromteenmte bem sucedido em fazer melhorias estruturais nos processos reais.
A dificuldade de preparar horários satisfatoriamente detalhados, combinada com a estrutural
complexidades introduzidas em especial pelo evento e de estruturas de loops em BPMN, re­
Quires um novo olhar para o problema.
MAkingABPMN2.0MODELOEXECUTABLE
LloydDugan,BPMN4SCA,EUA,eNathanielPalmer,SRAInternational,
Inc.,USA
A própria noção de um modelo BPMN executável pode gerar reações muito diferentes. Num
lado, fornecedores e implementadores de BPMS pode concordar, já que a maioria das plataformas
BexPeMcuStar modelos representados por BPMN. No entanto, o seu acordo desmente o uso significativo de
lógica embed­ de negócios ded e extensões proprietárias para fazer modelos executável. modelagem de
perrso,cnesoseontanto, podem questionar se tornando um modelo executável BPMN é mesmo a pena
processando. FINALIDADE Eles podem argumentar que o uso adequado de BPMN envolve outros fins que não
simplesmente criando aplicações de BPMS. No entanto, esta posição muitas vezes resulta de uma
para falta de o que reconhecimento faz com que os modelos executável, que envolve conceitos técnicos talvez de pouca in­
teresse para os puristas de modelagem. O que é muitas vezes perdida no "modelo puro" versus
modelo "executável "argumento, no entanto, é que as mesmas técnicas que tornam modelos BPMN executa­
ble pode de fato fazer modelos melhor.
BPMNEXTENSÃOPARASOCIALBPM
PieroPaolo,MarcoBrambillaeCarmenVillegas,PolitecnicodiMilano,
Itália
O sucesso das redes sociais tem demonstrado a centralidade de interações on­line
entre as pessoas e a importância das comunidades de prática, em que os usuários podem interagir
com os prestadores de serviços e entre si, para serem informados, partilhar experiências e
expressar a sua opinião sobre a qualidade de um serviço. Vários estudos e análises têm
strated demonstrado as vantagens que esta "socialização" da experiência on­line dos usuários, para custom­
ers, cidadãos, ou empregados, irão transitar para o ambiente corporativo. Esta tendência é al­
pronto no lugar em vários cenários de negócios sob a definição ampla de "Enter­ social
prêmio "ou" Enterprise 2.0 ". Um exemplo específico deste estabelece nas mudanças no paradigma
de Business Process Management, de "fechado" para "aberto e social". Isto é conhecido como
BPMsocial e engloba a capacidade de integrar as vantagens de interações sociais
com o valor conhecido de definição do processo empresarial e melhoria.
ADMISSIONPROCESSOOPTIMIZATIONCOMBPMNEOSCO(CASESTUDY)
JackXue,UniversidadedeButlereConsecoServiceLLC,EUA
O Business Process Modeling Notation (BPMN) é um padrão cada vez mais importante para
desenho de processos de negócios e otimização e tem desfrutado de altos níveis de atenção em aca­
pesquisa académico e prática de negócios. Neste trabalho, as experiências são compartilhadas de
uqumeporuojseotode BPMN para projetar e otimizar um processo de admissão online. Este processo é opti­
mizados com um quadro da linha Stochastic Combinatória Optimization (OSCO) que
escolhe um subconjunto de solicitações de entrada de tal forma que a receita do prestador de
imized. serviços A é decisão max­ de admissão é baseado em uma estimativa de tempos de serviço 'pedidos, ea
benefícios associados servindo estes pedidos dentro de sua qualidade de serviço (QoS) limites
no que diz respeito aos recursos de sistema limitados. distribuições históricos são utilizados para
­Tomada ajudar na de. deci­ Experimentos demonstraram a eficácia do processo de admissão.
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INTRODUÇÃO

ADDRESSINGSOMEBPMN2.0MISCONCEPTIONS,FALLACIES,ERRORS,OUSIMPLICA

PRACTICES BAD

DenisGagné,Trisotech,Canadá

modelagem de processos de negócio usando BPMN requer pelo menos dois corpus de conhecimento:

ing Modelo­ conhecimento e conhecimento BPMN. conhecimento BPMN, sem uma subdeclaração de base

conceitos e princípios de modelagem, provavelmente levará a menos de processos de negócios útil

els, mo­ enquanto o conhecimento indevido de regras BPMN e melhores práticas, não vai levar a mais

modelos de processo úteis. Este capítulo aborda a questão: o que são modelos? Em termos gerais, nós usamos o termo modelo para se referir a qualquer conhecimento estruturado que reflete com precisão e / ou nos afajuzedraoasentido de nosso contexto envolvente (termo "mundo" ao invés de "contexto" é mais frequentemente usado em discussões formais). existem modelos tanto internamente como modelos

mnaelnmteanisteeceoxmteornaarstefatos. Esses artefatos pode assumir muitas formas: textos escritos, planilhas,

ções, equações diagramas, etc. Embora estes diferentes tipos de modelos variam muito em sua forma e

função, todos eles compartilham certas propriedades desejáveis.

REFACTORINGBPMNModelos:FROM'BADSmells'TOBESTPRACTICESEPATTERNS

DariusSilingaseEditaMileviciene,nenhumamágica,Lituânia

BPMN já é reconhecido como defacto padrão para modelagem de processos de negócio. Como­ nunca, ele ainda tem um longo caminho para aumentar a maturidade de modelagem de processos Tice. de negócios Os elementos tica de linguagem e notação são descritos na especificação do BPMN, ilustrativo exemplos BPMN são dadas em um documento suplementar. A linguagem e estilo básico

orientações já estão cobertas de livros BPMN. Apesar disso, na prática, a maioria dos negócios modeladores de processos fazer um monte de erros que fazem seus modelos BPMN mais complexas,

"

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ddiefíecneitsender e manter. De acordo com o velho ditado, é estúpido para não aprender com seus próprios erros, é sábio aprender com os erros de outros. " Portanto, é importante compreender os erros comuns e seus indicadores que podem ser detectados automaticamente ou manualmente no modelo BPMN.

SIMULATIONPARABEGÓCIOSPROCESSOMESTÃO JohnJanuszczak,Diretor,maximus,EUA Este documento fornece uma visão geral de
SIMULATIONPARABEGÓCIOSPROCESSOMESTÃO
JohnJanuszczak,Diretor,maximus,EUA
Este documento fornece uma visão geral de simulação de processos de negócios, os tipos de
necessários informações para definir um cenário de processos de negócios com o propósito de simulação, e uma
ppraod­rão posou para a definição de cenários de simulação que é compatível com o negócio Pro­
cesso Modeling Notation (BPMN e Processo XML Definition Language (XPDL). O artigo
Também descreve como RESTful API serviços da web podem ser desenvolvidos para suportar o
Ao padrão. proporcionar um formato de intercâmbio padrão e / ou uma API padrão, vários artefatos actual­
atualmente disponível nos logs de eventos de sistemas de BPM poderia ser usado para gerar linha de
cenários base simula lação úteis na tomada de decisões operacionais e de endereçamento perto processamento
prazo questões, bem como a concepção processo a longo prazo.
COLLABORATIVEATIVIDADESINsidePOOLS
MicheleChinosi,CentrodeInvestigaçãodaComissãoEuropeiaJoint,Itália
Coreografias e conversas, introduzidas com BPMN 2.0, fará modeladores capaz de
descrever as interações entre os diferentes participantes, bem como troca de mensagens.
Fnrúemquereontseumfiecnietnete de participantes diferentes têm que realizar a mesma tarefa. Isto pode ser agora
claramente facilmente e representada usando BPMN 2.0. O BPMN 2.0 não especificar o uso de Lanes nem
seu significado. No entanto, Lanes são por vezes usados para especificar os papéis internos ou
departamentos mentos.
Neste contexto, pode acontecer que os modeladores querer representar uma atividade realizada por
diferentes papéis ou escritórios em conjunto (por exemplo, assistir à mesma reunião, escrita
cdoolcaubmoreanttivoa). dTealusmituação foi modelado medida usando Gateways fusão colocados
antes das atividades, mas este patch não resolve um problema relacionado. forças BPMN para
elementos desenhar dentro de limites de faixa. Isto significa que, pelo menos conceitualmente, uma atividade é
levar pelo sujeito que a pista contendo está ligado a, que não é necessariamente verdade.
Alguns experimentos revelou o quanto os meios para modelar essa colaboração interna é uma
característica desejável.
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INTRODUÇÃO

