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Biologia e Controle de Plantas Daninhas CCR/UFSM UNIDADE 1 – BIOLOGIA DAS PLANTAS DANINHAS Turmas
Biologia e Controle de Plantas Daninhas CCR/UFSM UNIDADE 1 – BIOLOGIA DAS PLANTAS DANINHAS Turmas
Biologia e Controle de Plantas Daninhas CCR/UFSM UNIDADE 1 – BIOLOGIA DAS PLANTAS DANINHAS Turmas
Biologia e Controle de Plantas Daninhas CCR/UFSM UNIDADE 1 – BIOLOGIA DAS PLANTAS DANINHAS Turmas
Biologia e Controle de Plantas Daninhas CCR/UFSM
Biologia e Controle de Plantas Daninhas
CCR/UFSM

UNIDADE 1 – BIOLOGIA DAS PLANTAS DANINHAS

Turmas 13 e 14 2º semestre de 2010 Prof. Nelson D. Kruse Mestrando Giliardi Dalazen

Santa Maria, agosto de 2010.

Roteiro da aula  Introdução ◦ Conceitos ◦ Importância ◦ Origem ◦ Evolução  Dinâmica
Roteiro da aula  Introdução ◦ Conceitos ◦ Importância ◦ Origem ◦ Evolução  Dinâmica
Roteiro da aula  Introdução ◦ Conceitos ◦ Importância ◦ Origem ◦ Evolução  Dinâmica
Roteiro da aula
Roteiro da aula

Introdução

Conceitos

Importância

Origem

Evolução

Dinâmica de população

Banco de sementes

Reprodução

Multiplicação vegetativa

Disseminação

Roteiro da aula  Distribuição ecológica  Prejuízos e aspectos benéficos das plantas daninhas ◦
Roteiro da aula  Distribuição ecológica  Prejuízos e aspectos benéficos das plantas daninhas ◦
Roteiro da aula  Distribuição ecológica  Prejuízos e aspectos benéficos das plantas daninhas ◦
Roteiro da aula
Roteiro da aula

Distribuição ecológica

Prejuízos e aspectos benéficos das plantas daninhas

Prejuízos diretos

Prejuízos indiretos

Classificação de plantas daninhas

Classificação quanto ao ciclo vegetativo

Classificação quanto ao hábito de crescimento

Classificação quanto ao habitat

 Sinônimos ◦ Planta daninha ◦ Planta invasora ◦ Erva daninha ◦ Erva invasora ◦
 Sinônimos ◦ Planta daninha ◦ Planta invasora ◦ Erva daninha ◦ Erva invasora ◦
 Sinônimos ◦ Planta daninha ◦ Planta invasora ◦ Erva daninha ◦ Erva invasora ◦

Sinônimos

Planta daninha

Planta invasora

Erva daninha

Erva invasora

Mato

Inço

Weed

Introdução
Introdução

Ciência das Plantas Daninhas

Herbologia

Matologia

Malerbologia

Weed Science

Weedology

Conceitos de Planta Daninha • Todos os conceitos baseiam-se na sua indesejabilidade em relação a
Conceitos de Planta Daninha • Todos os conceitos baseiam-se na sua indesejabilidade em relação a
Conceitos de Planta Daninha • Todos os conceitos baseiam-se na sua indesejabilidade em relação a
Conceitos de Planta Daninha
Conceitos de Planta Daninha

Todos os conceitos baseiam-se na sua indesejabilidade em relação a uma atividade humana;

baseiam-se na sua indesejabilidade em relação a uma atividade humana; www.opresenterural.com.br Foto: Nelson D. Kruse

www.opresenterural.com.br

baseiam-se na sua indesejabilidade em relação a uma atividade humana; www.opresenterural.com.br Foto: Nelson D. Kruse

Foto: Nelson D. Kruse

Conceitos de Planta Daninha
Conceitos de Planta Daninha
Conceitos de Planta Daninha
Conceitos de Planta Daninha
Conceitos de Planta Daninha
Conceitos de Planta Daninha
Conceitos de Planta Daninha  A priori , nenhuma espécie de planta pode ser considerada
Conceitos de Planta Daninha  A priori , nenhuma espécie de planta pode ser considerada
Conceitos de Planta Daninha  A priori , nenhuma espécie de planta pode ser considerada
Conceitos de Planta Daninha
Conceitos de Planta Daninha

A priori, nenhuma espécie de planta pode ser considerada daninha;

Conceitos de Planta Daninha  A priori , nenhuma espécie de planta pode ser considerada daninha;

Foto: Nelson D. Kruse

Conceitos de Planta Daninha  Alternathera tenella , na farmacopédia popular as folhas são usadas
Conceitos de Planta Daninha  Alternathera tenella , na farmacopédia popular as folhas são usadas
Conceitos de Planta Daninha  Alternathera tenella , na farmacopédia popular as folhas são usadas
Conceitos de Planta Daninha
Conceitos de Planta Daninha

Alternathera tenella, na farmacopédia popular as folhas são usadas como diuriéticas.