BESPOKEENterpriseARCHITECTURE:TAILORINGBPMN2.0USANDOCONFORMANCEC

DennisE.Wisnosky,GabinetedoChefeGestãodeDiretorAdjunto,

DepartamentodeDefesa,eMichaelzurMuehlenPh.D.,Centrode

InovaçãodeProcessosdeNegócios,StevensInstituteofTechnology,EUA

As agências governamentais têm de cumprir a sua missão ao ser fiscalmente responsável e tenção tenção foco no cliente. Compreender os processos das agências end­to­end e missão tópicos é essencial para garantir que os objetivos tanto de desempenho e conformidade sejam cCuamdaprviedzoms.ais, arquiteturas empresariais são usados para documentar negócio end­to­end operação ções e manter a conformidade com as regras e regulamentos. Enterprise Architecture cobre o criação de modelos analíticos ou prescritivas de organizações para entender, gerenciar ou mudar a empresa. Os modelos que descrevem diferentes facetas arquitetura são tipicamente

dasRAPARIGAS

organizados de acordo com os pontos de vista que eles descrevem, como processos, dados, regras e omrogdaneliozsaççããoo, entre outros. Para as organizações que se dedicam a vários projectos de arquitectura, uma organização sistemática desses pontos de vista é essencial; somente se os pontos de vista e sua rçeõpersessãeontcaoçnãsoistentes entre os diferentes projectos uma organização pode identificar de forma

cional eficiente e interfaces orga­ técnicas, simplificar as operações de cross­funcionais, e afirmar com­ apa­ a regras e regulamentos.

Uma série de obstáculos aos esforços arquitetura consistentes existem até à data: divergente pontos

diferentes de vista, quadros, múltiplos métodos de modelagem e interpretações inconsistentes de indicação métodos viduais. Este artigo relata o desenvolvimento de uma metodologia para a criação de modelos de arquitetura que está centrado em torno de BPMN e é baseado na noção de um comum vocabulário.

SECÇÃO2­GuideaoimperativodenegócioparaBPMN

BPMNEBEGÓCIOSSESTRATÉGIA:ONESIZEDOESNOTFTIUmLL

LionelLoiseau,ProcessoBNPParibasPersonalFinance&PerformanceAna­

lystandMichaelFerrari,Analyst,France

Em BPM, gostaríamos de conciliar a abstração orientada a gestão necessária para a plena captar a essência de um processo com a exaustividade e realismo que são essenciais para uma solução automatizada. Mas um tamanho não serve para todos!

Isso nos levou a desenvolver uma classificação dos diversos planos de modelagem de processos de

abordagem negócios e uma gradual, que visa definir como mover suavemente de um plano para outro.

Nossa classificação leva em conta os níveis exigidos de abstração, as notações de legado, eo número importante de modelos de processos existentes, bem como a contribuição do notação BPMN. Enquanto tradicional BPMN abordagens apresentam três níveis de modelagem processo ing, respectivamente descritiva, analítica e exaustiva, a nossa classificação conecta BPMN para

estratégia, indicadores, regras de negócios e riscos, e reparte­se mais a separação entre os modelos de processo gerais e modelos de processos organizados. Neste capítulo, pretendemos detalhar e justificar a nossa abordagem e nossa classificação, bem como explicar como eles são usados em nossa empresa. Também pretendemos lançar uma nova luz papel sobre do o analista BPM, uma posição emergente misturar várias habilidades, notações, e colabora­ ferramentas Orative.

BPMNPARABEGÓCIOSProfessionals:MAkingBPMN2.0F­OPARAFULLBEGÓCIOSU

SToEbiasRausch,HaraldKuehn,BOCAG,MarionMurzek,BOCGmbH,

ÁustriaeThomasBrennan,BOCLtd,Irlanda

Dirigindo­se aos usuários em toda a empresa é um dos principais objetivos do BPMN 2.0. Ao mesmo tempo "BPMN é obrigado a apoiar apenas os conceitos de modelagem que são aplicáveis a processos de negócio. Isto significa que outros tipos de modelagem feito por organizações de

"

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finalidade do negócio é fora do escopo para BPMN. Enquanto isso é compreensível quando se define

padrão, um é essencial para as organizações a ter suporte para cenários de BPM, como o trabalho

instruções, análise organizacional, processo de custeio, ICS / ERM etc. Este artigo mostra como BPMN 2.0 pode ser estendido com negócios conceitos relevantes para apoio às empresas­análise (por exemplo, a criação de relatórios de risco, atribuindo riscos / cIsosnotrsoelreásdpeamraontasrterfaadso).por olhar para diferentes cenários da vida real e como BPMN processamento

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12
INTRODUÇÃO es estão relacionados com organização de dados, recursos, informações, riscos e controles e permitindo
INTRODUÇÃO
es estão relacionados com organização de dados, recursos, informações, riscos e controles e
permitindo assim a análise de negócios ricos, geração de relatórios e simulação. Tem havido muita
discussão sobre a primeira carta de BPMN e este artigo ilustra como os usuários são oferecidos uma
padrão para descrever modelos e apoio do seu pedido de negócios­chave do processo nário
NARS.
BESTPRÁTICASGRIENTAÇÕESPARABPMN2.0
JakobFreundeMatthiasSchrepfer,serviçosCamundaGmbH,Alemanha
Na prática projetos de modelagem muitas vezes tendem a ser muito grande. Adotando BPMN 2.0
criação facilita a de modelos de processo para projetos de negócios e técnicos. No entanto, a criação de
modelos em grandes projetos de modelagem ainda não é uma tarefa trivial. A introdução de
orientações modelagem orienta e apoia projetos de modelagem. Este artigo apresenta uma abordagem para
estabelecer tais diretrizes de modelagem para projetos de modelagem individuais usando BPMN 2.0
notação como de modelagem. O artigo discute o conceito de diretrizes de modelagem e mostra porque
sua aplicação pode ajudar a aplicar BPMN 2.0 na prática. Uma estrutura para a criação de
orientações é descrito em pormenor. exemplos do mundo real ilustram o uso de modelagem guia­
linhas e constituem a eficácia das orientações sobre melhores práticas.
HUMAN­ReadableBPMNDIAGRAMS
ThomasAllweyer,Professor,UniversidadedeCiênciasAplicadasdeKaiserslautern,
Alemanha
Object Management Group publicou um documento não­normativa útil para BPMN
modeladores: "BPMN 2.0 por exemplo." Enquanto a especificação da norma BPMN descreve
Os diagramas BPMN, elementos, e seus significados, os exemplos documento fornece su­
gestions de como usar BPMN para modelar processos reais. O leitor pode obter in­ valiosa
pontos turísticos e dicas para sua própria prática de modelagem. Este artigo discute um dos
mE­oMdaeillosE,xoemplo de voto. O E­Mail Votação Exemplo descreve como um trabalho distribuído
grupo discute questões e os votos a eles por e­mail. Este processo foi utilizado durante o
desenvolvimento de BPMN. Os autores afirmam que "Este processo é pequena, mas bastante
c[.o
m],pElevxaoi
ajudar a ilustrar que BPMN pode lidar com processamento de negócios simples e incomum
es e ainda ser facilmente compreensível para os leitores do diagrama ".
BEGÓCIOSPROCESSOINTEGRAÇÃOEMUMDEFENSEPRODUTO­FOCUSEDCOMPANHIA
KerryM.Finn,chumboEnterpriseSOAeJ.BryanLail,arquiteto­chefe,
(ESTUDODECASO)
RaytheonCompany,EUA
Uma linguagem comum para a integração de processos em silos é um elemento significativo de
mtaanntoeiórbasvia e sutil. Uma vez que as organizações empresariais que tocam um produto ou execu­
ciclo de vida ção pode concordar com as primeiras prioridades em que uma integração mais estreita
épamrauiptorocdluarzairmbeennteefíicnidoso mensuráveis, então a linguagem processo comum leva imediatamente a
comunicar um modelo compartilhado entre a liderança e as partes interessadas. A partir daí,
mmoétdoedronsoe ferramentas levar a processos validados, os indicadores chave de desempenho que pode
monitorados ser durante a execução, o comportamento e as mudanças culturais, e os processos
automatizar executáveis que e paralelizar práticas legadas. Este artigo descreve como BPMN 2.0 pode promover
um equilíbrio de agilidade nos negócios e eficiência empresarial. A abordagem tem duas camadas
bonito para exe­ para uma empresa focada no produto, o que os autores chamam de integração horizontal e
vçeãrot.icOasl métodos e linguagem comum ao redor BPMN se aplicam a negócios internos operação
ções para qualquer empresa considerável; no entanto, a abordagem para a aplicação dos métodos
pparordauotos reais de uma empresa de defesa é diferente. Os benefícios duplos vêm de focando
a gestão da informação para aqueles produtos em ambos o espaço de batalha ou o negócio
espaço; Neste trabalho vai estudar ambas as áreas e entregar um tema comum para o BPI.
BPMNUSEDPORBEGÓCIOSProfessionals:ANIN­PROFUNDIDADEREFLECTIONON
OSWISSFOITT BPMCOMBPMNBY
BOC:ChristianLichka,DianaBoudinova;
FOITT:JochenSommer,FrankWittwer
A normalização é uma das principais vantagens da utilização de uma notação de BPM comum. A
npaecraesusmidaadneotação comum é reconhecido pelo ECH ­ um e­governo amplamente conhecido focado
Traduzidopara: Português Mostrarooriginal Opções▼

Traduzidopara: Português

Mostrarooriginal

Opções▼

Traduzidopara: Português Mostrarooriginal Opções▼

INTRODUÇÃO

associação que exige a utilização da notação de Business Process Management (BPMN) na sector da administração pública na Suíça. No entanto, devido à complexidade do BPMN, uma em profundidade ex­ante reflexo do seu foco de aplicação é crucial. Este artigo descreve o ex­ periências e os desafios de uma introdução baseada em 2,0 BPMN de Business Process Management mento no Instituto Federal Suíço de Tecnologia da Informação, Sistemas e das Telecomunicações

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ção (FOITT) em Berna. O caso business­oriented FOITT necessário um estreitamento da

complexidade de notação, reduzindo o conjunto usado de objetos e atributos e, assim, fazer modelos de processos de negócios business­utilizável e ­understandable permitindo ao mesmo

cenários tempo mais de aplicação. O artigo descreve os resultados de modelagem obtidos com o BPMN IT­solução em uso em FOITT ­ ADONIS pelo Grupo BOC [BOC, 2011] ­ e dá ainda mais in­

pontos turísticos em cenários de aplicação previstos, como o gerenciamento de fluxo de trabalho de
pontos turísticos em cenários de aplicação previstos, como o gerenciamento de fluxo de trabalho de
liberação, e gestão de a auditoria qualidade e de controlo interno (ICS / gestão de riscos). o desa­
safios de uma introdução bem sucedida de BPM em termos de estrutura organizacional, diretrizes e
melhores práticas, formação, etc. são discutidos.
MULTI­facetadaBEGÓCIOSPROCESSOMODELING
MarcoBrambilla,PolitecnicodiMilano,eStefanoButti,WebModelosSrl,
Itália
Transformar um modelo de processo de negócios na especificação, desenho e implementação de um
solução de software para execução do processo é uma tarefa não trivial: processos referidos pode ser
uma mistura de novas funcionalidades a serem desenvolvidas e interações com sistemas pré­
as existentes atividades e do usuário deve ser apoiada através de interfaces eficazes e viáveis, possivelmente
compatível com o estilo de identidade e interação visual de outras aplicações empresariais.
Além disso, os requisitos comerciais incorporada nos modelos de processo, bem como a
contexto técnico em que as aplicações subjacentes são implantados, estão sujeitas a evolução
ção. Isso pode causar problemas de alinhamento graves ao tentar manter o processo de negócio
ea aplicação em sincronia. Nós reivindicamos que os modelos de processos de negócios porsisó não
para são suficientes representar a complexidade de aplicações de software do mundo real que os implementa;
Por conseguinte, outras dimensões do projeto deve ser levado em conta na análise, projeto e
implementação de aplicações.
SECÇÃO3­ReferênciaeApêndices
REFERÊNCIAGUIA­XPDL2.2:INCORPORATINGBPMN2.0PROCESSOMODELINGE
XRToEbeNrStIMO.NSShapiro,ComitêTécnicoWfMCCadeiraXPDL,EUA
XPDL2.2 pretende ser uma versão preliminar que suporta as extensões gráficas para
modelagem de processos contidos em BPMN2.0. De facto, a especificação BPMN aborda quatro
diferentes áreas de modelagem, referidos como modelagem de processos, Process Execution, BPEL
PErxoe­cução cesso e Coreografia Modeling. Neste guia de referência, vamos nos concentrar apenas em
Modelagem Pro­ cesso. Dentro desse definimos várias sub­classes para apoiar o intercâmbio processo
entre as ferramentas. Isto é discutido em uma seção posterior deste documento. Aqui nós
discutimos adições em significativa XPDL 2.2.
BPMN2.0HANDBOOKCOMPANIONWebsite
materialadicional
Um site Companion está disponível em www.bpmnhandbook.org que contém, além
à Edição Digital do Manual BPMN 2.0, material substancial sobre BPMN 2.0 útil
para os leitores. Isso inclui arquivos BPMN livre e Verificação XPDL / validação, webinars, vide­
OS, especificações de produtos, ferramentas / modeladores de avaliação gratuitas etc. Vários
aedutaorrqeusitvêoms aHdaicnidobnoaoiskecodniatgrirbauminadsoexplicativos para o CD. Este material adicional dá leitura
ers exposição a um recurso maior sobre BPMN 2.0 e XPDL do que um livro só pode oferecer.
©ExtraídocompermissãodeBPMN2.0ManualSecondEdition
2012Cheiointernacionaisdecopyright.PublicadoporestratégiasfuturasInc.EUAwww.FutStrat.com
14
   

Prefácio

Finalização do padrão BPMN 2.0 no OMG representa um marco importante na evolução da modelagem de processos de negócio. Temos agora uma ferramenta ilnindgeupaegnedmendtee definição de processo gráfica que é amplamente adotado pelas empresas e ­Lo para fins que vão desde a documentação básica processo detalhado análise de desempenho, especificação de requisitos e projeto executável. Enquanto

 

a

notação na superfície do diagrama parece pouco mudou de BPMN 1.2, sob

as tampas há muito que é novo: a meta­modelo formal de UML, mais precisamente semântica definida operacionais e um esquema XML e classes de conformidade

apoio m odelo de intercâm bio. Como tal, represent a "algo novo" para uma ampla

apoio modelo de intercâmbio. Como tal, represent

a "algo novo" para uma ampla

 
Traduzidopara: Português

Traduzidopara: Português

Traduzidopara: Português
   
Traduzidopara: Português    

Mostrarooriginal

espectro de modeladores de processos, de analistas e arquitetos de processos de negócios

Opções▼

acadêmicos BPM para processar os projetistas de

motores de automação.

 

O

2.0HandbookBPMN ilustra esta diversidade de interesse no novo padrão.