Conceitos de Planta Daninha  Alternathera tenella , na farmacopédia popular as folhas são usadas como
Conceitos de Planta Daninha  Centratherum punctatum , planta atraente, com belas flores, tendo valor
Conceitos de Planta Daninha  Centratherum punctatum , planta atraente, com belas flores, tendo valor
Conceitos de Planta Daninha  Centratherum punctatum , planta atraente, com belas flores, tendo valor
Conceitos de Planta Daninha
Conceitos de Planta Daninha

Centratherum punctatum, planta atraente, com belas flores, tendo valor ornamental.

www.google.com.br
www.google.com.br
Conceitos de Planta Daninha  Uma planta cultivada também pode ser considerada daninha. Fonte: http://ipcm.wisc.edu/
Conceitos de Planta Daninha  Uma planta cultivada também pode ser considerada daninha. Fonte: http://ipcm.wisc.edu/
Conceitos de Planta Daninha  Uma planta cultivada também pode ser considerada daninha. Fonte: http://ipcm.wisc.edu/
Conceitos de Planta Daninha
Conceitos de Planta Daninha

Uma planta cultivada também pode ser considerada daninha.

Conceitos de Planta Daninha  Uma planta cultivada também pode ser considerada daninha. Fonte: http://ipcm.wisc.edu/
Conceitos de Planta Daninha  Uma planta cultivada também pode ser considerada daninha. Fonte: http://ipcm.wisc.edu/

Fonte: http://ipcm.wisc.edu/

Conceitos de Planta Daninha Trigo-azevem. Foto: Leandro Vargas
Conceitos de Planta Daninha Trigo-azevem. Foto: Leandro Vargas
Conceitos de Planta Daninha Trigo-azevem. Foto: Leandro Vargas
Conceitos de Planta Daninha
Conceitos de Planta Daninha
Conceitos de Planta Daninha Trigo-azevem. Foto: Leandro Vargas

Trigo-azevem. Foto: Leandro Vargas

Conceitos de Planta Daninha  Senecio L., fornece néctar para abelhas. Fonte: cit.rs.gov.br
Conceitos de Planta Daninha  Senecio L., fornece néctar para abelhas. Fonte: cit.rs.gov.br
Conceitos de Planta Daninha  Senecio L., fornece néctar para abelhas. Fonte: cit.rs.gov.br
Conceitos de Planta Daninha
Conceitos de Planta Daninha

Senecio L., fornece néctar para abelhas.

Conceitos de Planta Daninha  Senecio L., fornece néctar para abelhas. Fonte: cit.rs.gov.br

Fonte: cit.rs.gov.br

Conceitos de Planta Daninha  Planta que se desenvolve onde não é desejada;  planta
Conceitos de Planta Daninha  Planta que se desenvolve onde não é desejada;  planta
Conceitos de Planta Daninha  Planta que se desenvolve onde não é desejada;  planta
Conceitos de Planta Daninha
Conceitos de Planta Daninha

Planta que se desenvolve onde não é desejada;

planta indesejável;

planta fora de lugar;

planta com valor negativo.

indesejável;  planta fora de lugar;  planta com valor negativo. Foto: Nelson D. Kruse Fonte:

Foto: Nelson D. Kruse

indesejável;  planta fora de lugar;  planta com valor negativo. Foto: Nelson D. Kruse Fonte:

Fonte: http://www.unesp.br

Conceitos de Planta Daninha  Planta que compete com o homem pelo solo;  planta
Conceitos de Planta Daninha  Planta que compete com o homem pelo solo;  planta
Conceitos de Planta Daninha  Planta que compete com o homem pelo solo;  planta
Conceitos de Planta Daninha
Conceitos de Planta Daninha

Planta que compete com o homem pelo solo;

planta que causa um desvio de energia da direção desejada pelo homem;

planta cujas virtudes ainda não foram descobertas.

desejada pelo homem;  planta cujas virtudes ainda não foram descobertas. Fonte: sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br

Fonte: sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br

Conceitos de Planta Daninha  “É uma planta sem valor econômico ou que compete, com
Conceitos de Planta Daninha  “É uma planta sem valor econômico ou que compete, com
Conceitos de Planta Daninha  “É uma planta sem valor econômico ou que compete, com
Conceitos de Planta Daninha
Conceitos de Planta Daninha

“É uma planta sem valor econômico ou que compete, com o homem, pelo solo” (CRUZ,

1979).