 

Além discussão de características técnicas BPMN 2.0 de, temos exemplos de sua aplicação em empresas e governo, sua relação com SOA e do processo execução e sua adequação como uma ferramenta de comunicação para negócios legível. Ntêóms tmamuibtaésmsugestões de como BPMN pode ser estendido, melhorado, ou reforçada para cumprir as metas mais amplas de gerenciamento de processos de negócios. Uma coisa que você não vai ler muito sobre no Manual é o caminho árduo e árduo trabalho que levou para completar a especificação do BPMN 2.0. Eu era um membro "dfora2n,j0a"equipa BPMN do outono de 2008 até a publicação da especificação beta e lançamento da Task Force Finalização (FTF) no verão de 2009. Como tal, eu tenho para ver por mim mesmo como esta lingüiça foi feito, e como você pode suspeitar, foi não uma vista bonita. Tentei representar os interesses da maioria dos existentes usuários de BPMN, tipicamente analistas de processos de negócios e arquitetos não mproodceelsasçoãsoexecutáveis, e muitas vezes eu sentia oprimido pela foco no processo

 

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execução. Mas, por mais frustrante o processo parecia às vezes, era, em última análise "Justa" e alcançou um resultado notável. Para isso temos uma dívida de gratidão para com ogestores do esforço de desenvolvimento 2.0 especificação BPMN em OMG. Devemos iggruaanldmeednítveiduama dois autores Handbook, Robert Shapiro e Denis Gagné, que sucesso onde eu não podia em duas partes críticas da modelagem de processo de easuplaescidfiecacçoãnoformidade e um esquema XML adequado para diagrama gráficos informações em desenvolver e dirigir­los de quase esquecimento no início da FTF para a inclusão na norma final. Ao modelo de intercâmbio entre ferramentas BPMN eventualmente torna­se lugar­comum, todos teremos Robert e Denis de agradecer.

O que a maioria das pessoas não conseguem perceber é que uma especificação tão amplos
O que a maioria das pessoas não conseguem perceber é que uma especificação tão amplos
c2o.0méonBePcMesNsariamente um documento "política" tanto como uma questão técnica. É um
solução negociada de interesses concorrentes e objetivos. Neste caso, inicialmente OMG
tentou tomar sua abstrato, independente de linguagem Business Process Definition
Metamodel e simplesmente rebrand­lo BPMN 2.0, embora a sua notação gráfica,
quase uma reflexão tardia, só tinha passagem semelhança com BPMN 1.2 e sua
terminologia nenhuma semelhança em tudo. Enquanto que pode ter servido os efeitos do
mais ampla Model Driven Architecture esforço da OMG, foi um pouco abstrato demais
pfoarrnaecBePdMores de ferramentas de procura para preencher a lacuna entre o processo
moroiednetlaadgeompaeradeossignnegdóecpiorsocesso executável. Liderado por IBM, Oracle e SAP, a
competindo proposta BPMN 2.0 foi apresentado. No final, os dois esforços foram
fundidas, embora as ideias IBM Oracle­SAP, o que levou o BPMN existente
notação e armado cada forma com a semântica orientada para a execução, a maioria
realizada no dia.
©ExtraídocompermissãodeBPMN2.0ManualSecondEdition
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FREFÁCIO

Então, no final, BPMN 2.0 tinha para acomodar e harmonizar as necessidades e interesses dos três círculos: um grupo pensando em BPMN executável, outro pensamento sobre uma maneira de vincular BPMN a outros padrões da OMG no âMmDbAitboadnoner, e um pequeno, mas insistente minoria articulado com a equipe para não esquecer a grande maioria dos usuários de BPMN existentes, que se preocupava muito cnoemnhuma dessas coisas. Isso pode explicar a escolha aparentemente ímpar de o que ceooloqcuaerdeixar de fora da norma. Não há dúvida alguma "porco" em lá, incluído para ganhar o apoio de algum grupo de interesse particular, quando algo como simulação em um dos pilares da maioria das ferramentas de modelagem de pcorobceerstasonsohMojaeneuualm­fotiódpeicixoado de fora inteiramente. Mas BPMN 2.0 não aspirava cobrir todas as necessidades de modelagem de BPM. Se tivesse tentado incluir as listas de dalegsuenjossaduetores em Handbook, I dúvida que teria obtido qualquer especificação em tudo através da comissão. BPMN 2.0 existe porque não tentar fazer muito. Como todas as negociações, alcançou tanto quanto ele possivelmente poderia obter um

Uma acordo conseqüência sobre. infeliz do foco na semântica de execução nas especificações é um pouco de uma reação contra BPMN 2.0 de profissionais orientados para o negócio. Nós às vezes ouvir que BPMN é muito complicado para os usuários de negócios, e que principalmente serve as necessidades dos fornecedores de BPMS. Isso é muito ruim, pexoprqeuriemneantmarinahma aioria dos usuários de BPMN hoje não estão tentando automatizar nada, msimasplesmente documentar e analisar seus processos existentes. A especificação BPMN ptêomdearbiaordado essa questão, mas não considerou que a sua missão. Por exemplo, não há regras, boas práticas e exemplos de diagrama destinadas a promover "Bom" ­clear BPMN, legível­business, e bem­estruturados em qualquer lugar do spec. Por essa razão estou particularmente interessado nos artigos Handbook por Allweyer, Silingas e Miliviciene, Kuehn et ai., E Freund et ai., Todos os quais tocar no assunto de fazer BPMN mais consumível pelas empresas.

A boa notícia é que não temos que mudar BPMN 2.0, a fim de criar "bom"

modelos de processo. A especificação oferece espaço para criar bons modelos tão foascmilmauens,teecoofmeroece uma abundância de "valor agregado" oportunidade para ambos os fporrensetaceddooreressddeesfeerrvriaçmosepnatarsa epromover (e até mesmo impor) melhores práticas de

mosoudseulaágreimospdaernaegócios e técnicas dentro dos limites da especificação, pois é. Como BPMN f2e.r0ramentas estão apenas começando a entrar no mercado, este manual não é a última palavra sobre BPMN 2.0, mas o início de uma longa e animada discussão. Bruceprata,Principal,BruceprataAssociates janeiro 2012

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Seção1 GuiaparaBPMN2.0 Aspectostecnicos ©ExtraídocompermissãodeBPMN2.0ManualSecondEdition
Seção1
GuiaparaBPMN2.0
Aspectostecnicos
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NovosrecursosparaoProcesso

ModelagememBPMN2.0

StephenA.WhitePhD,NegóciosInternacionais

MáquinaseConradBock,InstitutoNacional

dePadrõeseTecnologia,EUA

1EuNTRODUÇÃO

Este artigo introduz novos recursos em diagramas de processos no negócio Modelo de Processo e Notation (BPMN) Versão 2.0 [1]. A in­ companheiro papel troduces novos recursos em diagramas de interação para BPMN 2 [2].

BPMN fornece uma visão de processos (como as coisas são feitas) com fluxogramas adaptada para processos de negócios e interações. BPMN 2 expande a capa­ bilidades de diagramas de processo 1.x e colaboração BPMN, e acrescenta Choreog­ diagramas raphy para modelagem de interação de negócios. O documento centra­se no novos recursos de modelagem de processo de BPMN 2 e assume familiaridade com versões anteriores do BPMN. Os objectivos primordiais de BPMN 2 são três:

Em primeiro lugar, para fornecer uma notação que é facilmente compreensível por

todooss usuários de negócios, de analistas de negócios, criando rascunhos iniciais do processos, para aqueles processos que executam ou tecnologia de aplicação para automatizar­los e, finalmente, para as pessoas de negócios que irão gerenciar e monitorizar esses processos.

Em segundo lugar, para apoiar a notação com um modelo interno que tem para­ semântica de execução mal que permitem a execução modelo de processo, bem como semântica declarativa para relacionar os processos e interacções.

Em terceiro lugar, para proporcionar um formato de intercâmbio de padrão de tranessfsereêninctieardaeçãporomcoeds­elos e informação visual detalhada, entre

ferramentas de modelagem. Esses recursos de BPMN 2 criar uma ponte entre o negócio padronizado

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design e processo de implementação do processo.