“Plantas que interferem com os objetivos do homem em determinada situação” (FISHER,

1973).

Conceitos de Planta Daninha  “Uma espécie só deve ser considerada daninha se estiver direta
Conceitos de Planta Daninha  “Uma espécie só deve ser considerada daninha se estiver direta
Conceitos de Planta Daninha  “Uma espécie só deve ser considerada daninha se estiver direta
Conceitos de Planta Daninha
Conceitos de Planta Daninha

“Uma espécie só deve ser considerada daninha se estiver direta ou indiretamente prejudicando determinada atividade humana, como, por exemplo, plantas interferindo no desenvolvimento de culturas comerciais, plantas tóxicas em pastagens, plantas ao lado de refinarias de petróleo, plantas estranhas no jardim etc” (Silva; Silva, 2007).

Conceitos de Planta Daninha  “Qualquer espécie que afetar a produtividade e, ou, a qualidade
Conceitos de Planta Daninha  “Qualquer espécie que afetar a produtividade e, ou, a qualidade
Conceitos de Planta Daninha  “Qualquer espécie que afetar a produtividade e, ou, a qualidade
Conceitos de Planta Daninha
Conceitos de Planta Daninha

“Qualquer espécie que afetar a produtividade e, ou, a qualidade do produto ou interferir negativamente no processo da colheita é considerada daninha” (Silva; Silva, 2007).

da colheita é considerada daninha” (Silva; Silva, 2007). Fonte: foodfreedom.wordpress.com Fonte:

Fonte: foodfreedom.wordpress.com

considerada daninha” (Silva; Silva, 2007). Fonte: foodfreedom.wordpress.com Fonte: sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br
considerada daninha” (Silva; Silva, 2007). Fonte: foodfreedom.wordpress.com Fonte: sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br

Fonte: sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br

Importância das Plantas Daninhas  Redução quantitativa da produção das culturas, pastagens, carne, leite e
Importância das Plantas Daninhas  Redução quantitativa da produção das culturas, pastagens, carne, leite e
Importância das Plantas Daninhas  Redução quantitativa da produção das culturas, pastagens, carne, leite e
Importância das Plantas Daninhas
Importância das Plantas Daninhas

Redução quantitativa da produção das culturas, pastagens, carne, leite e lã; interferem com espécies cultivadas, competindo por luz, água, nutrientes e podem liberar substâncias tóxicas;

espécies cultivadas, competindo por luz, água, nutrientes e podem liberar substâncias tóxicas; luirig.altervista.org

luirig.altervista.org

espécies cultivadas, competindo por luz, água, nutrientes e podem liberar substâncias tóxicas; luirig.altervista.org
espécies cultivadas, competindo por luz, água, nutrientes e podem liberar substâncias tóxicas; luirig.altervista.org
Importância das Plantas Daninhas  Tornam o uso da terra menos eficiente;  depreciam o
Importância das Plantas Daninhas  Tornam o uso da terra menos eficiente;  depreciam o
Importância das Plantas Daninhas  Tornam o uso da terra menos eficiente;  depreciam o
Importância das Plantas Daninhas
Importância das Plantas Daninhas

Tornam o uso da terra menos eficiente;

depreciam o valor da terra;

limitam a escolha de culturas;

encarecem as práticas agrícolas (preparo do solo, capinas, tratamentos fitossanitários, colheita, limpeza de grãos);

prejudicam o maquinário agrícola;

Importância das Plantas Daninhas  Capinas destroem a estrutura do solo e causam dano às
Importância das Plantas Daninhas  Capinas destroem a estrutura do solo e causam dano às
Importância das Plantas Daninhas  Capinas destroem a estrutura do solo e causam dano às
Importância das Plantas Daninhas
Importância das Plantas Daninhas

Capinas destroem a estrutura do solo e causam dano às raízes e parte aérea das plantas cultivadas;

favorecem pragas e moléstias das plantas cultivadas e animais, por serem hospedeiras de bactérias, fungos, vírus, insetos, nematóides e roedores.