1.1AsOrigensdoBPMN

A especificação BPMN 1.0 foi desenvolvido pelo Business Process Man­ agement Institute (BPMI), agora se
A
especificação BPMN 1.0 foi desenvolvido pelo Business Process Man­
agement Institute (BPMI), agora se fundiu com o Object Management Group
(OMG), e lançado ao público em maio de 2004. BPMN foi adotado como um
OMG padrão em fevereiro de 2006. Os trabalhos sobre BPMN continuou dentro do
OMG e BPMN 1.1 foi concluída em junho de 2007, BPMN 1.2 foi concluída
em junho de 2008, e BPMN 2.0 foi concluída em junho de 2010 e, em seguida, re­
alugado como uma especificação formal em janeiro de 2011. O termo "BPMN 1.x" é
utilizada neste trabalho para representar as versões 1.0, 1.1 e 1.2 do BPMN.
1.2CapacidadesdemodelagemNewBPMN
O look­and­feel básica de BPMN não mudou significativamente em BPMN 2,
especialmente para modelagem de processos. As alterações de processo de modelagem são
ddee­scrito nas seções a seguir.
©ExtraídocompermissãodeBPMN2.0ManualSecondEdition
2012Cheiointernacionaisdecopyright.PublicadoporestratégiasfuturasInc.EUAwww.FutStrat.com
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NEWCAPABILITIESPARAPROCESSOMODELINGINBPMN2.0 Além do processo de interação e melhorias, BPMN 2 define quatro novos
NEWCAPABILITIESPARAPROCESSOMODELINGINBPMN2.0
Além do processo de interação e melhorias, BPMN 2 define quatro
novos níveis de conformidade para suportar diferentes requisitos de modelagem:
• Processo: inclui a colaboração, mas não Coreografia e Execu­
ção.
• Execução do processo: para os motores de execução.
• Business Process Execution Language (BPEL) Execução: para BPEL
mecanismos de execução [3].
• Coreografia: para obter ferramentas coreografia. Processo e Execução não são
requeridos.
Além disso, ao nível do processo de conformidade é dividida em três sub­níveis:
• Descritiva: um pequeno elemento definido para a modelagem de alto nível.
• Analítico: um elemento de maior definido para modelagem e análise mais detalhada
de comportamento do processo, também de acordo com o Departamento de Defesa
Architecture Framework [4].
• executável comum; um conjunto de corpos sob medida para os modelos que podem
ser executado.
2PROCESSOModelos
O uso mais comum de BPMN é para modelagem de processos empresariais, alguns­
vezes no contexto de colaborações (ou seja, com piscinas e Fluxos de Mensagens).
BPMN 2 diagramas são basicamente os mesmos que eram em BPMN 1.x, mas
BPMN 2 adiciona suporte significativo para mais pat­ modelagem de processo avançado
andorinhas. As principais áreas atualizados incluem: atividades, eventos, Gateways e
Dados.
2.1ActividadesAtualizado
BPMN 2 Atividades são atualizados das seguintes maneiras:
• Marcadores para tipos de tarefas
• Uma nova tarefa de regra de negócio
• Alterações nos marcadores de várias instâncias
• Tarefas New Globais
• Novas atividades de chamada
• Sub­processos novos eventos
As seções a seguir irá descrever essas mudanças.
MarcadoresparaTarefas
BPMN 1.x foi desenvolvido com vários tipos de tarefas (atividades atômicas). O­
se fornecer um conjunto de tarefas predefinidas, como enviar ou receber uma mensagem.
O conjunto completo de tipos de tarefas foram: Usuário Tarefa, Tarefa do serviço, receber
tTaarreeffaas,,TEanrevfiaarManual, e Script tarefa, bem como uma (ou nenhuma) Task indefinido.
Em BPMN 2, a tarefa de regra de negócio é adicionado (ver secção seguinte).
Em BPMN 1.x os tipos de tarefas eram uma parte do modelo BPMN ­ as propriedades
de cada tipo de tarefas foram adaptados para atender as suas funções ­ mas não havia
vzaisçuã­o para distinguir os tipos de tarefas. Em BPMN 2, os marcadores são adicionados
distinguir os tipos de tarefa (veja a Figura 1). Estes marcadores são colocados no
canto superior esquerdo da forma de tarefas, exceto para o Nenhum de tarefas (também
cThaaremfaadAobsdteract).
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NEWCAPABILITIESPARAPROCESSOMODELINGINBPMN2.0
NEWCAPABILITIESPARAPROCESSOMODELINGINBPMN2.0 Figura1:Tarefatiposeseusmarcadores Note que a Receber Task tem duas
NEWCAPABILITIESPARAPROCESSOMODELINGINBPMN2.0
Figura1:Tarefatiposeseusmarcadores
Note que a Receber Task tem duas variações. Um padrão Receba tarefa tem
um marcador na forma de um envelope. A Receba Task que é usado para iniciar
(Iniciar) um processo tem um marcador que se parece com o início do evento Mensagem.
NegóciosRegraTask
BPMN 1.x fornecida Gateways, onde são avaliadas conjuntos de condições e
em seguida, o fluxo do processo é determinado pelos resultados destas avalia­
ções. Os Gateways e conjuntos de possíveis caminhos são informalmente chamado de
"sdõeecsi­". Por exemplo, um gateway poderia ser utilizado para avaliar se ou não um
pedido foi aprovado. No entanto, os conjuntos de condições que podem ser
utilizado para determinar a resposta pode ser muito complexa. Não é sempre prá­
CAL para criar uma condição complexa em um BPMN gateway, especialmente quando o
condições podem mudar regularmente.
Assim, um novo tipo de tarefa é adicionado em BPMN 2 a regra de negócio de tarefas (veja
Figura 2). Esta Task representa uma atividade no processo em que uma decisão
motor avalia os dados de processo e retorna os resultados. O motor é externo
utilizado para manter as condições de complexos utilizados para as avaliações. Processo
de dados pode ser actualizada com base nos resultados, e as condições simples gateway
pode então ser usado para dirigir o fluxo do processo.
Figura2:ABusinessRuleTask
Note­se que há alguma discussão na comunidade regras de negócios sobre
terminologia para este tipo de tarefas. Em muitos casos, uma regra de negócio é apenas
upomssível mecanismo (por exemplo, um algoritmo pode ser utilizado) para retornar dados
poaSriastema de Gestão de Processos de Negócio (BPMS). Na verdade, regras de negócios
motores são mais comumente chamados motores de decisão. Assim, algumas ferramentas
preofdereemm­se a esta tarefa como uma "tarefa de decisão."
MultiInstância­Markers
BPMN 2 adiciona notação de distinguir entre os dois tipos de Multi­
Instância Atividades: sequencial e paralela. O paralelo Multi­Instância dades
dade mantém a notação BPMN 1.x de três linhas verticais (ver Atividade
à esquerda na Figura 3). A Atividade Multi­Instância sequencial agora usa
três linhas horizontais (ver a atividade do lado direito na Figura 3).
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NEWCAPABILITIESPARAPROCESSOMODELINGINBPMN2.0

Figura3:marcadoresdetarefasdeváriasinstânciasparalelaseseqüenciais

Tarefasglobais Tarefas globais são novos elementos BPMN 2, que permitem aos modeladores para criar bibliotecas de tarefas atômicas reutilizáveis que podem ser chamados em um processo aAttrivaivdéasddeecuhmam(Vaedjaaa próxima seção). Se o comportamento de uma tarefa global é mudado, em seguida, a mudança afetará todos os processos que chamam essa chamada qTuareefa Global. Tarefas globais não são os próprios elementos gráficos, mas são reutilizados através Actividades de chamada. Dos tipos de Proc(eInsscoorporados) Tarefas (veja a Figura 1, acima), apenas das regras de negócio, Manual, Script, e os tipos de usuários podem ser gTlaorbeafals (ver Figura 4 abaixo).

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,

Actividadesdechamadas BPMN 1.x fornecida a capacidade de reutilização de um processo, tal como está, no fluxo

de reutilização de um processo, tal como está, no fluxo tipos douetro. reutilizáveis BPMN 2 modifica

tipos douetro. reutilizáveis BPMN 2 modifica e dereferência e amplia em BPMN esta capacidade. 1.x são substituídas O Sub­Process por uma atividade de cBhPaMmNad2a. sOnBaPMN tipo 1.x Sub­Process restante incorporado torna­se o BPMN 2 elemento de Sub­Process.

A Atividade de Chamada é uma atividade que reutiliza ou um global previamente definido

Tarefa (ver secção anterior) ou um processo. Chamada Atividades são distinguidos de outras atividades "locais" por sua fronteira de espessura (ver Figura 4). Quando uma cAhtiavmidaaddae reutiliza uma tarefa global, o marcador para esse tipo de tarefa será visível no canto superior esquerdo. Quando uma atividade chamada reutiliza um processo, o sminaarcladdeomr daeisum Sub­Process será visível na parte inferior central.