Importância das Plantas Daninhas  Muitas espécies são plantas tóxicas aos animais;  podem provocar
Importância das Plantas Daninhas  Muitas espécies são plantas tóxicas aos animais;  podem provocar
Importância das Plantas Daninhas  Muitas espécies são plantas tóxicas aos animais;  podem provocar
Importância das Plantas Daninhas
Importância das Plantas Daninhas

Muitas espécies são plantas tóxicas aos animais;

podem provocar alergias, dermatites, envenenamentos e favorecem doenças como a malária;

Importância das Plantas Daninhas  Depreciam qualitativamente os produtos vegetais, com transmissão de cheiro e
Importância das Plantas Daninhas  Depreciam qualitativamente os produtos vegetais, com transmissão de cheiro e
Importância das Plantas Daninhas  Depreciam qualitativamente os produtos vegetais, com transmissão de cheiro e
Importância das Plantas Daninhas
Importância das Plantas Daninhas

Depreciam qualitativamente os produtos vegetais, com transmissão de cheiro e sabor desagradáveis; retardam o secamento de produtos agrícolas e podem reduzir o preço pago ao produto.

Origem e Evolução  Várias formas de classificação quanto à origem:  1. ◦ espécies
Origem e Evolução  Várias formas de classificação quanto à origem:  1. ◦ espécies
Origem e Evolução  Várias formas de classificação quanto à origem:  1. ◦ espécies
Origem e Evolução
Origem e Evolução

Várias formas de classificação quanto à origem:

1.

espécies silvestres adaptadas à áreas de perturbação natural (glaciação a 2,5 milhões de anos);

novas espécies que desenvolveram-se junto com a agricultura.

Origem e Evolução  2. ◦ espécies obrigatórias; ◦ espécies facultativas.  3. ◦ Autóctones
Origem e Evolução  2. ◦ espécies obrigatórias; ◦ espécies facultativas.  3. ◦ Autóctones
Origem e Evolução  2. ◦ espécies obrigatórias; ◦ espécies facultativas.  3. ◦ Autóctones
Origem e Evolução
Origem e Evolução

2.

espécies obrigatórias;

espécies facultativas.

3.

Autóctones (nativas, naturais, apófitas, selvagens).

Alóctones (introduzidas, naturalizadas, cosmopolitas, antropófitas).

Origem e Evolução  Alóctones: ◦ Introduzidas com devida finalidade, no entanto, tornam-se problema: ◦
Origem e Evolução  Alóctones: ◦ Introduzidas com devida finalidade, no entanto, tornam-se problema: ◦
Origem e Evolução  Alóctones: ◦ Introduzidas com devida finalidade, no entanto, tornam-se problema: ◦
Origem e Evolução
Origem e Evolução

Alóctones:

Introduzidas com devida finalidade, no entanto, tornam-se problema:

Plantas trazidas para o Brasil como forrageiras

Brachiaria decumbens, Panicum maximum, da África;

Cyperus rotundus, EUA.

Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução
Origem e Evolução

Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:

Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Origem e Evolução Origem provável de plantas daninhas ocorrentes no Brasil:
Dinâmica populacional  a) Sucessão  b) Reprodução  c) Produção de sementes  d)
Dinâmica populacional  a) Sucessão  b) Reprodução  c) Produção de sementes  d)
Dinâmica populacional  a) Sucessão  b) Reprodução  c) Produção de sementes  d)
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional

a) Sucessão

b) Reprodução

c) Produção de sementes

d) População de sementes no solo

e) Disseminação

f) Multiplicação Vegetativa

f.1) Importância extrema agressividade e prejuízos

f.2) Dormência dos propágulos vegetativos: curto período após a separação

f.3) Disseminação dos propágulos

f.4) Profundidade de regeneração

f.5) Fatores que envolvem a distribuição ecológica

Dinâmica populacional  a) Sucessão:  Série de estágios consecutivos, através dos quais a vegetação
Dinâmica populacional  a) Sucessão:  Série de estágios consecutivos, através dos quais a vegetação
Dinâmica populacional  a) Sucessão:  Série de estágios consecutivos, através dos quais a vegetação
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional

a) Sucessão:

Série de estágios consecutivos, através dos quais a vegetação de um local, partindo de um ponto inicial, alcança um estágio final de equilíbrio, chamado clímax, compatível com as condições climáticas do local e estável, enquanto tais condições não sofrem alteração.

O controle das plantas daninhas tenta impedir o desenvolvimento natural da sucessão, mantendo a vegetação espontânea num estágio herbáceo inicial.

Dinâmica populacional  b) Reprodução:  Semente  ⇒ principal órgão de perpetuação e disseminação;
Dinâmica populacional  b) Reprodução:  Semente  ⇒ principal órgão de perpetuação e disseminação;
Dinâmica populacional  b) Reprodução:  Semente  ⇒ principal órgão de perpetuação e disseminação;
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional

b) Reprodução:

Semente

principal órgão de perpetuação e disseminação;

vital para espécies desprovidas de meios vegetativos; devido a:

capacidade de distribuir a germinação no espaço;

capacidade de distribuição no tempo.