Figura4:ChamadaActividades

BPMN 2 introduz uma convenção de notação que tênues fronteiras representam elementos locais para o diagrama (por exemplo, as tarefas mostradas Figura 1, acima) e que os limites grossas representam elementos que reutilizar elementos globais (por eaxseamtipvliod,ades de chamada mostrado na Figura 4, acima).

Eventosub­processos Evento subprocessos são um novo elemento em BPMN 2, que combinam as carac­ terísticas de sub­processos e eventos de fronteira. Eles são sub­processos em que eles são um composto Activity­uma atividade que tem de nível inferior Actividades como parte de sua definição. Eles se comportam de forma semelhante a eventos de

fronteira, excepto ©ExtraídocompermissãodeBPMN2.0ManualSecondEdition

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NEWCAPABILITIESPARAPROCESSOMODELINGINBPMN2.0

eles são colocados dentrode um processo ou sub­processo, em vez de um limite. Assim, eles podem ser considerados como opcionais subprocessos ­ eles são apenas per­ formados se eles são acionados por um evento.

O Sub­Process Evento é graficamente distinguido de um Sub­ normais

Processo por sua fronteira linha pontilhada e específica o tipo de início do evento que pode

desencadeiam mostrado no canto superior esquerdo da forma (ver Figura 5).

Figura5:Eventsub­processotiposeseusmarcadores

Se o evento Sub­Process é expandido, o marcador não é mostrado (abaixo fazer com que o início do evento é visível), mas os restos de fronteira pontilhada (ver Figura 6qu, e exibe um trecho do processo que inclui um Sub­ Evento expandida Processo).

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Figura6:UmeventoSub­Processexpandida ©ExtraídocompermissãodeBPMN2.0ManualSecondEdition
Figura6:UmeventoSub­Processexpandida
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NEWCAPABILITIESPARAPROCESSOMODELINGINBPMN2.0 Para criar o seu comportamento, um Sub­Process Evento é permitido apenas
NEWCAPABILITIESPARAPROCESSOMODELINGINBPMN2.0
Para criar o seu comportamento, um Sub­Process Evento é permitido apenas um início do
eevqeunetode início do evento deve ter um gatilho (ou seja, não pode ser um Nenhum Iniciar
Evento). O tipo de eventos que são válidas para o Evento início de um evento Sub­
Processo são: condicional, Erro, Escalation, mensagem, múltipla, mul­ Parallel
tiple, Signal, e temporizador.
Além disso, um sub­processo de evento é separado do fluxo principal da sua
nível do processo. Ou seja, não é permitido qualquer sequência de entrada ou saída
Flui. Devido a isso, como o processo flui desde o início do evento normal
Evento End durante a execução, o evento Sub­Process não será (automaticamente)
iniciado. O evento Sub­Process só pode ser iniciada se o início do evento é
accionado, que pode ou não pode acontecer. O processo pode concluir normalmente
sem a Sub­Process evento que está sendo executada.
Como eventos de fronteira, um Sub­Process do evento pode ser definido para interromper
seu processo pai ou não (veja abaixo para mais detalhes sobre eventos de fronteira).
Sub­processos de eventos definido para interromper vai parar todas as atividades de seu
pParoicesso quando o seu fato gerador ocorre. Evento sub­processos que não o fazem
interrupção será executado em paralelo com o fluxo do processo principal e pode ser
dváersieanscvaedzeeasddaurante a vida útil do processo principal. Embora a principal
o fluxo de processo pode ter parado, o processo como um todo não official­
ly completar até que todos os sub­processos de eventos ativos foram concluídos.
Interromper e não interromper sub­processos de eventos são visualmente distin­
rou pela fronteira do marcador para a sub­processos de Eventos desabaram ou
a fronteira do início do evento para a sub­processos de eventos expandido. Não­
interrompendo eventos marcadores sub­processo têm uma borda tracejada (ver a
Evento sub­processo no lado direito da Figura 7).
interrompendo
Não­Interrupção
Sub­evento
Sub­evento
Processo
Processo
Figura7:Interromperenãointerrompersub­processosdeEventos
Tal como acontece com eventos de fronteira, nem todos os tipos de sub­processos de
einvteenrtroosmppoedre.mOssseur bn­ãporocessos de eventos que não têm não­interrupção
opções são Compensation and Error. Os sub­processos de Eventos restantes fazer
têm opções não interromper.
2.2EventosAtualizado
Um importante reforço para o comportamento de Eventos em BPMN 2 é limite
Os eventos podem ser acionados sem interromper a atividade. BPMN 2 também intro­
duz dois novos tipos de eventos: de escalonamento e de múltiplas paralelas.
EventosnãoInterrompendo
Uma das características únicas do BPMN 1.x foi a inovação de colocar
Eventos sobre os limites de Atividades (eventos de fronteira) para mostrar que os
Atividades pode ser interrompida durante o seu desempenho (ver o Processo
fragmento na Figura 8).
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Figura8:UtilizaçãodeinterromperEventosdecontorno
No entanto, alguns padrões de processos de negócios exigem que o Evento de limite para
sdeersencadeada sem interromper a actividade original. Assim, a actividade tivesse
continuam a ser executada enquanto um caminho paralelo é acionado. Com BPMN 1.x
existem maneiras alternativas de modelagem esse comportamento, mas eles são
ceormeqpuleexroems muitos elementos de modelação adicional.
Em BPMN 2, as capacidades de Eventos de contorno são atualizados para permitir que
dGeesreinngcas­em interromper a atividade de origem. Quando isso acontece, o Ac­
vidade continua a ser realizada e de um fluxo paralelo será criado para o
Sequência de saída limite do Evento Flow. Como o fluxo paralelo termina ou
funde­se com o fluxo principal é determinado pela estrutura do processo.
Um evento limite interrompendo mantém a 1.x BPMN forrado mandrila­
der (ver Figura 8, supra). Um evento do limite não­interrupção frustrou
linhas para a sua fronteira (veja o trecho de Processo na Figura 9).
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Figura9:OusodenãointerromperEventosdecontorno
Alguns eventos de fronteira não têm uma opção não­interrupção. estes eventos
são os eventos Anular, compensação, e erro. Os eventos de contorno que
tem uma opção não­interrupção é condicional, Escalation, Mensagem,
Múltiplo, paralelo múltiplo, Signal, e temporizador.
EscalationEventos
Escalation eventos são adicionados em BPMN 2. No conceito, eles são semelhantes aos
ERRor­s, mas geralmente são menos críticas. Eles geralmente representam uma situação, que
oinbgriignatervenção humana. Escalation Eventos pode ser usado para eventos de início (por
Evento sub­processos), pegar e jogar Eventos intermediários na principal Pro­
fluxo cesso, Eventos de contorno, e os eventos finais (ver Figura 10).
EventoSub­ProcessEventoSub­ProcesseventoBoundaryBoundaryevento
Lançar
EndEvento
(Interrompendo) (Non­interrompendo) (Interrompendo) (Non­interrompendo)EventoIntermediate
Figura10:EscalationEventos
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Quando usado como um evento de limite ou um Evento Começar em um Sub­Process eElveesnntoã,o são necessários para interromper, quando ligado a limites de actividade ­ eles pode ser configurado para interromper ou não. Deste modo, elas diferem de eventos de enrercoe,sqsuáreiasãpoara interromper a atividade ou processo.