Dinâmica populacional  A reprodução por sementes ocorre num determinado estádio do ciclo de vida,
Dinâmica populacional  A reprodução por sementes ocorre num determinado estádio do ciclo de vida,
Dinâmica populacional  A reprodução por sementes ocorre num determinado estádio do ciclo de vida,
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional

A reprodução por sementes ocorre num determinado estádio do ciclo de vida, que pode servir para classificar as plantas em:

1) plantas anuais

2) plantas bienais

3) plantas perenes

Dinâmica populacional  c) Produção de sementes  O êxito da produção de sementes depende
Dinâmica populacional  c) Produção de sementes  O êxito da produção de sementes depende
Dinâmica populacional  c) Produção de sementes  O êxito da produção de sementes depende
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional

c) Produção de sementes

O êxito da produção de sementes depende do número e viabilidade das sementes produzidas:

a) Avena fatua 250 sementes;

b) Sisymbrium officinale (Brassicaceae) ½ milhão;

c) Amaranthus albus 6 a 11 milhões;

d) Conyza bonariensis 100 a 200 mil.

Dinâmica populacional Fonte: obotanicoaprendiznaterradosespantos.blogspot.com  Polygonum convolvulus  200
Dinâmica populacional Fonte: obotanicoaprendiznaterradosespantos.blogspot.com  Polygonum convolvulus  200
Dinâmica populacional Fonte: obotanicoaprendiznaterradosespantos.blogspot.com  Polygonum convolvulus  200
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional Fonte: obotanicoaprendiznaterradosespantos.blogspot.com  Polygonum convolvulus  200

Fonte: obotanicoaprendiznaterradosespantos.blogspot.com

Polygonum convolvulus 200 sementes por planta

Dinâmica populacional Fonte: robsplants.com  Sonchus oleraceus  400.000 sementes por planta
Dinâmica populacional Fonte: robsplants.com  Sonchus oleraceus  400.000 sementes por planta
Dinâmica populacional Fonte: robsplants.com  Sonchus oleraceus  400.000 sementes por planta
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional Fonte: robsplants.com  Sonchus oleraceus  400.000 sementes por planta

Fonte: robsplants.com

Sonchus oleraceus 400.000 sementes por planta

Dinâmica populacional  d) População de sementes no solo  Banco de sementes = (produzidas
Dinâmica populacional  d) População de sementes no solo  Banco de sementes = (produzidas
Dinâmica populacional  d) População de sementes no solo  Banco de sementes = (produzidas
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional

d) População de sementes no solo

Banco de sementes = (produzidas na estação + dormentes + disseminadas) - (germinadas + destruídas)

Produzidas na estação

Dormentes

Disseminadas

Germinadas

Destruídas

Dinâmica populacional  Dinâmica do banco de sementes
Dinâmica populacional  Dinâmica do banco de sementes
Dinâmica populacional  Dinâmica do banco de sementes
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional

Dinâmica do banco de sementes

Dinâmica populacional  Dinâmica do banco de sementes
Dinâmica populacional  Estimativas do tamanho de bancos de sementes • algumas áreas ⇒ mais
Dinâmica populacional  Estimativas do tamanho de bancos de sementes • algumas áreas ⇒ mais
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional

Estimativas do tamanho de bancos de sementes

 Estimativas do tamanho de bancos de sementes • algumas áreas ⇒ mais de 250 milhões/ha
 Estimativas do tamanho de bancos de sementes • algumas áreas ⇒ mais de 250 milhões/ha

algumas áreas mais de 250 milhões/ha

áreas bastante infestadas mais de 550 milhões/ha

poucas áreas tem menos que 20 milhões/ha

Dinâmica populacional  e) Disseminação  Sementes são bem adaptadas para a dispersão ⇐ estrutura,
Dinâmica populacional  e) Disseminação  Sementes são bem adaptadas para a dispersão ⇐ estrutura,
Dinâmica populacional  e) Disseminação  Sementes são bem adaptadas para a dispersão ⇐ estrutura,
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional

e) Disseminação

Sementes são bem adaptadas para a dispersão estrutura, peso e condições ambientais

Agentes de disseminação

Autocoria

Alocoria

Dinâmica populacional  1. Naturais  Vento (anemocoria): meio natural mais comum ⇒ estruturas especiais
Dinâmica populacional  1. Naturais  Vento (anemocoria): meio natural mais comum ⇒ estruturas especiais
Dinâmica populacional  1. Naturais  Vento (anemocoria): meio natural mais comum ⇒ estruturas especiais
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional

1. Naturais

Vento (anemocoria): meio natural mais comum estruturas especiais ou peso.