MúltiplosEventosParalelos Vários eventos, que existiam em BPMN 1.x, pode responder a mais de um tipo de evento para um único evento no diagrama. Por exemplo, pode haver várias maneiras de iniciar um processo. Em vez de criar um Start evento separado para cada uma dessas formas (que também é possível), o modelador pode querer ter menos desordem e combiná­los em um único evento Iniciar no diagrama. Assim, o evento múltipla é uma coleção de mais de um tipo de evento. este Evento pode ser acionado por qualquer um dos tipos de eventos que ela contém, incluindo várias definições do mesmo tipo (por exemplo, múltiplos mensa­ única s). Vários eventos se comportam exclusivamente. Ou seja, se qualquer um dos eventos dtiepfoinsipdaosra o evento é acionado, o fluxo do processo continuará a partir desse Evento. No caso de eventos de início, cada vez que um dos eventos é desencadeada uma nova instância do processo é criado. Em BPMN 2, Múltiplos Eventos são expandidos para apoiar a dependência paralela entre os tipos de eventos definidos para um único evento múltipla. Nesse caso, todos os tipos de eventos definidos para o evento deve ser acionado antes da Pro­ fluxo cesso pode continuar Esta variação do evento múltipla é chamado o tiplas

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.

Tiple evento paralelo.

O marcador evento paralelo múltiplo é distinto do Evento múltipla

e se parece com o marcador do Gateway Paralelo (um sinal de mais­ver Figura 11).
e
se parece com o marcador do Gateway Paralelo (um sinal de mais­ver Figura 11). o
sinal de adição não é preenchida para indicar que ele é usado em situações de "pegar".
ProcessoEventoSub­Process EventoSub­ProcesseventoBoundaryBoundaryevento
(Interrompendo) (Non­interrompendo)(Interrompendo) (Non­interrompendo)
Figura11:Váriostiposdeeventoparalelo
Vários eventos paralelos pode ser usado para eventos de início, pegar Intermediate
Eventos no fluxo do processo principal, e de contorno eventos intermediários. Eles
não são utilizados para lance Eventos intermediários ou finais Eventos, desde lance mul­
Eventos tiple (com o marcador existente) já jogue todo o evento definido
tipos em paralelo.
2.3GatewaysAtualizado
BPMN 2 atualiza a notação e as capacidades de Gateways de Eventos. BPMN 1.x
Gateways de Eventos comportamento autorizados a ser definido para iniciar um processo
onuãonhãao.viMaadsistinção visual entre as duas configurações. Em BPMN 2 fornece
uma diferença de notação entre os Gateways de eventos que iniciar um processo
e aqueles que não o fazem. The Gateway Evento que não iniciar um processo
mantém o marcador interno original que se parece com uma intermediária múltipla
comeu evento (ver esquerda Gateway na Figura 12). The Gateway Evento que faz inicia­
comeu um processo agora tem um indicador interno que se parece com um Start múltipla
Evento (ver gateway central na Figura 12). Esta distinção notational pre­ cisão
radamente reflecte o comportamento das duas variações de gateway de evento.
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iniciando

(Iniciação)

Figura12:variaçõesdegatewaydeevento

Tanto o iniciador e versões do gateway Evento directa não iniciar

o processo de fluxo exclusivamente. Isto significa que para os eventos que fazem parte do

configuração do Gateway, apenas um deles pode ser desencadeada de cada vez que o Gateway é usado em tempo de execução. No entanto, para preencher os requisitos de anlegsusnpsaBdurõsei­s de processo, uma nova variação do gateway de evento é adicionado em BPMN 2­Múltiplo Paralelo gateway de Eventos.

A múltipla paralela gateway de evento é usada apenas para iniciar um processo. isto

exige que todos os eventos que fazem parte da configuração do gateway deve ser desencadeada antes de o processo pode ser iniciado. O marcador interno para esta variação parece que a nova múltipla paralela de início do evento (veja à direita Gateway na Figura 12, acima).

2.4Elementosdedadosatualizados

Em BPMN dados 1.x foi considerado um artefato, e não uma parte principal da Pro­ fluxo cesso. Enquanto o fluxo de dados ainda é separado a partir da sequência fluxos, os déaadtuosalizado para um primeiro elemento de classe em BPMN 2. Muitas mudanças técnicas e gráficas são feitas para como os dados podem ser mo­ ELED. As alterações técnicas são principalmente de interesse para os implementadores de feermraomdeelnadtaosres avançados, mas há novos elementos de dados gráficos, inclusive ing: Associação de Dados, Dados de Entrada, Saída de Dados e Data Store (ver a an­ Processo fragmento anotada na Figura 13). Detalhes sobre o novo elemento gráfico mentos são fornecidos nas seções abaixo.

Dados

Associação

Objetodedados:

Cliente

Coleção

Dados

Entradadedados

saídadedados

fimdedados

Receber

Ordem

Atualizar

Cliente

informações

Cliente

DB

verificaçãodecrédito

Cliente

informações

IDdecrédito

Cliente

informações

Pedido

Receber

Atualizar

[Atualizada]

Gerar

IDdecrédito PontuaçãodecrédPitoontuaçãodecrédito Cliente informações

Bancodedados

Figura13:umprocessocomalteraçõesemelementosdedadosBPMNdestaque

Associaçõesdedados No conector 1.xa BPMN entre um objeto de dados e uma Atividade foi uma As­ sociação (a linha pontilhada). BPMN 2 transforma essas linhas em novos elementos

não­

iniciando

múltiplasparalelas

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chamado de Associações de dados. Associações normais ainda são utilizadas para ligar Artefatos para elementos, como um texto de anotação a uma atividade, mas Data As­ sociações são usados exclusivamente entre elementos de dados e Atividades ou Eventos. Eles também incluem mecanismos para a transformação dos dados, uma vez que se mova para fora de uma atividade.

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NEWCAPABILITIESPARAPROCESSOMODELINGINBPMN2.0 Ambas as associações profissionais e de dados usam a mesma linha
NEWCAPABILITIESPARAPROCESSOMODELINGINBPMN2.0
Ambas as associações profissionais e de dados usam a mesma linha pontilhada­assim,
BPMN 1.x e BPMN 2 diagramas terão a mesma aparência, a este respeito (ver a
fragmento de processo na Figura 14).
Dados
Associação
IDdecrédito
Gerar
Pedido
IDdecrédito Pontuaçãodecrédito
Figura14:umaassociaçãodedadosutilizadonumprocessode
Entradasesaídasdedados
Entradas de dados e saídas de dados faziam parte do BPMN 1.x para atividades e
Processos. Estes elementos foram escondidos atributos do modelo. Em BPMN 2
A entrada de dados e saídas de dados para processos podem ser visualizadas (há
não há lugar para visualizar as entradas de dados ou saídas de tarefas e processos­Sub
não tem entradas e saídas). Entradas de dados e saídas compartilham a
mesma forma básica como um objecto de dados, mas não são marcadores na parte
csaunpteoridoer efosrqmuearadadistingui­los. Uma entrada de dados tem uma seta por preencher
marcador (ver o objecto no lado esquerdo da Figura 15). A saída de dados tem um
marcador seta cheia (ver o objecto no lado direito da Figura 15).
SaídadeDadosEntradadeDados
Figura15:Aentradaesaídadedados
armazenamentosdedados
Armazenamentos de dados são um elemento novo para BPMN 2. Eles representam
oarrgmaanzieznaçaãmoebnátosiscade dados adicionais, repositórios ou bancos de dados. Eles aparecem em
uamfordmiaagrtaramdaiccioonmal cilindro de base de dados (ver Figura 16). Como na Figura 13,
acima, eles podem mostrar como os dados armazenados em repositórios interage com o
Ativci­dades de um processo.
Dados
Loja
Figura16:umarmazenamentodedados
Colecções
É muitas vezes o caso de que os elementos de dados vêm agrupadas utilizando a mesma
estrutura básica. Por exemplo, um conjunto de ordens para o mesmo produto pode ser
enviados ao mesmo tempo. Isto é conhecido como um conjunto, e adiciona um BPMN 2
atribuir aos elementos de dados para permitir que os modeladores para defini­los. Se um
Ojebtos,eer­ntdraaddoasde dados, ou saída de dados é definido como uma coleção, em seguida, a
forma
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irá incluir o mesmo marcador que é usado para várias instâncias de atividades (veja Figura 17).

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DataObject

(Coleção)

Figura17:Umobjetodedadosqueéumacoleção 3FFUTURODIRECTIONS As melhorias incluíram BPMN 2 têm avançado os recursos
Figura17:Umobjetodedadosqueéumacoleção
3FFUTURODIRECTIONS
As melhorias incluíram BPMN 2 têm avançado os recursos para cap­
turing requisitos de processos de negócios em modelos de processos abrangentes
que são adequados para a execução desses modelos por um processo de negócio gestão
sistema de mento (BPMS). BPMN 2 também avançou os recursos de modelagem para
capturando modelos de interação (ie, Colaborações, conversas e CHO
reographies, quais os modelos que capturam as comunicações entre Pro­
participantes ções). Um companheiro papel descreve esses modelos em detalhe.
No entanto, BPMN não cobre todas as possíveis situações processo que ocorre
para empresas e organizações. Vamos dar uma breve olhada em dois potencial
áreas de desenvolvimento futuro para BPMN: Processo de gestão e fluxo de serviço
modelagem.
3.1GestãodeProcessos(Processesdescritivas)
gestão de casos é uma ponte entre duas capacidades comerciais significativas:
Gerenciamento de conteúdo e gerenciamento de processos. Há alguns requisitos
mentos para a definição de um caso e seu ciclo de vida que são únicas ao processo Gestão
mento, mas grande parte da gestão de processos é lidar por estes dois domínios.
Uma vez que este é um artigo sobre BPMN, vamos nos concentrar no componente Processo
dGeestão de caso.
Os tipos de processos que são frequentemente associados com gestão de processos Sente
si­ são muito de forma livre, Processos não estruturados, uma vez que exigem saída
vem que são variadas e personalizado para o caso. Estes tipos de processos
são por vezes chamados Processos descritiva, em oposição ao altamente estru­
Processos prescritivas Tured normalmente tratada por um BPMS. Naturalmente, Pré­
Processos scriptive são frequentemente utilizados para gestão de processos, é descritivo
Processos que são mais frequentemente associados com a gestão de processos.
O OMG está actualmente a desenvolver um padrão de modelagem de gestão de processos.
Parte deste trabalho será a de definir as características dos Processos descritivas
e assim por futuras atualizações de BPMN deve construir na notação natural e se­
mantic
Algumas das características dos processos descritiva incluem (por exemplo):
• A imprevisibilidade básica como a sequência de atividades que possam
ser realizada para cada caso.
• Novas Atividades muitas vezes têm de ser criados após o processo já
começou
• Os eventos podem ocorrer em momentos imprevisíveis, chutando de uma sequência
de Atividades ou de um processo completo.
• Alguns destes eventos envolvem ações específicas do usuário, alterações doc­
do­, ou chegar de um marco para o caso.
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Quando BPMN 1.0 foi desenvolvido pela primeira vez, houve um entendimento de que De­ Processos scriptive eram uma parte importante da paisagem processo. Contu­ er, o foco inicial do BPMN era criar uma modelagem de processos de negócios lan­ calibrar para pessoas de negócios que também poderiam ser executadas pelo disponíveis BPMSs. Assim, como um reconhecimento de que havia outros tipos de processamento de negócios es, o Processo Ad Hoc foi incluído no BPMN como um espaço reservado que fornece muitos dos recursos necessários para a modelagem de processos descritivas. Isto é esperado como BPMN evolui, o Processo Ad Hoc irá evoluir para lidar com todos os casos requisitos de processo de gestão.

3.2FluxodeServiço(Detalhesdaatividade)

Existem algumas ferramentas de BPM que fornecem modeladores de modelos BPMN ecxoemcuctaápvaecisidades de modelagem adicionais para modelar os detalhes de execução de Tarefas. Estes dados incluem a sequência de operações de serviços ou utilizador inter­ telas de rosto (às vezes chamado de fluxo de tela). Podemos chamá­los de fluxo de serviço modelos. BPMN atualmente não definir este tipo de modelo, mas poderia ser consi­ rado um processo especializado fora da hierarquia atual processo de BPMN. Assim, podemos considerá­lo como definir os detalhes de uma tarefa "atômica", mas não como sendo um Sub­Process. As características de modelos de fluxo de serviço incluem (por exemplo):

Não Lanes. Eles existem inteiramente dentro da pista de seu pai de tarefas.

Apenas um de início do evento. Que isso Evento Start não tem um gatilho. con­ controle sempre é passado do pai de tarefas.

Não há caminhos paralelos.

Eles podem ninho modelos de fluxo de serviço de nível mais baixo

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interface Sequence modelo de fluxo de usuários Actividades sempre tem um Usuário ação (por exemplo, clique em "OK" ou "Cancelar") como uma saída normal. Esperamos que uma futura versão do BPMN irá definir a notação e os detalhes semântica de modelos de fluxo de serviço e sua relação com negócios Pro­ processos.

4CONCLUSÃO Os novos recursos para processos em BPMN 2 alargar consideravelmente a gama de aplicações
4CONCLUSÃO
Os novos recursos para processos em BPMN 2 alargar consideravelmente a gama de
aplicações da língua. Tarefas de Processo e Eventos são mais refinados,
incluindo o uso de regras de negócios e sub­processos de Eventos permitindo desenca­
gers de porções separadas de um processo. próprios eventos são mais expressão
sive, de apoio à actividade de fronteira eventos sem interrupção, se necessário,
e vários eventos que combinam eventos exclusiva ou em conjunto
um com o outro. Os dados se torna uma parte de primeira classe de modelagem de
pBrPoMceNss2o.sAesmentradas e saídas são especificadas visualmente para Processos e atividades
gravatas. Coleções de objetos de dados e armazenamentos de dados também são
Esperamos suportados. que BPMN continuará a evoluir e ser capaz de fornecer o negócio
modeladores de processos com mais ferramentas para capturar um conjunto mais amplo
dmeepnrtoosc.esso de requisitos
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5UmGRADECIMENTOS

Os autores agradecem Antoine Lonjon, Peter Denno e JD Baker para o seu entrada para este papel.

equipamentos e materiais comercial pode ser identificado para especificar adequadamente certa mento mentos. Em nenhum caso se tal identificação implica recomendação ou endosso por os EUA Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia, nem implica que os materiais ou equipamentos mento identificados são necessariamente as melhores disponíveis para o efeito.

6REFERÊNCIAS

[1] Object Management Group, "Modelo de Processos de Negócios e Notação (BPMN), Versão 2.0, Beta 2, " http://doc.omg.org/dtc/10­06­04 , Junho

2010.

[2] Bock, C., Branco, S., "novos recursos para modelagem Interação em BPMN 2.0 ", em BPMN 2.0 Handbook, 2 nd ed., 2011. [3] Organização para o Avanço de Padrões de Informação Estruturada, "Versão da linguagem Serviços Web Business Process Execution 2.0," April,

2007.

[4] Departamento de Defesa dos Estados Unidos, "DoD Architecture Framework Versão 2.0"Maio de 2009.

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NNO­PROFITASSOCIATIONSERexultanteSORMASRNVESTIGAÇÃOOnline
• AIIM (Associação para Gestão de Imagem e Informação)
http://www.aiim.org
• BPM e workflow on­line de notícias, pesquisas, fóruns
http://bpm.com
• BPM Pesquisa do Stevens Institute of Technology
http://www.bpm­research.com
• Business Process Management Initiative
http://www.bpmi.org ver Object Management Group
• IEEE (Engenheiros Elétricos e Eletrônicos, Inc.)
http://www.ieee.org
• Institute for Information Management (IIM)
http://www.iim.org
• ISO (International Organization for Standardization)
http://www.iso.ch
• Object Management Group
http://www.omg.org
• Open Document Management Association
http://nfocentrale.net/dmware
• Organização para o Avanço de Padrões de Informação Estruturada
http://www.oasis­open.org
• Society for Human Resource Management
Actiteepi: // wwwkshrmkorg
• Society for Information Management
http://www.simnet.org
• Wesley J. Howe Escola de Gestão de Tecnologia
http://howe.stevens.edu/research/research­centers/business­process­innovation
• Fluxo de trabalho e reengenharia Associação Internacional (WARIA)
http://www.waria.com
• Fluxo de trabalho Management Coalition (WfMC)
http://www.wfmc.org
• Portal de fluxo de trabalho
http://www.e­workflow.org
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aç es

e processos

e neg

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