 Vento (anemocoria): meio natural mais comum ⇒ estruturas especiais ou peso. Fonte: tiuli.com Fonte: flickr.com

Fonte: tiuli.com

 Vento (anemocoria): meio natural mais comum ⇒ estruturas especiais ou peso. Fonte: tiuli.com Fonte: flickr.com

Fonte: flickr.com

Dinâmica populacional  Água (hidrocoria): unidades de dispersão flutuantes ( Rumex sp.). ◦ Sementes ◦
Dinâmica populacional  Água (hidrocoria): unidades de dispersão flutuantes ( Rumex sp.). ◦ Sementes ◦
Dinâmica populacional  Água (hidrocoria): unidades de dispersão flutuantes ( Rumex sp.). ◦ Sementes ◦
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional

Água (hidrocoria): unidades de dispersão flutuantes (Rumex sp.).

Sementes

Frutos

Animais (zoocoria): agentes eficiêntes para curtas e médias distâncias Endozóica e Epizóica

agentes eficiêntes para curtas e médias distâncias ◦ Endozóica e Epizóica Fonte: poemadia.blogspot.com

Fonte: poemadia.blogspot.com

Dinâmica populacional  Deiscência explosiva (bolocoria): ◦ mamona: > de 10 m ◦ leiteiro: ⇒
Dinâmica populacional  Deiscência explosiva (bolocoria): ◦ mamona: > de 10 m ◦ leiteiro: ⇒
Dinâmica populacional  Deiscência explosiva (bolocoria): ◦ mamona: > de 10 m ◦ leiteiro: ⇒
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional

Deiscência explosiva (bolocoria):

mamona: > de 10 m

leiteiro: 1 m

(bolocoria): ◦ mamona: > de 10 m ◦ leiteiro: ⇒ 1 m Fonte: plantasonya.com.br Fonte: agrolink.com.br

Fonte: plantasonya.com.br

(bolocoria): ◦ mamona: > de 10 m ◦ leiteiro: ⇒ 1 m Fonte: plantasonya.com.br Fonte: agrolink.com.br

Fonte: agrolink.com.br

Dinâmica populacional  Gravidade (barocoria): carurús Fonte: www2.ufla.br Fonte: aboaterra.com.br
Dinâmica populacional  Gravidade (barocoria): carurús Fonte: www2.ufla.br Fonte: aboaterra.com.br
Dinâmica populacional  Gravidade (barocoria): carurús Fonte: www2.ufla.br Fonte: aboaterra.com.br
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional

Gravidade (barocoria): carurús

Dinâmica populacional  Gravidade (barocoria): carurús Fonte: www2.ufla.br Fonte: aboaterra.com.br

Fonte: www2.ufla.br

Dinâmica populacional  Gravidade (barocoria): carurús Fonte: www2.ufla.br Fonte: aboaterra.com.br

Fonte: aboaterra.com.br

Dinâmica populacional   2. Artificiais Homem (antropocoria): um dos mais importantes  - junto
Dinâmica populacional   2. Artificiais Homem (antropocoria): um dos mais importantes  - junto
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional


2. Artificiais

Homem (antropocoria): um dos mais importantes

- junto à roupa

- veículos e equipamentos

- sementes cultivadas (capim-arroz)

 - junto à roupa  - veículos e equipamentos  - sementes cultivadas (capim-arroz) Fonte:

Fonte: opresente.com.br

Dinâmica populacional  f) Multiplicação Vegetativa  Propagação por órgãos ou fragmentos de tecidos
Dinâmica populacional  f) Multiplicação Vegetativa  Propagação por órgãos ou fragmentos de tecidos
Dinâmica populacional  f) Multiplicação Vegetativa  Propagação por órgãos ou fragmentos de tecidos
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional

f) Multiplicação Vegetativa

Propagação por órgãos ou fragmentos de tecidos especializados capazes de regenerar uma nova planta.

Produz poucos indivíduos com altas chances e idênticos aos pais e entre si (clones).

Órgãos como rizomas, tubérculos, estolões, bulbilhos, bulbos e gemas adventíceas.

Dinâmica populacional  f.1) Importância ⇒ extrema agressividade e prejuízos  Possuem crescimento vigoroso
Dinâmica populacional  f.1) Importância ⇒ extrema agressividade e prejuízos  Possuem crescimento vigoroso
Dinâmica populacional  f.1) Importância ⇒ extrema agressividade e prejuízos  Possuem crescimento vigoroso
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional

f.1) Importância extrema agressividade e prejuízos

Possuem crescimento vigoroso desde o início mais resistentes aos herbicidas que as originadas de sementes.

Mas as partes vegetativas são mais facilmente destruídas em condições adversas.

Sorgo-de-alepo 60 a 90 m de rizomas e mais de 20.000 sementes durante o ciclo.

Dinâmica populacional  f.2) Dormência dos propágulos vegetativos: curto período após a separação  Dois
Dinâmica populacional  f.2) Dormência dos propágulos vegetativos: curto período após a separação  Dois
Dinâmica populacional  f.2) Dormência dos propágulos vegetativos: curto período após a separação  Dois
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional

f.2) Dormência dos propágulos vegetativos: curto período após a separação

Dois tipos de dormência:

apical (própria planta):

dominância apical

imaturidade fisiológica

camadas externas impermeáveis [0 2 e H 2 O]

Dinâmica populacional  ambiental: ◦ condições de solo ◦ relação entre gases (O 2 e
Dinâmica populacional  ambiental: ◦ condições de solo ◦ relação entre gases (O 2 e
Dinâmica populacional  ambiental: ◦ condições de solo ◦ relação entre gases (O 2 e
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional

ambiental:

condições de solo

relação entre gases (O 2 e CO 2 )

temperatura

umidade

Dinâmica populacional  Enzimas estão envolvidas no processo, variando o período de dormência de acordo
Dinâmica populacional  Enzimas estão envolvidas no processo, variando o período de dormência de acordo
Dinâmica populacional  Enzimas estão envolvidas no processo, variando o período de dormência de acordo
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional

Enzimas estão envolvidas no processo, variando o período de dormência de acordo com espécies e os fatores ambientais.

Em geral, curtos períodos:

solos compactados e sem manejo nunca > a 5 anos;

solos cultivados muito menos.

Dinâmica populacional  f.3) Disseminação dos propágulos:  menos eficientes que sementes: grandes, pesados e
Dinâmica populacional  f.3) Disseminação dos propágulos:  menos eficientes que sementes: grandes, pesados e
Dinâmica populacional  f.3) Disseminação dos propágulos:  menos eficientes que sementes: grandes, pesados e
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional

f.3) Disseminação dos propágulos:

menos eficientes que sementes: grandes, pesados e menos resistentes;

meios: trabalhos de solo, movimento de máquinas, palhas, fenos e água de irrigação.

 meios: trabalhos de solo, movimento de máquinas, palhas, fenos e água de irrigação. Fonte: gallery.vedap.pt

Fonte: gallery.vedap.pt

Dinâmica populacional  f.5) Fatores que envolvem a distribuição ecológica  ambiente agrícola: comunidade de
Dinâmica populacional  f.5) Fatores que envolvem a distribuição ecológica  ambiente agrícola: comunidade de
Dinâmica populacional  f.5) Fatores que envolvem a distribuição ecológica  ambiente agrícola: comunidade de
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional

f.5) Fatores que envolvem a distribuição ecológica

ambiente agrícola: comunidade de pl. cultivadas em associação com pl. daninhas;

monocultura: espaço ocioso em ambientes perturbados, aos quais as pl. daninhas são adaptadas;

sistemas de produção, através das práticas de manejo, criam uma associação específica entre cultura e pl. daninhas;

Dinâmica populacional  A ocorrência , abundância , variação e distribuição das plantas daninhas são
Dinâmica populacional  A ocorrência , abundância , variação e distribuição das plantas daninhas são
Dinâmica populacional  A ocorrência , abundância , variação e distribuição das plantas daninhas são
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional

A ocorrência, abundância, variação e distribuição das plantas daninhas são determinadas por fatores climáticos, edáficos e bióticos que caracterizam um ambiente.

a) climáticos:

luz

temperatura

água

vento

Dinâmica populacional  b) edáficos: ◦ água do solo ◦ aeração ◦ temperatura ◦ pH
Dinâmica populacional  b) edáficos: ◦ água do solo ◦ aeração ◦ temperatura ◦ pH
Dinâmica populacional  b) edáficos: ◦ água do solo ◦ aeração ◦ temperatura ◦ pH
Dinâmica populacional
Dinâmica populacional

b) edáficos:

água do solo

aeração

temperatura

pH

fertilidade

efeito do sistema de cultivo sobre o solo e sua estrutura

c) bióticos:

plantas

animais

Prejuízos e Aspectos Benéficos  Prejuízos: ver item 1.1. ◦ b)Importância a) fonte potencial de
Prejuízos e Aspectos Benéficos  Prejuízos: ver item 1.1. ◦ b)Importância a) fonte potencial de
Prejuízos e Aspectos Benéficos  Prejuízos: ver item 1.1. ◦ b)Importância a) fonte potencial de
Prejuízos e Aspectos Benéficos
Prejuízos e Aspectos Benéficos

Prejuízos: ver item 1.1.

b)Importância

a)

fonte potencial de plantas úteis;

b)

valor apícola;

c)

valor medicinal;

d)

reduzem erosão;

e)

adicionam matéria orgânica;

d)

espécies aquáticas extraem metais pesados.

Espécies daninhas mais importantes No mundo 1. Cyperus rotundus (p);
Espécies daninhas mais importantes
No mundo
1. Cyperus rotundus (p);

2. Cynodon dactylon (p);

3. Echinochloa colonum (a);

4. E. crusgalli (a);

5. Eleusine indica (a);

6. Sorghum halepense (p);

7. Eichornia crassipes (p);

8. Imperata cilyndrica (p);

9. Lantana câmara (p)

Espécies daninhas mais importantes  No RS  Anuais:
Espécies daninhas mais importantes
 No RS
 Anuais:

verão:

sequeiro: papuã, milhã, picão-preto, leiteiro, corriola

irrigada: capim arroz, angiquinho;

inverno:

nabo, silene, cipozinho, espérgula, língua de vaca;

Perenes: guanxuma, fedegoso;

Pastagens nativas: carqueja, mio-mio, chirca, gravatá, maria-mole, alecrim, annoni, barba de bode;

Em relação ao ciclo de vida  a) monocárpicas ou hapaxantas  anuais, bienais e
Em relação ao ciclo de vida  a) monocárpicas ou hapaxantas  anuais, bienais e
Em relação ao ciclo de vida  a) monocárpicas ou hapaxantas  anuais, bienais e
Em relação ao ciclo de vida
Em relação ao ciclo de vida

a) monocárpicas ou hapaxantas

anuais, bienais e plurianuais ou efêmeras

anuais: < a 12 meses; ciclo de 40 a 60 dias

verão (~ de 120)

inverno (~ de 80)

indiferentes

bienais: > 12 e < 24

efêmeras: duas a três gerações/ano

Em relação ao ciclo de vida  b) policárpicas ou polacantas ◦ perenes simples ◦
Em relação ao ciclo de vida  b) policárpicas ou polacantas ◦ perenes simples ◦
Em relação ao ciclo de vida  b) policárpicas ou polacantas ◦ perenes simples ◦
Em relação ao ciclo de vida
Em relação ao ciclo de vida

b) policárpicas ou polacantas

perenes simples

perenes só com multiplicação vegetativa

perenes complexas

Em relação ao hábito de crescimento  herbáceas: < a 1,0 m (eretas ou prostradas)
Em relação ao hábito de crescimento  herbáceas: < a 1,0 m (eretas ou prostradas)
Em relação ao hábito de crescimento
Em relação ao hábito de crescimento
Em relação ao hábito de crescimento  herbáceas: < a 1,0 m (eretas ou prostradas) 

herbáceas: < a 1,0 m (eretas ou prostradas)

sub-arbustivas: de 0,8 a 1,5 m (eretas)

arbustivas: de 1,5 a 2,5 m

arbóreas: > de 2,5 m

trepadeiras: cirríferas ou volúveis

hemiepífitas

epífitas

parasitas

Em relação ao meio em que vivem  Plantas de hábito terrestre e de hábito
Em relação ao meio em que vivem  Plantas de hábito terrestre e de hábito
Em relação ao meio em que vivem  Plantas de hábito terrestre e de hábito
Em relação ao meio em que vivem
Em relação ao meio em que vivem

Plantas de hábito terrestre e de hábito aquático

a) terrestres

b) aquáticas

emersas ou emergentes

flutuantes

submersas (livres e ancoradas)

marginais

Exercício aula prática  Entregar sexta-feira, 27/08/2010.  Individual  http://w3.ufsm.br/herb/dfs403 
Exercício aula prática  Entregar sexta-feira, 27/08/2010.  Individual  http://w3.ufsm.br/herb/dfs403 
Exercício aula prática  Entregar sexta-feira, 27/08/2010.  Individual  http://w3.ufsm.br/herb/dfs403 
Exercício aula prática
Exercício aula prática

Entregar sexta-feira, 27/08/2010.

Individual

Estudo dirigido Unidade 1

giliardidalazen@hotmail.com